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<p>Por Iara Fernanda</p><p>Esse conteúdo foi devidamente elaborado a partir</p><p>do Porto & Porto – Exame Clínico, 8ª ed.</p><p>EXAMES FÍSICOS QUE SERÃO ABORDADOS EM 2023.2 - 1º PERÍODO (OSCE)</p><p>Lavagem das mãos simples Sinais Vitais - Pulsos</p><p>Fricção das mãos com preparação alcoólica Sinais Vitais – Ritmo e frequência respiratórios</p><p>5 momentos da higienização das mãos Exame Físico do sistema cardiovascular</p><p>Medidas antropométricas Exame Físico do sistema hematolinfopoietico</p><p>Sinais Vitais Posição de Schuster</p><p>Exame Físico do Sistema Digestório Exame Físico do Sistema Digestório</p><p>FEBRE</p><p>LOCAIS PARA MEDIR</p><p>A TEMPERATURA</p><p>VALORES (EM ºC)</p><p>HIPORTEMIA NORMAL FEBRE</p><p>HIPERTEMIA</p><p>Axilar Valor abaixo 35,5 a 37 Valor acima</p><p>Acima com presença de fatores</p><p>ambientais (atividade física)</p><p>Bucal Valor abaixo 36 a 37,4 Valor acima</p><p>Acima com presença de fatores</p><p>ambientais (atividade física)</p><p>Retal Valor abaixo 36 a 37,5 Valor acima</p><p>Acima com presença de fatores</p><p>ambientais (atividade física)</p><p>NÍVEIS DE FEBRE – lembrando que a febre é caracterizada por temperatura acima das condições normal</p><p>(Acima de 35,5ºC) e sem causa ambientais (insolação, vestimentas quentes demais para o clima ou atividades</p><p>físicas extremas).</p><p>Febre leve ou febrícula Até 37,5ºC</p><p>Febre moderada De 37,6 a 38,5ºC</p><p>Febre alta ou elevada Acima de 38,6º</p><p>TIPOS DE FEBRE</p><p>TIPOS CARACTERÍSTICAS CAUSAS</p><p>FEBRE CONTÍNUA</p><p>Temperatura permanece sempre</p><p>acima do normal com variações de</p><p>até 1 ºC.</p><p>Pneumonia, tuberculose, viroses.</p><p>FEBRE IRREGULAR OU</p><p>SÉPTICA</p><p>Registram-se picos muito altos</p><p>seguidos de temperaturas baixas ou</p><p>períodos de apirexia (ausência de</p><p>febre).</p><p>Abcesso pulmonar, fase inicial de</p><p>malárias.</p><p>FEBRE REMITENTE</p><p>Caracterizada por hipertermia</p><p>diária com variações acima de 1 ºC</p><p>e sem períodos de apirexia.</p><p>Abcesso hepático, abcesso pulmonar,</p><p>pneumonia, tuberculose.</p><p>FEBRE INTERMITENTE</p><p>Períodos de altas temperaturas com</p><p>períodos de apirexia.</p><p>Malária, infecção urinária, linfomas.</p><p>FEBRE RECORRENTE OU</p><p>ONDULANTE.</p><p>Temperatura elevada durante dias</p><p>com períodos de apirexia também.</p><p>Linfomas ou brucelose.</p><p>Realizar aferição de Sinais Vitais: Pulso, Frequência Cardíaca (FC), Frequência</p><p>Respiratória (FR), Pressão arterial (PA)</p><p>PRINCÍPIOS BIOÉTICOS DA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE:</p><p>Autonomia – o paciente tem direito de tomar suas decisões e decidir se adere ou não o tratamento proposto</p><p>pelo médico.</p><p>Beneficência - Procurar fazer o bem ao paciente.</p><p>Não maleficência - fazer o bem sem causar danos ao paciente.</p><p>Justiça - tratar todos com igualdade, sem proporcionar benefícios a uns e não a outros.</p><p>ANAMNESE</p><p>*Identificação - nome, idade, sexo, cor, estado civil, profissão, ocupação atual, naturalidade, procedência</p><p>(morou em outro local?), residência atual, nome da mãe, nome do responsável, religião.</p><p>*Queixa principal – o que levou o paciente a procurar atendimento médico.</p><p>*História natural da doença - registro cronológico e detalhado do que levou o paciente a ir ao hospital</p><p>*Sintoma-guia - a queixa de mais longa duração, mais salientado pelo paciente. E, a partir dessa análise do</p><p>sintoma-guia estabeler perguntas acerca do período desse sintoma, os acontecimentos, como evoluiu esse</p><p>sintoma até aquele momento.</p><p>*Interrogatório sintomatológico - fazer perguntas sobre a existência de algum sintoma comum relacionado a</p><p>queixa principal do paciente, podendo achar uma suspeita diagnostica mais exata</p><p>*Antecedentes pessoais - gestações e nascimentos, desenvolvimento psicomotor e neural, desenvolvimento</p><p>sexual e antecedentes patológicos como: alergias, doenças sofridas pelo paciente, cirurgias passadas,</p><p>transfusões sanguíneas e medicamentos em uso, e também se o paciente tomou as referidas vacinas para sua</p><p>faixa-etária.</p><p>*Antecedentes familiares – estado de saúde dos pais e irmãos. O conjugue e filhos. Avós, tios e primos.</p><p>Interrogatório sobre algum parente com doenças. Em caso de óbito, perguntar a causa do falecimento e idade.</p><p>*Hábitos de vida - alimentação, ocupações anteriores, atividades físicas, hábitos, etilismo,</p><p>*Condições socioeconômicas e culturais</p><p>Habitações, condições, vida familiar e conjugal.</p><p>INTRODUÇÃO AO EXAME FÍSICO.</p><p>SEMIOTÉCNICAS GERAIS.</p><p>INSPENÇÃO - analisar de forma criteriosa os parâmetros da cutânea.</p><p>PALPAÇÃO - é importante que o especialista esteja calmo e explique todos os procedimentos ao paciente, a</p><p>fim de evitar tensão. Tipos de palpação: *palpação com a mão espalmada (uni ou bi), *uma mão sobre a outra,</p><p>*mão espalmada, mas utilizando somente as polpas digitais, *com a borda da mão, *com o polegar e indicador</p><p>em formato de pinça, *com o dorso da mão (analisa a temperatura corpórea), *digito pressão, *puntipressão,</p><p>*vitropressão, *fricção com algodão.</p><p>AUSCULTA -</p><p>PERCUSSÃO - é uma ação que proporciona uma série de variações no local percutido, como: intensidade,</p><p>timbre e tonalidade das vibrações. Técnicas: percussão direta, percussão digito digital (dedo que golpeia:</p><p>plexor, ao que é golpeado: plexímetro), punho-percussão, percussão com a borda da mão e a tipo piparote.</p><p>SONS AUDÍVEIS:</p><p>- Maciço: regiões sem ar (alguns órgãos como o fígado, coração e baço) e geralmente se assemelha a</p><p>percutir em uma cabeceira de cama, tampo de uma mesa ou bloco de madeira.</p><p>- Submaciço: É uma variação do som maciço, geralmente é caracterizado por regiões com uma certa</p><p>quantidade de ar, mesmo que mínima.</p><p>- Claro pulmonar: é o que se obtém ao percutir no tórax, dependendo muito de uma grande quantidade</p><p>de ar envolvido nessa região. É semelhante a percutir em um colchão mola, uma caixa contendo</p><p>pedaços de isopor.</p><p>- Timpânico: É o som percutido sobre os intestinos ou no espaço de traube (fundo do estômago ou</p><p>qualquer área que possua ar e recoberta por uma membrana. É caracterizado por uma caixa vazia ou</p><p>pequeno tambor.</p><p>EXAMEs FÍSICOs</p><p>ROTEIRO INICIAL PARA TODOS OS EXAMES FÍSICOS: avaliar a iluminação e se há presença de ruídos</p><p>no ambiente. Se apresentar ao paciente e explicar o tipo de procedimento ao paciente (sempre demonstrar</p><p>confiança e seriedade ao paciente), higienizar as mãos, dependendo do exame pedir que o paciente tira as</p><p>vestes e prosseguir com as etapas.</p><p>ROTEIRO FINAL: Explica ao paciente os dados coletados no exame, pede para que se vista e libere o</p><p>paciente. Não esqueça de higienizar as mãos!</p><p>Avaliação antropométrica: Esse exame consiste na avaliação da altura, peso e cálculo do IMC (em</p><p>adultos). Em crianças consiste em peso, altura, imc e perímetro cefálico.</p><p>ALTURA</p><p>ADULTO CRIANÇAS ATÉ</p><p>2 ANOS</p><p>ALTURA DO</p><p>JOELHO</p><p>ENVERGADURA E</p><p>SEMI</p><p>ENVERGADURA</p><p>ROTEIRO</p><p>BÔNUS</p><p>Se for na balança com</p><p>estadiomêtro, a paciente</p><p>deve se posicionar de</p><p>costas para a numeração</p><p>da balança.</p><p>Essas medidas s</p><p>devem ser inseridas</p><p>na caderneta de</p><p>saúde da criança, a</p><p>fim de acompanhar</p><p>seu</p><p>desenvolvimento</p><p>na curva de</p><p>crescimento para</p><p>ver se a criança</p><p>segue o padrão de</p><p>crescimento de</p><p>desenvolvimento.</p><p>Essa técnica é</p><p>utilizada quando</p><p>o paciente não</p><p>consegue ficar</p><p>na posição</p><p>ortostática, seja</p><p>por deficiência</p><p>(cadeirantes) ou</p><p>idosos em</p><p>situação de</p><p>prostração.</p><p>A semienvergadura</p><p>multiplicada duas</p><p>vezes equivale a</p><p>estatura real do</p><p>paciente, segundo a</p><p>equação de rabito.</p><p>POSIÇÃO</p><p>DO</p><p>PACIENTE</p><p>Medida em posição</p><p>ortostática (de pé), com a</p><p>cabeça erguida em 90º e</p><p>olhando pro horizonte.</p><p>Pés juntos, braços</p><p>estendidos ao longo do</p><p>corpo.</p><p>Em decúbito</p><p>dorsal.</p><p>O paciente deve</p><p>estar sentado de</p><p>forma</p><p>confortável, caso</p><p>não consiga</p><p>sentar ele deve</p><p>ficar em posição</p><p>Paciente em posição</p><p>ereta, recostado na</p><p>parede, tronco reto,</p><p>ombros nivelados,</p><p>braços abertos em</p><p>abdução de 90º.</p><p>supina (decúbito</p><p>dorsal)</p><p>ITENS</p><p>NECESSÁRI</p><p>OS</p><p>Usa-se uma fita métrica</p><p>ou uma balança com</p><p>estadiômetro.</p><p>Régua</p><p>antropométrica.</p><p>Usa-se uma fita</p><p>métrica</p><p>Usa-se uma fita</p><p>métrica</p><p>POSIÇÃO</p><p>DO MÉDICO</p><p>à frente ou à esquerda do</p><p>paciente</p><p>Sem instruções</p><p>especificas no</p><p>Porto.</p><p>Sem instruções</p><p>especificas no</p><p>Porto</p><p>Á frente do paciente.</p><p>PARÂMETR</p><p>OS A</p><p>SEREM</p><p>ANALISAD</p><p>OS</p><p>5 pontos anatômicos</p><p>devem estar alinhados</p><p>com a parede: ombros,</p><p>escápulas, glúteos,</p><p>panturrilhas e tornozelos</p><p>Ao demarcar</p><p>esse valor é</p><p>preciso utilizar</p><p>uma equação</p><p>para determinar</p><p>a altura do</p><p>paciente (o nome</p><p>da equação não</p><p>consta).</p><p>SEMIOTÉC</p><p>NICA</p><p>O estadiômetro deve ser</p><p>baixado até que encoste na</p><p>cabeça com leve pressão</p><p>nos cabelos.</p><p>A medição deve</p><p>ser feita tomando</p><p>como referência</p><p>a cabeça da tíbia,</p><p>logo abaixo da</p><p>rótula, até a base</p><p>plantar, ou do</p><p>colchão.</p><p>SEMIENVERGADU</p><p>RA: deve ser medida</p><p>paralelamente à</p><p>clavícula desde o</p><p>ponto médio do osso</p><p>esterno e a falange</p><p>distal do terceiro</p><p>quirodáctilo (também</p><p>chamado de terceira</p><p>falange distal) e</p><p>jogada na equação de</p><p>rabito.</p><p>ENVERGADURA: é</p><p>a medida entre as</p><p>duas falantes distais.</p><p>PESO</p><p>ADULTO NENÉM</p><p>ROTEIRO BÔNUS</p><p>É necessário pedir ao paciente</p><p>que retire excessos de roupas</p><p>que causem um peso a mais, e</p><p>retire ajulezos e calçados.</p><p>Deve-se retirar toda a roupinha do bebê -</p><p>até a frauda. (sempre explicando o</p><p>procedimento para o responsável que está</p><p>ali).</p><p>POSIÇÃO DO PACIENTE</p><p>De frente para a medição da</p><p>balança com postura e pés</p><p>juntos.</p><p>Deitar o bebé na balança pediátrica</p><p>ITENS NECESSÁRIO Uma balança mecânica do</p><p>tipo plataforma ou digital.</p><p>Uma balança pediátrica mecânica do tipo</p><p>plataforma ou digital.</p><p>POSIÇÃO DO MÉDICO</p><p>A esquerda do paciente ou á</p><p>frente da balança/paciente.</p><p>A esquerda ou á frente da</p><p>balança/paciente.</p><p>APÓS A MEDIÇÃO DA ALTURA E PESO, DEVE-SE CALCULAR O IMC</p><p>KG</p><p>M²</p><p>PERÍMETRO</p><p>CEFÁLICO</p><p>ITENS UTILIZADOS Fita métrica</p><p>SEMIOTÉCINA Com o bebê em decúbito dorsal, deve-se circundar com a fita métrica na cabeça</p><p>do bebê entre a proeminência occipital – parte posterior - e parte dos arcos das</p><p>sobrancelhas – parte anterior - (também chamada de região supraorbitária).</p><p>CIRFERÊNCIA DA CINTURA</p><p>ROTEIRO BÔNUS É utilizada no diagnótico de obesidade e reflete o conteúdo de</p><p>gordura visceral.</p><p>ITENS Fita métrica.</p><p>SEMIOTÉCNICA A fita métrica deve ser colocada de forma horizontal no ponto médio</p><p>entre a última costela e a crista íliaca, sem fazer grande pressão.</p><p>CIRCUFÊRENCIA ABDOMINAL</p><p>ROTEIRO BÔNUS É utilizado para acompanhar as reduções de medidas de um mesmo</p><p>paciente (não confundir com as medidas da cintura que têm um</p><p>propósito diferente).</p><p>SEMIÓTECNICA Colocar a fita de forma horizontal na área de maior extensão do</p><p>abdome.</p><p>CIRCUFÊRENCIA DA</p><p>PANTURRILHA</p><p>ROTEIRO BÔNUS É uma técnica que permite acompanhar o estado nutricional de</p><p>pacientes, já que permite avaliar a pleção muscular (diminuição</p><p>muscular)</p><p>POSIÇÃO DO PACIENTE Individuo sentado com os pés apoiados no chão, o joelho devendo</p><p>formar 90º com o solo.</p><p>SEMIOTÉCINA Sempre na área mais extensa da panturrilha ESQUERDA. SEMPRE</p><p>ESQUERDA.</p><p>SISTEMA HEMATOLINFOPOIÉTICO.</p><p>Doenças relacionadas a problemáticas nesse sistema: astenia ou fraqueza, hemorragias, febre, adenomegalia</p><p>(inchaço do linfonodo), esplenomegalia (inchaço do baço) e hepatomegalia (inchaço do fígado), dor, icterícia.</p><p>Os linfonodos são divididos em superficiais – presentes no tecido subcutâneo - e profundos – abaixo dos</p><p>músculos e dentro das cavidades do corpo. Os profundos só podem ser avaliados por meio de exames de</p><p>imagem, já os superficiais são avaliados por meio do exame físico hematolinfopoiético.</p><p>EXAME FÍSICO: é uma prática que relaciona a inspeção e palpação no paciente.</p><p>Deve-se iniciar com o roteiro inicial geral e prosseguir com a explicação ao paciente.</p><p>Na inspeção é importante averiguar os seguintes parâmetros: Alterações na pele como rubor, edemas visíveis,</p><p>cicatrizes, cor da pele e rugosidade.</p><p>Na palpação é importante utilizar os dedos indicador, médio e polegar em formato de pinça e com movimentos</p><p>circulares. É IMPORTANTE FALAR PRO SEU AVALIADOR QUE ESTÁ AVALIANDO OS DOIS</p><p>LADOS A FIM DE TER A COMPARAÇÃO DAS REGIÕES.</p><p>Posição do paciente Posição do especialista Linfonodo a ser apalpado</p><p>Sentado Atrás do paciente Pré-auriculares, retro-auriculares,</p><p>occpitais, amigdalianos e cervicais</p><p>posterior e anterior (lembre –se de pedir</p><p>ao paciente que incline o pescoço para</p><p>avaliar os cervicais).</p><p>Sentado A frente do paciente Submentonianos, supraclaviculares e</p><p>infraclaviculares.</p><p>Sentado Tangencialmente a frente do</p><p>paciente</p><p>Peça pro paciente levantar um dos braços e</p><p>posicionar o antebraço em 90º com o braço</p><p>a fim de avaliar os axilares e epitrocleanos.</p><p>Decúbito dorsal Ao lado do paciente Avaliar os linfonodos iguinais.</p><p>Decúbito ventral com perna</p><p>semifletida em 90º.</p><p>Ao lado do paciente Avaliando os poplíteos.</p><p>CARACTERÍSTICA SEMIOLÓGIAS ANALISADAS NA PALPAÇÃO DO EXAME DOS</p><p>LINFONODOS: Localização, Tamanho ou volume (variam entre 0,5 a 2,5 de diâmetro), Coalescência</p><p>(individualizados ou não), Consistência (borrachuda), Mobilidade, Sensibilidade e alterações da pele (que</p><p>consistem em fístulas e sinais flogísticos: edema, calor, rubor e dor).</p><p>POSIÇÃO DE SHUSTHER: posição que tem o intuito de apalpar o abdome no espaço do baço, a fim</p><p>de procurar a esplenomegalia (inchaço do braço). Lembrando que o baço normal não pode ser sentido/palpado.</p><p>O baço é um órgão secundário do sistema linfático.</p><p>SEMPRE LEMBRE DO ROTEIRO INICIAL E DE PEDIR PRO PACIENTE SE DESPIR.</p><p>→ Descreva a posição de Schuster: com o paciente em decúbito lateral direito, estando o paciente com a</p><p>perna direita fletida em 90º graus: o braço esquerdo é colocado sobre a cabeça e o esquerdo fica</p><p>esticado à frente.</p><p>→ PALPAÇÃO: examinador à frente. A mão esquerda fica na parte posterior do abdome a fim de</p><p>empurrar essa região para a frente e a direita executa a palpação, investindo a mão (em formato de</p><p>concha) quando o paciente inspirar, tentando rodear o baço.</p><p>→ roteiro bônus que você poderá narrar ao seu avaliador: O baço é um órgão secundário do sistema</p><p>linfático e está localizado no quadrante superior esquerdo, mais precisamente na região hipocondríaca</p><p>esquerda. E, em sua normalidade, não é um órgão palpável, descartando a possibilidade de uma</p><p>esplenomegalia.</p><p>→ Ao final do exame: explica a situação ao paciente, peça para se vestir, dispense-o e lave as mãos.</p><p>EXAMES DOS PULSOS RADIAL, PERIFÉRICOS, CAPILAR E VENOSO.</p><p>PULSO RADIAL</p><p>REGIÃO Artéria radial na região do pulso.</p><p>SEMIOTÉCNIC</p><p>A</p><p>Para apalpar usa-se as polpas do dedo indicador e médio. Devendo a mão direita do</p><p>médico avaliar o pulso esquerdo do paciente e vice-versa.</p><p>CARACTERÍST</p><p>ICAS</p><p>SEMIOLÓGIC</p><p>AS NORMAIS</p><p>Os padrôes</p><p>normais estão</p><p>em NEGRITO.</p><p>Estado da parede arterial (lisa e irregular/endurecida).</p><p>Frequência - pulsações durante 1min (60 a 100bpm): Bradicardia, normocardia,</p><p>taquicardia.</p><p>Ritmo - sequência de pulsações (regular e irregular).</p><p>Amplitude/Magnitude - é a sensação captada em cada pulsação. (amplo, mediano,</p><p>pequeno).</p><p>Tensão/Dureza - compressão progressiva da artéria. (pulso mole, mediano, duro).</p><p>Tipos de Onda (pulso de onda normal).</p><p>Comparação com o lado homologo.</p><p>IRREGULARIDADES NOS TIPOS DE ONDAS:</p><p>Pulso célere/Martelo d’água: É um pulso que some e aparece com rapidez e força.</p><p>Pulso Pequeno ou Parvus: o pulso parece fraco e pequeno, ao contrário do célere que é grande e forte.</p><p>Pulso Filiforme: É um pulso com amplitude pequena e mole. Indica quase sempre um colapso periférico.</p><p>Pulso Alternante: Uma onda ampla seguida de uma mais fraca.</p><p>PULSO PERÍFERICO</p><p>REGIÃO Pulso carotídeo, temporal superficial, subclávio, axilar, braquial, cubital, radial, aórtico</p><p>abdominal, ilíaco, femoral, poplíteo, tibial anterior, pedioso (dorsal do pé) e tibial posterior.</p><p>SEMIOTÉCNI</p><p>CA</p><p>pulso paciente especialista Mãos em:</p><p>Carotíde</p><p>o</p><p>Pé ou sentado De frente Polpa do polegar anteriormente ao</p><p>esternocléidomastodeo, médio e</p><p>indicador posteriormente.</p><p>Tempora</p><p>is</p><p>Pé ou sentado De frente Logo acima da supraorbitária,</p><p>apalpadas com as polpas dos dedos</p><p>indicador e médio.</p><p>subclávia Sentado com cabeça</p><p>semiflexionada para o</p><p>examinador.</p><p>Frente,</p><p>lado ou</p><p>atrás</p><p>Dedos indicador, médio e anular na</p><p>fossa supraclavicular profundamente.</p><p>axilar Afundando a mão no oco axilar</p><p>cubital Sentado ou decúbito</p><p>dorsal</p><p>Frente ou</p><p>lado do</p><p>paciente</p><p>Com os dedos indicador, médio e</p><p>anular entre o músculo plexor dos</p><p>dedos e plexor ulnar.</p><p>braquial Decúbito dorsal ou em</p><p>sentado</p><p>De pé ao</p><p>lado do</p><p>lugar</p><p>examinado</p><p>Usa-se os dedos indicador e médio.</p><p>abdomin</p><p>al</p><p>Decúbito dorsal Á direita Com a mão esquerda sobre a direita,</p><p>deve-se procurar a aorta no espaço</p><p>compreendido entre o apêndice xifoide</p><p>e a cicatriz umbilical, pressionando</p><p>levemente</p><p>ilíaca Decúbito dorsal Do lado a</p><p>ser</p><p>examinado.</p><p>Do lado a ser examinado =,</p><p>comprimindo com o indiciador, médio</p><p>e anelar a área entre a cicatriz</p><p>umbilical e a parte média do ligamento</p><p>inguinal.</p><p>femoral Decúbito dorsal Sentado ou</p><p>pé</p><p>Palpação com o indicador, médio e</p><p>anelar.</p><p>poplítea 1ª técnica: Decúbito</p><p>dorsal com joelho</p><p>semiflexionado</p><p>1ª:</p><p>ventralmen</p><p>te</p><p>2ª ao lado</p><p>examinado</p><p>1ª: posiciona as polpas digitais das</p><p>duas mãos por trás do joelho com</p><p>compressão.</p><p>2ª técnica: decúbito</p><p>ventral com perna</p><p>semifletida.</p><p>2ª apalpa a fossa poplítea com o</p><p>polegar abarcando o joelho com os</p><p>outros dedos.</p><p>Tibiais</p><p>posterior</p><p>es</p><p>Decúbito dorsal Ao lado</p><p>examinado</p><p>Com o indicador, médio e anelar sobre</p><p>a artéria tíbia posterior.</p><p>Pediosa Polegar no ventre do pé, enquanto o</p><p>indicador, médio e anelar posicionam-</p><p>se no dorso para procurar a artéria ali</p><p>situada.</p><p>Exame clínico dos sinais vitais.</p><p>*sempre lembrar de avaliar o ambiente, lavagem das mãos, apresentação ao paciente e tiragem das roupas, se</p><p>necessário.</p><p>Os sinais vitais correspondem ao pulso, a pressão arterial, o ritmo e frequência respiratórios e a</p><p>temperatura corporal (e numa melhor avaliação adiciona-se o nível de consciência e a oximetria de pulso).</p><p>É válido realizar esse exame nos seguintes parâmetros:</p><p>✓ Paciente que chega em emergências e urgências.</p><p>✓ Antes e depois de qualquer procedimento invasivo ou cirúrgico.</p><p>✓ Antes e depois de administrar medicamentos que interfiram nas funções cardíacas, respiratória e</p><p>cerebral.</p><p>✓ Sempre que o paciente apresente desconforto inexplicável.</p><p>1.Ritmo e frequência do pulso</p><p>Pode-se fazer no pulso radial – em outra situação pode realizar na artéria femoral.</p><p>CARACTERÍSTICAS SEMIOLÒGICAS A SE VERIFICAR NOS PULSOS: estado da parede do vaso,</p><p>ritmo, frequência, amplitude, tensão e tipos de onda (reveja a tabela acima que dita a normalidade desses</p><p>parâmetros).</p><p>Nesse exame vamos analisar durante 1 minuto completo o pulso e nos possibilita identificar se há presença de</p><p>fibrilação atrial, arritmias ou déficit de pulso.</p><p>2. pressão arterial</p><p>Nessa etapa usaremos equipamentos adequados para a aferição da pressão arterial: Um estetoscópio e um</p><p>esfigmomanômetro.</p><p>Antes da aferição, devemos fazer as seguintes perguntas ao paciente:</p><p>• Tomou café nos últimos 30min?</p><p>• Fez algum exercício na última hora?</p><p>• Está de bexiga cheia?</p><p>• Fumou nos últimos 30min?</p><p>• Está alimentado?</p><p>• Ingeriu bebidas alcoólicas?</p><p>Devemos nos posicionar à frente ou lateralizado com o paciente que estará sentado, com as duas pernas</p><p>descruzadas e os pés apoiados no chão, costas escostadas no assento, com o braço a ser aferido estendido (com</p><p>a palma virada para cima) na altura do précordio.</p><p>Antes de inserir o manguito, devemos medir – com fita métrica - o braço do paciente, especificamente entre</p><p>o acrômio e o olecrano, a fim de determinar o ponto médio do braço para poder medir sua circunferência para</p><p>determinar qual manguito mais adequado. Após isso, vamos posicionar o manguito sobre a artéria braquial.</p><p>Após essa observação importante, vamos determinar a estimativa sistólica,</p><p>técnica utilizada para saber até onde suflar a bomba – ou Pêra - devidamente:</p><p>✓ 1. deve-se posicionar as polpas digitais dos dedos indicador e médio sobre o</p><p>pulso radial e suflar a Pêra até deixar de sentir esta pulsação e desinflar. Quando</p><p>o pulso reaparecer, será obtido o valor da estimativa sistólica.</p><p>✓ 2. Ao determinar o valor exato em que voltamos a sentir o pulso, vamos somar</p><p>+30mmHg, e esperar de 30 a 60 segundos para partir para a aferição da</p><p>pressão em si.</p><p>✓ 3. Vamos posicionar o receptor do estetoscópio sobre a artéria braquial – mais</p><p>ou menos de 2cm acima da fossa cubital – e suflar a bomba até a numeração da</p><p>estimativa sistólica mais os 30mmHg adicionados.</p><p>✓ 4. Nesse momento, vamos desinflar a bomba calmamente e vamos prestar</p><p>atenção aos sons de korotkoff. Ao iniciar o primeiro som será a pressão sistólica</p><p>(Fase 1 dos sons de korotkoff) e ao pararmos de ouvir (fase 5).</p><p>É importante lembrar que devemos realizar a aferição nos dois braços - podendo ser as duas em seguida ou</p><p>uma no início e a outra ao final da consulta – sempre considerando o maior valor encontrado.</p><p>Se no caso precisar fazer no mesmo braço, dede-se esperar de a 3min parra repetir os processos.</p><p>- Ao final, devemos explicar os resultados ao paciente e dispensá-lo (roteiro final).</p><p>- Bônus: Com mulheres grávidas, a posição destas deve ser decúbito lateral esquerdo, com o braço no</p><p>nível do coração. No idoso é recomendado que sempre se faça a medida em duas posições diferentes</p><p>(sentada ou deitada e de pé)</p><p>- Lembrando que os valores de pressão arterial para determinar pacientes com PA normal ou com</p><p>hipertensão em diferentes estágios é determinada pelas Diretrizes Brasileiras de Hipertensão</p><p>Arterial).</p><p>-</p><p>3. Ritmo e frequência respiratórios.</p><p>Nesse tipo de avaliação inspecional, vamos analisar a regularidade dos movimentos respiratórios, com uma</p><p>amplitude de profundidade mais ou menos igual, e uma frequência de 16 a 20 incursões respiratórias por</p><p>minuto (IRPM). O paciente deverá estar eupneico – que é o estado normal.</p><p>4. Temperatura corporal:</p><p>A temperatura corporal pode ser medida de 3 formas diferentes: axilar, bucal ou retal, sendo que cada uma</p><p>possui a sua normalidade. As notas que podemos analisar são presenças de normalidade, hipotermia,</p><p>hipertermia ou febre.</p><p>EXAME FÍSICO DO SISTEMA CARDIOVASCULAR</p><p>Inicia-se com o roteiro inicial.</p><p>Paciente em decúbito dorsal (em outras situações: sentado, decúbito lateral ou em pé com o tronco inclinado).</p><p>✓ Inspeção</p><p>• Ficar tangencialmente a direita e ventralmente ao paciente e analisar:</p><p>• Depressões e abaulamentos</p><p>• Alterações na pele como cicatrizes de cirurgias passadas, edemas, rubor.</p><p>• Movimentos respiratórios e pulsações</p><p>• Localização do ictus cordis, o ápice do coração - localizado na linha hemiclavicular esquerda no 4º ou</p><p>5º espaço intercostal (depende do biótipo do paciente).</p><p>✓ Apalpação</p><p>• Apalpar todo o précordio e os focos cardíacos, verificando se há presença de frêmitos (vibrações).</p><p>• E apalpar o ictus cordis, verificando os seguintes parâmetros: extensão, mobilidade, ritmo, frequência,</p><p>intensidade e a localização (já verificada na inspeção).</p><p>✓ Ausculta</p><p>• Com o auxílio do estetoscópio, irei auscultar, durante 1 minutos cada, os focos cardíacos, analisando</p><p>o ritmo e frequência.</p><p>→ Foco pulmonar (2º espaço intercostal à direita)</p><p>→ Foco aórtico (2º espaço intercostal à esquerda)</p><p>→ Foco aórtico acessório (3º espaço intercostal à esquerda)</p><p>→ Foco tricúspide (4º espaço intercostal, ligeiramente à esquerda e na base do apêndice xifoide).</p><p>→ Foco mitral (situa-se ou no 4º ou 5º espaço intercostal à esquerda – depende do biótipo do paciente –</p><p>e corresponde ao ictus cordis).</p><p>✓ Final:</p><p>✓ Pedir pro paciente se sentar, peça que vista suas roupas e explique os</p><p>resultados dizendo:</p><p>✓ “SUAS BULHAS CARDÍACAS ESTÃO NORMOFONÉTICAS EM</p><p>2 TEMPOS E SEM SOPRO”</p><p>✓ Dispensa o paciente e higieniza as mãos.</p><p>EXAME FÍSICO DO SISTEMA RESPIRATÓRIO</p><p>Esse exame é baseado na inspeção, palpação, percussão e a ausculta.</p><p>O especialista deverá estar movimentando-se ao redor do paciente, que poderá estar sentado (ou em outra</p><p>anormalidade, deitado) para verificar a 3 regiões do tórax (anterior, laterais e posterior).</p><p>✓ INSPEÇÃO: Divida em estática e dinâmica.</p><p>• Inspeção estática: Avalia-se o estado da pele (alterações e coloração) e das estruturas imóveis da caixa</p><p>torácica como: O formato do tórax (plano ou chato), Simetria Mamilar e abaulamentos ou depressões.</p><p>• Inspeção dinâmica: avalia-se</p><p>- Tipo respiratório - de mulher será costal superior, em homens e crianças toracoabdominal, em</p><p>pacientes deitados (independente do sexo) será o diafragmático.</p><p>- Ritmo (regular) e frequência (16 a 20 IRPM) respiratórios (deve- se analisar em, no mínimo, 2</p><p>minutos).</p><p>- Amplitude dos movimentos respiratórios (classificam-se em profundas e superficiais).</p><p>- Presença ou não de tiragens intercostais</p><p>- Expansibilidade dos pulmões - a fim de verificar se o paciente utiliza os músculos acessórios na</p><p>ventilação, podendo indicar anormalidades.</p><p>PALPAÇÃO: essa parte deve ser feita nas 3 regiões torácicas, com algumas exceções relatadas abaixo.</p><p>• Estrutura da parede torácica - apalpa com as mãos espalmadas (uni ou bi) toda a parede torácica</p><p>incluindo a pele, tecido subcutâneo, músculos, cartilagens e os ossos.</p><p>• Expansibilidade ou mobilidade dos pulmões - Essa avaliação é feita com o examinar atrás do paciente,</p><p>avaliando, com mãos espalmadas nas bases (parte inferior dos pulmões entre a 9ª e 10ª vértebra</p><p>torácica) e ápices (superior) dos pulmões. Os dedões devem estar próximos e pede-se pro paciente</p><p>inspirar.</p><p>• Frêmito toracovocal – coloca-se a mão sobre as regiões do tórax ao mesmo tempo que o paciente</p><p>pronúncia “trinta e três” e desloca-se a mão em toda a extensão da parede torácica (posterior, lateral e</p><p>anterior), sempre fazendo também na região contralateral (um ao lado do outro).</p><p>✓ PERCUSSÃO:</p><p>• Para percussão da parte anterior e lateral o paciente pode estar deitado ou sentado. Para a parte posterior</p><p>é só sentada. Quando for percutir a lateral deve-se levantar o braço do paciente sobre a cabeça.</p><p>• Semiotécnica: Percussão digito digital, essa parte do exame deve seguir um roteiro começando de cima</p><p>a baixo da região anterior, seguindo para as laterais e finalizando na face posterior do paciente.</p><p>• Os sons que podem ser encontrados são: maciço, submaciço, claro pulmonar e timpânico (segue</p><p>imagem abaixo).</p><p>✓ AUSCULTA:</p><p>• Sons audíveis: som traqueal, respiração brônquica e</p><p>murmúrios vesiculares.</p><p>• Pede-se ao paciente que inspire fortemente e expire com a</p><p>boca aberta.</p><p>ROTEIRO FINAL: “há presença de murmúrios vesiculares</p><p>normais, sem ruídos adventícios como sibilos ou crepitações.”</p><p>Pede pro paciente se vestir, libera ele e lava as mãos.</p><p>EXAME FÍSICO DO ABDOME (SISTEMA</p><p>DIGESTIVO).</p><p>Esse exame deve seguir a seguinte ordem: Inspeção, ausculta,</p><p>palpação e percussão.</p><p>O paciente deve estar em decúbito dorsal e o especialista ao</p><p>seu lado.</p><p>✓ INSPEÇÃO</p><p>• Analisa-se</p><p>• Sinais flogísticos (edema, dor, rubor e calor)</p><p>• Cicatriz umbilical – se é plana ou levemente retraída</p><p>• Abaulamentos e/ou retrações</p><p>• Forma e volume do abdome (normal/atípico ou globoso (anormal).</p><p>• Movimentos: Respiratórios, pulsações, movimentos Peristálticos visíveis.</p><p>• Cicatrizes da parede abdominal analisando a forma, extensão e localização destas.</p><p>✓ AUSCULTA</p><p>• Realiza-se nos quatro quadrantes, sempre no sentido horário, durante 2 a 3 minutos em cada quadrante.</p><p>• Ação realizada para verificar a presença de ruídos hidroaéreos sem ruídos - que acontecem de 5 a 10</p><p>segundos.</p><p>• Avalia-se, também, o timbre e a intensidade desses ruídos hidroaéreos.</p><p>✓ PALPAÇÃO</p><p>A apalpação tem como objetivo avaliar o estado da parede abdominal, explorar a sensibilidade abdominal e</p><p>reconhecer as condições anatômicas das vísceras abdominais e detectar possíveis alterações nesta. Divide-se</p><p>em: Palpação superficial, profunda, do fígado e do baço.</p><p>• Palpação superficial: realiza-se ou com uma mão ou as duas espalmadas. Compreende o estudo da</p><p>sensibilidade, continuidade e resistência da parede abdominal, as pulsações e os reflexos cutâneo-</p><p>abdominal.</p><p>• Palpação profunda: realiza-se com uma mão sobre a outra, com movimentos circulares. Compreende</p><p>a identificação e localização dos órgãos e vísceras, massas palpáveis ou tumorações.</p><p>• Palpação do fígado: Começa na região umbilical até o rebordo costal em movimentos circulares.</p><p>Depois, formar a mão em forma de pinça, pedir para o paciente inspirar e exercer pressão sobre a área.</p><p>✓ PERCUSSÃO</p><p>Essa ação será realizada com a técnica digito digital sobre as REGIÕES do abdome.</p><p>Os sons que podem ser ouvidos na percussão são timpânicos, maciço, submaciço e hiper timpânico, sendo</p><p>mais abrangente os sons maciços (sobre o fígado e baço) e timpânico (espaço de traube e vísceras).</p>