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FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 1 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC DINÂMICA DO CORPO RÍGIDO FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 2 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC 1. Um frigorífico de massa m apoiado em cima dos rodízios A e B. Supõe que é empurrado com uma força horizontal F, conforme mostra a figura, e que os rodízios permanecem parados em cima da superfície plana. Qual a força máxima a aplicar no frigorífico de modo a que este entre em movimento sem tombar. Resolução: 1º Passo: Efectuar o diagrama de corpo livre (DCL) do objecto em estudo, sem apresentar as suas dimensões, e neste caso em particular também não se consideram os apoios como alvo de estudo. 2º Passo: Definir as equações do movimento 0 0 0 0 0 0 2 2 x z P y F m a F m a F Ay By m g b bM CM c F m g Ay By F max. Ay By P FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 3 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC 2 F c Ay By m a b 2c By Ay m a b Nota: O corpo ao acelerar resultante da aplicação da força, Ay e By irão diminuir e/ou aumentar, conforme o lado da aplicação da força, e quando Ay e By for igual a zero significa que o corpo deixa de ter apoio para suportar o peso do corpo resulta no seu desequilíbrio e consequente queda. Neste caso em particular a Fmax será efectuada quando Ay for igual a zero e By estiver a suportar todo o peso do corpo, logo: max 0F Ay By m g , então substituindo na equação anterior fica m g Ay max max 2 2 c b m g F F b c 2. As rodas dentadas A e B conseguem rodar livremente nos seus veios de suporte. Os seus momentos de inércia são IA = 0,002 kg.m2 e IB = 0,006 kg.m2. As rodas dentadas estão inicialmente estacionárias e no instante t = 0 s é aplicado um binário constante na roda dentada B de M = 2 N.m. Quantas voltas rodará a roda dentada A no instante t = 4 s. Este exercício é um exercício de rotação em torno do centro de massa. Resolução: Nota: Em dinâmica do corpo rígido as peças são sempre estudadas uma de cada vez. FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 4 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC Dados: 2 2 0,006 0,009 0,002 0,0 6 . 0 . A B A B m m kg m r I g I m r k 0 0 4 ? A B t t voltas nº de voltas 2 2 t Se a aceleração angular é constante então 0 2 2 2 2 teC t t DCL (Roda A) DCL (Roda B) 0,06 0,002 A A F 2 0,09 0,006 B B F A A B Br r 2 2 0,06 0,002 1,5 0,050,06 0,002 2 0,09 0,006 2 0,09 0,05 0,006 1,50,06 0,09 1,5 190,4 rad/s 285,6 rad/s B BA B B B A BA B A B B A F FF F Voltando a equação 2 2 t , temos que para a roda A 2285,6 4 2285 rad vol 2 363, as6 2 t Ay Ax PA F F 2 N.m By Bx PB FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 5 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC 3. Uma grua move-se para a direita com aceleração constante, e os 800 kg da carga movem-se sem balançar. Qual é a aceleração da grua e da carga? Quais são as tensões dos cabos fixos em A e B? Resolução: DCL (carga) x x y y F m a F m a 0 0zM CM 2 0,09 0,09 800 8889 0,99 0,99 8000 0 8081 0,99 1,5 0,09 1 0,09 1 0,99 1,5 0 1,5 0,09 0 8081 0,91 m/s8889 0,09 8081 485 N 1,5 A B x A B x A B A B B B A A B A B A x x B A B A T T a T T a T T T T T T T T T T T T a a T T T T TA(sin85) TB(sin85) 8000 N TA(cos85) TB(cos85) xa FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 6 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC Somando as duas equações: AT 8081B B A T T T 4283 N 3798 N 485 2 8566 B A B T T T A aceleração da grua é de 0,91 m/s movendo-se para a direita e as tensões nos cabos são de 3798 N e de 4283 N em A e B respectivamente. 4. A combinação de massa de um motociclo com o seu condutor é de 160 kg. A roda traseira exerce uma força horizontal de 400 N na estrada e podes ignorar a força horizontal exercida pela roda da frente na estrada. Considere o motociclo e as suas rodas como um corpo rígido. Determine a aceleração do motociclo? Determine as reacções normais exercidas na estrada pela roda traseira e pela roda da frente. Resolução: DCL RnA 400 N 1600 N RnB xa FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 7 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC x x y y F m a F m a 2 400 160 0 1600 0 0,84 0,66 0,66 400 0 0 400 2,5 m/s 160 1600 1072 N 0,84 0,66 1600 0,66 400 0 528 N x A B B A z x x A B A B B B a Rn Rn Rn Rn M CM a a Rn Rn Rn Rn Rn Rn A aceleração do motociclo é 2,5 m/s2 e as reacções normais da roda traseira e da roda da frente são de 1072 N e 528 N respectivamente. 5. As polias podem rodar livremente no seus veios de suporte. Os seus momentos de inércia são IA = 0,002 kg.m2, IB = 0,036 kg.m2 e IC = 0,032 kg.m2. Inicialmente estão em repouso e no instante t = 0 s é aplicado na polia A um binário constante de M = 2 N.m. Qual é a aceleração angular da polia C e quantas voltas rodará ao instante t = 2 s. Resolução: Nota: Quando existem veios de suporte ou pinos, tem-se que se considerar como um apoio em que não tem liberdade de movimentos na horizontal nem na vertical. DCL(A) DCL(B) DCL(C) Ay By Cy P1 P2 P3 Cx Bx Ax T1 T1 T2 T2 2 N.m FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 8 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC 1 12 0,1 0,002 A T 1 2 20,2 0,1 0,036 B T T 2 30,2 0,032T C Pela relação temos: 1 1 2 2 2 3 3 4er r r r 1 31 1 3 3 31 2 2 2 2 3 2 3 3 1 2 1 3 2 3 2 3 20 0,082 0,1 0,002 0,2 20 0,08 0,1 0,16 0,0720,2 0,1 0,036 0,2 0,032 0,16 38,5 rad/s 0,1 0,2 4 0,1 0,2 2 TT T T T T 2 2 3 38,5 2 rad v 77 12,3 2 o 2 ltas 2 t 6. Para que valor de x é a aceleração angular da barra horizontal um máximo e qual é o máximo de aceleração angular? Em termos teóricos estamos perante um exercício de rotação de excêntricos e que em termos de equações no movimento no plano são as seguintes: O Teorema de Steiner: 2 0I I m d 0 0 eixo x y z F F M I eixo RG y I0 x CM d I I0 FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 9 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC Resolução: DCL 2 0 2 2 1 12 12 I m l m l I m x x m x P I x m g I g m 2 12 l m 2 22 12 x g l xx máximo de (aceleraçã 2 2 2 o 2 ) 2 2 12 0 12 l g x xg x gd d dx dxl x 2 2 2 12 l x g 2 3 0 6 l x x 7. O disco cilíndrico de 100 kg está em repouso quando a força F é aplicada através de uma corda enrolada a volta do disco. Os coeficientes de atrito estáticos e cinéticos entre o disco e a superfície são de 0,2. Determine a aceleração angular do disco se (a) F = 500 N e se (b) F = 1000 N. P Ay Ax x 3 6 l FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 10 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC O tipo de movimento deste exercício é o movimento geral e não o de rotação Resolução: DCL 100 0 1000 0 0,3 x x a y N z F m a F F a F R M CM I 21 100 0,3 2 m a r F F 100 1000 15 a N a F F a R F F Apesar de podermos atribuir um valor a força F, não conhecemos o tipo de força de atrito exercido sobre o disco, se é estático ou cinético. Assim, como temos 3 incógnitas, precisamos de mais uma equação. Observação: Se Fa for estática, temos que: 0 ≤ Fa (estático) ≤ 0,2 x RN → O disco rola Se Fa for cinética, temos que: Fa (cinética) = 0,2 x RN → O disco escorrega (derrapa) Sendo então a força de atrito desconhecida, assume-se que a força de atrito é estática para resolver o problema. Deste modo assumindo-se que a força de atrito é estática, então o disco está a rolar, assim: 2 Se F=500 N 50 100 25 100 1000 201000 50 15 1500 0,3 0, m/ 3 s N a N N a a a F F a a F a F F a R aR F F a F F F a a Como a força de atrito estático é negativa, é uma condição falsa, então a força de atrito que está a actuar no disco é cinético, então temos: 2 2 2 2 Se F=500 N Se F=1000 N 100 20 m/s m/s rad/ 0 3 81000 100 15 200 46,7 8s rad/s N 0 15200 a N a a F F a F a a aR F F F F F Fa RN 1000 N a FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 11 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC 8. A coroa dentada encontra-se fixa no plano horizontal. As rodas dentadas “planeta” e “hub” estão ligadas entre si. A massa e o momento de inércia destas duas rodas juntas são mHP = 130 kg e IHP = 130 kg.m2. O momento de inércia da roda dentada “solar” é IS = 60 kg.m2. A massa da viela é de 5 kg e pode ser considerada como uma barra homogénea. Se um binário de 1 kN.m é aplicado no sentido anti-horário na roda dentada “solar”, qual é o resultado da aceleração angular das rodas dentadas “planeta” e “hub” que estão ligadas entre si? Neste exercício teremos de estudar 3 peças, a roda dentada “planeta” que iremos designar por peça 1, a viela por peça 2 e a roda dentada “solar” por peça 3. O tipo de movimento de cada uma das peças é o seguinte: Peça 1 terá um movimento do tipo movimento geral, pois o eixo e o centro de massa nunca estão no mesmo sítio em instantes diferentes Peça 2 terá um movimento de rotação excêntrica com o eixo localizado num dos extremos da peça Peça 3 terá um movimento de rotação normal com o eixo localizado no centro de massa A coroa dentada fixa não irá ser considerada alvo de estudo. Assim sendo, estudemos cada uma das peças, começando por efectuar os seus DCL. Resolução: DCL (1) DCL (2) DCL (3) F2 Ax Ay F1 Cx Cy Ay Ax 1000 N.m Cx F1 Cy FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 12 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC O momento de inércia da peça 2 será: 2 2 0 2 2 0 2 2 1 1 5 0,58 0,14 12 12 0,58 0,14 5 . 0,56 2 2 . CM PEÇA kgI m l l I I m m kg m 2 1 2 1 1 130 130 0,14 0,34 1 0 1 3 x y F F Ax a Ay a F F 20,58 0,56 2 Ax 1 31000 0,2 6 3 4 0F Neste momento terminado o trabalho de dinâmica, começa o trabalho de cinemática, assim como temos 9 incógnitas, precisamos de mais 4 equações. Existem várias possibilidades de definir novas equações em cinemática, sejam elas por percursos ou pelos centros de massa, o importante é analisar bem o enunciado. No trabalho de cinemática, deste exercício podemos definir dois trajectos ou percursos: O percurso 1, de DA e DO O percurso 2, de DE e EO Iremos utilizar letras diferentes nos pontos a estudar com o objectivo de não entrar em conflito com as letras utilizadas no trabalho de dinâmica, com excepção do ponto A que manteremos a mesma letra. O ponto D é o centro instantâneo de rotação (CIR) de (1) e é um ponto não deslizante, o que nos irá permitir calcular acelerações tangentes, proporcionado assim, numa simplificação dos cálculos. O ponto E também é um ponto não deslizante, contudo só é necessário estudar um ponto com estas características. Dados: ˆ ˆ ˆ ˆ0,14 0,58 0,48 0,24 0 0 AD EA ED OE D O r j r j r j r j a a Calculemos as acelerações a : 1 Percurs 1 o AAD Ta a 1 1 ˆ ˆ ˆ0 0,14 0 0,14 02 AOA T k j i a a 2 2 ˆ ˆ ˆ 3 0,58 0 0,58 0ED D i v v k j 1 2 ˆ0,14 0,58 i D 1 2 A O D E O 1 3 Considerando que o mecanismo inicialmente se encontra em repouso, então as velocidades angulares serão nulas. FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 13 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC 1 Percuso 2 EED Ta a 1 1 ˆ ˆ ˆ0 0,48 0 0,48 03 EOE T k j i a a 3 3 3 ˆ ˆ ˆ0,24 0 0,24 0ED D k v v j i 1 3 ˆ0,48 0,24 i Determinadas as acelerações, elaboremos o sistema: 1 2 1 3 ˆ 1 0 0,14 0,58 ˆ 0 0,48 0,242 i i Contudo, ainda são necessárias mais 2 equações, assim se analisarmos o centro de massa da peça 1 correspondente ao movimento geral, obtemos: ˆ ˆ x T CM x yCM y n CM a a a a i a j a a Calculemos a aceleração tangencial do centro de massa Ta : 1 1 1 ˆˆ ˆ ˆ0 0,14 0 0,14 0,14 D CMT x xa a i k j i a Ou seja, neste momento apenas nos falta uma equação. Tendo em consideração a relação 2 n v a r , e como referido anteriormente em que o mecanismo está parado, então a aceleração normal é nula (an = 0), o que implica que ay = 0. Neste momento já temos o número de equações suficientes que nos permite elaborar um sistema de modo a determinar a aceleração angular do mecanismo. 2 1 2 1 1 2 1 3 130 130 Dinâmica 0,14 0,34 130 0,58 0,56 1000 0,24 60 x y F F Ax a Ay a F F Ax F 1 2 1 3 1 0 0,14 0,58 0 0,48 0,24 Cinemática 0,14 0 x y a a xa ya 0 DTa T CM a n CM a FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 14 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC 2 1 1 2 1 1 1 1 2 1 1 2 1 3 2 1 3 1 3 2 1 1 1 substituindo 1, 2 e 3 nesta equação obtemos 2143 101 18,2 0 0,14 0,34 130 0,97 1000 0,24 6 20 0,23 500 40 0,242 16 14 0 7 0,x y F F F Ax Ay F F Ax F a A F a x A aceleração angular das rodas dentadas “planeta” e “hub” é de 5,4 rad/s2 sentido horário. 9. Cada uma das rodas da frente do Karting pesa 2 kg e tem um momento de inércia de 0,02 kg.m2. As duas rodas traseiras e o seu eixo formam um único corpo rígido pesando 18 kg e tem um momento de inércia de 0,1 kg.m2. O peso total do Karting e do condutor é de 108 kg. (O centro de massa do Karting e do condutor não incluem as rodas da frente nem as rodas traseiras e o seu eixo conforme mostra a figura). Se o motor exerce um binário de 20 N.m no eixo traseiro, qual é a aceleração do Karting? 2 1 5,4 rad/s FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 15 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC Resolução: O tipo de movimento de cada uma das peças é o seguinte: Peça 1 (rodas da frente) tem um movimento do tipo movimento geral, pois existe rotação e translação em simultâneo nesse movimento. Peça 2 (rodas traseiras e seu eixo) tem um movimento do tipo movimento geral, pois existe rotação e translação em simultâneo nesse movimento. Peça 3 (corpo do Karting) tem um movimento de translação linear. Nota: Relativamente as rodas da frente serão estudadas como um único corpo rígido no seu DCL, mas para o DCL do corpo do Karting ter-se-á de considerar o estudo da existência de corpos rígidos referentes as duas rodas da frente. Por outro lado, as rodas traseiras e o seu eixo serão considerados como um único corpo rígido, logo será estudado apenas como uma peça. DCL (2) DCL (1) DCL (3) 1 1 1 1 2 20 0 0,1 0,02 1 xAx Fa a Ay Rn Fa 2 2 2 2 18 180 0 0, 2 15 20 0,1 xBx Fa a By Rn Fa By Bx Rn2 180 N Fa2 20 N.m Ay Ax Fa1 20 N 20 N.m 860 N Bx By 2Ax 2Ay Rn1 ?xa FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 16 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC 2 86 2 860 0 0,4 0,22 3 5 2,2 0,55 20 0 xAx Bx a Ay By By Bx Ay Ax Tenho 11 incógnitas para 9 equações, o que quer dizer que preciso de mais duas equações. Analisando as rodas em relativamente ao centro de massa, temos: 1 ˆ x CIRx CIR a a i a 1 1 1 0 ˆ ˆ ˆ0,1 0,1 0,1 ˆ2 x x CIRx CIR k j i a a a i a 2 2 0 2 ˆ ˆ ˆ0,15 0,15 0,15xk j i a Deste modo, podemos elaborar o nosso sistema de equações: 1 1 5 1 1 2 2 2 2 1 3 2 4 6 sustituindo 4 e 6 ne 2 20 0 0,1 0,02 18 180 0 0,15 20 0,1 2 86 2 860 0 0,4 0,225 2, sta equaçã 2 0, 4 2 133,3 4,5 5 4 5 o 9 x x x x xx x Ax Fa a Ay Rn Fa Bx Fa a By Rn Ax a Fa a Fa a Bx a Fa Ax Bx a Ay By By Bx Ay 2 2 2 1 1 1 2 10 6 1,15 20 0 0,1 0,15 , m/s 7 x x x x x a a a Ax a a A aceleração do Karting é de 1,15 m/s2. x ta a CIR CIR x ta a FÍSICA APLICADA – Dinâmica do Corpo Rígido 17 Eduardo Manuel Silva Domingues – 21170432 – DEM – ISEC 10. Conforme mostra a figura o sistema encontra-se em repouso nesse instante. A força exercida no pistão pela combustão de fuel/mistura de ar e fricção é de 5 kN e para a esquerda. Um binário M = 200 N.m no sentido horário actua na manivela AB. O momento de inércia da manivela sobre A é de 0,0003 kg.m2. A massa da viela BC é de 0,36 kg e o seu centro de massa está a 40 mm de B sobre a linha BC. O momento de inércia da viela sobre o seu centro de massa é de 0,0004 kg.m2. A massa do pistão é de 4,6 kg. Qual é a aceleração do pistão neste instante? (Ignore as forças gravitacionais da manivela e da viela)