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<p>AULA 1</p><p>DEFICIÊNCIA VISUAL</p><p>Prof.ª Fernanda Sprada</p><p>2</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Atualmente, a Educação Especial está baseada no princípio da inclusão, o</p><p>que significa que as crianças com deficiência devem ter acesso ao mesmo</p><p>ambiente de ensino dos demais alunos, com as adaptações necessárias para</p><p>garantir o seu desenvolvimento pleno. O objetivo é criar um ambiente escolar que</p><p>seja inclusivo e acolhedor para todos os alunos, independentemente de suas</p><p>características individuais.</p><p>Com a inclusão escolar, a pessoa com deficiência passa a ter acesso ao</p><p>ensino de forma igualitária aos demais alunos, sendo oferecidas as adaptações</p><p>necessárias para que possam desfrutar do processo de ensino-aprendizagem de</p><p>forma eficaz e eficiente. O intuito da inclusão escolar é garantir o direito à</p><p>educação para todos, superando a segregação, a discriminação e o preconceito.</p><p>Dessa forma, a pessoa com deficiência passa a ter a oportunidade de crescer e</p><p>se desenvolver, usufruindo dos direitos e liberdades estabelecidos na</p><p>Constituição.</p><p>Além disso, é preciso considerar que a inclusão escolar não se limita ao</p><p>simples acesso à escola, mas envolve também a questão da qualidade na</p><p>educação. É necessário que as escolas possuam acessibilidade e estejam</p><p>preparadas para atender adequadamente às necessidades do aluno com</p><p>deficiência. Por isso, é fundamental que os professores estejam devidamente</p><p>capacitados para lidar com a diversidade existente em sala de aula.</p><p>TEMA 1 – HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL</p><p>Itard desenvolveu o conceito de educação especial baseado em seu</p><p>trabalho com Vitor, ao qual atribuiu as iniciais EE (Educação Especial). O</p><p>programa de ensino de Itard concentrava-se na educação de Vitor, estimulando-</p><p>o a desenvolver suas habilidades motoras, cognitivas e sociais. Por meio de seu</p><p>trabalho com um aluno tido como incompreensível (Vitor), Itard desenvolveu várias</p><p>técnicas educacionais que foram usadas como modelo para o ensino de crianças</p><p>com deficiência. Itard também foi pioneiro na abordagem de que a educação deve</p><p>ser adaptada às necessidades individuais de cada aluno.</p><p>O professor de educação especial precisa ser um profissional com</p><p>habilidades específicas para trabalhar com crianças com deficiência. Essas</p><p>habilidades incluem o conhecimento de técnicas de ensino adaptadas, assim</p><p>3</p><p>como a capacidade de identificar e lidar com as características e comportamentos</p><p>específicos de cada aluno. O professor também precisa ter habilidades</p><p>interpessoais e comportamentais, como paciência, compreensão, empatia e</p><p>capacidade de escuta. Essas habilidades são necessárias para criar um ambiente</p><p>de aprendizagem seguro e acolhedor, em que os alunos com deficiência possam</p><p>se sentir incluídos e motivados.</p><p>De acordo com Jean-Marc-Gaspard Itard, Édouard Séguin e Samuel</p><p>Gridley Howe, a educabilidade se baseia no reconhecimento do potencial</p><p>educativo de cada indivíduo, bem como na crença de que a educação pode</p><p>oferecer oportunidades para que esses indivíduos se desenvolvam. Por isso,</p><p>todos os três acreditavam que a educação poderia ser usada como meio de</p><p>superar as deficiências físicas, intelectuais e sociais.</p><p>No entanto, cada estudioso abordou a educabilidade de forma diferente. O</p><p>Dr. Jean-Marc-Gaspard Itard acreditava que a educação poderia ser usada para</p><p>desenvolver habilidades cognitivas e aprimorar o comportamento social de seus</p><p>alunos. Ele defendia que todos os alunos, independentemente de sua deficiência,</p><p>podiam se beneficiar da educação.</p><p>Por outro lado, o Dr. Édouard Séguin e o Dr. Samuel Gridley Howe</p><p>trabalharam juntos para desenvolver o que eles chamaram de sistema educativo</p><p>com base na deficiência. Eles acreditavam que as deficiências eram os</p><p>mecanismos pelos quais os alunos podiam desenvolver habilidades e</p><p>comportamentos apropriados e que era possível ensinar aos alunos habilidades</p><p>que eles não possuíam, ao mesmo tempo em que ensinavam aos alunos a</p><p>controlar suas deficiências.</p><p>Portanto, as metodologias desenvolvidas por esses três estudiosos foram</p><p>baseadas em um modelo de educabilidade. A educação foi entendida como uma</p><p>ferramenta para o desenvolvimento de habilidades e comportamentos</p><p>apropriados, independentemente da deficiência de cada aluno. Além disso, eles</p><p>acreditavam que a educação poderia ser usada para superar as deficiências e</p><p>promover o desenvolvimento dos alunos.</p><p>Em relação à Educação Especial no Brasil, percebe-se que houve certa</p><p>influência da evolução que ocorreu nesses países, mas com características</p><p>próprias. Isso se deve, principalmente, ao fato de que a realidade brasileira é</p><p>bastante diversificada, o que acabou resultando em uma educação especial bem</p><p>distinta daquelas encontradas nos países europeus e norte-americanos. Portanto,</p><p>conclui-se que as metodologias desenvolvidas por esses três estudiosos foram</p><p>4</p><p>importantes para o desenvolvimento da educação especial no Brasil, mas não se</p><p>aplicaram de forma idêntica à realidade encontrada nesses países.</p><p>Outra importante iniciativa ocorrida durante essa década foi a criação da</p><p>Associação Brasileira de Educação Especial (ABEE), em 1955, com o objetivo de</p><p>promover o desenvolvimento da educação especial no Brasil. A partir daí, iniciou-</p><p>se um movimento de defesa dos direitos das pessoas com deficiência mental,</p><p>como a criação de leis e regulamentos específicos para a educação especial.</p><p>Esses avanços foram importantes para garantir a inclusão dessas pessoas no</p><p>sistema educacional brasileiro, ampliando as chances de desenvolvimento e a</p><p>qualidade de vida desses indivíduos. No entanto, ainda existem desafios a serem</p><p>superados, como o acesso ao ensino profissionalizante e a integração de alunos</p><p>com deficiência mental em salas de aula comuns.</p><p>As escolas especiais eram projetadas de acordo com as necessidades dos</p><p>alunos, buscando criar um ambiente acolhedor e adequado para o aprendizado.</p><p>Os materiais didáticos eram pensados para trabalhar a motricidade fina, a</p><p>cognição, a memória, a linguagem e a socialização. As técnicas pedagógicas</p><p>eram baseadas na psicologia e na antropologia, utilizando o método de ensino</p><p>individualizado, que se adequava às necessidades de cada aluno. Além disso, as</p><p>escolas especiais ofereciam atividades de lazer, esportivas e culturais para</p><p>promover a integração dos alunos. O objetivo era ajudar os alunos a desenvolver</p><p>suas habilidades pessoais e intelectuais, para que pudessem se desenvolver</p><p>socialmente da melhor forma possível.</p><p>Na década de 70, ocorreu também o movimento de reivindicação dos</p><p>direitos das pessoas com deficiência. Esses movimentos foram baseados na</p><p>necessidade de assegurar que as pessoas com deficiência tivessem os mesmos</p><p>direitos que os demais cidadãos. Esses movimentos tiveram como consequência</p><p>a aprovação de diversas leis, como a Lei n. 7.853/1989, que prevê a reserva de</p><p>vagas em concursos públicos para pessoas com deficiência (Brasil, 1989).</p><p>A década de 70 também foi marcada pelo crescimento dos programas de</p><p>apoio às pessoas com deficiência. Os principais programas desta década incluíam</p><p>o Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência (PAPD), que visa a promoção da</p><p>autonomia das pessoas com deficiência, e o Programa de Ação para Pessoas</p><p>com Necessidades Especiais (PNAE), que visa a inclusão dessas pessoas nas</p><p>áreas de educação, trabalho, lazer e saúde.</p><p>A partir disso, percebe-se que a Educação Especial precisa se adaptar para</p><p>que as pessoas com deficiência possam ter acesso à educação que lhes permita</p><p>5</p><p>desenvolver suas capacidades. Dessa forma, é necessário que haja um aumento</p><p>da conscientização sobre a importância da inclusão desses indivíduos na</p><p>educação, bem como a criação de programas e políticas públicas que possam</p><p>proporcionar uma educação especializada, inclusiva e de qualidade</p><p>para eles.</p><p>Assim, é possível avançar no desenvolvimento da Educação Especial e garantir o</p><p>direito à educação dessas pessoas.</p><p>Com essas medidas, foi possível aumentar a inclusão de pessoas com</p><p>deficiência mental no ensino regular, o que proporcionou uma melhoria na</p><p>qualidade de vida delas e fortaleceu sua participação na sociedade. Além disso,</p><p>essas medidas contribuíram para reduzir a discriminação e o preconceito</p><p>enfrentados por pessoas com deficiência mental, além de conscientizar a</p><p>sociedade sobre a importância da inclusão social desses indivíduos.</p><p>Ao mesmo tempo, a Educação Especial também está investindo em</p><p>programas de prevenção e adaptação, buscando minimizar os efeitos das</p><p>deficiências mentais. Esses programas visam desenvolver habilidades que</p><p>permitam que os alunos se tornem membros ativos da comunidade. Além disso,</p><p>a Educação Especial investe em programas de reabilitação, buscando reduzir os</p><p>efeitos das deficiências mentais e ajudar as pessoas com deficiência a viver de</p><p>forma independente. Em resumo, a Educação Especial evoluiu muito desde sua</p><p>criação, passando de uma abordagem que visava apenas à proteção e ao</p><p>isolamento das pessoas com deficiência mental para uma abordagem que busca</p><p>promover a inclusão social e o desenvolvimento de habilidades necessárias para</p><p>a vida independente.</p><p>Por fim, é necessário que haja uma maior conscientização da sociedade</p><p>sobre a importância da inclusão escolar, a fim de criar condições de acesso ao</p><p>ensino para todos os alunos, independentemente de suas características</p><p>individuais. Com base nisso, será possível promover a igualdade de</p><p>oportunidades para todos os alunos, contribuindo para a formação de uma</p><p>sociedade mais justa e inclusiva.</p><p>TEMA 2 – BRASIL E SEU DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DAS DEFICIÊNCIAS</p><p>O Brasil é um país com diversas deficiências, muitas delas relacionadas ao</p><p>seu desenvolvimento histórico. As deficiências brasileiras têm suas raízes na</p><p>história colonial do país, quando seus governantes optaram por privilegiar a</p><p>6</p><p>exploração de suas riquezas naturais em detrimento do desenvolvimento de sua</p><p>infraestrutura.</p><p>A partir da década de 1960, o país passou a priorizar o desenvolvimento</p><p>da infraestrutura e a melhorar o acesso à educação e à saúde. Porém, ainda</p><p>existem diversas deficiências, como o baixo índice de alfabetização, a falta de</p><p>acesso à educação de qualidade, a alta taxa de desemprego e a elevada taxa de</p><p>mortalidade infantil.</p><p>Outras deficiências são a falta de acesso à água potável, a inadequada</p><p>qualidade dos serviços de saúde, o desmatamento e a destruição da</p><p>biodiversidade. O Brasil ainda enfrenta desafios relacionados à desigualdade e à</p><p>discriminação racial, com muitas pessoas negras vivendo na miséria.</p><p>Porém, nos últimos anos, o Brasil tem buscado melhorar a situação das</p><p>deficiências, criando programas de inclusão social e investindo em melhorias de</p><p>infraestrutura e serviços. É importante que esses esforços continuem para que</p><p>possamos alcançar uma qualidade de vida melhor e mais equitativa para todos os</p><p>brasileiros.</p><p>Com o passar dos anos, a concepção de educação especial foi sendo</p><p>repensada, buscando superar a visão de deficiência mental como algo hereditário</p><p>e passando a incluir a perspectiva social e cultural das pessoas. Assim, a</p><p>educação especial busca garantir que as pessoas com deficiência mental tenham</p><p>acesso à escolarização, às oportunidades de formação e à possibilidade de</p><p>inserção no mercado de trabalho.</p><p>Atualmente, o ensino especial tem como objetivo o desenvolvimento das</p><p>habilidades e competências das pessoas com deficiência e a valorização de sua</p><p>identidade, visando à sua plena integração na sociedade.</p><p>Além disso, as políticas públicas voltadas para a educação das pessoas</p><p>com deficiência mental passaram a ser mais inclusivas, priorizando a participação</p><p>delas em todos os níveis educacionais. Atualmente, temos a Lei de Diretrizes e</p><p>Bases da Educação, que especifica que todas as crianças têm direito ao ensino</p><p>gratuito e de qualidade, independentemente de suas condições de saúde, e que</p><p>os estabelecimentos de ensino devem oferecer condições especiais para o ensino</p><p>das pessoas com deficiência mental.</p><p>A Secretaria de Educação Especial (Seesp) também tem desenvolvido</p><p>outras ações para promover a inclusão social e educacional das pessoas com</p><p>deficiência mental. Uma dessas ações é o Projeto de Acessibilidade, que visa</p><p>facilitar o acesso dessas pessoas às escolas, bibliotecas e outros</p><p>7</p><p>estabelecimentos educacionais. Além disso, a Seesp também tem desenvolvido</p><p>o Programa de Inclusão Social, que visa promover o direito à educação e</p><p>proporcionar oportunidades iguais para todos. Outras ações da Seesp incluem a</p><p>criação de cursos de formação específicos para professores, a promoção de</p><p>cursos de capacitação para os pais dos alunos com deficiência e a criação de</p><p>grupos de apoio para os alunos com deficiência.</p><p>A falta de atenção à educação especial tem gerado graves consequências</p><p>para as pessoas com deficiência. A falta de infraestrutura, recursos financeiros e</p><p>materiais, profissionais qualificados e programas específicos para atender às</p><p>necessidades desses alunos tem afetado sua qualidade de vida. Além disso, o</p><p>acesso aos serviços e a programas educacionais adequados para esses alunos</p><p>ainda é limitado e ineficaz.</p><p>Por isso, é fundamental que os governos e as autoridades competentes</p><p>garantam o direito à educação para todos, independentemente da deficiência,</p><p>incentivando o desenvolvimento de programas e serviços específicos para esses</p><p>alunos e oferecendo apoio financeiro e material para a implementação desses</p><p>programas. Além disso, é preciso promover a capacitação dos profissionais da</p><p>área para que eles possam oferecer um atendimento adequado e eficaz aos seus</p><p>alunos.</p><p>Por fim, é necessário que haja a criação de programas que incentivem a</p><p>participação e a inclusão das pessoas com deficiência visual, auditiva e aquelas</p><p>com características típicas de síndromes neurológicas e psicológicas na</p><p>sociedade. Esses programas devem ser desenvolvidos de forma a quebrar</p><p>barreiras e preconceitos, promovendo a aceitação e o respeito à diversidade.</p><p>Além disso, é fundamental que sejam oferecidas oportunidades de trabalho e</p><p>inserção social para essas pessoas, para que elas possam viver com dignidade e</p><p>autonomia.</p><p>Para garantir que a educação inclusiva seja efetivamente implementada, é</p><p>preciso haver um investimento significativo por parte do Estado para a</p><p>formação de professores e aquisição de materiais didáticos especializados. Além</p><p>disso, é preciso criar um ambiente escolar acolhedor e inclusivo, que respeite e</p><p>valorize as diferenças e necessidades dos alunos com deficiência mental. Ações</p><p>de conscientização e sensibilização de toda a comunidade escolar sobre o tema</p><p>também são fundamentais para a real inclusão dos alunos com deficiência mental.</p><p>Ademais, é importante que a escola seja capaz de oferecer atividades e</p><p>ambientes que promovam a autonomia, a integração e o desenvolvimento dos</p><p>8</p><p>alunos com deficiência. Para isso, é necessário que a escola esteja preparada</p><p>para proporcionar aos alunos com deficiência oportunidades de participação em</p><p>atividades acadêmicas, culturais, esportivas e extracurriculares.</p><p>Também é essencial que o ambiente escolar seja preparado para oferecer</p><p>atividades que estimulem o intelecto, a autoconfiança e a criatividade dos alunos</p><p>com deficiência. Por fim, é importante que a escola conte com o apoio de</p><p>profissionais especializados para fornecer a esses alunos o suporte e a orientação</p><p>necessários para que possam desenvolver suas habilidades e alcançar seu</p><p>máximo potencial.</p><p>Resumindo, o movimento inclusivo busca garantir que as pessoas com</p><p>deficiência tenham acesso aos mesmos direitos de ensino e educação que as</p><p>pessoas sem deficiência. Para isso, é necessário permitir</p><p>que crianças com</p><p>deficiência sejam matriculadas em classes comuns, recebendo o mesmo ensino</p><p>que as outras crianças, e também garantir que os professores estejam preparados</p><p>para atender às necessidades educacionais especiais dessas crianças. Além</p><p>disso, o movimento inclusivo visa à integração social das pessoas com deficiência,</p><p>proporcionando-lhes acesso à educação, saúde e outros direitos.</p><p>É necessário também criar um ambiente escolar inclusivo, em que os</p><p>alunos com deficiência possam interagir com seus colegas de maneira saudável</p><p>e construtiva, com respeito e aceitação. É importante estabelecer mecanismos de</p><p>apoio para que os alunos com deficiência possam ter acesso a um ensino de</p><p>qualidade e aproveitar todas as oportunidades de aprendizagem. É preciso</p><p>oferecer suporte especializado para que esses alunos possam ter acesso a um</p><p>ensino adequado, como recursos adaptativos, ajuda individualizada e</p><p>equipamentos especiais. Além disso, é importante criar grupos de apoio para</p><p>alunos com deficiência, para que se sintam acolhidos e apoiados em sua jornada</p><p>escolar.</p><p>TEMA 3 – INCLUSÃO CONCEITUAL</p><p>Inclusão é um conceito amplo que diz respeito ao acesso e à participação</p><p>de todos os indivíduos em uma comunidade, com diversidade de origens,</p><p>backgrounds e experiências. Também se refere à igualdade de oportunidades e</p><p>direitos em todas as áreas da vida, o que significa que todos devem ter a</p><p>oportunidade de participar de forma igualitária e ter acesso a serviços, participar</p><p>de decisões e desfrutar de direitos e oportunidades.</p><p>9</p><p>A inclusão é uma abordagem que busca eliminar as barreiras que limitam</p><p>a participação de todos no contexto social. Baseia-se na ideia de que todos</p><p>precisam ter acesso às mesmas oportunidades, sejam elas educação, saúde,</p><p>emprego, lazer etc. Essas barreiras podem ser de gênero, raça, classe social,</p><p>deficiência, orientação sexual, entre outras.</p><p>A inclusão é uma forma de valorizar a diversidade de indivíduos e grupos</p><p>que existem em uma sociedade. Busca garantir que todos os indivíduos possam</p><p>participar e contribuir para a sociedade como um todo, independentemente de</p><p>suas diferenças. É importante lembrar que o conceito de inclusão vai além de</p><p>simplesmente tolerar a diversidade, mas sim acolher e promover a igualdade de</p><p>direitos e oportunidades.</p><p>Ao longo dos anos, muitos governos têm feito esforços para garantir que</p><p>todas as crianças tenham acesso a uma educação inclusiva. Eles têm adotado</p><p>políticas de inclusão educacional, como a criação de programas e serviços</p><p>especializados, a implementação de recursos em salas de aula regulares, a</p><p>participação dos pais e a capacitação dos professores.</p><p>Além disso, muitos governos têm estabelecido leis e regulamentos que</p><p>exigem que as escolas ofereçam um ambiente inclusivo para todos os alunos,</p><p>independentemente de suas diferenças. Essas medidas visam garantir que todas</p><p>as crianças tenham oportunidades iguais de receber uma educação de qualidade.</p><p>A Declaração de Salamanca é uma importante ferramenta para o avanço</p><p>da educação inclusiva, pois estabelece um conjunto de princípios para que as</p><p>escolas e os professores possam desenvolver seus programas de forma a incluir</p><p>todos os alunos. Incentiva a igualdade de oportunidades, o respeito à diversidade</p><p>e a promoção de um ambiente de aceitação e acolhimento para todos os alunos.</p><p>A Declaração de Salamanca também define que os direitos de cada aluno devem</p><p>ser garantidos, sejam eles direitos à educação, à saúde, à segurança ou à</p><p>proteção (Unesco, 1994).</p><p>Também é essencial que os governos se comprometam em investir na</p><p>inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares, com o objetivo de</p><p>proporcionar a eles o mesmo acesso e oportunidades que os demais alunos. Para</p><p>isso, é preciso que os governos estabeleçam políticas públicas e programas</p><p>específicos que atendam às necessidades dos alunos com deficiência e fomentem</p><p>a inclusão desses alunos nas escolas regulares. Além disso, é necessário que os</p><p>governos promovam a educação inclusiva e conscientizem sobre a importância</p><p>10</p><p>da inclusão de alunos com deficiência na sala de aula para alcançar a plena</p><p>inclusão e integração na sociedade.</p><p>É possível afirmar que a implementação da educação inclusiva requer</p><p>ações concretas e estudos voltados para a compreensão, explicação e solução</p><p>de problemas relacionados à educação especial. Além disso, é necessário que o</p><p>professor esteja preparado para lidar com diferentes habilidades e necessidades</p><p>dos alunos, e que a escola possa oferecer um ambiente adequado para o</p><p>desenvolvimento de todos os alunos. A mudança nas estruturas já existentes e a</p><p>formação de novos profissionais para o ensino inclusivo são fundamentais para o</p><p>sucesso da educação inclusiva.</p><p>A escola também deve fornecer formação aos professores para que eles</p><p>possam lidar com as diferentes necessidades dos alunos. É importante que os</p><p>profissionais da educação sejam conscientizados e treinados para lidar com as</p><p>diferentes necessidades educacionais dos alunos.</p><p>Por fim, é necessário que haja políticas públicas de educação inclusiva que</p><p>promovam o acesso e a participação de todos os estudantes, independentemente</p><p>de suas características ou necessidades. Essas políticas devem incluir ações</p><p>afirmativas para garantir que os alunos com deficiência tenham acesso aos</p><p>serviços educacionais e às oportunidades que lhes permitam desenvolver suas</p><p>habilidades e aptidões.</p><p>TEMA 4 – PERSPECTIVA HISTÓRICA DA INCLUSÃO</p><p>A educação inclusiva é um conceito que tem sido cada vez mais difundido</p><p>e compreendido, desenvolvendo-se ao longo da história da educação. Essa</p><p>abordagem da educação tem como objetivo principal a criação de um ambiente</p><p>escolar inclusivo em que todos os alunos possam ter oportunidades iguais de</p><p>desenvolvimento e aprendizagem.</p><p>A inclusão, na perspectiva da história da educação inclusiva, refere-se à</p><p>ideia de que todos os alunos devem ter acesso a uma educação de qualidade,</p><p>independentemente de suas habilidades, necessidades ou condições. Essa</p><p>abordagem concentra-se na ideia de fornecer aos alunos recursos e acesso à</p><p>educação, sem discriminação, de modo que todos possam receber apoio e ajuda</p><p>para alcançar seus objetivos educacionais.</p><p>A exclusão, por outro lado, é o oposto da inclusão na perspectiva da história</p><p>da educação inclusiva. Essa abordagem concentra-se em excluir alunos de</p><p>11</p><p>determinadas áreas de aprendizagem ou de atividades escolares, negando-lhes</p><p>o direito de participação e acesso. Além disso, a exclusão também se refere a</p><p>atitudes e comportamentos que marginalizam ou discriminam alunos com</p><p>características ou habilidades diferentes dos demais. Assim, a inclusão, na</p><p>perspectiva da história da educação inclusiva, representa a ideia de que todos os</p><p>alunos devem ter acesso a uma educação de qualidade, enquanto a exclusão se</p><p>concentra na negação de acesso e discriminação de alunos com habilidades ou</p><p>características diferentes.</p><p>A lei e seus avanços asseguram que a educação seja acessível e inclusiva</p><p>para todos os estudantes, garantindo assim o direito à educação para pessoas</p><p>com deficiência. Essa lei também contribui para a criação de ambientes inclusivos</p><p>nas escolas, bem como para a criação de programas educacionais especiais, que</p><p>são adaptados às necessidades das pessoas com deficiência. Além disso, a lei</p><p>promove ações que visam ao aumento da qualidade da educação para pessoas</p><p>com deficiência, como a melhoria do acesso a materiais e recursos educacionais</p><p>especiais, além de profissionais qualificados que possam atender às</p><p>necessidades específicas das pessoas com deficiência.</p><p>Por último, é importante que haja um ambiente escolar acolhedor e</p><p>inclusivo que valorize e incentive a participação dos alunos com deficiência. Isso</p><p>significa que os adultos responsáveis pelo ensino devem criar um ambiente de</p><p>respeito, aceitação e apoio, que</p><p>incentive a participação dos alunos com</p><p>deficiência, promovendo a inclusão de todos os alunos na comunidade escolar.</p><p>Por isso, a educação inclusiva e o direito à educação para todos são</p><p>fundamentais para o desenvolvimento de um ambiente escolar acolhedor e justo,</p><p>que respeita e valoriza todas as diferenças de forma igualitária. É preciso que</p><p>todos se envolvam para que a inclusão seja bem-sucedida, pois só assim é</p><p>possível garantir que todos os alunos tenham uma educação de qualidade que os</p><p>prepare para um futuro mais promissor.</p><p>A inclusão também pode ser promovida pela criação de ambientes de</p><p>trabalho que sejam seguros e acolhedores para todos os seus membros,</p><p>independentemente de sua origem ou identidade. É importante que os</p><p>empregadores implementem medidas para garantir que todos os empregados</p><p>possam desempenhar seu trabalho em um ambiente livre de discriminação e</p><p>preconceitos. Por fim, as empresas e governos precisam promover a inclusão de</p><p>forma ativa, por meio de programas para contratação e capacitação de pessoas</p><p>marginalizadas. Assim, é possível criar uma sociedade inclusiva e diversa, em</p><p>12</p><p>que todos sejam respeitados e valorizados.</p><p>TEMA 5 – EDUCAÇÃO, INCLUSÃO E PROCESSOS CONVERGENTES</p><p>A Educação Inclusiva é um processo que visa proporcionar o acesso, a</p><p>participação e o sucesso de todos os alunos, independentemente de sua</p><p>capacidade, etnia, origem ou deficiência. O objetivo é aproximar todos os alunos</p><p>e proporcionar a eles uma experiência educacional que reconheça suas</p><p>diferenças e habilidades, promovendo o desenvolvimento de todos.</p><p>A aproximação da Educação Inclusiva pode ser alcançada por meio de uma</p><p>abordagem sistemática de ensino que reconheça e valorize as diferenças de todos</p><p>os alunos. Isso significa que a escola deve criar e implementar medidas para</p><p>envolver todos os alunos nos processos de ensino e aprendizagem. Essas</p><p>medidas incluem o fornecimento de materiais de apoio aos alunos, tais como</p><p>recursos audiovisuais e materiais adaptados para alunos com deficiência.</p><p>Além disso, é importante que os professores estejam preparados para</p><p>oferecer aulas inclusivas e que todos os alunos tenham acesso a recursos e</p><p>suportes educacionais apropriados. A convergência da Educação Inclusiva pode</p><p>ser alcançada por meio de uma série de medidas que visem aumentar o acesso</p><p>à educação para todos. Por exemplo, é importante que os governos e as escolas</p><p>tomem medidas para tornar os ambientes educacionais acessíveis a todos. Isso</p><p>inclui proporcionar equipamentos e recursos educacionais acessíveis e fornecer</p><p>treinamento aos professores e outros profissionais para que eles possam oferecer</p><p>um ensino inclusivo.</p><p>Além disso, é necessário fornecer recursos financeiros para permitir que as</p><p>escolas criem programas e serviços para atender às necessidades dos alunos</p><p>com deficiência. A aproximação e a convergência da Educação Inclusiva são</p><p>processos contínuos e que exigem compromisso a longo prazo para garantir o</p><p>acesso de todos os alunos à educação.</p><p>É fundamental que as escolas e os governos trabalhem em conjunto para</p><p>garantir que as políticas de educação inclusiva sejam implementadas</p><p>efetivamente e que possam ser aplicadas a todos os alunos, independentemente</p><p>de sua capacidade, etnia, origem ou deficiencia.</p><p>A escola inclusiva é, portanto, aquela que promove a inclusão verdadeira,</p><p>oferecendo aos alunos oportunidades iguais e os estímulos necessários para o</p><p>seu desenvolvimento. Essa escola aborda o tema da inclusão de forma</p><p>abrangente, reconhecendo que um ambiente inclusivo deve focar na qualidade da</p><p>13</p><p>educação e na valorização das diferenças individuais. Além disso, a escola inclu-</p><p>siva tem como premissa a necessidade de trabalhar com a família e a comunidade</p><p>para promover um ambiente de aprendizagem saudável e estimulante.</p><p>Dessa forma, visando alcançar os objetivos propostos, as escolas devem</p><p>garantir acesso, participação e sucesso a todos os alunos, independentemente de</p><p>diferenças culturais, físicas ou intelectuais. Para isso, devem oferecer</p><p>oportunidades de aprendizado para todos, a fim de proporcionar o</p><p>desenvolvimento de habilidades necessárias para a vida. É necessário também</p><p>que a escola se comprometa com a inclusão, promovendo ações que abrangem</p><p>todos os alunos e construindo um ambiente que estimule o respeito às diferenças,</p><p>bem como o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais. A escola deve</p><p>também fornecer serviços de apoio especializados, como terapia, para que os</p><p>alunos com deficiência possam desenvolver seu máximo potencial.</p><p>Portanto, o princípio da inclusão e educação para todos é defender que</p><p>todos os alunos tenham acesso ao mesmo nível de ensino, independentemente</p><p>de quaisquer outras diferenças sociais, econômicas ou culturais. A inclusão e a</p><p>educação devem ser garantidas por meio de políticas públicas que visem à</p><p>qualificação dos professores, à melhoria das instalações físicas e à</p><p>conscientização da comunidade escolar. Ao mesmo tempo, é necessário que</p><p>todos os envolvidos continuem lutando para que essa realidade se torne efetiva.</p><p>14</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>BRASIL. Lei n. 7.853, de 24 de outubro de 1989. Diário Oficial da União, Poder</p><p>Legislativo, Brasília, DF, 25 out. 1989.</p><p>BRASIL. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.</p><p>Brasília: CNE, 2001.</p><p>. Parâmetros curriculares nacionais: adaptações curriculares. Brasília: MEC</p><p>– SEF/Seesp, 1998.</p><p>BUENO, J. G. S. A educação do deficiente auditivo no Brasil. In:</p><p>BRASIL/MEC/SEESP. Tendências e desafios da educação especial. Brasília:</p><p>SEESP, 1994, p. 35-49.</p><p>_____. Educação especial brasileira: integração/segregação do aluno diferente.</p><p>São Paulo: EDUC, 1993.</p><p>_____. A inclusão de alunos deficientes nas classes comuns do ensino regular.</p><p>Temas sobre o Desenvolvimento, São Paulo, v. 9, n. 8, 2001, p. 21-27.</p><p>CARDOSO, M. Espaço para a inclusão. Novolhar, ano 10, n. 47. set./out. 2012.</p><p>CECCIM, R. B. Exclusão e alteridade: de uma nota de imprensa a uma nota sobre</p><p>deficiência mental. In: SKLIAR, C. (org.) Educação e exclusão: abordagens</p><p>socioantropológicas em educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1997.</p><p>DECHICHI, C. 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Simplesmente Igreja: um olhar sobre inclusão de pessoas com</p><p>deficiência em busca de contribuições para uma práxis comunitária inclusiva.</p><p>Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade do Vale do Rio dos Sinos,</p><p>São Leopoldo, 2008.</p><p>UNESCO. Declaração de Salamanca sobre princípios, política e práticas na área</p><p>das necessidades educativas especiais. Salamanca, Espanha, 10 de junho de</p><p>1994.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>TEMA 1 – HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL</p><p>TEMA 2 – BRASIL E SEU DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DAS DEFICIÊNCIAS</p><p>TEMA 3 – INCLUSÃO CONCEITUAL</p><p>TEMA 4 – PERSPECTIVA HISTÓRICA DA INCLUSÃO</p><p>TEMA 5 – EDUCAÇÃO, INCLUSÃO E PROCESSOS CONVERGENTES</p><p>REFERÊNCIAS</p>

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