Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

BENEFÍCIOS DA VITAMINA D
 Vitamina D é importante para a saúde de pessoas de todas as idades, desde recém-nascidos 
até idosos. Ela é um hormônio esteroide lipossolúvel fundamental para o bom funcionamento do 
organismo. Sua ausência pode levar a complicações graves no corpo. Como a vitamina D não é 
sintetizada pelo organismo, ela precisa ser adquirida por fontes externas. 
Segundo a Organização Mundial de Saúde, a maneira mais natural para obter fontes de vitamina D 
é por meio da exposição ao sol. Os raios ultravioletas são responsáveis por ativar a síntese desta 
substância em nosso corpo. 
A vitamina D também consegue ser produzida em laboratório para ser usada como suplemento na 
alimentação. Esse método é muito utilizado quando o paciente tem deficiência do nutriente no 
organismo, necessitando de um reforço para prevenir doenças. 
Uma das principais funções da vitamina D é regular a concentração de fósforo e cálcio no sangue, 
além de contribuir para importantes processos celulares. 
Outro dado importante é que o nível adequado de vitamina D na corrente sanguínea também 
interfere no desenvolvimento atlético, na imunidade e na composição corporal. Diversos estudos da 
área médica já comprovaram que pacientes com carência dessa substância no corpo têm maior 
índice de gordura corporal e menos desempenho nos exercícios. 
Para te ajudar a entender melhor, listamos abaixo os principais benefícios atrelados à vitamina D:
•Prevenção de osteoporose e fraturas em idosos
•Melhora o sistema imunológico
•Controle a pressão arterial
•Ajudar a prevenir casos de câncer
•Melhora o desempenho da força para atletas
•Regula a presença de cálcio e ferro no sangue
•Previne de calvície
•Combate doenças autoimunes
•Regula a secreção de insulina
•Auxilia no fortalecimento dos ossos
•Auxilia no combate e tratamento da depressão
 Fontes de vitaminas D
https://dralarissadiniz.com.br/
 Como já foi explicado, a principal fonte de vitamina D é a exposição ao sol. Trata-se de uma 
maneira barata e prática de obter o nutriente e prevenir enfermidades. A recomendação é pegar sol 
diariamente antes das 9h da manhã sem protetor solar, por um período de até 20 minutos. 
Esse tempo de exposição é suficiente e já ajuda a evitar a deficiência do nutriente no corpo. Outra 
dica é se expor ao sol em trajetos rápidos do dia a dia, como no horário do almoço ou durante a ida 
para uma reunião de trabalho. 
Muito mais do que ficar sob os raios solares, é importante que o indivíduo coma alimentos com 
vitamina D, tenha noites tranquilas de sono, faça exercícios físicos e consultas regulares com o 
médico para evitar o aparecimento de doenças. 
Alguns alimentos de origem animal também são fontes de vitamina D, mas nem sempre eles têm a 
dose indicada do nutriente para o nosso corpo. Por isso, a exposição ao sol ainda é primordial para a 
manutenção das doses adequadas de vitamina D no organismo. 
Os alimentos ricos em vitamina D são: atum, sardinha, fígado bovino, ovos, salmão, óleo de fígado 
de bacalhau etc. 
Se o seu estilo de vida não permite exposição diária ao sol ou se seus exames apontaram carência de 
vitamina D, é possível ingerir cápsulas ou comprimidos desse nutriente. Mas lembre-se sempre: esta 
opção só é válida quando é devidamente orientada por um médico.
O que acontece com a falta de Vitamina D
A falta de vitamina D contribui para o envelhecimento precoce, câncer, depressão, doenças 
cardiovasculares, diabetes, obesidade, esclerose múltipla, artrite, lúpus, entre outras doenças. Em 
mulheres grávidas, a deficiência de vitamina D aumenta o risco de aborto e a má formação do feto.
Há estudos que mostram a interferência da vitamina D no humor do paciente, na capacidade física e 
no combate à problemas cognitivos. 
No mundo moderno, muitas pessoas passam horas do dia em escritórios fechados e não costumam 
mais se expor ao sol como deveriam. Por conta disso, diversos pacientes apresentam deficiência 
dessa vitamina tão importante para os ossos e para o sistema imunológico.
Para saber se suas taxas estão adequadas, o mais indicado é marcar uma consulta médica e realizar 
exames indicados pelo profissional de saúde. 
Com os resultados em mãos, o médico poderá avaliar mais precisamente cada caso e indicar a 
melhor forma de suplementação. O exame para conferir os níveis de vitamina D é muito simples. 
Para realizá-lo, não é necessário adotar qualquer tipo de preparo especial. O procedimento é feito 
por meio da retirada de uma pequena quantidade de sangue do paciente, que é enviada ao 
laboratório para análise. 
Dosagens abaixo de 10 ng/ml indicam deficiência de vitamina D. Acima de 100 ng/ml mostram que 
ela está em grau de toxidade no organismo. O ideal é manter as taxas entre 30 e 60 ng/ml.
Geralmente, o tempo de suplementação oral para carência de vitamina D deve ser de 1 a três meses. 
Depois desse período, o profissional irá solicitar novos exames de sangue para analisar se é 
necessário continuar o tratamento ou se é o momento de parar. 
Esse acompanhamento médico é necessário porque o excesso da vitamina D no organismo pode ser 
tóxico ao corpo, aumentando excessivamente os níveis de cálcio e prejudicando a saúde óssea. Em 
alguns casos, podem ocorrer problemas na função renal e cálculos renais. 
 Sintomas da falta de Vitamina D
 Os sintomas da falta de vitamina D costumam ser silenciosos, por isso, devemos dar atenção 
especial a todos os sinais do corpo. Muitos pacientes só apresentam queixas quando as taxas estão 
muito abaixo do recomendado. 
No caso de idosos, os principais problemas estão relacionados a casos de osteopenia ou 
osteoporose. 
Os sinais mais comuns da carência de vitamina D são: 
•Dor nos ossos
•Espasmos musculares
•Infecções recorrentes
•Doença periodontal frequente
•Esquizofrenia e depressão
•Quedas frequentes
•Dificuldade para caminhar, subir escadas e levantar de uma cadeira
•Retardo do crescimento nas crianças
•Arqueamento das pernas na criança
•Alargamento das extremidades dos ossos da perna e dos braços
•Atraso no nascimento dos dentes do bebê e cáries desde muito cedo
•Osteomalácia ou osteoporose em adultos
•Fraqueza nos ossos, que os torna mais fáceis de quebrar
•especialmente os ossos da coluna, quadril e pernas
•Dor nos músculos
•Sensação de fadiga
•Fraqueza, apatia e mal-estar geral
Vitamina D é importante para a saúde de pessoas de todas as idades, desde recém-nascidos até 
idosos. Ela é um hormônio esteroide lipossolúvel fundamental para o bom funcionamento do 
organismo. Sua ausência pode levar a complicações graves no corpo. Como a vitamina D não é 
sintetizada pelo organismo, ela precisa ser adquirida por fontes externas. 
Segundo a Organização Mundial de Saúde, a maneira mais natural para obter fontes de vitamina D 
é por meio da exposição ao sol. Os raios ultravioletas são responsáveis por ativar a síntese desta 
substância em nosso corpo. 
A vitamina D também consegue ser produzida em laboratório para ser usada como suplemento na 
alimentação. Esse método é muito utilizado quando o paciente tem deficiência do nutriente no 
organismo, necessitando de um reforço para prevenir doenças. 
Uma das principais funções da vitamina D é regular a concentração de fósforo e cálcio no sangue, 
além de contribuir para importantes processos celulares. 
Outro dado importante é que o nível adequado de vitamina D na corrente sanguínea também 
interfere no desenvolvimento atlético, na imunidade e na composição corporal. Diversos estudos da 
área médica já comprovaram que pacientes com carência dessa substância no corpo têm maior 
índice de gordura corporal e menos desempenho nos exercícios. 
Para te ajudar a entender melhor, listamos abaixo os principais benefícios atrelados à vitamina D:
•Prevenção de osteoporose e fraturas em idosos
•Melhora o sistema imunológico
•Controle a pressão arterial
•Ajudar a prevenir casos de câncer
•Melhora o desempenho da forçapara atletas
•Regula a presença de cálcio e ferro no sangue
•Previne de calvície
•Combate doenças autoimunes
•Regula a secreção de insulina
•Auxilia no fortalecimento dos ossos
•Auxilia no combate e tratamento da depressão
Fontes de vitaminas D
Como já foi explicado, a principal fonte de vitamina D é a exposição ao sol. Trata-se de uma 
maneira barata e prática de obter o nutriente e prevenir enfermidades. A recomendação é pegar sol 
diariamente antes das 9h da manhã sem protetor solar, por um período de até 20 minutos. 
Esse tempo de exposição é suficiente e já ajuda a evitar a deficiência do nutriente no corpo. Outra 
dica é se expor ao sol em trajetos rápidos do dia a dia, como no horário do almoço ou durante a ida 
para uma reunião de trabalho. 
https://dralarissadiniz.com.br/
Muito mais do que ficar sob os raios solares, é importante que o indivíduo coma alimentos com 
vitamina D, tenha noites tranquilas de sono, faça exercícios físicos e consultas regulares com o 
médico para evitar o aparecimento de doenças. 
Alguns alimentos de origem animal também são fontes de vitamina D, mas nem sempre eles têm a 
dose indicada do nutriente para o nosso corpo. Por isso, a exposição ao sol ainda é primordial para a 
manutenção das doses adequadas de vitamina D no organismo. 
Os alimentos ricos em vitamina D são: atum, sardinha, fígado bovino, ovos, salmão, óleo de fígado 
de bacalhau etc. 
Se o seu estilo de vida não permite exposição diária ao sol ou se seus exames apontaram carência de 
vitamina D, é possível ingerir cápsulas ou comprimidos desse nutriente. Mas lembre-se sempre: esta 
opção só é válida quando é devidamente orientada por um médico.
O que acontece com a falta de Vitamina D
A falta de vitamina D contribui para o envelhecimento precoce, câncer, depressão, doenças 
cardiovasculares, diabetes, obesidade, esclerose múltipla, artrite, lúpus, entre outras doenças. Em 
mulheres grávidas, a deficiência de vitamina D aumenta o risco de aborto e a má formação do feto.
Há estudos que mostram a interferência da vitamina D no humor do paciente, na capacidade física e 
no combate à problemas cognitivos. 
No mundo moderno, muitas pessoas passam horas do dia em escritórios fechados e não costumam 
mais se expor ao sol como deveriam. Por conta disso, diversos pacientes apresentam deficiência 
dessa vitamina tão importante para os ossos e para o sistema imunológico.
Para saber se suas taxas estão adequadas, o mais indicado é marcar uma consulta médica e realizar 
exames indicados pelo profissional de saúde. 
Com os resultados em mãos, o médico poderá avaliar mais precisamente cada caso e indicar a 
melhor forma de suplementação. O exame para conferir os níveis de vitamina D é muito simples. 
Para realizá-lo, não é necessário adotar qualquer tipo de preparo especial. O procedimento é feito 
por meio da retirada de uma pequena quantidade de sangue do paciente, que é enviada ao 
laboratório para análise. 
Dosagens abaixo de 10 ng/ml indicam deficiência de vitamina D. Acima de 100 ng/ml mostram que 
ela está em grau de toxidade no organismo. O ideal é manter as taxas entre 30 e 60 ng/ml.
Geralmente, o tempo de suplementação oral para carência de vitamina D deve ser de 1 a três meses. 
Depois desse período, o profissional irá solicitar novos exames de sangue para analisar se é 
necessário continuar o tratamento ou se é o momento de parar. 
Esse acompanhamento médico é necessário porque o excesso da vitamina D no organismo pode ser 
tóxico ao corpo, aumentando excessivamente os níveis de cálcio e prejudicando a saúde óssea. Em 
alguns casos, podem ocorrer problemas na função renal e cálculos renais. 
Sintomas da falta de Vitamina D
Os sintomas da falta de vitamina D costumam ser silenciosos, por isso, devemos dar atenção 
especial a todos os sinais do corpo. Muitos pacientes só apresentam queixas quando as taxas estão 
muito abaixo do recomendado. 
No caso de idosos, os principais problemas estão relacionados a casos de osteopenia ou 
osteoporose. 
Os sinais mais comuns da carência de vitamina D são: 
•Dor nos ossos
•Espasmos musculares
•Infecções recorrentes
•Doença periodontal frequente
•Esquizofrenia e depressão
•Quedas frequentes
•Dificuldade para caminhar, subir escadas e levantar de uma cadeira
•Retardo do crescimento nas crianças
•Arqueamento das pernas na criança
•Alargamento das extremidades dos ossos da perna e dos braços
•Atraso no nascimento dos dentes do bebê e cáries desde muito cedo
•Osteomalácia ou osteoporose em adultos
•Fraqueza nos ossos, que os torna mais fáceis de quebrar
•especialmente os ossos da coluna, quadril e pernas
•Dor nos músculos
•Sensação de fadiga
•Fraqueza, apatia e mal-estar geral
Vitamina D é importante para a saúde de pessoas de todas as idades, desde recém-nascidos até 
idosos. Ela é um hormônio esteroide lipossolúvel fundamental para o bom funcionamento do 
organismo. Sua ausência pode levar a complicações graves no corpo. Como a vitamina D não é 
sintetizada pelo organismo, ela precisa ser adquirida por fontes externas. 
Segundo a Organização Mundial de Saúde, a maneira mais natural para obter fontes de vitamina D 
é por meio da exposição ao sol. Os raios ultravioletas são responsáveis por ativar a síntese desta 
substância em nosso corpo. 
https://dralarissadiniz.com.br/
https://dralarissadiniz.com.br/saude-e-bem-estar/
A vitamina D também consegue ser produzida em laboratório para ser usada como suplemento na 
alimentação. Esse método é muito utilizado quando o paciente tem deficiência do nutriente no 
organismo, necessitando de um reforço para prevenir doenças. 
Uma das principais funções da vitamina D é regular a concentração de fósforo e cálcio no sangue, 
além de contribuir para importantes processos celulares. 
Outro dado importante é que o nível adequado de vitamina D na corrente sanguínea também 
interfere no desenvolvimento atlético, na imunidade e na composição corporal. Diversos estudos da 
área médica já comprovaram que pacientes com carência dessa substância no corpo têm maior 
índice de gordura corporal e menos desempenho nos exercícios. 
Para te ajudar a entender melhor, listamos abaixo os principais benefícios atrelados à vitamina D:
•Prevenção de osteoporose e fraturas em idosos
•Melhora o sistema imunológico
•Controle a pressão arterial
•Ajudar a prevenir casos de câncer
•Melhora o desempenho da força para atletas
•Regula a presença de cálcio e ferro no sangue
•Previne de calvície
•Combate doenças autoimunes
•Regula a secreção de insulina
•Auxilia no fortalecimento dos ossos
•Auxilia no combate e tratamento da depressão
Fontes de vitaminas D
Como já foi explicado, a principal fonte de vitamina D é a exposição ao sol. Trata-se de uma 
maneira barata e prática de obter o nutriente e prevenir enfermidades. A recomendação é pegar sol 
diariamente antes das 9h da manhã sem protetor solar, por um período de até 20 minutos. 
Esse tempo de exposição é suficiente e já ajuda a evitar a deficiência do nutriente no corpo. Outra 
dica é se expor ao sol em trajetos rápidos do dia a dia, como no horário do almoço ou durante a ida 
para uma reunião de trabalho. 
Muito mais do que ficar sob os raios solares, é importante que o indivíduo coma alimentos com 
vitamina D, tenha noites tranquilas de sono, faça exercícios físicos e consultas regulares com o 
médico para evitar o aparecimento de doenças. 
Alguns alimentos de origem animal também são fontes de vitamina D, mas nem sempre eles têm a 
dose indicada do nutriente para o nosso corpo. Por isso, a exposição ao sol ainda é primordial para a 
manutenção das doses adequadas de vitamina D no organismo. 
Os alimentos ricos em vitamina D são: atum, sardinha, fígado bovino, ovos, salmão, óleo de fígado 
de bacalhau etc. 
Se o seu estilo de vida não permite exposição diária ao sol ou se seus exames apontaram carência de 
vitamina D, é possível ingerir cápsulas ou comprimidos desse nutriente. Mas lembre-se sempre: esta 
opção só é válida quando é devidamenteorientada por um médico.
O que acontece com a falta de Vitamina D
A falta de vitamina D contribui para o envelhecimento precoce, câncer, depressão, doenças 
cardiovasculares, diabetes, obesidade, esclerose múltipla, artrite, lúpus, entre outras doenças. Em 
mulheres grávidas, a deficiência de vitamina D aumenta o risco de aborto e a má formação do feto.
Há estudos que mostram a interferência da vitamina D no humor do paciente, na capacidade física e 
no combate à problemas cognitivos. 
No mundo moderno, muitas pessoas passam horas do dia em escritórios fechados e não costumam 
mais se expor ao sol como deveriam. Por conta disso, diversos pacientes apresentam deficiência 
dessa vitamina tão importante para os ossos e para o sistema imunológico.
Para saber se suas taxas estão adequadas, o mais indicado é marcar uma consulta médica e realizar 
exames indicados pelo profissional de saúde. 
Com os resultados em mãos, o médico poderá avaliar mais precisamente cada caso e indicar a 
melhor forma de suplementação. O exame para conferir os níveis de vitamina D é muito simples. 
Para realizá-lo, não é necessário adotar qualquer tipo de preparo especial. O procedimento é feito 
por meio da retirada de uma pequena quantidade de sangue do paciente, que é enviada ao 
laboratório para análise. 
Dosagens abaixo de 10 ng/ml indicam deficiência de vitamina D. Acima de 100 ng/ml mostram que 
ela está em grau de toxidade no organismo. O ideal é manter as taxas entre 30 e 60 ng/ml.
Geralmente, o tempo de suplementação oral para carência de vitamina D deve ser de 1 a três meses. 
Depois desse período, o profissional irá solicitar novos exames de sangue para analisar se é 
necessário continuar o tratamento ou se é o momento de parar. 
Esse acompanhamento médico é necessário porque o excesso da vitamina D no organismo pode ser 
tóxico ao corpo, aumentando excessivamente os níveis de cálcio e prejudicando a saúde óssea. Em 
alguns casos, podem ocorrer problemas na função renal e cálculos renais. 
Sintomas da falta de Vitamina D
Os sintomas da falta de vitamina D costumam ser silenciosos, por isso, devemos dar atenção 
especial a todos os sinais do corpo. Muitos pacientes só apresentam queixas quando as taxas estão 
muito abaixo do recomendado. 
https://dralarissadiniz.com.br/saude-e-bem-estar/
No caso de idosos, os principais problemas estão relacionados a casos de osteopenia ou 
osteoporose. 
Os sinais mais comuns da carência de vitamina D são: 
•Dor nos ossos
•Espasmos musculares
•Infecções recorrentes
•Doença periodontal frequente
•Esquizofrenia e depressão
•Quedas frequentes
•Dificuldade para caminhar, subir escadas e levantar de uma cadeira
•Retardo do crescimento nas crianças
•Arqueamento das pernas na criança
•Alargamento das extremidades dos ossos da perna e dos braços
•Atraso no nascimento dos dentes do bebê e cáries desde muito cedo
•Osteomalácia ou osteoporose em adultos
•Fraqueza nos ossos, que os torna mais fáceis de quebrar
•especialmente os ossos da coluna, quadril e pernas
•Dor nos músculos
•Sensação de fadiga
•Fraqueza, apatia e mal-estar geral
	Fontes de vitaminas D
	O que acontece com a falta de Vitamina D
	Sintomas da falta de Vitamina D
	Fontes de vitaminas D
	O que acontece com a falta de Vitamina D
	Sintomas da falta de Vitamina D
	Fontes de vitaminas D
	O que acontece com a falta de Vitamina D
	Sintomas da falta de Vitamina D

Mais conteúdos dessa disciplina