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RESUMO – HISTÓRIA DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO II – AP1 Aula 11 – O Behaviorismo e as teorias comportamentalistas p. 08 – O enfoque comportamental se concentra no Sistema Social. A ênfase na organização formal (Sistema Técnico e Funcional) perde a primazia para a ênfase na organização informal (Sistema Social). – Toda empresa possui dois tipos de estrutura: 1 – Formal: Planejada e determinada no organograma da empresa, privilegia os equipamentos, instalações, sistemas e processos de trabalho, normas e regulamentos. 2 – Informal: Consequência da interação social entre as pessoas, em função das necessidades pessoais ou grupais. Essa estrutura desenvolve canais próprios de comunicação. p.10 – 11 – Percursores do pensamento humanista Robert Owen – As experiências humanistas tiveram início na fiação New Lamark em 1810, na Escócia. Mary Parker Follett – “O homem no trabalho é motivado por necessidades e desejos idênticos aos que motivam em outras circunstâncias” Chester Barnard – “As pessoas cooperam pelos objetivos da organização” James Watt – Sistema para otimizar os espaços e diminuir o esforço físico dos trabalhadores, salários proporcionais à produção, valorização de mão-de-obra, lazer remunerado, local de trabalho limpo, construção de casas para os operários, entre outros benefícios. Hugo Münsterberg – Associou a eficiência industrial com as teorias de Taylor e se baseou em uma relação de ajuste e adaptação entre o homem e o trabalho. Henry Gantt – Método de acompanhamento diário de produção. “Os trabalhadores são seres humanos, não máquinas, e deveriam ser treinados e liderados, em vez de conduzidos.” Frank e Lilian Gilbreth – Nova arquitetura do ambiente de trabalho, redução da jornada e pagamento dos dias de descanso. Livro: Estudo da fadiga (1916) Oliver Sheldon – Reconheceu a importância da responsabilidade e da ética na administração. Livro: Filosofia da Administração. - ESCOLA BEHAVIORISTA p. 12 – Análise do comportamento humano nas organizações: Percepção, atitudes, crenças e valores, aptidões. 1. Percepção: · Ações baseadas na percepção pessoal da realidade empresarial; · Nem sempre a realidade observada é a realidade percebida; · Percepção seletiva: responsável por julgamentos apressados e conclusões precipitadas; · A percepção seletiva pode distorcer a avaliação que as pessoas fazem dos seus chefes, ou desses em relação aos seus subordinados, ou entre os próprios subordinados. · Erros mais frequentes: · Contraste: as pessoas são percebidas dentro de um contexto e contrastadas com outras; · Estereótipos e preconceitos: generalizações negativas; · Efeito Halo: consiste em deixar que uma característica de um individuo ou grupo encubra todas as demais características daquele grupo ou indivíduo; · Generalização negativa do comportamento de uma pessoa a partir de uma única característica de comportamento; 2. Atitude: Podem ser positivas ou negativas e são fundamentais na determinação dos comportamentos, Estados mentais de predisposição ou prontidão influenciam a avaliação dos estímulos. 3. Crenças e valores: Os conhecimentos, opiniões e crenças são os elementos cognitivos que exercem forte influência sobre o comportamento das pessoas, que fazem julgamentos, convicções do que é certo ou errado. A incoerência psicológica e lógica gera tensão na pessoa. 4. Aptidões: Busca o potencial dos funcionários para a realização de tarefas ou atividades, levando-se em conta conhecimento e experiência. O BEHAVIORISMO Teoria comportamental apresenta as seguintes características: · Foco no estudo e na análise do comportamento individual nas organizações; · Uso da movimentação humana como principal meio de melhora do nível de satisfação e desempenho das pessoas no trabalho; · Visão crítica das escolas clássicas e de relações humanas; · Base democrática e humanística; A ênfase permanece nas pessoas, mas dentro de um contexto organizacional. Origens: Na administração, as ideias behavioristas foram inicialmente aplicadas nas experiências tayloristas em fábricas do século XX. Kurt Lewin: · considerado o pai da dinâmica de grupo · foi um pioneiro na pesquisa sobre o comportamento humano em grupos e organizações · desenvolveu a Teoria do Campo de Forças, que explora as forças que influenciam as mudanças de comportamento · argumentou que as mudanças são condicionadas pela tensão entre a autopercepção do indivíduo e o ambiente psicológico em que ele está inserido · Lewin criou o conceito de campo psicológico, que significa o espaço de vida constituído pela totalidade dos fatos determinantes do comportamento do indivíduo num momento dado · Esse campo psicológico lewiniano é constituído de dois elementos: a pessoa e o meio. Pesquisando a estrutura e o funcionamento de diversos tipos de grupo, Lewin chegou às seguintes conclusões: · é inútil querer explicar as características de um grupo pelas características dos membros que o compõem; · a força de um grupo, constituído de personalidades bem fortes, não é necessariamente maior do que um grupo com uma grande variedade de personalidades; · o número ideal para grupos experimentais é de cinco a sete participantes. Lewin também analisou a relação entre o grupo e o indivíduo e apontou as razões pelas quais o grupo é importante para uma pessoa: · o grupo é o terreno sobre o qual a pessoa se sustenta; · o indivíduo aprende desde cedo a utilizar o grupo como um instrumento para satisfazer suas necessidades físicas e sociais; · o grupo é uma totalidade da qual o indivíduo é uma parte; · o grupo é parte do espaço de vida; Elementos do comportamento de George Homans: Para HOMANS, eram os seguintes os elementos-chave na formação e no desempenho de um grupo: comportamento de seus membros, os sistemas interno e externo do grupo, a posição do líder, as relações interpessoais, o controle social, as relações do indivíduo com o grupo e o conflito social. Analisando o comportamento do grupo da sala de enrolamento da pesquisa de Hawthorne, chegou às seguintes conclusões: · o grupo não é passivo: ele reage e define qual deve ser o ambiente; · há muita dependência e interação entre as atividades e sentimentos, ambos definem a cultura global; · é a cultura grupal que define as normas a serem seguidas por todos os membros do grupo. AS CARACTERÍSTICAS DA TEORIA COMPORTAMENTAL (OU TEORIA BEHAVIORISTA) • forte ênfase nas ciências do comportamento, em especial na Psicologia Organizacional, Sociologia e Antropologia; • foco no estudo e na análise do comportamento individual e organizacional (ênfase nas pessoas dentro de um contexto organizacional); • defesa da valorização do trabalhador em qualquer empreendimento baseado na cooperação; • defesa da variedade de estilos de administração à disposição do administrador (estilos de liderança, estilos de motivação); • visão da organização como um sistema complexo de decisões (a organização está permeada de decisões individuais com base em avaliação de alternativas); • visão da organização como um “sistema cooperativo racional”, em que todos se juntam, unem esforços para atingir os objetivos almejados; • foco nas relações entre os indivíduos e a organização (suas relações de intercâmbio e formas de interação e administração de conflitos); • ênfase no estudo e análise do desempenho dos grupos; • crença de que o conflito é natural e até mesmo recomendável no ambiente organizacional; • visão do homem como um ser complexo, dotado de necessidades complexas e diferenciadas; • grande ênfase no estudo da motivação humana. Abraham Maslow (1908-1970) desenvolveu a Teoria da Hierarquia das Necessidades. Para ele, a base da MOTIVAÇÃO humana é a busca da satisfação das necessidades. Estas estão organizadas e dispostas motivação. Disposição de exercer um nível elevado e permanente de esforço na busca do alcance de um objetivo qualquer. Os elementos principais do processo motivacional são: a intensidade do esforço, a recompensa, os estímulos e as necessidades. em níveis, numa hierarquia de importância e escala de prioridades.David McClelland (1917-1998), professor da universidade de Harvard (EUA), identificou três bases motivacionais, as quais denominava necessidades secundárias adquiridas socialmente: realização, afiliação e poder. Clayton Alderfer identificou três grupos de necessidades principais: E – existência (existence): são as necessidades fisiológicas e de segurança; R – relacionamento (relatedness): são as necessidades sociais e do ego (estima); C – crescimento (growth): são as necessidades de auto-realização Frederick Herzberg Teoria dos dois fatores: • os fatores que tornam as pessoas satisfeitas e motivadas no seu trabalho são diferentes daquelas que as deixam insatisfeitas; • os fatores extrínsecos relacionados ao ambiente de trabalho (fatores higiênicos), quando negativos e decorrentes de uma má gestão, e os fatores ambientais precários (chefe autoritário, políticas inadequadas, condições físicas ruins) tornam as pessoas insatisfeitas no trabalho; • a verdadeira motivação é decorrente dos fatores intrínsecos (fatores motivadores), como trabalho interessante, novos desafios, novas responsabilidades; tais fatores é que geram satisfação. • os fatores extrínsecos (higiênicos): criam o clima psicológico e material saudável e influenciam o nível de insatisfação no trabalho (insatisfação ou ausência de insatisfação) ou o grau de satisfação com as condições dentro das quais o trabalho é realizado. • os fatores intrínsecos (motivadores): referentes ao trabalho em si e seu conteúdo. Teoria da Equidade: Esta teoria identificou quatro tipos de referentes (objetos de comparação para fins de eqüidade ou falta de eqüidade): • igual-interno: a pessoa que se sente injustiçada compara a sua experiência e remuneração com outra pessoa com posição parecida com a sua, na organização; • igual-externo: a pessoa que se sente injustiçada compara a sua experiência e remuneração com outra pessoa que trabalha numa outra organização e tem posição ou cargo igual ou parecido com o seu; • outro-interno: a pessoa que se sente injustiçada compara a sua experiência e remuneração com outra pessoa ou com grupos de pessoas de dentro da organização; • outro-externo: a pessoa que se sente injustiçada compara a sua experiência e remuneração com outra pessoa ou com grupos de pessoas que trabalham em outras organizações A Teoria da expectativa baseia-se em três relações: • a relação esforço-desempenho: o desempenho que se alcança é proporcional ao esforço que se faz; • a relação desempenho-recompensa: o esforço que se faz é proporcional ao valor dado à recompensa; • a relação recompensa-metas pessoais: se a recompensa for atraente, a motivação para fazer o esforço será grande. O behaviorismo aplicado à Administração nos revelou um novo ser humano no trabalho: • dotado de necessidades diversas (primárias e secundárias); • dotado de sistema psíquico (com capacidade de organizar suas percepções e possuidor de um sistema cognitivo); • com capacidade de articular linguagem com raciocínio abstrato e de comunicação; • dotado de aptidão para aprender (mudar seu comportamento e atitude e absorver novos conhecimentos e aplicá-los à realidade); • com seu comportamento orientado para objetivos complexos e mutáveis; • possuidor de um padrão dual de comportamento (pode cooperar ou competir, conforme as circunstâncias). O SURGIMENTO DA TEORIA CONTEMPORÂNEA DE GESTÃO – O TRABALHO PIONEIRO DE PETER DRUCKER A idéia de corporação de Drucker era associada à verticalização e à integração das operações da cadeia produtiva e setorial. Drucker destacou a emergência de uma nova empresa: a corporação ou a grande empresa, que, em sua opinião, era a entidade dominante na nova sociedade industrial. Para ele, “a corporação é uma instituição social e tem que ser gerida e estudada como tal”. Surgia, no mundo da Administração, uma nova visão da empresa: “devemos exigir-lhe não só a performance de funções econômicas, mas a execução de pesadas tarefas sociais e políticas”. A concessão de autonomia de gestão às unidades descentralizadas ou divisões, ele denominava “descentralização federal”. OS TIPOS DE ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 1. Estrutura funcional: desenho organizacional que agrupa pessoas com base em suas habilidades e conhecimentos. 2. Estrutura divisional: desenho organizacional que agrupa as funções de acordo com as demandas de produtos, mercados e clientes. As divisões funcionam como centros de lucro dotados de grande autonomia. 3. Estrutura matricial: desenho organizacional que agrupa pessoas e recursos simultaneamente por função e produto. 4. Estrutura matricial multidivisional: desenho organizacional que agrupa equipes de projetos e divisões especializadas por produto ou negócio. 5. Estrutura em holding: é também denominada estrutura corporativa, pois reúne uma empresa controladora (holding) de um conjunto de empresas. 6. Estrutura em rede: desenho organizacional que integra a empresa e seus parceiros (fornecedores, fabricantes, prestadores de serviços, distribuidores, franqueadores etc.). 7. Organizações sem fronteiras: são compostas por pessoas conectadas por computadores e sistemas. A APOLOGIA DO EMPREENDEDORISMO Em 1985, Drucker publicou Inovação e empreendedorismo (Innovation and Entrepreneurship) e destacou o empreendedorismo como a mais nova tendência no mundo dos negócios. Sua visão de empreendedorismo era de “algo que pode ser aprendido e organizado sistematicamente por si e por mim, que não somos iluminados”. Ao analisar o processo de inovação empresarial, Drucker dá destaque à questão da identificação das oportunidades. E, assim, identifica diversas fontes básicas de oportunidades e desafios na gestão de um negócio. Os três setores da economia são: 1. O Primeiro Setor abrange as atuações do governo voltadas para a população, com o dinheiro público. 2. O Segundo Setor engloba o capital privado, pessoas jurídicas com fins econômicos, voltados para o mercado. 3. O Terceiro Setor é uma junção do setor privado e do setor público. Atua para suprir falhas do Estado e da iniciativa privada no atendimento das necessidades da população. É composto por organizações sem fins lucrativos, mantidas por trabalho voluntário, privado, e sem controle direto do Estado, com ações que envolvem a filantropia com fins sociais ou políticos. Podem ser de auxílio médico, eventos culturais, campanhas de saúde, educacionais, cidadania etc. Drucker anunciou a emergência de uma nova classe de trabalhadores no contexto de uma nova sociedade: eram os trabalhadores do conhecimento, atuantes na sociedade do conhecimento. Ele criou o conceito de organização baseada na informação (information based on organization). Assim, definiu as seguintes características desse tipo de organização: • é estruturada em torno de metas e objetivos claros que estabelecem com clareza as expectativas de atuação de cada especialista; • é constituída de “trabalhadores do conhecimento” (especialistas), sendo desnecessário dizer-lhes o que fazer, mas apenas traçar e discutir estratégias comuns para a execução do trabalho. Robert L. Katz propôs três tipos de habilidades gerenciais a serem desenvolvidas pelo administrador: • As habilidades técnicas: são aquelas habilidades que se referem à atividade específica do gerente. Compreende o conjunto de conhecimentos, métodos e equipamentos necessários para a realização das tarefas que estão em conformidade com o seu campo de atividade profissional. • As habilidades humanas: são as atividades que se referem ao relacionamento com as pessoas, à compreensão de suas atitudes e comportamentos, de liderança, de trabalho de equipe. • As habilidades conceituais: são as atividades que permitem ao administrador identificar e solucionar problemas, formular, implementar e avaliar estratégias. Dizem respeito ao exercício da criatividade, do planejamento, da modelagem, do raciocínio abstrato e da análise do contexto. Henry Mintzberg, pesquisador canadense e professor do Insead (França), ampliou o modelo de Katz e propôs oito habilidades gerenciais: • habilidadesde relacionamento com colegas: incluem as habilidades de criar e manter relações sociais, construir uma rede de contatos, negociar e interagir; • habilidades de liderança: são as habilidades de conceder, orientar, motivar, transmitir confiança, treinar, influenciar pessoas; • habilidades de resolução de conflitos: são as habilidades de identificar e administrar conflitos; Nivel de administração superior Nivel de gerência intermediária Nivel de supervisão Habilidades conceituais Habilidades humanas Habilidades técnicas • habilidades de processamento de informações: compreendem a capacidade de construir redes informais e comunicar-se bem com as pessoas, expressar bem suas idéias e falar corretamente; • habilidades de tomar decisões em condições de ambigüidade: capacidade de lidar com situações novas e imprevistas e de lidar com problemas complexos; • habilidades de alocação de recursos: capacidade de lidar com recursos escassos e alocá-los em projetos e atividades considerados prioritários; • habilidades de empreendedor: envolvem a busca de problemas e a identificação de oportunidades e a implementação e gerenciamento de mudanças organizacionais; • habilidades de introspecção: capacidade de reflexão e autoanálise. PAPÉIS GERENCIAIS: • papéis interpessoais: compreendem as relações interpessoais dentro e fora das organizações. Ao desempenhar papéis interpessoais, o gerente desempenha o papel de “figura de proa” (age como o representante máximo da organização), “líder” (age como autêntico líder, praticando e exercendo a liderança) e “ligação” (age como elo formador de redes de relacionamentos); • papéis de informação: compreende a obtenção e transmissão de informações; neste aspecto, o gerente age como “monitor” (recebe, processa e utiliza informações para identificar e analisar problemas e situações), “disseminador” (dissemina a informação) e “portavoz” (defende a empresa e transmite a informação para fora da organização); • papéis de decisão: compreende a identificação, análise e soluções de problemas e tomada de decisões; o gerente age como “entrepreneur” (fomenta mudanças na organização), “controlador de distúrbios” (administra conflitos), “administrador de recursos” (distribui e aloca recursos em projetos e atividades específicas, monitora e avalia os seus usos e aplicações) e “negociador” (negocia com fornecedores, credores, clientes, empregados e demais parceiros). Mintzberg afirma que “a organização deve ser estruturada com a arquitetura organizacional que melhor se ajusta ao contexto em que está inserida”. Assim, ele definiu os seguintes tipos de configurações: estrutura simples, burocracia mecanicista, burocracia profissional, estrutura divisionária e ADHOCRACIA, além das estruturas missionária e política. • Na estrutura simples, predomina a supervisão direta, que é conduzida pela alta administração (vértice estratégico) e o processo decisório é centralizado. • Na burocracia mecanicista, o destaque é para a tecnoestrutura (especialistas e técnicos), que conhecem profundamente as rotinas de trabalho. As pessoas são reunidas em áreas funcionais, por especialidade. • Na burocracia profissional, a supremacia é do núcleo operacional, constituído pelo pessoal que executa as atividades da empresa. • Na estrutura divisional, o domínio é da linha hierárquica média, constituída pelos gerentes de vários níveis, divididos em unidades e áreas de produtos e mercados. AD H O C R A C I A É uma expressão da autoria de Alvin Tofler e popularizada por Robert Waterman com o livro Adhocracy – The Power to Change e corresponde ao oposto da burocracia: enquanto a burocracia coloca ênfase na rigidez das rotinas, a Adhocracia coloca a ênfase na simplificação dos processos e na adaptação a cada situação particular. • Na Adhocracia*, sobressaem as funções de apoio e da média gerência. A estrutura é pouco formalizada, todos colaboram e a estrutura é descentralizada. *A Adhocracia é, desta forma, aplicável a qualquer organização que rompa com as tradicionais normas burocráticas geralmente dominantes em empresas na sua fase de maturidade. O objetivo da Adhocracia é a detecção de novas oportunidades, resolução de problemas e obtenção de resultados através do incentivo à criatividade individual enquanto caminho para a renovação organizacional. Rosemary Stewart – Teoria das escolhas gerenciais • demandas (exigências): correspondem às tarefas que os ocupantes de qualquer cargo gerencial devem necessariamente desempenhar. Por exemplo, fazer contatos, atingir certo padrão de desempenho, participar de reuniões, realizar algumas tarefas burocráticas; • restrições: são os fatores externos e internos que restringem o desempenho do gerente, porque lhe impõem limitações. Tais limitações ou restrições são decorrentes da legislação vigente, da escassez de recursos, do tempo escasso; • escolhas: são as atividades que o gerente pode realizar, embora não seja obrigado a fazê-lo. São as decisões que ele, como gerente, toma. Por exemplo, delegar tarefas, ouvir os subordinados, comunicar-se melhor com eles, buscar o consenso, trocar informações etc. Kotter – Teoria dos desafios gerenciais • estabelecimento de uma agenda: consiste na definição de objetivos, escolha de programas e projetos, priorização de ações; • construção de uma rede de contatos: realização de contatos, construção de uma rede de informantes de apoiadores para seus programas e projetos; • busca por implementação da agenda: definição dos meios (recursos) para a implementação dos programas, projeções e ações por ele definidas e priorizadas.