Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

28
CO
N
H
EC
IM
EN
TO
S 
ES
PE
CÍ
FI
CO
S 
- T
ÉC
N
IC
O
 E
M
 E
N
FE
RM
AG
EM
a administração de anestesia local, regional ou geral, au‐
mentando assim o grau de ansiedade do paciente o que 
provoca alterações emocionais decorrentes do anúncio 
do diagnóstico cirúrgico. Isto causa, portanto, situações 
desagradáveis no estado biópsico sócio espiritual do pa‐
ciente, acarretando problemas graves podendo chegar à 
suspensão da cirurgia ou até mesmo óbito do paciente.
Com o aumento considerável de complicações no 
pré-operatório é exigido da enfermagem um sólido co‐
nhecimento sobre todos os aspectos do cuidado do pa‐
ciente cirúrgico. Não mais o conhecimento sobre a en‐
fermagem pré-operatória e pós-operatória é suficiente 
devendo‐se ter uma compreensão plena sobre a ativi‐
dade intraoperatória. Surge a visita pré-operatória (VPO) 
de enfermagem do Centro Cirúrgico, que consiste em 
acompanhar o paciente não só no Centro Cirúrgico, mas 
durante toda a sua estadia no hospital desde a sua inter‐
nação à alta após a cirurgia, devendo a enfermagem ficar 
atenta a todas as alterações que poderão surgir e atuar 
na recuperação plena do paciente.
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO TRANS-OPERATÓ-
RIO 
O período transoperatório compreende o momento 
de recepção do cliente no CC e o intraoperatório reali‐
zado na SO.
Montagem da sala cirúrgica 
O auxiliar de enfermagem desempenha a função de 
circulante da sala cirúrgica, que também pode ser exer‐
cida pelo técnico em enfermagem, quando necessário. 
Ao receber a lista de cirurgia, o circulante da sala verifica 
os materiais, aparelhos ou solicitações especiais à mes‐
ma. Para prevenir a contaminação e infecção cirúrgica, é 
importante manter a sala em boas condições de limpeza, 
observar se o lavabo está equipado para uso e lavar as 
mãos. Portanto, antes de equipar a sala, o circulante lim‐
pa os equipamentos com álcool etílico a 70% ou outro 
desinfetante recomendado, deixando-os prontos para a 
recepção do cliente e equipe cirúrgica. ambiente do CC 
oferece ao mesmo, já submetido a um estresse físico e 
exposição dos órgãos e tecidos ao meio externo; daí a 
importância do uso de técnicas assépticas rigorosas.
Tempo cirúrgico
Abrange, de modo geral, a sequência dos quatro 
procedimentos realizados pelo cirurgião durante o ato 
operatório. Inicia-se pela diérese, que significa dividir, se‐
parar ou cortar os tecidos através do bisturi, bisturi elé‐
trico, tesoura, serra ou laser; em seguida, se faz a hemos‐
tasia, através de compressão direta com os dedos, uso 
de pinças, bisturi elétrico (termo cautério) ou sutura para 
prevenir, deter ou impedir o sangramento. Ao se atingir 
a área comprometida, faz-se a exérese, que é a cirurgia 
propriamente dita. A etapa final é a síntese cirúrgica, com 
a aproximação das bordas da ferida operatória através 
de sutura, adesivos e/ou ataduras.
Instrumentais e fios cirúrgicos 
Auxiliam a equipe cirúrgica durante a operação, mas 
para isso é necessário que a equipe de enfermagem os 
ofereça em perfeitas condições de uso e no tamanho 
correto. O instrumentador cirúrgico é o profissional res‐
ponsável por prever os materiais necessários à cirurgia, 
bem como preparar a mesa com os instrumentais, fios ci‐
rúrgicos e outros materiais necessários, ajudar na coloca‐
ção de campos operatórios, fornecer os instrumentais e 
materiais à equipe cirúrgica e manter a limpeza e prote‐
ção dos instrumentais e materiais contra a contaminação. 
Os instrumentais cirúrgicos são classificados de acor‐
do com sua função:
 diérese ‐ utilizados para cortar, tais como o bisturi, 
tesouras, trépano; 
hemostáticos - auxiliam a estancar o sangramento, 
tais como as pinças de Kelly, Kocher, Rochester;
 síntese cirúrgica ‐ geralmente utilizados para fecha‐
mento de cavidades e incisões, sendo o mais co‐
mum a agulha de sutura presa no porta‐agulha; ! 
apoio ou auxiliares - destinam-se a auxiliar o uso 
de outros grupos de instrumentais, destacando‐
-se o afastador Farabeuf para afastar os tecidos e 
permitir uma melhor visualização do campo ope‐
ratório e a pinça anatômica para auxiliar na dissec‐
ção do tecido; especiais - aqueles específicos para 
cada tipo de cirurgia, como, por exemplo, a pinça 
gêmea de Abadie, utilizada nas cirurgias do trato 
digestivo. Os fios cirúrgicos apresentam-se com ou 
sem agulhas, e sua numeração varia de 1 a 5 e de 
0-0 a 12-0 (doze-zero). São classificados em absor‐
víveis e não‐absorvíveis.
Pós-operatório
O pós‐operatório inicia‐se a partir da saída do cliente 
da sala de operação e perdura até sua total recuperação. 
Subdivide-se em pós-operatório imediato (POI), até às 
24 horas posteriores à cirurgia; mediato, após as 24 horas 
e até 7 dias depois; e tardio, após 7 dias do recebimento 
da alta. Nesta fase, os objetivos do atendimento ao clien‐
te são identificar, prevenir e tratar os problemas comuns 
aos procedimentos anestésicos e cirúrgicos, tais como 
dor, laringite pós‐entubação traqueal, náuseas, vômitos, 
retenção urinária, flebite pós-venóclise e outros, com a 
finalidade de restabelecer o seu equilíbrio
Idealmente, todos os clientes em situação de POI de‐
vem ser encaminhados da SO para a RPA e sua transfe‐
rência para a enfermaria ou para a UTI só deve ocorrer 
quando o anestesista considerar sua condição clínica sa‐
tisfatória.
 A RPA é a área destinada à permanência preferencial 
do cliente imediatamente após o término do ato cirúr‐
gico e anestésico, onde ficará por um período de uma 
a seis horas para prevenção ou tratamento de possíveis 
complicações
. Neste local aliviará a dor pós‐operatória e será as‐
sistido até a volta dos seus reflexos, normalização dos 
sinais vitais e recuperação da consciência. Considerando 
tais circunstâncias, este setor deve possuir equipamen‐
tos, medicamentos e materiais que atendam a qualquer 
situação de emergência, tais como:
‐ Equipamentos básicos: cama/maca com grades la‐
terais de segurança e encaixes para suporte de so‐
lução, suporte de solução fixo ou móvel, duas saí‐
das de oxigênio, uma de ar comprimido, aspirador 
a vácuo, foco de luz, tomadas elétricas, monitor 
29
CO
N
H
EC
IM
EN
TO
S 
ES
PE
CÍ
FI
CO
S 
‐ T
ÉC
N
IC
O
 E
M
 E
N
FE
RM
AG
EM
cardíaco, oxímetro de pulso, esfigmomanômetro, 
ventiladores mecânicos, carrinho com material e 
medicamentos de emergência; 
- Materiais diversos: máscaras e cateteres de oxigê‐
nio, sondas de aspiração, luvas esterilizadas, luvas 
de procedimentos, medicamentos, frascos de so‐
lução, equipos de solução e de transfusão sanguí‐
nea, equipos de PVC (pressão venosa central), ma‐
terial para sondagem vesical, pacote de curativo, 
bolsas coletoras, termômetro, material de coleta 
para exames e outros porventura necessários.
Cuidados de enfermagem no pós-operatório ime-
diato (POI)
Este período é considerado crítico, considerando‐se 
que o cliente estará, inicialmente, sob efeito da anestesia 
geral, raquianestesia, peridural ou local. Nessa circuns‐
tância, apresenta-se bastante vulnerável às complicações. 
Assim, é fundamental que a equipe de enfermagem atue 
de forma a restabelecer‐lhe as funções vitais, aliviar‐lhe a 
dor e os desconfortos pós‐operatório (náuseas, vômitos 
e distensão abdominal), manter‐lhe a integridade da pele 
e prevenir a ocorrência de infecções.
REFERÊNCIA: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publi‐
cacoes/profae/pae_cad5.pdf
http://www.ebserh.gov.br/documents/147715/0/
MATERIAL+DIDATICO+PCR+SEE+UFTM++2017.pdf/ca‐
55ba33‐96dc‐4a18‐9564‐0f0e9baea967
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do 
Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Ges‐
tão da Educação na Saúde. Projeto de profissionalização 
dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. Profissiona‐
lização de auxiliares de enfermagem: cadernos do aluno: 
saúde do adulto, assistência cirúrgica, atendimento de 
emergência / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão 
do Trabalho e da Educação na Saúde, Departamento de 
Gestão da Educação na Saúde, Projeto de Profissionaliza‐
ção dos Trabalhadoresda Área de Enfermagem. - 2. ed., 
1.a reimpr. - Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: 
Fiocruz, 2003.
CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO
No cenário hospitalar, a Central de Material e Esteri‐
lização é a unidade encarregada de expurgar, preparar, 
esterilizar, guardar e distribuir materiais estéreis ou de‐
sinfetados para todos os setores do hospital que pres‐
tam cuidados aos pacientes. Neste contexto, é o setor 
responsável diuturnamente por atividades fundamentais 
no controle de qualidade do processo de esterilização e 
no controle das infecções hospitalares. 
Na estrutura hospitalar brasileira, até a década de 40, 
não existia central de material e esterilização; todos os 
processos de preparo, esterilização e armazenamento 
de materiais eram feitos no centro cirúrgico. A partir dos 
anos 50, com o surgimento de novos métodos de lim‐
peza e esterilização de materiais e o advento de instru‐
mentais especializados para cirurgias mais complexas é 
que começaram a destinar uma área própria para o pre‐
paro de materiais. Porém, só no início dos anos 70 é que 
alguns hospitais, especialmente os grandes e os univer‐
sitários, iniciaram a implantação de setores destinados 
às atividades de limpeza autônomas e independentes 
do centro cirúrgico. Surgiu então a Central de Material 
e Esterilização, chefiada por um enfermeiro, composta 
por áreas: de recepção, expurgo, preparo, esterilização 
e guarda (armazenamento e distribuição de materiais).
O desenvolvimento tecnológico ocorrido nas últimas 
décadas na área de saúde, impulsionou as atividades de‐
senvolvidas nas CMEs de forma vertiginosa, colocando‐a 
como um setor de vital importância no ambiente hos‐
pitalar, dada a magnitude do trabalho ali desenvolvido. 
Neste manual os principais métodos de limpeza, desin‐
fecção, esterilização e validação do processo de esterili‐
zação desenvolvidos nas CMEs são abordados de forma 
clara e objetiva para que todos possam realizá‐los, ofe‐
recendo aos seus clientes materiais seguros que contri‐
buam para a qualidade da assistência prestada.
Classificação de Artigos Hospitalares
Críticos: São artigos que estão envolvidos em alto 
risco de aquisição de infecção se estiverem contamina‐
dos com quaisquer microorganismos, incluindo os espo‐
ros bacterianos. Estes objetos penetram tecidos estéreis 
ou sistema vascular e devem ser esterilizados para uso. 
Ex: instrumentos cirúrgicos, cateteres urinário e cardíaco, 
implantes, agulhas e etc.
Semi-Críticos: São artigos que entram em contato 
com membranas mucosas íntegras ou pele não íntegra . 
Devem estar livres de todos os microorganismos na for‐
ma vegetativa, mas, podem conter alguns esporos. Mem‐
branas mucosas intactas geralmente são resistentes aos 
esporos bacterianos mais comuns; porém, são suscetíveis 
a infecções por microbactérias e alguns vírus. Estes arti‐
gos requerem desinfecção de alto nível. Ex: equipamen‐
tos respiratórios e de anestesia, endoscópios digestivo 
e etc.
Não-Críticos: São artigos que entram em contato 
com pele íntegra, mas não com mucosas. A pele ínte‐
gra é uma barreira efetiva a muitos microorganismos. Há 
baixíssimo risco de se transmitir agentes infecciosos para 
pacientes através dos artigos não críticos. Entretanto, 
eles podem servir de fonte de contaminação das mãos 
dos profissionais ou dos fômites em geral que por sua 
vez poderão carrear microorganismos quando entrarem 
em contato com outro paciente. Os artigos não críticos 
dependendo da sua particularidade ou grande contami‐
nação poderão ser lavados com água e sabão, ou receber 
desinfecção de nível intermediário ou baixo. Ex: coma‐
dres, aparelhos de pressão, móveis do paciente e etc.
Etapas do preparo de Material para Esterilização
Seleção: É a separação dos materiais odonto‐médi‐
co‐hospitalares, por tipo, para que sejam limpos adequa‐
damente sem sofrer danos. Ex. Instrumentais, endoscó‐
pios, borrachas, vidros, etc.
30
CO
N
H
EC
IM
EN
TO
S 
ES
PE
CÍ
FI
CO
S 
- T
ÉC
N
IC
O
 E
M
 E
N
FE
RM
AG
EM
Limpeza: É o processo de remoção de sujidades 
realizado pela aplicação de energia mecânica (fricção), 
química (soluções detergentes, desincrostantes ou enzi‐
mática) ou térmica. A utilização associada de todas estas 
formas de energia aumentam a eficiência da limpeza. A 
matéria orgânica presente (óleo, gordura, sangue, pus e 
outras secreções) envolve os microrganismos, protegen‐
do‐os da ação do agente esterilizante. Por essa razão, a 
limpeza constitui núcleo de todas as ações referentes aos 
cuidados de higiene com os artigos e áreas hospitalares, 
além de ser o primeiro passo nos procedimentos técni‐
cos de desinfecção e esterilização. A limpeza dos artigos 
deve ser feita de maneira escrupulosa e meticulosa pro‐
curando‐se escolher para cada tipo de material a melhor 
maneira de executar esta tarefa.
Quanto aos produtos de limpeza, merece destaque o 
seguinte grupo: 
Detergentes: São produtos que contém tensoativos 
em sua formulação, com a finalidade de limpar através 
de redução da tensão superficial, umectação, dispersão, 
suspensão e emulsificação da sujeira.
Detergente Enzimático: À base de enzimas e surfac‐
tantes, não‐iônico, com pH neutro, destinado a dissolver 
e digerir sangue, restos mucosos, fezes, vômito e outros 
restos orgânicos de instrumental cirúrgico, endoscópios 
e artigos em geral. As enzimas que promovem a quebra 
da matéria orgânica são basicamente de três tipos:
1‐ Proteases: decompõem as proteínas
2‐ Amilases: decompõem os carbohidratos
3‐ Lipases: decompõem as gorduras
Observações:
‐ Diluir o produto conforme orientações do fabrican‐
te;
‐ Produtos abrasivos: Lã de aço e similares não são 
recomendados, principalmente para metais, pois 
tornam suas superfícies progressivamente ásperas 
e proporcionam abrigo para a proliferação de mi‐
crorganismos;
- Sabões: Os comuns, são combinações de substân‐
cias fortes e gordurosas. Têm pouco valor para a 
limpeza de materiais odonto‐médico‐hospitalares, 
quando comparados aos modernos detergentes.
Alternativas de Limpeza
Manual: Por fricção com escova macia e/ou espon‐
ja, atentando para ranhuras, articulações, concavidades 
e lumens do material. Ex: Instrumentais, circuito respira‐
tório, etc. 
O artigo deve ser imerso, por completo, em água com 
detergente enzimático ou sabão neutro líquido, friccio‐
nado, enxaguado em água corrente abundante e seco.
Por equipamentos
‐ Lavadoras Ultrassônicas: emitem vibrações ultrassô‐
nicas na água aquecida para remover a sujidade 
das superfícies externa e interna dos instrumentais 
com ajuda de soluções químicas;
‐ Lavadoras esterilizadoras (a 121ºC e alta pressão): 
de acordo com o nome, existem dois ciclos: um de 
lavagem (não remove toda a matéria orgânica dos 
instrumentas), e outro de esterilização (devido a 
alta temperatura a matéria orgânica não removida 
na lavagem adere-se aos instrumentais dificultan‐
do a remoção na limpeza manual), necessitando de 
lavagem manual posterior;
‐ Lavadora descontaminadora (descontaminadora 
térmica, desinfectora e sanitizadora): essa máquina 
emite numerosos jatos de água, através de espar‐
gidores, que são estrategicamente dispostos para 
remover a sujidade, proporcionando excelente lim‐
peza, sem danificar os instrumentais. O ciclo ini‐
cia um banho de água fria (reduz a impregnação 
de matéria orgânica), e depois, água quente (até 
85ºC), com detergente, seguido de enxágue múl‐
tiplos.
Observações:
‐ Após a limpeza, deve ser feita revisão de todo ma‐
terial, com cuidado especial para ranhaduras e lu‐
mens, para detecção de sujidade;
‐ A escolha da alternativa de limpeza deve levar em 
conta a realidade de cada unidade e a natureza do 
artigo a ser processado;
‐ O uso dos EPIs pelo servidor, é obrigatório nesta 
fase.
Secagem: Tem por objetivo evitar que a umidade in‐
terfira nos processos químicos e/ou físicos de desinfec‐
ção e/ou esterilização dos materiais. Deve ser feita rigo‐
rosamente utilizando‐se:
‐ Pano limpo e seco;
- Secadoras de ar quente;
‐ Ar comprimido.Observações: A secagem deve ser criteriosa porque 
havendo água nos artigos pode ocorrer:
‐ Alteração da concentração em que as soluções quí‐
micas agem adequadamente;
‐ Interferência no ciclo de secagem na autoclave por‐
que esse processo tem umidade relativa definida;
‐ Aumento do tempo necessário para esterilização 
em estufa, por ampliar o tempo de aquecimento 
inicial.
Revisão: Feita durante o preparo das bandejas, con‐
siste na verificação da integridade das funções e presen‐
ça de sujidade no material. Confere‐se: ranhuras, crema‐
lheiras, corte, etc.
Preparo: É a montagem das bandejas e pacotes; Deve 
ser feito em área limpa e organizada; O setor deve ter 
livro (ou pasta) com as listas dos materiais e orientações 
para o preparo.
Observações:
‐ Os campos e/ou embalagens devem estar íntegros;
‐ Observar a presença de pelos, lanugem, sujidade, 
etc, nos campos a serem usados;
- Os profissionais devem usar gorro, cobrindo total‐
mente os cabelos para evitar queda nas mesas, 
bancadas e materiais.

Mais conteúdos dessa disciplina