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TCC+ Princípios fundamentais do Código de Ética Profissional: I. O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, apoiado nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos. II. O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. III. O psicólogo atuará com responsabilidade social, analisando crítica e historicamente a realidade política, econômica, social e cultural. IV. O psicólogo atuará com responsabilidade, por meio do contínuo aprimoramento profissional, contribuindo para o desenvolvimento da Psicologia como campo científico de conhecimento e de prática. V. O psicólogo contribuirá para promover a universalização do acesso da população às informações, ao conhecimento da ciência psicológica, aos serviços e aos padrões éticos da profissão. VI. O psicólogo zelará para que o exercício profissional seja efetuado com dignidade, rejeitando situações em que a Psicologia esteja sendo aviltada. VII. O psicólogo considerará as relações de poder nos contextos em que atua e os impactos dessas relações sobre as suas atividades profissionais, posicionando-se de forma crítica e em consonância com os demais princípios deste Código. Teoria do bem-estar PERMA-V: Emoções Positivas: Experimentar emoções positivas como felicidade, contentamento, orgulho, serenidade, esperança, otimismo, confiança, segurança e gratidão. Engajamento: Imergir profundamente em atividades que utilizam as próprias forças para experimentar flow, um estado ideal marcado com concentração precisa, foco intenso e motivação intrínseca para maior desenvolvimento. Relações: Ter relações positivas, seguras e confiáveis. Focar nos bons relacionamentos, resgatar a importância de sermos animais sociais, realizar tarefas para exercitar relacionamentos positivos. Significado: Pertencer e servir a alguma coisa com um senso de propósito e a crença de que ela é maior que a própria pessoa. “Eu faria isso mesmo que não precisasse”, temas profundos, provocar reflexão sobre o que se faz para sobreviver X o que se faz sem ser obrigado. Realizações: Buscar sucesso, domínio, competência e realizações por si só. “O que você realizou que te deixou satisfeito”, comemorar pequenas conquistas da vida. Vitalidade: Atividade física regular, alimentação saudável e sono reparador. Falta ou excesso de forças de caráter: Valores em ação: Classificação das forças: Virtude: Sabedoria e Conhecimento – forças que envolvem a aquisição e o uso do conhecimento: a) Criatividade: Pensar de formas novas e produtivas para fazer as coisas. b) Curiosidade: Abertura à experiência: ter interesse em todas as experiências em curso. c) Mente aberta: Refletir sobre as coisas e examiná-las por todos os ângulos. d) Amor ao aprendizado: Dominar novas competências, tópicos e corpos de conhecimento. e) Perspectiva: Ser capaz de dar conselhos sábios aos outros. Virtude: Coragem – forças emocionais que envolvem exercício de vontade para atingir os objetivos diante de oposição, externa ou interna: a) Bravura: Não recuar diante de ameaça, desafio ou dor. b) Persistência: Terminar o que foi começado; persistir em um curso de ação apesar dos obstáculos c) Integridade: Falar a verdade e se apresentar de forma genuína. d) Vitalidade e Entusiasmo: Abordar a vida com entusiasmo e energia; não fazer as coisas pela metade ou com indecisão; viver a vida como uma aventura; sentir-se vivo e ativado. Virtude: Humanidade – forças interpessoais que envolvem cuidar e ser cuidado por outros: a) Amor: Valorizar as relações íntimas com os outros, em particular aquelas em que compartilhar e cuidar são recíprocos; estar perto das pessoas. b) Gentileza: Fazer favores e boas ações para os outros; ajudá-los; cuidar deles. c) Inteligência Social: Ter consciência dos próprios motivos e sentimentos e os dos outros; saber o que fazer para se adequar a diferentes situações sociais; saber o que faz as outras pessoas progredirem. Virtude: Justiça – forças que estão subjacentes à vida comunitária saudável: a) Cidadania e Trabalho em Equipe: Trabalhar bem como membro de um grupo ou equipe; ser leal ao grupo; fazer sua parte. b) Imparcialidade: Tratar todas as pessoas da mesma maneira segundo as noções de imparcialidade e justiça; não permitir que sentimentos sociais tornem parciais decisões sobre os outros; dar a todos uma chance justa. c) Liderança: Encorajar um grupo do qual faz parte para que as coisas sejam feitas e, ao mesmo tempo, manter boas relações dentro do grupo; organizar atividades grupais e ver que elas acontecem. Virtude: Temperança – forças que protegem contra o excesso: a) Perdão e Compaixão: Perdoar aqueles que erraram; aceitar as dificuldades dos outros; dar às pessoas uma segunda chance; não ser vingativo. b) Humildade e Modéstia: Deixar que as próprias realizações falem por si mesmas; não procurar os holofotes; não se considerar mais especial do que é. c) Prudência: Ser cuidadoso com as próprias escolhas; não correr riscos indevidos; não dizer ou fazer coisas das quais pode se arrepender mais tarde. d) Autorregulação [Autocontrole]: Regular o que sente e faz; ser disciplinado; controlar os próprios desejos e emoções. Virtude: Transcendência – forças que forjam conexões com o universo maior e oferecem um propósito: a) Apreciação da beleza e excelência: Notar e apreciar a beleza, excelência e/ou desempenho qualificado em todos os domínios da vida, desde a natureza até as artes, matemática e ciências. b) Gratidão: Ter consciência e ser grato pelas coisas boas; reservar um tempo para expressar agradecimento. c) Esperança e Otimismo: Esperar o melhor no futuro e trabalhar para atingi-lo; acreditar que um bom futuro é algo que pode ser promovido. d) Humor e Ludicidade: Ligação com o riso e a brincadeira; provocar sorrisos em outras pessoas, ver o lado leve; fazer brincadeiras. e) Espiritualidade: Saber onde a pessoa se encaixa dentro do esquema mais amplo; ter crenças coerentes sobre o maior propósito e significado da vida que moldam a conduta e propiciam bem-estar. Usando as Forças de Caráter para vencer 15 desafios comuns: As três fases da TCC: No início da Fase Um, o cliente cria uma narrativa pessoal, recordando e escrevendo uma história que despertou o seu melhor, especialmente na superação de um desafio. A maior parte do trabalho terapêutico nesta fase foca na avaliação e na organização de um perfil das forças de assinatura e na aquisição das competências necessárias para integrar as forças com os estressores psicológicos. A Fase Dois ajuda os clientes a aprenderem a reavaliar as experiências intra e interpessoais, especialmente mudando as negativas para positivas, visando promover uma perspectiva balanceada. A Fase Três ajuda os clientes a buscarem sentido e propósito por meio de suas forças. Psicoterapia Positiva: Estrutura Genérica da Sessão: Conceitos Principais: São descritos em linguagem simples que os clínicos consigam ler ou preparar facilmente. Prática de Relaxamento: Cada sessão se inicia com uma prática de relaxamento; tipicamente os clientes são guiados por meio de uma prática de 3 a 5 minutos. Diário de Gratidão: Os clientes compartilham um evento ou uma experiência positiva anotada em seu Diário de Gratidão da semana anterior; o clínico traz à tona episódios de forças dos clientes; os clientes compartilham emoções positivas grandes ou pequenas e tambémuma reflexão sobre o que as causou; o clínico compartilha com os clientes eventos positivos relatados na mídia. Revisão: O clínico e os clientes revisam conceitos principais da sessão prática anterior. Prática na Sessão: Cada sessão tem pelo menos uma prática na própria sessão que continua nas demais, com a expectativa de que os clientes continuem a praticar em casa. Reflexão e Discussão: As perguntas dirigidas aos clientes encorajam-nos a refletir e discutir as práticas realizadas na sessão. Vinheta: É apresentada a vinheta de prática clínica dos autores do manual, com todas as informações de identificação alteradas para proteger a confidencialidade do cliente. Adequação e Flexibilidade: A prática da PPT pode não ser efetiva para todas as necessidades clínicas, e é oferecida flexibilidade. Considerações Culturais: Cada sessão inclui considerações culturais. Manutenção: São apresentadas estratégias específicas que os clientes podem usar para manter os benefícios de cada prática. Recursos: São listados recursos como leituras adicionais, sites e vídeos. Relaxamento: Recomenda-se que cada sessão termine com a mesma prática breve de relaxamento que iniciou a sessão. Prática na sessão - Apresentação positiva: Os clientes se apresentam por meio de uma história da vida real. Sugestão de roteiro: “Por favor, acomodem-se em suas cadeiras. Sentem-se com as costas retas apoiadas no encosto da cadeira, com os pés apoiados no chão e as mãos apoiadas nas pernas. Respirem três vezes profundamente. Recordem de um momento ou situação em que lidaram com uma situação difícil de forma positiva.” Dê 3 a 4 minutos para que os clientes se recordem de uma história. Então, peça que abram os olhos e escrevam respondendo ao exercício: “Pense em um momento em que você lidou com uma situação difícil de uma forma positiva. Você não precisa encontrar um grande acontecimento que mudou sua vida. Talvez o que venha a sua mente seja um pequeno evento que desencadeou o melhor em você. Escreva sobre essa situação. Faça na forma de uma história com um começo claro, meio e um final positivo.” Prática na sessão – Diário de gratidão: “Por favor, escreva três dádivas (coisas boas que aconteceram hoje) todas as noites antes de ir para a cama. Ao lado de cada dádiva que você listar, escreva pelo menos uma sentença sobre: 1. Por que esta coisa boa aconteceu hoje? O que isso significa para você? 2. O que você aprendeu ao reservar um tempo para nomear esta dádiva ou coisa boa? 3. De que forma você ou outras pessoas contribuíram para que esta dádiva ou coisa boa acontecesse?” O Diário de Gratidão é uma prática contínua. Encoraje seus clientes a completá-lo diariamente e trazê-lo a cada sessão. Como nos beneficiamos da gratidão: Amplia nossa perspectiva e desenvolve outras emoções positivas e atributos dentro de nós. Nos permite extrair o benefício máximo de uma experiência positiva. Reforça nossa autovalorização e autoestima. Ela nos ajuda a perceber o quanto nós e os outros conquistamos, o que, por sua vez, nos torna mais confiantes e eficazes. Pode nos ajudar a desaprender hábitos negativos como autopiedade, que é a tendência a ruminar ou se sentir vitimizado. Pode nos ajudar a enfrentar o estresse e a adversidade. Nos ajudar a valorizar o que é mais importante em nossas vidas. Pessoas gratas têm mais probabilidade de ajudar outras pessoas. Elas se tornam mais atentas a atos de gentileza e atenção e se sentem compelidas a retribuir. Elas têm menos probabilidade de ser materialistas e mais probabilidade de valorizar o que possuem. Pode fortalecer nossas relações. Quando nos tornamos verdadeiramente conscientes do valor de nossos amigos e familiares, provavelmente iremos tratá-los melhor. Quando os tratamos bem, eles nos tratam bem. Expressar gratidão diminui a probabilidade de nos compararmos com os outros. Tornamo-nos gratos e satisfeitos com o que temos (amigos, família, saúde), e é menos provável que nos sintamos mal pelo que não temos. Quando expressamos gratidão, é provável que passemos menos tempo remoendo emoções negativas. Por exemplo, quando nos sentimos gratos, é menos provável que nos sintamos culpados, mesquinhos ou zangados. Apreciando o significado e o valor do objeto e experiência de uma nova aquisição, podemos desacelerar a adaptação hedônica para que a experiência de felicidade dure mais tempo. Ajuda a ter consciência de que somos receptores de bondade. Aprendemos a refletir sobre a gentileza dos outros, mudando nossa perspectiva do egocentrismo para a expansão social. Reduz a probabilidade de pensamentos negativos ocorrerem, protegendo a qualidade do sono. As forças de caráter: A Psicoterapia Positiva utiliza as Forças de Caráter como ferramentas para promover crescimento pessoal e bem-estar. Essa abordagem avalia tanto os sintomas quanto as forças do cliente, como gratidão, esperança e amor, incentivando o cultivo de forças em vez de focar apenas em fraquezas. Estudos mostram que essas forças aumentam a satisfação com a vida, a autoeficácia e a resiliência contra transtornos mentais. O foco da PPT está em identificar e cultivar as forças de assinatura do cliente, características essenciais que refletem seu "eu verdadeiro". Estudos indicam que o uso dessas forças no processo terapêutico promove emoções positivas, reduz o estresse e aumenta a confiança e o engajamento na vida. Depois de discutirem a noção de forças de caráter, os clientes completam vários exercícios para explorarem suas próprias forças e como elas o afetam. Sabedoria prática – know-how das forças: A característica central deste segmento é ensinar aos clientes a noção aristotélica de sabedoria prática, ou seja, o uso adaptativo das forças para viver uma vida boa, significativa e virtuosa. Por meio dessas competências, os clientes podem aprender a aplicar suas forças para vencer seus estressores e emoções e experiências negativas. Essas competências os ajudam a perseguir um objetivo profundamente pessoal para alcançar o crescimento. Competências de sabedoria prática: 1. Procure especificidade: A força precisa ser traduzida em ações concretas para que os clientes compreendam melhor o que significa força para eles em suas vidas diárias. A especificidade das próprias ações que representam forças de assinatura também depende do contexto. 2. Encontre relevância: O cliente precisa saber se sua força de assinatura é relevante para a situação em questão. As experiências passadas podem ajudá-lo a decidir se determinada força é relevante em um contexto específico. Portanto, na decisão da relevância, ajudamos o cliente a considerar qual força, ou conjunto de forças, produzirá um resultado adaptativo e sadio. Além disso, ao decidir a relevância, precisamos Colocar as Coisas em Perspectiva, o que nos permite decidir onde, quando, com quem e como nossas forças de assinatura podem ser mais úteis para nós e para os outros. 3. Resolva o conflito: Diz sobre o desenvolvimento de uma compreensão, e possivelmente a resolução da situação, quando duas forças estão em conflito entre si. Como por exemplo, conflito entre sua criatividade e prudência. No entanto, o conflito pode ser resolvido ao se decidir qual força de assinatura está mais proximamente alinhada com nossos valores centrais ou qual força de assinatura produz os resultados ideais. Começando de trás para a frente com o resultado desejado e avaliando qual força levará a esse resultado. 4. Reflita: A sabedoria prática requer que reflitamos sobre o impacto que nossas forças de assinatura terão sobre os outros. Quais são as implicações morais de exercer nossas forças de assinatura em maior escala? Além disso, uma parte essencial da sabedoria prática consisteem desenvolver consciência de nossas motivações. Devemos estar cientes de nossas falhas e dispostos a admiti-las. No entanto, admitir nossas próprias falhas não é fácil e requer coragem e humildade (duas forças). Uma maneira de aprimorar essa competência é recuar e julgar imparcialmente nosso papel e responsabilidades e entender como podemos aprender com os erros e deslizes, especialmente aqueles que provocam impacto nos outros. 5. Calibre: Precisamos regularmente estar em sintonia com a situação e ter senso de mudança, calibragem e recalibragem do uso de nossas forças para adequá-las às demandas da situação. Muitos indivíduos não são capazes de resolver seus problemas e continuam tentando soluções ineficazes ou não mudam sua abordagem. Procurar entender a Subutilização e a Sobreutilização das Forças do cliente. Sabedoria prática tem a ver com o uso das forças em conjunto em vez de isoladamente. Ter apenas uma força mais desenvolvida não é necessariamente o melhor. De fato, cultivar uma única força pode produzir resultados indesejáveis. Devemos sempre considerar o contexto cultural, visto que, algumas vezes o que consideramos comportamentos negativos em indivíduos de culturas diferentes ou em uma pessoa com habilidades diferentes pode, na verdade, estar inserido em suas normas culturais ou na esfera das possibilidades. Uma melhor versão de mim mesmo: Um “eu melhor” é criado pela imaginação e pelos esforços para atingir os objetivos pessoais. As pessoas têm maior probabilidade de se empenhar para atingir os objetivos quando estes são consistentes com suas necessidades e quando as circunstâncias são consideravelmente favoráveis para tal esforço. Os clínicos devem realizar um esforço ativo para avaliar o conteúdo e a estrutura dos objetivos do cliente e examinar as relações entre os objetivos, os sintomas e a motivação para o tratamento o mais rápido possível. Além disso, examinar periodicamente o progresso dos objetivos com os clientes e ajudá-los a refinar o processo, se necessário. Pode ser que você não expresse isto. Mas você não concordaria que deseja mais alegria, esperança e otimismo, coragem e amor em sua vida, não simplesmente menos tristeza, medo, raiva ou tédio? Você deseja explorar, expressar e melhorar suas forças, e não apenas remediar suas fraquezas e proteger-se contra suas vulnerabilidades? Você quer sua vida imbuída de propósito e significado? Exercício: Visualize uma melhor versão de si mesmo. O que seria uma melhor versão de si mesmo? Escolha um tema específico: mais relaxado, mais centrado, mais entusiasmado, mais energizado, mais engajado, mais criativo, mais conectado, mais reflexivo, mais feliz, mais saudável. Lembre-se, esta versão só será boa se você: Acreditar que ela o deixará mais feliz e satisfeito; Acreditar que esta versão de você mesmo é boa para você; Acreditar que você quer ser esse tipo de pessoa; Acreditar que você tem que ser esse tipo de pessoa. Agora visualize os detalhes em termos mais concretos. Como você pode avançar na direção dessa melhor versão? Pense nisso como uma jornada. Por qual caminho você precisa seguir para ser essa melhor versão? Para seguir esse caminho, o que exatamente você precisa fa Bem-estar: Felicidade é um conceito muito subjetivo e pessoal. Então, estudamos mais o conceito de bem-estar: Hedonismo (Epicuro) e Eudaimônia (Aristóteles). Hedonismo: Viva tudo aquilo que te dá prazer, não deixe para amanhã. Diz respeito a TER coisas e experiências. Imediato. Bem-estar SUBJETIVO. Não se preocupa com virtudes, apenas com prazer. Adaptação hedônica: Tudo cansa uma hora. Tendência humana de regressar a um nível relativamente estável de felicidade. É natural, o prazer tem um pico e depois cai novamente. Eudaimônia: Vida boa é uma vida que você desenvolva suas virtudes, uma versão melhor de si mesmo. Não é algo que se compra, é algo que se conquista, é sobre SER. Se relaciona com sentido. Mais demorado, porém, mais fixo e cristalizado. Bem-estar PSICOLÓGICO. Neurociência positiva: Bem-estar subjetivo - córtex somatossensorial primário/ secundário Bem-estar psicológico - giro fusiforme / temporal médio Aplicação da ferramenta “5W1H”: 5W1H é uma ferramenta de gestão que consiste em um conjunto de seis perguntas que ajudam a analisar uma situação, planejar, tomar decisões e resolver problemas: What: O que será feito? When: Quando será feito? Where: Onde será feito? Why: Por que será feito? Who: Quem o fará? How: Como será feito?