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Página inicial LOGÍSTICA INTERNACIONAL E OPERAÇÕES GLOBAIS Professor (a) : Me. Renato Binoto Objetivos de aprendizagem • Apresentar a complexidade logística das primeiras operações internacionais na Era Ford. • Apresentar a complexidade logística das operações internacionais na Segunda Revolução Industrial já com o modelo Toyota de produção. • Discorrer sobre a complexidade logística na Era das Grandes Transformações Industriais e a abertura do mercado global num mundo sem fronteiras de consumo. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 • Discutir sobre o que é real e presente atrelado aos próximos e desafiadores passos da indústria 4.0 Plano de estudo A seguir, apresentam-se os tópicos que você estudará nesta unidade: • Primeira Revolução Industrial e os Desafios das Operações Globais • Segunda Revolução Industrial e os Desafios das Operações Globais • Terceira Revolução Industrial e os Desafios das Operações Globais • Quarta Revolução Industrial e os Desafios das Operações Globais Introdução Não se pode abordar sobre a Logística Internacional e as Operações Globais deixando de lado as Revoluções Industriais. A Primeira Revolução teve como foco as máquinas a vapor; a Segunda também teve como foco as máquinas, mas, principalmente, os veículos; a Terceira Revolução Industrial contou com a chegada do hardware e software, presentes até os dias atuais; a Quarta Revolução, e última, contou com a integração homem-máquina-internet, tendo como desafio as operações globais no atendimento ao cliente. Perante esta realidade, nos dias de hoje temos ainda uma maior complexidade em se tratando de globalização e propriamente a disrupção num ciclo de consumo cada vez mais rápido, num cenário de exigência exclusiva de produtos atrelados à velocidade de entrega. Por mais que se tenha todo o trâmite de compliance em se tratando de negociação internacional, seja ela para importação ou exportação, a estratégia global é obrigatoriedade de todos pelo simples fato de que se algo está disponível na internet, isto já o torna global. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial https://getfireshot.com É cada vez mais importante a logística e a sua complexidade oriunda de uma exigência cada vez maior de cliente, no caso, o consumidor. Vencemos a escalabilidade produtiva e agora, “logisticamente”, precisamos vencer a velocidade de entrega com a perfeição de entrega, seja ela em ciclos produtivos, seja ela em clientes finais. Seja bem-vindo(a) ao curso de Logística Internacional e Operações Globais e ao estudo sobre os principais desafios de operações globais e logística internacional perante às Revoluções Industriais. Avançar DOWNLOAD PDF UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://drive.google.com/file/d/1mU6WTnpRLEXfTp8ij4XYWok9vklSd-rB/view?usp=sharing Página inicial Primeira revolução industrial e os desafios das operações globais A Revolução Industrial teve início na Grã-Bretanha, por volta do ano de 1760, devido a uma série de fatores conjunturais daquela sociedade como, por exemplo, crescimento da burguesia, desenvolvimento de áreas urbanas, entre outros motivos. A produção em massa ganhou força, deixando para trás o modo de produção agrícola e manual. Pela primeira vez na história, com o auxílio da ação humana, máquinas passaram a gerar produtos. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Figura 1: Revolução Industrial – automóvel. Em se tratando de histórico e propriamente contextualização de logística reversa, não se poderia deixar de lado a abordagem das Revoluções Industriais e o entendimento de focos produtivos relacionados ao término da vida útil dos produtos gerados, ou seja, nunca se pensou na visão holística de todo ciclo do produto em seu fechamento devido ao acesso fácil à matéria-prima e não atenção às consequências do impacto ambiental. Esse processo histórico e social, onde a indústria se tornou o setor dominante de uma economia mediante a substituição de instrumentos, técnicas e processos de produção, resultando em aumento da produtividade dos fatores e a geração de riqueza, fez com que a economia, antes de base agrária, artesanal e comercial, passasse a ter uma base urbana e industrial, o que gerou, e gera até hoje, transformações profundas nos modos de vida e no padrão de relações sociais anterior. Antes, o sistema de produção artesanal, manual, que era espacialmente disperso, dá lugar à produção serial, mecânica, espacialmente concentrada, padronizada, isto é, capaz de gerar produtos de qualidade homogênea. A economia e a sociedade se reorganizam em função do desenvolvimento da indústria. Desta forma, a industrialização foi um passo gigante no processo de modernização em se tratando de inovação tecnológica, desenvolvimento econômico e mudança social, pois todos eles estão estreitamente relacionados. As principais características do processo de industrialização são: • Aperfeiçoamento na divisão do trabalho e da especialização; • Concentração da renda e da riqueza; • Intensificação da geração bruta de capital fixo; • Aumento da produtividade industrial e agrícola; • Aumento do consumo; https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com • Generalização do trabalho assalariado; • Incremento da urbanização e desenvolvimento do setor de serviços. Desta forma, os três principais relatos históricos da Revolução Industrial tiveram consequências na forma de consumo e impactos na geração de resíduos. A chamada Primeira Revolução Industrial foi estabelecida pelo surgimento da primeira máquina a vapor e pelas consequentes mudanças na sociedade em virtude dessa nova tecnologia. A Segunda Revolução Industrial envolveu uma série de desenvolvimentos dentro da indústria química, elétrica e siderúrgica, com base no uso intenso do petróleo como fonte de energia. A Terceira Revolução Industrial ficou conhecida, também, como a Revolução Digital ou mesmo Era do Conhecimento, e caracteriza-se pelo uso intensivo da informática e telemática, e as consequentes transformações nas relações sociais e econômicas. A Primeira Revolução Industrial, processo iniciado na Inglaterra, na metade do século XVIII, teve como grande marco a invenção da máquina a vapor e sua aplicação na produção têxtil para fios e tecidos. Este processo trouxe modificações exorbitantes na economia e escala social, onde trouxe consequência ao espaço geográfico, ou seja, houve aumento das cidades devido à criação de variadas profissões para suprir a demanda de trabalho em linhas produtivas e maquinários. Isto acarretou no aumento de mercadorias produzidas, unidades de produção, fábricas e, por consequência, as cidades passaram a crescer em ritmo acelerado. No campo chegou o processo de mecanização, e com esta demanda de crescimento se criou a necessidade de modais de transportes e, por isso, surgiram as primeiras ferrovias, para suprimentação das necessidades de matéria-prima agrícola e minerais, onde ampliou significativamente a exploração por parte de outros países, como, por exemplo, no continente africano. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Segunda revolução industrial e os desafios das operações globais A Segunda Revoluçãoresume em capital humano para comprometimento e gerenciamento de cadeias de suprimentos, fazendo parte da cultura e ética organizacional propriamente a criação de redes colaborativas para ganho mútuo em toda a cadeia. Vivenciamos a Era da Informação e não temos uma conduta empresarial para troca de informações e integração de cadeias de suprimentos. Estas questões são complexas e árduas, porém, é evidente que clientes, fornecedores e outros parceiros estratégicos necessitem incrementar continuamente sua https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 integração e interação na prática de negócios para aperfeiçoar os relacionamentos. Para isto, se faz necessário uma efetiva comunicação e colaboração entre os membros da cadeia de suprimentos. Sem a comunicação não se atinge a integração, ela é o ponto-chave para o sucesso logístico. Vivenciamos uma era de lean logistics e manufacturing e ainda presenciamos esse atraso informacional em operadores logísticos. A teoria funciona na pratica, e a maximização das potenciais interações da cadeia produtiva, com o objetivo de atender o consumidor de forma mais efetiva, permite a redução de custos e também a adição de valores aos produtos finais. Uma das razões principais para a formação de relacionamentos colaborativos na cadeia de suprimentos é aumentar sua competitividade. Esta ideia é baseada em dois princípios: o primeiro é a convicção de que o comportamento colaborativo irá reduzir o risco e aprimorar consideravelmente a eficiência de todo o processo logístico; o segundo é a eliminação de trabalho duplicado e inútil. REFERÊNCIAS BOWERSOX, D. J.; CLOSS, D. J.; STANK, J. P. Ten mega-trends that will revolution izesupply chain logistics. In: Journal of Business Logistics , v. 21, n. 2, 2000. PIRES, S. Gestão da Cadeia de Suprimentos , Supply Chain Management – Conceitos estratégias e práticas. 2 ed. São Paulo: Editora Atlas, 2009. PARABÉNS! Você aprofundou ainda mais seus estudos! Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial/editorial?authuser=0 Página inicial EDITORIAL DIREÇÃO UNICESUMAR Reitor Wilson de Matos Silva Vice-Reitor Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor de Administração Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor Executivo de EAD William Victor Kendrick de Matos Silva Pró-Reitor de Ensino de EAD Janes Fidélis Tomelin Presidente da Mantenedora Cláudio Ferdinandi C397 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ . Núcleo de Educação a Distância; BINOTO , Renato; Logística Internacional e Operações Globais . Renato Binoto; Maringá-Pr.: UniCesumar, 2017. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 28 p. “Pós-graduação Universo - EaD”. 1. Logística. 2. Internacional. 3. EaD. I. Título. CDD - 22 ed. 658.7 CIP - NBR 12899 - AACR/2 Pró Reitoria de Ensino EAD Unicesumar Diretoria de Design Educacional Equipe Produção de Materiais Fotos : Shutterstock NEAD - Núcleo de Educação a Distância Av. Guedner, 1610, Bloco 4 - Jardim Aclimação - Cep 87050-900 Maringá - Paraná | unicesumar.edu.br | 0800 600 6360 Retornar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Página inicial ESTRATÉGIAS CORPORATIVAS EM OPERAÇÕES LOGÍSTICAS INTERNACIONAIS Professor (a) : Me. Renato Binoto Objetivos de aprendizagem • Apresentar todas as estratégias e tipologias de negociações internacionais. • Apresentar os novos conceitos e as operações globais que impactam o mercado internacional. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 • Apresentar os novos modelos de consumo que remoldam a estratégia de abastecimento global. • Apresentar as novas tendências de consumo e operações globais atreladas ao desafio das cidades inteligentes Plano de estudo A seguir, apresentam-se os tópicos que você estudará nesta unidade: • Opções para Estratégias de Operações Globais • Operação Integrada • A Nova Era das Operações Globais • Operações Globais e Cidades Inteligentes Introdução A logística internacional tem um papel fundamental no desenvolvimento das operações de comercio internacional, seja ela em garantias de entrega, qualidade e redução de custos. Com a abertura econômica mundial, a logística agrega cada vez mais valor aos serviços de comercio exterior prestado por empresas e países. No atual cenário globalizado, o aumento da concorrência mundial tem impulsionado às empresas a atenderem satisfatoriamente aos seus clientes internacionais. Como já discutido nas aulas anteriores, as Revoluções Industriais quebraram barreiras. Agora, cada vez mais, o cliente tem acesso a produtos exclusivos em pequenas quantidades fabricadas e sem fronteiras de comércio. A agilidade de entrega não é mais um diferencial e sim uma obrigação. Todo este novo conceito logístico na demanda e cobrança do consumidor impacta positivamente na realidade logística internacional. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial https://getfireshot.com Cada vez mais a tecnologia, infraestrutura e gestão estão presentes em todos os elos desta cadeia logística, inclusos em regiões portuárias para atendimento desta demanda. Neste estudo vamos entender principalmente as escolhas estratégicas de empresas sobre a ótica produtiva, mas, por outro lado, sendo totalmente dependente da logística internacional para distribuição e atendimento de seus clientes. De nada vale a qualidade do produto se o canal globalizado de distribuição não for bem estruturado. Será que realmente tudo o que consumimos vem de nosso país de origem? Já parou para pensar o desafio e a quilometragem de todos os itens que você tem acesso hoje em seu dia a dia? Vivemos num modelo produtivo global integrado e ágil, em um modelo produtivo e econômico com escalas de crescimentos globais e estratégicos para atingimento de todos os setores e particularidades de consumo. Já se questionou sobre a origem do plástico e de outros itens que fazem parte dos nossos produtos cotidianos? O maior desafio do século está nesta gama de possibilidades de fornecedores, globais, atuando também com fabricantes sem fronteiras, tendo por desafio gerar produtos para acesso de todos. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial/unidade-3?authuser=0 Página inicial Opções para estratégias de operações globais Num mundo sem fronteiras e com concorrência corporativa, as multinacionais, em contrapartida das locais, nacionais, ou mesmo domésticas, têm uma abrangência de distribuição de produtos e serviços numa escala global. Compram matérias-primas, fabricam e vendem produtos e serviços em diversos países. Por outro lado, não podemos ignorar a estratégia e o novo modelo de negócio das startups , que são empresas enxutas e disruptivas, que com planejamento e estratégia, por meio de aplicativos ou outros tipos de inovação e tecnologia, ganham fronteiras e acabamtambém tendo crescimento em escala internacional. Existem alguns tipos de estratégias internacionais, que atrelada ao modelo que a alta hierarquia corporativa define, cria seu plano de ação para crescimento de mercado. Vejamos algumas características de cada uma destas alternativas. Estratégia Internacional https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Caracteriza-se por sua pequena preocupação com as necessidades imediatas de um cliente específico (local). A marca é muito importante e a fabricação não é descentralizada. Normalmente se trabalha apenas com importação/exportação do produto final, e em algumas ocasiões usa-se o licenciamento de um produto existente. A redução de custo do produto não é uma das principais preocupações da empresa que utiliza esta estratégia. Servem como exemplos de produtos com alto apelo emocional pela marca, como as motos Harley Davidson e os carros Ferrari. Estratégia Multidoméstica Esta estratégia é definida por sua grande agilidade na resposta das necessidades do cliente local e alguma diferenciação. Utiliza-se o modelo que fez sucesso localmente em escala global, por meio de franquias, subsidiárias ou joint ventures — associação de empresas para explorar um determinado negócio, sem que nenhuma das duas empresas se descaracterize. Exemplos de joint ventures são a Benq Siemens, Sony Ericsson e McDonald’s. Com relação ao custo, a estratégia multidoméstica não visa sua redução imediata. Exemplos de empresas que utilizam esta estratégia: Heinz, McDonald’s, The Body Shop e Hard Rock Cafe. Estratégia Global Empresas que utilizam a estratégia global têm seus produtos altamente padronizados e utilizam um sistema produtivo que explora economias de escala. Normalmente são empresas que aprenderam a aproveitar os conhecimentos de diferentes culturas e métodos. Seus produtos, por serem padronizados, não atendem requisitos locais nem oferecem grande distinção entre os diferentes mercados onde atuam. Por outro lado, como reflexo do mesmo sistema produtivo que busca eficiência, as preocupações com redução de custos são constantes. Exemplos de organizações que atuam desta forma são a Texas Instruments ou a Otis Elevator. Estratégia Transnacional Finalmente, na estratégia transnacional, as empresas atuam localmente, com rápidas respostas, também locais, para os problemas que enfrentam nos diferentes mercados. Elas movem materiais, pessoas e ideias entre diferentes países e continentes. Apresentam grande preocupação com a busca pelo menor custo possível, por meio de economias de escala na produção e do aprendizado das diferentes culturas onde atuam. Exemplos de empresas que atuam com esta estratégia são a Coca-Cola e a Nestlé. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com Unbundling e a Disruptura das Startups Logicamente que as grandes corporações fazem uso dos modelos estratégicos citados anteriormente, porém um modelo disruptivo e que hoje vem sendo modelo de negócios, inclusive das grandes corporações, é o modelo das startups , modelo de trabalho ágil, enxuto e disruptivo. É função dos gestores das operações identificar o posicionamento das organizações com relação aos itens citados nas quatro estratégias, a fim de que possam reconhecer corretamente seus concorrentes, seus fornecedores e a forma como o mercado consumidor será abordado. Na imagem a seguir podemos observar esta disrupção, afinal, hoje em dia pequenas empresas têm uma abrangência de uso global, e em poucos dias o seu canal de acesso tem escala global por um aplicativo e propriamente por acessibilidade de internet. Figura 1: Resposta do Consumidor. Fonte: Adaptação de Heizer e Render (2008, p.34 e 35 ). https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com Operação integrada Num mundo sem fronteiras é cada vez mais presente a integração da informação em cadeias logísticas para gerenciamento ponta a ponta. Com um cliente cada vez mais conectado e “impaciente”, as operações logísticas internacionais e suas infraestruturas assumem um grande compromisso. Até que ponto o cliente ainda aceita uma modalidade internacional de transporte sem o direito de rastreabilidade de seu produto? Voltando no tempo e analisando as clássicas Revoluções Industriais, os modelos tradicionais de inovação, a padronização do Ford e os modelos de trabalho focado em qualidade do Toyotismo eram feitos e mantidos por muito tempo, tornando-se métodos e ferramentas de médio e longo prazo para a indústria. Isto de nenhuma forma foi ou é negativo. Porém, a globalização trouxe uma velocidade e exigência tecnológica que o novo modelo demanda velocidade, tecnologia e as operações logísticas de rápido atendimento ao cliente. Todo este passo evolutivo, rápido e cíclico, definitivamente, ganhou destaque no último fórum econômico mundial. O termo “Indústria 4.0” teve sua originem no projeto estratégico de alta tecnologia do Governo Alemão, que promoveu a informatização da manufatura. A Primeira Revolução Industrial mobilizou a mecanização da produção usando água e energia a vapor. A Segunda Revolução Industrial, então, introduziu a produção em massa com a ajuda da energia elétrica. Em seguida veio a revolução digital e o uso de eletrônicos e tecnologia da informação para automatizar ainda mais a produção. Para que se tenha indústrias 4.0, se demandará logística 4.0 e, logicamente, transporte 4.0, afinal, de nada vale um modelo de produção ágil se o transporte não atender a esta nova demanda. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com Portanto, além das operações demandarem mais gestão e agilidade, saímos de uma cadeia de consumo linear onde se extraía, produzia, consumia e aterrava. Hoje estamos num modelo de economia circular e de grandes canais de reciclo e reuso que também demandam grandes operações de fluxo de retorno de materiais antes sucateados, agora literalmente se tornando “ouro” para indústrias de transformação. Grande exemplo disto é a China, uma das maiores importadoras de sucata e beneficiadora e comerciante de cobre e ferro do mundo. Para toda esta gestão e velocidade o grande diferencial premente e urgente a partir de agora é a gestão da informação. Num cenário brasileiro com deficiências em infraestrutura e tecnologia, até quando o cliente aceitará a falta de informação? Este ponto é primordial na sobrevivência de qualquer operação, principalmente na globalizada. Temos este mesmo ensinamento num dos livros mais antigos do mundo e até hoje poucos ambientes corporativos se deram conta da importância da estratégia. Sun Tzu, em A Arte da Guerra (1989), deixa bem claro que a sua estratégia antes de suceder na guerra é que a pessoa deve deter todo o conhecimento de suas fraquezas e virtudes, além de todo o conhecimento das fraquezas e virtudes do inimigo. A falta deste conhecimento pode resultar na derrota. Se antes a informação nas operações globais eram um diferencial, hoje se tornaram uma obrigação. Para total suporte nesta nova demanda, hoje está presente nas corporações pioneiras uma tecnologia não tão recente, porém em total vigor, que é o Business Inteligence. Foi criado por Richard Millar Devens em “Cyclopaedia of Commercial and Business Anecdotes”, em 1865. Devens usou o termo para descrever como o bancário, Sir Henry Firnese, lucrou recebendo e agindo em cima de informações sobre o ambiente, antes de seus concorrentes. A habilidade de coletar e reagir adequadamente baseado em informações recuperadas é uma habilidade destacada em Firnece, e hoje é inteiramenteo funcionamento do BI. Portanto, toda esta estratégia de informação em operações globais atua no processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte a gestão de negócios. É um conjunto de técnicas e ferramentas para auxiliar na transformação de dados brutos em informações significativas e úteis a fim de analisar o negócio. Esta tecnologia tem por desafio suportar uma grande quantidade de dados desestruturados com o objetivo de ajudar a identificar, desenvolver e criar estratégias em cima dos mesmos por meio de softwares que atuam em cima destes bancos. O objetivo do BI é permitir uma fácil interpretação do grande volume de dados. Identificando novas oportunidades e implementando uma estratégia efetiva baseada nos dados, também pode promover negócios com vantagem competitiva no mercado e estabilidade em longo prazo, ou seja, no caso especificamente de pós-venda, um cliente está pedindo ou reclamando de algo de forma pontual, ou vários questionam ou solicitam a mesma situação ou produto. O grau de satisfação e insatisfação no serviço, nos produtos, no atendimento presente da loja, preço, localização, entre outros pontos, podem ser geridos por meio do BI. Prova disto, a Amazon e a Netflix já possuem algoritmos que preveem quais filmes e livros você talvez queira ler. A Business Inteligence , portanto, está realmente atendendo aos seus clientes? Sejamos bem-vindos(as) ao novo modelo de transporte e operações totalmente integrado com o fluxo das informações de ponta a ponta na cadeia de consumo. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com A nova era das operações globais As clássicas Revoluções Industriais, os modelos tradicionais de inovação, a padronização do Ford e os modelos de trabalho focado em qualidade do Toyotismo eram inovações feitas e mantidas por muito tempo, tornando-se métodos e ferramentas de médio e longo prazo para a indústria. Isto de nenhuma forma foi ou é negativo, porém a globalização trouxe uma velocidade e exigência tecnológica que o novo modelo demanda velocidade. Todo este passo evolutivo, rápido e cíclico, definitivamente, ganhou destaque no último fórum econômico mundial. O termo “Indústria 4.0” teve sua originem no projeto estratégico de alta tecnologia do Governo Alemão, que promoveu a informatização da manufatura. A Primeira Revolução Industrial mobilizou a mecanização da produção usando água e energia a vapor. A Segunda Revolução Industrial, então, introduziu a produção em massa com a ajuda da energia elétrica. Em seguida veio a revolução digital e o uso de eletrônicos e tecnologia da informação para automatizar ainda mais a produção. O termo foi usado pela primeira vez na Hannover Messe. Em outubro de 2012, o Grupo de Trabalho na Indústria 4.0, presidido por Siegfried Dais (Robert Bosch GmbH) e Henning Kagermann (German Academy of Science and Engineering) apresentaram um conjunto de recomendações para implementação da Indústria 4.0 ao Governo Federal Alemão. Em abril de 2013, novamente na Feira de Hannover, o relatório final do Grupo de Trabalho da Indústria 4.0 foi apresentado. Isto já é uma crescente preocupação das indústrias, afinal esta velocidade ocorre por meio da apresentação de produtos no mercado ao mesmo tempo em que elas se mantêm líderes no mercado. Esta acirrada disputa implica em grandes esforços na combinação da elevada qualidade dos produtos, inovação https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com e a relação custo/ benefício para os clientes. A vantagem competitiva sustentável, idealizada pelas empresas, está cada vez mais difícil de ser conquistada devido a velocidade da evolução de alguns mercados. Sendo assim, na maioria dos casos, o ritmo das alterações no mercado proporciona às empresas vantagens competitivas que são apenas temporárias, devido a entrada de novos concorrentes. Portanto, frente ao cenário econômico atual, a tecnologia é tida como um fator-chave na definição de melhores níveis de produtividade, qualidade, preço e flexibilidade por parte das empresas. É consensual que para crescer é necessário a tecnologia, contudo, a questão que se coloca em causa é se esta cria ou não. Toda essa competição acirrada é pensada na fase de desenvolvimento, geração do produto, distribuição, estratégia de consumo e liderança de mercado. Porém, se tratando de um capitalismo consciente, equilibrado dentro do contexto da economia circular, o fluxo reverso demanda a tecnologia disruptiva para reciclo ou reuso destes itens, não mais trabalhando num modelo de consumo linear, e sim, cíclico. Fabricação Aditiva Este tópico não irá aprofundar o conhecimento em se tratando da impressão 3D, mas tem como objetivo apenas citar o desafio desta tecnologia de disruptura com o legado da Quarta Revolução Industrial. A partir de modelos produtivos inteligentes e enxutos é possível produzir com o máximo de aproveitamento, permitindo o controle do desperdício e, por consequência, gerar o mínimo de resíduos possíveis. Para nós, estudantes de operações internacionais, já é presente a movimentação global de impressora 3D para fabricação de produtos in loco , do que propriamente a produção do produto e movimentação do mesmo. Vencemos a dificuldade da produção em massa versus a produção em escala, e um dos meios desta exclusividade produtiva é a partir deste tipo fabril. Historicamente, a Impressão 3D surgiu em 1984. A primeira impressão 3D funcionando a pleno vapor foi inventada por Chuck Hull, um norte-americano do estado da Califórnia, em 1984, que utilizou a estereolitografia, uma tecnologia precursora da impressão 3D. Hull já havia desenvolvido, um ano antes, a tecnologia do que viria a ser a máquina, quando ela tinha duas funções principais, sendo uma delas a criação de lâmpadas para solidificação de resinas, primeiro objeto criado pela ferramenta. Uma das primeiras versões comerciais semelhantes às impressoras de depósito por fusão, semelhantes àquelas impressoras 3D domésticas, foi desenvolvida por S. Scott Crump, co-fundador da Stratasys, Ltd., em 1989. A tecnologia de impressão 3D desenvolvida pela Carbon3D Inc. permite objetos crescerem a partir de um meio líquido continuamente em vez de ser construído camada por camada, como têm sido desde os anos 90, o que representa uma abordagem fundamentalmente nova para a impressão 3D. A tecnologia permite que os produtos prontos para uso possam ser feitos 25 a 100 vezes mais rápido do que outros métodos e cria geometrias anteriormente inatingíveis que abre oportunidades para a inovação, não só na área da saúde e medicina, mas também em outras grandes indústrias, como a automotiva e a de aviação. No uso doméstico já foram criados acessórios diversos, brinquedos, capas de celular, esculturas, objetos de decoração, sapatos, objetos de cozinha etc. No uso empresarial, algumas empresas criam protótipos de produtos, como móveis planejados, eletrodomésticos, peças automobilísticas, instrumentos musicais, https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com joias e até armas de fogo. Na área da saúde, protótipos de crânio e de outros ossos já foram criados para auxiliar em uma operação. Impressoras 3D montam objetos, camada por camada, a partir de pedaços de materiais, da mesma forma que as impressoras tradicionais criam imagens de pontos de tinta ou toner. Esse método de fabricação é chamado de aditivo, em oposição à produção subtrativa, que remove as partes de que não se precisa a partir do material bruto. Imagine um bolo com muitas camadas, sendo criado pedaço por pedaço, desde o início, até que o todo esteja montado. O procedimento depende do objeto que vai ser impresso. Em geral, o material é derretido (no caso do plástico,por exemplo) e aplicado por bicos de extrusão até formar o objeto tridimensional. A impressão 3D tem início a partir do nada: começa adicionando materiais, camada por camada, até que o item esteja pronto. O tempo de impressão varia de acordo com o tamanho do produto desejado: pode levar de poucos minutos a muitas horas. A impressão 3D, também conhecida como prototipagem rápida, ou mesmo, manufatura aditiva, é uma forma de tecnologia de fabricação aditiva onde um modelo tridimensional é criado por sucessivas camadas de material. São geralmente mais rápidas, mais poderosas e mais fáceis de se usar do que outras tecnologias de fabricação aditiva. Oferecem aos desenvolvedores de produtos a habilidade de num simples processo imprimirem partes de alguns materiais com diferentes propriedades físicas e mecânicas. Tecnologias de impressão avançadas permitem imitar com precisão quase exata a aparência e funcionalidades dos protótipos dos produtos. Nos últimos anos, as impressoras 3D tornaram-se financeiramente acessíveis para pequenas e médias empresas, levando a prototipagem da indústria pesada para o ambiente de trabalho. Além disso, é possível simultaneamente depositar diferentes tipos de materiais. A tecnologia é utilizada em diversos ramos de produção, como em joalheria, calçado, design de produto, arquitetura, automotivo, aeroespacial e indústrias de desenvolvimento médico. A indústria hoje conta com uma impressora e um software de pacote CAD (do inglês: computer aided design ) ou scanner 3D. O processo de modelagem manual dos dados geométricos preparando para computação gráfica 3D é semelhante às artes plásticas, como a escultura. A digitalização 3D é um processo de análise e coleta de dados de objeto real, a sua forma e aparência, e construção de modelos tridimensionais digitais. A criação manual de modelos de impressão 3D é altamente complexa para usuários comuns (que não têm um nível avançado de conhecimento na área). Por esse motivo, nos últimos anos, surgiram várias empresas no mercado de impressão 3D. E como anda esta tecnologia no contexto brasileiro? De acordo com a pesquisa nacional sobre adoção de tecnologias digitais relacionadas à Era da Manufatura Avançada, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que pode ter sobre a competitividade. O desconhecimento é significativamente maior entre as pequenas empresas. Este modelo 4.0 desponta como caminho natural para aumentar a competitividade do setor por meio das tecnologias digitais. No Brasil, ainda é pouco utilizada pelas empresas nacionais. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com Operações globais e cidades inteligentes Perante o Fórum Econômico Mundial, as cidades têm sido os motores do crescimento econômico, da prosperidade e do progresso social ao longo da história, e serão o grande berço tecnológico. Atualmente, mais da metade da população mundial vive nas áreas urbanas. A velocidade de implantação de tecnologias será proporcional a absorção de resultados. A implantação de internet rápida, tecnologia digital, meios de transportes autônomos e inteligentes, consumo estratégico de energia e reciclagem serão grandes passos para uma cidade eficiente e mais inclusiva. Hoje, o que se demanda em cidades inteligentes é um espaço reprogramado de forma digital, ou seja, os edifícios são mutáveis para vários tipos de atividades. Alguns estádios de Copa do Mundo já vêm sendo pensado desta forma, por exemplo. É criado algo pontual e depois se desmonta ou mesmo se usa o espaço para outros tipos de atividade, não necessariamente sendo a originária da construção. Waternet, a internet das águas, é um meio inteligente de sensores em tubulações para gerenciar a distribuição e mitigar vazamentos, afinal, estamos falando de um bem muito nobre que é a água. Alguns países, que sempre sofreram devido ao consumo desequilibrado ou assumiram uma escassez, estão adotando algumas medidas, conforme exemplificado a seguir: • Incentivo de plantio de árvores por meio de redes sociais, ou seja, meios compartilhados de informação para garantir áreas urbanas mais verdes, para controle de temperatura e fluxo de água. • Mobilidade, ou seja, meios inteligentes de transporte e de segurança, necessariamente não motorizados, permitem uma cidade melhor equilibrada e menos poluente. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com • Cogeração, coaquecimento e correfrigeração são sistemas mecânicos de cogeração que capturam o excesso de calor, causando melhoras significativas na eficiência energética. • Mobilidade sobre demanda: é por meio do uso de algoritmos que se tem meios mais inteligentes e roteirizados, tendo um planejamento de tráfego inteligente. • Iluminação pública inteligente, ou seja, estrutura de LED e outros meios de iluminação oriunda de fontes energéticas menos impactantes. • Reciclagem: cidades inteligentes com programas de coleta de resíduos urbanos, com unidades de tratamento de beneficiamento primário e secundário, retransformando materiais e os destinando novamente ao ciclo de consumo. Este sistema equilibrado entre extração e consumo retira da atmosfera o grande vilão, que é o dióxido de carbono, oriundo de extrações de matéria-prima e fabricação de produtos de forma impactante. Do orgânico se gera energia e do seco se tem uma nova fonte de subprodutos para transformação. Nem tudo é positivo. Uma nova revolução traz impactos positivos, porém logicamente negativos. À medida que a revolução emerge, uma das principais atividades globais é reunir os melhores dados sobre o benefício e o desafio que ela representa para coesão de um melhor equilíbrio nas comunidades. O que vem acontecendo em alguns locais do mundo é que apesar de ser um conceito relativamente recente, A World Foundation for Smart Communities afirma que Smart City já se consolidou como assunto fundamental na discussão global sobre o desenvolvimento circular e movimenta um mercado global de soluções tecnológicas, que é estimado chegar em US$ 408 bilhões até o ano de 2020. Perante um especialista no assunto, Caragliu et al. (2011), é a integração e o investimento em capital humano-social e incentivo a utilização de tecnologias avançadas de Tecnologias de Informação e Comunicação como viabilizador para um crescimento econômico sustentável e uma melhora na qualidade de vida, uma boa gestão de recursos naturais e energéticos, com participação atuante do governo e estado. Este novo ambiente inteligente é um ecossistema que as tecnologias de Informação e Comunicação estão intrínsecas em objetos físicos, em locais em que vivemos e/ ou trabalhamos. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/unidade-3?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial/atividades?authuser=0 Página inicial ATIVIDADES Todo o conteúdo abordado em aula nos traz numa realidade atual bastante interessante em se tratando de disrupção e operações globais por meio do elemento estratégico da revolução 4.0. As operações de transporte sempre estiveram no poder de algumas grandes empresas do setor. Desde a entrega local, serviços de pequenos volumes e propriamente serviço de frete pesado, pouco se tinha acesso a uma gama de empresas no setor. Por meio da disrupção, da criação de aplicativos, há uma melhor malha logística gerada por aplicativos, uma melhor gestão da comunicação entre prestador de serviço e cliente, naturalmente se criando um grande nicho de mercado para as start-ups de logística e operações de transporte. Exemplo este é o Uber e Postmates, afinal, são amplamente conhecidos e atraíram quantidades impressionantesde financiamento. Embora o boom sob demanda tenha esfriado um pouco, muitas dessas startups continuam a fornecer serviços de entrega local e de correio da última milha, zangões automatizados terrestres e aéreos. Ainda, nesta complexidade operacional, estão as empresas que visam serviços maiores de frete, tanto dentro do caminhão, como também nas operações internacionais de frete. Estes incluem startups que fornecem comparação de taxas e análises de frete, bem como mercados de tecnologia para conectar carregadores e operadoras. Sejamos bem-vindos(as) a nova realidade de operações e transportes globais. As empresas estão cada vez mais endereçadas num aplicativo ou numa plataforma para o usuário do que num pátio e escritório de caminhões. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 De acordo com a imagem a seguir, podemos dimensionar a realidade logística presente de forma global. Figura 2: Nova realidade logística. Fonte: CBINSIGHTS (on-line). 1 . Perante esta realidade logística, responda as seguintes questões: I - A velocidade da disrupção e este novo modelo enxuto de empresas de logística não interferem diretamente nas empresas tradicionais e sólidas. II - As empresas não correm riscos com as start-ups . III - Empresas tradicionais não concorrem diretamente com as start-ups . De acordo com as afirmações acima, assinale a alternativa correta: a) Apenas a alternativa (I) está correta. b) Apenas a alternativa (II) está correta. c) Apenas as alternativas (I) e (II) estão corretas. d) Todas as alternativas estão corretas. e) Apenas as alternativas (II) e (III) estão corretas. 2. Num mundo sem fronteiras é cada vez mais presente a integração da informação em cadeias logísticas para gerenciamento ponta a ponta. Desta forma, podemos afirmar que: a) O cliente tem paciência para esperar a entrega. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com b) O cliente não liga para a qualidade do serviço desde que sua entrega chegue. c) O cliente está cada vez mais exigente e o serviço prestado com qualidade é uma obrigação. d) A empresa não deve se importar com o cliente, e sim, apenas com a entrega. e) O importante é a entrega, independente do custo. Resolução das atividades Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial/resumo?authuser=0 Página inicial RESUMO Por mais que se tenha uma realidade corporativa em alguns modelos clássicos de estratégia para operações globais, a disrupção por meio do movimento 4.0 cria grandes oportunidades em novos modelos logísticos tecnológicos e integrados com informação entre contratantes e contratados. A disrupção elimina alguns monopólios operacionais e cria demandas enxutas e ágeis. Ainda, por outro lado, independente da estratégia da empresa, todas demandaram um estruturado e inteligente canal de logística internacional para distribuição ágil e com qualidade do seu serviço ou produto. Por mais que alguns serviços sejam prestados localmente, como, por exemplo, o UBER, seu modelo de negócio é global e demanda uma logística internacional para transporte de serviço ou itens para manutenção da padronização do negócio. Sejamos bem-vindos(as) ao novo modelo de consumo por meio da estratégia definida e atacada por empresas fazendo uso de big dados junto ao modelo de consumo, atrelado ao novo paradigma de distribuição e velocidade de entrega com uma exigência cada vez maior de prazo e qualidade de seus fornecedores. A nova operação global se torna uma prestação de serviço global e não propriamente uma operação de movimentação de cargas e atendimento de prazos com documentação e compliance . Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/resumo?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial/eu-indico?authuser=0 Página inicial Material Complementar Leitura A Quarta Revolução Industrial Autor: Klaus Schwab Editora: Edipro Sinopse : A Quarta Revolução Industrial é diferente de tudo o que a humanidade já experimentou. Novas tecnologias estão fundindo os mundos físico, digital e biológico de forma a criar grandes promessas e possíveis perigos. A velocidade, a amplitude e a profundidade desta revolução estão nos forçando a repensar como os países se desenvolvem, como as organizações criam valor e o que significa ser humano. Como fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab esteve no centro dos assuntos globais por mais de 40 anos. Após observar em primeira mão como os líderes mundiais navegaram pela revolução digital, Schwab está convencido de que estamos no início de um período ainda mais emocionante e desafiador. Esta obra descreve as principais características da nova revolução tecnológica e destaca as https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 oportunidades e os dilemas que ela representa. E o mais importante, o autor explica por que a Quarta Revolução Industrial é algo fabricado por nós mesmos e está sob nosso controle, e como as novas formas de colaboração e governança, acompanhadas por uma narrativa positiva e compartilhada, podem dar forma à nova Revolução Industrial para o benefício de todos. Se aceitarmos a responsabilidade coletiva para a criação de um futuro em que a inovação e a tecnologia servem às pessoas, elevaremos a humanidade a novos níveis de consciência moral. Leitura A Startup Enxuta Autor: Eric Ries Editora: Leya Sinopse : Os empreendedores utilizam a inovação contínua para criar empresas extremamente bem-sucedidas. Na vanguarda do empreendedorismo do século XXI, Eric Ries criou uma abordagem revolucionária para a administração, que gerou um movimento que está transformando a maneira como os novos produtos são criados, desenvolvidos e lançados. Esses princípios se aplicam a todos aqueles que procuram construir produtos verdadeiramente novos sem desperdício, que podem ser utilizados tanto por startups de empresas de garagem quanto por inovadores presentes nas grandes empresas. Ries, que é empreendedor residente na Harvard Business School, também define desperdício como “toda atividade que não contribui para se aprender a respeito dos clientes”. Trazendo histórias da vida real e lições aprendidas de algumas das empresas mais dinâmicas da atualidade, o autor descreve um plano para que cada um possa executar os princípios fundamentais da startup enxuta em qualquer projeto. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com Filme Piratas do Vale do Silício Ano: 2001 Sinopse : Conta a história de como Steve Jobs e Bill Gates fundaram a Apple e Microsoft, respectivamente, e de parceiros se tornaram grandes rivais ao construírem as duas maiores empresas de tecnologia da atualidade. Comentário: A inspiração é uma arma muito poderosa — pesquise, analise, modifique e empreenda! Na Web Documentário — A história do Bill Gates Acesse o link disponível em Acesse Na Web Documentário — A história do mundo em uma hora e meiaAcesse o link disponível em: Acesse Avançar https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://www.youtube.com/watch?v=rQUklkkNrTs https://www.youtube.com/watch?v=G6XcTT_-1JY https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial/refer%C3%AAncias?authuser=0 UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com Página inicial REFERÊNCIAS CARAGLIU, A; DEL BO, C. & NIJKAMP, P (2009). “Smart cities in Europe”. Serie Research Memoranda. FERNANDES, B. H. R.; BERTON, L. H. Administração estratégica: da competência empreendedora à avaliação de desempenho . São Paulo: Saraiva, 2005. GAMA, C. M. A. Estratégica: corporativa, de negócio e funcional. Artigos . Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2017. HEIZER, J.; RENDER, B. Principles of Operations Management . 9 ed. New Jersey: Prentice Hall, 2008. HITT, M. A.; IRELAND, R. D.; HOSKISSON, R. E. Administração estratégica : competitividade e globalização. São Paulo: Thomson Learning, 2008. KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. Organização orientada para a estratégia : como as empresas que adotam o balanced score card prosperam no novo ambiente de negócios. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 411 p. UNBUNDLING FedEx. CBINSIGHTS. Disponível em: . Acesso em: 12 set. 2017. TZU, S. A Arte da Guerra . São Paulo: Record, 2006. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/refer�ncias?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.administradores.com.br%2Fartigos%2Facademico%2Festrategia-corporativa-de-negocios-uncional%2F70405%2F%236729951144661754&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNEx5iQxEpcvI9YyNro35kp1CjAtoA http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.administradores.com.br%2Fartigos%2Facademico%2Festrategia-corporativa-de-negocios-uncional%2F70405%2F%236729951144661754&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNEx5iQxEpcvI9YyNro35kp1CjAtoA https://www.google.com/url?q=https%3A%2F%2Fcbi-blog.s3.amazonaws.com%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2016%2F07%2F1-unbundling-fedex-july-2016.png&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNH5fOmql8N98Oh4FF9pRrj-hjFg9Q https://www.google.com/url?q=https%3A%2F%2Fcbi-blog.s3.amazonaws.com%2Fblog%2Fwp-content%2Fuploads%2F2016%2F07%2F1-unbundling-fedex-july-2016.png&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNH5fOmql8N98Oh4FF9pRrj-hjFg9Q https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial/aprofundando?authuser=0 Página inicial APROFUNDANDO A estratégia internacional acontece quando a empresa decide ampliar seu mercado de atuação, passando a oferecer seus produtos e serviços a outros países em diferentes localizações. As empresas podem se valer de várias modalidades para entrar no âmbito do mercado internacional, a saber: por meio da exportação, licenciamento de produtos ou serviços, formando alianças, aquisição de empresas ou criando uma unidade subsidiária. A estratégia internacional está dividida em nível corporativo e em nível de negócio, ambas devem ser utilizadas em conjunto. Na estratégia em nível corporativo existem três abordagens: a multidoméstica, que é quando a empresa oferece um produto adaptado de acordo com cada localidade e mercado; a global, que acontece quando a empresa padroniza seus produtos para todo o mundo, não levando em consideração o fator local; e a transacional, que mistura as duas anteriores. Apesar de a estratégia internacional ser essencial para uma empresa que quer crescer e trabalhar outros mercados, ela é uma estratégia difícil de ser desenvolvida e necessita de bastante cuidado na sua formulação antes de ser implementada. Grandes empresas já falharam ao tentar ingressar no mercado de outros países. Companhias que optam pela abordagem global, por exemplo, seguem um padrão na oferta de produtos e serviços, o que de certa forma gera um grande risco de não aceitação pela cultura da localidade escolhida, a qual possivelmente será diferente da cultura do país de origem da empresa. Esses detalhes devem ser bem estudados antes da estratégia ser posta em prática. E é por isso que o investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) é quase uma obrigação para a empresa antes de implantar a estratégia. A abordagem multidoméstica com uma ação mais regionalizada pode até ser que gere um retorno bem menor do que a global, mas em compensação, a empresa terá uma maior facilidade para compreender as culturas de cada região, como também as normas jurídicas e sociais. Portanto, pode ser vista como uma abordagem menos arriscada do que a global. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Eu não vejo como sendo uma boa opção a abordagem transacional para empresas menores, pois ela é mais difícil de ser desenvolvida e certamente precisa de um investimento maior para ser trabalhada. Essa abordagem tenta unir as abordagens multidoméstica e global, tarefa muito difícil de ser feita, já que uma busca adaptar o produto ou serviço para cada região que se quer trabalhar, e a outra foca na padronização de produtos para todo o mundo. Uma boa saída para implantar essa estratégia é fazer o que a maioria das multinacionais fazem, adotar uma estratégia multidoméstica para algumas linhas de produto e uma estratégia global para outras, sendo assim, as chances de ter resultado melhor são bem maiores do que tentar conciliar as duas estratégias em um mesmo produto. Após a empresa selecionar as estratégias internacionais e decidir se irá trabalhá-las em um mercado regional ou global, a empresa passa para a definição do modo de entrada no mercado internacional. Esse é mais um ponto bem difícil para ser decidido pela organização, que poderá optar pelos seguintes tipos: exportação, licenciamento, alianças estratégicas, aquisição ou criação de uma subsidiária. A exportação é uma das formas mais conhecidas de entrada no mercado internacional. Por meio dela a empresa distribui seus produtos para outras empresas sediadas em outro país. Para a realização da exportação a empresa deve estar por dentro de uma série de princípios e fatores, que vão desde o conhecimento e entendimento da legislação interna, e outros aspectos importantes para o ingresso efetivo no mercado internacional, como por exemplo, a cultura, o idioma, bem como as práticas comerciais adotadas nos mercados internacionais. O licenciamento é talvez a forma mais barata e de menor risco para o ingresso no comércio exterior, porém seu retorno também é reduzido. Por meio do licenciamento a empresa permite que empresas estrangeiras adquiram o direito de fabricar e vender seus produtos. Acredito que esse método é interessante para empresas menores que têm recursos reduzidos para ingressar no mercado internacional. A aliança estratégica é, sem dúvidas, uma ótima estratégia de entrada no mercado internacional. Por meio da aliança as empresas têm os custos, recursos e riscos compartilhados entre elas, porém deve-se observar que para o sucesso dessa estratégia os parceiros devem manter uma sinergia perfeita entre as organizações, evitando o conflito. Apesar de a aquisição permitir que a empresa tenha um acesso mais rápido ao novo mercado, deve-se considerar que a empresa está entrando de cabeça em um novo mercado, o qual ela não conhece as normas e os regulamentosdo país. A empresa também pode ter problemas de compatibilidade com a cultura organizacional já empregada na empresa adquirida. Por último, a criação de uma subsidiária em outro país pode trazer retornos bem acima da média, porém sua implementação segue altos riscos, e assim como na aquisição, ela estará entrando em um mercado completamente novo o qual não conhece seus regulamentos e possivelmente terá que adquirir a especialização necessária e conhecimento do novo mercado. REFERÊNCIAS https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com BERTAGLIA. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento . São Paulo: Saraiva, 2006. PARABÉNS! Você aprofundou ainda mais seus estudos! Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial/editorial?authuser=0 Página inicial EDITORIAL DIREÇÃO UNICESUMAR Reitor Wilson de Matos Silva Vice-Reitor Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor de Administração Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor Executivo de EAD William Victor Kendrick de Matos Silva Pró-Reitor de Ensino de EAD Janes Fidélis Tomelin Presidente da Mantenedora Cláudio Ferdinandi C397 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ . Núcleo de Educação a Distância; BINOTO , Renato; Logística Internacional e Operações Globais . Renato Binoto; Maringá-Pr.: UniCesumar, 2017. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 30 p. “Pós-graduação Universo - EaD”. 1. Logística. 2. Internacional. 3. EaD. I. Título. CDD - 22 ed. 658.7 CIP - NBR 12899 - AACR/2 Pró Reitoria de Ensino EAD Unicesumar Diretoria de Design Educacional Equipe Produção de Materiais Fotos : Shutterstock NEAD - Núcleo de Educação a Distância Av. Guedner, 1610, Bloco 4 - Jardim Aclimação - Cep 87050-900 Maringá - Paraná | unicesumar.edu.br | 0800 600 6360 Retornar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog3/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Página inicial GESTÃO DE RISCOS EM OPERAÇÕES DE LOGÍSTICA INTERNACIONAL Professor (a) : Me. Renato Binoto Objetivos de aprendizagem • Este estudo tem por desafio apresentar ao aluno o histórico e importância do risco nas operações logísticas https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 • Este estudo tem por objetivo apresentar ao aluno a importância de se criar um plano de mitigação de riscos • Este estudo tem por desafio apresentar ao aluno os problemas de infraestrutura e por consequência os riscos envolvidos Plano de estudo A seguir, apresentam-se os tópicos que você estudará nesta unidade: • Gestão de Riscos na logística internacional • Riscos são previsíveis • Riscos de Infraestrutura Introdução Não se faz gestão de riscos em transportes através do achismo. A logística internacional demanda várias integrações de modais, várias fases de produção, armazenagem, movimentações e logicamente envolvendo vários colaboradores que estão expostos a esses riscos. Desta forma, toda operação seja ela global ou não, demanda um planejamento de risco para que se mitigue quaisquer oportunidades de não conformidade. Perante esta realidade, a ISO 31000 é uma norma da família de gestão de risco criada pela International Organization for Standardization . Esta norma ISO 31000: 2009 tem por desafio, estabelecer princípios e orientações genéricas sobre gestão de riscos. ISO 31000 criou framework universal reconhecido para possam gerenciar os processos de diversos tipos de riscos de qualquer organização de qualquer segmento indiferente do tamanho. Como esta norma não busca certificação e sim compartilhar as melhores práticas para gestão de riscos, a mesma pode ser usada https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial https://getfireshot.com em transportes e criar o plano de mitigação. No mercado atual, globalizado e competitivo, não se pode deixar de lado a dimensão e o desafio que os negócios vem exigindo. As empresas, sejam elas, multinacionais, locais ou domesticas, tem um mercado de fornecimento em escala global. Afinal, com a internet, redes sociais entre outros meios de comunicação digital, se permite comprar matérias-primas, fabricar, vender e distribuir para qualquer região do mundo. Portanto, este é o seu desafio futuro como profissional de logística e operações globais. O ato e estratégia de se definir o modelo de compra, produção e distribuição em escala global. Enquanto alguns preferem a exclusividade e o apelo que a marca registra, outras almejam alcançar um numero cada vez maior e possível com custos cada vez mais baixos e mitigados. Perante toda esta complexidade de compra, produção e venda em escala global, felizmente o mundo vem dando uma maior atenção a importância do assunto risco. Seja bem-vindo(a) ao estudo de logística internacional pensando em planejamento de riscos. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial/unidade-4?authuser=0 Página inicial Gestão de riscos na logística internacional Depois do ocorrido fato no onze de setembro o mundo sofreu uma grande transformação. Em primeiro o plano de um ataque terrorista iminente se concretizou com a destruição das torres gêmeas. Este fato trouxe o alerta e causaram grande impacto nas operações globais das empresas e por via de consequência também acabaram por atingir as pessoas. Fato imediato nas operações foi na estratégia just-in-time . As mesmas, foram paralisadas a partir do momento em que os EUA simplesmente impediram, por medida de cautela e proteção, que qualquer aeronave levantasse voo e a vigilância nos aeroportos, portos e rodovias intercontinentais passou a ser severa e demorada, numa verdadeira operação estilo “pente fino”. O mundo vivendo um momento de expansão do comércio de bens e serviços, a hipótese de bloqueio de suprimento de um produto, começa a pensar nos riscos das suas fontes de suprimentos. De um lado, a partir dessa constatação, analistas e estrategistas começaram a fazer uma série de perguntas para esboçar cenários e planejar estratégias operacionais alternativas: • O que aconteceria se a cadeia de suprimento e/ou de distribuição fosse interrompida por um evento inesperado? • Se um modal de transporte essencial ao suprimento de matérias-primas ou de produtos sofresse um dano irreparável, quais as consequências na continuidade da produção? https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 • Se uma carga importante e/ou de alto valor fosse destruída, roubada ou contaminada, quais seriam os seus efeitos no suprimento de bens? • Quais os custos envolvidos na recuperação da cadeia de suprimento e/ou de distribuição? Por outro lado, analistas e estrategista, também começaram a se debruçar em problemas relacionados aos riscos não só relacionados aos atos terroristas ou de sequestros de navios, como foram às recentes operações dos piratas da Somália, mas especialmente em um leque de atividadesdolosas que começaram a crescer exponencialmente nas empresas. O dicionário dos planejadores de rotas retomou as palavras como fraude, roubos, chantagem, sabotagem, vandalismos. Isso se somou ao risco já conhecido e cotidiano que são as relacionadas aos desastres da natureza (incêndios, inundações, tempestades, tornados e furações), desastres ecológicos (vazamento de produto, poluição, lixos tóxicos e contaminações) e mesmo risco tecnológicos (ruptura das comunicações, falta de suprimento energético, falta de transporte, caos aéreo, etc.). De acordo com Gonçalves (1989) toda esta somatória de fatos entra no planejamento logístico como forma de previsibilidade. Profissionais do assunto, definem dois modelos básicos que as operações internacionais devem ter, são elas: • Estratégia de mitigação – que funciona tal qual o uso dos freios em um veículo em movimento: destina- se a reduzir ao mínimo possível o impacto do dano causado a uma cadeia logística. O foco é reduzir as causas dos riscos logísticos. • Estratégia de contingenciamento – que funciona tal qual o denominado “Plano B” e destina-se a manter as operações em funcionamento apesar dos danos causados. Um exemplo dramático: o incêndio em uma fábrica e seus danos vultosos poderá ser contingenciado pelo deslocamento da produção para outra unidade. A falta de suprimento de energia poderá ser suprida, em caráter emergencial, por geradores. É evidente que a logística está exposta a uma variedade de riscos. A análise dos riscos na logística tem por finalidade identificar suas fontes e seus atores e o impacto e o grau de ruptura que pode causar na operação. O gerenciamento dos riscos logísticos tem por finalidade estabelecer uma estratégia destinada a mitigar o risco e permitir o contingenciamento das operações, identificando o potencial de impacto que poderá causar ao sistema como um todo. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com Riscos são previsíveis Todo risco se bem gerido pode ser prevenido. Hoje globalmente já existem inclusive as melhores praticas para se mitigar risco na origem. É o caso da ISO 31000. É a norma internacional para gestão de risco. Ao fornecer princípios e diretivas abrangentes, esta norma ajuda organizações em suas análises e avaliações de riscos. A ISO 31000 se aplica à maioria das atividades de negócios, incluindo planejamento, operações de gestão e processos de comunicação. O transporte é uma atividade que demanda não só gestão de prazos e custos, porém de suma importância é a integridade das vidas envolvidas nestas atividades. Todos os modais demandam profissionais atuando, seja para movimentar produtos, seja para movimentar vidas, desta forma, toda a gestão de riscos é a base da operação. Seja na cabine do caminhão, navio, avião ou trem que transporta cargas mundo afora existe um ser humano que precisa ter suas necessidades escutadas. Principalmente no modal rodoviário que se exige mais performance de cumprimentos de prazos devido ao número maior de variáveis de possíveis atrasos. Por isso, que mais importante que a mercadoria chegar no tempo, na quantidade e no custo certo, é a integridade do motorista, afinal a mercadoria só chegará se ele estiver com sanidade mental e física. Lembre-se também que o motorista não está sozinho numa via. Ele expõe outras vidas inocentes caso os critérios e legislações não sejam cumpridos. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com Uma correta gestão de riscos em transportes não pode ser baseada em achismos e qualquer imprevisto identificado na origem não pode deixar passar em branco pelos colaboradores. A operação demanda um levantamento de todos os possíveis acidentes e incidentes envolvendo sua carga e como evitá-los. A lista pode ir desde os itens mais básicos, como um atraso de entrega devido a um congestionamento, até os mais graves, como um acidente em rodovia envolvendo vítimas fatais. A cada vez que você percorre sua lista de riscos fica mais fácil pensar em maneiras de diminuir a probabilidade de acontecimentos adversos. Na teoria e na prática: prevenir é melhor que remediar. Outro ponto de suma importância de segurança é na integração entre modais: aéreo-rodoviário, ferroviário-rodoviário, aquário-ferroviário, aquário-rodoviário ou ainda mais de dois modais. A utilização de mais de um modal agrega vantagens a cada modal, caracterizados pelo nível de serviço e custo, porém as estruturas de transbordo devem ser bem geridas para garantia de não conformidades. No dia a dia operacional, as vezes se entendem como sinônimos, porém não são. Imperícia, imprudência e negligencia são termos diferentes que toda gestão deve se atentar. É importante entender e diferenciar cada um deles. Imperícia, é a falta de habilidade do trabalhador. Neste caso, a gestão do risco começa no ato da contratação e propriamente em treinamentos aos colaboradores. Já no caso da Imprudência, ocorre sempre em cima do excesso de confiança do colaborador. É uma situação de inconveniência, inadvertência. O risco está evidente, tem placa de sinalização ou algum tipo de aviso e mesmo assim não se cumpre. É a ultrapassagem em local proibido, é o excesso de velocidade, entre outros que expõe o motorista e a sociedade ao perigo. Por fim e não menos importante é a negligencia, é o descuido, É aquele segundo de falta de atenção que acontece. É o ato de atender o celular dirigindo, é o ato de não seguir as normas de segurança de equipamentos de movimentações de carga, estruturas de armazenagem. Por isso se faz presente todas as normas de segurança com profissionais do assunto gerando documentos, treinando e capacitando os colaboradores para que se trabalhe seja nos modais seja nas estruturas de fabricação e armazenagem, atendendo as normas que mitigam o risco. Com as normas o risco é real e acidentes acontecem, sem as normas é literalmente buscar o obvio. Todo plano de risco bem gerido traz retorno a empresa. Assim, as principais vantagens do gerenciamento de risco são: • Alinhamento dos riscos com as estratégias da empresa. • Fortalecimento das tomadas de decisão a respeito dos riscos. • Redução de prejuízos operacionais. • Identificação e gestão dos riscos. • Aproveitamento de oportunidades. • Otimização do capital. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com Riscos de infraestrutura Com os problemas de transportes existentes, o Brasil acaba desperdiçando bilhões de reais, devido aos acidentes, aos roubos de carga, á ineficiências operacionais e energéticas. Como pilares do caos, no setor de transporte, estão as enormes deficiências de regulação, as políticas governamentais de investimento e, também, a distorção da matriz de transporte, acarretando em significativa perda econômica e de competitividade e consequente reflexo no custo Brasil. O uso inadequado dos modais gerou uma enorme dependência do modal rodoviário, que acaba suprindo lacunas dos demais modais, porém apresenta uma frota ultrapassada e as rodovias em condições precárias. A malha ferroviária existente, em boa parte construída no início do século passado, sofre resquícios de falhas no processo da recente privatização que a impede de impulsos maiores. A participação dos modais hidroviário e aéreo é praticamente inexistente. O sistema de transporte é essencial para a movimentação da economia de um país. Sem este sistema os produtos não chegariam até seus consumidores, as indústrias não teriam acesso as matérias-primas e nem teriam condições de escoar sua produção. É um setor totalmente horizontalizado viabilizando todos os outros setores da economia. As dificuldades encontradas para o maior crescimento estão ligadas diretamente a entraves internos, que há muitos governos se repetemsem solução, entre elas estão a burocracia excessiva, a falta de tecnologia, a carência de educação e principalmente a infraestrutura inadequada e insuficiente. A falta de infraestrutura para quem trabalha diariamente com o comércio exterior é o maior problema, principalmente no que se refere à infraestrutura de transportes. Faltam linhas aéreas, contêineres, há https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com excessivo gasto no deslocamento da produção, há perdas ocorridas por avarias no transporte, além de existir a distorção da matriz de transportes, havendo uma sobrecarga do modal rodoviário. A área de transporte brasileiro acarreta grandes limitações para o crescimento e expansão da economia brasileira. Essa deterioração está fundamentada nos investimentos insuficientes em infraestrutura, pelo menos nas duas últimas décadas. Hoje, são necessárias providências imediatas, pois com o bom desempenho do mercado de cargas pesadas que país vem tendo, é notória a necessidade urgente de se investir no transporte aéreo, nas rodovias, ferrovias e hidrovias. O quadro atual da estrutura de transportes de cargas brasileiro tem apresentado importantes limitações à expansão e ao crescimento econômico do País. Esse cenário é uma realidade reconhecida pelas autoridades, no entanto, principalmente, o setor produtivo brasileiro, que depende da infraestrutura presente em todo o Brasil. Essa situação não é um problema atual, há vários anos o transporte de cargas brasileiro vem apresentando sintomas que apontam para graves problemas de deterioração, decorrentes da falta de investimentos, pelo menos nas duas últimas décadas. Os problemas estruturais comprometem a eficiência operacional, tornando-se um entrave ao desenvolvimento econômico e social do país. A situação brasileira atual da matriz de transportes de cargas acarreta perda de competitividade para as empresas nacionais, uma vez que a ineficiência dos modais gera um elevado Custo País, se tornando um fator limitante para o desenvolvimento regional e internacional do Brasil. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/unidade-4?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial/atividades?authuser=0 Página inicial ATIVIDADES Um exemplo simples para se mitigar riscos de congestionamentos rodoviários. O aplicativo de navegação colaborativa – Waze, que gratuitamente pode ser instalado nos celulares, é um exemplo espantoso de economia compartilhada para o apoio às movimentações de transportes e passageiros. Os aparelhos de GPS convencionais que vendiam milhões de unidades ao ano encontraram no produto um concorrente que baseado na evolução tecnológica quebrou barreiras significativas. A diferença do Waze para o GPS tradicional é que o Waze traça a rota em cima do menor congestionamento e não em cima do menor caminho. O menor caminho nem sempre é o mais rápido. Perante esta realidade, em se tratando de gestão de riscos em transportes, é CORRETO afirmar que : I. A gestão de risco é de suma importância para as operações em logística internacional. II. A gestão de risco é um planejamento e não achismo III. Não se faz necessário este tipo de gestão, isto é apenas mais uma burocracia das empresas. De acordo com as afirmações acima, assinale a alternativa correta a) Apenas a alternativa (I) está correta b) Apenas a alternativa (II) está correta c) Apenas as alternativas (I) e (II) estão corretas d) Todas as alternativas estão corretas e) Apenas as alternativas (II) e (III) estão corretas https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 2. No Brasil, um dos maiores gargalos e também oportunidade é na infraestrutura de transportes. Este investimento trará que tipo de retorno? a) Otimização de custos e qualidade b) Mitigação de riscos, custos e qualidade c) Apenas qualidade d) Apenas custos e) Maior tempo de viagens 3. Existe até uma norma para compartilhar as melhores práticas de gestão de riscos. Perante isto, é correto afirmar que: Assinale a alternativa CORRETA : I. O gestor que faz uso das melhores práticas cria um plano ainda mais eficiente de mitigação de riscos II. As melhores práticas é apenas uma burocracia, não tem importância III. As melhores práticas é a melhor forma de se criar um bom projeto De acordo com as afirmações acima, assinale a alternativa correta a) Apenas a alternativa (I) está correta b) Apenas a alternativa (II) está correta c) Apenas as alternativas (I) e (II) estão corretas d) Todas as alternativas estão corretas e) Apenas as alternativas (I) e (III) estão corretas Resolução das atividades Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial/resumo?authuser=0 Página inicial RESUMO Não se faz gestão de riscos em transportes através do achismo. A logística internacional demanda várias integrações de modais, várias fases de produção, armazenagem, movimentações e logicamente envolvendo vários colaboradores que estão expostos a esses riscos. Neste estudo, foi abordado todas as condições estratégicas para mitigação de riscos em operações logísticas internacional. Ainda, se fez valer a importância do crescimento e estabilidade global em se tratando de acesso a compra, produção e distribuição para qualquer destino, mitigando custos, atendendo prazos e mitigando riscos de qualidade. Numa complexidade cada vez maior com estrategias sem fronteiras, ficou evidente para você alun@ o seu nobre e desafio papel de pensar estrategicamente em escala global seja numa multinacional ou numa empresa doméstica. É presente e diferencial a escalabilidade global independente do porte da empresa. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/resumo?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial/eu-indico?authuser=0 Página inicial Material Complementar Leitura Logística e Operações Globais Autor: Philippe Pierre Dornier, Ricardo Ernst, Michael Fender, Panos Kouvelis Editora: Atlas Sinopse : Logística é o tema do momento em gestão de operações, tanto no Brasil como no restante do mundo. Profissionais de logística são tão escassos quanto disputados no mercado. A revolução do e-business enfatizou ainda mais essa situação. As empresas que fazem negócios pela internet foram ágeis para desenhar seus web-sites, encurtar o tempo e diminuir o esforço do consumidor para realizar compras, mas não têm demonstrado a mesma competência para desenvolver suas redes logísticas tanto de aquisição de matérias-primas, componentes e serviços quanto à distribuição física dos produtos acabados, acarretando deficiências nas entregas dos produtos e custos logísticos excessivos. Comentário: Livro muito legal e completo em se tratando de operações, https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 com vários cases Logística é o tema do momento em gestão de operações, tanto no Brasil como no restante do mundo. Profissionais de logística são tão escassos quanto disputadosno mercado. A revolução do e-business enfatizou ainda mais essa situação. As empresas que fazem negócios pela internet foram ágeis para desenhar seus web-sites, encurtar o tempo e diminuir o esforço do consumidor para realizar compras, mas não têm demonstrado a mesma competência para desenvolver suas redes logísticas tanto de aquisição de matérias-primas, componentes e serviços quanto à distribuição física dos produtos acabados, acarretando deficiências nas entregas dos produtos e custos logísticos excessivos. Comentário : Livro muito legal e completo em se tratando de operações, com vários cases Na Web O porto de Cingapura Sinopse : Acompanhe neste episódio o Porto de Cingapura, que é o maior porto do Sudeste Asiático e do mundo, em movimentação de container. O porto de Cingapura tem conexão com mais de 600 portos em mais de 120 países. Acesse Na Web O maior navio do mundo Acesse https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://www.youtube.com/watch?v=Btklx5bveSU https://www.youtube.com/watch?v=U4gvPSQRBFs Na Web Antonov An 225 Mriya, o maior avião do mundo, pousando em São Paulo Acesse Na Web Norma– ISO 31000 Acesse Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://www.youtube.com/watch?v=mqeWep_yPsk http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fiso31000.net%2Fnorma-iso-31000-de-gestao-de-riscos%2F&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNFw2TBHFuUjaj8XxZXTaewEO6KeGw https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial/refer%C3%AAncias?authuser=0 Página inicial REFERÊNCIAS AIRMIC / ALARM / IRM (2010) “Uma abordagem estruturada para o Enterprise Risk Management (ERM) e os requisitos da ISO 31000” CHOPRA, S; MEINDL, P. 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Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/refer�ncias?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial/aprofundando?authuser=0 Página inicial APROFUNDANDO Vamos falar sobre a importância do TMS na operação logística internacional. Com o contexto Brasil em se tratando da falta de infraestrutura de modais de transportes, atrelada ao descontrole logístico sendo ele, inbound, intralogistica e outbound, o empresário brasileiro assume um risco e um custo logístico acima da média mundial, perdendo mercado pela falta de competitividade, pois é sempre o consumidor final que acaba arcando com os custos. Perante isto, o mesmo buscará alternativas de consumo mais acessível, afinal, com a globalização e internet o e-commerce não tem fronteiras. Desta forma, o maior desafio e logicamente diferencial competitivo principalmente aos centros de distribuição, tem sido um controle logístico de gerenciamento de estoques atrelado ao canal de distribuição. Segundo Bertaglia (2017), dentro de uma estrutura de armazenagem, alguns processos simples que podem agregar grande diferença é o controle de estoques com definição de mínimo e máximo, ou seja, o mínimo é o start do setor de compras, onde não necessariamente se esgotam os produtos armazenados, já se efetua a compra no lead time de entrega do fornecedor e com a rotina de movimentação e separação diária, se permite chegar mercadoria para abastecimento sem que esgote mercadoria para separação aos clientes solicitantes. Já no caso de estoque máximo, um simples controle de curva abc, giro de estoque, permite um controle de produto por produto, entendendo a demanda de mercado e definindo o máximo de itens a serem armazenados e que seja suficiente e não excessivo, afinal estoque parado é dinheiro perdido. Ainda, em se tratando de estoques, temos uma simples e prática ferramenta que é o endereçamento de estoque, o endereçamento cria processo de separação e gerencia o tempo de trabalho do separador de pedidos, afinal um estoque sem endereço se torna uma galpão de produtos sem ordem de coleta, onde o https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 separador de forma funcional, acaba tendo que memorizar os itens alocados, onde muito das vezes se torna humanamente impossível a memorização e propriamente se aumenta a chance de erro na separação de pedidos. Por fim e não menos importante, segundo Ballou (2006), o pedido do cliente separado, gera a demanda de distribuição, onde através da viabilidade de cubagem de carregamento dos veículos somado ao romaneio de carregamento. (FIFO) First in First Out , sendo o primeiro que entra será o ultimo pedido a ser descarregado e logicamente para todo esse contexto de roteiro, necessito de um software para gerenciamento e criação de roteiros em cima do algoritmo matemático do carteiro chinês ou mesmo caixeiro viajante para controle depreciativo, economia de tempo e combustível. Ainda, para Bertaglia (2017), o TMS (Transportation Management System), conhecido como Sistema de Gerenciamento de Transporte ou ainda Sistema de Gestão de Transporte e Logística, é hoje um grande diferencial ao operador logístico. O software permite a melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Este sistema permite controlar toda a operação e gestão de transportes de forma integrada. O sistema adquiridos permite o atendimento aos processos de um transportador, abrangendo as áreas comerciais, operacionais, sac, seguros, faturamento, financeira e logística. Um TMS visa ser integrado com um sistema de ERP, desta forma ao emitir um CT-e ou NFS-e, por exemplo, a integração financeira, fiscal e contábil ocorrerá automaticamente. Segundo Bowersox (2002), 0 sistema tem como finalidade identificar e controlar os custos inerentes a cada operação, sendo importante identificar e medir os custos de cada elemento existente na cadeia de transporte, a qual envolve não só o veículo em si, mas também a gestão dos recursosIndustrial, ocorrida na América do Norte, Europa e Japão, entre 1860 e 1900, foi uma corrida rumo à industrialização, caracterizada pela invenção do aço, descoberta da eletricidade e do petróleo, e foi uma importante transformação do capitalismo. O que se traz de importante desta Revolução é o início da produção em massa inventada por Henry Ford, onde se tem por princípio padronizar o produto e, desta forma, em linha de montagem, cada trabalhador exerce uma função integrada na sequência produtiva. Esta atividade revolucionou o mundo na época, onde se barateou o custo produtivo, viabilizando o acesso de compra de produtos por classes econômicas que antes não tinham acesso. Ainda, em se tratando de evoluções na Segunda Revolução Industrial, não poderíamos deixar de lado a história e modelo Toyota de produção, usada até os dias de hoje pela revolução industrial positivamente que causou. A história da Toyota é bastante interessante, onde o Japão, ainda enfrentando as consequências do Pós- Segunda Guerra Mundial, impactando ainda mais a situação dentro deste período difícil, se somou a uma catástrofe natural, com alguns terremotos afetando diretamente algumas linhas férreas, desta forma, limitando ainda mais a mobilidade da sociedade japonesa. Na época, a família Toyota produzia e https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com mecanizava teares para a fabricação de tecido. Com esta atividade se criou a demanda de ir buscar suprimentos nos Estados Unidos, e numa dessas andanças, o mesmo conheceu e idealizou a possibilidade de produção de veículos no Japão. Desta forma, se deu início a logística internacional de peças para se montar os primeiros veículos Toyota. Esse sistema inicialmente tinha uma produtividade muito baixa, o que impedia de adotar o modelo de produção em massa e, consequentemente, surgiu o modelo que é adotado ainda hoje, conhecido como produção enxuta ou “ lean manufacturing ”. Este modelo enxuto, consequente à realidade do país devido à precariedade financeira e dificuldade de matéria-prima, criou estratégias de qualidade para minimizar o máximo possível de desperdícios e gargalos produtivos para não geração de sucatas. Desta forma, se obtém até hoje uma máxima excelência em processos produtivos em linha. O sistema tradicional, de acordo com o modelo fordista da indústria automobilística, também surgiu inicialmente como modelo produtivo referenciado à Terceira Revolução Industrial. Por outro lado, de acordo com o modelo Toyotista e a demanda de produtos e serviços nesta revolução, o simples modelo em massa não atenderias às exigências e diferenciações de produtos e suas particularidades numa sociedade vivente na década de 70, as quais começaram a ter acesso à tecnologia, aos computadores e, também, aos primeiros softwares. Nesta revolução já presenciamos a tecnologia aprimorando antigas invenções, criando novas ou estabelecendo conexões entre diferentes áreas das ciências. Nesta época, a informática inicia sua revolução com computadores e softwares, chips e inúmeros produtos eletrônicos. Temos, ainda, o início da robótica, das telecomunicações e o lançamento de satélites, ao qual se viabilizou as transmissões de rádio e televisão em tempo real. Ainda em se tratando da Era Tecnológica, a telefonia fixa e móvel e o surgimento da internet revolucionam a comunicação em um processo acelerado. A indústria aeroespacial fabrica satélites e leva homens e robôs a novas fronteiras no espaço. Medicamentos, plantas e animais são transformados pela biotecnologia. Todas essas inovações são introduzidas no processo produtivo, criando máquinas capazes de realizar não apenas o serviço pesado, mas tarefas sutis e que exigem cálculos complexos e de grande precisão. Computadores e robôs, unidos, extraem matéria-prima, manufaturam, distribuem o produto final e realizam serviços gerais. De acordo com o breve histórico das Revoluções Industriais, podemos entender o surgimento das cidades, as novas formas de modelos produtivos, modelos de produção em massa, novas formas de consumo e maior variedade de produtos. Desta forma, o impacto que se tem hoje em se tratando de resíduos e consumo descontrolado é originário na Segunda Revolução Industrial, situação pós-guerra, aumento do consumo e variabilidade de produtos, interesse empresarial em fornecer produtos a serem consumidos pela sociedade com ciclo de vida rápido, porém sem pensar na economia circular para reciclagem ou reuso. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Terceira revolução industrial e os desafios das operações globais Vimos anteriormente os passos da Primeira e Segunda Revolução Industrial. A Primeira Revolução, focada em mecanização, é provinciana, portanto, não se demandou complexas operações internacionais. Já a Segunda Revolução, com o impacto do Ford, e propriamente o modelo de montagem de veículos da Toyota, se demandou em atividades de armazenagem e de transportes com controle de tempo e custo. A Terceira Revolução Industrial, ou Revolução Tecno-científica, permitiu o desenvolvimento de atividades na indústria somando tecnologias de ponta em todas as etapas produtivas. A produção de tecnologias é um ramo que se apresenta como um dos mais promissores no âmbito global, ou seja, o empresário começa a perceber o poder de escolha do cliente e propriamente o início da mecanização fabril somada à mão de obra produtiva. Nas primeiras revoluções, de certa forma, os produtos não apresentavam valor agregado, afinal, os mesmos não detinham tanta tecnologia imputada. Por outro lado, nesta nova e Terceira Revolução, o conhecimento inserido, no qual foram gastos anos de estudos e pesquisas, agregaram elevados valores no produto final, mesmo que tenha sido gastos pouca quantidade de matéria-prima. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Ou seja, entramos na era da produção de computadores, softwares, microeletrônica, chips, transistores, circuitos eletrônicos, além da robótica, com grande aceitação nas indústrias, telecomunicações e informática em geral. Destacam-se, ainda, a expansão de transmissores de rádio e televisão, telefonia fixa, móvel e internet, indústria aeroespacial, biotecnologia e muitas outras inovações. Nesta realidade global, o desenvolvimento tecnológico e o aprimoramento rotineiro permitem uma melhor produtividade, ergonomia e novos meios de trabalho ao serem melhores geridos, com mais qualidade, menos desperdício, permitindo uma melhor concorrência sem fronteiras. É na Terceira Revolução Industrial que se demanda uma total reformulação de logística e supply chain , com operações globais, geridas em escala e distribuição para competição sem fronteiras. Sim, o mundo passa a ter acesso à competição tecnológica de produtos com seu ciclo de vida cada vez menor, cada vez mais rápido a sua atualização e uma necessidade de operações logísticas cada vez mais complexas. Quarta revolução industrial e os desafios das operações globais https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Discutimos nos primeiros capítulos as clássicas Revoluções Industriais, os modelos tradicionais de inovação, a padronização do Ford, os modelos de trabalho focado em qualidade do Toyotismo, porém, também podemos observar que essas inovações eram feitas e mantidas por muito tempo, se tornando métodos e ferramentas de médio e longo prazo para a indústria. Isto de nenhuma forma foi ou é negativo, porém, a globalização trouxe uma velocidade e exigência tecnológica de acordo com o novo modelo, que demanda velocidade. Todo este passo evolutivo, rápido e cíclico, definitivamente, ganhou destaque no último fórum econômico mundial. O termo “Indústriahumanos e materiais, o controle das cargas, os custos de manutenção da frota e índices de discrepâncias nas entregas, bem como as diversas tabelas de fretes existentes (peso, valor, volume) apresentando o modelo que melhor se ajusta. Se você ainda não faz estes processos dentro do seu ambiente de trabalho, você não faz logística e sim apenas transporte sem controle e ganho de resultados. REFERÊNCIAS BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos / logística empresarial . 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. BERTAGLIA, Paulo R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento . São Paulo: Saraiva, 2009. BOWERSOX, Donald J.,CLOSS, David J., COOPER, M. Bixby. Gestão Logística de Cadeias de Suprimentos . Porto Alegre: Bookman, 2002. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com PARABÉNS! Você aprofundou ainda mais seus estudos! Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial/editorial?authuser=0 Página inicial EDITORIAL DIREÇÃO UNICESUMAR Reitor Wilson de Matos Silva Vice-Reitor Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor de Administração Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor Executivo de EAD William Victor Kendrick de Matos Silva Pró-Reitor de Ensino de EAD Janes Fidélis Tomelin Presidente da Mantenedora Cláudio Ferdinandi C397 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ . Núcleo de Educação a Distância; BINOTO , Renato; Logística Internacional e Operações Globais . Renato Binoto; Maringá-Pr.: UniCesumar, 2017. 21 p. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 “Pós-graduação Universo - EaD”. 1. Logística. 2. Internacional. 3. EaD. I. Título . CDD - 22 ed. 658.7 CIP - NBR 12899 - AACR/2 Pró Reitoria de Ensino EAD Unicesumar Diretoria de Design Educacional Equipe Produção de Materiais Fotos : Shutterstock NEAD - Núcleo de Educação a Distância Av. Guedner, 1610, Bloco 4 - Jardim Aclimação - Cep 87050-900 Maringá - Paraná | unicesumar.edu.br | 0800 600 6360 Retornar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog4/p%C3%A1gina-inicial?authuser=04.0” teve sua originem no projeto estratégico de alta tecnologia do Governo Alemão, que promoveu a informatização da manufatura. A Primeira Revolução Industrial mobilizou a mecanização da produção usando água e energia a vapor. A Segunda Revolução Industrial, então, introduziu a produção em massa com a ajuda da energia elétrica. Em seguida, veio a revolução digital e o uso de eletrônicos e tecnologia da informação para automatizar ainda mais a produção. O termo foi usado pela primeira vez na Hannover Messe. Em outubro de 2012, o Grupo de Trabalho na Indústria 4.0, presidido por Siegfried Dais (Robert Bosch GmbH) e Henning Kagermann (German Academy of Science and Engineering), apresentou um conjunto de recomendações para implementação da Indústria 4.0 ao Governo Federal Alemão. Em abril de 2013, novamente na Feira de Hannover, o relatório final do Grupo de Trabalho da Indústria 4.0 foi apresentado. Isto é uma crescente preocupação das indústrias, afinal, esta velocidade ocorre por meio da apresentação de produtos no mercado com o objetivo de se manterem líderes no comércio. Esta acirrada disputa implica em grandes esforços na combinação da elevada qualidade dos produtos, inovação e a relação custo-benefício para os clientes. A vantagem competitiva sustentável, idealizada pelas empresas, está cada vez mais difícil de ser conquistada devido a velocidade da evolução de alguns mercados. Sendo assim, na maioria dos casos, o ritmo das alterações no mercado proporciona às empresas vantagens competitivas que são apenas temporárias, devido a entrada de novos concorrentes. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com Portanto, frente ao cenário econômico atual, a tecnologia é tida como um fator-chave na definição de melhores níveis de produtividade, qualidade, preço e flexibilidade por parte das empresas. É consensual que para crescer é necessário a tecnologia, contudo, a questão que se coloca em causa é se esta cria ou não. Toda essa competição acirrada é pensada na fase de desenvolvimento, geração do produto, distribuição, estratégia de consumo e liderança de mercado. Entretanto, quando se trata de um capitalismo consciente, equilibrado dentro do contexto da economia circular, o fluxo reverso demanda a tecnologia disruptiva para reciclo ou reuso destes itens, não mais trabalhando num modelo de consumo linear, e sim, cíclico. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/unidade-1?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial/atividades?authuser=0 Página inicial ATIVIDADES 1. Nas alternativas a seguir, responda Verdadeiro ou Falso sobre a importância do Lean Manufacturing após a Primeira Revolução Industrial. 1) Ele é um simples processo e método que não tem relevância econômica. 2) Ele é o grande desafio corporativo para a gestão de custos e aos padrões de qualidade. 3) Na Quarta Revolução Industrial não se usa lean . 4) O lean só serve para a Toyota. 5) O lean revolucionou o mundo e ainda se faz presente como ferramenta de gestão. a) F, V, V, F, V b) V, V, F, V, F c) F, V, F, F, V d) F, F, F, V, V e) V, F, V, F, V 2. Henry Ford, com sua famosa frase: “você tem o direito de comprar qualquer cor de carro, desde que ele seja preto”, fez a escolha desta cor preta por qual motivo? a) Porque era mais barato. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 b) Porque só existia a cor preta na época. c) Porque a maioria dos clientes gostava da cor preta. d) Porque no ato da montagem a cor preta escondia as marcas de mãos, portanto, não gerava defeitos. e) Porque a cor preta não riscava. 3. O que evoluiu da Segunda para a Quarta Revolução Industrial? a) Apenas o modelo de consumo. b) O novo modelo de fabricação integrado com robotização e inteligência. c) Não apresenta diferença. d) A Segunda Revolução era a melhor. e) A Segunda Revolução era a mais eficiente. 4. Henry Ford tinha uma montadora globalizada de veículos? a) Sim, com uma estratégia global. b) Ele não possuía uma montadora e, sim, literalmente, uma fábrica de carros. c) Ele somente montava os veículos após comprar suprimentos de outras indústrias. d) Todos os fornecedores eram bem geridos globalmente. e) Ford já utilizava outras cores para os veículos além da cor preta. Resolução das atividades Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial/resumo?authuser=0 Página inicial RESUMO Nesta unidade vimos todo o contexto histórico do mundo entre as Revoluções Industriais e a demanda de operações globais. Na Primeira Revolução Industrial não existia uma necessidade grande de operações globais pela demanda ainda provinciana de desenvolvimento. Porém, na Segunda Revolução, principalmente por influência da Ford e Toyota, o modelo operacional, de abastecimento e distribuição global começaram a ter mudanças devido a demanda de montagem de veículos atrelada à estratégias enxutas. A Terceira Revolução, após o surgimento, principalmente, dos computadores, consentiu que a internet rompesse fronteiras e o consumo tornou-se global, por consequência de uma necessidade de operações e transportes eficiente e globalizada. Na Quarta Revolução Industrial vencemos a escala, quebramos a padronização e todos passaram a ter acesso em produtos exclusivos também em escala global. É evidente, a partir de agora, que a operação global não é apenas um diferencial, mas, sim, uma estratégia de sustentabilidade corporativa, afinal, a internet junto ao site da empresa torna-se global, numa exigência e velocidade cada vez mais rígidas. Seja bem-vindo(a) ao novo desafio de operações cada vez mais ágeis e complexas, em que a informação chega ao consumidor em tempo real Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/resumo?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial/eu-indico?authuser=0 Página inicial Material Complementar Leitura A máquina que mudou o Mundo Autor: James P. Womack, Daniel Jones, Daniel Ross Editora: Campus Sinopse : O termo “lean” foi cunhado originalmente no livro “The machine that changed the world”, de Womack, Jones e Roos, publicado nos EUA em 1990. Trata-se de um abrangente estudo sobre a indústria automobilística mundial realizada pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology). Nesse trabalho ficaram evidentes as vantagens do desempenho do Sistema Toyota de Produção que trazia enormes diferenças em produtividade, qualidade, desenvolvimento de produtos etc. e explicava, em grande medida, o sucesso da indústria japonesa. Comentário : Este é o livro sobre lean que todo profissional apaixonado por logística tem a obrigação de ler. Além de ser muito legal, te dará vários insights na carreira. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Leitura A Meta Autor: Eliyahu M. Goldratt e Joff Cox Editora: Nobel Sinopse : O livro trata das dificuldades enfrentadas pelo gerente de uma fábrica em administrar sua empresa com oobjetivo de evitar a falência. Como tem um tempo limitado, três (3) meses, para melhorar o desempenho da fábrica, o gerente não mede esforços em encontrar e descobrir modos para tornar a fábrica competitiva sob sua direção. É descoberto um processo de raciocínio da teoria das restrições, que pode ser entendida como uma ampliação do pensamento da tecnologia de produção otimizada, atingindo assim, a meta, que corresponde ao propósito global da organização (ganhar dinheiro). O gerente da fábrica, Alex Rogo, trabalhava sob pressão, “sua fabrica” estava indo mal. Bill Peach, vice-presidente da divisão, estava lhe cobrando a entrega de um pedido atrasado; para atender o referido pedido ultrapassou limites e normas internas, agregando altos custos extras; estava nervoso e aborrecido, nada funcionava, e a vida conjugal também ia mal, pois Alex não tinha tempo para a família. Comentário : Se você quer ser um verdadeiro líder, um executivo e propriamente ter passos de melhoria contínua em operações complexas, este livro é imperdível. Na Web Desafio e modelo industrial que revolucionou o mundo num modelo de negócio enxuto e de escala global. Seja bem-vindo(a) ao método que, independente das próximas Revoluções Industriais, sempre esteve presente. Confira a história completa no link. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://www.youtube.com/watch?v=TgeHXoUXpoA Acesse Na Web Você ainda não entendeu o que é uma indústria perfeita? Bem gerida? Se entra lixo, sai lixo? Aqui você pode fazer a analogia da indústria perfeita com a importância do Lean Manufacturing. Confira a história completa no link. Acesse Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://www.youtube.com/watch?v=TgeHXoUXpoA https://www.youtube.com/watch?v=__OGncEPgrE https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial/refer%C3%AAncias?authuser=0 Página inicial REFERÊNCIAS AKTURK, M. S.; ERHUM, F. Overview of design and operation alissues of kanban systems. International Journal of Production Research , v. 37, n. 17, p. 3859-3881, 1999. ANTUNES, J; ALVAREZ, R; KLIPPEL, M; BORTOLLOTO, P; DEPELLEGRIN, I. Sistema de Produção – Sistemas e Práticas para Projeto e Gestão da Produção Enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2008. BERKLEY, B. J. A Review of the Kanban Production Control Research Literature. Production and Operation Management , v. 1, n. 4, p. 393-411, 1992. BONNEY, M. C.; ZHANG, Z.; HEAD, M. A.; TIEN, C. C.; BARSON, R. J. Are push and pull systems really so different? 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É importante ter uma visão estratégica e única entre todos os membros de uma cadeia de suprimentos. Não se pode pensar num modelo circular sem uma rede colaborativa entre todos os envolvidos na cadeia de consumo. Hector Nunez nos prova isto, ainda quando CEO, do Grupo Walmart, quando juntou os 23 maiores fornecedores da rede e, juntos, criaram um plano de sustentabilidade por meio de uma ferramenta de planejamento estratégico com foco em repensar alguns pontos de impacto na origem. A ferramenta foi chamada de Sustainability Score Card. O conceito é inovador e oriundo do clássico Balanced Scorecard, com foco no Tripé da sustentabilidade (Econômico, Social e Ambiental), incorporando, assim, os princípios do desenvolvimento sustentável na gestão da organização. Uma das ideias discutidas foi sobre o espaço nas caixas de Bandaid. O porquê de se ter tanto espaço vazio? Hector se juntou ao time da Johnson & Johnson e, por meio do método, surge um projeto de redução do espaço superestimado. O projeto sugeriu a diminuição da caixa sem a interferência no produto, desta forma, este ato reflete em todas as atividades a seguir: Minimização de papelão na origem : ou seja, se a empresa gerencia o mínimo possível da geração desnecessária de papelão, já está solucionando o pensamento do ato de se gerenciar o resíduo na origem, afinal, este produto será consumido e descartado com o mínimo de impacto. Transporte de papelão e ar : é outro impacto muito interessante, afinal, o ato da redução de papelão junto à cubagem da embalagem reduz a volumetria das cargas a serem transportadas, ou seja, literalmente a indústria deixa de transportar ar e papelão num baú de caminhão. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Armazenagem em centros de distribuição : por mais que o produto tenha sido pago pelo varejista, em muitos casos, principalmente em grandes redes, a compra é única e depois a própria rede o armazena em centros de distribuição e, posterior a isso, abastece as lojas. Já parou para pensar no volume de ar e papelão que são armazenados pelo simples fato de não se pensar nas embalagens? Cuidado, pois por mais que se tenha pago pelo produto, a manutenção, operação e armazenagem de um centro de distribuição custa caro. Ela é gerenciada por tempo de armazenagem e cubagem, portanto, embalagens inteligentes apresentam uma grande redução de custo e solução de volumetria na origem. Transporte e ar para o varejo : conforme comentado anteriormente, se armazenado em centros de distribuição, estes produtos agora demandam o abastecimento das lojas. Já imaginou quantos supermercados existem no Brasil? Portanto, o número de viagens é proporcional a cubagem de ar e papelão desnecessária. Por isso, no caso apresentado do Walmart, a redução foi de 75 viagens mensais. Sendo assim, a redução da embalagem trouxe redução e ganhos financeiros em todos os setores desta linha de abastecimento e ganhos integrados da indústria até o cliente final. Quem reduz na indústria, reduz diretamenteo volume desnecessário de embalagens na residência do cliente. Armazenagem de ar e papelão nas gôndolas : no caso do mercado, o ganho que se tem para alocar mais produtos aos clientes minimiza o volume de embalagens desnecessárias que o mesmo leva para casa. Alguns profissionais do setor de marketing podem até discordar deste fato, afinal, pode-se dizer que a embalagem, por si só, é o grande diferencial do produto. Acreditamos que devido a oportunidade tecnológica existem outros meios para se ofertar o produto, e não apenas em caixas gigantes. Se realmente o destaque do produto é apenas a correlação do tamanho da embalagem, daqui há uns anos os supermercados com grandes variedades terão que dobrar o tamanho. Comercialização de papelão que demandará retorno : se o excesso da embalagem desnecessária é gerenciado na origem, se gerencia o volume na residência do consumidor. Vimos na PNRS o primeiro passo para atendimento da mesma é o evitar. Logicamente, teremos que destinar de forma adequada e coletar esta embalagem reduzida, porém, ela tem um impacto muito menor do que uma embalagem grande e desnecessária. Impacto na origem : sim, você pode observar que a reversa é mais simples do que parece, porém, quando se tem um trabalho em conjunto e o pensamento está focado na origem. Esperamos poder colocar algum caso de sucesso de algum amigo leitor nas próximas edições deste livro. Logística oriuda de “ logus ”, originário do Latim, e significa a arte de planejar, de calcular junto a estratégia da simplicidade. Um pensamento adequado na origem traz diminuição de custos numa operação global. De uma redução de embalagem ao diferencial competitivo. REFERÊNCIAS ELKINGTON, J. Canibais com Garfo e Faca . São Paulo: Makron Books, 2001. O’ ROURKE,P. J. A riqueza das nações de Adam Smith : uma biografia. Rio de Janeiro: Ed. Jorge Zahar, 2008. PIRES, S. Gestão da Cadeia de Suprimentos : conceitos, estratégias, práticas e casos. São Paulo: Atlas, 2004. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com PARABÉNS! Você aprofundou ainda mais seus estudos! Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/aprofundando?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial/editorial?authuser=0 Página inicial EDITORIAL DIREÇÃO UNICESUMAR Reitor Wilson de Matos Silva Vice-Reitor Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor de Administração Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor Executivo de EAD William Victor Kendrick de Matos Silva Pró-Reitor de Ensino de EAD Janes Fidélis Tomelin Presidente da Mantenedora Cláudio Ferdinandi C397 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ . Núcleo de Educação a Distância; BINOTO, Renato; Logística Internacional e Operações Globais . Renato Binoto; Maringá-Pr.: UniCesumar, 2017. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 26 p. “Pós-graduação Universo - EaD”. 1. Logística. 2. Internacional. 3. EaD. I. Título CDD - 22 ed. 658.7 CIP - NBR 12899 - AACR/2 Pró Reitoria de Ensino EAD Unicesumar Diretoria de Design Educacional Equipe Produção de Materiais Fotos : Shutterstock NEAD - Núcleo de Educação a Distância Av. Guedner, 1610, Bloco 4 - Jardim Aclimação - Cep 87050-900 Maringá - Paraná | unicesumar.edu.br | 0800 600 6360 Retornar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p�gina-inicial/editorial?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog1/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Página inicial ESTRATÉGIA EM OPERAÇÕES GLOBAIS Professor (a) : Me. Renato Binoto Objetivos de aprendizagem • Apresentar todas as condições e particularidades ao se criar uma cadeia de suprimento internacional e redes de colaboração. • Apresentar os primeiros passos da criação de redes colaborativas para operações de logística internacional. • Apresentar o passo a passo da criação integrada e sistêmica de redes colaborativas. • Apresentar o ganho mútuo e integrado entre todos os envolvidos nestas redes colaborativas para a gestão logística de fluxo internacional. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Plano de estudo A seguir, apresentam-se os tópicos que você estudará nesta unidade: • A relação entre Gestão da Cadeia de Suprimentos e Redes de Colaboração • Estruturas da Cadeia de Suprimentos • Criando Redes de Colaboração em Cadeias de Suprimentos • Relacionamento na Cadeia de Suprimentos Introdução Não é de hoje que se sabe da vantagem estratégica em se trabalhar de forma integrada entre todos os elos da gestão de cadeia logística entre fornecedor e cliente para uma maior eficiência em prazo de entrega, minimização de estoques e maior confiabilidade em qualidade e, consequentemente, diminuição dos custos logísticos em toda a rede. Para este desafio logístico é primordial o comprometimento dos profissionais de logística, seguida da chave do negócio, que é o fluxo de informação entre os integrantes. Uma possível solução para a complexidade do problema é a de se trabalhar em redes de colaboração logística. Como dito na aula anterior, logística é oriunda do planejamento. Desta forma, tratando-se de operações globais, é primordial que as empresas se integrem e se planejem de forma colaborativa. Afinal, é impossível uma mesma empresa ser dona de toda a operação, desde a fonte primária de matéria-prima, o transporte de suprimentos, a produtividade, o abastecimento de centros de distribuição até as movimentações de transporte internacional. Cada setor demanda seu desafio e particularidade, e uma operação global se faz com planejamento integrado, ganho mútuo e visão estratégica entre todos os envolvidos. Perante isto, o grande diferencial está em se trabalhar de forma colaborativa. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial https://getfireshot.com O modo colaborativo não é utópico e propriamente perfeito. Demanda todo um planejamento estratégico, comunicativo e contratual entre todos os envolvidos. Só há ganho e produtividade em escala atuando na máxima logística, com contratos de fornecedores e clientes desta cadeia logística e focando sempre no que é mais importante, a negociação, o prazo e custo combinados com o cliente final. Neste estudo será possível identificar alguns passos importantes para a criação de uma rede de colaboração logística, ou seja, a estratégia de liderança logística é fundamental para que se tenha um bom canal de logística internacional com suas operações complexas bem geridas. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial/unidade-2?authuser=0 Página inicial A relação entre gestão da cadeia de suprimentos e redes de colaboração De acordo com profissionais reconhecidos por trabalhos apresentados em grandes eventos de logística, durante muito tempo foi predominante no mercado empresarial uma visão individualista e competitiva, onde fabricantes e fornecedores se relacionavam por serem adversários. Fato no qual se intensificou a competição por custos mais baixos, prazos de pagamentos mais longos, tempo de entrega reduzido e altos níveis de qualidade. Todos esses fatores têm conduzido as empresas a competirem, muitas vezes, em condições desiguais. Todo este diferencial está relacionado à gestãoda informação que, nestes casos, não tem eficiência e compromete toda a cadeia logística. Em decorrência da complexidade empresarial e a competição do mercado, atualmente as empresas enfrentam uma realidade que as impele fortemente para a integração entre membros da cadeia de suprimentos de forma evidente. Sendo assim, as empresas não integram apenas seus processos internos, mas sim, buscam a participação dos membros da sua cadeia de suprimentos. Desta forma, para que se viabilize a integração entre membros da cadeia de suprimentos, as empresas têm buscado implementar sistemas de Tecnologia da Informação (TI) nos quais são essenciais para possibilitar a troca de informações. Por outro lado, o maior gargalo desta atividade se resume em capital humano para comprometimento e gerenciamento de cadeias de suprimentos, fazendo parte da cultura e ética organizacional. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Vivenciamos a Era da Informação e não temos uma conduta empresarial para troca de informações e integração de cadeias de suprimentos. Estas questões são complexas e árduas, porém, é evidente que clientes, fornecedores e outros parceiros estratégicos necessitam incrementar continuamente sua integração e interação na prática de negócios para aperfeiçoar os relacionamentos. Para isto, se faz necessário uma efetiva comunicação e colaboração entre os membros da cadeia de suprimentos. Sem a comunicação não se atinge a integração, pois ela é o ponto-chave para o sucesso logístico. Cada vez mais as empresas estão tentando encontrar ferramentas de colaboração e gerenciamento do capital humano ao qual poderiam facilitar o processo de tomada de decisão, ferramentas das quais exigem não apenas o envolvimento de interessados, mas sim, o comprometimento deles para o sucesso de integração de cadeias de suprimentos. Alguns estudos recentes, como por exemplo, o GALLUP (www.gallup.com), definem estes entraves em se tratando de comprometimento versus envolvimento, ou seja, não basta a equipe de trabalho estar envolvida na cadeia de suprimentos, ela deve estar comprometida com o sucesso de ambos os integrantes, ou no caso de um pior cenário, assumir o prejuízo em conjunto. A maximização das potenciais interações da cadeia produtiva com o objetivo de atender o consumidor de forma mais efetiva permite a redução de custos e também a adição de valores aos produtos finais. Uma das razões principais para a formação de relacionamentos colaborativos na cadeia de suprimentos é aumentar sua competitividade. Esta ideia é baseada em dois princípios: o primeiro é a convicção de que o comportamento colaborativo irá reduzir o risco e aprimorar consideravelmente a eficiência de todo o processo logístico; o segundo é a eliminação de trabalho duplicado e inútil. “As empresas começaram a compreender como o valor estratégico e o poder comercial em redes tornam-se cada vez mais importante em se tratando de habilidades colaborativas. Ponto a ponto, a colaboração é poderosa e pode ser revolucionária”. Fonte: Capgemini, on-line. Toda empresa é um somatório de atividades executadas para projetar, produzir, movimentar, comercializar, transportar e sustentar seu produto. Faz parte desta relação materiais e informações que fluem dentro da empresa, e desta para os clientes e fornecedores. A partir dos clientes e fornecedores se processam as informações e os produtos e se faz o repasse dos mesmos. É desta rede de complexidade de atividades que se gera o valor das empresas. Para se gerir esta rede de materiais e informações cria-se uma rede de empresas e gerenciamento de cadeias de suprimentos. Para uma possível solução, ou mesmo melhoria de processos logísticos, algumas empresas já vêm fazendo uso de redes de colaboração para integração de cadeias logísticas. Bowersox (2000), ao definir colaboração em cadeias de suprimentos, mostra que são duas ou mais companhias independentes, trabalhando juntas no planejamento e execução das operações de suprimento, garantindo um sucesso maior do que o esperado em uma ação isolada. O autor, ainda, reporta que a aliança logística oferece oportunidades que melhoram drasticamente o atendimento ao cliente e ao mesmo tempo reduz os custos operacionais de distribuição e armazenagem. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com Ainda, perante o Bowersox (2000), se faz o alerta para a importância do relacionamento dos parceiros na procura de ganhos mútuos, em que a organização deve optar por uma prospecção externa, considerando o impacto das decisões de negócios não só sobre seu comportamento organizacional, e sim, como também a de seus fornecedores, distribuidores e transportadores. As empresas hoje sabem da importância das inovações da cadeia de suprimentos e que elas podem não ser apenas uma redução de custos, mas também, um caminho para almejar ainda mais a satisfação de seus clientes. No processo colaborativo é importante somar os fornecedores, distribuidores e clientes num relacionamento colaborativo, criando benefícios recíprocos para a cadeia integrada participante. Atualmente, gerenciar a cadeia de suprimentos numa postura colaborativa, aplicando a visão mais moderna da logística, é o campo onde a maioria das empresas vê possibilidades de melhorar a performance e/ou de acrescentar valor aos seus produtos e serviços. BOWERSOX (2000). Estruturas da cadeia de suprimentos Em se tratando da teoria clássica, a gestão da cadeia de suprimentos é a integração de processos e negócios empresariais, desde o cliente final, à interligação de fornecedores originais que fornecem produtos, serviços e informações que adicionam valores aos clientes. Este conceito apareceu em meados dos anos 80 e seu foco principal pode ser definido em termos do número de empresas envolvidas na gestão da cadeia de suprimentos e às atividades e funções envolvidas. O objetivo principal é o de integrar https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com informação, reduzindo lead times entre empresas, e redução da quantidade total de recursos e estoques, fornecendo o nível necessário de atendimento ao cliente para um segmento específico. Segundo Lambert; Cooper (1998), a estrutura base para se gerir uma cadeia de suprimentos consiste em três elementos: • Processo de negócio são as atividades produtivas que transformam input em produtos output , ou seja, atende a demanda do consumidor e gera valor empresarial. É a estrutura de mensuração de atividades designadas a processos específicos de output para consumidores particulares ou ao mercado consumidor • Administração de componentes: é a administração de componentes para a gestão da cadeia de suprimentos. • Estrutura da cadeia de suprimento: é dimensionada e varia a complexidade de componentes do produto e do número de fornecedores necessários para montagem da composição do produto. Figura 1: Moldura de elementos para a Gestão da Cadeia de Suprimentos. Fonte: Lambert et al. (1996) e Cooper et al. (1997). Para se atingir o objetivo da estrutura base da gestão da cadeia de acordo com o modelo, se faz necessário o uso de ferramentas em redes de colaboração. Na figura 1 fica evidente que sem a rede de colaboração entre os três elementos-chaves não é possível atingir o objetivo da gestão na transferência de informação. Segundo Houlihan (1985); Stevens (1989); Cooper & Ellram (1990 & 1993) os componentes-chaves para uma cadeia de suprimentos são: https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com • Planejamento e estrutura de controle (dimensionamentoda cadeia logística com planejamento e controle entre integrantes). • Escoamento de produto e estrutura de facilidade (infraestrutura de transporte de suprimentos). • Fluxo de informação (gerenciamento e integração de informação com integrantes da cadeia logística). • Valor e atitude (valores e atitudes unificados, criação de estratégia única entre empresas). • Cultura organizacional e filosofia corporativa (quebra de paradigmas empresariais, aceite para a mudança cultural). • Métodos administrativos (métodos administrativos correlacionados entre integrantes da cadeia logística). • Procedimento de trabalho e estruturação (dimensionamento da estrutura da gestão da cadeia de suprimentos entre todos os integrantes). • Poder de liderança estrutural (mesmo tendo a integração logística, é necessária a definição de um líder gerencial). • Risco e ganho na estrutura (clareza de ganho e aceitação do risco de perda entre todos os integrantes). De acordo com o modelo proposto, todos os componentes são importantes para a administração da cadeia de suprimentos, porém, prioritariamente, o de maior importância para a estrutura logística e chave do sucesso é o gerenciamento da informação. A frequência de informação integrada entre os membros da cadeia logística fortifica a influência e eficiência na gestão da cadeia de suprimentos. O grande contraste empresarial é o pensamento tradicional em setores de compras inclinados à opinião de que é preferível ter vários fornecedores para um único item trabalhando por meio de cotação de preços e análise de mercado. Os profissionais de compras usam como argumento que apenas um fornecedor não é confiável, podendo por em risco o setor produtivo por falta de suprimentos. Por outro lado, em um cenário de gestão e integração de cadeias logísticas, incorre em qualidade o relacionamento estreito entre fornecedor e compradores, gerando maior habilidade entre as partes para benefício recíproco e mútuo. Esta atividade de integração de cadeias de suprimentos fazendo uso de redes de colaboração resulta aos integrantes: • Prazos de entrega mais curtos; • Promessa de entrega confiável; • Menos quebra de programação; • Níveis de estoque mais baixos; • Implantação rápida das modificações de projetos; • Menos problemas de qualidade; • Preços competitivos estáveis; • Maior prioridade dada aos pedidos; • Padronização de suprimentos. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com Por intermédio da colaboração e estratégias em planejamento logístico ligado e integrado os benefícios são mútuos entre as partes. O novo paradigma competitivo é a cadeia de suprimento concorrendo com a própria cadeia de suprimentos, e o sucesso de qualquer companhia depende de como se gerencia seus relacionamentos de fluxo logístico. Criando redes de colaboração em cadeias de suprimentos Para a criação de uma rede de colaboração logística, inicialmente é primordial definir e identificar os principais parceiros e possíveis integrantes para a rede. A segmentação logística é importante nesta etapa, pois sabe-se que não é possível ser tudo para todo mundo, portanto, a escolha dos principais parceiros limita a máxima logística. Para a escolha dos principais integrantes da rede de colaboração é necessário analisar: • Comprometimento com segmentação logística; • Relacionamento pela cadeia de suprimentos; • Intenção estratégica — combinação de parceiros complementares; • Extensão interorganizacional — Gestão de relacionamentos; • Alavancagem; https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com • Mercado único-cliente principal. De acordo com o modelo proposto por Andersen, pode ser observada a hierarquia estruturada definindo estratégia, estrutura, funcionalidade e execução para criação de laços em redes de colaboração. Segue o esquema de Bowersox (2000), definindo o mapa estratégico e hierárquico para criação de redes de colaboração junto aos integrantes da cadeia de suprimentos. Figura 2: Mapa estratégico e hierárquico para criação de redes de colaboração. Fonte: adaptação do modelo proposto por Andersen (1989). No topo da pirâmide a nível estratégico se define o serviço prestado ao cliente, ou seja, o ponto-chave é a busca do sucesso do cliente, pois é a partir dele que se define a rede de colaboração logística. No caso da estrutura, é proposto o projeto do canal, ou seja, diretrizes e forma de trabalho a ser executadas, seguido da estratégia da rede de colaboração entre os integrantes. Desta forma se permite a escolha dos principais parceiros, que de forma conjunta, buscam o sucesso do cliente. Feito isto, funcionalmente é estabelecido o projeto de operação e armazenagem, o gerenciamento de transporte e de materiais, ou seja, de acordo com a escolha do cliente e tipo de serviço prestado, nesta etapa se define e limita as atividades. Por fim, na fase de implantação é definido o sistema de informação para a gestão entre os integrantes da rede logística, seguido do estabelecimento de políticas e procedimentos a serem https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com cumpridos na rede, gerenciamento da organização e mudanças, ou seja, gerenciamento e quebra de paradigmas na cultura organizacional, seguido das instalações e equipamentos necessários para o atendimento ao cliente e estruturação de toda a cadeia. O conceito de excelência operacional é transversal a todas as áreas de uma organização, o que obriga que haja um alinhamento dos seus sistemas de informação com os objetivos da empresa. A competência para a integração de parceiros em uma rede de colaboração logística deve ser alinhada aos focos de: • Estratégia logística; • Cliente de sucesso; • Principais fornecedores. Relacionamento na cadeia de suprimentos O ponto fundamental em um cenário de redes de colaboração é a visão holística para delimitação de projetos de estratégia. A visão holística de uma empresa equivale a se ter uma “imagem única”, sintética de todos os elementos da empresa, que normalmente podem ser relacionados às visões externas https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com propriamente à empresa. Esta atividade permite uma melhor identificação e mapeamento de suas estratégias, atividades, informações, recursos e organização, fator ao qual valida à estrutura da empresa, cultura organizacional, qualificação do pessoal, assim como suas inter-relações. Pesquisas atuais abordam o grande gargalo organizacional, indagando: como é possível comprometer os colaboradores de empresas em projetos e propostas de mudanças e inovações de melhoria contínua em processos logísticos para criação de redes de colaboração? É necessário criar um sistema que os profissionais participem do processo e assuma seus trabalhos com consciência e sintam a responsabilidade de cada um. Logicamente é um processo muito complexo. O senso de responsabilidade é o ponto crucial para gerar efeitos no processo. Como proposta de auxílio a esta atividade, temos o conceito “ empowerment ”, que é uma ferramenta processual que tem por principal função delegar poder aos funcionários, fornecendo recursos e subsídios. Dentro da organização gerindo a equipe de trabalho por processo, o conceito de empowermwent permite: • Descentralização de poderes pelos níveis hierárquicos; • Criação de maior motivação nos trabalhadores; • Maior liberdade de iniciativa (benefícios a organização); • Delegação de autoridade a um dado indivíduo ou grupo; • Cada indivíduo deverá ter o poder necessário para controlar o próprio trabalho, reduzir os custos e promover eficiência e motivação. Em um projeto de rede logística, fazendo uso de uma visão macro para todos os canais de uma cadeialogística, gerindo informações entre os integrantes, é possível a delimitação dos atributos básicos para o conceito e a viabilidade de redes de colaboração. Para que se atinja realmente uma rede de colaboração, é necessário entre os integrantes da rede: • Confiança; • Ações conjuntas; • Integração das áreas funcionais; • Objetivos comuns e metas em conjunto; • Relação de reciprocidade. Este conceito é cada vez mais seguido no meio empresarial, pois é entendido como fator crítico de sucesso em longo prazo. A forma de trabalho e a definição de processos de uma empresa têm mais valor do que propriamente o produto. A gestão da informação é o principal instrumento de uma economia globalizada em um cenário de redes de colaboração em cadeias logísticas. Fonte: o próprio autor. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com Delimitados os atributos básicos para a criação de redes de colaboração logística torna-se possível a criação da estratégia entre os integrantes da cadeia de suprimentos, delimitando o relacionamento entre eles, seguido de um projeto de rede logística. A estratégia pode ser dividida em três tópicos, conforme a seguir: Colaboração estratégica: compartilhamento de estoques e programação da produção; Colaboração no nível tático: trocas de informações importantes para a melhora do desempenho logístico e redução dos custos logísticos; Colaboração no nível interpessoal: estabelecer confiança entre as pessoas. Este grupo também engloba ações operacionais e culturais entre os parceiros. Em se tratando de estratégia entre os integrantes, para o andamento desta escolha de trabalho se faz necessário um dinamismo organizacional por meio de: • Trabalho em times; • Lealdade — Comprometimento; • Infocracía — Controle de burocracia por sistemas de informação; • Burocracia — É necessária para haver o mínimo de organização; • Competência — Como criar a integração da rede; • Unificação da cadeia de suprimentos; • Tecnologia da informação; • Compartilhamento fiel e leal da informação; • Conectividade — Compartilhar e utilizar informações; • Padronização — Padrões logísticos entre os integrantes; • Simplificação — Padrão e simplificação reduzem a complexidade; • Disciplina — Criação de diretrizes políticas organizacionais para rotinas de operação. Vale ressaltar a importância de que toda mudança e inovação em sistemas organizacionais exigem mudança de postura e quebra de paradigmas. Toda e qualquer empresa possui comportamento organizacional próprio, fator ao qual se agrava no ato da junção de empresas para criação de redes de colaboração em cadeias de suprimentos. As empresas devem estar cientes e atentas para a aceitação desta mudança organizacional para as novas rotinas de operação em conjunto. Neste caso, em se tratando de comportamento organizacional, é recomendável que se faça uso de uma cultura em comum entre os membros, ou mesmo a escolha de um governante. O governante pode contribuir para o sucesso do relacionamento na cadeia complementar. A compreensão desta prática não é simples, pois tanto no aspecto global da cadeia, quanto individual, os conflitos e as dificuldades são pertinentes a um processo colaborativo. Para a escolha da coordenação das ações da rede pode ser estabelecido um comitê liderado pela empresa foco, identificando um governante que possa contribuir para o sucesso do relacionamento na cadeia. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/unidade-2?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial/atividades?authuser=0 Página inicial ATIVIDADES 1. Perante todo o estudo, foi discutida a total importância da rede colaborativa para a logística internacional e gestão operacional. Perante esta realidade, assinale a alternativa correta: a) Redes colaborativas não têm ganho mútuo entre os integrantes. b) Redes colaborativas só traz vantagens ao cliente final. c) Nas redes colaborativas os objetivos são individuais. d) Nas redes colaborativas a qualidade e o custo são deixados de lado. e) Nas redes colaborativas todos ganham, inclusive o cliente final. 2. Qual é o topo da pirâmide de uma rede colaborativa? Assinale a alternativa correta: a) Ganho mútuo e atendimento ao cliente. b) Objetivos individuais e redução de custos. c) Objetivos individuais e diminuição de gaps. d) Apenas transportar produtos aos clientes. e) Vantagens individuais sem integração. https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 3. A rede colaborativa permite... Assinale a alternativa INCORRETA: a) Otimização e controle operacional integrado. b) Resposta rápida ao cliente e redução de custos. c) Aumento da qualidade. d) Auditoria e melhoria de performance. e) Individualismo e desintegração logística. 4. Uma cadeia de suprimentos se faz de ponta a ponta? Assinale a alternativa correta: a) Não, afinal, uma cadeia de suprimentos demanda integração. b) Não, afinal, uma cadeia de suprimentos demanda integração e redes colaborativas. c) Sim, existe esta possibilidade. d) Sim, pode ser uma operação solitária e global. e) Nenhuma das alternativas está correta. Resolução das atividades Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/atividades?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial/resumo?authuser=0 Página inicial RESUMO De acordo com as informações contidas nesta unidade, fica clara a viabilidade logística em se trabalhar por meio de redes de colaboração logística, assegurando vantagens competitivas e ganhos em relação a tempo e custo em busca do sucesso do cliente. Sem redes colaborativas não se têm operações globais bem geridas nem desenvolver operações logísticas internacionais sem a visão holística e integrada entre todos os elos da cadeia. Perante o estudo foi possível identificar a impossibilidade de se trabalhar sem integração e comunicação entre todos os envolvidos. Uma cadeia logística não se cria sozinho, e o poder necessariamente sobre a mesma não é da indústria. A rede colaborativa deve ser horizontal e sempre pensar no ganho mútuo e na estratégia global do perfeito e correto atendimento ao cliente no menor tempo, no prazo combinado e, logicamente e primordial, no menor custo. Muito se fala em logística, porém só se faz transporte. A logística é o antes, é o ato de planejar, de integrar, de se comunicar e contratar todos os elos envolvidos definindo valores mútuos e prazos, mitigando riscos globais e gerenciando todos os elos. Hoje em dia vencemos a escalabilidade e o consumidor não busca mais produtos e, sim, serviços e experiência de uso. Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/resumo?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial/eu-indico?authuser=0 Página inicial Material Complementar Leitura Logística e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento Autor: Paulo Roberto Bertaglia Editora: Saraiva Sinopse : Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento é o único livro em língua portuguesa capaz de abranger toda a conceituação, metodologia, evolução do supply chain ou cadeia de abastecimento em nosso país, comvários casos ocorridos em diferentes setores de atividade. Ele reúne não só as referências que antes se buscava em congressos, artigos, na literatura estrangeira ou na Internet, como também as experiências bem- sucedidas das empresas brasileiras. Todos sabem que melhorias de qualidade e no tempo de entrega de qualquer produto ou componente e reduções nos custos, carga tributária ou giro de uma determinada mercadoria têm por objetivo a competitividade, visando sempre a satisfação do cliente. Foi pensando nisso que o autor Paulo Bertaglia trouxe exemplos de como empresas no Brasil — Bic, https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial?authuser=0 Martins, Volkswagen, Avon, Nivea, Magazine Luiza, e outras — utilizam-se da logística e integram seus sistemas a fim de superarem seus objetivos. Comentário : Este é o livro de cabeceira indicado para o profissional de logística. Na Web Rose George: Por dentro da indústria secreta da navegação. Acesse o link disponível em: Acesse Avançar UNICESUMAR | UNIVERSO EAD https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p�gina-inicial/eu-indico?authuser=0 https://getfireshot.com https://www.youtube.com/watch?v=j7RsRnYlz7I https://sites.google.com/fabrico.com.br/posldog2/p%C3%A1gina-inicial/refer%C3%AAncias?authuser=0 Página inicial REFERÊNCIAS BARRATT, M. Unveiling Enablers and Inhibitors of Collaborative Planning. The International Journal of Logistics Management , v. 15, n. 1, p. 73-90, 2004. BOWERSOX, D. J.; CLOSS, D. J.; STANK, J. P. Ten mega-trends that will revolution izesupply chain logistics. In: Journal of Business Logistics , v. 21, n. 2, 2000. CAPGEMINI CConsulting, Disponível em: . Acesso em: 08 ago. 2017. COOPER, Martha C.; LAMBERT,Douglas M.; PAGH, Janus D. Supply Chain Management: More than a new name for Logistics. 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Fato no qual se intensificou a acirrada competição por custos mais baixos, prazos mais longos de pagamento, reduzidos tempo de entrega e altos níveis de qualidade, o que tem conduzido as empresas a competirem, muitas vezes, em condições desiguais. A informação entre os membros da cadeia de suprimentos não era compartilhada eficientemente, tendo em vista a cultura existente entre as empresas, que visava somente à obtenção de vantagem a qualquer custo. Para Pires (2009), historicamente no Brasil, a logística surge com maior importância na década de 80 e propriamente intrínseca ao contexto abordado anteriormente, ou seja, na prática existe uma grande diferença entre logística e transporte. Integrantes de uma cadeia logística que trabalham apenas com gestão de dados não conseguem trabalhar para o tempo e, sim, contra o tempo, afinal, o analista de logística trabalha com informações, essas sim, vindas de bons softwares de gerenciamento como, por exemplo, ERP, WMS e ferramentas de gestão e roteirização de frotas em canais de distribuição. Ainda segundo Pires (2009), para que se viabilize a integração entre membros da cadeia de suprimentos, as empresas têm buscado implementar sistemas de Tecnologia da Informação (TI) nos quais são essenciais para possibilitar a troca de informações. Por outro lado, o maior gargalo desta atividade se