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autoridade policial. Pelas imagens das 
câmeras de segurança do estabelecimento 
foi possível a plena identificação dos 
roubadores. Após representação da 
autoridade policial o Magistrado competente 
decretou a prisão preventiva de Marcelo e 
Márcio. Os mandados de prisão foram 
cumpridos três dias depois do crime. Neste 
caso, o inquérito policial deverá terminar no 
prazo de 
A.30 dias, contados da data do crime. 
B.5 dias, contados a partir do dia da 
execução da ordem de prisão preventiva. 
C.10 dias, contados da data do crime. 
D.10 dias, contados a partir do dia da 
execução da ordem de prisão preventiva. 
E.30 dias, contados a partir do dia da 
execução da ordem de prisão preventiva 
 
40. Uma vez a autoridade judicial 
determinando o arquivamento do 
inquérito policial por não haver base 
para a denúncia, é possível que a 
autoridade policial proceda a novas 
pesquisas com relação aos mesmos 
fatos? 
A.Sim, a qualquer momento desde que 
fundamente a decisão. 
B.Não, pois, com o arquivamento do 
inquérito policial, o Estado tacitamente 
renuncia ao ius puniendi . 
C.Sim, caso tenha notícia de outras provas. 
D.Não, uma vez que a decisão de 
arquivamento do inquérito policial faz coisa 
julgada material. 
E.Sim, desde que haja autorização judicial 
fundamentada. 
 
41. Relativamente à ação penal , assinale a 
alternativa correta. 
A.Qualquer pessoa do povo poderá 
provocar a iniciativa do Ministério Público, 
nos casos em que caiba a ação penal 
privada, fornecendo-lhe, por escrito, 
informações sobre o fato e a autoria e 
indicando o tempo, o lugar e os elementos 
de convicção 
B.Nos crimes que se processa por ação 
penal pública condicionada, a 
representação será retratável, depois de 
oferecida a denúncia, exclusivamente por 
declaração escrita da vítima ou por 
procurador com poderes especiais. 
C.Quando, em autos ou papéis de que 
conhecerem, os juízes ou tribunais 
verificarem a existência de crime de ação 
privada, determinarão a extração de cópias 
e a intimação da vítima para que exerça o 
direito de queixa. 
D.O Ministério Público não poderá desistir 
da ação penal. 
E.No caso de morte do ofendido ou quando 
declarado ausente por decisão judicial, o 
direito de oferecer queixa ou prosseguir na 
ação passará às pessoas mencionadas no 
art. 31, do Código de Processo Penal 
(ascendente, descendente, cônjuge ou 
irmão), tendo preferência dentre eles o 
ascendente (art. 36, Código de Processo 
Penal). 
 
42. Através do oferecimento de denúncia, o 
Ministério Público inicia um processo em 
que se imputa a determinada pessoa um 
crime de ação penal pública. 
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Com base nas previsões do Código de 
Processo Penal, existem formalidades 
legais que devem ser observadas pelo 
Promotor de Justiça no momento de 
apresentar a inicial acusatória. 
A denúncia deverá conter: 
A.a classificação do crime, a qual não 
vincula o magistrado, que poderá dar nova 
classificação jurídica no momento da 
sentença com base em novos fatos 
descobertos durante a instrução, ainda que 
sem qualquer alteração da inicial 
acusatória; 
B.a qualificação do acusado, mas, caso sua 
identificação através do nome seja 
desconhecida, poderão constar 
esclarecimentos pelos quais possa ser 
identificado, tornando certa a identidade 
física; 
C.a exposição do fato criminoso com todas 
as suas circunstâncias, não podendo a 
agravante da reincidência ser reconhecida 
se não imputada na inicial acusatória; 
D.a classificação do crime, que vinculará o 
magistrado no momento da sentença, ainda 
que não haja necessidade de alteração dos 
fatos narrados; 
E.o rol de testemunhas, computando-se no 
limite máximo as testemunhas referidas. 
 
43. A ação penal pode ser iniciada através 
do oferecimento de denúncia, nas ações 
penais públicas, ou queixa, nas ações 
penais privadas, cada uma das espécies de 
ação possuindo tratando próprio previsto no 
Código de Processo Penal. 
 
São aplicáveis às ações penais de iniciativa 
privada os princípios da: 
A.oportunidade, disponibilidade e 
indivisibilidade; 
B.obrigatoriedade, disponibilidade e 
indivisibilidade; 
C.conveniência, disponibilidade e 
divisibilidade; 
D.oportunidade, indisponibilidade e 
intranscendência; 
E.conveniência, divisibilidade e 
intranscendência. 
 
44. O Código de Processo Penal prevê uma 
série de institutos aplicáveis às ações 
penais de natureza privada. 
 
Sobre tais institutos, é correto afirmar que: 
 
A.a renúncia ao exercício do direito de 
queixa ocorre antes do oferecimento da 
inicial acusatória, mas deverá ser expressa, 
seja através de declaração do ofendido seja 
por procurador com poderes especiais; 
B.o perdão do ofendido oferecido a um dos 
querelados poderá a todos aproveitar, 
podendo, porém, ser recusado pelo 
beneficiário, ocasião em que não produzirá 
efeitos em relação a quem recusou; 
C.a renúncia ao exercício do direito de 
queixa ocorre após o oferecimento da inicial 
acusatória, gerando extinção da 
punibilidade em relação a todos os 
querelados; 
D.a decadência ocorrerá se o ofendido não 
oferecer queixa no prazo de 06 meses a 
contar da data dos fatos, sendo irrelevante 
a data da descoberta da autoria; 
E.a perempção ocorre quando o querelante 
deixa de comparecer a atos processuais 
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para os quais foi intimado, ainda que de 
maneira justificada. 
45. Paulo foi vítima de um crime de 
difamação, crime esse de ação penal 
privada, no dia 01 de dezembro de 2017, 
ocasião em que recebeu uma carta com o 
conteúdo criminoso. Diante disso, 
compareceu, no mesmo dia, em sede 
policial, narrou o ocorrido e demonstrou 
interesse na investigação da autoria delitiva. 
No dia 14 de dezembro de 2017, foi 
elaborado relatório conclusivo, indicando 
que Mariana e Marta agiram em comunhão 
de ações e desígnios e eram as autoras do 
delito. Paulo procura Mariana, que era sua 
ex-companheira, para esclarecimentos 
sobre o ocorrido, ocasião em que os dois se 
entendem e retomam o relacionamento. Em 
relação à Marta,porém, Paulo ofereceu 
queixa-crime, em 13 de junho de 2018, 
imputando-lhe a prática do crime do Art. 139 
do CP. Com base apenas nas informações 
narradas, ao analisar o procedimento em 15 
de junho de 2018, o Promotor de Justiça 
deverá opinar pelo 
A.não recebimento da queixa em face de 
Marta, tendo em vista que houve 
decadência no exercício do direito de 
queixa. 
B.recebimento da queixa em face de Marta, 
uma vez que a mesma foi oferecida dentro 
do prazo legal, nada mais podendo ser feito 
em relação à Mariana, já que houve 
renúncia ao exercício do direito de queixa 
em relação a esta. 
C.não recebimento da queixa em face de 
Marta, diante da renúncia ao exercício do 
direito de queixa em favor de Mariana. 
D.não recebimento da queixa em face de 
Marta, uma vez que houve perdão do 
ofendido. 
E.recebimento da queixa em face de Marta, 
bem como intimação do querelante para 
imediato aditamento da queixa, incluindo 
Mariana no polo passivo. 
 
46. Foi instaurado inquérito policial para 
apurar a suposta prática de crime de 
estelionato, figurando Valéria como vítima e 
Júlio César como indiciado. Após a 
realização de diversas diligências e a 
apresentação de relatório conclusivo por 
parte da autoridade policial, o Ministério 
Público analisou os elementos informativos 
e encaminhou ao Judiciário promoção de 
arquivamento, entendendo pela inexistência 
de justa causa. Ao tomar conhecimento, 
Valéria fica revoltada com a conduta do 
órgão ministerial, pois está convicta de que 
Júlio César seria o autor do delito. Diante 
disso, apresenta queixa, iniciando ação 
penal privada subsidiária da pública. 
Quando iniciada a análise da ação penal 
privada subsidiária da pública, deverá o 
órgão do Poder Judiciário competente: 
A.receber a inicial acusatória e, caso o 
ofendido deixe de promover o andamento 
do processo por 30 dias seguidos, deverá 
ser reconhecida a perempção; 
B.não receber a inicial acusatória, tendo em 
vista que não houve omissão do Ministério 
Público a justificar a ação penal privada 
subsidiária da pública; 
C.receber a inicial acusatória, passando o 
ofendido a figurar como parte do processo, 
não podendo o Ministério Público aditar a 
queixa oferecida; 
D.receber a inicial acusatória, podendo o 
Ministério Público oferecer denúncia 
substitutiva da queixa, fornecer elementos 
de prova e interpor recursos; 
E.não receber a inicial acusatória, pois não 
há previsão do instituto da ação penal 
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