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. Focalização do aspecto que proporcione ao indivíduo autodesenvolvimento, levando-o à busca de satisfação na realização de atividades adequadas a sua pessoa; . Estímulo ao desenvolvimento com ênfase nos estados empáticos, projetando- se no lugar do outro; . Ênfase às relações interpessoais, tendo em vista o contexto socioprofissional. Podemos apontar como agentes dificultadores, o fato de que incorporar o estilo de administração centrado no indivíduo tende a tornar-se algo complexo, uma vez que se constata, muito raramente, que tal abordagem é assumida efetivamente na organização. O indivíduo que postula uma filosofia centrada na pessoa pode frequentemente conseguir maior flexibilidade e liberdade de ação; no entanto, são remotas as probabilidades de que tal abordagem penetre natural e verticalmente na estrutura organizacional e obtenha resultados concretos. 5) Como as empresas visualizam a mudança de paradigma com relação à concepção de homem e de sociedade? Há diferentes concepções oriundas de distintas ciências que refletem a preocupação com o tempo; tais questões remetem-nos à equalização, como pré- requisito para a maximização dos resultados e lucros organizacionais. As noções de lucros e resultados passam a figurar entre os determinantes causais dos comportamentos organizacionais, considerando-se a tendência atual que preconiza a preocupação contínua com a qualidade dos produtos, o que revela a necessidade de fixar objetivos que mostrem e reflitam as diversas fases para o alcance dos resultados organizacionais. Nessa perspectiva, a noção de objetivos contém múltiplas facetas de um mesmo fenômeno, possibilitando a compreensão dos processos administrativos subjacentes ao contexto organizacional e suas finalidades. 6) Que alternativas de ação poderão ser adotadas por uma empresa que tenha como finalidade a manutenção e o desenvolvimento de sua saúde organizacional? Há de se repensar os modelos organizacionais vigentes para torna-los flexíveis e adaptáveis às condições presentes. O modelo cartesiano necessitará ser gradualmente substituído por um enfoque mais global, possibilitando, dessa forma, a evidência da saúde organizacional. As organizações necessitam passar por um contínuo processo de autoanálise, em que serão avaliados os seus objetivos e meios para executá-los, adequando seus valores às novas realidades