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BÚSSOLA ZERO
2024
BÚSSOLA ZERO
© Copyright 2023 da Inspirali.
É permitida a reprodução total ou parcial, desde que sejam respeitados os direitos do 
autor, conforme determinam a Lei n.º 9.610/98 (Lei do Direito Autoral) e a
Constituição Federal, art. 5º, inc. XXVII e XXVIII, “a” e “b”.
M149b
 Machado, José Lúcio Martins.
 Bússola Zero [recurso eletrônico] / José 
 Lúcio Martins Machado et. al. - Santo André, 
 SP: Difusão Editora, 2023.
 Inclui bibliografia.
 ISBN 978-65-00-64773-0 (Facilitador)
 1. Medicina e saúde. 2. Saúde. 3. Estudo e 
 ensino. I. Título.
CDD 610
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Ficha catalográfica elaborada pela Dtcom. Bibliotecária – 
Vanessa Gabriele de Araújo - CRB 14/1498)
S U M Á R I O
COMO FAZEMOS NA INSPIRALI ...............................................................................7
O currículo integrado .....................................................................................................8
 
Organização em atividades curriculares ....................................................................13
Aprendizagem Baseada em Equipes (Team Based Learning) e Sala de Aula 
Invertida (SAI) em atividades curriculares .......................................................13
Práticas Médicas no SUS – PMSUS ......................................................................14
Habilidades Médicas e Estações Clínicas (HM/EC) .........................................14
Práticas em laboratório ........................................................................................15
SISTEMAS DE AVALIAÇÃO ......................................................................................17
Aspectos Gerais ...............................................................................................................18
Resultados das avaliações ...................................................................................23
Instrumentos de avaliação ..................................................................................24
Avaliação processual de aprendizagem (APA) .................................................25
Portfólio reflexivo .................................................................................................26
Avaliação de desempenho (D1 e D2) ................................................................27
Avaliação de desempenho prático ..............................................................................30
Mini Clinical Evaluation Exercise (Mini-CEX) ...................................................30
Objective Structuuctured Clinical Examination (OSCE) ................................31
Global rating (conceito global) ...........................................................................31
Avaliação do internato .........................................................................................32
Teste de progresso individual .............................................................................31
Plano de melhoria .................................................................................................34
Resultados da avaliação e conceitos de aprendizagem por instrumentos 
de avaliação ............................................................................................................35
Reteste .....................................................................................................................37
Mudança de Ciclo ..................................................................................................39
Conselho de Classe .............................................................................................41
Avaliação de desempenho dos docentes - ADD .............................................42
Avaliação das Atividade Curriculares – AAC ....................................................42
UNIDADES CURRICULARES ....................................................................................43
Core Curriculum ..............................................................................................................44
O que é e como funciona .....................................................................................44
Avaliação .................................................................................................................44
 
Habilidades médicas ......................................................................................................45
Objetivos e estratégias educacionais ...............................................................45
Avaliação .................................................................................................................45
Saúde Baseada em Evidências .....................................................................................46
O que é SBE? ...........................................................................................................46
Intencionalidade educacional ............................................................................46
Momentos de avaliação .......................................................................................47
Habilidades cirúrgicas ...................................................................................................48
O que é .....................................................................................................................48
Objetivos gerais .....................................................................................................48
Metodologia ...........................................................................................................49
Avaliação .................................................................................................................49
Práticas Médicas no Sistema Único de Saúde ..........................................................50
Intencionalidade educacional ............................................................................50
Avaliação .................................................................................................................51
Necessidades e cuidados em saúde ...........................................................................52
Composição ............................................................................................................52
Processamento da Situação Problema .............................................................52
Aprendizagem Baseada em Problemas ............................................................54
Organização da NCS ..............................................................................................55
Avaliação .................................................................................................................56
REFERÊNCIAS ........................................................................................................57
Referências recomendadas ..........................................................................................58
ANEXOS ................................................................................................................61
Anexo 1 - Modelos da Avaliação Processual de Aprendizagem (APA) ......................62
Anexo 2 - Portfólio Reflexivo ........................................................................................71
Anexo 3 - Modelo de Mini-CEX .....................................................................................77
Anexo 4 - Objective Structured Clinical Examination (OSCE) ................................79
COMO FAZEMOS
NA INSPIRALI
8
O currículo integrado
No currículo integrado, a utilização de metodologias ativas de ensino 
aprendizagem e a perspectiva processual da aquisição de competência 
são os referenciais utilizados para o desenvolvimento do Curso de 
Medicina na Inspirali. Nesse sentido, a matriz curricular articula 
unidades curriculares temáticas, simulações e práticas profissionais, 
por meio da aprendizagem6. Diferenciar as urgências e emergências cirúrgicas de maior 
incidência relacionadas às especialidades cirúrgicas a fim de 
executar os devidos encaminhamentos;
OBJETIVOS GERAIS
49
METODOLOGIA
As metodologias aplicadas são o Team Based Learning (TBL), treino 
de habilidades e a simulação virtual. As sessões de aprendizagem 
no formato de TBL têm por objetivo trazer a reflexão e os conceitos 
necessários a serem aplicados na clínica cirúrgica; os treinos de 
Habilidades desenvolvem as habilidades psicomotoras dos principais 
procedimentos cirúrgicos; e a Simulação virtual oportuniza aos 
estudantes a prática do raciocínio clínico e a tomada de decisão da 
clínica cirúrgica de uma forma interativa e instigante.
AVALIAÇÃO
O aproveitamento do estudante é verificado por meio de uma avaliação 
de desempenho com questões de múltipla escolha e discursivas, uma 
avaliação prática no modelo OSCE, com no mínimo seis estações 
curtas; e portfólio. As estações do OSCE devem abordar situações 
para avaliação da tomada de decisão na indicação cirúrgica e também 
estações práticas para que os estudantes possam demonstrar seu 
aprendizado em determinados procedimentos cirúrgicos esperados 
para o médico generalista.
7. Desenvolver habilidades cirúrgicas de determinados procedimentos 
cirúrgicos a fim de solucionar situações mais prevalentes em 
prontos-socorros e emergências quando não há um especialista.
50
INTENCIONALIDADE EDUCACIONAL
A Unidade Curricular de Prática Médica no SUS – PMSUS visa promover 
o desenvolvimento de capacidades nas três áreas de competência do 
perfil, com uma abordagem crescente e orientada à terminalidade em 
relação ao perfil de competência, em cenários reais do trabalho em 
saúde, no contexto do SUS. Nesses cenários, o erro deve ser evitado 
em função de potenciais riscos ou danos às pessoas. Assim, a vivência 
dos estudantes é acompanhada por docentes das universidades e 
apoiada por preceptores e pela equipe de saúde do serviço no qual 
os estudantes são inseridos, abrangendo os seguintes conteúdos ao 
longo do curso, sendo aprofundados a cada etapa:
Práticas Médicas no 
Sistema Único de Saúde 
Necessidades de saúde biológicas, subjetivas e sociais de 
pacientes reais atendidos nas unidades de saúde da prática 
(saúde da família e comunidade); aplicação de critérios para 
identificação de necessidades de saúde de pessoas atendidas: 
nutrição, respiração, proteção/segurança, autonomia, interação 
social, autopercepção, perfil de saúde-doença, atenção à saúde; 
desenvolvimento da racionalidade científica e do raciocínio 
epidemiológico; compromisso social com a cidadania e com a 
saúde coletiva no contexto da unidade de saúde da prática.
História de vida, história clínica e exame físico (semiologia 
médica) de pessoas atendidas e vinculadas à unidade de saúde 
de prática.
Planos de cuidado individuais e coletivos, segundo necessidades 
identificadas, com foco na promoção da saúde e prevenção 
de doenças de pessoas atendidas na unidade de saúde de 
prática; aplicação de critérios para a elaboração dos planos de 
cuidado: singularização; contextualização; evidência científica; 
negociação e pactuação; monitoramento e avaliação.
51
Atenção à saúde na unidade de saúde de prática – macrogestão: 
Sistema Único de Saúde e o modelo de atenção à saúde, 
desenvolvido na unidade de saúde da prática; estratégia saúde 
da família e comunidade – política nacional e organização dessa 
atenção na unidade de prática; territorialização e distritos 
sanitários; modelo de gestão da atenção à saúde, desenvolvido 
na unidade de saúde da prática; atenção primária e atenção 
integral à saúde; rede escola de atenção à saúde; pensamento 
estratégico situacional.
Atenção à saúde na unidade de saúde de prática – microgestão: 
trabalho da equipe de saúde da família: trabalho multiprofissional 
e relações de estudantes e docentes com a equipe de saúde da 
unidade de prática; identificação de obstáculos e oportunidades 
de melhoria no trabalho em saúde na ESF na unidade de saúde 
de prática; reuniões de equipe; apoio matricial; educação 
permanente.
Estudos epidemiológicos: caracterização das dez famílias 
acompanhadas pelos estudantes; distribuição de variáveis 
relacionadas ao perfil demográfico; consolidação dos dados das 
famílias do pequeno grupo de estudantes inseridos na unidade 
de saúde; epidemiologia descritiva; acesso a bancos de dados – 
sistemas de informação em saúde.
Processos educacionais na saúde: estratégias de aprendizagem 
e metacognição; formulação de hipóteses, de questões de 
aprendizagem e propostas de transformação da realidade; 
raciocínio crítico reflexivo e do trabalho colaborativo e ético, por 
meio da problematização.
AVALIAÇÃO
A avaliação acontece no meio e no final do semestre, sendo composta 
por avaliação formativa e de portfólio (AF1 e AF2) e duas avaliações de 
desempenho (D1 e D2), com questões de múltipla escolha e discursivas.
52
COMPOSIÇÃO
Necessidades e 
Cuidados em Saúde 
Processamento de Situação Problema – Abertura (ou Síntese 
Provisória) e fechamento (ou Nova Síntese).
Práticas nos Laboratórios Morfofuncionais e Multidisciplinares.
 
Processamento e Síntese de Conhecimento Profundo (TBL).
PROCESSAMENTO DA SITUAÇÃO PROBLEMA
A Unidade Curricular (UC) Necessidades e Cuidados em Saúde – 
NCS utiliza o processamento de Situações Problema prevalentes da 
prática médica, no contexto do SUS. Explora capacidades cognitivas, 
atitudinais e psicomotoras, considerando as situações prevalentes 
nos diferentes ciclos de vida e o perfil de competência do estudante, 
segundo o semestre/módulo do curso. Para atingir os objetivos 
educacionais, a UC NCS é desenvolvida por meio de três estratégias 
educacionais: Aprendizagem Baseada em Problemas em pequenos 
grupos (NCS-ABP), Aprendizagem Orientada por Roteiros de Estudo no 
Laboratório de Morfofuncional e Laboratórios Multidisciplinares (LMF) 
e Aprendizagem Baseada em Equipes (NCS-TBL).
53
Os conceitos de necessidades de saúde – olhar ampliado para as 
dimensões do processo saúde-doença e terapêutica e escolha da 
melhor alternativa de cuidado, – norteiam o trabalho de estudantes e 
docentes:
1. Processos biológicos normais e alterados;
2. Processos sociais, culturais, ecológicos/ambientais, éticos e 
legais vinculados à saúde-doença;
3. Processos comportamentais/psicológicos normais e alterados;
4. Processos de cuidado no contexto do SUS;
5. Processos educacionais por meio da aprendizagem baseada em 
problemas.
Essa atividade curricular também focaliza o desenvolvimento de 
capacidades da área de competência “Educação em Saúde”, considerando 
as capacidades de aprender a aprender e de metacognição.
A Atividade Curricular da NCS conta com a utilização de situações- 
problema (SPs) como disparadores da aprendizagem. As SPs são 
elaboradas por docentes especialistas, com apoio dos autores do 
projeto pedagógico do curso, e cumprem o papel de desencadear o 
processo ensino-aprendizagem, permitindo a exploração de conteúdos 
cognitivos relacionados aos processos e fenômenos abordados. As 
SPs trazem situações do cotidiano da prática médica que, pela própria 
natureza, favorecem o reconhecimento da utilidade dos saberes a 
serem construídos para melhor entender e intervir na situação.
As SPs também apresentam diferentes pontos de vista em relação 
a uma situação de saúde-doença. Essas diferenças favorecem o 
desenvolvimento do pensamento complexo, que objetiva evitar 
raciocínios lineares e simplificados da realidade e dos problemas 
nela inseridos. Essa ampliação visa oportunizar uma prática médica 
contextualizada e coerente com os desafios do mundo contemporâneo, 
especialmente no cuidado à saúde das pessoas e populações.
54
A Aprendizagem Baseada em Problemas é realizada em pequenos 
grupos. Para o processamento de uma Situação Problema, os estudantes 
recebem textos elaborados pelos professores com a apresentação 
de uma situação e são estimulados a: (i) identificar problemas; (ii)formular hipóteses ou pressupostos que explicam os problemas 
identificados; (iii) relacionar as discussões dos problemas e hipóteses 
e com situações semelhantes encontradas na realidade; (iv) elaborar 
questões de aprendizagem para melhor explicar a situação; (v) buscar 
novas informações cientificamente fundamentadas; (vi) construir 
esquemas de conhecimento da forma mais consistente e abrangente 
possíveis; (vii) autoavaliar e avaliar os desempenhos dos participantes 
do trabalho em pequeno grupo e do facilitador.
Na síntese provisória (i; ii; iii; iv; v), temos a exploração de uma 
situação com identificação de conhecimentos prévios e das fronteiras 
de aprendizagem expressas nas questões de aprendizagem. Na 
nova síntese (vi; vii) acontece a socialização das buscas e novas 
informações para a construção de novos saberes a partir das questões 
de aprendizagem e da análise crítica das informações. As questões 
de aprendizagem consideradas mais potentes são aquelas voltadas à 
compreensão, análise, síntese ou avaliação. As avaliações formativas 
são realizadas verbalmente durante e ao final de cada encontro do 
pequeno grupo. Iniciar a avaliação de forma apreciativa, garantindo 
primeiramente o reconhecimento de conquistas e oferecendo 
oportunidades de melhoria, de construção de novos significados e de 
renegociação do pacto de convivência, sempre que for necessário. Para 
tanto, são focalizadas a autoavaliação, a avaliação de desempenho dos 
pares (grupo) e do facilitador.
APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMAS
55
ORGANIZAÇÃO DA NCS
Essa atividade curricular contempla um conjunto de ações 
educacionais presenciais, organizadas em encontros de comunidades 
de aprendizagem, compostas por até quinze estudantes apoiados por 
um docente no papel de facilitador. O desenvolvimento das ações 
educacionais ocorre em dois momentos, em pequeno grupo, com 2 
h/ aula de trabalho para Abertura do problema (Síntese Provisória), e 
2 h/aula de trabalho para Fechamento do problema ou Nova Síntese. 
Para cada uma dessas partes teremos um Professor/facilitador; um 
estudante Coordenador, que terá o papel de facilitar/coordenar o 
grupo; e um estudante relator que sintetizará as discussões do grupo. 
Todos do grupo deverão passar pelo menos uma vez pelos papéis de 
Coordenador ou de relator das atividades.
A composição dos grupos de trabalho de NCS é reorganizada 
semestralmente de modo a favorecer o desenvolvimento de capacidades 
para o trabalho em pequeno grupo, garantindo a maior diversidade 
possível com representatividade de algumas características da turma 
de estudantes. Todas as atividades são conduzidas por professores 
facilitadores, com a exceção da atividade Aprendizagem Baseada em 
Equipes, que poderá ser também conduzida por docentes especialistas 
e docentes facilitadores. Após o processamento de uma determinada 
SP em 2 sessões de pequenos grupos, é programada uma atividade 
cujo objetivo maior é o de “aprofundamento da aprendizagem”.
Para tanto a estratégia educacional utilizada é a da “Aprendizagem 
Baseada em Equipes” (TBL – Team Based Learning).
O TBL é desencadeado a partir da leitura prévia de textos selecionados 
e/ou uma situação/contexto que funciona como disparador de 
aprendizagem – é o momento de compartilhamento. Cada estudante 
analisa individualmente a situação ou os materiais indicados para um 
estudo prévio. Após esse estudo ou leitura, os estudantes respondem 
a um conjunto de testes de múltipla escolha que abordam a tomada de 
decisão frente à situação/contexto em questão. Após compartilharem 
suas escolhas individuais, cada equipe discute as alternativas e busca 
um consenso ou pacto para a discussão dos resultados por equipe. As 
alternativas definidas pelas equipes são debatidas pelo facilitador ou 
56
AVALIAÇÃO
A avaliação acontece no meio e no final do semestre, sendo composta 
por avaliação formativa e de portfólio (AF1 e AF2); e duas avaliações de 
desempenho (D1 e D2), com questões de múltipla escolha e discursivas.
por um ou mais especialistas. Após os esclarecimentos e diálogo com as 
respostas e dúvidas das equipes, os especialistas apresentam desafios 
de aplicação dos conhecimentos em novas situações simuladas.
Na Aprendizagem Orientada por Roteiros de Estudo no Laboratório 
Morfofuncional (LMF), os estudantes recebem previamente um guia 
organizado em tópicos de aprendizagem para o seu estudo, com o 
apoio presencial de dois a três docentes que atuam como consultores 
para esclarecimentos de dúvidas. As três atividades educacionais da 
UC NCS são organizadas por meio das Unidades Temáticas de Ensino e 
seus objetivos.
57
AUTO, B. D. S.; VASCONCELOS, M. V. L; PEIXOTO, A. L. V. A. Clinical skills 
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Educação Médica, v. 45, n. 2, 2021. Disponível em: https://www.scielo.
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de Educação Superior. Resolução CNE/CES nº4 de 7 de novembro de 
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DOMINGUES, R. C. L.; AMARAL, E.; BICUDO-ZEFERINO, A. Global rating: 
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Referências
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http://old.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-55022009000100019&script=sci_abstract
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https://journals.lww.com/academicmedicine/Abstract/1996/01000/Global_rating_scales_in_residency_educ
https://journals.lww.com/academicmedicine/Abstract/1996/01000/Global_rating_scales_in_residency_educ
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https://journals.lww.com/aca-demicmedicine/_layouts/15/oaks.journals/downloadpdf.aspx?an=00001888-2
58
OMS – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Saúde para Todos, 1997.
OMS – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Declaração de Alma Ata, 
1978.
OMS – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Declaração de Edimburgo, 
1988.
OMS – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Educação Médica nas 
Américas, 1990.
REFERÊNCIAS RECOMENDADAS:
CUSHING, A. Assessment of non-cognitive factors. In: International 
handbook of researchin medical education. Dordrecht : Springer, 
2002, p. 711-755.
GRONLUND, N.E.; WAUGH,C.K. Achievement assessment and 
instruction. Assessment of student achievement. USA: ERIC, 2006, p. 
01-13.
HARDEN, R.M.; STEVENSON, M.; DOWNIE, W.W.; WILSON, G.M. 
Assessment of clinical competence using objective structured 
examination. vol 1. USA: Br Med J,1975, p.: 447-51.
HEITZMAN, N.; SEIDEL, T.; OPITZ, A.; HETMANEK, A.; WECKER, C.; 
FISCHER, M.; UFER, S.; SCHMIDMAIER, R.; NEUHAUS, B.; SIEBECK, M.; 
STÜRMER, K;. Facilitating diagnostic competences in simulations: 
a conceptual framework and a research agenda for medical and 
teacher education. Frontline Learning Research, vol. 7, n. 
4, 2019. Disponível em: https://www.researchgate.net/
publication/336770954_Facilitating_diagnostic_competences_in_
simulations_A_conceptual_framework_and_a_research_agenda_for_
medical_and_teacher_education. Acesso em 14 de março de 2022.
https://www.researchgate.net/publication/336770954_Facilitating_diagnostic_competences_in_simulations_A_conceptual_framework_and_a_research_agenda_for_medical_and_teacher_education
https://www.researchgate.net/publication/336770954_Facilitating_diagnostic_competences_in_simulations_A_conceptual_framework_and_a_research_agenda_for_medical_and_teacher_education
https://www.researchgate.net/publication/336770954_Facilitating_diagnostic_competences_in_simulations_A_conceptual_framework_and_a_research_agenda_for_medical_and_teacher_education
https://www.researchgate.net/publication/336770954_Facilitating_diagnostic_competences_in_simulations_A_conceptual_framework_and_a_research_agenda_for_medical_and_teacher_education
59
LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. 17 ed. São Paulo: 
Cortez, 2005.
ROYAL, K. D.; GUSKEY, T. R. On the appropriateness of norm – and 
criterion-referenced assessments  in medical education. 
Ear, Nose & Throat Journal, ed. 94, n. 7, p. 252–254. doi: 
10.1177/014556131509400701. Disponível em: https://journals.
sagepub.com/doi/full/10.1177/014556131509400701. Acesso em 
14 de março de 2022.
SCHUWIRTH, L.; DURNING, S.; KING, S. Assessment of clinical reasoning: 
three evolutions of thought. Diagnosis, vol. 7, n.3, 2020, p. 191-
196. https://doi.org/10.1515/dx-2019-0096. Disponível em:Satisfatório Precisa melhorar - 1ªAF ( ) 2ªAF ( )
 Satisfatório Insatisfatório s/frequência ou em final de ciclo
6) Conceito
68
Estudante: __________________________________________________ Etapa: ____________ 
Grupo:_______ Docente/facilitador(a):__________________________________________ 
Data:___/___/_____ 
1) Como têm sido a construção de capacidades do(a) estudante nas atividades da Síntese 
Provisória? (na identificação, na explicação de problemas ou hipóteses explicativas por 
meio de compartilhamento do seu conhecimento prévio e sua participação na elaboração 
de questões de aprendizagem)? Justifique.
2) Como têm sido a construção de capacidades do(a) estudante nas atividades da Nova 
Síntese (como realizou a busca; como analisou as informações; como tem compartilhado 
seus aprendizados, e como tem sido a construção de novos significados)? Justifique.
Avaliação do Processo de Aprendizagem (APA) - Necessidades e Cuidados em Saúde 
(NCS)
69
3) Como tem sido a construção do e-portfólio na atividade curricular (O portfólio demonstra 
o percurso de aprendizagem do estudante e suas reflexões? O que aprendeu? O que não 
aprendeu ou tem dúvidas? E planos formulou para aprender o que não aprendeu? Qual sua 
autoavaliação? Avaliação de seu grupo? Avaliação do facilitador (a)? de suas atividades/)? 
Justifique.
4) Como tem sido o cumprimento dos pactos de trabalho? (Remeta se ao Pacto realizado 
pelo grupo para responder este item.) Justifique.
5) Registro do plano de melhoria - recomendações e/ou sugestões individualizadas para 
cada estudante (indique ações, movimentos que o estudante pode realizar individualmente 
ou com auxílio do grupo e/ou facilitador para enfrentar suas dificuldades/lacunas).
70
6) Conceito
 Satisfatório - 1ªAF ( ) 2ªAF ( ) Precisa melhorar - 1ªAF ( ) 2ªAF ( )
 Insatisfatório – Por frequência (falta > 75%) ou final de ciclo
7) Comentários do(a) estudante:
8) Comentários do(s) colega(s):
Assinatura do(a) docente(a)/facilitador(a) __________________________________________
Assinatura do(a) estudante _______________________________________________________
71
Anexo 2 – Portfólio Reflexivo
APRESENTAÇÃO
A produção do portfólio é uma atividade formal do curso e componente 
de avaliação presencial e à distância de acompanhamento do processo 
de ensino e aprendizagem. Desta forma, faz parte da avaliação 
formativa e propicia o estabelecimento de planos de melhoria quando 
são identificadas áreas que requerem atenção ou desafios de superação 
ou aprofundamento.
MARCO LEGAL
Em alinhamento com os princípios das Diretrizes Curriculares 2014, 
todas as atividades educacionais do Curso de Medicina são elaboradas 
com a finalidade de contemplar o perfil de competência do profissional 
médico ao final do curso nas suas três grandes áreas de competência: 
educação, gestão e atenção à saúde. As atividades do curso são apoiadas 
em metodologias ativa de ensino que consideram o aprendizado 
como um processo ativo, onde o conhecimento não é transmitido 
e apreendido de forma passiva, e sim construído pelos estudantes, 
considerando a subjetividade de cada um. Neste sentido o Portfólio é 
um instrumento de acompanhamento do ensino e aprendizado, onde 
podemos observar ganhos e lacunas que devem assegurar planos de 
melhoria durante todo o curso, incentivando estudantes e professores 
a aprender a aprender.
72
APRESENTAÇÃO
A atividade de portfólio se constitui como um espaço de diálogo 
entre facilitador e estudantes para reflexão sobre aprendizagens 
e realizações, com base nas atividades vivenciadas e disparadas a 
partir dos temas abordados em determinados momentos do curso. 
As produções e realizações representam a trajetória individual de 
aprendizagem de cada participante relacionada ao objeto e objetivos 
do curso.
O principal propósito do portfólio utilizar a reflexão individual para 
potencializar o aprendizado, por meio da integração de saberes 
aprendidos em todas as atividades curriculares. A complexa atividade 
médica ganhara um olhar de integralidade. O estudante deve ser 
provocado a integrar as suas ações, vivências e conhecimento. A se 
perguntar? - O que eu estou aprendendo no NCS me ajudará em que 
nas ações em UBS e nas simulações; Como eu estou me relacionando 
com meu grupo? Com meu facilitador? Com a minha dupla? Com as 
equipes da UBS? Em que isso facilita ou não meu aprendizado? Como 
posso fazer para vencer minhas dificuldades pessoas e lacunas? A 
compreender os determinantes sociais da saúde e o processo saúde 
doença.
73
O QUE COLOCAR NO PORTFÓLIO?
1. Memorial ou Narrativa de vida: no início do 1º semestre 
os estudantes deverão escrever em uma lauda, sobre sua 
vida e fatos que o levaram a estar agora neste curso de 
medicina.
2. Linha de base: a cada semestre este item tem que trazer 
as suas expectativas por Unidades Curriculares. Estas 
expectativas serão revisitadas no final do semestre e 
avaliadas se foram ou não alcançadas e os porquês.
3. Reflexões sobre as atividades educacionais: o portfólio 
deve organizar as reflexões do estudante sobre cada 
unidade curricular (UC), mas as integrando em torno 
das seguintes questões: Quais são as expectativas de 
aprendizagem acerca de cada unidade curricular? O que 
uma UC auxilia ou não no desempenho da outra? O que o 
estudante já sabe? O que está aprendendo? Quais fontes 
têm consultado para responder suas lacunas? O que não 
está aprendendo? O que tem dúvidas? O que está fazendo 
com o que não está aprendendo ou tem dificuldades, está 
construindo planos de melhoria? Importante registrar 
reflexões e sentimento sobre cada grupo ou espaço de 
aprendizagem que esteja participando inclusive Ligas e 
outros.
4. Avaliações: avaliações pessoais das atividades 
desenvolvidas, avaliação sobre o seu desempenho 
(autoavaliação), do seu grupo, dupla e sobre seu facilitador, 
e de toda comunidade escolar, caso queira.
5. Atenção: não se corrige portfólio. Os facilitadores deverão 
apoiar a construção.
Itens necessários:
74
ONDE ELABORÁ-LO
Nossa proposta é que o portfólio seja registrado no Google sites. Até que 
todos os acessos estejam disponíveis, o professor deverá solicitar que 
todos enviem o portfólio para ele, antes do dia do compartilhamento.
COMO O PORTFÓLIO SERÁ AVALIADO?
No dia do compartilhamento, o estudante deverá ter em mãos/digital 
o seu portfólio.
O compartilhamento poderá ser coletivo – em duplas (é aconselhado 
que o primeiro seja coletivo) e serão individuais em casos de exceção.
No primeiro encontro dedicado ao portfólio, a atividade poderá ser 
realizada coletivamente, na sala de aula, com os estudantes divididos 
em pares: Pede-se aos estudantes que inicialmente em duplas 
compartilhem seus portfólios, um identifica no portfólio do outro as 
experiências (facilidades e dificuldades; o que achou interessante 
no portfólio do outro) e vivências (reflexões, avaliações pessoais das 
atividades) em trabalhar com Portfólio (30 min).
Algumas perguntas orientadoras podem ajudar no acompanhamento
dos portfólios e na identificação de evidências:
O que você mais valoriza no seu portfólio? 
Como você organiza os documentos trabalhados no curso e que 
considera relevantes? 
Como você utiliza os produtos das buscas (literatura) para 
fundamentar o pensamento crítico-reflexivo? 
Como você dialoga com seus saberes com a literatura, qualificando 
as reflexões pessoais e oriundas do trabalho em grupos? 
Como você registra as reflexões sobre a trajetória no curso, com 
seu grupo, dupla, facilitador, as conquistas e aprendizagens 
realizadas? 
75
O facilitador deverá estar atento para a presença dos itens necessários. 
O Formato é pessoal, singular e subjetivo: pode ser um site, pode ser 
descritivo, pode ser mapa mental ou conceitual, pode ser descritivo 
etc.
On-line: pede-se que os estudantescompartilhem os seus portfólios 
por 20 min, em duplas (pode até ser anterior a sessão de portfólio), e 
que respondam as perguntas orientadoras sobre o Portfólio do colega.
Após esse momento de conversa em duplas, cerca de 20 min on-
line, cada dupla apresentará a lógica de construção do portfólio do 
outro, destacando que tipo de aprendizado essa troca propiciou. 
O facilitador deve solicitar que cada participante compartilhe 
o que sabe e que experiências anteriores teve na construção 
de portfólio e o que identificaram de boas práticas (algo que 
gostaram e podem até passar a fazer) e dificuldades, e que 
plano de melhoria proporia ao colega com quem compartilhou a 
atividade (30-40 min).
Nos encontros individuais de portfólio com o facilitador, ele 
deverá deixar o estudante apresentar o portfólio e/ou pedir 
esclarecimentos de partes do portfólio e propor um plano de 
melhoria, não só do portfólio, mas de lacunas identificadas no 
aprendizado do estudante.
Uma dica para os que tem dificuldades de escrever suas reflexões no 
portfólio é solicitar que durante o portfólio individual gravem o que 
falarão com o professor e depois escutem e escrevam.
O portfólio não deverá ser uma complicação. Será o diário de bordo 
dos estudantes, que os auxiliam em sua autoavaliação e avaliação 
formativa.
76
No meio do semestre: satisfatório ou precisa melhorar, com 
feedback individual, ou em dupla ou grupo, conforme avaliação 
do facilitador.
Ao final do semestre, será atribuído o conceito satisfatório ou 
precisa melhorar, com feedback individual alinhado com os 
pontos sinalizados na avaliação anterior. É importante destacar 
que, como o portfólio é um instrumento que reflete a trajetória 
do estudante no curso, seu conceito deve estar alinhado com 
as demais avaliações realizadas e com a autoavaliação do 
estudante.
O conceito Insatisfatório é atribuído nos momentos de virada de 
ciclo aos estudantes que não alcançaram o conceito Satisfatório.
AVALIAÇÃO DO FACILITADOR
O facilitador deverá considerar os itens necessários e utilizar dois 
conceitos:
77
 Mini-CEX PRECISA 
MELHORAR SATISFATÓRIO SATISFATÓRIO EM 
EXCELÊNCIA
NÃO OBSERVADO
NÃO APLICÁVEL
Anamnese
Usa efetivamente questões 
apropriadas para obter informações 
adequadas e acuradas. Obtém 
informações fluentemente. 
Consulta bem estruturada.
Explora ideias, preocupações e 
expectativas do paciente.
Habilidades de comunicação
Estabelece vínculo.
Responde apropriadamente a 
informações verbais e não verbais. 
Escuta e explora a perspectiva do 
paciente.
Comunicação clara e efetiva (olha, 
escuta, interage).
Exame clínico
Realiza o exame físico de forma 
eficiente e em uma sequência 
lógica. Identifica os sinais clínicos 
corretamente.
Utiliza instrumentos diagnósticos 
de forma adequada.
Demonstra sensibilidade às 
necessidades do paciente.
Lava as mãos e utiliza medidas de 
precauções Básicas. 
Raciocínio Clínico
Procura informação relevante e 
específica para construção do 
diagnóstico diferencial.
Gera hipóteses diagnósticas 
apropriadas ou identifica o 
problema. Procura por sinais 
físicos específicos que auxiliam na 
confirmação ou não da hipótese 
diagnóstica aventada.
Explica as razões do pedido de 
exames e dos tratamentos e 
considera o risco e benefício das 
ações diagnósticas.
Profissionalismo e qualidades 
humanísticas 
Demonstra respeito e empatia. 
Estabelece uma relação de 
confiança, buscando atender as 
necessidades do paciente (conforto, 
confidencialidade etc.)
Anexo 3 – Modelo de Mini-CEX
78
 Mini-CEX PRECISA 
MELHORAR SATISFATÓRIO SATISFATÓRIO EM 
EXCELÊNCIA
NÃO OBSERVADO
NÃO APLICÁVEL
Orientações e Plano terapêutico 
(Habilidades de aconselhar 
paciente) 
Obtém consentimento do paciente, 
quando necessário, para realizar 
exames ou procedimentos.
Educa o paciente e orienta sobre 
medidas preventivas, promoção à 
saúde e plano terapêutico sempre 
que indicado.
Explica sobre a história natural 
da doença e prognóstico quando 
indicado.
Interpreta os resultados da 
investigação clínica e produz uma 
síntese coerente com a história e 
exame físico.
Demonstra uma abordagem 
bem organizada para obter e 
oferecer informações
Utiliza bem o tempo.
Organização e priorização das ações 
durante o atendimento.
Demonstra eficiência durante o
Atendimento.
Avaliação Geral da Competência 
Clínica
Considere o atendimento 
observado como um todo e faça sua 
avaliação. Aqui, o que desejamos 
é o conceito global sobre o 
desempenho do estudante.
Conceito Satisfatório: 70% das dimensões avaliadas (exemplo: das 7 dimensões avaliadas o 
estudante obteve conceito Satisfatório em 5).
Satisfatório com Excelência: o estudante obterá o conceito Satisfatório com Excelência (SE) 
quando acertar 90% ou mais das dimensões avaliadas.
79
AVALIAÇÃO EM AMBIENTES CONTROLADOS E 
NÃO CONTROLADOS DE APRENDIZAGEM
Define-se ambiente controlado de avaliação aquele cenário em que as 
variáveis estão potencialmente sob controle dos atores do processo 
avaliativo, previamente planejado e validado, minimizando as possíveis 
interferências não planejadas ou intercorrências que interfiram 
principalmente na validade e confiabilidade do método. As avaliações 
que ocorrem neste cenário, tanto formativas quanto somativas, são 
“estandardizadas”, com instrumentos propícios para se aferir ou gerar 
dados confiáveis sobre o desenvolvimento cognitivo, de habilidades 
ou atitudes dos estudantes, do curso e dos educadores. Como exemplo 
podemos citar os testes de múltipla escolha ou questões dissertativas, 
o teste de progresso, as avaliações formativas critério- referenciadas, 
diálogos de portfólio e o Objective Structured Clinical Examination 
(OSCE).
Os ambientes não controlados são, por definição, relacionados 
aos cenários de vivência da prática profissional real, portanto 
sujeitos a interferências de baixo potencial de controle de quem 
planeja a avaliação, que são compostas por variáveis extremamente 
diversas do meio externo, sejam pessoas (que incluem pacientes e 
acompanhantes), ambientes, equipes etc., próprios da vivência real do 
mundo profissional. Tornam-se válidas e confiáveis por incorporarem 
justamente este universo não protegido e não “estandardizado”. São 
mais utilizadas para gerar dados sobre o desempenho ou performance 
profissional no contexto de sua complexidade intrínseca ou extrínseca. 
Como exemplos podemos citar o Mini Clinical Evaluation Exercise 
(Mini-CEX), One Minute Preceptor (OMP), dentre outros.
Anexo 4 – Objective Structured 
Clinical Examination (OSCE)
80
OSCE - OBJECTIVE STRUCTURED, CLINICAL 
EXAMINATION (EXAME CLÍNICO OBJETIVO E 
ESTRUTURADO POR ESTAÇÕES)
Antes de nos aprofundarmos especificamente no método de avaliação 
do desenvolvimento de Habilidades (e por que não conhecimento 
e atitudes?), mais aceito em educação em saúde, o Exame Clínico 
Objetivo e Estruturado por Estações (OSCE – Objective Structured, 
Clinical Examination), gostaríamos de citar alguns princípios básicos 
a serem considerados em todo processo avaliativo, em especial nesta 
modalidade:
Um único método de avaliação é falho; são necessários vários 
métodos e vários focos (ou dados) avaliativos para se atribuir 
competência, considerando o impacto dos resultados no 
educando, educador e no próprio planejamento do curso, 
adotando assim a perspectiva de Avaliação Programática;
Avaliações “estandardizadas” precisam ter o instrumento 
validado;
A validade das avaliações reside principalmente nos avaliadores 
e não só no instrumento;
A sustentabilidade da avaliação deve ser vista como um processo 
contínuo relacionado ao número crescente de dados e formas de 
avaliar, compondo um Sistema de Avaliação;
A avaliação dirige e é parte do processo de aprendizagem; 
A avaliação dos avaliadores e o feedback são imprescindíveis;
Além da confiabilidade* e validade**, deve-se levar em conta o 
impacto educacional, a aceitabilidade, o custo, a factibilidade, e 
o todo levar à utilidade da avaliação.
* A validade de uminstrumento ou método de avaliação é a sua capacidade de avaliar, efetivamente, o 
“que” deve realmente ser avaliado.
81
A elaboração de um OSCE requer uma grande mobilização e envolvimento 
do grupo de avaliadores tanto para o planejamento quanto para a 
operacionalização, aplicação (incluindo o preenchimento do checklist 
por estação por estudante) e devolutiva. A literatura aponta que um 
número em torno de 10 estações garante maior confiabilidade na 
avaliação, porém a validade é extremamente dependente do avaliador. 
Pode-se utilizar casos elaborados que necessitem de um maior tempo 
de observação e desempenho do estudante (estações longas, com 
aproximadamente 30 minutos para cada estudante) ou casos curtos, 
focados nas habilidades objetivamente planejadas (estações curtas, 
com aproximadamente 8 minutos para cada estudante), a depender 
sempre “daquilo que se quer avaliar”, por exemplo, um ou mais 
processos ou procedimentos. Todos estes itens trazem preocupações 
na factibilidade deste tipo de avaliação.
Um dos pontos mais sensíveis de todo o processo é sem dúvidas 
a validade, tendo em vista o prolongado tempo de aplicação e a 
interferência pessoal do avaliador, da subjetividade mesmo com 
o checklist, cansaço, disposição, fatores emocionais, empatia etc. 
Vários autores têm destacado também o custo, a operacionalização e 
a “artificialização” do comportamento dos estudantes determinados 
pelo checklist, como fatores que dificultam a aplicação de um bom 
OSCE.
O OSCE continua sendo o método mais utilizado para avaliar a 
competência clínica em ambientes controlados, em especial os de 
simulação clínica de diversos níveis de fidelidade e complexidade, 
mas muitas adaptações têm causado interferências em sua utilidade. 
Sugere-se a realização de OSCE periodicamente, ao longo do currículo 
e do desenvolvimento de competências, durante a graduação, com 
a intencionalidade de aumentar a geração de dados da Avaliação 
Programática, para que possam ser utilizados na certificação da 
competência dos educandos a profissionais. Apesar de ter esta grande 
ênfase na graduação, é um método que tem sido cada vez mais utilizado 
nos exames de residência médica.
(Texto elaborado a partir de capítulo de livro no prelo, escrito pelo Diretor 
Regional da Inspirali Prof. João Bizario, na íntegra em Bizario e Meninn – 
Editora Atheneu, BRANDÃO et al., 2022).orientada para a integração entre ensino e 
serviço no âmbito das Redes de Atenção à Saúde do SUS, ou seja, entre 
o trabalho em saúde e a escola médica. As bases dessa integração são: 
formação orientada por competências, abordagem construtivista da 
educação, articulação teoria-prática e avaliação programática, critério 
referenciada, formativa e somativa.
O perfil do médico a ser formado apresenta três áreas de competência: 
Atenção à saúde; (II) Gestão em saúde; e (III) Educação em saúde. Esse 
desenvolvimento é progressivamente construído ao longo de três 
ciclos de dois anos cada, que promovem, aprofundam e mobilizam as 
capacidades que fundamentam a formação profissional em diversos 
cenários da prática profissional. O desenvolvimento de desempenhos 
que conformam as áreas de competência ocorre simultaneamente, ao 
longo dos ciclos, com progressão de domínio, acurácia e autonomia 
dos estudantes na prática médica.
Na Atenção à Saúde, os princípios e competências gerais apontadas 
como fundamentais a serem proporcionadas pelo egresso são: 
1. O acesso universal e a equidade como direito à cidadania; 
2. A integralidade e humanização do cuidado; 
3. A qualidade na atenção à saúde; 
4. A segurança na realização de processos e procedimentos; 
5. A preservação da biodiversidade com sustentabilidade; 
6. A ética profissional; 
7. A comunicação; 
8. A promoção da saúde; 
9. O cuidado centrado na pessoa sob cuidado na família e na 
comunidade;
10. A promoção da equidade no cuidado adequado e eficiente à 
pessoa com deficiência.
9
A Gestão em Saúde visa à formação do médico capaz de compreender 
os princípios, diretrizes e políticas do sistema de saúde e de participar 
de ações de gerenciamento e administração para promover o bem-
estar da comunidade, por meio das seguintes dimensões gerais: 
1. Gestão do Cuidado; 
2. Valorização da Vida; 
3. Tomada de Decisões; 
4. Comunicação; 
5. Liderança; 
6. Trabalho em Equipe; 
7. Construção participativa do sistema de saúde;
8. Participação social e articulada nos campos de ensino e 
aprendizagem das redes de atenção à saúde.
Na Educação em Saúde, o graduando de medicina da Inspirali deverá 
ser corresponsável pela própria formação inicial, continuada e em 
serviço, e pela sua autonomia intelectual e responsabilidade social, ao 
tempo em que se compromete com a formação das futuras gerações 
de profissionais de saúde, e ao estímulo à mobilidade acadêmica e 
profissional, tendo por objetivos: 
1. Aprender a aprender;
2. Aprender com autonomia e com a percepção da necessidade da 
educação continuada; 
3. Aprender interprofissionalmente; 
4. Aprender em situações e ambientes protegidos e controlados ou 
em simulações da realidade; 
5. Comprometer-se com seu processo de formação; 
6. Participar de programas de Mobilidade Acadêmica e Formação 
de Redes Estudantis;
7. Dominar língua estrangeira.
10
Na Inspirali, o perfil do médico é progressivamente construído ao longo 
de três ciclos de dois anos cada, que promovem, aprofundam e mobilizam 
as capacidades que fundamentam a formação profissional em diversos 
cenários da prática profissional. Vale destacar que o curso não é mais 
organizado por disciplinas, mas sim por Unidades Curriculares (UCs) 
que são trabalhadas de maneira integrada e articulada. As unidades 
curriculares são os componentes-chaves do curso, sendo vistas como 
unidades mínimas e indivisíveis dos currículos, possibilitando um 
pensamento mais complexo e sistêmico. As UCs abrangem todos os 
conteúdos, habilidades e competências relacionados a diferentes 
complexos temáticos, que anteriormente estavam dispersos em 
disciplinas ao longo do curso. Dessa forma, a cada semestre, o estudante 
tem a oportunidade de relacionar conteúdos, práticas reais, práticas 
simuladas de cada unidade curricular num processo de aprendizagem 
contextualizado, com grau de complexidade crescente e continuada, 
que fomenta a construção do conhecimento de forma autônoma pelos 
estudantes.
O currículo de Medicina da Inspirali é constituído de 12 Módulos 
Educacionais Integradores: da Prática, da Simulação da Prática e da 
Formação Geral. Cada Módulo tem a duração de 1 semestre/etapa. O 
1º ao 4º módulo constituem o Ciclo I do currículo. O 5º ao 8º Módulo 
constituem o Ciclo II e o 9º ao 12º configuram o Ciclo III.
Cada Módulo do Ciclo I possui duas Unidades Curriculares Relacionadas 
a Práticas em Cenários de Simulação: 
• Necessidades e Cuidados em Saúde – NCS, Habilidades Médicas 
e Estações Clínicas – HM/EC, uma Unidade Relacionada à Prática 
em Cenários Reais, Práticas Médicas no SUS (PMSUS) e uma 
Unidade de Conhecimentos Gerais, Core Curriculum. A carga 
horária total de um Módulo corresponde à carga horária total do 
semestre/etapa.
11
Cada Módulo do Ciclo II possui duas Unidades Curriculares Relacionadas 
a Práticas em Cenários de Simulação:
• Necessidades e Cuidados em Saúde – NCS, Habilidades Médicas 
e Estações Clínicas – HM/EC), e uma Unidade Relacionada à 
Prática em Cenários Reais, Práticas Médicas no SUS (PMSUS). A 
carga horária total de um Módulo corresponde à carga horária 
total do semestre/etapa.
O internato médico, desenvolvido no Ciclo III, é elemento fundamental 
da formação profissional e ocorre em um período de dois anos letivos 
no final do Curso, integrando e consolidando a formação médica. As 
atividades do internato são realizadas em sistema de rodízio nos 
cenários de práticas relacionadas às Redes de Atenção à Saúde do 
município e região, em ambulatórios, Hospitais e Unidades Básicas de 
Saúde.
O desenvolvimento nos ciclos é cumulativo (Quadro 1). A aquisição de 
competências alia-se ao processo de incorporação de valores éticos e 
humanísticos que se expressam em oportunidades de aprendizagem 
em cenários de prática que vivenciam a ciência com o cotidiano das 
pessoas, comunidades e serviços de saúde com os quais os estudantes 
e o curso como um todo interagem.
12
Quadro 1 – Progressão do domínio e da autonomia no desenvolvimento de 
competências dos estudantes, segundo critérios de excelência.
ÁREAS DE 
COMPETÊNCIA
CICLO I CICLO IICICLO II CICLO III
1º e 2°
 
Módulo 
Etapa
3º e 4°
 
Módulo 
Etapa
5º e 6°
 
Módulo 
Etapa
7º e 8°
 
Módulo 
Etapa
9º e 10°
 
Módulo 
Etapa 
Internato
11º e 12°
 
Módulo 
Etapa 
Internato
ATENÇÃO À 
SAÚDE
++ ++ +++ ++++ +++++ ++++++
GESTÃO EM 
SAÚDE
+ ++ +++ ++++ +++++ ++++++
EDUCAÇÃO EM 
SAÚDE
++ ++ +++ ++++ +++++ ++++++
Legenda: (+) intensidade do grau de domínio, de acrácia e de autonomia no desenvolvimento de competência, sendo seis 
o valor máximo.
A formação do profissional por perfil de competências considera o 
desenvolvimento crescente de capacidades, ou seja, a partir de uma série 
de atividades curriculares desenvolvidas que culminarão no desempenho 
esperado ao final do curso.
13
Organização em 
atividades curriculares
A operacionalização dos conteúdos modulares da 1ª à 8ª etapa (ou 
semestre) é feita através das seguintes atividades: Tutoriais em pequenos 
grupos; Aulas/conferências e/ou sessões de TBL – Aprendizagem por 
Equipes; Interação ensino – serviços – comunidade; Habilidades e 
atitudes (informações em saúde, comunicação, habilidades clínicas e 
cirúrgicas); Práticas em laboratórios; e Disciplinas de Conhecimentos 
Gerais.
GRUPOS TUTORIAIS
Compostos por cerca de 15 estudantes e um tutor, com sessão de 
cinco horas de duração, uma vez por semana, com processamento de 
problemas relacionados ao processo saúde-doença.
Com quatro horas de duração e em uma vez por semana, as sessões 
são realizadas por professores do curso, sobre temas que estão sendo 
abordados pelos estudantes nos grupos tutoriais e nas Habilidades 
Médicas/Estações Clínicas. Têm a finalidade de contribuir para a 
sistematização de conteúdos, aplicação em situações clínicas reais e 
indicação de meios para ajudar na análise dos problemas abordados. 
Acontecem de forma alternada entre sessões interativas de TBL (Team 
Based Learning ou AprendizagemBaseada em Equipes) e Sala de Aula 
Invertida (Flipped Classroom).
APRENDIZAGEM BASEADA EM EQUIPES 
(TEAM BASED LEARNING) E 
SALA DE AULA INVERTIDA (SAI)
14
PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS – PMSUS 
HABILIDADES MÉDICAS E 
ESTAÇÕES CLÍNICAS (HM/EC)
Esta unidade curricular propõe-se a integrar teoria e prática, priorizando 
o enfoque biopsicossocial-bioético. Tem CH total semanal de 6 
horas, organizada em duas atividades curriculares: 4 horas de prática 
supervisionada no SUS e 2 horas de reflexão sobre a prática. É realizada 
em grupos de estudo e atividades supervisionadas nos serviços de 
Saúde, integrando com equipes multiprofissionais da Secretaria de 
Saúde do município, adotando a metodologia problematizadora e 
de investigação científica. Os campos de atuação são os ambientes 
comunitários, as equipes do Programa Saúde da Família, os serviços de 
Saúde de 1° nível de atenção, de 2° nível (UPA) e de 3° nível (hospitais 
conveniados).
As atividades práticas de HM/EC são realizadas nos laboratórios 
específicos nos quais os estudantes poderão experienciar as 
diferentes modalidades de simulação, a saber: treinos de habilidades 
psicomotoras; simulação com paciente ator; simulação virtual; e 
simulação realística. Nesta unidade curricular, serão abordados temas 
como: (a) habilidades de comunicação, (b) semiologia e propedêutica 
clínica; (c) técnicas e procedimentos clínicos; (d) profissionalismo e 
desenvolvimento de atitudes profissionais e pessoais; (e) trabalho e 
relação com equipes; (f) tecnologia médica e competências digitais. 
Toda a prática e toda reflexão consideram as diretrizes da segurança do 
paciente, o atendimento humanizado e a assistência integral à saúde.
As atividades são realizadas nos laboratórios específicos de treinamento 
de habilidades e simulação realística. É seguido um programa vertical, 
associado aos temas das Unidades Curriculares, incluindo (a) habilidades 
de comunicação profissional-paciente; (b) semiologia e propedêutica 
clínica; (c) técnicas e procedimentos clínicos; (d) profissionalismo e 
desenvolvimento de atitudes profissionais e pessoais; (e) trabalho e 
relação com equipes; (f) informática e tecnologia médica.
15
PRÁTICAS EM LABORATÓRIO
São distribuídas no decorrer dos quatro anos iniciais do curso, 
associadas aos temas e conteúdo das Unidades Curriculares, com maior 
concentração nos anos iniciais do curso médico, contemplando práticas 
de Morfologia (Anatomia Humana, Histologia, Embriologia), Bioquímica, 
Farmacologia, Fisiologia, Patologia Geral e Anatomopatologia, Análises 
Clínicas (Hematologia, Imunologia, Parasitologia, Microbiologia) e 
Propedêutica (métodos gráficos, radiologia, dentre outros).
A experiência de aprendizagem nos laboratórios se dá por meio da 
“Rotação em Estações”. Nessa abordagem, os recursos tecnológicos 
e clínicos criam um ambiente dinâmico, em que o estudante assume 
protagonismo em seu processo de aprendizado.
Os recursos de tecnologia e a condução do professor asseguram um 
aprendizado contínuo e duradouro, já que a interatividade e o feedback 
imediato permitem autonomia e personalização da experiência, os 
quais são elementos essenciais para o desenvolvimento de diferentes 
habilidades e competências médicas e comportamentais.
INSPIRALI | MEDICINA
Cada módulo corresponde a um 1 semestre (6 meses)
Mais detalhes sobre a matriz curricular podem ser obtidas com a Coordenação do Curso
1º MÓDULO 2º MÓDULO 3º MÓDULO 4º MÓDULO 5º MÓDULO 6º MÓDULO 7º MÓDULO 8º MÓDULO
9ª ETAPA 	
ESTÁGIOS OBRIGATÓRIOS 
ROTATIVOS (INTERNATO)
10ª ETAPA 	
ESTÁGIOS OBRIGATÓRIOS 
ROTATIVOS (INTERNATO)
11ª ETAPA 	
ESTÁGIOS OBRIGATÓRIOS 
ROTATIVOS (INTERNATO)
12ª ETAPA 
ESTÁGIOS OBRIGATÓRIOS 
ROTATIVOS (INTERNATO)
NCS 1 – Necessidades e Cuidados �
em Saúde 1 (Complexos Temáticos: 
Introdução ao Estudo da Medicina, 
Concepção e Formação do Ser 
Humano, Metabolismo)
TEÓRICA - 80H
PRÁTICA - 180H
TOTAL - 260H
HM/EC 1- Habilidades �
Médicas e Estações Clínicas 1
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 80H
TOTAL - 120H
PMSUS 1 – Práticas �
Médicas no SUS 1
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 80H
TOTAL - 120H
TEÓRICA - 40H
CORE 2 – Core Curricullum 2 – 
Antropologia na Saúde
TEÓRICA - 40H
PMSUS 2 – Práticas�
 Médicas no SUS 2
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 80H
TOTAL - 120H
HM/EC 2- Habilidades �
 Médicas e Estações Clínicas 2
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 80H
TOTAL - 120H
NCS 2 – Necessidades e Cuidados 
em Saúde 2 (Complexos Temáticos: 
Funções Biológicas; Mecanismos de 
Agressão e Defesa; Abrangência �
das Ações de Saúde)
TEÓRICA - 80H
PRÁTICA - 180H
TOTAL - 260H
NCS 3 – Necessidades e Cuidados 
em Saúde 3 (Complexos Temáticos: 
Nascimento, Crescimento de 
Desenvolvimento; Percepção, 
Consciência e Emoção; Processo de 
Evelhecimento
TEÓRICA - 80H
PRÁTICA - 180H
TOTAL - 260H
HM/EC 3- Habilidades�
 Médicas e Estações Clínicas 3
PRÁTICA - 80H
PMSUS 3 – Práticas �
Médicas no SUS 3
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 80H
TOTAL - 120H
CORE 3 – Core Curricullum 3 – 
Projeto Interdisciplinar 1
TEÓRICA - 40H
CORE 4 – Core Curricullum 4 – 
Projeto Interdisciplinar 2
TEÓRICA - 40H
PMSUS 4 – Práticas �
Médicas no SUS 4
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 80H
TOTAL - 120H
HM/EC 4- Habilidades �
Médicas e Estações Clínicas 4
PRÁTICA - 80H
NCS 4 – Necessidades e �
Cuidados em Saúde 4 (Complexos 
Temáticos: Proliferação Celular e 
Onco- gênese; Saúde da Mulher, 
Sexualidade e Planejamento 
Familiar; Intoxicações, Meio 
Ambiente e Saúde)
TEÓRICA - 80H
PRÁTICA - 180H
TOTAL - 260H
TEÓRICA - 80H
PRÁTICA - 180H
TOTAL - 260H
HM/EC 5- Habilidades�
 Médicas e Estações Clínicas 5
PRÁTICA - 80H
PMSUS 5 – Práticas �
Médicas no SUS 5
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 240H
TOTAL - 280H
PMSUS 6 – Práticas �
Médicas no SUS 6
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 240H
TOTAL - 280H
HM/EC 6 - Habilidades �
Médicas e Estações Clínicas 6
PRÁTICA - 80H
NCS 6 – Necessidades e Cuidados 
em Saúde 6 (Complexos Temáticos: 
Saúde Mental; Perda de Sangue; 
Fadiga, Perda de Peso e Anemias)
TEÓRICA - 80H
PRÁTICA - 180H
TOTAL - 260H
NCS 7 – Necessidades e Cuidados 
em Saúde 7 (Complexos Temáticos: 
Locomoção e Preensão; Distúrbios 
Sensoriais, Motores e da 
Consciência; Dispnéia, Dor �
Torácica e Edema)
TEÓRICA - 80H
PRÁTICA - 140H
TOTAL - 220H
HM/EC 7- Habilidades �
Médicas e Estações Clínicas 7
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 120H
TOTAL - 160H
PMSUS 7 – Práticas �
Médicas no SUS 7
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 240H
TOTAL - 280H
PMSUS 8 – Práticas �
Médicas no SUS 8
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 240H
TOTAL - 280H
HM/EC 8- Habilidades �
Médicas e Estações Clínicas 8
TEÓRICA - 40H
PRÁTICA - 120H
TOTAL - 160H
NCS 8 – Necessidades e Cuidados 
em Saúde 8 (Complexos Temáticos: 
Desordens Nutricionais e 
Metabólicas; Manifestações 
Externas das Doenças e 
Iatrogenias; Emergências)
TEÓRICA - 80H
PRÁTICA - 140H
TOTAL - 220H
Saúde da Criança I
PRÁTICA - 240H
Saúde da Criança II
PRÁTICA - 240H
Saúde do Adulto I
PRÁTICA - 240H
Saúde do Adulto II
PRÁTICA - 240H
Saúde da Mulher I
PRÁTICA - 120H
Saúde da Mulher II
PRÁTICA - 120H
Saúde da Família e Comunidade I
PRÁTICA - 240H
Saúde da Família e �
Comunidade II e Saúde Coletiva
PRÁTICA - 240H
Urgências e Emergências �
no Adulto
PRÁTICA - 240H
Saúde Mental e �
Saúde do Idoso
PRÁTICA - 240H
Urgências e Emergências �
na Mulher e na Criança
PRÁTICA - 240H
Optativo
PRÁTICA - 240H
CARGA HORÁRIA: 540H CARGA HORÁRIA: 540H CARGA HORÁRIA: 500H CARGA HORÁRIA: 500H CARGA HORÁRIA: 620H CARGA HORÁRIA: 620H CARGA HORÁRIA: 640H CARGA HORÁRIA: 640H CARGA HORÁRIA: 720H CARGA HORÁRIA: 720H
CARGA HORÁRIA: 720H CARGA HORÁRIA: 720H
TOTAL DOS MÓDULOS: 4640H
TOTAL DO INTERNATO: 2880H
TOTAL DO CURSO: 7520H
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (5% CH TOTAL): 360H
TOTAL GERAL: 7880H
SISTEMAS DE 
AVALIAÇÃO
18
Aspectos gerais
A avaliação do processo de ensino-aprendizagem deve ser contínua, 
dialógica, ética, democrática e corresponsável. O Sistema de Avaliação 
do Curso de Medicinada Inspirali é critério referenciado e programático, 
formado por um conjunto de instrumentos coerentes com os princípios 
do Projeto Pedagógico do Curso (PPC); e para cada unidade curricular 
estão programadas avaliações somativas e formativas. Desta forma, 
o desempenho do estudante é verificado em cada etapa/semestre 
e ao longo da formação acadêmica, sendo possível acompanhar seu 
desenvolvimento na articulação dos recursos cognitivos, psicomotores 
e afetivos em diferentes atividades de ensino-aprendizagem, como 
casos clínicos, situações reais ou simuladas do ambiente profissional, 
dentre outras.
No currículo da Inspirali, a avaliação segue as premissas de uma 
Avaliação Programática e está ancorada nos seguintes princípios: 
1. Contínua, dialógica, ética, democrática e corresponsável; 
2. Critério- referenciada, conforme os objetivos do curso e o perfil 
de competência estabelecido para o profissional médico a ser 
formado; 
3. Diagnóstica, formativa e somativa. 
Conforme proposto por Troncon (2016), a Avaliação Programática 
envolve um conjunto de ações diversificadas, mas coordenadas, que 
se desenvolvem em diferentes momentos, compondo um verdadeiro 
programa de avaliação, que tem como meta colocar em prática as 
várias funções de um processo avaliativo, beneficiando desta forma 
todos os envolvidos.
Uma avaliação é critério-referenciada quando os objetivos e o perfil de 
competências desejados são utilizados como critérios ou referências 
para a avaliação de produtos e resultados. Nesta proposta de avaliação 
busca-se identificar o desempenho do estudante na realização de uma 
determinada atividade e a capacidade de demonstrar a aquisição de 
conhecimento, habilidade ou competência, como, por exemplo, de 
realizar o exame físico do paciente ou descrever o conhecimento 
fisiopatológico de uma enfermidade. 
19
A avaliação critério-referenciada difere da normo-referenciada, uma 
vez que não se estabelece uma classificação/ranking de desempenho 
entre os educandos, pois o esforço educacional é direcionado para que 
todos alcancem o perfil de competência. Na Inspirali, o desempenho 
acadêmico de cada estudante é analisado de forma individual 
e contínua, permitindo acompanhar o deslocamento de cada 
estudante(a) em relação ao seu próprio processo de aprendizagem e 
ao longo da sua formação.
Para a avaliação da aprendizagem do estudante no Curso de Medicina, 
em cada unidade curricular estão programadas avaliações com caráter 
diagnóstico, formativo e somativo, nas quais o rendimento acadêmico 
é avaliado mediante a atribuição de conceitos.
O caráter diagnóstico do processo de avaliação assegura a gestão 
da qualidade do ensino e da aprendizagem, trazendo subsídios para 
proporcionar melhorias nas ferramentas didáticas e eventuais ajustes 
no conteúdo programático ou mesmo na estrutura curricular. Além disso, 
identifica os estudantes que requerem algum suporte individualizado 
em seu processo de aprendizagem. Na Inspirali, a avaliação diagnóstica 
é realizada de forma institucional sob a curadoria e gestão da equipe 
acadêmica, de acordo com cronograma preestabelecido, como, por 
exemplo, o Teste de Progresso Individual.
A avaliação formativa é contínua; tem como objetivo ajudar o estudante 
a reconhecer suas potencialidades e a identificar as competências 
que ainda precisam ser aprimoradas ao longo das etapas de sua 
formação acadêmica. A avaliação formativa provê feedback apreciativo 
construtivo para o estudante, durante ou após uma atividade curricular.
As atividades avaliativas formativas devem ser consideradas de 
forma longitudinal, ou seja, ao longo da trajetória de aprendizagem 
do estudante e em todos os ciclos de formação; e são registradas na 
Avaliação do Processo de Aprendizagem (APA). Servem de subsídio 
para essa avaliação as observações e registros dos professores sobre a 
participação dos estudantes nas aulas, os Feedbacks apreciativos que 
ocorrem após uma atividade curricular (como na seção de tutoria, na 
reflexão da prática e na simulação) e o portfólio reflexivo elaborado 
pelos estudantes.
20
A avaliação formativa deve instigar o estudante a desenvolver e 
construir planos de melhoria contínua durante todo o seu processo 
de ensino e aprendizagem, o que deve ser documentado em seu 
e-portfólio reflexivo. 
A avaliação Formativa estruturada da Inspirali compreende os seguintes 
elementos:
Autoavaliação: cada estudante avalia o próprio desempenho 
nas atividades de ensino-aprendizagem, com o intuito de 
desenvolver o senso de autocrítica e de responsabilidade pela 
aprendizagem, avaliando seus conhecimentos, habilidades, 
atitudes e ética profissional individualmente, mas também como 
participante do grupo.
Avaliação interpares: atividade que envolve feedback do colega 
que observou a execução de determinada ação e a escuta ativa 
de quem a executou, permitindo a aprendizagem a partir da 
observação.
Avaliação pelo professor/facilitador: relato do desempenho 
dos discentes em suas atividades, reforçando comportamentos 
positivos, apontando oportunidades de melhoria – um incentivo 
à reflexão crítica e o aprendizado auto conduzido, auxiliando o 
estudante a melhorar seu desempenho –, devendo ser:
1. Assertivo e específico, indicando com clareza e objetividade 
os desempenhos adequados e aqueles que o estudante pode 
melhorar; 
2. Descritivo, de modo a evitar julgamento de comportamentos; 
3. Respeitoso em relação às opiniões e ao consenso 
compartilhado;
4. Oportuno, em ambiente reservado e o mais próximo da 
situação ou comportamento que o motivou.
Portfólio reflexivo: documento de avaliação que deve ser 
elaborado pelo estudante, com registro do seu processo 
de aprendizagem, desempenhos alcançados, dificuldades 
encontradas e plano de melhoria para lidar com elas. Item 
obrigatório do sistema de avaliação de nosso projeto pedagógico, 
que desenvolve autonomia, a aprendizagem significativa e ativa, 
bem como a competência de “aprender a aprender”.
21
A avaliação somativa é uma avaliação focada no desempenho dos 
estudantes nas atividades educacionais de determinado período. 
Tem a finalidade de avaliar o aspecto cognitivo, psicomotor e afetivo, 
tornando visíveis a aquisição de conhecimento sobre temáticas 
específicas e o desenvolvimento de competências. O desempenho 
observado é comparado aos critérios referenciados pelos objetivos 
de aprendizagem do projeto pedagógico do curso e os resultados são 
expressos mediante conceitos qualitativos. A avaliação somativa da 
Inspirali compreende os seguintes elementos:
Avaliação com testes de múltipla escolha e questões dissertativas: 
avaliação de conhecimento, relacionada às Situações Problema 
discutidas e às temáticas desenvolvidas durante o semestre, 
sempre alinhadas aos critérios e perfil de competência definidos 
no PPC do curso. As questões discursivas são aquelas em que o 
estudante precisa discorrer sobre a resposta em forma de texto. 
Também chamada de questão aberta ou dissertativa, esse tipo 
de pergunta desafia o estudante a ler, compreender, assimilar 
seus conhecimentos e organizá-los em um texto coeso.
Avaliação prática: avaliação baseada em desempenho clínico, 
onde se propõe acompanhar o desenvolvimento de habilidades, 
conhecimentos, atitudes e competências para a prática médica, 
com ênfase em habilidades de comunicação interpessoal e 
procedimentos desenvolvidos na atenção primária, especializada 
e hospitalar. As avaliações de desempenho são diretamente 
observadas e podem se dar por meio de situações simuladas 
(OSCE) ou em Cenários Reais de Prática (Mini-CEX e “Long Case” 
CEX).
Apresentações de trabalhos em grupo: atividade aplicada 
no decorrer ou ao final de uma unidade curricular que visa 
sistematizar a experiência de aprendizado.
Relatório executivo: atividade individual ou em grupo que visa 
descrever/registrar a experiência de aprendizado ao longo de 
uma atividade ou unidade curricular.
22
A figura apresentada a seguir sintetiza os princípios e formasda 
avaliação na INSPIRALI.
Figura 1 – Representação esquemática do Modelo de Avaliação da Inspirali.
23
Os conceitos de aprendizagem são atribuídos a partir da análise 
dos desempenhos observados e o perfil de competência esperado, 
como proposto no modelo de avaliação critério-referenciada, para o 
semestre/etapa. Os conceitos utilizados são os seguintes:
Satisfatório com Excelência (SE): desempenho que alcançou a 
excelência no perfil de competência esperado nas avaliações 
somativas e formativas.
Satisfatório (S): desempenho considerado coerente com o perfil 
de competência esperado. Esse conceito pode ser empregado 
em avaliações formativas e somativas. O conceito Satisfatório 
permite a progressão do estudante no curso.
Precisa melhorar (PM): desempenho que não alcançou o 
resultado esperado em avaliações formativas e somativas para 
o qual deve ser formulado um Plano de Melhoria. O conceito 
Precisa Melhorar não impede a progressão do estudante dentro 
do ciclo de aprendizagem vigente, contudo, nos fechamentos 
de ciclo, os estudantes que não alcançaram os resultados 
almejados nos planos de melhoria podem ser retidos. Dentro 
de um mesmo ciclo de aprendizagem, o estudante com conceito 
Precisa Melhorar seguirá no seu histórico com status “a cursar”¹ 
na unidade curricular, até que demonstre deslocamento para o 
conceito Satisfatório, por meio das oportunidades de aceleração 
de aprendizagem previstas no Projeto Pedagógico do Curso.
Insatisfatório (I): desempenho que não alcançou o resultado 
esperado ao final de um ciclo de aprendizagem e após as 
devidas oportunidades de reavaliação. O Conceito Insatisfatório 
também é atribuído ao estudante que não cumpre o percentual 
obrigatório de presença (75%) e estará automaticamente 
reprovado no semestre/etapa independentemente dos 
resultados das avaliações realizadas.
RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES: 
CONCEITOS DE APRENDIZAGEM
1Em fase de ajuste no sistema para “cursado com pendência”
24
Para cada unidade curricular estão programadas avaliações formativas 
e somativas de desempenho do estudante conforme quadro a seguir.
Quadro 2 – Avaliações formativas e somativas de desempenho do 
estudante.
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
UNIDADE CURRICULAR AVALIAÇÃO FORMATIVA AVALIAÇÃO SOMATIVA
Necessidades e 
Cuidados em Saúde 
(NCS)
Avaliação do Processo 
de Aprendizagem 
(APA) + Portfólio 
Reflexivo + Feedback 
apreciativo contínuo
Avaliação de 
Desempenho 
(D1 e D2)
Práticas Médicas no 
SUS (PMSUS)
Avaliação do Processo 
de Aprendizagem 
(APA) + Portfólio 
Reflexivo + Feedback 
apreciativo contínuo
Avaliação de 
Desempenho 
(D1 e D2)
Habilidades Médicas/
Estações Clínicas 
(HM/EC) 
Saúde Baseada em 
Evidências (SBE)
Habilidades cirúrgicas
Avaliação do Processo 
de Aprendizagem 
(APA) + Portfólio 
Reflexivo + Feedback 
apreciativo contínuo
HM/EC – Avaliação de 
Desempenho Prático (D)
SBE – Avaliação de 
Desempenho (D) ou 
Relatório executivo
TOCE – Avaliação 
de Desempenho 
(D) e Avaliação de 
Desempenho Prático (D)
Core Curriculum ---
Apresentações de 
trabalhos em grupo e/
ou Relatório executivo 
e/ou avaliação de 
aprendizagem
25
Esta avaliação visa a reflexão do processo de aprendizagem: a 
autoavaliação dos estudantes, a avaliação do estudante com seus 
pares e grupo e a avaliação do facilitador. Nesta atividade, reflete-se 
sobre o deslocamento alcançado pelo estudante, partindo de sua linha 
de base: potências e desafios para trabalhar em grupo e o alcance das 
competências propostas para determinada atividade das Unidades 
Curriculares (UC). Avalia-se o deslocamento do próprio estudante e 
não o dele em relação aos outros. Portanto, é uma avaliação formativa 
e gera Plano de Melhoria para os próximos períodos. Sendo formativa 
e somativa somente no final dos ciclos (4ª e 8ª etapas). No formato de 
avaliação, são incluídos os seguintes domínios, conforme UC:
1. Como tem sido a construção de capacidades do(a) estudante 
nas atividades de simulação da prática médica (UC HM/EC);
2. Como tem sido a construção de capacidades do(a) estudante 
relacionadas ao processo de aprender nas atividades de 
reflexão e teorização sobre as simulações da prática médica 
(UC HM/EC);
3. Como tem sido a construção de capacidades do(a) estudante 
nas atividades da Síntese Provisória? (Na identificação, na 
explicação de problemas ou hipóteses explicativas por meio 
de compartilhamento do seu conhecimento prévio e sua 
participação na elaboração de questões de aprendizagem.) 
Justifique (todas UC).
4. Como tem sido a construção de capacidades do(a) estudante 
nas atividades da Nova Síntese? (Como realizou a busca; 
como analisou as informações; como tem compartilhado 
seus aprendizados, e como tem sido a construção de novos 
significados e síntese.) Justifique (todas UC).
5. Como tem sido o cumprimento dos pactos de trabalho (todas 
UC)?
AVALIAÇÃO PROCESSUAL DE APRENDIZAGEM 
(APA)
26
6. Como tem sido a construção do e-portfólio: reflete sobre cada 
cenário? (Simulações de trabalho em grupo? Avalia o grupo? 
Seu colega de simulação? Faz autoavaliação? Demonstra 
seu aprendizado? Suas necessidades educacionais? Indica o 
esforço que está fazendo para melhorar e sanar suas lacunas?) 
(Todas UC).
7. As recomendações e/ou sugestões para o estudante (Plano de 
Melhoria) deverão ser claras e diretas e construídas e pactuadas 
com o estudante (Todas UC).
8. E o conceito acordado, que poderá ser: Satisfatório ou Precisa 
Melhorar. O conceito Insatisfatório será atribuído quando 
a frequência for inferior a 75% ou no final do ciclo (4ª e 8ª 
etapa), quando não houve deslocamento dos estudantes 
para os itens que precisava melhorar. Deverá ser levado em 
consideração nas APA os conhecimentos, habilidades, atitudes, 
valores e ética do estudante.
Mais informações sobre a Avaliação Processual de Aprendizagem (APA) 
estão disponíveis no Anexo 1.
PORTFÓLIO REFLEXIVO
A atividade de portfólio se constitui como um espaço de diálogo 
entre facilitador e estudantes para reflexão sobre aprendizagens 
e realizações, com base nas atividades vivenciadas e disparadas a 
partir dos temas abordados em determinados momentos do curso. 
As produções e realizações representam a trajetória individual de 
aprendizagem de cada participante relacionada ao objeto e objetivos 
do curso.
O principal propósito do portfólio é utilizar a reflexão individual 
para potencializar o aprendizado, por meio da integração de saberes 
aprendidos em todas as atividades curriculares. A complexa atividade 
médica ganha um olhar de integralidade. O estudante deve ser 
provocado a integrar as suas ações, vivências e conhecimento. A se 
perguntar: O que eu estou aprendendo no NCS me ajudará em que 
nas ações em UBS e nas simulações? Como eu estou me relacionando 
com meu grupo? Com meu facilitador? Com a minha dupla? Com as 
27
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO (D1 E D2)
As Avaliações de Desempenho (D1 e D2) que ocorrem nas Unidades 
Curriculares (UC) de Necessidade e Cuidados em Saúde (NCS) e Práticas 
Médicas no SUS (PMSUS) são compostas, no mínimo, por 07 questões 
objetivas e 01 questão discursiva por Situação Problema (SP) ou por 
Oficina.
O conteúdo abordado nesta avaliação é de acordo com o semestre/ 
etapa do curso. Independentemente do momento da prova, a D1 
deverá abordar 50% das SPs/oficinas do semestre. Dessa forma, 
a D1 só deverá acontecer após 50% das SPs/oficinas terem sido 
processadas no semestre. A D2 deverá abordar os outros 50% e não é 
cumulativa.
A prova é presencial e preferencialmente em ambiente digital, realizada 
sob supervisão docente, no dia e horário definidos em calendário 
acadêmico. 
equipes da UBS? Em que isso facilita ou não meu aprendizado? Como 
posso fazer para vencer minhas dificuldades pessoais e lacunas? A 
compreender os determinantes sociais da saúde e o processo saúde- 
doença.
A produção do portfólio é uma atividade formal do curso e componente 
de avaliação presencial e à distância de acompanhamento do processo 
de ensino e aprendizagem.Desta forma, faz parte da avaliação 
formativa e propicia o estabelecimento de Planos de Melhoria quando 
são identificadas áreas que requerem atenção ou desafios de superação 
ou aprofundamento.
A elaboração do portfólio atende as normativas das Diretrizes 
Curriculares de 2014 do MEC e sua produção e entrega são 
obrigatórias. Assim, o estudante que não entregar o portfólio terá, 
automaticamente, o conceito “Precisa Melhorar” nas unidades 
curriculares que o requerem.
Mais informações sobre o Portfólio Reflexivo estão disponíveis no 
Anexo 2.
 
28
As questões das provas devem ser formuladas pelos professores das 
etapas e cadastradas na plataforma de avaliação, até 5 dias antes da 
prova, com o objetivo de garantir tempo hábil para sua validação, 
teste do ambiente e eventuais correções que se façam necessárias. A 
avaliação cadastrada na plataforma de avaliação precisa ser validada 
por outro professor da UC, que conferirá a formatação da prova e 
checar a resposta correta das questões, evitando possíveis equívocos 
que possam ocasionar a anulação do item.
As questões devem ter a resposta correta comentada e pelo menos 
uma referência bibliográfica que a valide.
As questões das avaliações são elaboradas e corrigidas com base em 
referências bibliográficas previstas nas bússolas e/ou indicadas pelo 
docente e apresentadas no momento de feedback da avaliação.
O estudante obterá o conceito Satisfatório com Excelência (SE) 
quando acertar 90% ou mais das questões objetivas e integralmente 
a questão discursiva por Situação Problema ou Oficina que componha 
uma Avaliação de Desempenho (D1 ou D2). Para alcançar SE em uma 
Avaliação de Desempenho, o estudante precisará obtê-lo em todas 
as Situações Problema ou Oficinas da prova. O estudante obterá o 
conceito SE na UC da etapa quando alcançar o SE nas avaliações de 
desempenho (D1 e D2) consecutivamente e, também, for Satisfatório 
nas avaliações formativas (AF1 e AF2) da unidade curricular. Além 
disso, é importante destacar, que o estudante que realizou reteste não 
é elegível ao conceito SE na respectiva UC.
O estudante obterá o conceito na Situação Problema ou Oficina quando 
acertar 70% ou mais das questões objetivas, ou seja, se acertar ao 
menos 5 de 7 questões objetivas e alcançar o conceito Satisfatório na 
questão discursiva.
Caso o estudante obtenha conceito Satisfatório (S) nas questões 
objetivas e Precisa Melhorar (PM) nas discursivas ou vice-versa, 
o conceito final da prova será Precisa Melhorar (PM). Neste caso, 
o estudante deverá elaborar o Plano de Melhoria, validá-lo junto 
ao professor e participar da nova oportunidade de aceleração da 
aprendizagem, realizando o reteste conforme previsto em calendário 
acadêmico.
29
Vale ressaltar que as Avaliações de Desempenho de NCS e PMSUS 
ocorrem no meio do semestre/etapa (D1) e no final da etapa (D2); e as 
avaliações práticas de HM/EC ocorrem no final da etapa. O período de 
avaliação das atividades do Core Curriculum (Ciclo I) fica a critério do 
professor.
O estudante que tiver avaliação anulada por fraude ou plágio receberá 
conceito Precisa Melhorar, terá que pactuar um Plano de Melhoria e 
estará automaticamente em reteste.
O feedback apreciativo da avaliação é uma atividade obrigatória, trata-
se de um momento de discussão da prova e deverá ocorrer até uma 
semana após a sua aplicação. Após o feedback, caso o estudante ainda 
tenha dúvidas ou discorde do gabarito da questão, ele poderá entrar 
com recurso e solicitar revisão. O prazo para solicitação de recurso é 
de 48 horas após o feedback da avaliação, de acordo com os seguintes 
critérios:
1. Utilizar o ambiente de recurso da plataforma de provas (ULIFE > 
selecionar CAMPUS > clicar em GESTÃO DE RESULTADOS > clicar 
em IR PARA MINHAS AVALIAÇÕES > Selecionar a prova > clicar 
em VER DESEMPENHO > clique em REGISTRAR RECURSO > OK)
2. Justificar com base na literatura o pedido de revisão (não serão 
aceitos materiais de blogues, sites e publicações livres ou não 
indexadas), descrevendo claramente o ponto de discordância e 
informando a resposta correta;
3. Justificar com pelo menos 2 referências bibliográficas. 
4. Atenção: os recursos só serão analisados se os requisitos de 
solicitação estiverem contemplados.
O processo de revisão da questão é conduzido pelos professores 
vinculados a avaliação, em até 15 dias úteis para resposta. Em caso 
de parecer favorável ao recurso, o conceito atribuído à questão será 
ajustado. 
O estudante tem direito a solicitar recurso das avaliações de 
desempenho cognitivo (D1, D2 e reteste).
30
O Mini Clinical Evaluation Exercise (Mini-CEX), uma escala de avaliação 
de competências clínicas, foi desenvolvido, na década de 1990, 
pelo American Board of Internal Medicine (ABIM), originalmente para 
avaliar o desempenho de residentes durante os atendimentos de seus 
pacientes. A utilização do Mini-CEX tem sido ampliada para graduação, 
principalmente do internato e avalia as seguintes competências: 
entrevista/história clínica;
exame físico;
qualidades humanísticas/profissionalismo;
raciocínio e juízo clínico;
comunicação e aconselhamento;
organização e eficiência;
e uma categoria global de competência clínica.
Durante a aplicação do Mini-CEX estão previstos dois momentos: o de 
observação e registro do desempenho do estudante durante a interação 
com o paciente; e o de feedback imediato e estruturado, realizado pelo 
professor ou preceptor (HEJRI et al., 2020). Mais informações sobre 
Mini-CEX estão disponíveis no Anexo 3.
MINI CLINICAL EVALUATION EXERCISE 
(MINI-CEX)
Avaliação de 
Desempenho Prático
31
O OSCE (Objective Structured, Clinical Examination – Exame Clínico 
Objetivo e Estruturado por Estações) foi descrito inicialmente por 
Harden nos anos 70, cujos estudos propuseram a utilização de 
múltiplas estações clínicas previamente preparadas e controladas, 
com examinadores experientes avaliando por meio de checklists 
predefinidos, que abrangem a observação da execução de tarefas 
que requerem múltiplas habilidades (comunicação, anamnese, exame 
físico, exames específicos, procedimentos etc.). Utilizam-se manequins, 
pacientes atores ou recursos diversos, em ambientes simulados da 
prática profissional, que garantam a padronização das estações, as 
quais possuem tema, contexto, direcionamento para o que se quer 
avaliar e principalmente intencionalidade. Outras informações sobre 
OSCE estão disponíveis no Anexo 4.
OBJECTIVE STRUCTURED CLINICAL 
EXAMINATION (OSCE)
GLOBAL RATING (CONCEITO GLOBAL)
O conceito global consiste em uma escala utilizada para avaliar 
competências, de maneira retrospectiva, de conhecimento, assiduidade 
e atitude. Trata-se de um instrumento amplamente utilizado na 
avaliação de residentes nos Estados Unidos, pois fornecem avaliações 
relativamente confiáveis e consistentes. Este instrumento foi indicado 
como um método de avaliação das seis competências gerais, mapeadas 
para médicos de todas as especialidades, no projeto de Accreditation 
Council for Graduate Medical Education (ACGME). São elas:
1. Cuidado com o paciente;
2. Conhecimento médico;
3. Aprendizagem e melhoria baseada na prática;
4. Habilidades interpessoais e de comunicação;
5. Profissionalismo;
6. Prática baseada em sistemas.
32
A avaliação multifacetada no internato médico é essencial, pois 
abrange diversos aspectos da formação médica, integrando teoria e 
prática. Enquanto as avaliações formativas focam no desenvolvimento 
contínuo e na identificação de áreas para melhoria, as avaliações 
somativas visam julgar a competência global ao fim de um período de 
treinamento. Essa abordagem holística assegura uma compreensão 
mais completa do progresso do estudante, enfatizando a importância 
de habilidades práticas, conhecimento teórico, autoavaliação e reflexão 
crítica.
1. Avaliação do desempenho global (Global Rating)
Essa técnica avalia o desempenho geral do estudante em 
diferentes competências médicas. Baseia-se em observações 
cotidianas,fornecendo um panorama abrangente das habilidades 
clínicas, comunicação, profissionalismo e capacidade de tomada 
de decisão.
2. Exame clínico objetivo estruturado (OSCE)
Consiste em uma série de estações nas quais os estudantes 
realizam tarefas clínicas específicas. Avaliam habilidades 
práticas, conhecimento clínico, comunicação e habilidade de 
interagir com pacientes simulados, oferecendo uma avaliação 
objetiva e padronizada.
3. Miniexercício clínico avaliativo (Mini-CEX)
Ferramenta de avaliação focada em observações diretas de 
encontros clínicos reais. Permite a avaliação de habilidades 
como anamnese, exame físico, profissionalismo, e tomada de 
decisões clínicas em um contexto real de trabalho.
4. Avaliação cognitiva com testes de múltipla escolha e questões 
discursivas 
Esses testes medem o conhecimento teórico e a capacidade de 
aplicá-lo em cenários clínicos. As questões de múltipla escolha 
oferecem uma avaliação objetiva, enquanto as discursivas 
permitem uma análise mais profunda do raciocínio clínico.
AVALIAÇÃO DO INTERNATO
33
O Teste de Progresso Individual (TPI) é uma avaliação longitudinal 
baseada em testes de múltipla escolha, com o conteúdo que reflete os 
objetivos finais do curso, conforme previsto nas diretrizes curriculares 
nacionais e PPC. O teste avalia o desenvolvimento contínuo e 
progressivo do estudante, proporcionando um feedback sobre seu 
desempenho à medida que progride de um semestre/etapa.
O TPI nos ajuda a conhecer o curso, como está o desempenho individual 
e coletivo dos estudantes de cada instituição, as áreas que necessitam 
de ajustes, as turmas, as escolas e todos os processos que envolvem 
o curso de Medicina. Esse diagnóstico nos permite intervir de forma 
assertiva nas situações identificadas.
O TPI é feito duas vezes ao ano, sempre no meio do semestre letivo. 
É constituído de uma prova única, com 120 questões de múltipla 
escolha, aplicada a todos os semestres/etapas do curso em um mesmo 
dia e horário, com duração de 4 horas. As perguntas buscam resgatar 
o conhecimento de forma contextualizada, abordando casos clínicos, 
TESTE DE PROGRESSO INDIVIDUAL
5. Autoavaliação
Encoraja os estudantes a refletirem sobre suas próprias 
habilidades, conhecimentos e atitudes. É uma parte vital do 
aprendizado autodirigido, ajudando-os a identificar pontos 
fortes e áreas que necessitam de desenvolvimento.
6. Portfólio semiestruturado
Essa ferramenta de avaliação permite aos estudantes documentar 
seu progresso ao longo do tempo, incluindo reflexões, feedbacks 
recebidos e evidências de aprendizado e desenvolvimento. 
Promove a autoavaliação contínua e o desenvolvimento 
profissional.
Cada um desses componentes contribui para um quadro completo 
da competência e desenvolvimento do estudante, assegurando uma 
formação médica abrangente e eficaz. O processo de avaliação está 
detalhado no Manual do Internato do curso. A exigência de frequência 
de 100% nas atividades práticas do internato médico reflete a 
importância crítica da imersão contínua e da experiência prática na 
formação médica.
34
situações de vida ou experimental, entre outras temáticas sempre 
alinhadas com a literatura científica e com a matriz curricular dos Cursos 
de Medicina da Inspirali – Ecossistema Ânima (e-Bússola). As questões 
abrangem a área das ciências básicas, ética, humanidades médicas e as 
ciências clínicas, nas cinco grandes áreas da Medicina (Saúde Coletiva, 
Clínica Médica, Cirurgia, Pediatria e Ginecologia e Obstetrícia).
É uma avaliação institucional, realizada em meio eletrônico, no 
ambiente virtual de aprendizagem do estudante, com a autenticação 
pessoal com usuário e senha de cada estudante. O processo de correção 
utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI), que baliza as provas e permite 
que os desempenhos sejam equânimes, independentemente do nível 
de dificuldade das questões.
Os resultados geram notas individuais e os estudantes que concluírem 
o teste recebem relatórios individuais de desempenho, certificado 
e declaração de participação contabilizando 10 horas de atividades 
complementares.
Todo estudante com desempenho “Precisa Melhorar” deve construir e 
cumprir um Plano de Melhoria pactuado junto ao professor indicado.
O acompanhamento do Plano de Melhoria é realizado em processo, 
durante as ações educacionais programadas na respectiva Unidade 
Curricular, devendo ser orientado ao desenvolvimento das capacidades 
que requerem atenção. O Plano de Melhoria é uma oportunidade de 
desenvolvimento e deve ser efetivado dentro do ciclo de aprendizagem, 
portanto, é pré-condição para que o estudante progrida para um novo 
ciclo.
O Plano de Melhoria deverá ser acompanho pelo docente indicado, 
envolvendo todos os docentes da etapa/semestre, com encontros 
que poderão ser semanais, quinzenais ou mensais, de acordo com 
a necessidade do estudante. O professor deverá conversar com o 
estudante sobre as suas dificuldades de conhecimento, habilidades, 
atitudes, valores e ética. A coordenação do curso deverá acompanhar o 
desenvolvimento desse estudante.
Os estudantes com mais de um conceito Precisa Melhorar em uma 
unidade curricular deverão ter acompanhamento personalizado e com 
encontros mais frequentes.
PLANO DE MELHORIA
35
D1 APA1 D2 APA2 Conceito Final
S S S S Satisfatório
SE S SE S Satisfatório com 
excelência
SE PM SE S Satisfatório
S S SE S Satisfatório
SE S SE PM Precisa Melhorar
PM S S S Precisa Melhorar
PM PM S S Precisa Melhorar
S PM S S Satisfatório
PM PM PM PM Precisa Melhorar
S S PM S Precisa Melhorar
S S PM PM Precisa Melhorar
S PM S PM Precisa Melhorar
S S S PM Precisa Melhorar
RESULTADOS DA AVALIAÇÃO E CONCEITOS 
DE APRENDIZAGEM POR INSTRUMENTOS DE 
AVALIAÇÃO
Será considerado aprovado nos componentes curriculares o estudante 
que apresentar desempenho de aprendizagem Satisfatório e tiver no 
mínimo 75% de frequência, exceto no estágio obrigatório (internato 
médico), no qual, além do conceito Satisfatório, a frequência exigida 
para aprovação é de 100%.
O estudante obterá o conceito Satisfatório com Excelência (SE) na 
etapa quando alcançar o SE nas avaliações de desempenho (D1 e 
D2) consecutivamente e, também, for Satisfatório nas avaliações 
formativas (AF1 e AF2) da unidade curricular.
Quadro 3 - Possibilidades de conceitos do processo avaliativo das 
Unidades Curriculares de NCS e PMSUS entre etapas de um ciclo.
36
O estudante com Precisa Melhorar na D1 e/ou D2 deverá elaborar e 
validar com seu professor um Plano de Melhoria, bem como realizar 
o reteste referente à Situação Problema (SP) ou Oficina em que não 
alcançou o desempenho Satisfatório.
O estudante com Precisa Melhorar na APA deverá seguir o Plano de 
Melhoria descrito na sua APA e será acompanhado pelo professor/ 
facilitador do próximo semestre/etapa, buscando atingir o desempenho 
desejado. 
Quadro 4 - Possibilidades de conceitos do processo avaliativo da 
Unidade Curricular de HM/EC.
APA1 APA2
SBE/
Habilidades 
cirúrgicas*
Avaliação 
de prática Conceito Final
S S S S Satisfatório
S S SE SE Satisfatório com 
excelência
S S SE S Satisfatório
PM S S SE Satisfatório
S PM S SE Precisa Melhorar
PM S S S Satisfatório
S PM S S Precisa Melhorar
PM PM PM S Precisa Melhorar
PM PM S PM Precisa Melhorar
S PM PM Precisa Melhorar
S S PM S Precisa Melhorar
S S S PM Precisa Melhorar
PM PM PM PM Precisa Melhorar
*De acordo com a etapa
37
O estudante com Precisa Melhorar na Avaliação Prática, em Habilidades 
cirúrgicas ou SBE deverá elaborar e validar com seu professor um Plano 
de Melhoria e realizar o reteste.
O estudante com Precisa Melhorar na APA deverá seguir as mesmas 
orientações descritas para NCS.
A APA não se aplica para as atividades curriculares Habilidades 
cirúrgicas e SBE.
Atenção: O cálculo do percentual de frequência é realizado para 
cada UC com periodicidade semestral, sendo assim, o estudante que 
obtiver frequência inferior a 75% está automaticamente reprovado na 
unidade curricular, independentementedos resultados das avaliações 
realizadas.
RETESTE
O reteste é uma oportunidade de aceleração da aprendizagem para o 
estudante que não alcançou o desempenho esperado nas avaliações. 
São oferecidas duas oportunidades para realização do reteste, 
aplicadas no semestre subsequente ao que o estudante tenha obtido o 
“Precisa Melhorar”, com datas estabelecidas a critério do Conselho de 
Classe em comum acordo com a coordenação do curso. Para realização 
do reteste o estudante deve estar devidamente matriculado no curso. 
A progressão do estudante dentro de um mesmo ciclo de aprendizagem 
não é interrompida mesmo que ele não alcance o conceito Satisfatório 
em todos os componentes curriculares. O estudante, todavia, deve 
cumprir seu Plano de Melhoria, seguir em acompanhamento pelo 
professor, realizar as oportunidades de aceleração da aprendizagem 
previstas e sanar todas as pendências acadêmicas antes do término do 
ciclo de aprendizagem em que está matriculado, para que alcance o 
conceito Satisfatório e possa progredir para o ciclo seguinte.
Nas etapas de mudança de Ciclo de Aprendizagem (quarta e oitava 
etapa) os retestes são realizados no semestre letivo vigente. Nas 
demais etapas, o primeiro reteste pode ocorrer no semestre seletivo 
vigente, quando a maioria da turma e a coordenação estiverem de 
acordo.
38
Avaliação D1 
1º Semestre/
Etapa
Primeira 
oportunidade
Segunda 
oportunidade Resultado final
PM em 2024.1 S em 2024.2 Não se aplica Satisfatório
PM em 2024.1 PM em 2024.2 S em 2024.2 Satisfatório
PM em 2024.1 PM em 2024.2 PM em 2024.2 Insatisfatório até análise 
do CC* no final do ciclo
PM em 2024.1 S em 2024.2 Não se aplica Satisfatório
PM em 2024.1 PM em 2024.1 S em 2024.2 Satisfatório
PM em 2024.1 PM em 2024.1 PM em 2024.2 Insatisfatório até análise 
do CC* no final do ciclo
*CC – Conselho de Classe.
A realização do reteste deve ocorrer no início do semestre letivo, 
preferencialmente no primeiro mês de aula, seguindo os mesmos 
moldes da avaliação da UC. Os estudantes realizam o reteste das SPs 
ou Oficinas que ficaram com o conceito Precisa Melhorar; e respondem 
a prova considerando o tipo de questão (questões objetivas e 
discursivas). Exemplos de possibilidades de realização do reteste:
1. O estudante que obtiver PM nas questões objetivas, de uma ou 
mais SP/Oficina, fará o reteste apenas das questões objetivas.
2. O estudante que obtiver PM na questão discursiva, de uma ou 
mais SP/Oficina, fará o reteste apenas das questões discursivas.
3. O estudante que obtiver PM nas duas situações citadas acima, 
fará reteste de questões objetivas e discursivas, da(s) SP(s)/ 
Oficinas(s) que não alcançou o conceito Satisfatório.
Somente os estudantes que cumpriram no mínimo 75% da carga 
horária da Unidade Curricular, poderão realizar a avaliação de reteste. 
O cálculo do percentual de frequência é realizado para cada UC 
com periodicidade semestral, sendo assim, o estudante que obtiver 
Quadro 5 - Exemplos de oportunidades de realização de reteste:
39
frequência inferior a 75% estará, automaticamente, com conceito 
Insatisfatório no semestre/etapa, independentemente dos resultados 
das avaliações realizadas.
O estudante que não comparecer em qualquer avaliação, estará 
automaticamente submetido ao reteste, uma vez que não há oferta 
de avaliação substitutiva em nenhuma hipótese, salvo as situações de 
exceção previstas em regimento da IES.
Se o estudante tiver a avaliação do reteste anulada por fraude 
comprovada receberá conceito Insatisfatório na mudança de ciclo, 
ficando automaticamente retido e precisará cursar a UC novamente.
Dentro de um mesmo ciclo de aprendizagem, o estudante que não 
alcançou o conceito Satisfatório, segue com status “a cursar”² em seu 
histórico até que as pendências do devido componente curricular 
sejam sanadas.
2Em fase de ajuste no sistema para “cursado com pendência”
MUDANÇA DE CICLO
O Curso de Medicina da Inspirali prevê Ciclos de Aprendizagem em 
seu Projeto Pedagógico (PPC). A previsão de Ciclos no PPC implica na 
interrupção do percurso formativo discente, quando houver reprovação 
(conceito Insatisfatório) em algum componente curricular ao final de 
um Ciclo, de forma a impedi-lo de avançar ao Ciclo seguinte.
A progressão do estudante dentro de um mesmo ciclo de aprendizagem 
não é interrompida mesmo que ele não alcance o conceito Satisfatório 
em todos os componentes curriculares. O estudante, todavia, deve 
cumprir seu Plano de Melhoria, realizar as oportunidades de aceleração 
da aprendizagem previstas (retestes) e sanar todas as pendências 
acadêmicas antes do término do ciclo de aprendizagem em que está 
matriculado, para que alcance o conceito Satisfatório e possa progredir 
para o ciclo seguinte.
Dentro de um mesmo ciclo de aprendizagem, o estudante que não 
alcançou o conceito Satisfatório, segue com status “a cursar”² em seu 
histórico até que as pendências do devido componente curricular 
sejam sanadas.
40
O estudante com conceito Precisa Melhorar em qualquer APA nas 
etapas de mudança de ciclo (4ª e 8ª) não poderá progredir. As situações 
excepcionais serão tratadas pelo Conselho de Classe. O estudante com 
conceito Satisfatório em ≥ 80% das APAs de um ciclo terá conceito 
Satisfatório no ciclo. 
O estudante com conceito Precisa Melhorar em qualquer avaliação 
somativa nas etapas de mudança de ciclo (4ª e 8ª) deverá realizar 
os dois retestes no semestre vigente. Caso não alcance o conceito 
Satisfatório, poderá ser submetido ao Conselho de Classe.
Ao final de cada ciclo de aprendizagem, o estudante que não alcançar 
o conceito Satisfatório, após as duas oportunidades de aceleração da 
aprendizagem, mas que demonstrar deslocamentos em sua Avaliação 
do Processo de aprendizagem (APA), poderá ser submetido ao Conselho 
de Classe para possível aplicação de um de um ou mais retestes, a 
critério do Conselho – teste este não previsto em Calendário Acadêmico 
e que será agendado pela Coordenação de curso. Caberá também ao 
Conselho de Classe definir a melhor estratégia avaliativa que permita 
demonstrar a superação da lacuna de conhecimento do estudante no 
processo de aprendizagem.
O estudante que não alcançou o conceito Satisfatório ao final de um 
ciclo de aprendizagem após todas as oportunidades de aceleração 
da aprendizagem, não poderá progredir no curso e deverá cursar 
novamente a unidade curricular na qual exista pendência acadêmica, 
em turma regular, estando submetido às mesmas exigências de 
frequência, aproveitamento e cumprimento das cláusulas contratuais 
pactuadas no ato da matrícula ou rematrícula.
Caso a Unidade Curricular em que o estudante possua pendência 
acadêmica não seja oferecida no semestre subsequente ao término do 
ciclo, o estudante poderá efetuar matrícula conforme deliberação do 
Colegiado do Curso. Vale destacar que em hipótese alguma o estudante 
poderá integralizar o curso sem alcançar o conceito Satisfatório e 
cumprir todos os componentes curriculares previstos.
O estudante com conceito Precisa Melhorar na APA, nas etapas de 
mudança de ciclo, poderá progredir desde que alcance um (1) conceito 
Satisfatório na etapa seguinte.
A progressão para o ciclo dos estágios obrigatórios (internato médico) 
pressupõe inexistência de pendências acadêmicas anteriores.
41
CONSELHO DE CLASSE
O Conselho de Classe para o curso de Medicina, é órgão colegiado de 
natureza consultiva e deliberativa em assuntos didático-pedagógicos, 
fundamentado no Projeto Político Pedagógico e no Regimento. A 
constituição do conselho se dará a cada semestre e sua composição se 
dará com:
1. O Coordenador do curso;
2. O coordenador adjunto, quando houver, do curso de Medicina;
3. Os docentes vinculados em unidades curriculares ministradas 
no período letivo.
O Conselho de Classe tem como objetivo apoiar a coordenação do curso 
no período de mudança de ciclo, possibilitando a reflexão a respeito das 
questões relativas ao processo de aprendizagem de forma longitudinal, 
identificando os estudantesque precisam de uma abordagem 
personalizada e propondo estratégias ou desfechos para as situações 
que envolvam as dificuldades de conhecimento, habilidades, atitudes, 
valores e ética. Cabe ao Conselho de Classe apoiar a coordenação do 
curso nas decisões acerca dos processos de progressão ou retenção 
dos estudantes ao longo dos ciclos de aprendizagem que apresentem 
pendências acadêmicas persistentes.
Nas discussões e tomadas de decisões devem ser considerados e 
analisados:
1. Os avanços obtidos pelo estudante com relação ao seu próprio 
desenvolvimento;
2. O cumprimento do Plano de Melhoria e do cronograma de 
encontros para acompanhamento do processo de aprendizagem 
e feedback; e
3. Os relatórios dos instrumentos avaliativos utilizados pelos 
docentes.
As decisões tomadas pelo Conselho de Classe são consideradas 
recomendações à coordenação, sendo que a decisão final cabe ao 
Coordenador do curso. O Conselho de Classe do curso de Medicina 
reúne-se periodicamente, no momento de virada de Ciclos de 
42
AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES 
CURRICULARES – AAC
Os estudantes e docentes registram a avaliação das atividades 
curriculares nos momentos que coincidem com a sua avaliação de 
desempenho. Esse formato de avaliação visa incluir a percepção dos 
estudantes e docentes sobre as atividades curriculares, considerando 
os disparadores, cenários e recursos educacionais. A identificação dos 
avaliadores é opcional. Os resultados consolidados dessas avaliações, 
incluindo as análises quantitativas, de tendência e qualitativas, são 
divulgados pelos coordenadores por meio de relatórios técnicos.
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 
DOS DOCENTES – ADD
Os estudantes registram a avaliação de desempenho dos docentes 
nos momentos que coincidem com a sua avaliação de desempenho 
em cada atividade curricular. Esse formato de avaliação tem como 
objetivo incluir a percepção dos estudantes sobre o desempenho 
docente, considerando suas capacidades de mediar o processo 
de aprendizagem, assim como de cumprir os pactos de trabalho 
estabelecidos. A identificação do estudante é opcional. Espera-se que, 
a despeito da força da cultura em relação à avaliação e das relações de 
poder nela envolvidas, a maioria dos estudantes não tenha dificuldade 
para se identificar, o que pode revelar a incorporação dos princípios e 
diretrizes da avaliação do projeto pedagógico.
Aprendizagem, podendo reunir-se extraordinariamente quantas vezes 
se fizer necessário.
O estudante com PM nas etapas que não são de mudança de ciclo, 
que realizaram os dois retestes, cumpriram o Plano de Melhoria e 
não alcançaram o conceito Satisfatório nos processos regulares da 
avaliação, deverão ser acompanhados semestralmente pelo Conselho 
de Classe.
UNIDADES 
CURRICULARES
44
O QUE É E COMO FUNCIONA
Essa atividade curricular surge para responder à necessidade de um 
núcleo de conhecimentos complementares ao curso médico em vista 
à discussão de temas atuais e relevantes para a prática clínica e a 
pesquisa. Dessa maneira abrangendo desde a metodologia da pesquisa 
científica e pesquisa clínica até Antropologia e Medicina Integrativa. 
A intencionalidade do Core Curriculum consiste em discutir a formação 
humanística e ética de forma integral do estudante, promovendo a 
discussão de questões fundamentais para o desenvolvimento do olhar 
crítico do estudante sobre o mundo natural, cultural e social em que 
estamos inseridos, reforçando a atenção ao cuidado integral, segurança 
e respeito ao paciente. Representa um conjunto de conhecimentos, 
habilidades e atitudes selecionado com vistas à ampliação do repertório 
analítico, científico, humanístico e cultural do estudante.
CORE
Curriculum
AVALIAÇÃO
As avaliações desta unidade curricular estão a critério do docente 
responsável, considerando o trabalho em grupo e o relatório executivo. 
O processo de avaliação do Core Curriculum está descrito nos Termos 
de Referência desta atividade curricular.
45
OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS EDUCACIONAIS
A unidade curricular Habilidades Médicas/Estações Clínicas (HM/
EC) contempla Saúde Baseada em Evidências (SBE) e habilidades 
cirúrgicas, divididas nos dois primeiros ciclos e abordam os elementos 
de comunicação, relacionamento médico-paciente, anamnese, exame 
físico, raciocínio clínico e tratamento através de oficinas práticas, com 
sala de aula invertida, práticas utilizando as diferentes modalidades de 
simulação, práticas por meio das rotações das estações autodirigidas 
(READ) e discussões em pequenos grupos (sínteses provisórias e novas 
sínteses).
Cada etapa apresenta dois módulos temáticos, relacionados com os 
temas das outras unidades curriculares do mesmo período, mas há 
momentos em que esta sincronia não ocorre, mas sem configurar 
problema, pois os temas são trabalhados dentro da lógica da espiral 
construtivista, que permite abordagens em momentos diferentes, mas 
que mantenham seu diálogo.
Habilidades médicas/
Estações clínicas
AVALIAÇÃO
O aproveitamento do estudante é verificado por meio de avaliação 
formativa (AF1 e AF2) e de portfólio; e uma avaliação de desempenho 
prático ao final do semestre (D).
46
O QUE É SBE?
A saúde baseada em evidências qualifica assistência à saúde, através 
da avaliação crítica das evidências disponíveis (principalmente 
pesquisas), implementação das evidências na prática e avaliação dos 
resultados obtidos na resolução de problemas. Também incorpora a 
competência clínica do profissional para a tomada de decisão sobre a 
assistência à saúde3.
Saúde baseada em
Evidências
INTENCIONALIDADE EDUCACIONAL
3.Galvão MC, Sawada NO. Prática baseada em evidências: estratégias para sua implementação na enfermagem. 
Rev Bras Enferm, Brasília (DF) 2003, 56(1): 57-60. 
A) SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIAS
O perfil esperado de desempenho satisfatório consiste:
Quanto ao objetivo de buscas em bases de dados:
1. Entendimento da importância do uso de buscas bem 
construídas em bases de dados para atualização 
profissional;
2. Identificação das principais bases de dados em saúde e as 
mais relevantes para o contexto nacional;
3. Dominar o processo de identificação dos descritores e as 
funções lógicas dos operadores booleanos.
Quanto ao objetivo de conhecer diferentes desenhos de estudo:
1. Reconhecer os principais desenhos de estudo voltados 
para o processo de tomada de decisão clínica;
2. Identificar quais os desenhos mais adequados para as 
principais categorias clínicas.
47
Quanto ao objetivo de avaliação crítica da literatura:
1. Manifestar a compreensão de que nem toda produção 
científica pode ser considerada confiável sem uma 
avaliação criteriosa da sua qualidade.
MOMENTOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações serão conduzidas por meio de atividades regulares 
durante o horário das aulas, utilizando diferentes ferramentas a critério 
do facilitador (Avaliação de Desempenho ou Relatório Executivo).. O 
processo de avaliação de SBE está descrito no Termo de Referência 
para avaliações desta atividade curricular.
48
O QUE É?
As Habilidades Cirúrgicas são uma atividade curricular que abordará 
os principais procedimentos cirúrgicos e as principais condições 
clínicas cirúrgicas necessárias para a formação do médico generalista 
e, portanto, imprescindíveis de aprendizado durante a graduação. 
Por meio de metodologias ativas e treinos práticos, os estudantes 
conhecerão os principais procedimentos cirúrgicos e raciocínio clínico 
das principais condições da clínica cirúrgica.
Habilidades 
Cirúrgicas
1. Compreender as indicações dos procedimentos cirúrgicos para o 
médico generalista;
2. Deter os conceitos que norteiam o ato operatório para o médico 
generalista;
3. Aplicar na prática médica os conceitos que norteiam o ato cirúrgico 
para o médico generalista;
4. Desenvolver habilidades cirúrgicas para tratamento de ferimentos 
voltados para o médico generalista;
5. Aplicar o tratamento das urgências e emergências cirúrgicas de 
maior incidência em prontos-socorros relacionadas ao médico 
generalista;

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