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SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA
CLAUDIA ROBERTA DE ALMEIDA SILVA
MICROBIOLOGIA BÁSICA 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS
Santo Antônio da Platina
 2024
CLAUDIA ROBERTA DE ALMEIDA SILVA
MICROBIOLOGIA BÁSICA
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS
Relatório de aulas práticas da disciplina de microbiologia básica apresentado à Universidade Pitágoras UNOPAR Anhanguera, como requisito parcial para a obtenção de nota.
Orientador: profª. Flavia Soares Lassie
Tutor eletrônico: Brunna Coppo Cabalero
Tutor de sala: Mayara de Abreu Silva Zava
Santo Antônio da Platina
2024
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO	4
Atividade 1 – ETANOL 70% E LAVAGEM DAS MÃOS........................................................................5
Atividade 2 – PREPARO DE ESFREGAÇO E COLORAÇÃO DE
GRAM	6
Atividade 3 – ANÁLISE MICROSCÓPICA DE FUNGOS
FILAMENTOSOS E LEVEDURIFORMES..............................................................................................8
Atividade 4 – ANTIBIOGRAMA...........................................................................................................10
CONCLUSÃO GERAL..........................................................................................................................11
REFERÊNCIAS.....................................................................................................................................12
3
1
INTRODUÇÃO:
Este relatório tem como objetivo analisar a microbiologia básica e entendermos que a mesma estuda os microrganismos e sua relação com o ambiente e os seres vivos nele composto, os microrganismos são seres vivos pequenos que somente podem ser vistos com auxílio de microscópios e possuem estruturas e características diferentes, sendo elas morfológicas, fisiológicas, reprodutivas, genéticas e taxonômicas, essas estruturas são observadas nas bactérias, fungos, algas, protozoários e vírus em seus vários aspectos. Ao analisar como funciona o mecanismo dos microrganismos dá se a importância da higienização correta das mãos utilizando o sabão e a preparação do etanol 70% para desinfetar as mesmas. Realizar o esfregaço de amostras bacterianas para observar os microrganismos no microscópio e para isso dá se a importância da utilização de corantes (Coloração Gram) para conseguir visualizar e analisar sua estrutura e metabolismo e assim vermos suas características ecológicas e suas relações com outros organismos e hospedeiros vendo a capacidade de causar doenças. Será realizado também um procedimento de Antibiograma pelo método de disco-difusão. Desta maneira, as aulas práticas foram divididas em quatro procedimentos/atividades, onde, ao término de cada prática concluísse que os objetivos propostos foram alcançados através da realização de cada aula.	Comment by claudia roberta: 
DESENVOLVIMENTO:
	As aulas práticas foram divididas em quatro atividades, sendo desenvolvidas em um site de softwer avançado o “Laboratório Virtual Algetec”, um ambiente onde permite realizar os experimentos e auxiliar na aprendizagem e desenvolvimento do aluno. Ao realizar a aplicação dos estudos e desenvolver as atividades, é impressindivel os materiais de consumo que possuem no laboratório e os EPI’S, para manuseio e aplicação dos exerciícios pedidos. A realização do trabalho permitira a entender e compreender o conceito microbiologia básica, onde nos mostra as caracteristicas biologicas e morfológicas dos microganismos e como o corpo humano reage a eles.
Atividade 1 – ETANOL 70% E LAVAGEM DAS MÃOS
OBJETIVO
Nesta primeira atividade abordaremos a importância de lavarmos as mãos para evitar contaminação e transmissão de bactérias e vírus que causam doenças no seres humanos, por isso deve ser realizado a lavagem das mãos de maneira correta como pede o ministério da saúde: que inclui a quantidade correta de sabão sendo o suficiente para cobrir toda a palma da mão, friccionar as mãos, entrelaçando os dedos, contra o dorso da mão oposta, esfregar o punho com a palma da mão oposta utilizando movimentos circulares, enxaguar as mãos abundantemente eliminando o resíduo do sabonete e secando as mesmas com um papel toalha, outro ponto importante nesta atividade é como o etanol 70% ajuda também na assepsia das mãos, segundo a ANVISA as soluções alcoólicas deve ser friccionada entre toda as superfícies das mãos durante 20 a 30 segundos. A OMS (Organização Mundial da Saúde) orienta que a higienização das mãos deve ocorrer prioritariamente em cinco momentos: antes do contato com o paciente, antes da realização de procedimentos assépticos, após risco de exposição a fluidos corporais, após contato com o paciente e após contato com áreas próximas ao paciente. Por isso é essencial a compreensão do preparo do álcool 70% e como é que ele age nos microrganismos destruindo sua desnaturação de proteína e estruturas lipídicas da membrana celular causando assim sua destruição e tornando um grande aliado na higienização e assepsia das mãos. Ao preparar o etanol 70%, aprenderemos desde o princípio como se faz a aplicação do método de diluição para a obtenção da solução, sendo uma mistura de agua destilada e álcool 96%.
AMBIENTE
No ambiente virtual onde é realizado o experimento apresenta uma bancada de trabalho contendo uma pia onde você lava as mãos e após é encaminhado para um armário onde se localiza os EPI’S (equipamento de proteção individual) como: luva, jaleco, máscara e óculos sendo essenciais para a realização de qualquer experimento. Ao iniciar o preparo do álcool 70% teremos uma bancada com os seguintes itens: pisseta de 500 ml com agua destilada, pisseta (500 ml), proveta (500ml), funil, álcool etílico 96%, caneta marcadora, bastão de vidro, sabonete líquido, papel-toalha e etiqueta adesiva.
PRÁTICA
Para realizar a pratica de preparação do etanol é realizado a lavagem das mãos e colocado os equipamentos de proteção para assim formular a solução 70%, misturando 364,6 ml de álcool 96% com agua destilada até completar 500ml em uma proveta, para assim depois de homogeneizado ser colocado com a ajuda de um funil na pisseta de 500ml, tampando a pisseta e marcando com uma caneta para identificar.
CONCLUSÃO
Conclui-se que é importante conhecer e aplicar a técnica correta de lavagem das mãos, pois é uma forma de proteger a si mesmo e o próximo, evitando a proliferação e transmissão de doenças. A utilização do álcool para higienizar e matar bactérias também é imprescindível pois ele é um excelente germicida e se faz necessário conhecer sua diluição e forma de agir, pois a depender de sua porcentagem é que ele mata as bactérias com êxito. 
Atividade 2 – PREPARO DE ESFREGAÇO E COLORAÇÃO DE
GRAM
OBJETIVO
Esta atividade trata da técnica de coloração Gram que foi descoberta pelo cientista e médico dinamarquês Hans Christian, onde para ser realizada é realizado o esfregaço bacteriano, ele é preparado em uma lamina e visualizado microscopicamente para poder classificar as bactérias através da sua forma que pode ser esférico (cocos), em forma de bastão (bacilos), helicoidal e rígida (espirilos) ou helicoidal e flexível (espiroquetas) ou arranjo por exemplo, diplococos (duas bactérias em formato de cocos unidas), tétrades (quatro cocos agrupados), sarcina (oito cocos unidos formando uma estrutura semelhante a um cubo), estreptococos (cocos unidos como uma cadeia) e estafilococos (cocos agrupados como um cacho de uvas). As bactérias possuem dois grupos principais: Gram-positiva e Gram-negativa sendo diferenciadas de a acordo com sua coloração essa cor é composta devido o contato do corante utilizado no experimento pois em sua maioria as bactérias são transparentes, e com a técnica torna as Gram-positivas na cor violeta e as Gram-positivas Vermelha ou rosa, assim com sua estrutura mais visível devido a técnica é possível analisar o componente bioquímico e a estrutura da parede celular das bactérias. O teste Gram é muito utilizado em exames de cultura para identificar doençasinfecciosas, pois ele permite ver as bactérias e diferencia-las.
AMBIENTE
O experimento é realizado em um ambiente laboratorial onde contém uma bancada e sobre a bancada possui, materiais equipamentos e insumos como: microscópio óptico, bico de Bunsen, lâminas de microscopia, placa com ágar manitol e ágar MacConkey, soro fisiológico (0,9%), alça bacteriológica e pinça e o kit de coloração que são: pisseta, béqueres contendo, cada um, cristal violeta, lugol, álcool e safranina, além de quatro pipetas Pasteur.
PRÁTICA
Foi realizado o processo de esfregaço nas laminas e para dar início a coloração é colocado soro fisiológico 0,9% nas laminas, acendido o bico de Bunsen para esterilização da alça de platina bacteriológica e o aquecimento das amostras, para assim realizar a coloração iniciando com violeta genciana que serve para dar cor as bactérias Gram-positivas em seguida o Lugol que serve para fixar o corante nas bactérias, o álcool que age como um descorante, para assim usar a Safranina que deixa as bactérias Gram-negativas com a cor rosa, entre essas etapas é lavado a lamina com um tempo correto para cada corante. 
CONCLUSÃO
O processo de colocar corante nas lâminas evidenciaram diversos fatores importantes na técnica de coloração Gram, cada etapa aplicada influencia na coloração das bactérias diferenciando então de Gram-positiva e Gram-negativa, e suas propriedades químicas e físicas de suas paredes celulares. As bactérias Gram-positivas têm uma camada espessa de peptideoglicano, ácidos teicoicos e fosfato na parede celular que retém a coloração primária a violeta genciana. Já as bactérias Gram-negativas têm uma parede celular mais fina composta por peptidoglicano, lipopolissacarídeos e uma membrana externa essa camada mais fina permite que o cristal violeta seja removido com a adição de álcool que age como um descorante. Esse método é importante pois através dele conseguimos detectar as bactérias que nos fazem mal, e assim podemos saber qual tipo de antibiótico as mesmas são resistente. Com o óleo de imersão é possível melhorar a refração e a luminosidade, evitando a dispersão e a reflexão dos raios de luz ao passarem do material para o ar, assim, um maior cone de luz entra na objetiva, permitindo uma imagem mais nítida e ampliada.
Atividade 3 – ANÁLISE MICROSCÓPICA DE FUNGOS
FILAMENTOSOS E LEVEDURIFORMES
OBJETIVO
Este experimento permite conhecer e identificar as morfologias dos fungos filamentosos e leveduriformes através da microscopia e macroscopia, percebendo que eles são classificados de acordo com a sua estrutura sendo que os filamentosos possuem a célula na forma de filamentos tubulares denominados de hifas e o conjunto de hifas é nomeado de micélio, que resulta em colônias filamentosas algodonadas, aveludadas ou puverulentas que pode apresentar uma imensa variedade de cores no anverso e verso das colônias. Os fungos precisam do carbono e de energia compostos encontrado na matéria orgânica para funcionar o seu metabolismo. Os dermatófitos um tipo de fungo leveduriforme pode ser prejudicial ao seres humanos pois ele pode desencadear uma doença de pele denominada micose. Os fungos geralmente são identificados devido a sua forma reprodutiva sendo os filamentosos coloniais e celulares e os leveduriformes em sua maioria são unicelulares reproduzem por brotamento (gemulação) ou fissão.
AMBIENTE
Para realizar este experimento será utilizado os seguintes itens em uma bancada: microscópio óptico, bico de Bunsen, placa de petri, cultura com fungo filamentoso, cultura com fungo leveduriforme, lâminas, lamínulas, acendedor, alça em L, KOK (hidróxido de potássio), lactofenol e óleo de imersão.
PRÁTICA
Foi realizado o processo de análise de morfologia dos fungos filamentosos e leveduriformes em lâminas, para observar foi preciso acender o bico de Bunsen, escolhendo o hidróxido de potássio, esterilizando a alça L, para assim colocar o fungo filamentoso na placa laminar, colocar em cima da lamina a lamínula, levando então ao microscópio para identificar, após é escolhido uma substancia diferente o lactofenol e realizado o mesmo processo para ver a diferença morfológica dos fungos leveduriformes. Percebendo então que os fungos filamentosos são unicelulares, eucariontes, ou seja, organismos que possuem um núcleo bem definido, envolto por uma membrana e os fungos leveduriformes são apresentam suas células em um formato arredondado ou ovalado, sendo chamadas de leveduras.
CONCLUSÃO
A microscopia associada com a macroscopia dos fungos permite analisar as diferenças morfológicas desses micro-organismos, o que é imprescindível para uma melhor conduta nos processos que envolvem os fungos, sejam eles no âmbito ambiental, industrial e no processo de diagnóstico e tratamento de doenças por isso é de suma importância analisar e conhecer os fungos pois muitos são parasitas e causam doenças nos animais, nas plantas e no homem. Eles são organismos heterótrofos, não conseguem produzir o próprio alimento necessitando ingerir a matéria orgânica de outros organismos, sendo também importante o papel daqueles que se alimentam de matéria morta pois permite a decomposição de animais e vegetais sendo chamados de saprófagas. Os fungos são classificados de acordo com a sua morfologia vegetativa macro e microscópica em filamentosos e leveduriformes, alguns possuem a capacidade de apresentar ambas morfologias o que os classifica como fungos dimórficos. Para observar microscopicamente é realizado a técnica de microcultivo (cultivo em lâmina) e escolher pingar hidróxido de potássio (KOH) ao contrário de lactofenol na lâmina, está no fato de que o KOH é utilizado para a análise de estruturas celulares e detalhes morfológicos, e o Lactofenol é empregado para preservar e corar os elementos fúngicos, destacando a presença dos fungos e seus filamentos. 
Atividade 4 – ANTIBIOGRAMA
OBJETIVO
Este experimento trata do antibiograma um exame clinico realizado através do método (Kirby-Bauer) ou difusão em Ágar, que é um procedimento quantitativo microbiológico realizado em cultura coletada de um paciente laboratorialmente ou hospitalizado, ele permite verificar a ação de antibióticos substâncias antimicrobianas no crescimento e exterminação de bactérias. Ao realizar o teste Kirby-Bauer, será possível analisar a sensibilidade de cepas, e reconhecer se as bactérias são resistentes ou super-resistentes sendo possível também avaliar seu desenvolvimento microbiano, lembrando que o uso de antibióticos sem o consentimento do médico pode colaborar para cepas resistentes e elimina bactérias que são sensíveis, bactérias essas que podem beneficiar os seres humanos. O antibiograma realizado pelo método Kirby-Bauer além de simples ele é de baixo custo por isso é o mais utilizado nos laboratórios e em estudos epidemiológicos, ele traz também a importância na velocidade de instalação de novos mecanismos de resistência, pois podem ser uma limitação na análise do exame por isso o técnico que realiza esse procedimento deve sempre respeitar os parâmetros a ser seguido e se atualizar sobre as recomendações de interpretação. 
AMBIENTE
O experimento será realizado em um laboratório virtual de microbiologia e por ser realizado com materiais e coleta patogênica que são de risco é de suma importância que o técnico se equipare com o EPI (Equipamento de Proteção Individual) entre os materiais que será utilizado estão: Caneta permanente, Swab, estufa bacteriológica, alça bacteriológica, pinça metálica, tubo de ensaio com solução salina, escala de McFarland 0,5, suporte para tubo de ensaio, Ágar Manitol, Ágar MacConKey, placa meio Mueller Hinton, bico Bunsen, multidisco Gram positivo, multidisco Gram negativo e acendedor mecânico. 
PRÁTICA
Foi realizado experimento de antibiograma com os adornos de EPI necessários para evitar o contato com a bactéria, para começar deve-se suspender a bactéria em salina estéril com o soro fisiológico que foi colocado sobre o bico de Bunsnen para autoclave, após a suspenção é comparado com a Escala de McFarland 0,5, sendo emseguida colocado em uma placa Petri grande com a ajuda de um Swab, sendo que a placa já deve estar identificada, e assim escolhendo o antibiótico e colocando de maneira correta sobre a cultura levando ele para uma estufa e após 24 horas analisar. Lembrando que todas as etapas devem ser executadas próximas à chama do bico de Bunsen para a criação de uma zona estéril e para não haver contato direto com as culturas bacterianas.
CONCLUSÃO
O antibiograma é um método muito importante realizado em um laboratório de microbiologia clínica, pois avalia a sensibilidade dos microrganismos a antibióticos, agentes antimicrobianos capazes de eliminar ou impedir a multiplicação de bactérias que causam infecções, então esse exame laboratorial auxilia o médico na indicação de um antibiótico mais eficaz para agir sobre a infecção bacteriana do paciente. Para realizar o teste no laboratório é extraído uma amostra biológica, como sangue, urina, saliva, catarro, fezes ou células do órgão contaminado e colocado em uma placa de Ágar, após 48 horas da cultura é realizado o método Kirby-Bauer que é um método simples e concreto, sendo ele quantitativo, baseado em difusão e utilizado para testar a sensibilidade das bactérias a diferentes tipos de antibióticos.
Conclusão Geral
As atividades realizadas nos mostra como é importante conhecer a microbiologia básica, pois os microrganismos estão presentes em nosso ecossistema praticamente em todos os lugares, e ao realizar a lavagem das mãos de maneira correta e fazendo assepsia com o álcool 70%, faz com que esses microrganismos não infecte as pessoas causando e transmitindo doenças. É interessante saber como esses seres tão pequenos são e se reproduzem e o preparo de esfregaço com a coloração de Gram permite essa observação, igualmente a análise microscópica de fungos, que permitiu ver e analisar suas características. Aprender sobre a técnica de antibiograma traz a reflexão de como é importante ter profissionais atuando na área microbiológica e na medicina, pois ajuda a salvar e melhorar a vida dos seres humanos combatendo e amenizando doenças.
REFERÊNCIAS
Cogna education ETANOL 70% E LAVAGEM DAS MÃOS Disponível em: https://cogna.grupoa.education/sagah/object/default/89538923 Acesso em: 09/10/2024
OPAS ORGANIZAÇÃO PAN AMERICANA DE SAUDE No Dia Mundial de Higienização das Mãos, OMS alerta para prevenção da sepse nos cuidados de saúde Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/4-5-2018-no-dia-mundial-higienizacao-das-maos-oms-alerta-para-prevencao-da-sepse-nos Acesso em: 09/10/2024
Cogna education PREPARO DE ESFREGAÇO E COLORAÇÃO DE GRAM Disponível em: https://cogna.grupoa.education/sagah/object/default/89540998 Acesso em: 09/10/2024
Cogna education ANALISE MICROSCÓPICA DE FUNGOS FILAMENTOSOS E LEVEDURIFORMES Disponível em: https://cogna.grupoa.education/sagah/object/default/89541019 Acesso em: 11/10/2024
UFGRS IDENTIFICAÇÃO DE FUNGOS FILAMENTOSOS Disponível em: https://www.ufrgs.br/aulaspraticasdemip/?page_id=90 Acesso em: 11/10/2024
Cogna education Antibiograma Disponível em: https://cogna.grupoa.education/sagah/object/default/90007155 Acesso em: 15/10/2024.
Sanar ANTIBIOGRAMA: O QUE É, QUANDO É INDICADO E MAIS Disponível em: https://sanarmed.com/antibiograma-o-que-e-quando-e-indicado-e-mais-posmfc/#:~:text=O%20m%C3%A9todo%20de%20difus%C3%A3o%20em,%C3%A9%20avaliado%20o%20crescimento%20microbiano. Acesso em: 15/10/2024
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