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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS MATHEUS CAVALCANTE DA SILVA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA BIM NO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS DE BAIXA TENSÃO Manaus 2023 MATHEUS CAVALCANTE DA SILVA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA BIM NO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS DE BAIXA TENSÃO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Engenharia Civil, da UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, como requisito parcial para a Obtenção do grau de Bacharel em Engenharia Civil. Orientador: Elias Simão Assayag Manaus 2023 Ficha Catalográfica S586a Aplicação da metodologia BIM no projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão / Matheus Cavalcante da Silva . 2023 64 f.: il. color; 31 cm. Orientador: Elias Simão Assayag TCC de Graduação (Engenharia Civil) - Universidade Federal do Amazonas. 1. Bim. 2. Instalações elétricas. 3. Revit™. 4. Projetos. I. Assayag, Elias Simão. II. Universidade Federal do Amazonas III. Título Ficha catalográfica elaborada automaticamente de acordo com os dados fornecidos pelo(a) autor(a). Silva, Matheus Cavalcante da MATHEUS CAVALCANTE DA SILVA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA BIM NO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS DE BAIXA TENSÃO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Engenharia Civil, da UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, como requisito parcial para a Obtenção do grau de Bacharel em Engenharia Civil. Manaus, 10 de fevereiro de 2023 BANCA EXAMINADORA __________________________________ Prof. Mestre: Elias Simão Assayag Universidade Federal do Amazonas-UFAM __________________________________ Prof. Dr. João de Almeida Melo Filho Universidade Federal do Amazonas-UFAM __________________________________ Prof. Dr. Alessandro Bezerra Trindade Universidade Federal do Amazonas-UFAM A toda a minha família e amigos, pelo amor e apoio incondicional ao longo de toda a minha jornada. Aos meus professores, pelas valiosas lições e inspirações. AGRADECIMENTOS Agradeço aos meus pais Carlos José da Silva e Milene Cristina Cavalcante da Silva por todo amor e por continuarem acreditando na minha capacidade durante toda essa jornada. Agradeço ao meu irmão Carlos Felipe Cavalcante da Silva por muito ter me inspirado no meu processo de formação básico, assim como constantemente ter me motivado em questões acadêmicas, e por todo o amor e suporte. Agradeço aos meus professores pelas valiosas lições, inspirações e amizades que fiz com os mesmos. Agradeço aos meus amigos e colegas de faculdade Andresson Ribeiro, André Rafael, Douglas Laio, Thayná Caldas, Vicente Neto, por toda a ajuda nessa jornada acadêmica. Também a meus colegas e amigos de trabalho da empresa TecPro Projetos e Construções LTDA que muito me proporcionaram com conhecimento e camaradagem. Agradeço à instituição de ensino por me proporcionar as ferramentas e oportunidades necessárias para a realização deste trabalho. E a todos os escritores que de bom coração disponibilizaram o seu conhecimento para ser de base para a conclusão deste trabalho. RESUMO A metodologia BIM trouxe uma nova forma de se desenvolver o trabalho do Engenheiro Civil, apresentando um formato diferente de se projetar e de se construir, para se corroborar estas afirmações este trabalho se desenvolveu com o objetivo de analisar a eficácia da aplicação da metodologia BIM no projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão. Para alcançar este objetivo, o trabalho realiza uma revisão sistematizada da literatura sobre BIM na Engenharia Civil nos últimos 3 anos, desenvolve um projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão utilizando a metodologia BIM para uma residência de alto padrão com 624,61m² e, por fim, compara os resultados obtidos com a metodologia BIM aos projetos tradicionais para apresentar conclusões sobre custo, precisão de modelo e eficiência na produção e criação de modelos de construção que permite uma colaboração mais eficiente e uma visão integrada do projeto. Palavras-chave: BIM, Instalações elétricas, Revit™, Projetos; ABSTRACT The BIM methodology has brought a new way for the work of a Civil Engineer to be developed, presenting a different format for designing and building. To corroborate these statements, this work was carried out with the aim of analyzing the effectiveness of the application of the BIM methodology in the design of low-voltage electrical installations. To achieve this goal, the study conducted a systematic review of literature on BIM in Civil Engineering in the last three years, developed a design for low-voltage electrical installations using the BIM methodology for a high-standard residence with a floor area of 624.61 square meters, and finally compared the results obtained with the BIM methodology to traditional designs to present conclusions on cost, model accuracy, and efficiency in the production and creation of construction models, allowing for more efficient collaboration and an integrated vision of the project. Keywords: BIM, Eletrical Installations, Revit™, Projects; . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 — Maturidade do BIM 17 Figura 2 — Níveis de detalhamento 19 Figura 3 — Símbolos projeto elétrico 22 Figura 4 — Distribuição da queda de tensão admissível 27 Figura 5 — Exemplo de Clash 30 Figura 6 — Asana® 32e divisão por 100 para diminuir o número de casas decimais apresentadas na tabela para duas. Na figura 14 é apresentado a tabela de painel onde pode-se ver em cada linha o número do circuito que coincide com o apresentado em planta baixa, uma descrição do circuito, a tensão utilizada por fase, a potência que os pontos elétricos deste circuito pode consumir, o Fator de Potência médio de utilização, A carga e corrente aparente corrigidas pelo FP, o disjuntor dimensionada para o circuito, o grupo de Diferencial Residual assim como o dimensionamento do mesmo, o tamanho da fiação como a sua quantidade necessária, a secção do cabo em valores inteiros, o comprimento em metros da fiação até o ponto mais distante, a queda de tensão em porcentagem, assim como a fase que está sendo utilizada por este circuito assim controlando o balanceamento de carga. 47 Figura 14 — Tabela de painel Fonte: O autor (2023). A descrição do circuito é baseada em fatores básicos do mesmo, como uma descrição simplificada dos locais onde se encontra os pontos e a nomenclatura entre TUG e TUE, está mesma tabela será consultada pelo eletricista para montagem de quadros e futuramente para os usuários. E o Revit™ foi programado por um plugin externo chamado de Ricaun™ para criar o diagrama unifilar se baseando na tabela de painel acima. 48 Figura 15 — Diagrama Unifilar Fonte: O autor (2023). 49 6.1.1 Interferências encontradas em fase de projeto Uma das analises feitas no Revit™ utilizando a ferramenta de verificação de interferência, uma ferramenta simples e sem muitos controles específicos para a análise mas que pode fazer a análise grosseira de Clashs onde é evidente a incompatibilidade entre os projetos e faz-se necessário uma comunicação entre as disciplinas para se verificar a melhor solução para a situação. A figura 16 apresenta a verificação de interferência onde se compara o projeto de elétrica na esquerda onde está na aba Projeto atual, e se compara com o projeto de esgoto da residência que se encontra na direita com o nome da aba de 027-22-PL-ESGOTO R00, nomenclatura específica da empresa TecPro. 50 Figura 16 — Verificação de interferência Fonte: O autor (2023). Na figura 17 se segue uma interferência encontrada pelo Revit™ e apresentada ao modelador para ser resolvida, percebe-se que a altura do perfilado e por consequência a altura do eletroduto que a ele está conectado está conflitando com a viga que apoia a laje. 51 Figura 17 — Compatibilização entre Estrutura e Elétrica Fonte: O autor (2023). Logo a solução necessária para está situação será a modificação da altura do perfilado que resulta na descida do eletroduto junto devido os mesmos estarem conectados, pois qualquer alteração na estrutura seria muito mais dificultoso. 52 Figura 18 — Resultado da compatibilização Fonte: O autor (2023). Após movidos os elementos conflitantes como indicado na imagem acima foi realizado uma nova verificação de interferência e atestou-se com a mesma a conclusão deste Clash. 6.2 LISTA DE MATERIAIS Como apresentado anteriormente o Revit™ possui a capacidade de gerar listas de materiais automaticamente, utilizando como base a modelagem de forma precisa, sendo possível aumentar a precisão com um maior detalhamento de cada componente, como por exemplo parafusos ou suportes para execução, as figuras 19, 20 e 21 apresentam as listas de materiais da residência. 53 Figura 19 — Lista de materiais - ELETRODUTO Fonte: O autor (2023). 54 Figura 20 — Lista de materiais - COMPONENTES Fonte: O autor (2023). 55 Figura 21 — Lista de mateirias - Fiação Fonte: O autor (2023). 6.3 VALIDAÇÃO DO PROJETO EM BIM A validação da metodologia BIM é importante para garantir que a modelagem em 3D e as informações inseridas no modelo sejam precisas e confiáveis. Uma maneira de validar essa metodologia é por meio de cálculos manuais. Quando os cálculos manuais validam a metodologia BIM, significa que as informações inseridas no modelo estão corretas e que o modelo é uma representação fiel da construção que será realizada. Isso permite que a equipe de construção tome decisões baseadas em dados precisos e reduz a possibilidade de erros durante a execução da obra. Além disso, a validação dos cálculos manuais também é importante para garantir a segurança da construção e das pessoas envolvidas no processo. Quando as informações do modelo são precisas, é possível antecipar possíveis problemas e tomar medidas para evitá-los. Quando os cálculos confirmam a precisão das informações inseridas no modelo, é possível ter confiança de que o modelo é uma representação confiável da construção que será realizada. O dimensionamento do circuito 1.1 foi realizado no apêndice B e se mostrou 56 condizente com o dimensionado no software Revit™, este sendo um cabo de 2,5mm² para um circuito de 1260W. 57 7 CONCLUSÃO Concluindo sobre a RSL, fica evidente que a metodologia BIM apresenta vantagens significativas como economia de tempo e dinheiro, menor perda de informações entre as etapas do projeto, comunicação entre disciplinas, maior precisão no modelo, facilidade na realização de diversas análises e alteração do projeto. Além disso, a automação de quantitativos e a capacitação da mão de obra são fatores importantes para a implementação eficiente da BIM. Porém, é necessário um grande detalhamento para aumentar a eficiência e construir uma biblioteca de famílias. A mudança de mentalidade dos usuários também é um fator importante para a implementação bem-sucedida da BIM. O exemplo prático apresentado demonstrou como é possível obter informações detalhadas e precisas sobre a distribuição de cargas, traçado de cabos e disposição dos equipamentos, além de possibilitar a colaboração entre os diferentes profissionais envolvidos no projeto. A utilização do BIM também proporciona maior segurança no dimensionamento dos equipamentos e na verificação das normas técnicas. Portanto, a implementação desta metodologia é altamente recomendada para garantir a qualidade e a eficiência dos projetos de instalações elétricas. Após a realização deste estudo, pode-se concluir que a utilização da metodologia BIM para a modelagem de instalações elétricas em residências é uma ferramenta eficaz para o gerenciamento de projetos, dimensionamento e análises, a RSL evidencia que é necessário um grande detalhamento para aumentar a eficiência e se prova correta esta afirmação como mostrado no exemplo prático, vários passos são realizados diversas vezes. O resultado da RSL mostra que as maiores vantagens da metodologia BIM são maior precisão no modelo e a capacidade de realizar diversas análises e novamente estas realidades foram encontradas no exemplo prático, afinal o modelo possui dimensões exatas e locadas no espaço tridimensional precisamente, e para todos os circuitos é realizado análises de corrente máxima, proteção necessária por disjuntor e queda de tensão. A metodologia BIM (Building Information Modeling) é uma ferramenta digital que vem ganhando cada vez mais espaço no setor da construção. Ela permite a criação de um modelo virtual tridimensional do projeto, acompanhando todas as etapas do processo de construção, desde o planejamento até a entrega final. Isso possibilita uma visão mais clara e completa do projeto, agilizando o processo de tomada de decisões e minimizando erros e retrabalhos. No caso específico dos projetos de instalações elétricas, a metodologia BIM pode ser extremamente útil. Ela permite uma melhor integração entre as equipes envolvidas na construção, garantindo que todas as informações sejam compartilhadas e atualizadas em tempo real. Além disso, é possível testar e simular situações diferentes antes mesmo da construção, identificando possíveis problemas e corrigindo-os de maneira mais eficiente. 58 No entanto, apesar de todos os benefícios que a metodologia BIM pode trazer para os projetos de instalações elétricas, é preciso lembrar que ela ainda precisa ser aperfeiçoada. Ainda existemmuitos trabalhos manuais que precisam ser realizados, o que pode levar a erros e atrasos. Por isso, é fundamental que o desenvolvimento da metodologia continue, buscando a automatização de tarefas e a otimização de processos, para que possamos alcançar ainda mais eficiência e qualidade nos projetos de instalações elétricas. Para projetos futuros, sugere- se: Estudo de caso: Diferenças na utilização dos Software AutoCAD™ com cálculos manuais e REVIT™ na elaboração de Projetos de instalações elétricas. Análise do plugin Ricaun™ e suas capacidades de aumento de produção e futuras ampliações. Avaliação do BIM em obras e seus impactos na execução. 59 REFERÊNCIAS ALVES, Cristiano Clay Guiot da Costa. Plataforma BIM na construção civil: vantagens e desvantagens na implantação.. 2014 Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Católica de Brasília, 2014. ALVES, S de S O; VEIGA, L A K; MEDINA, A S. Avaliação da qualidade posicional de varreduras laser terrestre para aplicações em arquitetura. PARC Pesq. em Arquit. e Constr, Campinas,SP, v. 13. e022012 p, 2022. AMAZONAS ENERGIA. FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM BAIXA TENSÃO. Amazonas Energia. Manaus, 2022. Disponível em: https://website.amazonasenergia.com/wp-content/uploads/2022/12/Norma-de-Fornecimento- de-Energia-Elétrica-em-BT-Edificações-Individuais.pdf. 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ISSN 1678-8621. 63 APÊNDICE A - PROJETO ELÉTRICO RESIDENCIAL. 64 HASTE DE TERRA 5/8" x 2,4m COM SOLDA EXOTÉRMICA TIPO HCT CAIXA DE INSPEÇÃO MATERIAL A DEFINIR HASTE DE TERRA 5/8" x 2,4m COM SOLDA EXOTÉRMICA TIPO HCT HASTE DE TERRA 5/8" x 2,4m COM SOLDA EXOTÉRMICA TIPO HCT 2,40 m 2,40 m 2, 40 m CU NU #16mm² CU NU #16mm² C U N U # 16 m m ² DETALHE MALHA DE ATERRAMENTO SEM ESCALA SOLDA EXOTÉRMICA TIPO HCT QDLF1 #25 QDLF3 #16 QFAC2 #25 QDLF1 #25 QDLF3 #16 QFAC2 #25 1.7 QDLF3 #16 1.7QDLF1 #16 QDLF1 #25 QDLF3 #16 QDLF1 #25 QDLF3 #16 QFAC2 #25 QDLF3 QDLF1 QGBT GERADOR MED COM QTA ACOPLADO QFAC2 #16 QFAC2 #16 QFAC2 #16 (51309 VA) (48439 W) QGBT GERADOR #50 #25 QGBT C 150 A - 3 kA CLASS I 275 V - 20 kA C 80 A - 3 kA #25 #16 QDLF1 QDLF1 - QDLF1 ABC 21834 VA C 50 A - 3 kA #16 QDLF3 QDLF3 - QBP ABC 6584 VA C 80 A - 3 kA #25 #16 QFAC2 QFAC2 - QFAC24 ABC 23007 VA Disjuntor Termomagnético Monopolar LEGENDA DIAGRAMAS UNIFILARES Disjuntor Termomagnético Bipolar Condutores Neutro, Fase, Terra, respectivamente DPS-Dispositivo de proteção contra surtos IDR-Interruptor Diferencial Residual (Imax=30mA) kW.h Medidor de Energia Disjuntor Termomagnético Tripolar Notas Gerais 1- Eletrodutos embutidos no solo serão do tipo PEAD. 2- Eletrodutos embutidos na laje deverão ser do tipo corrugado reforçado. 3- Eletrodutos conectados a eletrocalha deverão ser do tipo rígido em pvc ou galvanizado,se aparente. 4- Os condutores não cotados serão de #2,5mm², os condutores de retorno serão de #2,5mm². 5- Os eletrodutos não cotados serão de Ø3/4". 6- Em todo eletroduto subterrâneo, os condutores deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90°C. 7- Os condutores elétricos de distribuição deverão ser de cobre, classe 450/750V, isolação em PVC, temperatura 70°C. 8- Os condutores elétricos de alimentação de quadros elétricos deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90ºC. 9- A seção do condutor neutro é igual ao da fase do circuito, salvo indicação contrária. 10-O condutor neutro não poderá ser ligado ao condutor proteção terra após passar pelo quadro geral da instalação. 11- O condutor de proteção nunca deverá ser ligado ao IDR. 12- Utilizar um condutor neutro para cada circuito. 13- Os circuitos foram numerados pela quantidade de fases, ou seja, circuitos bifásicos contém dois números. 14- Utilizar chuveiros com resistência blindada para evitar o desligamento incorreto do IDR. 15- As instalações elétricas deverão ser executadas respeitando os padrões de qualidade e segurança estabelecidos na norma NBR5410:2004. 16- Todos os pontos metálicos deverão ser aterrados. 17-A indicação de potência no pontos de luz são os valores calculados para dimensionamento dos circuitos conforme precrições da NBR 5410, não necessariamente correspondem ao valor exato das lampadas a serem instaladas. 18-Para as tomadas sem indicação de potência foi considera 100 VA. 19-Todos os eletrodutos de eletricidade deverão estar afastados 0,50m das tubulações de gás. HASTE DE ATERRAMENTO Solda exotérmica HCL 5/8. 50-5 Cartucho nº115 Alicate Z-201 Haste de aterramento alta camada 5/8" x 2,4m Cabo de cobre NU #50mm² QDLF1 QGBT QDLF3 GERADOR Ø2 1/2" Ø2 1/2" ENVELOPAMENTO DE CONCRETO 0,50 m 5, 00 m 0,30 mØ1 1/2" Ø1 1/2" QDLF1 #25 QDLF3 #16 QFAC2 #25 QDLF1 #25 QDLF3 #16 QFAC2 #25 1.7QDLF1 #16 QDLF1 #25 QDLF3 #16 QDLF1 #25 QDLF3 #16 QFAC2 #25 QGBT #25 QGBT #50 SUITE 2 CLOSET 2 BHO 2 BHO 1 SUITE 1 ESCRITÓRIO LAVABO SALA DE ESTAR / JANTAR HALL DE ENTRADACOZINHA ENVELOPAMENTO DE CONCRETO BHO FUNC. QUARTO SALA BHO EXTERNO DEPÓSITO VARANDA GOURMET CLOSET MASTER BHO MASTER SUITE MASTER BHO 3 CLOSET 3 SUITE 3 GARAGEMDEPÓSITO LAVANDERIA CIRCULAÇÃO INTERNA Ø1 1/2" PEAD PEAD PEAD PEAD 1.7QDLF3 #16 QFAC2 #16 QFAC2 #25 Ø1 1/2" QFAC2 Ø2 1/2" Ø2 1/2" QFAC2 #16 QFAC2 #16 QFAC2 #16 Caixa de medição e proteção polimérica - conjunto para medição acimda de 100A até 200A Abraçadeira tipo "D" ou "U" para eletroduto Haste de aterramento Copperweld Eletroduto PVC rígido ou aço galvanizado de Ø2' 1/2" TECNO LOGIA EM PROJETOS A1 Indicada END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM Fone: (92) 3642-5881 E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br Website: tecprobr.com.br INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROPRIETÁRIO : RESPONSÁVEL TÉCNICO AUTOR DO PROJETO PROPRIETÁRIO: ENDEREÇO: DESENHO:DATA: PROJETO: OBRA: ESCALA: FORMATO: PRANCHA Nº PRANCHAS: COORDENADOR(A): REVISÃO: CONTEÚDO: ETAPA: APROVAÇÃO : DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99 ART Nº. MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA Autoria Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM Eng. Marcus Mesquita CÓDIGO DO PROJETO: ELE MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA CREA: 9469-D/AM Eng.º Civil R00 NILCE BINGEL MEDIÇÃO E ALIMENTAÇÃO - DETALHES 3D PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS PROJETO EXECUTIVO RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR Jan/2023 001 027-22 05 Matheus C. Silva VISTA 3D ALIMENTAÇÃO QTD. NOME DO PAINEL DESCRIÇÃO DO MATERIAL TENSÃO (V) FASE A FASE B FASE C POTÊNCIA DEMANDADA CORRENTE DEMANDADA 1 QDLF1 Quadro de distribuição trifásico de embutir, corrente nominal 225A, capacidade para 56 disjuntores DIN, completo com barramentos 220,00 7200 VA 7506 VA 7169 VA 18018 VA 47,29 A 1 QDLF3 Quadro de distribuição trifásico, de embutir, corrente nominal 150A, capacidade para 24 disjuntores DIN, completo com barramentos 220,00 2270 VA 2198 VA 2191 VA 5830 VA 15,30 A 1 MED Caixa Para Medidor Monofásico com visor de vidro, Padrão Manaus Energia 220,00 17064 VA 17153 VA 17103 VA 41317 VA 108,43 A 1 QGBT Quadro de distribuição trifásico, de embutir, corrente nominal 150A, capacidade para 16 dijuntores DIN, completo com barramentos 220,00 17064 VA 17153 VA 17103 VA 41317 VA 108,43 A 1 GERADOR Gerador Kohler à gás 40kW, 50Hz 17064 VA 17153 VA 17103 VA 41317 VA 108,43 A 1 QFAC2 Quadro de distribuição trifásico, de embutir, corrente nominal 150A, capacidade para 34 disjuntores DIN, completo com barramentos 220,00 7649 VA 7609 VA 7749 VA 17604 VA 46,20 A Alimentado por: GERADOR Iluminação 7849 VA 1,00 7849 VA Sistema de Distribuição 127/220V Trifásico (3F+N+T) Ar Condicionado 22371 VA 0,75 16778 VA Corrente Total Demandada: 108,43 A TUGs (Residencial) 13114 VA 0,65 8524 VA Corrente Total Instalada: 134,65 A TUEs (Residencial) 7617 VA 1,00 7617 VA Potência Total Demandada: 41317 VA Motor 1500 VA 1,00 1500 VA Potência Total Instalada: 51309 VA Classificação da Carga Potência Instalada Fator de Demanda Potência Demandada Totais do Painel Corrente por fase: 134,4 A 135,11 A 134,71 A Potência por fase: 17064 VA 17153 VA 17103 VA 1.3 QDLF3 220 6495 0,99 6585 17,28 A 50 0 0,00 A 3-#16,0 (79 A), 1-#16,0 (79 A), 1-#16 16 76 1,27 2270 2198 2191 1.2 QFAC2 220 21395 0,93 23007 60,38 A 80 0 0,00 A 3-#25,0(101A), 1-#25,0(101A), 1-#16,0 25 40 1,4 7649 7609 7749 1.1 QDLF1 220 20549 0,95 21835 57,30 A 80 0 0,00 A 3-#25,0 (101 A), 1-#25,0 (101 A), 1-#16 25 41 1,37 7200 7506 7169 CircuitoDescrição Tensão Potência (W) FP Carga Aparente Corrente aparente Disj.(A) DR DR(A) Tamanho da fiação Secção do cabo (mm²) Compriment o (m) Queda de Tensão (%) A B C Quadro de carga: QGBT 1 : 100 PLANTA DE ALIMENTAÇÃO N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva SEM ESCALA VARANDA GOURMET CLOSET MASTER BHO MASTER SUITE MASTER BHO 3 CLOSET 3 SUITE 3 SUITE 2 CLOSET 2 BHO 2 BHO 1 SUITE 1 ESCRITÓRIO LAVABO SALA DE ESTAR / JANTAR HALL DE ENTRADA COZINHA GARAGEMDEPÓSITO LAVANDERIA CIRCULAÇÃO INTERNA PP: 38 x38mmPP: 38 x38mm PP: 38 x38mm PP: 38 x38mm PP: 38 x38mm PP: 38 x38mm EP: 100 x50mm EP: 100 x50mm PP: 38 x38mm EP: 100 x50mm PP: 38 x38mm EP: 100 x50mm EP: 100 x50mm EP: 100 x50mm 1.1gh1.21.61.81.9 1.101.111.17 1.3cde 1.4 1.5f 1.6 1.71.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.1lm 1.1efgh 1.6 1.8 1.91.10 1.3cde 1.4 1.5 1.6 1.71.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.1h1.21.61.81.9 1.101.111.17 1.1efgh 1.8 1.1efgh 1.8 1.1efgh 1.8 1.91.10 1.1efgh 1.8 1.91.10 1.1efgh 1.8 1.9 1.1gh 1.6 1.8 1.91.10 1.5 1.6 1.71.20 1.22 1.23 1.5bc1.61.7 1.201.221.23 1.6e1.7 1.5bc1.61.7 1.201.221.23 1.5b1.61.7 1.201.221.23 1.5bc1.61.7 1.201.221.23 1.3cde1.51.61.7 1.201.221.23 1.3cde1.51.61.7 1.201.221.23 1.3cde 1.4 1.5f 1.6 1.71.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 B 1.3cde1.51.61.7 1.201.211.221.23 1.11.141.151.16 1.1lm 1.16 1.1lm 1.151.16 1.7a 1.3cde1.41.5f1.61.7 1.191.201.211.221.231.241.25 1.3cde 1.4 1.5f 1.6 1.71.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.1 1.2 1.6 1.8 1.91.10 1.11 1.14 1.15 1.16 1.17 1.21 1.3cde 1.1 1.2 1.6 1.8 1.91.10 1.11 1.17 1.21 1.3cde 1.3cde 1.4 1.5f 1.6 1.71.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 C 1.3abcde1.6 1.121.171.21 A 2,30 m 0, 94 m 0,63 m 1,99 m 1, 21 m 1, 27 m 1,52 m 2,23 m 1, 48 m 1,90 m 2, 13 m 0,90 m 0, 73 m 1, 26 m 1,15 m 0, 46 m 5,36 m 2,68 m EP: 100 x50mm A 1.1 1.10 1.11 1.12 1.14 1.15 1.16 1.17 1.2 1.21 1.3abcde 1.6 1.8 1.9 B 1.13 1.18 1.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.3abcde 1.4 1.5f 1.6 1.7 C 1.13 1.18 1.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.3abcde 1.4 1.5 1.6 1.7 TUBO ELETRODUTO ELETROCALHA SAÍDA LATERAL P/ TUBO BUCHA E ARRUELA DETALHE SAÍDA LATERAL P/ TUBO SEM ESCALA ELETROCALHA BUCHA E ARRUELA PARA TUBO Ø 1" OU 3/4" SAÍDA HORIZONTAL PARA TUBO Ø 1" OU 3/4" Tomada Baixa 2P+T, 10A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Média 2P+T, 10A, a 110cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Alta 2P+T, 10A, a 210cm do piso, embutido em caixa 4x2 Condutores Neutro, Fase, Terra e Retorno, respectivamente 1 (a) Ponto de luz embutido no teto Interruptor simples de uma seção, embutido em caixa 4x2 a Conjunto de 2 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 a b Interruptor paralelo (three-way), embutido em caixa 4x2 a Conjunto de 3 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 a b c Tomada Baixa 2P+T, 20A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Média 2P+T, 20A, a 110cm do piso , embutido em caixa 4x2 Tomada Alta 2P+T, 20A, a 210cm do piso , embutido em caixa 4x2 Ponto de Força com placa saída de fio, a 230cm do piso acabado Eletroduto corrugado flexível embutido no teto ou na parede Eletroduto de PEAD embutido no piso Quadro geral de luz e força embutido a 1,50 do piso acabado Eletroduto que sobe Eletroduto que desce Ponto de luz na parede a 210cm do piso acabado Caixa para medidorMED Tomada de Piso 2P+T, 10A Tomada de Piso 2P+T, 20A Caixa de passagem no piso LEGENDA DE LUMINÁRIAS E PONTOS ELÉTRICOS VER PROJETO LUMINOTÉCNICO DE ARQUITETURA Nota: LEGENDA SIMBOLOS Notas Gerais 1- Eletrodutos embutidos no solo serão do tipo PEAD. 2- Eletrodutos embutidos na laje deverão ser do tipo corrugado reforçado. 3- Eletrodutos conectados a eletrocalha deverão ser do tipo rígido em pvc ou galvanizado,se aparente. 4- Os condutores não cotados serão de #2,5mm², os condutores de retorno serão de #2,5mm². 5- Os eletrodutos não cotados serão de Ø3/4". 6- Em todo eletroduto subterrâneo, os condutores deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90°C. 7- Os condutores elétricos de distribuição deverão ser de cobre, classe 450/750V, isolação em PVC, temperatura 70°C. 8- Os condutores elétricos de alimentação de quadros elétricos deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90ºC. 9- A seção do condutor neutro é igual ao da fase do circuito, salvo indicação contrária. 10-O condutor neutro não poderá ser ligado ao condutor proteção terra após passar pelo quadro geral da instalação. 11- O condutor de proteção nunca deverá ser ligado ao IDR. 12- Utilizar um condutor neutro para cada circuito. 13- Os circuitos foram numerados pela quantidade de fases, ou seja, circuitos bifásicos contém dois números. 14- Utilizar chuveiros com resistência blindada para evitar o desligamento incorreto do IDR. 15- As instalações elétricas deverão ser executadas respeitando os padrões de qualidade e segurança estabelecidos na norma NBR5410:2004. 16- Todos os pontos metálicos deverão ser aterrados. 17-A indicação de potência no pontos de luz são os valores calculados para dimensionamento dos circuitos conforme precrições da NBR 5410, não necessariamente correspondem ao valor exato das lampadas a serem instaladas. 18-Para as tomadas sem indicação de potência foi considera 100 VA. 19-Todos os eletrodutos de eletricidade deverão estar afastados 0,50m das tubulações de gás. TECNO LOGIA EM PROJETOS A1 Indicada END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM Fone: (92) 3642-5881 E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br Website: tecprobr.com.br INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROPRIETÁRIO : RESPONSÁVEL TÉCNICO AUTOR DO PROJETO PROPRIETÁRIO: ENDEREÇO: DESENHO:DATA: PROJETO: OBRA: ESCALA: FORMATO: PRANCHA Nº PRANCHAS: COORDENADOR(A): REVISÃO: CONTEÚDO: ETAPA: APROVAÇÃO : DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99 ART Nº. MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA Autoria Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM Eng. Marcus Mesquita CÓDIGO DO PROJETO: ELE MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA CREA: 9469-D/AM Eng.º Civil R00 NILCE BINGEL DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS E ELETROCALHAS - TÉRREO PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS PROJETO EXECUTIVO RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR Jan/2023 002 027-22 Matheus C. Silva 1 : 50 PLANTA DE ELETROCALHA N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva QDLF1 1.1 (l) 1.1 (l) 1.1 (g) 1.1 (g) 1.1 (g) 1.1 (g) 1.1 (f) 1.1 (g) 1.1 (g) 1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (h) 1.1 (i) 1.1 (j) 1.1 (j) 1.1 (j) 1.1 (j) 1.1 (k) 1.1 (j) 1.1 (j) 1.1 (j) 1.1 (j) 1.2 (b) 1.2 (b) 1.2 (a) 1.2 (a) 1.2 (a) 1.2 (a) 1.2 (d) 1.2 (d) 1.2 (e)1.2 (e)1.2 (f)1.2 (f) 1.2 (g) 1.2 (g) 1.2 (h) 1.2 (h) 1.2 (i) 1.2 (i) 1.2 (j) 1.2 (k) 1.2 (i) 1.2 (i) 1.3 (a) 1.3 (a) 1.3 (d) 1.3 (d) 1.3 (d) 1.3 (d) 1.3 (d) 1.1 (e) 1.7 (g)1.7 (g)1.7 (g)1.7 (g)1.7 (g)1.7 (g) 1.7 (f)1.7 (f)1.7 (f)1.7 (f)1.7 (f)1.7 (f)1.7 (e)1.7 (e)1.7 (e)1.7 (e)1.7 (e) 1.6 (c) 1.6 (c) 1.6 (c) 1.6 (c) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.6 (d) 1.8 (b) 1.8 (b) 1.8 (b) 1.8 (b) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.8 (a) 1.2 (c) 1.2 (c) 1.1 (f) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (d) 1.2(h) 1.1(i) 1.1(h) 1.1 (b) 1.1 (m) 1.12 1.12 1.11 1.9 1.10 1.9 1.9 1.9 1.9 1.9 1.91.9 1.14 1.14 1.14 1.12 1.12 1.17 1.10 1.12 1.12 1.11 1.10 1.11 1.9 1.91.16 1.16 1.11 1.11 1.16 1.15 1.15 1.10 1.10 1.21 1.17 1.1 (b) 1.1(a) 1.1(b) 1.1(c) 1.1(d) 1.1(h) 1.2(c) 1.2(a) 1.2(b)1.3(a) 1.3(b) 1.1(j) 1.1(k) 1.6(c) 1.6(d) 1.8(b) 1.8(a) 1.1(h) 1.1(g) 1.1(f) 1.1(e) 1.1(m) 1.1(l) 1.1(m) 1.1(l) 1.3(c) 1.3(e) 1.3(d) 1.2(k) 1.2(i)1.2(j) 1.2(g) 1.2(f) 1.2(d) 1.2(e) 1.2(c) 1.2(a) 1.2(b) 1.1(h) 1.1(g) 1.1(f) 1.1(e) 1.7(g) 1.1j1.10 1.1j 1.1j 1.1j1.1jk1.10 1.10 1.1jk1.10 1.10 1.1j 1.1j 1.1j 1.1j 1.10 1.1h 1.1 1.10 1.1i 1.10 1.10 1.1e 1.1 1.1efgh1.8 1.1efgh 1.8 1.9 1.11.10 1.1 1.10 1.1 1.1f1.9 1.1f 1.9 1.9 1.9 1.9 1.1g1.9 1.1g1.9 1.1g 1.9 1.1g1.9 1.9 1.9 1.1h 1.9 1.1h 1.9 1.1h 1.9 1.1efgh 1.2a 1.2abc1.11 1.2a 1.2a1.11 1.2c1.11 1.2a 1.11 1.11 1.2e 1.2de1.17 1.2e 1.2f 1.2g 1.17 1.17 1.2f 1.2abc 1.2h 1.12 1.121.2k1.12 1.2i1.12 1.2i 1.12 1.2ijk1.12 1.2i 1.12 1.1lm 1.1l 1.1lm 1.14 1.1lm1.14 1.14 1.15 1.16 1.15 1.6a1.6a1.6a1.6a 1.6a 1.6a 1.6a 1.6a1.6a 1.3d 1.1h 1.3cde 1.3d 1.3d 1.3d 1.3d 1.3a 1.3a 1.3ab 1.3a 1.3a 1.3ab 1.21 B A 1.9 1.16 1.16 1.8a 1.8a 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8a 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8b 1.8b 1.8b 1.8b1.8ab 1.8ab 1.7 1.7g1.7g1.7g1.7g1.7g1.7g 1.6c 1.6c 1.6c 1.6d 1.6d 1.6d 1.6d 1.6d 1.6d 1.6d 1.7 1.6 1.6 1.1lm 1.2abc 1.111.17 1.2abc1.11 1.1jk1.6 1.10 1.6 1.11.6 1.10 1.1h1.6 1.10 1.2abc1.11 1.17 1.2ijk1.6 1.121.17 1.1h1.6 1.10 1.1g1.9 1.1g1.9 1.1h 1.2 1.91.11 1.17 1.2 1.111.171.21.17 1.2fg 1.17 1.2 1.17 1.2 1.111.17 1.2h1.12 1.17 1.2ijk1.6 1.12 1.21.12 1.17 1.2ijk 1.61.12 1.17 1.2 1.61.12 1.17 1.1lm1.16 1.2 1.3ab 1.61.12 1.17 1.21.3ab1.6 1.121.17 1.6 1.7e1.7e1.7e1.7e 1.7e1.7e 1.7f1.7f1.7f1.7f 1.7f1.7f 1.8a1.8a1.8a 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab 1.8ab1.8ab1.8ab1.8ab1.8ab1.8ab1.8ab 1.8ab1.8ab1.8ab SUITE 2 CLOSET 2 BHO 2 BHO 1 SUITE 1 ESCRITÓRIO LAVABO SALA DE ESTAR / JANTAR HALL DE ENTRADA COZINHA QFAC2 A 1.1 1.10 1.11 1.14 1.15 1.16 1.2 1.6 1.8 1.9 B 1.12 1.13 1.17 1.18 1.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.3 1.4 1.5 1.7 D1 007 D2 007 D3 007 D4 007 2.1 #6 2.2 #4 2.3 Tomada Baixa 2P+T, 10A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Média 2P+T, 10A, a 110cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Alta 2P+T, 10A, a 210cm do piso, embutido em caixa 4x2 Condutores Neutro, Fase, Terra e Retorno, respectivamente 1 (a) Ponto de luz embutido no teto Interruptor simples de uma seção, embutido em caixa 4x2 a Conjunto de 2 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 a b Interruptor paralelo (three-way), embutido em caixa 4x2 a Conjunto de 3 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 a b c Tomada Baixa 2P+T, 20A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Média 2P+T, 20A, a 110cm do piso , embutido em caixa 4x2 Tomada Alta 2P+T, 20A, a 210cm do piso , embutido em caixa 4x2 Ponto de Força com placa saída de fio, a 230cm do piso acabado Eletroduto corrugado flexível embutido no teto ou na parede Eletroduto de PEAD embutido no piso Quadro geral de luz e força embutido a 1,50 do piso acabado Eletroduto que sobe Eletroduto que desce Ponto de luz na parede a 210cm do piso acabado Caixa para medidorMED Tomada de Piso 2P+T, 10A Tomada de Piso 2P+T, 20A Caixa de passagem no piso LEGENDA DE LUMINÁRIAS E PONTOS ELÉTRICOS VER PROJETO LUMINOTÉCNICO DE ARQUITETURA Nota: LEGENDA SIMBOLOS Caixa de PCV 4"x2" Embutida na parede Interruptor Simples 1 Tecla (PT Nº234/2008 Espelho com um acesso (NBR 5410) Caixa de PVC 4"x2" Embutida na parede Tomada simples 2P+T (NBR-14, 136) Espelho com um acesso (NBR 5410) TECNO LOGIA EM PROJETOS A1 Indicada END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM Fone: (92) 3642-5881 E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br Website: tecprobr.com.br INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROPRIETÁRIO : RESPONSÁVEL TÉCNICO AUTOR DO PROJETO PROPRIETÁRIO: ENDEREÇO: DESENHO:DATA: PROJETO: OBRA: ESCALA: FORMATO: PRANCHA Nº PRANCHAS: COORDENADOR(A): REVISÃO: CONTEÚDO: ETAPA: APROVAÇÃO : DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99 ART Nº. MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA Autoria Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM Eng. Marcus Mesquita CÓDIGO DO PROJETO: ELE MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA CREA: 9469-D/AM Eng.º Civil R00 NILCE BINGEL DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS - TÉRREO FRONTAL PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS PROJETO EXECUTIVO RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR Jan/2023 003 027-22 06 Matheus C. Silva 1 : 50 TÉRREO FRONTAL N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva QDLF1 3.2 (f) 3.2 (e) 3.2 (e) 3.2 (e) 3.2 (d) 3.2 (c) 3.2 (c) 3.2 (a) 3.2 (a) 3.2 (b) 3.2 (b) 3.2 (b) 1.5 (c) 1.5 (c) 1.5 (c) 1.5 (c) 1.5 (a) 1.5 (a) 1.4 (j) 1.4 (j) 1.4 (j) 1.4 (j) 1.4 (j) 1.4 (j) 1.4 (j) 1.4 (j) 1.4 (j) 1.5 (a)1.5 (a) 1.4 (l) 1.4 (l) 1.4 (i) 1.4 (i) 1.4 (k)1.4 (k) 1.5 (b) 1.3 (e) 1.3 (e) 1.3 (e) 1.5 (d) 1.5 (e) 1.7 (a) 1.7 (a) 1.7 (a) 1.7 (a) 1.5 (f) 1.5 (f) 1.5 (f) 1.5 (f) 1.5 (f) 1.5 (f) 1.5 (f) 1.5 (f) 1.2 (k)1.4 (c) 1.2 (i) 1.2 (i)1.4 (a) 1.4 (a) 1.4 (b) 1.4 (a) 1.4 (a) 1.4 (e) 1.4 (e) 1.4 (f)1.4 (f) 1.6 (e) 1.6 (e) 1.6 (e) 1.6 (e) 1.3 (a) 1.3 (a) 1.3 (a) 1.3 (a) 1.3 (a) 1.3 (a) 1.3 (d) 1.3 (d) 1.7 (e)1.7 (e)1.7 (d)1.7 (d)1.7 (d)1.7 (d)1.7 (d)1.7 (d)1.7 (c)1.7 (c)1.7 (c)1.7 (c)1.7 (c)1.7 (c) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (b) 1.6 (c) 1.6 (c) 1.6 (c) 1.3 (b) 1.3 (d)1.3 (d)1.3 (d)1.3 (d) 1.3 (d) 1.3 (d) 1.4 (j) 1.5 (b) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.6 (a) 1.7 (a)1.7 (a)1.7 (a)1.7 (a)1.7 (a) 1.3 (c) 1.4 1.4 1.7 (b) 1.7 (b) 1.7 (b) 1.7 (b) 1.7 (b) 1.4 (h) 1.4 (h) 1.4 (g) 1.4 (g) 3.2(f) 3.2(d) 3.2(c) 3.2(a) 1.5(d) 1.4(j) 1.6(a) 1.4(d) 1.5(f) 1.5(f) 1.5(e) 1.5(a) 3.2(b) 3.2(e) 3.2(f) 3.4 3.4 3.5 3.5 3.5 3.5 3.3 1.23 1.23 1.13 1.13 1.13 1.12 1.20 1.20 1.19 3.5 3.3 1.20 1.19 1.19 1.13 1.13 1.13 1.12 1.21 1.13 1.13 1.21 1.21 1.23 3.5 3.5 1.19 1.19 1.18 1.22 1.22 1.22 1.22 1.231.23 1.21 1.12 1.21 1.21 1.211.20 3.3 h=2,5m 1.4(e) 1.4(f) 1.4(i) 1.4(g) 1.4(h) 1.6(b) 1.6(e) 1.7(a) 1.7(b) 3.1 1.3(a) 1.3(b) 1.2(k) 1.2(i) 1.2(j) 1.4(c) 1.4(a) 1.4(b) 1.4(i) 1.4(g) 1.4(h) 1.4(i) 1.4(g) 1.4(h) 1.4(k) 1.4(l) QDLF3 1.25 1.24 1.3(a) 1.3(b) 1.4(c) 1.4(a) 1.4(b) 1.3(c) 1.3(e) 1.3(d) 1.5(c) 1.5(b) 1.3(c) 1.3(e) 1.3(d) Ø1" 1.2k1.12 1.2ijk1.12 1.2i 1.12 1.4c 1.13 1.4a 1.4abc 1.13 1.131.4abc 1.4a1.13 1.4a 1.13 1.4 1.13 1.4f 1.4f 1.4ef1.4e1.18 1.4ghi1.191.4g1.19 1.4g 1.19 1.4ghi 1.4ghi1.19 1.4kl1.20 1.4kl1.20 1.4j 1.4j 1.4j 1.4j 1.4j 1.4j 1.4j1.20 C 1.5a1.20 1.5a1.20 1.5a1.6e 1.5a1.6e 1.5a 1.5bc 1.5c1.5c1.23 1.23 1.6e1.7a 1.22 1.5b 1.221.23 1.5b 1.221.23 1.221.23 1.23 1.22 1.23 1.22 1.23 1.3e 1.3e 1.3e 1.3cde 1.5d 1.21 1.25 1.24 1.5e 1.21 1.21 1.5f 1.211.3cde 1.3d 1.3d1.3d 1.21 1.21 1.5f 1.21 1.5f 1.7a 1.7a 1.7a 1.7a 1.7a 1.7a 1.6e 1.6e 1.6e 1.6e 1.6e 1.7a 1.7a 1.7a 1.6a1.6a1.6a1.6a1.6a1.6a1.6a1.6a 1.6a 1.6 1.7a 1.5f 1.5f 1.5f 1.5f 1.3d 1.3d 1.3a 1.3a 1.3ab 1.3a 1.3a1.3a 1.3a 1.3a 1.3d 1.3d1.3d 1.21 1.3ab 1.3ab 3.1 #4 3.5 D 3.5 3.5 3.5 3.5 3.5 3.3 3.3 3.3 3.3 3.4 3.4 3.33.5 3.33.43.5 3.33.43.5 3.1 #4 3.43.5 3.3 3.4 B A 3.1 #4 1.7 1.23 1.6b 1.6b 1.6b 1.6b 1.6b 1.6c 1.6c 1.6c 1.7b 1.7b 1.7b 1.7 1.7 3.5 3.5 1.6 1.6b 1.4abc 1.131.18 1.4k 1.4ghi1.6 1.191.20 1.4j 1.4l 1.20 1.4ac 1.13 1.4abc 1.131.18 1.41.13 1.18 1.4 1.18 1.41.13 1.18 1.41.18 1.4ghi 1.61.19 1.4 1.191.20 1.41.6 1.191.20 1.4ghi1.6 1.191.20 1.4kl 1.20 1.4 1.20 1.41.20 1.4j 1.5f1.21 1.24 1.25 1.5 1.241.25 1.5 1.25 1.5e 1.5f1.21 1.24 1.25 1.6 1.5f 1.5f 1.3a1.4 1.131.18 1.4 1.131.18 1.3ab 1.41.13 1.18 1.7c 1.7c1.7c1.7c 1.7c1.7c 1.7d1.7d 1.7d1.7d 1.7d1.7d 1.7e1.7e Ø1" Ø1" Ø1" BHO FUNC. QUARTO SALA BHO EXTERNO DEPÓSITO VARANDA GOURMET CLOSET MASTER BHO MASTER SUITE MASTER BHO 3 CLOSET 3 SUITE 3 SUITE 2 GARAGEM DEPÓSITO LAVANDERIA CIRCULAÇÃO INTERNA A 1.1 1.10 1.11 1.14 1.15 1.16 1.2 1.6 1.8 1.9 B 1.12 1.13 1.17 1.18 1.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.3 1.4 1.5 1.7 C 1.20 1.5 1.6e D 3.1 #4 3.2 #4 3.5 3.7 3.6 3.6 #4 3.6 #4 3.7 #6 D5 007 D6 007 D7007 3.2 #4 3.2f #4 3.2c #4 3.2c #4 3.2b #4 3.2b #4 3.2a #4 3.2a #4 3.2 #4 3.2d #43.2e #4 3.2de #4 3.2 #4 3.2 #4 3.2 #4 3.2 #4 3.2b #4 3.2f #4 Tomada Baixa 2P+T, 10A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Média 2P+T, 10A, a 110cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Alta 2P+T, 10A, a 210cm do piso, embutido em caixa 4x2 Condutores Neutro, Fase, Terra e Retorno, respectivamente 1 (a) Ponto de luz embutido no teto Interruptor simples de uma seção, embutido em caixa 4x2 a Conjunto de 2 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 a b Interruptor paralelo (three-way), embutido em caixa 4x2 a Conjunto de 3 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 a b c Tomada Baixa 2P+T, 20A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Média 2P+T, 20A, a 110cm do piso , embutido em caixa 4x2 Tomada Alta 2P+T, 20A, a 210cm do piso , embutido em caixa 4x2 Ponto de Força com placa saída de fio, a 230cm do piso acabado Eletroduto corrugado flexível embutido no teto ou na parede Eletroduto de PEAD embutido no piso Quadro geral de luz e força embutido a 1,50 do piso acabado Eletroduto que sobe Eletroduto que desce Ponto de luz na parede a 210cm do piso acabado Caixa para medidorMED Tomada de Piso 2P+T, 10A Tomada de Piso 2P+T, 20A Caixa de passagem no piso LEGENDA DE LUMINÁRIAS E PONTOS ELÉTRICOS VER PROJETO LUMINOTÉCNICO DE ARQUITETURA Nota: LEGENDA SIMBOLOS TE CNO LOGIA EM PROJETOS A1 Indicada END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM Fone: (92) 3642-5881 E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br Website: tecprobr.com.br INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROPRIETÁRIO : RESPONSÁVEL TÉCNICO AUTOR DO PROJETO PROPRIETÁRIO: ENDEREÇO: DESENHO:DATA: PROJETO: OBRA: ESCALA: FORMATO: PRANCHA Nº PRANCHAS: COORDENADOR(A): REVISÃO: CONTEÚDO: ETAPA: APROVAÇÃO : DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99 ART Nº. MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA Autoria Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM Eng. Marcus Mesquita CÓDIGO DO PROJETO: ELE MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA CREA: 9469-D/AM Eng.º Civil R00 NILCE BINGEL DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS - TÉRREO FUNDOS PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS PROJETO EXECUTIVO RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR Jan/2023 004 027-22 06 Matheus C. Silva 1 : 50 TÉRREO FUNDOS N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva 2.11 2.10 2.9 2.8 2.7 2.6 2.4 2.3 2.2 2.1 2.2 #4 2.4 #4 2.2 #4 2.4 #4 2.2 #4 2.4 #4 2.4 #4 2.2 #4 2.4 #4 2.2 #4 2.4 #4 2.1 #6 2.32.52.6 #6 2.7 #4 2.8 #4 2.9 #4 2.10 #6 2.11 2.1 #6 2.32.52.6 #6 2.7 #4 2.8 #4 2.9 #4 2.10 #6 2.11 2.1 #6 2.3 2.5 2.6 #6 2.7 #4 2.8 #4 2.9 #4 2.10 #6 2.11 2.1 #6 2.1 #6 2.2 #4 2.1 #6 2.2 #4 2.32.4 #4 2.5 2.1 #6 2.2 #4 2.32.4 #4 2.52.6 #6 2.1 #6 2.2 #4 2.32.52.6 #6 2.7 #4 2.8 #4 2.1 #6 2.32.52.6 #6 2.7 #4 2.8 #4 2.9 #4 2.1 #6 2.32.52.6 #6 2.7 #4 2.8 #4 2.9 #4 2.10 #6 2.1 #6 2.2 #4 2.32.4 #4 2.52.6 #6 2.7 #4 2.1 #6 2.2 #4 2.3 2.1 #6 2.2 #4 2.32.5 QFAC2 #16 QFAC2 #25 2.5 QFAC2 2.2 #4 2.4 #4 2.2 #4 2.4 #4 QFAC2 Térreo Cobertura QFAC2 #16 QFAC2 #25 Ø1 1/2" PP: 38 x38mm 2.1 #6 2.32.52.6 #6 2.7 #4 2.8 #4 2.9 #4 2.10 #6 2.11 2.1 #6 2.3 2.5 2.6 #6 2.7 #4 2.8 #4 2.9 #4 2.10 #6 2.11 0, 26 m 1, 60 m Tomada Baixa 2P+T, 10A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Média 2P+T, 10A, a 110cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Alta 2P+T, 10A, a 210cm do piso, embutido em caixa 4x2 Condutores Neutro, Fase, Terra e Retorno, respectivamente 1 (a) Ponto de luz embutido no teto Interruptor simples de uma seção, embutido em caixa 4x2 a Conjunto de 2 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 a b Interruptor paralelo (three-way), embutido em caixa 4x2 a Conjunto de 3 Interruptores simples, embutido em caixa 4x2 a b c Tomada Baixa 2P+T, 20A, a 30cm do piso, embutido em caixa 4x2 Tomada Média 2P+T, 20A, a 110cm do piso , embutido em caixa 4x2 Tomada Alta 2P+T, 20A, a 210cm do piso , embutido em caixa 4x2 Ponto de Força com placa saída de fio, a 230cm do piso acabado Eletroduto corrugado flexível embutido no teto ou na parede Eletroduto de PEAD embutido no piso Quadro geral de luz e força embutido a 1,50 do piso acabado Eletroduto que sobe Eletroduto que desce Ponto de luz na parede a 210cm do piso acabado Caixa para medidorMED Tomada de Piso 2P+T, 10A Tomada de Piso 2P+T, 20A Caixa de passagem no piso LEGENDA DE LUMINÁRIAS E PONTOS ELÉTRICOS VER PROJETO LUMINOTÉCNICO DE ARQUITETURA Nota: LEGENDA SIMBOLOS Notas Gerais 1- Eletrodutos embutidos no solo serão do tipo PEAD. 2- Eletrodutos embutidos na laje deverão ser do tipo corrugado reforçado. 3- Eletrodutos conectados a eletrocalha deverão ser do tipo rígido em pvc ou galvanizado,se aparente. 4- Os condutores não cotados serão de #2,5mm², os condutores de retorno serão de #2,5mm². 5- Os eletrodutos não cotados serão de Ø3/4". 6- Em todo eletroduto subterrâneo, os condutores deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90°C. 7- Os condutores elétricos de distribuição deverão ser de cobre, classe 450/750V, isolação em PVC, temperatura 70°C. 8- Os condutores elétricos de alimentação de quadros elétricos deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90ºC. 9- A seção do condutor neutro é igual ao da fase do circuito, salvo indicação contrária. 10-O condutor neutro não poderá ser ligado ao condutor proteção terra após passar pelo quadro geral da instalação. 11- O condutor de proteção nunca deverá ser ligado ao IDR. 12- Utilizar um condutor neutro para cada circuito. 13- Os circuitos foram numerados pela quantidade de fases, ou seja, circuitos bifásicos contém dois números. 14- Utilizar chuveiros com resistência blindada para evitar o desligamento incorreto do IDR. 15- As instalações elétricas deverão ser executadas respeitando os padrões de qualidade e segurança estabelecidos na norma NBR5410:2004. 16- Todos os pontos metálicos deverão ser aterrados. 17-A indicação de potência no pontos de luz são os valores calculados para dimensionamento dos circuitos conforme precrições da NBR 5410, não necessariamente correspondem ao valor exato das lampadas a serem instaladas. 18-Para as tomadas sem indicação de potência foi considera 100 VA. 19-Todos os eletrodutos de eletricidade deverão estar afastados 0,50m das tubulações de gás. 2.72.9 2.82.10 2.12.6 2.32.42.11 2.2 2.5 GARAGEM COZINHA SALA DE ESTAR ESCRITÓRIO TE CNO LOGIA EM PROJETOS A1 Indicada END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM Fone: (92) 3642-5881 E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br Website: tecprobr.com.br INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROPRIETÁRIO : RESPONSÁVEL TÉCNICO AUTOR DO PROJETO PROPRIETÁRIO: ENDEREÇO: DESENHO:DATA: PROJETO: OBRA: ESCALA: FORMATO: PRANCHA Nº PRANCHAS: COORDENADOR(A): REVISÃO: CONTEÚDO: ETAPA: APROVAÇÃO : DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99 ART Nº. MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA Autoria Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM Eng. Marcus Mesquita CÓDIGO DO PROJETO: ELE MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA CREA: 9469-D/AM Eng.º Civil R00 NILCE BINGEL ALIMENTAÇÃO COBERTURA E 3D DOS QUADROS PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS PROJETO EXECUTIVO RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR Jan/2023 005 027-22 06 Matheus C. Silva 3D Cobertura VISTA 3D QDLF1 VISTA 3D QDLF3 VISTA 3D QFAC2 VISTA 3D QGBT 1 : 25 ESQUEMA VERTICAL N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva 1 : 100 COBERTURA 1.15 1.16 1.16 1.16 1.1lm 1.1lm 1.151.16 EP: 100 x50mm 1.16 1.15 1.9 1.1 1.10 1.10 1.1efgh1.81.9 1.10 1.101.9 EP: 100 x50mm 1.1 (b) 1.1 (k) 1.1j 1.1j 1.10 1.10 1.1jk1.10 1.10 1.1h 1.1jk1.6 1.10 1.1 1.61.10 1.10 1.1 (h) 1.1(j) 1.1(k) 1.10 1.2i 1.12 1.121.12 1.6 1.2ijk1.6 1.12 1.12 1.2 (j) 1.12 1.2 (i) Tubulação de drenagem 1.4ghi 1.19 1.4g1.191.19 1.19 1.6a 1.6a 1.6 1.6a 1.6 1.4ghi1.6 1.19 1.6 (a) 1.4 (g) 1.19 1.6 (a) 1.4 (i) PP: 38 x38mm Ø1" A 1.5b1.22 1.23 1.22 1.23 1.23 1.22 1.221.23 1.23 1.5bc 1.6 1.71.20 1.22 1.23 1.6e 1.7 1.5b 1.6 1.71.20 1.22 1.23 1.7a 1.5 (b) 1.5 (b) 1.22 1.23 EP: 100 x50mm Ø1" Ø1" Ø1" Ø1" A 1.22 1.23 1.5b QDLF1 QFAC2 B A 1.7QDLF1 #16 QDLF1 #25 QFAC2 #16 QFAC2 #25 2.1 #6 2.2 #4 2.3 2.4 #4 2.5 2.6 #6 2.7 #4 2.8 #4 2.9 #4 2.10 #6 2.11 EP: 100 x50mm PP: 38 x38mm Ø1 1/4" A 1.1 1.10 1.11 1.14 1.15 1.16 1.2 1.6 1.8 1.9 B 1.12 1.13 1.17 1.18 1.19 1.20 1.21 1.22 1.23 1.24 1.25 1.3 1.4 1.5 1.7 TECNO LOGIA EM PROJETOS A1 Indicada END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM Fone: (92) 3642-5881 E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br Website: tecprobr.com.br INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROPRIETÁRIO : RESPONSÁVEL TÉCNICO AUTOR DO PROJETO PROPRIETÁRIO: ENDEREÇO: DESENHO:DATA: PROJETO: OBRA: ESCALA: FORMATO: PRANCHA Nº PRANCHAS: COORDENADOR(A): REVISÃO: CONTEÚDO: ETAPA: APROVAÇÃO : DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99 ART Nº. MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA Autoria Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM Eng. Marcus Mesquita CÓDIGO DO PROJETO: ELE MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA CREA: 9469-D/AM Eng.º Civil R00 NILCE BINGEL DETALHES 3D PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS PROJETO EXECUTIVO RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR Jan/2023 006 027-22 Matheus C. Silva N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva DETALHE D1 DETALHE D2 DETALHE D3 DETALHE D4 DETALHE D5 DETALHE D6 DETALHE D7 (6584 VA) (6495 W) QDLF3 QGBT #16 QDLF3 C 50 A - 3 kA CLASS I 275 V - 20 kA C 16 A - 3 kA #4 3.1 3.1 - Ar Condicionado EdículaBC 815 VA C 16 A - 3 kA #4 3.2 3.2 - Iluminação Serviço B 540 VA C 16 A - 3 kA #2.5 3.3 3.3 - TUGs Depósito e Sala A 400 VA C 16 A - 3 kA 2P - IDR 25 A - 30 mA #2.5 3.4 3.4 - TUGs Banheiro funcionáriosC 500 VA C 16 A - 3 kA #2.5 3.5 3.5 - TUGs Edícula A 900 VA C 20 A - 3 kA #4 3.6 3.6 - Filtro AB 1200 VA C 25 A - 3 kA #6 3.7 3.7 - Bomba AB 2500 VA (21834 VA) (20549 W) QDLF1 QGBT #25 #16 QDLF1 C 80 A - 3 kA CLASS I 275 V - 20 kA C 16 A - 3 kA #2.5 1.1 1.1 - Iluminação Escritório, Entrada e cozinhaB 1260 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.2 1.2 - Iluminação Suíte 01 e 02B 1035 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.3 1.3 - Iluminação Circ. Interna e ÍntimaA 1185 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.4 1.4 - Iluminação Suíte 03 e MasterC 1215 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.5 1.5 - Iluminação Garagem e Varanda gourmetC 1170 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.6 1.6 - Iluminação Externa NorteA 600 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.7 1.7 - Iluminação Externa Sul B 372 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.8 1.8 - Iluminação Externa LesteC 472 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.9 1.9 - TUGs Sala de Jantar B 1100 VA 4P - IDR 80 A - 30 mA C 16 A - 3 kA #2.5 1.10 1.10 - TUGs Escritório e LavaboC 900 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.14 1.14 - TUGs Cozinha C 800 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.15 1.15 - TUGs Cozinha B 1200 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.16 1.16 - TUGs Cozinha A 1330 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.17 1.17 - TUGs Banheiros 01 e 02C 1200 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.18 1.18 - TUGs Banheiro 03 A 600 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.20 1.20 - TUGs Banheiro/Closet MasterB 500 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.11 1.11 - TUGs Suíte 01 C 800 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.12 1.12 - TUGs Suíte 02 A 1100 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.13 1.13 - TUGs Suíte 03 B 900 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.19 1.19 - TUGs Suíte Master B 800 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.21 1.21 - TUGs Circ. Depósito e GaragemA 900 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.22 1.22 - TUGs Varanda GourmetA 800 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.23 1.23 - TUGs Varanda GourmetB 700 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.24 1.24 - TUEs Lavanderia C 1000 VA C 16 A - 3 kA #2.5 1.25 1.25 - TUEs Lavanderia A 1000 VA (23007 VA) (21395 W) QFAC2 QGBT #25 #16 QFAC2 C 80 A - 3 kA CLASS I 275 V - 20 kA C 25 A - 3 kA #6 2.1 2.1 - Ar Condicionado Cobertura 8BC 4700 VA C 16 A - 3 kA #4 2.2 2.2 - Ar Condicionado Cobertura 5AB 1100 VA C 16 A - 3 kA #2.5 2.3 2.3 - Ar Condicionado Cobertura 10CA 1700 VA C 16 A - 3 kA #4 2.4 2.4 - Ar Condicionado Cobertura 6CA 1100 VA C 20 A - 3 kA #2.5 2.5 2.5 - Bomba de pressão A 1500 VA C 25 A - 3 kA #6 2.6 2.6 - Ar Condicionado Cobertura 7CA 4700 VA C 16 A - 3 kA #4 2.7 2.7 - Ar Condicionado Cobertura 1AB 1700 VA C 16 A - 3 kA #4 2.8 2.8 - Ar Condicionado Cobertura 4BC 1100 VA C 16 A - 3 kA #4 2.9 2.9 - Ar Condicionado Cobertura 2BC 1100 VA C 25 A - 3 kA #6 2.10 2.10 - Ar Condicionado Cobertura 3AB 4700 VA C 16 A - 3 kA #2.5 2.11 2.11 - Ar Condicionado Cobertura 9BC 815 VA Disjuntor Termomagnético Monopolar LEGENDA DIAGRAMAS UNIFILARES Disjuntor Termomagnético Bipolar Condutores Neutro, Fase, Terra, respectivamente DPS-Dispositivo de proteção contra surtos IDR-Interruptor Diferencial Residual (Imax=30mA) kW.h Medidor de Energia Disjuntor Termomagnético Tripolar Notas Gerais 1- Eletrodutos embutidos no solo serão do tipo PEAD. 2- Eletrodutos embutidos na laje deverão ser do tipo corrugado reforçado. 3- Eletrodutos conectados a eletrocalha deverão ser do tipo rígido em pvc ou galvanizado,se aparente. 4- Os condutores não cotados serão de #2,5mm², os condutores de retorno serão de #2,5mm². 5- Os eletrodutos não cotados serão de Ø3/4". 6- Em todo eletroduto subterrâneo, os condutores deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90°C. 7- Os condutores elétricos de distribuição deverão ser de cobre, classe 450/750V, isolação em PVC, temperatura 70°C. 8- Os condutores elétricos de alimentação de quadros elétricos deverão ser de cobre, classe 0,6/1kV, isolação em EPR, temperatura 90ºC. 9- A seção do condutor neutro é igual ao da fase do circuito, salvo indicação contrária. 10-O condutor neutro não poderá ser ligado ao condutor proteção terra após passar pelo quadro geral da instalação. 11- O condutor de proteção nunca deverá ser ligado ao IDR. 12- Utilizar um condutor neutro para cada circuito. 13- Os circuitos foram numerados pela quantidade de fases, ou seja, circuitos bifásicos contém dois números. 14- Utilizar chuveiros com resistência blindada para evitar o desligamento incorreto do IDR. 15- As instalações elétricas deverão ser executadas respeitando os padrões de qualidade e segurança estabelecidos na norma NBR5410:2004. 16- Todos os pontos metálicos deverão ser aterrados. 17-A indicação de potência no pontos de luz são os valores calculados para dimensionamento dos circuitos conforme precrições da NBR 5410, não necessariamente correspondem ao valor exato das lampadas a serem instaladas. 18-Para as tomadas sem indicação de potência foi considera 100 VA. 19-Todos os eletrodutos de eletricidade deverão estar afastados 0,50m das tubulações de gás. TE CNO LOGIA EM PROJETOS A1 Indicada END.: Rua Planeta Netuno, nº 06, Conjunto Morada do Sol, Bairro Aleixo, Manaus - AM Fone: (92) 3642-5881 E-mail: tecpro@tecproconstrucoes.com.br Website: tecprobr.com.br INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROPRIETÁRIO : RESPONSÁVEL TÉCNICO AUTOR DO PROJETO PROPRIETÁRIO: ENDEREÇO: DESENHO:DATA: PROJETO: OBRA: ESCALA: FORMATO: PRANCHA Nº PRANCHAS: COORDENADOR(A): REVISÃO: CONTEÚDO: ETAPA: APROVAÇÃO : DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS - LEI 9610/99 ART Nº. MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA Autoria Nº Reg. no CREA-AM: 9469-D/AM Eng. Marcus Mesquita CÓDIGO DO PROJETO: ELE MARCUS GONÇALVES DE MESQUITA CREA: 9469-D/AM Eng.º Civil R00 NILCE BINGEL QUADROS DE CARGA PONTA NEGRA CLUBE DE CAMPO - MANAUS PROJETO EXECUTIVO RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR Jan/2023 007 027-22 06 Matheus C. Silva Alimentado por: QGBT Sistema de Distribuição 127/220V Trifásico (3F+N+T) Corrente Total Demandada: 47,29 A Iluminação 7309 VA 1,00 7309 VA Corrente Total Instalada: 57,30 A TUGs (Residencial) 11316 VA 0,65 7355 VA Potência Total Demandada: 18018 VA TUEs (Residencial) 3989 VA 1,00 3989 VA PotênciaTotal Instalada: 21834 VA Classificação da Carga Potência Instalada Fator de Demanda Potência Demandada Totais do Painel Corrente por fase: 56,7 A 59,14 A 56,45 A Potência por fase: 7200 VA 7506 VA 7169 VA 1.30 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 1.29 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 1.28 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 1.27 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 1.26 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 1.25 TUEs Lavanderia 127 1000 1 1000 7,87 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 22 1,91 1000 1.24 TUEs Lavanderia 127 1000 1 1000 7,87 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 22 1,87 1000 1.23 TUGs Varanda Gourmet 127 560 0,8 700 5,51 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 30 1,44 700 1.22 TUGs Varanda Gourmet 127 640 0,8 800 6,30 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 30 1,62 800 1.21 TUGs Circ. Depósito e Garagem 127 720 0,8 900 7,09 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 22 1,33 900 1.20 TUGs Banheiro/Closet Master 127 400 0,8 500 3,94 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 28 0,95 500 1.19 TUGs Suíte Master 127 640 0,8 800 6,30 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 25 1,35 800 1.18 TUGs Banheiro 03 127 600 1 600 4,72 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 19 1 600 1.17 TUGs Banheiros 01 e 02 127 960 0,8 1200 9,45 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 23 1,91 1200 1.16 TUGs Cozinha 127 1280 0,97 1330 10,47 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 17 1,86 1330 1.15 TUGs Cozinha 127 960 0,8 1200 9,45 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 13 1,02 1200 1.14 TUGs Cozinha 127 640 0,8 800 6,30 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 11 0,6 800 1.13 TUGs Suíte 03 127 720 0,8 900 7,09 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 16 1 900 1.12 TUGs Suíte 02 127 880 0,8 1100 8,66 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 14 1,09 1100 1.11 TUGs Suíte 01 127 640 0,8 800 6,30 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 23 1,26 800 1.10 TUGs Escritório e Lavabo 127 720 0,8 900 7,09 A 16 1 80,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 26 1,61 900 1.9 TUGs Sala de Jantar 127 880 0,8 1100 8,66 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 29 2,2 1100 1.8 Iluminação Externa Leste 127 472 1 472 3,72 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 51 2,06 472 1.7 Iluminação Externa Sul 127 372 1 372 2,93 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 52 1,65 372 1.6 Iluminação Externa Norte 127 600 1 600 4,72 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 46 2,34 600 1.5 Iluminação Garagem e Varanda gourmet 127 1170 1 1170 9,21 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 26 2,58 1170 1.4 Iluminação Suíte 03 e Master 127 1215 1 1215 9,57 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 24 2,46 1215 1.3 Iluminação Circ. Interna e Íntima 127 1185 1 1185 9,33 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 18 1,82 1185 1.2 Iluminação Suíte 01 e 02 127 1035 1 1035 8,15 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 20 1,8 1035 1.1 Iluminação Escritório, Entrada e cozinha 127 1260 1 1260 9,92 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 29 3,17 1260 Circuito Descrição Tensão Potência (W) FP Carga Aparente Corrente aparente Disj.(A) DR DR(A) Tamanho da fiação Secção do cabo (mm²) Compriment o (m) Queda de Tensão (%) A B C Quadro de carga: QDLF1 Alimentado por: QGBT Sistema de Distribuição 127/220V Trifásico (3F+N+T) Iluminação 540 VA 1,00 540 VA Corrente Total Demandada: 15,30 A Ar Condicionado 815 VA 0,75 611 VA Corrente Total Instalada: 17,28 A TUGs (Residencial) 1800 VA 0,65 1170 VA Potência Total Demandada: 5830 VA TUEs (Residencial) 3700 VA 1,00 3700 VA Potência Total Instalada: 6584 VA Classificação da Carga Potência Instalada Fator de Demanda Potência Demandada Totais do Painel Corrente por fase: 17,9 A 17,31 A 17,25 A Potência por fase: 2270 VA 2198 VA 2191 VA 3.10 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 3.9 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 3.8 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 3.7 Bomba 220 2500 1 2500 11,36 A 25 0 0,00 A 2-#6,0(36A), 1-#6,0 6 17 0,51 1250 1250 3.6 Filtro 220 1200 1 1200 5,45 A 20 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 18 0,38 600 600 3.5 TUGs Edícula 127 720 0,8 900 7,09 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 17 1,07 900 3.4 TUGs Banheiro funcionários 127 400 0,8 500 3,94 A 16 2 25,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 13 0,46 500 3.3 TUGs Depósito e Sala 127 320 0,8 400 3,15 A 16 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 12 0,32 400 3.2 Iluminação Serviço 127 540 1 540 4,25 A 16 0 0,00 A 1-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 16 0,47 540 3.1 Ar Condicionado Edícula 220 815 1 815 3,70 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 16 0,23 408 408 Circuito Descrição Tensão Potência (W) FP Carga Aparente Corrente aparente Disj.(A) DR DR(A) Tamanho da fiação Secção do cabo (mm²) Compriment o (m) Queda de Tensão (%) R S T Quadro de carga: QDLF3 Alimentado por: GERADOR Iluminação 7849 VA 1,00 7849 VA Sistema de Distribuição 127/220V Trifásico (3F+N+T) Ar Condicionado 22371 VA 0,75 16778 VA Corrente Total Demandada: 108,43 A TUGs (Residencial) 13114 VA 0,65 8524 VA Corrente Total Instalada: 134,65 A TUEs (Residencial) 7617 VA 1,00 7617 VA Potência Total Demandada: 41317 VA Motor 1500 VA 1,00 1500 VA Potência Total Instalada: 51309 VA Classificação da Carga Potência Instalada Fator de Demanda Potência Demandada Totais do Painel Corrente por fase: 134,4 A 135,11 A 134,71 A Potência por fase: 17064 VA 17153 VA 17103 VA 1.3 QDLF3 220 6495 0,99 6585 17,28 A 50 0 0,00 A 3-#16,0 (79 A), 1-#16,0 (79 A), 1-#16 16 76 1,27 2270 2198 2191 1.2 QFAC2 220 21395 0,93 23007 60,38 A 80 0 0,00 A 3-#25,0(101A), 1-#25,0(101A), 1-#16,0 25 40 1,4 7649 7609 7749 1.1 QDLF1 220 20549 0,95 21835 57,30 A 80 0 0,00 A 3-#25,0 (101 A), 1-#25,0 (101 A), 1-#16 25 41 1,37 7200 7506 7169 Circuito Descrição Tensão Potência (W) FP Carga Aparente Corrente aparente Disj.(A) DR DR(A) Tamanho da fiação Secção do cabo (mm²) Compriment o (m) Queda de Tensão (%) A B C Quadro de carga: QGBT N° MODIFICAÇÕES DATA VISTO R00 EMISSÃO INICIAL 03/01/2023 Matheus C. Silva Alimentado por: QGBT Sistema de Distribuição 127/220V Trifásico (3F+N+T) Corrente Total Demandada: 46,20 A Corrente Total Instalada: 60,38 A Ar Condicionado 21619 VA 0,75 16214 VA Potência Total Demandada: 17604 VA Motor 1500 VA 1,00 1500 VA Potência Total Instalada: 23007 VA Classificação da Carga Potência Instalada Fator de Demanda Potência Demandada Totais do Painel Corrente por fase: 60,3 A 59,92 A 61,06 A Potência por fase: 7649 VA 7609 VA 7749 VA 2.14 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 2.13 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 2.12 Reserva -- -- 1 0 -- -- -- -- -- -- -- 0 2.11 Ar Condicionado Cobertura 9 220 815 1 815 3,70 A 16 0 0,00 A 2-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 10 0,24 408 408 2.10 Ar Condicionado Cobertura 3 220 3760 0,8 4700 21,36 A 25 0 0,00 A 2-#6,0(36A), 1-#6,0(36A), 1-#6,0 6 11 0,49 2350 2350 2.9 Ar Condicionado Cobertura 2 220 1100 1 1100 5,00 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 12 0,23 550 550 2.8 Ar Condicionado Cobertura 4 220 1100 1 1100 5,00 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 12 0,24 550 550 2.7 Ar Condicionado Cobertura 1 220 1700 1 1700 7,73 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 13 0,39 850 850 2.6 Ar Condicionado Cobertura 7 220 3760 0,8 4700 21,36 A 25 0 0,00 A 2-#6,0(36A), 1-#6,0(36A), 1-#6,0 6 14 0,61 2350 2350 2.5 Bomba de pressão 127 1500 1 1500 11,81 A 20 0 0,00 A 1-#2,5(24A), 1-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 14 1,81 1500 2.4 Ar Condicionado Cobertura 6 220 1100 1 1100 5,00 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A), 1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 14 0,28 550 550 2.3 Ar Condicionado Cobertura 10 220 1700 1 1700 7,73 A 16 0 0,00 A 2-#2,5(24A), 1-#2,5 2,5 15 0,72 850 850 2.2 Ar Condicionado Cobertura 5 220 1100 1 1100 5,00 A 16 0 0,00 A 2-#4,0(32A),1-#4,0(32A), 1-#4,0 4 16 0,3 550 550 2.1 Ar Condicionado Cobertura 8 220 3760 0,8 4700 21,36 A 25 0 0,00 A 2-#6,0(36A), 1-#6,0 6 16 0,72 2350 2350 Circuito Descrição Tensão Potência (W) FP Carga Aparente Corrente aparente Disj.(A) DR DR(A) Tamanho da fiação Secção do cabo (mm²) Compriment o (m) Queda de Tensão (%) R S T Quadro de carga: QFAC2 APÊNDICE B — DIMENSIONAMENTO TRADICIONAL CIRCUITO ELÉTRICO. Realizando os cálculos manuais para o circuitos 1.1 da residência, a previsão de carga de iluminação será de 1260W, adotando uma instalação em eletrocalha e eletroduto fixado na parede, método B2, FCA com valor de 0,70 devido a ter a forma de agrupamento dos condutores em "camada única sobre parede, piso ou em bandeja não perfurada ou prateleira". FCT terá o valor de 0,87 utilizando a temperatura de 40º e isolação de PVC. Resultando em um valor de corrente de projeto de Id=16,3A utilizando a tabela 3.6 de Creder (2007) podemos determinar a secção do condutor este sendo 2.5mm² pois o mesmo possui capacidade de corrente de 20A maior que o valor de projeto calculado. Realizando a verificação de queda de tensão utilizando a tabela 3.18 de Creder (2007) seguindo um limite de queda de tensão de 4% pode-se ter um limite de potências em watts x distância em metros de 46774, onde para o circuito em questão o valor calculado seria. Logo sendo seguro utilizar o seguinte condutor para o circuito. 65 I = 1260/(0.7 ∗ 0, 87 ∗ 127) (12) x = 20m ∗ 2069 = 41380 (13) ANEXO A — SOLICITAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE PROJETOS COMPLEMENTARES DA RESIDÊNCIA. 66 TecPro, CNPJ 03.342.224/0001-70, empresa do ramo de projetos de engenharia, autorizamos a utilização do projeto arquitetônico, projeto de estrutura, projeto hidrossanitários e projetos de telefonia e antena como subsídio para o Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, do estudante Matheus Cavalcante da Silva. Manaus, 10 de fevereiro de 2023 Marcus Gonçalves Mesquita Engenheiro Civil e Coordenador de Projetos Folhas (Sheet) 001 - MEDIÇÃO E ALIMENTAÇÃO - DETALHES 3D Folhas (Sheet) 002 - DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS E ELETROCALHAS - TÉRREO Folhas (Sheet) 003 - DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS - TÉRREO FRONTAL Folhas (Sheet) 004 - DISTRIBUIÇÃO DE CIRCUITOS - TÉRREO FUNDOS Folhas (Sheet) 005 - ALIMENTAÇÃO COBERTURA E 3D DOS QUADROS Folhas (Sheet) 006 - DETALHES 3D Folhas (Sheet) 007 - QUADROS DE CARGAFigura 7 — Fluxograma da metodologia 35 Figura 8 — Residência desenvolvida 41 Figura 9 — Tomadas com alturas cotadas 42 Figura 10 — Exemplo de quadro metálico 43 Figura 11 — Exemplo de distribuição de circuitos 44 Figura 12 — Configuração de caminho da fiação 46 Figura 13 — Caminho visualizado no 3D 46 Figura 14 — Tabela de painel 48 Figura 15 — Diagrama Unifilar 49 Figura 16 — Verificação de interferência 51 Figura 17 — Compatibilização entre Estrutura e Elétrica 52 Figura 18 — Resultado da compatibilização 53 Figura 19 — Lista de materiais - ELETRODUTO 54 Figura 20 — Lista de materiais - COMPONENTES 55 Figura 21 — Lista de mateirias - Fiação 56 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . LISTA DE EQUAÇÕES Equação 1 — 26 Equação 2 — 44 Equação 3 — 44 Equação 4 — 45 Equação 5 — 45 Equação 6 — 45 Equação 7 — 45 Equação 8 — 45 Equação 9 — 45 Equação 10 — 45 Equação 11 — 45 Equação 12 — 65 Equação 13 — 65 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . LISTA DE TABELAS Tabela 1 — Artigos utilizados na RSL 38 Tabela 2 — Parâmetros para comparação 38 Tabela 3 — Resultados da RSL 39 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS BCF BIM Collaboration Format BIM Building Information Modeling DR Diferencial Residual FCA Fator de Correção de Agrupamento FCT Fator de Correção de Temperatura FP Fator de Potência LOD Level of Development RSL Revisão Sistematizada da Literatura TCC Trabalho de Conclusão de Curso 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.1.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.1.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.1.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.1.4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.3.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.3.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.3.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.3.4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.3.5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.3.6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.5.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.5.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.5.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.3.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.1 . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.1.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SUMÁRIO INTRODUÇÃO 13 OBJETIVOS 15 GERAL 15 ESPECÍFICOS 15 REFERENCIAL TEÓRICO 16 METODOLOGIA BIM (BUILDING INFORMATION MODELING) 16 Conceito De BIM 16 Impactos Da Metodologia BIM 17 LOD De Projetos 18 Parametrização 19 BIM X MODELAGEM TRIDIMENSIONAL 20 PROJETOS ELÉTRICOS 20 Cabos Elétricos 23 Eletroduto 23 Proteções 24 Correções 25 Queda de Tensão 26 BIM Impactando nos Projetos Elétricos 27 DIFERENÇAS CAD E BIM 28 REVIT™ 28 Template 29 Biblioteca 29 Clashs 30 ASANA® 31 REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA 32 METODOLOGIA 34 FLUXOGRAMA DE TRABALHO 35 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 35 Procedimentos Para Elaboração De Projeto Prático 35 DESENVOLVIMENTO REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA 37 Procedimentos Para Elaboração Da Revisão Sistematizada Da Literatura 37 RESULTADOS DA RSL 38 REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA EM BIM 38 RESULTADOS DO PROJETO 41 PROJETO DESENVOLVIDO EM REVIT™ 41 Interferências encontradas em fase de projeto 50 6.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . LISTA DE MATERIAIS 53 VALIDAÇÃO DO PROJETO EM BIM 56 CONCLUSÃO 58 REFERÊNCIAS 60 APÊNDICE A - PROJETO ELÉTRICO RESIDENCIAL. 64 APÊNDICE B — DIMENSIONAMENTO TRADICIONAL CIRCUITO ELÉTRICO. 65 ANEXO A — SOLICITAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE PROJETOS COMPLEMENTARES DA RESIDÊNCIA. 66 1 INTRODUÇÃO A Engenharia Civil é uma área do conhecimento que se dedica ao projeto, construção e manutenção de estruturas físicas, como edifícios, pontes, estradas e barragens. Os profissionais formados nesta área, engenheiros civis, são responsáveis por garantir o bom funcionamento, a segurança e a durabilidade das instalações, sistemas e estruturas projetadas. Para tanto, o engenheiro civil trabalha em conformidade com as normas e regulamentos aplicáveis. Esse profissional também é responsáveis por garantir que os projetos sejam executados dentro do orçamento e no prazo estabelecidos (cronograma físico financeiro). As atividades desempenhadas por um engenheiro civil estão regulamentadas no Decreto 23569, de 11 de dezembro de 1933, que no Art. 28 elenca entre outras competências, o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de edifícios, com todas as suas obras complementares. Engenharia é uma área de atuação que se dedica a oferecer soluções práticas para problemas concretos. O trabalho do profissional formado em engenharia é criar soluções planejadas e que sejam viáveis econômica e tecnicamente, então é preciso conhecer a fundo o tema, em qualquer aspecto que seja, desde projetos até soluções práticas em campo (SENAI, 2019). Além de criar essas soluções, o profissional irá coordenar todo o desenvolvimento do projeto, logo, noções de administração, de gestão interpessoal e de economia também aparecem nas áreas da engenharia. A definição nacionalmente utilizada para descrever a área de engenharia civil é muito bem resumida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial "Engenharia Civil: é a área que mais forma engenheiros no Brasil. O(a) profissional pode atuar com os processos de construção de edifícios e outras infraestruturas na indústria, em órgãos públicos, empresas de construção ou prestando consultoria" (SENAI, 2019) . Os projetos de engenharia civil são desenvolvidos através de uma metodologia iterativa que inclui a coleta e análise de dados, a concepção de soluções, a elaboração de desenhos e especificações técnicas, a realização de cálculos estruturais e a verificação da conformidade com as normas e regulamentos aplicáveis. Recentemente, a metodologia BIM (Building Information Modeling) tem sido amplamente adotada na indústria da construção, incluindo na engenharia civil. O BIM é uma metodologia que permite a criação, gestão e utilização de informações tridimensionais de um edifício durante todo o seu ciclo de vida, desde a concepção até a construção e manutenção. Esta metodologia está sendo amplamente utilizada em vários tipos de projetos de engenharia civil, incluindo edifícios residenciais e comerciais, pontes, estradas e barragens. O uso do BIM permite a criação de modelos digitais precisos e detalhados das estruturas e sistemas, incluindo instalações elétricas, mecânicas, hidráulicas e de incêndio. Isso permite uma melhor colaboração entre os diferentes profissionais envolvidos no projeto e 13 uma maior eficiência no planejamento, projeto e construção como é defendido por Eastman et al. (2008). No que diz respeito às instalações elétricas, o BIM permite a criação de modelos digitais detalhados das instalações elétricas, incluindo dispositivos, cabos, quadros e outros equipamentos. Isso permite aos engenheiros, que produzem projetos elétricos, colaborar de forma mais eficaz com os demais profissionais envolvidos no projeto e garantir que as instalações elétricas sejam projetadas e construídas de acordo com as normas e regulamentos aplicáveis. Neste trabalho serão apresentados os conceitos fundamentais da BIM, as ferramentas utilizadas e os benefícios da sua aplicação no projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão. 14 2 OBJETIVOS 2.1 GERAL Analisar a eficácia da implementação da metodologia BIM no projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão, utilizando como exemplo prático uma residência de alto padrão com 624,61m², comparando a praxis com o resultado de uma revisão sistematizada. 2.2 ESPECÍFICOS 1. Realizar uma revisão sistematizada da literatura sobre BIM na Engenharia Civil nos últimos 3 anos. 2. Desenvolver um projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão utilizando a metodologia BIM para uma residência de alto padrão com 624,61m². 3. Analisar e comparar os resultados obtidos com a metodologia BIM em relação aos projetos tradicionais e apresentar conclusões. 4. Validar o projeto prático em BIM com o dimensionamento de um circuito utilizando o método de cálculo tradicional. 15 3 REFERENCIAL TEÓRICO 3.1 METODOLOGIA BIM (BUILDING INFORMATION MODELING) 3.1.1 Conceito De BIM Esta metodologia ainda não possui uma conceito único e/ou amplamente aceito. Atualmente algumas empresas pensam nesse processo como “uma simulação inteligente da arquitetura” segundo é citado por M.A. Mortenson Company,2014 em Eastman et al. (2008), outras já veem a metodologia como um método de trabalho mais organizado e útil que facilita processos de construção em todas as etapas da vida da construção. Segundo Alves (2014, apud Masotti (2014, p. 15) , “a modelagem BIM permite ao projetista construir o empreendimento em um mundo virtual antes deste ser construído no mundo real. Ele o cria utilizando componentes virtuais inteligentes, cada um deles sendo perfeitamente análogo a um componente real no mundo físico.”, e “a abordagem BIM compreende a comunicação, a troca de dados, padrões e protocolos necessários para todos os sistemas e equipes conversarem entre si.”. O Caderno BIMda Secretaria de Planejamento do Estado de Santa Catarina (2014) define BIM “como um processo que permite a gestão da informação, por todo o ciclo de vida da edificação”, através de modelos “digitais, tridimensionais e semanticamente ricos, que formam a espinha dorsal do processo.” Modelos tridimensionais e semanticamente ricos, esta definição é de suma importância para a metodologia BIM mais atual, pois utilizando softwares BIM é possível fazer análises “Clash”, que seriam análises automatizadas de interferências e dificuldades construtivas e de projetos, entre as diversas disciplinas, melhorando a qualidade do projeto em geral. Neste trabalho irá se aborda-se a definição de que a metodologia BIM é uma tecnologia de modelagem e um conjunto associado de processos para produzir, comunicar e analisar modelos de construção. Segundo Eastman et al. (2008), modelos de construção podem ser caracterizados por 4 principais componentes: De construção, a representação digital de objetos inteligentes que possuem parâmetros aos quais podem ser atribuídos dados computáveis e regras paramétricas. Que incluem dados que descrevem como eles se comportam, estes sendo os parâmetros para analises e processos de construção e trabalho, alguns destes sendo, quantificação, especificação técnica, método de instalação, análise energética, análise solar, eficiência energética, potência, fluxo luminoso. Dados consistentes e não redundantes, para garantir que toda e qualquer mudança feita nos dados dos componentes sejam transmitidas para todas as visualizações dos 16 mesmos. Dados coordenados, de forma que todas as visualizações de um modelo sejam representadas de maneira coordenada. O Caderno de apresentação de projetos BIM do Governo de Santa Catarina (2015). apresenta a seguinte imagem para tratar sobre a evolução do BIM e da evolução da tecnologia e das ferramentas utilizadas. Figura 1 — Maturidade do BIM Fonte: Governo de Santa Catarina (2015). 3.1.2 Impactos Da Metodologia BIM A construção civil, em seu início teve seus projetos realizados em pranchetas, ou seja, a mão, demandando grandes prazos para conclusão e alto cuidado com o seu desenvolvimento, com os avanços tecnológicos foi possível melhorar esse processo utilizando computadores o que causou uma grande mudança na indústria (MARTINS, 2021). É evidente que a indústria da construção encontra desafios e dificuldades em todo seu processo, desde a concepção do projeto até a manutenção da edificação, ou estrutura já concluída. 17 Diversas iniciativas, processos, estudos e tecnologias visam corrigir os problemas pontualmente, como softwares, métodos ou checklists específicos para cada área. Logo é analisado uma solução que envolve todo o processo, a integração de todas as equipes envolvidas desde a fase de projeto, construção, fornecedores, usuários, manutenção e outros, que terá a maior possibilidade de encontrar e solucionar a maior quantidade de problemas. 3.1.3 LOD De Projetos Hoje em dia se trabalha com níveis de detalhamento do projeto caracterizados em uma escala, LOD “Level of development” tratado no Brasil como nível de desenvolvimento (ND), tradução direta do inglês. Este é um parâmetro para definir o quão detalhado está o projeto, segundo o Caderno de apresentação de projetos BIM do Governo de Santa Catarina (2015, p. 22) “A progressão das etapas de projeto de edificações em relação ao Nível de Desenvolvimento (ND) se baseia em uma estrutura conceitual, fundamentada na quantidade e na forma da informação necessária à modelagem do projeto virtual, e está associada ao escopo do certame em função da gestão das fases de projeto de edificações e seus objetivos" Os níveis de detalhamento são: LOD 100 – modelo básico somente com linhas, símbolos e volumes, tudo isso sem adicionar parâmetros definitivos sobre o produto, como massas. LOD 200 – São adicionadas quantidades estipuladas por área e/ou mínimas por norma, e começa-se a adicionar propriedades geométricas ao modelo. LOD 300 – Condição de anteprojeto, dimensões do empreendimento, quantitativo reais, e propriedades especificas do modelo. LOD 350 – A partir desse detalhamento são adicionados detalhes e elementos construtivos referentes a interação entre projetos, com cotas e notas técnicas de interação. LOD 400 – Adicionado detalhes construtivos para execução, como deverá ser realizado ou como será a montagem de todos os elementos assim como fazer os processos de construção. (Raramente esses projetos são realizados no Brasil) LOD 500 – Projeto AS BUILT adotando todo os materiais utilizados assim como seu método de instalação e tempo necessário para todos os processos. 18 Figura 2 — Níveis de detalhamento Fonte: DAUDT (2019). 3.1.4 Parametrização A parametrização é o processo de atribuir valores numéricos ou alfanuméricos aos elementos de um projeto, de forma a permitir que esses elementos sejam facilmente gerenciados e controlados. Dessa forma, sendo possível controlar nas vistas 2D informações que serão repassadas em tempo real para cortes e vistas 3D do projeto (PERES; HAYAMA; VELASCO, 2007). Esses valores podem incluir informações como dimensões, materiais, preços, etc. Na metodologia BIM, a parametrização é essencial para garantir que todas as informações relacionadas a um projeto sejam precisas, consistentes e atualizadas. A parametrização também permite que os projetistas e engenheiros possam testar e otimizar diferentes opções de projeto, sem a necessidade de recriar o projeto inteiro. Isso pode economizar tempo e dinheiro e garantir que o projeto final seja o mais eficiente e eficaz possível. Além disso, a parametrização permite a geração automática de relatórios, orçamentos, listas de materiais, entre outros, a partir dos dados armazenados no modelo BIM, o que facilita a comunicação entre os envolvidos no projeto, e também a gestão do mesmo. 19 3.2 BIM X MODELAGEM TRIDIMENSIONAL Como tratado anteriormente e defendido por Eastman et al. (2008) a metodologia BIM possui uma modelagem tridimensional mas não se resume a somente isso, alguns exemplos seguem abaixo de casos onde se diferencia modelagem tridimensional de modelagem seguindo a metodologia BIM. Modelos que só contêm dados 3D, sem atributos de objetos. Estes modelos podem ser utilizados para visualizações gráficas e apresentações e frequentemente possuem maiores funcionalidades, mas por não possuírem inteligência ao nível do objeto não fornecem o suporte necessário para a integração de dados e análises de projeto. Modelos sem suporte para comportamento. Estes modelos possuem informações sobre o objeto, mas não permitem ajustar seu posicionamento ou parâmetros, uma vez que não utilizam a inteligência paramétrica. Isso torna as modificações demasiadamente trabalhosas, constantemente tendo que ser feitas em outros softwares, e ainda resulta na criação de vistas inconsistentes ou imprecisas. Modelos que são compostos de múltiplas referências a arquivos CAD 2D que devem ser combinados para definir a construção. Torna-se impossível assegurar que o modelo 3D resultante será realista, consistente, compatibilizado e que mostrará inteligência com respeito aos objetos contidos nele. Modelos que permitem modificações de dimensões em uma vista que não são automaticamente refletidas em outras vistas. Comparável a substituir uma fórmula por um valor manual em uma planilha eletrônica e automatizada. 3.3 PROJETOS ELÉTRICOS O projeto elétrico é o conjunto de todas as informações necessárias para realizar o trabalho: cálculos, desenhos, gráficos, materiais e tudo mais que se refere a uma instalação ou equipamento elétrico baseado em normas técnicas (SOPRANO, 2021). Este projeto pode ser uma lista, diagrama, tabela ou desenho, qualquer forma de apresentar ou documentar as principais especificações referente a garantir a segurança e usabilidade de uma infraestrutura elétrica da edificação, devendo ser feita por um profissional capacitado para garantir as mesmas. O atendimento a normas, como a NBR5410, NDEE 02, NDEE 03 e outras, em setores como dimensionamentos de eletrodutos, cabos, quadros, disposição de cabos neutro. Todos fazem parte do projeto elétrico. Como a empresa de equipamentos elétricos Soprano (2021) apresenta: 20 “Muitos técnicos responsáveis o dividem em oito etapas, com o intuito de padronizar a realização e assim garantir maior segurança e qualidade. A primeira delas é a análise da planta baixa do local, para definir a quantidade de lâmpadas e função de cada recinto para determinar os PTUG’S (Pontos de Tomadas de Uso Gerais). Em seguida se estabelece os pontos de tomadas de uso específicos (PTUE’S). A terceira etapa determina os circuitos elétricos e a quarta define o local de alimentação dos pontos de consumo. Para realizar o quinto passo é necessário utilizar fórmulas matemáticas que definirão a corrente elétrica. Em seguida, dimensiona-se o disjuntor aplicado no quadro de medidor. Aqui, é importante ressaltar que o tipo de disjuntor depende do fornecimento e do sistema de distribuição da companhia elétrica local. A sétima etapa trata da aferição da potência elétrica em todos os pontos de iluminação, de tomadas de uso geral e de uso específico. Por último, é feito o diagrama unifilar, que representa a trajetória dos pontos e dos dispositivos. Seu objetivo é verificar quantos condutores passarão em cada eletroduto e seus respectivos trajetos.” As instalações elétricas são conjuntos de equipamentos e dispositivos utilizados para transportar e distribuir energia elétrica em um edifício ou em uma propriedade. Elas incluem itens como cabos, quadros de distribuição, interruptores, disjuntores e tomadas. Uma instalação elétrica deve atender a normas e regulamentos de segurança para garantir a proteção dos usuários e evitar incêndios e outros riscos. Isso inclui o uso de dispositivos de proteção contra sobrecarga, curto-circuito e sobretensão, bem como aterramento adequado. Existem vários tipos diferentes de instalações elétricas, incluindo instalações residenciais, comerciais e industriais. Cada tipo possui suas próprias exigências e especificações. Além disso, é importante realizar manutenção regular nas instalações elétricas para garantir sua segurança e eficiência. Isso inclui verificar os dispositivos de proteção, testar os circuitos e cabos, e substituir quaisquer peças danificadas ou desgastadas. Para projetar e executar uma instalação elétrica é recomendado a contratação de um profissional habilitado, que levará em consideração as normas técnicas aplicáveis, especificações e regulamentos de segurança para garantir a segurança e eficiência da instalação. Alguns pontos específicos relacionados às instalações elétricas incluem: Dimensionamento dos cabos: É importante selecionar os cabos elétricos corretos para garantir que eles possam suportar a carga elétrica exigida sem sobreaquecer ou falhar. Isso inclui considerar o tamanho, tipo e comprimento dos cabos, bem como a temperatura ambiente. Proteção contra choque elétrico: As instalações elétricas devem incluir dispositivos de proteção contra choque elétrico, como disjuntores e dispositivos de fuga aterrados, para garantir a segurança dos usuários. Iluminação: As instalações elétricas devem incluir sistemas de iluminação adequados para garantir a segurança e a eficiência. Isso inclui a seleção de lâmpadas e dispositivos de iluminação adequados para as necessidades do ambiente. Proteção contra incêndio: As instalações elétricas devem incluir dispositivos de proteção contra incêndio, como detectores de fumaça e extintores, para garantir a segurança 21 do edifício e de seus ocupantes. Sistemas de gerenciamento de energia: As instalações elétricas modernas podem incluir sistemas de gerenciamento de energia que monitoram e controlam o uso de energia, otimizando a eficiência e reduzindo os custos. Instalações para carregamento de veículos elétricos: com o aumento da utilização de veículos elétricos, as instalações elétricas também devem ser projetadas para atender as necessidades de carregamento destes veículos, incluindo a instalação de tomadas de carregamento específicas e sistemas de gerenciamento de carga. Instalações para geradores: instalações elétricas também podem incluir geradores de emergência para garantir continuidade de fornecimento de energia em caso de falhas na rede elétrica. Figura 3 — Símbolos projeto elétrico Fonte: O autor (2023). 22 3.3.1 Cabos Elétricos Segundo a NBR-NM 280 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (2011) classifica os condutores sólidos, encordoados e flexíveis em: Cobre mole com ou sem revestimento metálico Alumínio sem revestimento metálico ou liga de alumínio, conforme especificado para os diferente tipos de condutor na seção 4. Os cabos elétricos são elementos fundamentais para a transmissão de energia elétrica, e existem diversos tipos disponíveis no mercado, cada um com suas particularidades e utilizações específicas. Os cabos de cobre são os mais comuns e amplamente utilizados, devido à sua boa condutividade elétrica e baixo custo. Eles são resistentes à corrosão e têm uma boa durabilidade. Segundo a NDEE-002 da Amazonas Energia (2022) somente pode ser utilizado os cabos de cobre nas instalações internas de empreendimentos sendo reservado os cabos de alumínio para os cabos de entrada, salvo algumas restrições, mesmo o cabo de alumínio apresentando uma melhor relação custo-benefício quando comparado ao cobre, pois é mais leve e possui maior resistência à tração. No entanto, possui uma menor condutividade elétrica e é mais suscetível à corrosão. 3.3.2 Eletroduto Segundo Creder (2007, p. 101) "nas instalações abrangidas pelo NBR-5410 só são admitidos eletrodutos não propagantes de chama" e "que em qualquer situação, os eletrodutos devem suportar as solicitações mecânicas, químicas, elétricas e térmicas a que forem submetidos nas condições da instalação" como corrobora Associação Brasileira de Normas Técnicas (2020) na NBR 15465, que indica que os eletrodutos podem ser de qualquer material de natureza plástica desde que cumpram os requisitos mínimos de desempenho. Para garantir maior segurança e o efetivo cálculo de FCA, é necessário seguir as regras de área utilizada no processo de dimensionamento. Segundo (CREDER, 2007, p. 101): 53% no caso de um condutor. 31% no caso de dois condutores 40% no caso de três ou mais condutores. Segundo a norma NBR5410 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (2004): Os métodos de referência são os métodos de instalação, indicados na IEC 60364-5-52, para os quais a capacidade de condução de corrente foi determinada por ensaio ou por cálculo. Abaixo se apresenta as classificações com exemplos. A1: Condutores isolados em eletroduto de seção circular embutido em parede 23 termicamente isolante. Como por exemplo em parede de drywall. A2: Cabo multipolar em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente isolante. B1: Condutores isolados em eletroduto de seção circular sobre parede de madeira. Como em um forro de madeira. B2: Cabo multipolar em eletroduto de seção circular sobre parede de madeira. Em ambos os métodos se instala em eletroduto metálico ou de plástico, com distância do eletroduto para a parede menor que 0,3 vezes o diâmetro do cabo. C: Cabos unipolares ou cabo multipolar sobre parede de madeira. Onde a distância entre o cabo e a parede é inferior a 0,3 vezes o diâmetro do cabo. D: Cabo multipolar em eletroduto enterrado no solo. Esse método é usado quando é necessário instalar cabos elétricos debaixo da terra, como por exemplo em um parque de estacionamento. E: Cabo multipolar ao ar livre. Esse método é usado quando é necessário instalar cabos elétricos ao ar livre, como por exemplo em postes de iluminação pública. F: Cabos unipolares justapostos (na horizontal, na vertical ou em trifólio) ao ar livre. Esse método é usado quando é necessário instalar vários cabos elétricos juntos ao ar livre, como por exemplo em uma linha de transmissão de energia.G: Cabos unipolares espaçados ao ar livre. Esse método é usado quando é necessário instalar vários cabos elétricos separados ao ar livre, como por exemplo em uma linha de transmissão de energia. Sendo necessário uma distancia de no mínimo uma vez o diâmetro externo do cabo. E cada método de instalação dado acima possui seu método de referência específico para obtenção da capacidade de condução de corrente. 3.3.3 Proteções Segundo a (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2004, p. 7). A Parte 3.2 específica sobre as condições de instalação elétrica, incluindo a seleção e dimensionamento dos condutores elétricos, dispositivos de proteção, acessórios e dispositivos de medição. Também trata sobre a proteção contra choques elétricos e incêndios, assim como a compatibilidade eletromagnética e a instalação de sistemas de iluminação e força. Em resumo, a Parte 3.2 abrange os requisitos para garantir a segurança, a qualidade e a eficiência das instalações elétricas. As proteções elétricas são dispositivos fundamentais para garantir a segurança das pessoas e dos equipamentos em instalações elétricas de baixa tensão. Em projetos de instalações elétricas residenciais, são utilizadas diversas proteções, como: Disjuntor diferencial residual (DR): protege o ser humano contra fugas de corrente, 24 além de proteger o cabo e a carga elétrica. Disjuntor termomagnético: protege contra sobrecargas elétricas, desligando automaticamente a alimentação elétrica em caso de excesso de corrente elétrica. Interruptor diferencial residual (IDR): protege contra correntes de fuga à terra. Fusível: protege contra sobrecargas elétricas, desligando a alimentação elétrica após a fusão do elemento fusível. Tomada com dispositivo de proteção: protege contra choques elétricos, interrompendo a passagem de corrente elétrica em caso de contato acidental. Proteção por barramento: protege contra curto-circuito, desligando automaticamente a alimentação elétrica em caso de anomalias no circuito elétrico, prevenindo danificar o barramento. Proteção por aterramento: protege contra choques elétricos, garantindo que a corrente elétrica flua para a terra em caso de falha no isolamento do equipamento. 3.3.4 Correções Como citado pela NBR 5410: 6.2.5.2.1 A corrente transportada por qualquer condutor, durante períodos prolongados em funcionamento normal, deve ser tal que a temperatura máxima para serviço contínuo dada na Tabela 35 não seja ultrapassada. A capacidade de condução de corrente deve ser determinada conforme 6.2.5.2.2 ou conforme 6.2.5.2.3. Logo de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2004) , o fator de correção de agrupamento (FCA) é utilizado para ajustar a carga nominal de dispositivos elétricos quando estes são instalados em agrupamentos. Esse fator é aplicado para corrigir a sobrecarga de aquecimento que ocorre devido à proximidade dos dispositivos. A fórmula utilizada para calcular o FCA é dada pela relação entre a carga nominal do dispositivo isolado e a carga nominal do dispositivo instalado em agrupamento. O valor do FCA varia de acordo com o tipo de dispositivo, a configuração do agrupamento e a distância entre os dispositivos. É importante observar que o valor do FCA deve ser menor do que um, ou seja, a carga nominal do dispositivo em agrupamento deve ser menor do que a carga nominal do dispositivo isolado. Novamente referindo a norma NBR 5410: 6.2.5.3.3 Se os condutores forem instalados em ambiente cuja temperatura difira dos valores indicados em 6.2.5.3.2, sua capacidade de condução de corrente deve ser determinada, usando-se as Tabelas 36 a 39, com a aplicação dos fatores de correção dados na Tabela 40. Logo o fator de correção de temperatura é um conceito utilizado na medida de 25 grandezas elétricas, principalmente corrente e tensão, para ajustar os valores obtidos em condições de temperatura diferentes daquele padrão estabelecido. Ele é utilizado para garantir a precisão das medidas e é obtido através de curvas características fornecidas pelo fabricante do equipamento. 3.3.5 Queda de Tensão Segundo Creder (2007, p. 96) "a queda de tensão é função da distância entre a carga e o medidor e a potência da carga" e "As quedas de tensão admissíveis são dadas em percentagem da tensão nominal ou de entrada" Onde: e: Queda de tensão percentual Ve: Tensão na entrada Vc: Tensão na carga É importante lembrar que a queda de tensão não deve ultrapassar um valor estabelecido, pois pode causar problemas no funcionamento dos dispositivos elétricos e, em casos extremos, pode causar danos aos equipamentos. É fundamental que seja realizado cálculos e projetos para determinar a quantidade de queda de tensão, para garantir que a carga elétrica esteja dentro dos limites aceitáveis. Segundo a norma NBR-5410 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (2004) a queda de tensão permitida é de até 5% para instalações alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão, este sendo da rede de distribuição pública de baixa tensão e 7% para alimentações diretamente de uma subestação de transformação vindo de uma instalação de alta tensão ou que possuem geração própria. Esta percentagem podendo ser distribuída entre os equipamentos no caminho ao ponto de carga como indica a figura 4. 26 e = ⋅ V e V e − V c 100 (1) Figura 4 — Distribuição da queda de tensão admissível Fonte: Nodari. 3.3.6 BIM Impactando nos Projetos Elétricos Os componentes da modelagem utilizando BIM possuem dados de potência prevista para ser utilizados em cada ponto de tomada e é possível adicionar dados de tensão, fator de potência, fator de demanda, fator de agrupamento e fator de temperatura. Dentro de um software BIM podem ser criadas tabelas automatizadas que relacionarão todas essas informações, logo é possível automatizar o dimensionamento e alocação de cabos, de configuração de cabos, de disjuntores necessários e de informações de projeto dependentes dos mesmos (JUSTI, 2020). 27 3.4 DIFERENÇAS CAD E BIM CAD (Computer-Aided Design) é um padrão de software utilizado para desenhar, modelar, analisar e documentar projetos, como citado por Sarcar, Rao e Narayan (2008). Este software permite aos engenheiros, arquitetos e outros profissionais criar desenhos precisos e detalhados usando ferramentas de desenho e modelagem 3D. Com os softwares CAD também podem ser usados para simular como um projeto se comportaria em condições reais, e para gerar documentação técnica e outras informações importantes para a construção e manutenção de projetos. Todos os sistemas CAD geram arquivos digitais. Eles geram arquivos que consistem principalmente em vetores, tipos de linha associados e identificação de camadas (layers). À medida que esses sistemas foram se desenvolvendo, informações adicionais foram sendo acrescentadas a esses arquivos para permitir blocos de dados e textos associados, sendo estes blocos somente linhas de desenho no projeto, sem qualquer dado de construção ou de informação associada ao mesmo. Com a introdução da modelagem 3D, foram adicionadas definições avançadas e ferramentas complexas de geração de superfícies. Ao passo que os sistemas CAD se tornaram mais inteligentes e mais usuários desejaram compartilhar dados associados com dado projeto, o foco transferiu-se dos desenhos e das imagens 3D para os próprios dados. Um modelo de construção produzido por uma ferramenta que utiliza a metodologia BIM pode dar suporte a múltiplas vistas diferentes dos dados contidos dentro de um conjunto de desenhos, incluindo 2D e 3D. 3.5 REVIT™ Revit™ vem das palavras Revise Instantly que significa "Revise instantaneamente", ou seja, a ideia que em que foi criado é o de fazer alterações no momento em que se está modelando, sem se preocupar com outras vistas ou cortes pois o programa se encarregará de reiterar essas alterações em todas os locais que o elemento pode ser visto (RODRIGUES, 2022). O Revit™ é um programa que tem a metodologia BIM como uma de suas bases de desenvolvimento.Logo, no modelo 3D, quaisquer alterações dos elementos modelados pode ser feita em qualquer vista, e reflete-se em todas as vistas em que ele seja exibido, já que se trata do mesmo elemento, garantindo a precisão e concordância do projeto. O Revit™ possui inúmeras ferramentas que auxiliam os setores de arquitetura, hidráulica, elétrica, combate a incêndio, estrutura e é possível alterar modelos de outras disciplinas para se representar especificações que não são nativas do programa, como um cabo de protensão específico que é desenvolvido sobre medida, essas alterações são possíveis 28 graças as parametrizações das famílias e a alta configurabilidade do programa. 3.5.1 Template Templates são arquivos base onde se armazena informações básicas e que tornariam o trabalho repetitivo de se criar em todo o projeto, tabelas de informações, tabelas de quantitativos, detalhes genéricos, tamanhos de letra, espessura de linhas, tipos de hachuras. Todas essas informações são armazenadas no template. Segundo (SOUZA, 2021, p. 28). "template, em inglês, tem o significado de padrão, ou molde. Este conceito não é exclusivo da plataforma BIM, assim como outros softwares, eles são organizados para otimizar tempo e padronizar projetos de diferentes equipes”. Os templates são arquivos criados pelos escritórios, com o objetivo de personalizar, padronizar e criar a identidade em seus projetos. devido haver inúmeras marcas e arquivos existentes no mercado para pronta utilização, podendo deixar o projeto idêntico a outros (SOUZA, 2021). 3.5.2 Biblioteca As bibliotecas de famílias no Revit™ são conjuntos de elementos pré-definidos que podem ser inseridos em um projeto. Essas famílias podem incluir itens como portas, janelas, móveis, eletrodomésticos e outros componentes comuns em projetos de arquitetura e engenharia. De acordo com Eastman et al. (2008), as bibliotecas de famílias são essenciais para a implementação de projetos BIM, pois permitem que os objetos sejam parametrizados e organizados em conjunto. As ferramentas do Revit™ permitem criar essas bibliotecas de objetos, tornando possível a realização de projetos BIM. Uma das principais vantagens das bibliotecas de famílias no Revit™ é a capacidade de reutilizar elementos comuns em vários projetos, economizando tempo e esforço. Além disso, as famílias podem ser facilmente personalizadas para atender às necessidades específicas de um projeto, sem a necessidade de criar novos elementos do zero. Outra vantagem das bibliotecas de famílias no Revit™ é a capacidade de manter a consistência entre os projetos. Como as famílias são compartilhadas entre projetos, é menos provável que haja variações entre os elementos, garantindo que os projetos sejam coerentes e precisos. Além disso, as bibliotecas de famílias no Revit™ também podem ser compartilhadas entre equipes, permitindo que os membros da equipe colaborem e contribuam para a biblioteca. Isso aumenta a eficiência do trabalho em equipe e ajuda a garantir que todos os membros da equipe tenham acesso às mesmas famílias. Em resumo, as bibliotecas de famílias no Revit™ são ferramentas valiosas para 29 arquitetos e engenheiros, pois permitem a reutilização de elementos comuns, personalização fácil, manutenção da consistência e colaboração entre equipes. Isso ajuda a garantir que os projetos sejam precisos, eficientes e de alta qualidade. 3.5.3 Clashs Os Clashs ou interferências em modelagens BIM são erros comuns que ocorrem durante o processo de projeto, onde diferentes elementos do projeto entram em conflito uns com os outros. esses erros devem ser identificados e resolvidos o mais breve possível, para garantir a qualidade e a eficiência do projeto. O site MAPData (2022) indica que utilizar o Autodesk Revit para autoria de modelos de projetos torna a coordenação da equipe mais eficaz, especialmente na resolução de interferências simples no projeto. Isso evita que o modelo apresente interferências simples após a entrega do projeto. A resolução dos Clashs deve ser realizada com a colaboração de todas as partes envolvidas no projeto, incluindo arquitetos, engenheiros, contratantes e outros profissionais. É importante considerar as necessidades e os requisitos de cada parte envolvida, para garantir que a solução seja satisfatória para todos. Figura 5 — Exemplo de Clash Fonte: MAPData (2022). 30 3.6 ASANA® Segundo Thórus (2020). "Um dos pontos mais importantes para que o processo BIM funcione do começo ao fim é a comunicação. O intuito do BIM é promover a troca de informação e o trabalho colaborativo de forma interdisciplinar para tornar o processo mais simples e eficiente. Por isso, para solucionar este problema foi desenvolvido o BIM Collaboration Format – BFC. Não somente a comunicação entre os programas é importante como a entre setores em um projeto, fazendo necessário métodos e programas para facilitar a transferência de informações. O programa Asana® é um software de gerenciamento de projetos e tarefas desenvolvido para equipes. Ele permite a criação de quadros virtuais, onde os usuários podem adicionar tarefas, designar responsáveis, definir prazos e acompanhar o progresso dos projetos. Além disso, o Asana® oferece recursos de comunicação e colaboração, como comentários, menções e arquivos compartilhados. O objetivo do Asana® é proporcionar uma melhor organização e comunicação entre equipes, além de facilitar o acompanhamento dos projetos e aumentar a produtividade. Ele é amplamente utilizado em empresas de diferentes segmentos, como tecnologia, marketing, vendas e até mesmo em organizações governamentais. Uma das principais vantagens do Asana® é a sua flexibilidade e personalização, permitindo que as equipes criem os seus próprios fluxos de trabalho e adaptem o programa às suas necessidades específicas. Além disso, o Asana® também oferece integrações com outros softwares, como o Google Drive e o Slack, tornando ainda mais fácil a colaboração entre equipes (ASANA®, 2020). 31 Figura 6 — Asana® Fonte: Asana® (2020). 3.7 REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA A revisão sistematizada da literatura (RSL) é uma metodologia rigorosa para identificar, selecionar, avaliar e sintetizar a evidência disponível em um determinado tópico ou questão de pesquisa. Ela envolve uma abordagem metódica e sistemática para localizar, revisar e analisar a literatura relevante, com o objetivo de produzir uma visão geral consolidada da evidência atual sobre o assunto em questão. A RSL é amplamente utilizada na área da saúde, mas também é aplicada em outras áreas do conhecimento. Explicado por (BRIZOLA; FANTIN, 2017) "Na situação atual, denominada por vários pesquisadores de era digital (TAPSCOT, 1999; VEEN; VRKKING, 2006; LÉVY, 2008; 2015), somos apresentados diariamente a milhares ou milhões de terabytes de informações disponíveis no ciberespaço e, como nenhuma pessoa daria conta de ler tudo o que é produzido e compartilhado em termos de conhecimento, se faz necessário conhecer certos “atalhos” que poderão auxiliar na seleção de informações relevantes para a temática de estudo que se pretende pesquisar." Nesse sentido Brizola e Fantin (2017) continuam com pontos porque a revisão da literatura é essencial, se realizada adequadamente, evita futuros inconvenientes, como descobrir que o tema já foi estudado anteriormente. Desta forma, a revisão da literatura auxilia no: (a) estabelecimento dos limites do problema de pesquisa, (b) apoio na busca de 32 novas perspectivas de investigação, (c) evita abordagens infrutíferas, permitindo ao pesquisador explorar caminhos nunca antes percorridos, (d) identificação de estudos já realizados, possibilitando ao pesquisador adotar uma abordagem diferente e (e) evita a realização de pesquisas repetitivas, tornando-as irrelevantes. 33 4 METODOLOGIA Este trabalho tem como meta analisar a eficácia da implementação da metodologia BIM com utilização do software Revit™, no projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão, utilizandocomo exemplo prático o projeto de instalações elétricas para uma residência de alto padrão, com 624,61m². A metodologia utilizada neste estudo incluiu uma pesquisa bibliográfica, uma análise qualitativa baseada em entrevistas com funcionários da empresa TECPRO e uma revisão sistematizada da literatura (RSL) para avaliar os benefícios e desvantagens da metodologia BIM. Além disso, foi desenvolvido um projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão utilizando a metodologia BIM e o software Revit™ para a residência de alto padrão com 624,61m², e os resultados foram comparados com os resultados da RSL. Finalmente, foram apresentadas conclusões e recomendações para futuras pesquisas. 34 4.1 FLUXOGRAMA DE TRABALHO Figura 7 — Fluxograma da metodologia Fonte: O autor (2023). 4.2 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 4.2.1 Procedimentos Para Elaboração De Projeto Prático Para a elaboração deste trabalho é necessário conhecimento prévio em um programa que utiliza a metodologia BIM este sendo o Software Autodesk Revit™ na versão 2023 ou 35 antecedentes e de conhecimento teórico na NBR 5410, NR-10, NR-12, NDEE-02 que contemplam o conhecimento técnico para execução e projeto de instalações elétricas em baixa tensão. É necessário a utilização de template de elétrica, resultado de produção própria. Primeiramente ao se receber os projetos luminotécnicos e pontos elétricos faz-se necessário a criação de uma base no software Autodesk Autocad® 2023 para então ser importado para o Revit™. O dimensionamento é acompanhado através de um Software online, Asana® para monitoramento e controle do andamento do projeto, o checklist de autoria própria no Asana® se segue: 1. Vincular a arquitetura no ponto base. 2. Verificar e vincular as outras disciplinas. 3. Verificar e adicionar nos comentários tipo de eletroduto a ser utilizado. 4. Verificar e adicionar nos comentários tipo de quadro elétrico a ser utilizado. 5. Montar a base do projeto luminotécnico. 6. Montar a base do projeto ponto elétrico. 7. Montar a base do projeto de ar condicionado. 8. Requisitar as potências das bombas e locação das mesmas do setor de hidráulica. 9. Alinhas os níveis da elétricas aos níveis da arquitetura e criar as vistas. 10. Colocar a iluminação e verificar o tipo de carga. 11. Criar a identificação de iluminação e organizar a mesma. 12. Colocar tomadas e verificar o tipo de carga. 13. Criar a identificação de tomadas e organizar a mesma. 14. Colocar interruptores e verifica o tipo de carga. 15. Criar a identificação de interruptores e organizar a mesma. 16. Colocar pontos de força nas condensadoras se forem split e ponto de força nas condensadoras e nas evaporadoras se foram VRF/HVAC e verificar o tipo de carga. 17. Criar a identificação de ponto de força e organizar a mesma. 18. Colocar quadros de distribuição. 19. Criar a identificação de quadro de distribuição e organizar a mesma. 20. Verificar com a arquitetura a locação dos quadros. 21. Criar circuitos. 22. Organizar as tabelas de painéis. 23. Gerar as identificação de fiação e organizar a fiação. 24. Gerar o diagrama unifilar. 25. Gerar o 3D do quadro. 26. Montar as pranchas. 27. Gerar PDF, DWG. 36 28. Gerar IFC. 29. Confirmar com coordenação se RVT limpo é necessário. 30. Gerar lista de material. 31. Análise crítica do projeto 4.3 DESENVOLVIMENTO REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA 4.3.1 Procedimentos Para Elaboração Da Revisão Sistematizada Da Literatura Foi realizado uma pesquisa avançada no Google Acadêmico e nos periódicos da UNICAMP focando em BIM e Building Information Modeling filtrando em artigos a partir do ano de 2019 até o momento de escrita deste trabalho e retornou um valor aproximado de 2850 em que foi selecionado uma parcela de representação devido a constrição de tempo imposta ao trabalho, dessa amostra foram selecionados 13 artigos para serem lidos em integra e então realizado uma RSL (Revisão sistematizada da Literatura). Esta RSL fornecerá muitos dados que serão utilizados para comparação com as experiências encontradas no projeto prático. Os passos adotados para realização da RSL foram: 1. O objetivo e o escopo da revisão sistemática são definidos, incluindo a identificação do tema da revisão e a estabelecimento de objetivo e escopo claros. 2. Fontes relevantes são identificadas e buscas são realizadas usando palavras-chave relevantes. As informações coletadas são estruturadas. 3. Artigos relevantes são selecionados tendo em conta critérios de inclusão e exclusão estabelecidos. 4. Informações relevantes são extraídas dos artigos selecionados, incluindo dados bibliográficos e informações sobre métodos, resultados e conclusões. 5. As informações extraídas são analisadas e categorizadas, identificando tendências, pontos de convergência e divergência na literatura. 6. A qualidade dos artigos revisados é avaliada tendo em conta critérios como rigor metodológico, consistência e relevância para o objetivo da revisão. 7. Os resultados da revisão sistemática são sintetizados e apresentados de forma clara e objetiva, incluindo uma discussão sobre as implicações para a área de estudo. 8. A revisão sistemática é concluída com uma síntese final e recomendações para futuros estudos na área. 37 (continua) 5 RESULTADOS DA RSL 5.1 REVISÃO SISTEMATIZADA DA LITERATURA EM BIM Os artigos selecionados para leitura completa e RSL seguem Tabela 1 — Artigos utilizados na RSL (1) A fotografia 360 graus como ferramenta de suporte à modelagem de As Built (2) Análise da comparativa da utilização da tecnologia BIM em projeto de residências unifamiliares (3) Automatização de orçamentos de referência para obras públicas em BIM (4) Avaliação do uso de uma ferramenta BIM no projeto de infraestrutura de um terminal de granel líquido (5) BIM cost estimation guidelines for Brazilian public sector infrastructure (6) BIM no ensino das competências em arquitetura e urbanismo: transformação currícular (7) Building Information Modeling(BIM) para gestão da segurança do trabalho em obras de habitações populares (8) Implementação da abordagem e tecnologia BIM no processo de gestão na Fiocruz (9) Interoperabilidade entre os programas Revit™ e Energyplus™ para a simulação térmica de edificações (10) Materiais paramétricos: Um estudo de caso (11) Método para planejamento e controle da produção baseado em zonas de trabalho com o apoio de BIM (12) Modelagem BIM para o registro digital do patrimônio arquitetônico moderno (13) Modelagem paramétrica baseada em objetos em BIM para o projeto estrutural: Estudo de caso de fundações tipo tubulão Fonte: O autor (2023). Uma grande variedade de artigos foram escolhidos para analisar diversas facetas da aplicação da metodologia BIM. A RSL foi realizada com esses parâmetros retirados como pontos que se repetem na extensão dos artigos analisados: Tabela 2 — Parâmetros para comparação (a) Viabiliza economias de tempo e dinheiro (b) Menor perda de informações entre as etapas do projeto (c) Comunicação entre disciplinas (d) Maior precisão no modelo (e) Realizar diversas análises com facilidade (f) Facilidade na alteração do projeto (g) Quantitativos automáticos 38 (conclusão)Tabela 2 — Parâmetros para comparação (h) Custo (i) Capacitação de mão de obra (j) Estrutura tecnológica (k) Grande detalhamento necessário para maior eficiência (l) Construir uma biblioteca de famílias (m) Mudança de mentalidade dos usuários Fonte: O autor (2023). Destes parâmetros foram divididos em grupos de vantagens e desvantagens estes sendo respectivamente de (a) - (g) e de (g) - (m). Após a RSL se organizou uma tabela de resultados em que na coluna a esquerda se organizou os mesmos parâmetros comparativos e na coluna a direita se separou os artigos em que o parâmetro é apresentado. Tabela 3 — Resultados da RSL Parâmetros comparativos Artigos Viabiliza economias de tempo e dinheiro (2) (4) (8) (9) Menor perda de informações entre as etapas do projeto (4) (5) (6) (8) (10)(11) (12) (13) Comunicação entre disciplinas (1) (2) (3) (4) (5) (6) (8) (9) (11) Maior precisão no modelo (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (13) Realizar diversas análises com facilidade (1) (2) (3) (4) (6) (7) (8) (9) (10) (13) Facilidade na alteração do projeto (2) (3) (4) (5) (6) (8) (10) (13) Quantitativos automáticos (2) (3) (4) (5) (6) (7) (9) Custo (1) (4) (8) Capacitação de mão de obra (2) (4) (6) Estrutura tecnológica (2) (9) Grande detalhamento necessário para maior eficiência (3) (9) (10) (12) (13) Construir uma biblioteca de famílias (3) (12) (13) Mudança de mentalidade dos usuários (2) (8) Fonte: O autor (2023). Este quadro permite realizar uma análise aprofundada do que o BIM possui de vantagens e desvantagens. Prezando pela maioria de uma amostra aleatória retirada de um grupo de artigos relacionados a BIM tem-se que a maior vantagem da metodologia é a precisão aumentada do modelo. O modelo digital permite uma visualização detalhada do projeto, incluindo as dimensões, as instalações elétricas, hidráulicas, etc. Além disso, é 39 possível simular situações como o impacto do clima ou o comportamento de diferentes materiais, o que resulta em uma avaliação mais precisa do projeto. Por outro lado, a maior desvantagem da metodologia BIM é o grande detalhamento necessário para maior eficiência. Para que o modelo digital seja preciso, é necessário fornecer uma quantidade significativa de informações, incluindo as dimensões exatas, as especificações dos materiais e outras informações relevantes. Isso pode ser trabalhoso e demorado, mas é essencial para garantir a eficiência e a qualidade do projeto final. 40 6 RESULTADOS DO PROJETO 6.1 PROJETO DESENVOLVIDO EM REVIT™ O estudo desenvolvido foi uma residência de alto padrão no município de Manaus com metragem construída de 624,61m² estas cobrindo a residência principal, a edícula e piscina e abrigo para gerador. A estruturação do projeto de instalações elétricas de baixa tensão é baseada em uma arquitetura pré-estabelecida. Em alguns casos, outros projetos são vinculados para evitar conflitos e incompatibilidades. O primeiro passo é criar o projeto arquitetônico, utilizando o software Revit™ para facilitar a elaboração das instalações elétricas, pois o modelo arquitetônico em BIM é a base para isso. Figura 8 — Residência desenvolvida Fonte: O autor (2023). Após uma reunião entre o projetista, cliente e coordenador do projeto foi decididos os materiais a serem utilizados na edificação, estes sendo: Eletrocalha perfurada para distribuição principal dos cabos, perfilado perfurado para as subdivisões da eletrocalha, e o eletroduto sendo em PVC rígido para facilitar a execução. Os quadros adotados para distribuição foram os metálicos devido a facilidade na execução e a estética aprimorada, Foi realizado uma requisição para o setor de hidráulica sobre as potencias das bombas assim como a locação da casa de maquinas para locação no projeto elétrico o mesmo. Em seguida, adicionado a iluminação, pontos de tomada, interruptores e pontos de força, seguindo o projeto de arquitetura se houver quando não, seguindo os dimensionamentos da norma NBR5410. Exemplo de tomadas locadas seguindo o projeto luminotécnico: 41 Figura 9 — Tomadas com alturas cotadas Fonte: O autor (2023). Em seguida, foi criado as identificações das iluminações, tomadas, interruptores e quadros de distribuição e organizado de maneira adequada. Além disso, adicionou-se pontos de força nas condensadoras e evaporadoras e verificou-se o tipo de carga. Finalmente, foi consultado a arquitetura para atestar a localização dos quadros de distribuição. 42 Figura 10 — Exemplo de quadro metálico Fonte: O autor (2023). Acima se encontra um quadro metálico, modelado no Revit™, com um barramento trifásico, um IDR tripolar, DPS's em todas as suas fases e neutro, assim como disjuntores para cada circuito. Então foi programado os circuitos interligando as tomadas, interruptores, luminárias e pontos de força aos quadro de distribuição projetados, os circuitos programados pelo usuário são os responsáveis por controlar os parâmetros de nomenclatura dos mesmos, e utilizados em tabelas de painéis para contas de queda de tensão e dimensionamento de espessura de cabo. 43 Figura 11 — Exemplo de distribuição de circuitos Fonte: O autor (2023). No dimensionamento é levado em conta um maior custo benefício ao se utilizar o cabo de secção transversal de 2,5mm² este sendo produzido para resistir a uma corrente de 21A em uma instalação tipo B1 com isolamento em PVC como retirado da tabela 3.6 "Capacidades de corrente, em Ampères, para os métodos de referência A1, A2, B1, B2, C e D" (CREDER, 2007, p. 88). Após se fazer a correção para o (FCA) e (FCT), Fator de Correção de Agrupamento e Fator de Correção da Temperatura respectivamente, seguimos equação como descrita em (CREDER, 2007). Realizado as contas para um cabo de 2,5mm², que possui em método B1-2Cc capacidade de corrente de 24A, em eletrocalha perfurada temos a corrente nominal média indicada pela equação (3). 44 Ic = FCA ⋅ FCT Ie (2) Ic = 0, 7 ⋅ 1 Ie (3) Com essa corrente corrigida para o cabo pode-se adotar um máximo para cada circuito, aplicando a margem de segurança de 80% de preenchimento como indica a Norma 5410 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2004). Resulta nas equações (7) e (8). Convertendo essa amperagem para Volts Ampére como é dimensionado na NBR 5410 e como é programado no Revit™ utilizando a seguinte equação: Aplica-se a tensão de fase base fornecida pela Amazonas Energia (2022) na norma técnica NDEE-002 explícita que é de 127V. Logo tem-se o limite para maior custo benefício para dimensionamento dos circuitos, assim como a distância entre os pontos alimentados por este, é adotado um valor mais baixo que este, por volta de 1200VA, para cobrir possíveis variações de temperatura assim como pontos onde se possui maior quantidade de cabos passando em um mesmo eletroduto. 45 Ic ⋅ 0, 7 ⋅ 1 = Ie (4) 24 ⋅ 0, 7 ⋅ 1 = Ie (5) Ie = 16, 8A (6) Ie = 16, 8 ∗ 0, 8 (7) Ie = 13, 44A (8) P = V ⋅ I (9) P = 127 ∗ 13, 44 (10) P = 1706, 88V A (11) Após a criação dos circuitos e passagem dos eletrodutos conectando os pontos aos quadros de alimentação é calculado a distância exata dos mesmos utilizando a função de edição de caminho do circuito para se realizar a conta automatizada de queda de tensão. Figura 12 — Configuração de caminho da fiação Fonte: O autor (2023). Figura 13 — Caminho visualizado no 3D Fonte: O autor (2023). Na imagem acima é possível ver o caminho percorrido pela fiação que está sendo analisado. Utilizando essa configuração para atribuir ao parâmetro Comprimento a distância ao ponto elétrico mais distante, é possível calcular a queda de tensão. Dentro das configurações de tabela de painéis foi adicionado a seguinte fórmula na coluna de Queda de tensão: round(100 * (100 V * (2 * ((0,0172 * Comprimento / 1 m) / [Wire (Number)]) * (Corrente aparente / 1 A) * Fator de potência) / Tensão)) / 100 Onde os seguintes parâmetros estão sendo utilizado 46 Comprimento: Parâmetro explicado anteriormente onde se tem a distancia real entre o ponto mais distante e o quadro de alimentação. Wire (Number): Parâmetro automatizado que retira o valor de área nominal do cabo utilizado e o converte em integer para ser utilizado nas contas. Corrente aparente: Valor de corrente calculado através das potências utilizadas nos pontos elétricos e a tensão do sistema. Fator de potência: Valor médio do fator de potência do circuito. Tensão: Parâmetro que armazena a tensão do sistema. Vários números inteiros são adicionados a equação, para seguir a equação teórica e outros para retirar o valor nominal do parâmetro para então poder ser utilizado no restante da equação, pois uma das limitações do Revit™ é a dificuldade de converter unidades de medida para outras, por ultimo foi adicionado a função Round e uma multiplicação