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A cria europeia e uma Quais as consequências do bacteriana que afeta as forrageamento das abelhas larvas de abelhas, causada pela em locais com barbatimao? bacteria melissococcus plutonius. tratamento para essa pode variar dependendo da Durante o forrageamento, as abelhas local e das praticas apicolas podem coletar recursos em diversas adotadas. plantase algumas delas podem apresentar substancias toxicas que quando levadas para as colonias, prejudicamsua causa Antibioticos Nao prejuizos aos apicultores. Em alguns paises, o uso de antibioticos, como a oxitetraciclina, No Brasil, estudos realizados com o permitido para tratar a cria polen do barbatimao mostraram que putrida europeia. No entanto, uso esse tem efeito toxico quando de antibioticos deve ser feito com incorporado a dietas de abelhas cautela e sob a orientação de um meliferas respeitando as locais e o periodo de carência para evitar a contaminação do mel. troca de Rainha - A substituição da rainha por uma que seja geneticamente ma. is resistente Quais as principais doencas a pode a Judar a controlar a a longo prazo. Algumas de abelha encontradas no linhagens de abelhas tem maior Brasil e as diferentes formas resistencia melissococcus plutonius. de tratamento o de mane Jo Cria putrida europeia CPE - Realizar uma inspeção regular Cria putrida Americana CPA das colmeias para identificar sinais Cria ensacada precoces da Cria giz - Remover e queimar os quadros Nonemose afetados para evitar a Acariose da bacteria. - Manter as colmeias fortese saudaveis, fornecendo suplementar quando necessario.Controle Natural Cria Pútrida Americana (CPA) - Em alguns casos, o controle da doença pode ser obtido sem uso de Agente causador: a é causada antibioticos, utilizando métodos pela Paenibacillus larvae naturais como a e a subsp larvae. As larvas são infectadas troca regular de favo para reduzir quando comem alimento contaminado. a carga bacteriana. e danos: no Brasil, foram isolados esporos dessa - Equipamentos e ferramentas usados em abelhas e mel provenientesde colmeias na colmeia devem ser desinfetados sem sintomas da doença, no Estado do Rio para prevenir a da grande do Sul. A contaminação pode ter bacteria. ocorrido pela alimentação das abelhas com mel e polen importados, contaminados Importante: Antes de iniciar qualquer com a ou mesmo pela coleta, tratamento, e essencial confirmar por abelhas campeiras, de alimento diagnpstico de cria putrida europeia, contaminado em entreposto. Nesse caso, pois os sintomas podem ser governo brasileiro tomou medidas semelhantes a outras doenças de imediatas para erradicação desse abelhas. tratamento adequado deve sempre seguir as orientaçoes de um patogeno naquela profissional veterinario especializado Esta doença pode provocar sérios em apicultura. prejuizos, pois seu controle é bastante A bacteria produz esporos que sobrevivem no alimento larval e restos de larvas de abelhas mortas (escamas) por muitos anos. Esses esporos são altamente resistentes ao calor, a desidratação, a luz solar direta e desinfecção por diversos produtos quimicos Sintomas: Favos de cria falhados com perfurados, escurecidos e afundados. A cria morre na fase larva (pré-pupa) ou pupa, quando corpo em posição vertical na célula. Larvas com mudança de cor, passando do para amarelo até marrom-escuro.Cheiro pútrido da cria (pré-pupa ou pupa). Brasileira de Apicultura As larvas mortas apresentam consistência (CBA), Superintendência Federal de viscosa, principalmente quando apresentam Agricultura, Agência Nacional de coloração Para verificar Sanitária (ANVISA). esse sintoma, deve-se fazer teste do palito que consiste em inserir um palito Enviar amostras dos favos com sintomas de madeira (como de ou similar) para analise em na cria, esmagá-la e puxar palito especializados no diagnostico de devagar, observando se ocorre a doenças de abelhas. de um fio viscoso e longo, Limpar equipamentos de maneJo (luvas, com 2.5cm ou mais formão, fumigador etc.) e não nas colonias sadias. Quando a morte ocorre na fase de pupa, A esterilização de equipamentos pode observa-se geralmente a lingua da ser feita com hipoclorito de sodio pupa estendida de um lado para outro (agua do comprovação da doença por meio No final da doença, a cria fica do resultado da analise laboratorial, escura e ressecada formando escamas destruir as colonias afetadas. Para finas e achatadas, geralmente de cor isso, pode-se optar pela queima da marrom ou preta, que ficam aderidas nas colméia completa ou se o apicultor paredes do alvéolo e de difícil remoção quiser preservar as caixas, deve matar Para observar as escamas é importante ter as abelhas adultas e depois queima-las boa iluminação. Juntamente com os favos. Para reaproveitamento das caixas, as mesmas e devem ser esterilizadas. Não utilizar antibioticos para tratamento preventivo ou curativo, pois pode A esterilização das caixas pode ser levar a resistência da bactéria e contaminar feita de duas maneiras: mergulhando os produtos da colméia, além de ser um as peças em parafina a 160 graus gasto adicional para apicultor. durante 10 minutos ou em solução de tratamento preventivo pode ainda "esconder" hipoclorito de a 0.5% durante os sintomas da doença. 20 minutos. Quando apicultor suspeitar da da CPA em seu deve tomar as Para evitar a disseminação dessa seguintes medidas: grave doença no Brasil, os apicultores marcar as com sintomas de CPA. devem estar bastante atentos para nunca utilizarem mel ou polen Realizar sobre as colonias importados para alimentação de suas afetadas e relatar a ocorrência para sua abelhas no de entressafra, associação e instituições competentes, tais pois podem estar contaminados e, como: instituições de ensino e pesquisa que consequentemente, contaminará as trabalhem com Apicultura, colmeias.Esses produtos (mel e polen importados) Cria ensacada poderão ser vendidos a preços baixos, Agente vários a parecendo ser vantajoso para doença é causada pelo virus "Sac evitar a perda de enxames. Entretanto, Brood virus" (SBV). No Brasil, esse virus isso poderá provocar sérios no não foi oficialmente detectado. futuro, caso a doença seja introduzida e Entretanto, a doença que ocorre com disseminada na região. sintomas semelhantes é causada pelo polen da planta barbatimão (Stryphnodendron sp.) e, por isso, passou a ser chamada de cria ensacada brasileira. Ocorrência e danos: a doença ocorre em areas de cerrado ondese encontra a planta barbatimão e tem ocasionado em principalmente no sudeste brasileiro. Em alguns casos, pode provocar 100% de mortalidade de crias, chegando a destruir uma colonia forte em menos de dois meses Sintomas Favos de cria com falhas e geralmente perfurados ou totalmente removidos. A morte ocorre na fase de pré-pupa, quando as células estáo operculada se a larva apresenta corpo em posição reta (vertical) na As crias doentes não apresentam cheiro pútrido. Coloração da cria: cinza-claro, marrom ou cinza- escuro Ocorre a formação de liquido entre da larva e da pupa em formação. Quando a cria doente é retirada cuidado samente do com auxilio de uma pinça presa na região da cabeça, apresenta formato de sacoObserva-se acúmulo de liquido na parte Cria giz inferior e uma massa branca na parte superior, que corresponde ao corpo da Agente causador: A cria giz é causada pupa que estava em formação. pelo fungo Ascosphaera apis. Ocorrência e danos: A incidência dessa Controle doença no Brasil tem sido baixa, Evitar a instalação dos apiarios em havendo relatos de poucos casos nos locais com da planta Estados do Rio grande do Sul, São barbatimão. Paulo e minas gerais. Existe a possibilidade de ser introduzida por meio Oferecer alimentação artificial (substituto da alimentação das colmeias com polen do polen) para as colmeias na importado contaminado. de floração do barbatimão, com objetivo de reduzira mortalidade. Essa Sintomas alimentação deve ser iniciada 30 dias antes Favos decria com falhas e operculos do inicio da florada. geralmente perfurados. of ascolmeias para outros A morte ocorre na fase de pré-pupa ou locais com boa disponibilidade de pupa. floradas (apicultura migratoria) durante aflorada do barbatimão. Não apresenta cheiro pútrido. Alguns apicultores recomendam evitar A cria morta apresenta coloração das colmeias afetadas como branca ou cinza-escuro e aspecto forma de diminuir a perda de enxames. mumificado e seca e Como medida preventiva, recomenda-se não utilizar polen importado para alimentação das colmeias. Substituir a rainha por outra de linhagem mais resistente, especialmente mais higiênica. ou seja, com maior capacidade de detectar e remover as crias doentes antes que a doença seja disseminada na colméia. Evitar instalar as colmeias em locais com umidade excessiva.Doencas e parasitoses de abelhas adultas Nosemose Doenças em abelhas adultas são mais de serem diagnosticadas em Agente causador: protozoário Nosema apis. campo porque muitas vezes apresentam sintomas similares. Ocorrência e danos: No Brasil, ocorrew sintoma geral da ocorrência de doenças com certa até a década de 70 e, nos últimos anos, não tem sido em abelhas adultas é a presença de abelhas mortas ou moribundas, detectada. protozoário afeta rastejando na frente da colméia. principalmente ventriculo (estomago Entretanto, esses sintomas também da abelha) causando problemas na ocorrem quando intoxicação das dos alimentose pode provocar disenteria. Adoença diminui a abelhas por longevidade das abelhas, causando um decréscimo na consequentemente, na produtividadedas colmeias. A doença, geralmente, se manifesta em abelhasque estão confinadas, por exemplo, durante tranporte de colmeias por longa distância Sintomas: Abelhas mortas na fase sair da Colméia e caem no solo na frente do alvado. Em alguns casos, encontram-se fezes no fundo da colméia, no alvado e nos favos. Abelhas moribundas com tremores e com do alvado. Removendo e examinando intestino ventriculo de uma abelha doente, percebe-se que ele é branco-leitoso e se rompe com facilidade. intestino de uma abelha saudável é marrom-palha.Prevenção e Acariose Escolher local adequado para instalação do com agua limpa Agente acaro endoparasita Acarapis woodi Trocar os favos com crias doentes por novos. Ocorrências e danos: assim como a nosemose, a acariose foi mais frequente Higienizar materiais apicolas que foram até as décadas de 70, não sendo mais utilizados em colmeias contaminadas. considerada problema nos apiários brasileiros. se aloja nas traqueias perfurando-as e alimentando-se da hemolinfa (sangue É transmitido de abelhas mais velhas para as mais novas. ataque do acaro pode diminuir a longevidade das abelhas e. consequentemente, reduzir a população da colméia, provocando perdas na produção. Sintomas: Abelhas na frente da colméia e no alvado, com as asas separadas, impossibilitadas de voar. Prevenção e manter os enxames fortes. Evitar instalar apiários com grande numero de colmeias.Descrever e desenhar as estruturas do acaro varroa Palpos e Queliceras: As queliceras são estruturas bucais destrutor, seu ciclo de vida semelhantes a pincas que o acaro usa e as suas consequencias do para perfurar a cuticula das abelhas parasitismo has abelhas e sugar a hemolinfa (o sangue das abelhas). palpos são estruturas Apis mellifera? sensoriais as queliceras varroa destructor um que auxiliam na localização do local de perfuração. dos parasitas mais prejudiciais para as abelhas meliferas, sendo responsavel por grandes perdas em Estigma (Espiráculos): Localizados na lateral do corpo, os colmeias ao redor do mundo. Ele possui varias estruturas adaptadas estigmas são aberturas respiratorias para sua vida parasitaria. que permitem a troca de gases. Eles estão conectados a uma rede de tubos Corpo e Achatado respiratorios (traqueias) que fornecem - corpo do acaro e ovale oxigenio aos tecidos do acaro. achatado dorsoventralmente, o que lhe permite se esconder facilmente has Reprodutivos: abelhas e entre os favos das colmeia As possuem orgãos S. Esse formato o protege de reprodutivos altamente desenvolvidos, ser removido facilmente pelas incluindo um ovipositor, que elas usam abelhas. para colocar ovos dentro das células de cria de abelhas. ciclo reprodutivo Escudo Dorsal - Idiossoma: do acaro esta intimamente ligado ao - A parte superior do corpo do ciclo de desenvo lvimento das abelhas. acaro coberta por um escudo duro, chamado de idiossoma, que protege Cuticula Estriada: os orgaos internos e oferece A cuticula do acaro, que cobre todo o resistencia a danos fisicos. corpo, possui estrias finas que podem a na sensorial e na Pernas Curtas e Fortes retenção de umidade. 0 varroa destructor possui oito pernas curtas e fortes que the glandulas permitem agarrar-se firmemente ao Essas glandulas produzem secreções corpo das abelhas. perna tem que podem influenciar o garrase ventosas que facilitam sua comportamento das abelhas e a Judar acaro a se camuflar ou evitar a detecção pelo sistema imunologico das abelhas.Essas estruturas permitem que o varroa destructor seja um parasita eficaz, capaz de sobreviver e se reproduzir dentro das colmeias de abelhas meliferas, causando grande impacto na saúde das colmeias e na apicultura. Idiossoma mente ovolado Aporo to Bucal Orificio metopodol Placo and Queliceros Aparato bucal Pedipalpos Idiosoma transversalmente ovalado Apertura genital Coxa Escudo epigynal exopodal metapodal agrandados Orificio respiratorio Escudo metapodal Placa genitoventral Escudos epiginal Placa Anal ECOCOLMENA y analCicho de vida do destructor Varroa Sc da 10 dc por num con love .com contato adult 5 a 5 does 3 g Salm do muda-se porc fund com a adulta do eo no 4 da inicic no 5 oprimeiro ovo 60h Code 30h Macho adults 6 evolutem para Os 5-6 dios 7-8 dios em alimentom-sc de abelha, danificondo-a ea exposta a outros doencousAs consequências do parasitismo do Impacto A perda de varroa destructor é um acaro parasita devido ao varroa destructor tem que tem um impacto devastador nas consequências econômicas significativas colonias de abelhas Apis mellifera. para apicultores, que a redução na produção de mel e outros produtos As principais consequências do apicolas pode ser substancial. Pressão parasitismo por varroa destructor são: sobre a biodiversidade: colapso de colonias de abelhas pode ter efeitos Enfraquecimento das abelhas: acaro se em cascata no ecossistema, afetando alimenta da hemolinfa das abelhas, a polinização de plantase, extraindo nutrientes essenciais e consequentemente, a biodiversidade e enfraquecendo tanto as abelhas adultas a produção agricola. quanto as larvas. Isso resulta em abelhas mais vulneráveis a doencase Esses fatores tornam varroa com menor expectativa de vida. destructor um dos maiores desafios para a moderna. controle desse transmissão de virus: varroa destructor parasita é essencial para a sobrevivência é um vetor de vários virus, como virus das abelhas e para a sustentabilidade das asas deformadas (DWV) e virus da da apicultura. paralisia aguda (ABPV). Esses virus podem causar deformidades nas asas, paralisia e morte das abelhas, acelerando colapso da colonia. Redução na produção de mel: infestadas têm menos abelhas forrageiras saudáveis, que reduz a capacidade da colonia de coletar e produzir mel. Colapso da colonia: graves de varroa destructor podem levar ao colapso completo da colonia. Isso ocorre porque de abelhas saudáveis se torna insuficiente para manter as funções basicas da colonia, como aquecimento da colmeia e alimentação das larvas.

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