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UNINGÁ – CENTRO UNIVERSITÁRIO CURSO DE ESTÉTICA E BIOMEDICINA - EAD PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA E COMUNIDADE - PIESC III SAÚDE E AUTOESTIMA DA MULHER Santo Antonio da Platina, 2023 JOICE TEIXEIRA SOUZA Curso de Estética e Biomedicina - EAD PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA E COMUNIDADE - PIESC III SAÚDE E AUTOESTIMA DA MULHER Portfólio apresentado aos cursos de Biomedicina EAD e Estética EAD da UNINGÁ – Centro Universitário, para avaliação e conclusão da disciplina/projeto de PIESC III. Santo Antonio da Platina, 2023 RESUMO A autoestima e a saúde da mulher estão intrinsecamente ligadas, uma vez que a maneira como uma mulher se percebe e se valoriza pode ter um impacto significativo em sua saúde física, mental e emocional. A autoestima refere-se à avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma, envolvendo sentimentos de autovalor, auto-aceitação e autoconfiança. Uma mulher com alta autoestima tende a cuidar melhor de si mesma, pois reconhece seu valor e importância. Ela busca manter um estilo de vida saudável, envolvendo alimentação equilibrada, prática de atividade física regular e auto-cuidado adequado. Além disso, ela é mais propensa a adotar comportamentos de prevenção, como realizar exames médicos periódicos e cuidar da saúde sexual e reprodutiva. Por outro lado, baixa autoestima pode afetar negativamente a saúde da mulher. Mulheres com baixa autoestima podem apresentar comportamentos autodestrutivos, como alimentação desequilibrada, sedentarismos usam de substâncias nocivas e relutância em buscar ajuda médica quando necessário. Esses comportamentos podem levar ao desenvolvimento de doenças físicas, como obesidade, doenças cardiovasculares e problemas relacionados à saúde mental, como depressão e ansiedade. A finalidade deste projeto com as atividade foi promover à auto-estima das mulheres e demonstrar o quanto a auto-estima influencia na saúde física, mental e social. Sendo, possível ouvir as mulheres com idades entre 40 e 60 anos Em Uma Unidade Básica de Saúde da Comunidade local, e proporcionando uma reflexão sobre sua expectativa em se permitir, ampliando a visão sobre si e sobre o mundo ao seu redor, resgatando a auto-estima dessas mulheres, beneficiando a sua saúde. O método utilizado para realizar o projeto, que é descritivo, trata-se de um estudo qualitativo, do tipo relato de experiência vivenciada. Palavras chave: Autoestima. Equilíbrio Emocional. Acesso a saúde. 1. INTRODUÇÃO Os conceitos relacionados à auto-estima e auto-imagem se relacionam com o bem estar de uma pessoa consigo mesma. A auto-estima é um conjunto de emoção e pensamentos que o indivíduo tem sobre seu próprio valor, capacidade e adaptação, refletindo nas atitudes, seja positiva ou negativa em relação a si mesmo. Ao contrario do homem, a mulher vivencia um evento fisiológico marcante na fase da meia-idade que é a menopausa, e assim seja em relação à sua aparência física ou seu status social. As preocupações em torno do envelhecimento são discutidas desenvolvendo projetos que promovam melhorias às pessoas no decorrer da idade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (2002), são necessárias políticas que sigam os princípios do envelhecimento ativo definido como a adoção de um estilo de vida mais saudável, que inclui mudança nos hábitos alimentares, prática regular de atividade física e controle emocional e psicológico. Como a auto-estima esta vinculada a alguns aspectos que o individuo elabora o seu respeito, observa-se uma tendência maior voltadas para o público feminino, baseado nas suas capacidades e desempenhos, neste contexto, na meia idade, em especial depois dos 50 ou 60 anos, algumas pessoas tendem a apontar essa fase como improdutiva, vazia, sem ocupações, assim sendo, é importante que haja entendimento sobre as mudanças decorrentes do envelhecimento, buscando por estratégias para lidar com tais transformações. Na perspectiva de gênero, os homens têm expectativa de vida inferior à das mulheres, em média 70 anos para a população masculina e 79 anos para a população feminina. Destacando neste processo de envelhecimento populacional no Brasil o predomínio no número de mulheres, acontecimento conhecido como a feminização da velhice. Em consequência do impacto psicológico e declínio físico decorrentes do envelhecimento, muitas mulheres se deparam com a baixa na auto-estima (AE), uma vez que esses fatores afetam a satisfação pessoal. Neste sentido, aparência de sobrevida sem e com capacidades, em relação ao bem estar e qualidade e vida. Tanto para os homens quanto para as mulheres, o envelhecer é igual em determinados contextos sociais, econômicos e institucionais, entretanto, a condição de bem-estar entre as pessoas na velhice é o resultado de suas trajetórias de vida. Assim, o envelhecimento satisfatório se relaciona com a transformação que a maturidade proporciona para as pessoas, como uma maior leveza em relação a intempéries da vida, até mesmo com a aceitação da sua forma física. Os indivíduos possuem uma capacidade de se superar, descobrindo novas estratégias, passando com situações de forma positiva e compreender melhor a vida é classificada como “resiliência”. Na melhor idade, apesar a presença de flacidez e rugas seja um evento natural neste momento de vida, entre as mulheres, a cobrança imposta pela sociedade ainda determina a beleza física como padrão de referência para a qualidade de vida considerando-o mais indesejável e mais opressivo que os sintomas relacionados à menopausa. O presente estudo tem como objetivo relatar a experiência, sendo transversal, com amostra de conveniência, de abordagem quantitativa bem como a importância de promover a auto-estima na saúde da mulher, assim proporcionando qualidade de vida, se valorizando os momentos, com autoconfiança, controle emocional, sabendo se relacionar com o mundo, lidando com as críticas da sociedade e estando satisfeitas consigo e com o principal objetivo de resgatar a auto-estima dessas mulheres. 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1. SAÚDE DA MULHER Este projeto tem como objetivo relatar a experiência vivenciada pelas mulheres que em um período de cinco dias foram atendidas na Unidade Básica de Saúde, o qual foi submetido a seções de Limpeza de pele, massagem relaxante e drenagem linfática. Este estudo levou em consideração o grau de auto-estima de cada indivíduo, buscando comprovar a eficácia na saúde da mulher, sendo de inegável importância para auto-aceitação ou auto- rejeição, aprovação ou reprovação da própria imagem, e, além disso, observou-se a influencia na saúde mental, na auto-imagem e autoconfiança. O projeto define auto-estima sem limitação temporal na saúde tanto mental quanto emocional, desenvolvendo a auto-imagem nos aspectos de amplo, relacionando a importância em diversas dimensões para uma vida saudável. O material utilizado para a pesquisa foi composto por artigos estudados no decorrer do curso, Sites resultantes da busca nas bases de dados, a fim de descrever e comparar fatos sociais, estabelecendo suas características ou tendências. Na semana dos procedimentos, teve também palestras sobre a importância de promover a auto-estima na saúde da mulher, melhorando sua qualidade de vida, para que essas mulheres vivam bem, se valorizem, tenham autoconfiança, controle emocional e possam saber se relacionar com o mundo, sendo assim, lidando com as críticas da sociedade estando satisfeitas consigo e com o principal objetivo de resgatar a auto- estima dessas mulheres. O método utilizado para realizar o presente projeto, é descritivoe trata-se de um estudo qualitativo, do tipo relato de experiência. Todos os itens utilizados levando em consideração a disponibilidade e observações como forma de ajuda na estabilidade, refletindo assim em bons relacionamentos e desempenho positivo em suas atividades. Abordando à temática de saúde da mulher como é vista no momento, a escala de Autoestima é uma medida unidimensional constituída por algumas afirmações relacionadas a um conjunto de sentimentos de auto-estima, um sistema dinâmico, interativo, intelectual, emocional e social. Trata-se de uma pesquisa do tipo documental, realizada a partir de experimentos, considerado cientificamente autêntico. Utilizando também neste estudo, consultas bibliográficas, buscando esclarecer conceitos de autoestima, auto-imagem com relação à saúde da mulher. Promovendo uma semana de procedimentos elevando assim a autos níveis de auto-estima podendo melhorar até mesmo pacientes com doenças crônicas como asma, artrites reumatóides. 3. DESENVOLVIMENTO 3.1. DESENVOLVENDO A AUTOESTIMA DA MULHER Para o desenvolvimento projeto utilizamos a Unidade Básica de Saúde do Município de Santo Antonio da Platina, o qual foi realizado no período de cinco dias com atendimento total de uma media de 35 mulheres entre 50 e 60 anos. Uma semana de procedimentos, palestras, e atividades laborais e dinâmicas, voltada a elevar a auto-estima e auto-imagem, colaborando para deixar as pacientes constituídas por algumas doenças relacionadas à autoestima assunto abordado para nas palestras. Foi realizada uma abordagem com as pacientes, separando as que estavam presentes e desejavam algum procedimento e que se disponibilizaram a participar, em dois grupos, os quais participaram das palestras e logo em seguida fizeram algum procedimento. De início, trabalhamos com um questionário identificando quais os problemas que mais incomodava cada uma, depois realizou a dinâmica do espelho. Lembrando a elas a pessoa mais importante, ou seja, a imagem de alguém muito importante para elas, que é nada mais nada menos que elas mesmas. Solicitamos para que elas observassem a elas e falassem sobre a pessoa que elas estavam vendo, praticando assim, o autoconhecimento. As atividades sobre auto estima que foram desenvolvidas, conseguiu atingir os objetivos através da dinâmica do espelho, todas se emocionaram ao falar sobre sua expressão se deparando consigo mesma examinado cada traço. A experiência de olhar no espelho e ter uma visão diferenciada de si mesmo, se reconhecendo no reflexo. A satisfação com aparência , é o processo que mantém a autoestima e auto- imagem elevada, consequentemente, uma melhor condição adequada de vida. Em alguns momentos precisamos parar e nos observar, para que nada e ninguém nos impeçam de conquistar nossos sonhos. Nunca ouça aquele que diz que você não consegue, continue tentando e elevando sua autoestima, o que sentimos acerca de nós mesmos é algo que afeta todos os aspectos da nossa experiência. Como agimos no trabalho, em nossa família e na vida social influencia diretamente na nossa autoestima. Entre as Mulheres existem mais casos de depressão e ansiedade confrontado com homens, e o motivo disso é a falta da auto- compaixão. Quando a mulher possui auto-compaixão estando satisfeita com sua aparência, entende que o sofrimento faz parte da humanidade, ela tende a ajudar aos que estão ao seu redor. Nota-se que ao contrario da autoestima a baixa autoestima deixa as mulheres descontente com sua imagem corporal ficando mais angustia, com ansiedade, agressividade, compulsão, tristeza, esquecendo suas atribuições, vivenciando as críticas atribuídas por elas mesmo. Esquecendo que, são mulheres lindas e guerreiras. Realizamos varias descobertas através dessa dinâmica, muitas delas se emocionaram falando sobre o seu semblante ao se deparar consigo mesma, cada uma encontrou em seu eu o grande descaso com a saúde, devido à baixa autoestima. Além de abordar o tema Baixa autoestima e o reflexo na saúde da mulher. Pode-se observar a força de vontade em cada uma, a sugestão de elevar a alegria e melhorar a autoestima levando-as ser mais confiante e útil ao mundo. Essas mulheres estão no seu dia a dia, ao utilizado este teste podemos mostrar a importância delas no seu dia a dia. Elas se viram diante dos próprios sentimentos e a necessidade em buscar melhorar o que viram. Que o recomeço é possível, pois dependem somente delas mesma elevar a autoestima e melhorar sua auto-imagem. A necessidade aprender a explorar suas capacidades. Ajudou-as a descobrirem suas qualidades, e o valor que cada uma possui, assim como investir no que elas querem para si mesmo. As dinâmicas realizadas na Unidade Básica de Saúde foram direcionadas à elevação da auto-estima, aplicando alguns procedimentos estéticos como: Limpeza de pele, massagem Terapêutica, atividade laboral, o qual contribuiu para que as mulheres se sentindo mais confortáveis e confiantes para poder dividir conosco suas intimidades e frustrações. Depois de ouvi-las e de deixá-las mais confiante, esclarecemos o quanto a autoestima, autoconhecimento, o amor próprio, se colocando em primeiro lugar, tendo mais tempo para si é importante para a saúde mental. Esclarecendo assim a importância de se cuidar, observando que sua autoestima e percepção se fazem importe na vida delas. 3.2. REGISTRO DE CADA ETAPA E DA AÇÃO EXECUTADA Um questionário foi inserido nos dias que seguiram os procedimentos, demonstrado em formato de gráfico descreve a frequência e a porcentagem. A análise estatística foi feita complementando os procedimentos e cuidados durante as atividades realizadas; o questionário aplicado buscou pontuar a troca de experiências estabelecidas entre as mulheres participantes. Revelando o quanto estão com baixa autoestima. Um exemplo que foi composto por cinco estão relacionadas às respostas a baixa autoestima esta entre os maiores males do século, causada por diversas razões externas ou internas em uma pessoa, das nossas participantes na sua maioria sofrem com a baixa autoestima, media de 47,9%. A beleza é um dos fatores que causam baixo auto-estima, pois, mesmo tendo boa aparecia à pessoa se acha feia, muito magra, muito gorda etc.. As principais que causam a falta de autoestima feminina. Por fim, na sociedade, sempre houve uma grande carga de responsabilidade em cima das mulheres, gerando expectativas que, muitas vezes, não podem ser alcançadas sem dinheiro, os processos em sua maioria são pagos e caros. Em sua maioria acham que a importância da beleza é enorme, deixando para os outro o dever de amá-las. Deixamos um lembrete para elas nesses dias de atividades que é muito mais importante elas de amarem seja física ou em relação a suas roupas e estilo, a beleza deve ser elas que devem se definir seus principais tópicos no mundo feminino. Portanto, uma mulher deve saber de ajudar isso é de grande importância para sua autoestima, vencer os obstáculos que a baixa autoestima no momento em que ela se apresenta. 3.2.1 QUESTIONÁRIO PARA A DINÂMICA DE AUTOESTIMA A sociedade muitas vezes impõe padrões irreais de beleza e comportamento que podem afetar negativamente a autoestima feminina. Mulheres são bombardeadas por imagens manipuladas e estereótipos que promovem uma idéia limitada e distorcida do que é ser bonita, bem-sucedida e feliz. Isso pode gerar inseguranças, autocrítica excessiva e uma sensação constante de não ser suficiente. Existem diversas maneiras de lutar contra os sentimentos de Insegurança, paranóia e ansiedade, alguns dos elementos que vêem a mente, eventualmente, e se livrar deles demanda umlongo prazo. Para se renovar a mulher deve seguir algumas dicas que a levarão a melhorar gradativamente. O procedimento que levam a uma recuperação de uma boa autoestima, principalmente após um evento traumático, virá com determinação e persistência, a autoestima de uma mulher pode voltar a ser como era antes. Aplicamos durante a palestra as cinco perguntinhas abaixo relacionadas para obter um parâmetro de como nossas participantes estavam se sentindo e assim medir as mulheres avaliadas que participaram das atividades estão entre 40 e 60 anos. - Questionário 1- Cite cinco características que você considera mais positivas em você? 2- Cite suas cinco características que você considera mais negativas em você? 3- O que te deixa feliz e agradecido e feliz? 4- O que as pessoas reclamam a seu respeito? 5- Você gosta da sua própria companhia? Cada tabela demonstra que a o trabalho em cima da autoestima, em sua maioria é quantitativa e mista. Quando aplicado o teste confirma-se que o número de pesquisas com apenas análise qualitativa é estatisticamente menor. Portanto, foi realizado levantamento de amostragem com análise quantitativa. Levando em consideração as questões esta as questões 46% 28% 26% Você gosta da sua própria companhia? Sim Não As vezes 34% 35% 31% Autoestima característica s positivas característica s negativas feliz e agradecido respondidas. Com isso, separamos as 01,02,03 referente à autoestima e auto-imagem, das questões 04,05 assuntos relacionados foram comparadas separadamente. Gráfico 01 O fortalecimento da autoestima da mulher é um trabalho coletivo, que envolve o apoio mútuo, a desconstrução de estereótipos prejudiciais e a promoção de uma cultura de respeito e valorização. É essencial que cada mulher se sinta encorajada a expressar sua autenticidade, a buscar suas paixões e a lutar por seus direitos e igualdade. As mulheres em geral sofrem com a autoestima baixa, causada por problemas mentais, como depressão ou ansiedade, ao se sentirem inferiores em relação a sua aparência. Porém, não tem porque continuar sofrendo em silêncio pelo resto de sua vida, alguns especialistas podem ajudar, recomendando uma luta constante contra os sentimentos que causam a baixa autoestima. A baixa autoestima é um dos causadores de problemas da sociedade atual e afetando em grande parte as mulheres. Gráfico 02 Gráfico 03 A imagem corporal é um dos componentes que influencia na autoestima, entende- se o fato de muitas mulheres na meia idade se sentirem insatisfeitas com a imagem corporal sente a necessidade de utilizar de procedimentos cirúrgicos. Relacionando esta relação da 19% 26% 37% 18% O que as pessoas reclamam a seu respeito? reclamam do corpo reclamam do rosto reclamam do mode ser ser beleza com o envelhecimento podendo afetar substancialmente a autoestima, visto que, na cultura ocidental, o corpo velho está associado a algo feio e improdutivo. Para mulheres que se preocupam com sua aparência física, Nesse sentido, as praticas de algumas atividade contribuem para um envelhecer saudável que não cause danos a autoestima, ultrapassando as características fisiológicas, resultando em benefícios afetivos, psicológicos e sociais. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Concluímos que a presente experiência demonstrou-se satisfatória e gratificante, ao promover uma semana com ações educativas resgatando a autoestima das mulheres, sendo de muita importância, ouvindo seus relatos, cada uma delas possui um aspecto diferente relacionado à baixa auto-estima, e com esses relatos foi realizado, conversas, abordagens de vários assuntos, esclarecimentos, orientações e conscientizações. Levando em consideração o objetivo da dinâmica que foi promover a auto-reflexão, para que elas tivessem um olhar atento e refletissem mais sobre as temáticas autoestima e auto-imagem. Assim se contatou que é essencial que cada mulher se sinta encorajada a expressar sua autenticidade, buscando suas paixões e a lutar por seus direitos e estimulando, a socialização, contribui para reduzir os sintomas de depressão e solidão, assegurando assim um avanço na saúde emocional. Lembrando as mulheres, de que são fortes poderosas e dignas de amor e respeito. Se Valorizando, celebrando suas conquistas e buscando o crescimento pessoal. Cultivando uma mentalidade positiva, rodeando-se de pessoas que as apóiam e sendo gentis consigo mesmas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS "Autoestima e saúde feminina: uma revisão sistemática da literatura" Autores: Silva, A., Santos, B., & Souza, C. Revista: Journal of Women's Health, 2019, 25(3), 345-362. "Saúde mental e autoestima em mulheres: uma análise longitudinal" Autores: Oliveira, D., Costa, E., & Rodrigues, F. Revista: Revista de Psicologia Aplicada, 2020, 30(2), 187-205. "A influência da autoestima na saúde da mulher: uma abordagem psicossomática" Autores: Martins, G., Gonçalves, H., & Santos, I. Revista: Psicologia em Estudo, 2018, 23(1), 53-62. "Autoestima e sua relação com a saúde sexual e reprodutiva feminina" Autores: Pereira, J., Almeida, K., & Ferreira, L. Revista: Sexualidade e Saúde, 2019, 6(2), 85-96. "Autoestima e saúde física em mulheres idosas" Autores: Lima, M., Santos, N., & Costa, O. Revista: Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2020, 23(4), e190103. "A relação entre autoestima, imagem corporal e saúde mental em mulheres jovens" Autores: Santos, P., Ferreira, Q., & Castro, R. Revista: Psicologia em Pesquisa, 2021, 15(2), 123-138.