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Apostila de 
Implante 
 
História da implantodontia 
Os implantes dentários são projetados para 
serem permanentemente na boca – como 
coroas e dentes de substituição. Várias 
técnicas e materiais de implantes eram 
utilizados. 
 
IMPLANTES SUBPERIOSTEAIS 
Eram constituídos por armações metálicas 
colocadas no rebordo alveolar da maxila e 
mandíbula, não alcançou sucesso. 
 
IMPLANTES ENDO-ÓSSEOS 
A maioria dos implantes com formas e 
composição diferentes. 
EX: Agulhados, laminados e parafusos 
bicorticais. 
 
1939 - Stock desenvolveu parafusos. 
Garbaccio inseriu o princípio do 
BICORTICALISMO. 
 
1962 - Scialon introduziu os agulhados. 
1967 - Linkow implantes em forma de lâmina. 
Os implantes bicorticais de Garbaccio, 
constituídos de titânio, por apresentar 
configuração de parafuso com lâmina laterais 
cortantes e autorrosqueáveis, eram instalados 
sem necessidade de abrir retalho. 
• Foi inserido o princípio de carga imediata 
NÃO deu certo, devido ao perfil de 
emergência e por não ser estético. 
Transfixação 
Implantes 
submucosas 
Implantes 
justaósseos 
Endo-ósseo
De titânio 
Utilizado até hoje 
1965 – Branemark introduziu um novo 
conceito a OSSEOINTEGRAÇÃO. 
Osseointegração 
Conexão direta estrutura e funcional entre o 
osso vital organizado e a superfície de um 
implante de titânio capaz de receber carga 
funcional. 
Tecido ósseo 
Composição química do osso: 
 
A deficiência de cálcio deve ser analisada no 
planejamento para fazer implantes. 
 
PERIÓSTEO - Membrana de tecido 
conjuntivo que reveste exteriormente os 
ossos e da qual podem formar-se elementos 
ósseos. 
ENDOSTÉO – Conjunto de células que em 
conjunto constituem a superfície interna do 
osso. Envolve a medula óssea e as trabéculas. 
 
Células dos tecidos ósseos 
OSTEOBLASTOS: Os osteoblastos são 
células jovens com intensa atividade 
metabólica e responsáveis pela produção da 
parte orgânica da matriz óssea, composta por 
colágeno tipo I, glicoproteínas e 
proteoglicanas. 
Secretam matriz óssea, colágeno e 
substâncias que constituem o osso NÃO 
mineralizado. 
•Osteoblastos
•Osteoclastos
•Osteócitos
orgânico
•Fosfato de cálcio 
•Hidroxido de 
cálcio 
Inorgânico
Após secretar essa matriz ela se mineraliza e 
prende o osteoblasto se transformando em 
osteócitos. 
 
OSTEÓCITOS: Têm um papel fundamental 
na manutenção da integridade da matriz 
óssea. Estão localizados em cavidades ou 
lacunas dentro da matriz óssea, com 
prolongamentos que ficam dentro dos 
canalículos para trocar nutrientes. 
 
OSTEOCLASTOS: Responsáveis por 
reabsorver osso, são células muito grandes 
que resultam da fusão de várias células do 
sistema fagocitário mononuclear, têm origem 
em células que se originam na medula óssea, 
e estas por sua vez originam os monócitos e 
os macrófagos. 
Osteo: são unidades circulares que estão 
com canais de Havers no seu interior. 
 
 
 
CANAIS DE HAVERS: São uma série de tubos 
estreitos dentro de ossos por onde passa 
vasos sanguíneos e células nervosas. São 
formadas por lamelas concêntricas de fibras 
colágenas. 
CANAIS DE VOLKMAN: estão ligando os 
canais de Havers. 
A circulação que corre no osso é uma 
circulação CENTRÍFUGA (dentro para fora). 
Na medula óssea estas células estão no 
periósteo que se encontra as células 
mieloides. 
Células reticulares: origina os tecidos 
conjuntivos fibrosos. 
 
Os osteoblastos estão enfileirados, perto do 
endosso. 
. 
 
INJURIA TECIDUAL 
 
 
 
 
Evento de reparação: 
restaura a continuidade dos 
tecidos sem alterar volume. 
 
Evento de regeneração: Se 
diferencia em novas células, formando 
novo tecido ósseo, que resulta em 
aumento de volume total de novos 
tecidos. 
 
 
 
Formação do calo ósseo 
• Formação do hematoma; 
• Formação do calo mole; 
- Angiogênese: crescimento de novos 
vasos. 
- Mineralização e início do processo de 
regeneração. 
• Resposta inflamatória; 
• Recrutamento das células tronco; 
• Diferenciação em condrócitos; 
• Essas cartilagens se mineralizam e forma 
OSTEOBLASTOS; 
• Osteoblastos amadurecem formando 
OSTEÓCITOS. 
INJURIA TECIDUAL: Cicatrização 
Extravasamento de plasma, eritrócitos e após 
6 a 10 h forma uma rede de fibrina. 
• Migração de granulócitos 
Eventos citoplasmáticos, geram a união 
celular, começa a chegar novos vasos e as 
células amadurecem. 
• 5 a 7 dias: Novos capilares; 
• 3 a 4 semanas: já está recuperado. 
Anatomia dos tecidos 
periodontais 
 
G – Gengiva 
PL – Ligamento Periodontal 
ABP – Osso alveolar propriamente dito 
RC – Cemento Radicular 
AP – Processo Alveolar 
No implante as medidas são diferentes: 
Epitélio sulcular: 0,5 mm 
Epitélio juncional: 1,5 mm 
Inserção conjuntiva: 1,0 a 1,5 mm 
 
Nos implantes nós vamos ter os vasos 
supraperiosteais, vasos laterais da junção 
epitelial. 
PROCESSO ALVEOLAR 
Suporte das raízes dos dentes e desenvolve 
com a erupção dentária. 
• Parte cortical 
• Parte trabecular 
O osso mandibular reabsorve em ALTURA. O 
osso alveolar reabsorve em PROFUNDIDADE. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pré-requisitos para Osseointegração 
Interface 
Contato entre o titânio e o osso, o implante 
faz uma anquilose FUNCIONAL. 
Pré requisitos 
• Biocompatibilidade; 
• Desenho do implante; 
• Superfície do implante; 
• Desenho do implante; 
• Técnica cirúrgica; 
• Aplicação de carga; 
• Respostas teciduais. 
Para que haja a osseointegração tem que ter 
uma comunicação celular. 
Sequência: 
1º Hemostasia; 
2ª Fase inflamatória; 
3ª Fase proliferativa; 
4ª Fase remodeladora. 
EVENTOS FUNDAMENTAIS PARA A 
OSSEOINTEGRAÇÃO 
• Frezagem; 
• Rede de fibrina; 
Durante a frezagem as proteínas da matriz 
óssea são liberadas, essas proteínas são de 
extrema importância para união celular. 
• Quando escolhemos um implante é 
importante ver o tratamento de 
superfície. 
• Acontece a união celular através das 
proteínas. 
As células não se fixam no implante se fixam 
ao redor do implante. A primeira célula que 
tem estresse na hora da frezagem são os 
mastócitos. 
As células se comunicam através dos 
mediadores químicos. 
• Citocinas; 
• Fatores de crescimento; 
• Produtos do ácido araquidônico. 
Dentro da matriz também tem a HISTAMINA. 
REDE DE FIBRINA: vem das células 
conjuntivas da matriz óssea. 
É ideal que a superfície dos implantes tenha 
íons cálcio, ajudará na união da superfície de 
implante com a célula, porque na matriz 
também contém íons cálcio. 
Fresagem 
No processo de fresagem, os vasos são 
rompidos e chegam proteínas livres, 
histamina a prostaglandina. 
As células de defesa que se unem a rede de 
fibrina, formando uma rede de célula. 
As células de defesa presentes nos vasos 
induzem a permeabilidade celular, 
ocasionando a diminuição do fluxo e 
formando exsudato, ou seja, concentração 
celular. 
 
CININAS – mantém o exsudato e o infiltrado. 
 
Plaquetas 
Na rede de fibrina ela se une a outra plaqueta 
através dos pseudópodes. 
1º momento: esses pseudópodes serve para 
agregação plaquetária. 
2º momento: degranulação dessas plaquetas. 
Chega NEUTRÓFILOS e MACRÓFAGOS. 
 
Chegada dos neutrófilos: IMPORTANTE 
• Assepsia cirúrgica; 
• Antibiótico terapia; 
• Desinfeção. 
Os neutrófilos contém dentro deles algumas 
enzimas digestivas, degrada matriz e rede de 
fibrinas, que são tóxicos para o organismos. 
Se ele chegar e tiver bactérias, os neutrófilos 
se depositam nessa região, formando o PUS. 
Concentrado 
de celulas 
brancas 
Aumento do 
fluxo 
Diminuição 
da 
velocidade 
do fluxo 
É essencial fazer 
antes da cirurgia 
4° DIA: dia mais perigoso para a instalação do 
implante, pois os macrófagos começará a 
destruir tudo (não terá interface), o que torna 
o implante mais instável. 
Os macrófagos liberam fatores de 
crescimento, para a chegadadas células 
mesenquimais. Na chegada dos fibroblastos 
(tecido conjuntivo), as células mesenquimais 
que irá se transformar em osteoblastos. 
Depois que os macrófagos vão embora inicia-
se a fase do tecido de granulação. 
7° DIA: Fase que ocorre a chegada de várias 
células, fibras colágenas. A rede de fibrina que 
havia no local será substituída pela matriz de 
colágeno (tecido de granulação). 
As células mesenquimais indiferenciadas 
trocam essa rede de fibrina por outros tipos 
de enzimas as OSTEOCALCINAS e 
FOSFATASE ALCALINA. 
FOSFATASE ALCALINA - Precursoras para 
a chegada dos osteoblastos. 
Os macrófagos libera mediadores: 
• Fatores de crescimento transformador; 
• Proteínas morfogenéticas (BMP’S). 
O colágeno é trocado pela matriz óssea, 
calcificação – OSTEÓCITOS. 
1º Mês – osso imaturo 
• Chegada de osteócitos; 
• Início do processo de mineralização; 
 OSTEÒCITOS OSTEOCLASTOS 
• A remodelação ocorre como respostas 
as cargas funcionais, quando o osso 
entra em função. 
Biocompatibilidade 
 
 Tipos de titânio: 
 
TITÂNIO PURO: Pode ser usado na superfície 
do implante, mas as empresas preferem usar 
a liga de titânio por ser mais resistente. 
Quanto mais puro o titânio, menos resistente 
ele é. 
Material ideal: resistente a corrosão, 
propriedade vinda do óxido. 
OSTEOINDUTORES 
• Apresenta as BMP’s; 
• Recrutam células mesenquimais 
indiferenciadas. 
Osteogênicos - Permite a síntese e a 
deposição óssea através dos osteoblastos. 
TITÂNIO PURO 
LIGA DE TITÂNIO 
Condição da superfície 
É importante para estabilidade primária. 
O desenho do implante pode ser: 
• Cilíndrico com halo cônico; 
• Cônico; 
• Cilíndrico; 
• Cerâmico. 
SUPERFÍCIES: Tratadas e não tratadas. 
USINADOS; 
Superfície com adição de partículas, 
subtração de partículas, quimicamente 
modificadas, adição de substância alcalinas. 
Qualidade do leito receptor 
TIPO 1: osso compacto, homogêneo e denso 
no centro; 
TIPO 2: camada espessa de osso compacto 
circunda um núcleo esponjoso com 
trabeculado denso; 
TIPO 3: fina camada de osso cortical circunda 
um núcleo esponjoso de trabeculado denso; 
TIPO 4: fina camada de osso cortical circunda 
um núcleo esponjoso de trabeculado pouco 
denso. 
 
Quantidade de leito receptor 
TIPO A: rebordo alveolar presente em 
quase toda sua totalidade; 
TIPO B: reabsorção moderada do processo 
alveolar; 
TIPO C: reabsorção avançada; 
TIPO D: reabsorção inicial do osso basal; 
TIPO E: reabsorção avançada do osso basal. 
Densidade óssea 
O osso é alterada por diversos fatores como 
hormônios, falta de vitaminas, Influências 
mecânicas. 
A densidade óssea é um fator determinante 
em um sítio desdentado. A quantidade de 
osso depende da posição no arco, quando 
necessário melhorar a densidade óssea pode-
se realizar enxerto ósseo. 
Técnica cirúrgica 
• Irrigação abundante; 
• Incisões e retalhos adequados; 
• Fresagem precisa; 
• Suturas adequadas; 
• Sucesso na estabilidade primária, 
secundária e terciária. 
A estabilidade terciária (3 meses) depende: 
• Das falhas mecânicas; 
• Das falhas biológicas. 
A adaptação da estrutura óssea tem que ser 
diretamente relacionada a carga funcional. 
Não pode ter: 
• Mobilidade; 
• Sensação de corpo estranho; 
• Disestesia; 
• Sondagem maior que 5mm; 
• Radiolucidez ao redor do implante 
(até 0,2mm). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Morfologia e tipos de Implante 
O implante de Branemark, referência no 
mercado, sofreu mudanças. 
 
 
 
Estabilidade 
Primaria 
 
 
 
 
Estabilidade primária – estabilidade inicial, 
conseguida quando o implante trava no osso. 
Depende do macrodesenho do implante. 
Partes do implante 
 
 
Dentro do implante temos uma câmara onde 
receberá o parafuso. 
Implante hexágono externo 
Entrou em desuso 
Altura : 0,7 mm 
Espessura: 2,7 mm 
COMPLICAÇÕES: 
Afrouxamento do parafuso. 
• Quando coloca o dente em cima da 
plataforma e acontece a mastigação 
ocorrerá o afrouxamento; 
• Ocorre a transmissão de força da 
prótese na região cervical.; 
• Depende de fatores – saucerização 
óssea; 
• Qualidade óssea do paciente – Em osso 
resistente acontece em menor escala; 
• Da prótese e sua geometria. 
A perda óssea admitida para o implante é de 
1,0 mm no primeiro ano e 1 0,2 mm nos anos 
seguintes. 
Nos casos de reabilitações extensas na maxila, 
o ideal é colocar 6 implantes (all on four). 
Angulação; 
Espaçamento das 
roscas; 
Porção apical e 
cervical; 
Concavidade do 
corpo. 
Porção cervical 
Corpo 
Porção apical 
Saucerização óssea 
Remodelamento ósseo periplantar cervical, 
causado pelo fator de crescimento epitelial 
(localizado na urina, saliva, plasma). 
 
EGF: mantém as medidas do tecido 
conjuntivo. 
 
Se prolifera no tecido epitelial mandando um 
comando para o organismo para que se 
mantenha essa medida constante de tecido 
conjuntivo, ela se mantém através da 
SAUCERIZAÇÃO. 
 
IMPLANTE DE CONEÇÃO INTERNA O pilar 
entra na câmara, com isso não terá rotação. 
Implante cone Morse 
 
 
 
PLATAFORMA SWITCH: Posição do gap 
entre o pilar e o implante fica distante do osso. 
 
É feita para que o pilar protético e a interface 
fica longe do osso, para que as bactérias não 
adentre e cause a reabsorção. 
 
 
A interface é de contato íntimo, 
ou seja, o componente protético 
encaixa por dentro do implante; 
A junção cone Morse é copo ∕ 
copo; 
Não tem rotação. 
 
Vantagens: 
• Facilidade de manuseio; 
• Menos ocorrência do afrouxamento do 
parafuso; 
• Melhor distribuição de forças; 
• Tecido periplantar fica mais estável. 
Tamanhos: 
2,8; 3,0; 3,3; 3,75; 4,0; 5,0; 
Os implantes mais largos terão mais 
superfície de implante - ajudará no processo 
de osseointegração. 
Implantes de diâmetro 
estreito 
São implantes de 2,8 à 3,0. 
Formados por 2 peças: Serve para prótese 
parafusadas ou cimentadas. 
Indicações: 
• Incisivos centrais superiores; 
• Incisivos inferiores. 
Para aumentar a resistência do implante foi 
adicionado ligas de titânio, alumínio e vanaga. 
Fizeram teste em coelho e viram alumínio na 
corrente sanguínea, então começaram a 
fazer tratamento de superfície desses 
implantes: 
A camada de óxido; 
A camada de alumínio 
Porém mesmo assim continuava o alumínio 
na corrente sanguínea, teve a ideia de alterar 
o processamento do implante. Eles 
perceberam que reduzindo esses cristais de 
titânio daria mais resistência. 
Implantes curtos 
Com altura média de 0,5mm, são implantes 
indicados para áreas curtas, de pequena 
altura. 
• Área de seio maxilar; 
• Área de mandíbula posterior; 
• Área de maxila posterior. 
A angulação deve ser bem definida. 
 
Microestrutura dos 
implantes 
RUGOSIDADE: está relacionada com a 
estabilidade secundária. 
Estabilidade secundária: são os níveis 
máximos de resposta celular. 
Propriedades dessa fase: 
• Qualidade da usinagem; 
• Composição química; 
• Espessura da camada de óxido; 
• Nível de rugosidade; 
• Presença de revestimento. 
 
Estabilidade 
secundária 
 
 
O implante ideal depende da camada de óxido 
(tem que ser grossa), pontes de cálcio e 
fósforo (para adaptar as proteínas). 
• Osteoblastos – superfícies rugosas; 
• Fibroblastos – superfícies lisas. 
Implantes usinados 
Não tem nenhum tipo de tratamento. São 
implantes com ranhuras do processo de 
maquinação. 
MAQUINADOS ou LISOS 
 
Implantes modificados por 
tratamento eletroquímico 
Soluções térmicas alcalinas, com intuito de 
variar a espessura da camada de óxido. 
Anodização – solução que contém íons, 
cátions e ânions. 
 
Remodelação; 
Tempo de 
cicatrização; 
Superfície; 
Resposta celular. 
Implantes modificados por 
hidroxiapatita abrasivas 
É colocado uma camada de hidróxido de 
cálcio na superfície de implante. 
Implantes com plasma e 
esprei de titânio 
Pistolacom altas temperaturas e com pó de 
titânio na pistola – introduz na superfície do 
plasma. 
Implantes com 
condicionamento ácido 
Coloca o implante dentro de uma solução 
ácida, remove a camada de óxido, depois ela 
se forma. 
Duplo ataque ácido = bons resultados. 
Implantes com jateamento e 
duplo ataque ácido 
Superfícies tratadas 3 vezes 
• Propriedades osteoindutoras; 
• Diminuição da rugosidade; 
• Crateras uniformes e picos bem 
definidos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Planejamento Reverso 
Planejamento é o conjunto de procedimentos 
que o profissional realiza para obter sucesso 
nas fases CIRÚRGICAS e PROTÉTICA. 
Avaliar o paciente : 
Identificação do paciente 
• Por que dos implantes ? 
• Quais as expectativas ? 
• Aspectos financeiros 
• Psicológicos 
Anamnese 
• Condições de saúde geral; 
• Avaliação cardiovascular, renal e 
hepática; 
• Avaliação endócrina; 
• Osteoporose; 
• Tabagismo, alcoolismo e uso de 
drogas; 
• Doenças infectocontagiosas; 
• Gravidez e lactação; 
• Diabetes. 
Condições de saúde bucal 
• Avaliação dos tecidos moles; 
• Avaliação dos tecidos duros; 
• Avaliação da prótese. 
Exames complementares 
• Hemograma; 
• Ionograma; 
• Coagulograma; 
• Glicemia em jejum; 
• Creatinina; 
• FQU 
Avaliação radiográfica 
• Radiografias periapicais; 
• Radiografia panorâmica; 
• Tomografias 
Planejamento cirúrgico 
Depende do conhecimento, da técnica. Se 
será necessário cirurgias complementares, 
escolha do implante ideal, posição dos 
implantes, como serão instalados. 
Todo cone Morse é hexagonal interno, mas 
nem todo hexágono interno é cone Morse. 
Planejamento protético 
O principal objetivo do planejamento 
protético é devolver estética, função, 
recuperando o autoestima. 
Aspectos estéticos 
• Estética branca: os dentes. Deve-se 
avaliar o tamanho, formato, proporção 
áurea e simetria dos dentes. 
• Estética vermelha: saúde gengival. 
• Linha do sorriso: quando observamos os 
requisitos de uma estética branca e 
vermelha. 
• Posição do implante: posição ideal dos 
implantes. 
• Suporte labial. 
Visagismo 
Etapa que sucede o processo de fotografias. 
É a arte de personalizar o sorriso do paciente 
com sua personalidade. 
 
Analisa: 
• Estética facial; 
• Formato dos dentes; 
• “ T “ da estética; 
• Glabela – espinha nasal – mento. 
O que analisar na área peribucal do paciente? 
• Sorriso, lábios; 
• Planos do paciente; 
• Formas dentais, posicionamento; 
• Exposição dentária; 
• Inclinação do dente. 
Proporção área 
A largura do IL tem que ser a largura do IC x 
3,18. 
IC largura tem que ser 80% de sua altura 
IL largura tem que ser 69% de sua altura 
C largura tem que ser 72% de sua altura. 
 
O plano inicial deve-se estar coincidindo com 
a linha bipupilar então está correto. 
Aspectos funcionais 
• Eficiência mastigatória; 
• Relação intermaxilar; 
• Fonética 
Analisar a oclusão 
• Curva de Spee e Wilson; 
• Transpasse horizontal e vertical; 
• Dimensão vertical; 
• Necessidade de faceta; 
• Abertura de boca; 
• Condições da ATM. 
Etapas 
• Modelos de estudo; 
• Montagem em articulador; 
• Enceramento diagnóstico; 
• Confecção de um guia cirúrgico; 
• Instalação dos implantes; 
• Temporização ou 1ª prótese de transição; 
• Reabertura (2ª etapa cirúrgica); 
• Seleção dos pilares; 
• Confecção de provisórios sobre os 
implantes ( 2ª prótese de transição); 
• Confecção da prótese definitiva. 
Posição dos implantes 
Ápico-coronal = 3mm acima da JAC; 
Vestíbulo-lingual-palatino; 
Mesiodistal; 
• Distância entre o dente e o implante = 2mm 
• Distância entre implante e implante = 3,5mm 
Guia cirúrgico 
É um orientador do ato cirúrgico para instalação 
dos implantes, confeccionado com resina 
acrílica. 
 
1ª prótese de transição 
São provisórios usados entre a cirurgia de 
instalação, reabertura até a instalação dos 
provisórios. 
• Prótese fixa adesiva; 
• PPR; 
• PT; 
• Provisórios fixos. 
Reabertura 
O segundo estágio cirúrgico é o ato de expor 
os implantes na cavidade, após o período de 
osseointegração. 
Seleção dos pilares 
Serão selecionados as conexões ou pilares 
protéticos definidos. 
• Instalados sobre os implantes 
2ª prótese de transição 
Quando há necessidade de manipulação do 
tecido gengival. 
Confecção da prótese definitiva 
Com o auxílio do enceramento e os exames 
radiográficos, decidirá qual o tipo de prótese 
será realizada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Princípios Cirúrgicos 
O que o implante nos fornece 
• Preserva o osso do paciente; 
• Mantém a DV do paciente; 
• Estabilidade de oclusão; 
• Restabelecimento da saúde psicológica; 
• Aumenta a estabilidade; 
• Melhora a fonética; 
• Aumenta o sucesso protético; 
• Mantém o tônus e apoio dos músculos 
da mastigação. 
Antes de fazer o procedimento cirúrgico é 
importante: 
• Anamnese; 
• Exame físico; 
• Exames complementares; 
• Ver a saúde geral, fatores de risco e 
saúde periodontal 
Pré operatório 
• Lorazepam ou Alprazolam; 
• Dexametasona ou Betametasona; 
• 2g de Amoxicilina. 
Indicação dos benzodiazepínicos 
• Controle da ansiedade; 
• Controle da pressão; 
• Paciente diabético, cardiopata 
Contraindicação 
• Gestante; 
• Comprometimento físico e mental; 
• Etilistas e dependentes químicos; 
• Hipersensibilidade 
Antissepsia 
• intrabucal - Digluconato de clorexidina 
0,12% 
• Pós-operatório - Higienizar com 
cuidado; 
• Clorexidina 0,12%, 1min, 2x ao dia, 5 dias 
• Analgésico - dipirona 500mg a 800mg , 
4 ∕ 4 h 
Incisão 
É feita através de retalho obtido por meio de 
incisão e deslocamento. 
• Geralmente com lâmina 15 
PARAMARGINAIS: nos espaços proximais; 
PARAMARGINAIS nas faces livres: interna e 
externa; 
RELAXANTES: nas distais dos dentes O 
tamanho e o formato da incisão deve ser 
pensado, para me fornecer uma melhor 
abordagem. 
• 2ª função: recobrir sem tensão a área da 
cirurgia. 
Suturas 
Promover hemostasia e estabilização das 
margens do retalho, o nó não deve ser muito 
apertado, a agulha de secção triangular, fio de 
Nylon ou reabsorvido (espessura 4,0; 5,0). 
Fio de seda deve ser evitado, pois acumula 
placa bacteriana. 
 
 
Sequência de instalação 
1º Inicia-se com a broca lança; 
2ª Broca 2,0 mm; 
3ª Broca piloto 2 ∕ 3; 
4ª Broca 3,0 mm 
5° Brocas para finalização do alvéolo 
cirúrgico * count sink* - hexágono 
externo 
6° Paralelizador – ver na radiografia a 
angulação Conexão para levar o implante 
a broca. 
7° Faz a reabertura para colocar o 
cicatrizador para fazer os procedimentos 
protéticos. 
8° Catraca até 60, passou disso pode 
fraturar o implante. 
 
 
 
 
 
 
 
Regeneração Óssea Guiada 
Enxerto ósseo ideal 
• Induzir nova formação óssea; 
• Reabsorvido após algum tempo (Trocar as 
células por novas cel. De formação óssea); 
• Biocompativel; 
• Ausência de resposta imune (O organismo 
tem que absorver como se fosse parte 
dele); 
• Radiolucência; 
• Ampla disponibilidade; 
• Baixo custo. 
Preocupa-se com a instalação dos implante, 
com planejamento da instalação baseado na 
excelência protética. 
Biomaterial 
É uma substância (combinação de substâncias) 
de natureza sintética com natural, utilizado para 
aumentar ou subtrair parcial ou integralmente os 
tecidos. 
• Biocompatibilidade; 
• Segurança; 
• Ter características de superfície; 
• Pode ser particulado ou em bloco; 
• Degradação modificável. 
Osteocondutividade: serve como arcabouço 
para formação de osso. 
Osteoindutividade: atrair e transformar células 
tronco – células osteogênicas. 
Princípios biológicos dos 
materiais 
Autógeno: quando não tem a osteoindução 
não terá a osteocondução. Tem materiais 
que podem ter a osteogênese (presença de 
osteoblastos e proteínas). 
Morfologia do material 
• Para preencher um alvéolo, 1º compartículas maiores e depois com 
menores. 
• Para se colocar um biomaterial no 
paciente deve-se analisar o sítio 
receptor. 
Sítio receptor 
CLASSE I Defeito de espessura, altura 
normal. 
CLASSE II Defeito em altura, espessura 
normal. 
CLASSE III Defeito altura e espessura. 
Tipos de enxerto 
AUTÓGENO 
Nesse tipo de enxerto, o osso é retirado do 
próprio paciente. O tipo autógeno não 
apresenta riscos de rejeição, visto que o osso 
é do próprio paciente. 
 
ALÓGENO 
Um enxerto ósseo alógeno é aquele obtido 
por meio do Banco de Tecidos Humanos. É 
necessário quando a quantidade de osso que 
precisa ser enxertada é superior à que pode 
ser retirado do próprio paciente, sendo 
adotado os mesmos métodos utilizados na 
doação de sangue e órgãos 
XENÓGENO 
O enxerto xenógeno (ou heterógeno) 
provém de um doador de outra espécie 
animal. Ou seja, os ossos são de origem suína 
ou bovina A vantagem do enxerto xenógeno 
é que apresentam uma formação muito 
parecida ao osso medular humano, 
incorporando-se facilmente ao tecido. 
SINTÉTICO 
Esse tipo de enxerto ósseo para implante é 
produzido em laboratório. Normalmente, é 
feito de diferentes materiais, como polímeros, 
cerâmica ou hidroxiapatita sintética. A 
vantagem é que são preparados com 
materiais biocompatíveis, o que faz com que 
as chances de rejeição sejam bem baixas. 
 
Analisar a área receptora 
Exposição integral do leito receptor; 
Analisar o tecido gengival; 
Na área receptora deve-se fazer perfurações 
na base do osso; 
Adaptar o enxerto para que não fique com 
movimento de báscula no caso dos blocos; 
• Pinça porta enxerto para fazer a 
perfuração, com brocas de tamanho 
menor que o parafuso. 
O parafuso deve transferir o enxerto e o 
sítio receptor. 
 
Rog 
Separação internacional de dois ambientes, 
permitindo a exclusão de células biológicas. 
Quando se usa BARREIRAS faz um 
repovoamento seletivo. 
Função da barreira: 
Permite que o tecido mole se multiplique na 
sua regeneração. 
• Biocompativel; 
• Manutenção do espaço; 
• Permitir a integração tecidual; 
• Facilidade de uso; 
• Algumas não ter atividade biológica. 
Barreira reabsorvível: se degrada com o 
tempo (6 semanas). 
Barreiras não-reabsorvíveis: não degrada. 
L-PRF 
Fibrina rica em plaquetas e leucócitos; 
Retira sangue do paciente e centrifuga, com 
isso terá um material rico em regeneração 
tecidual. 
Remove o trombo vermelho, desnudando 
com cuidado para não perder buff count. 
Pode ser usado como membrana. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prótese sobre Implante 
Casulo 
Local onde o implante está dentro. 
 
 
 
 
• Remove a tampa; 
• Apertar a peça contra o implante; 
• Pinça o implante; 
• Solta o casulo do implante; 
• Imediatamente posiciona o implante na 
boca do paciente; 
• Após a instalação do implante colocamos o 
COVER ou CICATRIZADOR. 
Cover 
 
 
 
 
Serve para que o tecido mole NÃO entre na 
câmara do implante. 
Cicatrizador 
Quando trava bem o implante. Serve para deixar 
o implante mais acessível através da mucosa. 
 
 
 
 
No cicatrizador deve deixar de 1 a 2 mm acima 
da gengiva. 
Pilar protético 
Peça responsável pela conexão da prótese ao 
implante. A prótese pode ser cimentada ou 
parafusada. 
O pilar protético deve ser recoberto enquanto 
o paciente está com ele em boca. 
 
Etapas na seleção do 
componentes protéticos 
 
• Distância interoclusal 
Se tem 7mm de distância interoclusal, deve-se 
levar em consideração, coping, porcelana e 
altura do pilar. 
• Variação na altura dos componentes dos 
tecidos moles perimplantar; 
• Dimensão mesiodistal do espaço edêntulo. 
Escolher o pilar de acordo com a largura certa. 
• Dimensão vestibulolingual do contorno da 
restauração. 
• Grau do ângulo de emergência do ombro 
do implante. 
A angulação dos pilares são limitadas. 
Cimentada X Parafusadas 
• Conhecimento dos materiais e 
métodos; 
• Análise da situação; 
• Escolha do clínico; 
• Componente padronizado e pré-
usinados; 
• Instrumentos com torque pré-definidos 
e estável; 
• Profundidade de ombro – 
componente protético; 
• Sistema do implante e opção 
restauradoras; 
• Reversibilidade da restauração; 
• Padrão de oclusão a ser utilizado. 
Prótese parafusadas 
VANTAGENS: 
• Mais facilidade de desmontagem; 
• Ausência de cimento; 
• Melhor retenção em espaços verticais. 
DESVANTAGENS: 
• Presença de único parafuso, mais 
suscetível a fratura; 
• Posicionamento do implante mais crítico 
para boa estética, carga axiais ideais; 
• Presença do orifício de acesso na oclusal; 
• Fratura de porcelana oclusal. 
 
Prótese cimentada 
VANTAGENS 
• Adaptação passiva; 
• Melhor estética; 
• Custo mais baixo; 
• Procedimentos restauradores mais 
simples; 
• Contato oclusal mais preciso. 
DESVANTAGENS 
• Dificuldade de remoção de resíduos 
de cimento; 
• Uso de cimentos temporários que 
podem falhar. 
Tipos de pilares parafusados 
VARIÁVEIS: 
• Prótese unitária ou múltipla; 
• Pilares rotacionais ou não; 
• Espaços protéticos M-D e C – I; 
• Angulação e paralelismo; 
• Intermediário ou não; 
• Espaço interoclusal livre; 
• Altura e espessura do tecido 
gengival. 
Individualizados por desgaste 
Pilares preparáveis de metais provisórios (titânio) 
ou cerâmico, cimentados ou parafusados; 
Fresados ou desgastados em boca no modelo 
do paciente; 
Limitados a implantes bem-posicionados com 
correção de inclinação até 25º. 
Individualizados por desgaste e acréscimo 
Pilares VCLA; 
Para alturas limitadas; 
Parafusados diretamente no implante; 
Não há intermediário; 
Torque 32N. 
Pilar cônico 
Prótese unitária parafusada; 
Torque de 32N (Se não der o torque certo irá 
girar); 
Altura interoclusal mínima de 5mm a partir do 
nível da mucosa; 
Indicado para região POSTERIOR; 
Considerar mais 1,5 a 2,0 mm para material 
restaurador. 
Mini pilar cônico reto 
Prótese múltipla parafusada; 
Torque 32N; 
Altura interoclusal de 4,4 mm a partir do nível 
da mucosa; 
 Indicado para região POSTERIOR. 
Tipos de pilares cimentados 
VARIÁVEIS: 
• Prótese unitária ou múltipla; 
• Pilares fabricados; 
• Personalizáveis – individualizados para cada 
situação clínica.; 
• Espaço protético M-D e C-I; 
• Angulação e paralelismo; 
• Nível de existência. 
Pilar antirotacional ∕ exact (FABRICADO) 
Prótese unitária cimentada; 
Torque 20N; 
Cintas de 2,3,4 mm de altura; 
Espaço interoclusal adaptável, mínimo de 6mm; 
Copings plástico, calcinável; 
Componentes de plástico. 
Pilar rotacional (FABRICADOS) 
Prótese unitária cimentada; 
Torque 20N; 
Cintas 2,3,4 mm de altura; 
Espaço interoclusal adaptável, mínimo 6mm; 
Copings plástico, calcinável; 
Componentes de plástico. 
Pilar antirotacional ∕ exact (PERSONALIZÁVEIS) 
Prótese unitária cimentada com implantes bem-
posicionados para os retos e até 17º para 
angulados; 
Torque 20N; 
Altura interoclusal ajustável pela individualização 
do desgaste a ser feito; 
Região ANTERIOR 
Pilar CAD-CAM 
São pilares confeccionados pela leitura com 
scanner a laser ou por contato; 
Feita a digitalização, o arquivo é enviado para o 
laboratório apara confecção. 
Início dos trabalhos 
reabilitadores 
Após instalação dos pilares. 
ÍNDEX 
Guias de assentamento dos pilares 
individualizados em resina; 
Checar posição, adaptação e parafusamento. Rx 
e torque com guia, caso seja um pilar rotacional. 
Moldagem definitiva 
Técnica de moldeira aberta 
• Transferentes moldeira aberta; 
• Moldeira de plástico para abertura; 
• Moldagem passo único; 
• PRÉ esplintagem para reabilitações 
parciais adjacentes. 
• Desparafusamento dos parafusos dos 
transferes para remoção do molde da boca. 
Técnica de moldeira fechada 
• Transferentes moldeira fechada; 
• Moldeira de metal; 
• Moldagem passo único ou dois passos; 
• Preferência minha: resina vermelha para 
posição do transfer em boca;• Desrosquear todo transfer, acoplar no 
análogo e colocar no molde. 
Tranferente 
Serve para transferir a posição e o tipo de 
implante ou pilar protético da boca para o 
modelo de gesso. Sobre ele é conectado o 
análogo para vazar o gesso. Não se usa para 
pilares individualizados. 
Análogos 
É a replicação do implante ou pilar protético fica 
fixado ao modelo de gesso; deve estar na 
mesma posição do implante ou pilar em boca. 
Cilindros 
São componentes definitivos, utilizados para 
fundição e confecção da infraestrutura da peça 
protética 
Fixação da prótese ao pilar, com o menor 
parafuso de todos. 
Fases da prova 
Adaptação e assentamento da infraestrutura, 
forma passiva, sem tensões. 
Unitárias: ver rotação se está correta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pacientes Edêntulos Totais 
A perda de dentes é a alteração que mais 
implica em maiores consequências para os 
demais órgãos do corpo humano. 
• Ser idoso não contraindica o uso de 
implantes; 
• Reabilitação do ponto de vista estético, 
funcional e fisiológica.; 
• Perfil passou de 50-65 anos de idade em 
1988 para até 90 anos em 2010; 
• Reabilitações sob condições sistêmica 
controladas. 
 
CUIDADOS NECESSÁRIOS 
• Higiene bucal; 
• Uso do fio dental; 
• Boa dieta; 
• Escovação após alimentação; 
• Escovas interdentais; 
• Visitas ao dentista; 
• Higienizar a língua. 
Desordens metabólicas X 
Envelhecimento 
• Osteoporose; 
• Diabetes; 
• Hipotireoidismo; 
• Doenças cardiovascular; 
• Morbidade. 
Avaliar se o paciente tem condições de se 
submeter a um tratamento de implante. 
Determinar se as prótese do pacientes são 
deficientes, caso sejam deve ser reconstruídas. 
Decidir o número de implantes e sua localização. 
Programar o tipo de retenção as sobre 
dentadura 
TÉCNICA 
1ª Moldagem inicial; 
2ª Moldagem funcional; 
3º Modelos de estudo e trabalho; 
4º Enceramento diagnóstico em plano de cera; 
5º Ajustes no paciente; 
6º Registros interoclusais; 
7ª Montagem em articulador; 
8ª Provas no paciente; 
9º Guia cirúrgico. 
A perda de dimensão vertical de oclusão é mais 
comum em idosos devido a extração e 
desgastes múltiplos. 
Linhas de referências 
• Canina; 
• Linha média; 
• Linha do sorriso; 
• Repouso labial; 
• Curva de Spee. 
Plano Tragus – órbita 
Plano de Frankfurt 
Plano de Camper 
TÉCNICA 
1ª Cirurgia dos implantes; 
2ª Instalação dos pilares; 
3º Guia; 
4º Registro com resina duralay nos transferes; 
5º Registro de altura; 
6º Material de moldagem na seringa; 
7º Desparafusamento dos transferes; 
8ª Remoção das moldagens; 
9ª União dos transferes ao análogo. 
limitações aprovado cautela Perigo 
Distância entre 
implantes 
Maior que 
10mm 
6-8mm Menor 
que 5mm 
Volume ósseo ABC D E 
Densidade óssea Tipo I –II-II Tipo IV 
Comprimento do 
implante 
Maior que 
10 mm 
6-8mm 
Nº de implantes 4-6 3-2 
Distância entre 
implantes 
20mm Menor 
que 18mm 
 
Comprimento do 
implante 
Maior que 
10 mm 
Menor 
que 10mm 
 
Nº de implantes 2-4mm 3 
 
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 
1. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa. Histologia básica 
I L.C. Junqueira e José Carneiro.12 
2. Bases Clínicas e Biológicas na Implantologia