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<p>Ana Caroline Silva, Carolina Borges, Gabriela Porto, Julia Lima, Letícia Konzen e Izabela Castro</p><p>São chamados de fungos alergizantes;</p><p>Se propagam principalmente pelo ar;</p><p>Responsáveis por manifestações</p><p>respiratórias alérgicas, como rinite ou asma;</p><p>Oportunistas em imunodeprimidos;</p><p>A presença destes fungos depende de:</p><p>condições de ventilação em ambientes</p><p>fechados, umidade, temperatura e locais</p><p>com alta atividade humana.</p><p>Aspergillus sp.</p><p>Fungo filamentoso, termotolerante e oportunista;</p><p>É utilizado nas indústrias alimentícias, de bebidas, farmacêuticas e têxteis;</p><p>Afeta imunodeprimidos e estão presentes em ambiente hospitalar;</p><p>Se instala nas vias aéreas, causando sintomas respiratórios.</p><p>Penicillium sp.</p><p>Saprófita ou habitante natural do solo;</p><p>Causam mofo, se desenvolvendo principalmente em frutas, grãos, vegetais e raízes;</p><p>Utilizado em antibióticos, como a penicilina;</p><p>Infecções na pele e sistema respiratório;</p><p>Usados na produção de queijos tipo Brie, Camembert e Gorgonzola.</p><p>Decomposição e reciclagem de</p><p>nutrientes;</p><p>Formação do solo: ambiente</p><p>propício para o crescimento de</p><p>plantas;</p><p>Controle de poluentes: químicos</p><p>complexos;</p><p>Biodiversidade, saúde e</p><p>manutenção dos ecossistemas;</p><p>Mitigação dos impactos</p><p>ambientais negativos;</p><p>Importante papel no ciclo do</p><p>carbono;</p><p>Atuam como agentes de</p><p>biocontrole</p><p>Produção de compostos</p><p>bioativos;</p><p>São indicadores ambientais</p><p>Interagem com outros</p><p>organismos, como bactérias,</p><p>plantas e animais;</p><p>Alergias respiratórias: asma +</p><p>rinite alérgica;</p><p>Porto alegre: sensibilização a</p><p>alérgenos de fungos anemófilos</p><p>Caráter patógeno oportunista;</p><p>Diagnóstico e tratamento</p><p>Imunocompetentes +</p><p>imunodeprimidos;</p><p>Monitoramento da qualidade do</p><p>ar para presença de patógenos;</p><p>Prevenção de doenças;</p><p>Estratégias de controle.</p><p>Existem diversos métodos de coleta para fungos anemófilos, como</p><p>MÉTODO DE GRAVIDADE*</p><p>MÉTODO VOLUMÉTRICO*</p><p>MÉTODO DE IMPACTO*</p><p>AMOSTRA POR FILTRAGEM</p><p>AMOSTRADORES DE SEDIMENTAÇÃO ATIVA</p><p>COLETORES DE ESPOROS POR ARMADILHA DE FITA ADESIVA</p><p>AMOSTRADORES ELETROSTÁTICOS</p><p>AMOSTRA POR BIOAEROSSÓIS EM LÍQUIDO</p><p>*Principais métodos de coleta</p><p>Existem diversos métodos de coleta para fungos anemófilos, como</p><p>MÉTODO DE GRAVIDADE*</p><p>MÉTODO VOLUMÉTRICO*</p><p>MÉTODO DE IMPACTO*</p><p>AMOSTRA POR FILTRAGEM</p><p>AMOSTRADORES DE SEDIMENTAÇÃO ATIVA</p><p>COLETORES DE ESPOROS POR ARMADILHA DE FITA ADESIVA</p><p>AMOSTRADORES ELETROSTÁTICOS</p><p>AMOSTRA POR BIOAEROSSÓIS EM LÍQUIDO</p><p>*Principais métodos de coleta</p><p>MÉTODO DE GRAVIDADE</p><p>Placas de sedimentação</p><p>Placas de Petri contendo meio ágar Sabouraud dextrose (ASD);</p><p>Amplamente utilizado devido à sua simplicidade e baixo custo;</p><p>O princípio básico é a sedimentação natural de partículas no ar através da gravidade;</p><p>É um tipo passivo de coleta.</p><p>MÉTODO VOLUMÉTRICO</p><p>Coletam um volume específico de ar, depositando os esporos em um filtro</p><p>Permite definir a periodicidade dos fungos anemófilos;</p><p>Oferece uma estimativa quantitativa precisa da concentração de</p><p>partículas aerossolizadas por unidade de volume de ar;</p><p>Pode ter custo mais elevado;</p><p>Pode envolver superfícies de impacto em detrimento do filtro;</p><p>Temos como exemplo o amostrador de filtro de membrana.</p><p>Controle do Ambiente:</p><p>Ventilação de ambientes fechados;</p><p>Manter níveis adequados de umidade relativa;</p><p>Manter as superfícies limpas e secas nos</p><p>ambientes propícios;</p><p>Filtros de ar para minimizar os esporos no ar.</p><p>Cuidados Pessoais:</p><p>Utilização de máscaras onde a presença de</p><p>esporos em ambientes úmidos e fechados é</p><p>alta, isto é, porões e sótãos.</p><p>Ambiente Domiciliar:</p><p>Cuidado com o sistema de ventilação;</p><p>Limpeza com produtos antifúngicos ou</p><p>soluções de hipoclorito de sódio e água,</p><p>na proporção 1:1;</p><p>Correção da umidade;</p><p>Deixar as portas abertas;</p><p>Optar por desumidificadores ou ar-</p><p>condicionado com filtro adequado;</p><p>Uso de tintas fungicidas.</p><p>Resolução RE nº 9, de janeiro de 2003, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária</p><p>(Anvisa), a contaminação microbiológica serve como um indicador da qualidade do ar</p><p>interno em ambientes climatizados.</p><p>O valor de contaminação máximo tolerado deve ser inferior a 750 UFC/m3 (UFC é a</p><p>unidade formadora de colônia) de fungos.</p><p>A relação da quantidade de fungos no ambiente interior pela quantidade de fungos</p><p>no ambiente exterior (I/E) deve ser igual ou menor a 1,518.</p><p>Os fungos anemófilos são responsáveis por aproximadamente 16% das sensibilizações alérgicas em</p><p>indivíduos atópicos (sensibilidade ao ambiente) com asma ou rinite;</p><p>Fatores abióticos, como temperatura e umidade, influenciam na proliferação dos fungos anemófilos,</p><p>sendo um ambiente de baixa umidade e temperatura elevada o cenário mais desfavorável ao seu</p><p>crescimento;</p><p>A maior frequência de fungos anemófilos observada no verão, porém diferença não é tão significativa;</p><p>Em países industrializados, como os Estados Unidos, as doenças respiratórias alérgicas causadas por</p><p>fungos anemófilos se manifestam em cerca de 20% da população;</p><p>Pesquisa feita em bibliotecas de instituições de ensino básico e superior em Maceió apresentou 351</p><p>unidades formadoras de colônia em 55 amostras coletadas, destacando a importância de protocolos de</p><p>higiene e desinfecção dos ambientes .</p><p>PREVALÊNCIA DE FUNGOS ANEMÓFILOS NO BRASIL E A CORRELAÇÃO COM DOENÇAS RESPIRATÓRIAS E INFECÇÕES</p><p>FÚNGICAS, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/YWwgs9yRQyXnBny39pykqXy/#</p><p>AIRBORNE FUNGI IN THE CITY OF PORTO ALEGRE, RIO GRANDE DO SUL, BRAZIL, 2003. Disponível em:</p><p>https://www.scielo.br/j/csc/a/YWwgs9yRQyXnBny39pykqXy/#</p><p>CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA E PROTEOLÍTICA DE ASPERGILLUS NIGER ISOLADO DA BIBLIOTECA DO IFPE, 2020.</p><p>Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/15943/13071</p><p>Neoprospecta. ASPERGILLUS: VILÃO OU MOCINHO PARA A SAÚDE? 2022. Disponível em:</p><p>https://blog.neoprospecta.com/aspergillus-na-saude/</p><p>Agrolink. FUNGO DE ARMAZENAMENTO. Disponível em: https://www.agrolink.com.br/sementes/problema/fungo-de-</p><p>armazenamento_3032.html</p><p>Allergyinsider. PENICILLIUM CHRYSOGENUM, FATOS SOBRE ALÉRGENOS, SINTOMAS E TRATAMENTOS. Disponível em:</p><p>https://www.thermofisher.com/allergy/br/pt/allergen-fact-sheets/penicillium-chrysogenum.html</p><p>MENEZES, Camila Pinheiro. CLADOSPORIUM SPP: MORFOLOGIA, INFECÇÕES E ESPÉCIES PATOGÊNICAS, 2017. Disponível</p><p>em:</p><p>https://www.researchgate.net/publication/314983410_Cladosporium_spp_Morfologia_infeccoes_e_especies_patogenicas</p>