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cardiopatia congenita

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<p>PROJETO MULTIDICIPLINAR III</p><p>CARDIOPATIA</p><p>CONGÊNITA</p><p>Anésia Rodrigues Santana</p><p>Farmácia</p><p>O QUE É CARDIOPATIA CONGÊNITA?</p><p>As cardiopatias congênitas são defeitos na formação ou função do coração que surgem ainda na vida intrauterina. Ou seja, nas primeiras oito semanas de gestação, quando o coração do bebê ainda está sendo formado.</p><p>Essas alterações têm um amplo espectro e podem ir desde defeitos mínimos, que raramente causam sintomas ou o diagnóstico vem apenas na fase adulta, até aqueles extremamente complexos que necessitam de intervenção nas primeiras horas de vida.</p><p>Tipos de Cardiopatia Congênita</p><p>Cardiopatia</p><p>Congênita Cianótica</p><p>Ocorre quando não há oxigênio suficiente no sangue. Muitos casos são leves e podem ser tratados com medicação e cirurgia.</p><p>Tetralogia de Fallot (T4F)</p><p>Condição causada por quatro defeitos cardíacos que afetam o bebê desde o nascimento. São eles: defeito do septo ventricular, obstrução da via de saída do ventrículo direito, estenose da valva pulmonar, hipertrofia ventricular direita e excesso de “cavalgamento” da aorta. Em outras palavras, o fluxo sanguíneo pulmonar diminui, o ventrículo direito fica hipertrofiado e o sangue não oxigenado entra na aorta.</p><p>Transposição das Grandes Artérias (TGA)</p><p>Ocorre quando a aorta, principal artéria do nosso corpo, e a artéria pulmonar são invertidas com o coração. O resultado desta transposição faz com que o sangue com pouco oxigênio circule para o corpo e o sangue com muito oxigênio circule entre os pulmões e o coração e não para o corpo, como deveria ser.</p><p>Defeitos do Septo Atrioventricular (DSAV)</p><p>É a cardiopatia congênita mais comum em crianças com Síndrome de Down e está relacionada à ausência ou deficiência das estruturas septais atrioventriculares que separam os compartimentos que bombeiam e os que recebem o sangue.</p><p>Anomalia de Ebstein</p><p>Esse tipo de cardiopatia congênita afeta a válvula tricúspide, a maior do nosso coração que controla o fluxo sanguíneo. Atresia Tricúspide: ausência de conexão atrioventricular direita ou imperfuração da válvula tricúspide, impedindo a comunicação entre átrio e ventrículo direito.</p><p>Cardiopatia</p><p>Congênita</p><p>Acianótica</p><p>Trata- se de um grupo de doenças causadas pela mistura do sangue oxigenado com sangue pouco oxigenado no coração, de modo que os tecidos corporais não recebem oxigênio suficiente.</p><p>Tipos de Cardiopatia Congênita</p><p>Comunicação interatrial (CIA)</p><p>É a mais comum na fase embrionária e a anomalia neste caso é a abertura na parede (septo) que separa o átrio direito e o átrio esquerdo.</p><p>Comunicação interventricular (CIV)</p><p>Também é caracterizada por uma abertura, neste caso é entre a divisão dos ventrículos direito e esquerdo.</p><p>VENTRÍCULO ESQUERDO</p><p>VENTRÍCULO DIREITO</p><p>NORMAL</p><p>INTERVENTRICULAR</p><p>Persistência do Canal Arterial (PCA)</p><p>É de corrente de uma falha do fechamento do canal vascular que comunica a aorta com tronco pulmonar. Mais comum em bebês do sexo feminino.</p><p>Coarctação de Aorta (CoAo)</p><p>É o estreitamento da aorta e causa a má circulação do sangue, falta de ar e insuficiência cardíaca, nos casos mais graves.</p><p>Causas</p><p>Doenças maternas: diabetes mellitus, seja o do tipo II ou o gestacional; Lúpus eritematoso sistêmico e rubéola; cardiopatias em gestações anteriores;</p><p>Gestação gemelar e fertilização in-vitro;</p><p>Obesidade;</p><p>Uso de medicamentos: principalmente durante a gestação como antidepressivos e anticonvulsivantes;</p><p>Fatores ambientais ou de estilo de vida: como o hábito de fumar, consumir altas doses de álcool, além do uso de drogas ilícitas;</p><p>Síndromes genéticas: algumas delas têm, como é o caso da síndrome de Down, um maior risco de ter associado cardiopatia congênita. Quase metade das crianças com Down apresentam cardiopatia congênita.</p><p>Sintomas</p><p>Recém-nascidos e bebês:</p><p>Respiração rápida ou dispneia (falta de ar);</p><p>Cianose – Coloração azulada ou acinzentada da pele, unhas ou lábios;</p><p>Cansaço entre as mamadas;</p><p>Suor excessivo na cabeça ao mamar;</p><p>Irritação;</p><p>Pouco apetite e baixo peso.</p><p>Crianças ou adultos:</p><p>Menor tolerância aos esforços do que crianças da mesma idade;</p><p>Tontura;</p><p>Fadiga;</p><p>Coração acelerado e boca roxa após esforços;</p><p>Infecções respiratórias frequentes.</p><p>Os principais sintomas divididos por faixa etária.</p><p>O diagnósticos de cardiopatia congênita geralmente são feitos por meio de:</p><p>Exame físico: ausculta cardíaca, palpação do abdômen , avaliação da pele e medidas de pressão arterial;</p><p>Teste do coraçãozinho</p><p>Diagnóstico</p><p>Ecocardiograma: É feito para avaliar a repercussão de doenças no coração.</p><p>Diagnóstico</p><p>.</p><p>Diagnóstico</p><p>Eletrocardiograma (ECG): é um exame básico e inicial para avaliação da saúde cardiovascular e apontar para algumas anormalidades cardíacas.</p><p>Raio-X de tórax: é um exame de imagem que utiliza radiações para visualizar o interior do tórax.</p><p>Diagnóstico</p><p>Diagnóstico</p><p>RESSONÂNCIA MAGNÉTICA CARDÍACA: não usa radiação ionizante e é usada para avaliar diversas cardiopatias, doenças da aorta, vasos pulmonares, dentre outras finalidades.</p><p>Tratamento</p><p>Acompanhamento Médico</p><p>Consultas regulares com cardiologista.</p><p>Monitoramento com exames periódicos.</p><p>Medicações</p><p>Alívio dos sintomas (Ex.: diuréticos: para eliminar o líquidos)( betabloqueadores: para diminuir o esforço do coração).</p><p>Tratamento</p><p>Intervenção Cirúrgica</p><p>Correção de defeitos mais graves que precisam ser corrigidos.</p><p>Cateterismo Cardíaco</p><p>Um procedimento que pode corrigir alguns problemas sem precisar de cirurgia.</p><p>É feito com um pequeno tubo (cateter) que vai até o coração.</p><p>Tratamento</p><p>Cuidados Pós-Cirúrgicos</p><p>Reabilitação : Após a cirurgia, é importante cuidar da recuperação do paciente.</p><p>Acompanhamento a longo prazo: O acompanhamento médico continua a longo prazo para garantir que o coração funcione bem.</p><p>Transplante de Coração</p><p>Em casos mais graves, quando outros tratamentos não funcionam, o transplante de coração pode ser a única solução.</p><p>Prevenção</p><p>Cuidado pré-natal</p><p>Fazer exames regulares durante a gravidez.</p><p>Evitar o consumo de álcool e drogas</p><p>Durante a gestação, o consumo de substâncias como álcool e drogas pode aumentar o risco de malformações no coração do bebê.</p><p>Prevenção</p><p>Controle de doenças maternas</p><p>Doenças como diabetes, hipertensão, ou lúpus podem aumentar o risco de cardiopatias no bebê.</p><p>Vacinação da mãe</p><p>Proteger contra infecções que podem afetar o desenvolvimento do bebê, como rubéola.</p><p>Prevenção</p><p>Aconselhamento genético</p><p>Se houver histórico familiar de problemas cardíacos congênitos, é aconselhável buscar orientação de um geneticista antes de engravidar.</p><p>OBRIGADA PELA ATENÇÃO!</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.png</p><p>image10.jpeg</p><p>image11.png</p><p>image12.jpeg</p><p>image13.png</p><p>image14.jpeg</p><p>image15.png</p><p>image16.jpeg</p><p>image17.jpeg</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.png</p><p>image20.jpeg</p><p>image21.png</p><p>image22.png</p><p>image23.jpeg</p><p>image24.jpeg</p><p>image25.jpeg</p><p>image26.jpeg</p><p>image27.jpeg</p><p>image28.jpeg</p><p>image29.jpeg</p><p>image30.jpeg</p><p>image31.jpeg</p>

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