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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 
PGR
EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS
AGÊNCIA DE CORREIOS GOVERNADOR VALADARES
EMISSÃO DO PGR
			09/12/2024
SUMÁRIO
1.	CONTROLE DAS REVISÕES	3
2.	OBJETIVOS DO PGR	3
2.1.	OBJETIVO GERAL	3
2.2.	OBJETIVOS ESPECÍFICOS E RESULTADOS ESPERADOS	3
3.	DEFINIÇÕES	4
4.	DESENVOLVIMENTO DO PGR	5
4.1.	INFORMAÇÃO INICIAL	5
4.2.	LEVANTAMENTO PRELIMINAR DE PERIGO	5
4.3.	IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS	5
4.4.	GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO - GHE	6
4.5.	AVALIAÇÃO DOS RISCOS OCUPACIONAIS	7
4.6.	AVALIAÇÃO QUALITATIVA	7
4.7.	AVALIAÇÃO QUANTITATIVA	7
4.8.	CATEGORIZAÇÃO DO FATOR DE RISCO	8
4.9.	CONTROLE DOS RISCOS	11
5.	PARTICIPAÇÃO E CONSULTA	14
6.	DOCUMENTAÇÃO DO PGR	14
7.	REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS	15
8.	REVISÃO DO PGR	16
9.	ANÁLISE DE ACIDENTES E DOENÇAS RELACIONADAS AO TRABALHO	16
10.	PREPARAÇÃO PARA EMERGÊNCIAS	16
11.	RESPONSABILIDADES	17
12.	DISPOSIÇÕES FINAIS	18
13.	BIBLIOGRAFIA	18
14.	GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO E LEGAL	19
15.	ASSINATURA DOS RESPONSÁVEIS	21
ANEXOS:
INVENTARIO DE RISCOS	22
QUADRO DE EPI POR GHE	30
CRONOGRAMA DE AÇÃO.	....31
	
	
	
	
2
1. CONTROLE DAS REVISÕES
	Data
	Número da revisão
	Descrição
	Empresa responsável
	Profissional
	Qualificação
	03/01/2022
	00
	Elaboração do documento base
	Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – Correios SE MG
	Débora Ferreira Silva
	Técnico de Segurança do Trabalho
	 04/01/2024
	01 
	Revisão do PGR 
	Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – Correios SE MG
	Débora Ferreira Silva
	Técnico de Segurança do Trabalho
2. INTRODUÇÃO
O Programa de Gerenciamento de Riscos PGR, que deriva do gerenciamento de riscos ocupacionais de uma organização, é um importante aliado da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade física dos empregados e visa atender ao disposto na Norma Regulamentadora NR01, aprovada através da Portaria n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 e Portaria SEPRT n.º 6.730, de 09 de março de 2020 Ministério da Economia.
A NR01 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação do PGR, que, a critério da organização, pode ser implementado por unidade operacional, setor ou atividade.
A organização deve evitar os riscos ocupacionais que possam ser originados no trabalho através da identificação dos perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde; avaliação dos riscos ocupacionais com indicação do nível de risco; classificação dos riscos ocupacionais para determinar a necessidade de adoção de medidas de prevenção; implementação de medidas de prevenção, de acordo com a classificação de risco e na ordem de prioridade estabelecida e acompanhamento do controle dos riscos ocupacionais.
A Segurança no Trabalho dos Correios é pautada nas atualizações e alterações da legislação, novas NRs, orientações técnicas contidas nas instruções de Órgãos Governamentais, convenções da Organização Internacional do Trabalho OIT ratificada pelo governo brasileiro, Instruções e Normas Técnicas expedidas por Entidades Nacionais e Internacionais, como Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial INMETRO, American Conference of Governamental Industrial Hygienists ACGIH, Acordo Coletivo de Trabalho e Plano de Cargos, Carreiras e Salários PCCS vigentes e outros.
3. OBJETIVOS DO PGR
3.1. OBJETIVO GERAL
O Programa de Gerenciamento de Riscos PGR visa à melhoria das condições ocupacionais do ambiente de trabalho e da saúde dos empregados, levando a empresa ao atendimento não apenas dos requisitos legais, mas também, à melhoria da qualidade de vida, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos perigos/fatores de riscos ocupacionais. 
3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS E RESULTADOS ESPERADOS
· Evitar os riscos ocupacionais que possam ser originados no trabalho;
· Identificar os perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde;
· Avaliar os riscos potenciais à segurança e saúde de todos os empregados, identificando o nível do risco;
· Registrar as avaliações ambientais realizadas na empresa;
· Classificar os riscos ocupacionais para determinar a necessidade de adoção de medidas de prevenção;
· Implementar medidas de prevenção, de acordo com a classificação de risco e na ordem de prioridade contida neste Programa;
· Implantar o plano de ação do PGR e acompanhar o controle dos riscos ocupacionais;
· Informar aos empregados sobre os riscos ocupacionais aos quais estão expostos no desempenho das suas atividades;
· Identificar e comunicar aos trabalho os riscos consolidados no inventário de riscos;
· Identificar a necessidade de treinamento em cada setor;
· Criar condições favoráveis no meio ambiente de trabalho visando à melhoria na qualidade de vida dos empregados com consequente aumento da produtividade;
· Manter o registro histórico das exposições para todos os empregados de forma que problemas futuros de saúde possam ser analisados e gerenciados com base em informações reais de exposição;
· Cultivar a cultura prevencionista presente na empresa através do comprometimento das partes envolvidas no processo de manutenção e melhoria das condições laborais e do controle das exposição aos riscos ocupacionais. 
4. DEFINIÇÕES
Agente biológico: Microrganismos, parasitas ou materiais originados de organismos que, em função de sua natureza e do tipo de exposição, são capazes de acarretar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: bactéria Bacillus anthracis, vírus linfotrópico da célula T humana, príon agente de doença de Creutzfeldt-Jakob, fungo Coccidioides immitis. 
Agente de Acidente: São as condições ou situações, internas ou externas, relacionadas ao ambiente de trabalho que afetam a integridade física do empregado.
Agente ergonômico: São os aspectos que interferem na adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos empregados, sendo que as condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.
Agente físico: Qualquer forma de energia que, em função de sua natureza, intensidade e exposição, é capaz de causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes. 
Observação: Critérios sobre iluminamento, conforto térmico e conforto acústico da NR-17 não constituem agente físico para fins da NR-09. 
Agente químico: Substância química, por si só ou em misturas, quer seja em seu estado natural, quer seja produzida, utilizada ou gerada no processo de trabalho, que em função de sua natureza, concentração e exposição, é capaz de causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: fumos de cádmio, poeira mineral contendo sílica cristalina, vapores de tolueno, névoas de ácido sulfúrico. 
Avaliação dos Riscos: Processo de avaliação de risco proveniente de perigo, levando em consideração a adequação de qualquer controle existente e decidindo se o risco é ou não aceitável.
Equipamento de Proteção Individual (EPI): É todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo empregado, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho e que possui o Certificado de Aprovação – CA expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde ocupacional do Ministério do Trabalho.
Estabelecimento: local privado ou público, edificado ou não, móvel ou imóvel, próprio ou de terceiros, onde a empresa ou a organização exerce suas atividades em caráter temporário ou permanente. 
Evento perigoso: Ocorrência ou acontecimento com o potencial de causar lesões ou agravos à saúde. 
Ordem de serviço de segurança e saúde no trabalho: instruções por escrito quanto às precauções para evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais. A ordem de serviço pode estar contemplada em procedimentos de trabalho e outras instruções de SST. 
Perigo ou fator de risco ocupacional/Perigo ou fonte de risco ocupacional: Fonte com o potencial de causar lesões ou agravos à saúde. Elemento que isoladamente ou em combinação com outros tem o potencial intrínseco de dar origem a lesões ou agravos à saúde. 
Prevenção: o conjunto das disposições ou medidas tomadas ou previstas em todas as fases da atividade da organização, visando evitar, eliminar, minimizar ou controlar os riscos ocupacionais. 
Risco ocupacional: Combinação da probabilidade de ocorrer lesão ou agravo à saúde causados por um evento perigoso, exposição a agente nocivo ou exigência da atividade de trabalho e da severidade dessa lesão ou agravo à saúde. 
Limite de Tolerância: A concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde do empregado, durante a sua vida laboral.
Nível de Ação: É o valor acima do qual deve ser iniciado o controle sistemático das ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições aos agentes ambientais ultrapassem o limite de tolerância. As ações devem incluir o monitoramento periódico da exposição, a informação aos empregados e o controle médico.
· Para o agente ruído é considerado como nível de ação a dose superior a 50% do nível de ruído diário permitido na NR-15 – Anexo n.º 1, item 6
· Para os agentes químicos é considerado como nível de ação a metade do limite de exposição ocupacional determinado na NR-15 – Anexo n.º 11, e na ausência deste o determinado pela ACGIH ou acordo coletivo de trabalho.
5. DESENVOLVIMENTO DO PGR
5.1. INFORMAÇÃO INICIAL
As informações e análises constantes nesse documento foram obtidas mediante inspeção no local de trabalho e são fundamentadas nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e nas demais legislações pertinentes.
A continuidade do programa previsto no Plano de Ação é alicerçada pelas atividades dos profissionais da área de Segurança e Medicina do Trabalho e pelas áreas responsáveis das ações propostas.
5.2. LEVANTAMENTO PRELIMINAR DE PERIGO
O levantamento preliminar de perigos é realizado:
a) Antes do início do funcionamento do estabelecimento ou novas instalações; 
b) Para as atividades existentes; e 
c) Nas mudanças e introdução de novos processos ou atividades de trabalho.
Serão adotadas as seguintes medidas, dentre outras:
· Participação na análise de novos projetos/processos ou modificação dos existentes, identificando os fatores de risco e adotando medidas de proteção para a redução ou eliminação;
· Análise dos requisitos de segurança na aquisição de máquinas e equipamentos de acordo com os padrões exigidos pelas Normas Regulamentadoras.
5.3. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS
A identificação de perigos baseia-se na identificação das fontes com o potencial de causar lesões ou agravos à saúde, através das avaliações realizadas pelo profissional da área de Segurança do Trabalho.
Com a finalidade de otimizar a identificação e avaliação da exposição dos empregados em relação aos perigos e riscos ocupacionais, são formados os Grupos Homogêneo de Exposição (GHE).
Para a realização da identificação dos perigos, são abrangidas:
· Visitas aos locais de trabalho e entrevistas com os empregados;
· Verificação do processo de trabalho, atividades, setores, equipamentos, agentes, dentre outros;
· Análises da documentação existente (relatórios, procedimentos operacionais, manuais, controle de EPI, treinamentos etc).
A identificação dos perigos inclui:
· Caracterização dos processos e ambientes de trabalho; 
· Caracterização das atividades; 
· Descrição de perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde dos trabalhadores;
· Identificação das fontes ou circunstâncias geradoras do perigo;
· Descrição de riscos gerados pelos perigos;
· Indicação dos grupos de trabalhadores sujeitos aos riscos;
· Descrição de medidas de prevenção implementadas;
· Dados da análise preliminar ou do monitoramento das exposições a agentes físicos, químicos e biológicos, fundamentos nas NR’s e NHO, e os resultados da avaliação de ergonomia nos termos da NR-17 e seu anexos;
· Avaliação dos riscos, incluindo a classificação para fins de elaboração do plano de ação; e 
· Critérios adotados para avaliação dos riscos e tomada de decisão.
O reconhecimento dos perigos e riscos é detalhado no Anexo 1 - INVENTÁRIO DE RISCO OCUPACIONAL e Anexo 2 - PLANO DE AÇÃO.
5.4. GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO - GHE
Os grupos de empregados que apresentam iguais características de exposição, ou seja, exercem uma atividade similar na qual se encontram expostos aos mesmos fatores de risco, são definidos como Grupo homogêneo de Exposição – GHE.
Cada processo pode ser constituído de um ou mais GHE, isto será determinado levando em conta a similaridade de cada atividade realizada e consequentemente quanto à exposição aos mesmos fatores de riscos.
Sendo assim, os resultados das avaliações de qualquer um dos empregados dentro de um GHE oferece dados/informações úteis para estimar o risco dos demais integrantes.
 Quadro para nomenclatura de GHE:
	Nome do Grupo Homogêneo de Exposição (GHE)
	GH - Administrativo 
	GH - Carteiro (Pedestre e Ciclista)
	GH - Carteiro (Motorizado Motocicleta)
	GH - Carteiro (Motorizado Veículo)
	GH - Operador de Triagem e Transbordo (OTT)
	GH - Operador de Triagem e Transbordo (OTT) – TECA
	GH - Atendente Comercial
	GH - Operador de Empilhadeira
	GH - Operador de Equipamento de Segurança Postal
	GH - Operador e Supervisor de Teleatendimento (CAC)
NOTA: Esta relação de GH não é exaustiva podendo ocorrer outros GH conforme a atividade e a necessidade do estabelecimento. 
5.5. AVALIAÇÃO DOS RISCOS OCUPACIONAIS
A avaliação dos riscos ocupacionais representa a análise dos perigos identificados no ambiente de trabalho, de forma a combinar a probabilidade de ocorrer lesão ou agravo à saúde, exposição ao agente nocivo ou exigência da atividade de trabalho e a severidade dessa lesão ou agravo à saúde, para adoção das medidas de prevenção.
A gradação da severidade das lesões ou agravos à saúde deve levar em conta a magnitude da consequência e o número de trabalhadores possivelmente afetados.
São utilizados métodos de avaliação qualitativa e quantitativa para dimensionar o nível dos riscos ocupacionais nos locais de trabalho e a exposição dos empregados a esses riscos.
5.6. AVALIAÇÃO QUALITATIVA 
A avaliação qualitativa dos riscos ocupacionais será realizada para identificar a exposição dos empregados, nas seguintes situações:
a) Exposição aos agentes ambientais com o perfil de exposição identificado na etapa de reconhecimento que não requeiram avaliação quantitativa;
b) Exposição aos agentes físicos e químicos cuja caracterização do agente se dá por laudo de inspeção realizada no local de trabalho;
c) Exposição aos agentes biológicos.
d) Incluir sobre os demais riscos ocupacionais, que não são realizadas análises quantitativas
5.7. AVALIAÇÃO QUANTITATIVA 
A avaliação quantitativa avalia o potencial dos agentes ambientais presentes no meio ambiente do trabalho conforme a intensidade, concentração e tempo de exposição aos fatores de risco. Os limites de tolerância utilizados são os definidos por meio da NR-15 e seus anexos, e na ausência de parâmetros é adotado o limite previsto na ACGIH, em outras normas internacionais reconhecidas ou os estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os limites legais estabelecidos.
O reconhecimento dos perigos é detalhado no Anexo 1 - INVENTÁRIO DE RISCO OCUPACIONAL e Anexo 2 - PLANO DE AÇÃO.
A avaliação quantitativa dos fatores de risco será realizada para dimensionar a exposição dos empregados, nas seguintes situações:
a) Comprovar o controle da exposição ou a inexistência dos riscos identificados na etapa de reconhecimento;
b) Dimensionar a exposição dos empregados;
c) Subsidiar o equacionamento das medidas de controle.
As metodologias utilizadas na avaliação quantitativa deverão seguir as orientações das Normas Regulamentadoras, das Normas de Higiene Ocupacional(NHO) da FUNDACENTRO e dos métodos da National Institute of Occupational Safety and Health (NIOSH), quando aplicáveis.
A exposição às radiações ionizantes serão gerenciadas pelo Plano de Radioproteção e de acordo com as normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN.
5.8. CATEGORIZAÇÃO DO FATOR DE RISCO
A categorização dos fatores de riscos é realizada por meio da metodologia de gerenciamento dos riscos implantada na empresa, sendo estipulada de acordo com a classificação da probabilidade e da gravidade do fator de risco.
5.8.1. Classificação da Faixa de Empregados
Identificar a classificação da faixa de empregados no grupo homogêneo (Fonte de Atividade) e relacionar o seu fator de faixa conforme tabela abaixo: 
Tabela: 1 Classificação de faixa de empregados.
	TABELA DE CLASSIFICAÇÃO DAS FAIXA DE EMPREGADOS
	CLASSIFICAÇÃO DA FAIXA DE EMPREGADOS POR GH
	FAIXA EMPREGADOS 
	FATOR DA FAIXA DE EMPREGADOS (FrFE)
	Baixa
	1 a 5
	1
	Média
	6 a15
	2
	Alta
	16 a 40
	3
	Muito Alta
	Mais de 41
	4
Os critérios da classificação da faixa de empregados, foram estabelecidos após a realização do levantamento da média do efetivo dos GHEs e suas tríades (cargo x especialidade x função) em cada unidade (CNPJ) dos Correios. 
O fator multiplicador da faixa de empregados (FrFE) foi estabelecido observando a classificação da faixa de empregados por GH considerando a ponderação da Magnitude em relação a maior exposição ao risco conforme a NR 1 item 1.5.4.4.3. Ou seja quanto maior o efetivo maior o fator multiplicador. 
5.8.2. Classificação da Probabilidade
É a avaliação da probabilidade de ocorrer um acidente do trabalho ou uma doença ocupacional envolvendo um empregado dos Correios decorrente da exposição a um fator de risco.
A probabilidade é classificada como baixa, média e alta, conforme Tabela 2.
Tabela: 2 Gradação da Probabilidade.
	TABELA – GRADAÇÃO DA PROBABILIDADE
	CLASSIFICAÇÃO DA PROBABILIDADE
	FATOR FAIXA DA PROB ( FrP)
	DESCRIÇÃO DA OCORRÊNCIA DO DANO
	Baixa Probabilidade
	1
	Improvável
	Média Probabilidade
	2
	Pouco provável
	Alta Probabilidade
	3
	Provável
Para avaliar a probabilidade de ocorrência do dano para cada possível fator de risco identificado, são considerados os critérios de gradação da Tabela 2 e os parâmetros abaixo:
· Número de empregados expostos ao fator de risco;
· Frequência e duração da exposição ao fator de risco;
· Existência e eficácia das medidas de proteção administrativas, coletivas e individuais (EPI);
· Estatísticas de acidentes e doenças ocupacionais;
· Indicadores de desempenho;
· Histórico de avaliações quantitativas e pareceres técnicos;
· Existência e cumprimento de manuais, procedimentos, instruções de trabalho;
· Aspectos e perigos externos.
Tabela 3 – Critérios para Gradação da Probabilidade
	PROBABILIDADE
	PERFIL DE EXPOSIÇÃO QUALITATIVA
	PERFIL DE EXPOSIÇÃO QUANTITATIVA
	FATOR DE PROTEÇÃO
	Baixa
	Contato não frequente, ocasional ou esporádico com o agente/perigo.
	Abaixo do nível de ação. (Baixíssimas concentrações/ intensidades)
	As medidas de controle são adequadas e há garantias que sejam mantidas a longo prazo.
	Média
	Contato frequente, não continuado com intervalos sem exposição com o agente/perigo. 
	Entre o nível de ação e o limite de tolerância. (Médias concentrações/ intensidades)
	As medidas de controle existentes são adequadas, mas não há garantias que sejam mantidas a longo prazo. Apresentam eficiência duvidosa.
	Alta
	Contato frequente de maneira continuada e/ou distribuída ao longo da jornada de trabalho com o agente/perigo.
	Acima do limite de tolerância. (Altas concentrações/ intensidades)
	As medidas de controle são inexistentes ou medidas são reconhecidamente inadequadas.
5.8.3. Classificação da MAGNITUDE/POTENCIAL DA GRAVIDADE
É definida de acordo com a avaliação dos possíveis danos que podem ser causados pelo fator de risco identificado. Para a gradação do dano potencial, são utilizados os critérios genéricos da Tabela abaixo e, quando aplicável, são consideradas as partes do corpo do empregado que podem ser afetadas, a natureza do dano e o afastamento do trabalho. A gravidade é classificada como baixa, média e alta, conforme Tabela 4:
Tabela 4: Classificação da Magnitude/Potencial da Gravidade.
	Classificação da Magnitude/Potencial da Gravidade
	Fator Faixa da Magnitude ( FrMa)
	Descrição da Ocorrência do Dano
	Baixa Magnitude
	1
	Lesão ou doença leve com efeitos reversíveis.
	Média Magnitude
	2
	Lesão ou doença séria com efeitos severos e prejudiciais que podem levar a uma limitação funcional
	Alta Magnitude
	3
	Lesão ou doença crítica com efeitos irreversíveis que podem limitar a capacidade funcional, incapacitar ou levar a óbito
O Potencial da Gravidade segue os parâmetros estabelecidos no gerenciamento de risco de 2014 sendo alterado apenas sua nomenclatura para Magnitude/ Potencial de gravidade para atendimento da NR 1 item 1.5.4.4.3.
 
5.8.4. Classificação da SEVERIDADE
Identificação da Classificação da Severidade deve levar em consideração os parâmetros da tabela X e o fator da severidade (FrS). 
Tabela 5: Índice de Classificação da Severidade
	TABELA – ÍNDICE DE CLASSIFICAÇÃO DA SEVERIDADE
	CLASSIFICAÇÃO DA SEVERIDADE
	FATOR DA SEVERIDADE (FrS)
	BAIXA
	1 a 3
	MÉDIA
	4 a 8
	ALTA
	9 a 12
O enquadramento das faixa da Classificação da severidade foram estabelecidas após a realização da modelagem de cálculo do Fator de Severidade (FrS = FrFE x FrMa) do GH. 
O fator de severidade encontrado(FrS) considera a ponderação em relação à maior exposição ao risco. Ou seja quanto maior a severidade maior a faixa. 
FATOR DA SEVERIDADE (FrS) = Fator Faixa Empregados (FrFE) x Fator Faixa da Magnitude (FrMa)
SEVERIDADE = FATOR FAIXA EMPREGADOS (FrFE) x FATOR FAIXA DA MAGNITUDE (FrMa)
Ex: 
FrS = FrFE x FrMa
FrS = Média x Média
FrS = 2 x 2 = 4 identificar na tabela de índice 
Severidade = Média
O Fator da Categoria do Risco (FrCR) é o resultado da multiplicação entre os Fatores da Severidade(FrS) e Probabilidade(FrP). 
FrCR = FrS (Classificação da Severidade) x FrP (Classificação da Probabilidade) 
FrCR = FrS x FrP
EX:
FrCR = 4 (Média) x 2 (Média) = 8 
FrCR = 8
5.8.5. Classificação dos Fatores de Riscos 
 
É a estimativa e definição da categoria de cada fator de risco a partir da combinação da probabilidade de ocorrência de um acidente do trabalho ou uma doença ocupacional e do potencial de gravidade do dano, levando em consideração a adequação de qualquer controle existente e decidindo se o risco é ou não aceitável. A avaliação dos riscos é feita de maneira qualitativa a partir do julgamento e avaliação dos critérios definidos.
O risco é classificado como baixo, médio, alto e crítico, conforme exemplo abaixo e Tabela 6:
Identificar a Classificação de Risco utilizando a interação da tabela de Classificação do Risco (CR) pelo Fator de Risco de Classificação do Risco (FrCR) 
EX:
FrCR = FrS (Classificação da Severidade) x FrP (Classificação da Probabilidade 
FrCR = 4 (Média) x 2 (Média) = 8 
Conforme a tabela abaixo o Fator FrCR equivale a 8 que é considerado um Risco Médio. 
Tabela 6: Classificação de Risco
	TABELA - CLASSIFICAÇÃO DA CATEGORIA DO RISCO
	CLASSIFICAÇÃO DO RISCO (CR)
	FAIXA DO FATOR DA CATEGORIA DO RISCO (FrCR)
	BAIXO
	1 a 5 
	MÉDIO
	6 a 11
	ALTO
	12 a 23
	CRÍTICO
	24 a 40
A classificação da categoria do risco é obtida após a realização do cálculo do Fator da Categoria do Risco (FrCR = FrS x FrP), cujo resultado obtido determina o parâmetro para a priorização das medidas de controle e identificação da Classificação do Risco.
O FATOR DA CATEGORIA DO RISCO (FrCR) é utilizado como parâmetro de priorização das medidas de controle do Plano de Ação, que compõe o Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais - PGR.
5.9. CONTROLE DOS RISCOS 
5.9.1. Medidas de Prevenção
Deverão ser adotadas as medidas necessárias suficientes para a eliminação, a redução ou o controle dos riscos ocupacionais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações,dentre outras:
a) Conforme exigências previstas em Normas Regulamentadoras e nos dispositivos legais quando determinarem;
b) Quando houver a identificação de risco potencial à saúde dos empregados;
c) Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos empregados excederem os valores dos limites previstos na NR-15 ou, na ausência destes os valores limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH - American Conference of Governmental Industrial Higyenists, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais estabelecidos;
d) Quando a exposição ao agente apresentar intensidade ou concentração superiores aos níveis de ação, estabelecidos nas alíneas a e b do item 9.3.6.2 da NR 9 (Portaria nº 3214/78, do Ministério do Trabalho);
e) Quando houver evidências de associação, por meio do controle médico da saúde, entre as lesões e os agravos à saúde dos trabalhadores com os riscos e as situações de trabalho identificados.
As medidas de controle deverão ser classificadas e priorizadas, conforme a sua abrangência e a classificação do risco, seguindo a determinação da NR 1, de acordo com a seguinte hierarquia:
· 1º Medidas de Proteção Coletiva;
· 2º Medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho;
· 3º Utilização de equipamento de proteção individual - EPI.
As medidas de caráter administrativo, de organização do trabalho e a utilização de EPI deverão ser implantadas quando comprovada a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva, ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação ou, ainda, em caráter complementar ou emergencial.
Os empregados serão informados sobre a implantação de medidas de prevenção, quanto aos procedimentos a serem adotados e limitações destas medidas. Além disso, a implementação das medidas de prevenção e respectivos ajustes serão registrados no anexo 1 - Inventário de Riscos e no anexo 2 - Plano de Ação da unidade.
5.9.2. Medidas de Controle - Ordem Coletiva
São medidas destinadas à proteção do conjunto de empregados, em relação aos recursos de engenharia. As medidas de controle coletivas envolvem o enclausuramento de máquinas, adoção de barreiras protetoras, dispositivos que removam ou impeçam a dispersão de contaminantes com o uso de ventilação ou exaustão, isolamento térmico, isolamento acústico, dentre outros. 
5.9.3. Medidas de Controle - Ordem Administrativa
O controle administrativo envolve na maior parte a gestão de pessoas, programas, processos e procedimentos. São medidas administrativas dos riscos através de procedimentos, tais como permissões de trabalho, análises preliminares de risco – APR, Programas de Segurança e Saúde Ocupacional (PCA, PPR), cursos, treinamentos, sinalização de segurança, mapeamentos dos riscos, alteração do ciclo trabalho-descanso, rodízio operacional, dentre outros.
5.9.4. Medidas de Controle - Ordem Individual
É a última medida da hierarquia da implementação de medidas de controle do risco. 
A utilização de EPI, quando indicado no PGR, deverá seguir as recomendações contidas na Norma Regulamentadora NR 6 do Ministério do Trabalho.
O fornecimento de EPI deverá ser fornecido nas seguintes circunstâncias:
a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho; 
b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e, 
c) para atender a situações de emergência.
A aplicação se dá com o treinamento dos empregados quanto ao uso, conservação, higienização, guarda, manutenção, reposição e limitações referentes ao equipamento utilizado, devendo ser implantadas medidas de fiscalização quanto ao uso do EPI.
A indicação do EPI é realizada por meio do cargo ou da função do empregado, e caso seja aplicável o uso.
5.9.5. Implementação das Medidas de Prevenção
A implementação das medidas de prevenção é realizada através da utilização da Matriz de Controle dos Riscos, a partir da qual são priorizados os esforços e recursos adotando ações de prevenção e proteção capazes e suficientes para minimizar os efeitos da exposição ao fator de risco presente na condução do trabalho, assegurando a integridade e saúde dos empregados.
Tabela 5 – Matriz de Controle dos Riscos
	FATOR DA CLASSIFICAÇÃO DO RISCO
	CATEGORIA DO RISCO
	NECESSIDADE DE CONTROLES
	1 e 5
	BAIXO
	Manter os controles existentes. Não são necessários controles adicionais. Se houver alternativa de redução do risco a custo/benefício favorável, essa pode ser considerada. O monitoramento é necessário para assegurar que os controles são mantidos.
	6 e 11 
	MÉDIO
	Manter os controles existentes. Esforços devem ser direcionados para reduzir o risco. Se for possível e viável, implantar controles adicionais. 
	12 a 23
	ALTO
	Rever os controles existentes. Esforços devem ser direcionados para reduzir o risco. Implantar controles adicionais. 
	24 a 40
	CRÍTICO
	Rever os controles existentes. Esforços devem ser direcionados para reduzir o risco. Implantar de imediato os controles adicionais. Rever os processos de trabalho e atividades com foco no risco associado.
Em caso de risco grave e iminente a operação deverá ser interrompida, devendo ser adotadas as medidas corretivas pertinentes. 
O Fator da Classificação do Risco (FrCR) é o parâmetro utilizada para determinar a priorização das medidas de controle do Risco. Este fator (FrCR) considera a ponderação em relação à maior exposição ao risco, ou seja quanto maior a classificação maior a faixa. 
Caso a tabela indique que para determinado risco não são necessários controles adicionais e a empresa detectar a necessidade de realizar alguma ação para minimizar esse risco, essa será implantada independente do resultado obtido na tabela.
Ordem de priorização do Plano de Ações:
Prioridade 1- Fator de Classificação do Risco considerado Crítico – entre 24 a 40.
Prioridade 2- Fator de Classificação do Risco considerado Alto – entre 12 e 23.
Prioridade 3- Fator de Classificação do Risco considerado Médio – entre 6 a 11.
Prioridade 4- Fator de Classificação do Risco considerado Baixo – entre 5 a 1.
5.9.6. Acompanhamento das Medidas de Prevenção
Os critérios e mecanismos de acompanhamento do desempenho das medidas de prevenção estão descritos abaixo:
· Inspeções aos locais e equipamentos de trabalho;
· Verificação da execução das ações planejadas; 
· Monitoramento das condições ambientais e exposições a agentes nocivos, quando aplicável.
· Verificação da especificação da medida de controle (EPC e EPI);
· Verificação de treinamentos realizados.
As medidas de prevenção serão corrigidas quando os dados obtidos no acompanhamento indicarem ineficácia em seu desempenho, de forma à implementar tratativas para melhorá-lo.
Os Correios desenvolvem ações em saúde ocupacional dos empregados, integradas às demais medidas de prevenção em Segurança e Saúde do Trabalho, de acordo com os riscos existentes no ambiente de trabalho.
O controle da saúde dos empregados é um processo preventivo planejado, sistemático e contínuo, de acordo com a classificação de riscos ocupacionais e nos termos da NR-07.
6. PARTICIPAÇÃO E CONSULTA
Durante a elaboração e atualização do PGR, caberá aos SESMTs consultar os empregados quanto à percepção de Riscos Ocupacionais, a fim de envolvê-los na identificação de perigo, na avaliação de riscos e na determinação das medidas de controle.
Os SESMTs poderão contar com o apoio da CIPA, onde existir, do designado de CIPA ou do gestor da unidade para consultar aos empregados durante a implementação do PGR. Neste caso, as considerações dos empregados deverão ser encaminhadas aos SESMTs para que tomem as medidas cabíveis.
O PGR deverá ser apresentado e discutido nas reuniões ordinárias da CIPA, sendo a cópia deste documento anexada ao livro de atas desta Comissão.
A apresentação e discussão do PGR à CIPA, bem como de suas alteraçõese complementações, ocorrerá sempre em uma das reuniões ordinárias mensais, a cada gestão da Comissão, sendo sua cópia anexada e registrada em ata.
Os empregados deverão receber as informações de maneira apropriada e clara sobre os riscos identificados no ambiente de trabalho, através do Inventário de Riscos, e os meios disponíveis ou que serão implementados para prevenir ou limitar tais riscos, presentes no Plano de Ação do PGR. São formas de divulgação dos riscos aos empregados:
a) Divulgação do PGR aos empregados conforme critério orientado ao gestor. 
b) Atestados de Saúde Ocupacional (ASO), emitidos em função da realização de exames médicos admissionais, periódicos, de retorno ao trabalho ou de mudança de função;
c) Treinamentos no Local de Trabalho realizados periodicamente conforme necessidades levantadas;
d) Campanhas de comunicação e educação;
e) Treinamentos específicos;
f) Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT).
Cabe aos gestores das áreas efetuarem a divulgação dos dados e informações do PGR aos empregados, com apoio e assessoria do SESMT da localidade.
7. DOCUMENTAÇÃO DO PGR
O PGR da unidade será composto pelo Inventário de Riscos e pelo Plano de Ação. Eles são elaborados sob a responsabilidade da organização, respeitado o disposto nas demais Normas Regulamentadoras, datados e assinados, estando sempre atualizados e disponíveis aos empregados interessados ou seus representantes e à Inspeção do Trabalho.
7.1. INVENTÁRIO DE RISCOS
Os dados da identificação dos perigos e das avaliações dos riscos ocupacionais são consolidados em um inventário de riscos ocupacionais.
O Inventário de Riscos da unidade é detalhado por meio do Anexo 01 – Inventário de Riscos Ocupacionais, abrangendo as seguintes informações:
a) Caracterização dos processos
b) Caracterização de trabalho; 
c) Caracterização das atividades; 
d) Descrição de perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde dos trabalhadores, com a identificação das fontes ou circunstâncias, descrição de riscos gerados pelos perigos, com a indicação dos grupos de trabalhadores sujeitos a esses riscos, e descrição de medidas de prevenção implementadas;
e) Dados da análise preliminar ou do monitoramento das exposições a agentes físicos, químicos e biológicos e os resultados da avaliação de ergonomia nos termos da NR-17.
f) Avaliação dos riscos, incluindo a classificação para fins de elaboração do plano de ação; 
Os critérios adotados para avaliação dos riscos e tomada de decisão encontram-se nos itens 5.9.5, deste documento.
7.2. PLANO DE AÇÃO DO PGR
A meta conceitual do PGR é a eliminação ou redução de toda exposição aos riscos ocupacionais. Entretanto, nem sempre podemos eliminar o risco, sendo necessário o estabelecimento de um plano de ação com as principais prioridades.
A definição destas prioridades é realizada em função principalmente dos resultados das avaliações ou estimativas da exposição (intensidade/concentração, tempo de exposição) e da graduação dos efeitos à saúde. 
O Plano de ação é elaborado indicando as medidas de prevenção a serem introduzidas, aprimoradas ou mantidas, conforme a metodologia avaliação e classificação dos riscos ocupacionais para fins de identificar a necessidade de adoção de medidas de prevenção, conforme estabelecido nos itens 5.9.5, apresentando as ações que deverão ser realizadas, os prazos e os responsáveis.
As não conformidades identificadas por meio de inspeção no meio ambiente de trabalho, as ações necessárias definidas na fase de identificação dos fatores de riscos ambientais e na avaliação quantitativa estão incluídas no plano de ação. Os responsáveis definidos no cronograma de ações devem acompanhar e tomar as providências necessárias para a realização das ações recomendadas.
As metas, prioridades e os planos de ação para o desenvolvimento das etapas e o cumprimento do PGR estão definidas no Anexo 2 – Cronograma de Ações.
8. REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS
O PGR deve contemplar ou estar integrado com planos, programas e outros documentos previstos na legislação de segurança e saúde no trabalho.
O PGR e os documentos que o compõem deverão estar disponíveis na unidade em posse do gestor da unidade e do SESMT, para apreciação dos empregados e da fiscalização da Inspeção do Trabalho, podendo estar em mídia digital no SEI e/ou Aplicativo Populis SSO.
O Documento deverá ser apresentado à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, quando existente, ou ao designado devendo ser anexada uma cópia ao livro de atas da comissão.
O Inventário de Riscos Ocupacionais da unidade e suas respectivas atualizações deverão ser arquivados por um período mínimo de 20 anos.
A divulgação de dados será realizada mediante palestras, treinamentos, reuniões, boletins internos, Treinamento Admissional, dentre outros.
9. REVISÃO DO PGR 
A segurança do trabalho nos Correios está focada na cultura prevencionista e no cumprimento da legislação vigente, promovendo ações que visam eliminar ou reduzir os riscos nos ambientes de trabalho. Desta forma, o PGR está inserido como uma atividade permanente dentro da empresa, sendo obrigatória a elaboração, a implementação, acompanhamento e avaliação em todas as suas unidades.
Desta forma, deverá ser realizada uma revisão do PGR, realizando os ajustes necessários, dentre eles a revisão da avaliação dos riscos, plano de ação, medidas de controle, estabelecimento de novas metas e prioridades, nas seguintes situações:
a) após implementação das medidas de prevenção, para avaliação de riscos residuais; 
b) após inovações e modificações nas tecnologias, ambientes, processos, condições, procedimentos e organização do trabalho que impliquem em novos riscos ou modifiquem os riscos existentes; 
c) quando identificadas inadequações, insuficiências ou ineficácias das medidas de prevenção; 
d) na ocorrência de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho; 
e) quando houver mudança nos requisitos legais aplicáveis.
São formas de avaliação do desenvolvimento do programa:
· Verificação do atendimento a este Programa;
· Visitas aos locais de trabalho e entrevistas com empregados;
· Análise da identificação, resultados de avaliação e medidas de controle;
· Análise do atendimento ao Plano de Ação do PGR.
Como resultado da revisão do PGR, durante a atualização deste, deverá constar no programa uma análise com informações pertinentes conforme as situações constantes nas alíneas “a)” a “e)” no parágrafo supracitado.
10. ANÁLISE DE ACIDENTES E DOENÇAS RELACIONADAS AO TRABALHO
As análises de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho devem ser documentadas e: 
a) considerar as situações geradoras dos eventos, levando em conta as atividades efetivamente desenvolvidas, ambiente de trabalho, materiais e organização da produção e do trabalho; 
b) identificar os fatores relacionados com o evento; e 
c) fornecer evidências para subsidiar e revisar as medidas de prevenção existentes. 
As unidades deverão obedecer ao fluxo e passo a passo disponível na intranet por meio do link: https://intranet.correios.com.br/mg/minas-gerais/gestao-de-pessoas/medicina-e-seguranca-do-trabalho/CAT/fluxo-de-acidente-de-trabalho-1/view, imediatamente após a ocorrência do acidente, o empregado acidentado deve comunicar seu gestor imediato e procurar atendimento médico.
11. PREPARAÇÃO PARA EMERGÊNCIAS 
A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimentos de respostas aos cenários de emergências, de acordo com os riscos, as características e as circunstâncias das atividades. 
Os procedimentos de respostas aos cenários de emergências devem prever: 
a) os meios e recursos necessários para os primeiros socorros, encaminhamento de acidentados e abandono; e 
b) as medidas necessárias para os cenários de emergências de grande magnitude, quando aplicável. 
12. RESPONSABILIDADES 
12.1. GESTORES
· Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PGR, como atividade permanente dos Correios, de acordo com o prescrito na Norma Regulamentadora NR 9 (Portarianº 3214/78, do Ministério do Trabalho); 
· Interagir com as áreas responsáveis pela implementação das medidas de controle previstas no Plano de Ação do PGR; 
· Fornecer ao SESMT informações necessárias para a elaboração e atualização do PGR; 
· Tomar ciência do Termo de recebimento de PGR, auxiliando na divulgação do Programa para todos os empregados da unidade, informando-os os riscos ocupacionais existentes no ambiente de trabalho, assim como os meios previstos para prevenir e/ou eliminar os mesmos.
· Comunicar ao SESMT a) quaisquer alterações no processo ou no modo de execução de tarefas, no layout do local de trabalho, na quantidade ou qualidade dos materiais, produtos e insumos utilizados e nas máquinas e equipamentos, e qualquer outra modificação que possa interferir positiva ou negativamente na exposição dos empregados aos riscos ambientais; b) sempre que forem implantadas medidas de proteção coletiva ou medidas administrativas e de organização do trabalho, para o controle da exposição dos empregados a riscos ambientais; 
12.2. CIPA/DESIGNADO DA CIPA
· Identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior número de empregados, com assessoria do SESMT, onde houver;
· Realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e condições de trabalho visando à identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos empregados;
· Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho;
· Tomar ciência do PGR da unidade, divulgar aos empregados informações relativas à segurança e saúde no trabalho;
· Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT;
· Participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de Campanhas de Prevenção da AIDS;
· Colaborar no desenvolvimento e implantação do PGR e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho.
12.3. SESMT
· Elaborar e revisar o PGR, realizando as avaliações ambientais, quando aplicável, nas unidades da Superintendência Estadual, assessorando em todos os assuntos relacionados com a Engenharia de Segurança do Trabalho e com a Medicina do Trabalho de modo a promover a saúde e preservar a integridade física dos empregados;
· Manter permanente relacionamento com a CIPA, valendo-se ao máximo de suas observações, além de treinar e dar assessoramento;
· Recomendar, sempre que necessária, a adoção de medidas de proteção coletiva e, quando estas não forem possíveis ou suficientes, indicar medidas de proteção individual;
· Propor a realização de atividades de conscientização, educação e orientação dos empregados para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, tanto por meio de campanhas quanto de programas permanentes;
· Providenciar medidas para a segurança das instalações físicas e consequente desocupação, bem como, zelar pela correta instalação e funcionamento dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio.
12.4. EMPREGADOS
· Seguir as normas de Segurança e Saúde no Trabalho, bem como as determinações sobre prevenção de acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
· Usar o(s) Equipamento(s) de Proteção Individual - EPI fornecido(s) pelo Empregador;
· Seguir as orientações recebidas nos treinamentos;
· Informar ao seu superior hierárquico direto ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar riscos à saúde e integridade física dos empregados;
· Colaborar e participar na implantação e execução do PGR e das demais Normas Regulamentadoras.
Obs.: Constitui ato faltoso, a recusa injustificada do empregado ao cumprimento das normas de saúde e segurança do trabalho.
12.5. EMPRESAS CONTRATADAS
As empresas contratadas pelos Correios deverão implementar, de forma integrada, as ações do PGR, de forma que seja garantido aos empregados o mesmo nível de proteção aos trabalhadores expostos aos riscos ocupacionais.
Os Correios fornecerão às empresas contratadas informações sobre os riscos ocupacionais sob sua gestão e que possam impactar nas suas atividades, bem como solicitar à contratada o Inventário de Riscos Ocupacionais específicos das atividades que são realizadas nas dependências do estabelecimento.
13. DISPOSIÇÕES FINAIS
Este Programa é parte integrante as ações de Segurança do Trabalho dos Correios, devendo ser realizada a verificação da sua eficácia, através de um processo de melhoria contínua.
14. BIBLIOGRAFIA
· Constituição da República Federativa do Brasil de 1988;
· CLT - Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) – Dos Direitos e Garantias Fundamentais N°6514/77 - Capitulo V.
· Portaria n°3.214/78 – Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho.
15. GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO E LEGAL
	ABNT
	Associação Brasileira de Normas Técnicas.
	ACGIH
	American Conference of Governmental Industrial Hygienists - Instituição Norte Americana que define parâmetros quantitativos para avaliação de riscos contaminantes ocupacionais.
	APR
	Análise Preliminar de Riscos
	CA
	Certificado de Aprovação.
	CIPA
	Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
	CLT
	Consolidação das Leis do Trabalho
	CNEN
	Comissão Nacional de Energia Nuclear
	CREA
	Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura.
	dB(A)
	Decibel - é a Unidade Dimensional para "medir" o ruído. 
	DOSE
	Parâmetro utilizado para a caracterização da exposição ocupacional ao ruído, expresso em porcentagem de energia sonora, tendo por referência o valor máximo da energia sonora diária admitida, definida com base em parâmetros preestabelecidos.
	EPC
	Equipamento de Proteção Coletiva.
	EPI’s
	Equipamento de Proteção Individual. Ex: Luva, capacete, avental.
	FUNDACENTRO
	 Fundação Jorge Duprat e Figueiredo 
	GHE
	Grupo Homogêneo de Exposição
	IBUTG
	Índice de Bulbo Úmido e Termômetro de Globo.
	INMETRO
	Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
	LAVG
	Nível equivalente - Traduz a "média" da exposição a ruído durante jornada de trabalho.
	LT
	Limite de Tolerância.
	NA
	Nível de Ação - valor da intensidade do agente a partir do qual se fazem necessárias medidas preventivas
	NBR
	Norma Brasileira.
	NIOSH
	National Institute for Occupational Safety and Health.
	NR
	Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho.
	OIT
	Organização Internacional do Trabalho
	PCA
	Programa de Conservação Auditiva
	PCCS
	Plano de Cargo, Carreiras e Salários
	PCMSO
	Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
	PPR
	Programa de Proteção Respiratória
	PPRA
	Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
	SESMT
	Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho
	SIPAT
	Semana Interna de Prevenção de Acidente do Trabalho
16. ASSINATURA DOS RESPONSÁVEIS
RESPONSÁVEL TÉCNICO
Nome: Cláudia Luiza Sousa de Oliveira
Cargo/Função: Técnico de Segurança do Trabalho 
Matrícula: 8.655.378-0
Lotação: MG/GEPES/SGSMT
Contato: claudialuiza.souza@correios.com.br
	
RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO DO PGR 
Nome: Marília Aredes da Silva Carlos
Cargo/Função: Gerente Agência de Correios I
Matrícula: 84219904		
Lotação: AC Governador Valadares 
	Contato: mgac35001-970@correios.com.br
Assinatura: 	
ANEXO 1 
INVENTÁRIO DE RISCOS OCUPACIONAIS
Programa: PGR – AC GOVERNADOR VALADARES - 2024
Emissão: 09/12/2024
	1. INTRODUÇÃO
	O Inventário de Riscos Ocupacionais é um documento que compõem o Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR, que deriva do gerenciamento de riscos ocupacionais de uma organização, sendo um importante aliado da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade física dos empregados e visa atender ao disposto na Norma Regulamentadora NR-01, aprovada através da Portaria n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 e Portaria SEPRT n.º 6.730, de 09 de março de 2020 – Ministério da Economia. 
	2. OBJETIVO
	Este Inventário tem por objetivo identificar as condições ocupacionais do ambiente de trabalho fundamentado nos princípios da higiene ocupacional que consistem na antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos perigos/fatores de riscos ocupacionais.3. DADOS DA UNIDADE 
	Razão Social:
	Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ECT
	C.N.P.J.: 
	34028316346166
	Unidade:
	Agência de Correios Governador Valadares
	C.N.A.E: 
	5310-5/01
	Atividade Principal:
	Atividades de Correio
	Grau de Risco:
	2
	Resp. pela Unidade:
	Marília Aredes da Silva Carlos	
	CEP:
	35001970
	Endereço:
	Avenida Minas Gerais, nº 110
	Telefone:
	(33) 32754743
	Bairro:
	Centro
	
	
	Cidade:
	Governador Valadares
	
	
	Turno de Trabalho:
	09:00 às 18:00h
	
	
	3.1. EFETIVO
	MASCULINO
	FEMININO
	TOTAL
	JOVEM APRENDIZ
	06
	09
	15
	01
	3.2. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DA UNIDADE
	Atividades em Agências de Correios e Filatélicas
Executar as etapas do processo de atendimento e vendas de objetos postais, produtos e demais serviços do porta-fólio da Empresa, interagindo e aplicando as técnicas de atendimento e vendas junto à clientela.
	4. GRUPO HOMOGÊNIO DE EXPOSIÇÃO (GHE)
	4.1. Ambiente de Trabalho – GH Administrativo
	Principais Atividades:
	Gerente: Coordenar a unidade; administrar eventos não rotineiros, acompanhar os resultados e tomar ações para o atingimento de metas; responder aos expedientes recebidos; fazer apuração de reclamação via telefone e respostas ao “fale conosco”; captação de novos clientes; acompanhar e concluir o G.C.R; fazer controle dos bens patrimoniais.
Supervisão: Acompanhar o processo produtivo de entrega de cartas e encomendas; coordenar e controlar metas da unidade; realizar atendimento a clientes; realizar vendas de produtos e serviços; realizar serviços administrativos.
Jovem Aprendiz: Atividades administrativas.
	Quantidade de Empregados:
	03
	CARGO
	ESPECIALIDADE
	FUNÇÃO
	AGENTE DE CORREIOS
	ATENDENTE COMERCIAL
	GERENTE DE AGÊNCIA DE CORREIO I
	AGENTE DE CORREIOS
	ATENDENTE COMERCIAL
	SUPERVISOR DE OPERAÇÕES
	APRENDIZ (ASSISTENTE LOGÍSTICA)
	ASSISTENTE ADMINISTRATIVO
	INEXISTENTE
	4.2. Ambiente de Trabalho – GH Atendente Comercial
	Principais Atividades:
	Atendente: Realizar atendimento a clientes; Realizar atendimento de guichê; Realizar vendas de produtos e serviços da logomarca Correios (selos, Sedex, PAC, vale postal, telegramas, aerogramas, etc.); Executar fechamento financeiro do caixa; Realizar vendas externas; Expedir objetos postados na agência. 
Encarregado Tesouraria: vRealizar o controle financeiro e de despesas da unidade; fazer apuração da receita; realizar atendimento a clientes; realizar vendas de produtos e serviços; executar fechamento financeiro dos subcaixas.
	Quantidade de Empregados:
	12
	CARGO
	
	ESPECIALIDADE
	FUNÇÃO
	AGENTE DE CORREIOS
	ATENDENTE COMERCIAL
	QUEBRA DE CAIXA
	AGENTE DE CORREIOS
	ATENDENTE COMERCIAL
	INEXISTENTE
	AGENTE DE CORREIOS
	ATENDENTE COMERCIAL
	ENCARREGADO TESOURARIA
	
PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS	PROGRAMA: PGR – AC GOVERNADOR VALADARES - 2024 - EMISSÃO: 09/12/2024 - REVISÃO 01	Pag. 23 
	
IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS E AVALIAÇÃO DOS RISCOS
	PRINCIPAIS ATIVIDADES
	AGENTES
	Nº eSocial
	PERIGO
	Avaliação de risco quantitativa
	POSSÍVEIS DANOS
	PROBABILIDADE
	SEVERIDADE
	CATEGORIA DO RISCO
	Agente de Correios - Atendente Comercial
	Atendimento
	Ergonômico
	
	Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes
	NA
	Cansaço muscular
	BAIXA
	BAIXA
	BAIXO
	Atendimento
	Mecânico / Acidentes
	
	Outros: Assalto
	NA
	Traumatismos, estresse pós-trauma, transtornos mentais
	ALTA
	ALTA
	CRÍTICO
	Tratamento e Expedição
	Ergonômico
	
	Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes
	NA
	Disturbios músculo- esqueléticos
	MÉDIA
	BAIXA
	BAIXO
	Todos os Cargos (Geral/Administrativo - Agente de Correios (Atividade: Suporte Administrativo); Técnico de Correios (Atividades: Operacional. Atendimento e Vendas e Suporte Administrativo); e Técnico de Segurança do Trabalho); Cargos em Extinção, Agente de Correios/Técnicos de Correios - Atividade : Suporte (que estejam executando trabalhos administrativos)
	Atividades administrativas
	 - - - - 
	
	Ausência de Fator de Risco
	NA
	 - - - - 
	 
	 
	 
	
	
	
	
	
INVENTÁRIO DE RISCOS OCUPACIONAIS	PROGRAMA: PGR – AC GOVERNADOR VALAARES - 2024 - PERÍODO: 09/12/2024	Pag. 24
ANEXO – QUADRO DE EPI POR GHE
	EPI
/
FUNÇÕES
	Protetor Auricular (Plug)
	Respirador PFF1
	Luva de Raspa
	Luva em Malha
	Luva de Vaqueta
	Protetor Auricular (Concha)
	Creme Protetivo
	Cinto tipo Paraquedista
	Cinto Abdominal Eletricista
	Capacete de motociclista
	Botina em Vaqueta S/ Biqueira
	Conjunto para Motoqueiro
	Capas com Manga
	Bota de PVC
	Botina em Vaqueta C/ Biqueira
	Óculos de Segurança com lentes escuras
	Óculos de Segurança Lente Cinza
	Colete refletivo
	Eventuais se necessário
	GH - Atendente Comercial
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	X
	GH - Administrativo 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	X
INVENTÁRIO DE RISCOS OCUPACIONAIS	PROGRAMA: PGR – AC GOVERNADOR VALADARES - 2024 - PERÍODO: 09/12/2024	Pag. 25
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