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<p>1 Você trabalha na Estratégia da Saúde da Família como Enfermeira e identificou que, constantemente, uma jovem de 16 anos vai à Unidade Básica de Saúde (UBS) buscar preservativos. Em uma dessas vezes você pergunta a ela se gostaria de conversar em particular no consultório de enfermagem, pois as mulheres precisam fazer alguns exames de rotina e optar por métodos contraceptivos. Ela aceita conversar com a enfermeira que a conduz para sua sala. Durante a consulta, você pergunta a ela sobre sua vida sexual, se ela tem um parceiro fixo, se ela conhece outros métodos contraceptivos, entre outros assuntos relacionados à saúde sexual e reprodutiva. Ela estava muito tímida, mas conseguiu falar que os amigos do padrasto, durante a tarde, quando a mãe dela está trabalhando, vão até sua casa e a abusam sexualmente. Por isso, ela busca camisinha várias vezes na UBS. No entanto, na maioria das vezes eles não usam. O padrasto dela as sustenta, em razão deste “favor que ela faz”. Você pergunta se a mãe dela sabe que isso ocorre. Ela informa que nunca contou à mãe, pois o padrasto fala que, se contar, vai matar ela e a mãe, e que ela deve isso a ele, pois as mantêm seguras. Diante de uma situação como essa que ações você realizaria para diminuir os riscos à saúde da jovem e protegê-la?</p><p>A. Orientaria a jovem sobre a sua saúde sexual e seu direito de liberdade que foi violado. Que ela não fez nada de errado, que não tem culpa do que está acontecendo. Ofereceria os testes rápidos para sífilis, HIV, hepatite B e C. Entraria em contato com a mãe da jovem. Notificaria a violência e comunicaria o Conselho Tutelar. Entraria em contato com o Serviço Social e de Psicologia de referência, para identificar o melhor caminho para conduzir as ações de saúde e proteção da vítima.</p><p>2 A adolescência é uma etapa do ciclo de vida em que muitos conflitos acontecem e o indivíduo busca criar mais autonomia, desvinculando-se de aspectos que considera que o tornam dependente, afirmando-se em uma transição para a fase adulta. Durante essas mudanças, serão assumidas responsabilidades, serão tomadas decisões positivas e negativas, existirão mudanças físicas, comportamentais, hormonais e emocionais, deixando os adolescentes, algumas vezes, um pouco mais agressivos, mais tristes, mais alegres e mais valentes. Você recebe um adolescente que veio na consulta de Enfermagem da ESF acompanhado de sua mãe, que relata estar enfrentando muitos problemas com o filho, pois ele se coloca em situações de risco, a enfrenta, sai sem avisar, volta muito tarde e anda com más companhias. Ela solicita que ele seja encaminhado ao Médico Psiquiatra, para que possa se controlar e deixar a família sem preocupações, como as que vem trazendo. Diante dessas afirmações, quais orientações e intervenções você passaria a esse adolescente e a sua mãe para que os conflitos possam ser diminuídos?</p><p>B. Explicaria que nesta etapa da vida existirá uma maior instabilidade nas ações, nas atitudes e nas emoções, mas que isso não significa que o adolescente está doente. Convidaria o adolescente a participar dos grupos de prevenção ao uso de drogas, saúde sexual, entre outros que estão voltados às necessidades do paciente, para que possa interagir com profissionais da saúde e outras pessoas da sua faixa etária, trocando experiências. Convidaria a mãe a participar de grupos voltados para a compreensão das transformações que ocorrem na adolescência, para que ela possa ter maior conhecimento das ações que podem ser foco de preocupação e como buscar ajuda.</p><p>3 Durante uma visita domiciliar, você percebeu que o esposo da paciente em gestação de risco que você foi visitar estava com odor de álcool, fala arrastada, agressivo, te levando a suspeitar de abuso de álcool. Conversando com a paciente, ela relatou que há dois meses, período em que o marido perdeu o emprego, ele não consegue parar de beber, e isso está afetando-a, pois ela precisa ficar em repouso, mas duas vezes precisou carregá-lo do bar para casa, porque estava arrumando confusão com outras pessoas. Ela relata que ama muito o marido, mas não sabe se consegue suportar o peso de cuidar do marido, da sua saúde e do seu bebê. Que intervenções você sugeriria a essa família para ajudar a promover a saúde desses usuários?</p><p>A. Diria à paciente que ela precisa se cuidar e, neste momento, precisa de apoio familiar. Perguntaria se ela tem algum familiar que possa ajudá-la e ajudar seu marido, para não passar pelo risco de carregá-lo em um momento que precise de repouso. Levaria a situação aos profissionais de saúde da ESF e do NASF para traçar um plano terapêutico na tentativa de auxiliar esses usuários a melhorar suas condições de saúde e diminuir os riscos a que estão expostos.</p><p>4 A saúde mental dos idosos pode diminuir ao longo dos anos. Isso porque estes podem presenciar amigos morrendo com muita frequência, identificarem-se como um atraso na vida de seus familiares – por serem dependentes em alguns momentos –, isolarem-se da sociedade – por compreenderem que não se encaixam nos padrões existentes ou não têm a mesma agilidade para se adequar às mudanças –, entre outros fatores. O Enfermeiro, quando identifica um idoso em situação de vulnerabilidade para desenvolvimento de doenças mentais, deve buscar orientar o idoso a desenvolver que tipo de ações para promoção da saúde mental? O Enfermeiro, quando identifica um idoso em situação de vulnerabilidade para desenvolvimento de doenças mentais, deve buscar orientar o idoso a desenvolver que tipo de ações para promoção da saúde mental?</p><p>B. Deve-se orientar o idoso a participar mais de ações com a comunidade, inserindo-se em associações de bairro, grupos de caminhadas, grupos de viagens, entre outros.</p><p>5 Com a Reforma Psiquiátrica, as intervenções terapêuticas, desenvolvidas em todas as etapas do ciclo de vida, passaram a respeitar uma hierarquia de nível assistencial que deve ser acessada pelo usuário neste formato para diminuir as ações curativistas, que ainda fazem parte da cultura de saúde nacional. Marque a alternativa a seguir que apresenta os serviços que devem ser a porta de entrada do indivíduo na busca da promoção da saúde mental.</p><p>E. Estratégia da Saúde da Família.</p>

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