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FISIOPATOLOGIA
O sistema circulatório é formado pelo 
coração e pelos vasos sanguíneos e 
linfáticos, sendo as artérias coronárias 
as responsáveis pelo suprimento 
sanguíneo nutritivo do coração.
CONCEITO
Manifestações clínicas 
compatíveis com isquemia 
miocárdica aguda causada 
por diferentes graus a 
oclusão da artéria coronária 
por placa de ateroma.
ATEROSCLEROSE
A formação de placas ateroscleróticas inicia-se 
com a agressão ao endotélio vascular das 
artérias por diversos fatores de risco, como 
dislipidemia, hipertensão arterial ou tabagismo. 
FATORES DE RISCO
Se dividem em dois grupos: os não 
modificáveis, os quais não são suscetíveis 
à modificação e/ou à eliminação, e os 
modificáveis, que podem ser modificados 
ou atenuados por mudanças no estilo de 
vida e/ou pela utilização de medicamentos.
Fatores de risco não modificáveis Fatores de risco modificáveis
Gênero masculino Tabagismo
Idade
≥ 45 anos para homens
≥ 55 anos para mulheres
Diabetes mellitus
Hipertensão arterial
Dislipidemias
História familiar de aterosclerose 
(parentes de primeiro grau 45 anos para homens e > 55 anos 
para as mulheres, HA, diabete, dislipidemias, obesidade, 
tabagismo, sedentarismo e estresse.
DEFINIÇÃO
Necrose do músculo 
cardíaco causada por 
isquemia prolongada que 
pode ser por vasoespasmo
e/ou trombose sobre uma 
placa aterosclerótica.
O trombo ocorre sobre 
uma placa aterosclerótica, 
complexa e irregular, 
geralmente fissurada ou 
ulcerada, levando a um 
estreitamento luminal da 
coronária, que reduz o fluxo 
sanguíneo para o miocárdio 
e, consequentemente, a 
oferta de oxigênio.
MORTALIDADE
A maioria das mortes por IAM ocorrem 
fora do ambiente hospitalar, uma vez que a 
maior parte delas acontecem nas primeiras 
horas de manifestação dos sintomas.
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ENERGIA
O aporte de 20 a 30 kcal/kg de 
peso/dia, de forma prática, 
atinge as necessidades na 
maioria dos casos.
LIPÍDIOS
A quantidade de gordura da dieta deve ser 
de 25 a 35% do VCT. Deve -se priorizar a 
oferta de PUFA e MUFA, sendo 10% e 
20% do VCT, respectivamente.
CARBOIDRATOS
A recomendação de 
carboidratos em geral varia 
de 50 a 55% da ingestão 
energética total, priorizando 
os carboidratos integrais com 
baixa carga glicêmica.
SÓDIO
Recomenda-se a ingestão de até 6g 
de cloreto de sódio de cozinha, que 
corresponde a 2 g/dia de sódio.
FIBRAS
Incluir de 20 a 30 g de fibras 
alimentares solúveis e insolúveis por 
dia na dieta para facilitar o trânsito 
intestinal e aumentar o volume fecal.
A recomendação hídrica deverá ser de 30 mL/kg/peso. 
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ENERGIA
28 kcal/ kg de peso para pacientes com 
estado nutricional adequado e 32 kcal/kg 
de peso para pacientes nutricionalmente 
depletados, devendo ser considerado o 
peso do paciente sem edemas.
OBJETIVO
A dietoterapia tem como 
objetivo fornecer energia e 
nutrientes necessários, 
minimizar a perda de peso, 
recuperar o estado nutricional 
e evitar sobrecarga cardíaca.
A IC é uma síndrome clínica ocasionada por 
anormalidade cardíaca em bombear o sangue 
(disfunção sistólica) e/ou de acomodar o 
retorno sanguíneo (disfunção diastólica). 
CARBOIDRATOS
A recomendação de carboidratos em 
geral varia de 50 a 55% da ingestãoenergética, priorizando os carboidratos 
integrais com baixa carga glicêmica.
LIPÍDIOS
A quantidade de gordura da dieta deve 
ser de 30 a 35% da ingestão energética. 
Deve-se priorizar, na medida do possível, um 
maior consumo de gorduras poli-insaturadas 
e monoinsaturadas, em especial ômega 3. 
PARTE 1
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SÓDIO
Recomenda-se uma dieta com até 6 g de 
sódio, individualizada conforme as 
características do paciente e o estágio da 
IC, sendo que esse valor deverá ser 
adaptado à situação clínica do paciente.
PROTEÍNAS
A recomendação de proteínas em 
geral varia de 15 a 20% da 
ingestão energética, priorizando as 
proteínas de alto valor biológico. 
FIBRAS
A inclusão de fibras na dieta auxilia na 
regularização do funcionamento 
intestinal, sendo recomendado de 25 a 
30 g/dia, sendo 6 g de fibra solúvel.
POTÁSSIO
A recomendação diária de potássio é de 
50 a 70 mEg na ausência de alterações 
bioquímicas desse mineral. Deve-se sempre 
avaliar os níveis plasmáticos de potássio. 
PARTE II
Pacientes com grau de 
desnutrição avançada 
necessitam de até 2 g de 
proteínas/kg peso/dia para 
garantir a síntese proteica. 
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A ingestão de carnes vermelha e processada aumenta o risco de 
câncer colorretal, enquanto o uso de bebidas alcóolicas está 
relacionado com o aumento dos cânceres de boca, faringe, laringe, 
esôfago, colorretal e mama. 
GORDURA CORPORAL
Manter o peso corporal 
dentro dos limites normais de 
IMC e evitar o ganho de peso 
e aumentos da CC.
ALIMENTOS CALÓRICOS
Consumir raramente alimentos com 
alta densidade energética (225 a 
275kcal/100g), evitar bebidas 
açucaradas e alimentos fast-foods.
ALIMENTOS DE 
ORIGEM VEGETAL
Consumir pelo menos 5 
porções (400g) de verduras e 
frutas variadas, cereais pouco 
processados e/ou leguminosas 
em todas as refeições, limitar 
alimentos processados.
ALIMENTOS DE 
ORIGEM ANIMAL
Consumir menos de 500g de 
carne vermelha por semana, 
incluindo pouca ou nenhuma 
quantidade de carne processada.
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O excesso de gordura corporal está 
relacionado com o aumento do risco de 
câncer de esôfago, pâncreas, vesícula 
biliar, colorretal, mama, endométrio e rins.
BEBIDAS ALCOÓLICAS 
Evitar, mas se forem consumidas, o 
consumo deve ser limitado a 2 doses/dia 
para homens e 1 doce/dia para mulheres,
AMAMENTAÇÃO
Amamentar exclusivamente as 
crianças com leite materno até 
os 6 meses de vida.
PRESERVAÇÃO, PROCESSAMENTO E PREPARO
Evitar alimentos salgados ou preservados em sal, limitar 
a ingestão de sal em menos de 6g/dia (2,4g de sódio) e 
não consumir cereais e grãos mofados.
SUPLEMENTOS ALIMENTARES
As necessidades nutricionais devem ser 
alcançadas pela alimentação, estes não são 
recomendados para a prevenção de câncer.
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A assistência nutricional ao paciente oncológico 
deve ser individualizada e incluir a triagem, a 
avaliação, o cálculo das necessidades e a terapia 
nutricional até o seguimento ambulatorial.
OBJETIVOS
Prevenir ou reverter o declínio do 
estado nutricional, evitar caquexia 
e melhorar o balanço nitrogenado.
MÉTODOS DE TRIAGEM
São exemplos: nutritional risk
screening (NRS, 2002), a avaliação 
subjetiva global (ASG), a ASG-PPP e o 
índice de prognóstico nutricional (IPN). 
AVALIAÇÃO DE GORDURA
São exemplos: bioimpedância elétrica 
(BIA), a tomografia computadorizada 
(TC) e a densitometria (DEXA). 
TRIAGEM NUTRICIONAL
Em pacientes com triagem anormal, recomenda-se 
avaliação objetiva e quantitativa da ingestão nutricional, 
sintomas de impacto nutricional, massa muscular, 
desempenho físico e grau de inflamação sistêmica. 
AVALIAÇÃO
Para detectar distúrbios nutricionais em 
estágio inicial, recomenda-se avaliar 
regularmente a ingestão nutricional, a 
mudança de peso e o IMC.
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O grau e a prevalência da desnutrição dependem 
do tipo, localização e do estágio do tumor, dos 
órgãos envolvidos, dos tipos de terapia antitumoral 
utilizadas e da resposta do paciente.
SÍNDROME ANOREXIA-CAQUEXIA
Processo de desnutrição associado a anorexia, 
produção de citocinas, aumento do gasto 
energético, ativação de estado inflamatório, 
hipoalbuminemia e perda grave de peso.
DEFINIÇÃO
Síndrome multifatorial caracterizada 
pela perda de massa muscular que 
não pode ser revertida com suporte 
nutricional convencional e acarreta 
progressiva disfunção orgânica. 
FISIOPATOLOGIA
Balanço nitrogenado e proteico negativo, associado 
a redução da ingestão alimentar (anorexia) e 
alterações metabólicas (hipermetabolismo).
PRÉ-CAQUEXIA: Perda de peso 
 5%, 
IMC 2% , com diminuição da 
ingestão e inflamação sistêmica.
CAQUEXIA REFRATÁRIA: 
Catabolismo e ausência de 
resposta à terapia anticâncer. 
Expectativa de vidafornecidos 
em quantidades aproximadamente iguais à 
dose diária recomendada não em altas doses 
na ausência de deficiências especificas. 
PROTEÍNAS
Superior a 1 g/kg/ dia e, se 
possível, até 1,5 g/kg/dia. 
ATIIDAE FÍSICA
Recomenda-se manutenção ou aumento do nível de 
atividade física em pacientes com câncer para sustentar 
a massa muscular, função física e padrão metabólico. 
CORTICOSTERÓIDES 
Sugere-se considerar corticosteroides para 
aumentar o apetite de pacientes com câncer 
anorexígeno com doença avançada por um 
período restrito (1 e 3 semanas).
AMINOÁCIDOS
Não ha ́ dados clínicos consistentes 
suficientes para recomendar a 
suplementação com aminoácidos.
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PROGESTINAS
Considerar-se as progestinas para 
aumentar o apetite de pacientes com 
câncer anorexígeno com doença avançada.
AGENTES PROCINÉTICOS
Em pacientes com queixa de saciedade precoce, 
após o diagnóstico e tratamento da constipação, 
sugere-se considerar agentes procinéticos.
ÁCIDOS GRAXOS N-3 
Em pacientes com câncer 
avançado em quimioterapia e 
com risco de perda de peso ou 
desnutridos, sugere-se o seu 
uso para estabilizar ou melhorar 
o apetite, ingestão alimentar, 
massa magra e peso corporal. 
DISFAGIA
Recomenda-se rastrear e controlar a disfagia 
e incentivar e educar os pacientes sobre como 
manter sua função de deglutição durante a NE. 
ARGININA
Aumenta a produção de óxido nítrico, 
protege contra a reperfusão de lesões, 
promove a manutenção e a ativação das 
células T e melhora o balanço de nitrogênio.
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Existe uma correlação positiva entre uma dieta pobre nesses 
nutrientes e o aparecimento de alguns tipos de câncer, mas não 
existe nenhuma evidencia de que o excesso ou a suplementação 
dos antioxidantes possa prevenir a carcinogênese. 
FONTES
Os antioxidantes estão presentes 
naturalmente em uma dieta rica em 
frutas, vegetais e hortaliças e os 
mais estudados são os carotenoides, 
as vitaminas C (ácido ascórbico) e E
(tocoferol), o selênio e os flavonoides.
DEFINIÇÃO
Qualquer substância que, mesmo em baixas 
concentrações, é capaz de atrasar ou inibir 
a oxidação, diminuindo a concentração de 
radicais livres (RL) no organismo.
A primeira é a de prevenção, que 
se caracteriza pela proteção 
contra a formação de 
substâncias agressoras.
A segunda é a de interceptação 
dos radicais livres.
E a última é a de reparo, que 
ocorre quando a prevenção e a 
interceptação não foram 
completamente efetivas e os 
produtos da destruição dos RL.
LINHAS DE DEFESA
Atuam nas três linhas de defesas 
orgânicas contra os radicais livres:
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VITAMINA E 
Inclui oito compostos e o de maior atividade biológica 
é o alfatocoferol. Sua capacidade antioxidante é 
exercida por meio da inibição da peroxidação lipídica, 
protegendo a integridade das membranas biológicas.
CAROTENOIDES
Têm papel na prevenção do câncer em função 
de suas habilidades em extinguir o radical 
superóxido e de capturar radicais peroxila, 
sendo também potentes moduladores do 
crescimento e da diferenciação celular. 
LICOPENO
Aparece como um dos 
antioxidantes mais potentes, sugerido 
na prevenção da carcinogênese e da 
aterogênese, por proteger moléculas 
como lipídios, LDL, proteínas e DNA.
VITAMINA C
Aparece como um dos 
antioxidantes mais potentes, sugerido 
na prevenção da carcinogênese e da 
aterogênese, por proteger moléculas 
como lipídios, LDL, proteínas e DNA.
SELÊNIO
Ele desempenha importante 
função no estímulo ao sistema 
imune e também interfere no 
processo de carcinogênese e na 
fase da progressão da doença.
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