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Fecundação 
Glândulas acessórias ampola próstata, vesícula seminal , bulbo uretral 
Túbulos seminíferos produz os SPZ e encontra o ovócito na tuba uterina na região da 
ampola 
Capacitação espermática:remoção de glicoproteínas dentro do trato reprodutor da 
femea 
Reação acrossomal: fusão da membrana plasmática com a membrana acrossomal 
externa para liberar o conteúdo do acrossoma acontece na zp3 
Zona pelúcida 3 glicoproteínas zp1 zp 2 zp3 sítios de ligação, primeiro se liga na ZP3 
induzindo a reação Reação acrossomal depois liga na ZP2-ZP1 que faz a ligação entra a 
2 e a 3 
Bloqueio a poliespermia acontece depois da fecundação para outro SPTZ não entrar o 
ovócito 
Singamia e a junção dos pro núcleos masc e fem 
Ovócito núcleo citoplasma zona pelúcida e células do culmus 
SPTZ acrossoma cabeça, peça intermediaria e flagelo 
Fimbreas abraça o ovócito e joga ele pra dentro da tuba uterina 
Clivagem : são divisões celulares, mórula , mórula compacta ,blastocisto 
inicial(blastocele), blastocisto, blastocisto expandido 50%, blastocisto em eclosão e 
blastocisto eclodido 
MCI: massa celular interna fica no meio forma o embrião. Equitoderma (pelo, casco), 
mesoderma (músculos)e endoderma(sistema digestivo)TORFOBLASTO: fica na periferia 
forma anexos placentários (corion) 
Reconhecimento materno da gestação 
Equinos: o embrião fica se movimentando para não liberar a pge2 
Ruminantes : produção do interferon tau do embrião 
Suínos: 4 embrioes viáveis no mínimo produzindo estradiol 
PLACENTAS: Amnio, alantoide, corio. Toca fisiologico mae e feto. Passa agua, minerais, 
glicose etc.. não passa grandes moléculas por isso a ingestão do colostro, função 
respiratória, nutrição, protege de bactérias mas não deixa passar anticorpos, 
hormônios (indução do parto e lactação). Equinos, bovinos e suínos não tem passagem 
de anticorpos pela placenta, cao passa. BOVINOS: parcialmente decídua, cotiledonaria, 
epiteliocorial EQUINOS: adecidua, difusa, epitéliocorial SUINOS: adecidua, difusa, 
epiteliocorial CAO: decídua, zoonaria, endoteliocorial. 
DIAGNOSTICO GESTAÇÃO 
PEQUENOS RUMINANTES: 150 dias, 5meses de gestação 
BOVINOS: 9 meses, EGUA: 11 meses, SUINOS: 114 dias, CAO E GATA: 2meses 
 
RUMINANTES: terço inicial 1 mês útero cavidade pélvica, presença de liquido útero, 2 
meses assimetria, sexagem, 3 meses assimetria evidente, balotamento (us), terço 
médio 4 meses beliscamento, frêmito, balotamento, assimetria, 5 meses cérvix 
pesada, útero desse cavidade abdominal, 6 meses útero cavidade abdominal frêmito 
nos dois cornos, terço final 7-8 meses cotiledonos evidentes, palpa a cabeça feto, 8-9 
utero cavidade cervical meses sente os cascos. 
EQUINOS: embrião fixa 17 dias , 9-15 dias us, 19-21 palpaçao, 4semanas tônus uterino 
elevado, 5 semanas parede uterina fina, 1,5 a 2 meses palpação, 60 dias fetometria 
(idade feto), 3 meses beliscamento, 5 meses balotamento, 7 meses útero cavidade 
abdominal, ovário deslocado,9 meses sente o feto útero volta 
CADELAS: 20-28 dias, gatas 11-15 dias US, 35 dias viabilidade fetal US, 28-30 dias, 
gatas 21-25 dias palpação abdominal, 45 dias rx 
PATOLOGIAS DA PRENHEZ 
HIDROPSIA DAS MEMBRANAS FETAIS: acumulo exagerado de liquido 20 L o normal. 
Liquido no alantoide maioria dos casos, liquido no amnion feto defeituoso, SN 
distençao abdominal comprime os órgãos. Pode ter atonia uterina 80L, timpanismo 
150L, ascite, choque, morte 200L. Complicaçoes: prolaspso, distocia, retenção de 
palcenta e metrite. Diferencial de ascite( liquido desce região abdominal), hidropsia 
volume em toda estrutura do animal. Tratar com dexametasona (parto), drenar o 
liquido lentamente. Proguinostico reservado. 
GESTAÇAO MULTIPLA PATOLOGICA: Excesso de fetos, geralmente equinos que 
abortam, animal emagrece, tratar com AINE 
PLACENTITE: Acomete mais equinos, contaminação do feto, abortamento, parto 
prematuro. Bacteriana trata com ATB, fúngica antifúngico. AINE p4 exogena 
MOLAS:aumento uterino, presença de liquido sem feto. Tratar com pgf2alfa, 
dexametasona 
TORÇÃO UTERINA: útero torce, cólica persistente e pode acontecer ruptura uterina, 
cirúrgico. 
TORÇAO CORDAO UMBILICAL: comprimento vascular, aborto longo, enema no animal. 
RUPTURA DO TENDÃO PRE-PUBICO: parto gemelar, posição de cavalete, cirúrgico. 
Geralmente o animal morre. 
PROLAPSO: vagina, cérvix, útero inversão da vagina, animal idoso, obesidade, 
hereditário. Ruptura uterina, trauma e necrose. Animal estação, higiene do local, Fazer 
epidural, reintroducao manual, sutura captonada 
MORTE EMBRIONÁRIA E FETAL: Perda maior período embrionário, deficiência 
nutricional, temperatura alta, causas infecciosas brucelose, bvd, ibr, neosporose, 
tricomonose, leptospirose, micoplasmose e etc.. 
MUMIFICAÇÃO FETAL: O feto desidrata, e não e expulso, não tem contaminação. Fazer 
cesaria, abrir cérvix com a mao. Sn prolongamento da gestação, tratar com pgf2alfa 
MACERAÇAO FETAL: tecidos moles se desfaz, so fica os ossos, causas e infecção 
uterina, distocia, aborto etc.. Sn contração uterina, corrimento purulento e fétido. 
Tratar com E2, ATB, remover conteúdo do útero. 
FETO ENFISEMATOSO: parto sem terminar, tem contaminação, putrefação do feto, 
produção de gas. SN secreção vaginal fétida, feto incha, pelos soltam com facilidade, 
fazer fetotomia, lavagem uterina, ATB. 
ABORTAMENTO: pode ser infecciosa ou não, retenção de placenta, infecção uterina, 
índices reprodutivos. 
PATOLOGIAS PURPERAIS: sao patologias pos parto Retençao de placenta ( pouca 
contração uterina), estresse, parto distocito, doença metabólica hipocalcemia, doenças 
infecciosas. vacas 6-8 horas, éguas 1-2 horas, cadelas 12 horas pode causar infecções, 
ptrefaçao dos placentomas e etc.. tratar com PGF2ALFA, ATB sistêmico, ociticina, 
lavagem uterina. 
Infecção uterina: pos partos distocitos, retenção de placenta, Ecc baixo, clinica( 
corrimento), sistêmica atrapalha, atrapalha a fertilidade. Fazer palpação, vaginoscopia, 
citologia, cultura, us. Tratar estimulando o cia. PGF2ALFA, E2, ATB sistêmico e 
intrauterino. 
Doenças metabólicas: cetose e hipocalcemia. 
POSICIONAMENTO FETAL: Apresentaçao- eixo longitudinal do feto x eixo da mae 
longitudinal anterior ou posterior. Transversal ventral ou dorsal. Vertical ventral ou 
dorsal. Posição- dorso do feto x coluna da mae superior, inferior, lateral direito ou 
esquerdo. Atitude- partes moveis do feto membros anteriores e posteriores, pescoço e 
cabeça., estendidos, flexionados 
O ideal e: apresentação longitudinal anterior, posição superior, atitude estendidos. 
CORREÇÃO DISTOCIAS: Retropulsão colocar feto p/ dentro da cavidade, Extensão 
estender membros, Rotação correção de posição, Versão alterar a apresentação, 
Tração 
CESARIANA SE FAZ SUTURA, SCHIMIEDEN E CUSHING 
MANEJO NEONATOS: em alguns casos fazer a limpeza das vias aéreas, animal parir em 
lugar limpo e coberto para não ter hipotermia. Comportamento: habilidade de mamar, 
levantar, olhos. Palpação: pescoço, membros. Umbigo: curar com iodo 10% 2x ao dia 
ate secar. Ver se não tem inchaço e dor. Auscutação FC, FR, temperatura retal, se 
excretou o mecônio, ingestão de colostro.

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