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Classificação traumatismos aos tecidos periodontais
Endodontia II – aula 6
25/05/2023
· Concussão. menos grave. 
· Subluxação. 
· Luxação extrusiva. 
· Luxação lateral. 
· Luxação intrusiva. 
· Avulsão. mais grave. 
OBJETIVO: diagnóstico e tratamento do paciente, saber orientar. 1° atendimento determina prognostico. 
· Concussão.
· São mínimos traumatismos sofridos pelas estruturas periodontais, de forma que não há aumento de mobilidade. 
· Trauma leve. 
· 1° exame clinico, 2° exame radiográfico, 3° teste de sensibilidade de canino a canino. Tem pouca sensibilidade a palpação, ausência de mobilidade e de sangramento intrassucular. 
· Conduta clínica:
· Exame clinico: 
· Sensibilidade a palpação. 
· Ausência de mobilidade e sangramento sucular. 
· Exame radiográfico:
· Realizar 1 radiografia periapical. 
Acompanhamento clinico e radiográfico por 1 ano. 
· Subluxação. 
· Os dentes submetidos a uma Subluxação mantem a sua posição na arcada, podendo apresentar mobilidade, sensibilidade a percussão e as forças oclusais assim como um ligeiro sangramento sucular. 
· A principal diferença é o sangramento sucular. Tem um pouco de mobilidade, mas o dente não se desloca, mantem a posição no alvéolo. 
· Conduta clínica:
· Exame clinico. 
· Mobilidade dentaria. 
· Presença de sangramento sucular. 
· Teste de vitalidade. 
· Exame radiográfico:
· Realizar 2 radiografias periapicais. Para verificar se houve deslocamento no alvéolo. 
Acompanhamento clinico e radiográfico por 1 ano. 
· Luxação extrusiva.
· Os dentes extruidos aparecem frequentemente mais alongados com um desvio lingual da coroa, ficando sustentados apenas pela gengiva palatina/lingual. 
· Se desloca no seu longo eixo. Feixe vasculho-nervoso pode romper ou estirar, podendo gerar necrose. 
· Em dente decíduo, se reposicionado pode prejudicar o germe dentário, por isso é indicado extração. 
· Teste de sensibilidade no 1° momento não determina o tratamento, pode começar dando negativo e depois positivo, ou ao contrário, devido a revascularização que pode sofrer, porem só em dentes com ápice aberto. 
· 1°teste de sensibilidade, 2° anestesia e tentativa de reposicionar e uso de contenção semi-rígida, pois permite o movimento fisiológico do dente. Uso de rígidas apenas em casos de fraturas ósseas. 
· Conduta clínica:
· Exame clinico:
· Mobilidade e alongamento dentário. 
· Teste de vitalidade. 
· Exame radiográfico.
· 4 radiografias periapicais para avaliar deslocamento. 
· Aumento do espaço periodontal apical. 
Acompanhamento clinico e radiográfico por 5 anos. 
· Os dentes estão fora do alinhamento. 
· Existe um alargamento do espaço periodontal nas radiografias. 
· Diagnostico diferencial. 
· Poderá ser confundido com uma fratura radicular. Pedir paciente para morder alguma coisa para observar o deslocamento do fragmento caso seja fratura. 
· A apresentação clínica é semelhante à das injúrias por luxação. Em geral, a extensão do deslocamento do segmento coronário indica a localização da fratura e pode variar de nenhum, simulando uma injúria por concussão (fratura apical), a grave, simulando uma luxação extrusiva (fratura cervical). O exame radiográfico para fraturas radiculares é extremamente importante. Visto que as fraturas radiculares geralmente são oblíquas (vestibular para palatina) (Figura 23.21), uma radiografia periapical pode não revelar sua presença. É imperativo realizar pelo menos três radiografias anguladas (45 graus, 90 graus, 110 graus) para que pelo menos em uma angulação, o feixe de raios X passe diretamente através da linha de fratura tornando-a visível na radiografia (Figura 23.22).100,101 Alternativamente, pode ser recomendada a TCFC, se a mesma estiver prontamente disponível.
· 15 dias depois reavaliar contenção e dente. Se tiver mobilidade não vai tirar a contenção. Se tiver necrosado, tratar o canal. 
· Luxação lateral. 
· Consiste no deslocamento excêntrico do dente. 
· Poderá haver ou não fratura do osso alveolar. 
· 1° fotografia, 2 ° radiografia, 3° teste de sensibilidade, 4° anestesia, 5° reposiciona, 6° depois de 15 dias, reavaliação, nova radiografia, teste de sensibilidade, e vê a necessidade de tratamento endodôntico. 
· Conduta clínica:
· Exame clinico:
· Mobilidade dentaria. 
· Teste de vitalidade. 
· Observar presença de fratura óssea. 
· Exame radiográfico:
· 2 radiografias periapicais. 
Acompanhamento clinico e radiográfico por 5 anos. 
· Opções de tratamento:
· Reposicionamento e contenção semi-rígida (4 semanas). 
· Radiografia para checar posição final. 
· Tratamento endodôntico após 2 semanas. 
· Luxação intrusiva:
· É o deslocamento do dente para o interior do osso alveolar. 
· Ao exame radiográfico o espaço periodontal apresenta-se ausente ou diminuído. 
· O feixe vasculho-nervoso é comprimido. 
· Luxar para reposicionar sem extrair ou tracionamento ortodôntico. 
· No caso de rizogênese incompleta, reposição espontânea, medir com a sonda o tamanho do dente para vê se esta descendo, fotos e radiografias. 
· Conduta clínica:
· Exame clinico:
· Deslocamento para o interior do osso alveolar. 
· Ausência de dor a palpação e mobilidade. 
· Som alto e metálico a percussão. 
· Teste de sensibilidade. 
· Exame radiográfico:
· 4 radiografias (1 oclusal, 3 periapicais). 
Acompanhamento clinico e radiográfico por 5 anos. 
· Opções de tratamento:
· Avulsão.
· É quando acontece a expulsão total do elemento dentário do seu alvéolo, com o consequente rompimento do ligamento periodontal que poderá acarretar lesões aos tecidos perirradiculares e da polpa. 
· Expulsão total do dente. Rompimento total do ligamento periodontal. 
· Quando menor o tempo da avulsão, melhor o prognostico. E o meio de armazenamento do dente também determina o prognostico, se foi guardado em meio liquido, melhor o prognostico. 
· Se o ligamento periodontal que ficou inserido na superfície radicular não ressecar, as consequências da avulsão dentária geralmente são mínimas. As células do ligamento periodontal hidratadas irão manter sua viabilidade e irão se reparar após o reimplante, com uma destruição inflamatória mínima como resultado. Além disso, visto que as áreas da injúria de impacto são localizadas, a inflamação estimulada pelos danos teciduais será igualmente limitada e a reparação favorável, com uma nova reposição de cemento é provável de ocorrer após os episódios inflamatórios iniciais.
· Se, por outro lado, ocorrer um ressecamento excessivo antes do reimplante, as células danificadas do ligamento periodontal irão promover uma grave resposta inflamatória sobre uma área difusa da superfície radicular. Ao contrário da situação descrita, em que a área a ser reparada após a resposta inflamatória inicial é pequena, aqui uma grande área da superfície radicular que deve ser reparada por um tecido novo é afetada. Os cementoblastos que se movem mais lentamente não podem recobrir toda a superfície radicular a tempo, e é provável que, em certas áreas, o osso irá se inserir diretamente sobre a superfície da raiz. Durante o período de remodelação óssea fisiológica, toda a raiz será substituída por osso. Isso é denominado substituição óssea ou reabsorção por substituição.
· A necrose pulpar sempre ocorre após uma injúria por avulsão. Enquanto uma polpa necrosada não é uma consequência por si só, o tecido necrótico é extremamente suscetível à contaminação bacteriana. Se não ocorrer a revascularização ou um tratamento endodôntico efetivo não for realizado, o espaço pulpar tornar-se-á inevitavelmente infectado. A combinação de bactérias no canal radicular e a lesão do cemento na superfície externa da raiz resultam em uma reabsorção externa inflamatória que pode ser bastante grave e levar a uma rápida perda do dente.
· O tratamento é direcionado para impedir ou minimizar a inflamação resultante das duas principais consequências de uma avulsão dentária, denominadas lesão de inserção e infecção pulpar. Em um dente com o ápice aberto, todos os esforços são feitos para promover a revascularização da polpa, evitando,assim, a infecção do espaço pulpar. Quando a revascularização falha (em um dente com o ápice aberto) ou não é possível (em um dente com o ápice fechado), todos os esforços para o tratamento são realizados para prevenir ou eliminar a infecção do espaço do canal radicular.
· O fator mais importante para assegurar um resultado favorável após o reimplante é a rapidez com a qual o dente é reimplantado. De máxima importância é a prevenção do ressecamento, que causa perda do metabolismo fisiológico normal e da morfologia das células do ligamento periodontal.123 Todo esforço deve ser feito para reimplantar o dente dentro dos primeiros 15 a 20 minutos.
· Casos de fraturas comunitiva, pode ser que cavidade alveolar não esteja em condições. 
· Fatores de sucesso. 
· Tempo decorrido da avulsão. 
· Meio de armazenamento. 
· Meio seco. 
· Meio liquido. 
· HBSS.
· Save – a tooth. 
· Viaspan. 
· Leite A 4C.
· Soro fisiológico. 
· Saliva.
· Agua. 
· Contra-indicações para reimplante:
· O dente a ser reimplantado apresenta doença periodontal avançada. 
· A cavidade alveolar deve estar em condições de receber o dente avulsionado. 
· Tempo decorrido ate o reimplante. 
· Protocolo de atendimento para dentes com ápice fechado:
· Dente já reimplantado. 
· Dente armazenada em meio seco ou úmido por menos de 60 minutos. 
· Dente armazenada em meio seco ou úmido por mais de 60 minutos. 
OBS: Depois de 60 min ligamento periodontal está inviável, remover detritos com escova de Robson cm pasta profilática. 
· Dente já reimplantado:
· Lavar a área afetada com spray de água com solução salina ou clorexidina. 
· Montagem de contenção semi-rígida. 
· Radiografar o dente reposicionado. 
· Início da terapia endodôntica – 15 dias. 
· Não remover o dente do alvéolo. 
· Dente armazenado em meio úmido ou meio seco por menos de 60 minutos. 
· Lavar o dente e o alvéolo com solução salina. 
· Reimplante com leve pressão digital. 
· Em caso de fratura óssea associada, reposicionar com auxilio de instrumento. 
· Montagem de contenção semi-rígida. 
· Radiografar o dente reposicionado. 
· Início da terapia endodôntica em 15 dias. 
· Dente armazenado em meio seco por mais de 60 minutos:
· Radiografia do paciente para verificação da condição alveolar. 
· Remoção dos debris e do ligamento periodontal necrosado. 
· Remoção do coagulo com solução salina. 
· Imersão do dente em solução de fluoreto de sódio acidulado 2,4% c pH 5,5 por 5 minutos ou emdogain. 
· Em caso de fratura óssea associada, reposicionar com auxílio de um instrumento. /Tratamento endodôntico extra-oral. 
· Reimplante com leve pressão digital. 
· Contenção semi-rígida por 15 dias. 
· Radiografar o dente reposicionado. 
· Suturar lacerações gengivais. 
· Contenção semi-rígida. 
· Indicações:
· Luxações. 
· Extrusão. 
· Avulsão. 
· Intrusão. 
· Fratura radicular. 
· Opcional:
· Concussão. 
· Subluxação. 
· Requisitos da contenção:
· Montagem intra-oral. 
· Fácil manipulação, colocação e remoção. 
· Fixação adequada durante todo período de contenção. 
· Não induzir trauma adicional. 
· Permitir mobilidade dentaria fisiológica. 
· Precisa deixar um espaço para testes de sensibilidade e para higienização pelo paciente, por isso geralmente é coloca no meio do dente. 
· Método de confecção:
· Radiografia inicial. 
· Anestesia. 
· Remoção de contenções previas inadequadas. 
· Limpeza de área e dos dentes afetados. 
· Seleção dos elementos dentários para contenção (geralmente de canino a canino). 
· Ataque acido nos elementos selecionados – ácido fosfórico por 30 segundos). 
· Confecção de camada hibrida – primer e adesivo. 
· Seleção do tamanho do material. 
· Colagem do fio – inicio pelas extremidades. 
· Reposicionamento dos dentes afetados.
· Colagem dos dentes afetados. 
· Radiografia final. 
· Instrução de higiene oral. 
· Requisitos a contenção:
· Estabilizar o dente ou dentes traumatizados na posição correta pelo período necessário. 
· Material usado para fazer a contenção, qualidade e resistência. 
· Principais tipos de contenções:
· Fio de aço e resina diâmetro do fio 0,3/0,4 mm).
· Fio de pesca e resina. 
· Fio ortodôntico (0,14 NITI flexível e resina). 
· Contenção com fibra de vidro. 
· Titanium trauma splint. 
· Principais tipos de contenções:
· Contenção com ligadura de fio de aço. 
· Contenção com resina. 
· Contenção flexível. 
Traumas mais leves, usa-se nylon de diâmetro menor. Fratura óssea e da tabua, o uso é de contenções rígidas. 
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