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Relatório prática - Microbiologia E Parasitologia
Microbiologia (Centro Universitário Maurício de Nassau)
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A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
Relatório prática - Microbiologia E Parasitologia
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RELATÓRIO DE PRÁTICA
Israel Victor Lima Soriano - 01570602
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
RELATÓRIO 02
DATA:
______/______/______
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Microbiologia e Parasitologia
DADOS DO(A) ALUNO(A):
NOME: Israel Victor Lima Soriano MATRÍCULA: 01570602
CURSO: Nutrição EAD POLO: Mossoró/RN
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Heytor Victor Pereira da Costa Neto
TEMA DE AULA: 
PREPARAÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAIS UTILIZADOS NA MICROBIOLOGIA 
CLASSIFICAÇÃO, COMPOSIÇÃO QUÍMICA E PREPARAÇÃO DE MEIOS DE CULTURA
RELATÓRIO:
1. PREPARAÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAIS UTILIZADOS NA
MICROBIOLOGIA 
A. Dentre os procedimentos utilizados na preparação de materiais utilizados na
microbiologia, qual a importância no tamponamento dos tubos de ensaio e dos
Erlenmeyer com algodão hidrofóbico?
 Esse Tamponamento é importante para que os conteúdos do experimento
não se contaminem com micro-organismos do ambiente, sendo feito isso os
resultados do experimento não serão afetados
B. Qual material é utilizado para embalagem dos materiais que serão submetidos a
processos de esterilização via estufa ou autoclave?
 Para que ocorra a esterilização via estufa ou autoclave o material precisa
ser limpo e seco em pacotes que permitam a passagem de vapor. O material mais
indicado para esses procedimentos é o papel Kraft ou madeira.
C. Adicione uma ou mais fotos da preparação de materiais utilizados no laboratório
de microbiologia.
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
RELATÓRIO 02
DATA:
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Figura 1: Microscópio Optico
Figura 2: Papel Kraft
Figura 3: Destilador de Água
Figura 4: Estufa
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
RELATÓRIO 02
DATA:
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Figura 5: Algodão Hidrofóbico
Figura 6: Placas de Petri
Figura 7: Tubos de Ensaio
Figura 8: Provetas
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
RELATÓRIO 02
DATA:
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Figura 9: Pipeta
Figura 10: Autoclave
D. Descreva o fundamento da técnica de esterilização de autoclavação, e porque
alguns meios de cultura não podem ser autoclavados?
 A autoclavagem é um tratamento térmico bastante utilizado em hospitais e
que consiste em manter o material contaminado a uma temperatura elevada, através
do contato com vapor de água, durante um período de tempo suficiente para destruir
todos os agentes patogênicos. O processo inclui ciclos de compressão e de
descompressão de forma a facilitar o contato entre o vapor e os materiais
contaminados.
 Alguns materiais por não serem resistentes ao calor não podem passar por
esse processo, os produtos para a saúde precisam ser resistentes ao calor e a
pressão, portanto, materiais termossensíveis, como aqueles compostos por
borracha, plástico, polietileno e resina sintética não podem ser esterilizados em
autoclave, pois existe o risco de excesso de aquecimento e consequente dano ao
material ou à câmara.
2. CLASSIFICAÇÃO, COMPOSIÇÃO QUÍMICA E PREPARAÇÃO DE MEIOS DE
CULTURA
A. Quanto a composição química como podemos classificar os meios de cultura?
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
RELATÓRIO 02
DATA:
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 Quanto a composição química os meios de cultura são definidos como Meio
Quimicamente Definido, que é aquele que contém tipos e quantidade de substâncias
químicas conhecidas e específicas. Ex.: meios de cultura contendo quantidades
definidas de aminoácidos, fosfatos, sulfatos, etc. E também classificado como Meio
complexo ou quimicamente não definido: é aquele que contém componentes
conhecidos (normalmente de origem animal ou vegetal), mas cuja composição
química pode variar qualitativa e quantitativamente de um lote para outro. Fazem
parte da composição desses meios: extratos de carne, soja, peptonas, etc.
B. De acordo com os tipos de meios de cultura, no que diferem os meios sólidos,
semissólidos e líquidos?
 Sabendo-se destes 03 tipos de meios de cultura, podemos diferenciá-los
da seguinte forma:
 Meio líquido: aqui os nutrientes estão dissolvidos em uma solução aquosa. 
O crescimento microbiano nesse meio de cultura muda o seu aspecto, causando 
turvação.
 Meio semi-sólido: Em sua composição, além dos nutrientes, uma pequena 
porção (0,5%) de um polissacarídeo proveniente de algas marinhas chamado ágar. 
Estes meios normalmente são preparados em tubos de ensaio. A partir deste meio 
de cultivo é possível se avaliar a motilidade bacteriana.
 Meio sólido: é aquele que possui os nutrientes e uma porção maior de 
ágar, em torno de 1,5% (cerca de 15 g/L água destilada). Podem ser dispostos em 
tubos de ensaio ou em placas de Petri, dependendo da finalidade.
C. Adicione uma ou mais fotos das etapas de preparo do meio de cultura.
Figura 11:Dissolução do meio Ágar Cled em água
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RELATÓRIO 02
DATA:
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Figura 12: Autoclavagem
Figura 13:Preparação e vedação com papel krafte fita para ser autoclavado.
Figura 14: Pesagem do meio Ágar Cled.
D. Descreva como deve ser feito o cálculo da pesagem do meio de cultura. E quais
consequências são geradas por erro nesse cálculo na utilização desse meio?
 O cálculo da pesagem deve ser realizado em meio desidratado em ambiente
seco, de preferência sob uma capela de exaustão de laboratório. Uma balança de
precisão é apropriada para pesagem de substâncias. Certifique-se de que a mesa, a
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
RELATÓRIO 02
DATA:
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balança e os suprimentos estejam limpos e livres de poeira e pó, além de garantir
que a balança esteja em uma mesa estável, nivelada e sem vibração. Prepare uma
tabela contendo os pesos e volumes predeterminados para um determinado número
de placas. Em um diário de bordo deve ser feito o registro do nome do produto,
número do lote, data de preparo, peso e volume de água, bem como o nome do
operador. Regularmente calibre a balança e verifique os pesos de controle antes do
uso. Utilize materiais com um volume especificado para permitir a pesagem. Abra o
recipiente e retire a quantidade necessária de pó. Feche imediatamente o recipiente
para preservar seu conteúdo da umidade.
 Os erros de cálculo e pesagem podem piorar significadamente a qualidade
e a precisão dos experimentos.
TEMA DE AULA: 
TÉCNICAS ASSÉPTICAS DE ISOLAMENTO DE BACTÉRIAS
COLORAÇÃO DE DIFERENCIAL DE GRAM 
RELATÓRIO:
1. TÉCNICAS ASSÉPTICAS DE ISOLAMENTO DE BACTÉRIAS
A. O que é zona de esterilidade e qual sua importância para o manuseio de materiais
microbiológicos?
 É uma zona confiável para o manuseio dos materiais microbiológicos, ela é livre
de qualquer microrganismo viável, sendo atestada por testes de esterilidade que são
realizados, nessa zona conseguimos preservar a pureza do cultivo e diminuir os riscos de
contaminação.
B. Cite as principais técnicas utilizadas para realização de semeio bacteriano.
 As técnicas de semeadura empregadas em uma análise mudam de acordo com o
tipo do meio de cultura e microrganismo que será estudado. Para garantir que somente o
organismo desejado seja semeado, é preciso ter certeza de que o ambiente esteja
totalmente estéril. As principais técnicas usadas para realização de semeio bacteriano
incluem:
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02
DATA:
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1. Agitação: é um processo que envolverá a mistura de uma cultura bacteriana com
um meio de cultura adequado, como um líquido ou um meio sólido. A mistura é
então agitada para permitir que as bactérias se espalhem uniformemente.
2. Centrifugação: é um processo utilizado para separar as bactérias de um meio de
cultura com base na diferença de densidade entre as bactérias e o meio de cultura.
3. Semi-automatização: é um processo no qual os dispositivos mecânicos são
usados para ajudar a preparar e aplicar culturas bacterianas.
4. Incubação: é um processo no qual as culturas bacterianas são incubadas em
condições ótimas para permitir que elas se multipliquem.
C. Qual o objetivo da técnica de semeio por esgotamento? Por que a mesma é
comumente utilizada nas análises clínicas?
 Essa técnica é utilizada quando quando se quer isolar culturas puras em amostras
com culturas mistas, formando colônias isoladas e possibilitando a identificação dos
microrganismos que cresceram nesse meio. É amplamente utilizada por que permite a
identificação precisa dos microorganismos presentes na amostra e a determinação da
sua sensibilidade a diferentes antibióticos.
D. Como visualmente pode-se identificar que um semeio bacteriano apresenta apenas
um tipo de bactéria isolada?
 Visualmente, um semeio bacteriano com apenas um tipo de bactéria isolada
geralmente apresenta uma aparência homogênea e uniforme na placa de Petri. Isso
ocorre porque apenas um tipo de bactéria cresceu na placa, formando colônias que têm
características semelhantes em relação à forma, cor, tamanho e textura.
2. COLORAÇÃO DE DIFERENCIAL DE GRAM 
A. Qual o fundamento da coloração de Gram que permite a separação das bactérias
em dois grandes grupos?
 O método da coloração de Gram é baseado na capacidade das paredes
celulares de bactérias Gram-positivas de reterem o corante cristal violeta no citoplasma
durante um tratamento com etanol-acetona enquanto que as paredes celulares de
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02
DATA:
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bactérias Gram-negativas não o fazem. Além da coloração das bactérias, a coloração de
Gram também permite observar a forma da bactéria e as características da sua parede
celular.
B. Geralmente quais formas bacterianas são classificadas como Gram positivas e quais
são classificadas como Gram-negativas?
 As bactérias Gram-positivas são classificadas pela cor azul que adquirem
após aplicação de um processo químico denominado coloração de Gram. As
bactérias Gram-positivas podem ser cocos ou bacilos. Algumas delas causam
doenças. Outras ocupam normalmente um local do corpo, como a pele.
 As bactérias Gram-negativas adquirem coloração vermelha quando se usa
esse processo envoltas por uma cápsula protetora. Essa cápsula ajuda a evitar que
os glóbulos brancos do sangue (que lutam contra infecções) ingiram as bactérias.
Sob a cápsula, as bactérias Gram-negativas têm uma membrana externa que as
protege contra certos antibióticos, como a penicilina. Quando perturbada, essa
membrana libera substâncias tóxicas chamadas de endotoxinas. As endotoxinas
contribuem para a gravidade dos sintomas durante infecções com bactéria Gram-
negativas. 
C. Adicione uma foto ou mais da realização da coloração de Gram ou da leitura
microscópica da lâmina.
Figura 15: Dissolução da bactéria na água.
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02
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Figura 16: Remoção de algumas bactérias.
Figura 17: Coloração pela fucsina.
Figura 18: Visualização com óleo da imersão.
Figura 19: Visualização de Bactéria 
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RELATÓRIO 02
DATA:
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Figura 20: Lugol.
Figura 21: Esterilização da Alça.
D. Qual a importância da coloração de Gram na rotina clínica no laboratório de
microbiologia?
 A coloração de Gram é um passo muito importante na caracterização e
classificação inicial das bactérias. Afinal, esse método de coloração permite que as
bactérias sejam visualizadas no microscópio óptico, uma vez que sem a coloração é
impossível observá-las ou identificar sua estrutura.
TEMA DE AULA: OBSERVAÇÃO DE LÂMINAS DE Schistosoma mansoni E
PROTOZOÁRIOS 
RELATÓRIO:
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DATA:
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1. OBSERVAÇÃO DE LÂMINAS DE CERCARIAS E OVOS DE Schistosoma
mansoni
A. Como o ser humano é contaminado pela formainfectante (cercarias) e contrai a
esquistossomose?
 
 A transmissão da esquistossomose ocorre quando o indivíduo, hospedeiro
definitivo, infectado elimina os ovos do verme por meio das fezes humanas. Em contato
com a água, os ovos eclodem e liberam larvas que infectam os caramujos, hospedeiros
intermediários que vivem nas águas doces. Após quatro semanas, as larvas abandonam o
caramujo na forma de cercarias e ficam livres nas águas naturais. O ser humano adquire
a doença pelo contato com essas águas.
B. Visto ao microscópio óptico, o ovo pode ser reconhecido pela presença de qual
estrutura morfológica?
 Visto ao microscópio óptico, o ovo pode ser reconhecido pela presença de um
espículo , espécie de pequeno espinho, voltado para trás.
2. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE CISTOS DE Entamoeba histolytica
A. Descrever a característica morfológica que permite a diferenciação entre os cistos
da Entamoeba histolytica da Entamoeba coli.
 Ambos os parasitas habitam o intestino grosso de Homens e animais, sendo a
sua forma infestante eliminada através das fezes. Com um ciclo biológico idêntico,
constituído por quatro fases - trofozoíto, pré-quisto, quisto e metaquisto – apresentam
diferenças na sua fase de quisto, a forma infestante, com a Entamoeba histolytica a exibir
quatro núcleos, enquanto Entamoeba coli apresenta quistos com oito núcleos. A principal
diferença entre estas duas espécies reside, no entanto, no facto de uma ser patogénica
(Entamoeba histolytica) e a outra (Entamoeba coli) viver como um comensal do intestino,
não causando doença.
3. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE TROFOZOITO DE Giardia lamblia.
A. Cite qual estrutura permite a fixação do trofozoíto da Giardia lamblia no intestino 
humano.
 A fixação do trofozoíto da Giardia lamblia no intestino humano ocorre por meio
das suas estruturas de fixação chamadas "discos adesivos" ou "ventosas". A Giardia
lamblia é um protozoário parasita que causa a giardíase, uma infecção intestinal. Os
discos adesivos são encontrados na superfície ventral do trofozoíto (a forma ativa do
parasita), e eles permitem que o parasita se prenda à parede intestinal, facilitando a
absorção de nutrientes e a reprodução.
 Essas estruturas de fixação têm uma aparência característica de ventosas ou
discos, que permitem à Giardia aderir à mucosa intestinal e evitar ser arrastada pelo fluxo
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RELATÓRIO 02
DATA:
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de material no trato digestivo. A adesão à parede intestinal é um aspecto importante do
ciclo de vida e da sobrevivência desse parasita no hospedeiro humano.
4. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE Leishmania sp.
A. Quais características morfológicas permitem a diferenciação das firmas evolutivas
amastigota e promastigotas?
 As formas evolutivas amastigota e promastigota são estágios de
desenvolvimento de protozoários pertencentes ao gênero Leishmania, que causam a
doença leishmaniose. As principais características morfológicas que permitem a
diferenciação entre amastigotas e promastigotas são:
 
 Amastigotas: São a forma intracelular do parasita, possuem um corpo
arredondado ou oval, não possuem flagelo e são encontradas dentro das células
hospedeiras, como macrófagos.
 Promastigotas: São a forma extracelular do parasita, encontradas no vetor,
possuem um corpo alongado, possuem um flagelo que se estende desde a extremidade
anterior do corpo e são móveis e se movem através do movimento do flagelo.
5. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE TROFOZOITO DE Trichomonas vaginalis
A. Quais as estruturas substituem as mitocôndrias no trofozoíto de Trichomonas
vaginalis?
 No lugar das mitocôndrias, o trofozoíto de T. vaginalis possui organelas
chamadas de hidrogenossomos, que são responsáveis pela produção de energia através
de processos anaeróbios, como a fermentação.
6. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE EPIMASTIGOTA DE Trypanosoma cruzi
A. Descrever as diferenças morfológicas entre as formas evolutivas amastigota,
epimastigota e tripomastigota de Trypanosoma cruzi, citando em qual hospedeiro elas são
encontradas. 
 Durante o seu ciclo de vida, o T. cruzi pode apresentar três formas morfológicas:
amastigota, epimastigota e tripomastigota.
 Amastigota: apresenta forma arredondada. O núcleo e o cinetoplasto não são
observados com microscópios ópticos. Não possui flagelos. Presente na fase intracelular,
durante a fase crônica da doença.
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DATA:
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 Epimastigota: apresenta tamanho variável com formato alongado e núcleo semi-
central. Representa a forma encontrada no tubo digestivo do barbeiro, o vetor da doença
de chagas.
 Tripomastigota: apresenta formato alongado e fusiforme em forma de “c” ou “s”. É
a forma presente na fase extracelular, que circula no sangue, na fase aguda da doença. É
a forma infectante para os vertebrados.
7. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE TAQUIZOITO DE Toxoplasma gondii
A. Em que fase do ciclo evolutivo do Toxoplasma gondii, estão presentes os
taquizoítos. E como eles podem infectar o ser humano?
 Durante o ciclo do Toxoplasma gondii, observamos três estados infectantes:
oocistos, taquizoítos e bradizoítos. Os oocistos, que contêm os esporozoítos, são estágios
formados no ciclo intestinal do protozoário que ocorre no trato intestinal dos felídeos. O
estágio de taquizoíto é encontrado durante a fase aguda da infecção. Já o estágio de
bradizoítos é encontrado dentro de cistos teciduais na fase crônica da doença. Os felinos
são os únicos hospedeiros definitivos do Toxoplasma gondii, portanto, desempenham um
papel fundamental na transmissão da toxoplasmose.
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DATA:
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REFERÊNCIAS
http://www.fiocruz.br/biossegurancahospitalar/dados/material13.htm#:~:text=A
%20autoclavagem%20%C3%A9%20um%20tratamento,destruir%20todos%20os
%20agentes%20patog%C3%AAnicos.
https://microbiologynote.com/pt/culture-media-preparation-maintenance-and-
preservation/#google_vignettecolocar 
https://www.prolab.com.br/blog/curiosidades/conheca-tecnicas-de-semeadura-em-
laboratorio-de-microbiologia/#:~:text=As%20t%C3%A9cnicas%20de%20semeadura
%20empregadas,o%20ambiente%20esteja%20totalmente%20est%C3%A9ril
http://www.provida.ind.br/site/index.php/bacterias/bacterias/122-tecnica-de-
gram.html#:~:text=O%20m%C3%A9todo%20da%20colora%C3%A7%C3%A3o
%20de,Gram%2Dnegativas%20n%C3%A3o%20o%20fazem.
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec
%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/considera
%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-bact%C3%A9rias-gram-negativas
https://www2.ibb.unesp.br/departamentos/Educacao/Trabalhos/obichoquemedeu/hel
minto_esquistossomose.htm#:~:text=Visto%20ao%20microsc%C3%B3pio
%20%C3%B3ptico%2C%20o,pequeno%20espinho%2C%20voltado%20para%20tr
%C3%A1s.
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-
z/e/esquistossomose#:~:text=Em%20contato%20com%20a%20%C3%A1gua,pelo
%20contato%20com%20essas%20%C3%A1guas.
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http://www.fiocruz.br/biossegurancahospitalar/dados/material13.htm#:~:text=A%20autoclavagem%20%C3%A9%20um%20tratamento,destruir%20todos%20os%20agentes%20patog%C3%AAnicoshttp://www.fiocruz.br/biossegurancahospitalar/dados/material13.htm#:~:text=A%20autoclavagem%20%C3%A9%20um%20tratamento,destruir%20todos%20os%20agentes%20patog%C3%AAnicos
http://www.fiocruz.br/biossegurancahospitalar/dados/material13.htm#:~:text=A%20autoclavagem%20%C3%A9%20um%20tratamento,destruir%20todos%20os%20agentes%20patog%C3%AAnicos
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/esquistossomose#:~:text=Em%20contato%20com%20a%20%C3%A1gua,pelo%20contato%20com%20essas%20%C3%A1guas
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/esquistossomose#:~:text=Em%20contato%20com%20a%20%C3%A1gua,pelo%20contato%20com%20essas%20%C3%A1guas
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/esquistossomose#:~:text=Em%20contato%20com%20a%20%C3%A1gua,pelo%20contato%20com%20essas%20%C3%A1guas
https://www2.ibb.unesp.br/departamentos/Educacao/Trabalhos/obichoquemedeu/helminto_esquistossomose.htm#:~:text=Visto%20ao%20microsc%C3%B3pio%20%C3%B3ptico%2C%20o,pequeno%20espinho%2C%20voltado%20para%20tr%C3%A1s
https://www2.ibb.unesp.br/departamentos/Educacao/Trabalhos/obichoquemedeu/helminto_esquistossomose.htm#:~:text=Visto%20ao%20microsc%C3%B3pio%20%C3%B3ptico%2C%20o,pequeno%20espinho%2C%20voltado%20para%20tr%C3%A1s
https://www2.ibb.unesp.br/departamentos/Educacao/Trabalhos/obichoquemedeu/helminto_esquistossomose.htm#:~:text=Visto%20ao%20microsc%C3%B3pio%20%C3%B3ptico%2C%20o,pequeno%20espinho%2C%20voltado%20para%20tr%C3%A1s
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-bact%C3%A9rias-gram-negativas
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-bact%C3%A9rias-gram-negativas
https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/infec%C3%A7%C3%B5es-bacterianas-bact%C3%A9rias-gram-negativas/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-bact%C3%A9rias-gram-negativas
http://www.provida.ind.br/site/index.php/bacterias/bacterias/122-tecnica-de-gram.html#:~:text=O%20m%C3%A9todo%20da%20colora%C3%A7%C3%A3o%20de,Gram-negativas%20n%C3%A3o%20o%20fazem
http://www.provida.ind.br/site/index.php/bacterias/bacterias/122-tecnica-de-gram.html#:~:text=O%20m%C3%A9todo%20da%20colora%C3%A7%C3%A3o%20de,Gram-negativas%20n%C3%A3o%20o%20fazem
http://www.provida.ind.br/site/index.php/bacterias/bacterias/122-tecnica-de-gram.html#:~:text=O%20m%C3%A9todo%20da%20colora%C3%A7%C3%A3o%20de,Gram-negativas%20n%C3%A3o%20o%20fazem
https://www.prolab.com.br/blog/curiosidades/conheca-tecnicas-de-semeadura-em-laboratorio-de-microbiologia/#:~:text=As%20t%C3%A9cnicas%20de%20semeadura%20empregadas,o%20ambiente%20esteja%20totalmente%20est%C3%A9ril
https://www.prolab.com.br/blog/curiosidades/conheca-tecnicas-de-semeadura-em-laboratorio-de-microbiologia/#:~:text=As%20t%C3%A9cnicas%20de%20semeadura%20empregadas,o%20ambiente%20esteja%20totalmente%20est%C3%A9ril
https://www.prolab.com.br/blog/curiosidades/conheca-tecnicas-de-semeadura-em-laboratorio-de-microbiologia/#:~:text=As%20t%C3%A9cnicas%20de%20semeadura%20empregadas,o%20ambiente%20esteja%20totalmente%20est%C3%A9ril
https://microbiologynote.com/pt/culture-media-preparation-maintenance-and-preservation/#google_vignettecolocar
https://microbiologynote.com/pt/culture-media-preparation-maintenance-and-preservation/#google_vignettecolocar
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
RELATÓRIO 02
DATA:
______/______/______
https://repositorio.ipv.pt/handle/10400.19/1462#:~:text=Com%20um%20ciclo%20biol
%C3%B3gico%20id%C3%AAntico,apresenta%20quistos%20com%20oito%20n
%C3%BAcleos.
https://www.sanarmed.com/resumo-de-giardiase-epidemiologia-fisiopatologia-
diagnostico-e-tratamento
https://www.todamateria.com.br/trypanosoma-cruzi/
Baixado por Sylvia Sant Ana (sylsantana@gmail.com)
lOMoARcPSD|46585771
https://www.todamateria.com.br/trypanosoma-cruzi/
https://www.sanarmed.com/resumo-de-giardiase-epidemiologia-fisiopatologia-diagnostico-e-tratamento
https://www.sanarmed.com/resumo-de-giardiase-epidemiologia-fisiopatologia-diagnostico-e-tratamento
https://repositorio.ipv.pt/handle/10400.19/1462#:~:text=Com%20um%20ciclo%20biol%C3%B3gico%20id%C3%AAntico,apresenta%20quistos%20com%20oito%20n%C3%BAcleos
https://repositorio.ipv.pt/handle/10400.19/1462#:~:text=Com%20um%20ciclo%20biol%C3%B3gico%20id%C3%AAntico,apresenta%20quistos%20com%20oito%20n%C3%BAcleos
https://repositorio.ipv.pt/handle/10400.19/1462#:~:text=Com%20um%20ciclo%20biol%C3%B3gico%20id%C3%AAntico,apresenta%20quistos%20com%20oito%20n%C3%BAcleos
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