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Neuropsicopedagogia: fundamentos e práticas dos contextos de atuação. Prof.ª Ozélia Fátima Vassoler da Silva eei.ozelia@censupeg.com.br EMENTA Apresenta o perfil profissiográfico, competências inerentes às profissões nos contextos clínicos e institucional, detalhando a atuação em cada um deles, com diretrizes para organizar e selecionar seu instrumental de trabalho. OBJETIVO GERAL Entender o perfil profissiográfico do neuropsicopedagogo e seus campos de atuação, a partir do Código de Ética Técnico-Profissional e da Classificação Brasileira de Ocupações, reconhecendo as especificidades dos cenários para atuação neuropsicopedagogia clínica e institucional, seus métodos e instrumentos constitutivos das práticas. Qual a história da Neuropsicopedagogia? Como ela surgiu? Em que contexto ela foi criada? Qual o seu principal objetivo? Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler A Neuropsicopedagogia é uma ciência transdisciplinar, fundamentada nos conhecimentos da Neurociências aplicada à educação, com interfaces da Pedagogia e Psicologia Cognitiva que tem como objeto formal de estudo a relação entre o funcionamento do sistema nervoso e a aprendizagem humana numa perspectiva de reintegração pessoal, social e educacional. (Art.10 do código de ética) Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler O NEUROPSICOPEDAGOGO CLÍNICO OU INSTITUCIONAL, É UM PROFUNDO CONHECEDOR DA APRENDIZAGEM HUMANA. ASSIM, PRECISA DOMINAR AS BASES CIENTÍFICAS E CONCEITUAIS DESTA NOVA CIÊNCIA. Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler NEUROCIÊNCIA(S) É o campo científico que se dedica ao estudo do SISTEMA NERVOSO(SN), formado por cérebro, medula espinhal e nervos periféricos. Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler O cérebro, órgão interno protegido pela caixa craniana e responsável por coordenar todas as funções corporais e compreensão de relação do indivíduo com o meio ambiente, também é importante para a formação de um indivíduo saudável. O desenvolvimento cerebral é um dos aspectos fundamentais para o aprimoramento das capacidades cognitivas da criança e formação de um adulto capaz de desenvolver habilidades de interação e raciocínio lógico para viver em sociedade. Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Durante a primeira infância, fase que compreende o nascimento até 6 anos de idade, que são desenvolvidos grande parte das conexões cerebrais, como demonstrado na figura logo abaixo. É durante essa fase da vida humana que acontece intensa atividade da chamada neuroplasticidade, processo pelo qual ocorre formação de neurônios e novas sinapses. O aumento da população de neurônios e conexões cerebrais são importantes para ampliar as habilidades dos indivíduos, como as habilidades motoras, sensoriais e cognitivas. Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler NEUROGÊNESE: COMO NOVOS NEURÔNIOS SURGEM NO CÉREBRO (youtube.com) Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler O cérebro é o órgão da aprendizagem. A Neurociência Educacional traz as evidências científicas de como o cérebro aprende de forma mais efetiva, com o objetivo de aplicá-las na Educação. Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler PLASTICIDADE CEREBRAL (youtube.com) Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler MOMENTO DA EXPERIÊNCIA Uma proteína necessária para o desenvolvimento do sistema visual é controlada por um gene que vai agir somente por experiência visual, necessitando também de experiências para manter conexões neurais subjacentes a visão. OU SEJA ALGUMA EXPERIÊNCIA VISUAL É NECESSÁRIA PARA O SISTEMA VISUAL FUNCIONAR. Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler PERÍODOS CRÍTICOS Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler MARCOS NA SALA DE AULA 5 a 6 anos • Meu aluno de 5 anos não consegue controlar o corpo, não desce escada direito, por que? • Pedi para meu aluno de 5 anos classificar as figuras das formas geométricas por cores e ele não conseguiu, o que faltou? (CAPACIDADE DE CLASSIFICAR) • Minha aluna de 6 anos não é capaz de dividir os lápis igualmente com seus colegas, Por quê? Material organizado pela Profª Ozélia Vassoler • Pedi para uma criança de 5 nos devolver para a garrafa o suco que ela colocou a mais no copo mas ela não consegue compreender que é possível, Por que? (IRREVERSIBILIDADE - LIMITAÇÃO DA FASE DE DESENVOLVIMENTO) • Mostrei para minha turma de 6 anos uma esponja com aparência de pedra, e a maioria dos alunos no compreenderam que era uma esponja, insistiram ser realmente uma pedra. É normal? (INCAPACIDADE DE DISTINGUIR ENTRE APARÊNCIA E REALIDADE - LIMITAÇÃO DA FASE DE DESENVOLVIMENTO) 6 a 7 anos • Meu aluno não consegue classificar objetos do maior para o menor, por quê? (CATEGORIZAÇÃO) • Mostro o número 8 para meu aluno ele sabe que é maior que 7 mas não consegue fazer o inverso. (REVERSIBILIDADE) • Meus alunos demonstram dificuldade perceber que banana faz parte das frutas, sapato faz parte do grupo de calçados. O que está faltando? (inclusão de classes) • Trabalho com conjuntos e quando acrescento um elemento meu aluno não percebe que aumentou. (LÓGICA INDUTIVA) Como ou QUANDO ocorre a aprendizagem?? “A escola se organiza desde seu início através do modelo tradicional por estratégias de ensino pela lógica de como se ensina, mas ainda engatinha, quando desafiada a pensar a partir da lógica de quem aprende. “(CARDOSO; FULLE, 2016, p.25) A NEUROPSICOPEDAGOGIA através de todas as suas conquistas evidencia o quanto é importante a relação… Aprendizagem humana Compreensão Funcionamento do Sistema Nervoso Ao Neuropsicopedagogo é necessário ter conhecimento apurado sobre todos os elementos que fazem parte ou influenciam na aprendizagem humana. CONCEITOS QUE O NEUROPSICOPEDAGOGO INSTITUCIONAL E CLÍNICO PRECISA TER COMO PRÉ-REQUISITO PARA AVANÇAR NOS ESTUDOS SOBRE SUA PROFISSÃO: Raciocínio neuropsicopedagógico para a prática institucional e clínica: Corresponde ao exercício da prática neuropsicopedagógica, sempre pautados na busca de informações e indicadores através de instrumentos que sejam adequados a esta ciência. Estes, possibilitam construir a avaliação da aprendizagem no contexto clínico e institucional. Com o Relatório da Avaliação Na atividade neuropsicopedagógica Clínica ou Institucional é possível trazer as metas iniciais, intermediárias e finais de nossa intervenção. O QUE O NEUROPSICOPEDAGOGO NÃO AVALIA? Sobre o protocolo de material para Avaliação e Intervenção Neuropsicopedagógica Institucional : Conforme característica do campo de atuação, é possível aplicar no trabalho institucional, em que se compreende a coletividade como princípio, atividades também possíveisde se aplicar no contexto clínico. Contudo, orientamos que aqui, o objetivo da atuação conforme Nota Técnica nº 01/2016 é o trabalho voltado para a identificação precoce e inclusão. Assim, para esta atividade a SBNPp, se coloca favorável aos seguintes instrumentos. https://sbnpp.org.br/arquivos/notas_tecnicas.pdf (p.8) As atividades do Neuropsicopedagogo Clínico, reservadas ao espaço de atendimento adequado, consistem períodos de atendimento individualizados ou sessões que podem ocorrer entre 50 min e 60 min, de acordo com a faixa etária de do atendido O Neuropsicopedagogo busca compreender e atender a uma queixa ou a um fato relatado pela família, escola entre outros que reflitam o universo social em que aquele esteja inserido. A ação do atuante deve ser cautelar no sentido ético, técnico e profissional, atendendo à Resolução 03/2014 em seu capítulo II que descreve os princípios fundamentais e diretrizes para sua ação. Assim, seguem I) Investigação Inicial: a) Investigar e analisar os relatos e queixas advindas dos contextos específicos, realizando anamnese, entrevistas, coletas de dados a partir de observações para posterior análise; b) Estabelecer hipóteses para traçar o planejamento da intervenção neuropsicopedagógica, devidamente embasado em conhecimentos técnicos-científicos; c) Selecionar atividades para testar as hipóteses através das intervenções direcionadas, que devem ser seguidas de análises que podem ou não confirmá-las. II) Planejamento e Intervenção: c) Organizar registros dos atendimentos visando acompanhamento adequado a cada caso tratado. b) Elaborar um plano de trabalho estabelecendo metas iniciais, intermediárias e finais para avaliar continuamente os avanços durante a intervenção; a) Após identificação e confirmação das dificuldades a serem trabalhadas, planejar a intervenção conforme protocolo específico de atendimento, utilizando instrumentos validados e aplicados em população brasileira, de acordo com a faixa etária; III) Encaminhamentos e/ou resultados: c) Indicar a finalização do trabalho evidenciando a superação das dificuldades de aprendizagem apresentadas, emitindo um parecer b) Realizar encaminhamento a outros profissionais, visando o trabalho em equipe multiprofissional tratando cada pessoa atendida como pessoa com características específicas, mas com necessidades diversificadas; a) Elaboração de parecer ou laudo descritivo neuropsicopedagógico indicando as características e os resultados do trabalho, avanços ou novas necessidades detectadas e que precisam ser encaminhadas ou novamente trabalhadas; d) Emitir parecer neuropsicopedagógico com bases institucionais, indicando como devemos tratar a individualidade nos processos de aprendizagem, bem como questões coletivas, assegurando o processo de inclusão, levando ao conhecimento da Equipe Técnica da Escola (professores, coordenadores, atendimento educacional especializado entre outros); e) Encaminhamento de crianças a profissionais de área específica, quando necessário. SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEUROPSICOPEDAGOGIA – SBNPP CONSELHO TÉCNICO-PROFISSIONAL NOTA TÉCNICA Nº 02/2017 Indicações para sessão de atendimento clínico – individual: A avaliação neuropsicopedagógica no contexto clínico é estruturada da seguinte forma: a) 1ª sessão – Anamnese (esta pode ser elaborada de acordo com as características do trabalho de cada profissional e a queixa/contexto de cada atendimento); ETIMOLOGICAMENTE A PALAVRA “ANAMNESE” origina-se de aná = trazer de volta, recordar e mnesis = memória. Significa trazer de volta à mente todos os fatos relacionados com a doença e com a pessoa doente [...] É uma entrevista que tem objetivo e finalidade preestabelecidos (Porto,2004) Por meio dela será possível uma tomada de decisão em relação à escolha dos instrumentos de avaliação (testes, escalas...). ELEMENTOS DA ANAMNESE • IDENTIFICAÇÃO – nome, idade, data do nascimento, local do nascimento, filiação, adoção, religião, ano escolar, uso de medicamentos, etc • COMPOSIÇÃO FAMILIAR • QUEIXA PRINCIPAL – o motivo que levou a procurar o atendimento neuropsicopedagógico. • Investigar quem encaminhou (escola, médicos, fonoaudiólogo,etc ou procura espontânea da família). • HISTÓRIA DA QUEIXA ATUAL • Histórico completo e detalhado de queixa apresentada em toda a sua evolução temporal. • Investigar se a criança tem acompanhamento com médicos e especialistas da área da saúde, educação, etc • HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO E QUADRO DA SAÚDE • (histórico da concepção, do nascimento e da saúde). Intercorrências descritas durante a gestação (física e emocional), período gestacional, tipo de parto, peso, cm, Apgar. Aleitamento materno, sustentação da cabeça, sentar, engatinhar, andar, falar, controle dos esfíncteres. SAÚDE desde o nascimento (tipo de icterícia, cirurgias, doenças infantis,etc). • HISTÓRIA DA SAÚDE FAMILIAR E DE APRENDIZAGEM • (antecedentes familiares de doenças na busca de eventual doença herdada ou com tendência familiar; e problemas de aprendizagem). • HISTÓRICO ESCOLAR • da creche ao ano em que se encontra; reprovas; recuperações, dificuldades (ao se alfabetizar, quando se alfabetizou...). b) 3 a 4 sessões de 1h1/2 para avaliação. Pode ocorrer em até 3 vezes na semana, viabilizando a entrega rápida ao profissional de saúde solicitante ou escola, visando ao processo, se necessário, adequações pedagógicas; c) Uma sessão para devolutiva aos pais e responsáveis, sendo possível a entrega de laudo técnico para encaminhar aos profissionais de saúde para fechamento de diagnósticos embasados no trabalho em equipe multiprofissional; d) Contato com a escola para orientações acadêmicas, visando à melhoria da aprendizagem do aluno. Para intervenção neuropsicopedagógica no contexto clínico: SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEUROPSICOPEDAGOGIA – SBNPP CONSELHO TÉCNICO-PROFISSIONAL NOTA TÉCNICA Nº 02/2017 a) Elaborar plano de intervenção traçando metas iniciais, intermediárias e finais para avanços da aprendizagem; b) Costuma-se trabalhar com duas sessões semanais; c) Analisar o cumprimento das metas, comunicando os avanços a família e a escola, bem como outros profissionais da equipe multiprofissional; d) Analisar a possibilidade de alta, em casos específicos, de dificuldades de aprendizagem transitórias, salvo os casos que necessitem de acompanhamento constante. O Neuropsicopedagogo, considera em sua prática: a)Aspectos orgânicos – cerebral e biológico b)Aspectos específicos – em torno de questões pontuais de cada sujeito c)Aspectos emocionais – as influências na aprendizagem para realizar encaminhamentos d)Aspectos pedagógicos – didáticos, metodológicos e)Aspectos sociais – elementos comuns a um grupo específico (Prof. Dra. Rita Russo) ANAMNESE NEUROPSICOPEDAGÓGICA Anamnese - Desenvolvimento (desde a gestação até a atualidade) - Processo ensino-aprendizagem; - Este processo pode envolver: - pais, professores, educando, profissionais que atuam com o mesmo (se já está em acompanhamento: ler laudos, pareceres, exames,avaliações já realizadas com a criança) Nota técnica 02/2017- áreas de avaliação Ver a relação de testagens na nota técnica 02/2017 (SBNPp), nas anotações das aulas e no livro da Dra Rita Russo, bem como em pesquisas em artigos (Scielo, Pubmed) ✓ Atenção e funções executivas; ✓ Linguagem; ✓ Compreensão leitora; ✓ Memória de aprendizagem; ✓ Motivação - intrínseca e extrínseca; ✓ Estratégias de aprendizagem; ✓ Desenvolvimento neuromotor; ✓ Habilidade matemáticas; ✓ Habilidades sociais. DIFERENCIAÇÃO ENTRE AS TESTAGENS Padronizadas Normatizadas Ecológicas Qualitativas/Pedagógicas Validadas ❖ O processo de normatização de um instrumento diz respeito à comparação de uma pessoa no teste em relação à pontuação de um grupo de referência ❖ Percentil – identifica a localizaçãodo sujeito em relação ao grupo normativo de referência; ❖ Pontuação-Padrão – refere-se a pontuação do sujeito subtraída pela média obtida pelo grupo. ❖ Os testes com crianças, geralmente são normatizados quanto a idade e ao ano escolar. Exemplo: TAC – Teste de Atenção por Cancelamento (SEABRA;DIAS, 2012) Normatizadas ❖ Está relacionada com a aplicação dos testes, ou seja, o como ele deve ser utilizado no momento da aplicação. Por exemplo: aplicação individual, tempo: 1 minuto. Obs.: Os testes padronizados geralmente também são normatizados. Padronizadas Precisam ter evidências de validade e índices de fidedignidade. Evidências de validade: “confirma-se empiricamente que a pessoa [consegue fazer tal coisa, apresenta tal habilidade, etc] com base na pontuação que obteve em tal teste? Então para ter a validade foi realizado um projeto de pesquisa que visou buscar estas evidências. Fidedignidade: são testes que devem ser o mais livre possível de erro de medida, por isso existem padrões para se determinar se o teste é fidedigno ou não. Testagens Normatizadas e Padronizadas São testes utilizados pela comunidade científica, porém que não são normatizados… Exemplo: Hipótese de leitura e escrita, Provas operatórias Validadas São testes que tentam reproduzir ao máximo a vida do dia-a-dia do paciente (testes mais parecidos com os desafios encontrados no cotidiano). SANTOS, ANDRADE, BUENO. Neuropsicologia Hoje. 2d. Porto Alegre: Artmed, 2015, p.378. Ecológicas São testes que apresentam caráter de sondagem. Hipótese de leitura e escrita, Provas operatórias, jogos… Exemplo: desenho da figura humana(observação se a criança se encontra dentro da fase do desenho infantil, esperada para sua idade). Ditados, leituras e demais tarefas pedagógicas… Dica de leitura: http://rodadeinfancia.blogspot.com/2013/07/grafismo-infantil-estagios-do-desenho.html Qualitativas/Pedagógicas Validadas Escala – objetiva um julgamento da posição relativa a respeito de uma variável ou uma lista de variáveis especificadas. Como na lista de verificação, o julgamento visado pode ter a ver com a presença ou a ausência de um determinado evento ou mesmo com sua frequência. Exemplo: SNAP - IV Protocolos- são desenvolvidos por profissionais de diversas áreas do conhecimento e podem ser disponibilizados em plataformas virtuais de livre acesso para autoaplicação Escalas e protocolos de avaliação - Instrumentos de rastreio RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO NEUROPSICOPEDAGÓGICA III - HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO E SAÚDE (gestação, desenvolvimento neuropsicomotor, saúde...) III.1 – Antecedentes familiares III.2 – Jeito de ser da criança, segundo a família (avaliação funcional) I - IDENTIFICAÇÃO II - QUEIXA OU MOTIVO DA CONSULTA IV – VIDA ESCOLAR (da creche ao momento atual) V – COMPORTAMENTO DA CRIANÇA DURANTE A AVALIAÇÃO (comportamento observável – diferencial na avaliação qualitativa) VI – AVALIAÇÃO VI.1 – Instrumentos VI. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS (detalhamento por função cognitiva avaliada) VII – CONCLUSÃO (forma resumida dos resultados avaliados) Aspectos preservados e dificuldades. VIII – INDICAÇÕES DE TRATAMENTO IX – ORIENTAÇÕES À ESCOLA (sem jargões – orientações objetivas) X – ORIENTAÇÕES AOS PAIS (orientações objetivas relacionadas ao aprendizado como sistematizar lugar de estudo, assessorar o(a) filho(a) a fazer as tarefas escolares, organizar seu espaço de estudo). VII – CONCLUSÃO (forma resumida dos resultados avaliados) Aspectos preservados e dificuldades. VIII – INDICAÇÕES DE TRATAMENTO IX – ORIENTAÇÕES À ESCOLA (sem jargões – orientações objetivas) X – ORIENTAÇÕES AOS PAIS (orientações objetivas relacionadas ao aprendizado como sistematizar lugar de estudo, assessorar o(a) filho(a) a fazer as tarefas escolares, organizar seu espaço de estudo). Ao elaborar o relatório, utilizar ★ Linguagem adequada ★ Coesão e coerência ★ Termos técnicos (DSM-5) ★ Utilizar indicadores de avaliação (dados) ★ Apresentar encaminhamentos ★ Descrever avanços no percurso do trabalho neuropsicopedagógico Para o embasamento das atividades de Avaliação e Intervenção Neuropsicopedagógicas é importante que o profissional em Neuropsicopedagogia utilize como fonte de consulta ★ Código Internacional de Doenças – CID 11, considerando sempre suas atualizações, ★ CIF - Classificações Internacionais da Organização Mundial de Saúde (OMS) (World Health Organization Family of International Classifications - WHO-FIC); ★ DSM V – Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais Encaminhamentos... “............................., que na presente data se encontra com........anos, foi encaminhado(a) para realizar avaliação psicológica visando complementar a realização da avaliação neuropsicopedagógica, considerando a manifestação de alterações emocionais.” “ Após a realização de avaliação neuropsicopedagógica de.........................................., ............ anos, , através do uso dos seguintes instrumentos..............................cujos resultados obtidos evidenciaram......................... verificou-se a necessidade da realização de avaliação fonoaudiológica.” Solicitações... “Solicito parecer descritivo do(a).......................,........ anos, de forma a complementar a realização da avaliação neuropsicopedagógica , devido apresentar evidências de comprometimento cognitivo no processo de aquisição da sua aprendizagem.” “Solicito avaliação neurológica de........................, ..........anos, que se encontra em atendimento neuropsicopedagógico e tem apresentado evidências de...” Devolutivas... O parecer deve ser claro e objetivo, contendo as informações principais. As palavras devem dar enfoque de caráter investigativo e não pareceres fechados. Junto a devolutiva são apresentadas as propostas de intervenção (oficinas, atividades, atendimento com demais profissionais, etc...) Sugestões de instrumentos para avaliação Foco da avaliação é verificar quais áreas se encontram prejudicadas e quais as potencialidades justamente para propor uma intervenção que amplie as possibilidades de percepção de quem aprende... Ao elaborar o relatório, utilizar ★ Linguagem adequada ★ Coesão e coerência ★ Termos técnicos (DSM-5) ★ Utilizar indicadores de avaliação (dados) ★ Apresentar encaminhamentos ★ Descrever avanços no percurso do trabalho neuropsicopedagógico Para o embasamento das atividades de Avaliação e Intervenção Neuropsicopedagógicas é importante que o profissional em Neuropsicopedagogia utilize como fonte de consulta ★ Código Internacional de Doenças – CID 11, considerando sempre suas atualizações, ★ CIF - Classificações Internacionais da Organização Mundial de Saúde (OMS) (World Health Organization Family of International Classifications - WHO-FIC); ★ DSM V – Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais Encaminhamentos... “............................., que na presente data se encontra com........anos, foi encaminhado(a) para realizar avaliação psicológica visando complementar a realização da avaliação neuropsicopedagógica, considerando a manifestação de alterações emocionais.” “ Após a realização de avaliação neuropsicopedagógica de.........................................., ............ anos, , através do uso dos seguintes instrumentos..............................cujos resultados obtidos evidenciaram......................... verificou-se a necessidade da realização de avaliação fonoaudiológica.” Solicitações... “Solicito parecer descritivo do(a).......................,........ anos, de forma a complementar a realização da avaliação neuropsicopedagógica , devido apresentar evidências de comprometimento cognitivo no processo de aquisição da sua aprendizagem.” “Solicito avaliação neurológica de........................, ..........anos, que se encontra em atendimento neuropsicopedagógico e tem apresentado evidências de...” Devolutivas... O parecer deve ser claro e objetivo, contendoas informações principais. As palavras devem dar enfoque de caráter investigativo e não pareceres fechados. Junto a devolutiva são apresentadas as propostas de intervenção (oficinas, atividades, atendimento com demais profissionais, etc...) SATEPSI – sistema de avaliação de testes psicológicos O neuropsicopedagogo precisa consultar também o SATEPSI como forma de ter aval para uso das testagens Avaliação Motora ✓ Motricidade fina; ✓Motricidade global; ✓Equilíbrio; ✓Esquema corporal; ✓Organização espacial ✓Organização temporal; ✓Lateralidade. Funções executivas Avaliação Neuropsicológica Cognitiva -Teste de Atenção por Cancelamento – TAC (Avaliar a atenção seletiva e atenção alternada) - Teste de Trilhas: Partes A e B – A (busca visual) B (atenção, velocidade e flexibilidade cognitiva) - Teste de Trilha para Pré-escolares (Avaliar a flexibilidade cognitiva) - Torre de Londres: Avaliar as habilidades de planejamento Funções executivas Teste de Trilha para Pré-escolares Avaliar a flexibilidade cognitiva Torre de Londres - planejamento TAC - Teste de Atenção por Cancelamento Avaliar atenção seletiva e alternada Motivação Motivação – intrínseca e extrínseca Volição - Decisão de praticar determinada ação. Quando "nos decidimos" por uma coisa, isto é, determinamos uma escolha sobre ela, este estado é chamado de volição. Motivação Intrínseca Que recursos buscamos dentro de nós que nos motivam a aprender? Motivação Extrínseca Que recursos buscamos fora de nós que nos motivam a aprender? EME-IJ – Escala para Avaliação da Motivação Escolar Infantojuvenil Avalia: Motivação escolar intrínseca; Motivação extrínseca; Motivação escolar geral da pessoa. Faixa Etária: 8 a 11 anos Avalia: Estratégias utilizadas para aprender Faixa Etária: 6 a 16 anos Linguagem - Avaliação Aspectos relacionados a articulação da fala: Enunciação dos fonemas (se a criança articula bem os sons da fala); Observar se o vocabulário e a lógica verbal está de acordo com o nível de escolaridade. Aspectos relacionados à leitura e à escrita: Verificar o nível de consciência fonológica, a organização do pensamento, a fluência na leitura e a competência na escrita. Linguagem – IAR • Pré requisitos para alfabetização • Objetivo: Avaliar o repertório comportamental das crianças quanto aos pré-requisitos para leitura e escrita; indica quais conceitos devem ser trabalhados para a alfabetização. • Se constitui de 13 provas: - Esquema Corporal; Lateralidade, Posição, Direção, Espaço, Tamanho, Quantidade, Forma, Discriminação Visual, Discriminação Auditiva, Verbalização de palavra, Análise-síntese, Coordenação motora fina]. Linguagem – Consciência Fonológica Avaliação Neuropsicológica Cognitiva: Linguagem Oral – Volume 2 – (Seabra & Dias, 2012) • O que avalia - Discriminação fonológica/ Nomeação/ Repetição de Palavras e pseudopalavras / Consciência fonológica por produção oral/ Consciência sintática • Faixa etária: a partir de 3 anos a 14 anos Linguagem – Consciência Fonológica CONFIAS – Consciência Fonológica - instrumento de avaliação sequencial (Moojen, S. coord) • O que avalia - Consciência fonológica de forma abrangente e sequencial • Faixa etária: a partir de 4 anos. Linguagem – Consciência Fonológica • PROLEC – Provas de Avaliação dos Processos de Leitura (Capellini, Oliveira, Cuetos – adaptação brasileira) • O que avalia - Identificar as dificuldades que interferem no processo de desenvolvimento da leitura, atuando como um guia para orientar programas de recuperação • Faixa etária: 2o ao 5o ano do E.F. TCLPP – Teste de Competência de Leitura de Palavras e Pseudopalavras (Seabra, Capovilla) • O que avalia - Avaliação da competência de leitura silenciosa de palavras isoladas, e coadjuvante para o diagnóstico diferencial de distúrbios de aquisição de leitura. • Faixa etária: 1a a 5a série [terminologia antiga do E.F.] Linguagem – Leitura, Escrita e Aritmética • PROADE – Proposta de Avaliação das dificuldades escolares (Bacha, Volpe, 2014) • Página 45 do teste informa: versão para profissionais não fonoaudiólogos • O que avalia - Leitura, escrita e matemática. Caderno de Aplicação consta: Linguagem oral [provas: nomeação, repetição oral, cenas de elaboração oral, sequência lógica] Leitura [de letras, de palavras, vogais, sílabas simples e palavras conhecidas, de Textos, compreensão de leitura]. Escrita [a partir de figuras, lista de palavras para ditado]. Matemática [para cada ano escolar] • Faixa etária: 1o ao 5o ano do E. F. Linguagem – Leitura, Escrita e Aritmética • Avaliação Neuropsicológica Cognitiva: Leitura, Escrita e Aritmética – Vol.3 • O que avalia - Leitura, escrita e matemática. No manual há: • Teste Contrastivo de Compreensão Auditiva e deLeitura - 2 subtestes: Compreensão de Sentenças Escritas; Subteste de Compreensão de Palavras faladas; Prova escrita sob ditado (versão reduzida). • Faixa etária: 1o ao 5o ano do E. F. APET – Análise da Produção Escrita de textos. Forte, L.K; Scarpa, M.L.; Kubota, R.S. – Editora Pulso • O que avalia – Desempenho da produção escrita • Faixa etária: 5o ano ao 3o ano do E. M. AVALIAÇÃO QUALITATIVA Linguagem – Leitura, Escrita e Aritmética Linguagem – Testes validados e qualitativos • Teste de Hipótese de Leitura e Escrita (4 palavras e uma frase) Teste de Avaliação da Leitura e Escrita (Regina Morizot) • Material em anexo Relembrando...Hipóteses de aquisição da escrita 1) pré-silábica 2) silábica 3) silábica- alfabética 4) alfabética O material apresentado encontra-se disponibilizado: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Profa/guia_for_1.pdf Pré-silábica Pré-silábica, sem variações quantitativas ou qualitativas dentro da palavra e entre as palavras. • O aluno diferencia desenhos (que não podem ser lidos) de “escritos” (que podem ser lidos), mesmo que sejam compostos por grafismos, símbolos ou letras. A leitura que realiza do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito. Silábica Silábica cada letra ou símbolo corresponde a uma sílaba falada, mas o que se escreve ainda não tem correspondência com o som convencional daquela sílaba. A leitura é silabada. Silábica- alfabética Silábico-alfabética. Este nível marca a transição do aluno da hipótese silábica para a hipótese alfabética. Ora ela escreve atribuindo a cada sílaba uma letra, ora representando as unidades sonoras menores, os fonemas. Alfabética Alfabética. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba. Agora, falta-lhe dominar as convenções ortográficas... Habilidades Matemáticas AVALIAÇÃO Neuropsicológica Cognitiva – Leitura, escrita e matemática • O que avalia - Verificar se as competências básicas foram adquiridas. • Faixa etária: 1º ao 5º ano Habilidades Matemáticas CORUJA – PROMAT – Roteiro para Sondagem de Habilidades Matemáticas – Ensino Fundamental 1 • O que avalia - Verificar se as competências básicas foram adquiridas. • Faixa etária: 1º ao 5º ano Habilidades Matemáticas • Protocolo para Cálculo e Raciocínio Matemático • PROVA 1 – Transformar em numerais o que está por extenso. • PROVA 2 – Escrever por extenso os numerais • PROVA 3 – Identificar o número maior entre a coluna 1 e 2 • PROVA 4 – Armar e fazer os cálculos - SOMA • PROVA 5 – Armar e fazer os cálculos - SUBTRAÇÃO • PROVA 6 – Armar e fazer os cálculos - MULTIPLICAÇÃO • PROVA 7 – Armar e fazer os cálculos – DIVISÃO • PROVA 8 – Raciocínio – problemas Habilidades Matemáticas - Provas Operatórias Os kits de venda destes testes contém: • 1. Conservação de pequenos conjuntos discretos de elementos; • 2. Conservação da superfície; • 3. Conservação de quantidade de líquido; • 4. Conservação de quantidade de matéria; • 5. Conservação de peso; • 6. Conservação de volume; • 7. Conservação de comprimento; • 8. Mudança de critério(dicotomia); • 9. Inclusão em classes; • 10. Interseção de classes; • 11. Seriação de palitos; • 12. Combinação de fichas; • 13. Predição. • O que avalia - Verificar o nível cognitivo da criança. • Faixa etária: a partir da pré-escola Provas operatórias Até 6 anos 6 a 7 anos → Provas de conservação: - de pequenos conjuntos discretos de elementos - da quantidade de líquido → Prova de Classificação: - de mudança de critério ou dicotomia → Prova de seriação → Provas de conservação: - da quantidade da matéria - do comprimento - da composição da quantidade de líquido - do peso → Prova de Classificação: - de mudança de critério ou dicotomia - intercessão de classes ou quantificação da inclusão de classes → Prova de seriação Provas operatórias 8 a 9 anos 10 a 12 anos → Provas de conservação: - da quantidade da matéria - do comprimento - da composição da quantidade de líquido - do peso → Prova de Classificação: - intercessão de classes - quantificação da inclusão de classes → Prova de seriação → Provas de conservação: - do comprimento - do peso - do volume → Prova de Classificação: - intercessão de classes - quantificação da inclusão de classes Sugestão de material Treino Sugestões de instrumentos para intervenção A Neuropsicopedagogia utiliza-se de estratégias variadas levando em consideração o indivíduo e tudo que lhe diz respeito. A intervenção neuropsicopedagógica ocorre mediante um plano de intervenção estruturado, através de: ● objetivo; ● prazo; ● seleção de atividades de acordo com a natureza do “problema”, ● recursos a serem utilizados (materiais e/ou humanos) ● ajuda de outros profissionais , da família, da escola); ● reavaliação constante do plano de intervenção. Intervenção Funções executivas Jogos de estratégias Intervenção em Atenção Diferenças- Objetivo: Treinar habilidade de atenção, viso construção espacial. Melhora a atenção difusa, atenção concentrada, memória operacional, viso construção espacial. Intervenção em Atenção TANGRAN - Objetivo: Treinar habilidade de atenção, flexibilidade cognitiva, viso construção espacial. Melhora a atenção difusa, atenção concentrada, flexibilidade cognitiva, viso construção espacial. Funções executivas - Intervenção Piafex - Programa de Intervenção em Autorregulação e Funções Executivas. Conjunto de atividades que visam estimular o desenvolvimento de habilidades em crianças pré-escolares e no início do Ensino Fundamental, incluindo habilidades como organização, planejamento, inibição de impulsos, atenção, memória de trabalho, metacognição e regulação emocional. Indicação de leitura: http://www.revistas.uneb.br/index.php/staes/article/view/952/828 Intervenção em memória Genius também é conhecido como Simon, cujo objetivo é acompanhar e repetir sem errar a sequência de luzes e sons durante o tempo estabelecido... • (http://www.jogos360.com.br/simon.html) Intervenção Linguagem Textos “cloze”- permitem ao leitor desenvolver suas estratégias de leitura, pois ao adivinhar a palavra omitida, o leitor passa a ter consciência das estratégias de antecipação e inferência. Consciência Fonológica- Grafema - fonema Investir na busca de que o indivíduo consiga estabelecer relações, ou seja, refletir sobre o código linguístico Consciência Fonológica - Leitura - Explorar a palavra quanto a sua constituição em letras (lapisinhos) e sílabas (boquinhas). - Explorar a palavra em seus aspectos gráficos (escrita) e sonoros (leitura). Intervenção Linguagem Textos “cloze”- permitem ao leitor desenvolver suas estratégias de leitura, pois ao adivinhar a palavra omitida, o leitor passa a ter consciência das estratégias de antecipação e inferência. Intervenção em Habilidades Matemáticas De que formas diferentes podemos chegar ao resultado.....9 por exemplo BLOCOS LÓGICOS Os blocos lógicos são um material didático que permite trabalhar com identificação de formas geométricas, estabelecer relações entre tamanhos, discriminar as cores primárias, sequência lógica e classificação. FECHA A CAIXA É um recurso imprescindível no ensino da Matemática, pois auxilia na aprendizagem das quatro operações. Estimula o raciocínio lógico, o desenvolvimento dos conceitos matemáticos, contagem, coordenação motora, ordenação, orientação, agilidade, criatividade, atenção e concentração. JOGO FECHA A CAIXA https://www.youtube.com/watch?v=CwpHCWsGIZo Matemática Inteligente com Bastões ● Enriquece a imaginação da criança, ● Estimula o pensamento lógico, ● Melhora a coordenação olhos-mãos e potencializa a curiosidade e a capacidade de aprender por conta própria. ● Reconhecer os números ● Estudar a relação entre número e quantidade. TORRE DE HANÓI A torre de Hanói constitui num jogo estratégico capaz de contribuir no desenvolvimento da memória, do planejamento e solução de problemas através de técnicas estratégicas. Além de ser um jogo que propõe um desafio pessoal, ou até mesmo em grupo, desenvolve o raciocínio lógico e pode trabalhar a agilidade, além de propriedades matemáticas. Objetivo e regras do jogo: No início do jogo os discos estão todos organizados na primeira haste, em ordem decrescente de tamanho, com o menor disco acima de todos. O objetivo é mover todos os discos, da primeira haste para a última haste com a menor quantidade de movimentos, obedecendo às seguintes regras: 1) Somente um disco pode ser posto de cada vez. 2) Um disco maior nunca pode ser posto sobre um disco menor Trabalha o raciocínio rápido, ação nas funções executivas, especificamente as habilidades de planejamento e solução de problemas e dificuldades progressivas. TORRE DE LONDRES ESCALA CUISENAIRE O material tem como objetivo ajudar a criança a construir conceitos básicos de matemática. Pode-se trabalhar sucessão numérica, comparação e inclusão, as quatro operações, o dobro e a metade de uma quantidade, frações. REFERÊNCIAS: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION - APA. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. Porto Alegre: Artmed, 2014. CARDOSO, F.B.; FULLE, A. NEUROPSICOPEDAGOGIA: ciência da aprendizagem. [s.d]. Disponível em: https://censupeg.com.br/blog/ CARDOSO, F.B.; SILVA, M.J.F. Identificação precoce de uma possível deficiência intelectual através de uma perspectiva neuropsicodagógica institucional. Disponível em: https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/11695 KANDEL, E. R.; SCHWARTZ, J. H.; JESSELL, T. M. Fundamentos da neurociência e do comportamento. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1997. LENT, R. R., BUCHWEITZ, A., MOTA, M. B. Ciência para Educação: uma ponte entre dois mundos. São Paulo: Editora Atheneu, 2018 LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios? Conceitos Fundamentais de Neurociência. São Paulo: Atheneu, 2001. RUSSO, R.M.T. (Org). Neuropsicopedagogia Institucional. Curitiba: Juruá, 2018. ROTTA, N. (Org.). Neurologia e aprendizagem: Abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2015. ROTTA, N. (Org.). Transtornos da Aprendizagem: Abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2016. SBNPp - SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEUROPSICOPEDAGOGIA. Código de Ética Técnico-Profissional da Neuropsicopedagogia, 2021. Disponível online em: www.sbnpp.com.br. SBNPp - SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEUROPSICOPEDAGOGIA. Nota Técnica 02/2017. Conselho Técnico Profissional da SBNPp. Joinville, 22 de maio de 2017. Disponível online em: www.sbnpp.com.br.