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ntibióticos
SumárioSumário
01 - Amoxicilina ------------------------------------- 01
02 - Claritromicina --------------------------------- 02
03 - levofloxacina --------------------------------- 03
04 - norfloxacina --------------------------------- 04
05 - Sulfametoxazol+trimetoprima ------------ 05
06 - Azitromicino di-hidratada ----------------- 06
07 - Cefalexina ------------------------------------- 07
08 - Ampicilina ------------------------------------- 08
09 - Aztreonam ------------------------------------- 09
10 - Cloridrato de doxiciclina ------------------- 10
11 - Clindamicina ---------------------------------- 11
12 - Eritromicina ----------------------------------- 12
13 - Tetraciclina ------------------------------------ 13
14 - Fosfomicina ----------------------------------- 14
15 - Ciprofloxacino -------------------------------- 15
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https://www.indice.eu/pt/medicamentos/DCI/levofloxacina/informacao-geral#guid-9fde363c-892d-430b-ad3b-ca9a40f5c410
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https://www.indice.eu/pt/medicamentos/DCI/fosfomicina/informacao-geral#guid-febd264e-b343-48a5-a92e-370c825bd485
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MECANISMO DE AÇÃO
A Amoxicilina liga-se bem à proteína de ligação à
penicilina 1A (PBP-1A) localizada no interior da célula
bacteriana.
As penicilinas acilato a transpeptidase C-terminal de
domínio sensível à penicilina mediante da abertura do
anel de lactama.
Esta inactivação da enzima evita a formação de uma
ligação-cruzada de duas cadeias de peptidoglicano
lineares, a inibição da terceira e última fase da síntese da
parede celular bacteriana.
 
USOS COMUNS
A Amoxicilina é utilizada no tratamento de
uma série de infecções, incluindo otite média
aguda, faringite estreptocócica, pneumonia,
infecções da pele, infecções do tracto
urinário, Salmonella, doença de Lyme, e
infecções por clamídia.
 
EFEITOS ADVERSOSHipersensibilidade à Amoxicilina;
Hipersensibilidade a antibióticos beta-
lactâmicos (por exemplo: penicilinas,
cefalosporinas).
AMOXICILINAAMOXICILINA 
CONTRA-INDICAÇÕES
ADMINISTRAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO CFT
INDICAÇÕES
A Amoxicilina está indicada no
tratamento oral das seguintes
infecções bacterianas causadas
por micro-organismos Gram-
positivo e Gram-negativo
susceptíveis à amoxicilina:
Via oral
Os comprimidos e as cápsulas devem ser
deglutidos inteiros com água.
Não os deve mastigar.
Para melhor absorção é preferível tomar
os comprimidos juntamente com
alimentos.
 
No entanto, a eficácia mantém-se
mesmo se tomar Amoxicilina sem
alimentos.
diarreia 
náusea 
manchas vermelhas na pele 
1.1.1.2 : Aminopenicilinas 
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ntibióticos
USOS COMUNS
A claritromicina é usado para tratar vários
tipos de infecções bacterianas que afectam a
pele e o sistema respiratório.
 
Claritromicina também é usada em conjunto
com outros medicamentos para tratar
úlceras causadas pelo Helicobacter pylori.
A Claritromicina está contra-indicada em
doentes com hipersensibilidade conhecida à
claritromicina, a outros antibióticos
macrólidos.
CONTRA-INDICAÇÕES
MECANISMO DE AÇÃO
A claritromicina é um derivado semi-sintético da
eritromicina A.
 
Exerce a sua acção antibacteriana através da
ligação à subunidade ribossómica 50s das
bactérias susceptíveis suprimindo a síntese
proteica.
 
É muito potente contra uma grande variedade de
organismos aeróbios e anaeróbios Gram-positivos
e Gram-negativos.
 
As concentrações inibitórias mínimas (CIMs) da
claritromicina são geralmente duas vezes
inferiores às CIMs da eritromicina.
O metabólito 14-hidroxi da claritromicina também
apresenta actividade antimicrobiana.
EFEITOS ADVERSOS
ClaritromicinaClaritromicina
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
Infecções do tracto respiratório
superior
Infecções da garganta (amigdalite,
faringite, traqueíte), das cavidades
sinusais (sinusite) e do ouvido médio
(otite).
A Claritromicina está indicada para o
tratamento de infecções bacterianas
agudas e crónicas, quando causadas por
bactérias susceptíveis à claritromicina.
As indicações incluem:
Via oral:
Os comprimidos devem ser
engolidos inteiros e não devem ser
partidos ou esmagados.
Via injectável:
A claritromicina I.V. deve ser
administrada através de perfusão
I.V. durante 60 minutos.
A claritromicina não deve ser
administrada sob a forma de bólus
ou por injecção intramuscular.
CLASSIFICAÇÃO CFTnáuseas 
vômito 
dor abdominal 
diarreia 
paladar alterado. 1.1.8 : Macrólidos 
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Levofloxacina é contra-indicada:
em doentes com hipersensibilidade à levofloxacina,
em doentes com epilepsia,
em doentes com antecedentes de afecções tendinosas
relacionadas com a administração de fluoroquinolonas,
em crianças e adolescentes em crescimento (até aos 18
anos de idade) durante a gravidez,
em mulheres que estão a amamentar.
CONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
A levofloxacina é um antibiótico utilizado para tratar
infecções dos seios nasais, pulmões (como por
exemplo uma pneumonia), rins e vias urinárias,
próstata, pele e tecidos moles (incluindo a gordura e
os músculos).
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
levofloxacinalevofloxacina
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
Em adultos com infecções de
gravidade ligeira ou moderada, a
Levofloxacina é indicada para o
tratamento das seguintes
infecções, quando causadas por
microrganismos sensíveis à
levofloxacina:
Sinusite aguda (diagnosticada de
forma adequada em conformidade
com as orientações nacionais e/ou
locais para o tratamento de
infecções das vias respiratórias, e
quando se considera que não é
adequada a utilização de agentes
antibacterianos geralmente
recomendados para o tratamento
inicialdesta infecão ou quando
estes não resolveram a infecção);
Via oral e intravenosa.
Levofloxacina é administrado uma ou
duas vezes por dia.
 
Os comprimidos de levofloxacina
devem ser engolidos inteiros e com
uma quantidade suficiente de líquido.
Os comprimidos podem ser tomados
com ou sem alimentos.
CLASSIFICAÇÃO CFT
A levofloxacina inibe bactérias topoisomerases
tipo II, topoisomerase IV e DNA girase.
 
A levofloxacina, tal como outras fluoroquinolonas,
inibe as subunidades A da girase de DNA, duas
subunidades codificadas pelo gene gyrA.
 
Isto resulta em cadeia ruptura num cromossoma
bacteriano, superenrolamento, e selar; replicação
do ADN e a transcrição é inibida.
Posologia Orientativa
 
náusea 
vômito 
diarreia 
indigestão 
constipação 
dor abdominal 
1.1.10 : Quinolonas 
15.1.1 : Antibacterianos 
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Hipersensibilidade à Norfloxacina, ou a antibacterianos
relacionados quimicamente com as quinolonas
antibacterianas.
História de lesões tendinosas induzidas por quinolonas.
Não deve ser utilizada antes dos 18 anos de idade.
CONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
A Norfloxacina está indicada no tratamento das
seguintes situações:
- Infecções urinárias. 
- Inflamação no estômago e intestinos, denominada 
gastroenterite, causada por certos tipos de bactérias. 
- Gonorreia. 
- Febre tifóide. 
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
norfloxacinanorfloxacina
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
A Norfloxacina é um agente antibacteriano
de largo espectro indicado para:
O tratamento de:
- infecções do tracto urinário superior e
inferior, complicadas e não complicadas,
agudas ou crónicas.
Nestas infecções incluem-se cistites, pielites,
cistopielites, prostatites crónicas,
epididimites e infecções urinárias associadas
a cirurgia urológica, bexiga neurogénica e
nefrolitíase causadas por bactérias sensíveis
a Norfloxacina.
Via oral.
Tomar Norfloxacina sempre de acordo com as
indicações do médico.
A Norfloxacina pode ser tomada com um
copo de água 1 hora antes ou 2 horas depois
de uma refeição ou ingestão de leite.
A Norfloxacina não deve ser tomada com
suplementos de ferro ou com
multivitamínicos que contenham sucralfato.
Estes medicamentos só deverão ser tomados
2 horas depois de ter tomado Norfloxacina.
CLASSIFICAÇÃO CFT
1.1.10 : Quinolonas 
15.1.1 : Antibacterianos 
A norfloxacina é agente antibacteriano do grupo dos
ácidos quinolona-carboxílicos para administração oral.
Microbiologia
A Norfloxacina possui um largo espectro de actividade
antibacteriana contra agentes patogénicos aeróbios
Gram-positivos e Gram-negativos.
O átomo de flúor na posição 6 proporciona uma
potência aumentada bactérias Gram-negativas e o
radical piperazínico na posição 7 é responsável pela
actividade anti-Pseudomonas.
dor abdominal 
cólicas abdominais 
azia 
vômitos 
boca seca 
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ntibióticosCONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
Sulfametoxazol e trimetoprim é usado no tratamento de
infecções, tais como infecções do tracto urinário,
infecções do ouvido médio (otite média), bronquites,
diarreia do viajante, e shigelose (disenteria bacilar).
Trimetoprim / sulfametoxazol também é utilizado para
prevenir ou tratar pneumonia por Pneumocystis jiroveci
ou pneumonia por Pneumocystis carinii (PCP), um tipo
muito grave de pneumonia. 
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
Sulfametoxazol+trimetoprimaSulfametoxazol+trimetoprima
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
Está indicado no tratamento das seguintes
infecções:
Infecções das vias respiratórias superiores e
inferiores:
- tratamento da otite média aguda 
- tratamento de exacerbações agudas da 
bronquite crónica 
- tratamento e profilaxia de pneumonia por 
Pneumocystis jirovecii; 
Vias oral e intravenosa.
Recomenda-se a administração de após as
refeições. Deglutir os comprimidos com a
ajuda de água.
Sulfametoxazol / Trimetoprim solução para
perfusão destina-se a ser administrado
APENAS por via intravenosa e deve ser
diluído previamente à administração.
A duração da perfusão deve ser de
aproximadamente 1 a 1,5 horas, de acordo
com a necessidade do doente em aporte de
fluidos.
CLASSIFICAÇÃO CFT
1.1.9 : Sulfonamidas e suas associações 
Sulfametoxazol e trimetoprim é um medicamento
antibacteriano.
O sulfametoxazol é um inibidor competitivo da enzima
dihidropteroato sintetase.
O sulfametoxazol inibe competitivamente a utilização
do ácido para-aminobenzóico (PABA), composto usado
pela célula bacteriana para a síntese de dihidrofolato,
resultando num efeito bacteriostático.
O trimetoprim liga-se e inibe de forma reversível à
dihidrofolato reductase (DHFR) bacteriana e bloqueia a
produção de tetrahidrofolato.
Dependendo das condições, este efeito pode ser
bactericida.
Hipersensibilidade às sulfonamidas, hipersensibilidade
ao trimetoprim e substâncias aparentadas (análogos de
trimetoprim, por ex. tetroxoprim); 
Eritema exsudativo multiforme; 
Alterações hematológicas graves (trombocitopenia, 
granulocitopenia, anemia megaloblástica); 
Insuficiência renal grave (depuração de creatinina 
abaixo de 15 ml/min); 
Insuficiência hepática grave; 
Porfíria aguda; - Prematuros ou recém-nascidos de 
termo no período neonatal. 
náuseas 
lesões na boca 
diarreia 
reações de pele 
zumbidos nos ouvidos 
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ntibióticosCONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
AZITROMICINA DI-HIDRATADAAZITROMICINA DI-HIDRATADA
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
A Azitromicina pode ser aplicada em 
situações em que micro-organismos 
 sensíveis à azitromicina causaram:
– infecções do aparelho respiratório superior:sinusite, faringite, amigdalite 
– otite média aguda; 
– infecções do aparelho respiratório inferior:
bronquite aguda e pneumonia ligeira a 
moderadamente grave adquirida na 
comunidade; 
– infecções da pele e tecidos moles; 
– doenças sexualmente transmissíveis não 
complicadas devidas a Chlamydia 
trachomatis. 
CLASSIFICAÇÃO CFT
A azitromicina é o primeiro de uma classe de
antibióticos designada quimicamente por azalidos.
Quimicamente, deriva da inserção de um átomo de
azoto no anel lactona da eritromicina A.
O nome químico da azitromicina é 9-deoxi-9a-aza-9a-
metil-9a-homoeritromicina A. O peso molecular é de
749.0.
 
Actua por inibição da síntese proteica bacteriana, por
ligação à subunidade ribossómica 50S impedindo a
translocação de péptidos.
Para o tratamento de pacientes com infecções leves
causadas por cepas sensíveis de micro-organismos
designados nas condições específicas a moderada: H.
influenzae, M. catarrhalis, S. pneumoniae, C.
pneumoniae, M. pneumoniae, S. pyogenes, S. aureus, S. 
agal. 
A utilização de Azitromicina está contra-indicada em
doentes com hipersensibilidade à formulação e a outros
antibióticos macrólidos. 
A concentração da solução para perfusão e a
taxa de perfusão de Azitromicina sob a forma
de pó para solução para perfusão deve ser 1
mg/ml por 3 horas ou 2 mg/ml durante 1 hora.
1.1.8 : Macrólidos 
15.1.1 : Antibacterianos 
Náusea 
vômito 
diarreia 
fezes amolecidas 
desconforto abdominal (dor/cólica) 
flatulência. 
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ntibióticosCONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
CEFALEXINACEFALEXINA
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
Tratamento de infecções devidas a
microrganismos gram+ e gram- susceptíveis:
infecções urinárias, faringites, sinusites,
infecções respiratórias, amigdalites e
infecções da pele e tecidos moles . 
CLASSIFICAÇÃO CFT
A Cefalexina, como as penicilinas, é um antibiótico
beta-lactâmico. Ao ligar-se às proteínas específicas de
ligação à penicilina (PLP), localizadas no interior da
parede celular bacteriana, inibe a terceira e última fase
da síntese.
 
A lise celular é, então, mediada por enzimas autolíticas
da parede celular bacteriana, tais como as autolisinas; é
possível que a cefalexina interfira com um inibidor de
autolisina.
 
A Cefalexina é usada para tratar infecções bacterianas
em muitas partes diferentes do corpo. Pertence à classe
dos medicamentos conhecidos como antibióticos
cefalosporínicos.
Funciona ao eliminar as bactérias ou impedir o seu
crescimento. No entanto, a Cefalexina não actua em
constipações, gripe, ou outras infecções virais. 
História de hipersensibilidade às cefalosporinas e ou
penicilinas.
Reduzir a posologia em doentes com insuficiência
renal.
Via oral.
1.1.2.1 : Cefalosporinas de 1ª geração 
diarreia 
 
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ntibióticosCONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
A Ampicilina está indicada para o
tratamento das seguintes infecções
bacterianas, graves a moderadamente
graves, causadas por micro-organismos
Gram-positivo e Gram-negativo susceptíveis
à ampicilina:
- Infecções do tracto respiratório superior: 
otite média aguda, faringite aguda, sinusite 
aguda bacteriana; 
- Abcesso periodontogénico; 
- Infecções da tracto respiratório inferior: 
exacerbação aguda de bronquite crónica, 
pneumonia adquirida na comunidade; 
CLASSIFICAÇÃO CFT
As penincilinas são antibióticos β-lactâmicos que se
ligam de forma reversível a diversas enzimas da
membrana plasmática bacteriana, que estão envolvidas
na síntese da parede bacteriana e na divisão celular.
As aminopenicilinas (entre as quais a ampicilina),
devido à presença de um grupo amino ligado à
estrutura base da penicilina, penetram mais facilmente
a membrana externa de algumas bactérias Gram-
negativas tendo um maior espectro de acção.
 
A ampicilina é estreitamente relacionada com a
amoxicilina, outro tipo de penicilina, e ambos são usados
 para tratar infecções do tracto urinário, otite média,
Haemophilus influenzae, salmonelose e meningite
Listeria.
É usado com flucloxacillina na combinação antibiótico
co-fluampicil para o tratamento empírico de celulite,
proporcionando cobertura contra a infecção pelo
Estreptococos do grupo B, enquanto a flucloxacillina age
contra a bactéria Staphylococcus aureus.
A ampicilina está contra-indicada em doentes com:
- hipersensibilidade à Ampicilina; deve ser tida em
conta alergia cruzada aos β-lactâmicos como as
cefalosporinas;
- mononucleose infecciosa. glossite 
estomatite 
náusea 
vômito 
enterocolite 
colite pseudomembranosa 
diarreia. 
aMPICILINAaMPICILINA
A Ampicilina pode ser administrada por via
Intravenosa ou por via intramuscular.
Velocidade de administração por via
intravenosa:
Dose Tempo de administração 
125 mg 3 a 5 minutos 
250 mg 3 a 5 minutos 
500 mg 3 a 5 minutos 
1000 mg pelo menos 10 a 15 minutos 
2000 mg pelo menos 10 a 15 minuto. 
Após reconstituição com água para
preparações injectáveis, a solução apresenta-
se límpida, incolor a ligeiramente amarelada.
1.1.1.2 : Aminopenicilinas 
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USOS COMUNS
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
– Infecções do tracto urinário complicadas e não
complicadas (incluindo pielonefrite, cistite
inicial e recorrente, bacteriúria assintomática);
infecções do tracto respiratório inferior
(incluindo pneumonia,bronquite); bacteremia,
septicemia, meningite (por Haemophilus
influenzae e Neisseria meningitidis); infecções
dos ossos e articulações, da pele e estruturas
cutâneas (incluindo as associadas a feridas pós-
operatórias, úlceras, queimaduras); infecções
intra-abdominais (incluindo peritonite),
infecções ginecológicas (incluindo doença
inflamatórica pélvica, endometrite e celulite
pélvica), gonorreia (Infecções urogenitais ou
anoretais não complicadas agudas, devidas a
estirpes de N. gonorrhoeae produtoras ou não
produtoras de beta-lactamase). 
CLASSIFICAÇÃO CFT
A acção bactericida dos resultados de Aztreonam é a
inibição da síntese da parede celular bacteriana, devido
a uma elevada afinidade do Aztreonam com a proteína
de ligação à penicilina 3 (PBP3).
Ao ligar-se a PBP3, Aztreonam inibe a terceira e última
fase da síntese da parede celular bacteriana. A lise
celular é, então, mediada por enzimas autoliticas na
parede celular bacteriana, tais como autolisinas.
É possível que o Aztreonam interfira com um inibidor
da autolisina.
O Aztreonam tem uma forte actividade contra batérias
gram-negativas sensíveis, incluindo Pseudomonas
aeruginosa.
Não tem nenhuma actividade útil contra batérias gram-
positivas ou anaeróbios.
Sabe-se que seja eficaz contra uma ampla gama de
batérias incluindo Citrobater, Enterobater, E.coli,
Haemophilus, Klebsiella, Proteus, e espécies Serratia.
Hipersensibilidade ao aztreonam.
aztreonamaztreonam 
Via intramuscular (I.M.) ou intravenosa (I.V.).
A via intravenosa é recomendada para os
doentes que necessitam de doses únicas
superiores a 1 g ou para doentes com
septicemia bacteriana, abcesso
parenquimatoso localizado (por exemplo
abcesso intra-abdominal), peritonite ou
outras infecções sistémicas graves ou
ameaçadoras para a vida.
1.1.3 : Monobactamos 
Dor 
inchaço 
diarreias 
náuseas 
vômito. 
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USOS COMUNS
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
–Exacerbações da bronquite crónica, infecções
devidas a Chlamydia, Rickettsia, Mycoplasma,
Brucella e doença de Lyme.
Acne vulgaris. 
CLASSIFICAÇÃO CFT
Doxiciclina, como minociclina, é lipofílica e pode passar
através da bicamada lipídica das bactérias.
A doxiciclina liga-se reversivelmente aos 30
subunidades ribossomais S e, possivelmente, a
subunidade ribossomal 50S (s), bloqueio da ligação de
aminoacil-ARNt com o ARNm e inibir a síntese de
proteína bacteriana.
Doxiciclina impede a função normal do apicoplasto de
Plasmodium falciparum, um organismo causador da
malária.
A doxiciclina é usado para tratar infecções bacterianas
em muitas partes diferentes do corpo.
É também utilizada para tratar a acne e abcessos
(geralmente sobre a face), que são causadas por rosácea,
também conhecidos como acne rosácea ou acne adulto.
Doxiciclina comprimidos de libertação retardada
também são usados para prevenir a malária e tratar
infecção por antraz após uma possível exposição.
Hipersensibilidade à Doxiciclina.
Não devem ser administradas a crianças de idade
inferior a 10-12 anos e a grávidas ou lactantes.
Usar com precaução em doentes com lúpus
eritematoso sistémico, miastenia gravis ou insuficiência
hepática.
cloridrato de doxiciclinacloridrato de doxiciclina
Via oral.
Sua absorção é diminuída pela ingestão
simultânea de alimentos lácteos, hidróxido
de alumínio, cálcio, sais de magnésio e ferro.
A ingestão de outros alimentos não altera a
absorção.
1.1.6 : Cloranfenicol e tetraciclinas 
anorexia 
náuseas 
vômitos 
diarréia 
glossite 
disfagia 
enterocolite 
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CONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
Clindamicina está indicado no tratamento de
doentes com infecções graves causadas por
bactérias suceptíveis a clindamicina, tais como:
Infecções causadas por bactérias Gram-positivo
em doentes alérgicos à penicilina e como um
tratamento alternativo quando os antibióticos
beta-lactâmicos não são adequados;
Infecções causadas por bactérias
anaeróbicasClindamicina está indicado no
tratamento de doentes com infecções graves
causadas por bactérias suceptíveis a
clindamicina, tais como:
Infecções causadas por bactérias Gram-positivo
em doentes alérgicos à penicilina e como um
tratamento alternativo quando os antibióticos
beta-lactâmicos não são adequados;
Infecções causadas por bactérias anaeróbicas
CLASSIFICAÇÃO CFT
A clindamicina é um antibiótico lincosamida com
actividade bacteriostática contra as bactérias aeróbias
Gram-Positivas e um largo espectro de bactérias
anaeróbias.
As lincosamidas, como a clindamicina, ligam-se à
subunidade 23S do ribossoma bacteriano e inibem as
fases iniciais da síntese proteica.
A acção da clindamicina é predominantemente
bacteriostática embora em altas concentrações possa
ter um ligeiro poder bactericida sobre as estirpes
sensíveis.
Tratamento de infecções graves causadas por bactérias
específicas.
Clindamicina está contra-indicado em pacientes
previamente considerados hipersensíveis à
clindamicina ou à lincomicina (existe paralelismo).
Clindamicina não deve ser administrado a bebés
prematuros ou recém-nascidos.
 clindamicinaclindamicina
Vias Oral, IM, IV, Cutâneo, Vaginal.
1.1.11 : Outros antibacterianos 
7.1.2 : anti-infecciosos 
13.1.2 : Antibacterianos 
13.4.2.1 : De aplicação tópica 
 dor abdominal 
 vômito 
náusea (enjoo) 
urticária 
(alergia de pele). 
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ntibióticosCONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
VIA CUTÂNEA
Tratamento tópico de acne particularmente nas
formas inflamatórias e pápulo-pustulosas
(nodulocistica).
VIA ORAL
Indicado no tratamento das infecções causadas
por estirpes sensíveis dos micro-organismos
descritos nas doenças mencionadas a seguir:
infecções do tracto Respiratório Superior de
gravidade ligeira a moderada causadas por
Streptococcus pyogenes (estreptococosbeta-
hemolíticos grupo A), S. pneumoniae e
Haemophilus influenzae (nem todas as estirpes
são sensíveis à Eritromicina nas concentrações
de antibiótico atingidas com as doses
terapêuticas habituais).
CLASSIFICAÇÃO CFT
A Eritromicina é produzida por uma estirpe de
Streptomyces erythraeus e pertence ao grupo dos
antibióticos Macrólidos.
É uma substância básica formando de imediato sais
com os ácidos.
A Eritromicina exerce a sua acção antibacteriana pela
ligação à subunidade 50S dos ribossomas das bactérias
sensíveis.
O espectro antimicrobiano da Eritromicina cobre um
elevado número de espécies de que destacamos as
seguintes: Streptococcus pyogenes, Streptococcus alfa-
hemolítico, Staphylococcus aureus, Streptococcus
pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae, Ureaplasma
urealyticum, Campylobacter jejuni, Haemophilus
influenzae, Chlamydia trachomatis, Treponema pallidum,
Corynebacterium diphteriae, C. minutissimum,
Entamoeba histolytica, L. monocytogenes, H.
gonorrhoeae, B. pertussis, Legionella pneumophilla.
Hipersensibilidade à eritromicina.
Nos doentes a receber tratamento com terfenadina,
astemizole, cisaprida ou pimozida.
eritromicinaeritromicina
Via cutânea, oral e intravenosa.
A suspensão oral e os comprimidos podem
ser administrados independentemente das
horas das refeições e para melhores
concentrações sanguíneas recomenda-se
fazer as tomas imediatamente antes das
refeições.
1.1.8 : Macrólidos 
13.4.2.1 : De aplicação tópica 
cólica abdominal 
mal-estar 
náuseas 
vômitos 
diarreia 
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CONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
Tratamento de:
- Acne vulgaris: como adjuvante de tratamento.
- Actinomicoses causadas por Actinomyces
israelii.
- Antrax causada por Bacillus anthracis.
- Infecção geniturinária causada por N.
gonorrhoeae e porChlamydia trachomatis.
- Gengivoestomatite causada por
Fusobacterium fusiformisans.
- Granuloma inguinal causada por
Calymmatobacterium granulomatis.
- Linfogranuloma venéreo por Chlamydia sp.
CLASSIFICAÇÃO CFT
O cloridrato de Tetraciclina pertence à classe das
Tetraciclinas, agentes bacteriostáticos de largo
espectro, que agem inibindo a síntese proteica de
bactérias sensíveis, bloqueando a ligação do RNA-t
(RNA transportador) ao RNA-m (RNA mensageiro) do
complexo ribossômico 30S desses micro-organismos.
O espectro de acção do cloridrato de Tetraciclina
abrange micro-organismos Gram-positivos (aeróbicos e
anaeróbicos), Gram-negativos, protozoários,
micoplasma, clamídias, riquetsias e espiroquetas.
Tratamento de:
- Acne vulgaris: como adjuvante de tratamento.
- Actinomicoses causadas por Actinomyces israelii.
- Antrax causada por Bacillus anthracis.
- infecção geniturinária causada por N.
gonorrhoeae e porChlamydia trachomatis.
- Gengivoestomatite causada por Fusobacterium
fusiformisans.
- Granuloma inguinal causada por Calymmatobacterium
granulomatis.
- Linfogranuloma venéreo por Chlamydia sp.
- Otite média, faringite, pneumonia e sinusite causadas
por H.
Este medicamento não deve ser administrado a
pessoas com hipersensibilidade às Tetraciclinas.
É também contra-indicado durante a gravidez e
amamentação.
TetraciclinaTetraciclina
Via oral, cutânea, injectável.
1.1.6 : Cloranfenicol e tetraciclinas 
náuseas 
vômitos 
diarreia 
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CONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
Profilaxia e tratamento das infecções agudas
não complicadas das vias urinárias baixas
produzidas por germens sensíveis à
Fosfomicina.
Infecções urinárias pós-operatórias.
Profilaxia das infecções do tracto urinário
resultantes de intervenções cirúrgicas e
manobras diagnósticas transuretrais.
CLASSIFICAÇÃO CFT
A Fosfomicina é um análogo de fosfoenolpiruvato
produzido por Streptomyces que inibe
irreversivelmente a transferase enolpyruvate (Mura), o
que impede a formação de ácido N-acetilmurâmico, um
elemento essencial da parede celular de
peptidoglicano.
A Fosfomicina é usada para tratar a infecção do tracto
urinário e cistite (infeção da bexiga) em mulheres.
A Fosfomicina é um antibiótico.
Funciona por matar bactérias ou impedir o seu
crescimento.
No entanto, a Fosfomicina não funciona com
constipações, gripe, ou outras infecções virais.
Hipersensibilidade à Fosfomicina.
Embora não estejam descritos efeitos teratogénicos,
deve evitar-se no 1º trimestre da gravidez.
Usar com precaução durante o aleitamento.
Contra-indicada na insuficiência renal grave.
Evitar a administração com alimentos, que reduzem a
absorção.
FosfomicinaFosfomicina
A ingestão de alimentos pode atrasar a
absorção de fosfomicina, em que existe uma
diminuição dos picos sanguíneos e da
concentração urinária.
Recomenda-se a administração do fármaco
com o estômago vazio, ou 1 h antes ou 2 h
depois da ingestão de alimentos, e
preferencialmente depois de ter esvaziado a
bexiga.
1.1.11 : Outros antibacterianos 
Diarreia 
náusea 
dispepsia 
vulvovaginite 
cefaleia 
tontura. 
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CONTRA-INDICAÇÕES
USOS COMUNS
MECANISMO DE AÇÃO
EFEITOS ADVERSOS
ADMINISTRAÇÃO
INDICAÇÕES
As indicações do cloridrato de ciprofloxacino
são as seguintes: Adultos Para o tratamento de
infecções complicadas e não complicadas
causadas por microrganismos sensíveis ao
ciprofloxacino: - do trato respiratório. Muitos
dos microrganismos, p. ex. Klebsiella,
Enterobacter, Proteus, E. coli, Pseudomonas,
Haemophilus, Moraxella, Legionella e
Staphylococcus reagem com muita
sensibilidade ao Cloridrato de ciprofloxacino. 
CLASSIFICAÇÃO CFT
A ação bactericida do ciprofloxacino resulta da inibição
da topoisomerase bacteriana do tipo II (DNA girase) e
topoisomerase IV, necessárias para a replicação,
transcrição, reparo e recombinação do DNA bacteriano.
O ciprofloxacino é muito usado para o tratamento das
infecções urinárias, diarreias bacterianas e infecções da
próstata nos adultos.
Alergia ao ciprofloxacino, ou aos medicamentos
contendo outras quinolonas ou a qualquer componente
da fórmula; - Gravidez ou amamentação; - Uso
concomitante de tizanidina.
CiprofloxacinoCiprofloxacino
O ciprofloxacino deve ser administrado por
via intravenosa, por no mínimo 60 minutos. A
infusão deve ser lenta, em veia de grande
calibre, para minimizaro desconforto do
paciente e reduzir os riscos de irritação
venosa.
CFT. 1.1.10 : Quinolonas 
15.1.1 : Antibacterianos. 
náusea 
vômito 
sensação de cansaço 
fraqueza 
reações de pele 
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