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PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
NR-1 (PORTARIA MTB N.º 3.214, DE 08 DE JUNHO DE 1978, do MTE)
 SUPERMIX CONCRETO S/A
 CNPJ: 34.230.979/0001-06
Responsável pela Elaboração do PGR:
Técnico em segurança do trabalho: Victor Santos de Araújo
Setembro de 2023
 	Sumário	
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
Introdução	4
Informações da Empresa	5
Introdução e Objetivos	6
Requisitos Legais e Normas Técnicas	8
Requisitos Técnicos e Legais	8
Dos Direitos e Deveres	9
Cabe ao Empregador	9
Cabe ao Trabalhador	10
Da Prestação de Informação Digital e Digitalização de Documentos	11
Da Capacitação e Treinamento em Segurança e Saúde no Trabalho	12
Aproveitamento de conteúdos de treinamento na mesma organização	13
Aproveitamento de treinamentos entre organizações	13
Dos treinamentos ministrados na modalidade de ensino a distância ou semipresencial 14
Das definições	15
Riscos Ergonômicos	18
Da Documentação e Requisitos Mínimos do PGR	19
Documentação	19
Inventário de riscos ocupacionais	19
Estrutura e Desenvolvimento do PGR	21
Processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais	21
Metodologia Proposta	26
Medidas de controle individual	29
eSocial	32
Dos Equipamentos de Leitura Quantitativa	34
Análise de Desempenho do Plano de Ação	36
Descrição dos GHEs	40
Reconhecimento, Avaliação e Controle dos Fatores de Risco	54
GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 01	55
GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 02	58
GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 03	60
Encerramento	103
Anexo I - Anotação de Responsabilidade Técnica - ART	104
Anexo II - Medidas de Adequação do Plano de Ação	105
 	1. Introdução	
Este documento foi elaborado pelo técnico em segurança do trabalho, Marcio Canal da empresa Concreserv Concretos S/A, inscrita no CNPJ sob nº 06.262.453/0006-87 e consiste no Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR, previsto pela Norma Regulamentadora 01 – DISPOSIÇÕES GERAIS, publicada pela Portaria MTb n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 e alterada Portaria SEPRT n.º 6.730, de 09 de março de 2020 12/03/20.
 	2. Informações da Empresa	
	RAZÃO SOCIAL:
	Supermix conreto S/A
	CNPJ:
	34.230.979/0001-06
	
ENDEREÇO DA UNIDADE:
	Rua professor jose vieira de mendoça, 1121, belo horizonte, MG 
	RAMO DE ATIVIDADE PRINCIPAL:
	Obras de egenharia civil não especificada anteriormente 
	CNAE PRINCIPAL:
	42.99-5-99
	GRAU DE RISCO(*):
	3
	
CARTÃO CNPJ
 	3. Introdução e Objetivos	
O presente PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS – PGR deve ser parte integrante do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – GRO da Concreserv Concretos S/A, em atendimento aos requisitos legais constantes da NR 1 – DISPOSIÇÕES GERAIS e GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS da Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e que teve sua redação alterada pela Portaria SEPRT n° 6.730 de 12/03/2020. A NR 1 tem sua existência legal com base no artigo 200 da Lei 6.514/77 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.
O PGR deverá contemplar ou estar integrado com planos, programas e outros documentos previstos na legislação de segurança e saúde no trabalho, em especial com o Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional – PCMSO, previsto na NR 07.
A Norma Regulamentadora Nº 1 estabelece as diretrizes e os requisitos para o gerenciamento de riscos ocupacionais e as medidas de prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho – SST, visando garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores. Trata-se de um conjunto de procedimentos, técnicas de gestão, métodos de avaliação, registros e controles de monitoramento e avaliação de riscos que devem ser seguidos e adotados pela empresa, tornando seu ambiente de trabalho mais seguro.
O presente PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS - PGR tem por objetivo estabelecer uma sistemática para identificação prévia dos perigos, suas causas e os riscos à saúde e à segurança associados as atividades existentes. Além disso, classificá-los em níveis distintos e definir as medidas para sua eliminação ou controle.
Será realizado um diagnóstico completo da atual situação, de maneira a gerar informações suficientes para futuras tomadas de decisões, que venham a culminar na máxima condição de higiene e conforto dos trabalhadores, possibilitando a implementação de medidas de prevenção de acordo com a seguinte ordem de prioridade: eliminação dos fatores de risco, minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas de proteção coletiva, minimização e controle dos
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
fatores de risco, com a adoção de medidas administrativas ou de organização do trabalho e adoção de medidas de proteção individual.
 	4. Requisitos Legais e Normas Técnicas	
4.1. Requisitos Técnicos e Legais
· Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977.
· Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978: aprova as Normas Regulamentadoras – NR –
que regulamenta a Lei nº 6.514/77.
· NR 1 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais: tendo redação
original através da Portaria 3.214/78. Portaria SEPRT 6.730 de 12 de março de 2020 que alterou a redação da NR 1.
· NR 9 - Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e
Biológicos: tendo redação original através da Portaria 3.214/78 e última alteração através Portaria SEPRT n.º 6.735, de 10 de março de 2020.
· NR 15 – Atividades e Operações Insalubres: tendo redação original através da Portaria 3.214/78 e alteração realizada pela Portaria SEPRT n.º 1.359, de 11 de dezembro de
2019.
· NR 16 – Atividades e Operações Perigosas: tendo redação original através da Portaria 3.214/78 e alteração realizada pela Portaria SEPRT n.º 1.357, de 10 de dezembro de 2019.
· NR 17 – Ergonomia: tendo redação original através da Portaria 3.214/78 e alteração realizada pela Portaria MTb n.º 876, de 26 de outubro de 2018.
· American Conference of Governmental Industrial Higyenists – ACGIH.
· Normas de Higiene Ocupacional – NHO da FUNDACENTRO.
· Metodologias da National Institute for Occupational Safety and Health – NIOSH.
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
 	5. Dos Direitos e Deveres	
5.1. Cabe ao Empregador
a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho;
b) informar aos trabalhadores:
I. os riscos ocupacionais existentes nos locais de trabalho;
II. as medidas de prevenção adotadas pela empresa para eliminar ou reduzir tais riscos;
III. os resultados dos exames médicos e de exames complementares de diagnóstico aos quais os próprios trabalhadores forem submetidos; e
IV. os resultados das avaliações ambientais realizadas nos locais de trabalho.
c) elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos trabalhadores;
d) permitir que representantes dos trabalhadores acompanhem a fiscalização dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho;
e) determinar procedimentos que devem ser adotados em caso de acidente ou doença relacionada ao trabalho, incluindo a análise de suas causas;
f) disponibilizar à Inspeção do Trabalho todas as informações relativas à segurança e saúde no trabalho; e
g) implementar medidas de prevenção, ouvidos os trabalhadores, de acordo com a seguinte ordem de prioridade:
I. eliminação dos fatores de risco;
II. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas de proteção coletiva;
III. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas administrativas ou de organização do trabalho; e
IV. adoção de medidas de proteção individual.
5.2. Cabe ao Trabalhador:
a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho, inclusive as ordens de serviço expedidas pelo empregador;
b) submeter-se aos exames médicos previstos nas NR;
c) colaborar com a organização na aplicação das NR; e
d) usar o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador.Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento do disposto nas alíneas do subitem anterior.
6. Da Prestação de Informação Digital e Digitalização de
Documentos
As organizações devem prestar informações de segurança e saúde no trabalho em formato digital, conforme modelo aprovado pela STRAB, ouvida a SIT. Os modelos aprovados pela STRAB devem considerar os princípios de simplificação e desburocratização.
Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.
Os documentos físicos, assinados manualmente, inclusive os anteriores à vigência da NR mais recente (2020), podem ser arquivados em meio digital, pelo período correspondente exigido pela legislação própria, mediante processo de digitalização conforme disposto em Lei. O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).
Os empregadores que optarem pela guarda de documentos prevista no caput devem manter os originais conforme previsão em lei. O empregador deve garantir a preservação de todos os documentos nato digitais ou digitalizados por meio de procedimentos e tecnologias que permitam verificar, a qualquer tempo, sua validade jurídica em todo território nacional, garantindo permanentemente sua autenticidade, integridade, disponibilidade, rastreabilidade, irretratabilidade, privacidade e interoperabilidade.
O empregador deve garantir à Inspeção do Trabalho amplo e irrestrito acesso a todos os documentos digitalizados ou nato digitais. Para os documentos que devem estar à disposição dos trabalhadores ou dos seus representantes, a organização deverá prover meios de acesso destes às informações, de modo a atender os objetivos da norma específica.
7. Da Capacitação e Treinamento em Segurança e Saúde no
Trabalho
O empregador deve promover capacitação e treinamento dos trabalhadores, em conformidade com o disposto nas NR. Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.
A capacitação deve incluir: treinamento inicial; treinamento periódico e treinamento eventual. O treinamento inicial deve ocorrer antes de o trabalhador iniciar suas funções ou de acordo com o prazo especificado em NR. O treinamento periódico deve ocorrer de acordo com periodicidade estabelecida nas NR ou, quando não estabelecido, em prazo determinado pelo empregador. O treinamento eventual deve ocorrer: quando houver mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho, que impliquem em alteração dos riscos ocupacionais; na ocorrência de acidente grave ou fatal, que indique a necessidade de novo treinamento; ou após retorno de afastamento ao trabalho por período superior a 180 (cento e oitenta) dias.
A carga horária, o prazo para sua realização e o conteúdo programático do treinamento eventual deve atender à situação que o motivou. A capacitação pode incluir:
a) estágio prático, prática profissional supervisionada ou orientação em serviço;
b) exercícios simulados; ou
c) habilitação para operação de veículos, embarcações, máquinas ou equipamentos.
O tempo despendido em treinamentos previstos nas NR é considerado como de trabalho efetivo. O certificado deve ser disponibilizado ao trabalhador e uma cópia arquivada na organização. A capacitação deve ser consignada nos documentos funcionais do empregado.
Os treinamentos previstos em NR podem ser ministrados em conjunto com outros treinamentos da organização, observados os conteúdos e a carga horária previstos na respectiva norma regulamentadora.
7.1. Aproveitamento de conteúdos de treinamento na mesma organização.
É permitido o aproveitamento de conteúdos de treinamentos ministrados na mesma organização desde que:
a) o conteúdo e a carga horária requeridos no novo treinamento estejam compreendidos no treinamento anterior;
b) o conteúdo do treinamento anterior tenha sido ministrado no prazo inferior ao estabelecido em NR ou há menos de 2 (dois) anos, quando não estabelecida esta periodicidade; e
c) seja validado pelo responsável técnico do treinamento.
O aproveitamento de conteúdos deve ser registrado no certificado, mencionando o conteúdo e a data de realização do treinamento aproveitado. A validade do novo treinamento passa a considerar a data do treinamento mais antigo aproveitado.
7.2. Aproveitamento de treinamentos entre organizações
Os treinamentos realizados pelo trabalhador podem ser avaliados pela organização e convalidados ou complementados. A convalidação ou complementação deve considerar:
a) as atividades desenvolvidas pelo trabalhador na organização anterior, quando for o caso;
b) as atividades que desempenhará na organização;
c) o conteúdo e carga horária cumpridos;
d) o conteúdo e carga horária exigidos; e
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
e) que o último treinamento tenha sido realizado em período inferior ao estabelecido na NR ou há menos de 2 (dois) anos, nos casos em que não haja prazo estabelecido em NR.
O aproveitamento de treinamentos anteriores, total ou parcialmente, não exclui a responsabilidade da organização de emitir a certificação da capacitação do trabalhador, devendo mencionar no certificado a data da realização dos treinamentos convalidados ou complementados.
Para efeito de periodicidade de realização de novo treinamento, é considerada a data do treinamento mais antigo convalidado ou complementado.
7.3. Dos	treinamentos	ministrados	na	modalidade	de	ensino	a	distância	ou semipresencial
Os treinamentos podem ser ministrados na modalidade de ensino a distância ou semipresencial, desde que atendidos os requisitos operacionais, administrativos, tecnológicos e de estruturação pedagógica previstos no Anexo II da NR 1.
O conteúdo prático do treinamento pode ser realizado na modalidade de ensino a distância ou semipresencial, desde que previsto em NR específica.
 	8. Das definições	
Agente biológico: Microrganismos, parasitas ou materiais originados de organismos que, em função de sua natureza e do tipo de exposição, são capazes de acarretar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: bactéria Bacillus anthracis, vírus linfotrópico da célula T humana, príon agente de doença de Creutzfeldt-Jakob, fungo Coccidioides immitis.
Agente físico: Qualquer forma de energia que, em função de sua natureza, intensidade e exposição, é capaz de causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes. Observação: Critérios sobre iluminamento, conforto térmico e conforto acústico da NR-17 não constituem agente físico para fins da NR-09.
Agente químico: Substância química, por si só ou em misturas, quer seja em seu estado natural, quer seja produzida, utilizada ou gerada no processo de trabalho, que em função de sua natureza, concentração e exposição, é capaz de causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: fumos de cádmio, poeira mineral contendo sílica cristalina, vapores de tolueno, névoas de ácido sulfúrico.
Canteiro de obra: área de trabalho fixa e temporária, onde se desenvolvem operações de apoio e execução à construção, demolição ou reforma de uma obra.
Empregado: a pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário.
Empregador: a empresa individual ou coletiva que, assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e dirige a prestaçãopessoal de serviços. Equiparam-se ao empregador as organizações, os profissionais liberais, as instituições de beneficência, as associações recreativas ou outras instituições sem fins lucrativos, que admitam trabalhadores como empregados.
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
Estabelecimento: local privado ou público, edificado ou não, móvel ou imóvel, próprio ou de terceiros, onde a empresa ou a organização exerce suas atividades em caráter temporário ou permanente.
Evento perigoso: Ocorrência ou acontecimento com o potencial de causar lesões ou agravos à saúde.
Frente de trabalho: área de trabalho móvel e temporária. Local de trabalho: área onde são executados os trabalhos.
Obra: todo e qualquer serviço de engenharia de construção, montagem, instalação, manutenção ou reforma.
Ordem de serviço de segurança e saúde no trabalho: instruções por escrito quanto às precauções para evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais. A ordem de serviço pode estar contemplada em procedimentos de trabalho e outras instruções de SST.
Organização: pessoa ou grupo de pessoas com suas próprias funções com responsabilidades, autoridades e relações para alcançar seus objetivos. Inclui, mas não é limitado a empregador, a tomador de serviços, a empresa, a empreendedor individual, produtor rural, companhia, corporação, firma, autoridade, parceria, organização de caridade ou instituição, ou parte ou combinação desses, seja incorporada ou não, pública ou privada.
Perigo ou fator de risco ocupacional/ Perigo ou fonte de risco ocupacional: Fonte com o potencial de causar lesões ou agravos à saúde. Elemento que isoladamente ou em combinação com outros tem o potencial intrínseco de dar origem a lesões ou agravos à saúde.
Prevenção: o conjunto das disposições ou medidas tomadas ou previstas em todas as fases da atividade da organização, visando evitar, eliminar, minimizar ou controlar os riscos ocupacionais.
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
Responsável técnico pela capacitação: profissional legalmente habilitado ou trabalhador qualificado, conforme disposto em NR específica, responsável pela elaboração das capacitações e treinamentos.
Risco ocupacional: Combinação da probabilidade de ocorrer lesão ou agravo à saúde causados por um evento perigoso, exposição a agente nocivo ou exigência da atividade de trabalho e da severidade dessa lesão ou agravo à saúde.
Setor de serviço: a menor unidade administrativa ou operacional compreendida no mesmo estabelecimento.
Trabalhador: pessoa física inserida em uma relação de trabalho, inclusive de natureza administrativa, como os empregados e outros sem vínculo de emprego.
 	9. Riscos Ergonômicos	
A “NR 17 – Ergonomia” visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente, e o seu atendimento é obrigatório e passível de fiscalização pelos órgãos competentes.
Os fatores ergonômicos normalmente consistem na avaliação da iluminação, esforços físicos, levantamento e transporte manual de carga, exigências da postura, controle de produtividade, imposição de ritmos, trabalho em turno noturno, jornadas de trabalho, monotonia e repetitividade, além de outras situações causadoras de stress físico e/ou psíquico.
Assim como os demais riscos avaliados no presente programa, a avaliação dos riscos ergonômicos é obrigatória para o cadastramento do evento “S-2240 – Condições Ambientais do Trabalho - Fatores de Risco”.
Por todo o exposto, caso sejam identificadas atividades com riscos ergonômicos, caberá à Empresa contratante optar pela elaboração de uma Análise Ergonômica do Trabalho – AET, a fim de se verificar possíveis fatores que levem os funcionários de atividades administrativas e operacionais a uma sobrecarga musculoesquelética estática e/ou dinâmica na realização de suas atividades de trabalho, bem como, o reconhecimento de fatores que determinem o desenvolvimento de doenças ocupacionais relacionadas com tais atividades, além de identificar a possibilidade de adaptações e métodos ergonômicos a fim de controlar as condições supracitadas e otimizar cada posto de trabalho, devendo para tanto procurar profissional habilitado para emissão do supracitado documento.
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
10.	Da Documentação e Requisitos Mínimos do PGR
10.1. Documentação
O PGR deve conter, no mínimo, os seguintes documentos:
a) inventário de riscos; e
b) plano de ação.
Os documentos integrantes do PGR devem ser elaborados sob a responsabilidade da organização, respeitado o disposto nas demais Normas Regulamentadoras, datados e assinados.
Os documentos integrantes do PGR devem estar sempre disponíveis aos trabalhadores interessados ou seus representantes e à Inspeção do Trabalho.
10.2. Inventário de riscos ocupacionais
Os dados da identificação dos perigos e das avaliações dos riscos ocupacionais devem ser consolidados em um inventário de riscos ocupacionais.
O Inventário de Riscos Ocupacionais deve contemplar, no mínimo, as seguintes informações:
a) caracterização dos processos e ambientes de trabalho;
b) caracterização das atividades;
c) descrição de perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde dos trabalhadores, com a identificação das fontes ou circunstâncias, descrição de riscos gerados pelos perigos, com a indicação dos grupos de trabalhadores sujeitos a esses riscos, e descrição de medidas de prevenção implementadas;
d) dados da análise preliminar ou do monitoramento das exposições a agentes físicos, químicos e biológicos e os resultados da avaliação de ergonomia nos termos da NR-17.
e) avaliação dos riscos, incluindo a classificação para fins de elaboração do plano de ação;
f) critérios adotados para avaliação dos riscos e tomada de decisão.
O inventário de riscos ocupacionais deve ser mantido atualizado.
O histórico das atualizações deve ser mantido por um período mínimo de 20 (vinte) anos ou pelo período estabelecido em normatização específica.
11.	Estrutura e Desenvolvimento do PGR
O PGR pode ser atendido por sistemas de gestão, desde que estes cumpram as exigências previstas nesta NR e em dispositivos legais de segurança e saúde no trabalho.
O PGR deve contemplar ou estar integrado com planos, programas e outros documentos previstos na legislação de segurança e saúde no trabalho.
A organização deve:
a) evitar os riscos ocupacionais que possam ser originados no trabalho;
b) identificar os perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde;
c) avaliar os riscos ocupacionais indicando o nível de risco;
d) classificar os riscos ocupacionais para determinar a necessidade de adoção de medidas de prevenção;
e) implementar medidas de prevenção, de acordo com a classificação de risco e na ordem de
prioridade estabelecida na alínea “g” do subitem 1.4.1; e
f) acompanhar o controle dos riscos ocupacionais.
A organização deve considerar as condições de trabalho, nos termos da NR-17. A organização deve adotar mecanismos para:
a) consultar os trabalhadores quanto à percepção de riscos ocupacionais, podendo para este fim ser adotadas as manifestações da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, quando houver; e
b) comunicar aos trabalhadores sobre os riscos consolidados no inventário de riscos e as medidas de prevenção do plano de ação do PGR.
c) A organização deve adotar as medidas necessárias para melhorar o desempenho em SST.
11.1. Processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais.
O processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais deve considerar o disposto nas Normas Regulamentadoras e demais exigências legais de segurança e saúde no trabalho.
11.1.1. Levantamento preliminar de perigos
O levantamento preliminar de perigos deve ser realizado:
a) antes do início do funcionamento do estabelecimento ou novas instalações;b) para as atividades existentes; e
c) nas mudanças e introdução de novos processos ou atividades de trabalho.
Quando na fase de levantamento preliminar de perigos o risco não puder ser evitado, a organização deve implementar o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, conforme disposto nos subitens seguintes.
A critério da organização, a etapa de levantamento preliminar de perigos pode estar contemplada na etapa de identificação de perigos.
11.1.2. Identificação de perigos
A etapa de identificação de perigos deve incluir:
a) descrição dos perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde;
b) identificação das fontes ou circunstâncias; e
c) indicação do grupo de trabalhadores sujeitos aos riscos.
A identificação dos perigos deve abordar os perigos externos previsíveis relacionados ao trabalho que possam afetar a saúde e segurança no trabalho.
11.1.3. Avaliação de riscos ocupacionais
A organização deve avaliar os riscos ocupacionais relativos aos perigos identificados em seu(s) estabelecimento(s), de forma a manter informações para adoção de medidas de prevenção.
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
Para cada risco deve ser indicado o nível de risco ocupacional, determinado pela combinação da severidade das possíveis lesões ou agravos à saúde com a probabilidade ou chance de sua ocorrência.
A organização deve selecionar as ferramentas e técnicas de avaliação de riscos que sejam adequadas ao risco ou circunstância em avaliação.
A gradação da severidade das lesões ou agravos à saúde deve levar em conta a magnitude da consequência e o número de trabalhadores possivelmente afetados. A magnitude deve levar em conta as consequências de ocorrência de acidentes ampliados. A gradação da probabilidade de ocorrência das lesões ou agravos à saúde deve levar em conta:
a) os requisitos estabelecidos em Normas Regulamentadoras;
b) as medidas de prevenção implementadas;
c) as exigências da atividade de trabalho; e
d) a comparação do perfil de exposição ocupacional com valores de referência estabelecidos na NR-09.
Após a avaliação, os riscos ocupacionais devem ser classificados para fins de identificar a necessidade de adoção de medidas de prevenção e elaboração do plano de ação.
A avaliação de riscos deve constituir um processo contínuo e ser revista a cada dois anos ou quando da ocorrência das seguintes situações:
a) após implementação das medidas de prevenção, para avaliação de riscos residuais;
b) após inovações e modificações nas tecnologias, ambientes, processos, condições, procedimentos e organização do trabalho que impliquem em novos riscos ou modifiquem os riscos existentes;
c) quando identificadas inadequações, insuficiências ou ineficácias das medidas de prevenção;
d) na ocorrência de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho;
e) quando houver mudança nos requisitos legais aplicáveis.
No caso de organizações que possuírem certificações em sistema de gestão de SST, o prazo poderá ser de até 3 (três) anos.
11.1.4. Controle dos riscos
11.1.4.1. Medidas de prevenção
A organização deve adotar medidas de prevenção para eliminar, reduzir ou controlar os riscos sempre que:
a) exigências previstas em Normas Regulamentadoras e nos dispositivos legais determinarem;
b) a classificação dos riscos ocupacionais assim determinar, conforme subitem 1.5.4.4.5;
c) houver evidências de associação, por meio do controle médico da saúde, entre as lesões e os agravos à saúde dos trabalhadores com os riscos e as situações de trabalho identificados.
Quando comprovada pela organização a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva, ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação ou, ainda, em caráter complementar ou emergencial, deverão ser adotadas outras medidas, obedecendo-se a seguinte hierarquia:
a) medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho;
b) utilização de equipamento de proteção individual - EPI.
A implantação de medidas de prevenção deverá ser acompanhada de informação aos trabalhadores quanto aos procedimentos a serem adotados e limitações das medidas de prevenção.
11.1.4.2. Planos de ação
A organização deve elaborar plano de ação, indicando as medidas de prevenção a serem introduzidas, aprimoradas ou mantidas.
Para as medidas de prevenção deve ser definido cronograma, formas de acompanhamento e aferição de resultados.
11.1.4.3. Implementação e acompanhamento das medidas de prevenção
A implementação das medidas de prevenção e respectivos ajustes devem ser registrados.
O desempenho das medidas de prevenção deve ser acompanhado de forma planejada e contemplar:
a) a verificação da execução das ações planejadas;
b) as inspeções dos locais e equipamentos de trabalho; e
c) o monitoramento das condições ambientais e exposições a agentes nocivos, quando aplicável.
As medidas de prevenção devem ser corrigidas quando os dados obtidos no acompanhamento indicarem ineficácia em seu desempenho.
11.1.4.4. Acompanhamento da saúde ocupacional dos trabalhadores
A organização deve desenvolver ações em saúde ocupacional dos trabalhadores integradas às demais medidas de prevenção em SST, de acordo com os riscos gerados pelo trabalho.
O controle da saúde dos empregados deve ser um processo preventivo planejado, sistemático e continuado, de acordo com a classificação de riscos ocupacionais e nos termos da NR-07.
12.	Metodologia Proposta
Tabela 1 Categorias de frequências.
	CATEGORIA
	DENOMINAÇÃO
	DESCRIÇÃO
	EXEMPLO
	A
	IMPROVÁVEL
	Improvável. Em situações excepcionais, o evento poderá até ocorrer, mas nada nas circunstâncias atuais indica essa possibilidade.
	Anualmente
	B
	RARO
	Rara. De forma inesperada ou casual, o evento poderá ocorrer, pois as circunstâncias pouco indicam essa possibilidade.
	Semestralmente
	C
	POSSÍVEL
	Possível. De alguma forma, o evento poderá até ocorrer, pois as circunstâncias indicam moderadamente esta possibilidade.
	Mensalmente
	D
	PROVÁVEL
	Provável. De forma até esperada o evento poderá ocorrer, pois as circunstâncias indicam fortemente esta possibilidade.
	Semanalmente
	E
	FREQUENTE
	Praticamente certa. De forma inequívoca, o evento ocorrerá, as circunstâncias indicam claramente esta possibilidade.
	Diariamente
Tabela 2 Categorias de severidade dos cenários.
	CATEGORIA
	DENOMINAÇÃO
	DESCRIÇÃO/CARACTERÍSTICAS/CENÁRIOS
	
I
	
DESPREZÍVEL
	Sem danos ou danos insignificantes	aos equipamentos, à propriedade e/ou ao meio ambiente. Não ocorrem lesões/mortes de funcionários, de terceiros.(não funcionários) e/ou pessoas (indústrias e comunidades) o máximo que pode ocorrer são casos de primeiros socorros ou
tratamento médico menor
	
O agente e/ou as condições de trabalho não representam risco potencial de danos à saúde nas condições	usuais industriais, descritas em literatura, ou representam apenas um aspecto de desconforto e não de risco.
	O agente foi avaliado, mas	é
quantitativamente desprezível frente aos critérios técnicos.
A exposição se encontra sob controle técnico e abaixo do nível de ação
	
II
	
MARGINAL
	
Danos	leves	aos equipamentos, à propriedade e/ou ao meio ambiente. (os danos materiais são controláveis ou de baixo custo de reparo); Lesões leves
em empregados, prestadores de serviços, ou em membros da comunidade.
	O agente representa um risco moderado à saúde, nas condições usuais industriais descritas na literatura, não causando efeitos agudos.
O agente não possui limite de exposição do tipo teto e o valor de limite de exposição do tipo média ponderada	é
consideravelmente alto (centenas de ppm).
Não há queixas médicas sistematizadas aparentemente
relacionadas com o agente.
	
A exposição se encontra sob controle técnico e acima do nível de ação, porém abaixo do limite de tolerância tipo média ponderada
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
	CATEGORIA
	DENOMINAÇÃO
	DESCRIÇÃO/CARACTERÍSTICAS/CENÁRIOS
	
III
	
CRÍTICADanos severos aos equipamentos, à propriedade e/ou ao meio ambiente. Lesões de gravidade moderada em empregados, prestadores de serviços ou em membros da comunidade (probabilidade remota de morte). Exige ações corretivas imediatas para evitar seu desdobramento em catástrofe.
	O agente pode causar efeitos agudos
O agente possui limite de exposição do tipo valor teto ou possui limite de exposição do tipo média ponderada muito baixo (alguns ppm).
As práticas operacionais e/ou as condições industriais indicam aparente descontrole de exposição.
Há possibilidade de deficiência de oxigênio.
Não há proteção cutânea específica no manuseio de substâncias com notação pele.
Há queixas sistematizadas específicas e indicadores biológicos de exposição
excedidos (PCMSO)
	
A exposição não se encontra sob controle técnico, está acima do limite de exposição do tipo média ponderada
	
IV
	
CATASTRÓFICA
	
Danos irreparáveis aos equipamentos, à propriedade e/ou ao meio ambiente. Provoca morte ou lesões graves em várias pessoas (empregados, prestadores de serviços, ou em membros da comunidade)
	Envolve	exposição		a carcinogênicos, mutagênicos	ou teratogênicos suspeitos ou comprovados em humanos.
Há situações aparentes de risco grave e iminente por agentes ambientais
Há risco aparente de deficiência de oxigênio
O agente possui efeitos agudos, baixos limites de exposição	e	IPVS (concentração imediatamente perigosa a vida e a saúde).
As queixas são específicas e frequentes, com indicadores biológicos de exposição excedidos.
Há exposição cutânea severa a substâncias com
notação pele.
	
A exposição não se encontra sob controle técnico e está acima do valor teto/ valor máximo.
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
Tabela 3 Classificação de risco: frequência x severidade.
	FREQUÊNCIA
	SEVERIDADE
	
	A
	B
	C
	D
	E
	
	IV
	2
	3
	4
	5
	5
	
	III
	1
	2
	3
	4
	5
	
	II
	1
	1
	2
	3
	4
	
	I
	1
	1
	1
	2
	3
Tabela 4 Avaliação dos Riscos.
	NÍVEL DE RISCO
	AÇÃO E CRONOGRAMA
	PRIORIDADE DO PLANO DE AÇÃO
	1
	DESPREZÍVEL
	Necessário manter as medidas de controle já
existentes.
	B
	
Prioridade BAIXA
	
2
	
MENOR
	Nenhum controle adicional é necessário. Pode-se considerar uma solução mais econômica ou a aperfeiçoamento. A monitoração é necessária
para assegurar que os controles são mantidos.
	
M
	
Prioridade MÉDIA
	
3
	
MODERADO
	Devem ser feitos esforços para reduzir o risco, mas os custos de prevenção devem ser cuidadosamente medidos e limitados. As medidas de redução de
risco devem ser implementadas dentro de um período de tempo definido. Quando o risco moderado é associado a consequências extremamente prejudiciais, uma avaliação ulterior pode ser necessária, a fim de estabelecer, mais precisamente, a probabilidade de dano, como uma base para determinar a necessidade de
medidas de controle aperfeiçoadas.
	
M
	
Prioridade MÉDIA
	
4
	
SÉRIO
	O trabalho não deve ser iniciado até que o risco tenha sido reduzido. Recursos consideráveis poderão ter de ser alocados para reduzir o risco. Quando o risco envolver trabalho em execução,
ação urgente deve ser tomada.
	
A
	
Prioridade ALTA
	
5
	
CRÍTICO
	O trabalho não deve ser iniciado nem continuar até que o risco tenha sido reduzido. Se não for possível reduzir o risco, nem com recursos ilimitados, o trabalho tem de permanecer
proibido.
	
A
	
Prioridade ALTA
13.	Medidas de controle individual
A utilização de equipamento de proteção individual no âmbito deste programa deverá considerar as Normas Legais e Administrativas em vigor. Atualmente a norma regulamentadora em vigor que trata sobre os Equipamentos de Proteção Individual – EPI é a “NR 6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI”, sobre a qual destacam-se os itens a seguir:
“NR 6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
6.1 Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora - NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.
(...)
6.2 O equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.
6.3 A empresa (Empresa) é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:
a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;
b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e,
c) para atender a situações de emergência.
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
6.4 Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional, e observado o disposto no item 6.3, o empregador deve fornecer aos trabalhadores os EPI adequados, de acordo com o disposto no ANEXO I desta NR.
(...)
6.5 Compete ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, ouvida a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA e trabalhadores usuários, recomendar ao empregador o EPI adequado ao risco existente em determinada atividade. (Alterado pela Portaria SIT n.º 194, de 07 de dezembro de 2010)
6.5.1 Nas empresas (Empresas) desobrigadas a constituir SESMT, cabe ao empregador selecionar o EPI adequado ao risco, mediante orientação de profissional tecnicamente habilitado, ouvida a CIPA ou, na falta desta, o designado e trabalhadores usuários. (Alterado pela Portaria SIT n.º 194, de 07 de dezembro de 2010)
6.6 Responsabilidades do Empregador.
(Alterado pela Portaria SIT n.º 194, de 07 de dezembro de 2010)
6.6.1 Cabe ao empregador quanto ao EPI:
a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;
b) exigir seu uso;
c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no
trabalho;
d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;
f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e,
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.
h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.
(Inserida pela Portaria SIT n.º 107, de 25 de agosto de 2009)
6.7 Responsabilidades do Trabalhador.
(Alterado pela Portaria SIT n.º 194, de 07 de dezembro de 2010)
6.7.1 Cabe ao empregado quanto ao EPI:
a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,
d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
6.8 Responsabilidades de Fabricantes e/ou Importadores.
(Alterado pela Portaria SIT n.º 194, de 07 de dezembro de 2010)”
14.	eSocial
O Decreto nº 8373/2014 instituiu o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Por meio desse sistema, os empregadores passarão a comunicar ao Governo, de forma unificada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o FGTS.
A transmissão eletrônica desses dados simplificará a prestação das informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, de forma a reduzir a burocracia para as empresas (Empresas).
A prestação das informações ao eSocial substituirá o preenchimento e a entrega de formulários e declarações separados a cada ente.
A implantação do eSocial viabilizarágarantia aos diretos previdenciários e trabalhistas, racionalizará e simplificará o cumprimento de obrigações, eliminará a redundância nas informações prestadas pelas pessoas físicas e jurídicas, e aprimorará a qualidade das informações das relações de trabalho, previdenciárias e tributárias. A legislação prevê ainda tratamento diferenciado às micro e pequenas empresas.
A obrigatoriedade de utilização desse sistema para os empregadores dependerá de Resolução do Comitê Gestor do eSocial, conforme decreto 8373/2014, que definirá o cronograma de implantação e transmissão das informações por esse canal.
O projeto eSocial é uma ação conjunta dos seguintes órgãos e entidades do governo federal: Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e Secretaria de Inspeção do Trabalho - ENIT.
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
Os riscos Físicos, Químicos e Biológicos, necessários para o cadastramento junto ao eSocial, devem ser obtidos a partir da elaboração do Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho - LTCAT.
É de total responsabilidade da Empresa contratante o envio das informações para a plataforma do eSocial, inclusive as indicadas no presente programa.
15.	Dos Equipamentos de Leitura Quantitativa
Para as avaliações quantitativas dos agentes ambientais reconhecidos e avaliados nos locais de trabalho, foram utilizados:
	Descrição
	Modelo/Série
	
	
	Especificação Técnica
	Certificado de Calibração
	
	
	Ilustração
	
	
	
	Descrição
	Modelo/Série
	
	
	Especificação Técnica
	Certificado de Calibração
	
	
	Ilustração
	
	
	
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
	16.	Análise de Desempenho do Plano de Ação
	Medidas de Adequação
	Prioridade
	Status
	Observações E Justificativas
	
1
	
	
	
	
	
2
	
	
	
	
	
3
	
	
	
	
	
4
	
	
	
	
	
5
	
	
	
	
	6
	
	
	
	
	
7
	
	
	
	
	
8
	
	
	
	
	
9
	
	
	
	
	
10
	
	
	
	
	
11
	
	
	
	
	12
	
	
	
	
	
13
	
	
	
	
	
14
	
	
	
	
17.	Descrição dos GHEs
Grupos Homogêneos
De Exposição
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
	GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 01
	Setor
	Função
	Jornada de
Trabalho
	FROTA 
	MOTORISTA OPERADOR DE BETONRIRA
	
	Função
	Descrição de Atividade:
	MOTORISTA OPERADOR DE BETONRIRA
	Transportam, entregam e operam um caminhão betonrira manipulando o comando de rotação e do tambor de mistura; giram o tambor, acionando o motor que lhe transmite movimento e o comando de rotação, para preparar a mistura de agregados (areia e pedra britada) com cimento e água, nas proporções certas, de acordo com o traço a obter, carregando-o por gravidade através de uma calha, para misturar os componentes e preparar o concreto; descarrega o concreto preparado, manipulando o comando de rotação do tambor no sentido inverso e deixando vazar a mistura através de calha, para possibilitar seu transporte e utilização; efetua a manutenção do equipamento, limpando-o e lubrificando-o, para conservá-lo em bom estado. Pode calcular a quantidade de água necessária à mistura, quando o reservatório da máquina não possua dispositivo de medição automática.
	GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 02
	Setor
	Função
	Jornada de
Trabalho
	Laboratório
	Moldador
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Função
	Descrição de Atividade:
	Laboratorista (s/ máquina faceadora)
	Moldador: Executam ensaios físicos. Garantem a calibração dos equipamentos e ralizam amostragem de materiais. Trabalham segundo normas de segurança, saúde e meio ambiente. Controlam a qualidade. Colaboram no desenvolvimento de metodologias de análises.
Laboratorista (s/ máquina faceadora): Executam ensaios físicos. Garantem a calibração dos equipamentos e ralizam amostragem de materiais. Trabalham segundo normas de segurança, saúde e meio ambiente. Controlam a qualidade. Colaboram no desenvolvimento de metodologias de análises.
	GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 03
	 OERAÇÕES
	Ajudante de Operações
	
	
	 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
	Ajudante de Operações
	Limpam as áreas em geral. Efetuam manutenção de primeiro nível, limpando máquinas e ferramentas. Realizam trabalhos em altura quando necessária, efetuam batida no silo de cimento (para verificar a localização do cimento). Abastecimento de componentes aditivos líquidos e sólidos em equipamentos para produção de concreto, limpeza das caixas de decantação, mantendo limpeza e higiene do ambiente. São responsáveis pelo abastecimento de máquinas e veículos.
	
	GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 04
	Setor
	Função
	Jornada de
Trabalho
	OERAÇÕES
	OPERADOR DE PÁ CARREGADEIRA
	
	
	DESCRIÇÃO 
	OPERADOR DE PÁ CARREGADEIRA
	Operam trator montado sobre rodas ou esteiras e provida de uma pá de comandos hidráulicos, para escavar e mover terra, pedras, areia, cascalho e materiais semelhantes.
	Setor
	Função
	Jornada de
Trabalho
	OERAÇÕES
	FISCAL DE OBRAS
	
	
	DESCRIÇÃO 
	FISCAL DE OBRAS
	Orientam e fiscalizam as atividades e obras para prevenção/preservação ambientale da saúde, por meio de vistorias, inspeção e análises técnicas de locais, atividades, obras , projetos e processos, visando o cumprimento da legislação ambiental e sanitária; promovem educação sanitária e ambiental.
	
	GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 03
	Setor
	Função
	Jornada de
Trabalho
	OERAÇÕES
	OPERADOR DE CENTRAL
	
	
	DESCRIÇÃO 
	OPERADOR DE CENTRAL
	Operam uma instalação de mistura de areia, pedra britada, cimento e água, abastecendo, acionando e controlando seu funcionamento, a fim de preparar concretopara construção de obras diversas. Ocasionalmente executam trabalhos em altura no silo.
	LÍDER DE CENTRAL DE CONCRETO
	Supervisionam equipes de trabalhadores da construção civil que atuam em diversas frentes. Elaboram documentação técnica e controlam recursos produtivos da obra (arranjos físicos, equipamentos, materiais, insumos e equipes de trabalho). Controlam padrões produtivos da obra tais como inspeção da qualidade dos materiais e insumos utilizados, orientação sobre especificação, fluxo e movimentação dos materiais e sobre medidas de segurança dos locais e equipamentos da obra. Administram o cronograma das obras. Ocasionalmente executam trabalhos.
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
 	18. Reconhecimento, Avaliação e Controle dos Fatores de Risco	
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
Controle
Antecipação
PGR
Avaliação
 Reconhecimento,
Avaliação e Controle dos Fatores de Risco
	GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 01
	
Funções
	
Jornada de Trabalho
	
Data Avaliação
	
	
	
	
	
	
Fator de Risco
	
Tipo
	
Fonte Geradora/ Processo/ Atividade
	Medidas de Controle Existentes
	
	
	
	
Medidas de Proteção Coletiva
	
Caráter Administrativo ou de Organização do Trabalho
	
Equipamentos De Proteção Individual – EPI
	❶
	Motor do Caminhão betonrira, processos das obras e usinas
	Físico
	Emissão de ruíso do motor do caminhão betoneira e processo produtivo das obras e usina
	Utilizar EPI
	Treinamento
	Protetor auditivo tippo plug ou protetor auditivo tipo concha;
	
❷
	Canteiro de Obras
	Químico
	Particulas respiráveis contendo silica
	Utilizar EPI
	Treinamento
	Respirador contra poeira;
	
❸
	Caminhão Betoneira
	Ergonômico
	Exigência de concentração, 
	
	
	Utilização Inviável
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	❹
	Escada de acesso a cabine do caminhão
	Acidente
	Queda, altura da cabine e pular da cabine do caminhão do caminhão;
	
	
	
	❺
	
	
	
	
	
	
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
	GHE 01
	2. Avaliação dos Riscos
	
Fator de Risco
	
Possíveis Danos
	
Tipo de Avaliação
	
Concentração
/ Intensidade
	
Limite de Tolerância
	
Nível de Ação
	Tempo de
	
Método / Referência Técnica
	
Frequência
	
Severidade
	
Nível do Risco
	
	
	
	
	
	
	Exposição
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	(durante uma jornada de trabalho)❶
	Ruído
	Perda auditiva
	Quantitativa
	83,5 dB(A)
	NR15- 85 dB(A)
	
	8hs
	NHO 01 FUNDACENTRO
	
	2
	8
	
❷
	Processos nas Obras
	Silicose / Irritação das vias aéreas/ Irritação na pele
	Quantitativa
	0,683 mg/m³
	NR 15 Anexo 12- 3,3808mg/m³
	
	8hs
	Amostragem ativa NIOSH 0600/7500
	
	2
	6
	
❸
	Condução de veículo automotor (betoneira)
	Contato direto
	Qualitativa
	N/A
	N/A
	
	8hs
	NR 17
	
	1
	1
	
❹
	Queda
	Torção, fraturas, escoriações e óbito
	Qualitativa
	N/A
	N/A
	
	8hs
	NR 17
	
	4
	8
	
❺
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	GHE 01
	3. Ações Propostas
	
Fator de Risco
	Eliminação
	Equipamento de Proteção Coletiva
	Caráter administrativo ou de organização do trabalho
	Equipamento de Proteção Individual
	
	
	
	
	
	
	
	
	(avaliar viabilidade)
	(avaliar viabilidade)
	(avaliar viabilidade)
	(obrigatório)
	Prioridade
	
❶
	
	
	
	
	
	
	❷
	
	
	
	
	
	
	
❸
	
	
	
	
	
	
	
❹
	
	
	
	
	
	
	
❺
	
	
	
	
	
	
GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 02
	
Funções
	
Jornada de Trabalho
	
Data Avaliação
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
Fator de Risco
	
Tipo
	
Fonte Geradora/ Processo/ Atividade
	Medidas de Controle Existentes
	
	
	
	
Medidas de Proteção Coletiva
	
Caráter Administrativo ou de Organização do Trabalho
	
Equipamentos De Proteção Individual – EPI
	❶
	Massa de Concreto
	Químico
	Moldagem de corpo de prova feito com concreto
	Utilizar EPI
	Treinamento
	Luva nitrílica e óculos de proteção
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	GHE 02
	2. Avaliação dos Riscos
	
Fator de Risco
	
Possíveis Danos
	
Tipo de Avaliação
	
Concentração / Intensidade
	
Limite de Tolerância
	
Nível de Ação
	Tempo de
	
Método / Referência Técnica
	
Frequência
	
Severidade
	
Nível do Risco
	
	
	
	
	
	
	Exposição
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	(durante uma jornada de trabalho)
	
	
	
	
	
❶
	Quimico
	Irritação na pele
	Qualitativa
	N/A
	N/A
	
	8hs
	NR17
	
	1
	4
	GHE 02
	3. Ações Propostas
	
Fator de Risco
	Eliminação
	Equipamento de Proteção Coletiva
	Caráter administrativo ou de organização do trabalho
	Equipamento de Proteção Individual
	
	
	
	
	
	
	
	
	(avaliar viabilidade)
	(avaliar viabilidade)
	(avaliar viabilidade)
	(obrigatório)
	Prioridade
	
❶
	
	
	
	
	
	
	GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO (GHE): n° 03
	Funções
	Jornada de Trabalho
	Data Avaliação
	
	
	
	GHE 03
	1. Identificação dos Riscos e Medidas de Controle
	
Fator de Risco
	
Tipo
	
Fonte Geradora/ Processo/ Atividade
	Medidas de Controle Existentes
	
	
	
	
Medidas de Proteção Coletiva
	
Caráter Administrativo ou de Organização do Trabalho
	
Equipamentos De Proteção Individual – EPI
	
❶
	Removedor de resquícios de concreto
	Químico
	Diluição do líquido corrosivo para a limpeza do caminhão
	
	
	Óculos de proteção e luva de PVC
	❷
	Banheiro
	Biológico
	Limpeza dos banheiros
	
	
	Luva de latéx, óculos de proteção, bota de PVC
	
❸
	Concervação e limpeza da central
	Ergonômico
	Atividades de concervação e limpeza da central
	
	
	Luva de latéx, óculos mde proteção e bota de PVC
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	❹
	Trabalho em altura
	Acidente
	Subir no silo de cimento
	
	
	Capacete com jugular, bota de segurança cinto de segurança com talabartes
	
	
	
	
	
	
	
	
❺
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
❻
	
	
	
	
	
	
	GHE 03
	2. Avaliação dos Riscos
	
Fator de Risco
	
Possíveis Danos
	
Tipo de Avaliação
	
Concentração / Intensidade
	
Limite de Tolerância
	
Nível de Ação
	
Tempo de Exposição (durante uma jornada de trabalho)
	
Método / Referência Técnica
	
Frequência
	
Severidade
	
Nível do Risco
	
❶
	Químico
	Irritação na pele, irritação nas vias respiratórias e doenças pulmonares
	Qualitativa
	N/A
	NR15- Teto 5,5mg/g³
	
	8hs
	NR17
	
	2
	4
	
❷
	Biológico
	Bactérias e Fungos
	Qualitativa
	N/A
	N/A
	
	8hs
	NR 17
	
	2
	4
	
❸
	Ergonômico
	Trabalho em pé
	Qualitativa
	N/A
	N/A
	
	8hs
	NR17
	
	1
	4
	
❹
	Acidente
	Queda Superior a 2 metros
	Qualitativa
	N/A
	N/A
	
	8hs
	NR17
	
	4
	16
	
❺
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
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	GHE 03
	3. Ações Propostas
	
Fator de Risco
	
Eliminação
	Equipamento de Proteção Coletiva
	
Caráter administrativo ou de organização do trabalho
	
Equipamento de Proteção Individual
	
	
	
	
	
	
	Prioridade
	
	(avaliar viabilidade)
	(avaliar viabilidade)
	(avaliar viabilidade)
	(obrigatório)
	
	❶
	
	
	
	
	
	
	
❷
	
	
	
	
	
	
	
❸
	
	
	
	
	
	
	
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PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
 	20. Encerramento	
O presente Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) foi elaborado por Marcio Canal, Técnico em Segurança do Trabalho, sendo a sua implementação e revisão de total responsabilidade da Concreserv Concretos S/A.
Tendo em vista a necessidade de implementação das medias de prevenção propostas no Plano de Ação, indica-se que a avaliação de riscos seja revista dentro do prazo de doze meses, devendo constituir um processo contínuo e ser revista após inovações e modificações nas tecnologias, ambientes, processos, condições, procedimentos e organização do trabalho que impliquem em novos riscos ou modifiquem os riscos existentes, quando identificadas inadequações, insuficiências ou ineficácias das medidas de prevenção, na ocorrência de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho ou quando houver mudança nos requisitos legais aplicáveis.
Conforme previsto pela Portaria do Ministério da Economia nº 211, de 11 de abril de 2019, o presente documento encontra-se assinado no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil e, portanto, é considerado válido nos termos da referida Portaria. O arquivo eletrônico deve ser apresentado no formato "Portable Document Format" - PDF de qualidade padrão "PDF/A-1", descrito na ABNT NBR ISO 19005-1, devendo o empregador mantê-lo à disposição para apresentação à Inspeção do Trabalho.
São Paulo, 20 de Setembro de 2023
__________________________________________
VICTOR SANTOS DE ARAÚJO
Técnico em Segurança do Trabalho
A implantação e execução deste PGR está sob a responsabilidade da(o):
Anexo I - Anotação de Responsabilidade Técnica - ART	
PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
Anexo II - Medidas de Adequação do Plano de Ação	
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