Logo Passei Direto
Buscar

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Prévia do material em texto

ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO - 2º Semestre / 2020 - PS - TIPO 1 
Página 4 
9 
O Brasil é um dos países com a maior carga tributária do mundo. Em países em desenvolvimento, o Imposto de Renda Pessoa 
Física (IRPF) ainda é um tributo relativamente pouco utilizado e com baixa produtividade fiscal. No Brasil ele é utilizado há 
muitos anos. Sobre o IRPF é correto afirmar que: 
 
(A) a arrecadação de receitas públicas, no que se refere ao IRPF, é autossuficiente para os cofres públicos. 
(B) o custo da arrecadação do IRPF no Brasil é alto. 
(C) menos de 8% da população brasileira são potencialmente tributáveis pelo IRPF. 
(D) trata-se de um imposto eficiente no Brasil e com alta participação relativa em relação ao PIB. 
(E) o Brasil é um dos países com o menor índice de isenção do IRPF, pois sua renda mínima para cobrança é muito baixa. 
 
 
10 
Os impostos sobre o patrimônio podem incidir sobre o estoque ou sobre o fluxo. É INCORRETO considerar como imposto sobre 
o estoque o: 
 
(A) Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). 
(B) Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF). 
(C) Imposto sobre a Transmissão Intervivos (ITBI). 
(D) Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). 
(E) Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). 
 
 
11 
A partir de meados do século XX, ganhou força entre os países capitalistas a doutrina econômica da “Escola de Chicago”. Essa 
escola apoia o: 
 
(A) laissez-faire. 
(B) protecionismo. 
(C) marxismo. 
(D) mercantilismo. 
(E) keynesianismo. 
 
 
12 
“Apesar de as famílias e as empresas na economia se comportarem de maneira independente e de cada uma delas buscar seu 
próprio interesse, o Primeiro Teorema Fundamental da Economia de Bem-Estar nos diz que o equilíbrio resultante dessas ações 
independentes, descentralizadas e baseadas no autointeresse é eficiente.” (Besanko, Microeconomia, 2004) 
 
De acordo com o Primeiro Teorema Fundamental da Economia de Bem-Estar: 
 
(A) ele só é válido quando as taxas marginais de substituição dos produtos na economia são diferentes. 
(B) equilíbrios em mercados competitivos são Pareto eficientes. 
(C) se a taxa marginal de transformação for igual às taxas marginas de substituição, o teorema não será válido. 
(D) mercados imperfeitos também podem ser Pareto eficientes. 
(E) 
qualquer ponto no conjunto de possibilidades de utilidade pode ser atingido por um processo de mercado competitivo se o 
Governo redistribui as dotações iniciais de acordo. 
 
 
 
 
ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO - 2º Semestre / 2020 - PS - TIPO 1 
Página 5 
13 
Se o banco cobra juros muito altos para se proteger do fato de que muitos empréstimos não são pagos, os bons pagadores, que 
sabem que irão honrar seus compromissos, não irão querer o empréstimo. Os maus pagadores, por outro lado, tomarão o 
empréstimo de qualquer forma, pois sabem que darão calote. Ao final, só tomarão empréstimos os maus pagadores, resultando 
em um problema que se convencionou chamar de: 
 
(A) custos de enforcement. 
(B) risco moral. 
(C) rent-seeking. 
(D) tráfico de influência. 
(E) seleção adversa. 
 
 
14 
Assim como as curvas de indiferença para indivíduos descrevem como eles fazem o trade-off entre diferentes bens, existe uma 
curva que descreve como a sociedade faz seus trade-offs entre níveis de utilidade de diferentes indivíduos. Trata-se da: 
 
(A) curva de contrato. 
(B) curva de indiferença social. 
(C) curva de demanda compensada. 
(D) caixa de Edgeworth. 
(E) fronteira de possibilidades de utilidade. 
 
 
15 
Roberto tem renda mensal de R$1.500,00 e paga um imposto de R$300,00, enquanto Airton tem salário mensal de R$4.000,00 e 
paga imposto de R$700,00. 
 
Um Imposto de Renda Pessoa Física desse tipo é considerado um imposto: 
 
(A) progressivo que contribuirá com a redistribuição de renda. 
(B) regressivo que não contribuirá com a redistribuição de renda. 
(C) neutro. 
(D) progressivo que não contribuirá com a redistribuição e renda. 
(E) regressivo que contribuirá com a redistribuição de renda. 
 
 
16 
Uma commodity tem preço unitário de R$1,00, mas o governo decidiu colocar um imposto unitário de R$0,40 por unidade. 
 
Sobre a incidência desse imposto unitário, é correto afirmar que: 
 
(A) será totalmente arcado pelo produtor, que acabará recebendo efetivamente R$0,60 por unidade vendida. 
(B) as elasticidades da demanda e da oferta determinarão quem o pagará. 
(C) será totalmente arcado pelo comprador, que pagará R$1,40 por unidade. 
(D) o governo não conseguirá impor essa tarifa, uma vez que o mercado é global e de commodities. 
(E) será dividido entre comprador e vendedor: o comprador pagará R$1,20, e o produtor receberá R$0,80 por unidade. 
 
 
 
 
ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO - 2º Semestre / 2020 - PS - TIPO 1 
Página 6 
17 
“Apesar de os tributos propiciarem receitas próprias aos entes parciais da Federação, a descentralização das metas torna esses 
recursos, por vezes, insuficientes, gerando um déficit orçamentário. Para compensar o déficit, o governo federal distribui 
recursos, a fim de contrabalançar as desigualdades regionais. 
www.senado.gov.br 
 
É um exemplo de imposto de competência tributária municipal: 
 
(A) o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). 
(B) a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). 
(C) o Imposto Sobre Serviços (ISS). 
(D) o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). 
(E) o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). 
 
 
18 
Existem algumas respostas públicas que o governo pode dar quando há uma externalidade negativa de uma empresa na 
economia, como, por exemplo, uma indústria que polui o meio ambiente. Um tipo de resposta é taxar as emissões de poluentes, 
e outra é o chamado cap-and-trade, um sistema comercializável de permissões para emitir X unidades de poluição. A respeito 
dessas respostas é correto afirmar que: 
 
(A) a sensibilidade a mudanças nos custos afeta o sistema cap-and-trade, mas não as taxas sobre emissões. 
(B) o cap-and-trade é melhor quando o benefício social marginal é elástico. 
(C) 
no caso do cap-and-trade, se as permissões forem dadas sem custo, não têm efeitos distributivos. Se o governo cobrar algo 
pelas permissões, pode haver efeitos distributivos. 
(D) a taxa de emissão não tem um efeito distributivo, uma vez que as empresas necessitam pagar impostos. 
(E) a taxa sobre emissões não é sensível e não deve ser ajustada pela inflação. 
 
 
19 
Os bens públicos puros constituem um exemplo extremo de externalidade. A propriedade desses bens não pode ser 
individualizada; além disso, o ato de consumir o bem público não reduz a quantidade disponível para o consumo das outras 
pessoas. Portanto, os bens públicos puros apresentam duas importantes características: o consumo desses bens é não 
excludente e não rival. 
 
É correto apontar, como exemplo de bem público puro: 
 
(A) o sistema de saúde. 
(B) a TV a cabo. 
(C) o Programa Minha Casa Minha Vida. 
(D) o sistema de defesa nacional. 
(E) a educação primária. 
 
 
20 
Entre os programas de Seguridade Social mais importantes no Brasil estão a previdência social, o seguro-desemprego e os 
programas de assistência social, como o Bolsa Família. A seguridade social supre a necessidade de seguros da população como 
um todo. Existem motivações clássicas de falhas de mercado para ocorrer a intervenção governamental nesse setor. 
 
No entanto, NÃO é correto citar, como exemplo de motivação para a intervenção no mercado de seguros: 
 
(A) o paternalismo. 
(B) o fato de ser um bem público. 
(C) os custos administrativos. 
(D) as externalidades. 
(E) o problema de seleção adversa.