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RELATÓRIO DE PRÁTICA 
Tharsila Barbosa da Silva 
01646609 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
 
DATA: 
 
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Microbiologia e Parasitologia 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: Tharsila Barbosa da Silva MATRÍCULA: 01646609 
CURSO: Enfermagem POLO: Graças 
PROFESSOR (A) ORIENTADOR (A): HEYTOR VICTOR PEREIRA DA COSTA NECO 
 
ORIENTAÇÕES GERAIS: 
 
 O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e 
 concisa; 
 O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; 
 Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); 
 Tamanho: 12; 
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; 
 Espaçamento entre linhas: simples; 
 Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
 
 
TEMA DE AULA: 
 
PREPARAÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAIS UTILIZADOS NA MICROBIOLOGIA 
 
CLASSIFICAÇÃO, COMPOSIÇÃO QUÍMICA E PREPARAÇÃO DE MEIOS DE CULTURA 
 
 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. PREPARAÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAIS UTILIZADOS NA 
MICROBIOLOGIA 
 
 
A. Dentre os procedimentos utilizados na preparação de materiais utilizados na microbiologia, 
qual a importância no tamponamento dos tubos de ensaio e dos Erlenmeyer com algodão 
hidrofóbico? 
Esse Tamponamento é importante para que os conteúdos do experimento não se contaminem 
com micro-organismos do ambiente, sendo feito isso os resultados do experimento não serão 
afetados. 
B. Qual material é utilizado para embalagem dos materiais que serão submetidos a processos 
de esterilização via estufa ou autoclave? 
 
 
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RELATÓRIO 02 
 
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Para que ocorra a esterilização via estufa ou autoclave o material precisa ser limpo e seco 
em pacotes que permitam a passagem de vapor. O material mais indicado para esses 
procedimentos é o papel Kraft ou madeira. 
 
C. Adicione uma ou mais fotos da preparação de materiais utilizados no laboratório de 
microbiologia. 
 
 
 
 
Fonte: Aula prática da Faculdade Uninassau. Portal do Aluno, 2024. 
 
 
D. Descreva o fundamento da técnica de esterilização de autoclavação, e porque alguns meios 
de cultura não podem ser autoclavados? 
A autoclavagem é um tratamento térmico bastante utilizado em hospitais e que consiste em 
manter o material contaminado a uma temperatura elevada, através do contato com vapor 
de água, durante um período de tempo suficiente para destruir todos os agentes 
patogênicos. O processo inclui ciclos de compressão e de descompressão de forma a 
facilitar o contato entre o vapor e os materiais contaminados. 
 
 
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RELATÓRIO 02 
 
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Alguns materiais por não serem resistentes ao calor não podem passar por esse processo, 
os produtos para a saúde precisam ser resistentes ao calor e a pressão, portanto, materiais 
termossensíveis, como aqueles compostos por borracha, plástico, polietileno e resina 
sintética não podem ser esterilizados em autoclave, pois existe o risco de excesso de 
aquecimento e consequente dano ao material ou à câmara. 
 
 
2. CLASSIFICAÇÃO, COMPOSIÇÃO QUÍMICA E PREPARAÇÃO DE MEIOS DE 
CULTURA 
 
 
A. Quanto à composição química como podemos classificar os meios de cultura? 
 
Quanto à composição química os meios de cultura são definidos como Meio Quimicamente 
Definido, que é aquele que contém tipos e quantidade de substâncias químicas conhecidas e 
específicas. Ex.: meios de cultura contendo quantidades definidas de aminoácidos, fosfatos, 
sulfatos, etc. E também classificado como Meio complexo ou quimicamente não definido: é 
aquele que contém componentes conhecidos (normalmente de origem animal ou vegetal), mas 
cuja composição química pode variar qualitativa e quantitativamente de um lote para outro. 
Fazem parte da composição desses meios: extratos de carne, soja, peptonas, etc. 
B. De acordo com os tipos de meios de cultura, no que diferem os meios sólidos, semissólidos 
e líquidos? 
Sabendo-se destes 03 tipos de meios de cultura, podemos diferenciá-los da seguinte forma: 
 Meio líquido: aqui os nutrientes estão dissolvidos em uma solução aquosa. O 
crescimento microbiano nesse meio de cultura muda o seu aspecto, causando turvação. 
 Meio semi-sólido: Em sua composição, além dos nutrientes, uma pequena porção 
(0,5%) de um polissacarídeo proveniente de algas marinhas chamado ágar. Estes 
meios normalmente são preparados em tubos de ensaio. A partir deste meio de cultivo 
é possível se avaliar a motilidade bacteriana. 
 Meio sólido: é aquele que possui os nutrientes e uma porção maior de ágar, em torno 
de 1,5% (cerca de 15 g/L água destilada). Podem ser dispostos em tubos de ensaio ou 
em placas de Petri, dependendo da finalidade. 
 
 
 
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C. Adicione uma ou mais fotos das etapas de preparo do meio de cultura
 
 
 
 
Fonte: Aula prática da Faculdade Uninassau. Portal do Aluno, 2024. 
 
D. Descreva como deve ser feito o cálculo da pesagem do meio de cultura. E quais 
consequências são geradas por erro nesse cálculo na utilização desse meio? 
 
O cálculo da pesagem deve ser realizado em meio desidratado em ambiente seco, de 
preferência sob uma capela de exaustão de laboratório. Uma balança de precisão é apropriada 
para pesagem de substâncias. Certifique-se de que a mesa, a balança e os suprimentos estejam 
limpos e livres de poeira e pó, além de garantir que a balança esteja em uma mesa estável, 
nivelada e sem vibração. Prepare uma tabela contendo os pesos e volumes predeterminados 
para um determinado número de placas. Em um diário de bordo deve ser feito o registro do 
nome do produto, número do lote, data de preparo, peso e volume de água, bem como o nome 
do operador. Regularmente calibre a balança e verifique os pesos de controle antes do uso. 
Utilize materiais com um volume especificado para permitir a pesagem. Abra o recipiente e 
 
 
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retire a quantidade necessária de pó. Feche imediatamente o recipiente para preservar seu 
conteúdo da umidade. 
Os erros de cálculo e pesagem podem piorar significativamente a qualidade e a precisão dos 
experimentos. 
 
TEMA DE AULA: 
 
TÉCNICAS ASSÉPTICAS DE ISOLAMENTO DE BACTÉRIAS 
 
COLORAÇÃO DE DIFERENCIAL DE GRAM 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. TÉCNICAS ASSÉPTICAS DE ISOLAMENTO DE BACTÉRIAS 
 
 
A. O que é zona de esterilidade e qual sua importância para o manuseio de materiais 
microbiológicos? 
É uma zona confiável para o manuseio dos materiais microbiológicos, ela é livre de qualquer 
microrganismo viável, sendo atestada por testes de esterilidade que são realizados, nessa zona 
conseguimos preservar a pureza do cultivo e diminuir os riscos de contaminação. 
B. Cite as principais técnicas utilizadas para realização de semeio bacteriano? 
As técnicas de semeadura empregadas em uma análise mudam de acordo com o tipo do meio 
de cultura e microrganismo que será estudado. Para garantir que somente o organismo 
desejado seja semeado, é preciso ter certeza de que o ambiente esteja totalmente estéril. As 
principais técnicas usadas para realização de semeio bacteriano incluem: 
 Agitação: é um processo que envolverá a mistura de uma cultura bacteriana com um 
meio de cultura adequado, como um líquido ou um meio sólido. A mistura é então 
agitada para permitir que as bactérias se espalhem uniformemente. 
 Centrifugação: é um processo utilizado para separar as bactérias de um meio de 
cultura com base na diferença de densidade entre as bactérias e o meio de cultura. 
 Semi-automatização: é um processono qual os dispositivos mecânicos são usados 
para ajudar a preparar e aplicar culturas bacterianas. 
 Incubação: é um processo no qual as culturas bacterianas são incubadas em condições 
ótimas para permitir que elas se multipliquem. 
 
 
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C. Qual o objetivo da técnica de semeio por esgotamento? Por que a mesma é comumente 
utilizada nas análises clínicas? 
Essa técnica é utilizada quando se quer isolar culturas puras em amostras com culturas mistas, 
formando colônias isoladas e possibilitando a identificação dos microrganismos que 
cresceram nesse meio. É amplamente utilizada por que permite a identificação precisa dos 
microrganismos presentes na amostra e a determinação da sua sensibilidade a diferentes 
antibióticos. 
D. Como visualmente pode-se identificar que um semeio bacteriano apresenta apenas um tipo de 
bactéria isolada? 
Visualmente, um semeio bacteriano com apenas um tipo de bactéria isolada geralmente 
apresenta uma aparência homogênea e uniforme na placa de Petri. Isso ocorre porque apenas 
um tipo de bactéria cresceu na placa, formando colônias que têm características semelhantes 
em relação à forma, cor, tamanho e textura. 
 
 
2. COLORAÇÃO DE DIFERENCIAL DE GRAM 
 
A. Qual o fundamento da coloração de Gram que permite a separação das bactérias em dois 
grandes grupos? 
O método da coloração de Gram é baseado na capacidade das paredes celulares de bactérias 
Gram-positivas de reterem o corante cristal violeta no citoplasma durante um tratamento com 
etanol-acetona enquanto que as paredes celulares de bactérias Gram-negativas não o fazem. 
Além da coloração das bactérias, a coloração de Gram também permite observar a forma da 
bactéria e as características da sua parede celular. 
B. Geralmente quais formas bacterianas são classificadas como Gram positivas e quais são 
classificadas como Gram-negativas? 
As bactérias Gram-positivas são classificadas pela cor azul que adquirem após aplicação de um 
processo químico denominado coloração de Gram. As bactérias Gram-positivas podem ser cocos 
ou bacilos. Algumas delas causam doenças. Outras ocupam normalmente um local do corpo, como 
a pele. 
As bactérias Gram-negativas adquirem coloração vermelha quando se usa esse processo envolto 
por uma cápsula protetora. Essa cápsula ajuda a evitar que os glóbulos brancos do sangue (que 
 
 
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lutam contra infecções) ingiram as bactérias. Sob a cápsula, as bactérias Gram-negativas têm uma 
membrana externa que as protege contra certos antibióticos, como a penicilina. Quando perturbada, 
essa membrana libera substâncias tóxicas chamadas de endotoxinas. As endotoxinas contribuem 
para a gravidade dos sintomas durante infecções com bactéria Gram-negativas. 
C. Adicione uma foto ou mais da realização da coloração de Gram ou da leitura microscópica da 
lâmina. 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Aula prática da Faculdade Uninassau. Portal do Aluno, 2024. 
 
 
D. Qual a importância da coloração de Gram na rotina clínica no laboratório de microbiologia? 
A coloração de Gram é um passo muito importante na caracterização e classificação inicial 
das bactérias. Afinal, esse método de coloração permite que as bactérias sejam visualizadas no 
 
 
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RELATÓRIO 02 
 
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microscópio óptico, uma vez que sem a coloração é impossível observá-las ou identificar sua 
estrutura. 
 
 
TEMA DE AULA: OBSERVAÇÃO DE LÂMINAS DE Schistosoma mansoni E 
PROTOZOÁRIOS 
 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. OBSERVAÇÃO DE LÂMINAS DE CERCARIAS E OVOS DE Schistosoma mansoni 
 
A. Como o ser humano é contaminado pela forma infectante (cercarias) e contrai a 
esquistossomose? 
A transmissão da esquistossomose ocorre quando o indivíduo, hospedeiro definitivo, 
infectado elimina os ovos do verme por meio das fezes humanas. Em contato com a água, os 
ovos eclodem e liberam larvas que infectam os caramujos, hospedeiros intermediários que 
vivem nas águas doces. Após quatro semanas, as larvas abandonam o caramujo na forma de 
cercarias e ficam livres nas águas naturais. O ser humano adquire a doença pelo contato com 
essas águas. 
 
B. Visto ao microscópio óptico, o ovo pode ser reconhecido pela presença de qual estrutura 
morfológica? 
Visto ao microscópio óptico, o ovo pode ser reconhecido pela presença de um espículo, 
espécie de pequeno espinho, voltado para trás. 
 
2. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE CISTOS DE Entamoeba histolytica 
 
A. Descrever a característica morfológica que permite a diferenciação entre os cistos da 
Entamoeba histolytica da Entamoeba coli. 
Ambos os parasitas habitam o intestino grosso de Homens e animais, sendo a sua forma 
infestante eliminada através das fezes. Com um ciclo biológico idêntico, constituído por 
quatro fases - trofozoíto, pré-quisto, quisto e metaquisto – apresentam diferenças na sua fase 
de quisto, a forma infestante, com a Entamoeba histolytica a exibir quatro núcleos, enquanto 
Entamoeba coli apresenta quistos com oito núcleos. A principal diferença entre estas duas 
espécies reside, no entanto, no facto de um ser patogénica (Entamoeba histolytica) e a outra 
(Entamoeba coli) viver como um comensal do intestino, não causando doença. 
 
 
3. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE TROFOZOITO DE Giardia lamblia. 
 
A. Cite qual estrutura permite a fixação do trofozoíto da Giardia lamblia no intestino humano. 
A fixação do trofozoíto da Giardia lamblia no intestino humano ocorre por meio das suas 
estruturas de fixação chamadas "discos adesivos" ou "ventosas". A Giardia lamblia é um 
protozoário parasita que causa a giardíase, uma infecção intestinal. Os discos adesivos são 
encontrados na superfície ventral do trofozoíto (a forma ativa do parasita), e eles permitem 
que o parasita se prenda à parede intestinal, facilitando a absorção de nutrientes e a 
 
 
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RELATÓRIO 02 
 
DATA: 
 
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reprodução. Essas estruturas de fixação têm uma aparência característica de ventosas ou 
discos, que permitem à Giardia aderir à mucosa intestinal e evitar ser arrastada pelo fluxo de 
material no trato digestivo. A adesão à parede intestinal é um aspecto importante do ciclo de 
vida e da sobrevivência desse parasita no hospedeiro humano. 
 
 
4. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE Leishmania sp. 
 
A. Quais características morfológicas permitem a diferenciação das firmas evolutivas amastigota 
e promastigotas? 
As formas evolutivas amastigota e promastigota são estágios de desenvolvimento de 
protozoários pertencentes ao gênero Leishmania, que causam a doença leishmaniose. As 
principais características morfológicas que permitem a diferenciação entre amastigotas e 
promastigotas são: Amastigotas: São a forma intracelular do parasita, possuem um corpo 
arredondado ou oval, não possuem flagelo e são encontradas dentro das células hospedeiras, 
como macrófagos. Promastigotas: São a forma extracelular do parasita, encontradas no vetor, 
possuem um corpo alongado, possuem um flagelo que se estende desde a extremidade 
anterior do corpo e são móveis e se movem através do movimento do flagelo. 
 
 
5. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE TROFOZOITO DE Trichomonas vaginalis 
 
A. Quais as estruturas substituem as mitocôndrias no trofozoíto de Trichomonas vaginalis? 
No lugar das mitocôndrias, o trofozoíto de T. vaginalis possui organelas chamadas de 
hidrogenossomos, que são responsáveis pela produção de energia através de processos 
anaeróbios, como a fermentação. 
 
6. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE EPIMASTIGOTA DE Trypanosoma cruzi 
 
 
A. Descrever as diferenças morfológicas entre as formas evolutivas amastigota, epimastigota e 
tripomastigota de Trypanosoma cruzi, citando em qualhospedeiro elas são encontradas. 
Durante o seu ciclo de vida, o T. cruzi pode apresentar três formas morfológicas: amastigota, 
epimastigota e tripomastigota. 
 
 Amastigota: apresenta forma arredondada. O núcleo e o cinetoplasto não são 
observados com microscópios ópticos. Não possui flagelos. Presente na fase 
intracelular, durante a fase crônica da doença. 
 
 Epimastigota: apresenta tamanho variável com formato alongado e núcleo semicentral. 
Representa a forma encontrada no tubo digestivo do barbeiro, o vetor da doença de 
chagas. 
 
 
 Tripomastigota: apresenta formato alongado e fusiforme em forma de “c” ou “s”. É a 
forma presente na fase extracelular, que circula no sangue, na fase aguda da doença. É 
a forma infectante para os vertebrados. 
 
 
 
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RELATÓRIO 02 
 
DATA: 
 
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7. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE TAQUIZOITO DE Toxoplasma gondii 
 
A. Em que fase do ciclo evolutivo do Toxoplasma gondii, estão presentes os taquizoítos. E como 
eles podem infectar o ser humano? 
Durante o ciclo do Toxoplasma gondii, observamos três estados infectantes: oocistos, 
taquizoítos e bradizoítos. Os oocistos, que contêm os esporozoítos, são estágios formados no 
ciclo intestinal do protozoário que ocorre no trato intestinal dos felídeos. O estágio de 
taquizoíto é encontrado durante a fase aguda da infecção. Já o estágio de bradizoítos é 
encontrado dentro de cistos teciduais na fase crônica da doença. Os felinos são os únicos 
hospedeiros definitivos do Toxoplasma gondii, portanto, desempenham um papel 
fundamental na transmissão da toxoplasmose. 
 
 
REFERÊNCIAS 
BIBLIOTECA VIRTUAL DE SAÚDE. Manual de procedimentos básicos em 
microbiologia clínica. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_microbiologiaclinica_con
trole_infechospitalar.pdf. Acesso em: 3 set. 2024. 
BIOMEDICINA PADRÃO. Técnicas de semeadura. Disponível em: 
https://www.biomedicinapadrao.com.br/2012/09/tecnicas-de-semeadura.html. Acesso em: 3 
set. 2024. 
FACULDADE GPI. Coloração de Gram e sua importância na Microbiologia . Disponível 
em: https://faculdadegpi.edu.br/post/coloracao-de-gram-e-sua-importancia-na-microbiologia-
clinica/. Acesso em: 2 set. 2024. 
FOOD SAFETY BRAZIL. Bactérias Gram positivas e Gram negativas: o que isso. 
Disponível em: https://foodsafetybrazil.org/bacterias-gram-positivas-e-negativas-o-que-isso-
quer-dizer/. Acesso em: 2 set. 2024. 
MD.SAÚDE. AMEBÍASE (infecção pela ameba Entamoeba histolytica). Disponível em: 
https://www.mdsaude.com/doencas-infecciosas/parasitoses/ameba-entamoeba-histolytica/. 
Acesso em: 1 set. 2024. 
MSD MANUALS. Ciclo de vida da Leishmania. Disponível em: 
https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/multimedia/image/ciclo-de-vida-da-
leishmania. Acesso em: 1 set. 2024. 
PROLAB.COM.BR. Conheça técnicas de semeadura em laboratório de microbiologia. 
Disponível em: https://www.prolab.com.br/blog/curiosidades/conheca-tecnicas-de-
semeadura-em-laboratorio-de-microbiologia/. Acesso em: 3 set. 2024. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
 
DATA: 
 
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SANARMED. Schistosoma mansoni: fisiopatologia e tratamento. Disponível em: 
https://sanarmed.com/schistosoma-mansoni-fisiopatologia-e-tratamento-colunistas/. Acesso 
em: 1 set. 2024. 
SCIELO BRASIL. Aspectos clínicos, patogênese e diagnóstico de Trichomonas vaginalis. 
Disponível em: https://www.scielo.br/j/jbpml/a/gHZ9jDPgyCCn9YwssMTLzwm/. Acesso 
em: 1 set. 2024. 
SCIELO LIVROS. O ciclo evolutivo . Disponível em: 
https://books.scielo.org/id/p2r7v/pdf/souza-9788575415719-04.pdf. Acesso em: 1 set. 2024. 
SCIELO LIVROS. Typanosoma cruzi. Disponível em: 
https://books.scielo.org/id/nf9bn/pdf/dias-9788575412435-03.pdf. Acesso em: 1 set. 2024. 
SCIELO LVROS. Questões evolutivas, taxonômias e ultraestruturais de parasitos do 
gênero Leishmania. Disponível em: https://books.scielo.org/id/dgkx2/pdf/conceicao-
9788575415689-04.pdf. Acesso em: 1 set. 2024. 
SP LABOR. O que são Meios de cultura? Conheça a Microbiologia. Disponível em: 
https://www.splabor.com.br/blog/meio-de-cultura-2/o-que-sao-meios-de-cultura-para-
microbiologia-saiba-mais/. Acesso em: 3 set. 2024. 
TUA SAUDE. Coloração de Gram: o que é, para que serve (e passo a passo). Disponível 
em: https://www.tuasaude.com/coloracao-de-gram/. Acesso em: 2 set. 2024. 
UNESP - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Giardíase. Disponível em: 
https://www2.ibb.unesp.br/departamentos/Educacao/Trabalhos/obichoquemedeu/protozoario_
giardiase.htm. Acesso em: 1 set. 2024. 
UNINASSAU - PORTAL DO ALUNO. Microbiologia e parasitologia. Disponível em: 
https://sereduc.blackboard.com/ultra/courses/_254675_1/outline. Acesso em: 25 out. 2024

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