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Para explicar o comportamento 
organizacional, a Teoria 
Comportamental fundamenta-se 
no comportamento individual das 
pessoas. 
Para poder explicar como as 
pessoas se comportam, torna-se 
necessário o estudo da 
motivação humana. 
 
Assim, um dos temas fundamentais da Teoria 
Comportamental da Administração é a motivação, campo no 
qual a teoria administrativa recebeu grandes contribuições. 
Os principais pensadores da Teoria 
Comportamental
Teoria 
Comportamental 
Kurt Lewin 
Herbert 
Alexander 
Douglas 
McGregor 
Rensis 
Likert 
Chris 
Argyris 
Abraham 
Maslow 
Frederick 
Herzberg 
Os principais pensadores da Teoria 
Comportamental
Teoria 
Comportamental 
Kurt Lewin 
Herbert 
Alexander 
Douglas 
McGregor 
Rensis 
Likert 
Chris 
Argyris 
Abraham 
Maslow 
Frederick 
Heerzberg 
Abraham Maslow
Abraham Maslow foi um psicólogo 
comportamental norte-americano que 
ficou conhecido pela publicação da 
Hierarquia das Necessidades Humanas, 
em 1943. 
Essa hierarquia pode ser visualizada 
através de uma pirâmide, onde as 
necessidades tem graus de importância e 
influência. 
 
 
• NECESSIDADES FISIOLÓGICAS: o nível mais baixo da 
pirâmide. São as necessidades intrínsecas ao indivíduo, que 
fazem parte da sua natureza, como alimentação, repouso, 
abrigo etc. Estão ligadas à sobrevivência da pessoa. 
• NECESSIDADES DE SEGURANÇA: o segundo nível surge 
quando o primeiro nível é razoavelmente satisfeito. Refere-se 
às necessidades de segurança, à busca pela proteção contra 
a ameaça, à fuga ao perigo. São importantes no 
comportamento humano, pois em razão da dependência do 
funcionário com relação à empresa, ele precisa se sentir 
seguro no ambiente de trabalho. Se a empresa tiver atitudes 
que provoquem no funcionário incertezas quanto ao seu 
emprego, poderá se criar um clima de insegurança no 
ambiente de trabalho. 
 
• NECESSIDADES SOCIAIS: assim como o segundo, o terceiro 
nível surge quando os dois primeiros estão razoavelmente 
satisfeitos. Algumas das necessidades sociais são: de afeto, de 
participação, de aceitação por parte do grupo, de amizade etc. 
Se não forem totalmente satisfeitas, a pessoa ficará hostil ao 
grupo que a cerca. Se isso ocorrer no ambiente de trabalho, a 
situação com certeza terá reflexos negativos para a empresa. 
• NECESSIDADES DE AUTOESTIMA: Estão relacionadas com o 
modo como o indivíduo se vê e se avalia. Sua não satisfação 
pode levar ao desânimo, que pode refletir no rendimento do 
funcionário. 
• NECESSIDADES DE REALIZAÇÃO: são as que estão no topo da 
hierarquia e estão ligadas ao autodesenvolvimento pessoal e 
profissional. 
 
F. Herzberg, psicólogo industrial norte-
americano, desenvolveu várias pesquisas
no anos 60. Essas pesquisas o fizeram
classificar a motivação humana em duas
categorias.
Para ilustrar essa classificação, Herzberg
utilizou metáforas religiosas,
representadas pelos personagens bíblicos
Adão e Moisés.
Adão é o homem natural que busca satisfazer suas
necessidade elementares, sem as quais ele não poderia
viver, como as necessidade de fisiológicas e de segurança.
Essas necessidades devem ser atendidas em um nível
mínimo, sem o que a atividade humana no trabalho não é
possível.
A esse processo Herzberg chamou Nível de higiene
mínimo – ou fatores higiênicos de satisfação, abaixo
do qual o homem não pode trabalhar. Os fatores
higiênicos de satisfação devem saciar as necessidades
básicas (fisiológicas e de segurança).
 
Para conseguir que os indivíduos dediquem-se mais ao
trabalho e comprometam-se mais com a organização é
preciso atender a outro tipo de necessidade humana. Logo, a
Moisés Herzberg atribui a busca de aperfeiçoamento do
espírito, da criação, da realização e do desenvolvimento do
potencial humano.
Essa dimensão vai além das necessidades básicas e pode ser
satisfeita com base nos fatores motivacionais ou
intrínsecos. Esse fatores são indeterminados e complexos,
influenciados pela identidade de cada indivíduo.
 
Douglas McGregor
Douglas McGregor, nasceu em Detroit e formou-
se doutor em Psicologia por Harvard. 
Ficou conhecido pela sua obra The Human side 
of Enterprise, em que explica essas teorias. 
Segundo sua obra, a conduta dos 
administradores é fortemente influenciada por 
suas suposições sobre o comportamento 
humano. E são os extremos do comportamento 
humano que são explicados pelas Teoria X e Y. 
 
A “TEORIA X” representa o típico estilo de 
administração das teorias do Taylor, Fayol e 
Weber em diferentes estágios: limitação da 
iniciativa individual, aprisionamento da 
criatividade, e rotina de trabalho rígida. 
A “TEORIA Y” baseia-se em concepções 
atuais, tendo uma gestão aberta, dinâmica e 
democrática. Administrar torna-se um 
processo de criar oportunidades, liberar 
potenciais, orientar para atingir os objetivos 
e encorajar o crescimento pessoal. 
1. As pessoas são indolentes,
2. Falta-lhes ambição e evitam
o trabalho,
3. Resistem às mudanças,
4. Sua dependência as torna
incapazes de autocontrole
e autodisciplina.
1. As pessoas gostam de atividade,
2. As pessoas não são passivas,
3. Têm motivação e potencial de
desenvolvimento,
4. Aceitam responsabilidade,
5. Têm imaginação e criatividade.
Enquanto a teoria X baseia-se no exercício estrito da autoridade, a teoria 
Y introduz elementos pessoais na relação de trabalho, fazendo apelo 
às qualidades do líder.
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