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CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
MOTOR M790 MOTORV22
01. Ciclo de Funcionamento 4 tempos 4 tempos
02. Número de Cilindros 2, vertical 2 vertical
03.Diâmetro do Cilindro 90mm 90mm
04.Curso do Pistão 100mm 100mm
05. Cilindrada 1272cm3 1272cm3
06. RPM: a) normal (STD) 1800 a 3000 1800 a 3000
b) especial (sob consulta) 1500 a 3000 1500 a 3000
07. CURVA "A" CURVA "B" CURVA "F" CURVA "B"
Potência: 15 CV 1800 17 CV 1800
ABTN NBR 11,00 kw RPM 12 50 kw RPM 29,9 CV 3000 21 CV 2300
5484 E N BR 6396 24 CV 3000 27 CV 3000 22,0 kw RPM
17 60 kw RPM 19 80 kw RPM
08. Razão de Compressão 18:1
09. Momento de força efetivo reduzido para
curva veicular ?Oda Nm a 2250 RPM
10. Refrigeração A ar, por turbina
incorporada ao volante
11. Área Mínima Livre para Entrada
de Ar de Refriqeração do Motor 600 cm2
12. Lubrificação Forçada por bomba
13. Capacidade do Cárter 6,0 lts. c/fi ltro
5,5 lts. s/filtro
14. Filtragem do Óleo Lubrificante Tela metálica no cárter,
cartucho externo
15. Filtro de Ar Em banho de óleo
16. Capacidade do Tanque de Combustível 19,7 lts.
17. Sistema de Partida Elétrica, ou manual por corda
18. Bomba Injetora BOSCH, PFR 2K 80A393
19. Bico Injetor BOSCH, DLLA 1405 587
20. Pressão de Compressão 22 kg/cm2
21. Sistema de lniecão Direta
22. Sentido de Giro (olhando-se para o volante) Horário
23. Velocidade Média do Pistão 10 m/s (3000 rpm)
24. Consumo Específico de Combustível 429 g/kwh (curva F)
25. Consumo de Ar para Refriaeracão 20 m3/min a 3000 rom
26. Consumo de Ar para Combustão 1 2 m3/min a 3000 rpm
27. Relacão peso/potência 12 2 ka/kw
28. Pressão do óleo Lubrificante 1 kg/cm2, com motor quente
29. Capacidade da Cuba do Filtro de Ar 0,6 lts.
30. Inclinação Máxima em Todas as Direções 20°
31. Peso (STD com partida elétrica) 215 kg
32. Dimensões (motor STD e Dimensões Máximas) 785 mm altura
750 mm largura
770 mm comprimento
33. Grau de lrreqularidade +/-25%
34. Consumo de Óleo Lubrificante 2,7 a 4, 1 g/kwh
Entende-se, pela ABNT NBR 5484 · NBA 6396 o que segue:
curva A: Potência Efetiva contínua não limitada Reduzida
curva B: Potência Efetiva contínua limitada Reduzida
curva F: Potência Efetiva líquida Reduzida D1
15,6 kw RPM
18:1
6 7 da Nm
A ar, por turbina
incorp. ao volante
600 cm2
Forçada p/bomba
6,0 lts. e/filtro
5.5 lts. s/fi ltro
Tela metálica no
cárter cartucho
externo
Em banho de óleo
19 7 lts.
Por corda
BOSCH,PFR
2K 80A393
BOSCH,DLLA
140S 587
22 kçi/cm2
Direta
Horário
7 3 m/s
374 g/kwh
25 m3/min
1,4 m3/min
11,4 ka/kw
1 kg/cm2,
e/motor quente
0,6 lts.
20°
185,5 kg (a seco)
785 mm altura
750 mm largura
770 mm compr.
+/- 25%
2,7 a 4,1g/kwh
~
FERRAMENTAS ESPECIAIS
Item Código Denominação
. 1 f 7007.099.009.00.1 Extrator engrenagem do virabrequim
2 f 7007 .099.010.00.9 Colocador da engrenagem do virabrequim
3 ~~ "' 7007.099.011.00.7 Extrator e colocador - Bucha virabrequim
4 ~ 7007.099.012.00.5 Colocador bucha do mancai do virabrequim
5 / 7007.099.013.00.3 Guia do disco da embreagem
6 1~ 7003.099.013.00.2 Ferramenta de verificação do ponto de
injeção e curso útil
7 ~ 8002.199.027.00.2 Suporte para manutenção do motor
ti Suporte microcomparador para verificação
8 ~ 7003.099.012.00.4 da altura da câmara ou combustão
9 ~ 7007.099.016.00.6 Adaptador para motor
10 1 7003.099.016.00.5
Chave para regular curso útil
bomba injetora
11 ~ 7003.099.009.00.0 Ferr. p/verificar pressão óleo do motor
12 f 7007.099.015.00.8 Extrator do rolamento menor do comando
{
02
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'
RECOMENDAÇÕES PARA A DESMONTAGEM
DO MOTOR
Sempre que efetuar uma desmontagem, tenha à
disposição as ferramentas especiais e universais,
assim como as peças para reparação necessária
(juntas, vedadores, colas, etc.).
As ferramentas especiais e universais devem ser
limpas e guardadas em locais próprios e só de
vem ser usadas para os fins a que se destinam.
Tome todas as precauções de segurança, pois
elas são sua proteção durante o trabalho.
Siga a numeração dos itens de cada operação,
em seqüência.
Limpe imediatamente todo e qualquer óleo derra
mado.
Desconecte os terminais da bateria antes de fazer
qualquer reparo no motor.
Após remover um componente, coloque-o em lo
cal adequado, junto com os elementos de fixação
(parafusos, prisioneiros, porcas, arruelas, etc.).
Não altere as características do motor.
ROTEIRO PARA DESMONTAGEM DO
MOTOR M790 · V22
1. Fixar o motor no suporte 8002.199.027.00.2
juntamente com o adaptador
7007.099.016.00.6.
Fig. D2 - Fixação do motor no suporte
D3
2. Drenar o óleo do cárter e retirar o filtro do
óleo. Para isto, utilizar um dispositivo adequa
do.
Fig. D3 - Remoção do filtro do óleo
3. Para retirar o tanque do óleo diesel deve-se fe
char a passagem do óleo através de um dispo
sitivo adequado.
Fig. D4 - Fechamento da Passagem do óleo
4. Retirar o tanque de óleo diesel.
5. Retirar os componentes:
- Motor de partida
- Filtro de ar
- Escapamento e acessórios anexos.
6. Agora retirar as tampas dos balancins_
Fig. D5- Retirada das tampas dos balancins
7. Retirar o coletor de escape.
8. Retirar as tubulações do bico/bomba e a de re
torno. Podem ser retirados também os bicos
injetores e as arruelas de vedação.
Fig. D6 - Retirada das tubulações e bicos injetores.
9. Retirar os suportes dos balancins e as vare
tas.
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Fig. D7 - Remoção dos suportes
10. Retirar a bomba de transferência de combustí
vel. Após retirar a bomba injetora, a qual deve
rá sair livremente sem qualquer esforço. Para
·isto, o motor deverá estar acelerado comple
tamente, a fim de deixar a cremalheira no lo
cal correto.
D4
Fig. D8- Retirada da bomba injetora
11. Retirar a carenagem.
Nota: Os defletores de ar devem ser retirados
somente no momento de remover os cilindros.
12. Retirar as porcas dos cabeçotes de forma cru
zada e por etapas. Remover os cabeçotes e os
tubos das varetas.
Obs.: Não alterar a posição do cabeçote, cilin
dro, êmbolo e biela referente aos cilindros (1)
e (2).
Fig. D9- Retirada do cabeçote
i
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13. Agora, poderá ser retirada a tampa inferior do
cárter devendo-se, para isto, girar o motor.
Fig. 010- Tampa inferior do cárter
14. Soltar os parafusos e as capas das bielas.
Fig. 011 - Retirada dos parafusos da biela
15. Retirar os defletores de ar.
05
Fig. 012- Desmontagem das chapas defletoras.
16. Retirar os conjuntos: biela, pistão e cilindro.
Fig. 013- Remoção do cilindro
17. Girar o motor e retirar os contrapesos da árvo
re de manivela, marcando a posição dos mes
mos.
Afrouxar os parafusos da capa do mancai central,
sem retirá-la.
----· e e,
Fig. D14 - Retirada dos parafusos dos contrapesos
18. Girar o motor a fim de evitar que os tuchos
caiam. Retirar a tampa do comando, a qual,
geralmente, sai junto com o comando.
Fig. D15- Retirada da tampa do comando
19. Remover os tuchos das varetas.
20. Marcar a posiç~o da engrenagem da bomba
em relação à engrenagem da árvore de mani
vela.
21. Frear o volante utilizando dispositivo adequa
do. Após, retirar a engrenagem da bomba de
óleo com um sacador universal. A seguir, reti
rar a bomba.
Nota: Não alterar a posição de engrenamento
dos pinhões da bomba de óleo.
06
Fig. D16 - Retirada da engrenagem da bomba de
óleo
22. Retirar a válvula de sobreposição.
23. Retirar o parafuso da engrenagem. Após, reti
rar a engrenagem da árvore de manivela utili
zando a ferramenta 7007.099.009.00.1, retiran
do em seguida a chaveta.
Fig. 017 - Retirada da engrenagem da árvore de
manivela
24. Retirar o volante.
25. Retirar a flange da árvore de manivela, utili
zando dois parafusos M8 que servem de extra
tor.
Fig. 018- Extração da flange da árvore de manivela
!
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26. Retirar os dois parafusos que prendem o man
cai central ao bloco, em seguida, retirar a áro motor em geral.
- Reapertar os parafusos e porcas.
3. Manutenção a cada 120 horas.
- Trocar o óleo lubrificante do motor.
- Limpar as aletas dos cilindros, cabeçotes e
turbina do volante.
4. Manutenção a cada 180 horas.
- Trocar o elemento do filtro do óleo de com
bustível.
5. Manutenção a cada 240 horas.
-Substituir o cartucho do filtro do óleo lubrifi
cante.
6. Manutenção a cada 400 horas.·
- Testar bicos injetores.
- Verificar folga das válvulas.
- Limpar o motor em geral.
Observação:
A primeira troca de óleo do cárter deve ser feita
com 25 horas de trabalho. Atentar com impurezas
no óleo combustível. Utilizar óleo SAE 30 HD para
troca de óleo do cárter.
TABELA DE LUBRIFICANTES E EQUIVALENTES
- ESPECIFICAÇÃO TEMPERATURA AMBIENTE
ATÉ 30ºC ACIMA DE 30ºC
FABRICANTE MIL L 2104C - SAE 30 MIL 2104 C · SAE 40
lpiranga lpilube SD-30 lpilube SD-40
Shell Rimula CT-30 Rimula CT-40
Essa Brindilla D3 30 Brindilla
Texaco Ursa Oil LA-3 Ursa Oi I LA-3
Atlantic Ultramo ED-3 Ultrarno ED-3
Mobil Oil Delvac 1330 Delvac 1330
Castrai Tropical Super 30 Tropical Super 40
Petrobrás Lubrax MD-400 Lubrax MD-400
Tutela Agerter SAE 30 Agerter SAE 40
Nota: Produto para conservação do motor indicado pela Agrale: SHELL FERROPROT 501.
D47
f
AGRALE
MANUAL
DE
OFICINA
UNIDADE DE
ASSISTÊNCIA TÉCNICA
Seção E
COMPLEMENTO
{
ÍNDICE
COMPLEMENTO
DIAGNÓSTICO DE FALHAS ....................................................................................................... E1
TABELA REGULAGEM DOS MOTORES AGRALE ................................................................... E2
INFLUÊNCIA DA ALTITUDE NO DESEMPENHO DO MOTOR ................................................ E3
PROVA APÓS RECONDICIONAMENTO ................................................................................... E3
APLICAÇÃO DE MOTORES ........................................................................................................ E5
SISTEMA ELÉTRICO ................................................................................................................... E8
FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS ...................................................................................... E36
PROTEÇÃO PARA ESTOCAGEM DE MOTORES ................................................................... E37
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t)
DIAGNÓSTICO DE FALHAS
Falhas
Baixa rotação de partida
Motor não pega
Partida difícil
Falta de combustão
Consumo excessivo de combustível
Fumaça preta no escape
Fumaça branca no escape (azul)
Pressão do óleo baixa
Batidas
Funcionamento irregular
Vibração
Pressão do óleo alta
Superaquecimento
Pressão interna excessiva
Compressão baixa
Paradas, etc.
Motor dispara
Falta de potência
1. Bateria com carga insuficiente
2. Conexões elétricas mal-feitas ou soltas
3. Motor de partida defeituoso
4. Óleo lubrificante de viscosidade incorreta
5. Baixa rotação de partida
6. Tanque de combustível vazio
7. Puxar o BAP
8. Tubo de retorno de combustível entupido
9. Bomba alimentadora defeituosa
10. Filtro de combustível bloqueado
11. Filtro de ar muito sujo
12. Ar no sistema de combustível
13. Bomba injetora defeituosa
14. Injetores defeituosos
15. Distribuição de peças incorretas
16. Compressão baixa
17. Respiro do tanque bloqueado
18. Combustível de tipo ou grau incorreto
19. Bomba injetora mal montada
20. Tubo de escape bloqueado
21. Vazamento pela junta do cabeçote
22. Superaquecimento
23. Funcionamento frio
24. Folga de válvulas incorretas
25. Válvulas presas
26. Tubos de injeção incorretos
Causa provável
1, 2, 3, 4
5, 6, 8, 9, 10, 12, 13, 14, 15, 16,
18, 27, 28, 29.
5, 7, 8, 9, 1 o, 11, 12, 13, 14, 15,
16, 17, 18, 20, 25, 27, 28, 29.
8, 9, 10, 12, 13, 14, 15, 16, 21, 22,
24, 25, 26, 28.
11, 13, 14, 15, 16, 18, 20, 21, 24, 25,
27, 28, 29, 49.
11, 13, 14, 15, 16, 18, 20, 21, 23, 24,
25, 27, 28, 29, 49.
4, 15, 16, 21, 23, 27, 29, 30, 31, 40.
4, 32, 33, 34, 35, 37, 38, 39, 47.
9, 14, 15, 18, 22, 24, 25, 27, 29, 31,
32, 40, 41, 48.
8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 16, 17, 22,
24, 25, 26, 29, 31, 40, 48.
13, 14, 16, 21, 22, 25, 26, 29, 40, 42, 43.
4, 36.
11, 13, 14, 15, 20, 21, 40, 44, 45, 50.
21, 27, 29, 30, 40, 46.
11, 15, 21, 24, 25, 27, 28, 29, 30, 41, 48.
10, 11, 12.
31.
8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17,
18, 20, 21, 22, 23, 27, 28, 29.
27. Camisas gastas
28. Válvulas sedes picadas
29. Anéis de segmento quebrados ou presos
30. Hastes das válvulas e guias gastas
31. Filtro de ar abastecido com óleo de viscosidade
incorreta ou acima do nível
32. Mancais gastos ou danificados
33. Quantidade insuficiente de óleo no cárter
34. Bomba do óleo com desgaste excessivo
35. Válvula de alívio engripada aberta
36. Válvula de alívio engripada fechada
37. Mola da válvula de alívio quebrada
38. Tubulação de sucção defeituosa ou entupida
39. Filtro de ar bloqueado
40. Engripamento ou quebra do êmbolo
41. Altura incorreta da câmara de combustão
42. Suporte do motor ou coxins defeituosos
43. Carcaça do volante ou volante desalinhados
ou desbalanceado
44. Restrição na passagem de ar
45. Obstrução da área de entrada do ar
46. Tubo de respiro
47. Tela do cárter bloqueada
48. Mola de válvulas quebrada
49. Curso útil desregulado
50. Motor trabalhou com sobrecarga.
E1
TABELA DE REGULAGEM DOS MOTORES AGRALE
é0" o é0" o
(O Q Q_ 1(1) ~ o_o... iro
>- - ü ~ E rn ·u rnE rnro - >- ·- ,._ E::Jc o ::J Q. :::, o E.~-- 3 ~ ~~ii 2 ü Cll ü ro ~
9,5
34
46
29
34
46
29
34
46
29
34
46
29
46
Obs.: Para maior vida útil deve-se selecionar um
motor com potência 10% superior a reque
rida pelo equipamento.
Quando regulada a rotação do motor ava
zio, ou seja, sem carga, deve-se observar
um pequeno acréscimo de rotação, em tor
no de 10%.
3:
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Cll ·-
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3000 "O o
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3600 o Cll
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3000 2,6
·- Q) 4 12° 135 Q) -
o Q)
3600 zg
1800 3,5 4 25°
2300 3,7 2 26°
1800 3,5 4 25°
2300 3,7 2 26°
2500 3,7 2 26°
1800 3,5 4 27° 11 O
2300 3,7 ,._ 2 28° o
1800 3,5 o "O 4 27°
2300 3,7 "O ~ 2 28° Cll Q)
2500 3,7 - Q) 2 28° o o
115UU 0,0 2 cu 4 23° ""1W
2300 j,( 2 24u 135
~
1800 3,5 4 23° 11 O
L,5UU 3,7 2 24° -
2750 3,7 2 24° 135
LOUU
2500 3,7 2 17° 180
2750
1800 3,2 17°
JUUU 4,U 20,5°
115UU 3,2 o 2 17° 180 o -o
3000 4,0 -o e 20,5° Cll Cll
3000 4,U - E 20,5° o o
2200 4,0 2tornando a mistura ar-combustível rica.
Tem-se então, uma diminuição da potência devi
do à combustão incompleta. Neste caso deve-se
diminuir a quantidade de combustível injetado na
câmara de combustão.
Os valores de potência estão sujeitos às varia
ções que dependem da pressão atmosférica =
0,981 BAR (até 300m acima do nível do mar). Umi
dade relativa do ar 60% e temperatura 20ºC. Re
dução de potência:
a) Perde-se 1 % para cada 100 metros acima dos
300 metros sobre o nivel do mar.
b) Perde-se 4% para cada 10ºC de temperatura
acima de 20ºC.
c) Quanto à umidade, pouco influi.
PROVA E FUNCIONAMENTO APÓS
RECONDICIONAMENTO
Apesar de todos os cuidados empregados no re
condicionamento do motor é absolutamente ne
cessário determinar de modo mecânico o bom
funcionamento do motor. O teste definitivo antes
do emprego pelo usuário será o funcionamento e
regulagem do motor numa bancada apropriada
chamada "Banco de Provas". O motor completa
mente montado, inclusive com seus acessórios,
será fixado no banco de provas ligado aos dife
rentes sistemas de controle:
a) Reservatório de consumo
b) Termômetros (óleo, gases de escape, cabeço-
te)
c) Manômetro de pressão de óleo
d) Tacômetro
e) Acoplamento flexível (cardã, luva elástica) ao
freio
* Dados ilustrativos devem ser aplicados pelo
mecânico para efeito de aplicação prática:
P = Potência (cv)
T = Velocidade de Rotação (rpm)
p = Peso levantado (kg)
C = Constante do dinamômetro cujo valor é
igual a 1000.
P= 'Tí'xpxlxN
30 X 75
P = Potência (CV)
N = Velocidade (rpm)
L = Comprimento do braço da alavanca (m)
p = peso em kg
'íÍ = 3, 1416
E3
* Nota: Para transformar potência, de cv para kw
deve-se dividir o resultado obtido em cv
por 1,36.
Freio eletromagnético
V x A- p
736 x R
V = volt R = rendimento
A= ampére 736W = 1 CV
As potências obtidas por leitura direta são então
corrigidas em função da pressão barométrica e
da temperatura ambiente.
Obs.: Valores para correção de potência nos mo
tores Agrale:
Pressão: Perde-se 1 % de potência para ca
da 100 m acima de 300.
Temperatura: Perde-se 4% de potência pa
ra cada 10ºC acima de 20ºC.
ACIONAMENTO DO MOTOR
Através do motor de arranque deve-se pôr o motor
em funcionamento. É preciso assegurar-se do
bom funcionamento da bomba de óleo e da válvu
la de alívio através de um manômetro de pressão.
Em regime baixo o motor não deve girar a golpes
e sacudidas, nem tampouco expelir fumaça (caso
em que é preciso verificar os injetores). As condi
ções de aquecimento do motor nas bancadas são
pouco diferentes daquelas quando está instalado
no veículo ou acoplamento. Em todos os casos o
óleo lubrificante deve ser mantido a uma tempera
tura entre 70 a 90ºC.
CICLO DE FUNCIONAMENTO DO MOTOR
RECONDICIONADO
Quando da utilização de peças novas faz-se ne
cessário pré-amaciar o motor a fim de permitir o
assentamento entre as superfícies das peças reti
ficadas. Com isso, diminui-se a carga estática de
fricção permitindo um melhor deslizamento das
peças móveis (cilindros, pistões, anéis, bronzi
nas, etc.). A título de indicação, o ciclo a ser apli
cado para o funcionamento de um motor diesel,
pode ser o seguinte (M790 a 3000 rpm):
- 15 min. a 600/800 rpm sem carga
- 15 min. a 2000 rpm 1/4 de carga
- 15 min. a 2500 rpm 1/2 carga
- 15 min. a 2750 rpm 3/4 carga
- 15 min. a 3000 rpm 4/4 carga
Obs.: É normal um motor emitir fumaça azulada,
o que indica uma combustão de óleo rema
nescente no interior do cilindro. Entretanto,
esse fenômeno deve desaparecer após pou
cas horas de funcionamento.
Importante:
Observar atentamente a temperatura do óleo do
motor.
Graças à precisão à usinagem atual e o respeito
pelas tolerâncias de montagem o ciclo de ama-
ciamento pode, sem ser totalmente suprimido,
ser notavelmenie abreviado.
Ao término do amaciamento, após se ter verifica
do temperaturas, pressão e ter sido aplicada a
prova de plena carga, deve-se proceder à regula
gem definitiva do motor a fim de se obter o máxi
mo rendimento do mesmo.
CONTROLE APÓS CICLO DE AMACIAMENTO
- Verificar e limpar o filtro de óleo
1. Efetuar uma verificação geral do motor:
1.1. Reaperto geral de todas as peças e parafusos;
1.2. Reaperto do cabeçote obedecendo o torque
indicado;
1.3. Verificação de todas as juntas e ajustes, vaza
mentos nos retentares, folga nos mancais e
rolamentos;
1.4. Verificação dos injetores (pressão e pulveriza-
ção).
2. Regular novamente as válvulas.
3. Verificar o início e final de injeção da bomba.
4. Verificar a vazão de óleo lubrificante aos balan
cins (M790: evitar entrada de óleo no coletor de
ar no cabeçote).
5. Verificar a compressão de cada cilindro, fazen
do o motor girar com o motor de arranque
(M790 - 22 kg/cm2; M90 · 19 kg/cm; M93 · 19
kg/cm2).
Para se obter o máximo de rendimento no motor
deve-se:
-Verificar o curso da árvore de carnes.
-Verificar e assegurar-se do funcionamento do
regulador centrífugo, observando a tensão das
molas equilibrantes de separação dos contra
pesos.
- Verificar o consumo de combustível em g/CVh.
V X d X 3600 = g/CVh
t X p
V = volume da proveta (9)
d = densidade do combustível
3600 = segundos que 1 hora contém
t = tempo registrado para o consumo de com
bustível da proveta (5)
p = potência registrada (cv)
-Controlar a temperatura dos gases de escapa
mento, pois estes indicam o rendimento térmi
co.
- Fazer o controle da temperatura de saída do co
letor de escape (esta não deverá ser superior a
550ºC, a plena potência).
-Após se ter determinado os pontos de potência
e consumo, deve-se controlar a potência fazen
do variar a carga de frenagem de modo a esta
belecer uma curva de torque-motor. Para se de
terminar o torque procede-se:
E4
M = Torque (kgfm)
P = Potência (cv)
N = Rotação (rpm)
716 = Constantes
716 X p
N
A potência serve para a determinação das curvas
do motor. O torque serve para determinar o me
lhor regime de trabalho do motor porque indica os
pontos de força máxima em função da velocida
de.
Obs.: É possível obter uma potência maior no mo
tor, mas pode ocorrer freqüentemente um
prejuízo no consumo e na vida útil domes
mo.
Somente no banco de provas e com mecâ
nico habilitado que siga rigorosamente as
medidas de regulagem estabelecidas pelo
fabricante, pode-se obter a exatidão destes
valores.
kW
22 --------------------
19
15
CURVA F • M790
ABNT NBR 6396 • 5484
li -----
.. :;i':_C:".~~
1 1 1
a,o · · · RPM
1500 2000 2500 3000
1 Rotaçao de Trabalho ( Hm carga) 1
Fig. E1 - Banco de provas e curvas de potência
O consumo excessivo num motor diesel traz co
mo conseqüência:
1 - Fumaça negra (combustível não queimado).
2 - Elevação da temperatura do escape
(600/650ºC).
3 - Deformação das válvulas.
{'
~
4 - Engripamento dos pistões.
5 - Diluição e poluição do óleo lubrificante.
Após a regulagem do motor e as curvas de potên
cia traçadas procede-se a retirada do filtro. Torna
se então a recolocar óleo no motor, conferindo-se
cuidadosamente a quantidade colocada. A seguir
proceder-se a um teste de vedação do motor por
0,5 hora a potência de 4/4, observando-se as varia
ções de temperaturas no motor. A seguir, o motor
deve ser novamente esvaziado e o óleo pesado
para determinar o consumo de óleo por CV/hora.
Este consumo se situa geralmente entre 2 a 3
g/CVh.
Pode-se então pintar o motor, etiquetá-lo e
entregá-lo ao usuário.
Exemplo:
Motor Potência RPM Torque
Tipo Máxima Máxima Máximo RPM
M90 F 9,55 kw 2750 3,7 kqfm 1800
M790 F 22,05 kw 3000 7 7 kafm 2100
APLICAÇÕES DOS MOTORES
Existe no mercado uma variada gama de equipa
mentos que podem ser classificados em três ca
tegorias. Portanto, os motores que acionam tais
equipamentos devem ter características compatí
veis para que o usuário obtenha o máximo de eco
nomia, desempenho e durabilidade do seu motor
e equipamento.
SELEÇÃO DO MOTOR
Os motores Agrale são os únicos que possuem regulagem ideal para cada tipo de equipamento,
conforme classificação abaixo:
CONTÍNUA A (ABNT NBR 6396A) · CARGA E
ROTAÇÃO CONSTANTE:
Especial para bomba d'água com recalque, com
pactadores de solo, compressores de ar, propul
são de barcos.
CONTÍNUA B (ABNT NBR 63968) - CARGA
VARIÁVEL E ROTAÇÃO CONSTANTE:
Geradores, trituradores, forrageiras, bo~ba
d'água para garimpo, moedores de cana, desinte
gradores.
VEICULAR F (ABNT NBR 5484) - CARGA E
ROTAÇÃO VARIÁVEL:
Para aplicação veicular - Trator, carreta agrícola,
colheitadeira de cereais, pá carregadeira, Damper
rolo compactador.
Após definida a curva de regulagem, deve-se ob
servar que as condições de referência para deter
minação da potência declarada obedecer as nor
mas ABNT NBR 6396 para motores estacionários
(A e B) e ABNT N BR 5484 para motores veiculares
E5
(F), com pressão atmosférica de 0,981 bar (até 300
m acima do nível do mar, umidade relativa do ar
de 60% e temperatura ambiente de 20ºC).
Conforme o local de trabalho do motor podem
ocorrer reduções de potência de aproximadamen
te 1 % a cada 100 metros acima de 300 metros de
altitude e aproximadamente 4% a cada 10ºC aci
ma de 20°C.
Deve-se considerar as perdas de potência em
acessórios extras, tais como: alternador para car
ga de bateria, bombas hidráulicas, acoplamentos,
etc. para se calcular a potência disponível.
Considerar que durante o amaciamento do motor
a potência aumentará gradativamente (cerca de
5% até atingir a potência nominal declarada).
Agora pode-se selecionar a potência necessária,
conforme tabela de potência abaixo:
TA BELA DE POTÊNCIAS
RPM M-73 M-80 M-85 M-90 M-931D M-790
3600 3,3 - - - - -
3000 2,9 - - - - 17,6
2900 2,8 - - - - 17.3
2800 2,8 - - - - 17,0
2750 2,7 - - - - 16,7
2700 2,6 - - - - 16,5
2650 2,6 - - - - 16,5
2450 2,3 8,7 15,4 a: - - -
::::, 2400 2,3 - - - 8,6 15, 1
(.)
2300 2,2 4,8 6,1 7,3 8,2 14,7
2200 2, 1 4,6 5,9 7,2 7,8 14,0
2100 2,0 4,6 5,8 7,0 7,4 13,2
2000 1,8 4,4 5,7 6,8 7,0 12,5 -
1900 - 4,3 5,4 6,5 6,5 11,8
1800 - 4,1 5,1 6,2 6, 1 11,0
1700 - 3,9 4,8 5,9 5,6 9,9
1600 - 3,7 4,5 5,4 5, 1 9,2
1500 - 3,4 4,2 5,1 4,7 8,1
RPM M-73 M-80 M-85 M-90 M-931D M-790
3600 3,7 - - - - -
3000 3,2 - - - - 19,8
2900 3,2 - - - - 19,5
2800 3,1 - - - - 19,1
2750 3,0 - - - - 18,9
2700 2,9 - - - - 18,7
2650 2,9 - - - - 18,6
m 2600 2,8 - - - - 18,4
2550 2.7 - - - - 18, 1 2450 2,6 9,3 17,6 a: - - -
::> 2400 2,5 - - - 9,2 17,3
C)
2300 2,4 5,1 6,6 8,1 8,8 16,5
2200 2,3 5,1 6,5 7,9 8,5 16,2
2100 2,1 5,0 6,4 7,7 8,1 15,1
2000 2,0 4,8 6,2 7,4 7,6 14,3
1900 - 4,6 5,9 7,1 7,2 13,6
1800 - 4,5 5,7 6,8 6,8 12,5
1700 - 4,3 5,4 6,4 6,2 11,8
1600 - 4,0 5,0 5.9 5,7 10,7
1500 - 3,7 4,7 5,6 5, 1 9,6
RPM M-73 M-80 M-85 M-90 M-931D
3600 4,4 - - - -
3000 3,7 - - - -
2900 3,5 - - - -
2800 3,5 - - - -
2750 3,4 - - - 10,8 ---·
2700 3,2 - - - 10,6
2650 3,2 - - - 10,4
LL 2600 3.1 - - - 10,3 --~--
1 o~ 1 2550 3,1 - - -
2450 2,9 5,6 7,3 8,9 9,8 a:
::, 2400 2,8 5,5 7,3 8,8 9,6
(.)
2300 2,6 5,4 7, 1 8,6 9,3
2200 2,5 5,4 6,9 8,4 8,9
2100 2,3 5.3 6,7 8,1 8,5
2000 2,2 5, 1 6,5 7,7 8,1
1900 - 4,9 6,2 7,3 7,6
1800 - 4,7 5,9 6.7 7,2
1700 - 4,4 5.7 6,6 6,7
1600 - 4,2 5.4 6,2 6.2
1500 - 3,9 5, 1 5,8 5,7
Nota: Estas potências estão em kw.
TOMADAS DE FORÇA
Para o motor M73:
- No volante: (principal).
M-790
-
22,0 _
21,7
21,3
21,2
21,0
21,0
20.6
20.4
20. 1
19,8
19,5
1-ª2.__
18,0
17,3
16,5
15,4
14,3
13,2
12,1 __
11,0
- No virabrequim: direto ou com tampa flangéa-
vel.
- No comando: direto ou com tampa flangeável.
Para os motores MBO - M85 - M90 e M93:
- No volante (principal).
- No comando (2:1)
- No virabrequim (tampa do comando) para acio-
namento de bombas hidráulicas.
Para o motor M790:
- No volante.
- No virabrequim (principal).
- Tomada exclusiva para acionamento de bom-
bas hidráulicas.
Obs.: Pode-se utilizar mais de uma tomada de for
ça simultaneamente, desde que a soma das
potências dos equipamentos acionados
não ultrapasse a potência do motor.
TIPOS DE ACOPLAMENTOS:
-Monobloco
- Luva elástica
- Polia e correia
ACESSÓRIOS
Todos os acessórios disponíveis constam no ca
tálogo de peças de motores diesel Agrale.
CORREIAS
As correias em "V" bitola estreita são emprega
das onde se requer alta velocidade nas correias
(acima de 40 m/s) ou onde o espaço disponível
não permite o uso de correias em "V" standard,
pois estas ocupam o dobro do espaço. As cor
reias em "V" standard, são as preferidas em lo
cais onde as máquinas movidas funcionam ex
centricamente e a correia tem que absorver este
alto grau de irregularidade. A velocidade da cor-
i
E6
reia não deve exceder a 30 m/s.
A eficiência total (rendimento) da transmissão por
correias é dado pelos fabricantes como sendo de
95%.
Recomendações para instalação de transmissão
por correias:
1. O diâmetro dw da polia motora, no motor, deve
ser o maior possível. Isto faz com que a força
radial atue na árvore de manivela.
2. A relação de transmissão não deve ser maior
que 3 a 3,5.
3. A distância entreeixos deve ser estabelecida
dentro dos limites estabelecidos pela equação.
jA = 0,7a2x(DW + dw) j
DW = diâmetro da polia maior
dw = diâmetro da polia menor
4. Os esticadores aumentam o número de curvas
na correia e são, a princípio, indesejáveis.
Eles são necessários, onde a distância entreei
xos é muito grande pois evitam que a correia fi
que batendo.
O diâmetro do rolo esticador não deve ser
maior que dw.
O rolo esticador deve atuar pelo lado interno da
correia no lado não tencionado. Sendo assim,
todas as curvas ficam na mesma direção.
5. Em transmissão por múltiplas correias, todas
elas devem ser dimensionadas com o mesmo
comprimento.
6. As correias devem ser tencionadas e retencio
nadas.
Elas esticam consideravelmente depois de 1/2
a 1 hora de funcionamento. O sistema de ten
cionamento deve permitir uma regulagem de 2
a 3% sobre o comprimento da corrente.
B
Certo
Errado
Fig. E2 - Esticadores
Quando houver patinamento na correia é preferí
vel usar um maior número de correias do que
esticá-la, pois o esticamento força o eixo provo
cando a quebra.
Por outro lado, quando se fizer necessário um nú
mero muito grande de correias, deve-se colocar
mancais de apoio externo ao motor, que possibili
ta também o uso de correias tracionando da hori
zontal para cima, já que os motores Agrale em ge
ral só aceitam, aplicações com correias traciona
das da horizontal para baixo.
Como o motor Agrale pode funcionar normalmen
te com uma inclinação de até 20° em qualquer di
reção, possibilita a aplicação de correias tracio
nadas da horizontal para cima até 20°.
MOTOR
Fig. E3 - Correias
POLIA
HORIZONTAL +
ACJMA"f'
1
1
\
------t
E?
CÁLCULO DE POLIA E ROTAÇÃO
Para se obter um bom rendimento, manter o mo
tor e a máquina acionada dentro do regime de ro
tação indicado, é importante colocar polias de
diâmetros adequados. Para o cálculo do diâmetro
das polias e da rotação utiliza-se a seguinte fór
mula:
DP X RPM = dp X rpm
rotação da máquina
diâmetro da polia da máquina
rotação do motor
diâmetro da polia do motor
DIÂMETRO DA POLIA DO
MOTOR (DP)
dp x rpm
RPM
ROTAÇÃO DO MOTOR (RPM) 1 RPM = dp ~;pm
DIÂMETRO DA POLIA
DA MÁQUINA (dp)
ROTAÇÃO DA
MÁQUINA (rpm)
jdp
j rpm
DP x RPM
rpm
= DP ~:PM 1
Após o cálculo efetuado devemos observar uma
reserva de força para o motor em torno de 10%.
Exercícios:
1. Qual a rotação de uma máquina com a polia de
360 mm de diâmetro acionada por um motor
M85 a 7,0 CV com rotação de 1800 RPM e polia
de 1,60 mm de diâmetro?
2. Temos uma bomba d'água para acionar, com
polia de 150.mm de diâmetro e rotação de 3600
rpm, necessitando de uma potência de 10 CV
para acioná-la. Qual motor vamos usar para a
aplicação equal o diâmetro da polia do motor?
3. Temos um triturador de cereais que trabalha a
3000 rpm e necessita de 10 CV, e temos um mo
tor M90 curva A, 1800 RPM com polia de 150 mm
de diâmetro. O que é necessário ser feito para
que esse motor possa acionar o triturador?
SISTEMA ELÉTRICO
O sistema tem como função alimentar de energia
elétrica aos diversos componentes do circuito
através do alternador e bateria.
Este sistema compõe-se de: alternador, regulador
de voltagem e bateria.
o alternador tem a função básica de recarregar a
bateria e alimentar os consumidores enquanto o
motor está em movimento.
O alternador transforma a energia mecânica for
necida pelo motor em energia elétrica. Portanto, é
um gerador de energia elétrica.
O regulador de voltagem é um componente que
tem como função manter constante a tensão do
alternador (conforme a solicitação da bateria e de
outros consumidores) além de servir como ele
mento de proteção.
A bateria recebe energia elétrica do alternador e a
transforma em energia química para logo
transformá-la em energia elétrica no processo de
Díodo Chapa de arrefecimento Anel coletor
Fig. E4 - Alternador em corte
ES
descarga. Portanto, a bateria é um acumulador de
energia elétrica.
ALTERNADOR
Sob o ponto de vista de manutenção, o alternador
não requer cuidados especiais com a exceção da
tensão da correia. O desgaste das escovas é ex
traordinariamente baixo em virtude da baixa cor
rente de excitação e da blindagem dos anéis cole
tores contra água e impurezas.
O bom funcionamento e durabilidade da bateria
depende da carga constante do alternador e de
certos cuidados de manutenção e de operação.
Os retificadores (diodos) do alternador têm por fi
nalidade permitir somente a passagem da corren
te positiva e num único sentido.
Como os retificadores têm alta resistência à pas
sagem de corrente num sentido e baixa resistên
cia no sentido oposto, são ligados de forma a per
mitirem que a corrente transmita somente do al
ternador para a bateria e circuitos.
Os componentes elétricos são alimentados pela
bateria, enquanto o motor está parado, e pelo al
ternador, durante a operação do motor.
Enrolamento
do estator
Mancai de
acionamento
\
\.
\
\
\
'
CIRCUITO DE CARGA COM ALTERNADOR
1. Os retificadores impedem a descarga da bate
ria.
AMPERIMETRO
RETIFICADORES
1
\
?coNSUMO
1 DCSUGADO
- ALTERNADOR
PARADO BATERIA
Fig. E5
2. Consumo suprido pela bateria.
Fig. E6
ALTERNADOR
PARADO OU
DEFEITUOSO
CONSUMO
LIGADO
-
3. Alternador carregando a bateria.
- \-
! CONSUMO
DESLIGADO
- -
Fig. E?
-
+
+
E9
4. Alternador suprindo o conjunto e carregando a
bateria.
~
1 - - t
0 CONSUMO
INFERIOR À i CAPACIDA.DE DO
ALTERNADOR
- -
Fig. E8
5. Alternador suprindo somente o consumo.
-·
Fig. E9
CONSUMO IGUAL
A CAPACIDA.DE
DO ALTERNADOR
+ •
6. Alternador suprindo o consumo até o máximo
de sua capacidade, enquanto a bateria fornece
a diferença.
- -
! i CONSUMO .. SUPERIOR ºA
CAPACIDA.DE
00 ALTERNADO
- -
Fig. E 10
Cuidados relativos ao funcionamento do
alternador
a. o alternador só pode funcionar se estiver co
nectado ao regulador de voltagem e a bateria, a
fim de evitar danos aos retificadores de corren
te e ao regulador de voltagem.
b. Se houver necessidade de funcionar o motor
sem bateria, é preciso interromper as ligações
entre o alternador e o regulador de voltagem.
c. Bateria conectada com inversão dos pólos pro
voca imediata destruição dos diodos retifica
dores da instalação elétrica do veículo ou de
outros componentes do sistema de carga.
d. Nunca testar a existência de tensão mediante
ligeiro contato com a massa (conforme se faz
habitualmente nas instalações do dínamo),
pois, isto danificará seriamente o alternador.
e. Para carga rápida da bateria e também para
serviços de reparos com solda elétrica no equi
pamento aplicado ao motor, devem ser desliga
dos os cabos positivo e negativo da bateria, a
fim de evitar danos aos componentes elétricos.
f. Durante o funcionamento do motor não desli
gar a bateria (mesmo que seja por um breve ins
tante), pois tal procedimento, provocará danos
aos diodos retificadores.
g. Verificar periodicamente se os fios de ligação
da bateria e do alternador estão bem firmes,
pois eles são os responsáveis pelo bom conta
to e, obviamente, pela passagem da corrente.
Com isto evita-se danos ao circuito elétrico.
BATERIA
A durabilidade da bateria depende do cuidado
que temos com ela e não do tempo de funciona
mento.
Manutenção correta da bateria
Uma manutenção correta da bateria, permitirá
antecipar-se a eventuais falhas que venham a
ocasionar problemas na operação do motor.
a. Nunca permitir que o nível do eletrólito fique
abaixo da parte superior das placas, pois tal fa
to acarreta uma alta concentração do ácido,
que poderá danificar os separadores e debilitar
as placas. Além disso, as áreas das placas ex
postas à atmosfera estão sujeitas a um rápido
processo de sulfatação comprometendo a du
rabi I idade da bateria.
b. Verificar o nível do eletrólito periodicamente.
As placas devem estar completamente cober
tas pelo eletrólito, para se obter um eficiente
desempenho da bateria: o nível do eletrólito es
tá correto quando o líquido ficar cerca de 10
mm acima das placas.
E10
c. Utilizar somente água destilada para reabaste
cer os elementos da bateria.
d. Conservar a bateria com pelo menos 3/4 de sua
carga, para evitar que as placas se sulfatizem e
percam a eficiência.
e. Evitar sobrecargas; carga excessiva provoca
superaquecimento nos terminais expandindo
as placas positivas, podendo emperrá-las ou
quebrá-las.
f. Nunca adicionar ácido sulfúrico ao eletrólito
de um elemento, quando o nível estiver abaixo
do normal. Quando houver necessidade de adi
cionar eletrólito, este deverá ter o mesmo peso
específico daquele existente no elemento.
g. A fixação da bateria ao suporte não deverá es
tar frouxa nem excessivamente apertada.
h. Verificar os cabos quanto à corrosão e desgas
te do isolamento.
i. Verificar as tampas dos elementos quanto à
quebra, trincas e obstruções dos furos de respi
ro.
j. Manter a bateria sempre limpa.
Estado de carga da bateria
Verificar a densidade do eletrólito, utilizando um
densímetro. O valor encontrado indicará aproxi
madamente o estado de carga da bateria.
Peso específico Estado de carga
1 250 - 1 270 100%
1 210 - 1,240 75%
1 180 - 1 200 50%
1 140 - 1,170 25%
inferior a 1 120 descarreaada
Se o peso específico entre os elementos apresen
tar uma diferença de 40 pontos ou mais, substituir
a bateria.
Valores de peso específico inferiores _a 1,250, nor
malmente indicam que a bateria está apenas des
carregada, desde que entre os elementos não ha
ja uma variação superior a 40 pontos e o eletrólito
se apresente limpo.
Instalação da bateria
1. Antes de instalar a bateria, inspecionar o com
partimento e peças de fixação quanto a possí
veis danos por corrosão provocada por ácido
sulfúrico.
2. Certificar-se de que o compartimento está livre
de sujeiras ou objetos que possam causar da
nos à caixa da bateria.
(
3. Certificar-se de que os isolamentos dos cabos
estejam perfeitos. Os terminais dos cabos e da
bateria devem estar limpos.
Uma leve camada de graxa mineral o'u vaselina
deve ser aplicada aos terminais dos cabos e a
CABO MASSA DA BATERIA
SUPORTE DA
BATERIA
BATERIA
Fig. E11 - Instalação da bateria
E11
parte superior dos bomc.
terminais haverem sido apertaYcorrente de 35 A, até que a tensão atinja
o ponto de regulagem (12,6 a 14V); neste momen
to, o ponteiro do amperímetro deverá cair lenta
mente.
Gire o reostato de carga, até que o amperimetro
torne a indicar uma corrente de 35 A.
D+
D-
DF 1-... --
REGULADOR DE
VOLTAGEM
CHAVE
ALTERNADOR
J-----~
Nota: Se a tensão for superior a 14 V, verificar se
existe bom contato entre as conexões do alterna
dor e regulador de voltagem. Atendendo assim
possíveis inversões de ligação. Nada constatado,
substituir o regulador de voltagem.
- Se a corrente for inferior a 35 A, ligue um fio,
unindo os terminais DF e D+ do alternador, verifi
cando no amperímetro se a corrente atinje seu va
lor máximo; se isto ocorrer, deve-se substituir o
regulador de tensão. Caso contrário, o alternador
deverá ser retirado e seus componentes testados
separadamente.
APARELHO
1
+
BATERIA
'-------------------···----------'
CONSUMIDORES
Fig. E12. Verificação da corrente do alternador
REGULADOR DE TENSÃO
O regulador de tensão não exige manutenção ou
regulagem.
Em caso de danos ou insuficiência no funciona
mento, o mesmo deverá ser substituído.
Por sua vez, o voltímetro deverá permanecer indi
cando a tensão, de no mínimo, 12,6 V.
E12
,·
ESTATOR
Teste de curto-circuito entre as bobinas e a carca
ça.
Com o aparelho de teste, verificar se as bobinas
do estator estão em massa com a carcaça.
Se o ponteiro oscilar, há curto-circuito com a
massa, deve ser eliminado.
1
/'
/'
//
Fig. E13- Curto-circuito entre bobinas e carcaça
Teste de resistência ôhmica das bobinas
Medir a resistência das bobinas do estator, entre
as saidas das fases, com ohmímetro, a fim de se
comprovar se estão iguais as resistências nos
três grupos de bobinas.
~
~
Fig. E14 - Resistência ôhmica das bobinas
A resistência ôhmica de cada enrolamento (bobi
na) deve ser de 0,26 - 0,31 ohms nos três grupos,
caso contrário, substituir o estator.
Nota: Examinar os fios e enrolamentos do estator
com as falhas ou defeitos de isolação.
Ei3
ROTOR
Teste de continuidade da bobina de campo.
Este teste é realizado ligando-se aos dois anéis
do rotor uma lâmpada de 110 ou 220 V em série.
Acendendo-se a lâmpada, o circuito não se en
contra interrompido.
LÂMPADA EM
SERIE
ROTOR
Fig. E15- Continuidade da bobina de campo
Teste de curto-circuito à massa da bobina
de campo
Com uma lâmpada de 110 ou 220 V em série ligar
uma das pontas a um dos anéis do rotor e a outra
às massas polares. A lâmpada deverá permane
cer apagada; se a lâmpada se acender, substituir
o rotor.
LÂMPADA EM
SERIE
Fig. E16-Curto-circuito à massa da bobina
Teste de curto-circuito entre espiras da
bobina de campo - - - · ··
Para verificar a existência de curto-circuito entre
as espiras da bobina do rotor, efetuar as ligações
conforme esquema a seguir.
Fig. E17 - Curto-circuito entre espiras
Ajustar a tensão por meio do reostato, para ova
lor indicado nas especificações, e verificar se a
corrente indicada no amperímetro corresponde à
especificada para este tipo de rotor.
Corrente obtida com valor acima do especificado
indica curto-circuito entre espiras ou corrente
abaixo da especificada; ausência de corrente, in
dica interrupção ou mau estado da bobina; substi
tuir o rotor.
RETIFICADORES DE CORRENTE (DIODOS)
A função dos diodos do alternador é retificar a
corrente gerada, ou seja, transformar a corrente
alternada em corrente contínua. Existem diodos
"POSITIVOS" e diodos "NEGATIVOS". A diferen
ça entre eles indica a posição em que é montado
o silício.
o diodo positivo permite a passagem da corrente
somente da haste para a carcaça e o diodo negati
vo somente permite a passagem da corrente da
carcaça para a haste.
ANODO
SENTIDO DE 1
PASSAGEM 'f
11---HASTE
+SENTIDO DE
I BLOQUEIO
CÁTODO
DIODO POSITIVO
CARCAÇA
CÁTODO
SENTIDO DE+
PASSAGEM 1
ÁNODO
1
SENTIDO DE
f BLOQUEIO
DIODO NEGATIVO
Fig. E18 -Tipos de diodos
E14
Teste diodo positivo
Para testar o diodo, faça as ligações a seguir:
Gire o comando do reostato até obter 20 ampéres.
Agora inverta as ligações do diodo. Neste sentido
a corrente não deve passar. Portanto, no diodo po
sitivo, a corrente só deve fluir no sentido da haste
para a carcaça, em sentido contrário a corrente
não deve passar.
t
Fig. E19 - Teste do diodo positivo
Teste diodo negativo
As ligações e testes são iguais ao teste do diodo
positivo, porém, a corrente somente deve fluir no
sentido contrário, ou seja, da carcaça para a has
te.
r
IJIITEIIJA
Fig. E20 - Teste do diodo negativo
Í•
.. -i
DESMONTAGEM E MONTAGEM
Desmontagem
1. Remova os três parafusos tirantes de fixação
das tampas, sem retirar ainda a polia e o venti
lador do alternador.
2. Prendendo a polia ou rotor numa morsa, com
os mordentes recobertos de material macio, re
tirar a porca de fixação da polia.
3. Remover a polia com o auxílio de um saca
polias. Caso não desencaixe do eixo ao ser pu
xada com a mão bater levemente com um mar
telo de plástico.
4. Retirar em seguida: o ventilador, a chaveta e o
espaçador.
5. Para separar o estator da tampa dianteira, ba
ter levemente com um martelo.
6. Remover as porcas de ambos os parafusos (ter
minais B + e W) e levantar para trás a chapa
dos diodos (retificadores).
7. Remover o porta-escovas da tampa traseira, de
saparafusando os dois parafusos de fixação e
desconectando o terminal do conjunto retifica
dor.
ANEL ONDULADO
ROLAMENTO
TAMl:A DIANTEIRA
POLIA
Fig. E22 - Alternador desmontado
Pi_ACA SUPORTE
~OLAMENTO
ROTOR
ESCOVAS
PORTA
E15
Fig. E21 - Saca-polias
8. Dessoldar os terminais do estator (utilizando
um alicate a fim de proteger os diodos contra o
calor).
Desaparafusar a chapa dos diodos de excita
ção e removê-la juntamente com a chapa jos
diodos positivos.
TAMPA TRASEIRA
CHAPA DOS DIODOS
DE EXITA ÃO
Limpeza
Limpar individualmente cada peça do alternador
com tricloroetileno. O tempo de limpeza com este
produto deverá ser o menor possível. Em seguida,
secar a peça. Nunca deixar peças de molho.
Montagem
Efetuar a montagem de maneira inversa à des
montagem.
Observações:
- O rolamento blindado e o semiblindado, utiliza
do no alternador, deverão ser substituídos
aproximadamente c_ada 2000 horas.
- Não é necessário lubrificar o rolamento blinda
do (lubrificação permanente).
- Verificar o rolamento semiblindado quanto ao
desgaste e, se necessário, substituí-lo.
Lubrificar o rolamento de um lado só com gra
xa apropriada, e encaixá-lo com o lado blinda
do para baixo, no mancai da tampa dianteira.
Colocar a placa suporte.
TORQUE P.ARA PORCA DE FIXACAO
Nm 1 Kofm
30-35 1 3,0-3 5
Fig. E23- Porca da polia do alternador
E16
-Antes de instalar o alternador testá-lo, para de
terminar se está ou não em condições de pro
duzir a potência especificada.
LOCALIZAÇÃO DE FALHAS
Em caso de defeitos no equipamento gerador,
deve-se levar em consideração que nem sempre
as causas se encontram no alternador ou no regu
lador de voltagem. Podem encontrar-se também
na bateria, nos condutores, etc.
FALHA CAUSA PROVÁVEL
A bateria não é -Condutor entre a bateria e a chave
carregada ou é de ignição e partida ou o condutor
insuficiente entre a bateria e a massa soltos,
danificados, ou com mau contato.
- Bateria defeituosa.
- Retificadores danificados, anéis
coletores sujos.
- Regulador defeituoso.
- Correia em "V" demasiadamente
frouxa.
A lâmpada indicadora -Lâmpada indicadora de carga
de carga não acende queimada.
com o motor parado e - Bateria descarregada.
a chave de ignição e
partida ligada. - Bateria defeituosa.
-Condutores soltos, danificados ou
mau contato.
-Curto-circuito em um diodo
positivo no alternador.
- Escovas gastas.
-Camada de óxido nos anéis
coletores. Enrolamento do rotor
interrompido.
A lâmpada indicadora -Condutor "D +",com curto-
de carga fica acesa circuitoa massa.
(com luminosidade - Regulador defeituoso.
inalterada) em alta - Retificadores defeituosos, anéis
rotação. coletores sujos, curto-circuito no
condutor "DF" ou no enrolamento
do rotor.
E17
·-·-
CORREÇÃO
--- ·-
-Substituir os condutores, melhor:_,r
o contato.
- Substituí-la.
- Reparar ou substituir.
-Substituir o regulador.
- Esticar a correia: pode ceder apenas
de 1,5 a 2 cm, ao ser pressionada
com o polegar.
-
-Substituir a lâmpada.
-Carregar a bateria. Para isto,
desconetar os bornes.
- Substituí-la.
-Substituir os condutores
danificados ou refazer o contato.
- Desconectar imediatamente o
condutor "B +" ou desligar a chave
geral da bateria, a fim de evitar a
descarga completa da bateria com o
motor parado, consertar o
alternador.
-Substituir as escovas.
-Reparar.
-Substituir o condutor.
-Substituir o regulador.
-Reparar.
FALHA CAUSA PROVÁVEL CORREÇÃO
Com o motor parado, a - Resistência de transição no -Substituir os condutores
lâmpada indicadora circuito da corrente de carga ou danificados, melhorar o contato. !
de carga fica acesa, no condutor a lâmpada
mas com o motor em indicadora de carga.
funcionamento ela só
diminui a luminosidade - Regulador defeituoso. -Substituir o regulador.
(não chega a apagar-se) -Alternador defeituoso. -Reparar.
A lâmpada indicadora -A correia em "V" está - Esticar a correia de tal
de carga emite luz demasiadamente frouxa. maneira, que ela ceda apenas de
1
trêmula. de 1,5 a 2 cm, ao ser pressionada
com o polegar.
Ruído no alternador. - Rolamento está defeituoso. -Substituir.
- Retificador está em curto. -Substituir.
-Correia frouxa, gasta ou desfiada. - Regular ou substituir.
-O ventilador do alternador
está empenado. - Regular ou substituir.
- Parafusos de montagem soltos. -Apertar.
,
E18
>.
\
\
;
1
/
MOTOR DE PARTIDA
A função do motor de partida é acionar o volante
do motor para vencer a inércia e compressão do
motor, fazendo com que este atinja a rotação ne
cessária para entrar em funcionamento.
O acionamento do volante do motor se efetua por
meio do pinhão do motor de partida que aciona a
cremalheira fixada no volante. Quando a chave de
partida atinge a posição "C", o mecanismo de
avanço atua deslocando o pinhão em direção da
cremalheira. Se houver coincidência dos dentes
do pinhão e da cremalheira, o engrenamento é
imediato. Se não houver coincidência dos dentes,
o motor começa a girar e o pinhão é forçado agi
rar até engrenar com a cremalheira. Enquanto a
chave de partida é mantida na posição "C", o pi
nhão fica engrenado com a cremalheira, acionan
do, portanto, o volante do motor.
Quando o volante do motor entra em funciona
mento, e pelo fato de alcançar maior rotação que
o motor de partida, se desfaz a ligação mecânica
entre o pinhão e a cremalheira, retornando o mes
mo a sua posição inicial por ação da mola de re
torno.
DESLIGADA
LIGADA
e
Fig. E24. Chave de partida do motor
MOTOR DE
PARTIDA É
ACIONADO
E19
Após o desligamento mecânico entre o pir/ o e
cremalheira, a chave de partida automaticamente
desfaz a ligação elétrica, retornando à posição
"B" por ação da mola logo após que o operador
deixa de impulsionar.
Nota: Não se deve acionar a chave de partida para
a posição "C" enquanto o motor estiver em movi
mento, pois ocasionará danos ao motor de parti
da.
Roda livre
O pinhão móvel usado para acoplamento do mo
tor de partida à cremalheira é do tipo com roda li
vre.
A roda livre acopla o pinhão ao dispositivo de ar
raste de modo que o pinhão é girado apenas
quando acionado pelo eixo do induzido, sendo
desfeita essa ligação mecânica tão logo o pinhão
passe a girar com maior velocidade. Para este
fim, os roletes podem deslizar sobre uma superfí
cie curva, cujo traçado faz com que os roletes se
travem na parte mais estreita entre o anel da roda
livre e o pinhão para o acionamento do motor do
veículo. Ao entrar em funcionamento o motor, a
crescente rotação do pinhão faz com que sejam
deslocados os roletes (contra a ação de uma mo
la) para a parte mais larga do anel, tocando ape
nas de leve o anel e o pinhão. Em estado de repou
so, os roletes são pressionados por molas para o
lado mais estreito do espaço intermediário para
que, em nova partida, o pinhão seja imediato e se
guramente acoplado ao anel da roda livre.
Mola de
retrocesso
Alavanca de
comando
Mola de
engrenamento
Disco de
freio
Arraste
Pinhão
Eixo do induzido
com fuso
Roda livre
Bobina de
retenção
Batente
Sentido de
acoplamento
Pinhão
Fig. E25 - Motor de partida em corte
Anel de
guia
E20
Chave
Bobina de
campo
Contato
Induzido
Curva de
deslizamento
dos roletes
Mola
Rolete
Anel de
acoplamento
Haste do pinhão
Sapata
polar
Borne de
ligação
Ponte de
contato
Mancai do lado
do coletor
Mola da
escova
Coletor
Escova
Carcaça
TESTES
Teste do motor de partida sob carga
Este teste determina o consumo de corrente do
motor de partida sob carga normal de funciona
mento.
Se durante este teste a corrente for superior à es
pecificada, o motor de partida deverá ser removi
do e separado.
Nota: Ao efetuar o teste, o motor deverá estar à
temperatura normal de funcionamento, o que pro
porciona uma carga normal ao motor de partida.
Utilizando um aparelho de teste convencional,
proceder como segue:
a. Girar o botão de controle do aparelho de teste
para a posição "desligado"(-); este botão é que
comanda a resistência variável (reostato de
carvão), existente no aparelho.
b. Conectar os terminais positivos do amperíme
tro ao borne negativo da bateria.
FIOS
FIOS
NEGATIVOS
c. Posicionar a alavanca dG ~- _. ,erador com débi
to nulo na posição parada, evitando assim que
o motor entre em funcionamento.
d. Girar a chave de ignição para a posição de par
tida, mantendo-a nesta posição durante 15 se
gundos, anotando a leitura da escala indicada
pelo voltímetro.
e. Liberar a chave de ignição para a posição "des
ligada" e girar o botão de controle do aparelho
de teste no sentido horário (+),até que a leitu
ra do voltímetro seja exatamente ígual àquela
registrada quando o motor de partida fazia o
motor girar.
f. Verificar a leitura do amperímetro; se for supe
rior à especificada, retirar o motor de partida
para reparo.
INTERRUPTOR ______
DE IGNIÇÃO
SOLENÓIDE
HASTE PARA
LIGAÇÃO
Fig. E26 - Teste do motor de partida
E21
MOTOR DE;_---
PARTIDA
Teste do motor de partida sem carga
Este teste permite identificar deficiências relati
vas a enrolamentos abertos ou em curto, eixo do
induzido empenado ou induzido roçando nas sa
patas polares.
Fig. E27 - Teste do motor de partida sem carga
Nota:
O teste sem carga só poderá ser realizado com o
motor de partida fora do veículo.
a. Fazer as ligações conforme a figura E27.
b. Certificar-se de que não está passando corren
te pelo amperímetro (reostato com a máxima
resistência) e fazer a leitura no voltímetro.
c. Desligar o motor de partida da bateria e dimi
nuir a resistência do reostato, até que o voltí
metro indique a mesma leitura obtida com o
motor de partida em funcionamento. O amperí
metro indicará a corrente absorvida pelo motor
sem carga.
Teste de verificação do circuito do induzido
Em certas circunstâncias é possível localizar cir
cuito aberto no induzido, examinando-se o cole
tor.
Pontos queimados no coletor são produzidos por
um arco voltáico que se forma toda vez que o ca
nal, no que está ligado o circuito aberto, passa
sob uma escova.
E22
Teste de isolamento do induzido e das bobinas
de campo
Este teste determina se existem enrolamentos
com isolamento que permite curto-circuito com a
carcaça do motor ou com o núcleo do induzido.
Se o ponteiro oscilar, é sinal de que está havendo
massa e o induzido deverá ser substituído.
Fig. E28 - Teste de isolamento do induzido
Verificar o coletor quanto à excentricidade. lnspe-.
cionara árvore do induzido e as duas buchas
quanto à existência de riscos ou desgaste exces
sivo.
Excentricidade máxima
do eixo coletor
em mm
O 20
Fig. E29 - Verificação da excentricidade
Verificar se os isolamentos das bobinas de
campo estão queimados ou gastos.
Com um aparelho de teste verificar se as bobinas
estão em curto-circuito com a carcaça. Se o pon
teiro oscilar, há curto-circuito na massa o qual de
verá ser eliminado.
Fig. E30 - Verificação dos isolamentos
Com um aparelho de teste, verificar se há inter
rupção nas bobinas.
Se não houver interrupção, o ponteiro oscilará: se
um dos campos estiver interrompido será neces
sário repará-lo.
Fig. E31 - Verificação da interrupção
E23
Escovas
a. Verificar os suportes das escovas quanto a mo
las quebradas e isolador defeituoso.
b. Verificar a tensão das molas; se não estiver
dentro das especificações, substituir as molas
das escovas.
c. Verificar se os suportes das escovas, que de
vem ficar isolados, estão fazendo massa.
Os suportes das escovas são em número de
quatro; dois devem estar isolados e dois devem
fazer contato com a tampa.
SUPORTE DA
ESCOVA ISOLADO
SUPORTE DA ESCOVA~ E
CONTATO COM A TAMPA
SUPORTE DA ESCOVA EM
MOLA • .• . _..........CONTATO COM A TAMPA
esco'::ti \'"~"' ~ ,=~ ,soc,oo
Fig. E32 - Escovas do motor de partida
Pinhão
a. Examinar o desgaste dos dentes do pinhão de
acionamento.
Os dentes devem engrenar mais da metade da
profundidade nos dentes da cremalheira, evi
tando assim que ocorram falhas tanto na cre
malheira quanto no pinhão.
b. Substituir o pinhão de acionamento e a crema
lheira que estiverem rebaixados, picotados,
quebrados ou que mostrem sinais de acopla
mento inadequado.
Fig. E33 - Pinhão
Teste do solenóide
Os testes para determinação das condições das
bobinas do solenóide, consistem na medição da
corrente através delas, quando é aplicada uma de
terminada tensão.
Nota: A bobina de retenção (bobina fina) deve
ser testada antes que a grossa, para evitar
que o calor desenvolvido durante os tes
tes de bobina grossa, resultem em leituras
incorretas nos testes da bobina fina.
l\folu dos contatos Contatos
Núcleo fixo
Bobina
Fig. E34- Solenóide
Bobina de retenção (ou fina)
Bornes
Ponte de
contatos
Eixo divididc,
Mola de n:trocesso
a. Ligue os cabos do aparelho de testes ao sole
nóide, conforme o esquema a seguir.
E24
b. Gire o comando do reostato para a direita até
obter a tensão especificada.
Se o valor em ampéres for acima do especifica
do, isto indica curto-circuito entre espiras na
bobina de retenção.
ENTRADA
Fig. E35 - Teste da bobina de retenção
Bobina de impulsão (ou grossa)
a. Ligue os cabos do aparelho de testes ao sole
nóide, conforme o esquema a seguir.
b. Gire o comando do reostato para a direita até
obter a tensão especificada.
Se o valor em ampéres for acima do especifica
do isto indica curto-circuito entre espiras na
bobina de impulsão.
ENTRAD;,_
Fig. E36 - Teste da bobina de impulsão
MOTOR DE PARTIDA BOSCH
DESMONTAGEM E MONTAGEM
Desmontagem
Para desmontar o motor de partida proceder con
forme segue:
1. Desligar o cabo massa da bateria.
2. Desligar o cabo (+)da bateria e os fios que es
tão conectados ao solenóide do motor de parti
da.
3. Retirar os três parafusos que fixam o motor de
partida na carcaça do volante do motor.
4. Com o motor de partida sobre uma bancada, re
mova os parafusos de fixação do solenóide à
flange, e puxando-o, desencaixar do cotovelo
de ferro de proteção.
5. Desengatar o núcleo do solenóide com a mola
do garfo do pinhão e remover o núcleo.
6. Retirar as duas porcas que fixam a tampa das
escovas. Para remover a tampa das escolvas é
necessário, também, remover os quatro parafu
sos que fixam o suporte das escovas na tampa.
Retirar a tampa, o suporte das escovas, as ar
ruelas calço e o isolante.
Nota: Duas das quatro escovas estão soldadas
à bobina de campo.
7. Retirar os dois tirantes e o corpo.
1
MANCAL
INTERMEDIÁRIO
MANCAL
9 8
1. Induzido
2. Arruelas
3. Bucha sinterizada
4. Jogo de escovas
5. Isolador
6. Isolador
Fig. E37 - Motor de partida Bosch desmontado
7. Corpo bobinas de campo
8. Bucha sinterizada
9. Pinhão
10. Bucha sinterizada
11. Garfo do pinhão
12. Conjunto do solenóide
E25
TAMPA DA.S
ESCOVAS
3
8. Retirar o eixo do garfo do pinhão, removendo
a seguir o conjunto do induzido, o mancai in
termediário e o pinhão.
9. Remover o pinhão. Para tal, empurrar a arruela
contra o pinhão e remover o anel-trava com
um alicate, cuidando para não riscar o eixo.
Remover, a seguir, o mancai intermediário e
as arruelas calço e isolante.
10. Marcar a posição das bobinas de campo, com
os respectivos núcleos, e a posição do con
junto na carcaça.
PRENDER NA
~MORSA ~
Fig. E38 - Corpo das Bobinas de Campo
Montagem
1. Efetuar a montagem de maneira inversa à des
montagem.
2. Instalar o motor de partida posicionando-o na
carcaça do volante, e fixá-lo através de seus
três parafusos ao torque de 45 Nm (4,5 kgfm).
Ligar os fios do sistema elétrico, anteriormente
desconectados do solenóide e o cabo massa
da bateria.
E26
11. Colocar um apoio entre as sapatas polares
(núcleos) para evitar o empenamento do con
junto durante a desmontagem. Remover o pa
rafuso de fixação das sapatas polares, con
servando cada bobina com o seu núcleo.
12. Verificar o estado das buchas do induzido, se
necessário, substitui-las.
13. Limpar o induzido, a árvore do induzido, o so
lenóide e a carcaça do motor de partida com
pano seco. O pinhão nunca deverá ser lavado
nem lubrificado internamente seja com quero
sene, solvente, óleo ou graxa, pois recebe lu
brificação permanente.
Lavar as demais peças com solvente e secá
las.
CHAVE DE FENDA
ESPEC!AL ________ _
' j
'
\
'\
\
)
)
MOTOR DE PARTIDA WAPSA
Desmontagem
1. Desligue o cabo positivo da bateria.
2. Desligar o cabo e os fios que estão conectados
ao solenóide do motor de partida.
3. Retirar os três parafusos que fixam o motor de
partida na carcaça do volante do motor.
@ @
~~i~
@,p}~~-·
2 (i) 4
1. Bucha sinterizada
2. Carcaça
3. Pinhão
4. Bobinas de Campo
5. Núcleos
6. Induzido
7. Arruelas
Fig. E39 - Motor de partida Wapsa desmontado
E27
4. Com o motor de partida fixado em uma morsa,
remova os dois parafusos que fixam a tampa e
as arruelas isolantes.
5. Remova as escovas de seus alojamentos no su
porte e remover o corpo com as bobinas de
campo e o solenóide.
6. Retirar o solenóide removendo os dois parafu
sos da sapata e a porca de entrada das bobinas
de campo.
1
S(D 0 8 9
8. Suporte das escovas
9. Tampa
1 O. Tampa de contato
11. Solenóide
12. Garfo
13. Núcleo
7. Remover: o parafuso de ajuste do garfo, o in
duzido, o garfo e o núcleo do solenóide.
8. Remover o pinhão. Para tal, empurrar a arruela
contra o pinhão e remover o anel-trava com
um alicate, cuidando para não riscar o eixo.
9. Remover o suporte das escovas retirando os
três parafusos e suas respectivas porcas.
10. Marcar a posição das bobinas de campo, com
os respectivos núcleos, e a posição do con
junto na carcaça.
11. Colocar um suporte entre as sapatas polares
(núcleos) para evitar o empenamento do con
junto durante a desmontagem. Remover o pa
rafuso de fixação das sapatas polares, con-
SOLENÓIDE WAPSA
Os solenóides de fixação à carcaça e conjunto de
contatos montados em tampa parafusada, podem
ter os contatos substituídos sempre que necessá
rio.
Desmontagem
1. Na tampa de plástico não é necessário a re
moção das porcas e arruelas do terminal de
saída. É preciso, entretanto, dissoldar o fio do
terminal junto à porca do mesmo, depois de
removido os parafusos de fixação.
servando cada bobina com seu núcleo. Veja fi
gura 15.
12. Verificar o estado das buchas do induzido. Se
necessário, substituí-las.
13. Limpar o induzido, a árvore do induzido, o so
lenóide,a carcaça do motor de partida com
pano seco. O pinhão nunca deverá ser lavado
ou lubrificado internamente, pois recebe lubri
ficação permanente. Lavar as demais peças e
secá-las.
Montagem
1. Efetuar a montagem de maneira inversa à des
montagem.
2. Examine a superfície de contato móvel
(disco). Se estiver oxidado demais, desmonte
º do conjunto e inverta sua posição, ou substi
tua. Na montagem, observe se as arruelas iso
lantes do disco não foram invertidas. A mon
tagem correta pode ser observada na figura
E40. Os contatos fixos podem ser limados ou
invertidos nas superfícies de contato.
3. Examine o estado dos isolantes e as ligações.
Arruelas e isolantes partidos, em mau estado
ou queimados, devem ser substituídos.
Montagem
1. Monte a tampa plástica no solenóide e solde
o fio.no terminal inferior.
Tampa de plástico / Jsota..nt~
Dessoldar o ·
!lo para des
montar
Fig. E40 - Solenóide Wapsa desmontado
E28
j
l
\
LOCALIZAÇÃO DE FALHAS Certificar-se que a bateria auxiliar está correta
mente ligada: o pólo positivo da bateria auxiliar
deverá estar ligado ao positivo da bateria, ou seja,
a bateria auxiliar deverá ser ligada em paralelo, e
nunca em série, com a bateria instalada no motor. As falhas comumente atribuídas ao sistema de
partida são decorrência de descarga da bateria ou
defeito no motor de partida.
Nos casos em que o motor de partida não conse
guir girar o motor, ou girar lentamente, conectar
uma bateria auxiliar ao sistema. Se, mesmo com
a bateria auxiliar conectada, o motor de partida
não fizer girar o motor, determinar a causa da ava
ria.
Os valores obtidos nos testes elétricos dependem
do estado em que se encontra a bateria (capaci
dade e estado de carga).
FALHA
O induzido não gira ou
faz apenas lentamente
O induzido gira até o
pinhão engrenar,
parando em seguida
O induzido gira mas
o pinhão não engrena
A duração do teste provoca aquecimento do mo
tor de partida e descarga da bateria. Assim sendo,
a duração do teste deve ser a menor possível, e a
bateria deve estar perfeitamente carregada.
CAUSA PROVÁVEL CORREÇÃO
- bateria descarregada - carregar a bateria
- bateria defeituosa -substituir
- terminais da bateria soltos ou -apertar os terminais: limpar os
oxidados; ligação à massa terminais e bornes, e untá-los
deficiente com graxa mineral.
- bornes ou escovas do motor de -eliminar o curto-circuito
partida em curto-circuito com a
massa.
- escovas do motor de partida não -verificar as escovas, limpá-las ou
encostam no coletor, emperram substituí-las; se necessário, limpar
ern suas guias, gastas, quebradas, as guias nos porta-escovas.
cheias de óleo ou sujas.
-chave de partida queimada ou -substituir a chave de partida.
danificada (peças soltas, não
permitindo bom contato).
- solenóide do motor de partida -substituir.
danificado.
- queda demasiada de tensão nos -verificar os condutores do motor
condutores; condutores danificados de partida e respectivas conexões.
ou conexões soltas.
-bateria com carga insuficiente. -carregar a bateria.
- pressão insuficiente das escovas. -verificar as escovas; limpá-las
ou substituí-las.
- solenóide do motor de partida -substituir.
defeituoso.
-queda demasiada de tensão -verificar os condutores e suas
nos condutores. conexões.
-acoplamento da roda livre patina. -substituir.
- pinhão sujo - limpar o pinhão.
-pinhão e cremalheira com - limar as rebarbas.
rebarbas.
E29
O motor de partida -chave de ignição não desliga, - soltar o cabo de partida na
continua girando após ou solenóide do motor de bateria ou no motor de partida;
liberada a chave partida prende. substituir a chave de ignição
de ignição ou o solenóide.
O pinhão não -pinhão ou dentes da cremalheira -limpar cuidadosamente ou eliminar
desengrena após o sujos ou danificados; mola de a rebarba nos dentes da
motor haver entrado retrocesso sem força ou quebrada. cremalheira e no pinhão, substituir
em funcionamento a mola de retrocesso.
Motor de partida na bancada de teste
Rotação e corrente -queda de tensão nos contatos -substituir o solenóide.
muito baixas do solenóide do motor de partida.
-queda de tensão nos terminais -limpar e reapertar os terminais;
do solenóide do motor de partida verificar os condutores, as
ou na passagem para o coletor. escovas e o coletor.
- bobina do induzido dessoldada; -substituir o induzido.
interrupção do induzido.
-escovas empenadas ou gastas. -substituir as escovas.
Rotação muito baixa, -curto entre espiras na bobina -substituir as bobinas ou o induzido.
corrente muito elevada de campo ou no induzido.
(aquecimento
excessivo) - atrito mecânico provocado por -verificar os mancais e substituir
mancai, retentor, induzido preso as buchas, se necessário; verificar
ou pressão das escovas muito e regular a pressão das escovas.
elevada.
Forte faiscamento -coletor ovalizado, isoladores -retificar o coletor e rebaixar
das escovas do coletor salientes. os isoladores.
-coletor dessoldado. -substituir o induzido.
Tensão muito baixa - bateria descarregada -carregar a bateria.
- ligação massa da bancada ao -restabelecer a ligação massa.
motor de partida deficiente.
J
E30
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
MOTOR DE PARTIDA MOTOR M80-85-90-93 M790
Marca BOSCH WAPSA
Modelo EF 12V 0,8 kw MP-B-38
Tensão 12 V 12 V
Potência 0,8 kw 1,6 kw
Sentido de rotação Horário Horário
Ângulo de pressão 14°30' 20°
Número de dentes do pinhão 9 13
Número de dentes da cremalheira do volante 104 104
Folga axial do induzido 0,05 · 0,35 mm 0,7
ESPECIFICAÇÕES ELÉTRICAS
Teste de Solenóide
MARCA Bobina de Retenção Bobina de Impulsão
Ampéres Ampéres
VOLTS VOLTS
Mín. Máx. Mín. Máx.
BOSCH 5 10,8 12 7,3 58,5 64,5
WAPSA 4 6,5 8,5 4 10 13
ESPECIFICAÇÕES DE TOROU E
)
•
Especificações de torque Nm kgfm
Parafusos fixação do motor de partida à 45 4,5
carcaça do volante
' E31
LINHA M80 M85 M90 M93
Sistema elétrico com painel sem manômetro, painel com manômetro para
pressão do óleo, motor de partida e alternador.
8
Sistema elétrico de partida à distância. Painéis
E32
11 ,_____ __ __,
Sistema elétrico de partida e parada à distância, motor de partida,
alternador e conjunto solenóide.
E33
4
ESQUEMA ELÉTRICO DE PARTIDA
7106.011.066.00.6
+
BATERIA
ESQUEMA ELÉTRICO MARINIZADO
7017 .011.041.00.7
REGULADOR
ALTERNADOR
BATERIA
LÃMPAOA
00 ÓLEO
E34
LÃMPADA
PILOTO
--LÃMPADA PILOTO
ESQUEMA ELÉTRICO MARINIZADO M90
7106.011.067 .00.4
REGULADOR
+
BATERIA
LÂMPADA
DE ÓLEO
LÃMPADA
PILOTO
CHAVE DE
CONTATO
ESQUEMA ELÉTRICO PARTIDA E PARADA À DISTÂNCIA-WASPA
7107 .011.008.00.6
SOLENÓIDE
BOTÃO DE PARTIDA
E35
LÂMPADA PILOTO
CHAVE DE CONTATO
BOTÃO DE PARADA
Máquina p/lavar peças
Talha
Morsa
Prensa hidráulica
Esmeril
Furadeira manual
Furadeira bancada
Bomba para lavagem quente/frio
Chaves de boca 4 a 50 mm
Chaves estrela 4 a 50 mm
Chaves combinada 4 a 46 mm
Chaves soquete 9 a 36 mm
Cabo de força 1/2"
Cabo catraca 1/2"
Extensão 1/2" compr. 5"
Extensão 1/2" compr. 10"
Junta universal 1/2"
Chaves allen 2 a 12 mm
Chaves "L" 1 O a 21 mm
Base magnética
Relógio comparador 0,01 - 10 mm
Micrômetros 25 a 100 mm
Torquímetro 120 Nm (12 kgfm)
Paquímetro universal 150 mm
Paquímetro profundidade 150 mm
Calibre lâminas 0,05 a 1,0 mm
EQUIPAMENTOS
Bomba para lubrificação
Arco de Serra
Almotolia
Equipamento para pintura
Compressor de ar
Solda elétrica
Solda oxi-acetileno
FERRAMENTAS UNIVERSAIS
Chave de fenda 3/16 x 6"
Chave de fenda 1/4 x 6"
Chave de fenda 5/16 x 8"
Chave phillips 3/16 x 8"
Chave phillips 5/16 x 8"
Alicate freno int./ext.
Alicate universal
Alicate pressão
Alicates bico reto/curvo
Alicate telefone
Martelos pena/bola/fibra/borracha
APARELHOS PARA MEDIÇÃO
E36
Teste de bicos injetores 400 lbs
Carregador de bateria
Multiteste
Densímetro
Proveta graduada 1000mi
Termômetro O a 250° C
Tacômetro
'
PROTEÇÃOINTERNAPARAESTOCAGEM
A. Objetivo
Evitar a corrosão interna do motor durante o pe
ríodo inativo.
B. Validade
Procedimento válido para período de seis (06)
meses, após o qual todo o processo deverá ser
refeito.
e. ldentif icação
Etiquetar o motor com o seguinte texto:
"ESTE MOTOR ESTÁ PROTEGIDO PARA ESTO
CAGEM; NÃO DEVE SER GIRADO MANUAL
MENTE ANTES DE SER COLOCADO EM OPE
RAÇÃO NORMAL".
"PROTEÇÃO VÁLIDA ATÉ ......... .1 ......... ./ .......... "
mês ano
B. Óleo protetivo
Óleo combustível de conservação: "Shell Fer
roprot 501 ".
E. Procedimento
1. Colocar óleo H D 30 no cárter e proceder
amaciamento e regulagem.
2. Retirar o bico injetor e pulverizar 10 mi de
óleo "Shell Ferroprot 501" na câmara de
combustão.
3. Drenar o óleo H D 30 do cárter.
4. Conforme necessidade, lavar e pintar o mo
tor observando para que não entre água ou
E37
outros produtos químicos para o interior do
motor.
5. O tanque de combustível deverá ser pulveri
zado com 50% de óleo diesel e 50% de óleo
HD 30, sendo em seguida fechados ou co
nectados todas as mangueiras do motor.
6. Quando houver alternador e motor de parti
da, besuntar seus terminais com graxa.
7. Colocar o volante do motor na posição em
que todas as válvulas (admissão e escape)
estejam fechadas e observar que o mesmo
não seja tirado desta posição durante o pe
ríodo de estoque.
Preparo do motor para retorno ao trabalho
1. Limpar perfeitamente as paredes externas.
2. Retirar a graxa dos terminais do alternador e
motor de partida.
3. Colocar óleo HD 30 no cárter até o nível corre
to.
4. Lubrificar os balancins com óleo H D 30.
5. Girar a árvore de manivela manualmente, a fim
de "deslocar" os casquilhas.
6. Limpar o tanque de combustível e abastecer
com óleo novo.
7. "Sangrar" o sistema de combustível.
8. O motor pode ser posto em funcionamento.
\
'
i
i '
AGRALES.A.
FÁBRICA 1 .
BR-116, Km 145, N2 15.104
Caixa Postal, 1311
End. Telegráfico: "AGRALE"
Fone PABX: (054) 222.1133
Telex: 542.1n
95050-180 • CAXIAS DO SUL· RS
FÁBRICA 2
AS/Acesso Oeste a Caxias do Sul,
Distrito Industrial - Km 02
Caixa Postal 1311
End. Telegráfico: "AGRALE"
Fone PABX: (054) 227.1133
Telex: 542.156
95010-550 • CAXIAS DO SUL· RS
./
rvore de manivela.
-":::-
Fig. 019 - Soltar parafusos que fixam mancai cen
tral ao bloco
27. Retirar o tubo de respiro e válvula.
Observar a correta posição da chapa defletora
do tubo.
PORCA SEXTAVADA
OE VEDAÇÃO
CONJUNTO DO TUBO DE RESPIRO
~JUNTA DE VED~AO DO TUBO DE RESPIRO
~~MOLA DE PRESSAO DO TUBO DE RESPIRO
~ARRUELA LIMITADORA DO TUBO DE RESPIRO
-~ MEMBRANA DO TUBO DE RESPIRO
~PRATO DE VENTILACÃD DO TUBO DE RESPIRO
~
~PARAFUSO PRISIONEIRO -- ·-·- -
PrncA SEXTAVADA~ _- - · -~-~~ -----....___
ARRUELA USA ~-•;/ .--~----
PENEIRA 00 TUBO OE RESPIRO ,·.·;_ .·. ;:.-- ~- ~-~~.:~~~~~,
. ~; ~ .-~-:'--"> e, --
CHAPA DEFLETORA DO TUBO DE RESPIRO ~ ..___ "'.::.:S. '_....-,1 /
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(r; ' •. , ·-- (1 ·'
Fig .. 020 - Retirar tubo de respiro e chapa defletora.
28. Para retirar a tampa dos tuchos devemos em
purrar a alavanca do regulador totalmente pa
ra o lado do volante.
Nota: Observar que a tampa possui o guia da
haste do acelerador.
29. Remover o pino elástico do eixo da alavanca
do acelerador.
30. Remover a alavanca do acelerador e a flange
de atrito.
07
31. Soltar a mola de torção e a mola da haste de
acionamento. Retirar o eixo da alavanca do
acelerador observando que a alavanca do re
gulador sai junto com a alavanca de ligação e
com a haste de acionamento da bomba injeto
ra.
32. Retirar o rolamento do comando, utilizando o
dispositivo 7007.099.015.00.8.
Fig. 021 - Extração do rolamento do comando
33. Retirar os casquilhes do lado do comando
com dispositivo adequado.
Fig. 022- Extração dos casquilhas
34. Retirar o botão auxiliar de partida, com o dis
positivo 7003.099.016.00.5.
Obs.: Na prática, isso poderá ser feito se hou
ver real necessidade.
ANÁLISE DE CONJUNTOS
Quanto à:
- limpeza
- Inspeção
- Medição
- Tolerâncias
Recomendações para a análise de conjuntos:
Siga a numeração dos itens de cada operação em
seqüência.
Após remover um componente, coloque-o em lo
cal adequado, junto com os elementos de fixação
(parafusos, prisioneiros, porcas, arruelas, etc.).
Ao efetuar limpezas (por exemplo: remoção de
restos de juntas), evite danificar as peças.
Ao manusear produtos químicos, proteja as mãos
e os olhos com equipamentos adequados e siga
corretamente as instruções do fabricante.
Coloque o material usado na limpeza em local se
guro.
Após a limpeza inspecione as peças visualmente.
As ferramentas especiais e as universais devem
ser limpas e guardadas em locais próprios e só
devem ser usados para os fins a que se destina.
As especificações para tolerâncias de montagem
devem ser rigorosamente obedecidas.
Para lubrificar as peças, utilize sempre óleo novo
do mesmo tipo e viscosidade recomendados para
o _motor.
BLOCO
Ao desmontar um motor é necessário que se faça
uma boa limpeza no bloco, raspando a crosta de
óleo que se forma nas paredes internas e princi
palmente nas galerias de óleo. Estas crostas de
óleo ocorre devido ao tempo de uso e as impure
zas do próprio óleo. Isto acarreta uma diminuição
nos diâmetros internos das galerias reduzindo a
circulação de óleo, o que afeta a lubrificação dos
demais componentes do motor.
D8
Após a limpeza, deve ser feito um exame a fim de
detectar possíveis trincas ou desgastes excessi
vos.
1 Lavar completamente o bloco e passar ar no
circuito de lubrificação.
2. Examinar parafusos prisioneiros e pinos
guias, substituindo, se necessário.
Os parafusos prisioneiros dos cilindros pos
suem menos fios de rosca na extremidade fi
xada no bloco.
Fig. 023 - Bloco do motor
3. Examinar furos com roscas.
4. Limpar e examinar faces de alojamento das
tampas, flange e cilindros.
5. Efetuar a pré-montagem do bloco.
Obs.: Aplicar loctite 271 para fixação dos pa
rafusos prisioneiros, bujões e pinos-guias.
VOLANTE
1. Efetuar a limpeza do volante, aletas, etc.
2. Verificar o alojamento da bucha-guia e furos.
3. Peso·do volante:
Peso Ko
Volante Normal 30,5
Versão Clark, Suzin 21.2
Nota: O balanceamento do volante não deve ser
alterado.
4. Para remoção e instalação da cremalheira
deve-se aquecê-la ( + /- 80ºC).
Fig. 024 - Volante
BOMBA DO ÓLEO
1. Antes de desmontar a bomba marcar os eixos
conforme indicado na figura 025.
Obs.: Marcar com tinta.
2. Limpar as peças.
3. Examinar engrenagens.
4. Verificar a folga das engrenagens entre a car
caça e o bloco:
Folga em mm
Axial O 050 a O 127
Radial Máxima O 10
Nota: Quando a folga for além do especificado
substituir a bomba.
5. Montar a bomba observando as marcas feitas
anteriormente.
Fig. 025 - Bomba do óleo
09
VÁLVULA DE SOBREPRESSÃO
1. Desmontar a válvula.
----ARRUELA DE VEDAÇÃO
-----ANEL DE VEDAÇÃO
Fig. D26- Válvula de sobrepressão
2. Substituir os vedadores.
Nota: A substituição da válvula se faz necessá
ria quando a pressão ultrapassar os valores es
pecificados.
Pressão kfa/cm2
Mínima 1
Máxima 4
A pressão deve ser verificada com o óleo na tem
peratura no"rmal de funcionamento (motor
quente).
COMANDO DE VÁLVULAS E REGULADOR
DE ROTAÇÕES
Fig. D27 - Eixo do comando de válvulas
1 - Carne para válvula de escape.
2 - Carne para válvula de admissão.
3- Carnes para a bomba injetora.
4 - Carne para a bomba de transferência.
5 - Eixo do comando
Remover o comando de válvulas da tampa com o
auxílio de um martelo de fibra.
Fig. 028 - Comando de válvula
1. Limpar o comando examinando se há desgaste
nos rolamentos de apoio, carnes, engrenagens,
contrapesos, luva do regulador, copo e arrue
las.
2. Verificar dimensões do eixo do comando.
Curso dos Carnes em mm
Admissão 7 42
Escape 7,42
Bomba injetora 7 00
3. DESMONTAGEM
3.1. Remover os contrapesos.
029- Regulador de rotações
3.2. Remover a engrenagem do eixo com o auxílio
de um dispositivo adequado e uma prensa.
3.3. Examinar o desgaste da luva e das arruelas de
encosto.
Nota:
- Para motores com rotações acima de 1800 rpm
a mola do regulador possui um diâmetro do fio
de4,0mm.
- Para motores com limite máximo de 1800 rpm a
mola do regulador possui um diâmetro do fio
de3,2mm.
Diâmetro do fio RPM
32 Até 1800
40 1800 a 3000
4. Montar o comando, observando a figura 028.
Notas:
-Observar o tipo de mola em função da rotação
específica do motor.
-Ao montar a engrenagem deve-se aquecê-la a
( + -) 80°G.
-Atentar para a liberdade de movimento dos
contrapesos com os suportes.
- Montar o rolamento maior previamente aqueci
do ( + -) 80ºC.
-O rolamento menor deverá ser montado a pos
terior no bloco.
-Observar o perfeito estado de conservação da
luva e das arruelas de encosto.
010
·,
TUCHOS DAS VARETAS DAS VÁLVULAS
1. Limpar os tuchos.
2. Verificar as condições de trabalho
Situação normal:
Fig. D30 -Tucho (Funcionamento Normal)
Defeito, tucho não gira.
Fig. D31 - Tucho (Mau Funcionamento)
3. Verificar alojamento dos tuchos no bloco.
Diâmetro emmm
Nominal 16.000
Máximo 16.018
4. Verificar o diâmetro dos tuchos:
D11
Diâmetro em mm
15,984 a 15,966
5. Verificar passagem do óleo nos tuchos.
ÁRVORE DE MANIVELA
A árvore da manivela tem perfurações e canais de
lubrificação interna. Possui também câmaras ob
turadas (ditas câmaras de óleo) nas quais o óleo é
centrifugado devido ao movimento de rotação da
árvore de manivela, provocando assim uma filtra
gem final do óleo.
Fig. D32-Árvore de manivela
1. Retirar o mancai central.
2. Remover destrutivamente as tampas de veda
ção (T).
3. Lavar com solvente adequado e limpar as gale
rias de óleo.
4. Verificar se há trincas ou riscos.
5. Verificaro alinhamento.
Fig. D33 -Alinhamento da árvore de manivela
Árvore de Manivela em mm
Empenamento máximo
Admissível 0,040
3. Verificar as dimensões dos munhões e moen
tes.
Fig. D34 - Verificação de munhões e moentes
Diâmetro em mm
Munhão "A"
Standard 54,03 a 54 04
1? Reparo 53 78 a 53 79
2? Reparo 53,53 a 53 54
Munhão "B"
Standard 60,89 a 60,91
1? Reparo 60 64 a 60 66
2? Reoaro 60,39 a 60 41
Munhão "C"
Standard 66 01 a 66 02
1? Reparo 65 76 a 65,77
2? Reparo 65,51 a 65.52
Moentes "1" e "2"
Standard 50 93 a 50,94
1? Reparo 50,68 a 50,69
2? Reparo 50,43 a 50,44
Dimensões emmm
Largura dos Moentes 40,00 a 40,06
Laro. do Munhão Central 32 97 a 33 03
Desgaste Máximo 0,10
Ovalizacão Máxima 0.01
Conicidade Máxima 0,01
Raio de Concordância emmm
Munhão "A" 1 5 a 2,5 (lado haste)
Munhão "B" 3,5
Munhão "C" 1,5 a 2.5 (lado haste)
Moentes "1" e "2" 3,9 a 4, 1 com rebaixo
de 005 a O 07
D12
7. Raio de Concordância ou Raio Rolado é execu
tado sob pressão para evitar a sobrecarga de
tensões, eliminando cantos vivos, que são pon
tos causadores de tensões e trincas.
VERIFICAÇÃO DE RAIO
Fig. D35 - Verificação do raio
Observando-se limites além do especificado ou a
existência de riscos, providenciar a retificação da
peça.
Após a retífica limpar cuidadosamente a peça e
conferir as dimensões.
8. Ao colocar o mancai central, observar para que
o rasgo do encaixe do casquilho, na parte supe
rior do mancai, fique voltado para o mesmo la
do da bomba injetora.
O aperto final do mancai central deve ser dado
após a colocação da árvore de manivela no blo
co.
Fig. D36 -Colocação da tampa de vedação
9. Os contrapesos devem ser montados somente
após a colocação da árvore no bloco.
TAMPA DO COMANDO
1 · Limpeza
2 · Remoção/Instalação do Retentor
Fig. D37 - Colocação do retentor
3 · Empenamento da tampa
Empenamento em mm
0,050
FLANGE-MANCAL DA ÁRVORE DE MANIVELA
1. Retirar o retentor, a arruela defletora e o cas
quilho, utilizando-se de um dispositivo adequa
do.
Nota: Observar o lado da arruela defletora.
Fig. D38 - Flange-mancal da árvore de manivela
colocação do retentor
2. Montar a flange com o casquilho alinhado com
o furo de lubrificação.
3. Montar a arruela defletora com o lado côncavo
para dentro.
Observar a posição da arruela. Esta não deve
interferir com a flange nem com o retentor.
4. Montar o retentor.
CILINDRO
1. Limpar o cilindro interna e externamente, verifi
cando se há aletas quebradas.
D13
Obs.: Deve-se ter muito cuidado na limpeza das
aletas, pois elas se partem com muita facilida
de, provocando deficiência de refrigeração na
quela região do cilindro.
2. Verificar na borda do cilindro se há rebarbas.
3. Verificar a região de assentamento do cilindro
para que não ocorra assentamento irregular en
tre o cilindro e o bloco.
ASSENTO (FACE./
DE VEDAÇÃO)
Fig. D39 - Cilindro
REBARBA
4. Examinar o brunido do cilindro e a existência
de riscos profundos no sentido vertical.
Fig. 040- Brunido Riscos
5. Verificar as dimensões do cilindro.
CONICIDADE 'B·C"
RELÓGIO COMPARADOR
SÚBITO
90°
Fig. D41 - Verificação do cilindro
Diâmetro em rnm
Standard 90,00 a 90,02
1? Reparo 90,25 a 90 27
2? Reparo 90,50 a 90,52
Dimensões em mm
DesQaste Máximo 0,10
Ovalização Máxima O 050
Conicidade Máxima O 025
Altura do Cilindro 118 8- 118,6
Observando-se limites além do especificado ou a
existência de riscos, providenciar a retificação da
peça.
7. Após a retífica, limpar cuidadosamente a peça
e conferir as dimensões.
D14
CONJUNTO ÊMBOLO E BIELA
1. Retirar os anéis com auxílio de um dispositivo
adequado.
Fig. 042- Retirada dos anéis f
2. Retirar os anéis elásticos.
Fig. D43 - Extração dos anéis elásticos
3. Retirar o pino do êmbolo manualmente.
Fig. 044 - Extração do pino do êmbolo
Nota: Se houver dificuldade para retirar o pino
aqueça o êmbolo em água ou óleo até a tempera
tura de + -80°C.
4. Limpar os êmbolos examinando se há rachadu
ras, riscos ou deformações visíveis.
5. Limpar os resíduos de carvão das canaletas,
sem danificá-las, utilizando-se de um pedaço
de anel de segmento.
6. Verificar as dimensões dos êmbolos.
015
Diâmetro em mm
Standard 89 93 a 89.95
1? Reparo 90 18 a 90.20
2? Reparo 90 43 a 90.45
~,
o
Fig. D45. Êmbolo
7. Introduza os anéis manualmente nos cilindros
e use os· êmbolos para alinhá-los de 20 a 30 mm
do topo.
Folaa em mm
1? Anel 040a065
2? Anel O 40 a O 65
3? Anel 0.30 a 0.60
Desaaste Máximo 1,5
Fig. D46 - Medida da folga do anel
8. Observar para que as marcas dos anéis ("C" ou
"TOP") fiquem voltadas para cima.
Fig. D47 - Anéis de segmento
Nota: 1? canaleta: anel cromado.
9. Montar os anéis nos êmbolos com auxílio de
um dispositivo adequado.
Fig. D48 - Montagem dos anéis
10. Verificar a folga dos anéis nas canaletas.
Folaa em mm
1? Canaleta 011a014
2? Canaleta O 07 a 0,10
3? Canaleta 0.05 a 0,08
Fig. D49 - Verificação da folga dos anéis
BIELA
1. Limpar as bielas.
2. Verificar o empenamento das bielas com auxí
lio de dispositivo adequado.
D16
Em enamento em mm
Máximo Admissível 0050
1
~
Fig. D50 - Verificação do empenamento
3. Verificar o alinhamento das bielas.
Desalinhamento em mm
Máximo Admissível 0020
Fig. D51 - Alinhamento da biela
Cuidados:
-Os eixos do pé e da cabeça devem ser perfeita
mente paralelos.
-O entreeixo deve ser feito com grande preci
são.
Nota: Observar que a marca de referência da capa
e da biela coincidam.
Fig. D52 - Marcas da biela
4. Fixar a capa da biela com torque de 6,0 kgfm e
verificar o diâmetro do casquilho.
Diâmetro do Casquilho em mm
Standard 51,017 a 50 974
1? Reparo 50 763 a 50,724
2? Reparo 50 517 a 50,474
Desgaste Máximo 0,10 mm
Fig. 053- Verificação do diâmetro do casquilho
-O assentamento dos casquilhos deve ser feito
com tolerâncias extremamente precisas.
5. Verificar o diâmetro interno da bucha da biela.
017
Diâmetro da Bucha em mm
Interno 28,036 a 28 078
Fig. D54 - Verificação do diâmetro da bucha
O torneamento interno da bucha deve ser feito
com precisão para que a montagem do pino seja
feita com deslizamento suave.
6. Observando limites além do especificado,
substituir a bucha.
7. Retirar a bucha com auxilio de dispositivo ade
quado.
Fig. 055 - Desmontagem da bucha
8. Ao montar a bucha, observar o alinhamento
do furo de lubrificação.
Fig. D56- Montagem da bucha
9. Verificar as dimensões do pino do êmbolo.
Diâmetro do Pino em mm
27,996 a 28,000
Fig. D57 - Verificação do pino do êmbolo
10. Verificar a folga entre pino do êmbolo e a bu
cha da biela.
Folga em mm
0,036 a 0,082
11. Limpar o alojamento e montar os casquilhos
posicionando as travas corretamente.
D18
Fig. D58- Montagem do casquilho
12. Verificar a carga de aperto dos casquilhas.
1 Carga de Aperto 1 em mm
0,05a0,10
12.1.Aplicar o torque de 60 Nm (6,0 kgfm) nos pa
rafusos.
12.2. Verificar o diâmetro com o uso do compara
dor de diâmetro interno.
12.3. Soltar um parafuso.
12.4. Refazer a medição e comparar com a medida
fornecida.
Fig. D59 - Verificação da carga de aperto do cas
quilho
13. Ao montar o êmbolo na biela observar para
que a câmara fique voltada para o lado do bi
co injetor e a trava do casquilho acompanhe o
sentido de giro da árvore de manivela.
Nota: No M790 a câmara do êmbolo fica voltada
para o lado oposto da trava superior da biela.
14. Introduzir o pino manualmente e montar os
anéis elásticos.
Fig. 060 - Colocação do pino no êmbolo
Fig. 061 - Montagem do êmbolo e na biela
15. OBSERVAÇÕES:
- Lubrificar o êmbolo e o cilindro.
-Quando da montagem do êmbolo no cilin-
dro, DEVE-SE observar para que a abertura
dos anéis de segmento fiquem a 120º.
Fig. 062 - Montagem dos anéis
019
-A câmara, na cabeça do êmbolo, DEVE ficar
voltada para o lado do bico injetor ou volta
da para o lado oposto ao furo do prisioneiro
mais comprido.+
FURO DO PRISIONEIRO
Fig. 063 - Montagem do êmbolo no cilindro
16. Montar o êmbolo no cilindro.
Fig. 064- Montagem do êmbolo no cilindro
CABEÇOTE
1. Remover os balancins do suporte.
1.1. Limpar e desobstruir os furos de passagem de
óleo.
1.2. Verificar:
Dimensões em mm
Diâmetro do eixo 18 980 a 18 967
Diâmetro interno da bucha 19,046 a 18 988
Folqa O 079 a o 008
Folga máxima 015
Observando-se limites além do especificado,
substituir o suporte e/ou as buchas dos balan
cins.
1.3. Examinar face de contato dos balancins com
as válvulas.
2. Montar os balancins no suporte com arruelas
de compensação e anéis-trava.
Após, verificar a folga axial dos balancins.
Folga axial em mm
0,10a0,30
3. Soltar as buchas cônicas das válvulas com au
xílio de um dispositivo adequado.
Fig. D65 - Desmontagem das buchas cônicas
4. Limpar o cabeçote examinando se há rachadu
ras ou deformações visíveis.
5. Verificar o comprimento livre das molas de vál
vulas.
Comprimento em mm
Externa 58 00
Interna 45 50
6. Verificar o diâmetro das hastes das válvulas
em três posições.
D20
Diâmetro das Hastes em mm
Admissão 8,950 a 8 935
Escape 8 950 a 8,935
Fig. D66 - Medição da haste das válvulas
7. Verificar o diâmetro interno das guias de válvu
las.
Dimensões em mm
Diâmetro após montaqem 9 020 a 9 000
Folga entre o guia
e a válvula O 050 a 0,085
Observando-se os limites além do especificado,
substituir o guia.
8. Remover o guia de válvula com o auxílio de um
dispositivo adequado e uma prensa.
Fig. D67 - Remoção dos guias das válvulas
I
9. Instalar o guia da válvula (lado chanfrado para
baixo) com o auxílio de um dispositivo ade
quado e prensa. Observar a altura do guia em
relação à face do cabeçote.
Altura em mm
16,00 a 15,90
GUIAS DE VÁLVULAS
Fig. D68 - Guias de válvulas
10. Passar alargador nas guias de válvulas após
estas estarem montadas.
Fig. D69- Uso do alargador nas guias
11. Assentar a válvula na sede com auxílio de dis
positivo adequado e pasta de esmeril.
D21
11.1. Instalar uma mola sob o cone da válvula e
colocar o sugador sobre o prato da mesma.
11.2. Esmerilhar a válvula até que a mesma apre
sente um perfeito assentamento.
O cone não pode apresentar canais ou riscos
de esmerilhamento.
--___-::::::::::: e.
e);
Fig. D70- Esmerilhamento da válvula
12.3. Controlar a perfeita vedação da válvula pro
cedendo como segue: Marcar com grafite ou
giz a circunferência do cone da válvula.
Após, girando-a lentamente na sede verificar
o contato uniforme da mesma.
Fig. D71 - Controle da vedação da válvula
13. Verificar a distância entre a face do cabeçote
e a face da válvula. ·
Fig. D72 - Verificação da distância entre a
face do cabeçote e a face da válvula
Dimensões em mm
Profundidade O 50 a o 60
Profundidade máxima O 90
14. Verificar a largura da face de assento da vál
vula e da sede.
Laraura Máxima em mm
Válvula 20
Sede 20
Fig. D73 - Verificação da largura da face
Observando os limites além do especificado,
substituir a sede.
15. Remover a sede da válvula.
15.1. Entalhar a sede da válvula em dois lados
opostos.
Fig. D74- Remoção da sede da válvula
15.2. Puncionar e, com uma furadeira elétrica, fa
zer 4 furos de 2 mm de diâmetro, tendo-se o
cuidado de não danificar a superfície de as
sento no cabeçote.
D22
Fig. D75- Remoção da sede da válvula
15.3. Quebrar a sede da válvula com o auxílio de
uma talhadeira.
15.4. Limpar devidamente a superfície de aloja
mento.
Nota: A superfície de assento no cabeçote não
pode ser danificada.
16. Instalar a sede da válvula.
16.1. Aquecer o cabeçote até 250°C e prensar o
novo assento de válvula com o auxílio de
uma prensa hidráulica.
Deixar esfriar o cabeçote até a temperatura
ambiente e iniciar a retificagem do assento.
16.2. Fresar a sede da válvula.
1 Ân~ulo
~a(ura
44,5°
5mm
Atenção: Não deixar marcas de vibrações na su
perfície da sede.
Fig. D76- Fresagem da sede da válvula
16.3. Efetuar o assentamento da válvula nova na
sede com auxílio de dispositivo adequado e
pasta de esmeri 1.
16.4. Montar as válvulas no cabeçote com auxílio
de dispositivo adequado observando a dis
posição correta das peças.
----BUCHA CÔNICA
~~--PRATO
~)----CÁPSULA
tc...~1"~-ANEL
Fig. D77 - Peças das válvulas
Fig. D78 - Montagem das válvulas
BICO INJETOR
1. Inicialmente efetuamos os testes do bico inje
tor.
O porta-injetor deve ser conectado ao aparelho
com o respectivo tubo de pressão.
1.1. Teste de pressão
Com o registro do manômetro fechado movi
mentar a alavanca várias vezes. Se a agulha
do bico injetor estiver com movimento livre
ocorrerá a emissão de um som sibilante agu
do.
D23
O valor da pressão de abertura está gravado
no corpo do porta-injetor. Com o registro do
manômetro aberto, movimentar lentamente a
alavanca manual até que o bico injetor emita
um jato com um leve som característico. Ler a
pressão de abertura.
Se o valor lido divergir da pressão de abertura
prescrita, efetuar a correção através de calços
de regulagem.
Fig. D79- Teste do bico injetor
Obs.: A porca de fixação do bico injetor no porta
injetor deve ser atarrachada manualmente
e após aplicado um torque de 60 a 90 Nm (6
a 9 kgfm).
Remover a porca da capa. A força da mola de
verá ser aumentada com o acréscimo de ar
ruelas de compensação caso a pressão pres
crita não for atingida. Se a pressão lida no ma
nômetro for maior que a prescrita deve-se di
minuir o número de arruelas.
1.2. Forma do jato
Em velocidade de teste reduzida o jato é dis
solvido e a pulverização é grossa.
Com velocidades maiores os jatos serão mais
cheios e com fina pulverização.
Na área em que não "canta" (som característi
co) há a formação de um jato em forma de um
fio não pulverizado.
1.3. Estanqueidade
Com o ponteiro do manômetro posicionado
em 20 kgf/cm2 (20 bar) abaixo da pressão de
abertura prescrita, durante 10 segundos, não
deve ocorrer gotejamento no bico.
Fig. D80 - Estanqueidade
1.4. Retorno
Acionar a alavanca manual até próximo à
pressão de abertura do injetor. A pressão de
verá decrescer aproximadamente 30% no es
paço de 4 a 30 segundos.
Com a pressão ajustada a correção dos defei
tos, acusados nos testes, se faz através da
limpeza.
2. Limpeza do bico
2.1. Desmontar o porta-injetor.
~,ORTA-ONaETOR
:----ARRUELA DE COMPENSAÇÃO
..---MOLA
$-~--- PINO DE PRESSÃO
$1------DISCO INTERMEDIÁRIO
F::~~::"I "ºª
~PORCA DE FIXAÇÃO
f----ARRUELA DE VEDAÇAO
Fig. D81 - Limpeza do bico
D24
A fim de evitar a corrosão da agulha, esta so
mente poderá ser pega pelo pino superior de
pressão.
Fig. D82 - Retirada da agulha
2.2. Exame visual
-A agulha do bico deve apresentar assento
liso e sem desgaste.
-O pino de pulverização não deve apresentar
dano ou desgaste.
- O corpo do bico deve estar com o assento
da agulha sem marcas, sem carvão, e de
sr bstruído.
O jato de injeção ou pulverização do bico de
pende do assento da válvula de agulha e da
forma do orifício de saída do combustível.
Uma vedação do assento da agulha poderá
ocasionar o acúmulo de combustível.
Pela limpeza, ou polimento, esta deficiência
poderá ser facilmente eliminada.
Para a execução deste serviço o recinto de
trabalho deverá estar completamente isento
de limalhas de metal, sujeira ou areia, pois
tais impurezas podem ocasionar a inutiliza
ção da sede.
Também o uso de panos de limpeza com fia
pos podem ocasionar desarranjos. Por isso a
limpeza do bico deverá ser feita mediante o
uso de escovas, pincéis e óleo combustível
limpo.
. }
: t
J
}
A parte interna do porta-injetor poderá ser lim
pa por intermédio de um palito de madeira ou
óleo combustível limpo, ao passo que a agu
lha do injetor deverá ser limpa com um pano
isento de sujeira. Peças carbonizadas devem
ser fixadas em um torno e serem limpas com
um pedaço de madeira previamente impregna
do de óleo.
Nota: Nunca usar lixas,rasquetes ou apetrechos
similares.
Produtos recomendados:
Solvente - Cholothenz (Tricloroetileno)
Óleo de Teste- ISO 4113 (Castrei ou Atlantic)
Obs.: Kit Bosch para limpeza.
Fig. D83 - Kit para limpeza Bosch
2.3. Teste de Deslizamento
A agulha, banhada em óleo de teste, deve ser
retirada 1/3 de seu comprimento fora do corpo
e solta na vertical, devendo deslígar livremen
te até seu assento.
3. Montar o porta-injetor e realizar novamente os
testes do bico injetor.
Não obtendo o resultado esperado substituir o
bico injetor.
BOMBA INJETORA
1. Efetuar a limpeza externa da bomba.
Obs.: Para proceder a desmontagem da bomba
injetora devemos atentar para um ambiente
de trabalho completamente limpo. Utilizar,
para limpeza, somente óleo combustível
limpo, escovas ou pincéis e ar comprimido.
D25
2. Para remover o pino-guia segurar a bomba com
o pino-guia voltado para baixo e bater no rolete
com a mão. Após, retirar os tubos de roletes e o
prato inferior que sai junto com a mola e o pis
tão da bomba.
Obs.: O pistão só deve ser manuseado pela asa
de acionamento e depositado sobre uma
superfície limpa a fim de evitar contamina
ção por impurezas.
3. Remover as mangas de regulagem e a crema
lheira.
4. Remover o porta-válvula, mola e válvula de
pressão.
5. Remover com cuidado os cilindros da bomba.
Obs.: Devido a precisão de fabricação nunca
se deve trocar o pistão ou o cilindro em
separado.
6. Examinar o elemento (pistão e cilindro) aten
tando quanto a riscos ou desgaste. Tais peças,
após examinadas e limpas, devem permanecer
unidas.
Nota: Observando riscos no elemento providen
ciar a substituição.
SCO OE FECHAMENTO.!~
ANEL-!//
PINO EXCfNTRICO
PINO GUIA
o~----PORTA-VÁLVULA
1r------PEÇA ENCHIMENTO
"-=:1º ... :=--~=--~=--~=--:_==-;;;~E~A V::·~::AÇÃO
ELEMENTO DA VÁLVULA
CORPO VÁLVULA OE PRESSÃo
ELEMENTO (CJLINDROI
1----PINO DE ENCOSTO
ANEL DE SEGURANÇA
1011------MANGA DE REGULAGEM
ir-------ELEMENTO (PISTÃO}
;---PRATO SUPERIOR
---MOLA
~:~~~----_-_-_-_PRATO INFERIOR
fiíiijiL= TUBO
u1-'-----EIXO
©t-----ROLETE
Fig. D84 - Bomba injetora
7. Após a perfeita limpeza das peças, pode-se
montar a bomba injetora.
8. Montar os cilindros dos elementos atentando
se para o perfeito encaixe do rasgo com o pino
existente no interior do corpo da bomba.
Fig. 085- Posição do cilindro
A seguir deve-se colocar a válvula de pressão,
a arruela de vedação nova, a mola e o porta
válvula com o seu anel de vedação novo e apli
car o torque de 32 a 35 Nm (3,2 a 3,5 kgfm).
9. Colocar a cremalheira com seu pino batente e
montar as mangas de regulagem alinhando o
ponto em relação à cremalheira.
Fig. D86- Montagem da cremalheira
A seguir proceder a montagem do pistão do
elemento com a mola e os respectivos pratos.
Colocar no cilindro, observando a posição
correta para encaixe. O entalhe na asa do pis
tão deve ficar alinhado com o furo de alimen
tação do cilindro.
D26
Fig. D87 - Montagem do cilindro
10. Montar os tubos de roletes pressionando-os e
colocando o pino-guia e o anel de segurança.
A seguir aciona-se os tubos algumas vezes
para comprovar a correta montagem.
Obs.: A lubrificação do pistão e cilindro é promo
vida pelo próprio óleo diesel. A parte inte
rior (interna do motor) da bomba é lubrifica
da pelo óleo existente no cárter do motor.
TANQUE DO COMBUSTÍVEL
1. Retirar o óleo diesel.
2. Retirar as mangueiras e as conexões.
3. Verificar o interior do tanque, quanto a oxida
ção e impurezas. Para remoção da oxidação
no interior do tanque usar produtos químicos
adequados.
4. Proceder a limpeza do interior do tanque com
o uso de óleo diesel.
5. Limpar o filtro do tanque e examinar a tela.
Fig. D88 -Tanque do combustível
/
6. Examinar a tampa do tanque quanto ao veda
dor e respiro.
7. Mangueiras devem ser substituídas conforme
necessidade.
8. Ao montar as conexões deve-se substituir as
arruelas de vedação.
9. O tanque deve ser reabastecido ao final da jor
nada de trabalho para evitar a condensação da
umidade, a qual pode provocar a oxidação do
tanque.
FILTRO DEAR
1. Soltar as presilhas que prendem a cuba ao cor
po do filtro.
2. Retirar o óleo sujo da cuba e providenciar sua
limpeza.
Obs.: Proceder a limpeza das partes utilizando
somente óleo diesel e ar comprimido.
3. Remover o elemento filtrante e efetuar a sua
limpeza.
4. Verificar o estado do anel de vedação da cuba
ao corpo.
-----ANEL DE VEDAÇÃO
PRESILHA
NÍVEL DO ÓLEO
Fig. D89 - Filtro de ar
D27
Fig. 090 - Limpeza do filtro
5. Montar o anel de vedação.
6. Recolocar o óleo novo na cuba até o nível indi
cado.
Fig. D91 - Nível de óleo na cuba
7. Fixar a cuba com as presilhas encaixando-as
perfeitamente.
RECOMENDAÇÕES PARA A MONTAGEM
DO MOTOR
Na montagem, verifique se as peças estão nas po
sições corretas e se estão limpas.
Siga a numeração dos itens de cada operação em
seqüência.
Para lubrificar as peças utilizar sempre óleo novo
do mesmo tipo e viscosidade recomendados para
o motor.
Para obter o momento de força (torque) correto
nos parafusos, porcas e prisioneiros, as roscas
devem estar limpas e levemente oleadas.
Nas peças com vários pontos de fixação (por
exemplo: tampa do comando) distribua os apertos
de forma cruzada e em duas etapas (50% e 100%
do momento de força especificado).
Não faça regulagens, se não souber como fazê
las corretamente.
Nunca limpe, lubrifique ou regule um motor em
funcionamento, a não ser que tenha recebido trei
namento adequado.
Não fume ao abastecer o reservatório de combus
tível.
Não se recomenda pôr o motor em funcionamen
to em recintos fechados, pois os gases de esca
pamento são extremamente venenosos.
Somente uma pessoa qualificada deverá ficar res
ponsável pelo motor.
Não altere as características do motor.
Todas as juntas e anéis de vedação devem ser
substituídas a cada montagem do motor.
D28
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MOTOR M790
EV22
Cabeçote emmm
Diâmetro do Furo
para o Guia ..................................... 13,018-13,000
Ângulo da Superfície de Vedação
para a Válvula ................................................ 44,5º
Diâmetro do Alojamento
da Sede Postiça Admissão ........... 41,025- 41,000
da Sede Postiça Escape ............... 37,025 - 37,000
Profundidade do Alojamento
da Sede Postiça ..................................... 10,6-10,5
Balancim
1
emmm
Diâmetro do Alojamento
da Bucha ......................................... 21,021 - 21,000
Diâmetro Externo
da Bucha ......................................... 21,050 - 21,030
Interferência de
Montagem .......................................... 0,009 - 0,050
Diâmetro Interno
da Bucha ......................................... 19,046-18,988
Folga do Eixo
na Bucha ............................................. 0,079 - 0,008
Folga Máxima .................................................. 0,15
Folga Axial. ........................................... O, 1 O a 0,30
Molas das Válvulas emmm
Diâmetro do Fio- Extern~ ............................... 3,75
- lnterna ................................ 2,80
Diâmetro Interno - Externa ................ 28,80- 28,20
- lnterna ................. 21, 10- 20,50
Comprimento Livre Externa ......................... 58,00
Comprimento Livre Interna .......................... 45,50
Válvulas emmm Casquilho da Biela emmm
Diâmetro da Haste ........................... 8,950 a 8,935 Diâmetro após Montado
Standard ........................................ 51,017 a 50,974
Folga da Válvula
na Guia .............................................. 0,050 a 0,085 1? Reparo ....................................... 50, 767 a 50,724
Folga Máxima .................................................. 0,12 2? Reparo ....................................... 50,717 a 50,474
Ângulo da Face de Largura .............................................. 30,80 a 31,00
Vendação ..........................................................45°
Folga entre o Casquilho
Profundidade da Válvula abaixo e o Moente ......................................... 0,034 a 0,087
da Face do Cabeçote ........................... 0,50 a 0,60
Carga de Aperto do
Profundidade Máxima .................................... 0,90 Casquilho .............................................. 0,05 a O, 10
Guia das Válvulas
1
emmm Comando de Válvulas emmm
Diâmetro Externo ........................... 13,036 - 13,028 Levantamento dos
Tuchos .............................................................. 7,42
Diâmetro Interno
após a Montagem .......................................... 9,020 Desgaste Máximo
dos Cames ............................................... 0,2 radial
Interferência de
Montagem .......................................... 0,036 - 0,010
Sede Postiça das Válvulas 1 emmm
Diâmetro Externo Admissão ........ 41,135-41, 125
Biela
1
emmm
Diâmetro de Alojamento
do Casquilho .................................. 54,009-53.990
Diâmetro Externo Escape ............. 37;135-37, 125 Largura do Alojamento
Ângulo da Face de
do Casquilho .......................................... 33,9 - 33,5
Vedação ......................................................... 44,5° Diâmetro do Alojamento
da Bucha da Biela .......................... 32,016-32,000
Interferência de
Montagem .......................................... O, 100 - O, 135 Fotga Axial. ........................................ O, 100- 0,202
Folga Radial ....................................... 0,034- 0,087
Bomba do Óleo Lubrificante 1 emmm
Desalinhamento ............................................ 0,020
Folga Axial das
Empenamento Máximo ................................ 0,050
Engrenagens ...................................... 0,050- O, 127
Folga das Válvulas a Frio emmm
Eixo dos Balancins emmm
Admissão ......................................................... O, 10
Diâmetro ......................................... 18,980-18,967
Escape .............................................................. 0,10
D29
Bucha da Biela
1
emmm
Diâmetro Externo ........................... 32,011 - 32,050
Diâmetro lnterno ............................ 28,036 - 28,078
Folga entre o Pino do
Êmbolo e a Bucha .............................. 0,036 - 0,082
Desgaste Máximo
Admissível. .................................................... O, 110
Cilindro
1
emmm
Diâmetro Interno
Standard ............................................ 90,00 a 90,02
1? Reparo ........................................... 90,25 a 90,27
2? Reparo ........................................... 90,50 a 90,52
Desgaste Máximo ............................................ 0,10
Ovalização Máxima ....................................... 0,050
Conicidade Máxima ...................................... 0,025
Altura do Cilindro ............................... 118,8- 118,6
Árvore de Manivelas
1
emmm
Diâmetro dos Moentes
Standard ............................................ 50,93 a 50,94
1? Reparo ........................................... 50,68 a 50,69
2? Reparo ........................................... 50,43 a 50,44
Desgaste Máximo ........................................... 0,10
Ovalização Máxima ......................................... 0,01
Conicidade Máxima ........................................ 0,10
Largura dos Moentes ....................... 40,00 a 40,06
Raio de Concordância .............................. 3,9 a 4, 1
com rebaixo de ..................................... 0,05 a 0,07
Folga Axial da
Árvore ..................................................... 0,30 a 0,40
030
Árvore de Manivelas l emmm
Diâmetro dos Munhões
"A"
Standard ............................................ 54,03 a 54,04
1? Reparo ........................................... 53,78 a 53,79
2? Reparo ........................................... 53,53 a 53,54
"B" Central
Standard ............................................ 60,89 a 60,91
1? Reparo ........................................... 60,64 a 60,66
2? Reparo ........................................... 60,39 a 60,41
"C"
Standard ............................................ 66,01 a 66,02
1? Reparo ........................................... 65,76 a 65,77
2? Reparo ........................................... 65,51 a 65,52
Desgaste Máximo ........................................... 0,10
Ovalização Máxima ......................................... 0,01
Conicidade Máxima ........................................ 0,01
Largura dos Munhões
"B" Central. ....................................... 32,97 a 33,03
Raio de Concordância
Munhão "A" e "C" ............... 1,5 e 2,5 (lado haste)
Munhão "B" ....................................................... 3,5
Êmbolo emmm
Diâmetro
Standard ............................................ 89,93 a 89,95
1? Reparo ........................................... 90,18 a 90,20
2? Reparo ........................................... 90,43 a 90,45
Largura do
1? Canalete ........................................... 2,60 a 2,62
2? Canalete ........................................... 2,56 a 2,58
3.? Canaleta ........................................... 5,04 a 5,06
Diâmetro do Alojamento
do Pino ............................................ 28,005- 28,000
. i
j
f'"
1, ;
4 i
i -'
t
Anéis de Segmento
1
emmm
Folgado
1? Canalete O, 11 a 0,14
2? Canalete ........................................... 0,07 a O, 10
3? Canalete ........................................... 0,05 a 0,08
Folga entre Pontas
1? Anel. .................................................. 0,40a0,65
2? Anel ................................................... 0,40 a 0,65
3? Anel ................................................... 0,30 a 0,60
Desgaste Máximo ............................................. 1,5
Pino do Êmbolo emmm
Diâmetro ........................................ 27,996 a 28,000
Comprimento .................................... 77,00 a 76,80
Altura da Câmara de Combustão 1 emmm
Entre a Face do Cabeçote
e o Êmbolo ............................................. 0,85 a 0,95
D31
TABELA DE TORQUES
MOTOR AGRALE M790
Torque
Especificação Recomendado
Identificação Completa Aarale Código Agrale Nota
Agrale kgfm Nm
Porca do Parafuso Prisioneiro M9 X 1,25 Roscas e Superfícies de Apoio
do cilindro Especial 5,0 50 7007 .004.016.00.0 Deverão ser Lubrificadas
Parafuso da Biela M10 Especial Roscas e Superfícies de Apoio
Classe 12.9 6,0 60 7006.004.022.00.0 Deverão ser Lubrificadas
Parafuso dos Contrapesos da M10 4101.037.098.02.9 M10 x 30 DIN 912
Árvore de Manivela Classe 10.9 6,5 65 4101.038.001.02.2 M10 x 45 DIN 912
Porca do Flange do Mancai M10 DIN 934
Classe 8.8 5,0 50 4102.011.011.00.4
Parafuso de Fixação M8 x 5 DIN 931
do Porta-Injetor Classe 8.8 1,0-1,5 10-15 4101.045.037.01 .9 Apertar Uniformemente
Porca de Capa 7003.008.011.00.6 M14 x 1,5 (bico)
Conexão dos Tubos 3,5 35 7006.008.002.00.8 M12 x 1,5 (bomba)
Porta-Válvula da 7007.008.024.00.0 Um Torque maior pode
Bomba Injetora 3,2·3,5 32-35 bloquear a Bomba Injetora
Porca de Capa do (Conjunto)
Bico Injetor 8,0 80 7006.008.028.00.3 M22 x 1,5
Fixação do Eixo dos Balancins M10 x 1 Classe 8.8
Autofreno 5,0 50 7006.006.023.00.6 Apertar em Conjunto
Fixação do Eixo dos Balancins M8 DIN 934
Classe 8.8 3,0 30 4102.011.007.02.8 Apertar em Conjunto
Parafuso de Fixação do Volante M12 x 75 DIN 912
Classe 12.9 14,5 145 4101.038.014.01. 7
Parafuso para Fixação do M12 x 55 DIN 912
Mancai Central Classe 10.9 11,0 110 4101.038.012.01 .1
Parafuso para Fixação do M12 x 110 DIN 912
Mancai Central Classe 10.9 11,0 110 4101.038.017.01 .O
t:>arafuso da Engrenagem da M16 x 35 DIN 912
Arvore de Manivela Classe 10.9 19,0 190 4101.038.050.01 .1
Parafuso de Fixação da M8 DIN 912
Flange do Filtro de Óleo Classe 8.8 3,0 30 4101.037 .082.01 .5
Parafuso de Fixação da Tampa M8 DIN 912 4101.037.092.01 .4 M8 x 60
de Comando Classe 8.8 3,0 30 4101.037 .082.01 .5 M8x 20
Parafuso de Fixação da M10 DIN 912 4101.038.003.01 .o M10 X 55
Tampa de Comando Classe 8.8 5,0 50 4101.037 .096.01 .5 M10 x.·20
4101.038.015.01 .4 M10 X 80
4101.Q38.005.01 .5 M10 X 65
Obs.: Limpar bem os parafusos e usar óleo para lubrificá-los ao dar o torque.
D32
TABELA DE TORQUES
MOTOR AGRALE M790
Torque
Especificação Recomendado
Identificação Completa Aorale Código Agrale Nota
Agrale kgtm Nm
Parafuso de Fi_xação M8 DIN 931
da Bomba de Oleo Classe 8.8 3,0 30 4101.045.033.01 .8 M8x 35
Fixação da _Engrenagem M10
Bomba de Oleo Autofreno 3,0 30 7007.007.008.00.4
Parafuso Fixação
do Suporte - Tubo M8 DIN 933
das Varetas Classe 8.8 3,0 30 4101.047.087.05.3 M8x18
Parafuso de Fixação M8 DIN 912
da Tampa do Cárter Classe 8.8 3,0 30 4101 .037 .090.01 .8 M8x 45
Fixação dos Balancins M8 DIN 934
Classe 10 3,0 30 4102.011.007.02.8
Bujão Válvula M22
Sobrepressão DIN 908 5,0 50 4010.012.005.00.0 M22 X 1,5
APLICAÇÃO DE COLA NO M790
Componente Qte. Finalidade Tipo de Local de Aplicação Observação
Cola
Parafuso Prisioneiro M8 x 25 04 Vedação e travamento junto Loctite 271 No Parafuso Prisioneiro Fixação Bomba Injetora
DIN 938 8.8 · 4101.051.013.01.1 Bloco do Motor
Parafuso Prisioneiro M10 x 20 04 Vedação e travamento junto ao Loctite 271 No Parafuso Prisioneiro Fixação Flange Mancai
DIN 835 8.8 · 4101.035.017.01.3 Bloco do Motor Virabrequim
Parafuso Prisioneiro M8 x 20 02 Vedação e travamento _junto ao Loctite 271 Em um prisioneiro e no furo Fixação Conjunto Eixo
DIN 939 8.8 • 4101.050.011.01.6 Bloco do Motor roscado cego Acelerador
Parafuso Sextavado M6 x 20 02 Vedação preventiva e travamento Loctite 271 No furo roscado cego Fixação Bomba Alimentadora
DIN 933 8.8 · 4101.047.068.01.2 junto ao Bloco do Motor
Parafuso Prisioneiro do 02 Vedação preventiva junto ao Loctite 271 No furo roscado cego Prisioneiros próximos às
Cilindro - 7007.001.014.00.8 Bloco do Motor galerias de óleo
Tampa Roscada - 01 Vedação e travamento junto Loctite 271 Na tampa e no furo -
7007.001 .003.00.1 Bloco do Motor roscado
Bujão Tampa Inferior - 01 Travamento junto a tampa Loctite 271 No Bujão Fixação Tubo
7007.001.026.00.2 inferior
Tampa de Vedação D= 18 01 Vedação preventiva junto a Loctite 271 Na tampa de vedação -
DIN 443 • 4012.010.009.00.0 tampa inferior
Parafuso Sext. Interno M8 x 20 02 Vedação preventiva junto ao Loctite 271 No furo roscado cego Fixação Flange FIitro Óleo
DIN 912 8.8 • 4101.037.082.01.5 Bloco do Motor
Pino Vedador - 02 Vedação preventiva junto ao Loctite 271 No Pino -
7007.001 .007.00.2 Bloco do Motor '
Pino Vedador - 03 Vedação preventiva junto ao Loctite 271 No pino -
7007.001.034.00.6 Bloco do Motor
Parafuso Sextavado Interno 04 Travamento preventivo junto ao Loctite 271 No parafuso Fixação Suporte Contrapesos
7007.005.031.00.8 Comando de Válvulas
Parafuso Sext. Interno M8 x 20 02 Travamento preventivo junto ao Loctite 271 No parafuso Fixação Tampa Comando
DIN 912 8.8 • 4101.037.082.01.5 Bloco do Motor (Região do BAP)
Parafuso Sext. Interno M10 x 20 01 Travamento preventivo junto ao Loctite 271 No parafuso Fixação Tampa Comando
DIN 912 8.8 • 4101.037.096.01.5 Bloco do Motor (Interno Inferior)
Bujão M10 x 1,5 DIN 906 03 Travamento e vedação junto á Loctite 271 No Bujão -
4018.011.020.00.0 Tampa de Comando
Parafuso Sext. M6 x 16 DIN 93.3 02 Vedação junto ao Suporte das Loctite 271 No parafuso Fixação Guia Haste
8.8 - ZnAm • 4101.047.066.05.7 Varetas Acionamento
Parafuso Prisioneiro M8 x 70 02 Travamento e vedação junto ao Loclite 271 No Parafuso Prisioneiro Fixação Suporte Balancins
DIN 835 88 • 4101.035.020.01.7 Cabeçote do Cilindro
D33
Componente Qte.
Bujão - 7007.001.030.00.4 02
Interruptor Pressão Óleo 01
8005.111.033.00.8 (Opcional)
Parafuso Sext. Interno M8 x 18 03
DIN 912 8.8 - 4101.037.081.01.7 -
opc.
Parafuso Sext. Interno M15 x 50 02
DIN 912 8.8- 4101.038.002.01.2
opc.
Parafuso Sextavado M10 x 100 02
DIN 931 8.8 - 4101.045.067.01 .6
opc.
Arruela - Parafuso Prisioneiro 02
Cilindro - 7007.004.017.00.8
· Porc;a-;>arafuso Prisioneiro 02
Cilindro - 7007.004.016.00.0
Parafuso sem cabeça M8 x 8 01
DIN 913 8.8 - 4101.040.014.01.3
Porca Sextavada M8 DIN 934 01
Classe 8 ZnAm -
4102.01 .007 .05.1
Tampa de Comando 01
7007.005.013.00.6 - Opcionais:
7007.005.013.01.4
7007 .005.013.02.2
Calço de Ajuste cn
7007.008.003.00.4 (0,2)
7007.008.003.01.2 (0,3)
7007.008.003.02.0 (0,5)
APLICAÇÃO DE COLA NO M790
Finalidade Tipn de Local de Aplicação
Cola
Vedação preventiva e Loctite 271 No Bujão
travamento junto ao Bloco do
Motor
Vedação e Travamento junto ao Loctite 271 No interruptor
Bloco do Motor
Vedação junto a Tampa de Loctite 271 No Parafuso
Comando
Vedação junto á flange Loctite 271 No Parafuso
Vedação junto á flange Loctite 271 No Parafuso
Vedação junto ao Suporte dos Loctite 567 Na Arruela
Balancins
Vedação junto ao Parafuso Loctite 567 No Parafuso Prisioneiro
Prisioneiro do Cilindro
Vedação junto ao Bloco do Loctite 567 No furo roscado
Motor
Vedação junto ao Parafuso Loctite 567 No Parafuso Prisioneiro
Prisioneiro Conjunto Respiro
Vedação junto ao Bloco do Loctite 515 Na Tampa
Motor
Vedação entre calços de ajuste Loctite 515 Nos calços
e entre último calço de ajuste
e calço Bomba Injetora
D34
Observação
Lado Comando e Lado Volante
Limpar furo roscado no Bloco
Fixação Flange Bomba
Hidráulica (Nos 3 furos
passantes
Fixação Bomba Hidráulica
Fixação Bomba Hidráulica
Vedação Prisioneiro Comprido
Vedação Prisioneiro Comprido
No furo roscado interno
Na porca externa - Fixação
Montagem Bomba Injetora
{
'
í
MONTAGEM DO MOTOR M790
1. Colocar o eixo da alavanca do acelerador com
o anel de vedação novo.
2. Colocar a mola de torção.
3. Colocar a alavanca do regulador junto com a
alavanca de ligação e junto com a haste de
acionamento da bomba injetora.
4. Montar no eixo a mola de torção e alavanca de
ligação.
5. Montar o pino elástico observando para que fi
que paralelo ao eixo, a fim de permitir o livre
movimento da alavanca de ligação em relação
ao eixo.
/
Fig. 092 - Alavanca do acelerador
6. Montar a flange de atrito e a alavanca do ace
lerador, ajustando a folga.
7. Colocar a mola da haste de acionamento.
8. Colocar a tampa dos tuchos (guia do acelera
dor) cuidando para que não danifique a mola
ao montá-la.
Torque dos Parafusos:
20 Nm - 2,0 kgfm
Obs.: Aplicar torque de forma cruzada.
035
Fig. 093 - Alavanca do acelerador
9. Colocar o botão auxiliar de partida deixando o
excêntrico numa posição intermediária.
rn. Colocação da tampa roscada do lado do vo
lante.
Aplicar cola Loctite 271 na rosca e enroscar a
tampa até obtermos a medida de 254,10 +/-
0,03 mm da face do bloco até a tampa. Com is
to estamos ajustando a folga axial do eixo de
comando.
Fig. 094 - Ajustagem da folga axial do comando
11. Colocar o casquilho de encosto no lado do co
mando, utilizar p dispositivo adequado.
Nota: Observar o posicionamento correto em re
lação ao pino-guia do casquilho.
o
o
Fig. D95- Colocação do casquilho de encosto
12. Colocar a arruela do casquilho de encosto (la
do interno).
Fig. D96 - Colocação do casquilho de encosto
13. Girar o motor e lubrificar os munhões da árvo
re de manivela montando esta com o mancai
central já inserido, porém sem os contrape
sos.
Fig. D97 - Colocação da árvore de manivela
Após, fixar o mancai central e a capa do man
cai central, observando o torque de 110 Nm
(11 kgfm).
15. Montar a flange traseira cuidando a posição
do furo de lubrificação. Observar o torque de
50 Nm (5,0 kgfm).
15.1. Colocar a arruela defletora com o auxílio de
um dispositivo adequado.
Obs.: A arruela não pode interferir com a
flange nem com o retentor; deve ficar
numa posição intermediária.
15.2. Usar um dispositivo adequado para não dani
ficar o retentor ao colocar aflange da árvore
de manivela.
Fig. D98- Colocação da flange
16. A seguir, verificar se a árvore de manivela gira
livremente.
17. Colocar os contrapesos observando a posição
(marcação feita na desmontagem).
D36
Verificar o alinhamento dos contrapesos e ob
servar o torque de 65 Nm (6,5 kgfm) nos para
fusos.
18. Enroscar parafusos guias na árvore de mani
vela, a fim de facilitar o correto posicionamen
to do volante. Devemos enroscar um dos para
fusos no local da bucha-guia.
19. Colocar o volante.
20. Enroscar os parafusos de fixação, frear o vo
lante com um dispositivo adequado e apertar
os parafusos de forma cruzada até obter o tor
que de 145 Nm (14,5 kgfm).
21. Retirar o freio do volante.
22. Medir a profundidade da engrenagem. Efetuar
medida da ponta da árvore de manivela até o
casquilho de encosto (forçando o volante até
o encosto).
(
(
..
A diferença de medida é a folga axial da árvo
re de manivela.
Folga Axial em mm
0,30 a 0,40
Caso essa folga não seja encontrada deve-se
substituir a engrenagem por outra até que se
encontre a folga axial recomendada.
Fig. D99 - Verificação da engrenagem
23. Colocar o anel de vedação e a chaveta na ár
vore de manivela.
24. Frear o volante com um dispositivo adequado.
25. Coloque a engrenagem a quente ( + /- 80ºC) ou
então utilizar o dispositivo 7007.099.010.00.9.
D37
Fig. 0100- Colocação da engrenagem com
dispositivo
26. Observar o torque de 190 Nm (19 kgfm) no pa
rafuso da engrenagem.
27. Retirar o freio do volante.
28. Conferir a folga axial através do dispositivo
adequado.
Fig. D101 - Verificação da folga axial
29. Montar a bomba do óleo lubrificante (a mes
ma não utiliza junta).
Fig. D102 - Montagem da bomba do óleo
30. Montar a engrenagem da bomba observando a
marcação.
31. Frear o volante com um dispositivo adequado
e aplicar o torque na porca da engrenagem da
bomba.
32. Retirar o dispositivo que freia o volante.
33. Montar a válvula de alívio do óleo.
34. Montar o rolamento menor do eixo de coman
do.
35. Colocar os tuchos e montar o comando de vál
vulas. Observar para que seja colocado no
ponto (as marcas das engrenagens do coman
do e da árvore de manivela devem coincidir).
Fig. 0103- Montagem do comando
36. Colocar o guia do retentor na árvore de mani
vela e montar a tampa. Observar o torque dos
parafusos.
Torque kqfm Nm
Parafuso M8 3,0 30
Parafuso M10 50 50
Fig. D104- Montagem da tampa do comando
37. Lubrificar os moentes da árvore de manivela e
montar o conjunto do cilindro, êmbolo e biela
(1 ).
D38
Montar a capa da biela observando o torque
de 60 Nm (6,0 kgfm).
Fig. D105-Aperto nos parafusos da biela
Montar o conjunto do cilindro, êmbolo e biela
(2). Montar as chapas defletoras de ar para
prender os dois cilindros e montar a capa da
biela (2) observando o torque.
Fig. D106- Montagem das chapas defletoras
38. Folga da câmara de combustão.
Para se verificar a folga da câmara de com
bustão deve-se utilizar um microcomparador e
o dispositivo 7003.099.012.00.4 juntamente
com os prolongadores.
Colocar o microcomparador no dispositivo,
apoiar o suporte num desempeno (superfície
rigorosamente plana) e zerar o microcompara
dor no visor.
\
\
'
Colocar o conjunto apoiado no cilindro (haste
do microcomparador apoiada no êmbolo e na
superfície mais alta).
Apertar o conjunto contra o cilindro e deslo
car o êmbolo ao PMS verificando-se qual é a
folga existente.
Folga Recomendada em mm
0,85 a 0,95
Como a altura deve ser de 0,85 a 0,95 mm, para
determinar a espessura da junta basta sub
trair o valor indicado pelo valor encontrado.
Esta diferença será a espessura da junta.
Nota: Deve-se efetuar o cálculo para cada um
dos cilindros.
Ex.:Folga encontrada no cilindro 1 = 0,030 mm
0,85 - 0,30 = 0,55 mm
0,95 - 0,30 = 0,65 mm
A junta a ser utilizada deverá ter uma espessu
ra mínima de 0,55 mm e máxima de 0,65 mm
para o cilindro 1.
Executar o mesmo procedimento para o cilin
dro 2.
Fig. D107 - Medida da folga da câmera
39. Montar o tubo protetor das varetas com as
molas para baixo.
D39
Fig. D108- Tubo protetor das varetas
40. Colocar as juntas nos cabeçotes. Antes de
dar o aperto nas porcas dos parafusos prisio
neiros colocar o coletor dos gases de escape
para alinhar os cabeçotes. Cuidar para que os
anéis de vedação dos tubos das varetas este
jam bem posicionados.
Torque nas porcas dos cabeçotes:
1 :'- Etapa (sem os balancins)
Iniciar o aperto com um torque de 30 Nm (3,0
kgfm), finalizando com o torque de 50 Nm (5,0
kgfm).
Nota: O aperto das porcas deve ser dado de
forma cruzada, na seguinte ordem,
partindo do "1" até o "4".
Fig. D109-Aperto das porcas dos prisioneiros
2~ Etapa (com os balancins)
Colocar as varetas e os balancins, não esque
cendo ajunta do suporte dos balancins.
Ao dar o torque nas porcas, cuidar para que
seja dado o torque de 30 Nm (3 kgfm) nas por
cas M13 (6) e M14 (5) dos balancins. Após, dar
o torque final de 50 Nm (5 kgfm) na porca M14
(5) de cada cabeçote.
Fig. D110 - Torque nas porcas dos balancins
41. Regulagem das válvulas
A folga das válvulas do motor M790, quer para
admissão ou escape, é de O, 1 mm com motor
frio.
Para alcançar a regulagem das válvulas pro
ceder da seguinte maneira:
- Girar o motor em sentido horário (olhando
se para o volante) até o final da compressão
do cilindro n? 1 (lado oposto do volante).
Olhando-se no visor, deve aparecer no volante
as indicações OT ou PS, neste caso, proceder
a regulagem de válvulas do cilindro n? 1.
1 Folga das válvulas
a frio (em mm)
Fig. D111 - Regulagem das válvulas
0,10
/
/
D40
A regulagem das válvulas no cilindro n? 2 de
ve ser feita quando o pistão n? 2 estiver no
PMS, ou seja, no final da compressão.
Pode-se conseguir isto através do giro do vo
lante em meia volta no sentido anti-horário, ou
uma volta e meia no sentido horário, após ter
regulado as válvulas do cilindro n? 1.
42. Montar a válvula de respiro e o tubo.
43. Regulagem do Ponto de Injeção
43.1. Posicionar o eixo de comando com o ressal
to virado para baixo. Aferir, com o paquíme
tro de profundidade, a altura da face do blo
co (onde assenta a bomba injetora) até o ca
rne do comando de válvulas e comparar com
o indicado na plaqueta de identificação da
bomba injetora (82,8 + /- 0,2 mm). Se neces
sário ajustar com calços.
Fig. D112 - Aferição da altura da face do bloco
43.2. Colocar a bomba injetora, cuidando a posi
ção da cremalheira e a alavanca do acelera
dor.
Fig. D113- Montagem da bomba injetora
'j
\
·,
• 1
Nota: A bomba deve ser montada livremen
te sem interferência.
43.3. Girar o volante alinhando as marcas de refe
rência do ponto existentes no bloco do mo
tor e no volante, na fase de compressão do
cilindro n? 1.
~:H~%-~-~~1JJf f,~
: ... ·.· .. :.·. . :,.· ........ .
Fig. D114 -Alinhamento das marcas
43.4. Retirar o porta-válvula para o cilindro n? 1,
bem como a mola com a peça de enchimento
e o elemento da válvula de pressão.
ANEL DE VEDAÇÃO
ViLWLA OE PRESSÃO
Fig. 0115- Porta-válvula
43.5. Colocar o dispositivo 7003.099.013.00.2 e in
troduzir o relógio comparador com a haste
de extensão, aplicando uma pré-carga de 3
mm no relógio.
Nota: Comprimento da haste de extensão:
70mm
D41
Fig. D116- Instalação do dispositivo para
regulagem do ponto de injeção
43.6. Girar o BAP deixando o excêntrico voltado
para a bomba injetora.
Fig. 0117 - Acelerador e BAP
43.7. Acelere o motor sem puxar o BAP.
43.8. Observar a curva de regulagem descrita na
plaqueta do motor, rotação máxima e o pon
to de injeção.
C1S Rotação Final de
C1S ·-
Tipo ~ º- Máxima Injeção e: :s::
:J cQ) ~ com graus ü --o Carga APMS a.
11 O 1800 17
A
17,6 3000 205
M790 .s 12 5 1800 17
14 8 3000 20,5
F 220 3000 20.5
V22 B 16,2 2200 19
43.9. Acoplar um tanque de óleo diesel a uma al
tura mínima de 01 metro acima da bomba
(evitar curvasna tubulação do óleo diesel).
Fig. 0118 - Colocação de um tanque
43.10. Abrir o registro do óleo diesel a fim de que
este escorra através de dispositivo conta
gotas (não deve existir vazamentos).
43.11. Girar o volante no sentido de giro do motor.
Na fase de compressão o óleo passará a
gotejar pelo dispositivo contagotas.
Quando passar a escorrer uma gota de ca
da 10 a 20 segundos ali será o inicio da inje
ção. Após o início da injeção deve-se conti
nuar girando o volante. Durante alguns
graus não sairá óleo. No instante que reini
ciar a gotejar (1 gota de cada 1 O a 20 segun
dos) se terá o final da injeção (ou o ponto).
Caso não ocorra a gota, deve-se girar nova
mente o BAP e repetir a operação 43.10.
43.12. Agora deve-se zerar o relógio comparador e
observar no volante como foi efetuada a in
jeção: adiantada, atrasada ou no ponto.
D42
Tipoc
kWC
[
Fig. D119 · Coincidência das marcas
43.13. Girar o volante até coincidir as marcas de
referência do ponto no bloco e no volante,
sempre observando a quantia, em centési
mos de mm, indicada pelo relógio compara
dor.
Se a injeção ocorreu adiantada adiciona
mos calços na mesma quantia indicada pe
lo relógio comparador.
Se a injeção ocorreu atrasada retiramos
calços na mesma quantia indicada pelo re
lógio comparador.
43.14. Deve-se confirmar se o ponto de injeção es
tá correto, repetindo a operação 43.13. Uma
vez regulado o ponto de injeção procede-se
a regulagem do curso útil.
cO Rotação Curso
Tipo cO º- Máxima · Útil da > e~ ....
::l e~ Máxima Máxima ...
:J .§ Cll • "O Q) -- ·~ 6 o =·2+ oE 6
Q) •Cll -- e Q)
Cll X O>
Q) •Cll ,._
"O o, ·:::i co E ,._ -o - ü ~t3 ,._ Cll Cll o.oE2o e: e: o 2::-~ Cll ~ E cn·c::; ,Q) ~E - o -o :::, Cl. :::, o E :::i._ o CL O
~ om~~E 0 CL a: ü
A 0,82 11,0 1800
17,6 3000
29
12,5 1800 M790 8 0,89
19,8 3000
F 0,93 19 22,0 3000
V22 8 0,90 32 16,2 2200
* Curva A - Rotação e carga constante.
* Curva 8 - Rotação constante e carga variável.
* Curva F - Rotação e carga variáveis.
Obs.: Para maior vida útil, deve-se selecionar um
motor com potência 10% superior à regula
da pelo equipamento.
,._
o
"O
Cll - (/) o Cll :::, o •Cll
"O gi (/) o,
Q) Q) oa: Cl. ,._ Ú) Ú) ·e_ ;;:o Cll o
.;:; "O ~ ~ -co ou
i+ -o- e: Cll CL a..
o E o- Q) Ü('\J
.;:; E "O "O o (/)
"O •Cll (/) •co E Q) Q) o •Cll Q)- cii Cll ·- o,~ - o,:::I (/) ü
E co -oa: Cll Q) Cll u- ü Q) ,._ (/) --
•Cll o ºº º· o E~Q.
c __ L
Q) O> ·- e (9 ,.._ .:,,:: º~ .....J~ Z-o
LL __
a.._
3,2 17°
4,0 oº 20,5°
3,2 -o-g 17°
Cll" Cll 2 180
4,0 oE 20,5° ~o
4,0
ü 20,5°
4,0 19°
Redução de potência:
a) Perde-se 1 % para cada 100 metros acima dos
300 metros sobre o nível do mar.
b) Perde-se 4% para cada 10ºC de temperatura
acima de 20°C.
e) Quanto à umidade, pouco influi.
D45
-.-. ,_
()
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40
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Potência veículo { N F = Carga e velocidade angular variáveis.
N Potência continua {NA= Carga e velocidade angular constantes.
NB=Carga variável e velocidade angular constante.
M =Momento. de força para potência veículo plena carga.
n = Velocidade angular.
q = Consumo específico de combustível com cargas parc1a1s.
Q = Consumo absoluto de combustfvel com cargas parciais .
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PLANO DE MANUTENÇÃO
1. Manutenção diária ou a cada 10 horas.
-Verificar o nível do óleo do cárter; completar,
se necessário.
-Filtro de ar; trocar o óleo do filtro de ar caso
o motor trabalhe em ambientes poeirentos.
-Abastecer o tanque de óleo combustível, cui
dando para não derramar.
-Limpar as aletas do cilindro e cabeçote, ca
so necessário.
·2. Manutenção semanal ou a cada 60 horas.
-Verificar a solução ácida da bateria.
-Verificar a tensão da corrente do alternador.
-Abastecer o tanque de combustível.
- Lavar a cuba e a tela do filtro de ar e trocar o
óleo.
- Limpar as aletas do cilindro e cabeçote.
- Limpar