Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>OCLUSÃO</p><p>PRINCÍPIOS DA OCLUSÃO</p><p>QUAL O PAPEL DA OCLUSÃO NA ODONTOLOGIA?</p><p>odontologia</p><p>oclusão</p><p>Jesus=oclusão</p><p>OCLUSÃO</p><p>O Sistema Estomatognático é representado</p><p>anatomicamente por músculos, Articulação</p><p>Temporomandibular (ATM) e dentes, os quais são</p><p>regulados pelo mecanismo neuromuscular. A</p><p>ausência da função conjunta e adequada dos</p><p>componentes desse sistema resulta em</p><p>alterações adaptativas ou até patológicas, sendo</p><p>o principal fator causal, as alterações na oclusão</p><p>dentária.</p><p>Na oclusão fisiológica, os componentes do</p><p>sistema mastigatório funcionam eficientemente</p><p>e sem dor, encontram-se em estado de saúde! Os</p><p>dentes são firmes, não migram, não doem antes</p><p>ou depois de se contatarem, a ATM e estruturas</p><p>associadas funcionam livres e equilibradas, sem</p><p>ruídos ou dor, ressaltando também a existência</p><p>de saúde periodontal</p><p>(GOMES, 2010; OKESON, 2008).</p><p>OCLUSÃO FUNCIONAL X OCLUSÃO PATOLÓGICA</p><p>OCLUSÃO FUNCIONAL X OCLUSÃO PATOLÓGICA</p><p>CARACTERÍSTICAS DA OCLUSÃO NORMAL DE</p><p>ANDREWS</p><p>1- Relações Inter-arcos</p><p>2- Angulação das Coroas</p><p>3- Inclinação das Coroas</p><p>4- Ausência de Rotações</p><p>5- Pontos de Contatos Justos</p><p>7- Curva de Spee</p><p>CLASSIFICAÇÃO DE ANGLE</p><p>CLASSIFICAÇÃO ANGLE</p><p>CLASSIFICAÇÃO ANGLE</p><p>CLASSE I</p><p>ANGULAÇÃO MESIAL DAS COROAS</p><p>INCLINAÇÃO DE COROAS</p><p>CLASSE I</p><p>CLASSE III</p><p>CLASSE III</p><p>CLASSE II</p><p>CURVA DE SPEE E WILSON</p><p>CURVA SPEE</p><p>OCLUSÃO IDEAL x OCLUSÃO FUNCIONAL OU FISIOLÓGICA</p><p>AS SEIS CHAVES DA OCLUSÃO PERFEITA DE</p><p>ANDREWS</p><p>1.Relações Interarcos:</p><p>•As cúspides mesiovestibulares dos primeiros molares superiores permanentes (16</p><p>e 26) devem ocluir nos sulcos mesiovestibulares dos primeiros molares inferiores</p><p>(36 e 46).</p><p>•As pontes (cristas) marginais distais dos dentes 16 e 26 devem ocluir com as</p><p>cristas marginais mesiais dos 37 e 47.</p><p>•As cúspides mesiopalatinas dos 16 e 26 devem ocluir nas fossas centrais dos 36 e</p><p>46.</p><p>•As cúspides vestibulares dos pré-molares superiores devem manter uma relação</p><p>cúspide-ameia com os dentes 34, 35, 36, 44, 45 e 46.</p><p>•As cúspides palatinas dos pré-molares superiores devem ocluir com as fossas</p><p>distais dos dentes 34, 35, 44 e 45.</p><p>•Os caninos superiores devem fazer uma chave perfeita com uma relação cúspide-</p><p>ameia com os dentes 33, 34, 43 e 44.</p><p>•Os incisivos superiores devem fazer uma sobremordida e uma sobressaliência</p><p>PRINCÍPIOS PARA UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>PRINCÍPIOS PARA UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>PRINCÍPIOS PARA UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>▪ Máxima Intercuspidação Habitual (MIH): corresponde ao momento</p><p>onde ocorre o maior número possível de contatos entre os dentes</p><p>independentemente da posição condilar. Essa é uma posição de</p><p>adaptação e pode ser facilmente alterada após procedimentos</p><p>odontológicos de reconstrução oclusal (restaurações, próteses, etc)</p><p>(PEGORARO, 2004)</p><p>▪ Normalmente um ou dois contatos dentários acontecem na posição</p><p>de RC e caracterizam os contatos prematuros. Existe uma função</p><p>reflexa do sistema neuromuscular que evita contatos prematuros,</p><p>orientando a mandíbula para uma posição dentária (MIH) na qual o</p><p>côndilo não está em posição coincidente com RC</p><p>PRINCÍCPIOS PARA UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>▪ MIH - MÁXIMA</p><p>INTERCUSPIDAÇÃO</p><p>HABITUAL</p><p>PRINCÍPIOS DE UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>▪ RELAÇÃO CÊNTRICA (RC): Trata-se de uma posição</p><p>estritamente condilar não apresentando nenhuma relação</p><p>com contatos dentários. É definida como sendo a relação</p><p>maxilo-mandibular onde os côndilos estão centralizados</p><p>nas fossas mandibulares, apoiados sobre as vertentes</p><p>posteriores das eminências articulares, com os respectivos</p><p>discos articulares devidamente interpostos.</p><p>(PEGORARO, 2004).</p><p>PRINCIPAIS CONCEITOS EM OCLUSÃO</p><p>RC</p><p>PRINCÍPIOS PARA UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>RC: define a melhor posição relativa,</p><p>entre todos os componentes</p><p>anatômicos, levando em conta as</p><p>relações musculares e esqueléticas. Não</p><p>é uma posição clínica forçada, e sim,</p><p>orientada pelo profissional dentista que</p><p>use o método bilateral ou permita que a</p><p>ação muscular natural coloque o côndilo</p><p>numa posição fisiológica sem pressões</p><p>(SHILLINGBURG, H. T et al., 2007).</p><p>PRINCIPAIS CONCEITOS EM OCLUSÃO</p><p>▪ DIMENSÃO VERTICAL DE OCLUSÃO (DVO): posição vertical da</p><p>mandíbula em relação à maxila, medida entre dois pontos definidos</p><p>previamente que vai da base do nariz ao mento, quando os dentes</p><p>superiores e inferiores estão em posição de máxima intercuspidação.</p><p>Porém quando os dentes encontram-se separados e a mandíbula está</p><p>na posição fisiológica de repouso dizemos que essa é a Dimensão</p><p>Vertical de Repouso (DVR). A distância que separa a DVO da DVR é</p><p>definida como Espaço Funcional Livre (EFL). Quando o paciente</p><p>possui uma DVO estável e correta, seu EFL se apresenta de 2 a 4mm</p><p>(OKESON, 2008).</p><p>PRINCIPAIS CONCEITOS EM OCLUSÃO</p><p>DVO DVR DVO</p><p>DVO</p><p>▪ A diminuição da DV O – perda dos dentes posteriores, desgastes</p><p>dentários:</p><p>▪ Desarmonia da estética facial com alteração do terço inferior da</p><p>face, aprofundamento dos sulcos nasolabiais, e distúrbios</p><p>têmporomandibulares.</p><p>▪ O seu aumento pode causar dor articular, dor e tensão na</p><p>musculatura funcional, dificuldade na fonação e deglutição,</p><p>comprometimento da mastigação, sensibilidade dentária decorrente</p><p>de forças traumatogênicas, reabsorções ósseas patológicas,</p><p>desgaste anormal dos dentes, aspecto de face alongada, e expressão</p><p>facial de cansaço (MOHINDRA, 1996).</p><p>DVO</p><p>DVO</p><p>MÉTODOS PARA DETERMIAÇÃO DE UM NOVO DVO</p><p>▪ Determinação do valor do DVO em um paciente edêntulo: é relatado</p><p>que a distância da pupila do olho humano até a comissura labial</p><p>equivale àquela entre a base do nariz e o mento (DVR). Sendo assim,</p><p>subtraindo o espaço livre funcional, ter-se-ia estabelecido,</p><p>aproximadamente, a dimensão vertical de oclusão.</p><p>▪ A harmonia facial pode nos dar uma estimativa da dimensão vertical</p><p>baseada na comparação estética do terço inferior da face com o</p><p>restante do rosto do paciente. Assim, observa-se a sustentação labial</p><p>superior e inferior, o sulco nasolabial, bochechas e filtrum na</p><p>tentativa de verificar que o posicionamento destas estruturas</p><p>estejam dentro dos padrões de um paciente dentado.</p><p>DVO</p><p>MÉTODOS PARA DETERMIAÇÃO DE UM NOVO DVO</p><p>▪ O método fonético, idealizado por Silvermann, para medir a</p><p>dimensão vertical é fisiológico, e baseado no movimento da</p><p>mandíbula enquanto o paciente fala. Trata-se, da verificação da</p><p>existência do espaço fonético, ou seja, o espaço existente entre o</p><p>plano oclusal superior e inferior enquanto o paciente pronuncia</p><p>palavras sibilantes (por exemplo: ao paciente é pedido para contar de</p><p>sessenta até setenta ou pronunciar a palavra “Mississipi”)</p><p>(DIAS et al., 2006).</p><p>▪ Um único método não é suficiente para determinar uma correta</p><p>DVO. Muitas vezes é preciso utilizar-se do bom senso e associar</p><p>diferentes técnicas (NOGUEIRA, 1993)</p><p>ESPAÇO FUNCIONAL LIVRE</p><p>▪ Na posição de repouso, a mandíbula se encontra separada e mantida</p><p>pelo tônus muscular, isto é, estamos em uma verdadeira atividade</p><p>muscular, mantendo um espaço entre as arcadas que se conhece</p><p>como Espaço Funcional Interoclusal ou Livre (EFI ou EFL).</p><p>FORÇAS OCLUSAIS DISTRIBUÍDAS</p><p>▪ A distribuição das cargas exercidas sobre a dentição deve</p><p>apresentar-se por meio de contatos uniformes e estáveis,</p><p>de todos os dentes posteriores e com as resultantes das</p><p>forças direcionadas verticalmente. Para isso, presume-se</p><p>que deva existir a presença de todos os dentes, que os</p><p>tecidos de suportes estejam saudáveis e que a oclusão seja</p><p>classe I de Angle.</p><p>(ROSENSTIEL, et al. 2002)</p><p>DISTRIBUIÇÃO DE FORÇAS OCLUSAIS</p><p>O processo de</p><p>direcionar as forças</p><p>oclusais através do</p><p>longo eixo do dente é</p><p>conhecido como carga</p><p>axial. Para que essa</p><p>força seja bem aceita e</p><p>dissipada, o ligamento</p><p>periodontal se faz</p><p>presente, convertendo</p><p>uma força destrutiva</p><p>(pressão) numa força</p><p>aceitável (tensão);</p><p>DISTRIBUIÇÃO DE FORÇAS OCLUSAIS</p><p>▪ Uma força</p><p>axial é qualquer força</p><p>que atua diretamente no eixo</p><p>central de um objeto. Essas</p><p>forças são tipicamente força de</p><p>alongamento ou força de</p><p>compressão, dependendo da</p><p>direção. Além disso, quando a</p><p>carga de força está nivelada no</p><p>centro geométrico da forma, é</p><p>concêntrica e, quando desigual,</p><p>é excêntrica.</p><p>PRINCÍPIOS DE UMAS OCLUSÃO ESTÁVEL</p><p>▪ É aquela onde a transmissão resultante das forças oclusais</p><p>está direcionada para o longo eixo dos dentes posteriores,</p><p>contatos dentários posteriores bilaterais e simultâneos;</p><p>dimensão vertical de oclusão adequada; movimentos de</p><p>lateralidade são promovidos pelos caninos, guia anterior</p><p>imediata, oclusão mutuamente protegida e RC coincidindo</p><p>com a MIH.</p><p>(PEGORARO, 2004; OKERSON, 2008)</p><p>Resultante das forças oclusais para o</p><p>longo eixo dos dentes posteriores</p><p>MÉTODOS PARA CONSEGUIR CARGA AXIAL</p><p>▪ O primeiro se dá pelo estabelecimento de contatos</p><p>dentários ou sobre as pontas de cúspides ou em</p><p>superfícies relativamente planas que estão</p><p>perpendiculares ao longo eixo do dente. Estas</p><p>superfícies planas podem ser as bordas das cristas</p><p>marginais ou o fundo das fossas. Com este tipo de</p><p>contato, as forças resultantes serão direcionadas</p><p>através do longo eixo do dente;</p><p>(BRANDÃO; BRANDÃO, 2008; FONSECA, 2015;</p><p>OKERSON 2008)</p><p>MÉTODOS PARA CONSEGUIR CARGA AXIAL</p><p>▪ O segundo método requer que cada cúspide, ao contatar uma</p><p>fossa oposta, estabeleça três contatos ao redor da verdadeira</p><p>ponta de cúspide. Quando se consegue isso, a força resultante</p><p>é direcionada através do longo eixo do dente. Ambos os</p><p>métodos eliminam as forças fora do eixo, permitindo dessa</p><p>forma que o ligamento periodontal absorva efetivamente as</p><p>forças potencialmente nocivas ao osso e possa,</p><p>essencialmente, reduzi-las.</p><p>(OKESON, 2008)</p><p>CURVA DE SPEE</p><p>CURVA DE SPEE</p><p>CURVA DE WILSON</p><p>CURVA DE WILSON</p><p>CONTATOS BILATERAIS E SIMULTÂNEOS</p><p>▪ Na posição final de fechamento mandibular, devem</p><p>haver contatos simultâneos em todos os dentes</p><p>posteriores. Quanto maior for o número de contatos por</p><p>dente, mais distribuídas estarão as forças oclusais. Isso</p><p>permitirá uma estabilidade oclusal, fator importante</p><p>para promover o equilíbrio oclusal.</p><p>(PEGORARO, 2004, OLTRAMARI, P. V. P. et al., 2007)</p><p>CONTATOS BILATERAIS E SIMULTÂNEOS</p><p>CONTATOS BILATERAIS E SIMULTÂNEOS</p><p>CONTATOS BILATERAIS E SIMULTÂNEOS</p><p>DESOCLUSÃO ANTERIOR: GUIA ANTERIOR</p><p>INCISIVA E CANINA</p><p>GUIA ANTERIOR</p><p>LATERAL</p><p>PROTUSIVA</p><p>GUIA ANTERIOR</p><p>DESOCLUSÃO ANTERIOR: GUIA CANINA</p><p>▪ Quando a mandíbula se movimenta numa excursão lateral direita ou</p><p>esquerda, os caninos superiores e inferiores são os dentes</p><p>apropriados para contatar e dissipar as forças horizontais enquanto</p><p>desocluem ou desarticulam os dentes posteriores</p><p>▪ A guia utilizando o canino é a mais indicada quando se espera um</p><p>equilíbrio oclusal, pois os caninos possuem as raízes mais longas e</p><p>mais largas, e, portanto, a melhor proporção coroa/raiz. Outras</p><p>características tornam os caninos mais aptos a realizar a desoclusão,</p><p>tais como: o fato dos mesmos serem envolvidos por osso compacto</p><p>denso, a presença de uma melhor proporção coroaraiz e o efeito</p><p>resultante sobre os músculos da mastigação (menos músculos são</p><p>ativados quando os caninos contatam durante os movimentos</p><p>excêntricos do que quando os dentes posteriores contatam).</p><p>(OKESON, 2008).</p><p>RELAÇÕES MANDIBULARES</p><p>Desoclusão anterior: GUIA CANINA</p><p>GUIA ANTERIOR: LATERALIDADE</p><p>Guia canina (youtube.com)</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=gLGflszj_cU</p><p>DESOCLUSÃO ANTERIOR: GUIA ANTERIOR OU</p><p>INCISIVA - PROTUSÃO</p><p>▪ Quando a mandíbula protrui as bordas incisais dos dentes inferiores</p><p>ocluem com as superfícies palatinas dos dentes anteriores</p><p>superiores. A inclinação dessas superfícies palatinas determina a</p><p>quantidade de movimento vertical da mandíbula. Se as superfícies</p><p>forem muito inclinadas, a porção anterior da mandíbula irá fazer um</p><p>trajeto bem inclinado. Se os dentes anteriores tiverem pouco</p><p>traspasse vertical, eles irão fornecer pouca guia vertical durante o</p><p>movimento mandibular. A guia anterior não é considerada um fator</p><p>fixo, mas um fator variável. Ela pode ser alterada por procedimentos</p><p>dentários como restaurações, tratamento ortodôntico. Ela também</p><p>pode ser alterada por condições patológicas tais como cáries, hábitos</p><p>e desgastes dentários. (OKESON, 2008)</p><p>GUIA ANTERIOR: PROTUSÃO</p><p>Guia anterior ou incisiva (youtube.com)</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=2Ju2w1guQRY</p><p>RELAÇÕES MANDIBULARES</p><p>RELAÇÕES MANDIBULARES</p><p>RELAÇÕES MANDIBULARES</p><p>AS SEIS CHAVES DA OCLUSÃO PERFEITA DE</p><p>ANDREWS</p><p>1.Relações Interarcos:</p><p>•As cúspides mesiovestibulares dos primeiros molares superiores permanentes (16</p><p>e 26) devem ocluir nos sulcos mesiovestibulares dos primeiros molares inferiores</p><p>(36 e 46).</p><p>•As pontes (cristas) marginais distais dos dentes 16 e 26 devem ocluir com as</p><p>cristas marginais mesiais dos 37 e 47.</p><p>•As cúspides mesiopalatinas dos 16 e 26 devem ocluir nas fossas centrais dos 36 e</p><p>46.</p><p>•As cúspides vestibulares dos pré-molares superiores devem manter uma relação</p><p>cúspide-ameia com os dentes 34, 35, 36, 44, 45 e 46.</p><p>•As cúspides palatinas dos pré-molares superiores devem ocluir com as fossas</p><p>distais dos dentes 34, 35, 44 e 45.</p><p>•Os caninos superiores devem fazer uma chave perfeita com uma relação cúspide-</p><p>ameia com os dentes 33, 34, 43 e 44.</p><p>•Os incisivos superiores devem fazer uma sobremordida e uma sobressaliência</p><p>CLASSE I DE ANGLE</p><p>AS SEIS CHAVES DA OCLUSÃO PERFEITA DE</p><p>ANDREWS</p><p>2.Angulação das Coroas:</p><p>•A angulação das coroas clínicas de todos os dentes se apresenta inclinada</p><p>mesialmente. Quando a angulação se apresentar invertida, a notação é negativa.</p><p>3.Inclinação das Coroas:</p><p>•Por meio de uma tangente às faces vestibulares, acompanhando o longo eixo das</p><p>coroas em relação ao plano oclusal de Andrews, verifica-se a seguinte disposição:</p><p>•Os incisivos centrais e laterais superiores têm inclinação positiva.</p><p>•Os incisivos inferiores, pré-molares e molares superiores e inferiores mostram</p><p>inclinações negativas, que aumentam progressivamente em direção posterior.</p><p>4.Ausência de Rotações:</p><p>•Arcos dentários com ausência de rotações apresentam um perímetro normalizado,</p><p>sem espaços interdentários.</p><p>AS SEIS CHAVES DA OCLUSÃO PERFEITA DE</p><p>ANDREWS</p><p>5.Pontos de Contatos Justos:</p><p>•Na ausência de discrepância no diâmetro mesiodistal de coroa, as</p><p>relações interproximais devem ser as mais justas possíveis</p><p>6.Curva de Spee:</p><p>•Uma curva de Spee perfeita se constitui numa chave essencial</p><p>para uma oclusão perfeita.</p><p>• Uma profundidade de até no máximo 2,5 mm da curva de Spee</p><p>pode ser aceita como normal; entretanto, Andrews preconiza o seu</p><p>nivelamento, deixando-a plana ou encurvada muito levemente.</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>▪ Mobilidade dentária por Trauma Oclusal:</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>▪ Sabe-se que forças oclusais</p><p>excessivas aplicadas a</p><p>dentes com periodonto</p><p>doente não respondem com</p><p>mudanças adaptativas, pelo</p><p>contrário, continuam em</p><p>trauma, acentuando a</p><p>mobilidade (CARRANZA, F.</p><p>A. et al., 2011).</p><p>Mobilidade dentária por Trauma Oclusal:</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>▪ Presença de interferências oclusais e/ou</p><p>hábitos para-funcionais deletérios podem</p><p>causar perda óssea e consequente mobilidade</p><p>dentária. O processo através do qual um dente</p><p>sob trauma oclusal e sem doença periodontal</p><p>desenvolve áreas de reabsorção óssea ainda</p><p>não está bem esclarecido.</p><p>(PEGORARO, 2004)</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>▪ Desgaste Dentário: Atualmente é cada vez mais</p><p>comum nos depararmos com pacientes que</p><p>possuam algum tipo de desgaste</p><p>dentário. Seja</p><p>ele por atrição, erosão, abrasão ou abfração.</p><p>Antes de mais nada, é preciso saber distinguir</p><p>se esse desgaste é fisiológico ou patológico.</p><p>(MADEIRA, 2011)</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Desgastes dentário</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>▪ Erosão: ocorre pela</p><p>exposição a ácidos, como</p><p>aqueles provenientes do</p><p>refluxo gastroesofágico</p><p>ou de alimentos e</p><p>bebidas. Em casos raros,</p><p>a exposição a ácidos no</p><p>local de trabalho pode ser</p><p>uma causa de erosão</p><p>dentária.</p><p>https://www.colgate.com.br/oral-health/life-stages/adult-oral-care/acid-erosion-causes-0316</p><p>https://www.colgate.com.br/oral-health/life-stages/adult-oral-care/acid-erosion-causes-0316</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>▪ Abfração:Esse tipo</p><p>de lesão costuma</p><p>ser atribuída a</p><p>tensões mecânicas</p><p>relacionadas à</p><p>mastigação ou</p><p>ao bruxismo.</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>▪ Abrasão: atribuída à</p><p>escovação inadequada</p><p>dos dentes e ao uso de</p><p>cremes dentais abrasivos.</p><p>Essa combinação causa a</p><p>retração gengival e expõe</p><p>as partes dos dentes mais</p><p>macias e menos</p><p>mineralizadas, chamadas</p><p>de cemento e dentina.</p><p>https://www.colgate.com.br/oral-health/basics/mouth-and-teeth-anatomy/tooth-anatomy</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Perdas dentárias: colapso oclusal</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>EXTRUSÕES</p><p>INCLINAÇÕES</p><p>GIROVERSÕES</p><p>MIGRAÇÕES</p><p>DIASTEMAS</p><p>PERDAS ÓSSEAS</p><p>Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>▪ O colapso da oclusão (síndrome): É uma patologia que irá</p><p>afetar o periodonto e induz migração dentária patológica.</p><p>▪ Principais consequências: alteração do plano oclusal; contatos</p><p>e interferências prematuras que levam a uma falta de</p><p>coincidência entre a posição de máxima intercuspidação e</p><p>relação cêntrica. Alteração no espaço interproximal devido à</p><p>migração patológica, associada à doença periodontal e trauma</p><p>oclusal; a diminuição da dimensão vertical de oclusão, a falta</p><p>de um suporte adequado posterior e sintomas na articulação,</p><p>que pode estar relacionado com patologia oclusal.</p><p>(ELORZA; CASTRO, 2012).</p><p>▪ https://youtu.be/ruj_5MrQIUM?si=dWPAQgEJCujNhF82</p><p>▪ Guia Canina - Ortodoncia Funcional. –YouTube</p><p>▪ Guia anterior ou incisiva (youtube.com)</p><p>▪ OCLUSÃO, ATM E MOVIMENTOS MANDIBULARES (youtube.com)</p><p>https://youtu.be/ruj_5MrQIUM?si=dWPAQgEJCujNhF82</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=V8SURDEIb8M</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=2Ju2w1guQRY</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=4CF8-xqvxg8&t=50s</p><p>Slide 1: OCLUSÃO</p><p>Slide 2: QUAL O PAPEL DA OCLUSÃO NA ODONTOLOGIA?</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4: OCLUSÃO</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10: OCLUSÃO FUNCIONAL X OCLUSÃO PATOLÓGICA</p><p>Slide 11: OCLUSÃO FUNCIONAL X OCLUSÃO PATOLÓGICA</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13: CARACTERÍSTICAS DA OCLUSÃO NORMAL DE ANDREWS</p><p>Slide 14: CLASSIFICAÇÃO DE ANGLE</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16: CLASSIFICAÇÃO ANGLE</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20: ANGULAÇÃO MESIAL DAS COROAS</p><p>Slide 21: INCLINAÇÃO DE COROAS</p><p>Slide 22: CLASSE I</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24: CLASSE III</p><p>Slide 25: CLASSE III</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27: CURVA DE SPEE E WILSON</p><p>Slide 28: CURVA SPEE</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31: AS SEIS CHAVES DA OCLUSÃO PERFEITA DE ANDREWS</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38: PRINCÍPIOS PARA UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>Slide 39: PRINCÍPIOS PARA UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>Slide 40: PRINCÍCPIOS PARA UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>Slide 41: PRINCÍPIOS DE UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>Slide 42: PRINCIPAIS CONCEITOS EM OCLUSÃO</p><p>Slide 43: PRINCÍPIOS PARA UMA OCLUSÃO IDEAL</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45</p><p>Slide 46: PRINCIPAIS CONCEITOS EM OCLUSÃO</p><p>Slide 47: PRINCIPAIS CONCEITOS EM OCLUSÃO</p><p>Slide 48: DVO</p><p>Slide 49: DVO</p><p>Slide 50: DVO</p><p>Slide 51: MÉTODOS PARA DETERMIAÇÃO DE UM NOVO DVO</p><p>Slide 52: DVO</p><p>Slide 53: MÉTODOS PARA DETERMIAÇÃO DE UM NOVO DVO</p><p>Slide 54: ESPAÇO FUNCIONAL LIVRE</p><p>Slide 55: FORÇAS OCLUSAIS DISTRIBUÍDAS</p><p>Slide 56: DISTRIBUIÇÃO DE FORÇAS OCLUSAIS</p><p>Slide 57</p><p>Slide 58: DISTRIBUIÇÃO DE FORÇAS OCLUSAIS</p><p>Slide 59: PRINCÍPIOS DE UMAS OCLUSÃO ESTÁVEL</p><p>Slide 60: Resultante das forças oclusais para o longo eixo dos dentes posteriores</p><p>Slide 61: MÉTODOS PARA CONSEGUIR CARGA AXIAL</p><p>Slide 62: MÉTODOS PARA CONSEGUIR CARGA AXIAL</p><p>Slide 63</p><p>Slide 64: CURVA DE SPEE</p><p>Slide 65: CURVA DE SPEE</p><p>Slide 66: CURVA DE WILSON</p><p>Slide 67: CURVA DE WILSON</p><p>Slide 68: CONTATOS BILATERAIS E SIMULTÂNEOS</p><p>Slide 69: CONTATOS BILATERAIS E SIMULTÂNEOS</p><p>Slide 70: CONTATOS BILATERAIS E SIMULTÂNEOS</p><p>Slide 71: CONTATOS BILATERAIS E SIMULTÂNEOS</p><p>Slide 72: DESOCLUSÃO ANTERIOR: GUIA ANTERIOR INCISIVA E CANINA</p><p>Slide 73: GUIA ANTERIOR</p><p>Slide 74: GUIA ANTERIOR</p><p>Slide 75: DESOCLUSÃO ANTERIOR: GUIA CANINA</p><p>Slide 76: RELAÇÕES MANDIBULARES</p><p>Slide 77: Desoclusão anterior: GUIA CANINA</p><p>Slide 78</p><p>Slide 79</p><p>Slide 80</p><p>Slide 81</p><p>Slide 82: GUIA ANTERIOR: LATERALIDADE</p><p>Slide 83: DESOCLUSÃO ANTERIOR: GUIA ANTERIOR OU INCISIVA - PROTUSÃO</p><p>Slide 84</p><p>Slide 85: GUIA ANTERIOR: PROTUSÃO</p><p>Slide 86</p><p>Slide 87: RELAÇÕES MANDIBULARES</p><p>Slide 88</p><p>Slide 89</p><p>Slide 90: RELAÇÕES MANDIBULARES</p><p>Slide 91: RELAÇÕES MANDIBULARES</p><p>Slide 92</p><p>Slide 93</p><p>Slide 94: AS SEIS CHAVES DA OCLUSÃO PERFEITA DE ANDREWS</p><p>Slide 95: CLASSE I DE ANGLE</p><p>Slide 96: AS SEIS CHAVES DA OCLUSÃO PERFEITA DE ANDREWS</p><p>Slide 97: AS SEIS CHAVES DA OCLUSÃO PERFEITA DE ANDREWS</p><p>Slide 98: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 99: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 100: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 101: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 102: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 103: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 104: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 105: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 106: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 107: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 108: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 109</p><p>Slide 110: Principais patologias relacionadas a oclusão</p><p>Slide 111</p><p>Slide 112</p>