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613 1430. RESPOSTA: “E”. Nesse caso, tem-se a negação de uma disjunção simples, do tipo “~(A ou B)”. Para negarmos uma disjunção simples, aplicaremos a seguinte lei De Morgan. ~(A ou B) ↔(~A) e (~B) Ou seja, nega-se a 1ª parte, troca-se o conectivo de disjunção (“ou”) pelo conectivo conjunção (“e”) e, por último, nega-se a 2ª parte. Assim, teremos: ~(Paulo gosta de futebol ou de cinema) ↔Paulo não gosta de futebol e não gosta de cinema. 1431. (TCE/PA - Assessor Técnico de informática - AOCP/2012) Entre um grupo de amigos existe o seguinte arranjo: - Se João vai ao cinema, Maria vai para a lanchonete. - Se Maria vai para a lanchonete, José vai ao cinema. - Se José vai ao cinema, Joaquim vai para a lanchonete. Dessa maneira, se Joaquim foi ao cinema, pode-se afirmar que (A) João não foi ao cinema e José foi ao cinema. (B) João e José foram ao cinema. (C) João não foi ao cinema e Maria não foi à lanchonete. (D) José foi ao cinema. (E) Maria foi à lanchonete. 1432. (TCE/PA - Assessor Técnico de informática - AOCP/2012) Sendo p a proposição “Júnior é alto” e q a proposição “Ricardo é baixo”, podemos dizer que a proposição p ↔ q, traduzida para a linguagem corrente, é (A) Júnior é alto ou Ricardo é baixo. (B) Ricardo é baixo e Júnior é alto. (C) Se Júnior é alto, então Ricardo é baixo. (D) Se Júnior é alto, então Ricardo não é baixo. (E) Júnior é alto se, e somente se, Ricardo é baixo. 1433. (BRDE - ANALISTA DE SISTEMAS - AOCP/2012) Sendo p a proposição “Juliana gosta de Matemática” e q a proposição “Nayara gosta de Física”, assinale a RESPOSTA: que corresponde à seguinte proposição em linguagem simbólica: “Se Nayara gosta de Física, então Juliana gosta de Matemática” (A) p ˄ q (B) (~p) ˅ q (C) q → p (D) (~p) ˄ (~q) (E) q ↔ q 1434. (BRDE - ANALISTA DE SISTEMAS - AOCP/2012) Considere a sentença: “Se Ana é professora, então Camila é médica.” A proposição equivalente a esta sentença é A) Ana não é professora ou Camila é médica. B) Se Ana é médica, então Camila é professora. C) Se Camila é médica, então Ana é professora. D) Se Ana é professora, então Camila não é médica. E) Se Ana não é professora, então Camila não é médica. 1435. (BRDE - ANALISTA DE SISTEMAS - AOCP/2012) Seja p(x) uma proposição com uma variável x em um universo de discurso. Qual dos itens a seguir define a negação dos quantificadores? I. ~ [(∀𝑥)(𝑝(𝑥)] ↔ (∃𝑥)(~𝑝(𝑥)) II. ~ [(∃𝑥)(𝑝(𝑥)] ↔ (∃𝑥)(~𝑝(𝑥)) III. ~[(∃𝑥)(𝑝(𝑥)] ↔ (∀𝑥)(~𝑝(𝑥)) (A) Apenas I. (B) Apenas I e III. (C) Apenas III. (D) Apenas II. 614 (E) Apenas II e III. 1436. (BRDE - ANALISTA DE SISTEMAS - AOCP/2012) Considere as seguintes proposições: p: O restaurante está fechado. q: O computador está ligado. A sentença “O restaurante não está fechado e o computador não está ligado” assume valor lógico verdadeiro quando (A) p é verdadeira e q é verdadeira. (B) p é falsa e ~q é falsa. (C) p é verdadeira e ~p é verdadeira. (D) p é falsa e q é falsa. (E) ~p é falsa e ~q é falsa. 1437. (BRDE - ANALISTA DE SISTEMAS - AOCP/2012) Lucas, Vitor e Gustavo saíram juntos. Um deles vestia uma camiseta branca, outro vestia uma camiseta azul e outro vermelha. Sabendo que: - ou Lucas está de branco ou Vítor está de branco; - ou Lucas está de azul ou Gustavo está de branco; - ou Vítor está de vermelho, ou Gustavo está de vermelho. Indique quais são as cores das camisetas de Lucas, Vítor e Gustavo, respectivamente. (A) azul, branca e vermelha. (B) branca, azul e vermelha. (C) azul, vermelha e branca. (D) vermelha, branca e azul. (E) vermelha, azul e branca. 1438. (BRDE - ANALISTA DE SISTEMAS - AOCP/2012) Considere a sentença “Se João é vendedor de roupas, então Maurício é vendedor de joias.” Considere também, as informações a seguir: I. Se Maurício não é vendedor de joias, então João não é vendedor de roupas. II. João não é vendedor de roupas ou Maurício é vendedor de joias. III. Se Maurício é vendedor de joias, então João é vendedor de roupas. A(s) afirmação(ões) equivalente(s) à sentença inicial é(são): (A) Apenas I. (B) Apenas II. (C) Apenas I e II. (D) Apenas I e III. (E) Apenas II e III. 1439. (CBTU – ASSISTENTE OPERACIONAL - CONSULPAN/2012) Um crime é cometido por uma pessoa e há quatros suspeitos: André, Eduardo, Rafael e João. Interrogados, eles fazem a seguinte declaração: - André: Eduardo é o culpado - Eduardo: João é o culpado - Rafael: eu não sou culpado - João: Eduardo mente quando diz que eu sou o culpado Sabendo que só um dos quatros disse a verdade, quem é o culpado? (A) André (B) Eduardo (C) Rafael (D) João (E) não se pode saber. 1440. (TRE/RJ - Técnico Judiciário - CESPE/2012) Pergunta: Se as proposições "Eu não registrei minha candidatura dentro do prazo" e Não poderei concorrer a nenhum cargo nessas eleições" forem falsas, também será falsa a proposição P, independentemente do valor lógico da proposição "Eu serei barrado pela lei da ficha limpa". A) Certo B) Errado 615 1431. RESPOSTA: “E”. Sejam as seguintes premissas: P1: Se João vai ao cinema (p), Maria vai para a lanchonete (q) =(p→q) P2: Se Maria vai para a lanchonete (q), José vai ao cinema (r) =(q→r) P3: Se José vai ao cinema (r), Joaquim vai para a lanchonete (s) =(r→s) P4: Joaquim foi ao cinema (t) Se o argumento anterior formado pelas premissas P1, P2, P3 e P4 for válido, então todas as premissas que o compõe, deverão ser verdadeiras. Portanto, pela premissa simples em P4, temos que “Joaquim foi ao cinema” é uma informação verdadeira (1º passo). p q p→q q r q→r r s r→s t V A premissa simples P4: “Joaquim foi ao cinema” é verdadeira, portanto, a 1ª parte da condicional em “P1”, também será verdadeira (2º passo) e, confirmando-se como verdadeira a 1ª parte de uma condicional devemos confirmar, também, sua 2ª parte como verdadeira (3º passo), já que uma verdade implica em outra verdade. De maneira análoga, se a 1ª parte da condicional da premissa “P2” é verdadeira (4º passo), logo sua 2ª parte também será verdadeira (5º passo). p q p→q V V q r q→r V V r s r→s t V E, de forma semelhante, ao confirmar como verdadeira a 2ª parte da condicional em “P2” devemos confirmar, também como verdadeira, a 1ª parte da condicional em “P3” (6º passo). E, como é sabido, ao se confirmar como verdadeira a 1ª parte de uma condicional deveremos confirmar, também como verdadeira, sua 2ª parte, logo: “Joaquim vai para a lanchonete” será verdadeira (7º passo). p q p→q V V q r q→r V V r s r→s V V t V Como conclusão desse argumento válido, teremos: O anão não foge do tigre, o tigre não é feroz, o rei não fica no castelo e a rainha não briga com o rei.