Paciente, 32 anos, sexo feminino, comparece à clínica com queixa
estética no dente 26 (classe II MOD extensa). Relata fratura de
restauração antiga em resina composta. Ao exame:
Cavidade classe II extensa com cúspide fragilizada
Paciente com moderado risco de cárie
Boa higiene oral
Alta demanda estética
Bruxismo leve relatado
Espaço interproximal amplo
Isolamento absoluto possível.
• Como as resinas compostas são classificadas quanto à carga inorgânica?
• Quais as principais diferenças entre resinas microhíbridas, nanoparticuladas, nanohíbridas e bulk fill?
• Qual a relação entre tamanho/volume de carga e:
• resistência mecânica
• contração de polimerização
• polimento e brilho
• desgaste clínico
• Para o caso apresentado, qual tipo de resina composta seria mais indicado? Justifique.
• Em quais situações clínicas as resinas bulk fill são vantajosas ou contraindicadas?
• O uso de resina exclusivamente nanoparticulada seria adequado para uma restauração posterior extensa? Por
quê?
• Como o comportamento do paciente (ex.: bruxismo) influencia a escolha do compósito?
• Quais erros clínicos relacionados à escolha da resina são mais comuns na prática?
• Se a cavidade fosse pequena e anterior, sua escolha mudaria? Explique.
Ed
há 3 semanas
Você precisa criar uma nova pergunta.
Já tem uma conta?
Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade