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<p>AULA 1</p><p>MÉTODOS ÁGEIS</p><p>DE PRODUÇÃO</p><p>Prof. Sérgio Zagonel</p><p>2</p><p>CONVERSA INICIAL</p><p>Gestão da produção</p><p>Os sistemas de gestão da produção vêm sendo aprimorados ao longo dos</p><p>anos e recentemente essa evolução está mais acelerado para o atendimento às</p><p>novas necessidades do mercado. Essas novas demandas exigem inovações</p><p>tecnológicas, linhas automatizados, comunicação efetiva e melhoria contínua nos</p><p>processos.</p><p>Figura 1 – Gestão da produção</p><p>Crédito: Rassco/Shutterstock.</p><p>A indústria, de modo geral, teve de buscar novas formas de produzir</p><p>sustentável após a Segunda Guerra Mundial. Com a limitação de recursos,</p><p>acabou adotando o modelo japonês que surgiu das linhas de produção da Toyota.</p><p>A busca pela eliminação dos desperdícios, a valorização da mão de obra e o</p><p>aprimoramento da qualidade de seus produtos e serviços tornaram-se a principal</p><p>filosofia para a gestão da produção.</p><p>Nesta aula, teremos uma revisão da evolução da gestão da produção, os</p><p>desafios atuais na gestão da produção, as filosofias de supervisão de produção,</p><p>o novo perfil da supervisão de produção e os sistemas supervisórios de produção.</p><p>3</p><p>TEMA 1 – EVOLUÇÃO DA GESTÃO DA PRODUÇÃO</p><p>O surgimento de grandes problemas mundiais, como guerras, pandemias,</p><p>escassez de recursos e fome, são alguns dos precursores do progresso da</p><p>humanidade, fazendo com que isso influencie no rápido desenvolvimento</p><p>tecnológico industrial.</p><p>1.1 Pré-Revolução Industrial – era do artesanato</p><p>Na era do artesanato (colonialismo), devido à autossuficiência da</p><p>sociedade (vilas) na época, esta foi a primeira forma de organização da produção.</p><p>Nela o artesão era o dono dos meios de produção (instalações, ferramentas</p><p>manuais e matéria-prima), realizando todas as etapas do processo de produção.</p><p>Figura 2 – Era do artesanato</p><p>Crédito: Morphart Creation/Shutterstock.</p><p>• Por volta de 4.000 a.C. – revolução técnica e mudanças culturais:</p><p>o Introdução da agricultura;</p><p>o Domesticação dos animais;</p><p>o Modelagem cerâmica;</p><p>o Fabricação do vinho e da cerveja.</p><p>• Antes de 2.000 a.C. – organização da sociedade:</p><p>o Sumérios, assírios, babilônios e acádios se fixaram ao Sul da</p><p>Mesopotâmia e criaram as primeiras cidades-Estados.</p><p>4</p><p>• Por volta de 2.000 a.C. – criação de sistemas:</p><p>o Os egípcios foram um marco histórico pelas formas e métodos de</p><p>planejar as suas obras e a sua sociedade.</p><p>o Os chineses se desenvolveram pela forma como estruturavam o seu</p><p>sistema de governo em todos os níveis.</p><p>o Os romanos elaboraram sistemas de governo (cobrança de impostos)</p><p>altamente eficazes, bem como se tornaram exímios planejadores.</p><p>• Por volta de 1750 – produção seriada, tendo como os principais</p><p>expoentes:</p><p>o Eli Whitney (fins do século XVIII) — desenvolveu a intercambialidade</p><p>de partes.</p><p>o Smith (1776) – reconheceu os três fatores da produção (trabalho,</p><p>capital e terra).</p><p>o Watt (1764) – invenção da máquina a vapor. A força da máquina</p><p>começa a substituir a força humana e se inicia a mecanização dos</p><p>sistemas produtivos.</p><p>1.2 Primeira Revolução Industrial – expansão industrial</p><p>A Primeira Revolução Industrial teve seu início a partir do século XVIII na</p><p>Europa Ocidental, configurando uma nova forma de relação entre a sociedade e</p><p>o meio produtivo, e possibilitando a existência de novos modelos de produção,</p><p>que expandiram o setor industrial.</p><p>Figura 3 – Expansão Industrial</p><p>Crédito: Ava Bitter/Shutterstock.</p><p>5</p><p>A expansão industrial teve como os principais expoentes e</p><p>desenvolvimentos:</p><p>• Babbage (1832) e a máquina de cálculo;</p><p>• Singer (1854) e a máquina de costura;</p><p>• Samuel Colt (1885) e seu revólver Colt;</p><p>• Andrew Carnegie (1889) – grandes ferrovias e o consumo de aço;</p><p>• Frederick Winslow Taylor (1890) — administração científica:</p><p>o Desenvolver uma ciência (divisão do trabalho);</p><p>o Selecionar o melhor trabalhador para cada serviço;</p><p>o Separar as funções;</p><p>o Especializar os agentes nas funções correspondentes;</p><p>o Predeterminar tarefas individuais;</p><p>o Controlar a execução do trabalho.</p><p>1.3 Segunda Revolução Industrial – administração científica</p><p>Esse momento da Revolução Industrial propiciou a introdução da</p><p>administração científica e humanização da produção.</p><p>Figura 4 – Produção em massa (Ford Model, T 1910)</p><p>Crédito: Jovanovic Dejan/Shutterstock.</p><p>A administração científica teve como os principais expoentes e</p><p>desenvolvimentos:</p><p>6</p><p>• Henry Ford (1915) – produção em massa;</p><p>• Alfred P. Sloan Jr. (1923-1937) – presidente da GM. Descentralização e a</p><p>delegação de autoridade;</p><p>• Tippett (1935) – estatísticas ao problema das taxas de quebra do fio na</p><p>tecelagem;</p><p>• Mayo (1933) – mensurar a produtividade dos operários;</p><p>• Shewart (1931) – introdução da estatística aos processos de garantia da</p><p>qualidade.</p><p>1.4 Terceira Revolução Industrial – automação e sistemas</p><p>computadorizados</p><p>Originou-se no momento de maior avanço tecnológico no campo científico</p><p>e da transformação das relações sociais e o dia a dia da sociedade.</p><p>Figura 5 – Rádio</p><p>Crédito: Cle Design/Shutterstock.</p><p>A automação e sistemas computadorizados teve como os principais</p><p>expoentes e desenvolvimentos:</p><p>• Juran (1926) – ênfase no crescimento do ser humano e no trabalho apoiado</p><p>na motivação;</p><p>• Dening (1950) – professor/consultor de renome internacional na área de</p><p>qualidade, tendo levado a indústria japonesa a adotar novos princípios de</p><p>administração;</p><p>• Toyota – produção enxuta;</p><p>• DuPont – indústria química;</p><p>• IBM – computadores (com eles os MRPs) e outros desenvolvimentos;</p><p>7</p><p>• Visão por processos (reengenharia);</p><p>• ERPs;</p><p>• Gestão de redes de suprimentos;</p><p>• Lean Production & Agile Manufacturing;</p><p>• Virtual organization.</p><p>1.5 Quarta Revolução Industrial – ciberfísico e cibernética</p><p>O surgimento da Quarta Revolução Industrial, comumente chamada de</p><p>Indústria 4.0, ocorreu por volta de 2010, com a necessidade do governo alemão</p><p>de aprimorar seus parques tecnológicos, fábricas e manufaturas de produtos.</p><p>Figura 6 – Ciberfísico e cibernética</p><p>Crédito: Iurii Motov/Shutterstock.</p><p>Ciberfísico e cibernética tiveram como os principais desenvolvimentos:</p><p>• Internet das Coisas;</p><p>• Nova economia global;</p><p>• Transição importante:</p><p>o Unidades de análise muda, novos atores;</p><p>o Custos fixos versus variáveis;</p><p>o Processos mais precisos (furos e não brocas);</p><p>o Large data sets: universo e não amostras.</p><p>8</p><p>Para Schwab (2017), a Quarta Revolução Industrial, ou seja, ciberfísico e</p><p>cibernética, terá o seguinte comprometimento às lideranças:</p><p>O tamanho, a complexidade e a urgência dos desafios que o mundo</p><p>enfrenta hoje pedem por liderança e ações ágeis e responsáveis fonte</p><p>com a experiência correta dentro do espírito de liderança sistêmica,</p><p>realizada por indivíduos orientados por valores em todos os setores,</p><p>teremos a oportunidade de moldar um futuro no qual as mais poderosas</p><p>tecnologias contribuíram para a existência de comunidades mais</p><p>inclusivas, justas e prósperas. (Schwab, 2017)</p><p>TEMA 2 – DESAFIOS ATUAIS NA GESTÃO DA PRODUÇÃO</p><p>A gestão da produção está diante de novos desafios nesta nova era</p><p>tecnológica com o surgimento Quarta Revolução Industrial, traz à luz da Indústria</p><p>4.0 as novas ferramentas de gerenciamento como a Inteligência Artificial (IA),</p><p>Sistemas Integrados de Produção, Internet das coisas (IoT) e o Blockchain.</p><p>As empresas precisarão se ajustar a essas novas tecnologias para se</p><p>manter competitivos neste mercado global. Contudo, será necessário que as</p><p>lideranças absorvam essas novas tecnologia e rapidamente remodelem os seus</p><p>modelos operacionais e de gestão. Isso será realmente o grande desafio da</p><p>gestão de produção em um curto espaço de tempo.</p><p>Figura 7 – Desafios da gestão da produção</p><p>Crédito: Banana Oil/Shutterstock.</p><p>Esses novos problemas que estão surgindo nas linhas de produção com a</p><p>incorporação dessas novas tecnologia embarcadas da Indústria 4.0 vem</p><p>pressionando aos gestores</p><p>da produção para tomadas de decisões imediatas e</p><p>urgentes. Desta forma, serão necessárias novas habilidades e ferramentas mais</p><p>confiáveis aos gestores para que essas decisões sejam coerentes e que</p><p>impactem positivamente nos faturamentos.</p><p>9</p><p>Quadro 1 – Enfrentamento dos desafios na gestão da produção</p><p>ITEM DESAFIO COMO ENFRENTAR</p><p>1 Manutenção do negócio</p><p>• Os gestores devem estar focados em suas</p><p>tarefas e responsabilidades</p><p>• Precisam também estar comprometidos com a</p><p>sobrevivência e o crescimento da empresa</p><p>como um todo</p><p>2 Desenvolvimento equipes</p><p>• Os gestores devem buscar a formação de</p><p>boas equipes, delegar atividade e buscar</p><p>eficiência</p><p>• O líder deve moderar impasses entre os</p><p>participantes</p><p>• É importante que o gestor acompanhe o</p><p>desenvolvimento das equipes para minimizar</p><p>possíveis prejuízos</p><p>3 Tomada de decisões</p><p>• Os gestores precisam rapidamente tomar</p><p>decisões precisas que afetem positivamente</p><p>os negócios</p><p>• Dessa forma, precisam ter em mãos dados</p><p>confiáveis e significativos, obtidos por meio de</p><p>ferramentas adequadas</p><p>4 Satisfação do cliente</p><p>• Essa função não é mais responsabilidade</p><p>somente da área de vendas</p><p>• Os gestores precisam saber o que agrega</p><p>valor para o cliente em seus processos,</p><p>produtos e serviços</p><p>5 Melhoria contínua</p><p>• Cabe aos gestores da produção promover a</p><p>melhoria contínua em seus processos,</p><p>produtos e serviços</p><p>• Devem buscar a excelência operacional em</p><p>suas linhas de produção, processos</p><p>tecnológicos, aperfeiçoamento da mão de</p><p>obra e infraestruturas</p><p>Fonte: Sérgio Zagonel.</p><p>10</p><p>Figura 8 – Gestão focada na produtividade em equipe</p><p>Crédito: Bizvector/Shutterstock.</p><p>Cabe aos gestores da produção o desafio de buscarem novas formas de</p><p>desenvolvimento de tecnologia e inovações, gerarem equipes cada vez mais</p><p>eficientes e comprometidas com suas atividades, com seus processos, produtos</p><p>e serviços, com o objetivo da obtenção da excelência de seus negócios.</p><p>TEMA 3 – FILOSOFIAS DE SUPERVISÃO DE PRODUÇÃO</p><p>Ficou provado nos últimos anos que a liderança da produção vem adotando</p><p>novas formas de gerenciamento das linhas de produção para a maximização de</p><p>seus esforços e a eliminação contínua de desperdícios para assegurar a</p><p>continuidade de seus negócios.</p><p>Figura 9 – Sistema de produção lean</p><p>Crédito: Serato/Shutterstock.</p><p>11</p><p>Isso não pode ser apenas mandatório para suas equipes, mas uma filosofia</p><p>de trabalho para a melhoria contínua de seus processos. Liker e Maier (2007)</p><p>comentam que “a nova Liderança Lean deve ser baseada nas filosofias dos 4Ps,</p><p>os quais representam diferencial competitivo perante as empresas tradicionais”.</p><p>As Figuras 10 e 11 ilustram os 4Ps e sua importância para o sistema.</p><p>Figura 10 – Pirâmide dos 4Ps do sistema de produção lean</p><p>Fonte: Elaborado com base em Liker e Meier, 2007.</p><p>SOLUÇÃO DE PROBLEMAS</p><p>EQUIPES E PARCEIROS</p><p>PROCESSOS</p><p>FILOSOFIA</p><p>12</p><p>Figura 11 – Os 4Ps do sistema de produção lean</p><p>Fonte: Elaborado com base em Liker, 2004.</p><p>Torna-se muito importante para a sobrevivência neste novo mercado</p><p>competitivo que a liderança incorpore e dê vida à filosofia lean em seus modelos</p><p>de negócio. Portanto, para a filosofia lean, a liderança se define como:</p><p>13</p><p>[...] conexão entre as ferramentas Lean e o pensamento Lean, pois a</p><p>liderança é responsável por garantir que os comportamentos e práticas</p><p>dessa filosofia sejam usados em toda a empresa. (Mann, 2009)</p><p>TEMA 4 – NOVO PERFIL DA SUPERVISÃO DE PRODUÇÃO</p><p>Hoje, a nova liderança produtiva deve estar focada na filosofia do modelo</p><p>de liderança lean, focado no pensamento enxuto. Para Dombrowski e Mielke</p><p>(2013),</p><p>a liderança Lean é um sistema metódico para sustentar a melhoria</p><p>contínua do Lean Production System” (Sistema de Produção Lean). Este</p><p>descreve cooperação entre empregados e líderes na busca implacável</p><p>por perfeição. Isto inclui o foco no cliente de todos os processos, assim</p><p>como o desenvolvimento de empregados e líderes.</p><p>Figura 12 – Liderança lean</p><p>Crédito: Iconic Bestiary/Shutterstock.</p><p>As velhas atribuições do chefe se contrapõem às novas atribuições da</p><p>liderança lean, conforme define Santos (2012), no Quadro 2.</p><p>14</p><p>Quadro 2 – Comparação entre chefe e líder</p><p>Fonte: Elaborado com base em Santos, 2012.</p><p>Hoje, o papel do novo gestor da liderança lean, nas linhas de produção e</p><p>da liderança transformacional, é definido por Yukl (2010) em seis diretrizes:</p><p>a. Demonstrar e estar atento aos negócios;</p><p>b. Definir metas e objetivos claros para as equipes;</p><p>c. Ser otimista e agir com confiança;</p><p>d. Confiar em suas equipes de trabalho;</p><p>e. Dar ênfase aos valores da empresa;</p><p>f. Ser exemplo a ser seguido pelas suas equipes.</p><p>15</p><p>Figura 13 – Liderança lean</p><p>Crédito: Monkey Business Images/Shutterstock.</p><p>Concluímos que uma liderança focada na filosofia lean precisa da visão de</p><p>uma empresa com pensamento enxuto e de dedicação para a manutenção dessa</p><p>direção. Mesmo enfrentando as dificuldades, o líder deve se manter firme, seguro</p><p>e dar apoio à sua equipe. O líder não deve recuar na direção da transformação</p><p>lean.</p><p>TEMA 5 – SISTEMAS SUPERVISÓRIOS DE PRODUÇÃO</p><p>Para o controle adequado dos sistemas produtivos, infraestruturas e</p><p>rastreamento de dados, são utilizados os sistemas supervisórios de produção.</p><p>Esses sistemas permitem a adequada análise e direcionamento das informações</p><p>das linhas produtivas e seus desempenhos para tomadas de decisões</p><p>operacionais ou da liderança e para a proteção aos processos produtivos.</p><p>Esses sistemas supervisórios de produção são organizados em uma</p><p>estrutura de rede de dados. Esses dados são armazenados em dispositivos</p><p>(backbone) de acordo com a capacidade produtiva da empresa, seu sistema de</p><p>gerenciamento produtivo, ou seja, o ERP (Enterprise Resource Planning), seu</p><p>sistema de gerenciamento de suprimento (Supply Chain) e o seu sistema de</p><p>controle da produção, o EPS (Enterprise Production Systems).</p><p>16</p><p>Figura 14 – Hierarquia de sistemas de automação</p><p>Fonte: Elaborado com base em Coelho, 2010.</p><p>Os sistemas de supervisão da produção são sensores instalados nas linhas</p><p>de produção e infraestruturas com o objetivo de coletar dados e enviam essas</p><p>informações a CLPs (Controladores Lógicos Programáveis), que reportam a</p><p>funcionalidade dos sistemas aos operadores de produção.</p><p>Figura 15 – Função das camadas de uma hierarquia de automação</p><p>Fone: Elaborado com base em Coelho, 2010.</p><p>O objetivo principal desses sistemas é informar em tempo real aos</p><p>operadores de produção os mais diversos níveis críticos do processo produtivo</p><p>para tomadas de decisão ou ações para a proteção da produção.</p><p>ERPs</p><p>MES</p><p>IHM/SCADA</p><p>Controles</p><p>Sensores e atuadores</p><p>17</p><p>Figura 16 – Exemplo de sistema de supervisão</p><p>Crédito: Genkur/Shutterstock.</p><p>Figura 17 – Arquitetura de uma rede de sistema de supervisão</p><p>Crédito: Ico Maker/Shutterstock.</p><p>As tecnologias de redes, desenvolvidas para os sistemas de supervisão da</p><p>produção e seus componentes (sensores, sistemas, CLPs. IHMs), vêm se</p><p>desenvolvendo rápido para atendimento da nova demanda inserida na Indústria</p><p>4.0. Essas novas necessidade exigirão maior confiabilidade nos sistemas,</p><p>flexibilidade e conectividade para reduzir cada vez mais o tempo de reação às</p><p>diversidades e flexibilidade da produção.</p><p>18</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>COELHO, M. S. Sistemas supervisório moderno. Instituto Federal de São</p><p>Paulo, 2010.</p><p>DOMBROWSKI, U.; MIELKE, T. Lean leadership-fundamental principles and</p><p>their application. Procedia CIRP, 2013.</p><p>LIKER, J. K. The Toyota Way. Mc Graw-Hill Professional, 2004.</p><p>_____. O Modelo Toyota: 14 princípios de gestão do maior fabricante do mundo.</p><p>Porto Alegre: Bookman, 2005.</p><p>LIKER, J. K; MEIER, D. O Modelo Toyota: manual de aplicação. Porto Alegre:</p><p>Bookman, 2007.</p><p>MONDEN, Y. Sistema Toyota de produção: uma abordagem integrada ao just-</p><p>in-time. Tradução de Ronald Saraiva de Menezes. 4. ed.</p><p>Porto Alegre: Bookman,</p><p>2015.</p><p>OHNO, T. The Toyota Production System. Cambridge, MA: Productivity Press,</p><p>1987.</p><p>RIDDIN, W. J. Eficácia gerencial. São Paulo: Atlas, 1989.</p><p>SANTOS, R. A. S. Uma teoria substantiva do processo de liderança em</p><p>momentos de crise organizacional: o caso das empresas de distribuição de</p><p>energia elétrica. 332 f. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) –</p><p>Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. 2012.</p><p>SCHWAB, K. The Forth Industrial Revolution. 1. ed. Crows Business, 2017.</p><p>SHING, S. O sistema Toyota de produção: o ponto de vista da engenharia de</p><p>produção. Tradução de Eduardo Schaan. Porto Alegre: Bookman, 2007.</p><p>WOMACK, J. P.; JONES, D. T. A máquina que mudou o mundo. 3. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Campos, 1992.</p><p>YUKL, G. Leadership in Organizations. Prentice-Hall, 2010.</p><p>Figura 1 – Gestão da produção</p><p>Figura 2 – Era do artesanato</p><p>Figura 3 – Expansão Industrial</p><p>Figura 4 – Produção em massa (Ford Model, T 1910)</p><p>Figura 5 – Rádio</p><p>Figura 6 – Ciberfísico e cibernética</p><p>Figura 7 – Desafios da gestão da produção</p><p>Quadro 1 – Enfrentamento dos desafios na gestão da produção</p><p>Figura 8 – Gestão focada na produtividade em equipe</p><p>Figura 9 – Sistema de produção lean</p><p>Figura 10 – Pirâmide dos 4Ps do sistema de produção lean</p><p>Figura 11 – Os 4Ps do sistema de produção lean</p><p>Figura 12 – Liderança lean</p><p>Quadro 2 – Comparação entre chefe e líder</p><p>Figura 13 – Liderança lean</p><p>Figura 14 – Hierarquia de sistemas de automação</p><p>Figura 15 – Função das camadas de uma hierarquia de automação</p><p>Figura 16 – Exemplo de sistema de supervisão</p><p>Figura 17 – Arquitetura de uma rede de sistema de supervisão</p>

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