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CINESIOLOGIA E BIOMECÂNICA MAPAS MENTAIS FISIOAPROVADA Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Este material é para uso PESSOAL E PRIVADO, a comercialização do mesmo fora da plataforma EDUZZ ou diretamente com a autora (@FISIOAPROVADA) é considerado CRIME de PIRATARIA. Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com SUMÁRIO PLANOS E EIXOS ........................................................03 VARIAÇÃO DE ALINHAMENTO ....................................04 FUNÇÕES ESQUELÉTICAS ..........................................05 TIPOS DE ARTICULAÇÕES ..........................................06 ARTICULAÇÕES SINOVIAIS .........................................07 TIPOS DE MOVIMENTOS .............................................08 MUSCÚLOS .................................................................09 TERMINOLOGIA MUSCULAR ........................................10 PROPRIEDADES MUSCULARES .....................................11 TIPOS DE CONTRAÇÕES MUSCULAR ........................12 FUNÇÃO DOS MUSCULOS ..........................................13 SISTEMA DE ALAVANCAS ............................................14 CÍNGULO DO MEMBRO SUPERIOR ..............................15 OMBRO ........................................................................16 COMPLEXO ARTICULAR DO OMBRO ...........................17 ARTICULAÇÕES RADIOULNAR E COTOVELO ..............18 PUNHOS E MÃOS .......................................................20 CADEIAS CINÉTICAS ..................................................22 ARTICULAÇÃO DO QUADRIL ......................................23 CÍNGULO DO MEMBRO INFERIOR ..............................24 ARTICULAÇÃO DO JOELHO .......................................25 ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E PÉ ........................28 TRONCO .....................................................................30 COLUNA VERTEBRAL ...................................................31 BIOMECÂNICA DA MARCHA .......................................34 CICLO DA MARCHA ....................................................35 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Planos e EixosPlanos e Eixos PLANO SAGITAL Divide o corpo em DIREITO E ESQUERDO EIXO: Frontal / Laterolateral MOVIMENTOS: Flexão e extensão PLANO FRONTAL Divide o corpo em ANTERIOR E POSTERIOR EIXO: Sagital / anteroposterior MOVIMENTOS: Abdução e adução PLANO TRANSVERSO Divide o corpo em SUPERIOR E INFERIOR EIXO: Longitudinal MOVIMENTOS: Rotação medial e lateral Embora cada movimento articular específico possa ser classificado como um dos três planos de movimento, os nossos movimentos em geral não ocorrem totalmente em um plano específico, mas como uma combinação de movimentos em mais de um plano. FISIOAPROVADA 03 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Variação de alinhamentoVariação de alinhamento Anteversão Rotação anormal ou excessiva de uma estrutura para a FRENTE, como anteversão femoral. Retroversão Rotação anormal ou excessiva de uma estrutura para a TRÁS, como retroversão femoral. Cifose Aumento do ângulo da curvatura da coluna para fora ou para trás no plano sagital Escoliose Curvatura lateral da coluna Recurvado Curvado para trás como na hiperextensão de joelho Valgo Angulação externa (para fora) do seguimento distal de um osso ou uma articulação como o joelho valgo Varo Angulação interna (para dentro) do seguimento distal de um osso ou de uma de articulação. FISIOAPROVADA 04 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Funções EsqueléticasFunções Esqueléticas PROTEÇÃO dos tecidos moles vitais, como coração, os pulmões e o cérebro.1 SUSTENTAÇÃO para manutenção da postura.2 MOVIMENTO, servindo como pontos de conexão para os músculos e atuando como alavancas 3 ARMAZENAMENTO DE MINERAIS como cálcio e fósforo.4 HEMOPOIESE, que é o processo de formação do sangue que ocorre na medula óssea vermelha localizada nos corpos vertebrais, no fêmur, no úmero, nas costelas e no esterno 5 FISIOAPROVADA 05 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Tipos de ArticulaçõesTipos de Articulações SINARTROSES Articulação fibrosa ou imóvel Tecido conjuntivo fibroso Mobilidade reduzida ou inexistente TIPOS: suturas, sindesmose DIARTROSES Articulação sinovial, móvel Possuem cavidade articular Capsula cheia de líquido sinovial Maior liberdade de movimento ANFIARTROSES Articulação cartilaginosa, semimóvel Sem cavidade articular Mobilidade reduzida TIPOS: Sincondroses, sínfises SINAR ANFIAR DIAR FISIOAPROVADA 06 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Articulações SinoviaisArticulações Sinoviais ARTICULAÇÃO ARTODIAL - Deslizante e plana - Caracteriza-se por duas superfícies ósseas planas -Permite movimentos deslizantes limitados EX: Ossos carpais, artic. tarsometatarsais ARTICULAÇÃO CONDILAR - Elipsóidea, ovoide, bola e soquete biaxial - Os ossos permitem movimentos em dois planos sem rotação EX: Artic. radiocarpal ARTICULAÇÃO ENARTRODIAL - Esferóidea, multiaxial, bola e soquete - Permite movimento em todos os planos EX: Artic. glenoumeral, coxofemoral ARTICULAÇÃO GÍNGLIMO - Tipo dobradiça - Permite uma ampla variedades de movimentos EX: Artc. do cotovelo, tornozelo e joelho ARTICULAÇÃO SELAR - Em sela - Se encontra apenas na articulação carpometacarpal do polegar - Permite o movimento do tipo bola e soquete, com exceção de uma leve rotação ARTICULAÇÃO TROCÓIDEA - Pivô, parafuso - Movimento rotacional em torno de um eixo longo EX: Rotação do rádio sobre a ulna FISIOAPROVADA 07 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Movimentos entre as superfícies articulares Tipos de MovimentosTipos de Movimentos Movimento Osteocinemático São os movimentos FISIOLÓGICOS Flexão/ Extensão Abdução/ Adução Rot. interna/ externa Movimento Artrocinemático Deslizamento FISIOAPROVADA Uma série de pontos em uma superfície articular entra em contato com uma série de pontos em outra superfície articular Rolamento Um ponto específico em uma superfície articulada entra em contato com uma série de pontos em outra superfície. Um único ponto em uma determinada superfície articular gira em torno de um único ponto localizado em outra superfície articular. Giro 08 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com MúsculosMúsculos Funções - Movimento - Estabilidade dinâmica às articulações - Proteção - Postura e sustentação do corpo - Produzem grande parte do calor total do corpo Lisos Normalmente são finos e largos oriundos de aponeuroses em forma de lâminas planas, largas e fibrosas que lhes permitem distribuir suas forças por uma vasta áreas. Fusiformes Apresentam uma forma alongada com uma porção central volumosa que se afunila nas extremidades para formar os tendões. Estriados Apresentam um diâmetro mais uniforme com todas as suas fibras dispostas essencialmente de forma longa e paralela. Radiados Apresentam uma disposição combinada de músculos lisos e fusiformes na medida em que se originam em forma de uma ampla superfície ou de aponeurose Esfíncteres São tecnicamente infinitos músculos estriados que circundam os orifícios existentes e funcionam de modo a fechá-los mediante contração FISIOAPROVADA 09 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Terminologia MuscularTerminologia Muscular INTRÍNSECO Designa os músculos que fazem parte ou pertencem exclusivamente à parte do corpo em que atuam. EXTRÍNSECO Designa os músculos que surgem ou se originam por fora (em posição proximal) da parte do corpo em que atuam. AÇÃO É o movimento específico da articulação resultante de uma contração concêntrica de um músculo que atravessaa articulação INERVAÇÃO Ocorre em um segmento do sistema nervoso responsável por produzir estímulos para as fibras de um músculo específico ou parte de um músculo AMPLITUDE É a faixa de comprimento de uma fibra muscular entre os alongamentos máximos e mínimos. VENTRE MUSCULAR É a parte carnosa central do músculo. TENDÃO São faixas duras, porém flexíveis de tecido conjuntivo fibroso, geralmente com aparência de corda que conectam os músculos aos ossos e outras estruturas APONEUROSE É uma expansão tendínea de tecido conjuntivo fibroso denso semelhante a uma lâmina ou uma fita e lembra um tendão achatado FÁSCIA É uma faixa de tecido conjuntivo fibroso que envolve, separa ou liga partes do corpo como músculos, órgãos e outras estruturas de tecido mole. ORIGEM Conexão PROXIMAL do músculo INSERÇÃO Conexão DISTAL do músculo FISIOAPROVADA 10 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Propriedades MuscularesPropriedades Musculares Elasticidade Irritabilidade ou Excitabilidade É a propriedade do músculo de reagir ou responder a estímulos químicos, elétricos ou mecânicos. Contratilidade É a capacidade do músculo de se contrair e desenvolver tensão ou força interna contra resistência quando estimulado. Extensibilidade É a capacidade do músculo de se alongar passivamente além de seu comprimento normal de repouso É a capacidade do músculo retornar ao seu comprimento normal de repouso depois de alongado FISIOAPROVADA 11 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Tipos de Contração MuscularTipos de Contração Muscular CONTRAÇÃO CONCÊNCTRICACONTRAÇÕES ISOMÉTRICAS são consideradas como contrações ESTÁTICAS uma vez que pode acontecer uma tensão ativa sem movimento articular. CONTRAÇÕES ISOTÔNICAS são consideradas como contrações DINÂMICAS pois a tensão muscular é gerada para controlar os movimentos articulares Envolvem o desenvolvimento de tensão muscular à medida que o músculo se encurta desenvolvendo força suficiente para vencer a resistência aplicada. CONTRAÇÃO EXCÊNTRICA Envolvem o alongamento muscular sob tensão ativa e ocorrem quando o músculo diminui gradativamente a tensão de controle de redução da resistência. FISIOAPROVADA 12 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com FUNÇÃO DOS MÚSCULOSFUNÇÃO DOS MÚSCULOS AGONISTAS Produzem um movimento articular em determinado plano de movimento ANTAGONISTAS Executam a ação concêntrica oposta à dos agonistas. Estão localizados do lado oposto à articulação em relação aos agonistas. ESTABILIZADORES Circundam a articulação ou parte do corpo e contraem-se para fixar ou estabilizar a região em questão. SINERGISTAS Músculos que auxiliam na ação de um agonista mas não são necessariamente movimentadores primários para a ação, conhecidos como músculos orientadores. NEUTRALIZADORES Contrabalançam ou neutralizam a ação de outros músculos para impedir movimentos indesejáveis, se contraem para resistir a ação específica de outros músculos. PARES DE FORÇA Ocorrem quando duas ou mais forças puxam um objeto em diferentes direções, fazendo-o girar sobre o seu prórprio eixo FISIOAPROVADA 13 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com SISTEMA DE ALAVANCASSISTEMA DE ALAVANCAS PRIMEIRA CLASSE FORÇA-EIXO-RESISTÊNCIA O braço de resistência e o braço de força movimentam-se em direções opostas É um sistema mecânico formado pelos seguintes elementos: haste, força, resistência e o eixo. Alavanca é uma haste rígida que se move ao redor do eixo com a função de desempenhar trabalho mecânico. OSSOS (haste) ARTICULAÇÕES (eixo) MÚSCULOS (força) SEGUNDA CLASSE O braço de resistência e o braço de força movimentam-se na mesma direção EIXO-RESISTÊNCIA-FORÇA TERCEIRA CLASSE EIXO-FORÇA-RESISTÊNCIA O braço de resistência e o braço de força movimentam-se na mesma direção FISIOAPROVADA 14 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com CÍNGULO DO MEMBRO SUPERIORCÍNGULO DO MEMBRO SUPERIOR Todo o membro superior depende do cíngulo do MMSS como base para o seu funcionamento. A única conexão do membro superior ao esqueleto axial é a escápula e sua conexão com a clavícula na artc. esternoclavicular. OSSOS ESCÁPULA CLAVÍCULA - Manúbrio - Clavícula - Processo coracóide - Acrômio - Cavidade glenoidal ESCÁPULA: - Borda lateral - Ângulo inferior - Borda medial - Ângulo superior - Espinha da escápula PRINCIPAIS PONTOS DE REFERÊNCIA ÓSSEOS ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULAR (esterno + clavícula) ACROMIOCLAVICULAR (acrômio + clavícula) ESCAPULOTORÁCICA (escápula + caixa torácica) MÚSCULOS Peitoral menor Serrátil anterior Rombóide Levantador da escápula FISIOAPROVADA 15 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com OMBROOMBRO ESCÁPULA Dada a grande amplitude de movimento da articulação do ombro em tantos planos diferentes, o seu grau de frouxidão também é significativo, o que geralmente resulta em problemas de instabilidade, como impacto do manguito rotador, subluxações e luxações. Fossa supra espinhal Fossa infra espinhal fossa subescapular Espinha da escápula Cavidade glenoidal Processo coracoide Acrômio Ângulo inferior ÚMERO Cabeça do úmero Tubérculo menor Sulco intertubercular Tuberosidade deltóidea MOVIMENTOS Flexão/Extensão: plano sagital Abdução/Adução: plano frontal Rotação lateral/Medial: plano transverso MÚSCULOS ANTERIORES - Peitoral maior, Coracobraquial, Subescapular SUPERIORES - Deltoide, Supraespinhal POSTERIORES - Latíssimo do dorso, Redondo maior/menor, Infraespinhal FISIOAPROVADA 16 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com Complexo Articular do OmbroComplexo Articular do Ombro ARTICULAÇÕES FUNCIONAIS (FISIOLÓGICAS) Articulação subacromial / subdeltóidea Articulação escapulotorácica ARTICULAÇÕES VERDADEIRAS (ANATÔMICAS) São chamadas de verdadeiras porque se articulam diretamente com o osso Articulação Esternoclavicular (Esterno + Clavícula) Articulação sinovial do tipo SELAR Articulação Acromioclavicular (Acrômio + Clavícula) Articulação sinovial do tipo PLANA Articulação Glenoumeral (Cavidade glenóide + Úmero) Articulação sinovial do tipo ESFERÓIDE FISIOAPROVADA 17 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com ARTICULAÇÃO RADIOULNAR E COTOVELOARTICULAÇÃO RADIOULNAR E COTOVELO A articulação do cotovelo está intimamente associada à articulação radioulnar na medida em que ambos os ossos da artic. radioulnar compartilham uma articulação com o úmero para formar a articulação do cotovelo. O cotovelo é classificada como uma articulação em gínglimo ou articulação em dobradiça que permite apenas movimentos de FLEXÃO E EXTENSÃO A articulação radioulnar é classificada como Trocóidea ou em Pivô. A cabeça do rádio gira no lugar na porção proximal da ulna. FISIOAPROVADA Movimentos da articulação Radioulnar: PRONAÇÃO E SUPINAÇÃO 18 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com ARTCULAÇÃO RADIOULNAR E COTOVELOARTCULAÇÃO RADIOULNAR E COTOVELO À medida que a articulação radioulnar trabalha dentro das suas faixas de amplitude de movimento, os músculos do ombro e do cotovelo se contraem para estabilizar ou auxiliar na eficácia do movimento. MÚSCULOSMÚSCULOS Flexores do cotovelo Bíceps braquial Braquial Braquirradial Assistente: Pronador redondo Extensores do cotovelo Tríceps braquial Assistente: Ancôneo Pronadores Pronador redondo Pronador quadrado Braquiorradial Supinadores Supinador Bíceps braquial Assistente: Braquiorradial Cotovelo de tenista Normalmente envolve o músculo extensor dos dedos proximos à sua origem no epicôndilo lateral. Cotovelo de golfista É associado ao grupo flexor e pronador do punho próximo à sua origem no epicôndilo medial. FISIOAPROVADA 19 Licenciado para- E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com PUNHOS E MÃOSPUNHOS E MÃOS Ossos FISIOAPROVADA 20 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com PUNHOS E MÃOSPUNHOS E MÃOS ARTICULAÇÕES Articulação radiocarpal: Tipo condilar Articulações metacarpofalângianas: Tipo condilar Articulações interlalângianas proximais e distais: Tipo ginglímo MOVIMENTOS Flexão Extensão Abdução (desvio radial) Adução (desvio ulnar) MÚSCULOSMÚSCULOS Flexores do punho Flexor radial do carpo Palmar longo Extensores do punho Extensor radial longo e curto do carpo Extensor ulnar do carpo Flexores dos dedos Flexores superficiais e profundos dos dedos Flexor longo do polegar Extensores dos dedos Extensor do indicador Extensor do dedo mínimo Desvio radial Flexor radial do carpo Extensor radial longo e curto do carpo Abdutor longo do polegar Extensor longo e curto do polegar Desvio ulnar Flexor ulnar do carpo Extensor ulnar do carpo Síndrome do túnel do carpo Condições causadoras de inflamação no túnel do carpo resultando em aumento da pressão interior interferindo a função normal do nervo mediano. FISIOAPROVADA 21 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com CADEIAS CINÉTICASCADEIAS CINÉTICAS CADEIA CINÉTICA FECHADA A extremidade distal do membro se mantém fixa. CADEIA CINÉTICA ABERTA A extremidade distal do membro NÃO se mantém fixa. Consistem em exercícios que movimentam o membro, aproximando-o ou distanciando-o do corpo estabilizado Exercícios de cadeia fechada consistem em movimentar o corpo, aproximando-o ou distanciando-o do membro estabilizado. FISIOAPROVADA 22 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com ARTICULAÇÃO DO QUADRILARTICULAÇÃO DO QUADRIL É uma articulação do tipo bola e soquete que consiste na cabeça do fêmur conectada ao acetábulo do cíngulo do membro inferior. É classificada como uma articulação do tipo ENARTRODIAL, e é formada pela cabeça do fêmur que se insere no soquete criado pelo acetábulo da pelve. ARTICULAÇÕES Uma cápsula ligamentar extremamente forte e densa reforça a articulação especialmente na porção anterior Ligamento iliofemoral: Localizado no plano anterior e impede a hiperextensão do quadril Ligamento redondo: Estende-se do fundo do acetábulo a uma depressão existente na cabeça do fêmur, limitando ligeiramente a adução Ligamento pubofemoral: Esta localizado nas porções anteromedial e inferior e limita a extensão e a abdução excessiva Ligamento isquiofemoral triangular: Estende-se do ísquio até a fossa trocanterica do fêmur, limitando a rotação medial FISIOAPROVADA 23 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com ARTICULAÇÃO DO QUADRILARTICULAÇÃO DO QUADRIL MOVIMENTOS Flexão/extensão do quadril abdução/adução do quadril Rotação interna/externa do quadril MÚSCULOS DA REGIÃO ANTERIOR Iliopsoas (ilíaco e psoas) Pectíneo Reto femoral Sartório Fazem a flexão do quadril MÚSCULOS DA REGIÃO LATERAL Fazem a abdução do quadril Glúteo médio Glúteo minimo Rotadores laterais Tensor da fáscia lata MÚSCULOS DA REGIÃO POSTERIOR Fazem extensão do quadril Glúteo máximo Bíceps femoral Semitendíneo Semimembranoso Rotadores laterais MÚSCULOS DA REGIÃO MEDIAL Adutor curto Adutor longo Adutor magno Grácil Faz adução do quadril FISIOAPROVADA 24 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com CÍNGULO DO MEMBRO INFERIORCÍNGULO DO MEMBRO INFERIOR O cíngulo do membro inferior consiste em um osso pélvico direito e um esquerdo, unidos no plano posterior pelo sacro, que pode ser considerado uma extensão da coluna vertebral com cinco vertebras fundidas. OSSOS Ílio Ísquio Púbis No nascimento e durante a fase de crescimento e desenvolvimento, existem três ossos distintos. Na maturidade, eles se fundem para formar para formar um único osso pélvico conhecido como osso do quadril. ARTICULAÇÕES No planto anterior os ossos pélvicos se unem para formar a SÍNFISE PÚBICA, uma articulação anfiartrodial. No plano posterior o sacro está localizado entre dois ossos pélvicos e forma as articulações SACROILÍACAS. MOVIMENTOS Move-se para a frente e para trás em três planos para um total de 6 movimentos diferentes. - Rotação anterior e posterior - Rotação lateral direita e esquerda - Rotação transversal direita e esquerda FISIOAPROVADA 25 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com ARTICULAÇÃO DO JOELHOARTICULAÇÃO DO JOELHO A articulação do joelho é a maior articulação diartrodial do corpo e é muito complexa; é principalmente uma articulação do tipo dobradiça. As funções combinadas de apoio de peso e locomoção exercem considerável nivel de sobrecarga, tensão, compressão e torção na articulação do joelho OSSOS Fêmur Tíbia Patela Fíbula PONTOS DE REFERÊNCIA ÓSSEOS Polos superior e inferior da patela Tuberosidade da tíbia Tubérculo de gerdy Côndilos medial e lateral do fêmur Superfície anteromedial superiorr da tíbia Cabeça da fíbula MUSCÚLOS REGIÃO ANTERIOR Reto femoral Vasto medial Vasto intermédio Vasto lateral Primariamente extensão do joelho MUSCÚLOS REGIÃO POSTERIOR Bíceps femoral Semimembranoso Semitendinoso Sartório Grácil Poplíteo Gastrocnêmio Primariamente flexão do joelho FISIOAPROVADA 26 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com ARTICULAÇÃO DO JOELHOARTICULAÇÃO DO JOELHO ARTICULAÇÃO TIBIOFEMORAL É considerada uma articulação gínglimo por funcionar como uma dobradiça, ela se movimenta entre a flexão e extensão sem movimentos lado a lado de abdução ou adução. ARTICULAÇÃO PATELOFEMORAL Classifica-se como uma articulação artrodial por causa da natureza deslizante da patela sobre os côndilos femorais. Os meniscos funcionam como amortecedores entre os ossos LIGAMENTOS CRUZADOS ANTERIOR E POSTERIOR Se cruzam entre a tíbia e o fêmur e são vitais para manter a estabilidade anterior e posterior da articulação do joelho. LIGAMENTOS COLATERAL MEDIAL Mantém a estabilidade medial resistindo as forças em valgo LIGAMENTOS COLATERAL LATERAL Une-se a fíbula e o fêmur e mantem a estabilidade lateral, as lesões neste local são raras. A articulação do joelho é bem suprida com líquido sinovial proveniente da cavidade sinovial localizada sob a patela, entre as superfícies da tíbia e do fêmur. FISIOAPROVADA 27 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com ARTICULAÇÃO DOARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E PÉTORNOZELO E PÉ OSSOS Tíbia Fíbula Tálus Calcâneo Cuneiforme Navicular Cuboide 5 metatarsos 14 falanges ARTICULAÇÕES Tibiofibular Talocrural Intertarsais Tarsometatarsais Metatarsofalângicas Interfalângicas MOVIMENTOS Flexão plantar Dorsiflexão Inversão Eversão Flexão e extensão dos artelhos Pronação e Supinação Cada pé possui 26 ossos que juntos descrevem a forma de um arco. Esses ossos se conectam com a coxa e o restante do corpo por meio da fíbula e da tíbia. FISIOAPROVADA 28 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E PÉARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E PÉ MUSCULOSMUSCULOS FLEXORES PLANTARES DORSIFLEXORES EVERSORES INVERSORES Gastrocnêmio Flexor longo dos dedos Flexor longo do hálux Fibular longo Fibular curto Plantar Sóleo Tibial posterior Tibial anterior Fibular terceiro Extensor longo dos dedos Extensor longo do hálux Fibular longo Fibular curto Fibular terceiro Extensor longo dos dedos Tibial anterior Tibial posterior Flexor longo dos dedos Flexor longo do hálux FISIOAPROVADA 29 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com O TRONCOO TRONCO A base esquelética do tórax é formada por 12 pares de costelas 7 pares são de costelas verdadeiras, uma vez que estão conectadas diretamente ao esterno por uma cartilagem costal separada5 pares são consideradas costelas falsas dos quais 3 estão conectadas indiretamente ao esterno por uma cartilagem costal compartilhada e 2 consistem em costelas flutuantes com extremidades livres PONTOS DE REFERÊNCIA ÓSSEOS Processo mastóide Processos transversos e espinhosos da coluna cervical Processos espinhosos das quatro vertebras superiores do tórax Manúbrio do esterno Porção medial da clavícula CAIXA TORÁCICA Esterno Costelas Coluna vertebral Protege os pulmões e outros orgãos vitais FISIOAPROVADA 30 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com 7 Cervicais 12 Torácicas 5 Lombares 5 Sacrais 4 Coccígeas COLUNA VERTEBRALCOLUNA VERTEBRAL Consiste em 24 vertebras articuladas e 9 fundidas Lordose Cifose Lordose Cifose ARQUITETURA DAS VERTEBRAS Corpo Forame vertebral Processo transverso (lateral) Processo espinhoso (posterior) As vertebras C3 a L5 possuem uma arquitetura semelhante: ATLAS Processo transverso Arco posterior Forame vertebral Faceta articular superior Fóvea do dente Arco anterior Forame transversário ÁXIS Forame transverso Processo espinhoso bífido Arco posterior Forame vertebral Faceta articular superior Dente Forame transversário FISIOAPROVADA 31 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com COLUNA VERTEBRALCOLUNA VERTEBRAL ARTICULAÇÃO ATLANTOCCIPITAL Formada pelos côndilos occipitais do crânio localizados sobre a cavidade articular da primeira vértebra ARTICULAÇÃO ATLANTOAXIAL Atlas está assentado sobre o áxis As demais articulações vertebrais são classificadas como articulações artrodiais ou do tipo deslizantes em razão de seus limitados movimentos deslizantes. DISCOS INTERVERTEBRAIS Estão localizados entre os corpos vertebrais Sã formados por uma borda externa de fibrocartilagem densa conhecida como anel fibroso e usa substancia central gelatinosa e pulposa conhecida como núcleo pulposo. Amortecem o impacto intervertebral MOVIMENTOS Flexão da coluna: movimento anterior no plano sagital Extensão da coluna: movimento posterior no plano sagital Flexão lateral: a cabeça se move lateralmente em direção ao ombro e o tórax em direção a pelve Rotação da coluna: plano transverso FISIOAPROVADA 32 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com MÚSCULOS TRONCO E COLUNA VERTEBRALTRONCO E COLUNA VERTEBRAL MOVIMENTAM A CABEÇA Reto anterior da cabeça Longo da cabeça Longíssimo da cabeça Oblíquo sup. da cabeça Oblíquo inf. da cabeça Reto posterior da cabeça Trapézio parte descendente Esplênio da cabeça Semiespinhal da cabeça Reto lateral da cabeça Esternocleidomastóideo ANTERIORES POSTERIORES LATERAIS COLUNA VERTEBRAL Eretor da espinha Espinhal Longuíssimo Iliocostal Esplênio da cabeça Quadrado lombar Longo do pescoço Interespinhal Intertransversos Multífidos Psoas menor Rotadores Semiespinhais Psoas maior e menor SUPERFICIAIS PROFUNDOS TÓRAX Diafragma Intercostais internos e externos Subcostais Escalenos anterior, médio e posterior Serrátil posterior Transverso do tórax PAREDE ABDOMINAL Reto do abdome Oblíquo externo do abdome Oblíquo interno do abdome Transverso do abdome FISIOAPROVADA 33 Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com BIOMECÂNICA DA MARCHABIOMECÂNICA DA MARCHA É a distância entre dois contatos consecutivos do calcanhar do mesmo pé. COMPRIMENTO DA PASSADA COMPRIMENTO DO PASSO É a distância entre sucessivos contatos do calcanhar dos dois pés LARGURA DO PASSO É a distância lateral entre entre os centros do calcanhar de dois contatos consecutivos do pé e é, em média, cerca de 8 a 10 cm. FASE DE APOIO Contato inicial Resposta à carga Apoio médio Retirada do calcanhar do chão Retirada dos dedos 60% do ciclo da marcha 1. 2. 3. 4. 5. FASE DE BALANÇO Inicial (aceleração) Médio Final (desaceleração) 40% do ciclo da marcha 1. 2. 3. DETERMINANTES DA MARCHA Rotação pélvica Inclinação pélvica Deslocamento lateral da pelve Flexão de joelho na fase de apoio Interação entre tornozelo, joelho e pé 1. 2. 3. 4. 5. 34 FISIOAPROVADA Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com CICLO DA MARCHACICLO DA MARCHA Contato inicial (contato do calcanhar com o solo) Rotação lateral da tíbia Resposta à carga Apoio médio Apoio terminal Pré-balanço (retirada da ponta do pé do solo) Rotação medial da tíbia Rotação lateral da tíbia 35 FISIOAPROVADA Licenciado para - E duardo C ardoso R am os - 71146253087 - P rotegido por E duzz.com