Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1
PSICOLOGIA DIVERSIDADE E 
INCLUSÃO SOCIAL
Me. Moara de Oliveira Gamba
2
Apresentação do Professor(a)
Me. Moara de Oliveira Gamba
3
Seja bem-vindo (a) ao estudo da disciplina PSICOLOGIA DIVERSIDADE E INCLUSÃO
SOCIAL, uma disciplina essencial para um melhor desenvolvimento acadêmico com
vistas ao sucesso profissional. Sou Moara de Oliveira Gamba, psicóloga e Professor(a)
Tutor desta disciplina
APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
A importância da disciplina de Psicologia, Diversidade e Inclusão 
Social ocorre porque ela contempla o conceito, bem como o estudo 
da diversidade social, inclusão social, políticas de saúde para 
minorias, etnocentralidade, identidade e educação inclusiva, nos 
diversos campos e contextos de atuação: clínico, educacional, social, 
laboral, entre outros. Dessa forma, como futuros profissionais da 
Psicologia, poderão atuar de forma crítica e proativa, fazendo uso do 
método científico, na resolução de problemas concretos, modelando 
situações reais e promovendo abstrações.
4
Vamos dar início aos estudos da disciplina com a Unidade 4, intitulada Gênero e Sexualidade. Esta
unidade nos traz abordagens diferentes para a discussão do tema sobre gênero e sexualidade.
Perpassando pelas questões relativas a orientação sexual e identidade de gênero e a inserção da
Psicologia.
Bons Estudos!
APRESENTAÇÃO DA UNIDADE
5
Sexo
O sexo diz respeito às características biológicas que
diferenciam homens e mulheres. O sexo é
usualmente determinado pelas genitálias.
Gênero
O gênero é a construção social atribuída ao sexo.
GENERO E SEXUALIDADE
6
A construção social do gênero
 Para a sociedade brasileira do final do século XIX
e início do século XX os homens eram os
provedores dos lares e gestores dos bens
familiares.
 As mulheres eram sustentadas por esses
recursos e, caso tivessem interesse em trabalhar
fora de casa, precisavam da autorização de seus
maridos.
GENERO E SEXUALIDADE
7
 Estabelecimento dos homens como provedores e das 
mulheres como “cuidadoras” e dependentes deles;
 Dessa maneira, os espaços sociais públicos se 
tornaram ocupados, na maior parte, por homens, 
enquanto os espaços sociais privado-domésticos ou 
relacionados ao “cuidar” (como as áreas da saúde e da 
educação, principalmente) se tornaram ocupados, na 
maior parte, por mulheres.
 Dessa forma, os homens foram definindo estruturas e 
culturas tipicamente masculinas dentro dos espaços 
sociais que ocupavam e as mulheres, da mesma forma, 
também foram definindo estruturas e culturas que 
melhor se adequavam a elas em seus espaços.
GENERO E SEXUALIDADE
8
Sexualidade
 A sexualidade diz respeito à orientação sexual de
uma pessoa, ou seja, por quais gêneros essa
pessoa sente atração sexual ou romântica.
 Algumas das categorias atribuídas à sexualidade
são: heterossexualidade (pessoa que sente
atração por pessoa do gênero oposto);
homossexualidade (pessoa que sente atração por
pessoa do mesmo gênero); bissexualidade
(pessoa que sente atração por pessoas dos dois
gêneros).
GENERO E SEXUALIDADE
9
Identidade de gênero
 Como o próprio nome indica, identidade de
gênero diz respeito ao gênero com o qual uma
pessoa se identifica. É independente do sexo (ou
seja, das características biológicas), está
relacionada a identificação de uma pessoa com o
gênero masculino ou feminino.
 Algumas pessoas se identificam com um gênero
diferente do que é imposto a elas em função de
seu sexo biológico. Essa identificação é o que
chama-se de identidade de gênero.
GENERO E SEXUALIDADE
10
 DÉCADA DE 20 – CIRURGIAS DE MUDANÇA DE SEXO
 Em 1952 foi realizada uma cirurgia de mudança de sexo em um paciente
transexual, que se dizia hermafrodita.
 No ano seguinte, em 1953, um artigo sobre a cirurgia foi publicado,
iniciando a discussão entre os médicos, sobre a possibilidade de existir um
diagnóstico de transtorno de identidade de gênero (DIAS, 2014).
IDENTIDADE DE GENERO
11
 O termo transexualidade transfigurou-se em patologia, na qual a
sociedade, por muitos anos, julgava como algo imoral, assim como a
homoafetividade (DIAS, 2014).
 O termo entra no catálogo de doenças do Manual Diagnóstico e
Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), no qual é apresentado
diagnósticos categorizados, de forma clara e concisa, sobre transtornos
mentais, suas características e os fatores de risco.
 E em 1992, ingressa na Classificação Estatística Internacional de Doenças
(CID-10), este documento fornece códigos afta-numéricos relacionados
às classificações diagnósticas de doenças (APA, 2004; OMS, 1994; BENTO,
2017).
GENERO E SEXUALIDADE
12
 Devido a inclusão da transexualidade nesses catálogos diagnósticos, a sociedade
por muitos anos enraizou uma visão hostil e patológica sobre o tema. A tentativa da
despatologização de gênero iniciou no dia 17 de outubro de 2009, em 29 cidades e
17 países, em que se instaurou a eliminação do transtorno de identidade de gênero
dos manuais internacionais de diagnóstico.
 Em junho de 2009, na Espanha, ocorreu a primeira Assembleia Trans Internacional
com intuito de parar a psiquiatrização dos transexuais e permitir que reformulem
seus documentos, descontruindo a patologização do gênero e combatendo a
transfobia (BENTO, 2011).
 Com o movimento da despatologização de gênero, esse conceito teve sua junção à
história do movimento feminista contemporâneo, ganhando evidência, e
implicando na ressignificação dos conceitos de masculinidade e feminilidade. O
principal desafio dessa nova fase foi romper com os ensinamentos puramente
descritivos sobre as relações entre os sexos (BENTO, 2012).
GENERO E SEXUALIDADE
13
 Devido a inclusão da transexualidade nesses catálogos
diagnósticos, a sociedade por muitos anos enraizou uma visão
hostil e patológica sobre o tema.
 Despatologização de Genero – 2009
GENERO E SEXUALIDADE
Com o movimento da despatologização de gênero, esse 
conceito teve sua junção à história do movimento feminista 
contemporâneo, ganhando evidência, e implicando na 
ressignificação dos conceitos de masculinidade e feminilidade. 
O principal desafio dessa nova fase foi romper com os 
ensinamentos puramente descritivos sobre as relações entre os 
sexos (BENTO, 2012). 
14
 Os argumentos para as desigualdades precisariam ser buscados não nas
diferenças biológicas (se é que mesmo essas podem ser compreendidas
fora de sua constituição social), mas sim nos arranjos sociais, na história,
nas condições de acesso aos recursos da sociedade, nas formas de
representação.
 Logo é possível considerar que a sexualidade é moldada com a
subjetividade do sujeito e com a sociedade, assim que ambas possuem
em seu núcleo o corpo e as potencialidades.
GENERO E SEXUALIDADE
15
REFERÊNCIAS
BÁSICA
CFP. Psicologia e Diversidade. Disponível em: http://site.cfp.org.br/publicacao/psicologia-e-diversidade-sexual-
desafios-para-uma-sociedade-de-direitos/ Acesso em 01/07/2021
CFP. Conselho Federal de Psicologia. Código de Ética Profissional do Psicólogo, Brasília, agosto de 2005.
CFP. Conselho Federal de Psicologia. Ementa: estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à
questão da Orientação Sexual. Brasília, 1999.
CFP. Conselho Federal de Psicologia. Ementa: a Psicologia não será instrumento de promoção do sofrimento, da
intolerância e da exclusão. Brasília, 2017.
CFP. Conselho Federal de Psicologia. Ementa: STF concede ao CFP liminar mantendo íntegra e eficaz a
Resolução 01/99, Brasília, 2019.
DUARTE, D. et al. Psicologia e a pessoa com deficiência. São Paulo, 2019.
COMPLEMENTAR:
BOCK, A. (ORG) PSICOLOGIAS: uma introdução ao estudo da Psicologia. 23 ed. São Paulo: Saraiva, 2020.
BUTLER, J. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Tradução de Renato Aguiar. Rio de 
janeiro: Civilização Brasileira, p.69, 2003.
http://site.cfp.org.br/publicacao/psicologia-e-diversidade-sexual-desafios-para-uma-sociedade-de-direitos/

Mais conteúdos dessa disciplina