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<p>Colo curto e IIC</p><p>Dra. Alice Maganin</p><p>Nessa aula revisaremos</p><p>Considerações gerais</p><p>Colo curto</p><p>Insuficiência istmo cervical</p><p>Casos intermediários</p><p>Considerações gerais</p><p>Conceitos básicos</p><p>• Colo curto: diagnóstico ultrassonográfico</p><p>• Rastreamento universal</p><p>• Insuficiência istmo cervical: diagnóstico clínico</p><p>• Há casos com fatores de risco para IIC ou ainda para colo</p><p>curto ou ainda com história suspeita de IIC, mas que não</p><p>fecham os critérios</p><p>TEGO 2020</p><p>Gestação de 24 semanas, G2 P1 (parto vaginal de 32 semanas), durante a realização do</p><p>ultrassom morfológico obtém-se a seguinte imagem do colo uterino pela via transvaginal.</p><p>Nesse caso, o diagnóstico e a conduta adequada, respectivamente, são:</p><p>A) Colo normal; manter seguimento pré-natal habitual.</p><p>B) Colo curto; iniciar progesterona vaginal.</p><p>C) Colo curto; realizar cerclagem do colo uterino.</p><p>D) Incompetência istmo cervical; realizar cerclagem do colo uterino.</p><p>TEGO 2020</p><p>Gestação de 24 semanas, G2 P1 (parto vaginal de 32 semanas), durante a realização do</p><p>ultrassom morfológico obtém-se a seguinte imagem do colo uterino pela via transvaginal.</p><p>Nesse caso, o diagnóstico e a conduta adequada, respectivamente, são:</p><p>A) Colo normal; manter seguimento pré-natal habitual.</p><p>B) Colo curto; iniciar progesterona vaginal.</p><p>C) Colo curto; realizar cerclagem do colo uterino.</p><p>D) Incompetência istmo cervical; realizar cerclagem do colo uterino.</p><p>Colo curto</p><p>• Colo curto: diagnóstico ultrassonográfico</p><p>• Rastreamento universal: ultrassonografia morfológica de segundo</p><p>trimestre com avaliação pela via transvaginal</p><p>• Vigilância infecciosa (cervicovaginal e urinária)</p><p>• Progesterona natural via vaginal 200mg até 36 semanas e 6 dias</p><p>Colo curto</p><p>Ultrassonografia morfológica do segundo trimestre Protocolos Febrasgo, número 62, 2021</p><p>Colo curto</p><p>Acervo pessoal</p><p>≤ 25 mm</p><p>Afunilamento</p><p>Sludge</p><p>Eco glandular endocervical</p><p>TEGO 2021</p><p>Gestante com 12 semanas relata histórico de dois partos prematuros: o primeiro foi com 27</p><p>semanas e o segundo com 22 semanas; ambos os partos foram rápidos, sem possibilidade de</p><p>inibição. No momento assintomática, foi submetida a ultrassonografia transvaginal, que</p><p>revelou a imagem apresentada.</p><p>Para promover melhor resultado nessa gestação, qual é a conduta?</p><p>A) Realizar a cerclagem do colo uterino nas próximas duas semanas.</p><p>B) Adotar conduta expectante e controlar o comprimento do colo a cada duas semanas.</p><p>C) Adotar conduta expectante e repetir o exame transvaginal do colo com 22 a 24 semanas.</p><p>D) Realizar a pesquisa de fibronectina em secreção vaginal.</p><p>TEGO 2021</p><p>Gestante com 12 semanas relata histórico de dois partos prematuros: o primeiro foi com 27</p><p>semanas e o segundo com 22 semanas; ambos os partos foram rápidos, sem possibilidade de</p><p>inibição. No momento assintomática, foi submetida a ultrassonografia transvaginal, que</p><p>revelou a imagem apresentada.</p><p>Para promover melhor resultado nessa gestação, qual é a conduta?</p><p>A) Realizar a cerclagem do colo uterino nas próximas duas semanas.</p><p>B) Adotar conduta expectante e controlar o comprimento do colo a cada duas semanas.</p><p>C) Adotar conduta expectante e repetir o exame transvaginal do colo com 22 a 24 semanas.</p><p>D) Realizar a pesquisa de fibronectina em secreção vaginal.</p><p>Insuficiência Istmo Cervical</p><p>• Diagnóstico clínico</p><p>“Dilatação indolor e recorrente do colo do útero levando a perdas no</p><p>segundo trimestre”</p><p>• Estamos falando principalmente de abortos tardios (12 -20s) e prematuros</p><p>extremos (20 – 28s)</p><p>• Tratamento é cerclagem</p><p>• Por favor, não faça progesterona e/ou pessário quando houver indicação</p><p>clara de cerclagem</p><p>Cerclagem vaginal</p><p>Entre 12 e 16 semanas de gestação</p><p>Poliéster ou Prolene</p><p>Técnica McDonald modificada por</p><p>Pontes</p><p>Pré operatório</p><p>Descartar infecções vaginais, tratando</p><p>antes do procedimento Realizar citologia</p><p>cervico-vaginal</p><p>Pós operatório</p><p>Não indicar repouso absoluto</p><p>TEGO 2022</p><p>Primigesta com 21 semanas, assintomática, apresenta, na consulta de rotina pré-natal, toque</p><p>vaginal com colo 80% apagado com 3 cm de dilatação. Nesse caso, qual é a conduta mais</p><p>adequada a ser adotada?</p><p>A) Cerclagem cervical transvaginal de resgate.</p><p>B) Progesterona vaginal.</p><p>C) Ultrassonografia seriada para medida do colo uterino.</p><p>D) Pessário cervical.</p><p>TEGO 2022</p><p>Primigesta com 21 semanas, assintomática, apresenta, na consulta de rotina pré-natal, toque</p><p>vaginal com colo 80% apagado com 3 cm de dilatação. Nesse caso, qual é a conduta mais</p><p>adequada a ser adotada?</p><p>A) Cerclagem cervical transvaginal de resgate.</p><p>B) Progesterona vaginal.</p><p>C) Ultrassonografia seriada para medida do colo uterino.</p><p>D) Pessário cervical.</p><p>Insuficiência Istmo Cervical</p><p>• Cervicodilatação precoce</p><p>• Bolsa protrusa</p><p>• Situação de emergência, em que há medida extrema de tentar postergar</p><p>o nascimento do feto;</p><p>• Pode ser realizada cerclagem vaginal até 26 semanas, desde que se</p><p>descarte infecção associada.</p><p>Acervo pessoal</p><p>Casos intermediários</p><p>• Casos que são suspeitos (uma perda com história suspeita)</p><p>• Casos com fatores de risco</p><p>Trauma cervical dilatação intempestiva, fórceps sem dilatação total, CAF</p><p>Malformação uterina congênita útero bicorno, didelfo*</p><p>Defeitos do colágeno Marfan, Ehlers-Danlos</p><p> Faremos um seguimento transvaginal do colo da</p><p>14a semana até a 26a semana de gestação*</p><p>Acompanhamento do colo</p><p>do útero</p><p>25 - 30 mm> 30 mm ≤ 25 mm</p><p>repetir exame</p><p>em</p><p>14 dias</p><p>repetir exame</p><p>em</p><p>7 dias</p><p>cerclagem</p><p>vaginal</p><p>Resumindo</p><p>História Duvidosa de IICHistória Típica de IIC Fator de Risco para IIC</p><p>Progesterona Vaginal</p><p>Cerclagem</p><p>Colo ≥ 30mmColo 26 -30mmColo ≤ 25mm</p><p>USG TV de Colo a Partir de 14 Semanas</p><p>Seguimento</p><p>Semanal até</p><p>26º Semana</p><p>Seguimento</p><p>Quinzenal até</p><p>26º Semana</p><p>Curiosidade final</p><p>• Pontos da sutura são retirados ambulatorialmente ao atingir-se o termo ou</p><p>então em situações emergenciais, como TPP ou corioamnionite;</p><p>• Casos em que há falha de cerclagem vaginal ou não há colo para</p><p>realização do procedimento (PO de traquelectomia, por exemplo) </p><p>pode-se realizar cerclagem pela via abdominal.</p><p>Obrigada!</p><p>Dra Alice Maganin</p><p>Colo curto e IIC</p><p>Dra Alice Maganin</p><p>Colo curto e IIC</p><p>Colo curto diagnóstico por USG;</p><p>progesterona;</p><p>IIC diagnóstico pela história; cerclagem</p><p>vaginal.</p><p>Cervicodilatação precoce cerclagem de</p><p>emergência</p><p>História Duvidosa de IICHistória Típica de IIC Fator de Risco para IIC</p><p>Progesterona Vaginal</p><p>Cerclagem</p><p>Colo ≥ 30mmColo 26 -30mmColo ≤ 25mm</p><p>USG TV de Colo a Partir de 14 Semanas</p><p>Seguimento</p><p>Semanal até</p><p>26º Semana</p><p>Seguimento</p><p>Quinzenal até</p><p>26º Semana</p>