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CINESIOLOGIA E BIOMECÂNICA
MAPAS MENTAIS
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SUMÁRIO
PLANOS E EIXOS ........................................................03
VARIAÇÃO DE ALINHAMENTO ....................................04
FUNÇÕES ESQUELÉTICAS ..........................................05
TIPOS DE ARTICULAÇÕES ..........................................06
ARTICULAÇÕES SINOVIAIS .........................................07
TIPOS DE MOVIMENTOS .............................................08
MUSCÚLOS .................................................................09
TERMINOLOGIA MUSCULAR ........................................10
PROPRIEDADES MUSCULARES .....................................11
TIPOS DE CONTRAÇÕES MUSCULAR ........................12
FUNÇÃO DOS MUSCULOS ..........................................13
SISTEMA DE ALAVANCAS ............................................14
CÍNGULO DO MEMBRO SUPERIOR ..............................15
OMBRO ........................................................................16
COMPLEXO ARTICULAR DO OMBRO ...........................17
ARTICULAÇÕES RADIOULNAR E COTOVELO ..............18
PUNHOS E MÃOS .......................................................20
CADEIAS CINÉTICAS ..................................................22
ARTICULAÇÃO DO QUADRIL ......................................23
CÍNGULO DO MEMBRO INFERIOR ..............................24
ARTICULAÇÃO DO JOELHO .......................................25
ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E PÉ ........................28
TRONCO .....................................................................30
COLUNA VERTEBRAL ...................................................31
BIOMECÂNICA DA MARCHA .......................................34
CICLO DA MARCHA ....................................................35
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Planos e EixosPlanos e Eixos
PLANO SAGITAL
Divide o corpo em DIREITO E ESQUERDO
EIXO: Frontal / Laterolateral
MOVIMENTOS: Flexão e extensão
PLANO FRONTAL
Divide o corpo em ANTERIOR E POSTERIOR
EIXO: Sagital / anteroposterior
MOVIMENTOS: Abdução e adução
PLANO TRANSVERSO
Divide o corpo em SUPERIOR E INFERIOR
EIXO: Longitudinal
MOVIMENTOS: Rotação medial e lateral
Embora cada movimento articular
específico possa ser classificado como um
dos três planos de movimento, os nossos
movimentos em geral não ocorrem
totalmente em um plano específico, mas
como uma combinação de movimentos em
mais de um plano.
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Variação de alinhamentoVariação de alinhamento
Anteversão
Rotação anormal ou excessiva de
uma estrutura para a FRENTE,
como anteversão femoral.
Retroversão
Rotação anormal ou excessiva
de uma estrutura para a TRÁS,
como retroversão femoral.
Cifose
Aumento do ângulo da
curvatura da coluna para
fora ou para trás no plano
sagital
Escoliose
Curvatura lateral da coluna
Recurvado
Curvado para trás como na
hiperextensão de joelho
Valgo
Angulação externa (para fora)
do seguimento distal de um
osso ou uma articulação como o
joelho valgo
Varo
Angulação interna (para
dentro) do seguimento distal
de um osso ou de uma de
articulação.
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Funções EsqueléticasFunções Esqueléticas
PROTEÇÃO dos tecidos moles vitais, como coração, os pulmões e o
cérebro.1
SUSTENTAÇÃO para manutenção da postura.2
MOVIMENTO, servindo como pontos de conexão para os músculos e
atuando como alavancas
3
ARMAZENAMENTO DE MINERAIS como cálcio e fósforo.4
HEMOPOIESE, que é o processo de formação do sangue que ocorre na
medula óssea vermelha localizada nos corpos vertebrais, no fêmur, no
úmero, nas costelas e no esterno
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Tipos de ArticulaçõesTipos de Articulações
SINARTROSES
Articulação fibrosa ou imóvel
Tecido conjuntivo fibroso
Mobilidade reduzida ou inexistente 
TIPOS: suturas, sindesmose
DIARTROSES
Articulação sinovial, móvel
Possuem cavidade articular
Capsula cheia de líquido sinovial
Maior liberdade de movimento
ANFIARTROSES
Articulação cartilaginosa, semimóvel
Sem cavidade articular
Mobilidade reduzida 
TIPOS: Sincondroses, sínfises 
SINAR ANFIAR DIAR
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Articulações SinoviaisArticulações Sinoviais
ARTICULAÇÃO ARTODIAL
- Deslizante e plana
- Caracteriza-se por duas superfícies ósseas
planas
-Permite movimentos deslizantes limitados
EX: Ossos carpais, artic. tarsometatarsais
ARTICULAÇÃO CONDILAR
- Elipsóidea, ovoide, bola e soquete biaxial
- Os ossos permitem movimentos em dois
planos sem rotação
EX: Artic. radiocarpal
ARTICULAÇÃO ENARTRODIAL
- Esferóidea, multiaxial, bola e soquete
- Permite movimento em todos os planos
EX: Artic. glenoumeral, coxofemoral
ARTICULAÇÃO GÍNGLIMO
- Tipo dobradiça
- Permite uma ampla variedades de
movimentos 
EX: Artc. do cotovelo, tornozelo e joelho
ARTICULAÇÃO SELAR
- Em sela
- Se encontra apenas na articulação
carpometacarpal do polegar
- Permite o movimento do tipo bola e soquete,
com exceção de uma leve rotação
ARTICULAÇÃO TROCÓIDEA
- Pivô, parafuso
- Movimento rotacional em torno de um eixo longo
EX: Rotação do rádio sobre a ulna
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Movimentos entre as superfícies articulares
Tipos de MovimentosTipos de Movimentos 
Movimento 
Osteocinemático
São os movimentos FISIOLÓGICOS
Flexão/ Extensão Abdução/ Adução Rot. interna/ externa
Movimento 
Artrocinemático
Deslizamento
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Uma série de pontos em
uma superfície articular
entra em contato com
uma série de pontos em
outra superfície articular
Rolamento
Um ponto específico em
uma superfície articulada
entra em contato com
uma série de pontos em
outra superfície.
Um único ponto em uma
determinada superfície
articular gira em torno de
um único ponto localizado
em outra superfície articular.
Giro
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MúsculosMúsculos
Funções
- Movimento
- Estabilidade dinâmica às articulações
- Proteção
- Postura e sustentação do corpo
- Produzem grande parte do calor total
do corpo
Lisos
Normalmente são finos e largos
oriundos de aponeuroses em
forma de lâminas planas, largas
e fibrosas que lhes permitem
distribuir suas forças por uma
vasta áreas. 
Fusiformes
Apresentam uma forma
alongada com uma porção
central volumosa que se
afunila nas extremidades
para formar os tendões.
Estriados
Apresentam um diâmetro mais
uniforme com todas as suas
fibras dispostas essencialmente
de forma longa e paralela.
Radiados
Apresentam uma disposição
combinada de músculos lisos e
fusiformes na medida em que se
originam em forma de uma ampla
superfície ou de aponeurose
Esfíncteres
São tecnicamente infinitos músculos
estriados que circundam os orifícios
existentes e funcionam de modo a
fechá-los mediante contração
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Terminologia MuscularTerminologia Muscular
INTRÍNSECO
Designa os músculos que fazem
parte ou pertencem exclusivamente
à parte do corpo em que atuam.
EXTRÍNSECO
Designa os músculos que surgem ou
se originam por fora (em posição
proximal) da parte do corpo em
que atuam.
AÇÃO
É o movimento específico da
articulação resultante de uma
contração concêntrica de um
músculo que atravessaa articulação
INERVAÇÃO
Ocorre em um segmento do sistema
nervoso responsável por produzir
estímulos para as fibras de um músculo
específico ou parte de um músculo
AMPLITUDE
É a faixa de comprimento de
uma fibra muscular entre os
alongamentos máximos e
mínimos.
VENTRE MUSCULAR
É a parte carnosa central do
músculo.
TENDÃO
São faixas duras, porém flexíveis de
tecido conjuntivo fibroso, geralmente
com aparência de corda que conectam
os músculos aos ossos e outras estruturas
APONEUROSE
É uma expansão tendínea de tecido
conjuntivo fibroso denso semelhante a
uma lâmina ou uma fita e lembra um
tendão achatado
FÁSCIA
É uma faixa de tecido conjuntivo
fibroso que envolve, separa ou
liga partes do corpo como
músculos, órgãos e outras
estruturas de tecido mole.
ORIGEM
Conexão PROXIMAL do músculo
INSERÇÃO
Conexão DISTAL do músculo
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Propriedades MuscularesPropriedades Musculares
Elasticidade
Irritabilidade ou Excitabilidade
É a propriedade do músculo de reagir
ou responder a estímulos químicos,
elétricos ou mecânicos.
Contratilidade
É a capacidade do músculo de se
contrair e desenvolver tensão ou
força interna contra resistência
quando estimulado.
Extensibilidade
É a capacidade do músculo de se
alongar passivamente além de seu
comprimento normal de repouso
É a capacidade do músculo retornar
ao seu comprimento normal de
repouso depois de alongado
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Tipos de Contração MuscularTipos de Contração Muscular
CONTRAÇÃO CONCÊNCTRICACONTRAÇÕES ISOMÉTRICAS
são consideradas como
contrações ESTÁTICAS uma vez
que pode acontecer uma tensão
ativa sem movimento articular.
CONTRAÇÕES ISOTÔNICAS são
consideradas como contrações
DINÂMICAS pois a tensão
muscular é gerada para controlar
os movimentos articulares
Envolvem o desenvolvimento de
tensão muscular à medida que o
músculo se encurta desenvolvendo
força suficiente para vencer a
resistência aplicada.
CONTRAÇÃO EXCÊNTRICA
Envolvem o alongamento muscular sob
tensão ativa e ocorrem quando o
músculo diminui gradativamente a
tensão de controle de redução da
resistência.
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FUNÇÃO DOS MÚSCULOSFUNÇÃO DOS MÚSCULOS
AGONISTAS
Produzem um movimento
articular em determinado plano
de movimento
ANTAGONISTAS
Executam a ação concêntrica
oposta à dos agonistas. Estão
localizados do lado oposto à
articulação em relação aos
agonistas.
ESTABILIZADORES
Circundam a articulação ou
parte do corpo e contraem-se
para fixar ou estabilizar a
região em questão.
SINERGISTAS
Músculos que auxiliam na ação de
um agonista mas não são
necessariamente movimentadores
primários para a ação, conhecidos
como músculos orientadores.
NEUTRALIZADORES
Contrabalançam ou neutralizam a
ação de outros músculos para
impedir movimentos indesejáveis,
se contraem para resistir a ação
específica de outros músculos.
PARES DE FORÇA
Ocorrem quando duas ou mais
forças puxam um objeto em
diferentes direções, fazendo-o
girar sobre o seu prórprio eixo
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SISTEMA DE ALAVANCASSISTEMA DE ALAVANCAS
PRIMEIRA CLASSE
FORÇA-EIXO-RESISTÊNCIA
O braço de resistência e o braço de
força movimentam-se em direções
opostas
É um sistema mecânico formado pelos
seguintes elementos: haste, força,
resistência e o eixo. Alavanca é uma
haste rígida que se move ao redor do
eixo com a função de desempenhar
trabalho mecânico.
OSSOS (haste)
ARTICULAÇÕES (eixo)
MÚSCULOS (força)
SEGUNDA CLASSE
O braço de resistência e o braço de
força movimentam-se na mesma
direção
EIXO-RESISTÊNCIA-FORÇA
TERCEIRA CLASSE
EIXO-FORÇA-RESISTÊNCIA
O braço de resistência e o braço de
força movimentam-se na mesma
direção
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CÍNGULO DO MEMBRO SUPERIORCÍNGULO DO MEMBRO SUPERIOR 
Todo o membro superior depende
do cíngulo do MMSS como base
para o seu funcionamento. A única
conexão do membro superior ao
esqueleto axial é a escápula e sua
conexão com a clavícula na artc.
esternoclavicular.
OSSOS
ESCÁPULA
CLAVÍCULA - Manúbrio
- Clavícula
- Processo coracóide
- Acrômio
- Cavidade glenoidal
ESCÁPULA:
- Borda lateral
- Ângulo inferior
- Borda medial 
- Ângulo superior
- Espinha da escápula
PRINCIPAIS PONTOS DE
REFERÊNCIA ÓSSEOS
ARTICULAÇÕES
ESTERNOCLAVICULAR (esterno + clavícula)
ACROMIOCLAVICULAR (acrômio + clavícula)
ESCAPULOTORÁCICA (escápula + caixa torácica)
MÚSCULOS
Peitoral menor
Serrátil anterior
Rombóide 
Levantador da escápula
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OMBROOMBRO
ESCÁPULA
Dada a grande amplitude de
movimento da articulação do ombro
em tantos planos diferentes, o seu
grau de frouxidão também é
significativo, o que geralmente resulta
em problemas de instabilidade, como
impacto do manguito rotador,
subluxações e luxações.
Fossa supra espinhal
Fossa infra espinhal
fossa subescapular
Espinha da escápula
Cavidade glenoidal
Processo coracoide
Acrômio
Ângulo inferior
ÚMERO
Cabeça do úmero
Tubérculo menor
Sulco intertubercular
Tuberosidade deltóidea
MOVIMENTOS
Flexão/Extensão:
plano sagital
Abdução/Adução:
plano frontal
Rotação
lateral/Medial: plano
transverso
MÚSCULOS
ANTERIORES
- Peitoral maior, Coracobraquial,
Subescapular
SUPERIORES
- Deltoide, Supraespinhal
POSTERIORES
- Latíssimo do dorso, Redondo
maior/menor, Infraespinhal
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Complexo Articular do OmbroComplexo Articular do Ombro
ARTICULAÇÕES FUNCIONAIS (FISIOLÓGICAS) 
Articulação subacromial / subdeltóidea
Articulação escapulotorácica 
ARTICULAÇÕES VERDADEIRAS (ANATÔMICAS) 
São chamadas de verdadeiras
porque se articulam
diretamente com o osso
Articulação Esternoclavicular (Esterno + Clavícula)
Articulação sinovial do tipo SELAR
Articulação Acromioclavicular (Acrômio + Clavícula)
Articulação sinovial do tipo PLANA 
Articulação Glenoumeral (Cavidade glenóide + Úmero) 
Articulação sinovial do tipo ESFERÓIDE 
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ARTICULAÇÃO RADIOULNAR E COTOVELOARTICULAÇÃO RADIOULNAR E COTOVELO
A articulação do cotovelo está
intimamente associada à articulação
radioulnar na medida em que ambos os
ossos da artic. radioulnar
compartilham uma articulação com o
úmero para formar a articulação do
cotovelo.
O cotovelo é classificada como uma
articulação em gínglimo ou
articulação em dobradiça que
permite apenas movimentos de
FLEXÃO E EXTENSÃO
A articulação radioulnar é
classificada como Trocóidea ou em
Pivô. A cabeça do rádio gira no
lugar na porção proximal da ulna.
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Movimentos da articulação Radioulnar:
PRONAÇÃO E SUPINAÇÃO
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ARTCULAÇÃO RADIOULNAR E COTOVELOARTCULAÇÃO RADIOULNAR E COTOVELO
À medida que a articulação radioulnar trabalha dentro das suas faixas de
amplitude de movimento, os músculos do ombro e do cotovelo se contraem
para estabilizar ou auxiliar na eficácia do movimento.
MÚSCULOSMÚSCULOS
Flexores do cotovelo
Bíceps braquial
Braquial
Braquirradial
Assistente: Pronador redondo
Extensores do cotovelo
Tríceps braquial
Assistente: Ancôneo
Pronadores
Pronador redondo
Pronador quadrado
Braquiorradial
Supinadores
Supinador
Bíceps braquial
Assistente: Braquiorradial
Cotovelo de tenista
Normalmente envolve o músculo
extensor dos dedos proximos à sua
origem no epicôndilo lateral.
Cotovelo de golfista
É associado ao grupo flexor e
pronador do punho próximo à sua
origem no epicôndilo medial.
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PUNHOS E MÃOSPUNHOS E MÃOS
Ossos
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PUNHOS E MÃOSPUNHOS E MÃOS
ARTICULAÇÕES
Articulação radiocarpal: Tipo condilar
Articulações metacarpofalângianas: Tipo condilar
Articulações interlalângianas proximais e distais:
Tipo ginglímo
MOVIMENTOS
Flexão
Extensão
Abdução (desvio radial)
Adução (desvio ulnar)
MÚSCULOSMÚSCULOS
Flexores do punho
Flexor radial do carpo
Palmar longo
Extensores do punho
Extensor radial longo e
curto do carpo
Extensor ulnar do carpo
Flexores dos dedos
Flexores superficiais e
profundos dos dedos
Flexor longo do polegar
Extensores dos dedos
Extensor do indicador
Extensor do dedo mínimo
Desvio radial
Flexor radial do carpo
Extensor radial longo e
curto do carpo
Abdutor longo do polegar
Extensor longo e curto do
polegar
Desvio ulnar
Flexor ulnar do carpo
Extensor ulnar do carpo
Síndrome do túnel do carpo
Condições causadoras de
inflamação no túnel do
carpo resultando em
aumento da pressão
interior interferindo a
função normal do nervo
mediano.
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CADEIAS CINÉTICASCADEIAS CINÉTICAS
CADEIA CINÉTICA FECHADA
A extremidade distal do
membro se mantém fixa.
CADEIA CINÉTICA ABERTA
A extremidade distal do
membro NÃO se mantém fixa.
Consistem em exercícios que
movimentam o membro,
aproximando-o ou distanciando-o do
corpo estabilizado
Exercícios de cadeia fechada
consistem em movimentar o corpo,
aproximando-o ou distanciando-o do
membro estabilizado.
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ARTICULAÇÃO DO QUADRILARTICULAÇÃO DO QUADRIL
É uma articulação do tipo
bola e soquete que
consiste na cabeça do
fêmur conectada ao
acetábulo do cíngulo do
membro inferior.
É classificada como uma
articulação do tipo ENARTRODIAL,
e é formada pela cabeça do fêmur
que se insere no soquete criado
pelo acetábulo da pelve.
ARTICULAÇÕES
Uma cápsula ligamentar
extremamente forte e
densa reforça a
articulação especialmente
na porção anterior
Ligamento iliofemoral: 
Localizado no plano anterior e
impede a hiperextensão do quadril
Ligamento redondo: 
Estende-se do fundo do acetábulo
a uma depressão existente na
cabeça do fêmur, limitando
ligeiramente a adução
Ligamento pubofemoral: 
Esta localizado nas porções anteromedial
e inferior e limita a extensão e a abdução
excessiva
Ligamento isquiofemoral triangular: 
Estende-se do ísquio até a fossa
trocanterica do fêmur, limitando a
rotação medial
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ARTICULAÇÃO DO QUADRILARTICULAÇÃO DO QUADRIL
MOVIMENTOS
Flexão/extensão do quadril
abdução/adução do quadril
Rotação interna/externa do quadril
MÚSCULOS DA
REGIÃO ANTERIOR
Iliopsoas (ilíaco e
psoas)
Pectíneo 
Reto femoral
Sartório
Fazem a flexão do quadril
MÚSCULOS DA
REGIÃO LATERAL
Fazem a abdução do quadril
Glúteo médio
Glúteo minimo
Rotadores laterais
Tensor da fáscia lata
MÚSCULOS DA
REGIÃO POSTERIOR
Fazem extensão do quadril
Glúteo máximo
Bíceps femoral
Semitendíneo
Semimembranoso
Rotadores laterais
MÚSCULOS DA
REGIÃO MEDIAL
Adutor curto
Adutor longo
Adutor magno
Grácil
Faz adução do quadril
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CÍNGULO DO MEMBRO INFERIORCÍNGULO DO MEMBRO INFERIOR
O cíngulo do membro inferior consiste em um osso
pélvico direito e um esquerdo, unidos no plano posterior
pelo sacro, que pode ser considerado uma extensão da
coluna vertebral com cinco vertebras fundidas.
OSSOS
Ílio
Ísquio
Púbis
No nascimento e durante a fase de crescimento e
desenvolvimento, existem três ossos distintos. Na
maturidade, eles se fundem para formar para formar
um único osso pélvico conhecido como osso do
quadril.
ARTICULAÇÕES
No planto anterior os ossos pélvicos se
unem para formar a SÍNFISE PÚBICA, uma
articulação anfiartrodial.
No plano posterior o sacro está
localizado entre dois ossos pélvicos e
forma as articulações SACROILÍACAS.
MOVIMENTOS
Move-se para a frente e para trás em três
planos para um total de 6 movimentos
diferentes.
- Rotação anterior e posterior
- Rotação lateral direita e esquerda
- Rotação transversal direita e esquerda
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ARTICULAÇÃO DO JOELHOARTICULAÇÃO DO JOELHO
A articulação do joelho é a maior articulação
diartrodial do corpo e é muito complexa; é
principalmente uma articulação do tipo dobradiça. 
As funções combinadas de apoio de peso e
locomoção exercem considerável nivel de
sobrecarga, tensão, compressão e torção na
articulação do joelho
OSSOS
Fêmur
Tíbia
Patela
Fíbula
PONTOS DE REFERÊNCIA ÓSSEOS
Polos superior e inferior da patela
Tuberosidade da tíbia
Tubérculo de gerdy
Côndilos medial e lateral do fêmur
Superfície anteromedial superiorr da
tíbia
Cabeça da fíbula
MUSCÚLOS REGIÃO ANTERIOR
Reto femoral
Vasto medial
Vasto intermédio
Vasto lateral
Primariamente extensão do joelho
MUSCÚLOS REGIÃO POSTERIOR
Bíceps femoral
Semimembranoso
Semitendinoso
Sartório
Grácil
Poplíteo
Gastrocnêmio
Primariamente flexão do joelho
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ARTICULAÇÃO DO JOELHOARTICULAÇÃO DO JOELHO
ARTICULAÇÃO TIBIOFEMORAL
É considerada uma articulação
gínglimo por funcionar como uma
dobradiça, ela se movimenta entre a
flexão e extensão sem movimentos
lado a lado de abdução ou adução.
ARTICULAÇÃO PATELOFEMORAL
Classifica-se como uma articulação
artrodial por causa da natureza
deslizante da patela sobre os côndilos
femorais.
Os meniscos
funcionam como
amortecedores
entre os ossos
LIGAMENTOS CRUZADOS
ANTERIOR E POSTERIOR
Se cruzam entre a tíbia e o fêmur e são
vitais para manter a estabilidade
anterior e posterior da articulação do
joelho.
LIGAMENTOS COLATERAL MEDIAL
Mantém a estabilidade medial
resistindo as forças em valgo
LIGAMENTOS COLATERAL LATERAL
Une-se a fíbula e o fêmur e mantem a
estabilidade lateral, as lesões neste
local são raras.
A articulação do joelho é
bem suprida com líquido
sinovial proveniente da
cavidade sinovial localizada
sob a patela, entre as
superfícies da tíbia e do
fêmur.
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ARTICULAÇÃO DOARTICULAÇÃO DO
TORNOZELO E PÉTORNOZELO E PÉ
OSSOS
Tíbia
Fíbula
Tálus
Calcâneo
Cuneiforme
Navicular
Cuboide
5 metatarsos
14 falanges
ARTICULAÇÕES
Tibiofibular
Talocrural
Intertarsais
Tarsometatarsais
Metatarsofalângicas
Interfalângicas
MOVIMENTOS
Flexão plantar
Dorsiflexão
Inversão
Eversão
Flexão e extensão dos
artelhos
Pronação e Supinação
Cada pé possui 26 ossos que
juntos descrevem a forma de um
arco. Esses ossos se conectam
com a coxa e o restante do corpo
por meio da fíbula e da tíbia.
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ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E PÉARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E PÉ
MUSCULOSMUSCULOS
FLEXORES PLANTARES DORSIFLEXORES EVERSORES INVERSORES
Gastrocnêmio
Flexor longo dos dedos
Flexor longo do hálux
Fibular longo
Fibular curto
Plantar
Sóleo
Tibial posterior
Tibial anterior
Fibular terceiro
Extensor longo dos
dedos
Extensor longo do
hálux
Fibular longo
Fibular curto
Fibular terceiro
Extensor longo
dos dedos
Tibial anterior
Tibial posterior
Flexor longo dos
dedos
Flexor longo do
hálux
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O TRONCOO TRONCO
A base esquelética do tórax é
formada por 12 pares de costelas
7 pares são de costelas verdadeiras, uma vez
que estão conectadas diretamente ao esterno
por uma cartilagem costal separada5 pares são consideradas costelas falsas dos quais 3 estão
conectadas indiretamente ao esterno por uma cartilagem costal
compartilhada e 2 consistem em costelas flutuantes com
extremidades livres
PONTOS DE REFERÊNCIA ÓSSEOS
Processo mastóide
Processos transversos e espinhosos
da coluna cervical
Processos espinhosos das quatro
vertebras superiores do tórax
Manúbrio do esterno
Porção medial da clavícula
CAIXA TORÁCICA
Esterno
Costelas
Coluna vertebral Protege os pulmões e
outros orgãos vitais
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7 Cervicais
12 Torácicas
5 Lombares
5 Sacrais
4 Coccígeas
COLUNA VERTEBRALCOLUNA VERTEBRAL
Consiste em 24 vertebras
articuladas e 9 fundidas
Lordose
Cifose
Lordose
Cifose
ARQUITETURA DAS VERTEBRAS
Corpo
Forame vertebral
Processo transverso (lateral)
Processo espinhoso (posterior)
As vertebras C3 a L5 possuem uma
arquitetura semelhante:
ATLAS
Processo transverso
Arco posterior
Forame vertebral
Faceta articular superior
Fóvea do dente
Arco anterior
Forame transversário
ÁXIS
Forame transverso
Processo espinhoso bífido
Arco posterior
Forame vertebral
Faceta articular superior
Dente
Forame transversário
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COLUNA VERTEBRALCOLUNA VERTEBRAL
ARTICULAÇÃO ATLANTOCCIPITAL
Formada pelos côndilos occipitais
do crânio localizados sobre a
cavidade articular da primeira
vértebra
ARTICULAÇÃO ATLANTOAXIAL
Atlas está assentado sobre o áxis
As demais articulações
vertebrais são classificadas
como articulações artrodiais
ou do tipo deslizantes em
razão de seus limitados
movimentos deslizantes.
DISCOS INTERVERTEBRAIS
Estão localizados entre os corpos
vertebrais
Sã formados por uma borda
externa de fibrocartilagem densa
conhecida como anel fibroso e
usa substancia central gelatinosa
e pulposa conhecida como núcleo
pulposo.
Amortecem o impacto
intervertebral
MOVIMENTOS
Flexão da coluna: movimento
anterior no plano sagital
Extensão da coluna:
movimento posterior no plano
sagital
Flexão lateral: a cabeça se
move lateralmente em direção
ao ombro e o tórax em direção
a pelve
Rotação da coluna: plano
transverso
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MÚSCULOS
TRONCO E COLUNA VERTEBRALTRONCO E COLUNA VERTEBRAL
MOVIMENTAM A CABEÇA
Reto anterior da cabeça
Longo da cabeça
Longíssimo da cabeça
Oblíquo sup. da cabeça
Oblíquo inf. da cabeça
Reto posterior da cabeça
Trapézio parte descendente
Esplênio da cabeça
Semiespinhal da cabeça
Reto lateral da cabeça
Esternocleidomastóideo
ANTERIORES
POSTERIORES
LATERAIS
COLUNA VERTEBRAL
Eretor da espinha
Espinhal
Longuíssimo
Iliocostal
Esplênio da cabeça
Quadrado lombar
Longo do pescoço
Interespinhal
Intertransversos
Multífidos
Psoas menor
Rotadores
Semiespinhais
Psoas maior e menor
SUPERFICIAIS
PROFUNDOS
TÓRAX
Diafragma
Intercostais internos e externos
Subcostais
Escalenos anterior, médio e
posterior
Serrátil posterior
Transverso do tórax
PAREDE ABDOMINAL
Reto do abdome
Oblíquo externo do abdome
Oblíquo interno do abdome
Transverso do abdome
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BIOMECÂNICA DA MARCHABIOMECÂNICA DA MARCHA
É a distância entre dois
contatos consecutivos do
calcanhar do mesmo pé.
COMPRIMENTO DA PASSADA COMPRIMENTO DO PASSO
É a distância entre
sucessivos contatos do
calcanhar dos dois pés
LARGURA DO PASSO
É a distância lateral entre entre
os centros do calcanhar de dois
contatos consecutivos do pé e é,
em média, cerca de 8 a 10 cm.
FASE DE APOIO
Contato inicial
Resposta à carga
Apoio médio
Retirada do calcanhar do chão
Retirada dos dedos
60% do ciclo da marcha
1.
2.
3.
4.
5.
FASE DE BALANÇO
Inicial (aceleração)
Médio
Final (desaceleração)
40% do ciclo da marcha
1.
2.
3.
DETERMINANTES DA MARCHA
Rotação pélvica
Inclinação pélvica
Deslocamento lateral da pelve
Flexão de joelho na fase de
apoio
Interação entre tornozelo,
joelho e pé
1.
2.
3.
4.
5.
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CICLO DA MARCHACICLO DA MARCHA
Contato inicial
(contato do
calcanhar com
o solo)
Rotação lateral
da tíbia
Resposta à
carga
Apoio
médio
Apoio
terminal
Pré-balanço
(retirada da ponta
do pé do solo)
Rotação medial
da tíbia
Rotação lateral
da tíbia
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