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IDENTIFICAÇÃO DA ESPÉCIE DE COBRAS PELA DENTIÇÃO
As serpentes podem ser identificadas pela morfologia da dentição:
• Áglifas: dentes iguais e maciços, não peçonhentas (ex: jiboias, sucuris).
• Opistóglifas: dentes inoculadores de peçonha na parte posterior da maxila (inoculação
difícil).
• Proteróglifas: dentes na parte anterior da maxila, porém pouco eficientes na inoculação (ex:
corais).
• Solenóglifas: dentes grandes, móveis, situados anteriormente na maxila – maior efetividade
na injeção da peçonha (ex: jararaca, cascavel).
TRATAMENTO PARA INTOXICAÇÃO POR ORGANOFOSFORADOS E CARBAMATOS
Sim, há tratamento específico:
• Atropina: para controlar os sinais muscarínicos.
• Pralidoxima (2-PAM): especialmente indicada nos casos de organofosforados, ajuda a
reativar a acetilcolinesterase.
Piridoxina (vitamina B6) não é usada nesses casos. Ela é usada em intoxicação por isoniazida e
outras específicas.
ANTIBIÓTICOS EM CASOS DE MICOTOXINAS
O uso de antibióticos não é indicado como tratamento direto das micotoxinas, mas pode ser
necessário em casos secundários, como infecções associadas. O manejo envolve remoção da fonte e
suporte nutricional.
DIAGNÓSTICO DE ZOOTOXINAS – QUADRO HEMORRÁGICO COM MELENA
O diagnóstico mais compatível é acidente botrópico (Bothrops):
• Hemorragias locais e sistêmicas.
• Melena, gengivorragia, epistaxe.
• Tempo de coagulação aumentado, plaquetopenia e lesão renal são achados laboratoriais
característicos.
MANEJO EM BOVINOS INTOXICADOS POR SAMAMBAIA
• Três síndromes: diátese hemorrágica, hematúria enzoótica e carcinomas.
• Evitar o acesso à planta é essencial.
• A suplementação alimentar pode reduzir o apetite por samambaia, mas não há tratamento
específico eficaz.
• Uso de carvão e cal apagada é tentativa empírica.
INTOXICAÇÃO POR PARAQUAT
Não há antídoto específico. O tratamento é suporte clínico intensivo, com ênfase na prevenção de
absorção e controle das complicações respiratórias. A letalidade é alta.
TRATAMENTOS ESPECÍFICOS
• Bothrops/Crotalus: Soro antibotrópico ou antibotrópico-crotálico (SABC). A dose padrão é
50 mL, via IV lenta.
• Rodenticidas anticoagulantes: Vitamina K1 por via subcutânea.
• Organofosforados/Carbamatos: Atropina + Pralidoxima (somente para organofosforados).
BUFOTOXINAS E ARRITMIA
Sim, bufotoxinas causam arritmias cardíacas e alterações neurológicas, afetando o impulso nervoso
e podendo levar a sinais neurológicos centrais.
MICOTOXINAS
• AFB1: Sim, a aflatoxina B1 é uma das principais e mais potentes micotoxinas hepatotóxicas.
• Zearalenona: Micotoxina com ação estrogênica, provoca alterações reprodutivas e abortos
em porcas.
ASSOCIAÇÃO DE SINAIS E ANIMAIS
• Aranha marrom (Loxosceles sp.): Ação anestésica inicial, seguida de dermonecrose.
• Bufotoxina (sapo): Causa arritmia cardíaca, alterações neurológicas e digestivas.
MECANISMOS DE AÇÃO
• Piridoxina: Cofator enzimático; usada em intoxicações por isoniazida, não por
organofosforados.
• MAO Inibidor: Aumenta níveis de neurotransmissores.
• Organofosforados/Carbamatos: Inibem acetilcolinesterase.
• Amitraz: Agonista alfa2-adrenérgico → depressão SNC.
• Hipoclorito de sódio: Agente cáustico.
• Zootoxinas: Variados mecanismos (hemotóxicos, neurotóxicos etc.).
• Escorpiões: Toxinas neuroexcitadoras.
• Paraquat: Gera radicais livres → fibrose pulmonar.
• Samambaia: Tiaminase ou ptaquilosídeo → efeitos hematológicos, neoplásicos.
• Muscarínicos: Ativação parasimpática.
• Picada de abelha: Reações alérgicas e sistêmicas.
• Braquiária: Fotossensibilização hepática.
• Soro antiofídico em equinos: Administração conforme gravidade e identificação da
serpente.
• Loxosceles: Aranha marrom → lesões dermatológicas necróticas.
• Amidraz = Amitraz: Ação semelhante.
• Piretróides: Prolongam abertura de canais de sódio neuronais → excitação seguida de
depressão.
RESUMO DE TOXICOLOGIA – MECANISMO, FONTE, TRATAMENTO E ESPECIFICIDADE
AGENTE MECANISMO DE AÇÃO /
EFEITO TÓXICO
FONTE / ONDE
ENCONTRADO
TRATAMENTO TRATAMENTO
ESPECÍFICO?
PIRIDOXINA (VIT.
B6)
Deficiência → convulsões
(por deficiência de
GABA).
Antídoto para
isoniazida,
hidrazinas.
Administração de
piridoxina.
✅ Sim
INIBIDORES DA
MAO
Aumenta monoaminas →
hipertensão, excitação.
Antidepressivos
(selegilina),
algumas plantas.
Suporte, sedativos. ❌ Não
ORGANOFOSFOR
ADOS
Inibe acetilcolinesterase
→ excesso de ACh.
Inseticidas,
antipulgas,
agricultura.
Atropina +
Pralidoxima (2-PAM).
✅ Sim
CARBAMATOS Inibe AChE
reversivelmente.
Inseticidas
domésticos,
jardinagem.
Atropina. ✅ Parcialmente (não
se usa 2-PAM)
ORGANOFOSFOR
ASE
Enzima que metaboliza
OPs.
Fígado
(metabolismo
interno).
— ❌ Não se aplica
MICOTOXINAS
(AFB1,
ZEARALENONA
ETC.)
Hepatotóxicas,
neurotóxicas,
estrogênicas.
Grãos mofados,
ração.
Adsorventes, suporte
hepático, remover
fonte.
❌ Não
AMITRAZ /
AMIDRAZ
Agonista α2 → depressão
SNC.
Banhos
carrapaticidas,
coleiras.
Atipamezol /
Ioimbina + suporte.
✅ Sim
HIPOCLORITO DE
SÓDIO
Cáustico → necrose
química.
Água sanitária,
desinfetantes.
Diluir, suporte,
analgésicos.
❌ Não
ZOOTOXINAS Hemotóxicas,
neurotóxicas etc.
Cobras, escorpiões,
aranhas.
Soros específicos,
suporte.
✅ Sim (quando há
soro)
ESCORPIÕES
(TITYUS)
Excitação neuromuscular
→ liberação de
catecolaminas.
Tityus serrulatus e
outros.
Soro antiescorpiônico
+ suporte.
✅ Sim
PARAQUAT Gera radicais livres →
fibrose pulmonar.
Herbicidas. Suporte intensivo,
antioxidantes.
❌ Não
SAMAMBAIA
(PTERIDIUM
AQUILINUM)
Tiaminase, ptaquilosídeo
→ hematopoiese ↓.
Pastagens
degradadas.
Evitar ingestão,
suporte, tiamina
(monogástricos).
❌ Não (tratamento
é sintomático)
BRAQUIÁRIA
SPP.
Fotossensibilização por
lesão hepática.
Pastagens em
bovinocultura.
Retirar do pasto,
suporte hepático.
❌ Não
MUSCARÍNICOS
(COGUMELOS,
COLINÉRGICOS)
Estímulo parassimpático
exagerado.
Amanita spp., intox.
colinérgica.
Atropina, suporte. ✅ Sim
PICADA DE
ABELHA
Melitina, histamina →
reação alérgica local ou
sistêmica.
Apis mellifera. Adrenalina (se
anafilaxia), anti-
histamínicos.
✅ Sim (para reações
graves)
SORO
ANTIOFÍDICO
(EQUINOS)
Neutraliza toxina ofídica. Acidentes com
serpentes.
Administração IV
lenta com precaução.
✅ Sim
LOXOSCELES
(ARANHA
MARROM)
Necrose + hemólise. Pilhas de roupa,
canto de parede.
Suporte, antibióticos,
dapsona (discutível),
soro.
✅ Parcial (soro
disponível em locais
específicos)
PIRETRÓIDES Prolongam canais de Na+
→ excitação →
depressão.
Inseticidas, coleiras.
Tóxico p/ gatos.
Descontaminação,
anticonvulsivantes,
suporte.
❌ Não
TÓXICOS E SEUS MECANISMOS DE AÇÃO
AGENTE MECANISMO DE AÇÃO / EFEITO TÓXICO
PIRIDOXINA (VIT. B6) Cofator enzimático. Antídoto em intoxicação por isoniazida e hidrazinas. Em sua
ausência, ocorre convulsão por deficiência de GABA.
INIBIDORES DA MAO Inibem a monoamina oxidase, aumentando serotonina, dopamina e norepinefrina.
Podem causar hipertensão, agitação, convulsão.
ORGANOFOSFORADOS Inibem irreversivelmente a acetilcolinesterase → acúmulo de ACh → síndrome
colinérgica (muscarínica, nicotínica, SNC).
CARBAMATOS Inibem reversivelmente a acetilcolinesterase. Efeitos similares aos organofosforados,
mas menos duradouros.
ORGANOFOSFORASE Enzima que hidrolisa organofosforados, contribuindo para desintoxicação endógena
(presente em alguns organismos).
MICOTOXINAS Diversos mecanismos: hepatotoxicidade (AFB1), neurotoxicidade, imunossupressão,
alterações reprodutivas (ex: zearalenona).
AMITRAZ / AMIDRAZ Agonista α2-adrenérgico → depressão SNC, bradicardia, hipotermia, vômito. Interfere
no metabolismo da insulina e glicose.
HIPOCLORITO DE SÓDIO Agente cáustico e oxidante → necrose química de mucosas, trato digestório e pele.
Pode gerar cloro gasosoem reação ácida.
ZOOTOXINAS Toxinas produzidas por animais. Podem ser neurotóxicas, hemotóxicas, miotóxicas
etc., conforme o animal (serpente, escorpião, etc.).
ESCORPIÕES (TITYUS SPP.) Toxinas que ativam canais de sódio e cálcio, provocando liberação massiva de
neurotransmissores → dor, hipertensão, arritmia, convulsão.
PARAQUAT Herbicida → gera radicais livres (ROS) → lesão pulmonar progressiva → fibrose →
insuficiência respiratória irreversível.
SAMAMBAIA (PTERIDIUM
AQUILINUM)
Contém ptaquilosídeo (carcinógeno e imunossupressor) e tiaminase (em
monogástricos). Causa hematúria, neoplasias e depressão da medula.
BRAQUIÁRIA SPP. Acúmulo de fototoxinas (ficopirrolizidinas) → fotossensibilização secundária devido a
lesão hepática.
MUSCARÍNICOS (EX:
COGUMELOS TÓXICOS,
INTOX. COLINÉRGICA)
Estímulo dos receptores muscarínicos → salivação, lacrimejamento, diarreia,
bradicardia, miose.
PICADA DE ABELHA
(APITOXINA)
Reação local ou sistêmica. Apitoxina tem melitina, histamina e fosfolipases → dor,
edema, anafilaxia em sensibilizados.
SORO ANTIOFÍDICO EM
EQUINOS
Soro específico (ex: antibotrópico) deve ser usado com cautela devido ao risco de
reação anafilática, sendo pré-medicação importante.
LOXOSCELES (ARANHA
MARROM)
Toxina loxoscelina: ação necrosante e hemolítica. Ativa complemento e enzimas
proteolíticas → lesões necróticas e hemólise.
PIRETRÓIDES PROLONGAM A ABERTURA DOS CANAIS DE SÓDIO NEURONAIS →
HIPEREXCITABILIDADE, TREMORES, CONVULSÕES. POUCO TÓXICOS PARA
MAMÍFEROS, PORÉM PERIGOSOS PARA GATOS.
MEDICAMENTOS E DROGAS ILÍCITAS
AGENTE MECANISMO DE AÇÃO / EFEITO
TÓXICO
FONTE /
ONDE
ENCONTRA
DO
TRATAMENTO TRATAMENTO
ESPECÍFICO?
AINES (EX:
IBUPROFENO,
FLUNIXINO)
Inibem COX-1 e COX-2 → ↓
prostaglandinas (PG), leucotrienos
→ ulcerações, nefrotoxicidade,
hepatotoxicidade
Uso
veterinário
e humano
Descontaminação GI
(carvão ativado), suporte
clínico, fluidoterapia
Não há antídoto
específico
DROGAS
ILÍCITAS:
MACONHA
(THC)
Depressão do SNC, alteração
comportamental
Cannabis
sativa
(fumada ou
ingerida)
Suporte, carvão ativado,
catártico
Não.
Prognóstico
geralmente
bom
DROGAS
ILÍCITAS:
COCAÍNA/CRAC
K
Estimulante SNC → convulsões,
taquicardia, morte
Erythroxylo
n coca
(refino)
Suporte, antiarrítmicos,
controle de temperatura
Não há
antídoto.
Sintomático
DROGAS
ILÍCITAS:
ANFETAMINAS
(EX: ECSTASY)
Estimulante e alucinógeno; ↑
noradrenalina/dopamina
Uso ilegal e
recreativo
Suporte, haloperidol ou
clorpromazina (não
diazepam), resfriamento,
correção de acidose
Não. Evitar
ácido ascórbico
se houver
rabdomiólise
RODENTICIDAS
ANTICOAGULAN
TES (EX:
WARFARINA,
BRODIFACUM)
Inibem vitamina K epóxido
redutase → ↓ fatores de
coagulação (II, VII, IX, X) →
hemorragias
Iscas, pós,
pellets (uso
em
domicílios,
granjas)
Vitamina K1
(fitomenadiona), suporte
transfusional
Sim, Vitamina
K1 é o antídoto
específico
ZOOTOXINAS
AGENTE MECANISMO DE AÇÃO /
EFEITO TÓXICO
FONTE /
ONDE
ENCONTR
ADO
TRATAMENTO TRATAMENTO
ESPECÍFICO?
CROTÁLICO
(CASCAVEL)
Miotóxica → rabdomiólise →
IRA; neurotóxica e
coagulopatia leve
Crotalus
durissus
Soro anticrotálico (SAC),
suporte renal
✅ Sim
BOTRÓPICO
(JARARACA)
Hemorrágico, coagulante e
necrosante
Bothrops
sp.
Soro antibotrópico,
analgésicos, antibióticos
✅ Sim
ELAPÍDICO
(CORAL
VERDADEIRA)
Neurotoxina pré e pós-
sináptica → paralisia flácida
Micrurus
sp.
Soro antielapídico (difícil
acesso), neostigmina,
atropina
✅ Sim (soro)
ARANHA-
MARROM
(LOXOSCELES)
Esfingomielinase-D → necrose
seca, hemólise intravascular,
IRA
Sul/Sudes
te, locais
escuros
Sintomático,
antissépticos,
analgésicos
❌ Raramente soro
acessível
ARMADEIRA
(PHONEUTRIA)
Neurotoxinas → liberação de
catecolaminas → taquicardia,
arritmias
Locais
úmidos e
escuros
Sintomático, suporte;
soro pouco acessível
❌ Não disponível
para uso veterinário
VIÚVA-NEGRA
(LATRODECTUS)
Neurotoxinas → liberação
maciça de neurotransmissores
Locais
protegido
s, escuros
Sintomático; soro em
humanos
❌ Veterinária:
suporte clínico apenas
ESCORPIÃO
AMARELO
(TITYUS
SERRULATUS)
Neurotoxina → despolarização
e descarga adrenérgica
Brasil
(ampla
distribuiçã
o)
Atropina, nifedipina,
prazosina, suporte
❌ Soroterapia não
disponível na vet.
clínica
ESCORPIÃO
MARROM (T.
BAHIENSIS)
Idem ao acima, menor
toxicidade
Sudeste Sintomático, suporte ❌ Soroterapia
raramente usada na
veterinária
PARASITICIDAS
AGENTE MECANISMO DE AÇÃO / EFEITO TÓXICO FONTE / USO TRATAMENTO TRATAMENTO
ESPECÍFICO?
AMITRAZ Agonista α2-adrenérgico; inibe MAO →
depressão SNC, colapso cardiovascular
Acaricida em
cães, bovinos
Suporte, não usar
em gatos/equinos
❌ Não
AVERMECTIN
AS
(IVERMECTINA
ETC.)
Atuam no canal de Cl⁻ → paralisia
flácida; mais tóxico em Collies
Endo/ectopara
siticidas
Sintomático; uso de
lipídios IV (off-label)
❌ Não
PIRETRÓIDES Abertura de canais de sódio → tremores,
convulsões
Uso tópico e
ambiental
Descontaminação,
suporte, diazepam
❌ Não
ORGANOFOSF
ORADOS
Inibem acetilcolinesterase → síndrome
colinérgica
Ectoparasiticid
as,
domissanitário
s
Atropina,
pralidoxima
✅ Sim
(antídoto
específico)
CARBAMATOS Idem aos organofosforados (ação
reversível)
Ectoparasitas Atropina (não usar
pralidoxima)
✅ Atropina
RODENTICIDAS ILEGAIS
AGENTE MECANISMO DE AÇÃO /
EFEITO TÓXICO
FONTE / ONDE
ENCONTRADO
TRATAMENTO TRATAMEN
TO
ESPECÍFICO?
MONOFLUOR
ACETATO DE
SÓDIO
("1080")
Inibe ciclo de Krebs → parada
cardíaca e convulsões
Raticida ilegal Acetamida + dextrose ou
bicarbonato + pentobarbital
(protocolo em cães)
❌ Sem
antídoto
direto
ESTRICNINA Inibe receptores de glicina na
medula espinhal →
convulsões violentas
Uso ilegal como
raticida
Suporte intensivo, controle de
convulsões, descontaminação
GI
❌ Não
CHUMBINHO
(ALDICARBE)
Inibe colinesterase
(anticolinesterásico) → crise
colinérgica
Praguicida usado
ilegalmente
como raticida
Atropina + suporte ✅ Atropina
como
antídoto
PLANTAS TÓXICAS AGROPECUÁRIAS
ESPÉCIE / NOME VULGAR EFEITO TÓXICO TRATAMENTO
PALICOUREA MARCGRAVII Bloqueio respiratório agudo ❌ Não há tratamento específico
MANIHOT ESCULENTA
(MANDIOCA-BRAVA)
Liberação de cianeto → hipóxia celular 💊 Hidroxicobalamina, tiossulfato de
sódio
RICINUS COMMUNIS (MAMONA) Ricina → citotóxica letal Suporte; lavagem gástrica
BACCHARIS CORIDIFOLIA Necrose hepática Suporte, difícil reversão
PTERIDIUM AQUILINUM
(SAMAMBAIA)
Aplasia medular Transfusão, suporte
CROTALARIA SP. / SENECIO Alcaloides pirrolizidínicos →
hepatotoxicidade
❌ Não há tratamento específico
BRACHIARIA DECUMBENS Fotossensibilização hepatógena Retirada da planta, suporte
SENNA OCCIDENTALIS Miopatia + hepatotoxicidade Suporte apenas
PLANTAS ORNAMENTAIS
ESPÉCIE EFEITO TÓXICO TRATAMENTO
AZALEA, RHODODENDRON Anorexia, vômitos, tontura
(graianotoxina)
Sintomático
RICINUS COMMUNIS / ABRUS PRECATORIUS /
JATROPHA CURCAS
Muito tóxicas → óbito Descontaminação e suporte
urgente
DIEFFENBACHIA, PHILODENDRON, MONSTERA Estomatite, glossite (oxalato de
cálcio)
Suporte, anti-inflamatórios
NERIUM OLEANDER, THEVETIA PERUVIANA Glicosídeos cardiotóxicos →
arritmias
Cloreto de potássio, suporte
intensivo
MICOTOXINAS E METAIS PESADOS
AGENTE EFEITO TÓXICO TRATAMENTO
AFLATOXINAS, OCRATOXINAS Hepatotóxicas,
carcinogênicas
Adsorventes, suporte hepático
METAIS PESADOS (CHUMBO, MERCÚRIO,
ARSÊNIO, CÁDMIO)
Neuro, nefro e
hepatotoxidade
Quelantes (ex: BAL, Ca-EDTA),
suporte
ALIMENTOS TÓXICOS
ALIMENTO MECANISMO / EFEITO TRATAMENTO
CEBOLA/ALHO Oxidação de hemoglobina →
anemia hemolítica
Carvão ativado, suporte, transfusão se necessário
CHOCOLATE/CAFÉ Metilxantinas → arritmias,
convulsões
Suporte, carvão ativado, antiarrítmicos
UVAS E PASSAS Causa insuficiênciarenal aguda Hidratação, controle de função renal
ABACATE Edema, pancreatite, miocardite Diuréticos, suporte
MACADÂMIA Fraqueza, tremores
(mecanismo
desconhecido)
Carvão ativado, sintomático
IDENTIFICAÇÃO DA ESPÉCIE DE COBRAS PELA DENTIÇÃO
TRATAMENTO PARA INTOXICAÇÃO POR ORGANOFOSFORADOS E CARBAMATOS
ANTIBIÓTICOS EM CASOS DE MICOTOXINAS
DIAGNÓSTICO DE ZOOTOXINAS – QUADRO HEMORRÁGICO COM MELENA
MANEJO EM BOVINOS INTOXICADOS POR SAMAMBAIA
INTOXICAÇÃO POR PARAQUAT
TRATAMENTOS ESPECÍFICOS
BUFOTOXINAS E ARRITMIA
MICOTOXINAS
ASSOCIAÇÃO DE SINAIS E ANIMAIS
MECANISMOS DE AÇÃO
RESUMO DE TOXICOLOGIA – MECANISMO, FONTE, TRATAMENTO E ESPECIFICIDADE
TÓXICOS E SEUS MECANISMOS DE AÇÃO
MEDICAMENTOS E DROGAS ILÍCITAS
ZOOTOXINAS
PARASITICIDAS
RODENTICIDAS ILEGAIS
PLANTAS TÓXICAS AGROPECUÁRIAS
PLANTAS ORNAMENTAIS
MICOTOXINAS E METAIS PESADOS
ALIMENTOS TÓXICOS