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PEDAGOGIA – 5º SEMESTRE
TASSYLA DA SILVA ALVES
RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II
ENSINO FUNDAMENTAL
Cidade
 2023
TASSYLA DA SILVA ALVES
RELATÓRIO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO II
ENSINO FUNDAMENTAL
Relatório apresentado á universidade PITÁGORAS UNOPAR, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de ESTÁGIO DE ENSINO FUNDAMENTAL DO CURSO DE PEDAGOGIA.
Da Universidade Norte do Paraná - UNOPAR como requisito parcial para a obtenção de média bimestral para as disciplinas:Ensino Aprendizagem de Geografia e História,Ensino e Aprendizagem da Língua Portuguesa,Corpo e Movimento, Ensino e aprendizagen das Ciências,Literatura Infantojuvenil,Ensino e aprendizagen de Matemática, Estágio Curricular Obrigatório II, Projeto de Extensão.
Professor(es): 
Tutor à Distância: 
Tutor Presencial: 
cidade
2023
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO..................................................................................................5
1	RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS	6
2	RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)	7
3	RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA	10
4	RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE	11
5	RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS	12
6	RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA	15
7	RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR	17
8	RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA	19
9	RELATO DA OBSERVAÇÃO	21
10	PLANOS DE AULA	23
11	RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR	33
12	RELATO DA REGÊNCIA	34
13	VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO	35
CONSIDERAÇÕES FINAIS	36
REFERÊNCIAS...........................................................................................	37
2
INTRODUÇÃO
 O presente trabalho o tema ‘”ESTÁGIO OBRIGATÓRIO NO ENSINO FUNDAMENTAL” tem como objetivo ampliar a prática pedagógica do futuro professor. 
Estudar e refletir sobre como a brincadeira apoia aprendizagens fundamentais para o desenvolvimento integral do aluno no Ensino Fundamental. 
Destacando o trabalho de estágio obrigatório realizado na turma do 2º ano de forma remota na E.M. Escola municipal Raul Gazzinelle, situada na cidade de Nova Viçosa, BA no bairro Presidente Castelo Branco. O trabalho destaca-se a interação e brincadeiras ,considerando a integração das diversas experiências que as quais crianças precisam vivenciar na escola.
A Escola Municipal Raul Gazzinelli, CNPJ: 03172177/0001-63, situada a Rua: Presidente Castelo Branco, nº 64 – Centro, CEP:45920000 Nova Viçosa-Ba, tem 31 anos, sendo criada pelo Decreto Estadual 628 de 30/12/1953, com a denominação de EMRG no ano 1991. Localiza-se na Sede do município, considerada pelo IBGE como município de grande atividade da pesca e turismo, no Sul da Bahia.
A escola funciona em dois turnos: das 7h às 11h25minh e das 13h às 17h25minh, atendendo a 371 alunos, de diferentes bairros: Cleriston Andrade, Abraão, Alcione, Vila Residencial Verde Mares, Vila Viçosa, Zona rural e Centro. O bairro da Unidade Escolar possui asfalto, rede de esgoto e luz elétrica, atende uma diversidade de alunos sendo que muitos são provenientes de diversos Estados do Brasil e de diferentes situações econômicas, sendo na maioria de baixa renda.
O período da manhã possui 160 alunos distribuídos em 07 turmas, com atendimento do 1º ao 5º Ano do Ensino Fundamental l, o período da tarde possui 211 alunos, distribuídos em 09 turmas. A Equipe Escolar é composta por um diretor, um vice-diretor, uma coordenadora pedagógica, 19 professores, sendo 11 professores concursados, ampliação de carga horária 03 professores, 05 professores contratados. A Diretoria de Ensino composta por professores do Núcleo Pedagógico: Direção, Vice Direção e Coordenação, todos da mesma Unidade Escolar. Além de 19 funcionários de apoio, sendo que são 3 na secretaria, 2 vigias, 1 porteira, 1 disciplinaria,3 merendeiras e 8 limpezas. 
Com relação aos recursos tecnológicos e equipamentos a instituição dispõe composta: 07 computadores, 03 impressoras, 02 televisores, 02 microfones e 04 caixas de som, esses aparelhos são imprescindíveis para a execução do trabalho pedagógico, mas que precisam ser ampliados.
 A forma como planejamento elaborado aborda a intencionalidade do aluno e apresenta as atividades lúdicas ,brincadeiras e materiais concretos usado durante o período do estágio no Ensino Fundamental I. O trabalho apresentado demonstra embasado sobre as normas da BNCC trazendo em si os campos de experiência do ensino fundamental organizado de um cotidiano, incluindo um conjunto de momentos que preencham e que estruturam o acolhimento inicial ,além das atividades nas quais elas se expressam e aprendam em situações de investigação e brincadeiras .
 O trabalho apresenta um planejamento baseado em uma sequência didática se tratando das questões ambientais. Está estruturado na BNCC de forma prazerosa e cheio de conhecimentos e aprendizagens envolventes.
1 RELATOS DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS
Considerando as premissas e visões, tanto as formulações filosóficas do materialismo histórico e dialético quanto as proposições pedagógicas das teorias críticas permitiram importantes mudanças no enfoque epistemológico sobre o aspecto interdisciplinar da realidade. O enfoque pedagógico passa a desempenhar, portanto, um importante papel no desenvolvimento da epistemologia e se complementam em suas divergências. Um clássico exemplo da dialética aplicada ao próprio estudo da interdisciplinariedade. 
A interdisciplinaridade como processo articulador principal e primário no processo de ensino e aprendizagem tem sido historicamente retratada sobre o prisma de duas grandes vertentes. A primeira delas, epistemológica, toma como dados para sua pesquisa “o conhecimento em seus aspectos de produção, reconstrução e socialização; ciência e suas ideias; e a forma de mediação entre sujeito e realidade” (THIESEN, 2008). Já o segundo retiro traz um enfoque pedagógico para o tema e discute, em especial, questões curriculares, de ensino e aprendizagem.
A criação dessa diversidade, nos dois métodos citados acima, está diretamente relacionada ao caráter dialético da realidade social e é pautada pelo princípio da contradição, onde cada tese cria uma negação (antítese) de igual valor e alimenta a imaginação. processo. Nesse sentido, o complexo movimento em que a realidade pode ser vista como "uma" e diversa ao mesmo tempo divide os objetos de estudo, dividindo seus campos sem separá-los.
Quanto à definição de conceitos para interdisciplinaridade, o estado da arte aparenta estar em sua forma bruta e necessita de uma lapidação antes de sua validação a partir das culturas disciplinares existentes. Para Paulo Freire (1987) citado na obra de Thiesen (2008), a interdisciplinaridade é o processo metodológico de construção do conhecimento pelo sujeito com base em sua relação com o contexto, com a realidade, com sua cultura. 
Para Gadotti (2004), a diferença entre as diferentes categorias não é definida pelo conceito, mas pela sua finalidade no processo de aprendizagem. Para o autor, o tema visa garantir a criação de conhecimento global, rompendo as fronteiras acadêmicas. Nesse caso, a montagem do conteúdo não seria suficiente e é necessário o empenho do professor em se engajar em projetos de trabalho e buscar constantemente o aprofundamento teórico.
Segundo Thiesen (2008), “a escola, como lugar legítimo de aprendizagem, produção e reconstrução do conhecimento, muito precisará acompanhar as mudanças da ciência de seu tempo, acolher e, simultaneamente, atender às necessidades dos diversos campos que participar hoje da criação de uma nova ciência. conhecimento". Entretanto, torna-se obrigatório que a escola comece a acompanhar o ritmo das mudanças em todos os segmentos da sociedade.
De qualquer forma, o professor precisa ser um profissional com visão integrada da realidade, entendendo que o conhecimento profundo de sua área de formação não é suficiente paragerir todo o processo de ensino. Isso exigiu a interdisciplinaridade, tanto em sua dimensão epistemológica quanto pedagógica, apoiada em um conjunto de princípios teóricos desenvolvidos sobretudo por escritores que analisam criticamente o modelo positivista de ciência e buscam resgatar o caráter do conhecimento como um todo.
Sabe-se que esse conhecimento não deixará de ter sua particularidade, principalmente se for profundo, sistemático, analisado, cuidadosamente reconstruído; porém, caberá ao professor reconstruir linguisticamente a relação com seus alunos por meio de métodos e processos verdadeiramente produtivos.
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) 
O PPP se organiza através do currículo que se entende além dos conteúdos a serem ensinados primamos por uma prática inclusiva onde os alunos são sujeitos do processo e não meros receptores. Organiza o currículo tendo como referência a proposta curricular da rede municipal de educação de Juiz de Fora, publicada em 2012.Esta foi produzida pelos próprios educadores de Juiz de Fora .Adaptação são realizadas ao longo dos anos de acordo com o contexto de seus alunos e professores. E segundo as formações (continuada )realizadas que são ofertadas pela escola e pela rede municipal.
 O PPP é um instrumento de gestão e de compromisso político e pedagógico:
(...) É um resumo das condições e funcionamento da escola e ao mesmo tempo um diagnóstico seguido de compromisso aceitos e firmados pela escola consigo mesma (FREITAS, 2004 p.69).
O Projeto Político Pedagógico (PPP) da Escola Municipal Raul Gazzinelli, visa reafirmar a educação como direito de todos e dever do Estado e da Família, a ser promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, com vista ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, observando os princípios expressos no artigo 205 da Constituição Federal de 1988. 
 (RE)elaboração deste documento, visa uma nova roupagem numa perspectiva democrática e participativa dos atores e atrizes envolvidos nesse contexto educativo. A participação das famílias, alunos e profissionais da escola, através da escuta sensível, possibilitou uma inquietação para mudanças a serem feitas no espaço escolar e convivência social. 
A LDB reconhece no espaço educativo e nos profissionais da educação uma competência técnica e política que os habilita a participar da elaboração do seu Projeto Político Pedagógico, sendo que, a lei amplia nessa perspectiva democrática o papel da escola diante da sociedade, colocando-a como centro de atenção das políticas educacionais mais gerais e sugere o fortalecimento de sua autonomia, garantindo o seu objetivo primordial que é oferecer uma educação de qualidade da Escola Pública. 
Nesse sentido a escola é um ambiente diverso, complexo e em permanente transformação. É local de socialização de saberes individuais, coletivos e respeito mútuo, para as ações pedagógicas intencionais e específicas para a formação de sujeitos e sociedade. Por isso, o desafio de defender a pluralidade e a democracia como direito a participação na tomada de decisões para a (Re)construção do PPP 2022. 
O processo de (Re) construção do projeto político pedagógico Segundo Freire (2002, p. 30) “Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível. (...) Ninguém pode estar no mundo, com o mundo e com os outros de forma neutra”. Partindo desse pressuposto, deve-se atentar que esse documento se constitui como marco referencial no âmbito da ação educativa e vem para provocar profundas mudanças no cenário educacional. E, por isso, sua Reconstrução exige o engajamento participativo de todos que compõem a comunidade escolar. O trabalho de conscientização de que o mesmo deve ser a expressão de um desejo coletivo; articular e construir espaços participativos com propostas e um trabalho organizado coletivamente com vistas a produzir um projeto que explicite não somente o que a escola é na contemporaneidade, mas também evidencie caminhos acerca das ações futuras. Portanto, é papel da escola fazer com que todos (gestores, professores, pais, alunos, funcionários e sociedade) sintam-se corresponsáveis no sentido de resinificar as ações a serem executadas no âmbito escolar com foco na melhoria do processo de ensino/aprendizagem e planejar caminhos viáveis à melhoria da atuação escolar em favor do Bem Comum. 
 O projeto Político Pedagógico não é uma peça burocrática e sim um instrumento de gestão e de compromisso político e pedagógico coletivo. Não é feito para mandar para alguém ou algum setor, mas sim para ser usado como referência para as lutas da escola. O PPP pode se constituir como um instrumento que contribui na implantação de uma escola democrática, possibilitando autonomia e construção/delineamento da sua própria identidade. 
As Bases da Educação Nacional (LDB 9694/96). (Art. 3º - VI). Na visão de Veiga (2002) esses princípios seriam basicamente: I - Igualdade de condições para acesso e permanência, com sucesso, na escola. A efetivação democrática pressupõe que o processo educacional oportunize a todos os indivíduos condições de obtenção de sucesso na trajetória escolar, em que as políticas públicas corroborem com o trabalho dos professores e das escolas (SAVIANI, 2003). 
Mais do que expandir a quantidade de vagas ofertadas, a escola precisa ampliar o atendimento com equidade, concomitante com a manutenção da qualidade e da igualdade de oportunidade para todos, respeitando e cumprindo o que frisa a própria LDB (9394/96) “igualdade de condições para acesso e permanência na escola” (Art. 3 – I). II - Qualidade social para todos. A escola de qualidade tem como definição o tipo de cidadão que quer formar para que atue na sociedade, com capacidade de transformação do meio social em que vive. Para isso, deve garantir que todos tenham acesso à educação, apresentem desempenho satisfatório, desenvolvam sua consciência crítica, capacidade de agir e desejo de mudança. E o mais imprescindível para que tudo isso ocorra: a escola deve combater as formas possíveis de repetência e evasão. 
Patto (2015) já evidenciava a necessidade relativa a busca por estratégias para que as instituições escolares enfrentem a evasão e o fracasso escolar, em que o cotidiano se constitua como um elemento problematizador da realidade, na premissa de análise de fatores e elementos que contribuam em tais entraves ao trabalho das escolas. Deste modo, cumprir essa premissa, pressupõe a elaboração de ações que perpassam o PPP da instituição escolar, enfocando que a qualidade do processo escolar deve estar arraigada, no princípio de que é necessário eleger parâmetros e diretrizes, metas e ações voltadas para uma escola inclusiva, direcionada à participação social, democrática e com foco em uma cultura de respeito às diferenças e superação das desigualdades sociais. III - Gestão democrática. Esse princípio está estabelecido na Constituição Federal de 1988 (art. 206, VI), fixado entre as dez diretrizes do Plano Nacional de Educação (art. 2º, VI), consolidado na LDB (Art. 3º - VIII e apresenta-se no contexto escolar como sinônimo de um espaço comunitário com ampla participação dos diversos segmentos, visto que a identidade da instituição escolar se constrói na relação dialógica entre seus distintos membros, enfrentando as dificuldades e superando as divergências, democratizando o poder de decisão, alicerçado em uma administração participativa, de forma que as reflexões coletivas sejam uma prática constante. 
Desse modo, o PPP veio para contribuir com a consolidação da gestão democrática da escola, através de um processo participativo do planejamento. Uma vez que, trata-se de um documento para intervir e transformar a realidade de forma organizada e integrada às atividades práticas da instituição.
3 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Ao analisar o desempenho das atividades a serem desenvolvida na turma de 2º ano fundamental da escola a qual realizei o estágio obrigatóriono período matutino, foi observado os materiais didáticos a qual a docente usou perante as atividades desenvolvidas em sala de aula. Consegui acompanhar bem as aulas. 
Após observar as aulas desenvolvidas pela Professora Regente Silvana Pinho que procurou sempre estimular os alunos de forma prazerosa desenvolvendo habilidades. Um dessas habilidades foi como preparou para desenvolver a atividade com o nome dos alunos.
Silvana introduz uma música incentivando-os, com o objetivo de que todos pudessem reconhecer e identificar as letras e o som do nome de cada um na sala, onde todos no final conseguiram dizer com fluência e identificar .
Os alunos ficam satisfeitos durante a realização dela, eles interagem o tempo todo com a professora.
Para que suas aulas fiquem ainda mais atrativas e dinâmicas, a professora faz uso de materiais didáticos para cada aula desenvolvida. As aulas são constituídas e se faz o uso de :
· Blocos lógicos
· Barbante
· Corda
· Tintas 
· Bambolê
· Revistas
· Papel crepon
· Argila
· Areia
· Tampinhas de garrafa
· Bola de soprar
· Giz de cera
· Cola colorida
· Pintura com cotonetes
· Materiais impressos
· Lápis de cor
· Livros para contação de história
Com todos esses materiais sendo usados suas aulas ficam ainda mais ricas e atraentes.
4 RELATO COM O PROFESSOR REGENTE 
A professora se chama Professora Silvana Pinho, que possui Especialização em Coordenação e Supervisão, Especialização em Alfabetização e Letramento e Especialização em Práticas Pedagógicas. 
A professora elabora suas atividades através do planejamento bimestral da escola, faz uso de diários onde realiza suas anotações cotidianas. Silvana sempre dá início as suas aulas realizando uma roda de conversas informais, músicas de chegada, apresentação dos alunos com a ficha de seus nomes ,trabalhando uma música onde todos se apresentam. 
Ela trabalha cartazes de quantos somos e de como está o tempo. Realiza a chamada no diário de classe e logo dá início aos conteúdos planejados. Leva os alunos ao parque que tem no meio do pátio da escola, logo após com os horários planejados levam para o refeitório para que possam merendar fazendo o uso da higienização das mãos.
 A professora depois retorna para sala com os alunos retornando as atividades propostas. Sua turminha é bem alegre e demonstra interesse durante as aulas.
5 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS	
Nesse sentido, os Temas Transversais Contemporâneos (TCTs) têm o status de definir o vínculo entre as diferentes partes do currículo de forma integrada, e conectá-los a situações que os alunos enfrentam em suas próprias realidades, tem contribuído para contextualizar e atendimento aos itens de conhecimento definidos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Os Temas Transversais Contemporâneos (TCTs) contextualizam o que está sendo ensinado, trazendo temas de interesse dos alunos e seu desenvolvimento como cidadão.
Temas transversais, nesse sentido, correspondem a questões importantes e urgentes que existem de diversas formas na vida cotidiana. Com base nessa ideia, o MEC expôs outros temas que falam sobre valores relacionados à cidadania: Ética, Saúde, Meio Ambiente, Prática Sexual, Trabalho e Uso e Multiculturalismo.
Ensinar e aprender são experiências que envolvem todos os lados da pessoa e, se isso não acontecer, produz separação e perda sentido social e individual da vida. É preciso superar os tipos de fragmentação do processo pedagógico onde o conteúdo não está relacionado, não misture e combine.
Nesse sentido, os Temas Transversais Contemporâneos (TCTs) têm o status de definir o vínculo entre as diferentes partes do currículo de forma integrada, e conectá-los a situações que os alunos enfrentam em suas próprias realidades, tem contribuído para contextualizar e atendimento aos itens de conhecimento definidos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Entre os diversos pesquisadores que investigam e discutem os méritos e as responsabilidades da educação, parece haver um consenso de que, para alcançar suas metas e objetivos, é preciso ter uma postura que considere o contexto da escola, o contexto da sociedade, a diversidade e o diálogo.
Os TCTs da BNCC também visam cumprir a lei da Educação Básica, garantindo aos alunos o direito de estudar, acesso à informação que possibilite a formação profissional, a cidadania e a democracia, respeitando características regionais e locais, cultura, economia e demografia da população escolar.
Os Temas Contemporâneos Transversais, ou TCTs, estão organizados em seis grandes áreas, conforme mostrado na figura abaixo e denominados
O Conselho de Educação (CNE) falou sobre a alteração do parecer n. 7 de 7 de abril de 2010:
A transversalidade orienta para a necessidade de se instituir, na prática educativa, uma analogia entre aprender conheci mentos teoricamente sistematizados (aprender sobre a realidade) e as questões da v ida real (aprender na realidade). Dentro de uma compreensão interdisciplinar do conhecimento, a transversalidade tem significado, sendo uma proposta didática que possibilita o tratamento dos conhecimentos escolares de forma integrada. Assim, nessa abordagem, a gestão do conhecimento parte do pressuposto de que os sujeitos são agentes da arte de problematizar e interrogar, e buscam procedimentos interdisciplinares capazes de acender a chama do diálogo entre diferentes sujeitos , ciências, saberes e temas (CNE/ CE B, 2010, p . 24). 
Os temas transversais servem como eixo unificador, ao longo do qual se organizam as disciplinas, e devem ser tratados de forma integrada e não como um curso fixo nas salas de aula. O importante é que os alunos possam criar significados e dar sentido ao que estão lendo.
A Base Nacional Comum Curricular destaca a importância do TCT quando afirma que ele é função dos programas educacionais e das escolas:
Por fim, cabe aos sistemas e redes de ensino. Assim como as escolas, em suas respectivas esferas de autonomia e competência, incorporar aos currículos e às propostas pedagógicas a abordagem de temas contemporâneos que afetam a vida humana em escala local, regional e global, preferencialmente de forma transversal e integradora. (BRASIL, 2017, p. 19). 
O objetivo é desenvolver técnicas e conteúdo em todos os níveis de dificuldade, cruzando as abordagens Interdisciplinar, Interdisciplinar e Transdisciplinar e campos de planejamento do trabalho docente: Currículo, PPs e planos de aula. Espera-se que professores e administradores possam ser produtivos e encontrar coisas que os ajudem a melhorar seu trabalho.
6 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA	
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que identifica diretrizes para o desenvolvimento curricular das escolas das redes pública e privada do país. Entendemos o currículo como um campo de saber docente onde se destaca a experiência de saber da escola, atentando para a especificidade da escola, entre as relações sociais e sua contribuição para a formação da identidade dos alunos. Portanto, o currículo está associado a um conjunto de esforços de ensino projetados para fins educacionais. Ele contém o conteúdo que deve ser abordado no processo de ensino e aprendizagem e o método utilizado nos diferentes níveis de ensino.
Bigode (2019), em um texto onde mostra várias coisas sobre a BNCC, destaca que o Ministério da Educação (MEC) diz que a fundação não é um currículo e que “o conteúdo da fundação deve ser apenas 60 por cento do currículo , que ficará a cargo das províncias" (pág. 141), enquanto outros 40 por cento são destinados a projectos específicos de instituições e factores regionais. Por se tratar da versão final com um total de 600 páginas, a questão de saber se há tempo suficiente para que todo o conteúdo descrito na BNCC seja utilizado nas escolas torna-se o interesse deste estudo. Quer se tratede uma escola pública ou privada, alguns escritores criticam este documento. Em seu estudo, Santos (2018) aponta que a BNCC apresenta dois importantes indicadores que incluem, de um lado, a formação inicial e continuada e, de outro, a especificação de materiais didáticos envolvendo tecnologias digitais. É necessário esclarecer que para que esses objetivos sejam efetivos, depende de um grande investimento na formação de professores e na infraestrutura escolar. (Santos, 2018, p.140).
Esse é outro ponto que me faz olhar se está ocorrendo esse tipo de formação e aperfeiçoamento nas escolas e, em caso afirmativo, como esse processo é realizado. Afinal, trata-se de implementação de política pública de educação, ou seja, “é um processo complexo, criativo e complexo, onde a escola toma decisões, enfim, implementação e operação”. (SANTOS, 2018, p. 136) Para buscar um pouco de compreensão sobre o processo de utilização da BNCC nas escolas e as práticas escolares dos professores, foram realizadas entrevistas com professores dos anos iniciais. A entrevista foi realizada com 4 (quatro) professores e todos trabalham em escolas públicas.
Além dos conhecimentos e valores fornecidos pela escola, o objetivo é a qualidade da educação para todas as pessoas, visando o desenvolvimento de alunos em todo o mundo, para formar cidadãos sérios e dedicados ao meio em que estão inseridos. Mudar essa realidade, trouxe desafios que devem ser enfrentados, deu ao grupo escolar a oportunidade de experiências que enriquecem seu currículo e suas vidas, além de ser um local de aprendizado e conhecimento, onde as pessoas se sentem motivadas a se desenvolver, aprender e olhar. para. Que a escola forme cidadãos que saibam ler e escrever que sejam capazes de se comunicar oralmente, por escrito, nas diversas áreas do conhecimento, que relacionem esse conhecimento com o mundo em que vivem.
A realidade plena da escola pública, que apresenta os desafios que devem ser enfrentados, ou pelo menos, colocados como retrato da comunidade escolar, no que diz respeito a novos rumos e uma nova forma de aprender e ensinar. Uma escola que inclua todos, independentemente das suas condições físicas, intelectuais, sociais, linguísticas, religiosas, sexuais ou outras, tem direito ao acesso, permanência e sucesso. Uma escola que tem como foco o desenvolvimento pessoal do aluno, transformou a escola em uma prática comum de cidadania, igualdade e conhecimento social. Uma escola que garanta o direito ao estudo, padrões de qualidade, formando um estudo ativo e ativo, promovendo o respeito mútuo e a igualdade entre todos os cidadãos, deixando de lado o preconceito, o comodismo e o medo da mudança.
7 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR	 
O objetivo e a proposta educativa dessa escola baseiam-se em: Formação Pessoal e Social e Conhecimento de Mundo e eixos de trabalho direcionados à criação de diferentes linguagens das crianças e a relação que estabelecem com os objetos de conhecimento: Movimento, Música, Artes Visuais, Linguagem Oral e Escrita, Matemática, Meio Ambiente e Sociedade.
O foco principal é analisar a respeito dos instrumentos avaliativos utilizados pelos docentes se condizem com a aprendizagem. No cotidiano e em sala de aula do aluno. Ressalta a necessidade de uma prática pedagógica diferenciada, destacando o papel do professor como facilitador da aprendizagem.
No entanto, os demais instrumentos utilizados servem como um aporte na elaboração. Pode-se concluir que os instrumentos avaliativos elencados e utilizados na escola de Educação Infantil são essenciais para auxiliar o processo de avaliação e na escrita de pareceres, trazendo importantes informações sobre suas experiências escolares (BRASIL, Ministério da Educação.) 
Perante o relato a professora da turma do 2º ano do ensino fundamental utiliza-se como meios de instrumentos avaliativos: Relatórios descritivos, atividades lúdicas, abordagens contextualizadas dos processos de aprendizagens das crianças, portfólios. Esses instrumentos ajudam a professora a reformular ou mesmo formular novas estratégias de ensino quando necessário, além de ser o documento oficial exigido de cada professor para o acompanhamento individual de seus alunos. Segundo (MICARELLI, 2010, p 10).
Uma estratégia para conservar os produtos da observação dos docentes e um meio para refinar esse olhar observador, permitindo um conhecimento cada vez mais aprofundado do grupo de crianças.
Como método de avaliação, a escola utiliza os diferentes conhecimentos, práticas e atitudes das crianças apresentadas no bimestre. Observar e registrar as produções, falas, falas e posturas feitas a cada semana permite que as professoras coloquem cada criança em relação ao grupo e a si mesmas.
Portanto, segundo Hoffman (2003), as questões de subjetividade são as que acabam dando muito trabalho ao professor na hora de preparar as provas. Porque eles querem que o professor entenda melhor o pensamento do aluno, porque o que está escrito ali é a compreensão do aluno sobre o assunto que o professor fala em sala de aula. Portanto, se sua resposta não corresponder às expectativas do professor, significa que seu ensino é falho ou o aluno tem dificuldade no processo de aprendizagem e ensino. A esse respeito, Hoffman (2003), destaca:
Não há como fugir, nem mesmo interpretar o professor quando ele está sendo corrigido. Prova disso é que alguns estudos mostram pontuações variadas obtidas quando mais de um professor elabora a mesma questão para a pesquisa ou produção de texto de um aluno. Mesmo em "questões contraditórias" há muito o que pensar em termos das escolhas que os respondentes podem fazer. (pág. 51)
Portanto, fica claro que as ferramentas desenvolvidas pelos professores no que diz respeito ao processo de aprender e ensinar os alunos em relação à avaliação precisam ser muito bem desenhadas para que não haja nenhum tipo de ruptura durante a preparação. Portanto, sabe-se que dentro da academia, os professores utilizam diversos procedimentos como resenhas, artigos científicos, seminários, autoexame, entre outros, como meio de avaliação de seus alunos.
Por isso, no gráfico abaixo, temos as seguintes ferramentas utilizadas pelos professores, que são: a prova que ainda aparece em primeiro lugar, pois o sistema educacional precisa medir o aluno; seminários, onde muitos alunos entendem que os professores que só trabalham nessa forma de trabalhar não têm o domínio do conteúdo, então acabam transferindo sua responsabilidade para os alunos por meio de seminários; Reveja; auto-avaliações e outros, como questionários e projetos.
8 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA	 
A observação da sala de aula é uma prática realizada pelo coordenador pedagógico para acompanhar o trabalho do professor e ajudá-lo a aprimorar a didática e outras dinâmicas docentes.
De acordo com Nunes (1993) metodologia de ensino pode ser entendida, como a aplicação dos princípios gerais de uma ciência, traduzidos nos seus métodos nas situações de ensino. Entende-se que o método “[...] é caminho, é opção por um trajeto até o alcance de objetivos que se sintetizam na aprendizagem” (RANGEL, 2013, p. 13). Considerando esses princípios a metodologia tornou-se remota, com uso de ferramentas tecnológicas, para as aulas dos cursos de educação profissional, especificamente nos programas de Aprendizagem na escola em questão. 
A equipe Docente é o órgão responsável pela coordenação, execução e implementação da Proposta Pedagógica do Instituto. A Equipe de Ensino é composta pelo Supervisor de Ensino, Orientador Acadêmico, Docente e Bibliotecário da Escola. A equipe docente é responsável por coordenar as ações didático-pedagógicas que acontecem na escola.
Atua como um elo que une as partes envolvidas no ensino e aprendizagem dos alunos, estabelecendo uma ponte entre gestores, professores, alunos e pais, criando uma rede interligada por interesses comuns. É um papel de liderança que ajuda a escola a melhoraro seu processo de aprendizagem, em termos de uma educação eficaz aos alunos. Também está entre suas atribuições promover o crescimento daqueles com quem trabalha diretamente, como professores e alunos.
Cada aluno é único e tem ritmos de aprendizagem e necessidades diferenciadas. Por conta disso, é fundamental contar com acompanhamento pedagógico individual de professores e coordenadores quando necessário.
O acompanhamento pedagógico é uma forma de coordenadores e professores avaliarem individualmente o desempenho escolar dos alunos. Por meio do acompanhamento, é possível oferecer uma metodologia personalizada e exclusiva para cada aluno, atendendo às suas dificuldades específicas.
Para que o acompanhamento pedagógico realmente funcione e seja produtivo, é fundamental inclui-lo no plano de aulas e conciliá-lo na grade curricular. Isso evita a sobrecarga do educador, que pode estabelecer um melhor planejamento, conseguindo atender cada vez mais alunos no dia a dia.
Assim como no presencial, o planejamento é o ponto de partida para bons resultados no formato digital. É fundamental, por exemplo, que o coordenador combine previamente com o professor quando a observação vai acontecer e o que será considerado. É sempre interessante mostrar que a coordenação pedagógica é uma parceira do professor, que pode antecipar questões e buscar soluções para futuros problemas.
Estabelecer uma relação de parceria, de acordo com a especialista, é crucial para enfrentar desafios e evitar eventuais desconfortos -- por exemplo, quando há o entendimento de que o intuito do coordenador é fiscalizar a aula. Se coordenador e professor já tinham algum nível de relacionamento antes da pandemia, lidar com as adversidades desse momento pode ser mais simples do que em uma relação que começa no ensino remoto. Em todo caso, o gestor deve se empenhar para mostrar à equipe que a cultura de parceria vale a pena.
9 RELATO DA OBSERVAÇÃO	 
 
Gostei muito da prática realizada no Ensino Fundamental, pois me propiciou vivenciar a rotina de uma aula. Percebi que tenho paciência e carinho para lidar com as crianças. Soube me portar com certa desenvoltura e intimidade com os alunos, soube respeitar as especificidades de cada aluno. Acho que tenho condições de ser uma boa professora. 
Durante minha prática de estágio no 2º ANO do Ensino Fundamental, tive ainda mais certeza de que precisamos amar nossas crianças para ensinar, respeitando suas especificidades. A aprendizagem é uma consequência do carinho que demonstramos por elas. Através da convivência, acabamos gostando até das crianças mais terríveis, pois temos que aprender a lidar com todas sem exceção. Não é tarefa fácil, mas quem disse que é fácil ser professora? É uma diversidade enorme dentro da sala de aula e por isso é importante sabermos lidar de modo afetivo com todas as crianças para que todos possam aprender.
 Para tanto, necessita definir indicadores avaliativos que sejam devidamente reconhecidos no âmbito educacional, indicadores relacionados ao campo afetivo, como paciência, carinho, desenvoltura, intimidade e respeito aos alunos, os quais possibilitam validar sua própria atuação docente e ratificar o sucesso das propostas desenvolvidas em sala de aula. Além da definição de indicadores, ela precisa estabelecer certa hierarquia entre eles. Paciência e carinho assumem o primeiro plano, compondo, com os demais aspectos citados.
Nos momentos em que estive até então atuando no 2ºano do Ensino Fundamental, sempre procurei ser afetuosa e conhecedora dos anseios e das necessidades das crianças. A partir do afeto e do conhecimento das necessidades delas, passei a atuar de forma coerente e respeitosa, buscando a valorização das contribuições de tudo que a turma trazia para a sala de aula. Senti muito útil em poder ajudá-los a superar suas dificuldades em sala. 
 Semana de observação da prática de ensino fundamental, Sexta-feira – último dia de observação em uma turma de 2º ano. Os alunos os quais me propus em ajudá-los demonstraram um carinho enorme e satisfação. Foram momentos de realizações e de experiências incríveis que passamos juntos durante meu estágio.
 Ao findar-te do estágio me senti realizada com a turma, momentos de aprendizagem e superação ,podendo ter a certeza de que ensinar é uma arte e com muito amor e dedicação que chegarei aonde quero com muitas realizações. 
10 PLANOS DE AULA
PLANEJAMENTO
Tema: Autismo
Turma: 2º ano ( anos iniciais). 
Objetivos: Conscientizar e esclarecer sobre o autismo para a turma. 
Duração: 6 aulas 
Justificativa: 
A inclusão dos autistas nas escolas não deve ficar limitado apenas em ser sozinhos no colégio, fazendo atividades sozinhos, comendo sozinhos, ficando em espaços sozinhos. A turma deve entender que o respeito é necessário para inserir o aluno na sala de aula. A turma deve ser flexível e adequar às regras do aluno autista, como seguir horários, silenciar a sala e manter diariamente os mesmos afazeres seguindo sequencias didáticas comum para todos. 
	Para Zabala (1998, p.18), sequências didáticas são “um conjunto de atividades ordenadas, estruturadas e articuladas para a realização de certos objetivos educacionais, que têm um princípio e um fim, conhecidos tanto pelos professores como pelos alunos.”
	Nery (2007, p.114), por sua vez, afirma que “as sequências didáticas pressupõem um trabalho pedagógico organizado em uma determinada sequência, durante um determinado período estruturado pelo professor, criando assim, uma modalidade de aprendizagem mais orgânica.”
Descrição das atividades e formas de avaliação
Direitos Gerais de aprendizagem: português
	
	PLANO DE AULA 1 
	 
 
Identificação 
	Escola 
	Escola municipal Raul Gazzinelle
	
	Professor 
	Professora Regente
Silvana Pinho
	
	Professor estagiário 
	Tassyla da Silva Alves
	
	Disciplina/série/turno 
	2º ano B/ Matutino 
	 
 
 
 
Conteúdo 
	- Proposta de mobilização dos textos na aula levando em conta o compromisso com a educação em direitos humanos
	 
Objetivos 
	 - Compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que pertencem.
	 
 
 
 
Metodologia 
	1º momento: 
Aula1: Sentados em círculo colocar as crianças falando sobre o que elas acham sobre o autismo e o que é o autismo. Ressignificar a palavra autismo e em duplas fazer uma colagem com a palavra, buscar me revistas as letras A-U-T-I-S-M-O e brincar com elas fazendo a colagem da maneira que eles quiserem. 
	Recursos 
	Caneta para o quadro e folha de A4 impressa com as atividades e o gráfico, revistas e tesoura. 
	 
Avaliação 
	A avaliação será contínua e seguida pelo acompanhamento das aulas e de acordo com o aprendizado dos seus alunos. 
 
	 
Referências 
	 BRASIL. Declaração de Salamanca e de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO, 1994.
BRASIL. Diretrizes Operacionais do Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Brasília, 2009.
CRUZ, T. Autismo e inclusão: experiências no ensino regular. Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2014.
BELISARIO JUNIOR, J.F. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: transtornos globais do desenvolvimento. Brasília: MEC; Secretaria da Educação Especial; Fortaleza: UFC, 2010.
GATTI, Bernardete Angelina. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Editora Plano. Brasília, 2002.
TEIXEIRA, Gustavo. Manual do autismo. Rio de Janeiro. Best Seller. 2016.
 VIEIRA M. N; BALDIN R. F. S. Diagnóstico e intervenção de indivíduos com Transtorno do espectro autista. In: Enfope 10 Fopie 11, Vol. 10, Núm.1, 2017.
 
 
	
	PLANO DE AULA 2 
	 
 
Identificação 
	Escola 
	Escola municipal Raul Gazzinelle
	
	Professor 
	Professora Regente
Silvana Pinho
	
	Professor estagiário 
	Tassyla da Silva Alves
	
	Disciplina/série/turno 
	2º ano B/ Matutino 
	 
 
 
 
Conteúdo 
	Construir conhecimentos através de leitura e criatividade.Objetivos 
	Apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo-a como forma de interação nos diferentes campos de atuação da vida social e utilizando-a para ampliar suas possibilidades de participar da cultura letrada, de construir conhecimentos (inclusive escolares) e de se envolver com maior autonomia e protagonismo na vida social. 
	 
 
 
 
Metodologia 
	
2º momento
Aula 2: Trabalhar o texto 1 com os alunos. Os grupos serão escolhidos pelo professor de forma aleatória, e eles farão uma tirinha parecida com a do Maurício de Sousa com o tema autismo. No mínimo 3 quadrinhos e no máximo 6. Depois de pronto, um dos integrantes vai ler para a turma. 
	
	Recursos 
	Caneta para o quadro e folha de A4 impressa com as atividades e o gráfico. 
	 
Avaliação 
	A avaliação será contínua e seguida pelo acompanhamento das aulas e de acordo com o aprendizado dos seus alunos. 
 
	 
Referências 
	BRASIL. Declaração de Salamanca e de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO, 1994.
BRASIL. Diretrizes Operacionais do Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Brasília, 2009.
CRUZ, T. Autismo e inclusão: experiências no ensino regular. Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2014.
BELISARIO JUNIOR, J.F. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: transtornos globais do desenvolvimento. Brasília: MEC; Secretaria da Educação Especial; Fortaleza: UFC, 2010.
GATTI, Bernardete Angelina. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Editora Plano. Brasília, 2002.
TEIXEIRA, Gustavo. Manual do autismo. Rio de Janeiro. Best Seller. 2016.
 VIEIRA M. N; BALDIN R. F. S. Diagnóstico e intervenção de indivíduos com Transtorno do espectro autista. In: Enfope 10 Fopie 11, Vol. 10, Núm.1, 2017.
 
 
	
	PLANO DE AULA 3 
	 
 
Identificação 
	Escola 
	Escola municipal Raul Gazzinelle
	
	Professor 
	Professora Regente
Silvana Pinho
	
	Professor estagiário 
	Tassyla da Silva Alves
	
	Disciplina/série/turno 
	2º ano B/ Matutino 
	 
 
 
 
Conteúdo 
	
Fazer uso da compreensão sobre o mundo para estabelecer a relação entre o conhecimento que se produz sobre este mundo e as aplicações que tal conhecimento possibilita gerar, quanto dos efeitos de ambos compreensão e produtos, para a vida social e política dos cidadãos.
	 
Objetivos 
	Ler, escutar e produzir textos orais, escritos e multissemióticos que circulam em diferentes campos de atuação e mídias, com compreensão, autonomia, fluência e criticidade, de modo a se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos, e continuar aprendendo. 
 
	 
 
 
 
Metodologia 
	
3º momento:
Aula 3: Trabalhar o texto 2 com os alunos. O Dia da Conscientização do Autismo é muito importante, pois não há chance dessa pessoa melhorar sem uma mudança na atitude da sociedade. Nesse sentido, colocar um tema em pauta é uma das formas pelas quais as pessoas iniciam seu processo de compreensão do tema. Montar grupos e fazer um cartaz sobre o tema, cada grupo usando sua criatividade. 
	
	Recursos 
	Caneta para o quadro e folha de A4 impressa com as atividades e o gráfico. 
	 
Avaliação 
	A avaliação será contínua e seguida pelo acompanhamento das aulas e de acordo com o aprendizado dos seus alunos. 
 
	 
Referências 
	BRASIL. Declaração de Salamanca e de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO, 1994.
BRASIL. Diretrizes Operacionais do Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Brasília, 2009.
CRUZ, T. Autismo e inclusão: experiências no ensino regular. Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2014.
BELISARIO JUNIOR, J.F. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: transtornos globais do desenvolvimento. Brasília: MEC; Secretaria da Educação Especial; Fortaleza: UFC, 2010.
GATTI, Bernardete Angelina. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Editora Plano. Brasília, 2002.
TEIXEIRA, Gustavo. Manual do autismo. Rio de Janeiro. Best Seller. 2016.
 VIEIRA M. N; BALDIN R. F. S. Diagnóstico e intervenção de indivíduos com Transtorno do espectro autista. In: Enfope 10 Fopie 11, Vol. 10, Núm.1, 2017.
	
	PLANO DE AULA 4 
	 
 
Identificação 
	Escola 
	Escola municipal Raul Gazzinelle
	
	Professor 
	Professora Regente
Silvana Pinho
	
	Professor estagiário 
	Tassyla da Silva Alves
	
	Disciplina/série/turno 
	2º ano B/ Matutino 
	 
 
 
 
Conteúdo 
	
Compreender a vida social e política dos cidadãos através da inclusão e da consciência em aceitar o diferente, porque afinal, somos todos diferentes. 
	 
Objetivos 
	Compreender o fenômeno da variação linguística, demonstrando atitude respeitosa diante de variedades linguísticas e rejeitando preconceitos linguísticos. 
	 
 
 
 
Metodologia 
	
4º momento:
Aula 4: Trabalhar a imagem 3 com os alunos. O símbolo do autismo representado pelo infinito, também conhecido como logotipo na neurodiversidade, foi criado pelos próprios autistas. O infinito nas cores do arco-íris celebra a esperança e a diversidade de expressão dentro do TEA. Em círculo as crianças, a proposta é que façam um quebra cabeça igual ao símbolo do infinito. Pintem as peças e façam de forma que depois de recortadas irão encaixar. O objetivo é que os alunos entendam e respeitam que o autismo não é uma doença. Explicar para os alunos a cor destaque que representa o autismo. 
AZUL: por ser mais meninos que meninas a ter o transtorno;
Fonte: https://blog.matheustriliconeurologia.com.br/simbolo-do-autismo/. Visualização em 24 de abril de 2023. 
	Recursos 
	Caneta para o quadro e folha de A4 impressa com as atividades e o gráfico. 
	 
Avaliação 
	A avaliação será contínua e seguida pelo acompanhamento das aulas e de acordo com o aprendizado dos seus alunos. 
 
	 
Referências 
	BRASIL. Declaração de Salamanca e de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO, 1994.
BRASIL. Diretrizes Operacionais do Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Brasília, 2009.
CRUZ, T. Autismo e inclusão: experiências no ensino regular. Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2014.
BELISARIO JUNIOR, J.F. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: transtornos globais do desenvolvimento. Brasília: MEC; Secretaria da Educação Especial; Fortaleza: UFC, 2010.
GATTI, Bernardete Angelina. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Editora Plano. Brasília, 2002.
TEIXEIRA, Gustavo. Manual do autismo. Rio de Janeiro. Best Seller. 2016.
 VIEIRA M. N; BALDIN R. F. S. Diagnóstico e intervenção de indivíduos com Transtorno do espectro autista. In: Enfope 10 Fopie 11, Vol. 10, Núm.1, 2017.
	
	PLANO DE AULA 5 
	 
 
Identificação 
	Escola 
	Escola municipal Raul Gazzinelle
	
	Professor 
	Professora Regente
Silvana Pinho
	
	Professor estagiário 
	Tassyla da Silva Alves
	
	Disciplina/série/turno 
	2º ano B/ Matutino 
	 
 
 
 
Conteúdo 
	Analisar o entendimento dos alunos com desenhos e frases;
	 
Objetivos 
	 
Empregar, nas interações sociais, a variedade e o estilo de linguagem adequados à situação comunicativa, ao (s) interlocutor (es) e ao gênero do discurso/gênero textual. 6 - Analisar informações, argumentos e opiniões manifestados em interações sociais e nos meios de comunicação, posicionando-se ética e criticamente em relação a conteúdos discriminatórios que ferem direitos humanos e ambientais.
	 
 
 
 
Metodologia 
	
5º momento:
Aula 5: Finalizar o assunto sobre o tema com uma roda de conversa e uma exposição dos trabalhos realizados na escola. 
	Recursos 
	Caneta para o quadro e folha de A4 impressa com as atividades e o gráfico. 
	 
Avaliação 
	A avaliação será contínua e seguida pelo acompanhamento das aulas e de acordo com o aprendizado dos seus alunos. 
 
	 
Referências 
	BRASIL. Declaração de Salamanca e de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO, 1994.
BRASIL. Diretrizes Operacionais do Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Brasília, 2009.
CRUZ, T. Autismo e inclusão: experiências noensino regular. Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2014.
BELISARIO JUNIOR, J.F. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: transtornos globais do desenvolvimento. Brasília: MEC; Secretaria da Educação Especial; Fortaleza: UFC, 2010.
GATTI, Bernardete Angelina. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Editora Plano. Brasília, 2002.
TEIXEIRA, Gustavo. Manual do autismo. Rio de Janeiro. Best Seller. 2016.
 VIEIRA M. N; BALDIN R. F. S. Diagnóstico e intervenção de indivíduos com Transtorno do espectro autista. In: Enfope 10 Fopie 11, Vol. 10, Núm.1, 2017.
	
	PLANO DE AULA 6 
	 
 
Identificação 
	Escola 
	Escola municipal Raul Gazzinelle
	
	Professor 
	Professora Regente
Silvana Pinho
	
	Professor estagiário 
	Tassyla da Silva Alves
	
	Disciplina/série/turno 
	2º ano B/ Matutino 
	 
 
 
 
Conteúdo 
	 - Roda de conversa.
	 
Objetivos 
	Analisar o entendimento dos alunos com diálogo;
Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias. 
	 
 
 
 
Metodologia 
	6º momento:
	
Montagem de uma exposição com todos os trabalhos realizados. 
Serão convidados outras turmas e pais dos alunos.
	Recursos 
	Caneta para o quadro e folha de A4 impressa com as atividades e o gráfico. 
	 
Avaliação 
	A avaliação será contínua e seguida pelo acompanhamento das aulas e de acordo com o aprendizado dos seus alunos. A avaliação será realizada de forma contínua, ao longo de todo o trabalho. Será realizado também pelos alunos, uma autoavaliação.
 
	 
Referências 
	BRASIL. Declaração de Salamanca e de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO, 1994.
BRASIL. Diretrizes Operacionais do Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Brasília, 2009.
CRUZ, T. Autismo e inclusão: experiências no ensino regular. Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2014.
BELISARIO JUNIOR, J.F. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: transtornos globais do desenvolvimento. Brasília: MEC; Secretaria da Educação Especial; Fortaleza: UFC, 2010.
GATTI, Bernardete Angelina. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Editora Plano. Brasília, 2002.
TEIXEIRA, Gustavo. Manual do autismo. Rio de Janeiro. Best Seller. 2016.
 VIEIRA M. N; BALDIN R. F. S. Diagnóstico e intervenção de indivíduos com Transtorno do espectro autista. In: Enfope 10 Fopie 11, Vol. 10, Núm.1, 2017.
11 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR	
As metodologias Ativas é um excelente recurso para ensinar os alunos do ensino fundamental, como sequência de ensino, a metodologia de projetos pode ajudar na preservação do meio ambiente. Durante a infância, estimular os sentidos é fundamental para garantir o desenvolvimento motor e cognitivo dos pequenos. Elementos simples que fazem parte do universo escolar podem ajudar nessa tarefa. 
O conceito de interdisciplinaridade é onde se qualifica a junção de duas ou mais disciplinas em um processo de ensino aprendizagem, ela tem o objetivo de promover a integração de conteúdos diferentes nas disciplinas e os recursos tecnológicos visam a contribuir com esse processo de ensino aprendizagem, se adaptando a conceitos inovados de ensino. O professor que sabe trabalhar com a Interdisciplinaridade tem diversos recursos didáticos para promover o ensino aprendizagem. A professora aprovou a escolha do tema e me incentivou no planejamento e aplicação dos planos de aula com os alunos da turma dela. Fica evidente nesse estudo que o professor deve conscientizar-se e aperfeiçoar na sua formação com estudos e buscar novos conhecimentos e estratégias que possam atender adequadamente a necessidade na formação cognitiva dos alunos, com novas metodologias e técnicas diferentes de ensino. 
Contudo a base da educação começa no ensino fundamental, que é uma fase de muitas descobertas, e ter esses aprendizados como conteúdo de ensino visa a contribuir para a formação dos alunos. 
12	RELATO DA REGÊNCIA	
RELATO DE PARTICIPAÇÃO EM ESTÁGIO DE : Tassyla da Silva Alves
 Durante o estágio da aluna Tassyla da Silva Alves, eu, Professora Regente Silvana Pinho da turma 2º ano B dos anos iniciais, tenho Especialização em Coordenação e Supervisão, Especialização em Alfabetização e Letramento e Especialização em Práticas Pedagógicas. Tive a oportunidade de atuar como supervisora de campo da estagiária, observei que a mesma durante a realização do estágio demonstrou aptidão nas realizações de atividades na sala de aula.
 A estagiária teve um bom desempenho com a turma ,demonstrando sempre boas maneiras e desenvoltura perante os alunos.
Solicitou informações e teve acesso aos materiais didáticos utilizados, ao PPP da escola ,conversamos como são desenvolvidos os temas transversais no cotidiano e sua articulação com os planejamentos nas diferentes áreas do conhecimento. 
 Informamos que a estudante realizou o estágio online dentro dos preceitos ético, apresentando-se sempre disposta a auxiliar no desenvolvimento das rotinas escolares. Oportunamente conversamos sobre a adequação do currículo da escola com base na BNCC, ressaltamos as adequações e as dificuldades diante de um contexto.
 A estudante apresentou-se sempre bem atenta a disponível a adequação dos tempos e conta tempos escolares. Teve uma ótima convivência com os alunos. 
13	VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO	
Eu, Tassyla Da Silva Alves, RA 3378389102, matriculado no 5 0 semestre do Curso de PEDAGOGIA da modalidade a Distância da unopar anhanguera, realizei as atividades de estágio obrigatorio II em ensino fundamental I na escola Municipal Raul Gazzinelle, cumprindo as atividades e a carga horária previstas no respectivo Plano de Trabalho.
	Assi atura do(a Estagiário(a)	Assinatura 
Supe 
isor 
de 
Campo
CONSIDERAÇÕES FINAIS	
O tempo de visualização das aulas possibilitou conhecer a turma visualmente uma opinião privilegiada. As vezes quase anonimamente pude ver os fatores que influenciam o poder e renda de aulas que eu nunca tinha pensado antes. Como meu resumo e experiência de observação, concluo defendendo a tese de que o método e as práticas didáticas adotadas pelo professor em aula são os fatores mais decisivos para fazer a aula funcionar bem: várias atividades e assim por diante convite dos alunos para participar dessas atividades, o a probabilidade de que o objetivo da aula seja alcançado.
A oportunidade de estágio oferece oportunidades de troca de conhecimentos, é muito importante na criação de um pedagogo profissional, que permite entrar em contato com a realidade, usando a crença que adquirimos na faculdade, com sessões de prática. Uma instituição que recebe estagiários, além de ter estrutura e locais de grande interesse, nos deu um lugar para enriquecer nosso conhecimento, ganhando experiência.
Essa atividade de aprendizagem contribuiu mostrando o dia a dia da turma, a relação de professor e aluno, a atitude do professor ao transmitir conhecimento para crianças, incutindo nelas o desejo de pesquisar, de aprender, de seguir dos consultores. Com a experiência é possível conciliar teoria e prática, para dar mais sentido à teoria e como aplicá-la.
O trabalho de estágio permite encontros e desencontros na formação docente. O desafio não é só para os estagiários que vão a campo e querem ver ação e aliar conhecimentos teóricos. Mas esse é o desafio para os gerentes que precisam acompanhar de forma eficaz e participar ativamente de sua equipe de estágio. Este trabalho é um desafio por si só, exige empenho e envolvimento. A Universidade, as Instituições, os Professores e os alunos precisam desenvolver um trabalho coerente. A pesquisa visa contribuir para o desenvolvimento de práticas e esse movimento deve ser assim.
A pesquisa mostrou até que ponto o estágio permite uma relação entre teoria e prática e o quanto o curso apoia essa inovação. Outra possibilidade que se revelou na pesquisa sobre a construção da identidade docente é dar continuidade à formação, fazer um movimento constante de observar, refletir e aprendera prática para poder compreendê-la e aprimorá-la. O estágio é o início deste caminho muito desafiador - o processo educacional.
REFERÊNCIAS	
BIGODE, Antonio José Lopes. Base, que base? O caso da Matemática.. In: CÁSSIO, F.; CATELLI JR, R.; (Org.). Educação é a base? 23 educadores discutem a BNCC.. 1ed.São Paulo: Ação Educativa, 2019, v. 1, p. 123-143.
BRASIL, Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Resolução CNE/CEB 7/2010, de 14 de dezembro de 2010. 
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira. Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. 
BRASIL. Plano nacional de Educação. lei nº 13.005/20147, de 25 de junho de 2014.
ESCOLA MUNICIPAL RAUL GAZZINELLI. Projeto político pedagógico. 2022. 
GADOTTI, M. projeto político-pedagógico da escola cidadã. In: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Salto para o futuro: construindo a escola cidadã: projeto político-pedagógico, Brasília, DF, 1998. p. 15-32.
SANTOS, Maria José da Costa dos. O currículo de matemática dos anos iniciais do ensino fundamental na base nacional comum curricular (BNCC): os subalternos falam? Horizontes, v. 36, n. 1, p. 132-143, jan./abr. 2018.
THIESEN, Juares da Silva. A interdisciplinaridade como um movimento articulador no processo ensino-aprendizagem. Disponível:http://www.gel.org.br/estudoslinguisticos/edicoesanteriores/4publica-estudos-2005/4publica-estudos-2005-pdfs/operadores-de-tempo-em-enunciados-1106.pdf. Acesso em 24 de abril de 2023.
VASCONCELLOS, CelsoS.Planejamento:projeto de ensino-aprendizagem e projeto político pedagógico. São Paulo:Libertad,2004.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1998.
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