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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
 
 
 
MATHEUS CAVALCANTE DA SILVA
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APLICAÇÃO DA METODOLOGIA BIM NO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PREDIAIS DE BAIXA TENSÃO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Manaus
2023
MATHEUS CAVALCANTE DA SILVA
 
 
 
 
 
 
 
APLICAÇÃO DA METODOLOGIA BIM NO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PREDIAIS DE BAIXA TENSÃO
 
 
 
 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso
de Engenharia Civil, da UNIVERSIDADE FEDERAL
DO AMAZONAS, como requisito parcial para a
Obtenção do grau de Bacharel em Engenharia Civil.
 
 
 
 
 
 
 
 
Orientador: Elias Simão Assayag
 
 
 
 
 
 
 
 
Manaus
2023
Ficha Catalográfica
S586a    Aplicação da metodologia BIM no projeto de instalações elétricas
prediais de baixa tensão / Matheus Cavalcante da Silva . 2023
   64 f.: il. color; 31 cm.
   Orientador: Elias Simão Assayag
   TCC de Graduação (Engenharia Civil) - Universidade Federal do
Amazonas.
   1. Bim. 2. Instalações elétricas. 3. Revit™. 4. Projetos. I. Assayag,
Elias Simão. II. Universidade Federal do Amazonas III. Título
Ficha catalográfica elaborada automaticamente de acordo com os dados fornecidos pelo(a) autor(a).
Silva, Matheus Cavalcante da
MATHEUS CAVALCANTE DA SILVA
 
 
 
 
APLICAÇÃO DA METODOLOGIA BIM NO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PREDIAIS DE BAIXA TENSÃO
 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso
de Engenharia Civil, da UNIVERSIDADE FEDERAL
DO AMAZONAS, como requisito parcial para a
Obtenção do grau de Bacharel em Engenharia Civil.
 
 
 
 
 
 
Manaus, 10 de fevereiro de 2023
 
 
 
 
 
BANCA EXAMINADORA
 
__________________________________
Prof. Mestre: Elias Simão Assayag
Universidade Federal do Amazonas-UFAM
 
__________________________________
Prof. Dr. João de Almeida Melo Filho
Universidade Federal do Amazonas-UFAM
 
__________________________________
Prof. Dr. Alessandro Bezerra Trindade
Universidade Federal do Amazonas-UFAM
A toda a minha família e amigos, pelo amor e apoio
incondicional ao longo de toda a minha jornada. Aos meus
professores, pelas valiosas lições e inspirações.
AGRADECIMENTOS
Agradeço aos meus pais Carlos José da Silva e Milene Cristina Cavalcante da Silva
por todo amor e por continuarem acreditando na minha capacidade durante toda essa jornada.
Agradeço ao meu irmão Carlos Felipe Cavalcante da Silva por muito ter me inspirado
no meu processo de formação básico, assim como constantemente ter me motivado em
questões acadêmicas, e por todo o amor e suporte.
Agradeço aos meus professores pelas valiosas lições, inspirações e amizades que fiz
com os mesmos.
Agradeço aos meus amigos e colegas de faculdade Andresson Ribeiro, André Rafael,
Douglas Laio, Thayná Caldas, Vicente Neto, por toda a ajuda nessa jornada acadêmica.
Também a meus colegas e amigos de trabalho da empresa TecPro Projetos e Construções
LTDA que muito me proporcionaram com conhecimento e camaradagem.
Agradeço à instituição de ensino por me proporcionar as ferramentas e oportunidades
necessárias para a realização deste trabalho. E a todos os escritores que de bom coração
disponibilizaram o seu conhecimento para ser de base para a conclusão deste trabalho.
RESUMO
A metodologia BIM trouxe uma nova forma de se desenvolver o trabalho do
Engenheiro Civil, apresentando um formato diferente de se projetar e de se construir, para se
corroborar estas afirmações este trabalho se desenvolveu com o objetivo de analisar a eficácia
da aplicação da metodologia BIM no projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão.
Para alcançar este objetivo, o trabalho realiza uma revisão sistematizada da literatura sobre
BIM na Engenharia Civil nos últimos 3 anos, desenvolve um projeto de instalações elétricas
prediais de baixa tensão utilizando a metodologia BIM para uma residência de alto padrão
com 624,61m² e, por fim, compara os resultados obtidos com a metodologia BIM aos projetos
tradicionais para apresentar conclusões sobre custo, precisão de modelo e eficiência na
produção e criação de modelos de construção que permite uma colaboração mais eficiente e
uma visão integrada do projeto.
Palavras-chave: BIM, Instalações elétricas, Revit™, Projetos;
ABSTRACT
The BIM methodology has brought a new way for the work of a Civil Engineer to be
developed, presenting a different format for designing and building. To corroborate these
statements, this work was carried out with the aim of analyzing the effectiveness of the
application of the BIM methodology in the design of low-voltage electrical installations. To
achieve this goal, the study conducted a systematic review of literature on BIM in Civil
Engineering in the last three years, developed a design for low-voltage electrical installations
using the BIM methodology for a high-standard residence with a floor area of 624.61 square
meters, and finally compared the results obtained with the BIM methodology to traditional
designs to present conclusions on cost, model accuracy, and efficiency in the production and
creation of construction models, allowing for more efficient collaboration and an integrated
vision of the project.
Keywords: BIM, Eletrical Installations, Revit™, Projects;
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LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Figura 1 — Maturidade do BIM 17
Figura 2 — Níveis de detalhamento 19
Figura 3 — Símbolos projeto elétrico 22
Figura 4 — Distribuição da queda de tensão admissível 27
Figura 5 — Exemplo de Clash 30
Figura 6 — Asana® 32e divisão por 100
para diminuir o número de casas decimais apresentadas na tabela para duas.
Na figura 14 é apresentado a tabela de painel onde pode-se ver em cada linha o
número do circuito que coincide com o apresentado em planta baixa, uma descrição do
circuito, a tensão utilizada por fase, a potência que os pontos elétricos deste circuito pode
consumir, o Fator de Potência médio de utilização, A carga e corrente aparente corrigidas pelo
FP, o disjuntor dimensionada para o circuito, o grupo de Diferencial Residual assim como o
dimensionamento do mesmo, o tamanho da fiação como a sua quantidade necessária, a secção
do cabo em valores inteiros, o comprimento em metros da fiação até o ponto mais distante, a
queda de tensão em porcentagem, assim como a fase que está sendo utilizada por este circuito
assim controlando o balanceamento de carga. 
47
Figura 14 — Tabela de painel 
Fonte: O autor (2023).
A descrição do circuito é baseada em fatores básicos do mesmo, como uma descrição
simplificada dos locais onde se encontra os pontos e a nomenclatura entre TUG e TUE, está
mesma tabela será consultada pelo eletricista para montagem de quadros e futuramente para
os usuários. 
E o Revit™ foi programado por um plugin externo chamado de Ricaun™ para criar o
diagrama unifilar se baseando na tabela de painel acima. 
48
Figura 15 — Diagrama Unifilar 
Fonte: O autor (2023).
49
6.1.1 Interferências encontradas em fase de projeto 
Uma das analises feitas no Revit™ utilizando a ferramenta de verificação de
interferência, uma ferramenta simples e sem muitos controles específicos para a análise mas
que pode fazer a análise grosseira de Clashs onde é evidente a incompatibilidade entre os
projetos e faz-se necessário uma comunicação entre as disciplinas para se verificar a melhor
solução para a situação. 
A figura 16 apresenta a verificação de interferência onde se compara o projeto de
elétrica na esquerda onde está na aba Projeto atual, e se compara com o projeto de esgoto da
residência que se encontra na direita com o nome da aba de 027-22-PL-ESGOTO R00,
nomenclatura específica da empresa TecPro. 
50
Figura 16 — Verificação de interferência 
Fonte: O autor (2023).
Na figura 17 se segue uma interferência encontrada pelo Revit™ e apresentada ao
modelador para ser resolvida, percebe-se que a altura do perfilado e por consequência a altura
do eletroduto que a ele está conectado está conflitando com a viga que apoia a laje. 
51
Figura 17 — Compatibilização entre Estrutura e Elétrica 
Fonte: O autor (2023).
Logo a solução necessária para está situação será a modificação da altura do perfilado
que resulta na descida do eletroduto junto devido os mesmos estarem conectados, pois
qualquer alteração na estrutura seria muito mais dificultoso. 
52
Figura 18 — Resultado da compatibilização 
Fonte: O autor (2023).
Após movidos os elementos conflitantes como indicado na imagem acima foi
realizado uma nova verificação de interferência e atestou-se com a mesma a conclusão deste
Clash.
6.2 LISTA DE MATERIAIS
Como apresentado anteriormente o Revit™ possui a capacidade de gerar listas de
materiais automaticamente, utilizando como base a modelagem de forma precisa, sendo
possível aumentar a precisão com um maior detalhamento de cada componente, como por
exemplo parafusos ou suportes para execução, as figuras 19, 20 e 21 apresentam as listas de
materiais da residência. 
53
Figura 19 — Lista de materiais - ELETRODUTO 
Fonte: O autor (2023).
54
Figura 20 — Lista de materiais - COMPONENTES 
Fonte: O autor (2023).
55
Figura 21 — Lista de mateirias - Fiação 
Fonte: O autor (2023).
6.3 VALIDAÇÃO DO PROJETO EM BIM
A validação da metodologia BIM é importante para garantir que a modelagem em 3D
e as informações inseridas no modelo sejam precisas e confiáveis. Uma maneira de validar
essa metodologia é por meio de cálculos manuais. 
Quando os cálculos manuais validam a metodologia BIM, significa que as
informações inseridas no modelo estão corretas e que o modelo é uma representação fiel da
construção que será realizada. Isso permite que a equipe de construção tome decisões
baseadas em dados precisos e reduz a possibilidade de erros durante a execução da obra. 
Além disso, a validação dos cálculos manuais também é importante para garantir a
segurança da construção e das pessoas envolvidas no processo. Quando as informações do
modelo são precisas, é possível antecipar possíveis problemas e tomar medidas para evitá-los. 
 Quando os cálculos confirmam a precisão das informações inseridas no modelo, é
possível ter confiança de que o modelo é uma representação confiável da construção que será
realizada. 
O dimensionamento do circuito 1.1 foi realizado no apêndice B e se mostrou
56
condizente com o dimensionado no software Revit™, este sendo um cabo de 2,5mm² para um
circuito de 1260W. 
57
7 CONCLUSÃO
Concluindo sobre a RSL, fica evidente que a metodologia BIM apresenta vantagens
significativas como economia de tempo e dinheiro, menor perda de informações entre as
etapas do projeto, comunicação entre disciplinas, maior precisão no modelo, facilidade na
realização de diversas análises e alteração do projeto. Além disso, a automação de
quantitativos e a capacitação da mão de obra são fatores importantes para a implementação
eficiente da BIM. Porém, é necessário um grande detalhamento para aumentar a eficiência e
construir uma biblioteca de famílias. A mudança de mentalidade dos usuários também é um
fator importante para a implementação bem-sucedida da BIM. 
O exemplo prático apresentado demonstrou como é possível obter informações
detalhadas e precisas sobre a distribuição de cargas, traçado de cabos e disposição dos
equipamentos, além de possibilitar a colaboração entre os diferentes profissionais envolvidos
no projeto. A utilização do BIM também proporciona maior segurança no dimensionamento
dos equipamentos e na verificação das normas técnicas. Portanto, a implementação desta
metodologia é altamente recomendada para garantir a qualidade e a eficiência dos projetos de
instalações elétricas. 
Após a realização deste estudo, pode-se concluir que a utilização da metodologia BIM
para a modelagem de instalações elétricas em residências é uma ferramenta eficaz para o
gerenciamento de projetos, dimensionamento e análises, a RSL evidencia que é necessário um
grande detalhamento para aumentar a eficiência e se prova correta esta afirmação como
mostrado no exemplo prático, vários passos são realizados diversas vezes. 
O resultado da RSL mostra que as maiores vantagens da metodologia BIM são maior
precisão no modelo e a capacidade de realizar diversas análises e novamente estas realidades
foram encontradas no exemplo prático, afinal o modelo possui dimensões exatas e locadas no
espaço tridimensional precisamente, e para todos os circuitos é realizado análises de corrente
máxima, proteção necessária por disjuntor e queda de tensão. 
A metodologia BIM (Building Information Modeling) é uma ferramenta digital que
vem ganhando cada vez mais espaço no setor da construção. Ela permite a criação de um
modelo virtual tridimensional do projeto, acompanhando todas as etapas do processo de
construção, desde o planejamento até a entrega final. Isso possibilita uma visão mais clara e
completa do projeto, agilizando o processo de tomada de decisões e minimizando erros e
retrabalhos.
No caso específico dos projetos de instalações elétricas, a metodologia BIM pode ser
extremamente útil. Ela permite uma melhor integração entre as equipes envolvidas na
construção, garantindo que todas as informações sejam compartilhadas e atualizadas em
tempo real. Além disso, é possível testar e simular situações diferentes antes mesmo da
construção, identificando possíveis problemas e corrigindo-os de maneira mais eficiente. 
58
 
No entanto, apesar de todos os benefícios que a metodologia BIM pode trazer para os
projetos de instalações elétricas, é preciso lembrar que ela ainda precisa ser aperfeiçoada.
Ainda existemmuitos trabalhos manuais que precisam ser realizados, o que pode levar a erros
e atrasos. Por isso, é fundamental que o desenvolvimento da metodologia continue, buscando
a automatização de tarefas e a otimização de processos, para que possamos alcançar ainda
mais eficiência e qualidade nos projetos de instalações elétricas. Para projetos futuros, sugere-
se: 
Estudo de caso: Diferenças na utilização dos Software AutoCAD™ com cálculos
manuais e REVIT™ na elaboração de Projetos de instalações elétricas.
Análise do plugin Ricaun™ e suas capacidades de aumento de produção e futuras
ampliações.
Avaliação do BIM em obras e seus impactos na execução.
59
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26 jan. 2023.
62
TIAGO, T F C; TETI, B S ; VASCONCELOS, B M. Avaliação do uso de uma ferramenta
BIM no projeto de infraestrutura de um terminal de granel líquido. Revista de Ciência e
Tecnologia, 2021. ISSN 2447-7028.
VARGAS, F B de; FORMOSO, C T. Método para planejamento e controle da produção
baseado em zonas de trabalho com o apoio de BIM. Ambiente Construído, Porto Alegre, v.
20, n. 1, p. 129-151, mar 2020. ISSN 1678-8621.
63
APÊNDICE A - PROJETO ELÉTRICO RESIDENCIAL. 
64
HASTE DE TERRA 5/8" x 2,4m
COM SOLDA EXOTÉRMICA
TIPO HCT
CAIXA DE INSPEÇÃO
MATERIAL A DEFINIR
HASTE DE TERRA 5/8" x 2,4m
COM SOLDA EXOTÉRMICA
TIPO HCT
HASTE DE TERRA 5/8" x 2,4m
COM SOLDA EXOTÉRMICA
TIPO HCT
2,40 m
2,40 m
2,
40
 m
CU NU #16mm²
CU NU #16mm²
C
U
 N
U
 #
16
m
m
²
DETALHE MALHA DE ATERRAMENTO
SEM ESCALA
SOLDA
EXOTÉRMICA
TIPO HCT
QDLF1
#25
QDLF3
#16
QFAC2
#25
QDLF1
#25
QDLF3
#16
QFAC2
#25
1.7 QDLF3
#16
1.7QDLF1
#16
QDLF1
#25
QDLF3
#16
QDLF1
#25
QDLF3
#16
QFAC2
#25
QDLF3
QDLF1
QGBT
GERADOR
MED
COM QTA ACOPLADO
QFAC2
#16
QFAC2
#16
QFAC2
#16
(51309 VA)
(48439 W)
QGBT
GERADOR
#50 #25
QGBT C 150 A - 3 kA
CLASS I
275 V - 20 kA
C 80 A - 3 kA
#25 #16
QDLF1
QDLF1 - QDLF1
ABC
21834 VA
C 50 A - 3 kA
#16
QDLF3
QDLF3 - QBP
ABC
6584 VA
C 80 A - 3 kA
#25 #16
QFAC2
QFAC2 - QFAC24
ABC
23007 VA
Disjuntor Termomagnético Monopolar
LEGENDA DIAGRAMAS UNIFILARES
Disjuntor Termomagnético Bipolar
Condutores Neutro, Fase, Terra, respectivamente
DPS-Dispositivo de proteção contra surtos 
IDR-Interruptor Diferencial Residual (Imax=30mA)
kW.h Medidor de Energia
Disjuntor Termomagnético Tripolar
Notas Gerais
1- Eletrodutos embutidos no solo serão do tipo PEAD.
2- Eletrodutos embutidos na laje deverão ser do tipo corrugado reforçado.
3- Eletrodutos conectados a eletrocalha deverão ser do tipo rígido em pvc ou galvanizado,se aparente.
4- Os condutores não cotados serão de #2,5mm², os condutores de retorno serão de #2,5mm².
5- Os eletrodutos não cotados serão de Ø3/4".
6- Em todo eletroduto subterrâneo, os condutores deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90°C. 
7- Os condutores elétricos de distribuição deverão ser de cobre, classe 450/750V, isolação em PVC, temperatura 70°C.
8- Os condutores elétricos de alimentação de quadros elétricos deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, 
temperatura 90ºC.
9- A seção do condutor neutro é igual ao da fase do circuito, salvo indicação contrária.
10-O condutor neutro não poderá ser ligado ao condutor proteção terra após passar pelo quadro geral da instalação.
11- O condutor de proteção nunca deverá ser ligado ao IDR.
12- Utilizar um condutor neutro para cada circuito.
13- Os circuitos foram numerados pela quantidade de fases, ou seja, circuitos bifásicos contém dois números.
14- Utilizar chuveiros com resistência blindada para evitar o desligamento incorreto do IDR.
15- As instalações elétricas deverão ser executadas respeitando os padrões de qualidade e segurança estabelecidos na norma 
NBR5410:2004.
16- Todos os pontos metálicos deverão ser aterrados.
17-A indicação de potência no pontos de luz são os valores calculados para dimensionamento dos circuitos conforme precrições 
da NBR 5410, não necessariamente correspondem ao valor exato das lampadas a serem instaladas.
18-Para as tomadas sem indicação de potência foi considera 100 VA.
19-Todos os eletrodutos de eletricidade deverão estar afastados 0,50m das tubulações de gás.
HASTE DE ATERRAMENTO
Solda exotérmica HCL 5/8. 50-5
Cartucho nº115
Alicate Z-201
Haste de aterramento alta camada 5/8" x 2,4m
Cabo de cobre NU #50mm²
QDLF1
QGBT
QDLF3
GERADOR
Ø2 1/2"
Ø2 1/2"
ENVELOPAMENTO 
DE CONCRETO
0,50 m
5,
00
 m
0,30 mØ1 1/2"
Ø1 1/2"
QDLF1
#25
QDLF3
#16
QFAC2
#25
QDLF1
#25
QDLF3
#16
QFAC2
#25
1.7QDLF1
#16
QDLF1
#25
QDLF3
#16
QDLF1
#25
QDLF3
#16
QFAC2
#25
QGBT
#25
QGBT
#50
SUITE 2 CLOSET 2 BHO 2 BHO 1 SUITE 1 ESCRITÓRIO
LAVABO
SALA DE ESTAR / JANTAR HALL DE ENTRADACOZINHA
ENVELOPAMENTO 
DE CONCRETO
BHO FUNC.
QUARTO
SALA
BHO EXTERNO
DEPÓSITO
VARANDA GOURMET
CLOSET MASTER
BHO MASTER SUITE MASTER BHO 3 CLOSET 3 SUITE 3
GARAGEMDEPÓSITO
LAVANDERIA
CIRCULAÇÃO INTERNA
Ø1 1/2" PEAD
PEAD
PEAD
PEAD
1.7QDLF3
#16
QFAC2
#16
QFAC2
#25
Ø1 1/2"
QFAC2
Ø2 1/2"
Ø2 1/2"
QFAC2
#16
QFAC2
#16
QFAC2
#16
Caixa de medição e proteção 
polimérica - conjunto para medição 
acimda de 100A até 200A
Abraçadeira tipo "D" ou 
"U" para eletroduto
Haste de aterramento Copperweld
Eletroduto PVC rígido 
ou aço galvanizado de 
Ø2' 1/2"
TECNO LOGIA EM PROJETOS
A1
Indicada
END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto 
Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM 
Fone: (92) 3642-5881 
E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br 
Website: tecprobr.com.br 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PROPRIETÁRIO :
RESPONSÁVEL TÉCNICO
AUTOR DO PROJETO
PROPRIETÁRIO:
ENDEREÇO:
DESENHO:DATA:
PROJETO: OBRA:
ESCALA:
FORMATO:
PRANCHA
Nº PRANCHAS:
COORDENADOR(A): REVISÃO:
CONTEÚDO:
ETAPA:
APROVAÇÃO :
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99
ART Nº.
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
Autoria
Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM
Eng. Marcus Mesquita
CÓDIGO DO PROJETO:
ELE
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
CREA: 9469-D/AM
Eng.º Civil
R00
NILCE BINGEL
MEDIÇÃO E ALIMENTAÇÃO - DETALHES 3D
PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS
PROJETO EXECUTIVO
RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR
Jan/2023 001
027-22
05
Matheus C.
Silva
VISTA 3D ALIMENTAÇÃO
QTD.
NOME DO
PAINEL DESCRIÇÃO DO MATERIAL TENSÃO (V) FASE A FASE B FASE C
POTÊNCIA
DEMANDADA
CORRENTE
DEMANDADA
1 QDLF1 Quadro de distribuição trifásico de embutir, corrente nominal 225A,
capacidade para 56 disjuntores DIN, completo com barramentos
220,00 7200 VA 7506 VA 7169 VA 18018 VA 47,29 A
1 QDLF3 Quadro de distribuição trifásico, de embutir, corrente nominal 150A,
capacidade para 24 disjuntores DIN, completo com barramentos
220,00 2270 VA 2198 VA 2191 VA 5830 VA 15,30 A
1 MED Caixa Para Medidor Monofásico com visor de vidro, Padrão Manaus
Energia
220,00 17064 VA 17153 VA 17103 VA 41317 VA 108,43 A
1 QGBT Quadro de distribuição trifásico, de embutir, corrente nominal 150A,
capacidade para 16 dijuntores DIN, completo com barramentos
220,00 17064 VA 17153 VA 17103 VA 41317 VA 108,43 A
1 GERADOR Gerador Kohler à gás 40kW, 50Hz 17064 VA 17153 VA 17103 VA 41317 VA 108,43 A
1 QFAC2 Quadro de distribuição trifásico, de embutir, corrente nominal 150A,
capacidade para 34 disjuntores DIN, completo com barramentos
220,00 7649 VA 7609 VA 7749 VA 17604 VA 46,20 A
Alimentado por: GERADOR
Iluminação 7849 VA 1,00 7849 VA Sistema de Distribuição 127/220V Trifásico (3F+N+T)
Ar Condicionado 22371 VA 0,75 16778 VA Corrente Total Demandada: 108,43 A
TUGs (Residencial) 13114 VA 0,65 8524 VA Corrente Total Instalada: 134,65 A
TUEs (Residencial) 7617 VA 1,00 7617 VA Potência Total Demandada: 41317 VA
Motor 1500 VA 1,00 1500 VA Potência Total Instalada: 51309 VA
Classificação da Carga Potência Instalada Fator de Demanda Potência Demandada Totais do Painel
Corrente por fase: 134,4 A 135,11 A 134,71 A
Potência por fase: 17064 VA 17153 VA 17103 VA
1.3 QDLF3 220 6495 0,99 6585 17,28 A 50 0 0,00 A
3-#16,0 (79 A), 1-#16,0 (79 A),
1-#16 16 76 1,27 2270 2198 2191
1.2 QFAC2 220 21395 0,93 23007 60,38 A 80 0 0,00 A
3-#25,0(101A), 1-#25,0(101A),
1-#16,0 25 40 1,4 7649 7609 7749
1.1 QDLF1 220 20549 0,95 21835 57,30 A 80 0 0,00 A
3-#25,0 (101 A), 1-#25,0 (101 A),
1-#16 25 41 1,37 7200 7506 7169
CircuitoDescrição Tensão
Potência
(W)
FP
Carga
Aparente
Corrente
aparente Disj.(A) DR DR(A) Tamanho da fiação
Secção do
cabo (mm²)
Compriment
o (m)
Queda de
Tensão (%) A B C
Quadro de carga: QGBT
1 : 100
PLANTA DE ALIMENTAÇÃO
N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO
R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva
SEM ESCALA
VARANDA GOURMET
CLOSET MASTER
BHO MASTER
SUITE MASTER
BHO 3
CLOSET 3
SUITE 3
SUITE 2
CLOSET 2
BHO 2
BHO 1
SUITE 1 ESCRITÓRIO
LAVABO
SALA DE ESTAR / JANTAR HALL DE ENTRADA
COZINHA
GARAGEMDEPÓSITO
LAVANDERIA
CIRCULAÇÃO INTERNA
PP: 38 x38mmPP: 38 x38mm
PP: 38 x38mm
PP: 38 x38mm
PP: 38 x38mm
PP: 38 x38mm
EP: 100 x50mm
EP: 100 x50mm
PP: 38 x38mm
EP: 100 x50mm
PP: 38 x38mm
EP: 100 x50mm
EP: 100 x50mm
EP: 100 x50mm
1.1gh1.21.61.81.9 1.101.111.17
1.3cde 1.4 1.5f 1.6 1.71.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25
1.1lm
1.1efgh 1.6 1.8 1.91.10
1.3cde 1.4 1.5 1.6 1.71.19 1.20 1.21 1.22 1.23
1.1h1.21.61.81.9 1.101.111.17 1.1efgh 1.8
1.1efgh 1.8
1.1efgh 1.8 1.91.10
1.1efgh 1.8 1.91.10
1.1efgh 1.8 1.9
1.1gh 1.6 1.8 1.91.10
1.5 1.6 1.71.20 1.22 1.23
1.5bc1.61.7 1.201.221.23
1.6e1.7
1.5bc1.61.7 1.201.221.23
1.5b1.61.7 1.201.221.23
1.5bc1.61.7 1.201.221.23
1.3cde1.51.61.7 1.201.221.23
1.3cde1.51.61.7 1.201.221.23
1.3cde 1.4 1.5f 1.6 1.71.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25
B
1.3cde1.51.61.7 1.201.211.221.23
1.11.141.151.16
1.1lm 1.16
1.1lm 1.151.16
1.7a
1.3cde1.41.5f1.61.7 1.191.201.211.221.231.241.25
1.3cde 1.4 1.5f 1.6 1.71.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25
1.1 1.2 1.6 1.8 1.91.10 1.11 1.14 1.15 1.16 1.17 1.21 1.3cde
1.1 1.2 1.6 1.8 1.91.10 1.11 1.17 1.21 1.3cde
1.3cde 1.4 1.5f 1.6 1.71.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25
C
1.3abcde1.6 1.121.171.21
A
2,30 m
0,
94
 m
0,63 m
1,99 m
1,
21
 m
1,
27
 m
1,52 m
2,23 m
1,
48
 m
1,90 m
2,
13
 m
0,90 m
0,
73
 m
1,
26
 m
1,15 m
0,
46
 m
5,36 m
2,68 m
EP: 100 x50mm
A
1.1 1.10 1.11 1.12 1.14 1.15 1.16 1.17 1.2 1.21 1.3abcde 1.6 1.8 1.9
B
1.13 1.18 1.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.3abcde 1.4 1.5f 1.6 1.7
C
1.13 1.18 1.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.3abcde 1.4 1.5 1.6 1.7
TUBO ELETRODUTO
ELETROCALHA
SAÍDA LATERAL P/ TUBO
BUCHA E ARRUELA
DETALHE SAÍDA LATERAL P/ TUBO 
SEM ESCALA
ELETROCALHA
BUCHA E ARRUELA
PARA TUBO Ø 1" OU 3/4"
SAÍDA HORIZONTAL
PARA TUBO Ø 1" OU 3/4"
Tomada Baixa 2P+T, 10A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Média 2P+T, 10A, a 110cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Alta 2P+T, 10A, a 210cm do piso, embutido em caixa 4x2
Condutores Neutro, Fase, Terra e Retorno, respectivamente
1 (a) Ponto de luz embutido no teto
Interruptor simples de uma seção, embutido em caixa 4x2
a
Conjunto de 2 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2
a
b
Interruptor paralelo (three-way), embutido em caixa 4x2
a
Conjunto de 3 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 
a
b
c
Tomada Baixa 2P+T, 20A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Média 2P+T, 20A, a 110cm do piso , embutido em caixa 4x2
Tomada Alta 2P+T, 20A, a 210cm do piso , embutido em caixa 4x2
Ponto de Força com placa saída de fio, a 230cm do piso acabado
Eletroduto corrugado flexível embutido no teto ou na parede
Eletroduto de PEAD embutido no piso
Quadro geral de luz e força embutido a 1,50 do piso acabado
Eletroduto que sobe
Eletroduto que desce
Ponto de luz na parede a 210cm do piso acabado
Caixa para medidorMED
Tomada de Piso 2P+T, 10A
Tomada de Piso 2P+T, 20A
Caixa de passagem no piso
LEGENDA DE LUMINÁRIAS E PONTOS ELÉTRICOS VER PROJETO LUMINOTÉCNICO DE 
ARQUITETURA
Nota:
LEGENDA SIMBOLOS
Notas Gerais
1- Eletrodutos embutidos no solo serão do tipo PEAD.
2- Eletrodutos embutidos na laje deverão ser do tipo corrugado reforçado.
3- Eletrodutos conectados a eletrocalha deverão ser do tipo rígido em pvc ou galvanizado,se aparente.
4- Os condutores não cotados serão de #2,5mm², os condutores de retorno serão de #2,5mm².
5- Os eletrodutos não cotados serão de Ø3/4".
6- Em todo eletroduto subterrâneo, os condutores deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90°C. 
7- Os condutores elétricos de distribuição deverão ser de cobre, classe 450/750V, isolação em PVC, temperatura 70°C.
8- Os condutores elétricos de alimentação de quadros elétricos deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, 
temperatura 90ºC.
9- A seção do condutor neutro é igual ao da fase do circuito, salvo indicação contrária.
10-O condutor neutro não poderá ser ligado ao condutor proteção terra após passar pelo quadro geral da instalação.
11- O condutor de proteção nunca deverá ser ligado ao IDR.
12- Utilizar um condutor neutro para cada circuito.
13- Os circuitos foram numerados pela quantidade de fases, ou seja, circuitos bifásicos contém dois números.
14- Utilizar chuveiros com resistência blindada para evitar o desligamento incorreto do IDR.
15- As instalações elétricas deverão ser executadas respeitando os padrões de qualidade e segurança estabelecidos na norma 
NBR5410:2004.
16- Todos os pontos metálicos deverão ser aterrados.
17-A indicação de potência no pontos de luz são os valores calculados para dimensionamento dos circuitos conforme precrições 
da NBR 5410, não necessariamente correspondem ao valor exato das lampadas a serem instaladas.
18-Para as tomadas sem indicação de potência foi considera 100 VA.
19-Todos os eletrodutos de eletricidade deverão estar afastados 0,50m das tubulações de gás.
TECNO LOGIA EM PROJETOS
A1
Indicada
END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto 
Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM 
Fone: (92) 3642-5881 
E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br 
Website: tecprobr.com.br 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PROPRIETÁRIO :
RESPONSÁVEL TÉCNICO
AUTOR DO PROJETO
PROPRIETÁRIO:
ENDEREÇO:
DESENHO:DATA:
PROJETO: OBRA:
ESCALA:
FORMATO:
PRANCHA
Nº PRANCHAS:
COORDENADOR(A): REVISÃO:
CONTEÚDO:
ETAPA:
APROVAÇÃO :
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99
ART Nº.
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
Autoria
Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM
Eng. Marcus Mesquita
CÓDIGO DO PROJETO:
ELE
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
CREA: 9469-D/AM
Eng.º Civil
R00
NILCE BINGEL
DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS E ELETROCALHAS -
TÉRREO
PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS
PROJETO EXECUTIVO
RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR
Jan/2023 002
027-22
Matheus C.
Silva
1 : 50
PLANTA DE ELETROCALHA
N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO
R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva
QDLF1
1.1 (l) 1.1 (l)
1.1 (g)
1.1 (g)
1.1 (g)
1.1 (g)
1.1 (f)
1.1 (g)
1.1 (g)
1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (h)
1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (h)
1.1 (i)
1.1 (j)
1.1 (j)
1.1 (j)
1.1 (j)
1.1 (k)
1.1 (j)
1.1 (j)
1.1 (j)
1.1 (j)
1.2 (b)
1.2 (b)
1.2 (a)
1.2 (a)
1.2 (a)
1.2 (a)
1.2 (d)
1.2 (d)
1.2 (e)1.2 (e)1.2 (f)1.2 (f)
1.2 (g)
1.2 (g)
1.2 (h)
1.2 (h)
1.2 (i)
1.2 (i)
1.2 (j)
1.2 (k)
1.2 (i)
1.2 (i)
1.3 (a) 1.3 (a)
1.3 (d) 1.3 (d) 1.3 (d) 1.3 (d) 1.3 (d)
1.1 (e)
1.7 (g)1.7 (g)1.7 (g)1.7 (g)1.7 (g)1.7 (g)
1.7 (f)1.7 (f)1.7 (f)1.7 (f)1.7 (f)1.7 (f)1.7 (e)1.7 (e)1.7 (e)1.7 (e)1.7 (e)
1.6 (c) 1.6 (c) 1.6 (c) 1.6 (c) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.6 (d)
1.8 (b)
1.8 (b)
1.8 (b)
1.8 (b)
1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a)
1.8 (a)
1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a)
1.8 (a)
1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a)
1.8 (a)
1.8 (a) 1.8 (a)
1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a)
1.2 (c)
1.2 (c)
1.1 (f)
1.6 (a)
1.6 (a)
1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a)
1.6 (a)
1.6 (a) 1.6 (a)
1.6 (d)
1.2(h)
1.1(i)
1.1(h)
1.1 (b)
1.1 (m)
1.12
1.12
1.11
1.9
1.10
1.9
1.9
1.9 1.9
1.9
1.91.9
1.14 1.14
1.14
1.12
1.12
1.17
1.10
1.12
1.12
1.11
1.10
1.11
1.9
1.91.16
1.16
1.11
1.11
1.16
1.15
1.15
1.10
1.10
1.21
1.17
1.1 (b)
1.1(a) 1.1(b)
1.1(c) 1.1(d)
1.1(h)
1.2(c)
1.2(a)
1.2(b)1.3(a)
1.3(b)
1.1(j) 1.1(k)
1.6(c) 1.6(d)
1.8(b)
1.8(a)
1.1(h)
1.1(g)
1.1(f)
1.1(e)
1.1(m)
1.1(l)
1.1(m)
1.1(l)
1.3(c)
1.3(e)
1.3(d)
1.2(k)
1.2(i)1.2(j)
1.2(g)
1.2(f)
1.2(d)
1.2(e)
1.2(c)
1.2(a)
1.2(b)
1.1(h)
1.1(g)
1.1(f)
1.1(e)
1.7(g)
1.1j1.10
1.1j
1.1j 1.1j1.1jk1.10 1.10
1.1jk1.10
1.10
1.1j
1.1j
1.1j 1.1j
1.10
1.1h
1.1 1.10
1.1i
1.10
1.10
1.1e
1.1
1.1efgh1.8
1.1efgh 1.8
1.9
1.11.10
1.1 1.10
1.1
1.1f1.9
1.1f 1.9
1.9 1.9
1.9
1.1g1.9
1.1g1.9
1.1g 1.9
1.1g1.9
1.9
1.9
1.1h 1.9
1.1h 1.9
1.1h 1.9
1.1efgh
1.2a
1.2abc1.11
1.2a
1.2a1.11
1.2c1.11
1.2a
1.11
1.11
1.2e
1.2de1.17
1.2e
1.2f
1.2g 1.17
1.17
1.2f
1.2abc
1.2h 1.12
1.121.2k1.12 1.2i1.12
1.2i
1.12
1.2ijk1.12
1.2i 1.12
1.1lm
1.1l
1.1lm
1.14 1.1lm1.14
1.14
1.15
1.16
1.15
1.6a1.6a1.6a1.6a 1.6a 1.6a 1.6a
1.6a1.6a
1.3d
1.1h 1.3cde
1.3d 1.3d
1.3d 1.3d
1.3a
1.3a
1.3ab
1.3a 1.3a
1.3ab
1.21
B A
1.9
1.16
1.16
1.8a 1.8a
1.8ab 1.8ab
1.8ab
1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab
1.8a
1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab
1.8b
1.8b
1.8b
1.8b1.8ab
1.8ab
1.7
1.7g1.7g1.7g1.7g1.7g1.7g
1.6c 1.6c 1.6c 1.6d 1.6d 1.6d 1.6d 1.6d 1.6d 1.6d
1.7
1.6
1.6
1.1lm
1.2abc 1.111.17
1.2abc1.11
1.1jk1.6 1.10
1.6
1.11.6 1.10
1.1h1.6 1.10
1.2abc1.11 1.17
1.2ijk1.6 1.121.17
1.1h1.6 1.10
1.1g1.9
1.1g1.9
1.1h 1.2 1.91.11 1.17
1.2 1.111.171.21.17
1.2fg 1.17
1.2 1.17
1.2 1.111.17
1.2h1.12 1.17
1.2ijk1.6 1.12
1.21.12 1.17
1.2ijk 1.61.12 1.17
1.2 1.61.12 1.17
1.1lm1.16
1.2 1.3ab 1.61.12 1.17
1.21.3ab1.6 1.121.17
1.6
1.7e1.7e1.7e1.7e 1.7e1.7e 1.7f1.7f1.7f1.7f 1.7f1.7f
1.8a1.8a1.8a
1.8ab 1.8ab
1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab
1.8ab1.8ab1.8ab1.8ab1.8ab1.8ab1.8ab
1.8ab1.8ab1.8ab
SUITE 2
CLOSET 2
BHO 2
BHO 1
SUITE 1 ESCRITÓRIO
LAVABO
SALA DE ESTAR / JANTAR HALL DE ENTRADA
COZINHA
QFAC2
A
1.1 1.10 1.11 1.14 1.15 1.16 1.2 1.6 1.8 1.9
B
1.12 1.13 1.17 1.18 1.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.3 1.4 1.5 1.7
D1
007
D2
007
D3
007
D4
007
2.1
#6
2.2
#4
2.3
Tomada Baixa 2P+T, 10A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Média 2P+T, 10A, a 110cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Alta 2P+T, 10A, a 210cm do piso, embutido em caixa 4x2
Condutores Neutro, Fase, Terra e Retorno, respectivamente
1 (a) Ponto de luz embutido no teto
Interruptor simples de uma seção, embutido em caixa 4x2
a
Conjunto de 2 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2
a
b
Interruptor paralelo (three-way), embutido em caixa 4x2
a
Conjunto de 3 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 
a
b
c
Tomada Baixa 2P+T, 20A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Média 2P+T, 20A, a 110cm do piso , embutido em caixa 4x2
Tomada Alta 2P+T, 20A, a 210cm do piso , embutido em caixa 4x2
Ponto de Força com placa saída de fio, a 230cm do piso acabado
Eletroduto corrugado flexível embutido no teto ou na parede
Eletroduto de PEAD embutido no piso
Quadro geral de luz e força embutido a 1,50 do piso acabado
Eletroduto que sobe
Eletroduto que desce
Ponto de luz na parede a 210cm do piso acabado
Caixa para medidorMED
Tomada de Piso 2P+T, 10A
Tomada de Piso 2P+T, 20A
Caixa de passagem no piso
LEGENDA DE LUMINÁRIAS E PONTOS ELÉTRICOS VER PROJETO LUMINOTÉCNICO DE 
ARQUITETURA
Nota:
LEGENDA SIMBOLOS
Caixa de PCV 4"x2"
Embutida na parede
Interruptor Simples 1 Tecla
(PT Nº234/2008
Espelho com um acesso
(NBR 5410)
Caixa de PVC 4"x2"
Embutida na parede
Tomada simples 2P+T
(NBR-14, 136)
Espelho com um acesso
(NBR 5410)
TECNO LOGIA EM PROJETOS
A1
Indicada
END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto 
Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM 
Fone: (92) 3642-5881 
E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br 
Website: tecprobr.com.br 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PROPRIETÁRIO :
RESPONSÁVEL TÉCNICO
AUTOR DO PROJETO
PROPRIETÁRIO:
ENDEREÇO:
DESENHO:DATA:
PROJETO: OBRA:
ESCALA:
FORMATO:
PRANCHA
Nº PRANCHAS:
COORDENADOR(A): REVISÃO:
CONTEÚDO:
ETAPA:
APROVAÇÃO :
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99
ART Nº.
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
Autoria
Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM
Eng. Marcus Mesquita
CÓDIGO DO PROJETO:
ELE
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
CREA: 9469-D/AM
Eng.º Civil
R00
NILCE BINGEL
DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS - TÉRREO FRONTAL
PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS
PROJETO EXECUTIVO
RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR
Jan/2023 003
027-22
06
Matheus C.
Silva
1 : 50
TÉRREO FRONTAL
N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO
R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva
QDLF1
3.2 (f)
3.2 (e)
3.2 (e)
3.2 (e)
3.2 (d)
3.2 (c)
3.2 (c)
3.2 (a)
3.2 (a)
3.2 (b)
3.2 (b)
3.2 (b)
1.5 (c)
1.5 (c)
1.5 (c) 1.5 (c)
1.5 (a)
1.5 (a)
1.4 (j)
1.4 (j)
1.4 (j)
1.4 (j)
1.4 (j)
1.4 (j)
1.4 (j)
1.4 (j)
1.4 (j)
1.5 (a)1.5 (a)
1.4 (l)
1.4 (l)
1.4 (i)
1.4 (i)
1.4 (k)1.4 (k)
1.5 (b)
1.3 (e)
1.3 (e)
1.3 (e)
1.5 (d)
1.5 (e)
1.7 (a)
1.7 (a)
1.7 (a)
1.7 (a)
1.5 (f) 1.5 (f)
1.5 (f) 1.5 (f)
1.5 (f) 1.5 (f)
1.5 (f) 1.5 (f)
1.2 (k)1.4 (c)
1.2 (i)
1.2 (i)1.4 (a)
1.4 (a)
1.4 (b)
1.4 (a)
1.4 (a)
1.4 (e)
1.4 (e)
1.4 (f)1.4 (f)
1.6 (e)
1.6 (e)
1.6 (e)
1.6 (e)
1.3 (a) 1.3 (a) 1.3 (a) 1.3 (a) 1.3 (a) 1.3 (a)
1.3 (d) 1.3 (d)
1.7 (e)1.7 (e)1.7 (d)1.7 (d)1.7 (d)1.7 (d)1.7 (d)1.7 (d)1.7 (c)1.7 (c)1.7 (c)1.7 (c)1.7 (c)1.7 (c)
1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (c) 1.6 (c) 1.6 (c)
1.3 (b)
1.3 (d)1.3 (d)1.3 (d)1.3 (d)
1.3 (d)
1.3 (d)
1.4 (j)
1.5 (b)
1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a)
1.7 (a)1.7 (a)1.7 (a)1.7 (a)1.7 (a)
1.3 (c)
1.4
1.4
1.7 (b)
1.7 (b)
1.7 (b)
1.7 (b)
1.7 (b)
1.4 (h)
1.4 (h)
1.4 (g)
1.4 (g)
3.2(f)
3.2(d)
3.2(c)
3.2(a)
1.5(d)
1.4(j)
1.6(a)
1.4(d)
1.5(f)
1.5(f)
1.5(e)
1.5(a)
3.2(b)
3.2(e)
3.2(f)
3.4
3.4
3.5
3.5
3.5
3.5
3.3
1.23 1.23
1.13
1.13 1.13 1.12
1.20
1.20
1.19
3.5
3.3
1.20
1.19
1.19
1.13
1.13
1.13 1.12
1.21
1.13
1.13
1.21
1.21
1.23
3.5
3.5
1.19
1.19
1.18
1.22 1.22
1.22
1.22
1.231.23
1.21
1.12
1.21
1.21
1.211.20
3.3
h=2,5m
1.4(e)
1.4(f)
1.4(i)
1.4(g)
1.4(h)
1.6(b)
1.6(e) 1.7(a)
1.7(b)
3.1
1.3(a)
1.3(b)
1.2(k)
1.2(i)
1.2(j)
1.4(c)
1.4(a)
1.4(b)
1.4(i)
1.4(g)
1.4(h)
1.4(i)
1.4(g)
1.4(h)
1.4(k)
1.4(l)
QDLF3 1.25 1.24
1.3(a)
1.3(b)
1.4(c)
1.4(a)
1.4(b)
1.3(c)
1.3(e)
1.3(d)
1.5(c)
1.5(b)
1.3(c)
1.3(e)
1.3(d)
Ø1"
1.2k1.12
1.2ijk1.12
1.2i 1.12
1.4c 1.13
1.4a
1.4abc 1.13
1.131.4abc
1.4a1.13
1.4a
1.13
1.4
1.13
1.4f
1.4f
1.4ef1.4e1.18
1.4ghi1.191.4g1.19
1.4g
1.19
1.4ghi
1.4ghi1.19
1.4kl1.20
1.4kl1.20
1.4j
1.4j
1.4j
1.4j
1.4j
1.4j
1.4j1.20
C
1.5a1.20
1.5a1.20
1.5a1.6e
1.5a1.6e
1.5a
1.5bc
1.5c1.5c1.23
1.23
1.6e1.7a
1.22
1.5b 1.221.23
1.5b 1.221.23
1.221.23
1.23
1.22 1.23
1.22 1.23
1.3e
1.3e
1.3e
1.3cde
1.5d 1.21
1.25 1.24
1.5e 1.21
1.21
1.5f 1.211.3cde
1.3d
1.3d1.3d
1.21
1.21 1.5f
1.21 1.5f
1.7a
1.7a
1.7a
1.7a
1.7a
1.7a
1.6e
1.6e
1.6e
1.6e
1.6e
1.7a
1.7a
1.7a
1.6a1.6a1.6a1.6a1.6a1.6a1.6a1.6a
1.6a
1.6
1.7a
1.5f
1.5f 1.5f
1.5f
1.3d 1.3d
1.3a
1.3a
1.3ab
1.3a 1.3a1.3a
1.3a
1.3a
1.3d
1.3d1.3d
1.21
1.3ab
1.3ab
3.1
#4
3.5
D
3.5
3.5
3.5
3.5
3.5
3.3
3.3
3.3
3.3
3.4
3.4
3.33.5
3.33.43.5
3.33.43.5
3.1
#4
3.43.5
3.3
3.4
B A
3.1
#4
1.7
1.23
1.6b 1.6b 1.6b 1.6b 1.6b 1.6c 1.6c 1.6c
1.7b
1.7b
1.7b
1.7 1.7
3.5
3.5
1.6
1.6b
1.4abc 1.131.18
1.4k
1.4ghi1.6 1.191.20
1.4j
1.4l 1.20
1.4ac 1.13
1.4abc 1.131.18
1.41.13 1.18
1.4 1.18
1.41.13 1.18
1.41.18
1.4ghi 1.61.19
1.4 1.191.20
1.41.6 1.191.20
1.4ghi1.6 1.191.20
1.4kl 1.20
1.4 1.20
1.41.20
1.4j
1.5f1.21 1.24 1.25
1.5 1.241.25
1.5 1.25
1.5e
1.5f1.21 1.24 1.25
1.6
1.5f
1.5f
1.3a1.4 1.131.18
1.4 1.131.18
1.3ab 1.41.13 1.18
1.7c
1.7c1.7c1.7c 1.7c1.7c 1.7d1.7d
1.7d1.7d 1.7d1.7d
1.7e1.7e
Ø1"
Ø1"
Ø1"
BHO FUNC.
QUARTO
SALA
BHO EXTERNO
DEPÓSITO
VARANDA GOURMET
CLOSET MASTER
BHO MASTER
SUITE MASTER
BHO 3
CLOSET 3
SUITE 3
SUITE 2
GARAGEM
DEPÓSITO
LAVANDERIA
CIRCULAÇÃO INTERNA
A
1.1 1.10 1.11 1.14 1.15 1.16 1.2 1.6 1.8 1.9
B
1.12 1.13 1.17 1.18 1.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.3 1.4 1.5 1.7
C
1.20 1.5 1.6e
D
3.1
#4
3.2
#4
3.5
3.7 3.6
3.6
#4
3.6
#4
3.7
#6
D5
007
D6
007
D7007
3.2
#4
3.2f
#4
3.2c
#4
3.2c
#4
3.2b
#4
3.2b
#4
3.2a
#4
3.2a
#4
3.2
#4
3.2d
#43.2e
#4
3.2de
#4
3.2
#4
3.2
#4
3.2
#4
3.2
#4
3.2b
#4
3.2f
#4
Tomada Baixa 2P+T, 10A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Média 2P+T, 10A, a 110cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Alta 2P+T, 10A, a 210cm do piso, embutido em caixa 4x2
Condutores Neutro, Fase, Terra e Retorno, respectivamente
1 (a) Ponto de luz embutido no teto
Interruptor simples de uma seção, embutido em caixa 4x2
a
Conjunto de 2 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2
a
b
Interruptor paralelo (three-way), embutido em caixa 4x2
a
Conjunto de 3 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 
a
b
c
Tomada Baixa 2P+T, 20A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Média 2P+T, 20A, a 110cm do piso , embutido em caixa 4x2
Tomada Alta 2P+T, 20A, a 210cm do piso , embutido em caixa 4x2
Ponto de Força com placa saída de fio, a 230cm do piso acabado
Eletroduto corrugado flexível embutido no teto ou na parede
Eletroduto de PEAD embutido no piso
Quadro geral de luz e força embutido a 1,50 do piso acabado
Eletroduto que sobe
Eletroduto que desce
Ponto de luz na parede a 210cm do piso acabado
Caixa para medidorMED
Tomada de Piso 2P+T, 10A
Tomada de Piso 2P+T, 20A
Caixa de passagem no piso
LEGENDA DE LUMINÁRIAS E PONTOS ELÉTRICOS VER PROJETO LUMINOTÉCNICO DE 
ARQUITETURA
Nota:
LEGENDA SIMBOLOS
TE CNO LOGIA EM PROJETOS
A1
Indicada
END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto 
Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM 
Fone: (92) 3642-5881 
E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br 
Website: tecprobr.com.br 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PROPRIETÁRIO :
RESPONSÁVEL TÉCNICO
AUTOR DO PROJETO
PROPRIETÁRIO:
ENDEREÇO:
DESENHO:DATA:
PROJETO: OBRA:
ESCALA:
FORMATO:
PRANCHA
Nº PRANCHAS:
COORDENADOR(A): REVISÃO:
CONTEÚDO:
ETAPA:
APROVAÇÃO :
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99
ART Nº.
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
Autoria
Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM
Eng. Marcus Mesquita
CÓDIGO DO PROJETO:
ELE
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
CREA: 9469-D/AM
Eng.º Civil
R00
NILCE BINGEL
DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS - TÉRREO FUNDOS
PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS
PROJETO EXECUTIVO
RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR
Jan/2023 004
027-22
06
Matheus C.
Silva
1 : 50
TÉRREO FUNDOS
N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO
R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva
2.11
2.10
2.9
2.8
2.7
2.6
2.4
2.3
2.2
2.1
2.2
#4
2.4
#4
2.2
#4
2.4
#4
2.2
#4
2.4
#4
2.4
#4
2.2
#4
2.4
#4
2.2
#4
2.4
#4
2.1
#6
2.32.52.6
#6
2.7
#4
2.8
#4
2.9
#4
2.10
#6
2.11
2.1
#6
2.32.52.6
#6
2.7
#4
2.8
#4
2.9
#4
2.10
#6
2.11
2.1
#6
2.3 2.5 2.6
#6
2.7
#4
2.8
#4
2.9
#4
2.10
#6
2.11
2.1
#6
2.1
#6
2.2
#4
2.1
#6
2.2
#4
2.32.4
#4
2.5
2.1
#6
2.2
#4
2.32.4
#4
2.52.6
#6
2.1
#6
2.2
#4
2.32.52.6
#6
2.7
#4
2.8
#4
2.1
#6
2.32.52.6
#6
2.7
#4
2.8
#4
2.9
#4
2.1
#6
2.32.52.6
#6
2.7
#4
2.8
#4
2.9
#4
2.10
#6
2.1
#6
2.2
#4
2.32.4
#4
2.52.6
#6
2.7
#4
2.1
#6
2.2
#4
2.3
2.1
#6
2.2
#4
2.32.5
QFAC2
#16
QFAC2
#25
2.5
QFAC2
2.2
#4
2.4
#4
2.2
#4
2.4
#4
QFAC2
Térreo
Cobertura
QFAC2
#16
QFAC2
#25
Ø1 1/2"
PP: 38 x38mm
2.1
#6
2.32.52.6
#6
2.7
#4
2.8
#4
2.9
#4
2.10
#6
2.11
2.1
#6
2.3 2.5 2.6
#6
2.7
#4
2.8
#4
2.9
#4
2.10
#6
2.11
0,
26
 m
1,
60
 m
Tomada Baixa 2P+T, 10A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Média 2P+T, 10A, a 110cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Alta 2P+T, 10A, a 210cm do piso, embutido em caixa 4x2
Condutores Neutro, Fase, Terra e Retorno, respectivamente
1 (a) Ponto de luz embutido no teto
Interruptor simples de uma seção, embutido em caixa 4x2
a
Conjunto de 2 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2
a
b
Interruptor paralelo (three-way), embutido em caixa 4x2
a
Conjunto de 3 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 
a
b
c
Tomada Baixa 2P+T, 20A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2
Tomada Média 2P+T, 20A, a 110cm do piso , embutido em caixa 4x2
Tomada Alta 2P+T, 20A, a 210cm do piso , embutido em caixa 4x2
Ponto de Força com placa saída de fio, a 230cm do piso acabado
Eletroduto corrugado flexível embutido no teto ou na parede
Eletroduto de PEAD embutido no piso
Quadro geral de luz e força embutido a 1,50 do piso acabado
Eletroduto que sobe
Eletroduto que desce
Ponto de luz na parede a 210cm do piso acabado
Caixa para medidorMED
Tomada de Piso 2P+T, 10A
Tomada de Piso 2P+T, 20A
Caixa de passagem no piso
LEGENDA DE LUMINÁRIAS E PONTOS ELÉTRICOS VER PROJETO LUMINOTÉCNICO DE 
ARQUITETURA
Nota:
LEGENDA SIMBOLOS
Notas Gerais
1- Eletrodutos embutidos no solo serão do tipo PEAD.
2- Eletrodutos embutidos na laje deverão ser do tipo corrugado reforçado.
3- Eletrodutos conectados a eletrocalha deverão ser do tipo rígido em pvc ou galvanizado,se aparente.
4- Os condutores não cotados serão de #2,5mm², os condutores de retorno serão de #2,5mm².
5- Os eletrodutos não cotados serão de Ø3/4".
6- Em todo eletroduto subterrâneo, os condutores deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90°C. 
7- Os condutores elétricos de distribuição deverão ser de cobre, classe 450/750V, isolação em PVC, temperatura 70°C.
8- Os condutores elétricos de alimentação de quadros elétricos deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, 
temperatura 90ºC.
9- A seção do condutor neutro é igual ao da fase do circuito, salvo indicação contrária.
10-O condutor neutro não poderá ser ligado ao condutor proteção terra após passar pelo quadro geral da instalação.
11- O condutor de proteção nunca deverá ser ligado ao IDR.
12- Utilizar um condutor neutro para cada circuito.
13- Os circuitos foram numerados pela quantidade de fases, ou seja, circuitos bifásicos contém dois números.
14- Utilizar chuveiros com resistência blindada para evitar o desligamento incorreto do IDR.
15- As instalações elétricas deverão ser executadas respeitando os padrões de qualidade e segurança estabelecidos na norma 
NBR5410:2004.
16- Todos os pontos metálicos deverão ser aterrados.
17-A indicação de potência no pontos de luz são os valores calculados para dimensionamento dos circuitos conforme precrições 
da NBR 5410, não necessariamente correspondem ao valor exato das lampadas a serem instaladas.
18-Para as tomadas sem indicação de potência foi considera 100 VA.
19-Todos os eletrodutos de eletricidade deverão estar afastados 0,50m das tubulações de gás.
2.72.9 2.82.10 2.12.6 2.32.42.11 2.2
2.5
GARAGEM
COZINHA SALA DE ESTAR
ESCRITÓRIO
TE CNO LOGIA EM PROJETOS
A1
Indicada
END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto 
Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM 
Fone: (92) 3642-5881 
E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br 
Website: tecprobr.com.br 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PROPRIETÁRIO :
RESPONSÁVEL TÉCNICO
AUTOR DO PROJETO
PROPRIETÁRIO:
ENDEREÇO:
DESENHO:DATA:
PROJETO: OBRA:
ESCALA:
FORMATO:
PRANCHA
Nº PRANCHAS:
COORDENADOR(A): REVISÃO:
CONTEÚDO:
ETAPA:
APROVAÇÃO :
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99
ART Nº.
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
Autoria
Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM
Eng. Marcus Mesquita
CÓDIGO DO PROJETO:
ELE
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
CREA: 9469-D/AM
Eng.º Civil
R00
NILCE BINGEL
ALIMENTAÇÃO COBERTURA E 3D DOS QUADROS
PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS
PROJETO EXECUTIVO
RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR
Jan/2023 005
027-22
06
Matheus C.
Silva
3D Cobertura
VISTA 3D QDLF1 VISTA 3D QDLF3
VISTA 3D QFAC2
VISTA 3D QGBT
1 : 25
ESQUEMA VERTICAL
N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO
R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva
1 : 100
COBERTURA
1.15
1.16
1.16
1.16
1.1lm
1.1lm 1.151.16
EP: 100 x50mm
1.16 1.15
1.9
1.1 1.10
1.10
1.1efgh1.81.9 1.10
1.101.9
EP: 100 x50mm
1.1 (b) 1.1 (k) 1.1j
1.1j
1.10
1.10
1.1jk1.10
1.10
1.1h
1.1jk1.6 1.10
1.1 1.61.10
1.10
1.1 (h)
1.1(j)
1.1(k)
1.10
1.2i 1.12
1.121.12
1.6
1.2ijk1.6 1.12
1.12
1.2 (j)
1.12
1.2 (i)
Tubulação de drenagem
1.4ghi 1.19
1.4g1.191.19
1.19
1.6a
1.6a
1.6 1.6a
1.6
1.4ghi1.6 1.19
1.6 (a) 1.4 (g)
1.19
1.6 (a)
1.4 (i)
PP: 38 x38mm
Ø1"
A 1.5b1.22 1.23
1.22 1.23
1.23
1.22
1.221.23
1.23
1.5bc 1.6 1.71.20 1.22 1.23
1.6e 1.7
1.5b 1.6 1.71.20 1.22 1.23
1.7a
1.5 (b)
1.5 (b)
1.22
1.23
EP: 100 x50mm
Ø1"
Ø1"
Ø1"
Ø1"
A
1.22 1.23 1.5b
QDLF1 QFAC2
B
A
1.7QDLF1
#16
QDLF1
#25
QFAC2
#16
QFAC2
#25
2.1
#6
2.2
#4
2.3 2.4
#4
2.5 2.6
#6
2.7
#4
2.8
#4
2.9
#4
2.10
#6
2.11
EP: 100 x50mm
PP: 38 x38mm
Ø1 1/4"
A
1.1 1.10 1.11 1.14 1.15 1.16 1.2 1.6 1.8 1.9
B
1.12 1.13 1.17 1.18 1.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.3 1.4 1.5 1.7
TECNO LOGIA EM PROJETOS
A1
Indicada
END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto 
Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM 
Fone: (92) 3642-5881 
E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br 
Website: tecprobr.com.br 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PROPRIETÁRIO :
RESPONSÁVEL TÉCNICO
AUTOR DO PROJETO
PROPRIETÁRIO:
ENDEREÇO:
DESENHO:DATA:
PROJETO: OBRA:
ESCALA:
FORMATO:
PRANCHA
Nº PRANCHAS:
COORDENADOR(A): REVISÃO:
CONTEÚDO:
ETAPA:
APROVAÇÃO :
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99
ART Nº.
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
Autoria
Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM
Eng. Marcus Mesquita
CÓDIGO DO PROJETO:
ELE
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
CREA: 9469-D/AM
Eng.º Civil
R00
NILCE BINGEL
DETALHES 3D
PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS
PROJETO EXECUTIVO
RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR
Jan/2023 006
027-22
Matheus C.
Silva
N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO
R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva
DETALHE D1 DETALHE D2 DETALHE D3 DETALHE D4
DETALHE D5 DETALHE D6 DETALHE D7
(6584 VA)
(6495 W)
QDLF3
QGBT
#16
QDLF3 C 50 A - 3 kA
CLASS I
275 V - 20 kA
C 16 A - 3 kA
#4
3.1
3.1 - Ar Condicionado
EdículaBC
815 VA
C 16 A - 3 kA
#4
3.2
3.2 - Iluminação Serviço
B
540 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
3.3
3.3 - TUGs Depósito e Sala
A
400 VA
C 16 A - 3 kA
2P - IDR
25 A - 30 mA
#2.5
3.4
3.4 - TUGs Banheiro
funcionáriosC
500 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
3.5
3.5 - TUGs Edícula
A
900 VA
C 20 A - 3 kA
#4
3.6
3.6 - Filtro
AB
1200 VA
C 25 A - 3 kA
#6
3.7
3.7 - Bomba
AB
2500 VA
(21834 VA)
(20549 W)
QDLF1
QGBT
#25 #16
QDLF1 C 80 A - 3 kA
CLASS I
275 V - 20 kA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.1
1.1 - Iluminação Escritório,
Entrada e cozinhaB
1260 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.2
1.2 - Iluminação Suíte 01 e
02B
1035 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.3
1.3 - Iluminação Circ. Interna
e ÍntimaA
1185 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.4
1.4 - Iluminação Suíte 03 e
MasterC
1215 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.5
1.5 - Iluminação Garagem e
Varanda gourmetC
1170 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.6
1.6 - Iluminação Externa
NorteA
600 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.7
1.7 - Iluminação Externa Sul
B
372 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.8
1.8 - Iluminação Externa
LesteC
472 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.9
1.9 - TUGs Sala de Jantar
B
1100 VA
4P - IDR
80 A - 30 mA C 16 A - 3 kA
#2.5
1.10
1.10 - TUGs Escritório e
LavaboC
900 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.14
1.14 - TUGs Cozinha
C
800 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.15
1.15 - TUGs Cozinha
B
1200 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.16
1.16 - TUGs Cozinha
A
1330 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.17
1.17 - TUGs Banheiros 01 e
02C
1200 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.18
1.18 - TUGs Banheiro 03
A
600 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.20
1.20 - TUGs Banheiro/Closet
MasterB
500 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.11
1.11 - TUGs Suíte 01
C
800 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.12
1.12 - TUGs Suíte 02
A
1100 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.13
1.13 - TUGs Suíte 03
B
900 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.19
1.19 - TUGs Suíte Master
B
800 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.21
1.21 - TUGs Circ. Depósito e
GaragemA
900 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.22
1.22 - TUGs Varanda
GourmetA
800 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.23
1.23 - TUGs Varanda
GourmetB
700 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.24
1.24 - TUEs Lavanderia
C
1000 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
1.25
1.25 - TUEs Lavanderia
A
1000 VA
(23007 VA)
(21395 W)
QFAC2
QGBT
#25 #16
QFAC2 C 80 A - 3 kA
CLASS I
275 V - 20 kA
C 25 A - 3 kA
#6
2.1
2.1 - Ar Condicionado
Cobertura 8BC
4700 VA
C 16 A - 3 kA
#4
2.2
2.2 - Ar Condicionado
Cobertura 5AB
1100 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
2.3
2.3 - Ar Condicionado
Cobertura 10CA
1700 VA
C 16 A - 3 kA
#4
2.4
2.4 - Ar Condicionado
Cobertura 6CA
1100 VA
C 20 A - 3 kA
#2.5
2.5
2.5 - Bomba de pressão
A
1500 VA
C 25 A - 3 kA
#6
2.6
2.6 - Ar Condicionado
Cobertura 7CA
4700 VA
C 16 A - 3 kA
#4
2.7
2.7 - Ar Condicionado
Cobertura 1AB
1700 VA
C 16 A - 3 kA
#4
2.8
2.8 - Ar Condicionado
Cobertura 4BC
1100 VA
C 16 A - 3 kA
#4
2.9
2.9 - Ar Condicionado
Cobertura 2BC
1100 VA
C 25 A - 3 kA
#6
2.10
2.10 - Ar Condicionado
Cobertura 3AB
4700 VA
C 16 A - 3 kA
#2.5
2.11
2.11 - Ar Condicionado
Cobertura 9BC
815 VA
Disjuntor Termomagnético Monopolar
LEGENDA DIAGRAMAS UNIFILARES
Disjuntor Termomagnético Bipolar
Condutores Neutro, Fase, Terra, respectivamente
DPS-Dispositivo de proteção contra surtos 
IDR-Interruptor Diferencial Residual (Imax=30mA)
kW.h Medidor de Energia
Disjuntor Termomagnético Tripolar
Notas Gerais
1- Eletrodutos embutidos no solo serão do tipo PEAD.
2- Eletrodutos embutidos na laje deverão ser do tipo corrugado reforçado.
3- Eletrodutos conectados a eletrocalha deverão ser do tipo rígido em pvc ou galvanizado,se aparente.
4- Os condutores não cotados serão de #2,5mm², os condutores de retorno serão de #2,5mm².
5- Os eletrodutos não cotados serão de Ø3/4".
6- Em todo eletroduto subterrâneo, os condutores deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90°C. 
7- Os condutores elétricos de distribuição deverão ser de cobre, classe 450/750V, isolação em PVC, temperatura 70°C.
8- Os condutores elétricos de alimentação de quadros elétricos deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, 
temperatura 90ºC.
9- A seção do condutor neutro é igual ao da fase do circuito, salvo indicação contrária.
10-O condutor neutro não poderá ser ligado ao condutor proteção terra após passar pelo quadro geral da instalação.
11- O condutor de proteção nunca deverá ser ligado ao IDR.
12- Utilizar um condutor neutro para cada circuito.
13- Os circuitos foram numerados pela quantidade de fases, ou seja, circuitos bifásicos contém dois números.
14- Utilizar chuveiros com resistência blindada para evitar o desligamento incorreto do IDR.
15- As instalações elétricas deverão ser executadas respeitando os padrões de qualidade e segurança estabelecidos na norma 
NBR5410:2004.
16- Todos os pontos metálicos deverão ser aterrados.
17-A indicação de potência no pontos de luz são os valores calculados para dimensionamento dos circuitos conforme precrições 
da NBR 5410, não necessariamente correspondem ao valor exato das lampadas a serem instaladas.
18-Para as tomadas sem indicação de potência foi considera 100 VA.
19-Todos os eletrodutos de eletricidade deverão estar afastados 0,50m das tubulações de gás.
TE CNO LOGIA EM PROJETOS
A1
Indicada
END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto 
Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM 
Fone: (92) 3642-5881 
E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br 
Website: tecprobr.com.br 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
PROPRIETÁRIO :
RESPONSÁVEL TÉCNICO
AUTOR DO PROJETO
PROPRIETÁRIO:
ENDEREÇO:
DESENHO:DATA:
PROJETO: OBRA:
ESCALA:
FORMATO:
PRANCHA
Nº PRANCHAS:
COORDENADOR(A): REVISÃO:
CONTEÚDO:
ETAPA:
APROVAÇÃO :
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99
ART Nº.
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
Autoria
Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM
Eng. Marcus Mesquita
CÓDIGO DO PROJETO:
ELE
MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA
CREA: 9469-D/AM
Eng.º Civil
R00
NILCE BINGEL
QUADROS DE CARGA
PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS
PROJETO EXECUTIVO
RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR
Jan/2023 007
027-22
06
Matheus C.
Silva
Alimentado por: QGBT
Sistema de Distribuição 127/220V Trifásico (3F+N+T)
Corrente Total Demandada: 47,29 A
Iluminação 7309 VA 1,00 7309 VA Corrente Total Instalada: 57,30 A
TUGs (Residencial) 11316 VA 0,65 7355 VA Potência Total Demandada: 18018 VA
TUEs (Residencial) 3989 VA 1,00 3989 VA PotênciaTotal Instalada: 21834 VA
Classificação da Carga Potência Instalada Fator de Demanda Potência Demandada Totais do Painel
Corrente por fase: 56,7 A 59,14 A 56,45 A
Potência por fase: 7200 VA 7506 VA 7169 VA
1.30 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
1.29 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
1.28 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
1.27 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
1.26 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
1.25 TUEs Lavanderia 127 1000 1 1000 7,87 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 22 1,91 1000
1.24 TUEs Lavanderia 127 1000 1 1000 7,87 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 22 1,87 1000
1.23 TUGs Varanda Gourmet 127 560 0,8 700 5,51 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 30 1,44 700
1.22 TUGs Varanda Gourmet 127 640 0,8 800 6,30 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 30 1,62 800
1.21 TUGs Circ. Depósito e Garagem 127 720 0,8 900 7,09 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 22 1,33 900
1.20 TUGs Banheiro/Closet Master 127 400 0,8 500 3,94 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 28 0,95 500
1.19 TUGs Suíte Master 127 640 0,8 800 6,30 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 25 1,35 800
1.18 TUGs Banheiro 03 127 600 1 600 4,72 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 19 1 600
1.17 TUGs Banheiros 01 e 02 127 960 0,8 1200 9,45 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 23 1,91 1200
1.16 TUGs Cozinha 127 1280 0,97 1330 10,47 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 17 1,86 1330
1.15 TUGs Cozinha 127 960 0,8 1200 9,45 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 13 1,02 1200
1.14 TUGs Cozinha 127 640 0,8 800 6,30 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 11 0,6 800
1.13 TUGs Suíte 03 127 720 0,8 900 7,09 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 16 1 900
1.12 TUGs Suíte 02 127 880 0,8 1100 8,66 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 14 1,09 1100
1.11 TUGs Suíte 01 127 640 0,8 800 6,30 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 23 1,26 800
1.10 TUGs Escritório e Lavabo 127 720 0,8 900 7,09 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 26 1,61 900
1.9 TUGs Sala de Jantar 127 880 0,8 1100 8,66 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 29 2,2 1100
1.8 Iluminação Externa Leste 127 472 1 472 3,72 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 51 2,06 472
1.7 Iluminação Externa Sul 127 372 1 372 2,93 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 52 1,65 372
1.6 Iluminação Externa Norte 127 600 1 600 4,72 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 46 2,34 600
1.5
Iluminação Garagem e Varanda
gourmet 127 1170 1 1170 9,21 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 26 2,58 1170
1.4 Iluminação Suíte 03 e Master 127 1215 1 1215 9,57 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 24 2,46 1215
1.3 Iluminação Circ. Interna e Íntima 127 1185 1 1185 9,33 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 18 1,82 1185
1.2 Iluminação Suíte 01 e 02 127 1035 1 1035 8,15 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 20 1,8 1035
1.1
Iluminação Escritório, Entrada e
cozinha 127 1260 1 1260 9,92 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 29 3,17 1260
Circuito Descrição Tensão
Potência
(W)
FP
Carga
Aparente
Corrente
aparente Disj.(A) DR DR(A) Tamanho da fiação
Secção do
cabo (mm²)
Compriment
o (m)
Queda de
Tensão (%) A B C
Quadro de carga: QDLF1
Alimentado por: QGBT
Sistema de Distribuição 127/220V Trifásico (3F+N+T)
Iluminação 540 VA 1,00 540 VA Corrente Total Demandada: 15,30 A
Ar Condicionado 815 VA 0,75 611 VA Corrente Total Instalada: 17,28 A
TUGs (Residencial) 1800 VA 0,65 1170 VA Potência Total Demandada: 5830 VA
TUEs (Residencial) 3700 VA 1,00 3700 VA Potência Total Instalada: 6584 VA
Classificação da Carga Potência Instalada Fator de Demanda Potência Demandada Totais do Painel
Corrente por fase: 17,9 A 17,31 A 17,25 A
Potência por fase: 2270 VA 2198 VA 2191 VA
3.10 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
3.9 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
3.8 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
3.7 Bomba 220 2500 1 2500 11,36 A 25 0 0,00 A 2-#6,0(36A), 1-#6,0 6 17 0,51 1250 1250
3.6 Filtro 220 1200 1 1200 5,45 A 20 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 18 0,38 600 600
3.5 TUGs Edícula 127 720 0,8 900 7,09 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 17 1,07 900
3.4 TUGs Banheiro funcionários 127 400 0,8 500 3,94 A 16 2 25,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 13 0,46 500
3.3 TUGs Depósito e Sala 127 320 0,8 400 3,15 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 12 0,32 400
3.2 Iluminação Serviço 127 540 1 540 4,25 A 16 0 0,00 A 1-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 16 0,47 540
3.1 Ar Condicionado Edícula 220 815 1 815 3,70 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 16 0,23 408 408
Circuito Descrição Tensão
Potência
(W)
FP
Carga
Aparente
Corrente
aparente Disj.(A) DR DR(A) Tamanho da fiação
Secção do
cabo (mm²)
Compriment
o (m)
Queda de
Tensão (%) R S T
Quadro de carga: QDLF3
Alimentado por: GERADOR
Iluminação 7849 VA 1,00 7849 VA Sistema de Distribuição 127/220V Trifásico (3F+N+T)
Ar Condicionado 22371 VA 0,75 16778 VA Corrente Total Demandada: 108,43 A
TUGs (Residencial) 13114 VA 0,65 8524 VA Corrente Total Instalada: 134,65 A
TUEs (Residencial) 7617 VA 1,00 7617 VA Potência Total Demandada: 41317 VA
Motor 1500 VA 1,00 1500 VA Potência Total Instalada: 51309 VA
Classificação da Carga Potência Instalada Fator de Demanda Potência Demandada Totais do Painel
Corrente por fase: 134,4 A 135,11 A 134,71 A
Potência por fase: 17064 VA 17153 VA 17103 VA
1.3 QDLF3 220 6495 0,99 6585 17,28 A 50 0 0,00 A
3-#16,0 (79 A), 1-#16,0 (79 A),
1-#16 16 76 1,27 2270 2198 2191
1.2 QFAC2 220 21395 0,93 23007 60,38 A 80 0 0,00 A
3-#25,0(101A), 1-#25,0(101A),
1-#16,0 25 40 1,4 7649 7609 7749
1.1 QDLF1 220 20549 0,95 21835 57,30 A 80 0 0,00 A
3-#25,0 (101 A), 1-#25,0 (101 A),
1-#16 25 41 1,37 7200 7506 7169
Circuito Descrição Tensão
Potência
(W)
FP
Carga
Aparente
Corrente
aparente Disj.(A) DR DR(A) Tamanho da fiação
Secção do
cabo (mm²)
Compriment
o (m)
Queda de
Tensão (%) A B C
Quadro de carga: QGBT
N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO
R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva
Alimentado por: QGBT
Sistema de Distribuição 127/220V Trifásico (3F+N+T)
Corrente Total Demandada: 46,20 A
Corrente Total Instalada: 60,38 A
Ar Condicionado 21619 VA 0,75 16214 VA Potência Total Demandada: 17604 VA
Motor 1500 VA 1,00 1500 VA Potência Total Instalada: 23007 VA
Classificação da Carga Potência Instalada Fator de Demanda Potência Demandada Totais do Painel
Corrente por fase: 60,3 A 59,92 A 61,06 A
Potência por fase: 7649 VA 7609 VA 7749 VA
2.14 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
2.13 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
2.12 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0
2.11 Ar Condicionado Cobertura 9 220 815 1 815 3,70 A 16 0 0,00 A 2-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 10 0,24 408 408
2.10 Ar Condicionado Cobertura 3 220 3760 0,8 4700 21,36 A 25 0 0,00 A 2-#6,0(36A), 1-#6,0(36A), 1-#6,0 6 11 0,49 2350 2350
2.9 Ar Condicionado Cobertura 2 220 1100 1 1100 5,00 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 12 0,23 550 550
2.8 Ar Condicionado Cobertura 4 220 1100 1 1100 5,00 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 12 0,24 550 550
2.7 Ar Condicionado Cobertura 1 220 1700 1 1700 7,73 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 13 0,39 850 850
2.6 Ar Condicionado Cobertura 7 220 3760 0,8 4700 21,36 A 25 0 0,00 A 2-#6,0(36A), 1-#6,0(36A), 1-#6,0 6 14 0,61 2350 2350
2.5 Bomba de pressão 127 1500 1 1500 11,81 A 20 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 14 1,81 1500
2.4 Ar Condicionado Cobertura 6 220 1100 1 1100 5,00 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 14 0,28 550 550
2.3 Ar Condicionado Cobertura 10 220 1700 1 1700 7,73 A 16 0 0,00 A 2-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 15 0,72 850 850
2.2 Ar Condicionado Cobertura 5 220 1100 1 1100 5,00 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A),1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 16 0,3 550 550
2.1 Ar Condicionado Cobertura 8 220 3760 0,8 4700 21,36 A 25 0 0,00 A 2-#6,0(36A), 1-#6,0 6 16 0,72 2350 2350
Circuito Descrição Tensão
Potência
(W)
FP
Carga
Aparente
Corrente
aparente Disj.(A) DR DR(A) Tamanho da fiação
Secção do
cabo (mm²)
Compriment
o (m)
Queda de
Tensão (%) R S T
Quadro de carga: QFAC2
APÊNDICE B — DIMENSIONAMENTO TRADICIONAL CIRCUITO ELÉTRICO.
Realizando os cálculos manuais para o circuitos 1.1 da residência, a previsão de carga
de iluminação será de 1260W, adotando uma instalação em eletrocalha e eletroduto fixado na
parede, método B2, FCA com valor de 0,70 devido a ter a forma de agrupamento dos
condutores em "camada única sobre parede, piso ou em bandeja não perfurada ou prateleira". 
FCT terá o valor de 0,87 utilizando a temperatura de 40º e isolação de PVC. 
Resultando em um valor de corrente de projeto de Id=16,3A utilizando a tabela 3.6 de
Creder (2007) podemos determinar a secção do condutor este sendo 2.5mm² pois o mesmo
possui capacidade de corrente de 20A maior que o valor de projeto calculado.
Realizando a verificação de queda de tensão utilizando a tabela 3.18 de Creder
(2007) seguindo um limite de queda de tensão de 4% pode-se ter um limite de potências em
watts x distância em metros de 46774, onde para o circuito em questão o valor calculado
seria.
Logo sendo seguro utilizar o seguinte condutor para o circuito. 
65
I = 1260/(0.7 ∗ 0, 87 ∗ 127) (12)
x = 20m ∗ 2069 = 41380 (13)
ANEXO A — SOLICITAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE PROJETOS
COMPLEMENTARES DA RESIDÊNCIA. 
66
 
 
 
 
 
 
 
TecPro, CNPJ 03.342.224/0001-70, empresa do ramo de projetos de engenharia, autorizamos a 
utilização do projeto arquitetônico, projeto de estrutura, projeto hidrossanitários e projetos de telefonia 
e antena como subsídio para o Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, do estudante Matheus Cavalcante 
da Silva. 
Manaus, 10 de fevereiro de 2023 
 
 
 
 
 
 
 
Marcus Gonçalves Mesquita 
Engenheiro Civil e Coordenador de Projetos 
	Folhas (Sheet)
	001 - MEDIÇÃO E ALIMENTAÇÃO - DETALHES 3D
	Folhas (Sheet)
	002 - DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS E ELETROCALHAS - TÉRREO
	Folhas (Sheet)
	003 - DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS - TÉRREO FRONTAL
	Folhas (Sheet)
	004 - DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS - TÉRREO FUNDOS
	Folhas (Sheet)
	005 - ALIMENTAÇÃO COBERTURA E 3D DOS QUADROS
	Folhas (Sheet)
	006 - DETALHES 3D
	Folhas (Sheet)
	007 - QUADROS DE CARGAFigura 7 — Fluxograma da metodologia 35
Figura 8 — Residência desenvolvida 41
Figura 9 — Tomadas com alturas cotadas 42
Figura 10 — Exemplo de quadro metálico 43
Figura 11 — Exemplo de distribuição de circuitos 44
Figura 12 — Configuração de caminho da fiação 46
Figura 13 — Caminho visualizado no 3D 46
Figura 14 — Tabela de painel 48
Figura 15 — Diagrama Unifilar 49
Figura 16 — Verificação de interferência 51
Figura 17 — Compatibilização entre Estrutura e Elétrica 52
Figura 18 — Resultado da compatibilização 53
Figura 19 — Lista de materiais - ELETRODUTO 54
Figura 20 — Lista de materiais - COMPONENTES 55
Figura 21 — Lista de mateirias - Fiação 56
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LISTA DE EQUAÇÕES
Equação 1 — 26
Equação 2 — 44
Equação 3 — 44
Equação 4 — 45
Equação 5 — 45
Equação 6 — 45
Equação 7 — 45
Equação 8 — 45
Equação 9 — 45
Equação 10 — 45
Equação 11 — 45
Equação 12 — 65
Equação 13 — 65
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LISTA DE TABELAS
Tabela 1 — Artigos utilizados na RSL 38
Tabela 2 — Parâmetros para comparação 38
Tabela 3 — Resultados da RSL 39
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
BCF BIM Collaboration Format
BIM Building Information Modeling
DR Diferencial Residual
FCA Fator de Correção de Agrupamento
FCT Fator de Correção de Temperatura
FP Fator de Potência
LOD Level of Development
RSL Revisão Sistematizada da Literatura
TCC Trabalho de Conclusão de Curso
1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
2.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
2.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.1.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.1.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.1.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.1.4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.3.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.3.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.3.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.3.4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.3.5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.3.6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.5.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.5.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.5.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
3.7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
4.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
4.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
4.2.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
4.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
4.3.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
5.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
6.1 . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
6.1.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO 13
OBJETIVOS 15
GERAL 15
ESPECÍFICOS 15
REFERENCIAL TEÓRICO 16
METODOLOGIA BIM (BUILDING INFORMATION MODELING) 16
Conceito De BIM 16
Impactos Da Metodologia BIM 17
LOD De Projetos 18
Parametrização 19
BIM X MODELAGEM TRIDIMENSIONAL 20
PROJETOS ELÉTRICOS 20
Cabos Elétricos 23
Eletroduto 23
Proteções 24
Correções 25
Queda de Tensão 26
BIM Impactando nos Projetos Elétricos 27
 DIFERENÇAS CAD E BIM 28
REVIT™ 28
Template 29
Biblioteca 29
Clashs 30
ASANA® 31
REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA 32
METODOLOGIA 34
FLUXOGRAMA DE TRABALHO 35
DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 35
Procedimentos Para Elaboração De Projeto Prático 35
DESENVOLVIMENTO REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA 37
Procedimentos Para Elaboração Da Revisão Sistematizada Da Literatura 37
RESULTADOS DA RSL 38
REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA EM BIM 38
RESULTADOS DO PROJETO 41
PROJETO DESENVOLVIDO EM REVIT™ 41
Interferências encontradas em fase de projeto 50
6.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
6.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 
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LISTA DE MATERIAIS 53
VALIDAÇÃO DO PROJETO EM BIM 56
CONCLUSÃO 58
REFERÊNCIAS 60
APÊNDICE A - PROJETO ELÉTRICO RESIDENCIAL. 
64
APÊNDICE B — DIMENSIONAMENTO TRADICIONAL CIRCUITO
ELÉTRICO. 65
ANEXO A — SOLICITAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE PROJETOS
COMPLEMENTARES DA RESIDÊNCIA. 66
1 INTRODUÇÃO
A Engenharia Civil é uma área do conhecimento que se dedica ao projeto, construção
e manutenção de estruturas físicas, como edifícios, pontes, estradas e barragens. Os
profissionais formados nesta área, engenheiros civis, são responsáveis por garantir o bom
funcionamento, a segurança e a durabilidade das instalações, sistemas e estruturas projetadas. 
Para tanto, o engenheiro civil trabalha em conformidade com as normas e
regulamentos aplicáveis. Esse profissional também é responsáveis por garantir que os projetos
sejam executados dentro do orçamento e no prazo estabelecidos (cronograma físico
financeiro). As atividades desempenhadas por um engenheiro civil estão regulamentadas no
Decreto 23569, de 11 de dezembro de 1933, que no Art. 28 elenca entre outras competências,
o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de edifícios, com todas as suas obras
complementares. 
Engenharia é uma área de atuação que se dedica a oferecer soluções práticas para
problemas concretos. O trabalho do profissional formado em engenharia é criar soluções
planejadas e que sejam viáveis econômica e tecnicamente, então é preciso conhecer a fundo o
tema, em qualquer aspecto que seja, desde projetos até soluções práticas em campo (SENAI,
2019). Além de criar essas soluções, o profissional irá coordenar todo o desenvolvimento do
projeto, logo, noções de administração, de gestão interpessoal e de economia também
aparecem nas áreas da engenharia. 
A definição nacionalmente utilizada para descrever a área de engenharia civil é muito
bem resumida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial "Engenharia Civil: é a área
que mais forma engenheiros no Brasil. O(a) profissional pode atuar com os processos de
construção de edifícios e outras infraestruturas na indústria, em órgãos públicos, empresas de
construção ou prestando consultoria" (SENAI, 2019) . 
Os projetos de engenharia civil são desenvolvidos através de uma metodologia
iterativa que inclui a coleta e análise de dados, a concepção de soluções, a elaboração de
desenhos e especificações técnicas, a realização de cálculos estruturais e a verificação da
conformidade com as normas e regulamentos aplicáveis. 
Recentemente, a metodologia BIM (Building Information Modeling) tem sido
amplamente adotada na indústria da construção, incluindo na engenharia civil. O BIM é uma
metodologia que permite a criação, gestão e utilização de informações tridimensionais de um
edifício durante todo o seu ciclo de vida, desde a concepção até a construção e manutenção.
Esta metodologia está sendo amplamente utilizada em vários tipos de projetos de engenharia
civil, incluindo edifícios residenciais e comerciais, pontes, estradas e barragens. 
O uso do BIM permite a criação de modelos digitais precisos e detalhados das
estruturas e sistemas, incluindo instalações elétricas, mecânicas, hidráulicas e de incêndio.
Isso permite uma melhor colaboração entre os diferentes profissionais envolvidos no projeto e
13
uma maior eficiência no planejamento, projeto e construção como é defendido por Eastman et
al. (2008). 
No que diz respeito às instalações elétricas, o BIM permite a criação de modelos
digitais detalhados das instalações elétricas, incluindo dispositivos, cabos, quadros e outros
equipamentos. Isso permite aos engenheiros, que produzem projetos elétricos, colaborar de
forma mais eficaz com os demais profissionais envolvidos no projeto e garantir que as
instalações elétricas sejam projetadas e construídas de acordo com as normas e regulamentos
aplicáveis. 
Neste trabalho serão apresentados os conceitos fundamentais da BIM, as ferramentas
utilizadas e os benefícios da sua aplicação no projeto de instalações elétricas prediais de baixa
tensão. 
14
2 OBJETIVOS
2.1 GERAL
Analisar a eficácia da implementação da metodologia BIM no projeto de instalações
elétricas prediais de baixa tensão, utilizando como exemplo prático uma residência de alto
padrão com 624,61m², comparando a praxis com o resultado de uma revisão sistematizada. 
2.2 ESPECÍFICOS 
1. Realizar uma revisão sistematizada da literatura sobre BIM na Engenharia Civil nos
últimos 3 anos.
2. Desenvolver um projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão utilizando
a metodologia BIM para uma residência de alto padrão com 624,61m².
3. Analisar e comparar os resultados obtidos com a metodologia BIM em relação aos
projetos tradicionais e apresentar conclusões.
4. Validar o projeto prático em BIM com o dimensionamento de um circuito utilizando
o método de cálculo tradicional.
15
3 REFERENCIAL TEÓRICO
3.1 METODOLOGIA BIM (BUILDING INFORMATION MODELING)
3.1.1 Conceito De BIM
Esta metodologia ainda não possui uma conceito único e/ou amplamente aceito.
Atualmente algumas empresas pensam nesse processo como “uma simulação inteligente da
arquitetura” segundo é citado por M.A. Mortenson Company,2014 em Eastman et al. (2008),
outras já veem a metodologia como um método de trabalho mais organizado e útil que facilita
processos de construção em todas as etapas da vida da construção.
Segundo Alves (2014, apud Masotti (2014, p. 15) , “a modelagem BIM permite ao
projetista construir o empreendimento em um mundo virtual antes deste ser construído no
mundo real. Ele o cria utilizando componentes virtuais inteligentes, cada um deles sendo
perfeitamente análogo a um componente real no mundo físico.”, e “a abordagem BIM
compreende a comunicação, a troca de dados, padrões e protocolos necessários para todos os
sistemas e equipes conversarem entre si.”. 
O Caderno BIMda Secretaria de Planejamento do Estado de Santa Catarina (2014)
define BIM “como um processo que permite a gestão da informação, por todo o ciclo de vida
da edificação”, através de modelos “digitais, tridimensionais e semanticamente ricos, que
formam a espinha dorsal do processo.” Modelos tridimensionais e semanticamente ricos, esta
definição é de suma importância para a metodologia BIM mais atual, pois utilizando
softwares BIM é possível fazer análises “Clash”, que seriam análises automatizadas de
interferências e dificuldades construtivas e de projetos, entre as diversas disciplinas,
melhorando a qualidade do projeto em geral. 
Neste trabalho irá se aborda-se a definição de que a metodologia BIM é uma
tecnologia de modelagem e um conjunto associado de processos para produzir, comunicar e
analisar modelos de construção. 
Segundo Eastman et al. (2008), modelos de construção podem ser caracterizados por 4
principais componentes: 
De construção, a representação digital de objetos inteligentes que possuem
parâmetros aos quais podem ser atribuídos dados computáveis e regras paramétricas.
Que incluem dados que descrevem como eles se comportam, estes sendo os
parâmetros para analises e processos de construção e trabalho, alguns destes sendo,
quantificação, especificação técnica, método de instalação, análise energética, análise
solar, eficiência energética, potência, fluxo luminoso.
Dados consistentes e não redundantes, para garantir que toda e qualquer mudança
feita nos dados dos componentes sejam transmitidas para todas as visualizações dos
16
mesmos.
Dados coordenados, de forma que todas as visualizações de um modelo sejam
representadas de maneira coordenada.
 
O Caderno de apresentação de projetos BIM do Governo de Santa Catarina (2015).
apresenta a seguinte imagem para tratar sobre a evolução do BIM e da evolução da tecnologia
e das ferramentas utilizadas.
Figura 1 — Maturidade do BIM 
Fonte: Governo de Santa Catarina (2015).
3.1.2 Impactos Da Metodologia BIM
A construção civil, em seu início teve seus projetos realizados em pranchetas, ou seja,
a mão, demandando grandes prazos para conclusão e alto cuidado com o seu
desenvolvimento, com os avanços tecnológicos foi possível melhorar esse processo utilizando
computadores o que causou uma grande mudança na indústria (MARTINS, 2021).
É evidente que a indústria da construção encontra desafios e dificuldades em todo seu
processo, desde a concepção do projeto até a manutenção da edificação, ou estrutura já
concluída. 
17
Diversas iniciativas, processos, estudos e tecnologias visam corrigir os problemas
pontualmente, como softwares, métodos ou checklists específicos para cada área. Logo é
analisado uma solução que envolve todo o processo, a integração de todas as equipes
envolvidas desde a fase de projeto, construção, fornecedores, usuários, manutenção e outros,
que terá a maior possibilidade de encontrar e solucionar a maior quantidade de problemas. 
3.1.3 LOD De Projetos
Hoje em dia se trabalha com níveis de detalhamento do projeto caracterizados em uma
escala, LOD “Level of development” tratado no Brasil como nível de desenvolvimento (ND),
tradução direta do inglês. Este é um parâmetro para definir o quão detalhado está o projeto,
segundo o Caderno de apresentação de projetos BIM do Governo de Santa Catarina (2015, p.
22) “A progressão das etapas de projeto de edificações em relação ao Nível de
Desenvolvimento (ND) se baseia em uma estrutura conceitual, fundamentada na quantidade e
na forma da informação necessária à modelagem do projeto virtual, e está associada ao escopo
do certame em função da gestão das fases de projeto de edificações e seus objetivos"
Os níveis de detalhamento são: 
LOD 100 – modelo básico somente com linhas, símbolos e volumes, tudo isso sem
adicionar parâmetros definitivos sobre o produto, como massas. 
LOD 200 – São adicionadas quantidades estipuladas por área e/ou mínimas por norma,
e começa-se a adicionar propriedades geométricas ao modelo. 
LOD 300 – Condição de anteprojeto, dimensões do empreendimento, quantitativo
reais, e propriedades especificas do modelo. 
LOD 350 – A partir desse detalhamento são adicionados detalhes e elementos
construtivos referentes a interação entre projetos, com cotas e notas técnicas de interação. 
LOD 400 – Adicionado detalhes construtivos para execução, como deverá ser
realizado ou como será a montagem de todos os elementos assim como fazer os processos de
construção. (Raramente esses projetos são realizados no Brasil) 
LOD 500 – Projeto AS BUILT adotando todo os materiais utilizados assim como seu
método de instalação e tempo necessário para todos os processos. 
18
Figura 2 — Níveis de detalhamento 
Fonte: DAUDT (2019).
3.1.4 Parametrização
A parametrização é o processo de atribuir valores numéricos ou alfanuméricos aos
elementos de um projeto, de forma a permitir que esses elementos sejam facilmente
gerenciados e controlados. Dessa forma, sendo possível controlar nas vistas 2D informações
que serão repassadas em tempo real para cortes e vistas 3D do projeto
(PERES; HAYAMA; VELASCO, 2007). Esses valores podem incluir informações como
dimensões, materiais, preços, etc. 
Na metodologia BIM, a parametrização é essencial para garantir que todas as
informações relacionadas a um projeto sejam precisas, consistentes e atualizadas. A
parametrização também permite que os projetistas e engenheiros possam testar e otimizar
diferentes opções de projeto, sem a necessidade de recriar o projeto inteiro. Isso pode
economizar tempo e dinheiro e garantir que o projeto final seja o mais eficiente e eficaz
possível. 
Além disso, a parametrização permite a geração automática de relatórios, orçamentos,
listas de materiais, entre outros, a partir dos dados armazenados no modelo BIM, o que
facilita a comunicação entre os envolvidos no projeto, e também a gestão do mesmo. 
19
3.2 BIM X MODELAGEM TRIDIMENSIONAL
Como tratado anteriormente e defendido por Eastman et al. (2008) a metodologia
BIM possui uma modelagem tridimensional mas não se resume a somente isso, alguns
exemplos seguem abaixo de casos onde se diferencia modelagem tridimensional de
modelagem seguindo a metodologia BIM.
Modelos que só contêm dados 3D, sem atributos de objetos. Estes modelos
podem ser utilizados para visualizações gráficas e apresentações e frequentemente
possuem maiores funcionalidades, mas por não possuírem inteligência ao nível do
objeto não fornecem o suporte necessário para a integração de dados e análises de
projeto.
Modelos sem suporte para comportamento. Estes modelos possuem informações
sobre o objeto, mas não permitem ajustar seu posicionamento ou parâmetros, uma vez
que não utilizam a inteligência paramétrica. Isso torna as modificações
demasiadamente trabalhosas, constantemente tendo que ser feitas em outros softwares,
e ainda resulta na criação de vistas inconsistentes ou imprecisas.
Modelos que são compostos de múltiplas referências a arquivos CAD 2D que
devem ser combinados para definir a construção. Torna-se impossível assegurar
que o modelo 3D resultante será realista, consistente, compatibilizado e que mostrará
inteligência com respeito aos objetos contidos nele.
Modelos que permitem modificações de dimensões em uma vista que não são
automaticamente refletidas em outras vistas. Comparável a substituir uma fórmula
por um valor manual em uma planilha eletrônica e automatizada.
3.3 PROJETOS ELÉTRICOS
O projeto elétrico é o conjunto de todas as informações necessárias para realizar o
trabalho: cálculos, desenhos, gráficos, materiais e tudo mais que se refere a uma instalação ou
equipamento elétrico baseado em normas técnicas (SOPRANO, 2021). 
Este projeto pode ser uma lista, diagrama, tabela ou desenho, qualquer forma de
apresentar ou documentar as principais especificações referente a garantir a segurança e
usabilidade de uma infraestrutura elétrica da edificação, devendo ser feita por um profissional
capacitado para garantir as mesmas. 
O atendimento a normas, como a NBR5410, NDEE 02, NDEE 03 e outras, em setores
como dimensionamentos de eletrodutos, cabos, quadros, disposição de cabos neutro. Todos
fazem parte do projeto elétrico. 
Como a empresa de equipamentos elétricos Soprano (2021) apresenta:
20
“Muitos técnicos responsáveis o dividem em oito etapas, com o intuito de padronizar
a realização e assim garantir maior segurança e qualidade. A primeira delas é a
análise da planta baixa do local, para definir a quantidade de lâmpadas e função de
cada recinto para determinar os PTUG’S (Pontos de Tomadas de Uso Gerais). Em
seguida se estabelece os pontos de tomadas de uso específicos (PTUE’S). A terceira
etapa determina os circuitos elétricos e a quarta define o local de alimentação dos
pontos de consumo. Para realizar o quinto passo é necessário utilizar fórmulas
matemáticas que definirão a corrente elétrica. Em seguida, dimensiona-se o disjuntor
aplicado no quadro de medidor. Aqui, é importante ressaltar que o tipo de disjuntor
depende do fornecimento e do sistema de distribuição da companhia elétrica local. A
sétima etapa trata da aferição da potência elétrica em todos os pontos de iluminação,
de tomadas de uso geral e de uso específico. Por último, é feito o diagrama unifilar,
que representa a trajetória dos pontos e dos dispositivos. Seu objetivo é verificar
quantos condutores passarão em cada eletroduto e seus respectivos trajetos.” 
As instalações elétricas são conjuntos de equipamentos e dispositivos utilizados para
transportar e distribuir energia elétrica em um edifício ou em uma propriedade. Elas incluem
itens como cabos, quadros de distribuição, interruptores, disjuntores e tomadas. 
Uma instalação elétrica deve atender a normas e regulamentos de segurança para
garantir a proteção dos usuários e evitar incêndios e outros riscos. Isso inclui o uso de
dispositivos de proteção contra sobrecarga, curto-circuito e sobretensão, bem como
aterramento adequado. 
Existem vários tipos diferentes de instalações elétricas, incluindo instalações
residenciais, comerciais e industriais. Cada tipo possui suas próprias exigências e
especificações. Além disso, é importante realizar manutenção regular nas instalações elétricas
para garantir sua segurança e eficiência. Isso inclui verificar os dispositivos de proteção, testar
os circuitos e cabos, e substituir quaisquer peças danificadas ou desgastadas.
Para projetar e executar uma instalação elétrica é recomendado a contratação de um
profissional habilitado, que levará em consideração as normas técnicas aplicáveis,
especificações e regulamentos de segurança para garantir a segurança e eficiência da
instalação. 
Alguns pontos específicos relacionados às instalações elétricas incluem: 
Dimensionamento dos cabos: É importante selecionar os cabos elétricos corretos para
garantir que eles possam suportar a carga elétrica exigida sem sobreaquecer ou falhar. Isso
inclui considerar o tamanho, tipo e comprimento dos cabos, bem como a temperatura
ambiente. 
Proteção contra choque elétrico: As instalações elétricas devem incluir dispositivos de
proteção contra choque elétrico, como disjuntores e dispositivos de fuga aterrados, para
garantir a segurança dos usuários. 
Iluminação: As instalações elétricas devem incluir sistemas de iluminação adequados
para garantir a segurança e a eficiência. Isso inclui a seleção de lâmpadas e dispositivos de
iluminação adequados para as necessidades do ambiente. 
Proteção contra incêndio: As instalações elétricas devem incluir dispositivos de
proteção contra incêndio, como detectores de fumaça e extintores, para garantir a segurança
21
do edifício e de seus ocupantes. 
Sistemas de gerenciamento de energia: As instalações elétricas modernas podem
incluir sistemas de gerenciamento de energia que monitoram e controlam o uso de energia,
otimizando a eficiência e reduzindo os custos. 
Instalações para carregamento de veículos elétricos: com o aumento da utilização de
veículos elétricos, as instalações elétricas também devem ser projetadas para atender as
necessidades de carregamento destes veículos, incluindo a instalação de tomadas de
carregamento específicas e sistemas de gerenciamento de carga. 
Instalações para geradores: instalações elétricas também podem incluir geradores de
emergência para garantir continuidade de fornecimento de energia em caso de falhas na rede
elétrica. 
Figura 3 — Símbolos projeto elétrico 
Fonte: O autor (2023).
22
3.3.1 Cabos Elétricos
Segundo a NBR-NM 280 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (2011)
classifica os condutores sólidos, encordoados e flexíveis em: 
Cobre mole com ou sem revestimento metálico
Alumínio sem revestimento metálico ou liga de alumínio, conforme especificado
para os diferente tipos de condutor na seção 4. 
Os cabos elétricos são elementos fundamentais para a transmissão de energia elétrica,
e existem diversos tipos disponíveis no mercado, cada um com suas particularidades e
utilizações específicas. 
Os cabos de cobre são os mais comuns e amplamente utilizados, devido à sua boa
condutividade elétrica e baixo custo. Eles são resistentes à corrosão e têm uma boa
durabilidade. Segundo a NDEE-002 da Amazonas Energia (2022) somente pode ser utilizado
os cabos de cobre nas instalações internas de empreendimentos sendo reservado os cabos de
alumínio para os cabos de entrada, salvo algumas restrições, mesmo o cabo de alumínio
apresentando uma melhor relação custo-benefício quando comparado ao cobre, pois é mais
leve e possui maior resistência à tração. No entanto, possui uma menor condutividade elétrica
e é mais suscetível à corrosão.
3.3.2 Eletroduto
Segundo Creder (2007, p. 101) "nas instalações abrangidas pelo NBR-5410 só são
admitidos eletrodutos não propagantes de chama" e "que em qualquer situação, os eletrodutos
devem suportar as solicitações mecânicas, químicas, elétricas e térmicas a que forem
submetidos nas condições da instalação" como corrobora Associação Brasileira de Normas
Técnicas (2020) na NBR 15465, que indica que os eletrodutos podem ser de qualquer material
de natureza plástica desde que cumpram os requisitos mínimos de desempenho.
Para garantir maior segurança e o efetivo cálculo de FCA, é necessário seguir as regras
de área utilizada no processo de dimensionamento. 
Segundo (CREDER, 2007, p. 101):
53% no caso de um condutor.
31% no caso de dois condutores
40% no caso de três ou mais condutores.
Segundo a norma NBR5410 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (2004):
Os métodos de referência são os métodos de instalação, indicados na IEC 60364-5-52,
para os quais a capacidade de condução de corrente foi determinada por ensaio ou por cálculo.
Abaixo se apresenta as classificações com exemplos. 
A1: Condutores isolados em eletroduto de seção circular embutido em parede
23
termicamente isolante. Como por exemplo em parede de drywall. 
A2: Cabo multipolar em eletroduto de seção circular embutido em parede
termicamente isolante. 
B1: Condutores isolados em eletroduto de seção circular sobre parede de madeira.
Como em um forro de madeira. 
B2: Cabo multipolar em eletroduto de seção circular sobre parede de madeira. Em
ambos os métodos se instala em eletroduto metálico ou de plástico, com distância do
eletroduto para a parede menor que 0,3 vezes o diâmetro do cabo. 
C: Cabos unipolares ou cabo multipolar sobre parede de madeira. Onde a distância
entre o cabo e a parede é inferior a 0,3 vezes o diâmetro do cabo. 
D: Cabo multipolar em eletroduto enterrado no solo. Esse método é usado quando é
necessário instalar cabos elétricos debaixo da terra, como por exemplo em um parque de
estacionamento. 
E: Cabo multipolar ao ar livre. Esse método é usado quando é necessário instalar
cabos elétricos ao ar livre, como por exemplo em postes de iluminação pública. 
F: Cabos unipolares justapostos (na horizontal, na vertical ou em trifólio) ao ar livre.
Esse método é usado quando é necessário instalar vários cabos elétricos juntos ao ar livre,
como por exemplo em uma linha de transmissão de energia.G: Cabos unipolares espaçados ao ar livre. Esse método é usado quando é necessário
instalar vários cabos elétricos separados ao ar livre, como por exemplo em uma linha de
transmissão de energia. Sendo necessário uma distancia de no mínimo uma vez o diâmetro
externo do cabo. 
E cada método de instalação dado acima possui seu método de referência específico
para obtenção da capacidade de condução de corrente. 
3.3.3 Proteções
Segundo a (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2004, p. 7). A
Parte 3.2 específica sobre as condições de instalação elétrica, incluindo a seleção e
dimensionamento dos condutores elétricos, dispositivos de proteção, acessórios e dispositivos
de medição. Também trata sobre a proteção contra choques elétricos e incêndios, assim como
a compatibilidade eletromagnética e a instalação de sistemas de iluminação e força. Em
resumo, a Parte 3.2 abrange os requisitos para garantir a segurança, a qualidade e a eficiência
das instalações elétricas.
As proteções elétricas são dispositivos fundamentais para garantir a segurança das
pessoas e dos equipamentos em instalações elétricas de baixa tensão. Em projetos de
instalações elétricas residenciais, são utilizadas diversas proteções, como: 
Disjuntor diferencial residual (DR): protege o ser humano contra fugas de corrente,
24
além de proteger o cabo e a carga elétrica. 
Disjuntor termomagnético: protege contra sobrecargas elétricas, desligando
automaticamente a alimentação elétrica em caso de excesso de corrente elétrica. 
Interruptor diferencial residual (IDR): protege contra correntes de fuga à terra. 
Fusível: protege contra sobrecargas elétricas, desligando a alimentação elétrica após a
fusão do elemento fusível. 
Tomada com dispositivo de proteção: protege contra choques elétricos, interrompendo
a passagem de corrente elétrica em caso de contato acidental. 
Proteção por barramento: protege contra curto-circuito, desligando automaticamente a
alimentação elétrica em caso de anomalias no circuito elétrico, prevenindo danificar o
barramento. 
Proteção por aterramento: protege contra choques elétricos, garantindo que a corrente
elétrica flua para a terra em caso de falha no isolamento do equipamento. 
3.3.4 Correções
Como citado pela NBR 5410: 
6.2.5.2.1 A corrente transportada por qualquer condutor, durante períodos
prolongados em funcionamento normal, deve ser tal que a temperatura máxima para
serviço contínuo dada na Tabela 35 não seja ultrapassada. A capacidade de condução
de corrente deve ser determinada conforme 6.2.5.2.2 ou conforme 6.2.5.2.3. 
 
Logo de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2004) , o fator de
correção de agrupamento (FCA) é utilizado para ajustar a carga nominal de dispositivos
elétricos quando estes são instalados em agrupamentos. Esse fator é aplicado para corrigir a
sobrecarga de aquecimento que ocorre devido à proximidade dos dispositivos. A fórmula
utilizada para calcular o FCA é dada pela relação entre a carga nominal do dispositivo isolado
e a carga nominal do dispositivo instalado em agrupamento. O valor do FCA varia de acordo
com o tipo de dispositivo, a configuração do agrupamento e a distância entre os dispositivos.
É importante observar que o valor do FCA deve ser menor do que um, ou seja, a carga
nominal do dispositivo em agrupamento deve ser menor do que a carga nominal do
dispositivo isolado.
Novamente referindo a norma NBR 5410: 
6.2.5.3.3 Se os condutores forem instalados em ambiente cuja temperatura difira dos
valores indicados em 6.2.5.3.2, sua capacidade de condução de corrente deve ser
determinada, usando-se as Tabelas 36 a 39, com a aplicação dos fatores de correção
dados na Tabela 40. 
Logo o fator de correção de temperatura é um conceito utilizado na medida de
25
grandezas elétricas, principalmente corrente e tensão, para ajustar os valores obtidos em
condições de temperatura diferentes daquele padrão estabelecido. Ele é utilizado para garantir
a precisão das medidas e é obtido através de curvas características fornecidas pelo fabricante
do equipamento. 
3.3.5 Queda de Tensão
Segundo Creder (2007, p. 96) "a queda de tensão é função da distância entre a carga e
o medidor e a potência da carga" e "As quedas de tensão admissíveis são dadas em
percentagem da tensão nominal ou de entrada"
Onde: 
e: Queda de tensão percentual 
Ve: Tensão na entrada 
Vc: Tensão na carga 
É importante lembrar que a queda de tensão não deve ultrapassar um valor
estabelecido, pois pode causar problemas no funcionamento dos dispositivos elétricos e, em
casos extremos, pode causar danos aos equipamentos. É fundamental que seja realizado
cálculos e projetos para determinar a quantidade de queda de tensão, para garantir que a carga
elétrica esteja dentro dos limites aceitáveis. 
 
Segundo a norma NBR-5410 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (2004) a
queda de tensão permitida é de até 5% para instalações alimentadas diretamente por um ramal
de baixa tensão, este sendo da rede de distribuição pública de baixa tensão e 7% para
alimentações diretamente de uma subestação de transformação vindo de uma instalação de
alta tensão ou que possuem geração própria.
Esta percentagem podendo ser distribuída entre os equipamentos no caminho ao ponto
de carga como indica a figura 4. 
26
e = ⋅
V e
V e − V c
100 (1)
Figura 4 — Distribuição da queda de tensão admissível 
Fonte: Nodari.
3.3.6 BIM Impactando nos Projetos Elétricos
Os componentes da modelagem utilizando BIM possuem dados de potência prevista
para ser utilizados em cada ponto de tomada e é possível adicionar dados de tensão, fator de
potência, fator de demanda, fator de agrupamento e fator de temperatura. Dentro de um
software BIM podem ser criadas tabelas automatizadas que relacionarão todas essas
informações, logo é possível automatizar o dimensionamento e alocação de cabos, de
configuração de cabos, de disjuntores necessários e de informações de projeto dependentes
dos mesmos (JUSTI, 2020).
27
3.4 DIFERENÇAS CAD E BIM
CAD (Computer-Aided Design) é um padrão de software utilizado para desenhar,
modelar, analisar e documentar projetos, como citado por Sarcar, Rao e Narayan (2008). Este
software permite aos engenheiros, arquitetos e outros profissionais criar desenhos precisos e
detalhados usando ferramentas de desenho e modelagem 3D. 
Com os softwares CAD também podem ser usados para simular como um projeto se
comportaria em condições reais, e para gerar documentação técnica e outras informações
importantes para a construção e manutenção de projetos. 
Todos os sistemas CAD geram arquivos digitais. Eles geram arquivos que consistem
principalmente em vetores, tipos de linha associados e identificação de camadas (layers). À
medida que esses sistemas foram se desenvolvendo, informações adicionais foram sendo
acrescentadas a esses arquivos para permitir blocos de dados e textos associados, sendo estes
blocos somente linhas de desenho no projeto, sem qualquer dado de construção ou de
informação associada ao mesmo. 
Com a introdução da modelagem 3D, foram adicionadas definições avançadas e
ferramentas complexas de geração de superfícies. Ao passo que os sistemas CAD se tornaram
mais inteligentes e mais usuários desejaram compartilhar dados associados com dado projeto,
o foco transferiu-se dos desenhos e das imagens 3D para os próprios dados. 
Um modelo de construção produzido por uma ferramenta que utiliza a metodologia
BIM pode dar suporte a múltiplas vistas diferentes dos dados contidos dentro de um conjunto
de desenhos, incluindo 2D e 3D. 
 
3.5 REVIT™
Revit™ vem das palavras Revise Instantly que significa "Revise instantaneamente", ou
seja, a ideia que em que foi criado é o de fazer alterações no momento em que se está
modelando, sem se preocupar com outras vistas ou cortes pois o programa se encarregará de
reiterar essas alterações em todas os locais que o elemento pode ser visto (RODRIGUES,
2022). 
O Revit™ é um programa que tem a metodologia BIM como uma de suas bases de
desenvolvimento.Logo, no modelo 3D, quaisquer alterações dos elementos modelados pode
ser feita em qualquer vista, e reflete-se em todas as vistas em que ele seja exibido, já que se
trata do mesmo elemento, garantindo a precisão e concordância do projeto. 
O Revit™ possui inúmeras ferramentas que auxiliam os setores de arquitetura,
hidráulica, elétrica, combate a incêndio, estrutura e é possível alterar modelos de outras
disciplinas para se representar especificações que não são nativas do programa, como um
cabo de protensão específico que é desenvolvido sobre medida, essas alterações são possíveis
28
graças as parametrizações das famílias e a alta configurabilidade do programa. 
3.5.1 Template
Templates são arquivos base onde se armazena informações básicas e que tornariam o
trabalho repetitivo de se criar em todo o projeto, tabelas de informações, tabelas de
quantitativos, detalhes genéricos, tamanhos de letra, espessura de linhas, tipos de hachuras.
Todas essas informações são armazenadas no template. 
Segundo (SOUZA, 2021, p. 28). "template, em inglês, tem o significado de padrão, ou
molde. Este conceito não é exclusivo da plataforma BIM, assim como outros softwares, eles
são organizados para otimizar tempo e padronizar projetos de diferentes equipes”. 
Os templates são arquivos criados pelos escritórios, com o objetivo de personalizar,
padronizar e criar a identidade em seus projetos. devido haver inúmeras marcas e arquivos
existentes no mercado para pronta utilização, podendo deixar o projeto idêntico a outros
(SOUZA, 2021).
3.5.2 Biblioteca
As bibliotecas de famílias no Revit™ são conjuntos de elementos pré-definidos que
podem ser inseridos em um projeto. Essas famílias podem incluir itens como portas, janelas,
móveis, eletrodomésticos e outros componentes comuns em projetos de arquitetura e
engenharia. 
De acordo com Eastman et al. (2008), as bibliotecas de famílias são essenciais para a
implementação de projetos BIM, pois permitem que os objetos sejam parametrizados e
organizados em conjunto. As ferramentas do Revit™ permitem criar essas bibliotecas de
objetos, tornando possível a realização de projetos BIM. 
Uma das principais vantagens das bibliotecas de famílias no Revit™ é a capacidade de
reutilizar elementos comuns em vários projetos, economizando tempo e esforço. Além disso,
as famílias podem ser facilmente personalizadas para atender às necessidades específicas de
um projeto, sem a necessidade de criar novos elementos do zero. 
Outra vantagem das bibliotecas de famílias no Revit™ é a capacidade de manter a
consistência entre os projetos. Como as famílias são compartilhadas entre projetos, é menos
provável que haja variações entre os elementos, garantindo que os projetos sejam coerentes e
precisos. 
Além disso, as bibliotecas de famílias no Revit™ também podem ser compartilhadas
entre equipes, permitindo que os membros da equipe colaborem e contribuam para a
biblioteca. Isso aumenta a eficiência do trabalho em equipe e ajuda a garantir que todos os
membros da equipe tenham acesso às mesmas famílias. 
Em resumo, as bibliotecas de famílias no Revit™ são ferramentas valiosas para
29
arquitetos e engenheiros, pois permitem a reutilização de elementos comuns, personalização
fácil, manutenção da consistência e colaboração entre equipes. Isso ajuda a garantir que os
projetos sejam precisos, eficientes e de alta qualidade. 
3.5.3 Clashs
Os Clashs ou interferências em modelagens BIM são erros comuns que ocorrem
durante o processo de projeto, onde diferentes elementos do projeto entram em conflito uns
com os outros. esses erros devem ser identificados e resolvidos o mais breve possível, para
garantir a qualidade e a eficiência do projeto. 
O site MAPData (2022) indica que utilizar o Autodesk Revit para autoria de modelos
de projetos torna a coordenação da equipe mais eficaz, especialmente na resolução de
interferências simples no projeto. Isso evita que o modelo apresente interferências simples
após a entrega do projeto. 
A resolução dos Clashs deve ser realizada com a colaboração de todas as partes
envolvidas no projeto, incluindo arquitetos, engenheiros, contratantes e outros profissionais. É
importante considerar as necessidades e os requisitos de cada parte envolvida, para garantir
que a solução seja satisfatória para todos.
Figura 5 — Exemplo de Clash 
Fonte: MAPData (2022).
30
3.6 ASANA® 
Segundo Thórus (2020). "Um dos pontos mais importantes para que o processo BIM
funcione do começo ao fim é a comunicação. O intuito do BIM é promover a troca de
informação e o trabalho colaborativo de forma interdisciplinar para tornar o processo mais
simples e eficiente. 
Por isso, para solucionar este problema foi desenvolvido o BIM Collaboration Format
– BFC. Não somente a comunicação entre os programas é importante como a entre setores em
um projeto, fazendo necessário métodos e programas para facilitar a transferência de
informações. 
O programa Asana® é um software de gerenciamento de projetos e tarefas
desenvolvido para equipes. Ele permite a criação de quadros virtuais, onde os usuários podem
adicionar tarefas, designar responsáveis, definir prazos e acompanhar o progresso dos
projetos. Além disso, o Asana® oferece recursos de comunicação e colaboração, como
comentários, menções e arquivos compartilhados. 
O objetivo do Asana® é proporcionar uma melhor organização e comunicação entre
equipes, além de facilitar o acompanhamento dos projetos e aumentar a produtividade. Ele é
amplamente utilizado em empresas de diferentes segmentos, como tecnologia, marketing,
vendas e até mesmo em organizações governamentais. 
Uma das principais vantagens do Asana® é a sua flexibilidade e personalização,
permitindo que as equipes criem os seus próprios fluxos de trabalho e adaptem o programa às
suas necessidades específicas. Além disso, o Asana® também oferece integrações com outros
softwares, como o Google Drive e o Slack, tornando ainda mais fácil a colaboração entre
equipes (ASANA®, 2020). 
 
 
31
Figura 6 — Asana® 
Fonte: Asana® (2020).
3.7 REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA
A revisão sistematizada da literatura (RSL) é uma metodologia rigorosa para
identificar, selecionar, avaliar e sintetizar a evidência disponível em um determinado tópico
ou questão de pesquisa. 
Ela envolve uma abordagem metódica e sistemática para localizar, revisar e analisar a
literatura relevante, com o objetivo de produzir uma visão geral consolidada da evidência
atual sobre o assunto em questão. A RSL é amplamente utilizada na área da saúde, mas
também é aplicada em outras áreas do conhecimento. 
Explicado por (BRIZOLA; FANTIN, 2017) "Na situação atual, denominada por vários
pesquisadores de era digital (TAPSCOT, 1999; VEEN; VRKKING, 2006; LÉVY, 2008;
2015), somos apresentados diariamente a milhares ou milhões de terabytes de informações
disponíveis no ciberespaço e, como nenhuma pessoa daria conta de ler tudo o que é produzido
e compartilhado em termos de conhecimento, se faz necessário conhecer certos “atalhos” que
poderão auxiliar na seleção de informações relevantes para a temática de estudo que se
pretende pesquisar."
Nesse sentido Brizola e Fantin (2017) continuam com pontos porque a revisão da
literatura é essencial, se realizada adequadamente, evita futuros inconvenientes, como
descobrir que o tema já foi estudado anteriormente. Desta forma, a revisão da literatura
auxilia no: (a) estabelecimento dos limites do problema de pesquisa, (b) apoio na busca de
32
novas perspectivas de investigação, (c) evita abordagens infrutíferas, permitindo ao
pesquisador explorar caminhos nunca antes percorridos, (d) identificação de estudos já
realizados, possibilitando ao pesquisador adotar uma abordagem diferente e (e) evita a
realização de pesquisas repetitivas, tornando-as irrelevantes.
33
4 METODOLOGIA
Este trabalho tem como meta analisar a eficácia da implementação da metodologia
BIM com utilização do software Revit™, no projeto de instalações elétricas prediais de baixa
tensão, utilizandocomo exemplo prático o projeto de instalações elétricas para uma residência
de alto padrão, com 624,61m². 
A metodologia utilizada neste estudo incluiu uma pesquisa bibliográfica, uma análise
qualitativa baseada em entrevistas com funcionários da empresa TECPRO e uma revisão
sistematizada da literatura (RSL) para avaliar os benefícios e desvantagens da metodologia
BIM. Além disso, foi desenvolvido um projeto de instalações elétricas prediais de baixa
tensão utilizando a metodologia BIM e o software Revit™ para a residência de alto padrão
com 624,61m², e os resultados foram comparados com os resultados da RSL. Finalmente,
foram apresentadas conclusões e recomendações para futuras pesquisas. 
34
4.1 FLUXOGRAMA DE TRABALHO
Figura 7 — Fluxograma da metodologia 
Fonte: O autor (2023).
4.2 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
4.2.1 Procedimentos Para Elaboração De Projeto Prático
Para a elaboração deste trabalho é necessário conhecimento prévio em um programa
que utiliza a metodologia BIM este sendo o Software Autodesk Revit™ na versão 2023 ou
35
antecedentes e de conhecimento teórico na NBR 5410, NR-10, NR-12, NDEE-02 que
contemplam o conhecimento técnico para execução e projeto de instalações elétricas em baixa
tensão. 
É necessário a utilização de template de elétrica, resultado de produção própria. 
Primeiramente ao se receber os projetos luminotécnicos e pontos elétricos faz-se
necessário a criação de uma base no software Autodesk Autocad® 2023 para então ser
importado para o Revit™. 
O dimensionamento é acompanhado através de um Software online, Asana® para
monitoramento e controle do andamento do projeto, o checklist de autoria própria no Asana®
se segue: 
1. Vincular a arquitetura no ponto base.
2. Verificar e vincular as outras disciplinas.
3. Verificar e adicionar nos comentários tipo de eletroduto a ser utilizado.
4. Verificar e adicionar nos comentários tipo de quadro elétrico a ser utilizado.
5. Montar a base do projeto luminotécnico.
6. Montar a base do projeto ponto elétrico.
7. Montar a base do projeto de ar condicionado.
8. Requisitar as potências das bombas e locação das mesmas do setor de hidráulica.
9. Alinhas os níveis da elétricas aos níveis da arquitetura e criar as vistas.
10. Colocar a iluminação e verificar o tipo de carga.
11. Criar a identificação de iluminação e organizar a mesma.
12. Colocar tomadas e verificar o tipo de carga.
13. Criar a identificação de tomadas e organizar a mesma.
14. Colocar interruptores e verifica o tipo de carga.
15. Criar a identificação de interruptores e organizar a mesma.
16. Colocar pontos de força nas condensadoras se forem split e ponto de força nas
condensadoras e nas evaporadoras se foram VRF/HVAC e verificar o tipo de carga.
17. Criar a identificação de ponto de força e organizar a mesma.
18. Colocar quadros de distribuição.
19. Criar a identificação de quadro de distribuição e organizar a mesma.
20. Verificar com a arquitetura a locação dos quadros.
21. Criar circuitos.
22. Organizar as tabelas de painéis.
23. Gerar as identificação de fiação e organizar a fiação.
24. Gerar o diagrama unifilar.
25. Gerar o 3D do quadro.
26. Montar as pranchas.
27. Gerar PDF, DWG.
36
28. Gerar IFC.
29. Confirmar com coordenação se RVT limpo é necessário.
30. Gerar lista de material.
31. Análise crítica do projeto
 
4.3 DESENVOLVIMENTO REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA
4.3.1 Procedimentos Para Elaboração Da Revisão Sistematizada Da Literatura
Foi realizado uma pesquisa avançada no Google Acadêmico e nos periódicos da
UNICAMP focando em BIM e Building Information Modeling filtrando em artigos a partir do
ano de 2019 até o momento de escrita deste trabalho e retornou um valor aproximado de 2850
em que foi selecionado uma parcela de representação devido a constrição de tempo imposta
ao trabalho, dessa amostra foram selecionados 13 artigos para serem lidos em integra e então
realizado uma RSL (Revisão sistematizada da Literatura). 
Esta RSL fornecerá muitos dados que serão utilizados para comparação com as
experiências encontradas no projeto prático. 
Os passos adotados para realização da RSL foram: 
1. O objetivo e o escopo da revisão sistemática são definidos, incluindo a identificação
do tema da revisão e a estabelecimento de objetivo e escopo claros.
2. Fontes relevantes são identificadas e buscas são realizadas usando palavras-chave
relevantes. As informações coletadas são estruturadas. 
3. Artigos relevantes são selecionados tendo em conta critérios de inclusão e exclusão
estabelecidos. 
4. Informações relevantes são extraídas dos artigos selecionados, incluindo dados
bibliográficos e informações sobre métodos, resultados e conclusões. 
5. As informações extraídas são analisadas e categorizadas, identificando tendências,
pontos de convergência e divergência na literatura. 
6. A qualidade dos artigos revisados é avaliada tendo em conta critérios como rigor
metodológico, consistência e relevância para o objetivo da revisão. 
7. Os resultados da revisão sistemática são sintetizados e apresentados de forma clara e
objetiva, incluindo uma discussão sobre as implicações para a área de estudo.
8. A revisão sistemática é concluída com uma síntese final e recomendações para
futuros estudos na área.
37
(continua)
5 RESULTADOS DA RSL
5.1 REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA EM BIM
Os artigos selecionados para leitura completa e RSL seguem 
Tabela 1 — Artigos utilizados na RSL 
(1) A fotografia 360 graus como ferramenta de suporte à modelagem de As Built
 (2) Análise da comparativa da utilização da tecnologia BIM em projeto de residências unifamiliares
 (3) Automatização de orçamentos de referência para obras públicas em BIM 
 (4) Avaliação do uso de uma ferramenta BIM no projeto de infraestrutura de um terminal de granel líquido
 (5) BIM cost estimation guidelines for Brazilian public sector infrastructure
 (6) BIM no ensino das competências em arquitetura e urbanismo: transformação currícular
 (7) Building Information Modeling(BIM) para gestão da segurança do trabalho em obras de habitações 
populares
 (8) Implementação da abordagem e tecnologia BIM no processo de gestão na Fiocruz
 (9) Interoperabilidade entre os programas Revit™ e Energyplus™ para a simulação térmica de edificações
 (10) Materiais paramétricos: Um estudo de caso
 (11) Método para planejamento e controle da produção baseado em zonas de trabalho com o apoio de BIM
 (12) Modelagem BIM para o registro digital do patrimônio arquitetônico moderno
 (13) Modelagem paramétrica baseada em objetos em BIM para o projeto estrutural: Estudo de caso de 
fundações tipo tubulão
Fonte: O autor (2023).
Uma grande variedade de artigos foram escolhidos para analisar diversas facetas da
aplicação da metodologia BIM. A RSL foi realizada com esses parâmetros retirados como
pontos que se repetem na extensão dos artigos analisados: 
Tabela 2 — Parâmetros para comparação 
 (a) Viabiliza economias de tempo e dinheiro
 (b) Menor perda de informações entre as etapas do projeto 
 (c) Comunicação entre disciplinas
 (d) Maior precisão no modelo
 (e) Realizar diversas análises com facilidade
 (f) Facilidade na alteração do projeto
(g) Quantitativos automáticos 
38
(conclusão)Tabela 2 — Parâmetros para comparação 
 (h) Custo
 (i) Capacitação de mão de obra
 (j) Estrutura tecnológica
 (k) Grande detalhamento necessário para maior eficiência
 (l) Construir uma biblioteca de famílias
(m) Mudança de mentalidade dos usuários 
Fonte: O autor (2023).
Destes parâmetros foram divididos em grupos de vantagens e desvantagens estes
sendo respectivamente de (a) - (g) e de (g) - (m). 
Após a RSL se organizou uma tabela de resultados em que na coluna a esquerda se
organizou os mesmos parâmetros comparativos e na coluna a direita se separou os artigos em
que o parâmetro é apresentado. 
Tabela 3 — Resultados da RSL 
 Parâmetros comparativos Artigos 
 Viabiliza economias de tempo e dinheiro (2) (4) (8) (9)
 Menor perda de informações entre as etapas do projeto (4) (5) (6) (8) (10)(11) (12) (13)
 Comunicação entre disciplinas (1) (2) (3) (4) (5) (6) (8) (9) (11)
 Maior precisão no modelo (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (13)
 Realizar diversas análises com facilidade (1) (2) (3) (4) (6) (7) (8) (9) (10) (13) 
 Facilidade na alteração do projeto (2) (3) (4) (5) (6) (8) (10) (13)
 Quantitativos automáticos (2) (3) (4) (5) (6) (7) (9)
 Custo (1) (4) (8)
 Capacitação de mão de obra (2) (4) (6)
 Estrutura tecnológica (2) (9)
 Grande detalhamento necessário para maior eficiência (3) (9) (10) (12) (13)
 Construir uma biblioteca de famílias (3) (12) (13)
 Mudança de mentalidade dos usuários (2) (8)
Fonte: O autor (2023).
Este quadro permite realizar uma análise aprofundada do que o BIM possui de
vantagens e desvantagens. Prezando pela maioria de uma amostra aleatória retirada de um
grupo de artigos relacionados a BIM tem-se que a maior vantagem da metodologia é a
precisão aumentada do modelo. O modelo digital permite uma visualização detalhada do
projeto, incluindo as dimensões, as instalações elétricas, hidráulicas, etc. Além disso, é
39
possível simular situações como o impacto do clima ou o comportamento de diferentes
materiais, o que resulta em uma avaliação mais precisa do projeto. 
Por outro lado, a maior desvantagem da metodologia BIM é o grande detalhamento
necessário para maior eficiência. Para que o modelo digital seja preciso, é necessário fornecer
uma quantidade significativa de informações, incluindo as dimensões exatas, as
especificações dos materiais e outras informações relevantes. Isso pode ser trabalhoso e
demorado, mas é essencial para garantir a eficiência e a qualidade do projeto final. 
40
6 RESULTADOS DO PROJETO
6.1 PROJETO DESENVOLVIDO EM REVIT™
O estudo desenvolvido foi uma residência de alto padrão no município de Manaus
com metragem construída de 624,61m² estas cobrindo a residência principal, a edícula e
piscina e abrigo para gerador. 
A estruturação do projeto de instalações elétricas de baixa tensão é baseada em uma
arquitetura pré-estabelecida. Em alguns casos, outros projetos são vinculados para evitar
conflitos e incompatibilidades. O primeiro passo é criar o projeto arquitetônico, utilizando o
software Revit™ para facilitar a elaboração das instalações elétricas, pois o modelo
arquitetônico em BIM é a base para isso. 
 
Figura 8 — Residência desenvolvida 
Fonte: O autor (2023).
 
Após uma reunião entre o projetista, cliente e coordenador do projeto foi decididos os
materiais a serem utilizados na edificação, estes sendo: Eletrocalha perfurada para
distribuição principal dos cabos, perfilado perfurado para as subdivisões da eletrocalha, e o
eletroduto sendo em PVC rígido para facilitar a execução. Os quadros adotados para
distribuição foram os metálicos devido a facilidade na execução e a estética aprimorada, 
Foi realizado uma requisição para o setor de hidráulica sobre as potencias das bombas
assim como a locação da casa de maquinas para locação no projeto elétrico o mesmo. 
 Em seguida, adicionado a iluminação, pontos de tomada, interruptores e pontos de
força, seguindo o projeto de arquitetura se houver quando não, seguindo os dimensionamentos
da norma NBR5410. 
Exemplo de tomadas locadas seguindo o projeto luminotécnico: 
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Figura 9 — Tomadas com alturas cotadas 
Fonte: O autor (2023).
Em seguida, foi criado as identificações das iluminações, tomadas, interruptores e
quadros de distribuição e organizado de maneira adequada. Além disso, adicionou-se pontos
de força nas condensadoras e evaporadoras e verificou-se o tipo de carga. Finalmente, foi
consultado a arquitetura para atestar a localização dos quadros de distribuição.
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Figura 10 — Exemplo de quadro metálico 
Fonte: O autor (2023).
Acima se encontra um quadro metálico, modelado no Revit™, com um barramento
trifásico, um IDR tripolar, DPS's em todas as suas fases e neutro, assim como disjuntores para
cada circuito. 
Então foi programado os circuitos interligando as tomadas, interruptores, luminárias e
pontos de força aos quadro de distribuição projetados, os circuitos programados pelo usuário
são os responsáveis por controlar os parâmetros de nomenclatura dos mesmos, e utilizados em
tabelas de painéis para contas de queda de tensão e dimensionamento de espessura de cabo. 
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Figura 11 — Exemplo de distribuição de circuitos 
Fonte: O autor (2023).
No dimensionamento é levado em conta um maior custo benefício ao se utilizar o cabo
de secção transversal de 2,5mm² este sendo produzido para resistir a uma corrente de 21A em
uma instalação tipo B1 com isolamento em PVC como retirado da tabela 3.6 "Capacidades de
corrente, em Ampères, para os métodos de referência A1, A2, B1, B2, C e D" (CREDER,
2007, p. 88).
Após se fazer a correção para o (FCA) e (FCT), Fator de Correção de Agrupamento e
Fator de Correção da Temperatura respectivamente, seguimos equação como descrita em
(CREDER, 2007). 
Realizado as contas para um cabo de 2,5mm², que possui em método B1-2Cc
capacidade de corrente de 24A, em eletrocalha perfurada temos a corrente nominal média
indicada pela equação (3). 
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Ic = 
FCA ⋅ FCT
Ie
(2)
Ic = 
0, 7 ⋅ 1
Ie
(3)
Com essa corrente corrigida para o cabo pode-se adotar um máximo para cada
circuito, aplicando a margem de segurança de 80% de preenchimento como indica a Norma
5410 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2004). Resulta nas
equações (7) e (8).
Convertendo essa amperagem para Volts Ampére como é dimensionado na NBR 5410
e como é programado no Revit™ utilizando a seguinte equação: 
 
Aplica-se a tensão de fase base fornecida pela Amazonas Energia (2022) na norma
técnica NDEE-002 explícita que é de 127V. 
Logo tem-se o limite para maior custo benefício para dimensionamento dos circuitos,
assim como a distância entre os pontos alimentados por este, é adotado um valor mais baixo
que este, por volta de 1200VA, para cobrir possíveis variações de temperatura assim como
pontos onde se possui maior quantidade de cabos passando em um mesmo eletroduto. 
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Ic ⋅ 0, 7 ⋅ 1 = Ie (4)
24 ⋅ 0, 7 ⋅ 1 = Ie (5)
Ie = 16, 8A (6)
Ie = 16, 8 ∗ 0, 8 (7)
Ie = 13, 44A (8)
P = V ⋅ I (9)
P = 127 ∗ 13, 44 (10)
P = 1706, 88V A (11)
Após a criação dos circuitos e passagem dos eletrodutos conectando os pontos aos
quadros de alimentação é calculado a distância exata dos mesmos utilizando a função de
edição de caminho do circuito para se realizar a conta automatizada de queda de tensão. 
Figura 12 — Configuração de caminho da fiação 
Fonte: O autor (2023).
 
Figura 13 — Caminho visualizado no 3D 
Fonte: O autor (2023).
Na imagem acima é possível ver o caminho percorrido pela fiação que está sendo
analisado. Utilizando essa configuração para atribuir ao parâmetro Comprimento a distância
ao ponto elétrico mais distante, é possível calcular a queda de tensão. 
Dentro das configurações de tabela de painéis foi adicionado a seguinte fórmula na
coluna de Queda de tensão: 
round(100 * (100 V * (2 * ((0,0172 * Comprimento / 1 m) / [Wire (Number)]) *
(Corrente aparente / 1 A) * Fator de potência) / Tensão)) / 100 
Onde os seguintes parâmetros estão sendo utilizado 
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Comprimento: Parâmetro explicado anteriormente onde se tem a distancia real entre o
ponto mais distante e o quadro de alimentação. 
Wire (Number): Parâmetro automatizado que retira o valor de área nominal do cabo
utilizado e o converte em integer para ser utilizado nas contas.
Corrente aparente: Valor de corrente calculado através das potências utilizadas nos
pontos elétricos e a tensão do sistema. 
Fator de potência: Valor médio do fator de potência do circuito. 
Tensão: Parâmetro que armazena a tensão do sistema. 
Vários números inteiros são adicionados a equação, para seguir a equação teórica e
outros para retirar o valor nominal do parâmetro para então poder ser utilizado no restante da
equação, pois uma das limitações do Revit™ é a dificuldade de converter unidades de medida
para outras, por ultimo foi adicionado a função Round e uma multiplicação

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