Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

<p>Aula 12 - Prof Lígia</p><p>Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos</p><p>Específicos</p><p>Autor:</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva</p><p>Caldas Júnior, Guilherme</p><p>Gasparini, Ligia Carvalheiro</p><p>Fernandes</p><p>28 de Abril de 2024</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Sumário</p><p>1. Gestão em Enfermagem - Parte 2 3</p><p>1.1 - Dimensionamento da equipe de enfermagem 3</p><p>1.2 - Indicadores de assistência e gestão 14</p><p>1.3 - Trabalho em equipe 24</p><p>1.4 - Gestão de Materiais 27</p><p>1.5 - Noções de Auditoria em Saúde 33</p><p>Questões Comentadas 41</p><p>Lista de Questões 62</p><p>1</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>INFORMAÇÕES IMPORTANTES</p><p>Esta é a nossa segunda parte da aula. Dividi desta forma</p><p>para que ficasse mais agradável para você estudar. Como</p><p>a construção do pdf se baseia em estatísticas de</p><p>cobranças em prova, peço que você não deixe de estudar</p><p>absolutamente nada que está aqui.</p><p>Chamo a atenção para o dimensionamento de</p><p>enfermagem, visto que muita gente tem dificuldade de</p><p>aplicação na prática, ainda mais, quando atua em setores</p><p>específicos, no entanto, aqui é tudo teórico! Vamos seguir</p><p>pela literalidade da lei pois é dessa forma que aparece</p><p>nas provas. É um assunto cheio de números e você deve</p><p>focar em todos eles!</p><p>Mesmo que você prefira estudar por vídeos, peço que se</p><p>dedique também neste pdf para que você treine sua</p><p>capacidade de interpretação dos conteúdos e realize as</p><p>questões separadas cuidadosamente e, desta forma, te</p><p>trará uma noção clara e real dos seus pontos fortes e</p><p>fracos. Excelente aula para você!</p><p>Deixarei abaixo meus contatos para quaisquer dúvidas ou sugestões.</p><p>E-mail: licarfe@gmail.com</p><p>Instagram: https://www.instagram.com/enfermagemesus</p><p>Youtube: https://www.youtube.com/@enfermagemesus</p><p>2</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>1. GESTÃO EM ENFERMAGEM - PARTE 2</p><p>1.1 - Dimensionamento da equipe de enfermagem</p><p>E já começaremos com uma polêmica, visto que a RESOLUÇÃO COFEN 543/2017 foi revogada!</p><p>Até o presente momento, temos a RESOLUÇÃO COFEN 743/2024 que traz apenas esta</p><p>informação:</p><p>Art. 1º Revogar a Resolução Cofen nº 543, de 18 de abril de 2017, que atualiza e</p><p>estabelece parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de</p><p>Enfermagem nos serviços/locais em que são realizadas atividades de</p><p>enfermagem, publicada no Diário Oficial da União nº 86, de 8 de maio de 2017,</p><p>Seção 1, páginas 119-121.</p><p>Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.</p><p>Diante desse quadro, o Cofen aprovou o Parecer Normativo n. 01, de 12 de março de 2024, que</p><p>dispõe sobre os parâmetros de planejamento da força de trabalho da Enfermagem pelo</p><p>enfermeiro. O documento apresenta as modelagens ideais para a execução do</p><p>dimensionamento, nos limites das decisões judiciais que estão em vigor.</p><p>Assim, é sobre tal parecer que veremos, a seguir:</p><p>PARECER NORMATIVO Nº 1/2024/COFEN</p><p>Parâmetros para o planejamento da força de trabalho da Enfermagem pelo Enfermeiro</p><p>I. DO RELATÓRIO</p><p>Trata-se de necessidade de esclarecimentos requeridas pelos profissionais de Enfermagem, e da</p><p>Fiscalização dos Conselhos Regionais, para revisão e atualização de parâmetros que subsidiem o</p><p>planejamento, controle, regulação e avaliação das atividades assistenciais de Enfermagem,</p><p>considerando os avanços tecnológicos, bem como demandas judiciais que pugnam pela</p><p>incompetência dos Conselhos de Fiscalização Profissional para normatizar matéria relativa a</p><p>dimensionamento de força de trabalho.</p><p>II. DA FUNDAMENTAÇÃO</p><p>Com a missão de disciplinar, normatizar e fiscalizar o exercício ético, legal e seguro da</p><p>Enfermagem, o Conselho Federal de Enfermagem, motivado em cumprir e fazer cumprir seus</p><p>valores institucionais, de proteger a população e os profissionais de Enfermagem, zelar pelo bom</p><p>conceito da profissão, prezar pela segurança dos pacientes, bem como defender as boas práticas</p><p>assistenciais nos serviços de saúde, elaborou o presente normativo. [aqui ele justifica a edição</p><p>deste parecer]</p><p>Este parecer, objetiva amparar todos os profissionais de Enfermagem e Instituições de Saúde no</p><p>que se refere à relação mínima necessária entre quantitativo de trabalho e de pessoal, que</p><p>ofereça condições de segurança na atenção à saúde, assim como possibilite a promoção da</p><p>saúde ocupacional destes profissionais. A organização de serviços seguros por parte de gestores</p><p>3</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>públicos e privados, dependem deste parâmetro de qualidade. [note que tais parâmetros</p><p>mínimos não dizem respeito só ao público]</p><p>Prestar cuidado seguro aos doentes é uma das maiores responsabilidades em saúde de todos os</p><p>tempos. É possível resgatar da história, que a segurança do paciente tem sido elencada como um</p><p>requisito mínimo para a qualidade do cuidado, como expôs Hipócrates há mais de dois mil anos</p><p>quando enunciou: “primun non nocere”, ou seja, “primeiro não ferir”. Já Florence Nightingale</p><p>reforça ao proferir: “pode parecer um princípio estranho anunciar como requisito básico, e em</p><p>um hospital, que não se deve causar dano ao doente”. [ênfase na segurança do paciente, tanto</p><p>historicamente, quanto às normativas atuais, que virão na sequência.]</p><p>No Brasil, a Portaria nº 529/2013 do Ministério da Saúde, instituiu o Programa Nacional de</p><p>Segurança do Paciente (PNSP) com intuito de promover e apoiar a implementação de iniciativas</p><p>voltadas à segurança das pessoas sob cuidados de saúde e afirma:</p><p>PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 [obviamente, se for necessário uma aula específica</p><p>deste tema, você terá isoladamente].</p><p>Art. 4º Para fins desta Portaria, são adotadas as seguintes DEFINIÇÕES: [as benditas definições]</p><p>I – Segurança do Paciente: redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário</p><p>associado ao cuidado de saúde;</p><p>II – dano: comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo,</p><p>incluindo-se doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser</p><p>físico, social ou psicológico;</p><p>III – incidente: evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano</p><p>desnecessário ao paciente;</p><p>IV – Evento adverso: incidente que resulta em dano ao paciente;</p><p>V – Cultura de Segurança: configura-se a partir de cinco características operacionalizadas pela</p><p>gestão de segurança da organização:</p><p>a) cultura na qual todos os trabalhadores, incluindo</p><p>profissionais envolvidos no cuidado e gestores,</p><p>assumem responsabilidade pela sua própria</p><p>segurança, pela segurança de seus colegas,</p><p>pacientes e familiares;</p><p>b) cultura que prioriza a segurança acima de metas</p><p>financeiras e operacionais;</p><p>c) cultura que encoraja e</p><p>recompensa a identificação, a</p><p>notificação e a resolução dos</p><p>problemas relacionados à</p><p>segurança;</p><p>d) cultura que, a partir da</p><p>ocorrência de incidentes,</p><p>promove o aprendizado</p><p>organizacional; e</p><p>e) cultura que proporciona</p><p>recursos, estrutura e</p><p>responsabilização para a</p><p>manutenção efetiva da</p><p>segurança.</p><p>Nesta mesma direção, a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 36 de 2013/ANVISA</p><p>estabelece ações concretas para promoção do cuidado seguro, a saber:</p><p>● identificação correta do paciente, comunicação efetiva entre os profissionais de saúde,</p><p>● segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos,</p><p>4</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>● cirurgia segura,</p><p>de Profissional de Enfermagem (Turn</p><p>Over)</p><p>Definição: relação percentual entre a soma de admissões e demissões,</p><p>dividido por dois e o número de trabalhadores ativos no período/mês,</p><p>multiplicado por 100.</p><p>OBS: Número de admissões: é o número total de trabalhadores admitidos no período/mês.</p><p>Número de demissões: é o número total de trabalhadores desligados da instituição no mês,</p><p>incluindo demissões espontâneas ou provocadas pela instituição e os falecimentos.</p><p>Número de trabalhadores ativos no período/mês: é o número total de trabalhadores que</p><p>compõem o quadro de pessoal de enfermagem, independente do vínculo empregatício (CLT,</p><p>CLF ou cooperados), incluindo as férias.</p><p>Indicador: Taxa de Acidente de Trabalho de Profissionais de Enfermagem</p><p>Definição: relação percentual entre o número de acidentes de trabalho de profissionais de</p><p>enfermagem e o número de trabalhadores ativos no período/mês, multiplicado por 100.</p><p>OBS: Acidente de trabalho é aquele que ocorre no exercício do trabalho a serviço da instituição,</p><p>provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, ou perda, ou redução</p><p>permanente ou temporária da capacidade para o trabalho.</p><p>Número de trabalhadores ativos no período/mês: é o número total de trabalhadores que</p><p>compõem o quadro de pessoal de enfermagem, independente do vínculo empregatício (CLT,</p><p>CLF ou cooperados), incluindo as férias. Não incluir acidente de trajeto.</p><p>32</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>CEBRASPE / EBSERH / 2018 - Julgue o item seguinte. Na gestão da qualidade do serviço de</p><p>enfermagem, os manuais de enfermagem fazem referência a indicadores que metrificam essa</p><p>qualidade; por exemplo, o indicador índice de treinamento de profissionais de enfermagem</p><p>mede o grau de treinamento e capacitação do profissional, desconsiderando-se, nesse caso, os</p><p>cursos de formação profissional.</p><p>Comentários</p><p>Conforme a descrição do Indicador: Índice de Treinamento de Profissionais de Enfermagem,</p><p>deve-se considerar todos os treinamentos/capacitação dentro da carga horária trabalhada de</p><p>cada trabalhador, no entanto, excluir os cursos de formação profissional (técnico e graduação em</p><p>enfermagem) e os de pós-graduação (lato e stricto sensu).</p><p>Alternativa: Certa.</p><p>1.3 - Trabalho em equipe</p><p>O trabalho em equipe é considerado essencial para o funcionamento adequado do processo de</p><p>trabalho em saúde, no qual os trabalhos são compartilhados entre indivíduos, que do seu</p><p>conjunto coletivo extraem o sucesso para a realização pretendida.</p><p>As principais dificuldades de gestão do trabalho coletivo em saúde dizem respeito: à relação</p><p>entre sujeitos individuais e coletivos; à história das profissões de saúde e o seu exercício no</p><p>cenário do trabalho coletivo institucionalizado e à complexidade do jogo político e econômico</p><p>que delimita o cenário das situações de trabalho.</p><p>Acredito que o primeiro ponto que temos que considerar é a comparação com GRUPOS DE</p><p>TRABALHO.</p><p>Grupos de trabalho consistem na reunião de duas ou mais pessoas que visam à realização de um</p><p>objetivo. Nesse sentido, cada um de seus componentes usam o grupo e suas relações sociais</p><p>como forma de satisfação de suas necessidades. O desempenho do grupo é resultado da soma</p><p>das contribuições individuais de seus integrantes, sem qualquer sinergia entre eles. Tem como</p><p>características a responsabilidade individual, habilidades aleatórias de seus integrantes e</p><p>relacionamentos informais.</p><p>Os grupos em uma organização podem ser:</p><p>➔ formais (de comando/funcional e de tarefa/projeto)</p><p>➔ informais (de interesse e de amizade/afinidade).</p><p>Já uma equipe de trabalho é a reunião de pessoas em um esforço coordenado, visando objetivos</p><p>comuns. Tem, assim, como característica a sinergia entre seus integrantes, de modo que seu</p><p>desempenho é superior à soma das contribuições individuais. Além disso, a responsabilidade é</p><p>coletiva, a habilidade de seus integrantes é complementar e os relacionamentos coesos. Uma</p><p>equipe seria uma evolução dos grupos de trabalho.</p><p>Assim, são requisitos para que um grupo se torne uma equipe:</p><p>33</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>➔ O estabelecimento de objetivos e metas comuns;</p><p>➔ A alternância de liderança;</p><p>➔ A fluidez do processo de comunicação entre todos os membros.</p><p>COMPARAÇÃO GRUPOS DE TRABALHO EQUIPE</p><p>Objetivos Podem ou não apresentar algum</p><p>objetivo geral comum</p><p>Possuem objetivos gerais e</p><p>específicos em comum</p><p>Atividades Não são complementares Atividades complementares e que</p><p>demandam convergências de</p><p>esforços dos membros.</p><p>Relação Em geral, não existe</p><p>interdependência.</p><p>Existem interdependência</p><p>complexa.</p><p>Integração Dispersiva e casual Proposital e concentrada</p><p>Meta Trocam e compartilham informações Coordenação de esforços e</p><p>desempenho coletivo</p><p>Sinergia Neutros (às vezes negativo) Positiva</p><p>Responsabilidades Individuais Individuais e mútuas</p><p>Habilidades Aleatórias e variadas Complementares e correlatas</p><p>Fonte de monitoramento Externa Interna</p><p>Foco Tarefas específicas Resolução de problemas</p><p>Liderança Liderança única Liderança compartilhada</p><p>CATEGORIAS DE EQUIPE:</p><p>➔ Pseudoequipe: esse tipo de grupo pode definir um trabalho a ser feito, mas não se</p><p>preocupa com o desempenho coletivo, nem tenta conquistá-lo.</p><p>➔ Grupo de Trabalho: os membros desse grupo não vêem nenhuma razão para se</p><p>transformarem numa equipe. Podem partilhar informações entre si, porém</p><p>responsabilidades e objetivos, por exemplo, pertencem a cada indivíduo.</p><p>➔ Equipe Potencial: esse grupo quer produzir um trabalho conjunto. No entanto, os</p><p>membros precisam de esclarecimentos e orientações sobre sua finalidade e objetivos.</p><p>➔ Equipe Real: uma equipe real compõe-se de poucas pessoas, mas com habilidades</p><p>complementares e comprometidas umas com as outras por intermédio de missão e</p><p>objetivos comuns. Registra-se a confiança entre os membros do grupo.</p><p>34</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>➔ Equipe de Alto Desempenho: este grupo atende a todas as condições de uma equipe real</p><p>e tem um comprometimento profundo entre seus membros com o intuito de crescimento</p><p>pessoal de cada um.</p><p>TITULARIDADE DAS EQUIPES</p><p>➔ Equipes funcionais: compostas por uma chefia e seus subordinados diretos. Essas equipes</p><p>têm regras claras no que se refere ao processo de tomada de decisões, à liderança e</p><p>gerenciamento.</p><p>➔ Equipes interfuncionais ou multidisciplinares: que combinam diferentes habilidades em</p><p>torno de um objetivo ou vários departamentos funcionais para resolver problemas mútuos.</p><p>Essas equipes podem ser, inclusive, permanentes ou temporárias.</p><p>➔ Equipes autogerenciáveis: envolvem grupos de pessoas bem integradas, que são</p><p>responsáveis por todo um processo de trabalho, por seu planejamento e melhoria</p><p>contínua. Os membros desse tipo de equipe trabalham em conjunto e se autogerenciam</p><p>para enfrentar os problemas do dia a dia, além de planejar e controlar suas atividades.</p><p>FAURGS / SES-RS / 2022 - Considere as situações abaixo quanto à gestão do trabalho e ao</p><p>trabalho em equipe em saúde.</p><p>I - A relação entre sujeitos individuais e coletivos.</p><p>II - A história das profissões de saúde e o seu exercício no cenário do trabalho coletivo</p><p>institucionalizado.</p><p>III- A complexidade do jogo político e econômico, que delimita o cenário das situações de</p><p>trabalho.</p><p>Quais estão entre as principais dificuldades relacionadas a tal tema?</p><p>A Apenas I.</p><p>B Apenas I e II.</p><p>C Apenas III.</p><p>D Apenas II e III.</p><p>E I, II e III.</p><p>Comentários</p><p>O trabalho em equipe é considerado essencial para o funcionamento</p><p>adequado do processo de</p><p>trabalho em saúde, no qual os trabalhos são compartilhados entre indivíduos, que do seu</p><p>conjunto coletivo extraem o sucesso para a realização pretendida. A primeira afirmativa é</p><p>verdadeira.</p><p>35</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>As principais dificuldades de gestão do trabalho coletivo em saúde dizem respeito: à relação</p><p>entre sujeitos individuais e coletivos; à história das profissões de saúde e o seu exercício no</p><p>cenário do trabalho coletivo institucionalizado e à complexidade do jogo político e econômico</p><p>que delimita o cenário das situações de trabalho. As duas últimas afirmativas são verdadeiras.</p><p>Alternativa: E.</p><p>1.4 - Gestão de Materiais</p><p>A administração ou o gerenciamento de materiais nessas organizações</p><p>compreende o “processo gerencial para aquisição e disponibilização de</p><p>produtos já manufaturados, essenciais para a produção de serviços de</p><p>saúde.”</p><p>A administração de materiais envolve a totalidade dos fluxos de materiais de uma organização,</p><p>compreendendo a programação, a compra, a recepção, o armazenamento no almoxarifado, a</p><p>movimentação de materiais, o transporte interno e o armazenamento no depósito de produtos</p><p>acabados.</p><p>Materiais são produtos que podem ser armazenados, distribuídos e consumidos para a produção</p><p>de serviços, compondo um processo com as seguintes atividades principais:</p><p>➔ Programação</p><p>➔ Compra</p><p>➔ Recepção</p><p>➔ Armazenamento</p><p>➔ Distribuição</p><p>➔ Controle</p><p>Nos hospitais e unidades de saúde, os materiais têm diferentes classificações. Quanto à</p><p>DURABILIDADE:</p><p>MATERIAIS DE CONSUMO</p><p>Materiais de consumo são estocados e com o</p><p>uso acabam perdendo suas propriedades,</p><p>sendo consumíveis, tendo uma duração de no</p><p>máximo dois anos como, por exemplo,</p><p>esparadrapos, extensões para oxigênio,</p><p>inaladores, seringas, agulhas e outros.</p><p>MATERIAIS PERMANENTE*</p><p>Materiais permanentes são aqueles que não</p><p>são estocáveis, ou que permitem apenas uma</p><p>estocagem temporária, transitória,</p><p>apresentando um tempo de vida útil igual ou</p><p>superior a dois anos, constituem o patrimônio</p><p>da instituição, como por exemplo, mobiliários,</p><p>equipamentos, instrumentais e outros.</p><p>* Em complemento, na classificação da despesa serão adotados os seguintes parâmetros EXCLUDENTES</p><p>tomados em conjunto, para a identificação do material permanente:</p><p>I - Durabilidade, quando o material em uso normal perde ou tem reduzidas as suas condições de</p><p>funcionamento, no prazo máximo de dois anos;</p><p>36</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>II - Fragilidade, cuja estrutura esteja sujeita a modificação, por ser quebradiço ou deformável,</p><p>caracterizando-se pela irrecuperabilidade e/ou perda de sua identidade;</p><p>III - Perecibilidade, quando sujeito a modificações (químicas ou físicas) ou que se deteriora ou perde sua</p><p>característica normal de uso;</p><p>IV - Incorporabilidade, quando destinado à incorporação a outro bem, não podendo ser retirado sem</p><p>prejuízo das características do principal; e</p><p>V - Transformabilidade, quando adquirido para fim de transformação.</p><p>Mas, existem ainda, outras classificações para os materiais de acordo com o uso a que se</p><p>destinam (oxigenoterapia, cateterismo), dimensão (pequeno, médio e grande), custo, matéria</p><p>prima (plásticos, silicone, metais, cerâmica, vidro), função (material fixo, móvel ou circulante),</p><p>função da guarda (perecível, inflamável, frágil, pesado, tóxico) e etc.</p><p>A PADRONIZAÇÃO DE MATERIAIS está dentro do item PROGRAMAÇÃO e é essencial dada a</p><p>variedade de bens e produtos que têm a mesma finalidade técnica e indicações de uso,</p><p>consistindo, portanto, na determinação do produto específico para procedimentos específicos,</p><p>com o objetivo de diminuir a diversidade desnecessária de alguns itens e normatizar o uso de</p><p>similares. É realizada por meio do estabelecimento de critérios objetivos de indicação técnica do</p><p>uso do material, e do custo-benefício.</p><p>Ao realizar a padronização assistenciais, o enfermeiro deve considerar os aspectos relacionados</p><p>com os riscos e impactos de sua utilização para os pacientes, trabalhadores e ambiente.</p><p>A padronização, particularmente, oferece resultados compensadores,</p><p>tanto do ponto de vista econômico como técnico, facilitando a</p><p>administração de materiais, sobretudo a previsão, pela redução de itens.</p><p>Melhora também a organização e o controle dos materiais e diminui o</p><p>desperdício.</p><p>Como exemplo de padronização, pode ser citada a necessidade de normatização de cateteres</p><p>venosos utilizados pela enfermagem, que diferem em características, como biocompatibilidade,</p><p>tempo de permanência, preço e segurança para o usuário. Portanto, somente por meio de uma</p><p>avaliação rigorosa, poderá ser determinada a indicação do cateter, analisando-se o benefício para</p><p>o paciente, o risco ocupacional, o impacto ambiental e a disponibilidade de recursos financeiros.</p><p>Ainda dentro da PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS, tem-se a CLASSIFICAÇÃO (material para</p><p>adulto, criança e etc) e, na sequência, de forma muito mais detalhada, vem a ESPECIALIZAÇÃO</p><p>TÉCNICA que compreende uma descrição minuciosa do material, pois representa, com precisão,</p><p>aquilo que se deseja adquirir, o que impõe, principalmente às instituições públicas, uma rigorosa</p><p>análise do produto no que se refere às características de fabricação, utilização e desempenho. É</p><p>também um meio de comunicação entre a área técnica e a área administrativa.</p><p>A especificação tem início com o nome do produto, devendo constar dados a respeito da:</p><p>➔ indicação de uso;</p><p>➔ desempenho técnico;</p><p>➔ matéria-prima de fabricação;</p><p>➔ dimensões, tamanhos;</p><p>➔ acabamento;</p><p>➔ embalagem;</p><p>37</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>➔ propriedades físico-químicas;</p><p>➔ método de esterilização e prazo de validade;</p><p>➔ código e procedência; entre outros.</p><p>Outro item da PROGRAMAÇÃO, é a PREVISÃO, ou seja, consiste em fazer levantamento das</p><p>necessidades da unidade de enfermagem, identificando a quantidade e a especificidade deles</p><p>para suprir essas necessidades.</p><p>Prever significa “conhecer com antecipação; antever”.</p><p>E para realizar essa função em uma unidade de enfermagem o enfermeiro deve definir através de</p><p>um levantamento as necessidades de recursos, identificando a quantidade e a especificidade</p><p>deles. Além da quantidade e da especificidade dos materiais necessários o enfermeiro ao realizar</p><p>a previsão deve estar considerando também: a especificidade da unidade; as características da</p><p>clientela; a frequência no uso dos materiais, o número de leitos na unidade; o local de guarda; a</p><p>durabilidade do material e a periodicidade da reposição do material.</p><p>A estimativa do quantitativo consumo mensal pode ser representada pela seguinte expressão:</p><p>CM = CMM + ES</p><p>CM: cota mensal CMM: consumo médio mensal ES: estoque de segurança</p><p>O CONSUMO MÉDIO MENSAL (CMM) é a</p><p>média dos valores do material utilizado nos</p><p>últimos meses divididos pelo número de</p><p>meses. A cota mensal com base na média</p><p>aritmética móvel é o método mais usado no</p><p>meio hospitalar, pois torna possível prever o</p><p>consumo para o período seguinte, conforme o</p><p>consumo médio do período anterior. Esse</p><p>período é arbitrário, mas recomenda-se que</p><p>seja, no mínimo, de 3 meses ou mais, ou igual</p><p>a 12 meses.</p><p>O ESTOQUE DE SEGURANÇA (ES), ou</p><p>estoque mínimo, é a quantidade de cada item</p><p>que deve ser mantida como reserva para</p><p>garantir a continuidade do atendimento caso</p><p>haja elevação brusca no consumo ou atraso no</p><p>suprimento. A maneira mais simples e</p><p>empírica de se calcular o ES é acrescentar à</p><p>cota mensal 10 a 20% do CMM, somado ao</p><p>consumo diário</p><p>durante o tempo de reposição</p><p>(CTR).</p><p>Com base na previsão, é que se faz a COMPRA e, no serviço público, teremos, aqui, a</p><p>elaboração do ESTUDO TÉCNICO PRELIMINAR, TERMO DE REFERÊNCIA E LICITAÇÃO.</p><p>Após, segue-se com as demais fases de RECEPÇÃO (conferência), ARMAZENAMENTO (com</p><p>observação ao vencimento) e DISTRIBUIÇÃO.</p><p>O material deve ser acondicionado em estantes, armários, estrados, prateleiras, gavetas ou em</p><p>pilhas seguindo normas técnicas para evitar riscos de queda, achatamento, deterioração, perda e</p><p>outros”.</p><p>➔ De modo geral ao se realizar a guarda do material é importante:</p><p>➔ Observar a facilidade de visualização para o pessoal;</p><p>➔ Evitar riscos de contaminação (poeira, umidade, luz entre outros);</p><p>38</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>➔ Garantir a facilidade de realização de inventários, reposição e controle (por exemplo,</p><p>através do uso de fichas por número e espécie);</p><p>➔ Proporcionar rigoroso controle;</p><p>➔ Possibilitar à equipe de enfermagem o acesso aos materiais conforme as necessidades do</p><p>Serviço de Enfermagem.</p><p>➔ Evitar o sub-estoque e a guarda descentralizada, o que pode dificultar o controle e</p><p>favorecer o desvio.</p><p>A distribuição tem a ver com PROVER!</p><p>A provisão diz respeito à reposição de materiais na unidade de</p><p>enfermagem e o mapa de consumo de material auxilia também na</p><p>realização dessa etapa. Como se o estoque estivesse todo num</p><p>almoxarifado central e fosse necessário fazer o pedido para a própria</p><p>Seção.</p><p>O sistema de reposição pode ser realizado de quatro formas:</p><p>➔ Sistema de reposição por tempo: em épocas predeterminadas as cotas são repostas</p><p>integralmente. É a forma mais utilizada na enfermagem, porém propicia a formação de</p><p>grandes estoques na unidade. Ex. pedidos mensais, diários, etc.</p><p>➔ Sistema de reposição por quantidade: quando o estoque chega a um nível mínimo,</p><p>denominado de estoque de reposição, é feita a reposição do material tendo por base a</p><p>cota pré determinada, independente de um prazo estipulado. Se bem utilizado, pode</p><p>revelar-se bastante vantajoso, mas pode ocasionar falta de material caso não seja</p><p>observado, constantemente, o nível mínimo de estoque.</p><p>➔ Sistema de reposição por quantidade e tempo: é estabelecida uma cota para um</p><p>determinado tempo, e em uma época predeterminada, é feita a solicitação de materiais na</p><p>quantidade necessária para repor o estoque. Este método colabora para o não</p><p>esquecimento da emissão de solicitação de material e evita o aumento de estoque, sua</p><p>realização depende de que se disponha de estudo frequente da previsão de materiais.</p><p>➔ Sistema de reposição imediata por quantidade: os materiais são encaminhados</p><p>diariamente ou com uma frequência ainda maior, para a unidade, de acordo com o</p><p>consumo. Verifica-se um inconveniente nesta forma de reposição, é quando ocorre o</p><p>esquecimento do débito de material, ficando a unidade desfalcada.</p><p>Sequencialmente, vem a fase do CONTROLE. Ela auxilia no desenvolvimento das demais</p><p>funções, pois fornece dados para a previsão, propicia informações sobre a qualidade e a</p><p>durabilidade do material, diminui o extravio, aumenta a eficiência dos equipamentos – e assim</p><p>garante uma utilização apropriada dos recursos materiais, a continuidade da assistência ao</p><p>paciente e a diminuição dos custos relacionados aos materiais.</p><p>O controle dos materiais pode ser feito de diversas maneiras através do método ABC (classifica</p><p>os materiais segundo custo para a instituição); sistema de troca/reposição; uso de cadernos com</p><p>o número de patrimônio e quantidade; fichas técnicas e atualmente o uso do computador.</p><p>Para que se possa ter o controle dos materiais, antes de tudo, é necessário que</p><p>se tenha uma relação dos mesmos, o que se consegue através do INVENTÁRIO</p><p>que consiste na verificação de todo o material para comprovar a existência e a</p><p>39</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>exatidão dos estoques registrados (saber o que se tem o necessário para</p><p>atender à demanda e o que comprar – controle).</p><p>O INVENTÁRIO proporciona ter dados corretos e precisos sobre o patrimônio das instituições de</p><p>saúde, o que é necessário para que se possam realizar planejamentos objetivos e para evitar</p><p>gastos e desperdícios desnecessários.</p><p>Os inventários podem ser:</p><p>➔ Gerais – realizados no final do exercício fiscal da empresa, através da contagem de todos</p><p>os itens do estoque, não possibilitando reconciliações ou ajustes, nem a análise das causas</p><p>das diferenças;</p><p>➔ Rotativos - realizados através de uma programação mensal para determinados itens a cada</p><p>mês, sem necessidade de paralisação do serviço, possibilitando a análise das causas e</p><p>diferenças e, portanto, um melhor controle.</p><p>Uma outra classificação essencial dentro da gestão de materiais é sobre a criticidade e custos:</p><p>CRITICIDADE: atenção, pois há muita subjetividade na classificação!</p><p>➔ X: Menor criticidade. Sua falta não acarreta danos ou riscos e apresentam facilidade na sua</p><p>obtenção.</p><p>➔ Y: Criticidade média. Podendo ser substituídos por outros e encontrados no mercado com</p><p>relativa facilidade.</p><p>➔ Z: Alta criticidade. São imprescindíveis, não podendo ser substituídos por outros, ou são</p><p>de difícil acesso no mercado. Por isso, precisam de um controle melhor porque não</p><p>podem faltar na organização.</p><p>CUSTO: utiliza mais critério quantitativos e objetivos.</p><p>➔ A: representam 20% do seu estoque e 80% do faturamento. Os de classe A, embora em</p><p>menor número, são os de maior custo ou investimento e, por isso, possuem maior</p><p>importância quanto à forma de gerenciá-los. Este raciocínio tem grande relação com o</p><p>Diagrama de Pareto (Regra 80/20)</p><p>➔ B: representam 30% do seu estoque e 15% do faturamento. Tem importância, quantidade</p><p>evalor intermediário. Ou seja, é um grupo intermediário e com boa margem de</p><p>contribuição, por isso precisa de uma gestão moderada.</p><p>➔ C: representam 50% do seu estoque e 5% do faturamento. É um grupo de produtos</p><p>menos importante em termos de movimentação, no entanto, requer atenção pelo fato de</p><p>gerar custo para manter no estoque.</p><p>40</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>MANUTENÇÃO</p><p>Para que a equipe de saúde possa desenvolver suas atividades, ou seja, prestar uma adequada</p><p>assistência à saúde de indivíduos e comunidade, é necessário que os equipamentos existentes na</p><p>unidade estejam em perfeito funcionamento, garantindo dessa forma não apenas a assistência,</p><p>mas também a segurança de quem está utilizando o equipamento.</p><p>Esta atividade, que consiste em manter os materiais e equipamentos em perfeitas condições de</p><p>funcionamento nos momentos em que são necessários, chama-se manutenção e para que ela</p><p>ocorra é necessário que assim que a enfermagem ou equipe de saúde perceba alguma</p><p>irregularidade no equipamento, o mesmo seja encaminhado para o serviço de consertos e</p><p>reparos.</p><p>Segundo alguns autores, certos setores do hospital, como por exemplo, no centro cirúrgico, o</p><p>enfermeiro, desempenha um papel essencial na organização e manutenção dos equipamentos.</p><p>Assim sendo, o enfermeiro deve organizar, prever, prover, manusear e manter os materiais, para</p><p>que não haja interrupções na assistência.</p><p>Existem dois tipos de manutenção:</p><p>Preventiva - que é realizada periodicamente nos equipamentos com o objetivo de se detectar e</p><p>evitar que o mesmo venha a apresentar defeitos ou mau funcionamento também conhecida</p><p>como manutenção.</p><p>Corretiva ou Reparadora - que é realizada após o aparelho ter apresentado algum problema</p><p>tendo como objetivo restaurar, corrigindo o defeito apresentado pelo mesmo,</p><p>também</p><p>conhecida como manutenção.</p><p>FCC / TRT-18 / 2023 - Para auxiliar o enfermeiro responsável pela unidade no gerenciamento dos</p><p>recursos materiais, ao final do plantão, diariamente, no ambulatório do Tribunal Regional do</p><p>Trabalho, o Técnico de Enfermagem faz a reposição dos materiais necessários para a realização</p><p>das atividades do setor no dia seguinte. Essa prática de gerenciamento de recursos materiais é</p><p>chamada de:</p><p>A Controle</p><p>B Previsão</p><p>C Provisão</p><p>D Armazenamento</p><p>E Manutenção</p><p>Comentários</p><p>41</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>A Errada. Controle – diz respeito ao gerenciamento da quantidade, qualidade, conservação,</p><p>reparos e proteção dos materiais.</p><p>B Errada. Previsão - é um levantamento das necessidades da unidade, fazendo o diagnóstico</p><p>situacional, identificando a quantidade e as especificidades.</p><p>C Certa. E a primeira dica é: FALOU DE REPOSIÇÃO, é PROVISÃO.</p><p>D Errada. Armazenamento – se refere a guarda em local apropriado dos materiais.</p><p>E Errada. Manutenção - consiste em manter os materiais e equipamentos em perfeitas condições</p><p>de funcionamento nos momentos em que são necessários.</p><p>Alternativa: C.</p><p>FCC / TRT-2 / 2018 - Devido ao custo de se manter estoques elevados, uma unidade de saúde</p><p>adotou a classificação desenvolvida por Pareto e adaptada à administração de materiais. Na</p><p>unidade um dos itens corresponde a mais de 50% do total do estoque e, embora em maior</p><p>número, são os de menor custo ou investimento. De acordo com a classificação de Pareto, esse</p><p>item corresponde aos de classe:</p><p>A C</p><p>B A</p><p>C B</p><p>D X1</p><p>E Y2</p><p>Comentários</p><p>Vamos fazer um resumão, aqui:</p><p>Classe A: 20% do total dos itens que correspondem a 50% dos custos.</p><p>Classe B: 20 - 30% dos itens que correspondem a 20 - 30% dos custos</p><p>Classe C: 50% dos itens que correspondem a 20% dos custos, CONFORME ALTERNATIVA “C”.</p><p>Alternativa: A.</p><p>1.5 - Noções de Auditoria em Saúde</p><p>42</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>A auditoria em saúde é uma atividade indispensável para qualquer tipo de sistema de saúde, seja</p><p>ele público ou privado. Podemos chamar de Auditoria em Enfermagem, o conjunto de ações</p><p>utilizadas na avaliação e fiscalização dos prestadores de serviços de saúde e na conferência de</p><p>contas relativas aos procedimentos executados, considerando a qualidade desejada.</p><p>A principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela</p><p>governança da entidade e da sua administração.</p><p>No processo de auditoria, é de suma importância as anotações de todos os profissionais da</p><p>saúde no prontuário do paciente visto que comprova os cuidados prestados, sendo tal, quando</p><p>bem preenchido, uma garantia legal para o cliente e para os profissionais de saúde.</p><p>Tem como objetivos em:</p><p>➔ garantir a qualidade da assistência prestada ao usuário;</p><p>➔ viabilizar economicamente a Instituição;</p><p>➔ conferir a correta utilização, cobrança dos recursos técnicos disponíveis;</p><p>➔ educar os prestadores de serviços;</p><p>➔ proporcionar um ambiente de diálogo permanente entre prestadores e a empresa;</p><p>➔ proporcionar confiabilidade na relação Prestador x Instituição x Usuário.</p><p>➔ organizar, dirigir, planejar, coordenar e avaliar, prestar consultoria e emissão de parecer</p><p>sobre os serviços de Auditoria de Enfermagem.</p><p>➔ atuar na elaboração de medidas de prevenção e controle sistemático de danos que</p><p>possam ser causados aos pacientes durante a assistência de enfermagem e planos</p><p>assistenciais de saúde.</p><p>Como algumas bancas amam autores específicos e a “Kurcgant” é uma delas, vejamos como ela</p><p>aborda o tema:</p><p>As principais finalidades do serviço de auditoria, segundo Kurcgant (1991), são: identificar</p><p>áreas deficientes do serviço de enfermagem, auxiliando nas decisões quanto ao remanejamento</p><p>e aumento de pessoal; identificar áreas de deficiência em relação à assistência de enfermagem;</p><p>fornecer dados para melhoria da qualidade do cuidado de enfermagem; obter dados para</p><p>programação, reciclagem e atualização do pessoal de enfermagem.</p><p>A integração qualidade/custos é o principal binômio na auditoria, sendo totalmente</p><p>indesejável que ocorram perdas monetárias, mesmo que seja no intuito de promover ou</p><p>restituir a saúde.</p><p>Vamos vincular o assunto com a Resolução COFEN que trata do tema:</p><p>RESOLUÇÃO COFEN Nº 720/2023</p><p>Art. 1º Normatizar a atuação do Enfermeiro em Auditoria, conforme o anexo desta Resolução.</p><p>Parágrafo Único. No âmbito da equipe de Enfermagem, a atividade de Auditoria é privativa do</p><p>Enfermeiro, observadas as disposições legais da profissão.</p><p>Art. 2º Os Enfermeiros Responsáveis Técnicos pelos Serviços de Auditoria de Enfermagem,</p><p>preferencialmente, deverão ser especialistas na área.</p><p>43</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Art. 3º Nos casos que o Enfermeiro instituir Empresa Prestadora de Serviço de Auditoria e afins,</p><p>deverá registrá-la no Conselho Regional de Enfermagem de sua jurisdição.</p><p>Art. 4º Nos pareceres de Auditoria, o Enfermeiro deverá fazer constar seu número de registro no</p><p>Conselho Regional de Enfermagem da jurisdição onde presta serviço.</p><p>Art. 5º Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Federal de Enfermagem.</p><p>Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições</p><p>em contrário, especialmente a Resolução Cofen nº 266/2001.</p><p>ATIVIDADES DO ENFERMEIRO EM AUDITORIA</p><p>I. Conceitos:</p><p>a. Enfermeiro em Auditoria – Enfermeiro generalista que atua em serviços de auditoria, conforme</p><p>legislação vigente.</p><p>b. Enfermeiro Auditor – Enfermeiro com titulação de especialista na área de Auditoria, conforme</p><p>legislação vigente.</p><p>II. Privativo do Enfermeiro:</p><p>a. Organizar, dirigir, planejar, coordenar, avaliar, prestar consultorias, atuar em</p><p>todas as etapas do processo de auditorias e contra auditorias (recursos de glosas),</p><p>além de emitir pareceres sobre os serviços de Auditoria de Enfermagem;</p><p>b. Supervisionar Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, nos casos em que estes estejam</p><p>desempenhando funções auxiliares de menor complexidade que envolvam atividades de</p><p>Auditoria.</p><p>III. Como integrante da equipe multidisciplinar de Auditoria e Gestão em Saúde:</p><p>a. Atuar no planejamento, execução e avaliação da proposta assistencial;</p><p>b. Atuar na construção de programas e atividades que visem a assistência integral à Saúde</p><p>individual e de grupos específicos, particularmente daqueles prioritários e de alto risco,</p><p>implementando as linhas de cuidados;</p><p>c. Atuar na elaboração de protocolos e indicadores assistenciais, acompanhar a execução e</p><p>avaliação da assistência, considerando as implementações e os seus desfechos;</p><p>d. Atuar na elaboração de medidas de prevenção, junto aos núcleos e comissões obrigatórias de</p><p>segurança do paciente, discutindo as barreiras instituídas para a prevenção de danos durante a</p><p>assistência, bem como discutir os incidentes evidenciados durante o processo assistencial;</p><p>e. Atuar na elaboração de programas e atividades da educação permanente, visando à melhoria</p><p>da Saúde do indivíduo, da família e da população em geral;</p><p>44</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>f. Atuar na elaboração de Contratos, Adendos e Pacotes para a Prestação de Serviços públicos e</p><p>privados que dizem respeito à assistência, atuando também na contratualização e nas</p><p>negociações técnicas e comerciais entre prestadores</p><p>de serviços e operadoras de Saúde;</p><p>g. Atuar em bancas examinadoras, na docência em disciplinas específicas de Auditoria e de</p><p>Gestão em Saúde; nos concursos para provimentos de cargo ou contratação de Enfermeiro ou</p><p>pessoal Técnico de Enfermagem, em especial Enfermeiro Auditor, bem como participar da</p><p>aplicação de provas e títulos de especialização em Auditoria de Enfermagem;</p><p>h. Atuar em todas as atividades de competência do Enfermeiro em Auditoria, em conformidade</p><p>com o previsto na legislação vigente;</p><p>i. Atuar nas atividades de controle, avaliação e auditoria especializada em Órteses, Próteses e</p><p>Materiais Especiais (OPME)/Dispositivos Médicos implantáveis (DMI). Estas atribuições abrangem</p><p>a análise da compatibilidade dos materiais com os procedimentos; análise das alternativas de</p><p>produtos similares nos quesitos de qualidade e funcionalidade; proposição de medidas de</p><p>racionalidade na utilização de OPME/DMI na atenção à Saúde; cadastro, negociação e</p><p>liberação/compras dos materiais bem como a emissão de pareceres com fundamentos técnicos e</p><p>científicos baseados em normas regulatórias/regulamentadoras vigentes, com enfoque na</p><p>rastreabilidade, padronização e racionalização dos materiais utilizados nos procedimentos</p><p>cirúrgicos.</p><p>j. Acessar os contratos e adendos pertinentes à Instituição a ser auditada bem como o prontuário</p><p>do paciente e toda documentação que se fizer necessária, no desempenho de suas atribuições;</p><p>k. Realizar visitas técnicas nos prestadores de Serviços de Saúde públicos e privados para avaliar</p><p>a estrutura física e a qualidade da assistência prestada aos pacientes constatando o cumprimento</p><p>das legislações vigentes da área de atuação da instituição;</p><p>l. Visitar/entrevistar o paciente, com o objetivo de constatar a satisfação do mesmo com relação</p><p>à qualidade dos serviços prestados, no cumprimento de sua função. Podendo, se necessário,</p><p>examinar o paciente, desde que devidamente autorizado pelo mesmo, através de registro em</p><p>Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, quando possível, ou por seu representante legal;</p><p>m. Acompanhar, presencialmente, exames e procedimentos prestados ao paciente no sentido de</p><p>dirimir quaisquer dúvidas que possam interferir no seu relatório, desde que autorizado pelo</p><p>paciente e Instituição a ser auditada.</p><p>IV. Considerando a interface do serviço de Enfermagem com os diversos serviços de Saúde</p><p>públicos e privados, fica livre a conferência da qualidade no sentido de coibir o prejuízo relativo à</p><p>assistência de Enfermagem prestada ao paciente, devendo o Enfermeiro registrar em relatório</p><p>apropriado tal fato e sinalizar aos seus pares Auditores da equipe multidisciplinar, pertinentes à</p><p>área específica.</p><p>V. O Enfermeiro poderá solicitar esclarecimentos para equipe multiprofissional sobre fatos que</p><p>interfiram na clareza e objetividade dos registros, com a finalidade de coibir interpretações</p><p>equivocadas sobre a assistência prestada, bem como que possam gerar glosas indevidas.</p><p>45</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>VI. O Enfermeiro poderá solicitar acesso aos protocolos assistenciais</p><p>do prestador de serviços, com o objetivo de constatar o resultado da</p><p>assistência prestada; e toda a documentação necessária durante a</p><p>Auditoria concorrente ou retrospectiva, somente nas dependências da</p><p>Instituição a ser auditada. Ao Enfermeiro fica vedada a retirada dos</p><p>prontuários ou cópias da instituição, conforme regras da Lei Geral de</p><p>Proteção de Dados.</p><p>VII. O Enfermeiro quando no exercício de suas funções de Auditoria, deve ter conhecimento</p><p>técnico sobre o assunto a ser discutido, sobre os insumos utilizados, ter visão holística do</p><p>processo assistencial, como qualidade de gestão clínica, qualidade de assistência por linha de</p><p>cuidado e quântico-econômico-financeiro, tendo sempre em vista o bem-estar do ser humano</p><p>enquanto paciente/cliente.</p><p>VIII. O Enfermeiro como educador, deverá participar da interação interdisciplinar e</p><p>multiprofissional, podendo participar da discussão realizada na passagem de plantão,</p><p>contribuindo e trazendo agilidade no processo de autorização para continuidade assistencial,</p><p>discutindo as oportunidades de melhoria dos processos com a equipe, realizando palestras e</p><p>capacitações com os envolvidos, contribuindo para o bom entendimento e desenvolvimento da</p><p>Auditoria de Enfermagem e Auditoria em Saúde, contudo, sem delegar ou repassar a função para</p><p>Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, Faturistas, Auxiliares de Contas Hospitalares ou qualquer</p><p>outro profissional que não seja Enfermeiro.</p><p>IX. O Enfermeiro, enquanto integrante de equipe multiprofissional de Auditoria, deverá manter</p><p>sigilo profissional, salvo os casos previstos em lei, que objetive a garantia do bem-estar do ser</p><p>humano e a preservação da vida.</p><p>Fim da Resolução, vamos voltar aos conceitos de auditoria:</p><p>CLASSIFICAÇÃO DA AUDITORIA</p><p>Inicialmente, saiba que a auditoria passa por algumas fases, tais como:</p><p>➔ ANALÍTICA: inclui o planejamento, verificação das normas, das leis, etc.</p><p>➔ OPERATIVA: é a própria auditoria “in loco”, que é o mesmo que dizer auditoria de</p><p>“campo”, onde se faz uma ANÁLISE DE EVIDÊNCIAS e se verifica tudo que foi planejado</p><p>na etapa anterior.</p><p>➔ RELATÓRIO FINAL: onde se geram as recomendações finais.</p><p>Voltando ao autor que vimos na outra aula, no tópico de QUALIDADE, ou seja, Donabedian, ele</p><p>traz aspectos da auditoria sob o olhar da(o):</p><p>➔ ESTRUTURA: recursos humanos, materiais, financeiros, estruturais</p><p>➔ PROCESSO: relação do cliente com o profissional e resultados dos serviços prestados,</p><p>qualidade das atividades realizadas.</p><p>➔ RESULTADO: satisfação, melhorias contínuas, etc.</p><p>Hora, de fato, das classificações:</p><p>1. Quanto aos MÉTODOS/TIPO (Autor: Paulina)</p><p>46</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>PRÉVIA OU PROSPECTIVA</p><p>Também chamada de auditoria</p><p>prévia, avalia os procedimentos</p><p>antes de sua realização.</p><p>Obs: Os autores Marquis e Huston</p><p>usam essa classificação dentro do</p><p>macrotema TEMPO.</p><p>OPERACIONAL</p><p>Também chamada de concorrente,</p><p>de desempenho ou gerencial, é</p><p>realizada enquanto o cliente recebe</p><p>o serviço</p><p>Obs: Os autores Marquis e Huston</p><p>usam essa classificação dentro do</p><p>macrotema TEMPO</p><p>RETROSPECTIVA</p><p>Ocorre após o cliente ter recebido</p><p>o serviço.</p><p>2. Quanto às FORMAS DE INTERVENÇÃO</p><p>INTERNA</p><p>A avaliação é realizada por profissionais da própria</p><p>instituição, constituindo um serviço, uma seção ou um</p><p>departamento, que pode interferir em todos os setores</p><p>de forma autônoma, ou seja, sem subordinação às</p><p>linhas de autoridade que venham prejudicar as suas</p><p>possibilidades de indagação.</p><p>EXTERNA</p><p>É realizada por elementos que não compõem o quadro</p><p>de pessoal da instituição, tais como: profissionais</p><p>liberais ou por associações de profissionais liberais.</p><p>3. Quanto ao TEMPO (Autora Paulina):</p><p>CONTÍNUA</p><p>Também chamada de permanente ou de</p><p>acompanhamento, se executa sem interrupção, em</p><p>períodos certos, especialmente mensais ou no máximo</p><p>trimestrais.</p><p>As diversas avaliações têm o caráter de continuidade,</p><p>iniciada a partir da anterior e direcionando à posterior.</p><p>PERIÓDICA</p><p>Ou chamada de temporária, é executada apenas em</p><p>períodos pré-definidos, geralmente semestrais ou</p><p>anuais, ou mesmo quinquenais.</p><p>Não possuindo características de continuidade quanto</p><p>aos pontos de partida das verificações, observa apenas</p><p>isoladamente determinados períodos.</p><p>4. Quanto à NATUREZA</p><p>NORMAL/REGULAR</p><p>É aquela que se realiza com objetivos regulares de</p><p>comprovação, sem finalidades isoladas ou específicas,</p><p>abrangendo a gestão administrativa sem</p><p>particularização de fatos de qualquer natureza.</p><p>ESPECIAL/ESPECÍFICA</p><p>Também chamada de específica. Realizada para</p><p>obtenção de resultados e conclusões sobre fatos</p><p>particulares</p><p>da gestão ou da atividade de um elemento</p><p>certo, visando a um objeto específico.</p><p>5. Quanto ao LIMITE</p><p>TOTAL PARCIAL</p><p>47</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Atinge todo o patrimônio, não deixando de objetivar</p><p>sequer um componente, ou seja, abrange todos os</p><p>setores, programas, processos, projetos, operações,</p><p>bem como os produtos, bens e serviços produzidos</p><p>pela instituição.</p><p>A avaliação se situa em alguns pontos, podendo ser um</p><p>setor, um serviço etc.</p><p>6. Quanto à FINALIDADE</p><p>RESULTADOS</p><p>Mede as mudanças no estado da saúde do paciente</p><p>capazes de serem atribuídas à prestação dos serviços</p><p>de atenção à saúde. Para tanto, utiliza dados,</p><p>informações e indicadores.</p><p>QUALIDADE</p><p>Mede, de forma sistemática e independente, o</p><p>resultado da instituição segundo modelos de gestão da</p><p>qualidade.</p><p>Vejamos MAIS algumas especificidades:</p><p>A auditoria das CONTAS HOSPITALARES é a análise da compatibilização entre o que foi</p><p>gasto com o paciente e o que está sendo cobrado, utilizando tabelas específicas que</p><p>contêm a rotinização de cobrança contratada com cada convênio.</p><p>Ex. diárias (inclui, também o cuidado de enfermagem, higiene, serviços de nutrição), taxas (horas</p><p>de oxigênio, horas do uso de Bomba de Infusão, etc), honorários médicos (plantão de 24h,</p><p>visitas), materiais e medicamentos, exames e procedimentos especiais</p><p>A auditoria da QUALIDADE ASSISTENCIAL é feita pelo acompanhamento direto à equipe</p><p>de enfermagem no desenvolvimento de suas técnicas e/ou pela análise do prontuário do</p><p>paciente.</p><p>Atuando na AUDITORIA DE MATERIAIS, o enfermeiro tem a capacidade de avaliar e detectar</p><p>quais os tipos de materiais que são ineficientes na prestação do cuidado ao paciente e que,</p><p>mesmo sendo considerados de baixo custo pelo setor de compras hospitalares, não</p><p>satisfazem a necessidade, acarretando em uso duplicado e/ou atendimento inadequado ao</p><p>paciente.</p><p>Agora, certamente, você já ouviu falar sobre GLOSAS HOSPITALARES e os convênios de saúde</p><p>têm íntima relação com o tema.</p><p>Glosas são recusas ou não pagamento das cobranças realizadas após o</p><p>envio da conta hospitalar ao convênio, OU SEJA, é um ajuste de</p><p>uma cobrança apresentada por um serviço prestado. Ainda, pode</p><p>ser definida como o cancelamento ou recusa parcial ou total de um</p><p>orçamento, conta, verba, por motivos ilegais ou indevidos.</p><p>Lembrando que ela pode ser positiva ou negativa, ou seja, pode ser cobrado um valor</p><p>maior ou menor do que aquele que deveria ser cobrado.</p><p>As glosas podem ser classificadas como:</p><p>48</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>➔ Administrativas: é a mais comum! Decorrentes de falhas operacionais, geralmente</p><p>oriundas de ruídos de comunicação entre prestadores e convênios.</p><p>Exemplos clássicos de prova:</p><p>● Registro inadequado ou incompleto das guias de autorização de procedimentos</p><p>médico-hospitalares;</p><p>● Procedimentos, materiais e medicamentos digitados de maneira errada;</p><p>● Ausência de guias de autorizações de procedimentos médicos realizados por</p><p>determinadas operadoras;</p><p>● Valores de tabelas do estipulado no contrato.</p><p>➔ Técnicas: é menos comum que a administrativa e está ligada diretamente com o serviço</p><p>assistencial prestado pois, ocorre quando algum procedimento realizado é contestado</p><p>porque não possui uma argumentação técnico científico suficiente que justifique a sua</p><p>realização.</p><p>Exemplos clássicos de prova:</p><p>● Descuidar de medicamentos e</p><p>● Desatenção ou não checagem de medicamentos com devido nome e registro profissional</p><p>pelo enfermeiro executante;</p><p>● Ausência de checagem de medicamentos com o devido horário de realização;</p><p>● Falta de prescrição médica para os procedimentos de enfermagem;</p><p>● Procedimentos de enfermagem realizados sem a descrição no prontuário do paciente;</p><p>● Anotações realizadas a lápis;</p><p>● Descrição incompleta da assistência de enfermagem prestada no prontuário do paciente.</p><p>➔ Linear: é gerada pela operadora de saúde sem qualquer justificativa. Mesmo que o</p><p>prestador tenha enviado o faturamento completamente correto e tenha atendido a todas</p><p>as exigências contratuais. Essas glosas podem vir disfarçadas de glosas técnicas ou</p><p>administrativas ou, simplesmente, com um código de mensagens reservadas descrito</p><p>como "outros". Algumas referências colocam como a ausência de informações de</p><p>qualquer outra espécie que justifique a conta final.</p><p>PROCESSO DA AUDITORIA</p><p>No processo de realização da auditoria tem sido apontado como prática adequada, sua execução</p><p>com cinco etapas básicas:</p><p>1. Planificação dos objetivos;</p><p>2. Delineamento das atividades abrangendo a previsão de recursos necessários e</p><p>áreas envolvidas;</p><p>3. Análise e avaliação de informação;</p><p>4. Apresentação e divulgação dos resultados;</p><p>5. Adoção de ações para melhoria do serviço.</p><p>Outra forma, nem tão didática assim, é explicar pelos seguintes conceitos:</p><p>49</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>O planejamento da auditoria consiste no estabelecimento dos objetivos da auditoria, na</p><p>definição da linha de atuação, na determinação dos recursos necessários à realização, além do</p><p>detalhamento do programa de auditoria, incluindo a determinação de como, quando e a quem</p><p>os resultados da auditoria serão comunicados</p><p>O processo de execução da auditoria pode ser feito pelas etapas de reunião de abertura,</p><p>auditoria e avaliação propriamente dita e reunião de fechamento.</p><p>O resultado da auditoria é comunicado através de relatório, elaborado após a conclusão das</p><p>etapas indicadas na fase de execução, para discutir conclusões e recomendações, devendo ser</p><p>tes objetivo, claro, conciso, construtivo e oportuno e deve declarar as finalidades, o âmbito e</p><p>resultado da auditoria e trazer o parecer do auditor.</p><p>Formalmente, é recomendável que o ele tenha os seguintes dados:</p><p>➔ período a que se refere;</p><p>➔ data de sua elaboração;</p><p>➔ número de ordem</p><p>➔ descrição dos casos auditorados;</p><p>➔ conclusões;</p><p>➔ assinatura do auditor.</p><p>Quadrix / IIER - SP / 2023 - A auditoria de enfermagem é o meio pelo qual as atividades de</p><p>enfermagem são analisadas, mensuradas e avaliadas, de acordo com os padrões</p><p>preestabelecidos, por meio das revisões e das anotações de enfermagem. Sendo assim, quando</p><p>o paciente está hospitalizado, deve-se realizar a auditoria</p><p>A serial.</p><p>B retrospectiva.</p><p>C linear.</p><p>D operacional.</p><p>E prospectiva.</p><p>Comentários</p><p>A Errada. Auditoria serial não é uma classificação válida.</p><p>B Errada. Auditoria retrospectiva - trata-se da auditoria de contas hospitalares nos pós alta do</p><p>paciente, ou nas contas parciais de pacientes internados em período já passado.</p><p>C Errada. Auditoria linear - ocorre quando o auditor identifica não haver informações clínicas</p><p>suficientes que justifique o uso de determinados itens da conta como: procedimentos, exames,</p><p>etc.</p><p>50</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>D Certa. Auditoria operacional - é realizada enquanto o paciente está hospitalizado e</p><p>compreende a verificação do prontuário e entrevista com o paciente. É o meio pelo qual as</p><p>atividades de enfermagem são analisadas, mensuradas e avaliadas, de acordo com os padrões</p><p>preestabelecidos, por meio das revisões e das anotações de enfermagem.</p><p>E Errada. Auditoria prospectiva - ocorre antes da realização da assistência em Saúde, seja ela uma</p><p>cirurgia, uma internação, um exame ou uma consulta clínica.</p><p>Alternativa: D.</p><p>QUESTÕES</p><p>COMENTADAS</p><p>1. FGV / SEAD-AP / 2022 - Ao realizar o dimensionamento da equipe de enfermagem para uma</p><p>unidade de internação com base nas normas de dimensionamento do COFEN, o enfermeiro</p><p>deve considerar, no mínimo:</p><p>A 3 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo.</p><p>B 1 profissional de enfermagem para 6 pacientes, no cuidado intermediário.</p><p>C 6 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado de alta dependência.</p><p>D 1 profissional de enfermagem para 2,4, no cuidado intensivo.</p><p>E 10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado semi-intensivo.</p><p>Comentários</p><p>Levando em consideração o parecer 1/2024 COFEN, faremos as adaptações necessárias:</p><p>A Errada. Para cuidado mínimo, são necessárias 4 horas de enfermagem.</p><p>Lembre-se da tabela completa deste item:</p><p>1) 4 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo;</p><p>2) 6 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intermediário;</p><p>3) 10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado de alta dependência;</p><p>4) 10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado semi-intensivo;</p><p>5) 18 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intensivo.</p><p>B, C e D Erradas. O conceito descrito que é a proporção entre profissionais e pacientes, não</p><p>consta mais no Atual Parecer, logo, as assertivas se tornam incorretas.</p><p>E Certa. Na justificativa da “A”, tem toda a explicação!</p><p>51</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>2. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 2023 - São atribuições e condutas</p><p>adequadas do enfermeiro auditor:</p><p>1. Identificar as falhas e punir os responsáveis.</p><p>2. Avaliar os serviços de assistência à saúde em qualquer nível onde exista a presença de</p><p>profissionais de enfermagem.</p><p>3. Organizar, dirigir, planejar, coordenar e avaliar, prestar consultoria e emissão de parecer sobre</p><p>os serviços de Auditoria de Enfermagem.</p><p>4. Atuar na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde.</p><p>5. Atuar na elaboração de medidas de prevenção e controle sistemático de danos que possam</p><p>ser causados aos pacientes durante a assistência de enfermagem. Assinale a alternativa que</p><p>indica todas as afirmativas corretas.</p><p>A São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.</p><p>B São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 5.</p><p>C São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.</p><p>D São corretas apenas as afirmativas 2, 3, 4 e 5.</p><p>E São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5.</p><p>Comentários</p><p>Se você memorizar que punir não é a função da auditoria, já resolve essa questão, pois é</p><p>exatamente o que consta na no item I. Todas as demais estão adequadas (II, III e IV), bem como</p><p>acrescentarei, aqui, outras funções da auditoria para sua revisão:</p><p>➔ garantir a qualidade da assistência prestada ao usuário;</p><p>➔ viabilizar economicamente a Instituição;</p><p>➔ conferir a correta utilização, cobrança dos recursos técnicos disponíveis;</p><p>➔ educar os prestadores de serviços;</p><p>➔ proporcionar um ambiente de diálogo permanente entre prestadores e a empresa;</p><p>➔ aos usuários proporcionar confiabilidade na relação Prestador x Instituição x Usuário.</p><p>➔ organizar, dirigir, planejar, coordenar e avaliar, prestar consultoria e emissão de parecer</p><p>sobre os serviços de Auditoria de Enfermagem.</p><p>➔ atuar na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde. a</p><p>➔ atuar na elaboração de medidas de prevenção e controle sistemático de danos que</p><p>possam ser causados aos pacientes durante a assistência de enfermagem. Assinale a</p><p>alternativa que indica todas as afirmativas corretas.</p><p>Assim, a correlação certa está na letra D.</p><p>3. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 2023 - O prontuário é de fundamental</p><p>importância para a Auditoria nos Serviços de Saúde, bem como para a gestão hospitalar baseada</p><p>nas informações e checagem contidas nos mesmos. Assinale a alternativa correta em relação ao</p><p>tema.</p><p>52</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>A Quando identificadas irregularidades, o auditor poderá adulterar qualquer informação</p><p>registrada, rasurar ou danificar o prontuário.</p><p>B O prontuário por direitos legais pertence ao paciente, porém permanece no hospital onde a</p><p>internação foi efetuada; não pode ser retirado de suas dependências pelo auditor tanto interno</p><p>como externo, porém estará à disposição do mesmo em suas auditorias.</p><p>C O prontuário por direitos legais pertence ao médico, sendo permitido a ele retirá-los das</p><p>dependências hospitalares conforme necessidade, desde que tenha informado à gestão</p><p>hospitalar previamente.</p><p>D Os registros realizados no prontuário do paciente não são considerados documento legal,</p><p>sendo utilizados apenas para o registro e acompanhamento de faturamento dos custos</p><p>hospitalares.</p><p>E O prontuário por direitos legais pertence a toda equipe de saúde, porém os familiares</p><p>poderão ter acesso aos dados registrados sempre que solicitados.</p><p>Comentários</p><p>A Errada. O auditor não tem permissão para qualquer alteração no prontuário.</p><p>B Certa. Nota-se que o serviço do auditor é realizado in loco, mas não pode ser retirado.</p><p>C Errada. O prontuário é do paciente e o médico faz os registros necessários, assim como os</p><p>demais profissionais da saúde que estão atuando no cuidado do cliente.</p><p>D Errada. O prontuário é um documento legal que colabora na continuidade do cuidado,</p><p>comunicação da equipe e respalda o profissional.</p><p>E Errada. Idem a explicação da alternativa C. O cliente deve ter sigilo garantido ao seu</p><p>prontuário quanto aos familiares e amigos, a não ser que ele permita sua consulta.</p><p>4. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 223 - A glosa ou glosa hospitalar ou glosa</p><p>médica é quando a operadora de saúde suspende o pagamento dos serviços contratados. Sobre</p><p>as glosas, é correto afirmar:</p><p>A A glosa administrativa é a mais comum, pois ocorre em função dos processos administrativos</p><p>incorretos, na maioria das vezes por inconformidades no preenchimento das guias e dos</p><p>formulários, erro de digitação, falta de autorização, cobrança de procedimento, materiais,</p><p>medicamento e taxas que não constam em contrato.</p><p>B A glosa técnica é aquela gerada pela operadora de saúde sem qualquer justificativa, mesmo</p><p>que o prestador tenha enviado o faturamento completamente correto e tenha atendido a todas</p><p>as exigências contratuais.</p><p>C A glosa linear é menos comum que a administrativa e está relacionada diretamente com o</p><p>serviço assistencial prestado. Ocorre quando algum procedimento realizado é contestado porque</p><p>não possui uma argumentação técnico-científica que justifique a sua realização.</p><p>D As ações da enfermagem como incoerência nos registros, falta de checagem de</p><p>medicamentos, descrição insuficiente de procedimentos, rasura de qualquer tipo, falta de</p><p>identificação do profissional da responsável, não interferem nas glosas uma vez que são</p><p>considerados para a cobrança apenas os procedimentos médicos.</p><p>53</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>E Falhas no atendimento da recepção, autorização, identificação correta dos pacientes são</p><p>consideradas ações administrativas e por não serem específicas de cuidados à saúde, não são</p><p>consideradas no momento do faturamento hospitalar e glosas.</p><p>Comentários</p><p>Relembre:</p><p>As glosas podem ser classificadas como:</p><p>➔ Administrativas: é a mais comum! Decorrentes de falhas operacionais, geralmente</p><p>oriundas de ruídos de comunicação entre prestadores e convênios, tais como guias de</p><p>autorização disponibilizadas pelas operadoras preenchidas pelos prestadores com dados</p><p>ou valores incorretos, falta de autorização, cobrança de procedimento, material,</p><p>medicamento e taxas</p><p>que não constam em contrato.</p><p>➔ Técnicas: está ligada diretamente com o serviço assistencial prestado pois, ocorre quando</p><p>algum procedimento realizado é contestado porque não possui uma argumentação</p><p>técnico científico suficiente que justifique a sua realização. Em geral, essa glosa ocorre em</p><p>procedimentos que não possuem prescrição médica, falta de informações nos prontuários</p><p>ou de erros na exoneração dos medicamentos.</p><p>➔ Linear: é gerada pela operadora de saúde sem qualquer justificativa. Mesmo que o</p><p>prestador tenha enviado o faturamento completamente correto e tenha atendido a todas</p><p>as exigências contratuais. Essas glosas podem vir disfarçadas de glosas técnicas ou</p><p>administrativas ou, simplesmente, com um código de mensagens reservadas descrito</p><p>como "outros".</p><p>A Certa.</p><p>B Errada. Esta é a glosa linear.</p><p>C Errada. Trata-se da glosa técnica.</p><p>D Errada. Os registros de enfermagem interferem DIRETAMENTE nas glosas, pois são a prova de</p><p>um procedimento realizado ou não, material utilizado ou não e etc.</p><p>E Errada. O clássico da assertiva é a própria autorização, onde a falha nesta etapa pode gerar</p><p>uma glosa administrativa.</p><p>5. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 2023 - A auditoria em enfermagem é:</p><p>A a avaliação direta e sistemática da assistência prestada por toda equipe de saúde.</p><p>B o exame oficial dos registros de enfermagem com o objetivo de avaliar, verificar e descobrir</p><p>erros e proceder às advertências e punições.</p><p>C a avaliação sistemática da qualidade da assistência de enfermagem, devendo ser verificada</p><p>apenas através das anotações de enfermagem no prontuário.</p><p>D a análise dos prontuários, acompanhamento do cliente “in loco” e verificação da</p><p>compatibilidade entre o procedimento realizado e os itens cobrados que compõem a conta</p><p>hospitalar, porém não contribui como um indicativo de qualidade da assistência.</p><p>54</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>E um elemento essencial para mensurar a qualidade da assistência de Enfermagem, oferecendo</p><p>subsídios aos profissionais para reorientar suas atividades, estimulando a reflexão individual e</p><p>coletiva e nortear o processo de educação permanente.</p><p>Comentários</p><p>Primeiro, retire da definição que auditoria tem a visão de ser punitiva ou ser meramente uma</p><p>análise de prontuário de busca de erros, o que já dá pra descartar as alternativas A, B, C e D.</p><p>Além disso, cabe ressaltar que tem banca que retira as respostas de artigos específicos e esta</p><p>veio desse aqui: “Auditoria do método de assistência de enfermagem”, por isso, a alternativa</p><p>“E” é a correta.</p><p>6. CONSULPLAN / MPE-PA / 2022 - Na enfermagem, o dimensionamento de recursos humanos</p><p>inadequado reflete diretamente no resultado da qualidade da assistência prestada. Nos locais</p><p>em que são desenvolvidas as atividades de enfermagem onde não é possível aplicar o método</p><p>de dimensionamento baseado no sistema de classificação de paciente como, por exemplo,</p><p>ambulatórios que não possuem leitos de internação, para o dimensionamento do pessoal de</p><p>enfermagem, o enfermeiro deverá identificar os sítios funcionais do setor. Para isso, são</p><p>considerados elementos necessários que devem ser conhecidos:</p><p>A Definir o número de pacientes atendidos e as funções desenvolvidas em cada uma dessas</p><p>áreas.</p><p>B Definir os locais/áreas operacionais da unidade onde são desenvolvidas atividades de</p><p>enfermagem e definir o número de pacientes atendidos.</p><p>C Os locais/áreas operacionais da unidade onde são desenvolvidas atividades de enfermagem;</p><p>avaliar as funções desenvolvidas em cada uma dessas áreas; e, definir o número de pacientes</p><p>atendidos.</p><p>D Os locais/áreas operacionais da unidade onde são desenvolvidas atividades de enfermagem;</p><p>avaliar as funções desenvolvidas em cada uma dessas áreas; e, estabelecer o quantitativo de</p><p>profissionais necessários em cada um desses sítios por período de trabalho.</p><p>Comentários</p><p>Lembre-se que os serviços de saúde devem se organizar de modo a atender a demanda e não o</p><p>inverso, como descrito, erroneamente, nas alternativas A, B e C. Assim, somente na última</p><p>alternativa “D”, observa-se que a organização é em função da procura existente, bem como</p><p>existe a avaliação constante das áreas em ação.</p><p>7. FUNDATEC / Prefeitura de Viamão - RS / 2022 - Dimensionar o pessoal de enfermagem</p><p>constitui a etapa inicial do processo de provimento de pessoal e tem por finalidade definir o</p><p>quantitativo de funcionários por categoria, para atender, direta ou indiretamente, às</p><p>necessidades de assistência de enfermagem a clientela. A Resolução Cofen nº 543/17 atualiza e</p><p>estabelece parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos</p><p>serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem. Em relação a essa resolução,</p><p>analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.</p><p>( ) O dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem deve basear-se em</p><p>características relativas ao serviço de saúde, ao serviço de enfermagem e ao paciente.</p><p>55</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>( ) Para o referencial mínimo do quadro de profissionais de enfermagem, para as 24 horas de</p><p>cada unidade de internação, é considerado: o sistema de classificação de paciente, as horas de</p><p>assistência de enfermagem, a distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem e</p><p>a proporção profissional/paciente.</p><p>( ) O quantitativo de enfermeiros para o exercício de atividades gerenciais, educacionais,</p><p>pesquisa e comissão permanente deverá ser dimensionado, à parte, de acordo com a estrutura</p><p>do serviço de saúde.</p><p>( ) Para o serviço em que a referência não pode ser associada ao leito-dia, a unidade medida será</p><p>somente a jornada diária de trabalho.</p><p>( ) O responsável técnico de enfermagem deve dispor de, no mínimo, 15% do quadro geral de</p><p>profissionais de enfermagem para cobertura relacionadas à rotatividade de pessoal.</p><p>A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:</p><p>A V – V – F – F – F.</p><p>B F – F – V – V – V.</p><p>C V – F – F – V – V.</p><p>D V – V – V – F – F.</p><p>E F – V – V – F – V.</p><p>Comentários</p><p>( ) Certa. Adaptando a questão ao Parecer 1/2024</p><p>O dimensionamento do quadro de profissionais de Enfermagem deve considerar as</p><p>características relativas:</p><p>a. ao serviço de saúde: missão, visão, valores, porte, política de gestão de pessoas, recursos</p><p>materiais e financeiros; estrutura organizacional e física; tipos de serviços e/ou programas de</p><p>tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas; atribuições e competências, específicas</p><p>e colaborativas, dos integrantes dos diferentes serviços e programas e requisitos mínimos</p><p>estabelecidos pelo Ministério da Saúde;</p><p>b. ao serviço de Enfermagem: aspectos técnico-científicos e administrativos – dinâmica de</p><p>funcionamento das unidades nos diferentes turnos; modelo gerencial; modelo assistencial;</p><p>métodos de trabalho; jornada efetiva de trabalho; carga horária semanal; carga média diária de</p><p>trabalho; padrões de desempenho dos profissionais; perfil etário e limitações para o trabalho;</p><p>índice de segurança técnica (IST); proporção de profissionais de Enfermagem de nível superior e</p><p>de nível médio, e indicadores de qualidade gerencial e assistencial;</p><p>c. ao paciente: grau de dependência e ou complexidade em relação aos cuidados de</p><p>Enfermagem, conforme avaliação por Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) ou outros</p><p>instrumentos, de análise das atividades de Enfermagem, validado psicometricamente, e fatores</p><p>relacionados à realidade sociocultural, econômica e financeira.</p><p>56</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos</p><p>Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>1.1 Para efeito de cálculo deverá ser</p><p>( ) Certa. Mesmo com a revogação da Resolução do Tema e a vigência do Parecer 1 / 2024</p><p>COFEN, o item continua valendo.</p><p>( ) Certa. Consta no item 1.3 O quantitativo de Enfermeiros para o exercício de atividades</p><p>gerenciais, incluindo a responsabilidade técnica/coordenações do serviço de Enfermagem, bem</p><p>como as atividades educacionais, de pesquisa e comissões permanentes, deverá ser</p><p>dimensionado à parte, de acordo com a necessidade e estrutura do serviço de saúde, acrescido</p><p>do IST, em consonância com a legislação vigente.</p><p>( ) Errada. Para o serviço em que a referência não pode ser associada ao leito-dia, deve-se</p><p>utilizar a Unidade Funcional (UF), considerando as variáveis: intervenção/atividade desenvolvida</p><p>com demanda ou fluxo de atendimento, área operacional ou local da atividade e jornada diária</p><p>de trabalho.</p><p>( ) Errada. O responsável técnico (RT) de Enfermagem deve acrescer ao quadro geral de</p><p>profissionais de Enfermagem da Instituição o mínimo de 5% para a participação em atividades de</p><p>educação permanente, incluindo a cobertura de situações relacionadas à rotatividade de</p><p>pessoal..</p><p>Essa correlação corresponde à alternativa: D.</p><p>8. FGV / Órgão: Senado Federal / 2022 - Acerca dos conceitos relacionados à auditoria de</p><p>contas hospitalares, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a</p><p>falsa.</p><p>( ) A diária hospitalar representa um dia de permanência do paciente em uma unidade de</p><p>internação. É cobrada a cada 24 horas e inclui equipamentos fixos da acomodação, honorários e</p><p>taxas multidisciplinares.</p><p>( ) As taxas de sala cirúrgica são pagas conforme porte anestésico. Quando forem realizadas duas</p><p>ou mais cirurgias, apenas a taxa de sala da cirurgia de maior porte deve ser cobrada.</p><p>( ) A glosa linear ocorre quando há algum erro na composição da conta hospitalar, como a</p><p>cobrança de um número maior de diárias ou de um procedimento não autorizado.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>A F, F e F.</p><p>B F, V e V.</p><p>C F, F e V.</p><p>D V, F e V.</p><p>E F, V e F.</p><p>57</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Comentários</p><p>I Errada. Vamos complementar a teoria porque a FGV foi no detalhe:</p><p>Diária Hospitalar é a modalidade de cobrança pela permanência de um paciente por um período</p><p>indivisível de até 24 horas em uma instituição hospitalar. A definição do horário que estabelece o</p><p>início/fim do período é de competência de cada Hospital com a operadora contratualizada. Nas</p><p>diárias, de um modo geral, NÃO ESTÃO INCLUÍDAS as taxas de uso de</p><p>Equipamentos/Instrumentos Especiais, nem os serviços profissionais pela manipulação dos</p><p>mesmos, EXCETO quando expressamente previstos no contrato.</p><p>II Errada. Ai FGV, viu! Mas você não vai ser pego na prova, porque vai aprender agora!</p><p>A Taxa de Sala de Cirurgia visa cobrir, exclusivamente, o custo do espaço físico, móveis e</p><p>equipamentos permanentes da sala, esterilização e uso do instrumental cirúrgico básico, não</p><p>cobrindo os Equipamentos/Instrumentos Especiais.</p><p>➔ Quando ocorrerem duas ou mais cirurgias pela mesma via de acesso, a taxa de sala a ser</p><p>cobrada será correspondente a 100% (cem por cento) da taxa de maior porte, acrescida de</p><p>50% (cinqüenta por cento) do valor da taxa da segunda cirurgia e 25% (vinte e cinco por</p><p>cento) das taxas das demais cirurgias.</p><p>➔ Quando ocorrerem duas ou mais cirurgias por vias de acesso diferentes, a taxa de sala a</p><p>ser cobrada será correspondente a 100% (cem por cento) da taxa de maior porte,</p><p>acrescida de 70% (setenta por cento) do valor da taxa da segunda cirurgia e 25% (vinte e</p><p>cinco por cento) das taxas das demais cirurgias, o que torna o item II, errado!</p><p>➔ Quando forem realizadas cirurgias de porte 0 (zero) no centro cirúrgico, a taxa de sala a ser</p><p>cobrada será equivalente ao porte 1 (um) devidamente justificada pelo médico assistente.</p><p>➔ Quando o procedimento for realizado no consultório médico, não será admitida cobrança</p><p>de taxa de sala, sendo necessária a presença de anestesista.</p><p>III Errada. Glosa Linear: é gerada pela operadora de saúde sem qualquer justificativa. Mesmo que</p><p>o prestador tenha enviado o faturamento completamente correto e tenha atendido a todas as</p><p>exigências contratuais. Essas glosas podem vir disfarçadas de glosas técnicas ou administrativas</p><p>ou, simplesmente, com um código de mensagens reservadas descrito como "outros". Algumas</p><p>referências colocam como a ausência de informações de qualquer outra espécie que justifique a</p><p>conta final.</p><p>Alternativa: A.</p><p>9. Inédita (2024)</p><p>Considerando o Parecer COFEN 1/2024, temos que, em serviços de hemodiálise, temos 4 horas</p><p>de Assistência de Enfermagem/paciente/sessão.</p><p>Comentários</p><p>Exato!</p><p>58</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>De forma complementar, lembre-se que também consta a necessidade 1 Enfermeiro Especialista</p><p>em Nefrologia exclusivo para coordenação do serviço.</p><p>alternativa C.</p><p>Em complemento, o cuidado intermediário demanda 1 profissional de enfermagem para 4</p><p>pacientes, no entanto, são 12 e, por isso, veja a regra de 3:</p><p>1 profissional de enf -- 4 pacientes</p><p>x profissionais de enf - 12 pacientes</p><p>x = 12/4 = 3 profissionais, o que reforça a alternativa C.</p><p>10. IBFC /TJ-MG / 2022 - O dimensionamento de pessoal de enfermagem é definido como uma</p><p>etapa inicial do processo de provimento de pessoal, que tem como finalidade a previsão da</p><p>quantidade de funcionários por categoria requerida para suprir as necessidades de assistência</p><p>direta ou indiretamente prestada aos pacientes. Considerando a Resolução do Cofen nº</p><p>543/2017 [iremos adaptar, segundo a revogação], quanto ao quantitativo de profissionais</p><p>estabelecido para provimento de pessoal, deverá ser acrescido o índice de segurança técnica</p><p>(IST) de ______. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.</p><p>A no máximo 10% do total, dos quais 5% são referentes a férias e 5% a ausências não previstas</p><p>B no mínimo 30% do total, dos quais 15% são referentes a férias e 15% a ausências não previstas</p><p>C no máximo 50% do total, dos quais 25% são referentes a férias e 25% a ausências não</p><p>previstas</p><p>D no mínimo 15% do total, dos quais 8,3% são referentes a férias e 6,7% a ausências não</p><p>previstas</p><p>E no mínimo 25% do total, dos quais 5% são referentes a férias e 20% a ausências não previstas.</p><p>Comentários</p><p>Para efeito de cálculo deverá ser observada: a cláusula contratual adotada, quanto à Carga</p><p>Horária Semanal (CHS); taxa de ocupação (TO) da Unidade de Internação e o Índice de</p><p>Segurança Técnica (IST) de no mínimo 15% do total, dos quais 8,3% são referentes a férias e 6,7%</p><p>a ausências não previstas.</p><p>Alternativa: D.</p><p>11. FGV / TCE-TO / 2022 - Sobre as disposições do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen)</p><p>acerca do dimensionamento de enfermagem, analise as afirmativas a seguir, considerando V para</p><p>a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).</p><p>( ) Os serviços de diagnóstico por imagem devem garantir a presença de no mínimo um</p><p>enfermeiro durante todo o período em que ocorra assistência de enfermagem.</p><p>59</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>( ) O cuidado intermediário deve contar, no mínimo, com 1 profissional de enfermagem para 6</p><p>pacientes.</p><p>( ) Ao quantitativo de profissionais estabelecido deverá ser acrescido o índice de segurança</p><p>técnica (IST) de no mínimo 15% do total.</p><p>A sequência correta é:</p><p>A V – V – V</p><p>B F – V – V</p><p>C V – F – V</p><p>D F – F – F</p><p>E V – V –</p><p>F</p><p>Comentários</p><p>(V) Exato, a supervisão do enfermeiro é sempre requerida. Está no item 6,1 do Parecer</p><p>1/2024/COFEN.</p><p>(F) No novo parecer, não há mais essa correlação.</p><p>(V) Ao quantitativo de profissionais estabelecido deverá ser acrescido o ÍNDICE DE SEGURANÇA</p><p>TÉCNICA (IST) de no mínimo 15% do total, dos quais 8,3% são referentes a férias e 6,7% de</p><p>ausências não previstas.</p><p>Alternativa: C.</p><p>12. FGV / Prefeitura de Paulínia - SP / 2021 - Sobre as orientações normativas acerca do</p><p>dimensionamento de enfermagem, assinale a afirmativa correta.</p><p>A O referencial mínimo para o quadro de profissionais de enfermagem no cuidado</p><p>semi-intensivo é de 8 horas de enfermagem, por paciente, nas 24 horas.</p><p>B A norma orienta que, no cuidado mínimo, a proporção de profissional/paciente nos diferentes</p><p>turnos de trabalho seja de 1 profissional de enfermagem para 10 pacientes.</p><p>C A distribuição percentual da equipe de enfermagem em um CAPS II, deve ser de 40% de</p><p>enfermeiros e 60% de técnicos e /ou auxiliares de enfermagem.</p><p>D O Serviço de Diagnóstico por Imagem deve garantir a presença de, no mínimo, 1 enfermeiro</p><p>durante todo o período em que ocorra assistência de enfermagem.</p><p>E Ao quantitativo de profissionais estabelecido deve ser acrescido o índice de segurança técnica</p><p>(IST) de, no mínimo, 12% do total.</p><p>60</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Comentários</p><p>A Errada. No cuidado semi-intensivo: 1 profissional de enfermagem para 2,4.</p><p>B Errada. No parecer COFEN 1/2024 não há essa correlação.</p><p>C Errada. Relembre:</p><p>CAPS II (Adulto e Álcool Drogas) 50% ENF demais AE e TE</p><p>CAPS Infantil e Adolescente 50% ENF demais AE e TE</p><p>D Certa. Fácil de lembrar pois toda ação do técnico de enfermagem possui enfermeiro de</p><p>supervisão.</p><p>E Errada. Ao quantitativo de profissionais estabelecido deverá ser acrescido o ÍNDICE DE</p><p>SEGURANÇA TÉCNICA (IST) de no mínimo 15% do total</p><p>13. FUNDATEC / GHC-RS / 2021 - O dimensionamento do quadro de profissionais de</p><p>enfermagem deve basear-se em características relativas ao serviço de saúde, serviço de</p><p>enfermagem e ao paciente, sendo este último avaliado pelo grau de dependência em relação à</p><p>equipe de enfermagem. Assinale a alternativa que corresponde a um instrumento utilizado para</p><p>realizar a classificação de pacientes para fins de dimensionamento dos profissionais de</p><p>enfermagem.</p><p>A Escala de Fugulin.</p><p>B Escala de Braden.</p><p>C Escala de Mews.</p><p>D Escala de Ramsay.</p><p>E Escala de Cincinnati</p><p>Comentários</p><p>A escala de Fugulin foi utilizada como sistema de classificação de pacientes em unidades de</p><p>internação hospitalar e pronto socorro e está relacionada com a realização do dimensionamento</p><p>de profissionais de enfermagem a partir do grau de dependência dos pacientes</p><p>Alternativa: A.</p><p>14. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 2021 - A respeito da glosa hospitalar ou</p><p>glosa médica, é correto afirmar:</p><p>A O enfermeiro auditor não possui respaldo legal para indicar falhas nos registros dos</p><p>prontuários.</p><p>B A glosa técnica pode ocorrer quando há um erro administrativo na composição da conta</p><p>hospitalar, sendo um exemplo quando há a cobrança de um número de diárias maior que o</p><p>autorizado pelo plano de saúde.</p><p>61</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>C A glosa hospitalar pode ser entendida como o cancelamento, parcial ou total, do pagamento,</p><p>sendo identificada pelo auditor no momento da análise ao ser constatada não conformidade.</p><p>D A glosa administrativa é quando há alguma não conformidade no serviço de saúde prestado</p><p>ao paciente, ou seja, quando alguma conduta foge ao protocolo clínico pré-estabelecido.</p><p>E A glosa não deve ser feita devido à ausência de informações que justifiquem o uso de</p><p>medicamentos, procedimentos ou outro item lançado na conta, pois esses fatores são</p><p>considerados sigilosos.</p><p>Comentários</p><p>A Errada. Esse é o profissional com a competência para tal!</p><p>B Errada. A definição é da glosa administrativa: são decorrentes de falhas operacionais,</p><p>geralmente oriundas de ruídos de comunicação entre prestadores e convênios, tais como guias</p><p>de autorização disponibilizadas pelas operadoras preenchidas pelos prestadores com dados ou</p><p>valores incorretos, falta de autorização, cobrança de procedimento, materiais, medicamento e</p><p>taxas que não constam em contrato. Um exemplo clássico é quando há cobrança de um número</p><p>de diárias maior que o autorizado pelo plano de saúde.</p><p>C Certa. Perfeito. Ou ainda: faturamentos não recebidos ou recusados nas organizações de</p><p>saúde, por problemas de comunicação entre clínicas e convênios.</p><p>D Errada. Esta é a glosa técnica, sendo menos comum que a administrativa e está ligada</p><p>diretamente com o serviço assistencial prestado pois, ocorre quando algum procedimento</p><p>realizado é contestado porque não possui uma argumentação técnico científico suficiente que</p><p>justifique a sua realização. Em geral, essa glosa ocorre em procedimentos que não possuem</p><p>prescrição médica, falta de informações nos prontuários ou de erros na exoneração dos</p><p>medicamentos.</p><p>E Errada. Todos esses itens são motivos de glosa e não se relaciona, em nada, com o sigilo.</p><p>15. FGV / FUNSAÚDE - CE / 2021 - Durante uma auditoria, o enfermeiro glosou alguns</p><p>medicamentos e materiais cuja prescrição e utilização não constavam no prontuário do paciente.</p><p>Esse procedimento denomina-se glosa</p><p>A linear.</p><p>B técnica.</p><p>C contábil.</p><p>D operativa.</p><p>E administrativa.</p><p>Comentários</p><p>Isso sugere que a conduta técnica realizada não era a preconizada e, por isso, é uma glosa</p><p>técnica. Outros exemplos deste tipo:</p><p>● Descuidar de medicamentos e</p><p>62</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>● Desatenção ou não checagem de medicamentos com devido nome e registro profissional</p><p>pelo enfermeiro executante;</p><p>● Ausência de checagem de medicamentos com o devido horário de realização;</p><p>● Falta de prescrição médica para os procedimentos de enfermagem;</p><p>● Procedimentos de enfermagem realizados sem a descrição no prontuário do paciente;</p><p>● Anotações realizadas a lápis;</p><p>● Descrição incompleta da assistência de enfermagem prestada no prontuário do paciente.</p><p>Alternativa: B.</p><p>16. Inédita / 2024 - Conforme dimensionamento recomendado pelo COFEN, como horas de</p><p>enfermagem no centro cirúrgico, temos, exceto</p><p>A 1,4 horas de Enfermagem, por cirurgia de Porte 1;</p><p>B 2,9 horas de Enfermagem, por cirurgia de Porte 2;</p><p>C 8,9 horas de Enfermagem, por cirurgia de Porte 3;</p><p>D 8,4 horas de Enfermagem, por cirurgia de Porte 4.</p><p>Comentários</p><p>Para cirurgia de porte 3, são 4,9 horas de Enfermagem, por cirurgia.</p><p>Alternativa: C.</p><p>17. IBADE /SEA-SC / 2022 - A curva ABC é um método de gestão financeira com o objetivo de</p><p>controlar e gerir os materiais nos serviços de saúde. Os itens de maior custo pertencem à classe:</p><p>A Classe A.</p><p>B Classe B.</p><p>C Classe C.</p><p>D Classe D.</p><p>E Classe E.</p><p>Comentários</p><p>Os materiais são classificados em classes A, B e C, sendo que:</p><p>➔ os pertencentes a classe A apresentam-se em menor número de itens e MAIOR custo total</p><p>ou investimento;</p><p>➔ os pertencentes a classe B representa um grupo de itens em situação e valores</p><p>intermediários entre a classe A e C;</p><p>➔ os pertencentes a classe C apresentam-se em MAIOR número de itens e menor custo total</p><p>ou investimento.</p><p>63</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Por isso, a alternativa correta é a alternativa:</p><p>● higienização das mãos para prevenir infecções e</p><p>● prevenção de lesão por pressão e quedas.</p><p>Não é possível dissociar a Enfermagem de todas essas ações.</p><p>A Enfermagem é a categoria profissional com maior responsabilidade na garantia da segurança</p><p>do paciente. Uma das maiores barreiras, conforme identificado em diversas evidências científicas,</p><p>é o dimensionamento de Enfermagem inadequado. [até porque, muitas vezes, não está</p><p>associada com a vontade pura do enfermeiro]</p><p>O grande empecilho, obstáculo que temos [para implantação das estratégias de segurança do</p><p>paciente] é a restrição do número de servidores, pois são muitos atendimentos, procedimentos,</p><p>pacientes com grau de complexidade elevado e número reduzido de profissionais da</p><p>Enfermagem para atender.</p><p>É essencial que as equipes estejam em número adequado e que nenhum serviço de saúde,</p><p>insinue a atuação de terceiros no cuidado de Enfermagem.</p><p>Assim, o dimensionamento adequado de pessoal de Enfermagem deve, portanto, ser encarado</p><p>como uma responsabilidade compartilhada entre o Enfermeiro e os seus gestores, pois ambos</p><p>devem garantir, que a assistência seja prestada em sua totalidade, segura e com qualidade.</p><p>Devem ter a compreensão de que ao compactuarem com déficit de pessoal de Enfermagem,</p><p>abandonam a preocupação prioritária de ofertar aos clientes, procedimentos baseados na ciência</p><p>e nas boas práticas, assumindo o risco de erros, ações negligentes, imperícia, imprudência e até</p><p>do não compromisso com a vida.</p><p>Outrossim, deve a sociedade manifestar-se com preocupação ao identificar ambientes onde a</p><p>segurança do paciente não possa ser assegurada.</p><p>Neste parecer é citado, ainda, acerca de uma lei bastante específica:Lei nº 8.078 de 11 de</p><p>setembro de 1990, capítulo II, artigo 4º:</p><p>Art. 4º A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das</p><p>necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de</p><p>seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e</p><p>harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios: (Redação dada pela Lei nº</p><p>9.008, de 21.3.1995)</p><p>I – reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo;</p><p>II – ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor:</p><p>a) por iniciativa direta;</p><p>b) por incentivos à criação e desenvolvimento de associações representativas;</p><p>c) pela presença do Estado no mercado de consumo;</p><p>d) pela garantia dos produtos e serviços com padrões adequados de qualidade, segurança,</p><p>durabilidade e desempenho.</p><p>Assim, sigamos:</p><p>III. DO PARECER</p><p>5</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>1. Generalidades</p><p>Na forma deste Parecer Normativo e dos seus anexos, os parâmetros mínimos para dimensionar</p><p>o quantitativo de profissionais das diferentes categorias de Enfermagem para os serviços/locais</p><p>em que são realizadas atividades de Enfermagem.</p><p>Os referidos parâmetros representam ferramenta com padrões mínimos, constituindo-se em</p><p>referências para orientar os gestores, gerentes e Enfermeiros dos serviços de saúde, no</p><p>planejamento do quantitativo de profissionais necessários para execução das ações de</p><p>Enfermagem, nas suas diferentes categorias.</p><p>O dimensionamento do quadro de profissionais de Enfermagem deve considerar as</p><p>CARACTERÍSTICAS relativas:</p><p>a. ao serviço de saúde: missão, visão, valores, porte, política de gestão de pessoas, recursos</p><p>materiais e financeiros; estrutura organizacional e física; tipos de serviços e/ou programas de</p><p>tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas; atribuições e competências, específicas</p><p>e colaborativas, dos integrantes dos diferentes serviços e programas e requisitos mínimos</p><p>estabelecidos pelo Ministério da Saúde;</p><p>b. ao serviço de Enfermagem: aspectos técnico-científicos e administrativos – dinâmica de</p><p>funcionamento das unidades nos diferentes turnos; modelo gerencial; modelo assistencial;</p><p>métodos de trabalho; jornada efetiva de trabalho; carga horária semanal; carga média diária de</p><p>trabalho; padrões de desempenho dos profissionais; perfil etário e limitações para o trabalho;</p><p>índice de segurança técnica (IST); proporção de profissionais de Enfermagem de nível superior e</p><p>de nível médio, e indicadores de qualidade gerencial e assistencial;</p><p>c. ao paciente: grau de dependência e ou complexidade em relação aos cuidados de</p><p>Enfermagem, conforme avaliação por Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) ou outros</p><p>instrumentos, de análise das atividades de Enfermagem, validado psicometricamente, e fatores</p><p>relacionados à realidade sociocultural, econômica e financeira.</p><p>1.1 Para efeito de cálculo deverá ser observada:</p><p>● a cláusula contratual adotada, quanto à Carga Horária Semanal (CHS);</p><p>● a taxa de ocupação (TO) da Unidade de Internação e</p><p>● o Índice de Segurança Técnica (IST) de no mínimo 15% do total, dos quais 8,3% são</p><p>referentes a férias e 6,7% a ausências não previstas.</p><p>1.2 O responsável técnico (RT) de Enfermagem deve acrescer ao quadro geral de profissionais de</p><p>Enfermagem da Instituição o mínimo de 5% para a participação em atividades de educação</p><p>permanente, incluindo a cobertura de situações relacionadas à rotatividade de pessoal.</p><p>1.3 O quantitativo de Enfermeiros para o exercício de atividades gerenciais, incluindo a</p><p>responsabilidade técnica/coordenações do serviço de Enfermagem, bem como as atividades</p><p>educacionais, de pesquisa e comissões permanentes, deverá ser dimensionado à parte, de</p><p>acordo com a necessidade e estrutura do serviço de saúde, acrescido do IST, em consonância</p><p>com a legislação vigente.</p><p>1.4 Para o serviço em que a referência não pode ser associada ao leito-dia, deve-se utilizar a</p><p>Unidade Funcional (UF), considerando as variáveis: intervenção/atividade desenvolvida com</p><p>demanda ou fluxo de atendimento, área operacional ou local da atividade e jornada diária de</p><p>trabalho.</p><p>6</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>1.5 O quadro de profissionais de Enfermagem de unidades assistenciais, composto por 30% ou</p><p>mais de profissionais com limitação/restrição para o exercício das atividades, deve ser acrescido</p><p>10% ao quadro de profissionais do setor.</p><p>2. Definições</p><p>2.1 Unidade de Internação (UI): local com infraestrutura adequada para a permanência do</p><p>paciente em um leito hospitalar por 24 horas ou mais.</p><p>O referencial mínimo para o quadro de profissionais de Enfermagem, para as 24 horas, considera:</p><p>● as horas de assistência de Enfermagem (SCP e instrumentos de análise de atividades de</p><p>Enfermagem) e</p><p>● a distribuição percentual do total de profissionais de Enfermagem.</p><p>Para efeito de cálculo, deve-se ATENTAR para:</p><p>2.2 Sistema de Classificação de Pacientes – SCP: forma de determinar o grau de dependência de</p><p>um paciente em relação à equipe de Enfermagem, objetivando estabelecer o tempo dispendido</p><p>no cuidado direto e indireto, bem como o qualitativo de pessoal para atender às necessidades</p><p>biopsicosocioespirituais do paciente.</p><p>A Instituição poderá estabelecer o SCP que melhor atenda às necessidades da prestação da</p><p>assistência, podendo utilizar mais de um SCP, a saber:</p><p>● Fugulin, Gaidzinski e Kurcgant (2005) – UI adulto e UTI Unidade de Terapia Intensiva;</p><p>● Martins (2007) agregado ao estudo de Vieira (2017) – Saúde Mental e Psiquiatria;</p><p>● Perroca (2011) – Adulto hospitalizado (Clínica Médica, Cirúrgica, Ginecologia e Obstetrícia);</p><p>● Dini (2014) – Pediatria e berçário;</p><p>● Fugulin (2017) – UI e UTI;</p><p>● Sicad (2018) – Dependentes de álcool e drogas;</p><p>● Outros, devidamente elaborados e validados cientificamente pelos Enfermeiros da Instituição.</p><p>Vamos ver a Escala de Fugulin:</p><p>Quanto à PONTUAÇÃO, veja o significado de cada nota:</p><p>Nota 1 – Independente;</p><p>A.</p><p>18. FGV / FUNSAÚDE - CE / 2021 - É vedado ao enfermeiro auditor, no exercício de suas</p><p>funções,</p><p>A examinar o paciente.</p><p>B visitar e entrevistar o paciente.</p><p>C dirigir serviços de auditoria de enfermagem.</p><p>D acompanhar os procedimentos prestados.</p><p>E retirar os prontuários da instituição.</p><p>Comentários</p><p>O enfermeiro auditor pode, dentre as suas funções e se necessário: examinar o paciente,</p><p>entrevistá-lo, dirigir serviços de auditoria e acompanhar algum procedimento, no entanto, na</p><p>consulta aos prontuários, não é permitido que ele os retire da instituição e, por isso, a última</p><p>assertiva é a errada = “E”.</p><p>19. CPCON / Prefeitura de Viçosa - RN / 2021 - A Resolução COFEN nº 0543/2017 estabelece</p><p>parâmetros para o dimensionamento do quadro de profissionais de Enfermagem nas unidades</p><p>assistenciais de saúde. Nessa perspectiva, é necessário que o Enfermeiro reconheça na</p><p>Legislação de sua profissão o que discorre sobre esse tipo de classificação e sua importância em</p><p>relação à gestão de recursos humanos nas unidades assistenciais de saúde, atentando-se às Boas</p><p>Práticas em Saúde.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA, que trata da classificação do paciente e sua definição em relação</p><p>ao dimensionamento do pessoal de enfermagem nas unidades assistenciais:</p><p>A Paciente em Cuidados Intensivos é o cliente/paciente grave e recuperável, com risco iminente</p><p>de morte, sujeitos à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e</p><p>médica permanente e especializada.</p><p>B Paciente de Cuidado Mínimo é o cliente/paciente grave e irrecuperável, sujeito à instabilidade</p><p>das funções vitais e minimamente em condições de vida, ou seja, pacientes terminais.</p><p>C Paciente de Cuidado Máximo é o cliente/paciente em cuidados paliativos, que precisam de</p><p>maior cuidado e ventilação artificial.</p><p>D Não existe essa classificação nos documentos do COFEN, mas, sim a determinação da carga</p><p>horária do enfermeiro e a dimensão de enfermeiros por turnos de trabalhos em unidades</p><p>assistenciais de acordo com a quantidade de leitos da unidade e do serviço de saúde e não da</p><p>complexidade dos clientes/pacientes.</p><p>E Paciente em Cuidados Paliativos é o mesmo que um cliente/paciente que está fisicamente</p><p>insuficiente ao autocuidado e precisa ser encaminhado para unidade de terapia intensiva.</p><p>Comentários</p><p>Reveja o conteúdo:</p><p>64</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>➔ Paciente de cuidados mínimos (PCM): paciente estável sob o ponto de vista clínico e de</p><p>enfermagem e autossuficiente quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas.</p><p>➔ Paciente de cuidados intermediários (PCI): paciente estável sob o ponto de vista clínico e</p><p>de enfermagem, com parcial dependência dos profissionais de enfermagem para o</p><p>atendimento das necessidades humanas básicas.</p><p>➔ Paciente de cuidados de alta dependência (PCAD): paciente crônico, incluindo o de</p><p>cuidado paliativo, estável sob o ponto de vista clínico, porém com total dependência das</p><p>ações de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas.</p><p>➔ Paciente de cuidados semi-intensivo (PCSI): paciente passível de instabilidade das funções</p><p>vitais, recuperável, sem risco iminente de morte, requerendo assistência de enfermagem e</p><p>médica permanente e especializada.</p><p>➔ Paciente de cuidados intensivos (PCIt): paciente grave e recuperável, com risco iminente</p><p>de morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem</p><p>e médica permanente e especializada.</p><p>Alternativa: A</p><p>20. IF-TO / IF-TO 2021 - A Resolução COFEN 543/2017 [revogada, mas passível de adaptação da</p><p>questão] estabelece os parâmetros mínimos para dimensionar o quantitativo de profissionais das</p><p>diferentes categorias de enfermagem para os serviços/locais em que são realizadas atividades de</p><p>enfermagem. Baseado nessa resolução é correto afirmar que a distribuição percentual do total</p><p>de profissionais de enfermagem deve observar o SCP (sistema de classificação de pacientes) e as</p><p>seguintes proporções mínimas para o cuidado intensivo:</p><p>A 55% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.</p><p>B 52% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.</p><p>C 42% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.</p><p>D 53% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.</p><p>E 45% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.</p><p>Comentários</p><p>A distribuição percentual do TOTAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM, deve observar:</p><p>O SCP e as seguintes proporções mínimas:</p><p>Cuidado intensivo 52% ENF demais TE</p><p>Alternativa: B</p><p>21. VUNESP / EBSERH / 2020 - Considere os aspectos relacionados ao gerenciamento de</p><p>recursos materiais utilizados pela enfermagem e assinale a alternativa correta.</p><p>A A estimativa do material a ser comprado depende da média das taxas mensais de permanência</p><p>de pacientes internados, em um ano.</p><p>B A normatização de materiais médico-hospitalares consiste no primeiro passo a ser realizado ao</p><p>se desenvolver a etapa de especificação técnica.</p><p>65</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>C A previsão de materiais é determinada pelo perfil da instituição e dos profissionais de saúde</p><p>que nela atuam.</p><p>D Ao realizar a padronização de assistenciais, o enfermeiro deve considerar os aspectos</p><p>relacionados com os riscos e impactos de sua utilização para os pacientes, trabalhadores e</p><p>ambiente.</p><p>E A especificação técnica de materiais consiste no estabelecimento de critérios objetivos de</p><p>indicação técnica do uso do material e do custo-benefício.</p><p>Comentários</p><p>A Errada. A estimativa do quantitativo de material necessário pode ser obtida através do</p><p>consumo médio mensal que consiste na observação do consumo por um período de tempo, que</p><p>geralmente é de três meses. É observado a quantidade de material e não a taxa de permanência</p><p>do paciente.</p><p>B Errada. A especificação carece da descrição minuciosa do material, possibilitando sua</p><p>individualização em uma linguagem familiar ao mercado e conhecê-lo é o primeiro passo.</p><p>C Errada. Não pode ser tão subjetiva. A previsão de materiais nas unidades de enfermagem</p><p>consiste em: fazer levantamento das necessidades da unidade de enfermagem, identificando a</p><p>quantidade e a especificidade deles para suprir essas necessidades.</p><p>D Certa.</p><p>E Errada. A especificação técnica dos materiais consiste na descrição minuciosa das</p><p>características do material que se pretende comprar.</p><p>22. VUNESP / Prefeitura de Morro Agudo - SP / 2020 - O método de classificação de materiais</p><p>segundo a curva ABC é uma das estratégias aplicadas para o controle de gastos com estoque.</p><p>De acordo com esse método, a Classe C</p><p>A agrupa cerca de 70% dos itens, cuja importância em valor é pequena, representando cerca de</p><p>20% do valor do estoque.</p><p>B abriga o grupo de itens mais importantes que correspondem a um pequeno número de</p><p>medicamentos, cerca de 20% dos itens, que representa cerca de 80% do valor total do estoque.</p><p>C abriga o grupo de itens mais importantes que correspondem a um número muito pequeno de</p><p>medicamentos, cerca de 5% dos itens, que representam cerca de 70% do valor total do estoque.</p><p>D representa um grupo de itens em situação e valores intermediários entre a classe A e B, sendo</p><p>15% do total de itens.</p><p>E representa um grupo de itens em situação e valores intermediários entre a classe A e B, sendo</p><p>50% do total de itens.</p><p>Comentários</p><p>Classe C: Agrupa cerca de 70% dos itens, cuja importância em valor é pequena, representando</p><p>cerca de 20% do valor do estoque e, por isso, a alternativa certa é a “A”.</p><p>66</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira</p><p>Luiza Vieria</p><p>Para relembrar os demais:</p><p>Classe A: Abriga o grupo de itens mais importantes que correspondem a um pequeno número</p><p>de medicamentos, cerca de 20% dos itens, que representam cerca de 80% do valor total do</p><p>estoque.</p><p>Classe B: Representa um grupo de itens em situação e valores intermediários entre a classe A e</p><p>C, sendo 15% do total de itens em estoque e consomem 15% dos recursos.</p><p>23. IADES / SES-DF / 2020 - Em um estoque, tem-se os seguintes grupos relacionados pelo</p><p>custo: 10 itens consomem 5% dos recursos, 6 itens consomem 15% e 4 itens consomem 80%.</p><p>Utilizando-se os critérios da curva ABC, esses grupos de itens são classificados, respectivamente,</p><p>como A, B e C.</p><p>( ) Certo ( )Errado</p><p>Comentários</p><p>Novamente relembrando:</p><p>Classe A: representa menor número de itens e maior importância financeira ( ↓itens ↑$).</p><p>Classe B: valor intermediário de itens e custo.</p><p>Classe C: maior número de itens e menor importância financeira ( ↑itens ↓$).</p><p>Alternativa: Errada.</p><p>24. IBADE / Prefeitura de Aracruz - ES / 2019 - A atividade que avalia os sistemas de saúde,</p><p>observados aspectos de eficiência, eficácia e efetividade é chamada de auditoria do tipo:</p><p>A conformidade.</p><p>B regular.</p><p>C especial.</p><p>D posterior.</p><p>E operacional.</p><p>Comentários</p><p>Auditoria operacional é o exame independente, objetivo e confiável que analisa se</p><p>empreendimentos, sistemas, operações, programas, atividades ou organizações do governo</p><p>estão funcionando de acordo com os princípios de economicidade, eficiência e efetividade e se</p><p>há espaço para aperfeiçoamento. Comumente, utiliza-se o termo auditoria operacional como</p><p>sinônimo de auditoria de desempenho (performance auditing).</p><p>Alternativa: E</p><p>67</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>25. FURB / Prefeitura de Timbó - SC / 2019 - A gestão dos recursos materiais nas unidades de</p><p>saúde é uma das atribuições do enfermeiro e envolve as funções de previsão, provisão,</p><p>organização e controle. Em relação à previsão de material realizada pelo enfermeiro, analise as</p><p>alternativas e identifique as corretas:</p><p>I- Analisar a especificidade da unidade, características da clientela e frequência no uso dos</p><p>materiais.</p><p>II- Basear-se no comportamento do consumo do material no passado e em uma estimativa de</p><p>sua tendência no futuro.</p><p>III- Analisar local de guarda, durabilidade do material e periodicidade na reposição do material.</p><p>IV- Basear-se na decisão do responsável na escala de atribuição mensal pelo recebimento e</p><p>conferência do material.</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>A Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.</p><p>B As afirmativas II e IV estão corretas.</p><p>C As afirmativas II, III e IV estão corretas.</p><p>D Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.</p><p>E As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.</p><p>Comentários</p><p>O enfermeiro auditor é responsável pela determinação e especificação dos materiais e</p><p>equipamentos; estabelecimento da quantidade de material e equipamento; análise da qualidade</p><p>dos materiais e equipamentos; determinação dos produtos a serem adquiridos; estabelecimento</p><p>de um sistema de controle e avaliação; acompanhamento do esquema de manutenção adotado</p><p>pela instituição; adoção de um programa de orientação da equipe de enfermagem, manuseio e</p><p>conservação de materiais e equipamentos, atualização de conhecimentos sobre os produtos</p><p>utilizados na assistência à saúde e lançados no mercado e etc. Observe que, diante disso, às</p><p>assertivas I, II e III estão coerentes, mas a última (IV) demonstra um grande descaso com a etapa</p><p>do recebimento e como se fosse algo baseado no “achismo” e, por isso, está incorreta.</p><p>Alternativa: D.</p><p>26. CONTEMAX /Prefeitura de Lucena - PB/ 20189 - O índice de segurança técnica (IST) é uma</p><p>característica essencial para o dimensionamento do quadro dos profissionais de enfermagem</p><p>relativo ao:</p><p>A Serviço de enfermagem.</p><p>B Paciente.</p><p>C Serviço de saúde.</p><p>68</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>D Modelo assistencial.</p><p>E Indicador de qualidade gerencial.</p><p>Comentários</p><p>É relativo ao serviço de enfermagem, assim como o modelo gerencial, assistencial, jornadas de</p><p>trabalho, proporção de profissionais de nível superior e médio, dentre outros. Lembrando que o</p><p>IST é de 15% - sendo 6,7% referentes às ausências não programadas e 8,3% às férias. Desta</p><p>forma, alternativa: A</p><p>27. AMEOSC / Prefeitura de São Miguel do Oeste - SC / 2017 - De acordo com o sistema de</p><p>classificação de pacientes (SCP), para efeito de cálculo de dimensionamento de pessoal, deve-se</p><p>considerar para cuidado intensivo:</p><p>A 10 horas de enfermagem.</p><p>B 12 horas de enfermagem.</p><p>C 16 horas de enfermagem.</p><p>D 18 horas de enfermagem.</p><p>Comentários</p><p>Lembre-se da tabela completa deste item:</p><p>1) 4 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo;</p><p>2) 6 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intermediário;</p><p>3) 10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado de alta dependência (2);</p><p>4) 10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado semi-intensivo;</p><p>5) 18 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intensivo.</p><p>Alternativa: D.</p><p>28. Método Soluções Educacionais / Prefeitura de Arenápolis - MT / 2019 - No dimensionamento</p><p>de profissionais de enfermagem as horas por leito nas 24 horas alteram-se em relação ao tipo</p><p>de assistência. Nesse sentido, assinale a alternativa correta:</p><p>A Na assistência mínima ou autocuidado: 2 horas</p><p>B Na assistência intermediária: 5 horas</p><p>C Semi-intensiva: 10 horas</p><p>D Na assistência intensiva: 20 horas</p><p>Comentários</p><p>Vale o mesmo conhecimento:</p><p>69</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>==1365fc==</p><p>A Errada. São 4 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo.</p><p>B Errada. São 6 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intermediário.</p><p>C Certa.</p><p>D Errada. São 8 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intensivo.</p><p>Alternativa: C.</p><p>29. COMVEST UFAM /UFAM / 2019 - Analise as afirmativas a seguir, sobre a dose de</p><p>medicamentos que o Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de</p><p>medicamentos, do Ministério da Saúde, recomenda:</p><p>( ) A expressão "uso contínuo" ou “usar sem parar”, sem prazo para o paciente ser reavaliado,</p><p>deverá ser utilizada em prescrições ambulatoriais.</p><p>( ) Recomenda-se que as doses prescritas sejam conferidas pelo prescritor antes da assinatura da</p><p>prescrição, tendo como referência o melhor nível de evidência científica disponível.</p><p>( ) Para medicamentos cujas doses são dependentes de peso, superfície corporal e clearance de</p><p>creatinina, recomenda-se que o prescritor anote tais informações na prescrição, para facilitar a</p><p>análise farmacêutica e a assistência de enfermagem.</p><p>( ) Deve-se implantar a dupla checagem (na farmácia e no momento do recebimento pelo</p><p>profissional de enfermagem) das doses prescritas somente para medicamentos potencialmente</p><p>perigosos/alta vigilância.</p><p>( ) A prescrição ambulatorial deverá trazer a quantidade total de unidades farmacêuticas do</p><p>medicamento prescrito, que deverá ser dispensada para o tratamento proposto.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA, de cima para baixo, atribuindo V para</p><p>verdadeiro ou F para falso:</p><p>A V – V – F – V – F</p><p>B V – F – F – V – F</p><p>C V – V – V – F – V</p><p>D F – V – V – F – V</p><p>E F – V – F – F – F</p><p>Comentários</p><p>Apenas a segunda e a quarta assertiva apresentam erros.</p><p>70</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>I - Falsa. Quanto mais clareza nas orientações e prescrição, menor o risco de erros e, além disso,</p><p>na assertiva é mencionada a falta de avaliação, o que vai contra o preconizado.</p><p>II e III - Verdadeiras</p><p>IV - Falsa. Não é “somente”, é “principalmente” para estes medicamentos.</p><p>V - Verdadeira.</p><p>Alternativa: D</p><p>30. MS CONCURSOS /Prefeitura de Juti - MS / 2019 - Conforme a legislação vigente, o</p><p>dimensionamento de profissionais de enfermagem deve basear-se em características relativas:</p><p>I- ao serviço de saúde;</p><p>II- ao serviço de enfermagem;</p><p>III- ao paciente.</p><p>Está(ão) correta(s)</p><p>A Apenas a afirmação I.</p><p>B Apenas a afirmação II.</p><p>C Apenas as afirmações I e III.</p><p>D As afirmações I, II e III.</p><p>Comentários</p><p>Revisando:</p><p>O dimensionamento do quadro de profissionais de Enfermagem deve considerar as</p><p>características relativas:</p><p>a. ao serviço de saúde: missão, visão, valores, porte, política de gestão de pessoas, recursos</p><p>materiais e financeiros; estrutura organizacional e física; tipos de serviços e/ou programas de</p><p>tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas; atribuições e competências, específicas</p><p>e colaborativas, dos integrantes dos diferentes serviços e programas e requisitos mínimos</p><p>estabelecidos pelo Ministério da Saúde;</p><p>b. ao serviço de Enfermagem: aspectos técnico-científicos e administrativos – dinâmica de</p><p>funcionamento das unidades nos diferentes turnos; modelo gerencial; modelo assistencial;</p><p>métodos de trabalho; jornada efetiva de trabalho; carga horária semanal; carga média diária de</p><p>trabalho; padrões de desempenho dos profissionais; perfil etário e limitações para o trabalho;</p><p>índice de segurança técnica (IST); proporção de profissionais de Enfermagem de nível superior e</p><p>de nível médio, e indicadores de qualidade gerencial e assistencial;</p><p>c. ao paciente: grau de dependência e ou complexidade em relação aos cuidados de</p><p>Enfermagem, conforme avaliação por Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) ou outros</p><p>instrumentos, de análise das atividades de Enfermagem, validado psicometricamente, e fatores</p><p>relacionados à realidade sociocultural, econômica e financeira.</p><p>71</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Assim, todas corretas, e, por isso, alternativa: D.</p><p>LISTA DE QUESTÕES</p><p>1. FGV / SEAD-AP / 2022 - Ao realizar o dimensionamento da equipe de enfermagem para uma</p><p>unidade de internação com base nas normas de dimensionamento do COFEN, o enfermeiro</p><p>deve considerar, no mínimo:</p><p>A 3 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo.</p><p>B 1 profissional de enfermagem para 6 pacientes, no cuidado intermediário.</p><p>C 6 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado de alta dependência.</p><p>D 1 profissional de enfermagem para 2,4, no cuidado intensivo.</p><p>E 10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado semi-intensivo.</p><p>2. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 2023 - São atribuições e condutas</p><p>adequadas do enfermeiro auditor:</p><p>1. Identificar as falhas e punir os responsáveis.</p><p>2. Avaliar os serviços de assistência à saúde em qualquer nível onde exista a presença de</p><p>profissionais de enfermagem.</p><p>3. Organizar, dirigir, planejar, coordenar e avaliar, prestar consultoria e emissão de parecer sobre</p><p>os serviços de Auditoria de Enfermagem.</p><p>4. Atuar na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde.</p><p>5. Atuar na elaboração de medidas de prevenção e controle sistemático de danos que possam</p><p>ser causados aos pacientes durante a assistência de enfermagem. Assinale a alternativa que</p><p>indica todas as afirmativas corretas.</p><p>A São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.</p><p>B São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 5.</p><p>C São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.</p><p>D São corretas apenas as afirmativas 2, 3, 4 e 5.</p><p>E São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5.</p><p>3. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 2023 - O prontuário é de fundamental</p><p>importância para a Auditoria nos Serviços de Saúde, bem como para a gestão hospitalar baseada</p><p>nas informações e checagem contidas nos mesmos. Assinale a alternativa correta em relação ao</p><p>tema.</p><p>72</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>A Quando identificadas irregularidades, o auditor poderá adulterar qualquer informação</p><p>registrada, rasurar ou danificar o prontuário.</p><p>B O prontuário por direitos legais pertence ao paciente, porém permanece no hospital onde a</p><p>internação foi efetuada; não pode ser retirado de suas dependências pelo auditor tanto interno</p><p>como externo, porém estará à disposição do mesmo em suas auditorias.</p><p>C O prontuário por direitos legais pertence ao médico, sendo permitido a ele retirá-los das</p><p>dependências hospitalares conforme necessidade, desde que tenha informado à gestão</p><p>hospitalar previamente.</p><p>D Os registros realizados no prontuário do paciente não são considerados documento legal,</p><p>sendo utilizados apenas para o registro e acompanhamento de faturamento dos custos</p><p>hospitalares.</p><p>E O prontuário por direitos legais pertence a toda equipe de saúde, porém os familiares</p><p>poderão ter acesso aos dados registrados sempre que solicitados.</p><p>4. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 223 - A glosa ou glosa hospitalar ou glosa</p><p>médica é quando a operadora de saúde suspende o pagamento dos serviços contratados. Sobre</p><p>as glosas, é correto afirmar:</p><p>A A glosa administrativa é a mais comum, pois ocorre em função dos processos administrativos</p><p>incorretos, na maioria das vezes por inconformidades no preenchimento das guias e dos</p><p>formulários, erro de digitação, falta de autorização, cobrança de procedimento, materiais,</p><p>medicamento e taxas que não constam em contrato.</p><p>B A glosa técnica é aquela gerada pela operadora de saúde sem qualquer justificativa, mesmo</p><p>que o prestador tenha enviado o faturamento completamente correto e tenha atendido a todas</p><p>as exigências contratuais.</p><p>C A glosa linear é menos comum que a administrativa e está relacionada diretamente com o</p><p>serviço assistencial prestado. Ocorre quando algum procedimento realizado é contestado porque</p><p>não possui uma argumentação técnico-científica que justifique a sua realização.</p><p>D As ações da enfermagem como incoerência nos registros, falta de checagem de</p><p>medicamentos, descrição insuficiente de procedimentos, rasura de qualquer tipo, falta de</p><p>identificação do profissional da responsável, não interferem nas glosas uma vez que são</p><p>considerados para a cobrança apenas os procedimentos médicos.</p><p>E Falhas no atendimento da recepção, autorização, identificação correta dos pacientes são</p><p>consideradas ações administrativas e por não serem específicas de cuidados à saúde, não são</p><p>consideradas no momento do faturamento hospitalar e glosas.</p><p>5. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 2023 - A auditoria em enfermagem é:</p><p>A a avaliação direta e sistemática da assistência prestada por toda equipe de saúde.</p><p>B o exame oficial dos registros de enfermagem com o objetivo de avaliar, verificar e descobrir</p><p>erros e proceder às advertências e punições.</p><p>73</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>C a avaliação sistemática da qualidade da assistência de enfermagem, devendo ser verificada</p><p>apenas através das anotações de enfermagem no prontuário.</p><p>D a análise dos prontuários, acompanhamento do cliente “in loco” e verificação da</p><p>compatibilidade entre o procedimento realizado e os itens cobrados que compõem a conta</p><p>hospitalar, porém não contribui como um indicativo de qualidade da assistência.</p><p>E um elemento essencial para mensurar a qualidade</p><p>da assistência de Enfermagem, oferecendo</p><p>subsídios aos profissionais para reorientar suas atividades, estimulando a reflexão individual e</p><p>coletiva e nortear o processo de educação permanente.</p><p>6. CONSULPLAN / MPE-PA / 2022 - Na enfermagem, o dimensionamento de recursos humanos</p><p>inadequado reflete diretamente no resultado da qualidade da assistência prestada. Nos locais</p><p>em que são desenvolvidas as atividades de enfermagem onde não é possível aplicar o método</p><p>de dimensionamento baseado no sistema de classificação de paciente como, por exemplo,</p><p>ambulatórios que não possuem leitos de internação, para o dimensionamento do pessoal de</p><p>enfermagem, o enfermeiro deverá identificar os sítios funcionais do setor. Para isso, são</p><p>considerados elementos necessários que devem ser conhecidos:</p><p>A Definir o número de pacientes atendidos e as funções desenvolvidas em cada uma dessas</p><p>áreas.</p><p>B Definir os locais/áreas operacionais da unidade onde são desenvolvidas atividades de</p><p>enfermagem e definir o número de pacientes atendidos.</p><p>C Os locais/áreas operacionais da unidade onde são desenvolvidas atividades de enfermagem;</p><p>avaliar as funções desenvolvidas em cada uma dessas áreas; e, definir o número de pacientes</p><p>atendidos.</p><p>D Os locais/áreas operacionais da unidade onde são desenvolvidas atividades de enfermagem;</p><p>avaliar as funções desenvolvidas em cada uma dessas áreas; e, estabelecer o quantitativo de</p><p>profissionais necessários em cada um desses sítios por período de trabalho.</p><p>7. FUNDATEC / Prefeitura de Viamão - RS / 2022 - Dimensionar o pessoal de enfermagem</p><p>constitui a etapa inicial do processo de provimento de pessoal e tem por finalidade definir o</p><p>quantitativo de funcionários por categoria, para atender, direta ou indiretamente, às</p><p>necessidades de assistência de enfermagem à clientela. A Resolução Cofen nº 543/17 atualiza e</p><p>estabelece parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos</p><p>serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem. Em relação a essa resolução,</p><p>analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.</p><p>( ) O dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem deve basear-se em</p><p>características relativas ao serviço de saúde, ao serviço de enfermagem e ao paciente.</p><p>( ) Para o referencial mínimo do quadro de profissionais de enfermagem, para as 24 horas de</p><p>cada unidade de internação, é considerado: o sistema de classificação de paciente, as horas de</p><p>assistência de enfermagem, a distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem e</p><p>a proporção profissional/paciente.</p><p>74</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>( ) O quantitativo de enfermeiros para o exercício de atividades gerenciais, educacionais,</p><p>pesquisa e comissão permanente deverá ser dimensionado, à parte, de acordo com a estrutura</p><p>do serviço de saúde.</p><p>( ) Para o serviço em que a referência não pode ser associada ao leito-dia, a unidade medida será</p><p>somente a jornada diária de trabalho.</p><p>( ) O responsável técnico de enfermagem deve dispor de, no mínimo, 15% do quadro geral de</p><p>profissionais de enfermagem para cobertura relacionadas à rotatividade de pessoal.</p><p>A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:</p><p>A V – V – F – F – F.</p><p>B F – F – V – V – V.</p><p>C V – F – F – V – V.</p><p>D V – V – V – F – F.</p><p>E F – V – V – F – V.</p><p>8. FGV / Órgão: Senado Federal / 2022 - Acerca dos conceitos relacionados à auditoria de</p><p>contas hospitalares, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a</p><p>falsa.</p><p>( ) A diária hospitalar representa um dia de permanência do paciente em uma unidade de</p><p>internação. É cobrada a cada 24 horas e inclui equipamentos fixos da acomodação, honorários e</p><p>taxas multidisciplinares.</p><p>( ) As taxas de sala cirúrgica são pagas conforme porte anestésico. Quando forem realizadas duas</p><p>ou mais cirurgias, apenas a taxa de sala da cirurgia de maior porte deve ser cobrada.</p><p>( ) A glosa linear ocorre quando há algum erro na composição da conta hospitalar, como a</p><p>cobrança de um número maior de diárias ou de um procedimento não autorizado.</p><p>As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,</p><p>A F, F e F.</p><p>B F, V e V.</p><p>C F, F e V.</p><p>D V, F e V.</p><p>E F, V e F.</p><p>75</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>9. Inédita (2024) - Considerando o Parecer COFEN 1/2024, temos que, em serviços de</p><p>hemodiálise, temos 4 horas de Assistência de Enfermagem/paciente/sessão.</p><p>10. IBFC /TJ-MG / 2022 - O dimensionamento de pessoal de enfermagem é definido como uma</p><p>etapa inicial do processo de provimento de pessoal, que tem como finalidade a previsão da</p><p>quantidade de funcionários por categoria requerida para suprir as necessidades de assistência</p><p>direta ou indiretamente prestada aos pacientes. Considerando a Resolução do Cofen nº</p><p>543/2017, quanto ao quantitativo de profissionais estabelecido para provimento de pessoal,</p><p>deverá ser acrescido o índice de segurança técnica (IST) de ______. Assinale a alternativa que</p><p>preencha corretamente a lacuna.</p><p>A no máximo 10% do total, dos quais 5% são referentes a férias e 5% a ausências não previstas</p><p>B no mínimo 30% do total, dos quais 15% são referentes a férias e 15% a ausências não previstas</p><p>C no máximo 50% do total, dos quais 25% são referentes a férias e 25% a ausências não</p><p>previstas</p><p>D no mínimo 15% do total, dos quais 8,3% são referentes a férias e 6,7% a ausências não</p><p>previstas</p><p>E no mínimo 25% do total, dos quais 5% são referentes a férias e 20% a ausências não previstas.</p><p>11. FGV / TCE-TO / 2022 - Sobre as disposições do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen)</p><p>acerca do dimensionamento de enfermagem, analise as afirmativas a seguir, considerando V para</p><p>a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).</p><p>( ) Os serviços de diagnóstico por imagem devem garantir a presença de no mínimo um</p><p>enfermeiro durante todo o período em que ocorra assistência de enfermagem.</p><p>( ) O cuidado intermediário deve contar, no mínimo, com 1 profissional de enfermagem para 6</p><p>pacientes.</p><p>( ) Ao quantitativo de profissionais estabelecido deverá ser acrescido o índice de segurança</p><p>técnica (IST) de no mínimo 15% do total.</p><p>A sequência correta é:</p><p>A V – V – V</p><p>B F – V – V</p><p>C V – F – V</p><p>D F – F – F</p><p>E V – V – F</p><p>12. FGV / Prefeitura de Paulínia - SP / 2021 - Sobre as orientações normativas acerca do</p><p>dimensionamento de enfermagem, assinale a afirmativa correta.</p><p>76</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>A O referencial mínimo para o quadro de profissionais de enfermagem no cuidado</p><p>semi-intensivo é de 8 horas de enfermagem, por paciente, nas 24 horas.</p><p>B A norma orienta que, no cuidado mínimo, a proporção de profissional/paciente nos diferentes</p><p>turnos de trabalho seja de 1 profissional de enfermagem para 10 pacientes.</p><p>C A distribuição percentual da equipe de enfermagem em um CAPS II, deve ser de 40% de</p><p>enfermeiros e 60% de técnicos e /ou auxiliares de enfermagem.</p><p>D O Serviço de Diagnóstico por Imagem deve garantir a presença de, no mínimo, 1 enfermeiro</p><p>durante todo o período em que ocorra assistência de enfermagem.</p><p>E Ao quantitativo de profissionais estabelecido deve ser acrescido o índice de segurança técnica</p><p>(IST) de, no mínimo, 12% do total.</p><p>13. FUNDATEC / GHC-RS / 2021 - O dimensionamento do quadro de profissionais de</p><p>enfermagem deve basear-se em características relativas ao serviço de saúde, serviço de</p><p>enfermagem e ao paciente, sendo este último avaliado pelo grau de dependência em relação à</p><p>equipe de enfermagem. Assinale</p><p>a alternativa que corresponde a um instrumento utilizado para</p><p>realizar a classificação de pacientes para fins de dimensionamento dos profissionais de</p><p>enfermagem.</p><p>A Escala de Fugulin.</p><p>B Escala de Braden.</p><p>C Escala de Mews.</p><p>D Escala de Ramsay.</p><p>E Escala de Cincinnati</p><p>14. FEPESE / Prefeitura de Balneário Camboriú - SC / 2021 - A respeito da glosa hospitalar ou</p><p>glosa médica, é correto afirmar:</p><p>A O enfermeiro auditor não possui respaldo legal para indicar falhas nos registros dos</p><p>prontuários.</p><p>B A glosa técnica pode ocorrer quando há um erro administrativo na composição da conta</p><p>hospitalar, sendo um exemplo quando há a cobrança de um número de diárias maior que o</p><p>autorizado pelo plano de saúde.</p><p>C A glosa hospitalar pode ser entendida como o cancelamento, parcial ou total, do pagamento,</p><p>sendo identificada pelo auditor no momento da análise ao ser constatada não conformidade.</p><p>D A glosa administrativa é quando há alguma não conformidade no serviço de saúde prestado</p><p>ao paciente, ou seja, quando alguma conduta foge ao protocolo clínico pré-estabelecido.</p><p>E A glosa não deve ser feita devido à ausência de informações que justifiquem o uso de</p><p>medicamentos, procedimentos ou outro item lançado na conta, pois esses fatores são</p><p>considerados sigilosos.</p><p>77</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>15. FGV / FUNSAÚDE - CE / 2021 - Durante uma auditoria, o enfermeiro glosou alguns</p><p>medicamentos e materiais cuja prescrição e utilização não constavam no prontuário do paciente.</p><p>Esse procedimento denomina-se glosa</p><p>A linear.</p><p>B técnica.</p><p>C contábil.</p><p>D operativa.</p><p>E administrativa.</p><p>16. Inédita / 2024 - Conforme dimensionamento recomendado pelo COFEN, como horas de</p><p>enfermagem no centro cirúrgico, temos, exceto:</p><p>A 1,4 horas de Enfermagem, por cirurgia de Porte 1;</p><p>B 2,9 horas de Enfermagem, por cirurgia de Porte 2;</p><p>C 8,9 horas de Enfermagem, por cirurgia de Porte 3;</p><p>D 8,4 horas de Enfermagem, por cirurgia de Porte 4.</p><p>17. IBADE /SEA-SC / 2022 - A curva ABC é um método de gestão financeira com o objetivo de</p><p>controlar e gerir os materiais nos serviços de saúde. Os itens de maior custo pertencem à classe:</p><p>A Classe A.</p><p>B Classe B.</p><p>C Classe C.</p><p>D Classe D.</p><p>E Classe E.</p><p>18. FGV / FUNSAÚDE - CE / 2021 - É vedado ao enfermeiro auditor, no exercício de suas</p><p>funções,</p><p>A examinar o paciente.</p><p>B visitar e entrevistar o paciente.</p><p>C dirigir serviços de auditoria de enfermagem.</p><p>D acompanhar os procedimentos prestados.</p><p>E retirar os prontuários da instituição.</p><p>78</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>19. CPCON / Prefeitura de Viçosa - RN / 2021 - A Resolução COFEN nº 0543/2017 estabelece</p><p>parâmetros para o dimensionamento do quadro de profissionais de Enfermagem nas unidades</p><p>assistenciais de saúde. Nessa perspectiva, é necessário que o Enfermeiro reconheça na</p><p>Legislação de sua profissão o que discorre sobre esse tipo de classificação e sua importância em</p><p>relação à gestão de recursos humanos nas unidades assistenciais de saúde, atentando-se às Boas</p><p>Práticas em Saúde.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA, que trata da classificação do paciente e sua definição em relação</p><p>ao dimensionamento do pessoal de enfermagem nas unidades assistenciais:</p><p>A Paciente em Cuidados Intensivos é o cliente/paciente grave e recuperável, com risco iminente</p><p>de morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e</p><p>médica permanente e especializada.</p><p>B Paciente de Cuidado Mínimo é o cliente/paciente grave e irrecuperável, sujeito à instabilidade</p><p>das funções vitais e minimamente em condições de vida, ou seja, pacientes terminais.</p><p>C Paciente de Cuidado Máximo é o cliente/paciente em cuidados paliativos, que precisam de</p><p>maior cuidado e ventilação artificial.</p><p>D Não existe essa classificação nos documentos do COFEN, mas, sim a determinação da carga</p><p>horária do enfermeiro e a dimensão de enfermeiros por turnos de trabalhos em unidades</p><p>assistenciais de acordo com a quantidade de leitos da unidade e do serviço de saúde e não da</p><p>complexidade dos clientes/pacientes.</p><p>E Paciente em Cuidados Paliativos é o mesmo que um cliente/paciente que está fisicamente</p><p>insuficiente ao autocuidado e precisa ser encaminhado para unidade de terapia intensiva.</p><p>20. IF-TO / IF-TO 2021 - A Resolução COFEN 543/2017 estabelece os parâmetros mínimos para</p><p>dimensionar o quantitativo de profissionais das diferentes categorias de enfermagem para os</p><p>serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem. Baseado nessa resolução é</p><p>correto afirmar que a distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem deve</p><p>observar o SCP (sistema de classificação de pacientes) e as seguintes proporções mínimas para o</p><p>cuidado intensivo:</p><p>A 55% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.</p><p>B 52% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.</p><p>C 42% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.</p><p>D 53% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.</p><p>E 45% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.</p><p>21. VUNESP / EBSERH / 2020 - Considere os aspectos relacionados ao gerenciamento de</p><p>recursos materiais utilizados pela enfermagem e assinale a alternativa correta.</p><p>A A estimativa do material a ser comprado depende da média das taxas mensais de permanência</p><p>de pacientes internados, em um ano.</p><p>B A normatização de materiais médico-hospitalares consiste no primeiro passo a ser realizado ao</p><p>se desenvolver a etapa de especificação técnica.</p><p>79</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>C A previsão de materiais é determinada pelo perfil da instituição e dos profissionais de saúde</p><p>que nela atuam.</p><p>D Ao realizar a padronização de assistência, o enfermeiro deve considerar os aspectos</p><p>relacionados com os riscos e impactos de sua utilização para os pacientes, trabalhadores e</p><p>ambiente.</p><p>E A especificação técnica de materiais consiste no estabelecimento de critérios objetivos de</p><p>indicação técnica do uso do material e do custo-benefício.</p><p>22. VUNESP / Prefeitura de Morro Agudo - SP / 2020 - O método de classificação de materiais</p><p>segundo a curva ABC é uma das estratégias aplicadas para o controle de gastos com estoque.</p><p>De acordo com esse método, a Classe C</p><p>A agrupa cerca de 70% dos itens, cuja importância em valor é pequena, representando cerca de</p><p>20% do valor do estoque.</p><p>B abriga o grupo de itens mais importantes que correspondem a um pequeno número de</p><p>medicamentos, cerca de 20% dos itens, que representam cerca de 80% do valor total do</p><p>estoque.</p><p>C abriga o grupo de itens mais importantes que correspondem a um número muito pequeno de</p><p>medicamentos, cerca de 5% dos itens, que representam cerca de 70% do valor total do estoque.</p><p>D representa um grupo de itens em situação e valores intermediários entre a classe A e B, sendo</p><p>15% do total de itens.</p><p>E representa um grupo de itens em situação e valores intermediários entre a classe A e B, sendo</p><p>50% do total de itens.</p><p>23. IADES / SES-DF /2020 - Em um estoque, tem-se os seguintes grupos relacionados pelo</p><p>custo: 10 itens consomem 5% dos recursos, 6 itens consomem 15% e 4 itens consomem 80%.</p><p>Utilizando-se os critérios da curva ABC, esses grupos de itens são classificados, respectivamente,</p><p>como A, B e C.</p><p>( ) Certo ( )Errado</p><p>24. IBADE / Prefeitura de Aracruz - ES / 2019 - A atividade que avalia os sistemas de saúde,</p><p>observados aspectos de eficiência, eficácia e efetividade é chamada de auditoria do tipo:</p><p>A conformidade.</p><p>B regular.</p><p>C especial.</p><p>D posterior.</p><p>E operacional.</p><p>80</p><p>Thaysa</p><p>Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>25. FURB / Prefeitura de Timbó - SC / 2019 - A gestão dos recursos materiais nas unidades de</p><p>saúde é uma das atribuições do enfermeiro e envolve as funções de previsão, provisão,</p><p>organização e controle. Em relação à previsão de material realizada pelo enfermeiro, analise as</p><p>alternativas e identifique as corretas:</p><p>I- Analisar a especificidade da unidade, características da clientela e frequência no uso dos</p><p>materiais.</p><p>II- Basear-se no comportamento do consumo do material no passado e em uma estimativa de</p><p>sua tendência no futuro.</p><p>III- Analisar local de guarda, durabilidade do material e periodicidade na reposição do material.</p><p>IV- Basear-se na decisão do responsável na escala de atribuição mensal pelo recebimento e</p><p>conferência do material.</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>A Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.</p><p>B As afirmativas II e IV estão corretas.</p><p>C As afirmativas II, III e IV estão corretas.</p><p>D Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.</p><p>E As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.</p><p>26. CONTEMAX /Prefeitura de Lucena - PB/ 20189 - O índice de segurança técnica (IST) é uma</p><p>característica essencial para o dimensionamento do quadro dos profissionais de enfermagem</p><p>relativo ao:</p><p>A Serviço de enfermagem.</p><p>B Paciente.</p><p>C Serviço de saúde.</p><p>D Modelo assistencial.</p><p>E Indicador de qualidade gerencial.</p><p>27. AMEOSC / Prefeitura de São Miguel do Oeste - SC / 2017 - De acordo com o sistema de</p><p>classificação de pacientes (SCP), para efeito de cálculo de dimensionamento de pessoal, deve-se</p><p>considerar para cuidado intensivo:</p><p>A 10 horas de enfermagem.</p><p>B 12 horas de enfermagem.</p><p>C 16 horas de enfermagem.</p><p>D 18 horas de enfermagem.</p><p>81</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>28. Método Soluções Educacionais / Prefeitura de Arenápolis - MT / 2019 - No dimensionamento</p><p>de profissionais de enfermagem as horas por leito nas 24 horas alteram-se em relação ao tipo</p><p>de assistência. Nesse sentido, assinale a alternativa correta:</p><p>A Na assistência mínima ou autocuidado: 2 horas</p><p>B Na assistência intermediária: 5 horas</p><p>C Semi-intensiva: 10 horas</p><p>D Na assistência intensiva: 20 horas</p><p>29. COMVEST UFAM /UFAM / 2019 - Analise as afirmativas a seguir, sobre a dose de</p><p>medicamentos que o Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de</p><p>medicamentos, do Ministério da Saúde, recomenda:</p><p>( ) A expressão "uso contínuo" ou “usar sem parar”, sem prazo para o paciente ser reavaliado,</p><p>deverá ser utilizada em prescrições ambulatoriais.</p><p>( ) Recomenda-se que as doses prescritas sejam conferidas pelo prescritor antes da assinatura da</p><p>prescrição, tendo como referência o melhor nível de evidência científica disponível.</p><p>( ) Para medicamentos cujas doses são dependentes de peso, superfície corporal e clearance de</p><p>creatinina, recomenda-se que o prescritor anote tais informações na prescrição, para facilitar a</p><p>análise farmacêutica e a assistência de enfermagem.</p><p>( ) Deve-se implantar a dupla checagem (na farmácia e no momento do recebimento pelo</p><p>profissional de enfermagem) das doses prescritas somente para medicamentos potencialmente</p><p>perigosos/alta vigilância.</p><p>( ) A prescrição ambulatorial deverá trazer a quantidade total de unidades farmacêuticas do</p><p>medicamento prescrito, que deverá ser dispensada para o tratamento proposto.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA, de cima para baixo, atribuindo V para</p><p>verdadeiro ou F para falso:</p><p>A V – V – F – V – F</p><p>B V – F – F – V – F</p><p>C V – V – V – F – V</p><p>D F – V – V – F – V</p><p>E F – V – F – F – F</p><p>82</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>30. MS CONCURSOS /Prefeitura de Juti - MS / 2019 - Conforme a legislação vigente, o</p><p>dimensionamento de profissionais de enfermagem deve basear-se em características relativas:</p><p>I- ao serviço de saúde;</p><p>II- ao serviço de enfermagem;</p><p>III- ao paciente.</p><p>Está(ão) correta(s)</p><p>A Apenas a afirmação I.</p><p>B Apenas a afirmação II.</p><p>C Apenas as afirmações I e III.</p><p>D As afirmações I, II e III.</p><p>GABARITO</p><p>1. E</p><p>2. D</p><p>3. B</p><p>4. A</p><p>5. E</p><p>6. D</p><p>7. D</p><p>8. A</p><p>9. C</p><p>10. D</p><p>11. C</p><p>12. D</p><p>13. A</p><p>14. C</p><p>15. B</p><p>16. C</p><p>17. A</p><p>18. E</p><p>19. A</p><p>20. B</p><p>21. D</p><p>22. A</p><p>23. ERRADA</p><p>24. E</p><p>25. D</p><p>26. A</p><p>27. D</p><p>28. C</p><p>29. D</p><p>30. D</p><p>RESUMO</p><p>Como o conteúdo é denso e, basicamente, tudo é importante, vou separar o MÍNIMO necessário</p><p>para você lembrar, ok?!</p><p>DIMENSIONAMENTO</p><p>➔ RESOLUÇÃO COFEN 543/2017</p><p>83</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>➔ Leva em consideração as características do serviço de saúde, serviço de enfermagem e</p><p>paciente.</p><p>Foque, inicialmente, no dimensionamento da Unidade de internação:</p><p>I – como HORAS DE ENFERMAGEM, por paciente, nas 24 horas:</p><p>HORAS DE ENF.</p><p>por</p><p>paciente</p><p>TIPO DE CUIDADO</p><p>4 Mínimo</p><p>6 Intermediário</p><p>10 Alta dependência</p><p>10 Semi-intensivo</p><p>18 Intensivo</p><p>Lembre-se que a dependência pode ser verificada pela ESCALA DE FUGULIN.</p><p>II – A distribuição percentual do TOTAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM, deve</p><p>observar:</p><p>a) O SCP e as seguintes proporções mínimas:</p><p>Cuidado mínimo 33% ENF (min. 6) demais AE e TE</p><p>Cuidado intermediário 33% ENF (min. 6) demais AE e TE</p><p>Cuidado de alta dependência 36% ENF demais AE e TE</p><p>Cuidado semi-intensivo 42% ENF demais TE</p><p>Cuidado intensivo 52% ENF demais TE</p><p>III – Para efeito de cálculo devem ser consideradas: o SCP e a PROPORÇÃO</p><p>PROFISSIONAL/PACIENTE nos diferentes turnos de trabalho:</p><p>Cuidado mínimo 6 pacientes</p><p>Cuidado intermediário 4 pacientes</p><p>Cuidado de alta dependência 2,4 pacientes</p><p>Cuidado semi-intensivo 2,4 pacientes</p><p>84</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>1 profissional de enfermagemCuidado intensivo 1,33 paciente</p><p>INDICADORES DE GESTÃO [foco ao invés da assistência]</p><p>Indicador: Horas de Assistência de Enfermagem (Unidades de Internação)</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência de enfermagem prestadas e o número de</p><p>pacientes/dia assistidos no mesmo período.</p><p>Indicador: Horas de Enfermeiro (Unidades de Internação)</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência prestadas por enfermeiros e o número de</p><p>pacientes/dia assistidos no mesmo período.</p><p>Indicador: Horas de Técnicos/Auxiliares de Enfermagem (Unidades de Internação)</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência prestadas por técnicos e auxiliares de</p><p>enfermagem e o número de pacientes/dia assistidos no mesmo período</p><p>Indicador: Horas de Assistência de Enfermagem em Unidades de Terapia Intensiva</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência de enfermagem prestadas e o número de</p><p>pacientes/dia assistidos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).</p><p>Indicador: Horas de Enfermeiros em Unidades de Terapia Intensiva (UTI)</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência prestadas por enfermeiros e o número de</p><p>pacientes/dia atendidos no mesmo período.</p><p>Indicador: Horas de Técnicos e Auxiliares de Enfermagem em Unidades de Terapia Intensiva (UTI)</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência prestadas por técnicos/auxiliares de enfermagem</p><p>e o número de pacientes/dia no mesmo período.</p><p>Indicador: Índice de Treinamento de Profissionais de Enfermagem</p><p>Definição: relação entre o número de horas</p><p>dos trabalhadores ouvintes nos cursos e o número de</p><p>horas trabalhadas, multiplicado por 1.000.</p><p>Indicador: Taxa de Absenteísmo de Profissionais de Enfermagem</p><p>Definição: relação percentual entre o número de horas/homem ausentes e o número de</p><p>horas/homem trabalhadas, multiplicado por 100.</p><p>Indicador: Taxa de Rotatividade de Profissional de Enfermagem (Turn Over)</p><p>Definição: relação percentual entre a soma de admissões e demissões, dividido por dois e o</p><p>número de trabalhadores ativos no período/mês, multiplicado por 100.</p><p>Indicador: Taxa de Acidente de Trabalho de Profissionais de Enfermagem</p><p>Definição: relação percentual entre o número de acidentes de trabalho de profissionais de</p><p>enfermagem e o número de trabalhadores ativos no período/mês, multiplicado por 100.</p><p>85</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>GESTÃO DE MATERIAIS</p><p>➔ MATERIAIS DE CONSUMO: estocados e com o uso acabam perdendo suas propriedades,</p><p>sendo consumíveis, tendo uma duração de no máximo dois anos como, por exemplo,</p><p>esparadrapos, extensão para oxigênio, inaladores, seringas, agulhas e outros.</p><p>➔ MATERIAIS PERMANENTE: não são estocáveis, ou que permitem apenas uma estocagem</p><p>temporária, transitória, apresentando um tempo de vida útil igual ou superior a dois anos,</p><p>constituem o patrimônio da instituição, como por exemplo, mobiliários, equipamentos,</p><p>instrumentais e outros.</p><p>➔ PADRONIZAÇÃO DE MATERIAIS: essencial dada a variedade de bens e produtos que têm</p><p>a mesma finalidade técnica e indicações de uso, consistindo, portanto, na determinação</p><p>do produto específico para procedimentos específicos, com o objetivo de diminuir a</p><p>diversidade desnecessária de alguns itens e normatizar o uso de similares.</p><p>➔ PREVISÃO: significa “conhecer com antecipação; antever”. A estimativa do quantitativo de</p><p>material necessário pode ser obtida através do consumo médio mensal (CMM) dividido</p><p>pelo número de meses mais uma margem de segurança (ES) definindo-se assim uma cota</p><p>de material (CM). Tal estimativa pode ser representada pela seguinte expressão:</p><p>CM = CMM + ES</p><p>CM: cota mensal CMM: consumo médio mensal ES: estoque de segurança</p><p>➔ A CURVA ABC: Classe A = a 20% do total de itens, mas são os de maior valor, Classe B =</p><p>20% a 30% e são de valor intermediário. Classe C = 50% dos itens estocados representam</p><p>5% do valor de vendas.</p><p>➔ PROVISÃO: reposição de materiais na unidade de enfermagem e o mapa de consumo de</p><p>material auxilia também na realização dessa etapa.</p><p>AUDITORIA EM SAÚDE</p><p>Tem como objetivos em:</p><p>➔ garantir a qualidade da assistência prestada ao usuário;</p><p>➔ viabilizar economicamente a Instituição;</p><p>➔ conferir a correta utilização, cobrança dos recursos técnicos disponíveis;</p><p>➔ educar os prestadores de serviços;</p><p>➔ proporcionar um ambiente de diálogo permanente entre prestadores e a empresa;</p><p>➔ aos usuários proporcionar confiabilidade na relação Prestador x Instituição x Usuário.</p><p>➔ organizar, dirigir, planejar, coordenar e avaliar, prestar consultoria e emissão de parecer</p><p>sobre os serviços de Auditoria de Enfermagem.</p><p>➔ atuar na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde. a</p><p>➔ atuar na elaboração de medidas de prevenção e controle sistemático de danos que</p><p>possam ser causados aos pacientes durante a assistência de enfermagem. Assinale a</p><p>alternativa que indica todas as afirmativas corretas.</p><p>Atenção à Resolução COFEN Nº 720/2023: visa normatizar a atuação do Enfermeiro em</p><p>Auditoria, conforme o anexo desta Resolução.</p><p>Vamos resumir alguns pontos:</p><p>86</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>ATIVIDADES DO ENFERMEIRO EM AUDITORIA</p><p>Privativo do Enfermeiro:</p><p>a. Organizar, dirigir, planejar, coordenar, avaliar, prestar consultorias, atuar em todas as etapas do</p><p>processo de auditorias e contra auditorias (recursos de glosas), além de emitir pareceres sobre os</p><p>serviços de Auditoria de Enfermagem;</p><p>b. Supervisionar Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, nos casos em que estes estejam</p><p>desempenhando funções auxiliares de menor complexidade que envolvam atividades de</p><p>Auditoria.</p><p>Como integrante da equipe multidisciplinar de Auditoria e Gestão em Saúde:</p><p>a. Atuar no planejamento, execução e avaliação da proposta assistencial;</p><p>b. Atuar na construção de programas e atividades que visem a assistência integral à Saúde</p><p>individual e de grupos específicos.</p><p>c. Atuar na elaboração de protocolos e indicadores assistenciais, acompanhar a execução e</p><p>avaliação da assistência, considerando as implementações e os seus desfechos;</p><p>d. Atuar na elaboração de medidas de prevenção, junto aos núcleos e comissões obrigatórias de</p><p>segurança do paciente.</p><p>e. Atuar na elaboração de programas e atividades da educação permanente, visando à melhoria</p><p>da Saúde do indivíduo, da família e da população em geral;</p><p>f. Atuar na elaboração de Contratos, Adendos e Pacotes para a Prestação de Serviços públicos e</p><p>privados que dizem respeito à assistência, atuando também na contratualização e nas</p><p>negociações técnicas e comerciais entre prestadores de serviços e operadoras de Saúde;</p><p>g. Atuar em bancas examinadoras, na docência em disciplinas específicas de Auditoria e de</p><p>Gestão em Saúde; nos concursos para provimentos de cargo ou contratação de Enfermeiro ou</p><p>pessoal Técnico de Enfermagem.</p><p>h. Atuar em todas as atividades de competência do Enfermeiro em Auditoria, em conformidade</p><p>com o previsto na legislação vigente;</p><p>i. Atuar nas atividades de controle, avaliação e auditoria especializada em Órteses, Próteses e</p><p>Materiais Especiais (OPME)/Dispositivos Médicos implantáveis (DMI).</p><p>j. Acessar os contratos e adendos pertinentes à Instituição a ser auditada bem como o prontuário</p><p>do paciente e toda documentação que se fizer necessária, no desempenho de suas atribuições;</p><p>k. Realizar visitas técnicas nos prestadores de Serviços de Saúde públicos e privados para avaliar</p><p>a estrutura física e a qualidade da assistência prestada aos pacientes constatando o cumprimento</p><p>das legislações vigentes da área de atuação da instituição;</p><p>l. Visitar/entrevistar o paciente, com o objetivo de constatar a satisfação do mesmo com relação à</p><p>qualidade dos serviços prestados, no cumprimento de sua função.</p><p>m. Acompanhar, presencialmente, exames e procedimentos prestados ao paciente no sentido de</p><p>dirimir quaisquer dúvidas que possam interferir no seu relatório, desde que autorizado pelo</p><p>paciente e Instituição a ser auditada.</p><p>87</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>IV. Considerando a interface do serviço de Enfermagem com os diversos serviços de Saúde</p><p>públicos e privados, fica livre a conferência da qualidade no sentido de coibir o prejuízo relativo à</p><p>assistência de Enfermagem prestada ao paciente, devendo o Enfermeiro registrar em relatório</p><p>apropriado tal fato e sinalizar aos seus pares Auditores da equipe multidisciplinar, pertinentes à</p><p>área específica.</p><p>V. O Enfermeiro poderá solicitar esclarecimentos para equipe multiprofissional sobre fatos que</p><p>interfiram na clareza e objetividade dos registros, com a finalidade de coibir interpretações</p><p>equivocadas sobre a assistência prestada, bem como que possam gerar glosas indevidas.</p><p>VI. O Enfermeiro poderá solicitar acesso aos protocolos assistenciais do prestador de serviços,</p><p>com o objetivo de constatar o resultado da assistência prestada; e toda a documentação</p><p>necessária durante a Auditoria concorrente ou retrospectiva, somente nas dependências da</p><p>Instituição a ser auditada.</p><p>VII. O Enfermeiro quando no exercício de suas funções de Auditoria, deve ter conhecimento</p><p>técnico sobre o assunto a ser discutido.</p><p>VIII. O Enfermeiro como educador, deverá participar da interação interdisciplinar e</p><p>multiprofissional.</p><p>IX. O Enfermeiro, enquanto integrante de equipe multiprofissional de Auditoria deverá manter o</p><p>sigilo profissional, salvo os casos previstos em lei.</p><p>CLASSIFICAÇÃO DA AUDITORIA</p><p>➔ Quanto aos MÉTODOS: prospectiva, operacional e retrospectiva.</p><p>➔ Quanto às FORMAS DE INTERVENÇÃO: interna e externa.</p><p>➔ Quanto ao TEMPO: contínua e periódica</p><p>➔ Quanto à NATUREZA: normal e especial.</p><p>➔ Quanto ao LIMITE: total e parcial.</p><p>➔ Quanto à FINALIDADE: resultados e qualidade</p><p>Excelente prova para você!</p><p>Não desista, JAMAIS!</p><p>88</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Nota 2 – Necessita de auxílio;</p><p>Nota 3 – Dependente parcialmente;</p><p>Nota 4 – Totalmente dependente.</p><p>Quando às ÁREAS DO CUIDADO, conheça quais são:</p><p>1. estado mental;</p><p>2. oxigenação;</p><p>3. sinais vitais;</p><p>4. motilidade;</p><p>5. deambulação;</p><p>6. alimentação;</p><p>7. cuidado corporal;</p><p>8. eliminação;</p><p>9. terapêutica.</p><p>Vamos ver essas avaliações, no detalhe:</p><p>7</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Áreas do Cuidado 1 2 3 4</p><p>Estado Mental O paciente está</p><p>orientado no tempo</p><p>e espaço (informa</p><p>data e hora precisa);</p><p>Apresenta períodos</p><p>de desorientação no</p><p>tempo e espaço;</p><p>Apresenta períodos</p><p>de inconsciência;</p><p>O paciente está</p><p>totalmente</p><p>inconsciente</p><p>Oxigenação O paciente não</p><p>depende de</p><p>oxigênio;</p><p>Necessita de</p><p>máscara ou cateter</p><p>de oxigênio;</p><p>Precisa de uso</p><p>contínuo de máscara</p><p>ou cateter de</p><p>oxigênio;</p><p>Dependente de</p><p>ventilação mecânica.</p><p>Sinais Vitais Você precisa aferir</p><p>sinais vitais de rotina</p><p>de 8 em 8 horas;</p><p>Necessita de aferir</p><p>sinais vitais de de 6</p><p>em 6 horas;</p><p>Controle dos sinais</p><p>vitais de 4 em 4</p><p>horas;</p><p>Controle dos sinais</p><p>vitais de 2 em 2</p><p>horas.</p><p>Motilidade O paciente</p><p>consegue</p><p>movimentar todos</p><p>os segmentos do</p><p>corpo;</p><p>Apresenta limitação</p><p>do movimento;</p><p>Dificuldade para</p><p>movimentar os</p><p>segmentos do</p><p>corpo, precisa de</p><p>mudança de</p><p>decúbito e</p><p>movimentação</p><p>passiva realizada</p><p>com auxílio da</p><p>enfermagem;</p><p>Incapacidade de</p><p>movimentos nos</p><p>segmentos do</p><p>corpo, precisa de</p><p>mudança de</p><p>decúbito</p><p>programada e</p><p>movimentação</p><p>passiva realizada</p><p>pela enfermagem.</p><p>Deambulação O paciente está</p><p>deambulando sem</p><p>auxílio;</p><p>Necessita de auxílio</p><p>para deambular;</p><p>Utiliza cadeira de</p><p>rodas;</p><p>Está restrito ao</p><p>leito.</p><p>Alimentação Consegue</p><p>alimentar-se sozinho;</p><p>Precisa de auxílio</p><p>para levar o</p><p>alimento até à boca;</p><p>Somente consegue</p><p>se alimentar por</p><p>sonda nasogástrica;</p><p>Necessita de cateter</p><p>central (alimentação</p><p>parenteral).</p><p>Cuidado corporal Consegue realizar o</p><p>autocuidado sem</p><p>nenhum auxílio;</p><p>Necessita de auxílio</p><p>durante o banho de</p><p>chuveiro ou durante</p><p>a higiene oral;</p><p>A enfermagem</p><p>precisa de dar o</p><p>banho de chuveiro e</p><p>realizar a higiene</p><p>oral;</p><p>Necessita de realizar</p><p>banho no leito e</p><p>higiene oral pela</p><p>enfermagem.</p><p>Eliminação O paciente</p><p>consegue usar o</p><p>vaso sanitário sem</p><p>auxílio;</p><p>Necessita de auxílio</p><p>para usar o vaso</p><p>sanitário;</p><p>Precisa de usar</p><p>comadre ou realiza</p><p>as evacuações em</p><p>fraldas;</p><p>Evacuação em</p><p>fraldas e uso de</p><p>sonda vesical para</p><p>controle da diurese.</p><p>Administração</p><p>de</p><p>medicamentos</p><p>Administração de</p><p>medicamentos por</p><p>Administração de</p><p>medicamentos por</p><p>Administração de</p><p>medicamentos por</p><p>via endovenosa</p><p>contínua ou através</p><p>Uso de</p><p>medicamentos</p><p>vasoativos para a</p><p>8</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>via intramuscular ou</p><p>via oral;</p><p>via endovenosa</p><p>intermitente;</p><p>de sonda</p><p>nasogástrica;</p><p>manutenção da</p><p>pressão arterial.</p><p>____________________________________________________</p><p>2.3 Paciente de cuidados mínimos (PCM): paciente estável sob o ponto de vista clínico e de</p><p>Enfermagem e autossuficiente quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas;</p><p>2.4 Paciente de cuidados intermediários (PCI): paciente estável sob o ponto de vista clínico e de</p><p>Enfermagem, com parcial dependência dos profissionais de Enfermagem para o atendimento das</p><p>necessidades humanas básicas;</p><p>2.5 Paciente de cuidados de alta dependência (PCAD): paciente crônico, incluindo o de cuidado</p><p>paliativo, estável sob o ponto de vista clínico, porém com total dependência das ações de</p><p>Enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas;</p><p>2.6 Paciente de cuidados semi-intensivo (PCSI): paciente passível de instabilidade das funções</p><p>vitais, recuperável, sem risco iminente de morte, requerendo assistência de Enfermagem e</p><p>médica permanente e especializada;</p><p>2.7 Paciente de cuidados intensivos (PCIt): paciente grave e recuperável, com risco iminente de</p><p>morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de Enfermagem e médica</p><p>permanente e especializada.</p><p>2.8 Horas de Assistência – durante as 24 horas de assistência, deverá ser dispensado como horas</p><p>de Enfermagem, por paciente, conforme estudo realizado pelo Cofen (2017):</p><p>SCP Horas de Enfermagem / 24 horas</p><p>CUIDADO MÍNIMO 4</p><p>CUIDADO INTERMEDIÁRIO 6</p><p>CUIDADO DE ALTA DEPENDÊNCIA 10</p><p>CUIDADO SEMI-INTENSIVO 10</p><p>CUIDADO INTENSIVO 18</p><p>2.9 Total de horas de Enfermagem (THE) corresponde ao somatório das cargas médias diárias de</p><p>trabalho necessárias para assistir os pacientes com demanda de cuidados mínimos,</p><p>intermediários, alta dependência, semi-intensivos e intensivos.</p><p>3.0 Distribuição percentual do total de profissionais de Enfermagem:</p><p>Deve-se observar as seguintes proporções mínimas, aplicando-se para cobertura nas 24 horas:</p><p>SCP Proporção Enf e Téc. de Enfermagem</p><p>9</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>CUIDADO MÍNIMO 33% são Enfermeiros</p><p>(mínimo que garanta 1 Enfermeiro em cada turno)</p><p>e os demais técnicos e/ou auxiliares de Enfermagem;</p><p>CUIDADO INTERMEDIÁRIO 33% são Enfermeiros</p><p>(mínimo que garanta 1 Enfermeiro em cada turno)</p><p>e os demais técnicos e/ou auxiliares de Enfermagem;</p><p>CUIDADO DE ALTA DEPENDÊNCIA 36% são Enfermeiros</p><p>e os demais técnicos e/ou auxiliares de Enfermagem;</p><p>CUIDADO SEMI-INTENSIVO 42% são Enfermeiros</p><p>e os demais técnicos de Enfermagem;</p><p>CUIDADO INTENSIVO 52% são Enfermeiros</p><p>e os demais técnicos de Enfermagem.</p><p>Considerar ainda, a Taxa de Ocupação da Instituição/Setor, ou seja, considerar a porcentagem</p><p>média de internação.</p><p>Quando houver diferentes tipos de cuidados em pacientes em um mesmo setor, a distribuição de</p><p>profissionais por categoria deverá seguir o tipo de cuidado, cujo grupo de pacientes apresentar a</p><p>maior carga de trabalho para assistência de Enfermagem.</p><p>Cabe ao Enfermeiro o registro diário da classificação dos pacientes segundo o SCP para subsidiar</p><p>a composição do quadro de Enfermagem para as unidades de internação.</p><p>ATENÇÃO</p><p>● Para alojamento conjunto, o binômio mãe/filho deve ser classificado, no mínimo, como</p><p>cuidado intermediário.</p><p>● Para berçário e unidade de internação em pediatria todo recém-nascido e criança menor de 6</p><p>anos deve ser classificado, no mínimo, como cuidado intermediário, independente da</p><p>presença do acompanhante.</p><p>Equação para cálculo:𝑄𝑃 = { [𝑃𝐶𝑀 𝑥 4) + (𝑃𝐶𝐼 𝑥 6) + (𝑃𝐶𝐴𝐷 𝑥 10) + (𝑃𝐶𝑆𝐼 𝑥 10) + (𝑃𝐶𝐼𝑡 𝑥 18)] 𝑥 𝐷𝑆 𝑥 𝐼𝑆𝑇} / 𝐶𝐻𝑆</p><p>QP = quadro de pessoal</p><p>PCM = paciente de cuidado mínimo</p><p>PCI = paciente de cuidado intermediário</p><p>PCAD = paciente de cuidado de alta dependência</p><p>PCSI = paciente de cuidado semi-intensivo</p><p>PCIt = paciente de cuidado intensivo</p><p>DS = dias da semana</p><p>IST: índice de segurança técnica</p><p>CHS: carga horária semanal</p><p>(1+IST) = fator de ajuste do índice de segurança técnica</p><p>Onde, utilizando-se o IST igual a 15%, tal fator acima</p><p>será 1,15.</p><p>10</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Juntando o que vimos até agora:</p><p>SCP Explicação Horas de</p><p>Enfermagem / 24</p><p>horas</p><p>Proporção Enf e Téc. de</p><p>Enfermagem</p><p>CUIDADO</p><p>MÍNIMO</p><p>paciente estável sob o ponto</p><p>de vista clínico e de</p><p>Enfermagem e autossuficiente</p><p>quanto ao atendimento das</p><p>necessidades humanas básicas;</p><p>4 33% são Enfermeiros</p><p>(mínimo que garanta 1</p><p>Enfermeiro em cada turno)</p><p>e os demais técnicos e/ou</p><p>auxiliares de Enfermagem;</p><p>CUIDADO</p><p>INTERMEDIÁRIO</p><p>paciente estável sob o ponto</p><p>de vista clínico e de</p><p>Enfermagem, com parcial</p><p>dependência dos profissionais</p><p>de Enfermagem para o</p><p>atendimento das necessidades</p><p>humanas básicas;</p><p>6 33% são Enfermeiros</p><p>(mínimo que garanta 1</p><p>Enfermeiro em cada turno)</p><p>e os demais técnicos e/ou</p><p>auxiliares de Enfermagem;</p><p>CUIDADO DE</p><p>ALTA</p><p>DEPENDÊNCIA</p><p>paciente crônico, incluindo o de</p><p>cuidado paliativo, estável sob o</p><p>ponto de vista clínico, porém</p><p>com total dependência das</p><p>ações de Enfermagem para o</p><p>atendimento das necessidades</p><p>humanas básicas;</p><p>10 36% são Enfermeiros</p><p>e os demais técnicos e/ou</p><p>auxiliares de Enfermagem;</p><p>CUIDADO</p><p>SEMI-INTENSIVO</p><p>paciente passível de</p><p>instabilidade das funções vitais,</p><p>recuperável, sem risco iminente</p><p>de morte, requerendo</p><p>assistência de Enfermagem e</p><p>médica permanente e</p><p>especializada;</p><p>10 42% são Enfermeiros</p><p>e os demais técnicos de</p><p>Enfermagem;</p><p>CUIDADO</p><p>INTENSIVO</p><p>paciente grave e recuperável,</p><p>com risco iminente de morte,</p><p>sujeito à instabilidade das</p><p>funções vitais, requerendo</p><p>assistência de Enfermagem e</p><p>médica permanente e</p><p>especializada.</p><p>18 52% são Enfermeiros</p><p>e os demais técnicos de</p><p>Enfermagem.</p><p>4. Unidades Assistenciais Especiais (UAE): locais onde são desenvolvidas intervenções/atividades</p><p>de Enfermagem em que não é possível aplicar o método de dimensionamento baseado no SCP e</p><p>não há referência/estudos de horas de intervenção/atividade, por exemplo: Pronto Socorro,</p><p>Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Centro Obstétrico, Ambulatório, Hemocentro.</p><p>11</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>4.1 Sítio Funcional (SF): unidade de medida baseada na experiência profissional, que considera</p><p>a(s) atividade(s) desenvolvida(s), a área operacional ou local da atividade e a carga semanal de</p><p>trabalho.</p><p>4.2 Espelho Semanal padrão (ESP): representação gráfica da distribuição das áreas operacionais</p><p>com dias da semana, turnos de trabalho e categoria profissional.</p><p>Área</p><p>operacional Categoria</p><p>Profissional</p><p>Seg à Sex Subtot</p><p>al de</p><p>SF x 5</p><p>Sáb e Dom Subtotal</p><p>de SF x 2</p><p>Total de</p><p>SF</p><p>Nível</p><p>Sup</p><p>Total de</p><p>SF</p><p>Nível</p><p>Médio</p><p>M T N1 N2 M T N1 N2</p><p>NS</p><p>NM</p><p>Sugere-se a utilização de uma série histórica de espelhos semanais, com a capacidade instalada e</p><p>demandas atendidas, por no mínimo 4 - 6 semanas.</p><p>4.3 Área Operacional: local onde são realizadas às intervenções / atividades de Enfermagem</p><p>(consultórios, sala de procedimento, sala de vacina, sala de medicação, sala de inalação, sala de</p><p>curativo, etc.)</p><p>4.4 Período de Tempo (PT): tempo de jornada que varia de acordo com a Carga Horária diária,</p><p>para realizar os procedimentos da área operacional.</p><p>4.5 Índice de segurança técnica (IST): o mínimo a ser acrescido, recomendado por este parecer é</p><p>o percentual de 15%.</p><p>Equação para cálculo da quantidade de profissionais para sítios funcionais:</p><p>Equação para cálculo:𝑄𝑃 = (𝑇𝑆𝐹 𝑥 𝑃𝑇 𝑥 𝐼𝑆𝑇) / 𝐶𝐻𝑆</p><p>QP = quadro de pessoal</p><p>TSF: total de sírios funcionais</p><p>Sítio funcional</p><p>DS = dias da semana</p><p>IST: índice de segurança técnica</p><p>PT = período de trabalho</p><p>CHS = carga horária semanal</p><p>(1+IST) = fator de ajuste do índice de segurança técnica</p><p>Onde, utilizando-se o IST igual a 15%, tal fator acima</p><p>será 1,15</p><p>5. Serviço de Saúde Mental</p><p>Para os indivíduos assistidos na saúde MENTAL, foram considerados os parâmetros</p><p>recomendados pelo Ministério da Saúde, Portaria MS nº 336/2002 e Portaria MS nº 3588/2017,</p><p>Portaria de consolidação nº 003/GM/MS/2017 e SCP de Martins, (2007) agregada ao estudo de</p><p>Vieira (2017), com adaptações, refletindo a operacionalização do cuidado de Enfermagem nesta</p><p>área.</p><p>CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL</p><p>Estrutura Descrição Funcionamento</p><p>Diário</p><p>Prof. Enfermagem por turno</p><p>12</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>CAPS 1 Serviço de atenção psicossocial</p><p>com capacidade operacional para</p><p>atendimento em municípios entre</p><p>20mil e 70mil habitantes</p><p>10 horas 1 Enfermeiro</p><p>2 Técnicos / Auxiliares de</p><p>Enfermagem</p><p>CAPS 2 Serviço de atenção psicossocial</p><p>com capacidade operacional para</p><p>atendimento em municípios com</p><p>população entre 70 min e 2000 mil</p><p>habitantes.</p><p>10 horas 2 Enfermeiros com formação em</p><p>saúde mental</p><p>2 Técnicos / auxiliares de</p><p>Enfermagem</p><p>CAPS 3 Serviço de atenção psicossocial</p><p>com capacidade operacional para</p><p>atendimento em municípios com</p><p>população acima de 2000</p><p>habitantes.</p><p>24 horas Período diurno</p><p>3 enfermeiros com formação em</p><p>saúde mental</p><p>2 técnicos e auxiliares de</p><p>enfermagem</p><p>Período Noturno, final de</p><p>semana e feriado</p><p>2 Enfermeiros com formação em</p><p>saúde mental.</p><p>Instituições Hospitalares e Unidade de Internação em Hospitais Gerais</p><p>Considerar o Sistema de Classificação de Pacientes de Martins, (2007) agregado ao estudo de</p><p>Vieira (2017), com 14 indicadores e 3 graus de classificação.</p><p>a. Indicadores:</p><p>1) cuidados com a aparência e higiene;</p><p>2) expressão do pensamento;</p><p>3) humor; interação social;</p><p>4) atividades;</p><p>5) alimentação e hidratação;</p><p>6) sono;</p><p>7) medicação;</p><p>8) eliminações;</p><p>9) sinais vitais e outros controles;</p><p>10) problemas,</p><p>11) queixas somáticas.</p><p>12) comportamento relacionado ao suicídio;</p><p>13) abordagem familiar e</p><p>14) comportamento relacionado ao fumo.</p><p>13</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>b. Classificação:</p><p>i. GDD – Grau de Dependência Discreta, pontuação de 13 a 22 pontos.</p><p>ii. GDI – Grau de Dependência Intermediária, pontuação de 23 a 32 pontos.</p><p>iii. GDP – Grau de Dependência Plena, pontuação de 33 a 42 pontos.</p><p>c. Horas de Enfermagem:</p><p>i. GDD: 4 horas.</p><p>ii. GDI: 6 horas.</p><p>iii. GDP: 10 horas.</p><p>d. Distribuição de profissionais:</p><p>i. GDD: 33% Enfermeiros e 67% de Técnicos e/ou Auxiliar de Enfermagem.</p><p>ii. GDI: 36% Enfermeiros e 64% de Técnicos e/ou Auxiliar de Enfermagem.</p><p>iii. GDP: 42% Enfermeiros e 58% de Técnicos e/ou Auxiliar de Enfermagem.</p><p>Equação para cálculo:𝑄𝑃 = (𝐺𝐺𝐷𝑋4) + (𝐺𝐷𝐼𝑋6) + (𝐺𝐷𝑃𝑋10) 𝑥 𝐷𝑆 𝑥 𝐼𝑆𝑇 / 𝐶𝐻𝑆</p><p>QP = quadro de pessoal</p><p>GGD = grau de dependência discreta</p><p>GGI = grau de dependência intermediária</p><p>GGP = grau de dependência plena</p><p>PT = período de trabalho</p><p>CHS = carga horária semanal</p><p>DS = dias da semana</p><p>IST: índice de segurança técnica</p><p>Assim, Unidade de Internação Psiquiátrica:</p><p>Classificação Pontuação Horas de Enfermagem Distribuição</p><p>GDD 13 - 22 pontos 4 33% Enfermeiros e 67%</p><p>Técnico e/ou Auxiliares de</p><p>Enfermagem</p><p>GDI 23 - 21 pontos 6 36% Enfermeiros e 64%</p><p>Técnico e/ou Auxiliares de</p><p>Enfermagem</p><p>GDP 33 - 42 pontos 10 42% Enfermeiros e 58%</p><p>Técnico e/ou Auxiliares de</p><p>Enfermagem</p><p>6. Unidades assistenciais, de apoio, diagnóstico e terapêutica (UA): locais onde são</p><p>desenvolvidos procedimentos, intervenções/atividades* de Enfermagem e que não é possível</p><p>aplicar o método de dimensionamento baseado no SCP, mas há estudos/pesquisas com</p><p>referência de tempo médio de procedimento, intervenções/atividades, tais como: Central de</p><p>Material e Esterilização (CME) e Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI).</p><p>14</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>a) Atividade: ações especificas realizadas pela</p><p>Enfermagem para implementar uma</p><p>intervenção que auxilie o paciente a obter o</p><p>resultado desejado, conforme definição da</p><p>Nursing Intervention Classification.</p><p>b) Intervenção: tratamento que o Enfermeiro</p><p>realiza para melhorar os resultados do</p><p>paciente, com base no julgamento e no</p><p>conhecimento clínico, de acordo com Nursing</p><p>Intervention Classification.</p><p>Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI), as horas de assistência de Enfermagem por paciente</p><p>em cada setor, deverá considerar o tempo</p><p>médio da assistência identificado no estudo de Cruz</p><p>(2015):</p><p>SETORES TOTAL DE HORAS DO</p><p>ENFERMEIRO</p><p>TOTAL DE HORAS DO</p><p>TÉCNICO/AUX DE ENF</p><p>TOTAL DE HORAS POR</p><p>EXAME</p><p>Mamografia 0 0,3 0,3</p><p>Medicina Nuclear 0,3 0,7 1</p><p>Rx Convencional 0 1 1</p><p>Tomografia 0,1 0,4 0,5</p><p>Ultrassonografia 0,1 0,3 0,4</p><p>Intervenção vascular 2,0 5,0 7</p><p>Ressonância Magnética 0,2 0,8 1</p><p>Nos setores de Mamografia e Rx Convencional a participação do Enfermeiro, se faz indispensável</p><p>em situações pontuais de supervisão da assistência de enfermagem.</p><p>Nota:</p><p>1. O cálculo do THE das diferentes categorias profissionais deverá ser realizado separadamente,</p><p>uma vez que os tempos de participação são distintos.</p><p>2. Os exames não relacionados no estudo acima, deverão ser calculados através das Unidades</p><p>Assistenciais Especiais (UAE).</p><p>3. O Serviço de Diagnóstico por Imagem deverá garantir a presença de no mínimo um</p><p>Enfermeiro durante todo período em que ocorra assistência de Enfermagem.</p><p>4. Equação para cálculo:𝑄𝑃 = (𝑁𝑀𝑃1 𝑥 𝑇𝑀𝑃1) + (𝑁𝑀𝑃2 𝑥 𝑇𝑀𝑃2) ... 𝑥 𝐷𝑆 𝑥 𝐼𝑆𝑇 / 𝐶𝐻𝑆</p><p>NMP 1,2,3 = número médio diário de procedimento ou</p><p>intervenção/atividade</p><p>TMP 1,2,3 = tempo médio do procedimento ou</p><p>intervenção /atividade</p><p>CHS = carga horária semanal</p><p>DS = dias da semana</p><p>IST: índice de segurança técnica</p><p>Descrição da atividades e tempo padrão nas áreas na CME:</p><p>ÁREA</p><p>DESCRIÇÃO DE</p><p>ATIVIDADES</p><p>TEMPO PADRÃO</p><p>Minuto Hora</p><p>Suja ou contaminada Recepção e recolhimento de 2 0,0333</p><p>15</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>materiais contaminados*</p><p>Limpeza de materiais* 2 0,0333</p><p>Controle de materiais em</p><p>consignação</p><p>Recepção dos materiais* 6 0,1</p><p>Conferência pós cirurgia* 9 0,15</p><p>Devolução* 3 0,05</p><p>Preparo de materiais Secagem e distribuição após</p><p>limpeza*</p><p>3 0,05</p><p>Inspeção, teste, separação e</p><p>secagem dos materiais*</p><p>3 0,05</p><p>Montagem e embalagem* 3 0,05</p><p>Montagem dos materiais de</p><p>assistência ventilatória*</p><p>2 0,033</p><p>Esterilização de materiais Montagem da carga de</p><p>esterilização**</p><p>8 0,133</p><p>Retirada da carga estéril e</p><p>verificação da esterilização**</p><p>3 0,05</p><p>Armazenamento e</p><p>distribuição de materiais</p><p>Guarda dos Materiais** 4 0,066</p><p>Montagem dos carros de</p><p>transporte das unidades***</p><p>5 0,083</p><p>Organização e controle do</p><p>ambiente e materiais</p><p>estéreis*</p><p>1 0,016</p><p>Distribuição dos materiais e</p><p>roupas estéreis*</p><p>2 0,033</p><p>Indicadores de Produção de cada posição de trabalho:</p><p>(*) Quantidade de kits recebidos, processados, conferidos e devolvidos;</p><p>(**) Quantidade de cargas/ciclos realizados;</p><p>(***) Quantidade de carros montados.</p><p>Nota:</p><p>1. O quadro acima se refere aos procedimentos executados pelo técnico/auxiliar de Enfermagem;</p><p>2. Para o cálculo do quantitativo de Enfermeiros utiliza-se o espelho semanal padrão,</p><p>adequando-se à necessidade do serviço, respeitando-se o mínimo de um Enfermeiro em todos</p><p>os turnos de funcionamento do setor, além do Enfermeiro responsável pela unidade;</p><p>3. Para efeito de cálculo, entende-se por Kit básico um pacote contendo 10 peças. (Exemplo: um</p><p>kit de curativo com 5 peças corresponde a 0,5 kit, já uma caixa de laparotomia com 170 peças,</p><p>corresponde a 17 kits).</p><p>Equação𝑄𝑃 = (𝑁𝑀𝑃1 𝑥 𝑇𝑀𝑃1) + (𝑁𝑀𝑃2 𝑥 𝑇𝑀𝑃2) ... 𝑥 𝐷𝑆 𝑥 𝐼𝑆𝑇 / 𝐶𝐻𝑆</p><p>16</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>NMP 1,2,3 = número médio diário de procedimento ou</p><p>intervenção/atividade</p><p>TMP 1,2,3 = tempo médio do procedimento ou</p><p>intervenção /atividade</p><p>CHS = carga horária semanal</p><p>DS = dias da semana</p><p>IST: índice de segurança técnica</p><p>7. CENTRO CIRÚRGICO</p><p>O referencial mínimo para o quadro dos profissionais de Enfermagem em Centro Cirúrgico (CC)</p><p>considera a Classificação da Cirurgia, as horas de assistência segundo o porte cirúrgico, o tempo</p><p>de limpeza das salas e o tempo de espera das cirurgias. Para efeito de cálculo devem ser</p><p>considerados:</p><p>a) Como horas de Enfermagem, por cirurgia eletiva no período:</p><p>1,4 horas de Enfermagem por cirurgia de Porte 1 Cirurgias com tempo de duração</p><p>de até 2 horas;</p><p>2,9 horas de Enfermagem por cirurgia de Porte 2 Cirurgias com tempo de duração</p><p>entre 2 e 4 horas;</p><p>4,9 horas de Enfermagem por cirurgia de Porte 3 Cirurgias com tempo de duração</p><p>entre 4 e 6 horas;</p><p>8,4 horas de Enfermagem por cirurgia de Porte 3 Cirurgias com tempo de duração</p><p>superior a 6 horas.</p><p>b) Para cirurgias de urgência/emergência, e outras demandas do bloco cirúrgico (transporte do</p><p>paciente, circulante de corredor, arsenal/farmácia, Recuperação Pós-Anestésica – RPA entre</p><p>outros), utilizar o Espelho Semanal Padrão.</p><p>c) Como tempo de organização/preparo da sala, por cirurgia:</p><p>● Cirurgias eletivas – 0,5 horas;</p><p>● Cirurgias de urgência e emergência – 0,6 horas.</p><p>d) Como tempo de espera (intervalo entre cirurgias), por cirurgia: 0,2 horas por cirurgia.</p><p>Proporção profissional/categoria, nas 24 horas:</p><p>1) Relação de 1 Enfermeiro para cada três salas cirúrgicas, recomendação da Sociedade Brasileira</p><p>de Enfermagem em Centro Cirúrgico – SOBECC (eletivas pequena e médio porte);</p><p>2) Enfermeiro exclusivo nas salas de cirurgias eletivas e de urgência/emergência, quando o grau</p><p>de complexidade e porte cirúrgico for maior;</p><p>3) Relação de 1 profissional técnico/auxiliar de Enfermagem para cada sala como circulante (de</p><p>acordo com o porte cirúrgico)</p><p>17</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>4) Relação de 1 profissional técnico/auxiliar de Enfermagem para a instrumentação (de acordo</p><p>com o porte cirúrgico), caso o instrumentador seja da Instituição.</p><p>5) A Relação de profissionais/sala cirúrgica deverá ser ampliada de acordo com a complexidade</p><p>do procedimento cirúrgico.</p><p>Equação para cálculo:𝑄𝑃 = (𝑃1𝑥𝐻1) + (𝑃2𝑥𝐻2) + (𝑃3 𝑥 𝐻3) ..... 𝑥 𝐷𝑆 𝑥 𝐼𝑆𝑇 / 𝐶𝐻𝑆</p><p>P 1,2,3 = número médio diário de cirurgias segundo o</p><p>porte cirúrgico.</p><p>H 1,2,3 = tempo médio por cirurgia segundo porte,</p><p>tempo de limpeza e de espera</p><p>CHS = carga horária semanal</p><p>DS = dias da semana</p><p>IST: índice de segurança técnica</p><p>O tempo médio, por cirurgia, segundo o porte cirúrgico, é calculado por meio da equação:𝐻 = 𝑛 𝑐 (ℎ𝑆𝑂 + ℎ𝐿 + ℎ𝐸)</p><p>H = tempo médio total</p><p>n = instrumentador + circulante</p><p>hSO = tempo de uso da sala operatória segundo porte</p><p>cirúrgico</p><p>hL = tempo de limpeza (padrão 30 minutos = 0,5h)</p><p>hE = tempo de espera (padrão 12 minutos = 0,2h)</p><p>H1 = 1,4 + 0,5 + 0,2 = 2,1 horas;</p><p>H2 = 2,9 + 0,5 + 0,2 = 3,6 horas;</p><p>H3 = 4,9 + 0,5 + 0,2 = 5,6 horas;</p><p>H4 = 8,4 + 0,5 + 0,2 = 9,1 horas.</p><p>Para o cálculo de cirurgias de urgência e o total de Enfermeiros para o Centro Cirúrgico,</p><p>utilizar-se das Unidades Especiais, tal como já vimos com o uso do Espelho Padrão.𝐻 = 𝑛 𝑐 (ℎ𝑆𝑂 + ℎ𝐿 + ℎ𝐸)</p><p>8. Serviços de Hemodiálise:</p><p>Considerando os estudos de Lima (2015), o referencial mínimo para o quadro de profissionais de</p><p>Enfermagem, por sessão de 4 horas de hemodiálise, inclui:</p><p>● recepção e saída do paciente,</p><p>● segurança do paciente,</p><p>● manuseio do acesso vascular,</p><p>● Processo de Enfermagem – PE,</p><p>● atendimento às intercorrências no período hemodialítico,</p><p>● os tempos médios do preparo do material,</p><p>● etapas de instalação e desinstalação,</p><p>● monitorização da sessão,</p><p>● desinfecção interna e limpeza das máquinas,</p><p>● reprocessamento de circuitos extracorpóreos, entre outros.</p><p>18</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Deverá observar,</p><p>a) 4 horas de Assistência de Enfermagem/paciente/sessão;</p><p>b)</p><p>1 Enfermeiro Especialista em Nefrologia exclusivo para coordenação do serviço.</p><p>c) 1 profissional Técnico de Enfermagem escalado por turno para o reprocessamento de</p><p>dialisadores e linhas arterial e venosa; e atividades de apoio a ser acrescido no número total do</p><p>quadro de pessoal, para os serviços em que há reprocessamento.</p><p>d) Como proporção mínima de profissional/paciente/sessão, 25% dos profissionais devem ser</p><p>Enfermeiros e 75% técnicos de Enfermagem.</p><p>Nota:</p><p>– O percentual de 25% do QP para Enfermeiros se aplica exclusivamente para a prestação da</p><p>assistência direta ao paciente, em virtude de suas atividades privativas, considerando a cobertura</p><p>do período de funcionamento da Instituição.</p><p>– O quantitativo de profissionais de Enfermagem para as intervenções de Diálise Peritoneal,</p><p>deverá ser calculado com aplicação do Espelho Semanal Padrão.</p><p>Horas de Enfermagem e distribuição percentual</p><p>Horas de enfermagem / paciente % Enfermeiros % Técnico de Enfermagem</p><p>4 horas 25% 75%</p><p>9. Ambulatório de Oncologia e Hematologia</p><p>O total de horas dedicadas a cada paciente atendido pela Equipe de Enfermagem é de 3,31</p><p>horas, sendo 80% horas do Enfermeiro e 20% horas do Técnico de Enfermagem. Considerando a</p><p>complexidade envolvida no processo de tratamento do paciente oncológico e nas legislações</p><p>vigentes, cabe aos Enfermeiros assumirem as intervenções de maior complexidade.</p><p>Porcentagem de Enfermeiro % Porcentagem de Técnico de Enfermagem %</p><p>80 20</p><p>Equação para o cálculo do quadro de pessoal</p><p>a) Carga média de trabalho</p><p>C = [h x (n + SN)</p><p>C = carga média de trabalho</p><p>h = tempo médio de cuidado de cuidado com o</p><p>paciente</p><p>n = quantidade média de pacientes atendidos na</p><p>unidade</p><p>SN = desvio padrão = 4,4</p><p>Quantidade média de Enfermeiros</p><p>x (1 + ISTEnf)𝑄𝐸𝑛𝑓 = [ 𝑃𝑒𝑛𝑓 𝑥 𝐶 / 𝑡 𝐸𝑛𝑓]</p><p>19</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Quantidade média de técnicos de enfermagem</p><p>x (1 + ISTTec)𝑄𝑇𝑒𝑐 = [ 𝑃𝑒𝑛𝑓 𝑥 𝐶 / 𝑡 𝐸𝑛𝑓]</p><p>C = Carga média de trabalho</p><p>tEnf = Tempo médio da jornada de trabalho do</p><p>Enfermeiro</p><p>tTec = Tempo médio da jornada de trabalho do técnico</p><p>de Enfermagem</p><p>PEnf = proporção de participação do Enfermeiro na</p><p>carga de trabalho da unidade.</p><p>PTec = proporção de participação do técnico de</p><p>Enfermagem na carga de trabalho da unidade</p><p>IST = índice de segurança técnica</p><p>10. Atenção Primária à Saúde (APS)</p><p>O método apresentado neste material é uma adaptação do Workload Indicators of Staffing Need</p><p>(WISN), proposto pela Organização Mundial de Saúde em 2010, aplicando-se parâmetros</p><p>encontrados na realidade brasileira da atenção primária à saúde, por meio de pesquisas lideradas</p><p>pelo Observatório de Recursos Humanos em Saúde da Escola de Enfermagem da Universidade</p><p>de São Paulo (USP) em parceria com Observatório de Recursos Humanos em Saúde da Escola de</p><p>Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, Faculdade de Enfermagem da UERJ, Faculdade de</p><p>Odontologia da UERJ, Faculdade de Odontologia da USP e Instituto de Medicina Social da</p><p>UERJ.</p><p>O WISN é uma ferramenta que permite determinar quantos trabalhadores de saúde de uma</p><p>determinada categoria profissional são necessários para atender a carga de trabalho de uma</p><p>determinada unidade de saúde, bem como avaliar a pressão da carga de trabalho sobre os</p><p>profissionais de saúde na referida unidade.</p><p>[Desacredito que isso seja cobrado, no entanto, aqui está um artigo com mais detalhates:</p><p>https://cqh.org.br/ojs-2.4.8/index.php/ras/article/view/269/416]</p><p>IV. DA CONCLUSÃO</p><p>Diante do exposto, opina-se que o disposto neste Parecer Normativo define os Parâmetros para</p><p>o planejamento da força de trabalho da Enfermagem pelo Enfermeiro, aplicando-se a todos os</p><p>serviços/locais em que são realizadas atividades de Enfermagem.</p><p>O presente Parecer possui 2 anexos, que objetivam auxiliar na aplicação dos dispositivos</p><p>presentes nesta normativa.</p><p>Obs: o anexo II possui exercícios que, na necessidade de estudo para uma prova DISCURSIVA ou</p><p>APRENDIZAGEM para campo de trabalho, tem, certamente, sua utilidade.</p><p>Compete aos Enfermeiros Responsáveis Técnicos apresentarem, no ato da renovação da</p><p>Anotação de Responsabilidade Técnica, o Planejamento e a Programação de Enfermagem com o</p><p>quantitativo necessário de pessoal de Enfermagem para prestar uma assistência segura e de</p><p>qualidade, da Instituição a qual está vinculado, podendo usar como parâmetro este Parecer</p><p>Normativo.</p><p>20</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>IBFC / Prefeitura de Cuiabá - MT / 2023 - A Resolução do Conselho Federal de Enfermagem nº</p><p>543/2017 [adaptado para o Parecer 1/2024 - COFEN] trata dos parâmetros mínimos para</p><p>dimensionar o quantitativo de profissionais das diferentes categorias de enfermagem para os</p><p>serviços/locais em que são realizadas as atividades de enfermagem. É correto afirmar que para</p><p>o cálculo do dimensionamento de pessoal, são consideradas ______ horas de enfermagem por</p><p>paciente no cuidado de alta dependência nas 24 horas do dia. Assinale a alternativa que</p><p>preencha corretamente a lacuna.</p><p>A 10 horas</p><p>B 18 horas</p><p>C 6 horas</p><p>D 8 horas</p><p>Comentários</p><p>O parecer 1/2024 do COFEN mantém a informação do cálculo de Horas de Assistência –</p><p>durante as 24 horas de assistência:</p><p>a. 4 horas de Enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo;</p><p>b. 6 horas de Enfermagem, por paciente, no cuidado intermediário;</p><p>c. 10 horas de Enfermagem, por paciente, no cuidado de alta dependência;</p><p>d. 10 horas de Enfermagem, por paciente, no cuidado semi-intensivo;</p><p>e. 18 horas de Enfermagem, por paciente, no cuidado intensivo.</p><p>Alternativa A.</p><p>IBADE / SEA-SC / 2022 - O dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem</p><p>deve basear-se principalmente pelo grau de complexidade do paciente. Com base nesse</p><p>dimensionamento e no SCP (Sistema de Classificação do Paciente), a distribuição percentual</p><p>do total de profissionais de enfermagem para cuidados intensivos deve ser de no mínimo:</p><p>A 33% são enfermeiros e os demais, técnicos de enfermagem.</p><p>B 36% de enfermeiros e os demais, técnicos de enfermagem.</p><p>C 42% de enfermeiros e os demais, técnicos de enfermagem.</p><p>D 52% de enfermeiros e os demais, técnicos de enfermagem.</p><p>E 62% de enfermeiros e os demais, técnicos de enfermagem.</p><p>Comentários</p><p>21</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>O parecer 01/2024 do COFEN mantém os valores da Distribuição percentual do total de</p><p>profissionais de Enfermagem, da seguinte forma:</p><p>Para cuidado mínimo: 33% são Enfermeiros (mínimo que garanta 1 Enfermeiro em cada turno)</p><p>e os demais técnicos e/ou auxiliares de Enfermagem;</p><p>Para cuidado intermediário: 33% são Enfermeiros (mínimo que garanta 1 Enfermeiro em cada</p><p>turno) e os demais técnicos e/ou auxiliares de Enfermagem;</p><p>Para cuidado de alta dependência: 36% são Enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares</p><p>de Enfermagem;</p><p>Para cuidado semi-intensivo: 42% são Enfermeiros e os demais técnicos de Enfermagem;</p><p>Para cuidado intensivo: 52% são Enfermeiros e os demais técnicos de Enfermagem.</p><p>Alternativa: D.</p><p>1.2 - Indicadores de assistência e gestão</p><p>Já tratamos um pouco de qualidade e acreditação, no entanto, aqui temos algo bem específico,</p><p>ligados ao Programa Compromisso com a Qualidade Hospitalar, ou Programa CQH.</p><p>Só para retomar o assunto, peço que veja duas importantes definições de QUALIDADE:</p><p>No setor saúde, a qualidade é definida como</p><p>um conjunto de atributos que inclui um nível</p><p>de excelência profissional, o uso eficiente de</p><p>recursos, um mínimo de risco ao usuário, um</p><p>alto grau de satisfação por parte dos clientes,</p><p>considerando-se</p><p>essencialmente os valores</p><p>sociais existentes (Donabedian, 1992).</p><p>A qualidade é a totalidade de características</p><p>de um processo, produto, organização ou de</p><p>uma associação desses aspectos, que lhe</p><p>confere a capacidade de satisfazer as</p><p>necessidades implícitas e explícitas dos</p><p>usuários (Fundação Nacional de Qualidade -</p><p>FNQ, 2005)</p><p>Diante disso, vamos afunilar para o conteúdo de INDICADORES, sendo tais,</p><p>unidades de medida de uma atividade, com a qual se está relacionado, ou</p><p>ainda, uma medida quantitativa que pode ser empregada como um guia para</p><p>monitorar e avaliar a assistência e as atividades de um serviço</p><p>No contexto da CQH, o monitoramento dos indicadores ocorre através do encaminhamento</p><p>mensal, pelos hospitais participantes, dos resultados de indicadores relacionados à sua gestão, os</p><p>quais são analisados estatisticamente Programa, sendo elaborados relatórios.</p><p>22</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>A auto-avaliação das unidades hospitalares é feita pela aplicação de um QUESTIONÁRIO, o qual</p><p>é respondido pelo seu corpo diretivo e é constituído por um elenco de proposições agrupado</p><p>em oito critérios baseados no modelo de avaliação do Prêmio Nacional da Qualidade – PNQ:</p><p>Liderança Estratégias e Planos Clientes Informação</p><p>Conhecimento Pessoas Processos Resultados.</p><p>Conheça, então, indicadores importantes:</p><p>PARTE 1 - INDICADORES ASSISTENCIAIS</p><p>Indicador: Incidência de Queda de Paciente</p><p>Definição: relação entre o número de incidência de queda de paciente e o número de</p><p>pacientes/dia, multiplicado por 1000.</p><p>OBS: Entende-se por queda um evento não intencional que resulta no deslocamento do paciente</p><p>para o chão ou para um nível mais baixo em relação à sua posição inicial.</p><p>Considerar como fatores de risco para queda a idade acima de 60 anos, história de quedas,</p><p>déficit cognitivo/agitação e confusão mental, distúrbios do equilíbrio e marcha, fraqueza,</p><p>incontinência ou necessidade de assistência no banheiro, uso de psicoativos e diuréticos e</p><p>utilização de dispositivos auxiliares de mobilidade.</p><p>Indicador: Incidência de Extubação não Planejada de Cânula Endotraqueal</p><p>Definição: relação entre o número de extubação não planejada e o número de paciente</p><p>intubado/dia, multiplicado por 100.</p><p>OBS: Extubação não planejada consiste na retirada acidental ou não planejada da cânula</p><p>endotraqueal.</p><p>Indicador: Incidência de Saída Não Planejada de Sonda Oro/Nasogastroenteral para Aporte</p><p>Nutricional</p><p>Definição: relação entre o número de saída não planejada de sonda oro/nasogastroenteral e o</p><p>número de paciente com sonda oro/nasogastroenteral/dia multiplicado por 100.</p><p>OBS: Devem ser incluídas:</p><p>Retirada da sonda pelo próprio paciente ou acompanhante.</p><p>23</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Retirada da sonda não planejada por ocasião de manipulação ou transporte.</p><p>Saída não planejada em situações clínicas (náuseas, vômitos e tosse), excluir sonda aberta e</p><p>outras finalidades que não aporte nutricional.</p><p>Obstrução e problemas relacionados ao material (rompimento, perfuração, deterioração do</p><p>material, entre outros).</p><p>Indicador: Incidência de Lesão por pressão - Unidade de Internação Adulto</p><p>Definição: relação entre o número de casos novos de pacientes com</p><p>úlcera por pressão em um determinado período e o número de</p><p>pessoas expostas ao risco de adquirir lesão por pressão no período,</p><p>multiplicado por 100.</p><p>OBS: As Lesões por Pressão (LP) são definidas como “áreas de localização de necrose tissular que</p><p>se desenvolvem quando o tecido de acolchoamento é comprimido entre uma proeminência</p><p>óssea e uma superfície externa por um período prolongado”.</p><p>Número de casos novos de pacientes com LP é o número de pacientes novos que apresentaram</p><p>LP e não o número de úlceras novas que esses mesmos pacientes possam apresentar.</p><p>As escalas de risco servem para pontuar justamente o risco de uma população e têm grande</p><p>importância ao constituírem estratégias para diminuir a incidência de formação de LP, por meio</p><p>da priorização de pacientes e intervenções preventivas eficazes.</p><p>A Escala de Braden é amplamente empregada por ter sido validada em diversos estudos,</p><p>populações, para a Língua Portuguesa e submetida a testes de confiabilidade.</p><p>A Escala de Braden é composta de 6 subclasses, que refletem o grau de percepção sensorial,</p><p>umidade, atividade física, nutrição, mobilidade, fricção e cisalhamento. Todas as subclasses são</p><p>graduadas de 1 a 4, exceto fricção e cisalhamento, cuja variação é de 1 a 3.</p><p>O grau de risco varia de 6 a 23, e pacientes adultos hospitalizados com escores de 16 ou abaixo</p><p>são considerados de risco para a aquisição de LP.</p><p>Indicador: Incidência de Lesão de Pele</p><p>Definição: relação entre o número de casos novos de lesão de pele em um determinado período</p><p>e o número de paciente/dia no período, multiplicado por 100.</p><p>Lesão de pele: toda e qualquer modificação provocada no nível do tegumento por causas físicas,</p><p>químicas, animadas, imunológicas, psíquicas e mesmo desconhecidas, induz à formação de</p><p>alterações em sua superfície, que constituem a lesão elementar, elemento eruptivo ou</p><p>eflorescência. Os mecanismos indutores podem ser de natureza circulatória, inflamatória,</p><p>metabólica, degenerativa ou hiperplásica.</p><p>24</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Não considerar LP e lesões inerentes à patologia (varicela, impetigo bolhoso, doença</p><p>hematológica, erisipela, entre outros).</p><p>Aproveitando, ainda que fuja um pouco do escopo do tema “gestão”, vamos ver as definições</p><p>dessas lesões, para não te deixar com dúvida.</p><p>Classificação das lesões de pele:</p><p>➔ Vesícula: corresponde a um elemento circunscrito de pequenas dimensões (até 1</p><p>centímetro), com conteúdo seroso citrino, fazendo uma pequena saliência cônica ao nível</p><p>da pele.</p><p>➔ Bolha (flictena): corresponde a um elemento líquido (seroso) de dimensões bem maiores</p><p>(maior que 1 centímetro) que a vesícula, fazendo saliência em abóbada.</p><p>➔ Abscesso: coleção de pus na profundidade dos tecidos.</p><p>➔ Infiltração: alteração na espessura e aumento da consistência da pele, com menor</p><p>evidência nos sulcos, limites imprecisos e eventualmente, de cor rosácea, pela</p><p>vitropressão, surge no fundo a cor café-com-leite. Resultado da infiltração celular da</p><p>derme, sendo algumas vezes, com edema e vasodilatação.</p><p>➔ Hematoma: embora muitas vezes possa ter a mesma expressão clínica da equimose, é</p><p>empregado sobretudo no caso de grandes coleções, quando ocorre abaulamento local.</p><p>Quando profunda, a púrpura pode não ser visível. Geralmente de origem traumática. É</p><p>foco de infecção, se não drenado.</p><p>➔ Úlcera/ulceração: erosão mais profunda que pode atingir toda derme e até mesmo</p><p>hipoderme, músculo e osso.</p><p>➔ Escoriação: ruptura da continuidade por mecanismo traumático (corte com objetos,</p><p>arranhões, etc).</p><p>➔ Eritema perineal: lesão primária ocorrida na região da fralda, caracterizada pela irritação</p><p>da pele que se apresenta com vermelhidão ao longo de sua superfície, podendo ocorrer</p><p>maceração e descamação da região afetada, já que a dermatite de fralda é termo</p><p>inespecífico usado para descrever quaisquer erupções cutâneas na região abrangida pela</p><p>fralda.</p><p>➔ Dermatite: qualquer inflamação da pele e portanto, inclui praticamente toda a classe de</p><p>doenças de pele.</p><p>➔ Queimadura: lesão tecidual decorrente de trauma causado por agentes térmicos,</p><p>químicos, elétricos e/ou radioativos, que atuam levando à destruição parcial ou total da</p><p>pele e seus anexos, podendo atingir inclusive as camadas mais profundas como tecido</p><p>celular subcutâneo, músculos, tendões e ossos.</p><p>➔ Pápula: eflorescência de consistência dura, superficial, que mede geralmente menos de</p><p>5mm, provoca certa elevação e, ao involuir, não deixa cicatriz.</p><p>➔ Pústula: elemento de conteúdo líquido purulento de dimensões variáveis.</p><p>➔ Equimose: lesão purpúrica em lençol e, portanto, de dimensões maiores que as petéquias.</p><p>➔ Erosão: solução de descontinuidade do tegumento por mecanismo patológico superficial</p><p>que compromete apenas a epiderme.</p><p>➔ Fissura: solução de descontinuidade linear e estreita.</p><p>Indicador: Incidência de Erro de Medicação</p><p>25</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Definição: relação entre o número de erros relacionados à administração de medicamentos e o</p><p>número de pacientes / dia, multiplicado por 100.</p><p>OBS: Erro de medicação é todo incidente relacionado à segurança do paciente,</p><p>que envolve o processo de medicação, no qual ocorreu um erro nas etapas de</p><p>prescrição, dispensação, preparação, administração ou monitoramento. O erro</p><p>de medicação é considerado quando o medicamento foi, efetivamente,</p><p>administrado no paciente.</p><p>A responsabilidade pela identificação e notificação do erro de medicação é da</p><p>equipe multiprofissional.</p><p>No denominador da equação considerar os pacientes internados independente</p><p>do local onde aconteceu o erro.</p><p>Adicionalmente, são critérios de inclusão:</p><p>Será considerado ERROS DE MEDICAÇÃO as ações relacionadas à:</p><p>➔ Dose divergente da prescrita: uma dose maior ou menor que a prescrita ou doses</p><p>duplicadas administradas ao paciente;</p><p>➔ Via de administração divergente da prescrita: administração de uma medicação em via</p><p>diferente da prescrição médica;</p><p>➔ Administração de medicamento não prescrito: medicamento não autorizado pelo médico</p><p>ou divergente do estabelecido em protocolo;</p><p>➔ Não administração ou omissão de dose: não administração de uma dose prescrita para o</p><p>paciente. Não se caracteriza como erro, quando o paciente recusa a medicação ou se</p><p>houver uma contra-indicação reconhecida;</p><p>➔ Tempo de infusão divergente do prescrito: administração de um medicamento fora do</p><p>intervalo de tempo predefinido na prescrição médica;</p><p>➔ Administração de medicamento com diluição errada: medicamento com diluição diferente</p><p>da prescrição ou do estabelecido em protocolos institucionais;</p><p>➔ Administração simultânea de medicamentos incompatíveis: medicamentos que não</p><p>podem ser administrados concomitantemente;</p><p>➔ Administração de medicamento em via correta, porém em lateralidade incorreta:</p><p>medicamento administrado na via prescrita, porém em local ou lado errado;</p><p>➔ Administração de medicamento vencido: prazo de validade expirado;</p><p>➔ Administração de medicamento deteriorado: medicamento com a integridade física ou</p><p>química comprometida;</p><p>➔ Administração de medicamento com alergia referida previamente: paciente refere alergia</p><p>ao medicamento e o mesmo é prescrito e administrado.</p><p>Indicador: Incidência de Quase Falha Relacionada à Administração de Medicação</p><p>Definição: relação entre o número de quase falhas relacionada à administração de medicamentos</p><p>e o número de pacientes/dia, multiplicado por 100.</p><p>26</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>OBS: Quase falha é todo incidente relacionado à segurança do paciente, envolvendo o processo</p><p>de medicação, no qual ocorreu um erro nas etapas de prescrição, dispensação, preparo,</p><p>administração ou monitoramento. É considerado quando o evento não atinge o paciente, ou</p><p>seja, quase ocorreu o erro, porém foi detectado antes que o medicamento fosse administrado ao</p><p>paciente.</p><p>A responsabilidade pela identificação e notificação da quase falha relacionada ao processo de</p><p>medicação é da equipe multiprofissional.</p><p>Critérios de inclusão: será considerada quase falha as ações relacionadas à:</p><p>➔ Dose divergente da prescrita;</p><p>➔ Via de administração divergente da prescrita;</p><p>➔ Medicamento não prescrito;</p><p>➔ Omissão de dose;</p><p>➔ Tempo de infusão divergente do prescrito;</p><p>➔ Medicamento com diluição errada;</p><p>➔ Medicamentos incompatíveis;</p><p>➔ Medicamento em via correta, porém em lateralidade incorreta;</p><p>➔ Medicamento vencido;</p><p>➔ Medicamento deteriorado;</p><p>➔ Medicamento com alergia referida previamente.</p><p>Indicador: Incidência de Flebite</p><p>Definição: relação entre o número de casos de flebite em um determinado período e o número</p><p>de pacientes-dia com acesso venoso periférico, multiplicado por 100.</p><p>OBS: Flebite consiste em um processo inflamatório na parede da veia, associado ao eritema, com</p><p>ou sem dor, edema, endurecimento do vaso ou cordão fibroso palpável, com ou sem drenagem</p><p>purulenta.</p><p>Recomenda-se:</p><p>➔ Inspecionar o local da inserção do cateter e a evolução dos sinais flogísticos a cada 6</p><p>horas, aplicando a Escala de Classificação de Flebite</p><p>➔ Retirar o acesso venoso periférico imediatamente após a detecção do Grau 1.</p><p>Indicador: Incidência de Extravasamento de Contraste</p><p>Definição: relação entre o número de casos de extravasamentos de contraste e o número de</p><p>pacientes que receberam contraste endovenoso, multiplicado por 100.</p><p>OBS: O extravasamento é a administração inadvertida de uma solução vesicante em tecidos</p><p>adjacentes do acesso venoso.</p><p>27</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Soluções vesicantes são aquelas capazes de causar lesão ou destruição tissular quando infiltradas</p><p>nos tecidos, incluindo-se os agentes quimioterápicos, algumas soluções de eletrólitos, meios de</p><p>contraste radiológico e vasopressores.</p><p>Considera-se como fatores de risco: extremos de idade, agitação/confusão mental, pacientes</p><p>oncológicos, pacientes em coma ou sob anestesia, diabéticos, portadores de doenças periféricas,</p><p>cardiovasculares e radioterapia.</p><p>Indicador: Incidência de Extravasamento de Droga Antineoplásica em Pacientes em</p><p>Atendimento Ambulatorial</p><p>Definição: é a relação entre o número de casos de extravasamento de droga antineoplásica em</p><p>um determinado período e a somatória dos atendimentos ambulatoriais de pacientes que</p><p>receberam droga antineoplásica, multiplicado por 100</p><p>OBS: Considerar o extravasamento de droga antineoplásica somente via endovenosa,</p><p>independente do tipo de cateter: central ou periférico.</p><p>As drogas antineoplásicas correspondem aos quimioterápicos, anticorpos monoclonais,</p><p>antiangiogênicos e outros medicamentos utilizados com finalidade antineoplásica.</p><p>A somatória dos atendimentos ambulatoriais de pacientes que receberam droga antineoplásica</p><p>corresponde ao número de atendimentos que cada paciente recebeu neste período.</p><p>Indicador: Incidência de Extravasamento de Droga Antineoplásica em Pacientes Internados</p><p>Definição: É a relação entre o número de casos de extravasamento de droga antineoplásica em</p><p>um determinado período e o número de pacientes / dia que receberam droga antineoplásica,</p><p>multiplicado por 100.</p><p>OBS: Considerar o extravasamento de droga antineoplásica somente via EV, independente do</p><p>tipo de cateter, podendo ocorrer em via central ou periférica.</p><p>As drogas antineoplásicas correspondem aos quimioterápicos, anticorpos monoclonais,</p><p>antiangiogênicos e outros medicamentos utilizados com finalidade antineoplásica.</p><p>Indicador: Incidência de Perda de Cateter Central de Inserção Periférica (CCIP)</p><p>Definição: relação entre o número de perda de Cateter Central de Inserção Periférica e o número</p><p>de pacientes/dia com CCIP, multiplicado por 100.</p><p>OBS: Considerar perda acidental decorrente de:</p><p>A) Retirada pelo próprio paciente;</p><p>B) Perda do cateter por ocasião de manipulação ou transporte;</p><p>28</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva</p><p>Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>C) Perda do cateter por problemas relacionados ao material (rompimento, perfuração, entre</p><p>outros).</p><p>Considerar fatores de risco para perda acidental de CCIP: ventilação de alta frequência,</p><p>qualidade do material do cateter, manuseio inadequado, curativo inadequado, obstrução (terapia</p><p>medicamentosa), CCIP em localização periférica e frequência no manuseio do CCIP.</p><p>Indicador: Incidência de Perda de Cateter Venoso Central</p><p>Definição: relação entre o número de perda de cateter venoso central e o número de pacientes</p><p>com cateter venoso central, multiplicado por 100.</p><p>OBS: Perda acidental pelo próprio paciente: por agitação psicomotora, confusão mental,</p><p>distúrbio neurológico, entre outros; durante a manipulação do paciente: troca de curativo, ponto</p><p>solto; higienização corporal; mudança de decúbito, transporte leito-maca; realização de exames</p><p>de imagem (Raio X).</p><p>O registro da ocorrência deve ser realizado imediatamente após a assistência prestada ao</p><p>paciente.</p><p>Considerar os fatores de risco: agitação/confusão; manuseio de paciente; fixação inadequada</p><p>(ponto solto), curativo inadequado, frequência do manuseio do cateter, obstrução do cateter</p><p>(terapia medicamentosa)</p><p>Indicador: Incidência de Instrumentais Cirúrgicos com Sujidade</p><p>Definição: relação do total de instrumentais cirúrgicos com sujidades no processo de inspeção e</p><p>o total de instrumentais cirúrgicos inspecionados, multiplicado por 1.000.</p><p>OBS: Limpeza: consiste na remoção de sujidades visíveis e detritos dos artigos, realizada com</p><p>água adicionada de sabão ou detergente, de forma manual ou automatizada, por ação mecânica,</p><p>com consequente redução da carga microbiana, devendo preceder os processos de desinfecção</p><p>ou esterilização.</p><p>Para a detecção de sujidades dos instrumentos deve-se monitorar a qualidade da limpeza por</p><p>meio de inspeção visual ou com auxílio de uma lupa e teste com jato de água ou ar sob pressão</p><p>em materiais canulados.</p><p>Agora, veremos alguns indicadores de Gestão de Pessoas e, parte deles, vai cruzar com o</p><p>conhecimento do DIMENSIONAMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM, que veremos na</p><p>sequência.</p><p>PARTE 2 - INDICADORES DE GESTÃO DE PESSOAS</p><p>Indicador: Horas de Assistência de Enfermagem (Unidades de Internação)</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência de enfermagem prestadas e o número de</p><p>pacientes/dia assistidos no mesmo período.</p><p>29</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>OBS: O número de horas de assistência de enfermagem prestadas é o número</p><p>de horas de assistência prestada pela enfermagem no período, descontando as</p><p>ausências faltas, folgas, férias e licenças.</p><p>Número de pacientes-dia é a soma do número de pacientes assistidos</p><p>diariamente em uma unidade de internação em um determinado período.</p><p>Indicador: Horas de Enfermeiro (Unidades de Internação)</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência prestadas por enfermeiros e o número de</p><p>pacientes/dia assistidos no mesmo período.</p><p>OBS: O número de horas de assistência prestadas por enfermeiros é o número de horas de</p><p>assistência prestadas por enfermeiros no período, descontando as ausências faltas, folgas, férias</p><p>e licenças.</p><p>Número de pacientes-dia é a soma do número de pacientes assistidos diariamente em uma</p><p>unidade de internação em um determinado período.</p><p>Indicador: Horas de Técnicos/Auxiliares de Enfermagem (Unidades de Internação)</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência prestadas por técnicos e auxiliares de</p><p>enfermagem e o número de pacientes/dia assistidos no mesmo período</p><p>OBS: Número de horas de assistência prestadas por técnicos e auxiliares de enfermagem é o</p><p>número de horas de assistência prestadas por esses profissionais no período, descontando as</p><p>ausências faltas, folgas, férias e licenças.</p><p>Número de pacientes-dia é a soma do número de pacientes assistidos diariamente em uma</p><p>unidade de internação em um determinado período.</p><p>Indicador: Horas de Assistência de Enfermagem em Unidades de Terapia Intensiva</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência de enfermagem prestadas e o número de</p><p>pacientes/dia assistidos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).</p><p>OBS: O número de horas de assistência de enfermagem em UTI é o número de horas de</p><p>assistência prestada por profissionais de enfermagem no período, descontando as ausências</p><p>faltas, folgas, férias e licenças.</p><p>Número de pacientes-dia é a soma do número de pacientes assistidos diariamente em Unidade</p><p>de Terapia Intensiva em um determinado período.</p><p>Indicador: Horas de Enfermeiros em Unidades de Terapia Intensiva (UTI)</p><p>30</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência prestadas por enfermeiros e o número de</p><p>pacientes/dia atendidos no mesmo período.</p><p>OBS: O número de horas de assistência de enfermagem em UTI é o número de horas de</p><p>assistência pr</p><p>Indicador: Horas de Técnicos e Auxiliares de Enfermagem em Unidades de Terapia Intensiva (UTI)</p><p>Definição: relação entre as horas de assistência prestadas por técnicos/auxiliares de enfermagem</p><p>e o número de pacientes/dia no mesmo período.</p><p>OBS:</p><p>Número de horas de assistência prestadas por técnicos/auxiliares de</p><p>enfermagem em UTI = número de horas de assistência prestadas por</p><p>técnicos/auxiliares de enfermagem no período, descontando as ausências</p><p>faltas, folgas, férias e licenças.</p><p>Número de pacientes/dia é a soma do número de pacientes assistidos</p><p>diariamente em UTI em um determinado período.</p><p>Indicador: Índice de Treinamento de Profissionais de Enfermagem</p><p>Definição: relação entre o número de horas dos trabalhadores ouvintes nos cursos e o número de</p><p>horas “homem trabalhadas, multiplicado por 1.000.</p><p>OBS: Número de trabalhadores ouvintes em todos os cursos da instituição: é a somatória de</p><p>todos os trabalhadores ouvintes dos cursos no período determinado.</p><p>Carga horária do curso: é a somatória das horas de todos os cursos ministrados no período</p><p>determinado. Deverão ser contabilizados cursos realizados dentro da carga horária do</p><p>trabalhador. Não incluir reuniões administrativas.</p><p>Número de horas/homem trabalhadas: é o número total de horas trabalhadas dos trabalhadores</p><p>previstas para cada um no período.</p><p>Considerar todos os treinamentos/capacitação dentro da carga horária trabalhada de cada</p><p>trabalhador.</p><p>Excluir os cursos de formação profissional (técnico e graduação em enfermagem) e os de</p><p>pós-graduação (lato e stricto sensu)</p><p>Indicador: Taxa de Absenteísmo de Profissionais de Enfermagem</p><p>Definição: relação percentual entre o número de horas/homem ausentes e o número de</p><p>horas/homem trabalhadas, multiplicado por 100.</p><p>31</p><p>Thaysa Vianna, Breno da Silva Caldas Júnior, Guilherme Gasparini, Ligia Carvalheiro Fernandes</p><p>Aula 12 - Prof Lígia Carvalheiro</p><p>PB-Saúde (Enfermeiro) Conhecimentos Específicos</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>39471799600 - Naldira Luiza Vieria</p><p>OBS: Número de horas/homem trabalhadas: É o número total de horas trabalhadas dos</p><p>trabalhadores previstas para cada um no período.</p><p>Número de horas/homem ausentes: é o número mensal de horas ausentes dos trabalhadores,</p><p>independente do regime de trabalho do estabelecimento de saúde dividido pelo número de</p><p>horas trabalhadas.</p><p>Considerar todas as faltas, inclusive as justificadas, todas as licenças por doenças, doação de</p><p>sangue, alistamento eleitoral e militar, atendimento à convocação judicial e as suspensões</p><p>motivadas pela aplicação de medidas disciplinares. Não incluir férias e as licenças legais acima de</p><p>15 dias ininterruptos</p><p>Indicador: Taxa de Rotatividade</p>

Mais conteúdos dessa disciplina