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87 
b) objeto, a finalidade, o motivo, a competência e a tipicidade. – errada. 
 
d) motivo, o objeto, a finalidade, a autoexecutoriedade e a força coercitiva. – errada. 
 
e) objeto, o motivo, a competência, a finalidade e a abrangência. – errada. 
 
 
Questão 46: AOCP 
Assinale a alternativa que apresenta os elementos que formam o ato administrativo. 
a) Agente designado, função, alçada, interesse e beneficiado. 
b) Agente instituidor, âmbito, material, norma e legalidade. 
c) Agente competente, objeto, forma, motivo e fim. 
d) Agente atribuído, amplitude, lícito, moral e fato. 
e) Agente delegado, área, papel, conteúdo e bem. 
 
 
GABARITO: C 
 
c) Agente competente, objeto, forma, motivo e fim. – certa. 
Realmente, os elementos que formam o ato administrativo são: Competência (agente competente), 
finalidade (fim), forma, motivo e objeto, razão pela qual, a alternativa C, encontra-se correta. 
Vejamos a lição de Ricardo Alexandre e João de Deus: 
“A doutrina, baseada na lei que regula a Ação Popular (Lei 4.717/1965), tradicionalmente aponta a 
existência de cinco elementos do ato administrativo: competência, finalidade, forma, motivo e objeto. 
É importante esclarecer que o vício ou a ausência desses elementos pode resultar, dependendo da 
gravidade do caso considerado, em mera irregularidade sanável, na invalidade do ato ou até na sua 
inexistência, conforme será detalhado no tópico 7.12.” (ALEXANDRE, Ricardo; DEUS, João de. Direito 
Administrativo Esquematizado.1ª ed. São Paulo: Método, 2015.E-book. P. 355) 
No que tange às demais alternativas, por exclusão, encontram-se incorretas. 
 
 
Questão 47: FCC 
No que concerne aos elementos do ato administrativo, tem-se que o motivo 
a) não se insere entre os elementos essenciais do ato administrativo, que são apenas sujeito, objeto e 
forma, sendo, assim como a finalidade, um atributo do ato. 
b) consiste nos fins colimados pela Administração com a prática do ato, que deve ser, em última instância, 
o interesse público, sob pena de invalidar o ato por vício de mérito. 
c) corresponde às razões de fato e de direito que fundamentam a prática do ato, sendo que a ausência 
de motivo ou a indicação de motivo falso permitem a invalidação do ato, inclusive judicialmente. 
d) está presente apenas nos atos discricionários, correspondendo às razões de conveniência e 
oportunidade para a sua prática, ou seja, o mérito do ato administrativo. 
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e) constitui um requisito específico para a prática de atos vinculados, consistente na indicação da 
subsunção dos requisitos de fato aos condicionantes legais fixados para o ato. 
 
 
GABARITO: C 
 
O motivo é o que leva alguém a fazer alguma coisa. Exemplo: por que o leitor adquiriu este livro de 
concurso público? Pelo prazer exclusivo da boa leitura? Por que não tem muito o que fazer? Ou para, 
finalmente, resolver o problema do Direito Administrativo em concursos públicos? Provavelmente, deve 
ser por causa da última situação, então, atenção: motivo é o que leva à prática de um ato, em nosso 
caso, são os pressupostos de fato e de direito que levam a Administração Pública a agir. 
 
O pressuposto de fato é o motivo real, o que realmente ocorreu; o de direito é a norma legal que descreve 
a situação que levará a Administração Pública a agir. 
 
Os demais itens estão errados: 
 
a) não se insere entre os elementos essenciais do ato administrativo, que são apenas sujeito, objeto e 
forma, sendo, assim como a finalidade, um atributo do ato. 
 
É um dos elementos essenciais. Ao lado do objeto, forma o mérito administrativo. Assim entendido como 
a margem de conveniência e oportunidade. 
 
b) consiste nos fins colimados pela Administração com a prática do ato, que deve ser, em última 
instância, o interesse público, sob pena de invalidar o ato por vício de mérito. 
 
Fins colimados é o elemento finalidade. 
 
d) está presente apenas nos atos discricionários, correspondendo às razões de conveniência e 
oportunidade para a sua prática, ou seja, o mérito do ato administrativo. 
 
É elemento essencial, e, por isso, parte integrante de todos os atos administrativos. 
 
e) constitui um requisito específico para a prática de atos vinculados, consistente na indicação da 
subsunção dos requisitos de fato aos condicionantes legais fixados para o ato. 
 
O motivo não é específico de ato nenhum, ao revés disso, contido em todos os atos, sem exceção. 
 
 
Questão 48: FGV 
Em matéria de elementos do ato administrativo, a doutrina de Direito Administrativo destaca o elemento: 
a) da competência, que é a atribuição normativa da legitimação para a prática de um ato administrativo; 
b) da finalidade, em que se aplica o princípio da supremacia do interesse privado sobre o público; 
c) da forma, segundo o qual todo ato administrativo deve ser publicado no prazo de quinze dias no diário 
oficial; 
d) do motivo, que está inserido no âmbito da íntima convicção do administrador com finalidade privada; 
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e) da capacidade, que, em regra, é discricionária, não havendo margem de liberdade para o 
administrador. 
 
 
GABARITO: A 
 
A competência é um elemento essencial dos atos administrativos. É irrenunciável e sempre decorrente 
de lei. Pode ser objeto de delegação ou de avocação, conforme o caso. Representa o círculo de 
atribuições conferido a determinados agentes públicos, por lei. 
 
A seguir os erros: 
 
Na letra B, no direito público, temos o regime jurídico administrativo sustentado por dois grandes 
princípios: o da indisponibilidade e o da supremacia do público sobre o privado e não o contrário. 
 
Na letra C, todo ato ser publicado? Não é bem assim. Existem vários atos que só são publicizados 
internamente, como em boletim interno da Administração. Ou que sequer sejam publicados internamente. 
 
Na letra D, há dois erros. Primeiro que motivo não é sinônimo para móvel. O móvel é a parte psicológica. 
E o segundo erro é que a finalidade é pública. 
 
Na letra E, a capacidade não é um elemento essencial. E a competência, elemento, é sempre vinculada. 
 
 
Questão 49: FGV 
Dentre os elementos do ato administrativo, a doutrina de Direito Administrativo elenca a competência, 
que é a atribuição normativa de legitimação para a prática de determinado ato. 
 
Nesse contexto, é característica da competência administrativa a sua: 
a) prorrogabilidade, pois a competência relativa se prorroga, caso o administrado não se oponha na 
primeira oportunidade processual; 
b) irrenunciabilidade, apesar de o agente público poder delegá-la ou avocá-la, nos casos permitidos pela 
lei; 
c) delegabilidade, como regra geral, como nos casos de edição de atos normativos; 
d) avocabilidade, quando se chama para si competência originariamente de agente de hierarquia 
superior; 
e) discricionariedade, eis que ao agente público é facultada a possibilidade de atuar quando for 
provocado. 
 
 
GABARITO: B 
 
Vamos aproveitar para trabalhar as características da competência, de forma mais sintética. 
 
Dispõe o art. 11 da Lei 9.784/1999 (Lei de Processo Administrativo Federal): 
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“Art. 11. A competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como 
própria, salvo os casos de delegação e avocação legalmente admitidos”. 
 
A irrenunciabilidade, porém, não é a única característica da competência. São apontadas, ainda, as 
seguintes características: 
 
I) sempre decorrente de lei; 
 
II) intransferível (inderrogável); 
 
III) improrrogável: o mero decurso do tempo não transforma a incompetência em competência. Para a 
alteração da competência, é necessária a edição de norma que especifique quem agora passa a dispor 
da competência; 
 
IV) imprescritível ou incaducável: o não uso da competência não torna o agenteincompetente. Não se 
pode falar, portanto, em “usucapião” de competência; e 
 
V) pode ser objeto de delegação (ato de repartir o exercício da competência) ou de avocação (ato 
de trazer para si o exercício da competência), desde que não reservada à competência exclusiva. 
 
 
Questão 50: VUNESP 
Os atos administrativos são o meio de atuação da Administração, devendo obedecer a alguns princípios, 
entre eles o da publicidade e o da motivação. Sobre esse tema, julgue as afirmações a seguir e selecione 
a correta. 
a) A necessidade de motivação dos atos administrativos resulta do princípio democrático e da regra do 
devido processo legal, permitindo o controle da ação administrativa. 
b) É admissível o suprimento da exigência de motivação expressa pelo silêncio, isto é, pela omissão, da 
Administração, posto que o silêncio deverá ser interpretado conforme os usos e costumes do local de 
produção do ato. 
c) Os atos administrativos não motivados não estão sujeitos ao controle jurisdicional, diante da tendência 
de prestigiar a participação do usuário na organização e prestação dos serviços públicos. 
d) O princípio da publicidade impõe a transparência dos atos administrativos em todos os seus 
momentos, o que inclui a divulgação de minutas, esboços, estudos internos e documentos em elaboração. 
e) Motivo e motivação são sinônimos em matéria de atos administrativos, referindo-se ambos aos 
elementos fáticos que justificam a existência do ato administrativo, os quais, nos atos discricionários, não 
estão sujeitos ao controle judicial. 
 
 
GABARITO: A 
 
Letra A: correta! Em primeiro lugar, é preciso não confundir motivo e motivação. Enquanto o motivo é 
um dos elementos formadores do ato administrativo, correspondendo às razões de fato e de direito que 
deram ensejo a realização de determinado ato, a motivação é a exposição de tais motivos, ou seja, é a 
fundamentação do ato administrativo, onde será expressada a correlação lógica entre o previsto na lei, 
os fatos que aconteceram no mundo da vida e a decisão emanada da Administração. 
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