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<p>Avaliação On-Line 2 (AOL 2) - Questionário</p><p>10 DE 10 QUESTÕES RESTANTES</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>Conteúdo do teste</p><p>1.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Pergunta 1</p><p>0,1 Pontos</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“A filiação nem sempre advém dos laços sanguíneos, porquanto, reconhece a legislação brasileira o parentesco legal da adoção, enquanto a doutrina e os tribunais fazem referência à filiação socioafetiva. Já em relação ao vínculo do casamento ou de união estável, os cônjuges ou conviventes não são parentes e seu liame é meramente conjugal ou de união estável, podendo ser dissolvido pela morte, mesmo sendo ela presumida, pelo divórcio, ou pela nulidade ou anulação do casamento e pela dissolução da relação de estável convivência.”</p><p>Fonte: MADALENO, R. Direito de Família. São Paulo: Grupo GEN, 2019. p. 505.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre relação de parentesco, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:</p><p>I. O parentesco por afinidade é existente entre um cônjuge ou companheiro e os parentes do outro cônjuge ou companheiro.</p><p>Porque:</p><p>II. A grande inovação do Código Civil de 2002 foi reconhecer o parentesco de afinidade decorrente da união estável.</p><p>A seguir, assinale a alternativa correta:</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e II é uma justificativa correta da I. (x)</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>2.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Pergunta 2</p><p>0,1 Pontos</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“O sentido prático da transformação da união estável em casamento seria estabelecer seu termo inicial, possibilitando a fixação de regras patrimoniais com efeito retroativo. Dificultado esse intento, o jeito é firmar contrato de convivência, que pode dispor de eficácia retroativa, incidindo suas previsões sobre situações pretéritas a partir da caracterização da união.”</p><p>Fonte: DIAS, M.B. Manual de Direito das Famílias. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2015. p. 263.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre dissolução da união estável e a conversão em casamento, conforme o Código Civil, é estipulado que:</p><p>deverá ser feita a requerimento das partes pelas vias administrativas, independente de filhos.</p><p>ela deverá ser feita mediante pedido das partes em cartório, devendo haver assento no Registro Civil.</p><p>ela poderá ser feita mediante escritura pública, devendo haver assento no Registro Civil.</p><p>ela poderá ser feita mediante pedido das partes ao juiz de direito, devendo haver assento no Registro Civil. (x)</p><p>no caso de haver filhos menores, deverá ser feita judicialmente.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>3.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Pergunta 3</p><p>0,1 Pontos</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Constituição, ao garantir especial proteção à família, citou algumas entidades familiares - as mais frequentes -, mas não as desigualou. Limitou-se a elencá-las, não lhes dispensando tratamento diferenciado. Ainda que a união estável não se confunda com o casamento, ocorreu a equiparação das entidades familiares, sendo todas merecedoras da mesma proteção.”</p><p>Fonte: DIAS, M. B. Manual de Direito das Famílias. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2015. p. 240.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre conceito e requisitos, pode-se afirmar que a união estável é configurada:</p><p>com tempo mínimo de quatro anos.</p><p>com um tempo mínimo de dois anos.</p><p>pelo comportamento das partes nesse sentido.</p><p>com a coabitação dos companheiros.</p><p>com tempo mínimo de três anos.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>4.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Pergunta 4</p><p>0,1 Pontos</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“A especial proteção constitucional conferida à união estável de nada ou de muito pouco serviu. Apesar de a doutrina ter afirmado o surgimento de novo sistema jurídico de aplicação imediata, não sendo mais possível falar em sociedade de fato, o mesmo não aconteceu com os tribunais. A união estável permaneceu no âmbito do direito das obrigações.”</p><p>Fonte: DIAS, M. B. Manual de Direito das Famílias. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. 2015. p. 239.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre conceito e requisitos, pode-se afirmar que caracteriza a união estável:</p><p>a pluralidade familiar.</p><p>a publicidade da relação.</p><p>a coabitação durante a relação.</p><p>a ausência de deveres legais.</p><p>a autonomia e a liberdade do casal.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>5.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Pergunta 5</p><p>0,1 Pontos</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“A consagração e a proteção asseguradas às entidades familiares constituem garantia constitucional. Assim, não podem sofrer quaisquer restrições na legislação ordinária. Não é possível sequer limitar direitos que já haviam sido consagrados em leis anteriores. A legislação infraconstitucional não pode ter alcance jurídico-social inferior ao que tinha sido estabelecido, originariamente, pelo constituinte, sob pena de se afrontar o princípio da proibição de retrocesso social, ocorrendo retrocesso ao estado pré-constituinte.”</p><p>Fonte: DIAS, M. B. Manual de Direito das Famílias. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2015. p. 243.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a Constituição Federal e a legislação posterior, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:</p><p>I. O Projeto de Lei n. 2.686/96 foi revogado pelo Código Civil de 2002.</p><p>Porque:</p><p>II. O projeto configurava a união estável com um prazo mínimo de cinco anos.</p><p>A seguir, assinale a alternativa correta:</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.</p><p>A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.</p><p>A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.</p><p>As asserções I e II são proposições verdadeiras, e II é uma justificativa correta da I.</p><p>As asserções I e II são proposições falsas.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>6.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Pergunta 6</p><p>0,1 Pontos</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Também a afinidade ingressa no conceito de parentesco em razão do vínculo criado a partir do casamento ou do companheirismo que une cada um dos cônjuges ou conviventes aos parentes do outro. Não há como desconsiderar a constante evolução por que passam as relações parentais no plano social e jurídico, sendo criados e aceitos novos arranjos familiares com outros personagens e que divergem do tradicional modelo familiar.”</p><p>Fonte: MADALENO, Rolf. Direito de Família. São Paulo: Grupo GEN, 2019. p. 505.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre contagem de graus de parentesco, analise as afirmativas hipotéticas a seguir:</p><p>I. O grau de parentesco entre mim e minha filha é de primeiro grau na linha reta descendente.</p><p>II. O parentesco entre mim e minha neta é de segundo grau na linha reta descendente.</p><p>III. O grau de parentesco entre mim e minha irmã é em linha reta em segundo grau.</p><p>IV. O grau de parentesco entre mim e meu tio é em linha reta em terceiro grau.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em:</p><p>I e II.</p><p>I, II e III.</p><p>I e IV.</p><p>II e III.</p><p>II e IV.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>7.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Pergunta 7</p><p>0,1 Pontos</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Ninguém duvida que há quase uma simetria entre casamento e união estável. Ambos são estruturas de convívio que têm origem em elo afetivo. A divergência diz só com o modo de constituição. Enquanto o casamento tem seu início marcado pela celebração do matrimônio, a união estável não tem termo inicial estabelecido.”</p><p>Fonte: DIAS, M. B. Manual de Direito das Famílias. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2015. p. 242.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado a Constituição Federal e a legislação posterior, pode-se afirmar que a união estável foi instituída primeiramente:</p><p>devido o reconhecimento internacional de outros países.</p><p>pelo Código Civil de 1916.</p><p>pela Constituição</p><p>Federal de 1988.</p><p>por legislações infraconstitucionais.</p><p>por força da jurisprudência brasileira nesse sentido.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>8.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Pergunta 8</p><p>0,1 Pontos</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Como a união se extingue apenas pelo término do convívio, sem interferência judicial. A relação finda da mesma maneira como se constituiu. Eventual descumprimento dos deveres legalmente impostos não gera efeito nenhum: nem impede o reconhecimento da união estável, nem impõe sua dissolução.”</p><p>Fonte: DIAS, M. B. Manual de Direito das Famílias. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2015. p. 252.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre deveres dos companheiros, sobre os deveres dos companheiros no direito brasileiro, é correto afirmar que:</p><p>o dever de fidelidade deriva do dever de lealdade.</p><p>o dever de sustento é dado do companheiro à companheira.</p><p>o dever de assistência é dado do companheiro à companheira.</p><p>o dever de respeito deriva do dever de assistência.</p><p>o dever de respeito deriva do dever de fidelidade.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>9.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Pergunta 9</p><p>0,1 Pontos</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Por mais que a união estável seja o espaço do não instituído, à medida que é regulamentada ganha contornos de casamento. Tudo o que está disposto sobre as uniões extramatrimoniais tem como referência a união matrimonializada. Com isso, aos poucos, vai deixando de ser uma união livre para se tornar em união amarrada às regras impostas pelo Estado.”</p><p>Fonte: DIAS, M. B. Manual de Direito das Famílias. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2015. p. 242.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre união de fato, união estável e concubinato, pode-se afirmar que, quanto às suas características:</p><p>é semelhante a união estável, com as mesmas propriedades.</p><p>tem as mesmas garantias que as do casamento civil.</p><p>se trata de uma instituição familiar constitucional.</p><p>se constitui como uma sociedade de fato pelo direito.</p><p>a meação proveniente dessa união é desregulamentada.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>10.</p><p>Parte superior do formulário</p><p>Pergunta 10</p><p>0,1 Pontos</p><p>Leia o trecho a seguir:</p><p>“Ainda que a união estável não se confunda com o casamento, gera um quase casamento na identificação de seus efeitos,41 dispondo de regras patrimoniais praticamente idênticas. No casamento, os noivos têm a liberdade de escolher o regime de bens (CC 1 .658 a l.688) por meio de pacto antenupcial.”</p><p>Fonte: DIAS, M.B. Manual de Direito das Famílias. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2015. p. 252.</p><p>Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre os direitos dos companheiros, pode-se afirmar que, conforme o Código Civil:</p><p>o direito à partilha de bens será regido, como regra, pela separação obrigatória de bens.</p><p>o direito à partilha de bens será regido, como regra, pela comunhão obrigatória de bens.</p><p>o direito à partilha de bens será regido, como regra, pela comunhão parcial de bens.</p><p>o direito à partilha de bens será regido, como regra, pela participação nos aquestos.</p><p>o direito à partilha de bens será regido, como regra, pela comunhão universal de bens.</p><p>Parte inferior do formulário</p><p>image2.wmf</p><p>image3.png</p><p>image1.wmf</p>