Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

UNIVERSIDADE PAULISTA (UNIP) 
TECNOLOGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA 
 
 
 
 
 
 
A IMPORTÂNCIA DA ESTÉTICA NA SAÚDE MENTAL. 
 
 
 
 
 
ÁREA TEMÁTICA: 
EDUCAÇAO 
 
 
 
 
 
NOME DOS ACADÊMICOS E RA: 
 
 
 
ALDEANE DOS SANTOS OLIVEIRA RA: 2401290 
ALICY SANTOS DA SILVA RA: 2427855 
AMANDA COELHO PENAFORTH RA: 2410936 
ANDREIA OLIVEIRA RA: 2446783 
DAICIANYBARBOSA SIQUEIRA RA: 2446689 
KECIANY PRAIA DA SILVA RA: 2401261 
NICOLE MATOS DE ASSUNÇÂO RA: 2452001 
POLIANA RAMOS DA SILVA RA: 2425493 
VALDETE SOUZA DE AZEVEDO RA: 2433570 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
POLO – COARI 
2024 
INSTITUIÇÕES PARCEIRAS: 
UNIVERSIDADE PAULISTA- UNIP 
ESCOLA ESTADUAL NOSSA SENHORA DO PERPETUO SOCORRO. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
POLO – COARI 
2024 
 
RESUMO 
 
A aparência estética é cada vez mais relevante, influenciando a autoestima e o 
convívio social. A autoestima, moldada por relacionamentos ao longo da vida, impacta 
como as pessoas se veem. A pressão da mídia para atender a padrões de beleza, 
especialmente entre mulheres, leva muitas a buscar procedimentos estéticos para 
melhorar a autoimagem. Essa busca pode resultar em insatisfação e outros distúrbios 
psicológicos. Assim, as discussões sobre estética abrangem a promoção da 
autoaceitação, e profissionais de estética desempenham um papel importante no 
bem-estar emocional. 
 
Palavra-chave: Autoestima; Saúde Mental; Estética; Autocuidado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
1. INTRODUCÃO ...................................................................................................................04 
2. SAUDE MENTAL E AUTOETIMA ..................................................................................06 
2.1 A influência da estética na autoestima e qualidade de vida .............................06 
2.2 O impacto da mídia social na busca por um padrão de beleza .......................07 
2.3 Autocuidado e beleza contribuem para o equilíbrio da saúde mental ...........09 
3. OS EFEITOS PSICOLÓGICOS DA BUSCA PELA ESTETICA IDEAL ................. 11 
3.1 Impactos positivos da saúde mental na autoestima ...........................................12 
3.2 Impactos negativos da insatisfação com a aparência ........................................13 
4. PÚBLICO-ALVO ................................................................................................................16 
5. OBJETIVOS .......................................................................................................................16 
5.1 Objetivo geral .................................................................................................................16 
5.2 Objetivos específicos...................................................................................................16 
6. RECURSOS METODOLÓGICO .....................................................................................16 
7. CRONOGRAMA ............................................................................................................. 17 
8. RESULTADOS E DISCUSSÃO ......................................................................................17 
9. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................17 
REFERÊNCIAS .....................................................................................................................19 
ANEXO ....................................................................................................................................22
4 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
A importância da aparência estética está cada vez mais presente e é relevante 
na vida das pessoas, podendo-se fazer uma relação direta entre a aparência e a 
autoestima, relação que, para alguns, é de grande importância, pois afeta o 
psicológico, o emocional e o convívio social. A autoestima pode ser definida como o 
modo do ser humano se auto aceitar. Ela é formada através de relacionamentos 
pessoais que se tem desde a infância até a fase adulta, e tem como definição a 
percepção que uma pessoa tem de si própria (GUENTER, 1997). A imagem vem se 
tornando a identidade das pessoas, tornando a beleza um fator de grande interesse, 
sendo as mulheres as mais afetadas pelo julgamento social para se encaixarem em 
padrões, levando algumas delas o desejo de se destacar (FERREIRA; LEMOS; DA 
SILVA, 2016). 
Atualmente para a sociedade é fundamental ter uma boa imagem. É imposto 
pela mídia um padrão de beleza, assim, fazendo com que pessoas se sintam fora 
deste padrão e tenham a necessidade de procurarem alguma forma de chegar até 
ele; optando por procedimentos estéticos, exercícios físicos, dietas, entre vários 
outros tratamentos e procedimentos (BARBOSA; WOLFF; GOMES, 2016). 
O conceito de imagem atribuída pela mídia também contribui e influência no 
modo com as pessoas se vêm e se sentem, dado o fato de a mídia ditar como padrão 
de beleza a juventude, magreza e pele clara o qual, somente uma pequena parcela 
da população mundial é capaz de possuir. Como resultado, observa-se que essa 
busca incansável do ser humano por um modelo ideal de beleza, tão estimulada e 
valorizada, tem feito com que um grande grupo de indivíduos que não atendem a este 
padrão de beleza se tornem pessoas insatisfeitas e deprimidas, descontentes com o 
próprio corpo, mantendo a autoestima sempre baixa. 
Os tratamentos estéticos são procurados principalmente por mulheres como 
uma ferramenta para melhora da autoimagem e para trazer autoaceitação. Esses 
procedimentos não trazem melhorias somente a aparência física, eles 
consequentemente beneficiam diversas áreas, como a forma de enxergar a si e ao 
próximo, nos relacionamentos sociais, familiares, no trabalho, assim como tornam o 
indivíduo mais confiante e capaz de vencer as inseguranças. 
5 
 
Desse modo, observa-se que as discussões acerca da estética abrangem um 
processo que inclui mais que cuidados com a beleza, estendendo-se às formas de 
promover a autoaceitação para que as pessoas possam superar dificuldades que 
podem causar frustração, tristeza e depressão. Logo, o profissional de estética tem 
habilidades que podem intervir positivamente, permitindo que o sujeito disponha de 
melhores condições, o que possibilita seu bem-estar global. (EDUARDO; FERREIRA, 
2018). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
2. SAÚDE MENTAL E AUTOESTIMA 
 
A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde não apenas como a 
ausência de doença, mas como a situação de perfeito bem-estar físico, mental e 
social. (SEGRE, 1997) Sabendo isso, podemos perceber que a estética pode exercer 
um papel importante na saúde do indivíduo, pois auxilia no bem-estar físico e na 
qualidade de vida. 
A autoestima é considerada importante indicador de saúde mental por intervir 
nas condições afetivas, sociais e psicológicas do indivíduo, ou seja, influência nas 
decisões da pessoa (SCHULTHEISZ; APRILE, 2013). 
Com o passar dos anos a palavra autoestima vem sendo entendida e 
considerada um grande e importante indicador da saúde mental. Diz muito sobre a 
forma que uma pessoa cria suas expectativas, suas metas, se valoriza e valoriza o 
próximo (ANDRADE; SOUZA; MINAYO, 2009). Ela afeta diretamente nossos 
pensamentos e atitudes e contribui para que o amor-próprio e o respeito por si mesmo 
aumentem. Quando diminuída, a autoestima está diretamente ligada a falta de amor-
próprio, falta de autoconhecimento, exaustão, desânimo, sentimento de incapacidade, 
e demais sintomas que retratam indiferenças com os próprios princípios, aparência 
tanto física quanto mental, e que normalmente se apresenta como um estado de 
tristeza (FLORIANI, 2014). 
De acordo com os autores Borba e Thives (2011), as pessoas associam o bem-
estar ea autoestima como uma condição adquirida através de procedimentos 
estéticos e cirúrgicos. Esses procedimentos evidentemente podem produzir aumento 
da autoestima, no entanto, deve-se estar alerta para os transtornos decorrentes dessa 
busca, pois colocam em risco a própria saúde física e mental do sujeito. 
Dada a importância que os procedimentos estéticos possuem na estabilidade 
emocional e psicossocial dos pacientes que realizam esses procedimentos é de 
grande relevância que se desenvolvam estudos demonstrando a eficácia dos mesmos 
na autoestima dos indivíduos (SCHULTHEISZ, 2015). 
 
2.1 A influência da estética na autoestima e qualidade de vida. 
 
O termo estética pode ser utilizado em diferentes sentidos, nomeadamente. 
Num sentido mais amplo refere-se a tudo que embeleza a existência do homem. Na 
7 
 
filosofia, a estética designa uma dimensão da experiência e da ação humana que 
permite caracterizar algo como belo, agradável, sublime, grandioso, alegre, gracioso, 
poético ou então como feio, desagradável, inferior, desgracioso, trágico. Num contexto 
psicológico, refere-se às experiências e comportamentos emocionais que as coisas 
belas provocam na pessoa (WEITZ, 1956). 
É comum confundir a definição da autoestima com a definição da autoimagem, 
porém a principal diferença desses conceitos é que a autoestima é como o indivíduo 
vê a si mesmo, e a autoimagem é como os outros o vêm (EGITO, 2010). 
A autoestima diz respeito a maneira como o indivíduo elege suas metas, projeta 
suas expectativas, aceita a si mesmo, e valoriza o outro (ANDRADE; SOUZA; 
MINAYO, 2009). Está relacionada também a autoconfiança, pois a pessoa com boa 
autoestima torna-se mais confiante diante das decisões a serem tomadas. 
Na cultura da boa aparência que vivemos, a beleza adquire conotação de 
aceitação de não rejeição, onde não ser belo equivale a ser rejeitado. É um conjunto 
de valores atribuídos a uma pessoa pelos outros, através da análise das 
características, qualidades e defeitos que uma pessoa apresenta (PADILHA, 2002). 
Diversos estudos nas últimas décadas vêm apontando os efeitos positivos que 
os procedimentos estéticos podem proporcionar aos pacientes. É notada uma 
melhoria no autocuidado que reflete no bem-estar e na qualidade de vida dos 
indivíduos. Dentre o público que recorre à estes procedimentos, a maioria é feminina, 
sendo que as intervenções faciais são as mais solicitadas pelas mulheres (Ferreira, et 
al,2016, Scorza & Borges, 2008). 
Portanto, torna-se evidente a necessidade de um melhor esclarecimento sobre 
as possíveis consequências do excesso nessa busca por procedimentos estéticos, 
bem como o agir ético de cada profissional da estética para que não venha a causar 
prejuízos ao bem-estar e qualidade de vida das pessoas que realizam os 
procedimentos 
 
2.2 O impacto da mídia social na busca por um padrão de beleza. 
 
Por muitos anos, a mídia tem se mostrado a principal e mais importante 
instrumento na disseminação dos padrões de beleza. Para Oliveira e Machado (2021), 
quer se trate de revistas de moda e anúncios impressionantes ou novas mídias, como 
redes sociais, esses veículos são necessários para promover a imaginação social de 
8 
 
uma imagem com corpos perfeitos aprimorados digitalmente que estão longe da 
realidade, fazendo com que as mulheres, das diferentes idades, se sintam cada vez 
mais pressionadas esteticamente, visto que, para fazerem parte da sociedade da 
beleza, devem seguir determinado padrão. 
A necessidade de corrigir os defeitos da aparência surge devido a um 
sentimento de inadequação aos modelos de beleza tidos como perfeitos. Dessa as 
cirurgias, procedimentos estéticos, dietas medicamentos e exercícios físicos surgem-
na tentativa de minimizar desconforto, reduzir complexos e incômodos com a 
aparência (Floriani, et al., 2010). 
A sociedade de consumo tende a atribuir ao indivíduo o desejo pela plasticidade 
do seu corpo. Através da mídia, outdoors, desfiles, novelas, é passada a ideia de que 
as rugas, flacidez, queda de cabelo, e outros fatores estéticos que acompanham o 
envelhecimento, devem ser combatidos com manutenção enérgica, com os 
cosméticos e todos os recursos que a indústria da estética e embelezamento oferece 
(VILAÇA; GÓES, 1998, p.13). 
A mídia impõe um padrão de beleza, fazendo com que as pessoas vivam em 
uma intensa procura pela perfeição corporal, por meio de dietas, exercícios físicos, 
utilização de medicamentos, cirurgias e procedimentos estéticos (RUSSO, 2005). 
Vive-se no que aparenta ser a era do respeito e dos direitos humanos, mas não se 
percebe que jamais esses direitos foram tão violados nas sociedades populares. Fala-
se de uma terrível ditadura que oprime e destrói a autoestima do ser humano: a 
ditadura da beleza (CURY, 2005). Cerca de 600 milhões de mulheres sentem-se 
reféns dessa ditadura. O padrão inatingível de beleza, comumente divulgado na TV, 
nas revistas, no cinema, nos desfiles e comerciais, vem invadindo o inconsciente 
coletivo das pessoas e alterando até mesmo a percepção de si mesmas. Essa cultura 
ao corpo perfeito trás malefícios à autoestima, e produz uma constante insatisfação 
com o espelho (CURY,2005). 
Branden (1995, apud ANDRADE; SOUZA; MINAYO, 2009) afirma que “o 
indivíduo vivencia uma mentira quando distorce sua própria realidade, mente quando 
mostra-se mais do que é na sua real experiência.” Já quando acontece o equilíbrio 
dessa experiência íntima o resultado é positivo, gerando um equilíbrio do eu interior 
com o mundo, a boa autoestima exige que o eu interior esteja de acordo com o eu 
manifesto no mundo (SILVA; SILVA, 2004). 
9 
 
No inconsciente das pessoas, é construído o padrão de um corpo perfeito, 
aceito pela sociedade, motivadas e influenciadas pelo poder da mídia que, 
perversamente influência sobre a autoestima e autoimagem sobre o corpo feminino, 
resultando no desencadeamento de sofrimento psicológico. Ocorre que o nível de 
informação que deveria ser usado para minimizar a distorção da autoimagem da 
mulher, na verdade, acaba disseminando percepções equivocadas de corpo. Desta 
forma, o que se nota é que a mídia, juntamente com o sistema, continua exercendo 
grande pressão sobre as mulheres em consequência da estruturação social que existe 
há anos em nossa sociedade (MURARI e DORNELES, 2018). 
Antigamente, as distâncias sociais eram maiores e nem todas as pessoas 
tinham acesso direto as influências da mídia. Hoje em dia, a realidade é diferente, pois 
existe uma maior acessibilidade às informações, um bombardeio de novidades 
estéticas a todo o momento com valores acessíveis a todas as classes sociais. Tudo 
isso para conquistar um público mais exigente e informado que anseia por novidades, 
por consumos, e por expandir suas práticas de maturidade (VIGARELLO, 2006). 
Os padrões de beleza impostos pela mídia exercem uma influência sobre a 
autoestima, bem como pode aumentar a procura por procedimentos estéticos, 
invasivos e não invasivos mesmo quando as pessoas se encontram com padrão 
estético normal. Cabe ressaltar que não estamos levantando a bandeira contra os 
procedimentos estéticos, mas sim, a busca desenfreada por estes. 
Portanto as mídias sociais desempenham um papel significativo na influência 
da percepção da beleza e na busca por procedimentos estéticos. As plataformas de 
mídia social, oferecem uma infinidade de imagens e vídeos de corpos e rostos 
perfeitos, criando um padrão irreal de beleza que muitas mulheres tentam seguir. As 
mulheres frequentemente se comparam com outras nas redes sociais, o que pode 
levar a sentimentos de inadequação e baixa autoestima. 
 
2.3 Autocuidado e beleza contribuem para o equilíbrio da saúde mental 
 
Estudos desenvolvidos por Aguiar (2020) na área da estética enfatizam a 
importância de incentivar o autocuidado em pacientes que apresentam problemas 
psicológicos ou que possuem algum tipo de problemafísico. Tal ação faz com que 
uma pessoa que sofre com comorbidade, como a obesidade, compreenda a 
importância de adquirir novos hábitos que auxiliam na perda de peso e na recuperação 
10 
 
da saúde e bem-estar, o que inclui também a adoção de tratamentos estéticos que 
podem ser necessários, revelando que a estética abrange os cuidados de saúde. 
A sociedade impõe um corpo padrão cotidianamente, pois é nele e por ele que 
as pessoas sentem, desejam, agem e criam. Viver nesse sentido de expor a aparência 
física faz com que se assumam funções e poderes que dão acesso ao mundo, abrem 
a presença corporal um do outro (VILAÇA; GÓES, 1998, p.23). 
A construção de uma referência própria de beleza individual na identidade 
estética depende mais da autoestima do que da beleza física. Tal percepção 
independe dos “padrões” de beleza. Essa referência interna permitirá um filtro de 
realidade que fará com que a pessoa se submeta a mensagens e apelos estéticos 
externos à própria avaliação crítica levando-a a refletir se “é bom para ela” e se tem a 
ver com ela ou não. 
Destaca-se a importância de uma autoestima fortalecida para ir contra esses 
padrões estéticos, buscando elevar a importância de se aceitar como é; e que existem 
outras formas de se adquirir bem-estar, tais como o amor-próprio, o equilíbrio 
emocional e as realizações; não somente os meios estéticos ou padrões corporais 
socialmente ditados (BORBA; THIVES, 2011). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
 
3. OS EFEITOS PSICOLÓGICOS DA BUSCA PELA ESTÉTICA IDEAL. 
 
Os tratamentos estéticos são aliados sobretudo da autoestima feminina, porém 
estes procedimentos influenciam também na autoestima e na saúde mental uma vez 
que a saúde mental dos indivíduos está atrelada também à suas ações em relação 
também ao seu corpo. 
A autoestima é vista como um sentimento – seja positivo ou negativo - que as 
pessoas sentem para si. Enquanto esse sentimento é positivo, diz-se que tal pessoa 
possui uma autoestima elevada, isto é, ela se valoriza, age com confiança em seus 
atos e juízos. Esse sentimento é necessário para desfrutar de uma vida de maneira 
plena em todos os campos: profissional, pessoal, sentimental, familiar (santos et al., 
2019; Rodrigues, et al, 2016) 
De acordo com Schultheisz; Aprile (2013) a autoestima é considerada 
importante indicador de saúde mental, por interferir nas diversas condições do sujeito 
como: as afetivas, sociais e psicológicas. Ela se evidencia no nível e satisfação com 
as situações vividas. 
Essa interferência é de grande relevância, já que o sujeito necessita estar bem 
consigo para que possa vivenciar sua vida e suas condições de maneira favorável, 
dentro daquilo que é apropriado a si. 
Logo, a saúde mental está completamente exposta e completamente em risco, 
uma vez que refletirá na autoestima, e na autopercepção corporal, dessa forma o 
indivíduo poderá procurar aperfeiçoar a sua imagem corporal através de diversos 
procedimentos estéticos, buscando resolver e suprir o seu problema psicológico 
(Emiliano & Urbano, 2013). 
A capacidade de tornar a estética como um recurso essencial, acarreta pontos 
positivos e negativos. O corpo dessa forma engrandece em suas possibilidades 
infinitas, exaltando a vida e ao mesmo tempo limita sua essência, chamando seu 
decesso. A ditadura do padrão estético é como o suporte da autoestima o que torna 
um infortúnio no inconsciente, trazendo o adoecimento emocional (CURY, 2005). 
Portanto, a pressão estética é consequente de uma autoimagem negativa que, 
segundo Martins e Ferreira (2020), pode levar não apenas a uma percepção negativa 
de sua aparência física, mas também afeta diretamente a percepção de seus valores 
pessoais. Essa percepção distorcida pode levar à depressão, ansiedade e distúrbios 
alimentares, dentre os quais, pode-se citar a anorexia e bulimia. Neste contexto, torna-
12 
 
se relevante sinalizar que, conforme esses autores, a família é parte do ambiente, pois 
o sujeito é um ser individual também influenciado por pressões estéticas que, muitas 
vezes, propagam crenças e comportamentos nocivos porque foram ensinados a fazê-
lo e, assim, podem afetar negativamente sua prole. 
 
3. 1 Impactos positivos da saúde mental na autoestima 
 
Pessoas com autoestima elevadas apresentam maior confiança e segurança 
em si mesmo. Isso os ajuda a desenvolver suas habilidades pessoais de maneira mais 
assertiva, o que permite constituir metas e objetivos realistas, enfrentando os desafios 
e estabelecendo seus próprios limites. Além disso, aqueles que possuem autoestima 
elevada desfrutam de melhores relações sociais, pois tendem a ser mais empático e 
autênticos. São indivíduos mais otimistas, autônomos e que desenvolvem melhores 
capacidades de adaptação. Com isso, é possível afirmar que estas pessoas tendem 
a apresentar melhor saúde física e mental (Filgueiras, 2018; santos et al, 2019. 
Quando os indivíduos mantêm uma rotina de autocuidado, observa-se a busca 
por hábitos saudáveis, melhora no estilo de vida, adoção de medidas de promoção da 
saúde e prevenção de doenças. Essa prática traz benefícios para a saúde física, 
mental e emocional e, consequentemente, melhora a produtividade, os 
relacionamentos interpessoais e a autoestima. 
A autoestima pode influenciar na vida do indivíduo desde o princípio, sendo 
essencial para nossos relacionamentos com a sociedade, amigos, familiares e em 
locais de trabalho, ou seja, ela tende a influenciar tudo ao redor do ser e nesse 
processo ajuda na prevenção de doenças e até no risco de morte (PEREIRA, et al. 
2018). 
Em relação a estes fatores, Vargas, Dantas, Gois (2005), dizem que os 
sujeitos que possuem uma boa autoestima têm uma capacidade maior de influenciar 
os seus comportamentos e que por conta disso, conseguiria um melhor desempenho 
em manter as mudanças necessárias para o enfrentamento das situações que 
exigiria dele uma resposta para o não adoecimento. 
Com relação à autoestima alta, Andrade, Sousa, (2010) evidenciaram que as 
pessoas que têm uma autoestima elevada também sofrem e sentem ansiedade, a 
diferença é que elas não paralisam diante dos problemas. Isso quer dizer que uma 
pessoa com a autoestima alta mantém uma imagem constante de suas capacidades, 
13 
 
pois a forma com a qual ela se percebe, ecoa em suas reações e pensamentos, e com 
isso ela tem grandes possibilidades de sucesso, tornando as sim um forte indicador 
de proteção para o indivíduo. A respeito dessa proteção, Pereira, et al. (2018) nos 
mostram que a autoestima além de ser um forte indicador de saúde mental, também 
age como fator de proteção para transtornos psicológicos como a depressão e para o 
risco de suicídio, isso mostra que a autoestima pode influenciar na ação e reação 
diante de problemas que surjam, potencializando os recursos para lidar de forma mais 
positiva com os eventos, e minimizando os riscos com os eventos estressores. 
A diversidade de estudos sobre procedimentos estéticos e seus resultados 
positivos justificam sua importância na melhora de aspectos psicológicos e 
emocionais dos pacientes, entre os quais podemos encontrar uma maior estima por 
si mesmo, um aumento nas relações sociais e interpessoais, e uma melhoria na 
qualidade de vida. (PEREIRA; BITENCOURT, 2018) 
 
3.2 Impactos negativos da insatisfação com a aparência 
 
A autoestima é um importante indicador de saúde mental, negativamente pode 
acarretar sintomas depressivos, percepção de incapacidade, ansiedade, transtornos 
mentais, agressão e comportamento antissocial (PINHEIRO et al, 2020). 
Segundo Kehl (2009) o aumento de casos de distúrbios depressivos, nas 
últimas décadas do século XX, pode estar relacionado com a padronização estética. 
A mudança da aparência, do seu físico sem se importar com o caminho a percorrer 
apenas com o resultado esperado. 
Devido a não se enquadrar no padrão socialmenteimposto a mulher tem uma 
percepção de si mesma de forma negativa com sentimentos de inferioridade, fracasso 
e incapacidade. Sendo assim devido a essas sensações ela procura utilizar todos os 
recursos possíveis que contribuam para a reformulação de sua imagem, melhorando 
sua aparência. (SOUZA, et al. 2013). 
Segundo Tavares (2003, p.45) a baixa autoestima tem relação com a imagem 
corporal, bem como, com relação a atração física e expectativas culturais com o corpo, 
relacionando os comportamentos com a insatisfação, levando a ter efeitos 
devastadores na saúde psicológica e física do indivíduo. 
É valido o conhecimento de que o padrão de beleza vai além de ter uma vida 
saudável ou dieta balanceada, a questão fundamental a ser abordada é sobre o real 
14 
 
prejuízo que essas exigências têm causado nas mulheres, as consequências são de 
depressão, alterações no humor, ansiedade e os distúrbios alimentares. São criadas 
expectativas e metas absurdas que não estão de acordo com sua estrutura corporal 
e acabam resultando em transtornos. É importante entendermos que esse padrão está 
longe de ser o ideal, devido as relações de diversidades (ROCHA, 2018). 
Autoestima corresponde a buscar o melhor, o quer bem para si próprio e 
quando não alcançado desperta os sentimentos mais negativos, como desânimo 
incapacidade, inferioridade que reflete em quadros psicológicos de ansiedade, 
depressão (EGITO,2010). 
Diante desses transtornos, destaca se a anorexia. Trata-se de um distúrbio de 
imagem onde o indivíduo observa-se diferente do padrão e acima de seu peso normal. 
Isso causa uma distorção de sua imagem real, fazendo com que ele não se alimente 
ou consuma calorias mínimas, abusando de dietas e a prática de exercícios físicos. 
(VIANNA, 2005). 
A bulimia também é um distúrbio frequente, na qual ocorrem episódios 
compulsivos de alimentação, que geram frustração e arrependimento. Logo após essa 
alta ingestão calórica, ocorre a indução do vômito ou consumo produtos laxativos e 
termogênicos, a fim de perder todas as calorias ingeridas em seus episódios 
compulsivos. E por fim o transtorno dismórfico corporal, vigorexia. A pessoa se 
enxerga mais atrófica do que realmente é, o que leva ao treinamento excessivo e uso 
de suplementos alimentares, ocasionando lesões musculares e desidratação 
(CASTRO & CATIB, 2014). 
O transtorno dismórfico corporal (TDC) é um transtorno psiquiátrico incluído 
dentro da categoria dos transtornos obsessiva-compulsivos, caracterizado pela 
preocupação exageradas do indivíduo com a aparência. Nesse sentido, o TDC 
caracteriza-se, sobretudo, pela preocupação excessiva com um ou mais defeitos ou 
falhas na aparência física que não são observáveis por terceiros ou apenas 
observáveis de forma leve. Esta distorção na percepção gera pensamentos intrusivos 
e comportamentais repetitivos, difíceis de controlar, que podem ocupar de 3 a 8 horas 
por dia, provocando sofrimento intenso e acarretando prejuízo em diversas áreas da 
vida. 
É importante, entretanto, que o profissional saiba diferenciar TDC de anorexia 
e bulimia. Enquanto nesses transtornos a preocupação é com o tamanho ou forma do 
15 
 
corpo como um todo, no TDC se refere a uma ou mais partes do corpo como: nariz, 
boca, queixo, seios, cabeça, cabelo, pernas, quadris, entre outras. 
A depressão é compreendida, segundo a Organização Mundial de Saúde (2000), 
como um grave problema de saúde pública, afetando mais de 264 milhões de pessoas no 
mundo. Dentre os afetados pela patologia estão também os adolescentes, que vem 
desenvolvendo essa condição de forma crescente e significativa em todo o mundo. Apesar 
de momentos depressivos ocorrerem naturalmente nessa fase da vida, por conta das 
transformações nos aspectos biopsicossociais que nela ocorrem devido a puberdade, 
entre 10 e 20% dos adolescentes podem enfrentar problemas de saúde mental (WHO, 
2000). 
A ansiedade é um sentimento desagradável de medo e apreensão 
caracterizado por tensão e desconfortos por antecipação do perigo ou por algo 
estranho e desconhecido (Castilho et al., 2000). Quando as reações passam a ser 
extremas, seja em intensidade ou em frequência, a ansiedade deixa de ser 
considerada um fenômeno natural e benéfico e passa a se tornar patológico (Martins; 
Cunha, 2021). 
Ressalta-se a importância do despertar do olhar dos diversos profissionais, 
tanto da área da estética, quanto da educação (em todos os segmentos: em escolas 
ou academias) da necessidade em perceber indícios de distúrbios relacionados à 
imagem corporal; bem como estar preparados para trabalhar em conjunto com os 
profissionais da saúde – como psicólogos, psiquiatras e nutricionistas – buscando 
minimizar os danos dessa procura desesperada em adquirir um padrão de beleza 
irreal (FERREIRA; CASTRO; GOMES, 2005). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 
 
4. PÚBLICO-ALVO. 
 
Os principais receptores foram os adolescentes, das series 8º e 9º ano, com 
faixa etária entre 14 e 16 anos. O projeto alcançou no mínimo 42 alunos como público-
alvo de ações presencias. A parceria com os docentes da referida escola permitiu 
ampliar exponencialmente o alcance da proposta dos nove (09) acadêmicos do curso 
de estética e cosmética. 
 
5. OBJETIVOS: 
 
5.1 Objetivo geral. 
 
➢ Conscientizar os jovens sobre a relevância da estética nas ações preventivas 
e educativas, promovendo o bem-estar consigo mesmo e com os outros e 
assim trazendo o conhecimento sobre a importância da atuação da estética na 
saúde mental. 
 
5.2 Objetivos específicos. 
 
➢ Orientar os alunos sobre os impactos da mídia social nas percepções de 
beleza. 
➢ Informar o papel da estética na prevenção de transtornos mentais. 
➢ Orientar a busca por um profissional capacitado em casos de distúrbios 
psicológicos. 
 
6. RECURSO METODOLÓGICO. 
 
Foi realizado um estudo de casos afim de discutir sobre os principais temas 
onde a estética pode contribuir para a área da educação, levando em consideração 
tópicos importantes, abordando o conhecimento sobre a relação da saúde mental na 
estética, com isso promover diálogos sobre como a aparência pode impactar o bem-
estar psicológico. 
Para a realização do projeto foi definida uma faixa etária específica, pois o 
objetivo específico foi alcançar o máximo de adolescentes, a fim de ajudar os 
17 
 
indivíduos. As orientações foram em forma de apresentação oral, para a facilitação 
de interpretação em ambiente escolar, e assim promovendo o conhecimento e a 
conscientização da saúde mental para os discentes. 
 
7. CRONOGRAMA 
 
 DATAS IMPORTANTES 
 
8. RESULTADOS E DISCUSSÃO. 
 
Com a realização deste projeto, foi possível identificar em muitos alunos, que a 
falta de autoestima tem causado um grande impacto em suas vidas. 
 Na parte prática do projeto foi alcançado o total de 40 alunos, e com a 
participação destes estudantes, foi realizado uma atividade estética como forma de 
terapia para elevar o humor e combater sentimentos de tristeza e desmotivação, 
encorajando os alunos a abraçarem suas características únicas e a se expressarem 
de maneira autêntica, sem se sentirem pressionadas a atender aos padrões 
convencionais. 
Diante deste impasse, o tema abordado propôs orientar com o objetivo de 
promover uma compreensão crítica sobre os padrões de beleza impostos pela 
sociedade, incentivando a aceitação da diversidade estética. 
 
9. CONSIDERAÇÕES FINAIS. 
 
Ao longo deste projeto, ficou evidente que a estética desempenha um papel 
fundamental na saúde mental. A maneira como nos apresentamos e como 
percebemos os ambientes ao nosso redor pode afetar diretamente nossa autoestima 
e saúde mental. 
 Data Atividades 
08 de Outubro Apresentação oral com o objetivo de transmitir conhecimento, e 
orientação sobre a saúde mental 
08 de Outubro Apresentação do projeto na Escola EstadualNossa Senhora do 
Perpetuo Socorro. 
 
18 
 
O conhecimento do bem-estar e da saúde mental é de suma importância para 
que todos possam cuidar de si mesmos e apoiar uns ao outros, e com isso melhorar 
a qualidade de vida de todos ao seu redor. 
Além disso, é vital que os jovens reconheçam o poder da estética em suas vidas 
diárias e busquem criar ambientes que inspirem bem-estar e criatividade. Ao valorizar 
a beleza em todas as suas formas, podemos cultivar uma geração mais feliz e 
confiante. 
Portanto, é imprescindível que os jovens tenham mais consciência sobre si 
próprio com isso informar e mobilizar os adolescentes para cuidar da saúde mental e 
emocional ajudando a diminuir a ansiedade relacionada a aparência em situações 
sociais, promovendo um sentimento de conforto a aceitação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
REFERÊNCIAS 
 
AGUIAR, V. D. C. A importância da estética e sua humanização para o bem-
estar. Rev Euro Anglo Unidade Ribeirão Preto. Ribeirão Preto, 2020. 
 
ANDRADE, Edson Ribeiro de e SOUZA, Edinilsa Ramos de. Autoestima como 
expressão de saúde mental e dispositivo de mudanças na cultura 
organizacional da polícia. Psicologia Clínica [online]. 2010, v. 22, n. 2, pp. 179-
195. 
 
ANDRADE, Edson Ribeiro; SOUZA, Edinilsa Ramos de; MINAYO, Maria Cecília 
de Souza. Intervenção visando a auto-estima e qualidade de vida dos policiais 
civis do Rio de Janeiro. Ciência saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, fev. 
2009. 
 
BARBOSA, A. P.; WOLFF, J.; GOMES, T. 
N.Influênciadaestéticanaautoestimaebemestardoserhumano. 2016. 13 f. 
Trabalho de Conclusão e Curso (Tecnólogo em Estética e Cosmética) – 
Universidade Tuiuti, Paraná, 2016. 
 
BORBA, T. J; THIVES, F. M. Uma Reflexão Sobre a Influência da Estética na 
Autoestima, Auto-motivação e Bem-estar do ser humano. Universidade do Vale 
do Itajaí –Univali, Florianópolis: 2011, p. 21. 
 
CASTILLO, A.R.G.L. et al. 2000. Transtornos de ansiedade. Braz. J. Psychiatr. 
22(suppl 2): 20-23. 
 
CASTRO, V. H. A. P.; CATIB, N. O. M. Corpo e beleza: como anda a saúde na 
busca pela perfeição estética? Revista Eletrônica de Educação e Ciência. 
Avaré, v. 4, n. 1, p. 37, 2014. 
 
CURY, Augusto. A ditadura da beleza e a revolução das mulheres. 2005. 
 
EDUARDO, M. A.; FERREIRA, K. S. A relevância dos cuidados corporais para 
a autoestima das pessoas: uma revisão da literatura. 2018. 12f. Trabalho de 
Conclusão de Curso (Curso Tecnólogo em Estética e Cosmética) - UNIFASC, 
Itumbiara, Goiânia, 2018. 
 
EGITO JE. Auto-estima e auto-imagem. 2010. 
 
Emiliano, S. & Urbano, A. R. (2013). Dismorfobismo - Um estudo bibiográfico. 
 
Ferreira, J. B., Lemos, L. M. A., & da Silva, T. R. (2016). Qualidade de 
vida, imagem corporal e satisfação nos tratamentos estéticos. Revista 
Pesquisa Em Fisioterapia,6(4). 
 
FERREIRA, M. E. C.; CASTRO, A. P. A.; GOMES, G. A obsessão masculina 
pelo corpo: malhado, forte e sarado. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 
Campinas, v.27, n.1, p. 167-182, 2005. 
 
20 
 
Filgueiras, N. L. (2018). O crescimento e valorização do mercado da estética 
no Brasil.Trabalho de Conclusão de Curso (Arquitetura e Urbanismo). 
Faculdade deCiências Gerenciais de Manhuaçu. Manhuaçu. 
 
FLORIANI, FLAVIA MONIQUE; MARCANTE, MÁRGARA DAYANA DA SILVA; 
Autoestima e auto-imagem: A relação com a estética, 2014. 
 
GUENTER, Z. C. Educando o ser humano: uma abordagem da psicologia 
humanista. 1997. 
Importância dos Procedimentos Estéticos na Autoestima da Mulher. Rev. Mult. 
Psic., v.14, n. 53, p. 443-453, 2020. 
 
KEHL, M. R. O tempo e o cão: a atualidade das depressões. São Paulo: 
Boitempo, 2009. 
 
MARTINS, C.M.S; CUNHA, N.B. 2021. Ansiedade na adolescência: o ensino 
médio integrado em foco. Educação Profissional e Tecnológica em Revista. 
5(1): 41-61. 
 
MARTINS, Roseneide da Silva Gusmão; FERREIRA, Zamia Aline Barros. 
MURAI, Karina Stangherlin; DORNELES, Patrícia Paludette. Uma revisão 
acerca do padrão de autoimagem em adolescentes. R. Perspect. Ci. e Saúde, 
v.03, n.01, p.155-168, dez 2017-jan 2018. 
 
 
OLIVEIRA, Michelle Rodrigues de; MACHADO, Jacqueline Simone de Almeida. 
O insustentável peso da autoimagem: (re)apresentações na sociedade do 
espetáculo. Ciência & Saúde Coletiva, v. 26, n. 7, p. 2663-2672, 2021. 
 
PADILHA, Ênio. Marketing pessoal e Imagem pública. 2.ed. Balneário 
Camboriú: Palloti, 2002. 78p. 
 
 
PEREIRA, Amanda Fernandes; BITENCOURT, Beatriz. Autoestima e bem-
estar pós tratamentos de rejuvenescimento facial. 2018. Trabalho de Conclusão 
de Curso (Tecnologia em Cosmetologia e Estética) - Universidade do Sul de 
Santa Catarina, Tubarão, 2018. Disponível em: https://repositorio. 
animaeducacao.com.br/handle/ANIMA/7906. 
 
PEREIRA, Anderson Siqueira et al. Fatores de risco e proteção para tentativa 
de suicídio na adultez emergente. Ciência & Saúde Coletiva [online]. 2018, v. 
23, n. 1, pp. 3767-3777. 
 
PINHEIRO, T.; PIOVEZAN, N.; BATISTA, H.; MUNER, L. A relação dos 
procedimentos estéticos com satisfação da autoimagem corporal e autoestima 
de mulheres. Revista Cathedral, v. 2, n. 1, 11 fev. 2020. 
 
ROCHA, Tatiana Mendes. “Padrão de beleza” e saúde mental da mulher. 
Psicologia Acessível, 2018. 
 
21 
 
RUSSO RCT. Imagem corporal: construção através da cultura do belo. 
Movimento & Percepção. 2005; 5(6): 80-90. 
 
Santos,G.R., De-Araújo,D.C., Vasconcelos,C., Chagas,R.Um., Lopes,G.G., 
Setton,L., et al. (2019). Impacto da mamoplastia estética na autoestima 
de mulheres de uma capital nordestina. Rev. Bras. Cir. Plást. 34(1):58-64. 
 
SCHULTHEISZ, T. S. V., APRILE M. R. Autoestima, conceitos correlatos e 
avaliação. Revista Equilíbrio Corporal e Saúde.v.5, n.1, p. 36-48, 2013. 
 
SCHULTHEISZ, Thais Sisti De Vincenzo; APRILE, Maria Rita. Autoestima, 
conceitos correlatos e avaliação. Revista Equilíbrio Corporal e Saúde, v. 5, n. 
1, 2015. 
 
SEGRE, Marco. O conceito de saúde. Revista de Saúde Pública, v. 31, n. 5, p. 
538- 42, out. 1997. 
 
SOUZA, Márcia Rebeca Rocha; OLIVEIRA Jeane Freitas; NASCIMENTO, 
Enilda Rosendo; CARVALHO, Evanilda Souza de Santana. Droga de corpo! 
Imagens e representações do corpo feminino em revistas brasileiras. Rev. 
Gaúcha Enferm., v.34, p. 62-69, 2013. 
 
TAVARES, M.C.C. Imagem Corporal: Conceito e Desenvolvimento. São Paulo: 
Manole, 2003. 
 
VIANNA, C. S. M. Da imagem da mulher imposta pela mídia como uma violação 
dos direitos humanos. Revista da Faculdade de Direito UFPR. Paraná, v. 43, n. 
0, p. 2-6, 2005. 
 
VIGARELLO, Georges. História da beleza. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006. 
 
VILAÇA, Nízia; GÓES, Fred. Em Nome do Corpo. Rio de Janeiro: Rocco. 1998. 
 
WEITZ, Morris. O papel da teoria na estética. 1956. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
22 
 
ANEXO A - TURMA DE ESTÉTICA E COSMETICA, NO DIA 08/10/2024.

Mais conteúdos dessa disciplina