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GESTÃO DA 
QUALIDADE E 
PRODUTIVIDADE
Stefania Márcia de 
Oliveira Souza
 
Normas de certificação 
no agronegócio 
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 � Descrever as normas da certificação no agronegócio.
 � Aplicar as penalidades de acordo com as normas exigidas.
 � Elaborar processos de certificação de empresas.
Introdução
A normalização é a atividade que estabelece, em relação a problemas 
existentes ou potenciais, prescrições destinadas à utilização comum e 
repetitiva com vistas à obtenção do grau ótimo de ordem em um dado 
contexto. Consiste, em particular, na elaboração, difusão e implementação 
das normas.
A normalização é, assim, o processo de formulação e aplicação de 
regras para a solução ou prevenção de problemas, com a cooperação 
de todos os interessados, e, em particular, para a promoção da economia 
global. No estabelecimento dessas regras recorre-se à tecnologia como 
o instrumento para estabelecer, de forma objetiva e neutra, as condições 
que possibilitem que o produto, projeto, processo, sistema, pessoa, bem 
ou serviço atendam às finalidades a que se destinam, sem se esquecer 
dos aspectos de segurança.
Norma é o documento estabelecido por consenso e aprovado por um 
organismo reconhecido, que fornece regras, diretrizes ou características 
mínimas para atividades ou para seus resultados, visando à obtenção de 
um grau ótimo de ordenação em um dado contexto.
A norma é, por princípio, de uso voluntário, mas quase sempre é 
usada por representar o consenso sobre o estado da arte de determi-
nado assunto, obtido entre especialistas das partes interessadas. Elas 
não são obrigatórias por lei, e então é possível fornecer um produto 
ou serviço que não siga a norma aplicável no mercado determinado. 
Em diversos países há obrigatoriedade de segui-las, pelo menos em 
algumas áreas (para o caso brasileiro, existe o Código de Defesa do 
Consumidor).
Por outro lado, fornecer um produto que não siga a norma apli-
cável no mercado-alvo implica esforços adicionais para introduzi-lo 
nesse mercado, que incluem a necessidade de demonstrar de forma 
convincente que o produto atende às necessidades do cliente e de 
assegurar que questões como intercambialidade de componentes e 
insumos não representarão um impedimento ou dificuldade adicional. 
Do ponto de vista legal, em muitos mercados, quando não é seguida a 
norma aplicável, o fornecedor tem responsabilidades adicionais sobre 
o uso do produto.
Normas da certificação no agronegócio
O conjunto de normas e técnicas é de aplicação em instituições que buscam 
a gestão da qualidade, confiança nos fornecedores, qualidade do produto, 
satisfação do cliente etc.
As normas asseguram as características desejáveis de produtos e serviços, 
como qualidade, segurança, confiabilidade, eficiência, intercambialidade, bem 
como respeito ambiental –, e tudo isso a um custo econômico.
Quando os produtos e serviços atendem às expectativas, tende-se a tomar 
isso como certo e a não ter consciência do papel das normas. Há a preocupação 
quando produtos se mostram de má qualidade, não se encaixam, são incom-
patíveis com equipamentos, não são confiáveis ou são perigosos. Quando os 
produtos, sistemas, máquinas e dispositivos trabalham bem e com segurança, 
quase sempre é porque eles atendem às normas.
As normas têm uma enorme e positiva contribuição para a maioria dos 
aspectos da vida, pois:
 � tornam o desenvolvimento, a fabricação e o fornecimento de produtos 
e serviços mais eficientes, mais seguros e mais limpos;
 � facilitam o comércio entre países tornando-o mais justo;
 � fornecem aos governos uma base técnica para saúde, segurança e le-
gislação ambiental, e avaliação da conformidade;
 � compartilham os avanços tecnológicos e a boa prática de gestão;
 � disseminam a inovação;
Normas de certificação no agronegócio2
 � protegem os consumidores e usuários em geral, de produtos e serviços; 
 � tornam a vida mais simples, provendo soluções para problemas comuns.
A Organização Internacional para Padronização (ISO) tem como objetivo 
criar normas que facilitem o comércio e promovam as boas práticas de gestão 
e o avanço tecnológico. No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas 
(ABNT) é a representante nacional da ISO.
Essas normas certificam produtos e serviços em várias organizações no 
mundo todo. A normalização está baseada em um documento, que oferece um 
modelo padrão para a implantação do Sistema de Gestão da Qualidade (Figura 1).
A expressão ISO 9000 designa um grupo de normas técnicas que esta-
belecem um modelo de gestão da qualidade para organizações em geral, 
qualquer que seja o seu tipo ou dimensão. A sua função é a de promover a 
normatização de produtos e serviços, para que a qualidade dos mesmos seja 
permanentemente melhorada. 
Essa família de normas estabelece requisitos que auxiliam a melhoria dos 
processos internos, a maior capacitação dos colaboradores, o monitoramento 
do ambiente de trabalho, a verificação da satisfação dos clientes, colaboradores 
e fornecedores, num processo contínuo de melhoria do sistema de gestão da 
qualidade. Aplicam-se a campos tão distintos quanto materiais, produtos, 
processos e serviços (CONCEIÇÃO; BARROS, 2005).
Os processos organizacionais necessitam ser verificados através de audi-
torias externas independentes.
No Brasil, essas normas são compostas pela sigla NBR. Elas são criadas 
e gerenciadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). As 
normas mais conhecidas são:
 � ABNT NBR ISO 9000: Sistema de Gestão da Qualidade (fundamentos 
e vocabulário) - documento que contém todos os termos utilizados no 
sistema (ISO, 2010) (ASSOCIAÇÃO..., 2010).
 � ABNT NBR ISO 9001: Sistema de Gestão da Qualidade (requisitos) - 
explica os requisitos para obter a certificação (ASSOCIAÇÃO..., 2018).
 � ABNT NBR ISO 9004: Gestão para o Sucesso Sustentado de uma Or-
ganização (uma abordagem de Gestão da Qualidade) - é um documento 
com instruções para implantar o Sistema de Gestão da Qualidade.
As normas ISO 9000 e 9001, são as principais normas relacionadas ao 
modelo de gestão da qualidade. Essas normas são utilizadas por empresas 
3Normas de certificação no agronegócio
que desejam utilizar sistemas de gestão e serem certificadas por meio desse 
organismo internacional.
A empresa que escolhe seguir essas normas, deverá estipular as metas 
a serem atingidas para obter a certificação. Além disso, deverá passar por 
um projeto com várias etapas para implantar a gestão da qualidade e obter o 
certificado ISO.
De forma mais sintética, os requisitos da norma ISO 9001 estão agrupados 
em cinco itens básicos, atendendo o fluxo normal de processos, conforme segue: 
 � Sistema de gestão de qualidade: Sistema geral de gestão de qualidade 
e requisitos de documentação. 
 � Responsabilidade da gestão: comprometimento, foco no cliente, di-
retivas, planejamento e comunicação. 
 � Gestão de recursos: recursos humanos, infraestrutura e ambiente de 
trabalho. 
 � Realização do produto: Planejamento, processos relativos a clientes, 
projeto, compras, operações de produção e serviços e controle dos 
recursos de monitoração e medição. 
 � Medição, análise e aperfeiçoamento: Monitoração e medição, controle 
da conformidade ou não-conformidade de produtos, análise de dados 
e aperfeiçoamentos. 
Para que uma organização aplique uma norma ISO 9000, a gestão de-
verá ser baseada em políticas de qualidade, foco no cliente, planejamento 
de atividades, documentação de processos, bem como monitoramento e 
melhorias contínuas. 
Essa norma é focada nos clientes, de tal forma que o fornecedor conheça 
suas necessidades. A metodologia PDCA (Plan / Do / Check / Act) é utilizada 
para que os clientes tenham seus produtos e serviços dentro das especificações 
combinadas. 
A organização, além de ter suas atribuições perfeitamente definidas, indica 
níveis de responsabilidade dos colaboradores, que se envolvem com o processoda gestão da qualidade.
A ISO 9001:2008 é aplicável a qualquer tipo de organização, seja qual for seu 
objetivo ou tipo de atividade. Como cada organização tem suas peculiaridades, 
os documentos produzidos serão de complexidade diferenciada.
O APPCC auxilia na implementação da ISO 22000 (Gestão da Segu-
rança de Alimentos), pois compartilham requisitos de controle de riscos, 
criando um sistema de gestão baseado no ciclo de melhoria contínua, 
Normas de certificação no agronegócio4
permitindo a sua aplicação em qualquer organização da cadeia produtiva 
de alimentos. 
Para saber mais sobre educação e agronegócio, leia a obra Educação e agrone-
gócio: a nova ofensiva do capital nas escolas públicas, de Rodrigo de Azevedo Cruz 
Lamosa. 
Figura 1. Objetivos na normalização.
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas (2014, documento on-line).
5Normas de certificação no agronegócio
O nível de normalização pode ser realizado no âmbito de:
 � um país específico — denominada normalização nacional;
 � uma única região geográfica, econômica ou política do mundo — denominada 
normalização regional;
 � vários países do mundo — denominada normalização internacional.
De forma sistematizada, a normalização é executada por organismos que contam 
com a participação das partes interessadas no objeto da normalização e que têm como 
principal função a elaboração, aprovação e divulgação de normas.
Os níveis da normalização costumam ser representados por uma pirâmide, que tem 
em sua base a normalização empresarial, seguida da nacional e da regional, ficando 
no topo a normalização internacional.
Penalidades aplicadas por descumprimento 
das normas
Uma norma técnica é um documento normalmente produzido por um órgão 
oficialmente acreditado para tal, que estabelece regras, diretrizes, ou carac-
terísticas acerca de um material, bem como as informações básicas para o 
consumidor do produto, processo ou serviço.
Elas podem estabelecer requisitos de qualidade, de desempenho, de segu-
rança (seja no fornecimento de algo, no seu uso ou mesmo na sua destinação 
final), mas também podem estabelecer procedimentos, padronizar formas, 
dimensões, tipos, usos, fixar classificações ou terminologias e glossários, 
definir a maneira de medir ou determinar as características, como os métodos 
de ensaio.
As normas técnicas têm uma função orientadora, não apenas voltada para 
a qualidade, mas são também um instrumento de desenvolvimento.
A sua utilização traz diversos benefícios: elimina a variedade desneces-
sária, reduz custos operacionais, favorece a segurança, protege a saúde e o 
meio ambiente, permite a intercambialidade e incrementa a produtividade, 
mantendo a qualidade.
O cumprimento das normas técnicas é obrigatório para quem deseja entrar 
no mundo globalizado, o não cumprimento pode inviabilizar a exportação de 
produtos/serviços.
Embora não sejam leis, as normas técnicas têm força obrigatória, a não 
observância incide em risco. Significa que se está consciente de um resultado 
Normas de certificação no agronegócio6
lesivo. O descumprimento da norma implica em: sanção; punição; perda; gra-
vame. Pode trazer consequências desde indenização até processo de homicídio 
culposo ou doloso. Quando se descumpre uma norma, assume-se, de imediato, 
um risco. A consciência do resultado lesivo implica uma conduta criminosa, 
passível de punição pelo código penal.
O não cumprimento do atendimento aos requisitos legais (em algumas 
normas há o termo “requisitos estatutários”), poderá implicar na perda da 
certificação tão almejada e obtida após árduo trabalho e plena dedicação dos 
envolvidos.
A perda da certificação em face do não cumprimento de um requisito legal 
é apenas um dos reflexos negativos. Em linhas gerais — e saindo rapidamente 
da busca pela certificação —, o descumprimento de um requisito legal pode 
acarretar à empresa a imposição de inúmeras sanções, como a cassação/
cancelamento de algum documento oficial da organização, como licença, 
alvará, certidão, bem como a imposição de multas, interdições, embargos etc.
Processos de certificação de empresas
Para implantar as normas ISO 9000 em uma organização, é necessário contratar 
uma empresa de consultoria especializada no assunto, ou mesmo organizar 
um grupo de funcionários para realizar a atividade.
Para obter a certificação, é necessário que auditores de uma instituição 
credenciada façam uma auditoria. Assim, irão verificar e fazer um relatório 
sobre cada ponto relacionado às normas. 
Para implantar normas ABNT, qualquer pessoa pode demandar a elaboração 
de um documento técnico ABNT, para problemas existentes ou potenciais, 
que sejam recorrentes em diversas empresas. Para isto, deve encaminhar uma 
solicitação à gerência de planejamento e projetos, preenchendo o Formulário 
de Demanda.
Os documentos técnicos ABNT ficam disponíveis para que qualquer inte-
ressado possa desenvolver o mesmo produto, sistema ou processo. Dessa forma, 
não é possível elaborar documentos técnicos ABNT para produtos patenteados.
Os representantes das partes interessadas no assunto em questão podem 
participar das reuniões das Comissões de Estudo (CE) responsáveis pela 
elaboração ou revisão da norma. Basta solicitar sua participação na Comissão 
de Estudo. Os trabalhos das Comissões de Estudo podem ser acompanhados 
pela ABNT.
7Normas de certificação no agronegócio
Quando a CE aprova o texto-base, este é adequado e editorado como 
projeto de norma e é disponibilizado em Consulta Nacional. Nessa fase, 
qualquer pessoa pode recomendar a aprovação ou desaprovação do texto, ou 
sugerir modificações. 
O processo de elaboração de um documento técnico ABNT é iniciado a 
partir de uma demanda, que pode ser apresentada por qualquer pessoa, em-
presa, entidade ou organismo regulamentador, que estejam envolvidos com 
o assunto a ser normalizado.
A pertinência da demanda é analisada pela ABNT e, sendo viável, o assunto 
é levado ao comitê técnico correspondente para inserção em seu Programa 
de Normalização Setorial (PNS). Caso não exista comitê técnico relacionado 
ao assunto, a ABNT propõe a criação de um novo comitê, que pode ser um 
Comitê Brasileiro (ABNT/CB), um Organismo de Normalização Setorial 
(ABNT/ONS) ou uma Comissão de Estudo Especial (ABNT/CEE).
O assunto é discutido amplamente pelas Comissões de Estudo, com a 
participação aberta a qualquer interessado, independentemente de ser ou 
não associado à ABNT, até atingir consenso, gerando então um projeto 
de norma.
Antes do projeto de norma ser submetido à Consulta Nacional pela ABNT, 
ele é editorado e recebe a sigla ABNT NBR e seu respectivo número. Após 
ser editorado, o projeto de norma é submetido à Consulta Nacional, com 
ampla divulgação, dando assim oportunidade a todas as partes interessadas 
para examiná-lo e emitir suas considerações. A Consulta Nacional é reali-
zada pela internet. A relação dos projetos de norma em Consulta Nacional é 
publicada também no Diário Oficial da União.
Durante a Consulta Nacional, qualquer pessoa ou entidade pode enviar 
comentários e sugestões. Todos os comentários são analisados e respondidos 
pela Comissão de Estudo responsável, que realiza reunião para análise das 
considerações recebidas. Todos os interessados que se manifestaram durante 
o processo são convidados a participar dessa reunião, a fim de deliberarem, 
por consenso, se esse projeto de norma deve ser aprovado como documento 
técnico ABNT (ESPINDOLA, 2009).
Por fim, as sugestões aceitas são consolidadas no projeto de norma, que é 
homologado e publicado pela ABNT como documento técnico ABNT. 
Normas de certificação no agronegócio8
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 9004. Gestão para o 
sucesso sustentado de uma organização — Uma abordagem da gestão da qualidade. 
Rio de Janeiro: ABNT, 2010. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 31000. Gestão de 
riscos — Diretrizes. Rio de Janeiro: ABNT, 2018.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Objetivos.2014. Disponível em: 
. Acesso em: 15 jul. 2018.
CONCEIÇÃO, J. C. P. R; BARROS, A. L. M. Certificação e rastreabilidade no agronegócio: 
instrumentos cada vez mais necessários. Brasília, DF: Ipea, 2005. Disponível em: 
. Acesso 
em: 15 jul. 2018.
ESPÍNDOLA, A. A. Processo de certificação do etanol brasileiro. Revista de Ciências 
Gerenciais, v. 13, n. 17, p. 113-130, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 jul. 2018.
Leituras recomendadas
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Certificação: o que é certificação 
e como obtê-la? 2014. Disponível em: . 
Acesso em: 15 jul. 2018.
GESTÃO DE QUALIDADE. Normas ISO. 2018. Disponível em: . Acesso em: 15 jul. 2018.
LAMOSA, R. A. C. Educação e agronegócio: a nova ofensiva do capital nas escolas 
públicas. Curitiba: Appris, 2016.
MACHADO, R. L. P.; DUTRA, A. S.; PINTO, M. S. V. Boas práticas de fabricação (BPF). Rio 
de Janeiro: Embrapa, 2015. Disponível em: . Acesso em: 15 jul. 2018.
PARIPASSU. As certificações de qualidade para segurança de alimentos. 2018. Disponível 
em: . 
Acesso em: 15 jul. 2018.
SGS. Entendendo a norma de certificação de sistemas de segurança de alimentos FSSC 
22000: guia técnico sobre os desafios, impactos e oportunidades da FSSC 22000. 2014. 
Disponível em: . Acesso em: 15 jul. 2018.
9Normas de certificação no agronegócio
http://www.abnt.org.br/normalizacao/o-que-e/objetivos
http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_1122.pdf
http://www.pgsskroton/
http://com.br/seer/index.php/rcger/article/viewFile/2631/2503
http://www.abnt.org.br/certificacao-loja
http://dade.info/normas-iso.html
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/
http://www.paripassu.com.br/blog/certificacoes-seguranca-de-alimentos/
https://www.sgsgroup.com.br/~/media/Local/Brazil/Documents/
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