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1) 
2) 
Direito do Consumidor para OAB Exame XL - 2024
https://www.tecconcursos.com.br/s/Q3DaIq
Ordenação: Por Matéria e Assunto (data)
www.tecconcursos.com.br/questoes/2357325
FGV - Ass Sec (BANESTES S)/BANESTES SEGUROS/2023
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Aurélia celebrou contrato de seguro auto com cobertura ampla e total com a Banestes Seguros. No mês passado, ao trafegar com o seu automóvel em uma rua do
bairro Jardim da Penha, Vitória, ES, a roda esquerda da frente desprendeu do veículo atingindo James, 75 anos de idade, que caminhava pela calçada.
 
A respeito do tema Direito do Consumidor, assinale a afirmativa correta.
a) Somente Aurélia pode ser considerada consumidora, por ser a destinatária final do serviço.
b) James é considerado um consumidor por equiparação, pois sofreu os efeitos do acidente sem ter participado da relação contratual com a Banestes Seguros.
c) A Banestes Seguros não é considerada fornecedora, em virtude da especialidade do seguro objeto do contrato.
d) James, devido à condição de idoso, é considerado consumidor, por ser um vulnerável etário.
e) A figura do consumidor por equiparação não se aplica nos contratos de seguro de automóvel.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2357333
FGV - Ass Sec (BANESTES S)/BANESTES SEGUROS/2023
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Na última semana, a Banestes Seguros celebrou dois contratos de seguro de automóvel. O primeiro, com a empresa Entrega Ligeira Ltda., e o segundo, com Julieta.
 
A respeito do tema Direito do Consumidor, assinale a afirmativa correta.
a) Para efeito do Código de Defesa do Consumidor, somente a pessoa física é considerada como consumidora.
3) 
4) 
b) Fornecedor é, apenas, a pessoa jurídica que realiza um serviço em proveito do consumidor.
c) Para fins do Código de Defesa do Consumidor, o ente despersonalizado não pode ser considerado como fornecedor.
d) Sendo a pessoa jurídica destinatária final do produto, é considerada consumidora para fins de incidência do Código de Defesa do Consumidor.
e) Fornecedor é a pessoa jurídica que realiza a comercialização de produtos para uma pessoa física determinada.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2519152
FGV - Conc (TJ BA)/TJ BA/2023
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
A conceituação de consumidor e de fornecedor é disputada entre, basicamente, duas teorias: a maximalista e a finalista. Da prática jurisprudencial, nasceu uma
variação desta última, a chamada teoria finalista mitigada, que hoje prevalece.
Um caso de aplicação do Código de Defesa do Consumidor e a teoria que o justifica são:
a) consumidor pessoa física e concessionária de energia; teoria maximalista;
b) pequeno produtor rural que adquire máquina agrícola e fabricante; teoria finalista;
c) sociedade de aviação civil e distribuidora de combustível; teoria finalista mitigada;
d) microempresa e serviços de máquinas de cartão de crédito; teoria finalista mitigada;
e) vítima de acidente de consumo e causador dos danos; teoria maximalista.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2519161
FGV - Conc (TJ BA)/TJ BA/2023
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Sobre a remuneração pelo serviço, é correto afirmar que se trata de:
a) elemento essencial da relação de consumo, necessariamente de maneira direta (contraprestação pelo serviço ou produto);
b) elemento não essencial da relação de consumo, necessariamente de maneira direta (contraprestação pelo serviço ou produto);
c) elemento não essencial da relação de consumo, que pode se verificar de maneira direta (contraprestação pelo serviço ou produto) ou de maneira indireta
(vantagem concedida para atrair consumidores);
d) elemento essencial da relação de consumo, que pode se verificar de maneira direta (contraprestação pelo serviço ou produto) ou de maneira indireta (vantagem
concedida para atrair consumidores);
5) 
6) 
e) elemento essencial da relação de consumo, que pode se verificar de maneira direta (contraprestação pelo serviço ou produto), de maneira indireta (vantagem
concedida para atrair consumidores) e, ainda, como contraprestação pelo trabalho dos empregados.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2519166
FGV - Conc (TJ BA)/TJ BA/2023
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Dayanne cruzava a rua quando foi atropelada pelo ônibus da empresa ABS Transportes Públicos Ltda., cujo freio falhou apesar de todos os esforços de seu motorista,
Antenor.
Nesse caso, Dayanne é considerada:
a) terceira não consumidora dos serviços da ABS Transportes Públicos Ltda.;
b) consumidora por equiparação (bystander) dos serviços da ABS Transportes Públicos Ltda.;
c) consumidora no sentido coletivo dos serviços da ABS Transportes Públicos Ltda.;
d) consumidora standard dos serviços da ABS Transportes Públicos Ltda.;
e) consumidora virtual dos serviços da ABS Transportes Públicos Ltda.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2597846
FGV - DP RJ/DPE RJ/2023
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Maria Eugênia adquiriu um aparelho celular na loja Y, no dia 25 de maio de 2023, a fim de presentear sua afilhada Roberta, que recebeu o objeto no mesmo dia da
compra. Ocorre que, passados vinte dias de uso, o aparelho celular explodiu, acarretando lesões em Roberta, que necessitou realizar tratamento médico em virtude das
queimaduras sofridas.
 
Nesse caso, adotando-se as regras insculpidas no Código de Defesa do Consumidor:
a) Roberta poderá ser indenizada em virtude do acidente sofrido. Contudo, não serão adotadas as regras do Código de Defesa do Consumidor, pois não há relação
de consumo entre a acidentada e o fabricante ou comerciante. Ademais, a hipótese será de responsabilidade civil subjetiva;
b) Roberta é equiparada à consumidora diante das regras previstas no Código de Defesa do Consumidor e, nesse sentido, deverá ser indenizada pelos danos
sofridos, sendo hipótese de responsabilidade objetiva em face do fabricante do produto;
c) Roberta é equiparada à consumidora, diante das regras previstas no Código de Defesa do Consumidor e, nesse sentido, deverá ser indenizada pelos danos
sofridos, sendo caso de responsabilidade subjetiva em face do fabricante do produto;
7) 
8) 
d) Roberta poderá ser indenizada em virtude do acidente sofrido. Contudo, não serão adotadas as regras do Código de Defesa do Consumidor, pois não há relação
de consumo entre a acidentada e o comerciante ou fabricante. Ademais, a hipótese será de responsabilidade civil objetiva;
e) não serão adotadas as regras do Código de Defesa do Consumidor, mas a sistemática do Código Civil Brasileiro, posto que não foi Roberta quem celebrou o
contrato de compra do aparelho telefônico. Caberá, contudo, ação em face do comerciante para a indenização pelos danos sofridos.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1163425
FEPESE - Fis RC (Pref Itajaí)/Pref Itajaí/2020
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, assinale a alternativa que indica corretamente o princípio obrigatório para a caracterização da proteção
consumerista sob os aspectos técnico, jurídico, econômico e informacional.
a) princípio da publicidade
b) princípio da boa fé contratual
c) princípio da livre concorrência
d) princípio da vulnerabilidade
e) princípio da tutela mitigada
www.tecconcursos.com.br/questoes/912704
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2019
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
A concessionária de veículo X adquiriu, da montadora, trinta unidades de veículo do mesmo modelo e de cores diversificadas, a fim de guarnecer seu estoque, e
direcionou três veículos desse total para uso da própria pessoa jurídica. Ocorre que cinco veículos apresentaram
problemas- Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Quanto aos direitos do consumidor, é INCORRETO afirmar que o Código de Defesa do Consumidor
a) define produto como sendo qualquer atividade material ou imaterial fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza
bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista.
b) define fornecedor como sendo toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que
desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou
prestação de serviços.
c) define consumidor como sendo toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final.
d) estabelece normas de proteção e defesa do consumidor, de ordem pública e interesse social.
www.tecconcursos.com.br/questoes/760478
VUNESP - PJL (CM Sertãozinho)/CM Sertãozinho/2014
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
A educação e a informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo, implicam no
princípio nuclear, previsto no Código de Defesa do Consumidor, conhecido por princípio da
a) acessibilidade.
b) informação.
c) economicidade.
d) concorrência.
e) efetividade.
www.tecconcursos.com.br/questoes/126654
FGV - JE TJAM/TJ AM/2013
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Com relação ao Art. 6º da Lei n. 8.078/90, que, em seus incisos, enumera os direitos básicos do consumidor, analise as afirmativas a seguir.
I. São direitos básicos do consumidor “a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral” e “o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com
76) 
77) 
vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos
necessitados”.
II. São direitos básicos do consumidor “a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos
supervenientes que as tornem excessivamente onerosas” e, ainda, “a facilitação da defesa de seus direitos, sendo obrigatória, em qualquer caso, a inversão do
ônus da prova”.
III. São direitos básicos do consumidor “a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a
igualdade nas contratações” e “a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos”.
Assinale:
a) se somente a afirmativa I estiver correta.
b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d) se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas.
e) se todos as afirmativas estiverem corretas.
www.tecconcursos.com.br/questoes/210873
VUNESP - EPDC (PROCON SP)/PROCON SP/2013
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
São direitos básicos do consumidor:
a) o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos,
assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados.
b) a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações proporcionais, porém onerosas.
c) a revisão dos contratos, em razão de fatos supervenientes imprevisíveis.
d) a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação e quando for o consumidor hipossuficiente.
e) a proteção contra a publicidade comercial e propaganda política, sejam elas enganosas ou abusivas.
www.tecconcursos.com.br/questoes/237831
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2013
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Maria e Manoel, casados, pais dos gêmeos Gabriel e Thiago que têm apenas três meses de vida, residem há seis meses no Condomínio Vila Feliz. O fornecimento do
serviço de energia elétrica na cidade onde moram é prestado por um única concessionária, a Companhia de Eletricidade Luz S.A. Há uma semana, o casal vem sofrendo
com as contínuas e injustificadas interrupções na prestação do serviço pela concessionária, o que já acarretou a queima do aparelho de televisão e da geladeira, com a
perda de todos os alimentos nela contidos. O casal pretende ser indenizado.
78) 
79) 
Nesse caso, à luz do princípio da vulnerabilidade previsto no Código de Proteção e Defesa do Consumidor, assinale a afirmativa correta.
a) Prevalece o entendimento jurisprudencial no sentido de que a vulnerabilidade no Código do Consumidor é sempre presumida, tanto para o consumidor pessoa
física, Maria e Manoel, quanto para a pessoa jurídica, no caso, o Condomínio Vila Feliz, tendo ambos direitos básicos à indenização e à inversão judicial automática
do ônus da prova.
b) A doutrina consumerista dominante considera a vulnerabilidade um conceito jurídico indeterminado, plurissignificativo, sendo correto afirmar que, no caso em
questão, está configurada a vulnerabilidade fática do casal diante da concessionária, havendo direito básico à indenização pela interrupção imotivada do serviço
público essencial.
c) É dominante o entendimento no sentido de que a vulnerabilidade nas relações de consumo é sinônimo exato de hipossuficiência econômica do consumidor. Logo,
basta ao casal Maria e Manoel demonstrá-la para receber a integral proteção das normas consumeristas e o consequente direito básico à inversão automática do
ônus da prova e a ampla indenização pelos danos sofridos.
d) A vulnerabilidade nas relações de consumo se divide em apenas duas espécies: a jurídica ou científica e a técnica. Aquela representa a falta de conhecimentos
jurídicos ou outros pertinentes à contabilidade e à economia, e esta, à ausência de conhecimentos específicos sobre o serviço oferecido, sendo que sua verificação é
requisito legal para inversão do ônus da prova a favor do casal e do consequente direito à indenização.
www.tecconcursos.com.br/questoes/198833
VUNESP - NeR (TJ SP)/TJ SP/Remoção/2012
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
No sistema de defesa do consumidor, a aplicabilidade de suas normas
a) estará adstrita aos ditames do Código de Defesa do Consumidor.
b) veda, expressamente, a inserção de todas as normas do Código Civil, porquanto estranhas ao sistema.
c) exclui a eficácia de todos os tratados internacionais, com fundamento na premissa de que a defesa do consumidor é considerada direito fundamental.
d) permite a absorção de normas elencadas no ordenamento jurídico brasileiro, desde que mais favoráveis ao consumidor, em sede de relação de consumo.
www.tecconcursos.com.br/questoes/239586
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2012
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
A sociedade empresária XYZ Ltda. oferta e celebra, com vários estudantes universitários, contratos individuais de fornecimento de material didático, nos quais
garante a entrega, com 25% de desconto sobre o valor indicado pela editora, dos livros didáticos escolhidos pelos contratantes (de lista de editoras de antemão
definidas). Os contratos têm duração de 24 meses, e cada estudante compromete-se a pagar valor mensal, que fica como crédito, a ser abatido do valor dos livros
escolhidos. Posteriormente, a capacidade de entrega da sociedade diminuiu, devido a dívidas e problemas judiciais. Em razão disso, ela pretende rever judicialmente os
contratos, para obter aumento do valor mensal, ou então liberar-se do vínculo.
Acerca dessa situação, assinale a afirmativa correta.
80) 
81) 
a) A empresa não pode se valer do Código de Defesa do Consumidor e não há base, à luz do indicado, para rever os contratos.
b) Aplica-se o CDC, já que os estudantes são destinatários finais do serviço, mas o aumento sóserá concedido se provada a dificuldade financeira e que, ademais,
ainda assim o contrato seja proveitoso para os compradores.
c) Aplica-se o CDC, mas a pretendida revisão da cláusula contratual só poderá ser efetuada se provado que os problemas citados têm natureza imprevisível,
característica indispensável, no sistema do consumidor, para autorizar a revisão.
d) A revisão é cabível, assentada na teoria da imprevisão, pois existe o contrato de execução diferida, a superveniência de onerosidade excessiva da prestação, a
extrema vantagem para a outra parte, e a ocorrência de acontecimento extraordinário e imprevisível.
www.tecconcursos.com.br/questoes/238890
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
O ônus da prova incumbe a quem alega a existência do fato constitutivo de seu direito e impeditivo, modificativo ou extintivo do direito daquele que demanda. O
Código de Proteção e Defesa do Consumidor, entretanto, prevê a possibilidade de inversão do onus probandi e, a respeito de tal tema, é correto afirmar que
a) ocorrerá em casos excepcionais em que o juiz verifique ser verossímil a alegação do consumidor ou quando for ele hipossuficiente.
b) é regra e basta ao consumidor alegar os fatos, pois caberá ao réu produzir provas que os desconstituam, já que o autor é hipossuficiente nas relações de
consumo.
c) será deferido em casos excepcionais, exceto se a inversão em prejuízo do consumidor houver sido previamente ajustada por meio de cláusula contratual.
d) ocorrerá em todo processo civil que tenha por objeto as relações consumeristas, não se admitindo exceções, sendo declarada abusiva qualquer cláusula que
disponha de modo contrário.
www.tecconcursos.com.br/questoes/241297
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Analisando o artigo 6º, V, do Código de Defesa do Consumidor, que prescreve: “São direitos básicos do consumidor: V – a modificação das cláusulas contratuais que
estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas”, assinale a alternativa correta.
a) Não traduz a relativização do princípio contratual da autonomia da vontade das partes.
b) Almeja, em análise sistemática, precipuamente, a resolução do contrato firmado entre consumidor e fornecedor.
c) Admite a incidência da cláusula rebus sic stantibus.
d) Exige a imprevisibilidade do fato superveniente.
www.tecconcursos.com.br/questoes/239880
FGV - Ana Por (CODEBA)/CODEBA/Advogado/2010
82) 
83) 
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com o Código de Defesa do Consumidor a respeito do direito do consumidor.
a) É direito do consumidor a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, o que inclui a especificação correta de quantidade,
características, composição, qualidade e preço e a explicitação dos riscos relacionados a produtos e serviços.
b) O consumidor tem direito à efetiva reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos.
c) É direito do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos, incluindo-se a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do
juiz, for verossímil a alegação ou quando ele for hipossuficiente.
d) O consumidor tem direito à modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais, mas não à revisão delas em razão de fatos
supervenientes que as tornem excessivamente onerosas.
e) Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça. O
consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e
juros legais, salvo hipótese de engano justificável.
www.tecconcursos.com.br/questoes/423587
FUNIVERSA - Reg SP (ADASA)/ADASA/2009
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
A relação mantida entre empresa fornecedora e consumidor é regida pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), haja vista a prestação de um serviço destinado a
um consumidor final (art. 3º, CDC). Assim, a cobrança de quaisquer serviços, públicos ou privados, está condicionada à sua efetiva prestação (art. 22, CDC), como no
caso de fornecimento de água tratada, serviço remunerado por meio de tarifa. A má-prestação, portanto, desse serviço enseja a responsabilização da fornecedora, com a
inversão do ônus da prova em favor do consumidor.
De acordo com o CDC, julgue os itens que se seguem e assinale a alternativa correta.
I A inversão do ônus da prova é automática.
II A inversão do ônus da prova é de aplicação absoluta.
III A inversão do ônus da prova exige a hipossuficiência econômica do consumidor.
IV A inversão do ônus da prova exige a verossimilhança das alegações.
a) Todos os itens estão errados.
b) Há apenas um item certo.
c) Há apenas dois itens certos.
d) Há apenas três itens certos.
e) Todos os itens estão certos.
84) 
85) 
86) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/1643199
CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2009
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Assinale a opção que não está de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.
a) É direito do consumidor a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, o que inclui a especificação correta de quantidade,
características, composição, qualidade e preço e a explicitação dos riscos relacionados a produtos e serviços.
b) O consumidor tem direito à efetiva reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos.
c) É direito do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos, incluindo-se a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz,
for verossímil a alegação ou quando ele for hipossuficiente.
d) O consumidor tem direito à modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais, mas não à revisão delas em razão de fatos
supervenientes que as tornem excessivamente onerosas.
www.tecconcursos.com.br/questoes/261448
FGV - JE TJMS/TJ MS/2008
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
No sistema que tutela o consumidor, é correto afirmar que:
a) é garantido o direito de modificação ou de revisão das cláusulas contratuais.
b) a reparação dos danos materiais e morais é limitada de acordo com leis especiais reguladoras de setores das relações de consumo.
c) os serviços públicos são excluídos da tutela, por serem objeto de leis próprias.
d) o ônus probatório será sempre invertido em benefício do consumidor, por sua presumida hipossuficiência.
e) o acesso ao Judiciário é sempre gratuito aos consumidores.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1643287
CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2008
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
No tocante às relações de consumo, é correto afirmar que
a) a pessoa jurídica não sofre dano moral indenizável.
b) é isento de responsabilidade o fornecedor que não tenha conhecimento dos vícios de qualidade por inadequação de produtos e serviços de consumo.
c) a reparação do dano moral coletivo está prevista no Código de Defesa do Consumidor.
d) a interpretação das cláusulas contratuais deve ocorrer de forma a não favorecer nem prejudicar o consumidor.
87) 
88) 
89) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/99567
FJPF - DP RO/DPE RO/2007
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Nas relações de consumo, o ônus da prova entre fornecedor e consumidor será invertido quando:
a) manifestar interesse público na lide
b) traduzir pleito de cognição sumária
c) subsistir decisão judicial discricionária
d) houver hipossuficiência e verossimilhança
e) ocorrer demanda com pedido indenitário
www.tecconcursos.com.br/questoes/167214FUNDEP - DP MG/DPE MG/2006
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Em relação aos direitos do consumidor, é INCORRETO afirmar que:
a) a informação acerca de produtos e serviços constitui direito básico do consumidor.
b) A inversão do ônus da prova em favor do consumidor, para facilitação de sua defesa em juízo, é peremptória, devendo sempre ocorrer.
c) Deve haver proteção contra publicidade enganosa.
d) É defeso ao fornecedor aumentar o preços de produtos ou serviços sem justa causa.
e) Há conhecimento legal da hipossuficiência do consumido, nas relações de consumo.
www.tecconcursos.com.br/questoes/353573
Com. Exam. (TRT 21) - JT TRT21/TRT 21/2005
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
De acordo com as assertivas seguintes, aponte a resposta correta:
 
A inversão do ônus da prova, na forma prevista pelo Código de Defesa do Consumidor:
 
I – Aplica-se diretamente aos conflitos decorrentes das relações do trabalho, considerando a ampla proteção legal ao hipossuficiente introduzida pelo próprio
Estatuto de proteção do consumidor;
 
II – Aplica-se, nos termos da lei, aos conflitos havidos entre fornecedores de produtos e pequenos comerciantes enquadrados como micro-empresários, em
decorrência da desigualdade econômica observada em tais situações jurídicas;
 
90) 
III – Não se aplica, por força de previsão legal expressa, aos conflitos decorrentes das relações jurídicas entre instituições bancárias e seus clientes correntistas,
em razão de não configurar uma relação típica de consumo;
 
IV – Aplica-se na hipótese de considerar o juiz, baseado em sua experiência profissional e pessoal, verossímil a alegação aduzida pelo consumidor;
 
V – Aplica-se também na hipótese de conflito entre empresa prestadora de serviço de energia elétrica e consumidor hipossuficiente, assim considerado pelo juiz.
 
a) apenas as alternativas I e V estão corretas;
b) apenas a alternativa IV está correta;
c) apenas as alternativas I e IV estão corretas;
d) apenas as alternativas IV e V estão corretas;
e) as alternativas III, IV e V estão corretas.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2519384
FGV - JL (TJ BA)/TJ BA/2023
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
Determinado laboratório farmacêutico produzia o remédio CDQQ para diabetes com diversos e graves efeitos colaterais, todos devidamente descritos na bula. No
entanto, como era, sem dúvidas, a melhor substância para controlar a glicemia dos pacientes, muitos médicos o recomendavam.
Anos depois de sua inserção no mercado, sobreveio uma outra droga, esta fabricada pelo concorrente, que tinha o mesmo efeito, sem qualquer dos efeitos colaterais
antes verificados pela aplicação do CDQQ.
Nesse caso, é correto afirmar que o CDQQ:
a) deve ser considerado, desde seu lançamento, um produto com periculosidade inerente e, por isso mesmo, tido por defeituoso, porque não atende à legítima
expectativa de segurança dos consumidores;
b) era considerado um produto com periculosidade inerente, mas não defeituoso, porque os riscos estavam descritos em bula; no entanto, com o surgimento de um
novo produto melhor e que elimina os efeitos colaterais, passou a ser considerado defeituoso;
c) deve ser considerado, desde seu lançamento, um produto com periculosidade inerente, mas não defeituoso, porque os riscos estavam descritos em bula; além
disso, a introdução, no mercado, de um novo produto melhor e que elimina os efeitos colaterais, não o transforma em defeituoso;
d) deve ser considerado, desde seu lançamento, um produto com periculosidade exagerada e, por isso mesmo, tido por defeituoso, porque não atende à legítima
expectativa de segurança dos consumidores;
e) deve ser considerado, desde seu lançamento, um produto com periculosidade exagerada, mas não defeituoso, porque os riscos estavam descritos em bula; além
disso, a introdução, no mercado, de um novo produto melhor e que elimina os efeitos colaterais, não o transforma em defeituoso.
91) 
92) 
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FGV - CL (SEN)/SEN/Assessoramento Legislativo/Direito Econômico e Regulação, Direito Empresarial e do Consumidor/2022
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
O Código de Defesa do Consumidor, ao arrolar os direitos básicos do consumidor, inicia com o direito à proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos
provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos. Em seguida, o Código detalha em vários dispositivos as normas de
tutela deste direito básico.
 
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
 
I. O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem,
deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários.
 
II. O produto ou serviço que, mesmo adequadamente utilizado ou fruído, apresenta alto grau de nocividade ou periculosidade será retirado imediatamente do
mercado pelo fornecedor, sempre às suas expensas, sem prejuízo da responsabilidade pela reparação de eventuais danos.
 
III. O fornecedor deverá higienizar os equipamentos e utensílios utilizados no fornecimento de produtos ou serviços, ou colocados à disposição do consumidor, e
informar, de maneira ostensiva e adequada, quando for o caso, sobre o risco de contaminação.
 
Está correto o que se afirma em
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) I e III, apenas.
d) II e III, apenas.
e) I, II e III.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2019
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
Mara adquiriu, diretamente pelo site da fabricante, o creme depilatório Belle et Belle, da empresa Bela Cosméticos Ltda. Antes de iniciar o uso, Mara leu atentamente
o rótulo e as instruções, essas unicamente voltadas para a forma de aplicação do produto.
Assim que iniciou a aplicação, Mara sentiu queimação na pele e removeu imediatamente o produto, mas, ainda assim, sofreu lesões nos locais de aplicação. A adquirente
entrou em contato com a central de atendimento da fornecedora, que lhe explicou ter sido a reação alérgica provocada por uma característica do organismo da
consumidora, o que poderia acontecer pela própria natureza química do produto.
Não se dando por satisfeita, Mara procurou você, como advogado(a), a fim de saber se é possível buscar a compensação pelos danos sofridos.
 
Nesse caso de clara relação de consumo, assinale a opção que apresenta a orientação a ser dada a Mara.
93) 
94) 
a) Poderá ser afastada a responsabilidade civil da fabricante, se esta comprovar que o dano decorreu exclusivamente de reação alérgica da consumidora, fator
característico daquela destinatária final, não havendo, assim, qualquer ilícito praticado pela ré.
b) Existe a hipótese de culpa exclusiva da vítima, na medida em que o CDC descreve que os produtos não colocarão em risco a saúde e a segurança do consumidor,
excetuando aqueles de cuja natureza e fruição sejam extraídas a previsibilidade e a possibilidade de riscos perceptíveis pelo homem médio.
c) O fornecedor está obrigado, necessariamente, a retirá-lo de circulação, por estar presente defeito no produto, sob pena de prática de crime contra o consumidor.
d) Cuida-se da hipótese de violação ao dever de oferecer informações claras ao consumidor, na medida em que a periculosidade do uso de produto químico,
quando composto por substâncias com potenciais alergênicos, deve ser apresentada em destaque ao consumidor.
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CEBRASPE (CESPE) - JE TJCE/TJ CE/2018
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
Considerando-se a doutrina consumerista dominante acerca da segurança e da periculosidade de produtos e serviços, assinale a opção correta.
a) Os requisitos de normalidade e previsibilidade devem estar presentes para o reconhecimentoda periculosidade inerente ou latente de produtos ou serviços.
b) Periculosidade adquirida é aquela que não deriva de defeito e que tem como característica principal a previsibilidade.
c) A informação adequada serve para mitigar os riscos dos produtos dotados de periculosidade exagerada, permitindo, assim, que eles sejam colocados no mercado.
d) O chamado vício de qualidade por insegurança não se confunde com defeito do produto ou do serviço.
e) Um produto não será considerado perigoso se estiver em conformidade com a regulamentação em vigor.
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IADES - Farm (CRF DF)/CRF DF/Fiscal/2017
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
De acordo com a Lei nº 8.078/1990, no que se refere à qualidade de produtos e serviços, à prevenção e à reparação dos danos, assim como à proteção à saúde e à
segurança, assinale a alternativa correta.
a) Não constitui como direito básico do consumidor a proteção da vida, da saúde e da segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de
produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos.
b) Os produtos e os serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos à saúde ou à segurança dos consumidores, exceto os considerados normais
e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição, não se obrigando os fornecedores, em qualquer hipótese, a dar as informações necessárias e adequadas a
respeito desses produtos e serviços. Em se tratando de produto industrial, ao fabricante não cabe prestar informações.
95) 
96) 
c) O fornecedor de produtos e serviços potencialmente nocivos ou perigosos à saúde ou à segurança deverá informar, de maneira ostensiva e adequada, a respeito
da nocividade ou da periculosidade, com prejuízo da adoção de outras medidas cabíveis em cada caso concreto.
d) Os anúncios publicitários de produto ou serviço que se sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou à segurança serão
veiculados na imprensa, no rádio e na televisão, às expensas do fornecedor do produto ou serviço. Mesmo que tiverem conhecimento da periculosidade de produtos
ou serviços à saúde ou à segurança dos consumidores, a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios não têm obrigação de informá-los a respeito.
e) O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à
saúde ou à segurança. O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade
que apresentam deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários.
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VUNESP - Proc Mun (Rosana)/Pref Rosana/2016
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à
saúde ou à segurança. Se eventualmente o fornecedor colocar no mercado um lote de produtos com vícios capazes de causar risco aos consumidores, ele deverá
a) comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários.
b) reparar eventuais prejuízos causados para os consumidores que reclamarem do vícios, não sendo necessário que se faça qualquer comunicação ao público
consumidor.
c) noticiar o fato pessoalmente a cada um dos consumidores que adquiriram tal produto, sendo dispensável anúncios publicitários em veículos de comunicação para
alertar o público.
d) aguardar que algum consumidor realmente tenha prejuízos para, somente após tal fato, analisar a periculosidade e a segurança de seu produto ou serviço.
e) manter-se inerte, tendo em vista que responde apenas subjetivamente pelos produtos e serviços que introduz no mercado e, com isso, é o consumidor que deve
fazer prova da culpa do fornecedor em eventual evento lesivo.
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VUNESP - DP MS/DPE MS/2014
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
No que tange à colocação de produto de alto grau de periculosidade à saúde ou segurança no mercado de consumo, é correto afirmar que
a) o fornecedor deve, expressamente, na embalagem ou rótulo, destacar a alta periculosidade inerente ao produto.
b) cabe privativamente à União, sempre que tiver conhecimento da alta periculosidade de um produto à saúde ou segurança dos consumidores, informá-los a
respeito.
c) o fornecedor que, posteriormente à introdução de produto no mercado de consumo, tiver conhecimento de sua alta periculosidade, deverá comunicar o fato
imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários.
d) os anúncios publicitários informativos da alta periculosidade de determinado produto devem ser realizados, exclusivamente, em mídia televisiva, às expensas do
Procon quando o fornecedor não tiver condições financeiras para tanto.
97) 
98) 
99) 
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FAURGS - JL (TJ RS)/TJ RS/2012
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
Quando o produto de venda autorizada for potencialmente nocivo à saúde, o fornecedor deverá
a) deixar de comercializá-lo, uma vez que não se admite sua inserção no mercado de consumo.
b) informar os riscos aos consumidores.
c) promover o chamado recall a fim de sanar a periculosidade exagerada.
d) promover a adequação do produto antes de sua colocação no mercado.
e) comunicar a autoridade sanitária no prazo de 30 (trinta) dias.
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PUC PR - JE TJMS/TJ MS/2012
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
Sobre a proteção à saúde e à segurança do consumidor, assinale a afirmativa CORRETA:
a) Os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos à saúde ou à segurança dos consumidores, exceto os considerados anormais e
imprevisíveis em decorrência de sua natureza e fruição, isentando-se, nesses casos, os fornecedores a dar as informações necessárias e adequadas a seu respeito,
quando interpelados pela autoridade competente.
b) O fornecedor de produtos e serviços potencialmente nocivos ou perigosos à saúde ou à segurança deverá informar a respeito da sua nocividade ou periculosidade
de maneira a não prejudicar nem os anúncios publicitários nem a imagem do fornecedor.
c) O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem,
deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários.
d) O fornecedor poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde
ou à segurança.
e) Sempre que tiverem conhecimento de periculosidade de produtos ou serviços à saúde ou à segurança dos consumidores, a União, os Estados, o Distrito Federal e
os Municípios deverão informá-los sobre a referida periculosidade somente depois de transitada em julgado qualquer decisão a respeito.
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VUNESP - JE TJMG/TJ MG/2012
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
Assinale a alternativa correta.
a) Os riscos à saúde ou segurança não precisam ser necessariamente informados ao consumidor, quando considerados normais e previsíveis em decorrência de sua
natureza e fruição.
100) 
101) 
b) Em virtude da teoria da responsabilidade objetiva nas relações de consumo, o fabricante será responsabilizado por danos causados aos consumidores pelos seus
produtos, mesmo se provar culpa exclusiva de terceiro.
c) Um produto jamais será considerado defeituoso se outro de melhor qualidade for colocado no mercado.
d) A responsabilização pessoal dos profissionais liberais, na prestaçãode serviços aos consumidores, será sempre objetiva.
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FCC - JE TJMS/TJ MS/2010
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
Considerando as disposições do Código de Defesa do Consumidor no que se refere à qualidade dos produtos e serviços, bem como à preservação da saúde e
segurança do consumidor, é correto afirmar que
a) observadas as normas administrativas correspondentes, é permitida a venda de produtos e serviços potencialmente nocivos ou perigosos à saúde dos
consumidores, desde que a potencial nocividade ou periculosidade seja clara e adequadamente informada pelo fornecedor.
b) se o conhecimento da periculosidade de um produto for descoberta apenas após sua introdução no mercado de consumo, cabe à União, aos Estados e
Municípios, e não ao fornecedor do produto, a veiculação de anúncios publicitários informando sobre a periculosidade.
c) o lançamento de um produto tecnologicamente mais avançado e mais seguro implica a obrigação de recolhimento do produto similar anteriormente colocado no
mercado e que não tenha o mesmo grau de segurança.
d) a comercialização de produtos industriais que envolvam riscos normais e previsíveis à saúde e segurança dos consumidores depende de autorização da
autoridade sanitária estadual.
e) as regras de proteção da saúde e segurança são aplicáveis apenas aos consumidores adquirentes dos produtos ou serviços nocivos.
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COPEVE (UFAL) - Adv (CASAL)/CASAL/2010
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
Em relação à qualidade de produtos e serviços nas relações de consumo, assinale a opção correta.
a) No que tange aos produtos ou serviços que apresentem alto grau de nocividade ou periculosidade, não há permissão de comercialização pela lei consumerista,
que veta totalmente a colocação no mercado de produtos com essas atribuições.
b) Os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não poderão acarretar riscos à saúde ou segurança dos consumidores, exceto os considerados
normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição. Porém, os fornecedores não estão obrigados, em algumas hipóteses, a dar informações a seu
respeito.
c) O fornecedor de produtos e serviços potencialmente nocivos ou perigosos à saúde ou segurança deverá informar, de maneira ostensiva e adequada, a respeito
da sua nocividade ou periculosidade. Não há necessidade de adotar nenhuma outra medida.
d) O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem,
precisa comunicar o fato apenas aos consumidores.
e) Tratando-se de produto industrial, cabe ao fornecedor prestar as informações adequadas por meio de impressos apropriados que devam acompanhar o produto.
102) 
103) 
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VUNESP - Proc Mun (Sorocaba)/Pref Sorocaba/2008
Direito do Consumidor - Da Proteção à Saúde e Segurança (arts. 8º ao 10)
Em relação ao recall, é possível afirmar que
a) não está previsto no CDC.
b) está previsto no CDC para as hipóteses de produtos perigosos.
c) sua previsão no CDC está relacionada à comercialização de produtos ou serviços que apresentem vícios de quantidade ou qualidade.
d) deverá ser precedido de processo administrativo instaurado pelo órgão público competente.
e) deverá ser objeto de condenação judicial.
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FGV - JE TJMS/TJ MS/2023
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Inocência adquiriu um automóvel novo na concessionária Paranaíba. O automóvel contém como item de segurança freios antitravamento ou ABS. Tais freios têm
como principal objetivo evitar o travamento das rodas em frenagens bruscas, prevenindo acidentes e proporcionando segurança ao motorista quando acionado.
 
Após nove meses de uso e ainda dentro do prazo da garantia contratual, o automóvel sofreu colisão traseira provocada por outro veículo, tendo Inocência sofrido lesões
leves.
Sustentando que os freios ABS são defeituosos e foram incapazes de obstar a colisão, a consumidora ajuizou ação em face do fabricante e da concessionária pedindo o
pagamento de indenização por danos materiais e morais. Inocência requereu a inversão do ônus da prova contra o fabricante, o que foi indeferido pelo juiz.
O laudo pericial anexado aos autos comprovou que a condutora acionou os freios, com êxito, para evitar atropelamento de um transeunte, mas o veículo traseiro não foi
capaz de frear a tempo de impedir a colisão.
Com base na narrativa e à luz da Lei nº 8.078/1990, é correto afirmar que:
a) independentemente de a colisão ter sido dianteira ou traseira, o produto é considerado defeituoso quando não oferece a segurança que dele se espera; logo,
deve ser julgado procedente o pedido da consumidora;
b) tanto o fabricante dos freios quanto a concessionária de veículos são solidariamente responsáveis, independentemente de culpa, perante Inocência pelos
produtos postos em circulação;
c) a ação indenizatória não poderia ter sido proposta em face do fabricante, pois quem responde por eventual defeito dos freios ABS é a concessionária, na
condição de vendedora do veículo;
d) o juiz não poderia ter negado o pedido de inversão do ônus da prova contra o fabricante por ser um direito básico em razão da vulnerabilidade técnica e
econômica da consumidora;
104) 
105) 
e) os freios ABS não podem ser considerados defeituosos, pois Inocência conseguiu evitar o atropelamento, e a prova técnica comprovou que a lesão sofrida por
ela decorre de colisão traseira com o seu automóvel.
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FGV - Conc (TJ BA)/TJ BA/2023
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Márcia, operadora de caixa, operou uma hérnia com o dr. Luiz Roberto. Embora a cirurgia fosse simples, algumas complicações surgiram, culminando, inclusive, em
sequelas permanentes.
Ela, então, ajuizou demanda indenizatória em face do médico. A perícia concluiu que o trabalho cirúrgico fora perfeito, em avançada técnica médica. Apontou, também,
que o termo de consentimento informado tinha a seguinte redação, toda em maiúsculas:
“ATENÇÃO: TODAS AS CIRURGIAS ENVOLVEM RISCOS. PROCURE SE INFORMAR!”
Nesse caso, o juiz deverá:
a) afastar qualquer responsabilidade do médico, notadamente porque eventual falta de informação adequada nada tem a ver com o serviço médico prestado;
b) reconhecer infração ao dever de informação, uma vez que cabe ao fornecedor apresentar a informação completa, com todos os detalhes, sem jamais impor ao
consumidor o ônus de ir buscá-la por meios próprios;
c) reconhecer que não houve infração ao dever de informação, porque a advertência quanto aos riscos foi feita em linguagem clara e destacada, de modo que não
era exigido especificar pormenores técnicos que a consumidora, que não é médica, sequer conheceria;
d) reconhecer que não houve defeito informacional, considerando que não se pode exigir que o profissional liberal explique todos os riscos ao consumidor, sob pena
de determinar que ele trabalhe contra si mesmo, atemorizando seus potenciais clientes;
e) reconhecer vício informacional, uma vez que cabe ao fornecedor apresentar a informação completa, em todos os detalhes, sendo excepcionais os casos em que
se permite a imposição ao consumidor do ônus de ir buscá-la por meios próprios.
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FGV - JS (TJ ES)/TJ ES/2023
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Marilena, cuja gravidez era de risco, deu entrada em estado grave na emergência da obstetrícia do Hospital Papa São Pancrácio IX.
 
Devido à superlotação do setor, não houve disponibilização de sala de cirurgia em tempo adequado e, em razão disso, ocorreu o óbito do feto no útero materno. Tais
fatos são incontroversos.
 
106) 
A autora ajuizou ação de responsabilidadecivil em face da sociedade empresária mantenedora do hospital, que alegou sua ilegitimidade passiva.
 
Sustenta a ré que sua responsabilidade está limitada ao fornecimento de recursos materiais e humanos auxiliares adequados à prestação dos serviços médicos e à
supervisão da paciente, pois o obstetra de Marilena não é seu empregado. Tal serviço foi prestado adequadamente, visto que o óbito do feto, segundo o hospital,
decorreu de ato técnico praticado de forma defeituosa pelo obstetra, de modo que apenas ele deveria ser responsabilizado.
 
Considerando os fatos narrados e as disposições do Código de Defesa do Consumidor, é correto afirmar que:
a) a responsabilidade civil pelo óbito do feto no útero materno de Marilena é pessoal e exclusiva do obstetra, sendo aferida mediante a comprovação de sua culpa,
por ser ele profissional liberal;
b) tanto o hospital quanto o médico respondem solidariamente perante Marilena; o médico responde subjetivamente pelos atos técnicos praticados de forma
defeituosa (culpa profissional) e o hospital responde objetivamente pelos atos dos profissionais a ele vinculados;
c) a responsabilidade civil perante Marilena é exclusiva do hospital, não por fato de terceiro, mas sim por fato próprio, pois está configurado o nexo de causalidade
entre sua conduta – má prestação de serviço pela demora para disponibilizar a sala de cirurgia – e o dano causado;
d) o óbito do feto não pode ser imputado nem ao hospital, diante do adequado fornecimento de recursos materiais e humanos à paciente, nem ao médico, pois a
gravidez de Marilena era de risco, portanto, o pedido deve ser julgado improcedente;
e) há culpa concorrente por parte do hospital e do médico, pois o primeiro não disponibilizou a sala de cirurgia a tempo, e o segundo provocou o óbito do feto por
culpa profissional, de forma que ambos respondem solidariamente perante Marilena.
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FGV - DP MS/DPE MS/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Pluto, um cãozinho de pequeno porte, foi levado a uma loja integrante de uma grande rede de pet shops, para realização de banho e tosa. Ao chegarem em casa,
Tício, tutor do cão, percebeu que o animal estava incomodado com algo, oportunidade em que viu alguns ferimentos pequenos compatíveis com aqueles provocados por
tesoura. Isso o levou a acreditar que o profissional tosador tivesse causado tais ferimentos. Indignado, Tício imediatamente retornou ao pet shop e registrou a
reclamação, bem como fez fotos dos ferimentos. Em seguida, procurou a Defensoria Pública para saber de seus direitos.
Diante disso, será correto explicar a Tício que:
a) não basta Tício demonstrar a relação de causa e efeito entre a má-prestação do serviço e o dano, pois isso é insuficiente para induzir presunção de existência do
defeito;
b) a hipótese é de defeito do serviço e que cabe à fornecedora comprovar que o defeito inexiste, seja porque o dano resulta de culpa exclusiva do consumidor ou
de terceiro;
c) configurado está o vício de qualidade do serviço que o tornou impróprio à finalidade a que se destinava, bem como diante da disparidade com o que
razoavelmente se esperava;
d) a inversão do ônus da prova no caso de defeito do serviço será ope iudicis, não inibindo o dever primário do autor Tício de provar o fato constitutivo de seu
direito.
 
107) 
108) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/1887502
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Eleonora passeava de motocicleta por uma rodovia federal quando foi surpreendida por um buraco na estrada, em um trecho sob exploração por concessionária.
Não tendo tempo de desviar, ainda que atenta ao limite de velocidade, passou pelo buraco do asfalto, desequilibrou-se e caiu, vindo a sofrer várias escoriações e danos
materiais na moto. Os danos físicos exigiram longo período de internação, diversas cirurgias e revelaram reflexos de ordem estética.
 
Você, como advogado(a), foi procurado(a) por Eleonora para ingressar com a medida judicial cabível diante do evento. À luz do Código de Defesa do Consumidor, você
afirmou, corretamente, que
a) compete à Eleonora comprovar o nexo de causalidade entre a má conservação da via e o acidente sofrido, bem como a culpa da concessionária.
b) aplica-se a teoria da responsabilidade civil subjetiva à concessionária.
c) há relação de consumo entre Eleonora e a concessionária, cuja responsabilidade é objetiva.
d) pela teoria do risco administrativo, afasta-se a incidência do CDC, aplicando-se a responsabilidade civil da Constituição Federal.
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FGV - JE TJMG/TJ MG/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Alimentação Saudável Ltda. produz alimentos para atender segmento do mercado consumidor vegano. Entregou uma tonelada de produtos para a Transportadora X
S/A levar e entregar no Supermercado Z Ltda.
Durante o trajeto, o veículo passou por local onde, poucos minutos antes, havia ocorrido acidente e liberação de material tóxico volátil inodoro, que contaminou a carga
transportada. O derradeiro fato somente veio a ser conhecido depois que alguns consumidores adquiriram e adoeceram após ingerir os produtos. Os consumidores
propuseram ação de indenização contra a fabricante. A ré, em sua defesa, alegou caso fortuito como exclusão da sua responsabilidade.
A alegação da fabricante deve ser
a) rejeitada por se tratar de responsabilidade civil objetiva com risco integral.
b) rejeitada porque a contaminação era previsível.
c) rejeitada por se tratar de caso fortuito interno.
d) acolhida por se tratar de caso fortuito externo.
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110) 
FGV - ES (SEMSA Manaus)/Pref Manaus/Advogado/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Geraldo, cirurgião renomado, foi responsável pela operação de Beatriz, que realizou um procedimento para retirada de um tumor do estômago. No momento pós-
operatório, Beatriz veio a falecer por causa alheia à cirurgia, qual seja, uma parada cardíaca, comprovada por necropsia.
 
A respeito da situação apresentada, é correto afirmar que
a) Geraldo deve reparar os danos causados pela morte de Beatriz, pois sua responsabilização prescinde de culpa.
b) Geraldo não é obrigado a reparar os danos causados pela morte de Beatriz, visto que sua responsabilidade é subjetiva.
c) Geraldo não é obrigado a reparar os danos causados pela morte de Beatriz, pois sua conduta não guarda nexo causal com o falecimento da paciente.
d) Geraldo é obrigado a reparar os danos causados pela morte de Beatriz, por ser a sua responsabilidade integral.
e) Geraldo não é responsável pelos danos que a morte de Beatriz causou, pois, apesar da responsabilidade objetiva, sua conduta não guarda nexo causal com o
falecimento havido.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Pratice Ltda. configura-se como um clube de pontos que se realiza mediante a aquisição de título. Os pontos são convertidos em bônus para uso nas redes de
restaurantes, hotéis e diversos outros segmentos de consumo regularmente conveniados. Nas redes sociais, a empresa destaca que os convênios são precedidos de
rigoroso controle e aferição do padrão de atendimento e de qualidade dos serviços prestados.
 
Tomás havia aderido à Pratice Ltda. e, nas férias, viajou com sua família para uma pousada da rede conveniada. Ao chegar ao local, ele verificou que as acomodações
cheiravam a mofo e a limpeza era precária. Sem poder sair do local em razão do horário avançado, viu-se obrigado a pernoitar naquele ambiente insalubre e sair somente
no dia seguinte.
 
Aborrecido com a desagradável situação vivenciada e com o prejuízo financeiro por ter que arcar com outro serviço de hotelariana cidade, Tomás procurou você, como
advogado(a), para ingressar com a medida judicial cabível.
 
Diante disso, assinale a única opção correta.
a) Pratice Ltda. funciona como mera intermediadora entre os hotéis e os adquirentes do título do clube de pontos, não respondendo pelo evento danoso.
b) Há legitimidade passiva da Pratice Ltda. para responder pela inadequada prestação de serviço do hotel conveniado que gerou dano ao consumidor, por integrar a
cadeia de consumo referente ao serviço que introduziu no mercado.
c) Trata-se de culpa exclusiva de terceiro, não podendo a intermediária Pratice Ltda. responder pelos danos suportados pelo portador título do clube de pontos.
d) Cuida-se de hipótese de responsabilidade subjetiva e subsidiária da Pratice Ltda. em relação ao hotel conveniado.
111) 
112) 
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FGV - JL (TJ GO)/TJ GO/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Sobre a inversão do ônus da prova, é correto afirmar que:
a) nas causas envolvendo erro médico, não é possível a inversão do ônus da prova em face de vulnerabilidade técnica e hipossuficiência da vítima quando o
atendimento ocorrer em hospital público;
b) nas causas envolvendo danos suportados pelos consumidores decorrentes da má prestação do serviço, o fornecedor tem o ônus de provar a inexistência de
defeito ou a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro, independentemente de pronunciamento judicial;
c) nas demandas consumeristas, verificada a verossimilhança das alegações do consumidor ou a sua hipossuficiência, poderá o juiz inverter o ônus da prova a seu
favor na sentença;
d) nas causas envolvendo danos suportados pelos consumidores decorrentes da má prestação do serviço, o juiz, verificando a hipossuficiência do autor, pode
atribuir ao fornecedor o ônus de provar a inexistência de defeito e a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro;
e) nas causas sobre a responsabilidade de hospitais e clínicas por danos decorrentes dos serviços neles prestados, é do autor o ônus da prova do defeito na
prestação do serviço, podendo o juiz atribuir esse ônus ao réu em face de vulnerabilidade técnica e hipossuficiência da vítima.
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FGV - AT (TCE TO)/TCE TO/Direito/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Carina, profissional autônoma, adquiriu meio quilograma de carne da produtora Saudável Ltda. em um estabelecimento da rede de supermercados Casas Barateiro
Ltda. O produto foi vendido em embalagem lacrada com o rótulo da produtora. Horas após a compra, porém, ao preparar e consumir o produto, Carina sentiu-se muito
mal e precisou ser hospitalizada, tendo-se então verificado que sofreu intoxicação alimentar em decorrência de a carne estar estragada. Além dos valores gastos com o
tratamento médico, o prejuízo de Carina avolumou-se porque ela precisou parar de trabalhar por alguns dias, durante os quais deixou de auferir seu faturamento habitual.
Considerando que esteja comprovado que a carne já estava estragada no momento em que foi comprada, em decorrência de não ter sido conservada adequadamente no
supermercado, e que essa foi a causa da intoxicação alimentar, é correto afirmar que:
a) a rede Casas Barateiro Ltda. não poderá ser responsabilizada pelos danos sofridos por Carina, porque o produtor da carne, nesse caso, podia ser plenamente
identificado;
b) a rede Casas Barateiro Ltda. poderá ser responsabilizada pelos danos sofridos por Carina, ainda que o produtor da carne seja conhecido, tendo em vista a falha
na conservação de produto perecível;
c) Carina poderá exigir do fornecedor responsável o ressarcimento de lucros cessantes, mas não poderá fazê-lo cumulativamente com eventual pedido de danos
emergentes;
113) 
114) 
d) Carina não poderá exigir do fornecedor responsável o ressarcimento de lucros cessantes, ainda que comprove que deixou de auferir o seu faturamento habitual;
e) nenhum dos fornecedores deverá ser responsabilizado pelos danos sofridos por Carina, pois o nexo causal veio a ser interrompido em decorrência de fato
concorrente da vítima.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2021
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Maria compareceu à loja Bela, que integra rede de franquias de produtos de beleza e cuidados com a pele. A vendedora ofereceu a Maria a possibilidade de
experimentar gratuitamente o produto na própria loja, sendo questionada pela cliente se esta poderia fazer uso com quadro de acne em erupção e inflamada,
oportunidade em que a funcionária afirmou que sim. Porém, imediatamente após a aplicação do produto, Maria sentiu ardência e vermelhidão intensas, não o comprando.
Logo após sair da loja, a situação agravou-se, e Maria buscou imediato atendimento médico de emergência, onde se constataram graves lesões na pele. Da leitura do
rótulo obtido através do site da loja, evidenciou-se erro da vendedora, que utilizou no rosto da cliente produto contraindicado para o seu caso. Nessa situação, à luz do
Código de Defesa do Consumidor e do entendimento do Superior Tribunal de Justiça, é correto afirmar que
a) é objetiva a responsabilidade civil da vendedora que aplicou o produto em Maria sem observar as contraindicações, afastandose a responsabilidade da empresa
por culpa de terceiro.
b) a responsabilidade civil objetiva recai exclusivamente sobre a franqueadora, a quem faculta-se ingressar com ação de regresso em face da franqueada.
c) se a franqueadora for demandada judicialmente, não poderá invocar denunciação da lide à franqueada, por se tratar de acidente de consumo.
d) não há relação de consumo, uma vez que se tratou de hipótese de amostra grátis, sem que tenha se materializado a relação de consumo, em razão de o produto
não ter sido comprado por Maria.
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CEBRASPE (CESPE) - AJ (TJ RJ)/TJ RJ/Tecnologia da Informação/Analista de Negócios/2021
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
No âmbito do direito do consumidor, será apurada a responsabilidade pessoal pelo fato do serviço, mediante a verificação de culpa, no caso do
a) profissional liberal.
b) fabricante.
c) comerciante.
d) preposto.
e) fornecedor.
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115) 
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117) 
FEPESE - Fis RC (Pref Itajaí)/Pref Itajaí/2020
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.
a) A adoção de novas técnicas de produção poderá tornar os produtos já inseridos no mercado defeituosos.
b) Quando o importador do produto não puder ser identificado, o comerciante será, igualmente, responsável pelo produto defeituoso.
c) O conceito e a extensão de consumidor para fins de responsabilidade pelo fato do produto é limitada e restrita àquele que adquirir para si o produto.
d) Ocorrerá vício do produto quando ele não forneça a segurança que o consumidor dele poderia esperar.
e) A época em que o produto foi inserido no mercado de não consumo não afasta a responsabilidade do seu fornecedor.
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FGV - Est For (MPE RJ)/MPE RJ/2020
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
André comprou um televisor fabricado pela Alicante. Quando ligou o aparelho em sua rede elétrica, ocorreu um curto em razão de um defeito interno, causando
uma pequena explosão que feriu levemente sua amiga Tatiana, que o visitava na ocasião. Para demandar indenização pelos danos sofridos por Tatiana:
a) André deve acionar sozinho a Alicante, na condição de comprador do produto;
b) Tatiana pode acionar sozinha a Alicante, por ser consumidora por equiparação;
c) Tatiana e André devem acionar a Alicante necessariamente juntos;
d) Tatiana deve acionarjudicialmente apenas André e ele poderá regredir contra a Alicante;
e) Tatiana pode acionar a Alicante e André, mas necessariamente juntos.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2018
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Eloá procurou o renomado Estúdio Max para tratamento de restauração dos fios do cabelo, que entendia muito danificados pelo uso de químicas capilares. A
proposta do profissional empregado do estabelecimento foi a aplicação de determinado produto que acabara de chegar ao mercado, da marca mundialmente conhecida
Ops, que promovia uma amostragem inaugural do produto em questão no próprio Estúdio Max.
Eloá ficou satisfeita com o resultado da aplicação pelo profissional no estabelecimento, mas, nos dias que se seguiram, observou a queda e a quebra de muitos fios de
cabelo, o que foi aumentando progressivamente. Retornando ao Estúdio, o funcionário que a havia atendido informou-lhe que poderia ter ocorrido reação química com
118) 
119) 
outro produto utilizado por Eloá anteriormente ao tratamento, levando aos efeitos descritos pela consumidora, embora o produto da marca Ops não apontasse
contraindicações.
Eloá procurou você como advogado(a), narrando essa situação.
Neste caso, assinale a opção que apresenta sua orientação.
a) Há evidente fato do serviço executado pelo profissional, cabendo ao Estúdio Max e ao fabricante do produto da marca Ops, em responsabilidade solidária,
responderem pelos danos suportados pela consumidora.
b) Há evidente fato do produto; por esse motivo, a ação judicial poderá ser proposta apenas em face da fabricante do produto da marca Ops, não havendo
responsabilidade solidária do comerciante Estúdio Max.
c) Há evidente fato do serviço, o que vincula a responsabilidade civil subjetiva exclusiva do profissional que sugeriu e aplicou o produto, com base na teoria do risco
da atividade, excluindo-se a responsabilidade do Estúdio Max.
d) Há evidente vício do produto, sendo a responsabilidade objetiva decorrente do acidente de consumo atribuída ao fabricante do produto da marca Ops e, em
caráter subsidiário, ao Estúdio Max e ao profissional , e não do profissional que aplicou o produto.
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FGV - Ana (TJ SC)/TJ SC/Jurídico/2018
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
O Shopping Center ABC oferece serviço de transporte (ônibus) para clientes, entre a praça principal da cidade e o centro comercial, sem deles nada cobrar. Joana,
cliente, ao utilizar o ônibus, sofreu lesão física quando o veículo se desgovernou em razão do estouro repentino do pneu.
Acerca de tal fato, o ABC:
a) responde subjetivamente, pelo que, diante da força maior, não deve indenizar Joana;
b) não tem responsabilidade, visto se tratar de transporte na modalidade gratuita;
c) deve indenizar Joana, pois responde objetivamente, não afastada por hipótese de fortuito interno;
d) indenizará Joana, desde que ela demonstre negligência na manutenção do veículo;
e) não responderá pelos danos de Joana, visto se tratar de hipótese de fortuito externo.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2017
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Os arquitetos Everton e Joana adquiriram pacote de viagens para passar a lua de mel na Europa, primeira viagem internacional do casal. Ocorre que o trajeto do
voo previa conexão em um país que exigia visto de trânsito, tendo havido impedimento do embarque dos noivos, ainda no Brasil, por não terem o visto exigido. O casal
questionou a agência de turismo por não ter dado qualquer explicação prévia nesse sentido, e a fornecedora informou que não se responsabilizava pela informação de
necessidade de visto para a realização da viagem.
120) 
121) 
 
Diante do caso apresentado, assinale a afirmativa correta.
a) Cabe ação de reparação por danos extrapatrimoniais, em razão da insuficiência de informação clara e precisa, que deveria ter sido prestada pela agência de
turismo, no tocante à necessidade de visto de trânsito para a conexão internacional prevista no trajeto.
b) Não houve danos materiais a serem ressarcidos, já que os consumidores sequer embarcaram, situação muito diferente de terem de retornar, às próprias
expensas, diretamente do país de conexão, interrompendo a viagem durante o percurso.
c) Não ocorreram danos extrapatrimoniais por se tratar de pessoas que tinham capacidade de leitura e compreensão do contrato, sendo culpa exclusiva das
próprias vítimas a interrupção da viagem por desconhecerem a necessidade de visto de trânsito para realizarem a conexão internacional.
d) Houve culpa exclusiva da empresa aérea que emitiu os bilhetes de viagem, não podendo a agência de viagem ser culpabilizada, por ser o comerciante
responsável subsidiariamente e não responder diretamente pelo fato do serviço.
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FUNDEP - PJ (MPE MG)/MPE MG/2017
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Assinale a alternativa INCORRETA. A Lei nº 8.078, de 1990, afetou os princípios da teoria geral dos contratos, afastando a relatividade das convenções nos
seguintes casos:
a) Responsabilidade do fabricante, do produtor, do construtor, nacional ou estrangeiro, e do importador.
b) Responsabilidade solidária dos fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis.
c) Responsabilidade pessoal do profissional liberal apurada mediante a verificação de culpa.
d) Responsabilidade solidária dos fornecedores de produtos e serviços pelos atos de seus prepostos.
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FUNDATEC - Con Jur (CM Quaraí)/CM Quaraí/2017
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Luís, que possui intolerância à lactose, adquire um produto cuja rotulagem indica não possuir esse componente. Porém, após consumir o produto, Luís constata que
a lactose se fazia presente, pois experimenta uma série de efeitos colaterais típicos do consumo de lactose. A presença desse componente foi, posteriormente, confirmada
por perícia técnica. Nesse caso, ocorreu:
a) Vício do produto e há responsabilidade subjetiva do fabricante e do comerciante, que respondem de forma solidária.
b) Vício do produto e há responsabilidade objetiva do fabricante e do comerciante, que respondem de forma solidária.
c) Responsabilidade pelo vício do produto, que é exclusiva do comerciante.
d) Responsabilidade pelo fato do produto, que é objetiva e atribuível ao fabricante.
e) Fato do serviço, com atribuição de responsabilidade aos fornecedores.
122) 
123) 
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CEC Banpará - Adv (BANPARÁ)/BANPARÁ/2017
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Acerca da responsabilidade civil no âmbito do direito do consumidor, marque a assertiva CORRETA:
a) A responsabilidade objetiva pelo fato do produto e do serviço diz respeito aos danos causados à incolumidade patrimonial do consumidor, prescindindo-se dos
danos causados à sua saúde e segurança.
b) De acordo com o previsto no Código de Defesa do Consumidor o recall feito pelo fornecedor exime o fornecedor de responder por eventual dano causado ao
consumidor que foi corretamente informado do recall, mas não compareceu perante o fornecedor.
c) De acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, os médicos, como profissionais liberais, no caso de cirurgia plástica embelezadora que implique
em obrigação de resultado, respondem objetivamente, sendo presumida a culpa do profissional liberal.
d) Segundo a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, não é considerado excludente de responsabilidade o fortuito externo, por não estar previsto
expressamente no rol de excludentes do Código de Defesa do Consumidor.
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FGV -NAC UNI OAB/OAB/2015
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
A responsabilidade civil dos fornecedores de serviços e produtos, estabelecida pelo Código do Consumidor, reconheceu a relação jurídica qualificada pela presença
de uma parte vulnerável, devendo ser observados os princípios da boa-fé, lealdade contratual, dignidade da pessoa humana e equidade.
 
A respeito da temática, assinale a afirmativa correta.
a) A responsabilidade civil subjetiva dos fabricantes impõe ao consumidor a comprovação da existência de nexo de causalidade que o vincule ao fornecedor,
mediante comprovação da culpa, invertendo-se o ônus da prova no que tange ao resultado danoso suportado.
b) A responsabilidade civil do fabricante é subjetiva e subsidiária quando o comerciante é identificado e encontrado para responder pelo vício ou fato do produto,
cabendo ao segundo a responsabilidade civil objetiva.
c) A responsabilidade civil objetiva do fabricante somente poderá ser imputada se houver demonstração dos elementos mínimos que comprovem o nexo de
causalidade que justifique a ação proposta, ônus esse do consumidor.
d) A inversão do ônus da prova nas relações de consumo é questão de ordem pública e de imputação imediata, cabendo ao fabricante a carga probatória frente ao
consumidor, em razão da responsabilidade civil objetiva.
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FCC - JE TJSC/TJ SC/2015
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Etevaldo, médico neurocirurgião, realiza operação para retirada de tumor cerebral em estágio avançado em Lucicleide, que vem a falecer no curso da cirurgia. A
família da paciente ajuiza ação indenizatória contra Etevaldo, alegando erro médico e que Lucicleide não foi informada de que a cirurgia era de alto risco, podendo levá-la
a óbito. Nesse caso, o juiz considerará a responsabilidade de Etevaldo como
a) mitigada e subsidiária, porque o quadro de saúde de Lucicleide impunha cirurgia para retirada do tumor cerebral como única alternativa possível,
independentemente de ter sido ela informada ou não da periculosidade do ato cirúrgico.
b) subjetiva, apurando o erro médico mediante exame de culpa, mas terá como irrelevante juridicamente a ausência de informações a Lucicleide, tendo em vista
que a cirurgia era a única alternativa para salvá-la, em razão da gravidade de seu quadro de saúde.
c) objetiva, em razão do risco habitual no exercício da neurocirurgia; analisará como irrelevante juridicamente a ausência de informação a Lucicleide, por se tratar
de questão médica a opção pela cirurgia, única indicação possível em face da gravidade de seu quadro de
saúde.
d) subjetiva, apurando-se o eventual erro médico com a verificação de sua culpa; analisará como relevante juridicamente ter sido Lucicleide informada ou não dos
riscos que corria, tendo em vista a gravidade de seu quadro de saúde, que impunha informação ostensiva e adequada da periculosidade da cirurgia a que seria
submetida.
e) objetiva, em razão do risco habitual no exercício da neurocirurgia, analisando como relevante juridicamente a ausência de informações a Lucicleide, pois deveria
ela ter sido informada ostensiva e adequadamente da periculosidade da cirurgia a que seria submetida.
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Com. Exam. (MPE SP) - PJ (MPE SP)/MPE SP/2015
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
À luz da lei nº 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), assinale a alternativa que contém afirmação incorreta:
a) O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o importador respondem, nos casos de culpa e dolo, pela reparação dos danos causados aos
consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos,
bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos.
b) O comerciante é igualmente responsável quando: a) o fabricante, o construtor, o produtor ou o importador não puderem ser identificados; b) o produto for
fornecido sem identificação clara do seu fabricante, produtor, construtor ou importador; c) não conservar adequadamente os produtos perecíveis.
c) O produto é defeituoso quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera, levando-se em consideração as circunstâncias relevantes, entre as
quais: a) sua apresentação; b) o uso e os riscos que razoavelmente dele se esperam; e c) a época em que foi colocado em circulação.
d) O fabricante, o construtor, o produtor ou importador só não será responsabilizado quando provar: a) que não colocou o produto no mercado; b) que, embora
haja colocado o produto no mercado, o defeito inexiste; c) a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro.
e) Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios
ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com as indicações constantes do
recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição
das partes viciadas.
126) 
127) 
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FGV - TSJ (DPE RJ)/DPE RJ/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Sérgio adquiriu, em uma grande loja, uma furadeira nova a ser utilizada principalmente para fixar suportes para quadros na parede de seu novo apartamento.
Ocorre que quando da utilização da máquina, em decorrência de um defeito de fábrica, a broca se desprendeu e foi lançada violentamente pela janela, vindo a atingir o
rosto de Vanildo, que seguia para seu trabalho e passava, naquele momento, pelo local, causando-lhe sérias lesões.
Após ser prontamente socorrido por Sérgio e encaminhado para o serviço de emergência de um hospital próximo, Vanildo procurou a Defensoria Pública. É correto afirmar
que na hipótese
a) Vanildo não integra relação de consumo, já que a furadeira não foi adquirida por ele.
b) Vanildo é consumidor por equiparação, podendo se valer das regras do Código de Defesa do Consumidor.
c) Vanildo, mesmo não sendo consumidor, pode se valer das regras do Código de Defesa do Consumidor em virtude do princípio da harmonização dos interesses.
d) Vanildo, mesmo não sendo consumidor, pode se valer das regras do Código de Defesa do Consumidor em virtude do princípio da vulnerabilidade.
e) Sérgio e Vanildo devem se valer das regras do Código de Defesa do consumidor para, em litisconsórcio ativo necessário, pleitear indenização perante o
comerciante.
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FGV - TSJ (DPE RJ)/DPE RJ/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Eduardo, pedreiro, foi contratado por Cíntia para fazer uma reforma em sua casa, incluindo a construção de duas paredes. Uma das paredes levantadas por
Eduardo tombou e ocasionou danos ao fogão, à geladeira e a um bebedouro automático.
Cíntia se negou a pagar o serviço parcial realizado por Eduardo e, por fim, ambos procuraram a Defensoria Pública. É correto afirmar que
a) não há relação de consumo em razão da vulnerabilidade recíproca.
b) há relação de consumo, mas não há responsabilidade civil de Eduardo em razão da vulnerabilidade recíproca.
c) trata-se de responsabilidade civil pelo fato do serviço por parte de Eduardo, que na hipótese será determinada mediante a verificação de culpa.
d) trata-se de responsabilidade civil pelo vício do serviço por parte de Eduardo, que na hipótese será determinada mediante a verificação de culpa.
e) não há relação de consumo por ausência de seus elementos.
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FCC - DP PB/DPE PB/2014
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129) 
Direito do Consumidor - Da Responsabilidadepelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Acerca da responsabilidade civil nas relações de consumo, é correto afirmar:
a) A vítima de atropelamento de um ônibus comercial que transportava passageiros também é considerada como consumidora para os fins de responsabilização
civil, ainda que não tenha nenhum vínculo contratual com a empresa prestadora do serviço.
b) É cabível a responsabilização do fabricante de faca pelo fato do produto em razão de o consumidor ter se cortado ao manuseá-la durante o preparo de uma
refeição.
c) Como regra, por se tratar de obrigação de meio, a responsabilidade civil dos médicos, profissionais liberais que são, é subjetiva, enquanto que a dos hospitais,
qualificados como fornecedores de serviços, nas mesmas circunstâncias, é objetiva.
d) O consumidor que adquire um produto com defeito pode, a seu critério, exigir imediatamente do comerciante a substituição do produto, a restituição da quantia
paga ou o abatimento proporcional do preço.
e) O comerciante, o fabricante, o produtor e o importador respondem objetiva e solidariamente pelos danos causados ao consumidor pelo fato do produto.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Um homem foi submetido a cirurgia para remoção de cálculos renais em hospital privado. A intervenção foi realizada por equipe médica não integrante dos quadros
de funcionários do referido hospital, apesar de ter sido indicada por esse mesmo hospital.
 
Durante o procedimento, houve perfuração do fígado do paciente, verificada somente três dias após a cirurgia, motivo pelo qual o homem teve que se submeter a novo
procedimento cirúrgico, que lhe deixou uma grande cicatriz na região abdominal. O paciente ingressou com ação judicial em face do hospital, visando a indenização por
danos morais e estéticos.
 
Partindo dessa narrativa, assinale a opção correta.
a) O hospital responde objetivamente pelos danos morais e estéticos decorrentes do erro médico, tendo em vista que ele indicou a equipe médica.
b) O hospital responderá pelos danos, mas de forma alternativa, não se acumulando os danos morais e estéticos, sob pena de enriquecimento ilícito do autor.
c) O hospital não responderá pelos danos, uma vez que se trata de responsabilidade objetiva da equipe médica, sendo o hospital parte ilegítima na ação porque
apenas prestou serviço de instalações e hospedagem do paciente.
d) O hospital não responderá pelos danos, tendo em vista que não se aplica a norma consumerista à relação entre médico e paciente, mas, sim, o Código Civil,
embora a responsabilidade civil dos profissionais liberais seja objetiva.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
130) 
131) 
132) 
Carmen adquiriu veículo zero quilômetro com dispositivo de segurança denominado airbag do motorista, apenas para o caso de colisões frontais. Cerca de dois
meses após a aquisição do bem, o veículo de Carmen sofreu colisão traseira, e a motorista teve seu rosto arremessado contra o volante, causando-lhe escoriações leves.
A consumidora ingressou com medida judicial em face do fabricante, buscando a reparação pelos danos materiais e morais que sofrera, alegando ser o produto
defeituoso, já que o airbag não foi acionado quando da ocorrência da colisão. A perícia constatou colisão traseira e em velocidade inferior à necessária para o
acionamento do dispositivo de segurança. Carmen invocou a inversão do ônus da prova contra o fabricante, o que foi indeferido pelo juiz.
 
Analise o caso à luz da Lei nº 8.078/90 e assinale a afirmativa correta.
a) Cabe inversão do ônus da prova em favor da consumidora, por expressa determinação legal, não podendo, em qualquer hipótese, o julgador negar tal pleito.
b) Falta legitimação, merecendo a extinção do processo sem resolução do mérito, uma vez que o responsável civil pela reparação é o comerciante, no caso, a
concessionária de veículos.
c) A responsabilidade civil do fabricante é objetiva e independe de culpa; por isso, será cabível indenização à vítima consumidora, mesmo que esta não tenha
conseguido comprovar a colisão dianteira.
d) O produto não poderá ser caracterizado como defeituoso, inexistindo obrigação do fabricante de indenizar a consumidora, já que, nos autos, há apenas provas
de colisão traseira.
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FGV - Age Fisc (Osasco)/Pref Osasco/Defesa do Consumidor/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
A responsabilidade civil dos profissionais liberais no Código de Defesa do consumidor:
a) não tem aplicação;
b) independe de culpa;
c) goza de isenção permanente;
d) é sempre pública;
e) será apurada mediante a verificação de culpa.
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FGV - Age Fisc (Osasco)/Pref Osasco/Defesa do Consumidor/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
O comerciante, na hipótese de fato do produto:
a) pode ser subsidiariamente responsável;
133) 
134) 
b) não tem qualquer responsabilidade civil;
c) é totalmente responsável;
d) não integra a relação jurídica de consumo;
e) se equivale ao produtor e ao fabricante.
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Instituto Verbena - DP GO/DPE GO/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Quanto ao recall ou convocação pelo fornecedor, a legislação prevê que
a) a prova da plena comunicação da convocação compete à montadora de veículo em que se usou peça defeituosa.
b) a omissão do adquirente que deixar de atender ao recall do eletrodoméstico montado com peça defeituosa exime o importador da responsabilidade por fato do
produto.
c) o dano moral é indenizável mesmo que sem fato do produto, pois decorre do retorno à concessionária ou loja para substituição do bem ou da peça.
d) a troca do brinquedo avariado por outro perfeito mantém, ainda assim, o dever de o fornecedor indenizar, por vício do produto, o dano material do pai que o dera
de Natal ao filho.
e) o consumidor tem direito ao abatimento do preço do bem objeto de recall por aplicação da responsabilidade pós-contratual.
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FUNDEP - DP MG/DPE MG/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Analise o caso a seguir.
 
João Caetano adquiriu uma passagem aérea de uma determinada companhia. A passagem seria utilizada para o trecho Recife/Belo Horizonte, com saída prevista para o
dia 04/12/2013, às 14 horas e 30 minutos. A aeronave, contudo, somente decolou por volta de 23 horas, com atraso de mais de 8 horas. O motivo da viagem era a
realização da segunda fase de um concurso público no dia 05/12/2013, às 9 horas da manhã, sendo que o receio de perder a prova gerou abalo psíquico e físico ao
consumidor, não conseguindo dormir durante três noites seguidas após o fato, tendo permanecido durante todo esse tempo com o ânimo exaltado.
 
Considerando o que dispõe a teoria da qualidade prevista no âmbito do Direito do Consumidor a respeito desse caso, assinale a alternativa CORRETA.
a) A companhia aérea pode alegar, com êxito, que o atraso se deu em razão de alteração da malha aérea, sendo excludente de responsabilidade, em razão do
fortuito externo.
b) O direito de reclamar judicialmente se iniciou a partir da configuração do dano, tendo, João Caetano, para isso, o prazo de 90 dias.
c) João Caetano teve sua vulnerabilidade violada em razão do atraso do voo, inexistindo, porém, dano moral a ser indenizado.
135) 
136) 
d) Incide na espécie a responsabilidade pelo fato do serviço, devendo a companhia aérea responder pela reparação dos danos causados, sejam eles materiais ou
morais.
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FCC - JE TJPE/TJ PE/2013
Direito do Consumidor - Damecânicos decorrentes de falha na fabricação, que comprometiam a segurança dos passageiros. Desses automóveis, um pertencia à concessionária e os outros
quatro, a particulares que adquiriram o bem na concessionária.
 
Nesse caso, com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC), assinale a afirmativa correta.
a) Entre os consumidores particulares e a montadora inexiste relação jurídica, posto que a aquisição dos veículos se deu na concessionária.
b) Entre os consumidores particulares e a montadora, por se tratar de falha na fabricação, há relação jurídica protegida pelo CDC; a relação jurídica entre a
concessionária e a montadora, no que se refere à unidade adquirida pela pessoa jurídica para uso próprio, é de direito comum civil.
c) Existe, entre a concessionária e a montadora, relação jurídica regida pelo CDC, mesmo que ambas sejam pessoas jurídicas, no que diz respeito ao veículo
adquirido pela concessionária para uso próprio, e não para venda.
d) Somente há relação jurídica protegida pelo CDC entre o consumidor e a concessionária, que deverá ingressar com ação de regresso contra a montadora, caso
seja condenada em ação judicial, não sendo possível aos consumidores demandarem diretamente contra a montadora.
9) 
10) 
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IDIB - Adv (CREMERJ)/CREMERJ/2019
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Com base na Lei nº 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), assinale a alternativa correta:
a) Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto de alguma forma, independentemente de ser destinatário final do mesmo.
b) Produto é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária,
salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista.
c) Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo.
d) A pessoa física não pode ser considerada fornecedor de produto ou serviço.
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NUCEPE UESPI - Fisc (Pref Timon)/Pref Timon/Sanitário/2019
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
A Lei nº 9.078, de 11 de setembro de 1990, trata sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. Nela estão definidos vários termos que cotidianamente
se relacionam no processo de comercialização de bens e serviços. Dentre as alternativas abaixo, qual termo não é contemplado por essa legislação?
a) Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. Equipara-se a consumidor a coletividade de
pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo.
b) Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de
produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.
c) Produto é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial.
d) Empresa - pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, que exerça como atividade principal ou subsidiária o comércio, venda, fornecimento e
distribuição de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, equiparando-se à mesma, para os efeitos desta Lei, as unidades dos órgãos da
administração direta ou indireta, federal, estadual, do Distrito Federal, dos Territórios, dos Municípios e entidades paraestatais, incumbidas de serviços
correspondentes.
e) Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária,
salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista.
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FGV - Ass Sec (BANESTES C)/BANESTES CORRETORA/2018
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
11) 
12) 
Além do conceito estrito de consumidor, ou seja, pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final, o Código de Defesa do
Consumidor (Lei nº 8.078/90) contempla a figura do consumidor por equiparação, que se verifica nos casos de:
a) (i) consumidor pessoa jurídica; (ii) coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo; (iii) vítimas de evento
produzido pelo fato do produto e do serviço;
b) (i) coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo; (ii) vítimas de evento produzido pelo fato do produto e do
serviço; (iii) pessoas, determináveis ou não, expostas às práticas comerciais previstas no Código;
c) (i) pessoa que retira o produto de circulação para transformá-lo e revendê-lo com lucro; (ii) vítimas de evento produzido pelo fato do produto e do serviço; (iii)
sociedades cooperativas;
d) (i) sociedades cooperativas; (ii) coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo; (iii) pessoa que retira o
produto de circulação para transformá-lo e revendê-lo com lucro;
e) (i) pessoa jurídica estrangeira; (ii) vítimas de evento produzido pelo fato do produto e do serviço; (iii) pessoas, determináveis ou não, expostas às práticas
comerciais previstas no Código.
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FGV - Ass Sec (BANESTES S)/BANESTES SEGUROS/2018
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Vitória recebeu pela internet uma oferta de contratação de seguro feita por uma seguradora. Na mensagem publicitária as informações não eram corretas, claras,
precisas, ostensivas sobre as características do produto.
Vitória não se interessou pela oferta e não realizou a contratação do seguro.
Sendo certo que se trata de publicidade em desacordo com as prescrições do Código de Defesa do Consumidor, é correto afirmar que Vitória:
a) não poderá exigir a adequação da publicidade às normas do Código de Defesa do Consumidor, porque não celebrou o contrato e não se tornou consumidora;
b) poderá exigir a adequação da publicidade às normas do Código de Defesa do Consumidor, ainda que não tenha celebrado o contrato, pois equiparam-se aos
consumidores todas as pessoas, determináveis ou não, expostas às práticas nele previstas;
c) poderá exigir a adequação da publicidade às normas do Código de Defesa do Consumidor, desde que o faça em até sete dias da data do recebimento da oferta
de contratação;
d) não poderá exigir a adequação da publicidade às normas do Código de Defesa do Consumidor porque a publicidade de oferta de seguro se submete apenas às
prescrições da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados;
e) não poderá exigir a adequação da publicidade às normas do Código de Defesa do Consumidor porque a oferta da contratação do seguro foi feita entre ausentes,
impondo a aplicação exclusiva das disposições do Código Civil.
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FGV - Ass Sec (BANESTES S)/BANESTES SEGUROS/2018
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
13) 
14) 
15) 
Quanto aos sujeitos da relação de consumo, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, analise as afirmativas a seguir.
I. Equipara-se a consumidor apenas a coletividade determinável de pessoas que haja intervindo nas relações de consumo.
II. Empregador e empregado são sujeitos da relação de consumo, porque qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive
as decorrentes das relações de caráter trabalhista, é considerada como serviço.
III. Os entes despersonalizados que desenvolvem atividade de produção, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços são reputados
fornecedores.
Está correto o que se afirma em:
a) somente I;
b) somente III;
c) somente I e II;
d) somente II e III;Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Na atividade médica, a responsabilidade civil do profissional liberal
a) é, em regra, apurada com base na responsabilidade objetiva e examinada em todos os casos como obrigação de meio e não de resultado.
b) é apurada com base na culpa e é aquela sempre considerada obrigação de resultado.
c) é, em regra, apurada com base na responsabilidade subjetiva e examinada em todos os casos como obrigação de meio e não de resultado.
d) é, em regra, apurada com base na responsabilidade subjetiva e examinada como obrigação de meio, excepcionalmente examinando-se como obrigação de
resultado.
e) é, em regra, apurada com base na responsabilidade objetiva e examinada como obrigação de meio e, circunstancialmente, como obrigação de resultado.
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FCC - DP SP/DPE SP/2013
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
A respeito da responsabilidade pelo fato do produto e do serviço, o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) estabelece que
a) o fornecedor de serviços será responsabilizado mesmo quando provar a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro.
b) a responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será caracterizada independentemente verificação de culpa.
c) o fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o importador respondem, desde que caracterizada a sua culpa, pela reparação dos danos
causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de
seus produtos, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos.
d) o fabricante, o construtor, o produtor ou importador será responsabilizado mesmo quando provar que não colocou o produto no mercado.
e) o comerciante é igualmente responsável, de forma objetiva, quando: o fabricante, o construtor, o produtor ou o importador não puderem ser identificados; o
produto for fornecido sem identificação clara do seu fabricante, produtor, construtor ou importador; ou não conservar adequadamente os produtos perecíveis.
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VUNESP - Adv Leg (CMSC)/CM SC/2013
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
137) 
138) 
139) 
Nas ações de indenização por danos materiais e morais propostas por consumidores contra fornecedores, em que se discute a responsabilidade por acidente de
consumo, é correto afirmar que
a) o fabricante responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto,
fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou
inadequadas sobre sua utilização e riscos.
b) o produto será considerado defeituoso quando não oferece a qualidade ou quantidade que dele legitimamente se espera.
c) o produto será considerado defeituoso pelo fato de outro, de melhor qualidade, ter sido colocado no mercado.
d) o fabricante não será responsabilizado quando provar a ocorrência de culpa concorrente ou exclusiva com o consumidor.
e) o fabricante não será responsabilizado quando provar a ocorrência de culpa concorrente ou exclusiva de terceiro.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2013
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Carla ajuizou ação de indenização por danos materiais, morais e estéticos em face do dentista Pedro, lastreada em prova pericial que constatou falha, durante um
tratamento de canal, na prestação do serviço odontológico. O referido laudo comprovou a inadequação da terapia dentária adotada, o que resultou na necessidade de
extração de três dentes da paciente, sendo que na execução da extração ocorreu fratura da mandíbula de Carla, o que gerou redução óssea e sequelas permanentes, que
incluíram assimetria facial.
Com base no caso concreto, à luz do Código de Defesa do Consumidor, assinale a afirmativa correta.
a) O dentista Pedro responderá objetivamente pelos danos causados à paciente Carla, em razão do comprovado fato do serviço, no prazo prescricional de cinco
anos.
b) Haverá responsabilidade de Pedro, independentemente de dolo ou culpa, diante da constatação do vício do serviço, no prazo decadencial de noventa dias.
c) A obrigação de indenizar por parte de Pedro é subjetiva e fica condicionada à comprovação de dolo ou culpa.
d) Inexiste relação de consumo no caso em questão, pois é uma relação privada, que encerra obrigação de meio pelo profissional liberal, aplicando-se o Código Civil.
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CEBRASPE (CESPE) - JDS (TJ RN)/TJ RN/2013
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Parado diante do sinal vermelho do semáforo, o veículo que Cássio dirigia foi abalroado na traseira por um táxi conduzido por Tadeu, profissional liberal, que, em
alta velocidade, transportava um passageiro a caminho do aeroporto e não conseguiu frear a tempo de evitar a colisão.
 
Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta, com fundamento na legislação em vigor, na doutrina e na jurisprudência do STJ.
a) O ordenamento jurídico brasileiro não contempla proteção à figura do bystander, cujo conceito foi desenvolvido pelo direito norte-americano.
140) 
141) 
b) A responsabilidade civil pelos danos experimentados por Cássio, terceiro prejudicado, se submete ao regime jurídico do CDC, ainda que Tadeu não estivesse, no
momento do acidente, prestando serviços a algum consumidor.
c) Cássio deve ser considerado consumidor por equiparação, incidindo, nesse caso, as normas protetivas do CDC.
d) Não incide, em relação aos danos materiais sofridos pelo veículo dirigido por Cássio, a proteção derivada das relações de consumo, haja vista que Cássio,
diferentemente do passageiro do táxi, não figura como destinatário final dos serviços de transporte prestados por Tadeu.
e) Tadeu responderá, independentemente da existência de culpa pelos danos causados a Cássio, em face da responsabilidade extracontratual do risco da atividade.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2012
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Determinado consumidor, ao mastigar uma fatia de pão com geleia, encontrou um elemento rígido, o que lhe causou intenso desconforto e a quebra parcial de um
dos dentes. Em razão do fato, ingressou com medida judicial em face do mercado que vendeu a geleia, a fim de ser reparado. No curso do processo, a perícia constatou
que o elemento encontrado era uma pequena porção de açúcar cristalizado, não oferecendo risco à saúde do autor.
 
Diante desta narrativa, assinale a afirmativa correta.
a) O fabricante e o fornecedor do serviço devem ser excluídos de responsabilidade, visto que o material não ofereceu qualquer risco à integridade física do
consumidor, não merecendo reparação.
b) O elemento rígido não característico do produto, ainda que não o tornasse impróprio para o consumo, violou padrões de segurança, já que houve dano
comprovado pelo consumidor.
c) A responsabilidade do fornecedor depende de apuração de culpa e, portanto, não tendo o comerciante agido de modo a causar voluntariamente o evento, não
deve responder pelo resultado.
d) O comerciante não deve ser condenado e sequer caberia qualquer medida contra o fabricante, posto que não há fato ou vício do produto, motivo pelo qual não
deve ser responsabilizado pelo alegado defeito.
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Com. Exam. (MPE SP) - PJ (MPE SP)/MPE SP/2012
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Com relação à responsabilidade do sistema consumerista quanto aos acidentes de consumo, é INCORRETO afirmar que
a) é culposaa responsabilidade pessoal dos profissionais liberais.
b) a responsabilidade do comerciante é subsidiária.
c) a responsabilidade do fabricante é objetiva.
d) a responsabilidade do fabricante não comporta excludentes de ilicitude.
e) a responsabilidade do fornecedor de serviço comporta excludentes de ilicitude.
142) 
143) 
144) 
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FGV - CL (SEN)/SEN/Assessoramento Legislativo/Direito Econômico e Regulação, Direito Empresarial e do Consumidor/2012
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
No que concerne à responsabilidade civil derivada dos acidentes de consumo, é correto dizer que
a) em tal campo, o prazo de prescrição do Código de Defesa do Consumidor é mais benéfico do que o do Código Civil de 2002, e nele a pretensão reparatória é
comprometida após cinco anos, contados desde o evento danoso.
b) em relação a bens vendidos em lojas, caso ocorra o acidente de consumo a Lei nº 8.078/90 estabelece a responsabilidade objetiva e solidária entre o fabricante
e o comerciante lojista.
c) as excludentes de responsabilidade abrangem, entre outras, a culpa exclusiva de terceiro, o caso fortuito e a culpa concorrente da vítima.
d) desde que destacada em negrito, de modo facilmente inteligível pelo consumidor, é válida a cláusula pela qual o fornecedor se exonera do dever de reparar
eventual acidente de consumo.
e) as vítimas do acidente de consumo são consideradas consumidoras por equiparação.
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FUNDATEC - Adv (CREMERS)/CREMERS/Especialista/2011
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Nos termos fixados pelo Código do Consumidor, a responsabilidade do médico por fatos do serviço que causem danos aos consumidores
a) é apurada mediante a verificação de culpa.
b) é espécie de responsabilidade objetiva.
c) não admite causas de exclusão de responsabilidade.
d) pode ser apurada sob a forma de responsabilidade objetiva ou subjetiva, dependendo da natureza da obrigação assumida pelo médico.
e) é sempre vinculada à obrigação de meios.
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FMP - DP RO/DPE RO/2010
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Sobre o regime da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço previsto no Código de Defesa do Consumidor – Lei Federal n.º 8.078/90, analise as
seguintes assertivas:
I. A culpa exclusiva do consumidor é causa de exclusão da responsabilidade pelo fato do produto ou do serviço.
145) 
II. Para os fins do regime de responsabilidade pelo fato do produto ou do serviço previsto na Lei Federal n.º 8.078/90, são equiparados a consumidor todas as
vítimas do evento, independentemente de terem elas adquirido ou não o produto ou serviço fornecido e causador do dano.
III. A responsabilidade pelo fato do serviço, consoante regime instituído pelo Código de Defesa do Consumidor, dá-se sempre independentemente da comprovação
de culpa do fornecedor.
IV. O produto é defeituoso, quando não ofereça a segurança que dele legitimamente se espera, circunstância que pode ser alterada pelo fato de outro de melhor
qualidade ter sido colocado no mercado, tornando, por isso, inadequados os até então produzidos.
Quais são corretas?
a) Apenas a I e a II.
b) Apenas a I e a IV.
c) Apenas a II e a III.
d) Apenas a II e a IV.
e) Apenas a III e a IV.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2010
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Em sua primeira viagem com seu carro zero quilômetro, Joaquim, fechado por outro veículo, precisa dar uma freada brusca para evitar um acidente. O freio não
funciona, o que leva Joaquim, transtornado, a jogar o carro para o acostamento e, em seguida, abandonar a estrada. Felizmente, nenhum dano material ou físico
acontece ao carro nem ao motorista, que, muito abalado, mal consegue acessar seu celular para pedir auxílio. Com a ajuda de moradores locais, se recupera do imenso
susto e entra em contato com seus familiares.
Na qualidade de advogado de Joaquim, qual seria a orientação correta a ser dada em relação às providências cabíveis?
a) Propositura de ação de responsabilidade civil pelo fato do produto em face do fabricante do veículo.
b) Não há ação a ser proposta porque não houve dano.
c) Propositura de ação de responsabilidade civil pelo fato do produto em face da concessionária que vendeu o veículo a Joaquim.
d) Propositura de ação de responsabilidade civil pelo vício do produto em face do fabricante e da concessionária, uma vez que a responsabilidade é solidária.
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MOVENS - Del Pol (PC PA)/PC PA/2009
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
146) 
147) 
148) 
Para efeitos da disciplina legal da responsabilidade pelo fato do produto ou do serviço na Lei n.º 8.078/1990 (Código de Proteção e Defesa do Consumidor),
equipara(m)-se aos consumidores:
a) o fabricante.
b) o fornecedor de serviços.
c) o comerciante.
d) todas as vítimas do evento.
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CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2009
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Com base no Código de Defesa do Consumidor, assinale a opção correta acerca da responsabilidade na prestação de serviços.
a) O fornecedor de serviço responderá pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços ou decorrentes de
informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos somente se comprovada a sua culpa.
b) A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais deve ser apurada independentemente da verificação de culpa.
c) O serviço é considerado defeituoso pela adoção de novas técnicas.
d) O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro, ou quando provar que, tendo prestado o
serviço, o defeito inexiste.
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FGV - AFRE RJ/SEFAZ RJ/2008
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
A sociedade de engenheiros, na ótica do Código do Consumidor, tem responsabilidade civil embasada:
a) na culpa provada.
b) no risco da atividade.
c) na culpa presumida.
d) no dolo eventual.
e) na culpa consciente.
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FGV - Adv (SEN)/SEN/2008
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
149) 
150) 
151) 
A exclusão de responsabilidade do fornecedor não pode ser alegada com fundamento na:
a) inexistência de nexo causal.
b) superveniência de caso fortuito ou força maior.
c) culpa exclusiva do consumidor.
d) culpa exclusiva de terceiros.
e) inexistência de defeito na prestação de serviço.
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FGV - Adv (SEN)/SEN/2008
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
A responsabilidade civil do profissional liberal poderá não ser apurada mediante verificação de culpa, a depender:
a) da inversão do ônus da prova do nexo de causalidade do dano com o serviço.
b) de o serviço ser prestado efetivamente com a característica intuito personae.
c) de o profissional não ter constituído sociedade profissional.
d) de a atividade exercida ser de meio ou de fim.
e) de a atividade conter elementos típicos de serviço de massa.
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ACADEPOL RJ - Del Pol (PC RJ)/PC RJ/2006
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
Avalie as afirmativas a seguir, em relação à responsabilidade do fornecedor pelos danos causados ao consumidor por defeito do produto:
 
I - O fabricante se exonera da responsabilidade quando provar que não agiu com culpa.
 
II - O fabricante se exonera da responsabilidadequando provar a culpa exclusiva de terceiro;
 
III - O fabricante se exonera da responsabilidade quando provar a culpa exclusiva do consumidor.
 
Assinale a alternativa correta:
a) apenas a afirmativa I está correta;
b) apenas a afirmativa II está correta;
c) apenas as afirmativas I e III estão corretas;
152) 
153) 
154) 
d) apenas as afirmativas II e III estão corretas;
e) todas as afirmativas estão corretas.
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ACADEPOL RJ - Del Pol (PC RJ)/PC RJ/2002
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
A responsabilidade civil decorrente do fato do serviço, nas relações de consumo, é:
a) de regra objetiva;
b) sempre subjetiva;
c) de regra subjetiva, podendo ser objetiva quando a lei expressamente dispõe neste sentido;
d) subjetiva, porém com culpa presumida;
e) subjetiva ou objetiva, conforme entendimento do juiz.
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VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2002
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o profissional liberal responde pelos danos causados em razão da prestação de serviços
a) independentemente de culpa.
b) se os defeitos se deverem a culpa exclusiva de terceiro.
c) se o serviço, ainda que não defeituoso, pudesse ser melhor realizado em razão da superveniência de nova técnica.
d) se o consumidor não foi suficientemente informado a respeito dos riscos do serviço.
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VUNESP - Sec OAB SP/OAB/2001
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço (arts. 12 ao 17)
"A empresa responde, perante o cliente, pela reparação de dano ou furto de veículo ocorridos em seu estacionamento." Essa afirmação
a) é correta, pois o estacionamento é um atrativo para o cliente da empresa e o valor do seu uso considera-se embutido no preço da mercadoria ou do serviço
vendido pela empresa.
b) é correta, mas apenas se a empresa deixar de avisar aos clientes, por meio de placa legível, colocada na entrada do estacionamento, que não se responsabiliza
pelos bens deixados sob sua guarda.
155) 
156) 
c) é incorreta, uma vez que só tem aplicação quando o estacionamento é administrado por empresa do ramo e a guarda do veículo é cobrada do cliente.
d) é incorreta, uma vez que se trata de responsabilidade por ato ou fato de terceiro e, portanto, objetiva.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2023
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Diego ofereceu papinha industrializada para seu filho que apresentou sintomas de diarreia e vômito algumas horas depois. Ao observar a data de validade do
produto, identificou que estava vencida. O produto havia sido adquirido naquela manhã na padaria vizinha e, ao retornar ao local, observou que os demais potinhos de
papinha disponíveis na prateleira estavam com a data de validade adequada para o consumo.
Indagando o comerciante, Diego foi informado de que os produtos estavam na mesma caixa lacrada enviada pelo fabricante naquela manhã e alegou que também foi
vítima de tal erro do fabricante.
Embora se conformasse e lamentasse a infelicidade de ter adquirido justamente o pote com data vencida, Diego procurou você como advogado (a) para saber se alguma
providência jurídica poderia ser tomada.
Diante desses fatos, assinale a opção correta.
a) O comerciante não responde pelo evento danoso na medida em que também foi prejudicado ao receber do fabricante o produto com a data de validade expirada.
b) Cuida-se de vício da segurança do produto, respondendo o comerciante objetivamente por ter disponibilizado o produto para venda, podendo ainda o fabricante
ser responsabilizado, não podendo alegar culpa de terceiro.
c) Incide excludente de responsabilidade do fabricante e do comerciante por culpa da vítima que não observou o prazo de validade antes de consumir o produto.
d) Cuida-se de responsabilidade objetiva do fabricante do produto, recaindo sobre o comerciante a responsabilidade subsidiária.
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FGV - JF TRF1/TRF 1/2023
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Em relação a serviços públicos, o Código de Defesa do Consumidor é:
a) sempre inaplicável, considerando que a relação de consumo se desenvolve no âmbito de uma atividade lucrativa, escopo distinto dos serviços que são prestados
pelo poder público;
b) sempre aplicável, considerando que nele consta expressa previsão de que o fornecedor poderá ser pessoa jurídica de direito privado ou público;
c) aplicável, considerando a expressa previsão de que o fornecedor pode ser pessoa jurídica de direito privado ou público, quando se tratar de serviços públicos uti
singuli remunerados por tarifa, como, por exemplo, o serviço postal;
157) 
158) 
d) aplicável, a despeito de inexistir expressa previsão de que o fornecedor pode ser pessoa jurídica de direito privado ou público, quando se tratar de serviços
públicos uti universi remunerados por tarifa, como, por exemplo, o serviço da Caixa Econômica Federal;
e) aplicável, considerando a expressa previsão de que o fornecedor pode ser pessoa jurídica de direito privado ou público, quando se tratar de serviços públicos uti
universi remunerados por tarifa, como, por exemplo, o serviço de hospital privado conveniado ao SUS.
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FGV - JL (TJ BA)/TJ BA/2023
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Igor comprou uma geladeira da marca FrioMais. Depois de seis meses de uso, um defeito em uma das peças internas eclodiu, fazendo com que o eletrodoméstico
parasse de funcionar.
Nesse caso, é correto afirmar que:
a) já se implementou a decadência do direito de reclamar pelo vício do produto, que, em se tratando de bem durável, é de noventa dias, contados do dia em que o
produto foi entregue, conforme Art. 26 do CDC;
b) não é caso de decadência, mas, em se tratando de fato do serviço, de prescrição quinquenal na forma do Art. 27 do CDC;
c) nesse caso, a fabricante dispõe do prazo de trinta dias para providenciar o conserto, findo o qual se abre ao consumidor a escolha entre as seguintes alternativas:
(i) a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso; (ii) a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada,
sem prejuízo de eventuais perdas e danos; e (iii) o abatimento proporcional do preço;
d) nesse caso, Igor poderá exigir imediatamente uma das seguintes providências: (i) a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições
de uso; (ii) a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos; e (iii) o abatimento proporcional do
preço;
e) nesse caso, embora Igor não precise aguardar trinta dias para tentativa de resolução do problema, só poderá solicitar a imediata substituição do produto por
outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1865509
FGV - JE TJAP/TJ AP/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Romeu comprou uma churrasqueira inox com acendimento elétrico que incluía sistema de rotação automática e contínua dos espetos (modelo 150), conforme visto
no mostruário. No dia seguinte, a mercadoria foi entregue e Romeu verificou se havia alguma avaria, testou o acendimento elétrico e guardou-a em seguida, uma vez que
sua residência estava em obras. Quatro meses depois, realizou uma festa para inaugurar a casa reformada, momento em que atentou para o fato de que o produto foi
entregue com configuração diferente (modelo 100), uma vez que não possuía o recurso de rotação automática dos espetos. Imediatamente, o consumidor entrou em
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contato com a loja, explicou o erro na entregado produto e solicitou sua substituição ou o ressarcimento do valor pago, o que lhe foi negado. Romeu então propôs ação
de obrigação de fazer.
 
Nesse caso, à luz do Código de Defesa do Consumidor, é correto afirmar que se trata de:
a) vício de qualidade do produto, tendo havido a decadência, que deve ser alegada pela parte que se beneficia, sob pena de preclusão, não podendo ser conhecida
de ofício;
b) fato do produto, sendo de três anos o prazo prescricional para exercer a pretensão em juízo com o objetivo de ressarcimento do valor pago ou de efetuação da
troca do produto;
c) vício oculto que somente ficou evidenciado para o consumidor quatro meses após a aquisição, iniciando-se daí a contagem do prazo decadencial;
d) vício de qualidade do produto, e ocorreu decadência, uma vez que a reclamação junto à fornecedora foi feita quatro meses após a aquisição e o recebimento do
produto;
e) inexistência de fato ou de vício de qualidade do produto, tendo havido erro no procedimento de entrega, afastando-se o fenômeno da decadência.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1887961
FGV - JE TJMG/TJ MG/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
XL Ltda. dedica-se ao comércio varejista de equipamentos eletrônicos. Importou certa quantidade de termômetros eletrônicos e revendeu todos. Vários
consumidores reclamaram que o equipamento não apresentava funcionamento correto. A vendedora encaminhou os equipamentos defeituosos para análise e foi
constatado que eram falsos. Ela, apesar de ter sido também enganada, esclareceu o ocorrido e ressarciu os adquirentes.
A conduta da vendedora revela
a) boa-fé objetiva.
b) boa-fé subjetiva.
c) temor de perda de mercado.
d) desejo de proteger sua boa fama.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1887964
FGV - JE TJMG/TJ MG/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
160) 
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Indústrias do Morro S/A fabrica veículos de tração humana (carrinhos de mão) e, no manual de instruções, deixou de inserir o limite máximo de peso que pode ser
transportado com segurança. Renato, pedreiro e fisicamente muito forte, comprou o produto e estava transportando grande volume de pedras para edificar um muro.
Durante o trajeto, o carrinho não suportou a carga e teve o eixo da roda partido. Em consequência, a carga caiu sobre o pé de Renato, fraturando vários ossos. Proposta
ação de indenização contra a fornecedora, ela contestou a ação e alegou que não havia necessidade da informação porque qualquer pessoa com o mínimo de bom senso
tem noção de limite de peso que pode ser transportado.
A alegação da fornecedora
a) revela falta de seriedade ao deixar de informar a resistência do material empregado na fabricação do produto.
b) deve ser rejeitada, porque deixou de ser atendido o direito à informação completa acerca da resistência do material empregado na fabricação do produto.
c) revela má-fé por parte da fornecedora, porque o usuário não tem conhecimento técnico quanto à resistência do material empregado na fabricação do produto.
d) pode ser acolhida, porque o consumidor deve ter conhecimento técnico mínimo acerca da resistência de material empregado na fabricação do produto.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2049466
FGV - AJ (TJDFT)/TJDFT/Judiciária/"Sem Especialidade"/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Mãe de duas crianças pequenas e preocupada com a limpeza de sua casa, Lúcia contratou os serviços especializados da Estofados Zil Ltda. para a aplicação de um
produto impermeabilizante no sofá de sua sala. No momento da contratação, o representante da fornecedora garantiu que o serviço tornaria o estofado “cem por cento à
prova d’água”. Três semanas após a prestação do serviço, a filha de Lúcia derrubou acidentalmente um copo cheio de refrigerante sobre o sofá, que prontamente
absorveu o líquido, ficando claro que o estofado não havia adquirido nem mesmo um nível mínimo de impermeabilidade. Lúcia entrou em contato no mesmo dia com a
fornecedora Estofados Zil Ltda. para relatar o ocorrido.
 
De acordo com o direito do consumidor brasileiro, é correto afirmar que Lúcia:
a) pode exigir a reexecução do serviço, arcando apenas com os eventuais custos operacionais de reexecução;
b) pode exigir um abatimento do preço pago pelo serviço, mas não tem a alternativa de exigir a restituição integral do valor;
c) pode exigir a restituição do preço pago, ainda que a fornecedora se ofereça para reexecutar o serviço;
d) não pode cobrar eventuais perdas e danos caso opte por exigir a restituição integral do preço;
e) não pode exigir mais nada da fornecedora, pois já decaiu do direito de reclamar por vícios de fácil constatação.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2211855
FGV - JL (TJ GO)/TJ GO/2022
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
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João adquiriu no supermercado determinado produto oferecido em estado líquido. Ao chegar em casa, observou que a embalagem, embora lacrada, aparentava
dispor de conteúdo abaixo da medida. Utilizando um medidor doméstico para receitas culinárias, aferiu que havia cerca de 10% de conteúdo a menos que o indicado na
rotulagem.
Diante disso, é correto afirmar que se trata de:
a) fato do produto, podendo o consumidor exigir o abatimento proporcional do preço;
b) vício de quantidade, sendo a responsabilidade dos fornecedores subsidiária;
c) vício de quantidade, respeitadas as variações decorrentes da natureza do produto;
d) fato do produto, podendo o consumidor exigir a restituição imediata da quantia paga, não podendo, em tal opção, cumular com perdas e danos;
e) fato do produto, devendo o consumidor exigir a complementação da medida, ato sem o qual não poderá buscar a restituição da quantia paga.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1736865
FCC - JE TJGO/TJ GO/2021
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Em relação à responsabilidade por vício do produto, o Código de Defesa do Consumidor prevê:
a) Na hipótese de fornecimento de produtos in natura, o único responsável perante o consumidor é o fornecedor imediato, ainda que identificado claramente o
produtor, cabendo àquele voltar-se regressivamente contra este.
b) Os prazos para reclamar o vício do produto, seja de qualidade ou de quantidade, são prescricionais, uma vez que as ações são de ressarcimento material e ou
moral.
c) A contagem do prazo para demandar o reconhecimento do vício inicia-se sempre a partir da aquisição do produto.
d) Relativamente aos vícios de quantidade, o fornecedor imediato será responsável quando fizer a pesagem ou a medição e o instrumento utilizado não estiver
aferido segundo os padrões oficiais, nesse caso afastando-se a responsabilidade da fabricante.
e) A ampliação do prazo para sanar o vício, ou sua redução, podem ser convencionadas, salvo na hipótese de contrato de adesão.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1130831
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2020
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Adriano, por meio de um site especializado, efetuou reserva de hotel para estada com sua família em praia caribenha. A reserva foi imediatamente confirmada pelo
site, um mês antes das suas férias, quando fariam a viagem.
Ocorre que, dez dias antes do embarque, o site especializado comunicou a Adriano que o hotel havia informado o cancelamento da contratação por erro no parcelamento
165) 
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com o cartão de crédito. Adriano, então, buscou nova compra do serviço, mas os valores estavam cerca de 30% mais caros do que na contratação inicial, com o qual
anuiu por não ser mais possível alterar a data de suas férias.
Ao retornar de viagem, Adriano procurou você, como advogado(a), a fim de saber se seria possível a restituição dessa diferença de valores.
Neste caso, é correto afirmar que o ressarcimento da diferençaarcada pelo consumidor
a) poderá ser buscado em face exclusivamente do hotel, fornecedor que cancelou a contratação.
b) poderá ser buscado em face do site de viagens e do hotel, que respondem solidariamente, por comporem a cadeia de fornecimento do serviço.
c) não poderá ser revisto, porque o consumidor tinha o dever de confirmar a compra em sua fatura de cartão de crédito.
d) poderá ser revisto, sendo a responsabilidade exclusiva do site de viagens, com base na teoria da aparência, respondendo o hotel apenas subsidiariamente.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1147318
FCC - JE TJMS/TJ MS/2020
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Mariana adquiriu numa loja uma geladeira nova, para utilizar em sua residência. Apenas dois dias depois da compra, o produto apresentou vício, deixando de
refrigerar. Mariana então pleiteou a imediata restituição do preço, o que foi negado pelo fornecedor sob o fundamento de que o produto poderia ser consertado. Nesse
caso, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, assiste razão
a) à Mariana, por se tratar de produto essencial, circunstância que lhe garante exigir a imediata restituição do preço, ainda que o vício do produto possa ser
sanado.
b) à Mariana, em virtude de o vício ter se manifestado dentro do prazo de sete dias contado da compra, circunstância que lhe garante exigir a imediata restituição
do preço, ainda que o vício do produto possa ser sanado.
c) ao fornecedor, pois o consumidor só terá direito à restituição do preço se o vício do produto não for reparado no prazo legal de trinta dias, que pode ser
aumentado ou diminuído por convenção das partes.
d) ao fornecedor, pois o consumidor só terá direito à restituição do preço se o vício do produto não for reparado no prazo legal de trinta dias, que não pode ser
aumentado nem diminuído por convenção das partes.
e) ao fornecedor, pois o consumidor só terá direito à restituição do preço se o vício do produto não for reparado no prazo legal de trinta dias, que não pode ser
aumentado, mas pode ser diminuído por convenção das partes.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1471911
FGV - Est For (MPE RJ)/MPE RJ/2020
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Gaspar comprou um aparelho de celular novo na Telefonia S.A., mas constatou um defeito na bateria, pois após apenas meia hora de uso o celular já indicava estar
descarregado. Levou o aparelho de volta à loja, que informou que realizaria análise para verificar se havia de fato defeito e proceder a eventual conserto. Passados mais
de trinta dias, a Telefonia S.A. não deu qualquer resposta a Gaspar. Diante disso, considerando que Gaspar não tem interesse em ficar com o celular defeituoso, ele
somente pode exigir da Telefonia S.A.:
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a) a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso, uma vez que se trata de bem fungível, passível de ser substituído por
outro de mesma qualidade;
b) a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, tendo em vista que a correção do preço pago é suficiente para compensar o consumidor
pelos prejuízos decorrentes da privação daquele valor;
c) a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso, sem prejuízo de eventuais perdas e danos, para indenizar os prejuízos
sofridos pelo consumidor até então;
d) a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos, destinados a indenizar os prejuízos sofridos pelo
consumidor até então;
e) a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso ou a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada,
sem prejuízo de eventuais perdas e danos, à sua escolha.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1017718
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2019
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Durante período de intenso calor, o Condomínio do Edifício X, por seu representante, adquiriu, junto à sociedade empresária Equipamentos Aquáticos, peças
plásticas recreativas próprias para uso em piscinas, produzidas com material atóxico. Na primeira semana de uso, os produtos soltaram gradualmente sua tinta na
vestimenta dos usuários, o que gerou apenas problema estético, na medida em que a pigmentação era atóxica e podia ser removida facilmente das roupas dos usuários
por meio de uso de sabão.
O Condomínio do Edifício X, por seu representante, procurou você, como advogado(a), buscando orientação para receber de volta o valor pago e ser indenizado pelos
danos morais suportados.
Nesse caso, cuida-se de
a) fato do produto, sendo excluída a responsabilidade civil da sociedade empresária, respondendo pelo evento o fabricante das peças; não cabe indenização por
danos extrapatrimoniais, por ser o Condomínio pessoa jurídica, que não sofre essa modalidade de dano.
b) inaplicabilidade do CDC, haja vista a natureza da relação jurídica estabelecida entre o Condomínio e a sociedade empresária, cabendo a responsabilização civil
com base nas regras gerais de Direito Civil, e incabível pleitear indenização por danos morais, por ter o Condomínio a qualidade de pessoa jurídica.
c) aplicabilidade do CDC somente por meio de medida de defesa coletiva dos condôminos, cuja legitimidade será exercida pelo Condomínio, na defesa dos
interesses a título coletivo.
d) vício do produto, sendo solidária a responsabilidade da sociedade empresária e do fabricante das peças; o Condomínio do Edifício X é parte legítima para
ingressar individualmente com a medida judicial por ser consumidor, segundo a teoria finalista mitigada.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1176588
168) 
169) 
170) 
CEBRASPE (CESPE) - Conc (TJ BA)/TJ BA/2019
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Júlio adquiriu, em uma concessionária, um veículo novo e, ao sair do estabelecimento, perdeu o controle do veículo e provocou um acidente de trânsito. Na perícia,
verificou-se que o veículo novo apresentava defeito de fabricação, tendo sido essa a razão da perda do controle e do consequente acidente.
Nesse caso hipotético, de acordo com disposições do CDC, o fabricante do veículo
a) não será responsabilizado, caso repare o vício no prazo de trinta dias.
b) não será responsabilizado, caso restitua, no prazo de trinta dias, a quantia paga por Júlio.
c) responderá pela reparação de danos causados ao consumidor, desde que comprovada a culpa.
d) responderá pela reparação de danos causados ao consumidor, independentemente de culpa.
e) responderá pela reparação de danos causados ao consumidor, ainda que comprove a culpa exclusiva de terceiro.
www.tecconcursos.com.br/questoes/669008
FGV - Eng (TJ SC)/TJ SC/Civil/2018
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
João contratou por empreitada determinada sociedade empresária do ramo de engenharia civil para elaborar projeto com cálculo estrutural e providenciar ART de
uma obra de construção de uma casa com dois pavimentos, bem como executar a obra. Ocorre que, dois meses após a conclusão da obra, João observou rachaduras e
vícios graves, tanto no projeto estrutural, como na execução da obra, com risco de colapso, conforme comprovado por prova pericial.
No caso em tela, de acordo com as normas aplicáveis de direito privado:
a) incide a responsabilidade civil subjetiva da sociedade empresária, tendo João o ônus de comprovar que agiu com dolo;
b) incide a responsabilidade civil objetiva da sociedade empresária, não tendo João o ônus de comprovar o elemento subjetivo;
c) incide a responsabilidade civil subsidiária da sociedade empresária, que somente pode ser acionada se houver efetivo dano a João;
d) não incide a responsabilidade civil da sociedade empresária, eis que ausente o dolo, subsistindo a responsabilidade apenas se houver efetivo dano a terceiros;
e) não incide aresponsabilidade civil da sociedade empresária, eis que ausente a má-fé, subsistindo a responsabilidade administrativa junto ao CREA.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1004062
VUNESP - JL (TJ RJ)/TJ RJ/2018
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Tatiana comprou uma máquina de lavar roupas. Ao usar o produto em sua casa, verificou que o ato de centrifugar estava muito lento e as roupas não eram torcidas
adequadamente. Sabendo que tal produto é de uso contínuo e fundamental para a vida de qualquer dona de casa, como Tatiana, acerca do prazo de sanação, nesse
caso, é correto afirmar que
a) se trata de responsabilidade pelo fato do produto, e, assim, não se aplica o prazo de sanação.
171) 
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b) o prazo de sanação a ser aplicado nesse caso é de 7 dias, por se tratar de responsabilidade pelo vício de qualidade do produto.
c) sendo o produto durável, o prazo para o fornecedor sanar o vício será de até 90 dias.
d) deverá Tatiana aguardar até 30 dias após a entrega do produto ao fornecedor, para que verifiquem o vício, e, assim, o entreguem posteriormente em perfeitas
condições de uso.
e) se verifica que o produto adquirido por Tatiana é essencial, e, portanto, não se aplica o prazo de sanação, sendo caso de responsabilidade pelo vício de
qualidade.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1741027
EJUD PI - Conc (TJ PI)/TJ PI/2018
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Segundo o Código de Defesa do Consumidor, o serviço é considerado defeituoso quando não fornece a segurança que o consumidor dele pode esperar, levando-se
em consideração algumas circunstâncias, EXCETO:
a) O modo de fornecimento do serviço
b) O resultado que razoavelmente se espera do serviço
c) Os riscos que o serviço razoavelmente pode trazer
d) A época em que o serviço foi fornecido
e) A adoção de novas técnicas
www.tecconcursos.com.br/questoes/557284
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2017
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Osvaldo adquiriu um veículo zero quilômetro e, ao chegar a casa, verificou que, no painel do veículo, foi acionada a indicação de problema no nível de óleo. Ao abrir
o capô, constatou sujeira de óleo em toda a área. Osvaldo voltou imediatamente à concessionária, que realizou uma rigorosa avaliação do veículo e constatou que havia
uma rachadura na estrutura do motor, que, por isso, deveria ser trocado. Oswaldo solicitou um novo veículo, aduzindo que optou pela aquisição de um zero quilômetro
por buscar um carro que tivesse toda a sua estrutura “de fábrica”. A concessionária se negou a efetuar a troca ou devolver o dinheiro, alegando que isso não
descaracterizaria o veículo como novo e que o custo financeiro de faturamento e outras medidas administrativas eram altas, não justificando, por aquele motivo, o
desfazimento do negócio. No mesmo dia, Osvaldo procura você, como advogado, para orientá-lo. Assinale a opção que apresenta a orientação dada.
a) Cuida-se de vício do produto, e a concessionária dispõe de até trinta dias para providenciar o reparo, fase que, ordinariamente, deve preceder o direito do
consumidor de pleitear a troca do veículo.
b) Trata-se de fato do produto, e o consumidor sempre pode exigir a imediata restituição da quantia paga, sem prejuízo de pleitear perdas e danos em juízo.
c) Há evidente vício do produto, sendo subsidiária a responsabilidade da concessionária, devendo o consumidor ajuizar a ação de indenização por danos materiais
em face do fabricante.
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174) 
d) Trata-se de fato do produto, e o consumidor não tem interesse de agir, pois está no curso do prazo para o fornecedor sanar o defeito.
www.tecconcursos.com.br/questoes/341226
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2016
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Antônio desenvolve há mais de 40 anos atividade de comércio no ramo de hortifrúti. Seus clientes chegam cedo para adquirir verduras frescas entregues pelos
produtores rurais da região. Antônio também vende no varejo, com pesagem na hora, grãos e cereais adquiridos em sacas de 30 quilos, de uma marca muito conhecida e
respeitada no mercado. Determinado dia, a cliente Maria desconfiou da pesagem e fez a conferência na sua balança caseira, que apontou suposta divergência de peso.
Procedeu com a imediata denúncia junto ao Órgão Oficial de Fiscalização, que confirmou que o instrumento de medição do comerciante estava com problemas de
calibragem e que não estava aferido segundo padrões oficiais, gerando prejuízo aos consumidores. A cliente denunciante buscou ser ressarcida pelo vício de quantidade
dos produtos.
Com base na hipótese sugerida, assinale a afirmativa correta.
a) Trata-se de responsabilidade civil solidária, podendo Maria acionar tanto o comerciante quanto os produtores.
b) Trata-se de responsabilidade civil subsidiária, pois o comerciante só responde se os demais fornecedores não forem identificados.
c) Trata-se de responsabilidade civil exclusiva do comerciante, na qualidade de fornecedor imediato.
d) Trata-se de responsabilidade civil objetiva, motivo pelo qual inexistem excludentes de responsabilidade.
www.tecconcursos.com.br/questoes/438051
FGV - Ana Gest (COMPESA)/COMPESA/Advogado/2016
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Pedro resolve iniciar um comércio especializado na venda e instalação residencial de artigos eletrônicos de imagem e som. Preocupado com a sua responsabilidade
perante os seus futuros consumidores, contrata um advogado para redigir um instrumento contratual padrão, que deverá reger todos os negócios que vierem a ser
celebrados por ele, mediante assinatura dos respectivos consumidores.
Observando tratar-se de contrato por adesão, será válida a cláusula contratual que, redigida de forma clara e em destaque, contando com manifestação expressa do
consumidor, estipular que
a) Pedro só será responsável por eventuais defeitos de quaisquer produtos se o defeito puder ser identificado no momento da instalação do produto.
b) a responsabilidade civil de Pedro por danos sofridos por consumidores se circunscreve àqueles decorrentes de instalação indevida dos equipamentos, não
abrangendo quaisquer outros.
c) em contratos de valor total superior a dez mil reais, eventual litígio deverá, necessariamente, ser submetido a arbitragem.
d) Pedro, em caso de defeito de qualquer produto, terá o prazo de noventa dias para providenciar o conserto, só se submetendo à sua substituição ou à restituição
do preço se o defeito não puder ser reparado nesse interregno.
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e) o atraso do consumidor no pagamento de qualquer parcela do preço importará incidência de multa de 10% do valor da parcela em atraso.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1914660
Comarcas TJMS - JL (TJ MS)/TJ MS/2016
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
O cidadão “A” dirige-se ao supermercado “Bem Mais Barato”, ao lado de sua casa, e adquire um pacote de bolachas água e sal da fabricante “Classe A”. Ao chegar
em casa, percebe que no interior do pacote de bolachas, mais precisamente entre as bolachas, havia um inseto morto. Considerando essa situação, assinale a alternativa
correta:
a) Caso “A” pretenda o ressarcimento do valor pago pelo pacote de bolachas, deverá ingressar com ação apenas contra o fabricante “Classe A”, pois foi quem
produziu a bolacha com o defeito.
b) A aquisição de produto alimentício considerado impróprio para o consumo, em razão da presença de corpo estranho, ainda que não se tenha ingerido o seu
conteúdo, enseja indenização por danos morais em razão da quebra da confiança na qualidade do produto,
c) O prazo para que “A” reclame eventual indenização por danos morais experimentados será de 30 (trinta) dias, por tratar-se de um vício de produto não durável.
d) O cidadão “A” poderá ingressar com ação tanto contraO mercado “Bem Mais Barato” ou contra o fabricante “Classe A” para reclamar do vício do produto,
ficando a escolha do consumidor exigir-se a substituição do produto ou a restituição do valor pago.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1915249
Comarcas TJMS - JL (TJ MS)/TJ MS/2016
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Se o conteúdo líquido de determinado produto comercializado for inferior às indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou de mensagem
publicitária, o consumidor poderá exigir
a) cumulativamente, o abatimento proporcional do preço, a complementação do peso ou medida, a substituição do produto por outro da mesma espécie, marca ou
modelo, sem o aludido vício, ou ainda a restituição imediata da quantia paga, atualizada monetariamente, sem prejuízo de eventual indenização por perdas e danos.
b) alternativamente e à sua escolha, o abatimento proporcional do preço, a complementação do peso ou medida, a substituição do produto por outro da mesma
espécie, marca ou modelo, sem o aludido vício, ou ainda a restituição imediata da quantia paga, atualizada monetariamente, com prejuízo de eventual indenização
por perdas e danos.
c) alternativamente e à sua escolha, somente o abatimento proporcional do preço, a restituição da quantia paga, monetariamente atualizada, ou ainda a
substituição do produto por outro da mesma espécie, marca ou modelo, sem o aludido vício.
d) cumulativamente, a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, e indenização por eventuais perdas e danos.
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www.tecconcursos.com.br/questoes/1915286
Comarcas TJMS - JL (TJ MS)/TJ MS/2016
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Em ação que trate de matéria consumerista, constitui aspecto irrelevante na análise do defeito do produto:
a) A segurança que razoavelmente se espera de seu uso;
b) A época em que tenha sido colocado em circulação;
c) A apresentação do produto;
d) A existência, no mercado, de outro produto de melhor qualidade.
www.tecconcursos.com.br/questoes/279984
FGV - Ana (DPE MT)/DPE MT/Advogado/2015
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
A respeito da responsabilidade pelo fato do produto e do serviço, assinale a afirmativa incorreta.
a) Se o vício do produto não for sanado no prazo máximo de 30 dias, e na impossibilidade de se atender pedido do consumidor de substituição por outro da mesma
espécie, o Código de Defesa do Consumidor autoriza a substituição por outro de espécie superior, mas veda a complementação de eventual diferença de preço.
b) No caso de fornecimento de produtos in natura, será responsável perante o consumidor o fornecedor imediato, exceto quando identificado claramente seu
produtor.
c) O CDC autoriza que a reexecução de serviços prestados pelo fornecedor seja por ele confiada a terceiros.
d) A ignorância do fornecedor sobre os vícios de qualidade por inadequação dos produtos e serviços não o exime de responsabilidade.
e) No fornecimento de serviços que tenham por objetivo a reparação de qualquer produto, considerar-se-á implícita a obrigação do fornecedor de empregar
componentes de reposição originais adequados e novos, ou que mantenham as especificações técnicas do fabricante, salvo, quanto a estes últimos, autorização em
contrário do consumidor.
www.tecconcursos.com.br/questoes/311344
FGV - NAC UNI OAB/OAB/2015
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Dulce, cinquenta e oito anos de idade, fumante há três décadas, foi diagnosticada como portadora de enfisema pulmonar. Trata-se de uma doença pulmonar
obstrutiva crônica caracterizada pela dilatação excessiva dos alvéolos pulmonares, que causa a perda da capacidade respiratória e uma consequente oxigenação
insuficiente. Em razão do avançado estágio da doença, foi prescrito como essencial o tratamento de suplementação de oxigênio. Para tanto, Joana, filha de Dulce,
adquiriu para sua mãe um aparelho respiratório na loja Saúde e Bem-Estar. Porém, com uma semana de uso, o produto parou de funcionar. Joana procurou
imediatamente a loja para substituição do aparelho, oportunidade na qual foi informada pela gerente que deveria aguardar o prazo legal de trinta dias para conserto do
produto pelo fabricante.
 
180) 
181) 
Com base no caso narrado, em relação ao Código de Proteção e Defesa do Consumidor, assinale a afirmativa correta.
a) Está correta a orientação da vendedora. Joana deverá aguardar o prazo legal de trinta dias para conserto e, caso não seja sanado o vício, exigir a substituição do
produto, a devolução do dinheiro corrigido monetariamente ou o abatimento proporcional do preço.
b) Joana não é consumidora destinatária final do produto, logo tem apenas direito ao conserto do produto durável no prazo de noventa dias, mas não à devolução
da quantia paga.
c) Joana não precisa aguardar o prazo legal de trinta dias para conserto, pois tem direito de exigir a substituição imediata do produto, em razão de sua
essencialidade.
d) Na impossibilidade de substituição do produto por outro da mesma espécie, Joana poderá optar por um modelo diverso, sem direito à restituição de eventual
diferença de preço, e, se este for de valor maior, não será devida por Joana qualquer complementação.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2015
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Hugo colidiu com seu veículo e necessitou de reparos na lataria e na pintura. Para tanto, procurou, por indicação de um amigo, os serviços da Oficina Mecânica M,
oportunidade na qual lhe foi ofertado orçamento escrito, válido por 15 (quinze) dias, com o valor da mão de obra e dos materiais a serem utilizados na realização do
conserto do automóvel. Hugo, na certeza da boa indicação, contratou pela primeira vez com a Oficina. Considerando as regras do Código de Proteção e Defesa do
Consumidor, assinale a afirmativa correta.
a) Segundo a lei do consumidor, o orçamento tem prazo de validade obrigatório de 10 (dez) dias, contados do seu recebimento pelo consumidor Hugo. Logo, no
caso, somente durante esse período a Oficina Mecânica M estará vinculada ao valor orçado.
b) Uma vez aprovado o orçamento pelo consumidor, os contraentes estarão vinculados, sendo correto afirmar que Hugo não responderá por quaisquer ônus ou
acréscimos no valor dos materiais orçados; contudo, ele poderá vir a responder pela necessidade de contratação de terceiros não previstos no orçamento prévio.
c) Se o serviço de pintura contratado por Hugo apresentar vícios de qualidade, é correto afirmar que ele terá tríplice opção, à sua escolha, de exigir da oficina
mecânica: a reexecução do serviço sem custo adicional; a devolução de eventual quantia já paga, corrigida monetariamente, ou o abatimento do preço de forma
proporcional.
d) A lei consumerista considera prática abusiva a execução de serviços sem a prévia elaboração de orçamento, o que pode ser feito por qualquer meio, oral ou
escrito, exigindose, para sua validade, o consentimento expresso ou tácito do consumidor.
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FMP - PJ (MPE AM)/MPE AM/2015
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Consideram-se produtos essenciais os indispensáveis para satisfazer as necessidades imediatas do consumidor. Logo, na hipótese de falta de qualidade ou
quantidade, não sendo o vício sanado pelo fornecedor, assinale a alternativa correta.
a) O consumidor tem apenas o direito de exigir a substituição do produto por outro de mesma espécie, em perfeitas condições de uso.
182) 
183) 
b) Abre-se, para o consumidor, o direito de, alternativamente, solicitar, dentro do prazo de 7 (sete) dias, a substituição do produto durável ou não durável por outro
de mesma espécie, em perfeitas condições de uso, ou a restituição imediatada quantia paga, sem prejuízo de eventuais perdas e danos, ou, ainda, o abatimento
proporcional do preço.
c) É direito do consumidor exigir apenas a substituição do produto durável por outro de mesma espécie, em perfeitas condições de uso, ou, sendo não durável, a
restituição imediata da quantia paga, sem prejuízo de eventuais perdas e danos, ou, ainda, o abatimento proporcional do preço.
d) É direito do consumidor exigir a substituição do produto por outro de mesma espécie, em perfeitas condições de uso, ou, a seu critério exclusivo, a restituição
imediata da quantia paga, sem prejuízo de eventuais perdas e danos, ou, ainda, o abatimento proporcional do preço.
e) É direito do consumidor exigir a substituição do produto durável ou não durável, dentro do prazo de 90 (noventa) dias, por outro de mesma espécie, em
perfeitas condições de uso, ou, a seu critério exclusivo, a restituição imediata da quantia paga, sem prejuízo de eventuais perdas e danos, ou, ainda, o abatimento
proporcional do preço.
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FGV - Age Fisc (Osasco)/Pref Osasco/Defesa do Consumidor/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Se uma geladeira adquirida recentemente apresentar um problema que impeça seu funcionamento, temos uma hipótese de:
a) cláusula abusiva;
b) vício do produto;
c) prática abusiva;
d) fato do produto;
e) fato do serviço.
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FCC - JE TJAP/TJ AP/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Nas relações de consumo, entende-se por saneamento dos vícios,
a) a substituição das partes viciadas, que pode ser executada a qualquer tempo pelo fornecedor.
b) a substituição das partes viciadas de um produto, que deve ser executada pelo fornecedor, desde que sua execução não comprometa a qualidade do produto ou
possa diminuir-lhe o valor, no prazo de 30 dias.
c) a substituição das partes viciadas que deve ser executada pelo fornecedor, incondicionalmente, no prazo de 30 dias.
d) o direito de o consumidor exigir a substituição do produto, a restituição da quantia paga ou o abatimento do preço no prazo de 30 dias.
184) 
185) 
e) o direito de o consumidor exigir, a qualquer tempo, a substituição do produto, a restituição da quantia paga ou o abatimento do preço.
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FUNDEP - JE TJMG/TJ MG/2014
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
No direito do consumidor, quanto à responsabilidade por vício do produto e do serviço, é INCORRETO afirmar que
a) a ignorância do fornecedor sobre os vícios de qualidade por inadequação dos produtos e serviços não o exime de responsabilidade.
b) os fornecedores respondem solidariamente pelos vícios de quantidade do produto sempre que, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, seu
conteúdo líquido for inferior às indicações constantes do recipiente, da embalagem, da rotulagem ou de mensagem publicitária.
c) a garantia legal de adequação do produto ou serviço depende de termo expresso, vedada a exoneração contratual do fornecedor.
d) o fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualidade que os tornem impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles
decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem publicitária.
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FGV - JE TJAM/TJ AM/2013
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Os fornecedores respondem solidariamente pelos vícios de quantidade do produto sempre que, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, seu conteúdo
líquido for inferior às indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou de mensagem publicitária.
A partir do fragmento acima, analise as afirmativas a seguir.
I. O consumidor pode solicitar, exclusivamente, o abatimento proporcional do preço.
II. O consumidor pode solicitar o abatimento proporcional do preço ou, alternativamente, a substituição do produto por outro da mesma espécie, marca ou
modelo, sem os aludidos vícios.
III. O consumidor pode solicitar a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos.
Assinale:
a) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
b) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d) se somente a afirmativa II estiver correta.
186) 
187) 
e) se todas as afirmativas estiverem corretas.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2013
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
O Mercado A comercializa o produto desinfetante W, fabricado por “W.Industrial”. O proprietário do Mercado B, que adquiriu tal produto para uso na higienização
das partes comuns das suas instalaçãoes, verifica que o volume contido no frasco está em desacordo com as informações do rótulo do produto. Em razão disso, o
Mercado B propõe ação judicial em face do Mercado A, invocando a Lei n. 8.078/90 (CDC), arguindo vícios decorrentes de tal disparidade. O Mercado A, em defesa,
apontou que se tratava de responsabilidade do fabricante e requereu a extinção do processo.
A respeito do caso sugerido, assinale a alternativa correta.
a) O processo merece ser extinto por ilegitimidade passiva.
b) O caso versa sobre fato do produto, logo a responsabilidade do réu é subsidiária.
c) O processo deve ser extinto, pois o autor não se enquadra na condição de consumidor.
d) Trata-se de vício do produto, logo o réu e o fabricante são solidariamente responsáveis.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2013
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Elisabeth e Marcos, desejando passar a lua-de-mel em Paris, adquiriram junto à Operadora de Viagens e Turismo “X” um pacote de viagem, composto de passagens
aéreas de ida e volta, hospedagem por sete noites, e seguro saúde e acidentes pessoais, este último prestado pela seguradora “Y”. Após chegar à cidade, Elisabeth sofreu
os efeitos de uma gastrite severa e Marcos entrou em contato com a operadora de viagens a fim de que o seguro fosse acionado, sendo informado que não havia médico
credenciado naquela localidade. O casal procurou um hospital, que manteve Elisabeth internada por 24 horas, e retornou ao Brasil no terceiro dia de estada em Paris,
tudo às suas expensas.
Partindo da hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta.
a) O casal poderá acionar judicialmente a operadora de turismo, mesmo que a falha do serviço tenha sido da seguradora, em razão da responsabilidade solidária
aplicável ao caso.
b) O casal somente poderá acionar judicialmente a seguradora Y, já que a operadora de turismo responderia por falhas na organização da viagem, e não pelo
seguro porque esse foi realizado por outra empresa.
c) O casal terá que acionar judicialmente a operadora de turismo e a seguradora simultaneamente por se tratar da hipótese de litisconsórcio necessário e unitário,
sob pena de insurgir em carência da ação.
d) O casal não poderá acionar judicialmente a operadora de turismo já que havia liberdade de contratar o seguro saúde viagem com outra seguradora e, portanto,
não se tratando de venda casada, não há responsabilidade solidária na hipótese.
188) 
189) 
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CEC Banpará - Adv (BANPARÁ)/BANPARÁ/2013
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Leia as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta:
I- O Código de Defesa do Consumidor não é aplicável aos contratos de plano de saúde.
II- Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem subsidiariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem
impróprios ou inadequados ao consumo a quese destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com as indicações
constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir
a substituição das partes viciadas.
III- Não sendo solucionado o vício do produto no prazo máximo de sessenta dias, pode o consumidor exigir a sua substituição por outro de mesma espécie, em
perfeitas condições de uso;
IV- A garantia legal de adequação do produto ou serviço depende de termo expresso.
a) Estão corretas as assertivas I e III.
b) Estão corretas as assertivas II e IV.
c) Todas estão corretas.
d) Todas estão incorretas.
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OFFICIUM - JE TJRS/TJ RS/2012
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Assinale a assertiva correta.
a) A ignorância do fornecedor sobre os vícios de qualidade por inadequação dos produtos e serviços o exime de responsabilidade.
b) O fabricante, o produtor, o construtor e o importador respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação de danos causados aos
consumidores por vício do serviço, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos.
c) Se o dano for causado por componente ou peça incorporada ao produto ou serviço, são responsáveis solidários o fabricante, o construtor, o importador e o que
realizou a incorporação.
d) No caso de fornecimento de produtos in natura que sejam impróprios ao consumo, o único responsável perante o consumidor é o produtor.
e) O direito de reclamar por vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em 30 (trinta) dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produto duráveis.
190) 
191) 
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Com. Exam. (MPE RS) - PJ (MPE RS)/MPE RS/2012
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Considerando a Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço, e tendo como supedâneo o Código de Defesa do Consumidor, assinale a alternativa
INCORRETA.
a) Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios
ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com as indicações constantes do
recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição
das partes viciadas.
b) Não sendo o vício sanado no prazo máximo de sessenta dias, alternativamente e à sua escolha, pode o consumidor exigir: a substituição do produto por outro da
mesma espécie, em perfeitas condições de uso; a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de perdas e danos; e o abatimento
proporcional do preço.
c) No caso de fornecimento de produtos in natura, será responsável perante o consumidor o fornecedor imediato, exceto quando identificado claramente seu
produtor.
d) Poderão as partes convencionar a redução ou ampliação do prazo previsto no Código de Defesa do Consumidor para saneamento do vício, não podendo ser
inferior a sete nem superior a cento e oitenta dias. Nos contratos de adesão, a cláusula de prazo deverá ser convencionada em separado, por meio de manifestação
expressa do consumidor.
e) Os produtos que, por qualquer motivo, se revelem inadequados ao fim a que se destinam são impróprios ao uso e consumo.
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FGV - CL (SEN)/SEN/Assessoramento Legislativo/Direito Econômico e Regulação, Direito Empresarial e do Consumidor/2012
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Sobre a disciplina dos vícios do produto, assinale a alternativa correta, à luz do Código de Defesa do Consumidor.
a) A responsabilidade do comerciante é direta, e a do fabricante subsidiária.
b) O Código de Defesa do Consumidor admite que o consumidor de serviços de qualidade viciada, entre as outras opções, possa obter a reexecução por terceiro,
por conta e risco do fornecedor.
c) O fornecedor responde apenas se tiver má fé, mas ela é presumida.
d) Os fornecedores respondem pelos vícios de quantidade do produto, e é presumida variação decorrente de sua natureza (não imputável ao fabricante) a que se
limite o conteúdo líquido inferior a 5% das indicações constantes do recipiente.
e) O Código de Defesa do Consumidor admite responsabilidade do fornecedor por vícios aparentes, embora a submeta a prazo mais exíguo de caducidade, que será
de 30 dias, contra os 90 dias, incidentes na hipótese de vício não aparente.
192) 
193) 
194) 
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FGV - CL (SEN)/SEN/Assessoramento Legislativo/Direito Econômico e Regulação, Direito Empresarial e do Consumidor/2012
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Considerando-se o defeito existente no sistema de frenagem de certo caminhão, construído por encomenda, e que causou acidente. O erro estava no projeto,
ligado à impossibilidade de desacelerar quando o veículo, com certo peso, atingiu determinada velocidade. O projeto foi contratado de outro fornecedor, a vendedora o
montou e o entregou ao comprador (pessoa jurídica transportadora) meses antes do acidente, que matou alguns transeuntes. Assinale a alternativa correta:
a) É viável às vítimas responsabilizar o fabricante do pneu, ainda que ele seja alheio ao projeto e aos problemas de peso e de desaceleração. A lei nº 8.078/90
estabelece a responsabilidade solidária de todo o fabricante que contribua para um produto com peça ou componente.
b) A responsabilidade dos fabricantes de autopeças, e de eventuais projetistas autônomos, por acidente de consumo, é subsidiária, mas a lei garante o regresso do
fornecedor contra o projetista.
c) É viável responsabilizar diretamente o projetista, mas isso apenas pode ser feito pelas partes na compra e venda. Não há aplicabilidade do Código do
Consumidor, pois a relação não é de consumo.
d) As vítimas podem invocar o Código de Defesa do Consumidor mesmo sem existir relação de consumo entre a compradora e a vendedora do caminhão. A
responsabilidade solidária prevista no Código não alcança os fabricantes de autopeças alheios ao projeto, à montagem e à frenagem.
e) As vítimas devem demandar a empresa transportadora, adquirente do veículo. O fato de não poderem demandar outras empresas não as prejudica, pois a
responsabilidade é objetiva, centrada no risco da atividade.
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VUNESP - JE TJRJ/TJ RJ/2011
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Em matéria de responsabilidade civil,
a) é solidária entre os fornecedores nos casos de vício de qualidade.
b) é subjetiva em caso de vício de qualidade.
c) é do fabricante se o vício for de quantidade.
d) é objetiva em caso de profissional liberal.
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VUNESP - JE TJRJ/TJ RJ/2011
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Quanto ao vício do produto e do serviço, nos termos da Lei Federal n.º 8.078/90, assinale a alternativa incorreta.
a) Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios
ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com as indicações constantes do
recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor prejudicado exigir, de
195) 
196) 
imediato, independentemente da natureza e extensão do vício ou da essencialidade do produto, o desfazimento do negócio e restituição imediata da quantiapaga,
monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos.
b) No fornecimento de serviços que tenham por objetivo a reparação de qualquer produto, considerar-se-á implícita a obrigação do fornecedor de empregar
componentes de reposição originais adequados e novos, ou que mantenham as especificações técnicas do fabricante, salvo, quanto a estes últimos, autorização em
contrário do consumidor.
c) A Lei Federal n.º 8.078/90 também se aplica aos serviços públicos, sejam eles prestados diretamente por órgãos públicos, ou por meio de empresas públicas,
concessionárias, permissionárias ou sob qualquer outra forma de empreendimento, devendo tais serviços serem prestados de forma adequada, eficiente, segura e,
quanto aos essenciais, contínua.
d) São vedadas disposições contratuais que: (I) excluam a garantia legal de adequação do produto ou serviço, ou (II) impossibilitem, exonerem ou atenuem a
obrigação de indenizar o consumidor pelo vício do produto ou serviço.
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FCC - JE TJPE/TJ PE/2011
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Na superveniência de vício de qualidade do produto, o consumidor poderá fazer uso imediato dos seus direitos reparatórios sempre que
a) tiver adquirido o produto mediante pagamento à vista.
b) o fornecedor abrir mão do direito e proceder ao saneamento do vício.
c) o produto, por ser essencial, não comportar saneamento.
d) não tiver decorrido o prazo máximo de trinta dias.
e) não tiver decorrido o prazo máximo de noventa dias.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Ao instalar um novo aparelho de televisão no quarto de seu filho, o consumidor verifica que a tecla de volume do controle remoto não está funcionando bem. Em
contato com a loja onde adquiriu o produto, é encaminhado à autorizada.
O que esse consumidor pode exigir com base na lei, nesse momento, do comerciante?
a) A imediata substituição do produto por outro novo.
b) O dinheiro de volta.
c) O conserto do produto no prazo máximo de 30 dias.
d) Um produto idêntico emprestado enquanto durar o conserto.
197) 
198) 
199) 
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COPEVE (UFAL) - Adv (CASAL)/CASAL/2010
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Sobre o defeito de produtos e serviços, assinale a opção correta.
a) O fabricante, o construtor, o produtor ou importador será responsabilizado mesmo quando provar que o defeito inexiste, já que o dano foi causado e precisa ser
reparado, pelo princípio da vulnerabilidade do consumidor.
b) O produto é defeituoso quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera, levando-se em consideração as circunstâncias relevantes, como sua
apresentação, o uso e os riscos que razoavelmente dele se esperam e a época em que foi colocado em circulação.
c) O fornecedor do produto defeituoso responde por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos, mas o mesmo não acontece com o
fornecedor dos serviços, já que sua responsabilidade é subjetiva.
d) O produto é considerado defeituoso pelo fato de outro de melhor qualidade ter sido colocado no mercado.
e) O fornecedor responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto,
fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou
inadequadas sobre sua utilização e riscos.
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CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2009
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Acerca da responsabilidade no Código de Defesa do Consumidor, assinale a opção correta.
a) É permitida a estipulação contratual de cláusula que impossibilite, exonere ou atenue a obrigação de indenizar.
b) Caso o vício do produto ou do serviço não seja sanado no prazo legal, pode o consumidor exigir o abatimento proporcional do preço.
c) No caso de fornecimento de produtos in natura, será responsável perante o consumidor o fornecedor imediato, mesmo se identificado claramente o produtor.
d) A ignorância do fornecedor sobre os vícios de qualidade por inadequação dos produtos e serviços o exime de responsabilidade.
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CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2008
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Ao consumidor adquirente de produto de consumo durável ou não durável que apresente vício de qualidade ou quantidade que o torne impróprio ou inadequado ao
consumo a que se destina, não sendo o vício sanado no prazo de 30 dias, assegura-se
a) a substituição imediata do produto por outro de qualquer espécie, em perfeitas condições de uso.
b) a imediata restituição do valor pago, atualizado monetariamente, não cabendo indenização.
c) o abatimento de até 50% do valor pago, em razão do vício apresentado e do inconveniente causado pela aquisição de produto defeituoso.
200) 
d) convencionar com o fornecedor um prazo maior que 30 dias para que o vício seja sanado.
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CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2006
Direito do Consumidor - Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço (arts. 18 ao 25)
Acerca da responsabilidade por vícios do produto e do serviço nas relações de consumo, assinale a opção correta.
a) A explosão de loja que comercializa, entre outros produtos, fogos de artifício e pólvora, causando lesão corporal e morte a diversas pessoas, acarreta a
responsabilidade civil do comerciante decorrente de fato do produto, se ficar demonstrada a exclusividade de sua culpa pelo evento danoso. Nesse caso, aos
consumidores equiparam-se todas as pessoas que, embora não tendo participado diretamente da relação de consumo, venham a sofrer as conseqüências do evento
danoso.
b) A reparação por danos materiais decorrentes de vício do produto ou do serviço afasta a possibilidade de reparação por danos morais, ainda que comprovado o
fato e demonstrada a ocorrência de efetivo constrangimento à esfera moral do consumidor.
c) Quando forem fornecidos produtos potencialmente perigosos ao consumo, mesmo sem haver dano, incide cumulativamente a responsabilidade pelo fato do
produto e a responsabilidade por perdas e danos, além das sanções administrativas e penais.
d) O fornecedor pode eximir-se da responsabilidade pelos vícios do produto ou do serviço e do dever de indenizar os danos por eles causados se provar que o
acidente de consumo ocorreu por caso fortuito ou força maior ou que a colocação do produto no mercado se deu por ato de um representante autônomo do
fornecedor.
Gabarito
1) B 2) D 3) D 4) D 5) B 6) B 7) D
8) C 9) C 10) D 11) B 12) B 13) B 14) A
15) A 16) C 17) B 18) E 19) B 20) D 21) Anulada
22) A 23) D 24) A 25) E 26) B 27) A 28) A
29) E 30) D 31) E 32) D 33) D 34) E 35) E
36) B 37) D 38) A 39) E 40) D 41) A 42) C
43) B 44) E 45) C 46) A 47) B 48) D 49) A
50) C 51) A 52) E 53) A 54) C 55) C 56) E
57) B 58) D 59) D 60) A 61) A 62) E 63) D
64) Anulada 65) D 66) C 67) B 68) C 69) E 70) E
71) C 72) C 73) A 74) B 75) C 76) A 77) B
78) D 79) A 80) A 81) C 82) D 83) B 84) D
85) A 86) C 87) D 88) B 89) D 90) C 91) C
92) D 93) A 94) E 95) A 96) C 97) B 98) C
99) C 100) A 101) A 102) B 103) E 104) B 105) C
106) B 107) C 108) D 109) C 110) B 111) B 112) B
113) C 114) A 115) B 116) B 117) A 118) C 119) A
120) C 121) D 122) C 123) C 124) D 125) A 126) B
127) C 128) A 129) A 130) D 131) E 132) A 133) A
134) D 135) D 136) E 137) A 138) C 139) C 140) B
141) D 142) C 143) A 144) A 145) A 146) D 147) D
148) B 149) B 150) A 151) D 152) A 153) D 154) A
155) Anulada 156)e) I, II e III.
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IADES - TRSP I (ARCON PA)/ARCON PA/2018
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
A Lei Federal no 8.078/1990, que instituiu o Código de Defesa do Consumidor (CDC), é considerada uma legislação bastante avançada, e tem por objetivo o
atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade
de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo. Com base nas disposições do CDC, assinale a alternativa correta.
a) Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final.
b) A coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo, não pode ser equiparada como consumidor.
c) O bem imaterial não é considerado produto.
d) As atividades de natureza bancária e securitária estão excluídas da incidência do CDC, pois não são consideradas serviços de consumo e são regulamentadas por
leis especiais.
e) A pessoa jurídica estrangeira não pode ser considerada fornecedora de serviços.
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FCC - Fisc DC (PROCON MA)/PROCON MA/2017
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Aquele que impõe o dever de o fornecedor informar de modo adequado o consumidor, suprindo assim todas as informações tidas essenciais para o melhor
aperfeiçoamento da relação de consumo, garantindo inclusive a livre escolha do consumidor de contratar o fornecedor traduz o princípio da
16) 
17) 
a) transparência.
b) vulnerabilidade.
c) boa fé objetiva.
d) proteção.
e) informação.
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FCC - Fisc DC (PROCON MA)/PROCON MA/2017
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Com relação ao tema a responsabilidade pelo fato ou defeito do produto, o Código de Defesa do Consumidor explicita quem são os responsáveis pela reparação dos
danos. Utilizou-se, para isso, de rol taxativo dos responsáveis, sem se utilizar do termo fornecedor. Porém, fica explícita a existência de três tipos de fornecedores. São
eles:
a) fornecedor aparente: assim entendido o importador de produto industrializado ou in natura; fornecedor real: termo que compreende o fabricante, o produtor e o
construtor; fornecedor inferido: assim entendido como aquele que está na linha de produção até a chegada do produto ou serviço ao consumidor.
b) fornecedor presumido: aquele que apõe seu nome ou marca no produto final; fornecedor oculto: aquele que, mesmo não sendo citado, foi responsável pela
fabricação; fornecedor inferido: assim entendido o importador de produto industrializado ou in natura.
c) fornecedor real: termo que compreende o fabricante, o produtor e o construtor; fornecedor presumido: assim entendido o importador de produto industrializado
ou in natura; fornecedor aparente: aquele que apõe seu nome ou marca no produto final.
d) fornecedor oculto: aquele que, mesmo não sendo citado, foi responsável pela fabricação; fornecedor aparente: assim entendido como aquele que está na linha
de produção até a chegada do produto ou serviço ao consumidor; fornecedor presumido: aquele que apõe seu nome ou marca no produto final.
e) fornecedor inferido: assim entendido como aquele que está na linha de produção até a chegada do produto ou serviço ao consumidor; fornecedor real: aquele
que apõe seu nome ou marca no produto final; fornecedor presumido: termo que compreende o fabricante, o produtor e o construtor.
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SELECON - Med (FEAM RJ)/FEAM RJ/AUDITOR/2017
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
De acordo com o Código do Consumidor, Lei nº 8078/1990 e suas alterações, todas as pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras,
bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou
comercialização de produtos ou prestação de serviços, são denominados:
a) clientes
b) fornecedores
c) consumidores
18) 
19) 
d) servidores
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VUNESP - Proc Mun (Rosana)/Pref Rosana/2016
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Antônio possui um caminhão ano 1950 e, precisando capitalizar-se, coloca a venda o bem. José, interessado na compra, leva um mecânico para avaliar o veículo e,
depois de um parecer favorável do técnico, a venda é realizada. Após 60 dias de uso, o caminhão tem um problema no eixo dianteiro e precisa ficar parado por 30 dias,
causando um enorme prejuízo para José, que já possuía fretes contratados. Diante dessa situação hipotética, é correto afirmar que, a esse caso, se aplicam as regras do
direito
a) do consumidor, sendo certo que, por se tratar de bem durável e diante do claro vício oculto, José terá 90 dias para reclamar a partir do conhecimento do vício.
b) civil, por não se tratar de relação jurídica de consumo, tendo José 90 dias para exigir a reparação de seus prejuízos.
c) do consumidor, sendo certo que, por se tratar de bem durável e diante do claro vício oculto, José terá 30 dias para reclamar a partir do conhecimento do vício.
d) do consumidor, sendo certo que, por se tratar de bem durável e diante do claro vício oculto, José terá 05 anos para reclamar a partir do conhecimento do vício.
e) civil, pois a relação jurídica travada entre as partes não contempla as figuras do consumidor e do fornecedor.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2015
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Saulo e Bianca são casados há quinze anos e, há dez, decidiram ingressar no ramo das festas de casamento, produzindo os chamados “bem-casados”, deliciosos
doces recheados oferecidos aos convidados ao final da festa. Saulo e Bianca não possuem registro da atividade empresarial desenvolvida, sendo essa a fonte única de
renda da família.
 
No mês passado, os noivos Carla e Jair encomendaram ao casal uma centena de “bem-casados” no sabor doce de leite. A encomenda foi entregue conforme contratado,
no dia do casamento. Contudo, diversos convidados que ingeriram os quitutes sofreram infecção gastrointestinal, já que o produto estava estragado. A impropriedade do
produto para o consumo foi comprovada por perícia técnica.
 
Com base no caso narrado, assinale a alternativa correta.
a) O casal Saulo e Bianca se enquadra no conceito de fornecedor do Código do Consumidor, pois fornecem produtos com habitualidade e onerosidade, sendo que
apenas Carla e Jair, na qualidade de consumidores indiretos, poderão pleitear indenização.
b) Embora a empresa do casal Saulo e Bianca não esteja devidamente registrada na Junta Comercial, pode ser considerada fornecedora à luz do Código do
Consumidor, e os convidados do casamento, na qualidade de consumidores por equiparação, poderão pedir indenização diretamente àqueles.
c) O Código de Defesa do Consumidor é aplicável ao caso, sendo certo que tanto Carla e Jair quanto seus convidados intoxicados são consumidores por equiparação
e poderão pedir indenização, porém a inversão do ônus da prova só se aplica em favor de Carla e Jair, contratantes diretos.
d) A atividade desenvolvida pelo casal Saulo e Bianca não está oficialmente registrada na Junta Comercial e, portanto, por ser ente despersonalizado, não se
enquadra no conceito legal de fornecedor da lei do consumidor, aplicando-se ao caso as regras atinentes aos vícios redibitórios do Código Civil.
20) 
21) 
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2015
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Tommy adquiriu determinado veículo junto a um revendedor de automóveis usados.C 157) D 158) D 159) A 160) B 161) C
162) C 163) D 164) B 165) A 166) E 167) D 168) D
169) B 170) E 171) E 172) A 173) C 174) D 175) D
176) D 177) D 178) A 179) C 180) C 181) D 182) B
183) B 184) C 185) B 186) D 187) A 188) D 189) C
190) B 191) B 192) C 193) A 194) A 195) C 196) C
197) B 198) B 199) D 200) APara tanto, fez o pagamento de 60% do valor do bem e financiou os 40%
restantes com garantia de alienação fiduciária, junto ao banco com o qual mantém vínculo de conta-corrente. A negociação transcorreu normalmente e o veículo foi
entregue. Ocorre que Tommy, alguns meses depois, achou que a obrigação assumida estava lhe sendo excessivamente onerosa. Procurou então você como advogado(a)
a fim de saber se ainda assim seria possível questionar o negócio jurídico realizado e pedir revisão do contrato que Tommy sequer possuía.
 
A esse respeito, assinale a afirmativa correta.
a) A questão versa sobre alienação fiduciária em garantia que transfere ao credor o domínio resolúvel e a posse indireta do bem alienado, não havendo
aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor e, portanto, nem o pedido de revisão na hipótese, haja vista que a questão jurídica está submetida unicamente à
leitura da norma geral civil, sem a inversão do ônus da prova.
b) A questão comporta aplicação do CDC, mas para propor ação revisional, a parte deve ingressar com medida cautelar preparatória de exibição de documentos,
sob pena de extinção da medida cognitiva revisional por falta de interesse de agir.
c) A questão versa sobre alienação fiduciária em garantia, que transfere para o devedor a posse direta do bem, tornando-o depositário, motivo pelo qual a questão
jurídica rege-se exclusivamente pelas regras impostas pelo Decreto-lei nº 911, de 1969, que estabelece normas de processo sobre alienação fiduciária.
d) A questão comporta aplicação do CDC, e a ação revisional pode ser proposta independentemente de medida cautelar preparatória de exibição de documentos, já
que o pleito de exibição do contrato poderá ser formulado incidentalmente e nos próprios autos.
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FGV - Ana (DPE MT)/DPE MT/Advogado/2015
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
A respeito do Código de Defesa do Consumidor, analise as afirmativas a seguir.
I. Aplica-se o Código de Defesa do Consumidor nos casos em que a pessoa jurídica adquire produto ou serviço para revenda ou transformação por meio de
beneficiamento ou montagem.
II. Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária,
salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista e securitário.
III. Como o Código de Defesa do Consumidor prevê que serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo mediante remuneração, é certo dizer que
o serviço gratuito prestado ao consumidor por provedor de Internet afasta a aplicação da lei consumerista.
Assinale:
a) se todas as afirmativas estiverem corretas.
22) 
23) 
b) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
e) se somente a afirmativa II estiver correta.
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FGV - Age Fisc (Osasco)/Pref Osasco/Defesa do Consumidor/2014
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
É correto afirmar que o consumidor:
a) pode ser pessoa física ou jurídica;
b) somente pode ser pessoa jurídica;
c) somente pode ser pessoa física;
d) tem que ser pessoa física, podendo ser pessoa jurídica quando for por equiparação;
e) tem que ser pessoa jurídica, podendo ser pessoa física quando for por equiparação.
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FGV - Age Fisc (Osasco)/Pref Osasco/Defesa do Consumidor/2014
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
É correto afirmar que o fornecedor, na relação jurídica de consumo:
a) é sempre pessoa física;
b) é sempre pessoa jurídica;
c) pode ser pessoa física e pessoa jurídica, desde que de direito privado;
d) pode ser um ente despersonalizado;
e) não tem proteção jurídica.
24) 
25) 
26) 
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FCC - Proc (ALPB)/ALPB/2013
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
A ordem econômica estabelecida na Constituição Federal, e que elege, entre os princípios a serem observados, a defesa do consumidor é fundada
a) na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa.
b) na valorização do trabalho humano e na abolição da livre concorrência.
c) no tratamento igualitário para as empresas de pequeno e grande porte, quando constituídas sob as leis brasileiras e desde que tenham sede e domicílio no país.
d) na livre concorrência e tratamento privilegiado do trabalho intelectual ou técnico.
e) apenas na função social da propriedade.
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FCC - Proc (ALPB)/ALPB/2013
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Ficam excluídas da definição de consumidor
a) apenas as pessoas jurídicas de direito privado com fins econômicos.
b) todas as pessoas jurídicas, ainda que utilizem o pro duto ou o serviço como destinatárias finais.
c) apenas as pessoas jurídicas de direito público inter no.
d) as pessoas físicas não consideradas hipossuficien tes, segundo os critérios legais.
e) as pessoas físicas ou jurídicas que utilizem o produto ou o serviço como bens de produção.
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FUNDATEC - TSA (IRGA)/IRGA/Jurídica/2013
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
O contrato de compra e venda que o produtor de arroz realiza em relação a indústria que irá beneficiar o produto é
a) É regido pelo Código Civil e pelo Código do Consumidor.
b) É regido pelo Código Civil.
c) É regido pelo Código do Consumidor.
d) É atípico.
e) É regido pela legislação comercial.
27) 
28) 
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VUNESP - Proc Jur (CMBP)/CM BP/2013
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Determina o Código de Defesa do Consumidor que “A publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal”.
Referida determinação reflete, de forma direta, uma das aplicações do princípio da
a) transparência.
b) realidade fática.
c) realidade técnica.
d) boa-fé subjetiva.
e) hipossuficiência.
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COMPERVE (UFRN) - Adv (CM Mossoró)/CM Mossoró/2012
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Quanto aos conceitos albergados pelo Código de Defesa do Consumidor, afirma-se:
 
I Empresas de grande porte não podem ser consideradas como consumidores, já que lhes falta a característica da hipossuficiência.
 
II Entes despersonalizados não podem ser considerados fornecedores em uma relação de consumo, em face do princípio da proteção dos interesses econômicos
do consumidor.
 
III As atividades bancárias prestadas por instituições financeiras podem ser reguladas pelo Código de Defesa do Consumidor.
 
IV O Município, mesmo prestando serviço público por intermédio de concessão e mediante a cobrança de preço, pode ser considerado fornecedor de serviço.
 
Estão corretas as afirmações presentes em
a) III e IV.
b) I e II.
c) I e III.
29) 
30) 
d) II e IV.
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Com. Exam. (MPE SC) - PJ (MPE SC)/MPE SC/2012
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
I – O “interesse social” presente no art. 1º da Lei n. 8.078/90 – Código de Defesa do Consumidor, visa resguardar a imensa coletividade de consumidores
fragilizados em face do poder econômico dos fornecedores, bem ainda proporcionar aos primeiros os meios adequados para o acesso à Justiça, seja de forma
individual ou mesmo coletiva.
II – O CDC, ao admitir a pessoa jurídica como consumidora, não o fez de maneira ilimitada, mas, ao contrário, impôs limites não apenas em decorrência do
princípio da vulnerabilidade da chamada pessoa jurídica-consumidora,como também pela não utilização profissional dos produtos e serviços.
 
III – O parágrafo único do art. 2º do CDC, visa proteger não aquele consumidor determinado e individualmente considerado, mas a coletividade de consumidores
de produtos e serviços, sobretudo quando indeterminados e mesmo potenciais consumidores. Essa coletividade dos interesses ou direitos do consumidor comporta
a dos chamados interesses ou direitos coletivos propriamente ditos e interesses individuais homogêneos de origem comum.
IV – O CDC cuida não só das medidas repressivas, sejam judiciais ou administrativas, como também de medidas preventivas de aspectos administrativos de defesa
do consumidor, por intermédio das autoridades incumbidas da fiscalização de certo setor produtivo, evitando-se que determinado bem ou serviço venha a ser
produzido ou prestado quando o fator de risco seja suplantado pelo fator benefício.
V – À aplicação da inversão do ônus da prova de que cuida o CDC, para que o julgador possa acatá-la, dentre outras condições, há que estar presente a
verossimilhança das alegações do consumidor. Contudo, um direito da parte lesada quando se tratar de propaganda enganosa ou abusiva.
a) Apenas as assertivas I, II e III estão corretas.
b) Apenas as assertivas I, III e IV estão corretas.
c) Apenas as assertivas II, IV e V estão corretas.
d) Apenas as assertivas III, IV e V estão corretas.
e) Todas as assertivas estão corretas.
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VUNESP - Proc Jur I (Cubatão)/Pref Cubatão/Administrativo/2012
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Consumidor é:
a) Toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário intermediário.
b) Toda pessoa, física ou jurídica, que desenvolve atividade de produção como destinatário final.
31) 
32) 
33) 
c) Qualquer pessoa que exerça atividade fornecida no mercado de consumo, mesmo que a título gratuito.
d) Por equiparação, a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo.
e) Por equiparação, toda pessoa física que desenvolva atividade de produção, ainda que a título oneroso.
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FGV - CL (SEN)/SEN/Assessoramento Legislativo/Direito Econômico e Regulação, Direito Empresarial e do Consumidor/2012
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Uma fábrica de mobília compra certa quantidade de couro sintético, necessário à sua produção. Dias depois da entrega, o material adquirido passa a apresentar forte
descoloração. Como o couro ainda não havia sido empregado nos móveis fabricados, imediatamente a compradora exige, por carta, que a empresa vendedora substitua a
mercadoria. Sem obter resposta, dois meses depois do envio da carta é aforada ação na qual se pede a redibição do negócio, mais perdas e danos. Assinale a alternativa
correta:
a) Não há, no caso, relação de consumo, e a decadência está consumada.
b) Não há, no caso, relação de consumo, mas o prazo decadencial não se esgotou.
c) Como a compradora é destinatária final do bem, há relação de consumo, e a decadência não fluiu.
d) Há relação de consumo, mas a decadência já flui.
e) Há relação de consumo por equiparação, e se controverte sobre a fluência do prazo.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2011
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
No âmbito do Código de Defesa do Consumidor, em relação ao princípio da boa-fé objetiva, é correto afirmar que
a) sua aplicação se restringe aos contratos de consumo.
b) para a caracterização de sua violação imprescindível se faz a análise do caráter volitivo das partes.
c) não se aplica à fase pré-contratual.
d) importa em reconhecimento de um direito a cumprir em favor do titular passivo da obrigação.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2010
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Em relação aos princípios previstos no Código de Defesa do Consumidor, assinale a alternativa correta.
34) 
35) 
36) 
a) O CDC é uma norma tipificadora de condutas, prevendo expressamente o comportamento dos consumidores e dos fornecedores.
b) A boa-fé prevista no CDC é a boa-fé subjetiva.
c) O princípio da vulnerabilidade, que presume ser o consumidor o elo mais fraco da relação de consumo, diz respeito apenas à vulnerabilidade técnica.
d) O princípio da transparência impõe um dever comissivo e um omissivo, ou seja, não pode o fornecedor deixar de apresentar o produto tal como ele se encontra
nem pode dizer mais do que ele faz; não pode, portanto, mais existir o dolus bonus.
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FGV - AFRE RJ/SEFAZ RJ/2009
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Acerca das relações de consumo, assinale a afirmativa incorreta.
a) Podem estabelecer-se entre pessoas físicas.
b) Podem incluir entes despersonalizados.
c) Podem ser fornecidas por instituições financeiras.
d) Podem estabelecer-se mesmo na ausência de contrato celebrado entre consumidor e fornecedor.
e) Estabelecem-se necessariamente entre um fornecedor e consumidores determinados ou, ao menos, determináveis.
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FGV - AFRE RJ/SEFAZ RJ/2008
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
O conceito de consumidor incluso no CDC, com relação às atividades empresariais, tem caráter:
a) objetivo.
b) subjetivo.
c) restritivo.
d) ampliativo.
e) econômico.
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COPEVE (UFAL) - FEA (ADEAL)/ADEAL/Médico Veterinário/2007
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
A Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, dispõe sobre
37) 
38) 
a) as normas de importação de sêmen.
b) a proteção do consumidor e dá outras providências.
c) a criação do Código de Ética Médico Veterinário.
d) o transporte de animais.
e) as feiras de animais.
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CEBRASPE (CESPE) - Reg (OAB)/OAB/2007
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
No que se refere ao campo de aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC), assinale a opção correta.
a) O conceito de consumidor restringe-se às pessoas físicas que adquirem produtos como destinatárias finais da comercialização de bens no mercado de consumo.
b) O conceito de fornecedor envolve o fabricante, o construtor, o produtor, o importador e o comerciante, os quais responderão solidariamente sempre que ocorrer
dano indenizável ao consumidor.
c) O conceito de produto é definido como o conjunto de bens corpóreos, móveis ou imóveis, que sejam oferecidos pelos fornecedores para consumo pelos
adquirentes.
d) O conceito de serviço engloba qualquer atividade oferecida no mercado de consumo, mediante remuneração, salvo as decorrentes das relações de caráter
trabalhista.
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CETRO - DP BA/DPE BA/2006
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Versando sobre o tema do Direito do Consumidor, consoante as disposições da Lei 8078 de 1990 (Código de Defesa do Consumidor), tem-se que:
I. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo.
II. Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de
produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.
III. Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária,
salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista.Analisando as assertivas acima, verifica-se que:
39) 
40) 
a) Todas estão corretas.
b) Apenas a I está correta.
c) Apenas a II está correta.
d) Apenas a III está correta.
e) Apenas II e III estão corretas.
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FCC - Proc Mun (Salvador)/Pref Salvador/2006
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
Pode-se considerar fornecedor, submetendo-se às regras do Código de Defesa do Consumidor,
a) somente as pessoas jurídicas públicas e as pessoas jurídicas privadas que, para funcionar, tenham de obter autorização governamental e exercem atividades de
produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.
b) somente pessoas físicas e pessoas jurídicas de direito privado que desenvolvem atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação,
importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.
c) somente pessoas jurídicas de direito privado que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação,
distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.
d) as pessoas físicas que exercem atividade profissional decorrente de relações de caráter trabalhistas.
e) pessoas jurídicas públicas que desenvolvem atividade de produção ou prestação de serviços.
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Com. OAB GO - Sec OAB GO/OAB/2006
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
De acordo com a Lei nº 8.078/90, não é considerado consumidor:
a) A pessoa física que adquire produto como destinatário final.
b) A coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que intervenha nas relações de consumo.
c) A pessoa jurídica que adquire produto como destinatário final.
d) A pessoa física ou jurídica que adquire serviço, mesmo que não o faça como destinatário final.
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FAURGS - Del Pol (PC RS)/PC RS/2002
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
41) 
42) 
43) 
O código de Defesa do Consumidor estabelece quatro conceitos de consumidor que a doutrina batizou, respectivamente, de.
a) consumidor padrão, consumidor coletivo, consumidor vítima e consumidor equiparado.
b) consumidor contratual, consumidor extracontratual, consumidor vítima e consumidor coletivo.
c) consumidor contratual, consumidor padrão, consumidor coletivo e consumidor equiparado.
d) consumidor padrão, consumidor coletivo, consumidor difuso e consumidor equiparado.
e) consumidor padrão, consumidor contratual, consumidor extracontratual e consumidor coletivo.
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VUNESP - Sec OAB SP/OAB/1999
Direito do Consumidor - Características, Princípios e Disposições Gerais (arts. 1º ao 3º)
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90), "consumidor" é toda a pessoa física
a) que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final e "fornecedor" é toda a pessoa jurídica privada, nacional, que desenvolve atividades de
produção e fornecimento de bens em sentido amplo e de prestação de serviços.
b) brasileira que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final e "fornecedor" é toda a pessoa física ou jurídica privada, nacional, que desenvolve
atividades de produção e fornecimento de bens em sentido amplo e de prestação de serviços.
c) ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final e "fornecedor" é toda a pessoa física ou jurídica, nacional ou estrangeira, de direito
público ou privado, que desenvolve atividades de produção e fornecimento de bens em sentido amplo e de prestação de serviços.
d) brasileira ou naturalizada, ou jurídica nacional, de direito privado, com seus atos constitutivos devidamente registrados e "fornecedor" é toda a pessoa jurídica,
nacional ou estrangeira, de direito privado, que desenvolve atividades de produção e fornecimento de bens em sentido amplo e de prestação de serviços.
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CEBRASPE (CESPE) - Conc (TJ BA)/TJ BA/2019
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
De acordo com as disposições do CDC, a concessão, pelo poder público, de estímulos à criação e ao desenvolvimento de associações de defesa do consumidor
a) é permitida e constitui instrumento necessário do desenvolvimento do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor.
b) é permitida e constitui instrumento para execução da Política Nacional das Relações de Consumo.
c) é proibida, em qualquer situação.
d) é proibida, salvo se houver decisão judicial em contrário.
e) é permitida, desde que comprovada a hipossuficiência dos interessados.
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44) 
45) 
FGV - Ana Leg (ALERO)/ALERO/Processo Legislativo/2018
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
As alternativas a seguir apresentam instrumentos do poder público para a execução da Política Nacional das Relações de Consumo, à exceção de uma. Assinale-a.
a) Manutenção de assistência jurídica, integral e gratuita para o consumidor carente.
b) Instituição de Promotorias de Justiça de Defesa do Consumidor, no âmbito do Ministério Público.
c) Criação de delegacias de polícia especializadas no atendimento de consumidores vítimas de infrações penais de consumo.
d) Criação de Juizados Especiais de Pequenas Causas e Varas Especializadas para a solução de litígios de consumo.
e) Proibição da criação e desenvolvimento de Associações de Defesa do Consumidor.
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FGV - Cons Leg (ALERO)/ALERO/Assessoramento Legislativo/2018
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
Sobre os princípios norteadores da Política Nacional das Relações de Consumo, analise as afirmativas a seguir.
 
I. Educar e informar os fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo.
 
II. Incentivar a criação pelos fornecedores de meios eficientes de controle de qualidade e segurança de produtos e serviços, com exclusão de mecanismos
alternativos de solução de conflitos de consumo.
 
III. Coibir e reprimir todos os abusos praticados no mercado de consumo, inclusive a concorrência desleal e a utilização indevida de inventos e criações industriais
que possam causar prejuízos aos consumidores.
 
Está correto o que se afirma em
a) I, somente.
b) II, somente.
c) I e III, somente.
d) II e III, somente.
e) I, II e III.
46) 
47) 
48) 
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VUNESP - Proc (Pref SBC)/Pref SBC/2018
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
Nos termos do Código de Defesa do Consumidor, a Política Nacional das Relações de Consumo se rege pelo seguinte princípio, dentre outros:
a) racionalização e melhoria dos serviços públicos.
b) ação governamental no sentido de proteger o fornecedor e o consumidor, garantindo assim o equilíbrio do mercado de consumo.
c) coibição e repressão da utilização indevida de inventos e criações industriais das marcas, que possam causar prejuízos aos consumidores e fornecedores.
d) ação governamental no sentido de proteger efetivamente o mercado de consumo.
e) estudo constante das modificações do mercado de produção.
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VUNESP - DP MS/DPE MS/2014
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
É princípio norteador da política nacional das relações de consumo:
a) reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo, desde que hipossuficiente financeiro.
b) ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor pela presença do Estado no mercado de consumo.
c) racionalização e melhoria dos serviços privadosde consumo.
d) incentivo à criação pelas defensorias públicas de meios eficientes de controle de qualidade e segurança de produtos e serviços.
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FGV - Age Fisc (Osasco)/Pref Osasco/Defesa do Consumidor/2014
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
Um dos princípios que norteiam a Política Nacional das Relações de Consumo é o da:
a) instrumentalidade de formas;
b) economia processual;
c) irretroatividade;
49) 
50) 
d) vulnerabilidade;
e) relatividade.
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FGV - Age Fisc (Osasco)/Pref Osasco/Defesa do Consumidor/2014
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
Entre os instrumentos para a execução da Política Nacional das Relações de Consumo, pode-se mencionar:
a) criação de juizados e varas especializadas para a solução de litígios de consumo;
b) inversão do ônus da prova e revisão dos contratos;
c) vício e fato do produto;
d) aplicação dos princípios contratuais;
e) harmonização dos interesses.
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FGV - Age Fisc (Osasco)/Pref Osasco/Defesa do Consumidor/2014
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
A ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor:
a) é ilícita;
b) é Ilegal;
c) é um dos princípios da Política Nacional das Relações de Consumo;
d) não tem aplicabilidade no direito brasileiro;
e) somente deve acontecer em circunstâncias excepcionais, previstas especificamente em lei.
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VUNESP - EPDC (PROCON SP)/PROCON SP/2013
51) 
52) 
53) 
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
A Política Nacional das Relações de Consumo deverá seguir os seguintes princípios:
a) incentivo à criação pelos fornecedores de meios eficientes de controle de qualidade e segurança de produtos e serviços, assim como de mecanismos alternativos
de solução de conflitos de consumo.
b) reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo, restrita à comercialização de produtos no mercado.
c) prevalência do interesse do consumidor e compatibilização de sua proteção com a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico, de modo a viabilizar
os princípios nos quais se funda a ordem econômica.
d) educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo, quando isso for
economicamente viável.
e) coibição e repressão eficientes de todos os abusos praticados no mercado de consumo, inclusive a concorrência desleal e utilização indevida de inventos e
criações industriais das marcas e nomes comerciais e signos distintivos que possam causar prejuízos aos consumidores, quando for possível, dadas as peculiaridades
do mercado de consumo.
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VUNESP - Adv Leg (CMSC)/CM SC/2013
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
A Política Nacional das Relações de Consumo deve observar os seguintes princípios constantes no Código de Defesa do Consumidor:
a) reconhecimento da vulnerabilidade financeira do consumidor no mercado de consumo.
b) harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo, com base na equidade e equilíbrio nas relações entre consumidores e fornecedores.
c) educação e informação exclusiva dos consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo.
d) incentivo à criação pelos fornecedores de meios eficientes de controle de qualidade e segurança de produtos e serviços, assim como de mecanismos
jurisdicionais de solução de conflitos de consumo.
e) coibição e repressão eficientes de todos os abusos praticados no mercado de consumo, inclusive a concorrência desleal e utilização indevida de inventos e
criações industriais das marcas e nomes comerciais e signos distintivos que possam causar prejuízos aos consumidores.
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Com. Exam. (MPE SC) - PJ (MPE SC)/MPE SC/2011
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
Segundo a Lei federal n. 8.078, de 11/9/1990, podemos afirmar que:
 
I – A ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor se dá por iniciativa direta, por incentivos à criação e desenvolvimento de associações
representativas, pela presença do Estado no mercado de consumo e pela garantia dos produtos e serviços com padrões adequados de qualidade segurança,
durabilidade e desempenho.
 
54) 
II – É reconhecida a vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo.
 
III – Para a execução da Política Nacional das Relações de Consumo, o poder público contará, dentre outros instrumentos, com a manutenção de assistência
jurídica, integral e gratuita, para os consumidores em geral.
 
IV – Dentre os direitos básicos do consumidor, a reparação será apenas de dano material, excluindo-se dos direitos básicos a reparação por dano moral.
 
V – Os serviços públicos em geral ficam fora da proteção jurídica através do Código de Defesa do Consumidor, por envolver este apenas relações de consumo no
âmbito da iniciativa privada.
 
a) Apenas as assertivas I e II estão corretas.
b) Apenas as assertivas II e III estão corretas.
c) Apenas as assertivas I, II e IV estão corretas.
d) Apenas as assertivas III, IV e V estão corretas.
e) Todas as assertivas estão corretas.
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CEBRASPE (CESPE) - PJ (MPE SE)/MPE SE/2010
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
As ações governamentais destinadas a proteger o direito do consumidor incluem
I fazer propaganda de alerta sobre tema de interesse do consumidor.
II apoiar, por meio de incentivos, a criação de associação representativa dos consumidores.
III indenizar o consumidor por defeitos dos produtos que tenham provocado grave dano à saúde.
Assinale a opção correta.
a) Apenas o item I está certo.
b) Apenas o item II está certo.
c) Apenas os itens I e II estão certos.
d) Apenas os itens II e III estão certos.
e) Todos os itens estão certos.
55) 
56) 
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INSTITUTO CIDADES - JT TRT1/TRT 1/2008
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
Sob a visão clássica, cinco são os princípios que regem o direito contratual. A relação de consumo é ajustada por contrato e aqueles princípios também a ela se
aplicam. Contudo, em face da natureza da relação de consumo alguns desses princípios têm seu valor reduzido, enquanto outros assumem relevância. Tem relevância
para a relação de consumo, o seguinte princípio do direito contratual:
a) da ordem pública;
b) da relatividade dos contratos;
c) da boa-fé;
d) de obediência às regras mercantis;
e) da autonomia da vontade.
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INSTITUTO CIDADES - JT TRT1/TRT 1/2008
Direito do Consumidor - Da Política Nacional de Relações de Consumo (arts. 4º e 5º)
Analise as proposições abaixo:
I - O princípio da proteção ao consumidor decorre do princípio da tutela do mais fraco na relação contratual, buscando a igualdade.
II - O Código de Defesa do Consumidor expressamente alude ao princípio do reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor.
III - Os princípios da proteção ao consumidor e de sua vulnerabilidade podem dar ensejo ao desequilíbrio entre as partes contratantes, em detrimento do princípio
da ordem econômica.
IV - A vulnerabilidade econômica é a que resulta da posição financeira do fornecedor ou prestador de serviço em posição de vantagem em relação aos
consumidores.
Assinale a resposta correta:
a) somente as proposições dos itens I e III estão corretas.
b) todas as proposições estão corretas.
c) somente as proposições dos itens I e II estão corretas.
d) somente as proposições dos itens III e IV estão corretas.
e) somente a proposição do item III está incorreta.57) 
58) 
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FGV - Conc (TJ BA)/TJ BA/2023
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
A revisão do contrato por força de onerosidade excessiva é um dos direitos fundamentais do consumidor.
Para justificar sua aplicação, à luz do Código de Defesa do Consumidor, é necessário demonstrar:
a) apenas a desproporção das prestações;
b) apenas a desproporção das prestações e o fato superveniente que a causou;
c) apenas a desproporção das prestações, o fato superveniente que a causou e seu caráter inevitável ou imprevisível;
d) apenas a desproporção das prestações, o fato superveniente que a causou e seu caráter inevitável e imprevisível;
e) a desproporção das prestações, o fato superveniente que a causou, seu caráter inevitável e imprevisível e o enriquecimento sem causa do fornecedor.
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FGV - Conc (TJ BA)/TJ BA/2023
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Acerca dos conceitos de vulnerabilidade e hipossuficiência do consumidor, é correto afirmar que:
a) são conceitos sinônimos que exprimem a fragilidade do consumidor perante o fornecedor e, em consequência, reclamam proteção ao sujeito mais fraco da
relação jurídica;
b) a vulnerabilidade, que deve ser provada em cada caso, é a fragilidade do consumidor perante o fornecedor, decorrente da diferença de poderio técnico,
econômico e informacional, ao passo que a hipossuficiência, presumida de modo absoluto pela lei, é critério para a inversão do ônus da prova em favor do
consumidor, quando sua dificuldade processual se mostrar exacerbada;
c) a vulnerabilidade, presumida de modo absoluto pela lei, é a fragilidade do consumidor perante o fornecedor, decorrente da diferença de poderio técnico,
econômico e informacional, ao passo que a hipossuficiência, também presumida de modo absoluto pela lei, é critério para a inversão do ônus da prova em favor do
consumidor, quando sua dificuldade processual se mostrar exacerbada;
d) a vulnerabilidade, presumida de modo absoluto pela lei, é a fragilidade do consumidor perante o fornecedor, decorrente da diferença de poderio técnico,
econômico e informacional, ao passo que a hipossuficiência, que deve ser evidenciada em cada caso, é critério para a inversão do ônus da prova em favor do
consumidor, quando sua dificuldade processual se mostrar exacerbada;
e) a vulnerabilidade, que deve ser provada em cada caso, é a fragilidade do consumidor perante o fornecedor, decorrente da diferença de poderio técnico,
econômico e informacional, ao passo que a hipossuficiência, que também depende de prova específica, é critério para a inversão do ônus da prova em favor do
consumidor, quando sua dificuldade processual se mostrar exacerbada.
59) 
60) 
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FGV - JL (TJ BA)/TJ BA/2023
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Será necessária a inversão ope iudicis do ônus da prova na demanda que verse sobre:
a) falsidade de assinatura de contrato de consumo;
b) responsabilidade civil médica em cirurgia plástica estética;
c) falha de segurança em shopping center que permite que o consumidor seja roubado em seu interior;
d) entrega de móvel com partes faltantes, presente a hipossuficiência ou a verossimilhança das alegações;
e) divergência entre o serviço de telefonia móvel contratado e o cobrado posteriormente, presentes a hipossuficiência e a verossimilhança das alegações.
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FGV - NAC UNI OAB/OAB/2019
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Antônio é deficiente visual e precisa do auxílio de amigos ou familiares para compreender diversas questões da vida cotidiana, como as contas de despesas da casa e
outras questões de rotina. Pensando nessa dificuldade, Antônio procura você, como advogado(a), para orientá-lo a respeito dos direitos dos deficientes visuais nas
relações de consumo.
 
Nesse sentido, assinale a afirmativa correta.
a) O consumidor poderá solicitar às fornecedoras de serviços, em razão de sua deficiência visual, o envio das faturas das contas detalhadas em Braille.
b) As informações sobre os riscos que o produto apresenta, por sua própria natureza, devem ser prestadas em formatos acessíveis somente às pessoas que
apresentem deficiência visual.
c) A impossibilidade operacional impede que a informação de serviços seja ofertada em formatos acessíveis, considerando a diversidade de deficiências, o que
justifica a dispensa de tal obrigatoriedade por expressa determinação legal.
d) O consumidor poderá solicitar as faturas em Braille, mas bastará ser indicado o preço, dispensando-se outras informações, por expressa disposição legal.
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61) 
62) 
63) 
MÉTODO - PJur (Planalto S)/Pref Planalto Serra/Advogado/2019
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
O Código de Defesa do Consumidor em seu artigo 6º, diz que, São direitos básicos do consumidor, exceto:
a) Manutenção de assistência jurídica, integral e gratuita para o consumidor carente;
b) A efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;
c) A adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral;
d) o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos,
assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados.
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FGV - Ana (MPE AL)/MPE AL/Jurídica/2018
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
As opções a seguir apresentam direitos básicos do consumidor, à exceção de uma. Assinale-a:
a) Proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos.
b) Educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações.
c) Proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra as práticas e as cláusulas abusivas ou impostas
no fornecimento de produtos e serviços.
d) Acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos,
assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados.
e) Modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão, em razão de fatos supervenientes que as tornem
excessivamente onerosas, desde que tais fatos fossem imprevisíveis na data da celebração do contrato.
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FCC - Proc Leg (CL DF)/CL DF/2018
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
A inversão do ônus da prova é permitida pela Lei nº 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor)
a) quando o autor coletivo deixar de demonstrar os fatos constitutivos do direito do grupo substituído.
b) se o réu aquiescer em que a distribuição do ônus da prova seja feita de maneira diversa, pois não está obrigado a fazer prova contra si mesmo.
c) desde que determinada quando do recebimento da inicial.
d) quando o autor não tiver como desincumbir-se do encargo de provar os fatos alegados, cujo conhecimento for do domínio do réu.
e) em qualquer situação, bastando que o autor requeira ao juiz.
64) 
65) 
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FGV - Cons Leg (ALERO)/ALERO/Assessoramento Legislativo/2018
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Analise as afirmativas a seguir que apresentam direitos básicos do consumidor, assinalando (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
 
I. A efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos.
 
II. A facilitação da defesa dosdireitos do consumidor, excluída a possibilidade de inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil.
 
III. O acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos,
assegurada a proteção jurídica, administrativa e técnica aos necessitados.
 
Assinale a opção que apresenta a sequência correta, segundo a ordem apresentada.
a) V – V – F.
b) F – F – V.
c) V – F – F.
d) F – V – V.
e) F – V – F.
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EJUD PI - Estag (TJ PI)/TJ PI/Direito/2018
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Segundo o Código de Defesa do Consumidor, não é considerado direito básico do consumidor:
a) A adequada prestação dos serviços públicos.
b) A facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova.
c) A efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos.
d) O acesso gratuito aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos,
assegurada a proteção jurídica, administrativa 1 e técnica aos necessitados.
e) A garantia da modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as
tornem excessivamente onerosas.
66) 
67) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/549035
FMP - PJ (MPE RO)/MPE RO/2017
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Sobre os direitos básicos do consumidor, é CORRETO afirmar:
a) A inversão do ônus da prova é assegurada a todos consumidores vulneráveis.
b) O direito à efetiva reparação de danos não abrange, expressamente, o dano moral coletivo.
c) Admite a revisão do contrato em razão de fatos supervenientes que afetem seu equilíbrio.
d) Não contempla a adequada prestação de serviços públicos.
e) O direito à segurança de produtos e serviços impõe que apenas sejam colocados no mercado aqueles que não ofereçam nenhum risco aos consumidores.
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Comarcas TJMS - JL (TJ MS)/TJ MS/2016
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Sobre a inversão do ônus da prova, prevista no Art. 6º, inciso VIII do Código de Defesa do Consumidor, analise as afirmativas a seguir.
 
I. Se dá em favor do consumidor, exigindo-se a concomitância da verossimilhança da alegação e hipossuficiência. o PR ta
 
II. A inversão do ônus da prova não é automática, dependendo de decisão do magistrado.
 
III. Pode ser concedida a requerimento da parte ou de ofício pelo magistrado.
 
Estão corretas as afirmativas:
a) I e II apenas.
b) II e III apenas.
c) I e III, apenas.
d) I, II e III.
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COTEC FADENOR - FCS (Várzea Palma)/Pref Várzea da Palma/Enfermeiro/2015
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
68) 
69) 
70) 
A Empresa XY comercializa bebidas contendo baixo teor alcoólico, e que, pelas normas regulamentares do setor de bebidas, podem ser taxadas como desprovidas de
álcool. No rótulo das garrafas, consta que a bebida não tem álcool. De acordo com as regras do Código de Defesa do Consumidor, Lei n.º 8.078/1990, restou violado o
direto à:
a) Reparação de danos difusos.
b) Prestação desproporcional.
c) Informação adequada.
d) Prevenção de danos patrimoniais.
www.tecconcursos.com.br/questoes/209577
FCC - JE TJCE/TJ CE/2014
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Luciana Cristina tem sua conta bancária invadida por hackers, que lhe causam prejuízo de R$ 5.000,00. Ao buscar a reparação do dano, o Banco Ases das Finanças
nega-se a lhe devolver o dinheiro, negando que terceiros tenham invadido a conta da consumidora e insinuando que ela própria retirou maliciosamente o dinheiro. Nessa
situação, Luciana Cristina proporá ação
a) indenizatória por danos materiais e morais contra o banco, que na hipótese responde objetivamente, na modalidade de risco integral, em razão de suas
atividades de risco para a sociedade.
b) indenizatória contra o banco, baseada na responsabilidade objetiva no tocante aos danos materiais e na responsabilidade subjetiva quanto aos danos morais,
nesse caso sem inversão possível do ônus probatório.
c) de repetição de indébito contra o banco, para que este devolva em dobro o prejuízo, a título material, podendo propor ação indenizatória moral autonomamente.
d) indenizatória por danos materiais e morais contra o banco, tendo que provar a culpa com que este agiu mas podendo pedir a inversão do ônus probatório.
e) indenizatória contra o banco, baseada em sua responsabilidade objetiva pelo risco da atividade, cabendo ao réu o ônus de provar suas alegações; poderá cumular
seu pedido de indenização por danos morais, pela insinuação de que agiu ilicitamente.
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FCC - DP PB/DPE PB/2014
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Quanto à legislação aplicável às relações de consumo, é correto afirmar:
a) Pelo princípio da especialidade, a regra geral é a adoção do Código de Defesa do Consumidor − CDC, aplicando-se subsidiariamente o Código Civil ou outra
legislação específica apenas quando omisso o CDC e no que com ele não conflitar.
b) Pelo princípio da especialidade, nas ações coletivas que têm por objeto relações de consumo, aplica-se preferencialmente o Código de Defesa do Consumidor e,
apenas em caso de omissão, subsidiariamente deve ser aplicado o Código de Processo Civil e a Lei de Ação Civil Pública.
71) 
72) 
c) No âmbito penal, configurada a relação jurídica de consumo, apenas as condutas tipificadas no Código de Defesa do Consumidor são puníveis, restando a
aplicação do Código Penal apenas quanto à sua par te geral.
d) Ante o exaustivo regime contratual estabelecido pelo Código de Defesa do Consumidor, entende-se que não se aplicam às relações de consumo os defeitos do
negócio jurídico previstos no Código Civil.
e) Pela teoria do diálogo das fontes, deve-se buscar a aplicação, tanto quanto possível, de todas as normas que tratam do tema, gerais ou especiais, de modo a
garantir a tutela mais efetiva ao grupo vulnerável protegido pela lei, o que pode levar, por exemplo, à aplicação do Código Civil em detrimento do Código de Defesa
do Consumidor quando o primeiro for mais favorável.
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FGV - Age Fisc (Osasco)/Pref Osasco/Defesa do Consumidor/2014
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Entre os direitos básicos do consumidor, incluem-se:
a) informação, facilitação da defesa de seus direitos e ações possessórias;
b) imputabilidade, facilitação da defesa de seus direitos e ações possessórias;
c) informação, acesso aos órgãos judiciários e efetiva prevenção e reparação de danos;
d) revisão contratual, efetiva prevenção e reparação de danos e imputabilidade;
e) ações possessórias, efetiva prevenção e reparação de danos e imputabilidade.
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FGV - Age Fisc (Osasco)/Pref Osasco/Defesa do Consumidor/2014
Direito do Consumidor - Dos Direitos Básicos do Consumidor (arts. 6º e 7º)
Celebrado um contrato constitutivo de uma relação jurídica de consumo, é correto afirmar que:
a) não é mais possível revisar suas cláusulas em virtude do princípio da obrigatoriedade dos contratos;
b) não é mais possível revisar suas cláusulas em virtude do princípio da relatividade dos contratos;
c) é possível a revisão de suas cláusulas se houver onerosidade excessiva em decorrência de fato superveniente;
d) é possível a revisão de suas cláusulas se houver fato superveniente imprevisível;
e) somente é viável a revisão de suas cláusulas mediante concordância de fornecedor e consumidor.
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FUNDEP - JE TJMG/TJ MG/2014
Direito do Consumidor

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