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IMPLANTODONTIA HISTÓRICO . Período Antigo (a.C. A 1000 d.C.): dinastias do Egito Antigo e das culturas pré-colombianas. - Localização Geográfica: África (Egito), na América Latina e Central (maias, astecas e incas) e no Oriente Médio. - Materiais Utilizados: dentes de animais ou dentes esculpidos em marfim. - Particularidades: Boa adaptação óssea das raízes artificiais em marfim esculpido e na cultura egípcia, os mortos edêntulos eram tratados antes que se realizasse a mumificação. . Período Medieval (de 1000 a 1800): limitada aos transplantes. - Localização Geográfica: Europa. - Materiais Utilizados: Dentes humanos. - Particularidades: Realizado de um paciente para outro por barbeiros-cirurgiões. Eram retirados os dentes das pessoas de camadas sociais mais desfavorecidas. A partir do início do século XVIII, riscos de infecção e de contaminação bacteriana. . Período Fundamental (de 1800 a 1910): iniciou a implantodontia endo-óssea. - Localização Geográfica: América do Norte. - Materiais Utilizados: Ouro, Porcelana, Madeira e Metais (Platina, Prata e Estanho). - Particularidades: 1809, Maggilio colocou implante de ouro em local de extração. Prótese fixada após a cicatrização dos tecidos. - Princípios de biocompatibilidade e da estabilidade primária elaborados por Berry em 1888 (necessidade de uma estabilização imediata do implante e utilização de materiais “seguros” para evitar a transmissão de doenças). . Período Pré-Moderno (de 1910 a 1930): Payne e Greenfield foram os precursores da implantodontia (início do século XX). - Localização Geográfica: América do Norte. - Materiais Utilizados: Ouro e Porcelana. - Particularidades: Payne descreveu o implante de um cesto cilíndrico em ouro. Implante colocado após a alargamento do diâmetro do alvéolo com a ajuda de uma broca. Espaços vazios preenchidos com uma goma. Coroa com um núcleo de porcelana foi fixada imediatamente na parte interna e côncava do implante. - 1913, na Pensilvânia, Greenfield, descreveu o uso de um cilindro oco de porcelanas rugosa. Um intervalo de seis a oito semanas entre o implante e sua utilização foi recomendado, total integração entre o osso e implante. Estabelece aproximação com os princípios da cirurgia ortopédica. Conceito de cirurgia “limpa”. . Período Moderno (de 1930 a 1978): estudo de diferentes biomateriais e introdução de inovações cirúrgicas e protéticas. - Localização Geográfica: Europa e América do Norte. - Materiais Utilizados: Porcelana, Vitálio e Titânio. - Particularidades: Implantes endo-ósseo I – 1939, Alvin E. Strock criou o implante em forma de parafuso em vitálio. - Strock e Strock em 1943 desenvolveu o implante endodôntico, resultados satisfatórios em 17 anos, sendo o primeiro a realizar estudos histológicos em cães. - Implante Subperiosteais – 1941, Dahl na Suécia, os primeiros implantes subperiosteais tinham forma e tamanho padronizado, sendo adaptados em função óssea encontrada. - 1951, Lew foi o primeiro a realizar moldagens ósseas diretas para garantir uma melhor adaptação do implante subperiosteal. - Weinberg e Linkow descreveram o implante subperiosteal unilateral, de menor extensão. - James propôs utilizar um apoio no nível dos ramos ascendentes da mandíbula a fim de evitar que o implante subperiosteal cedesse. Um dos primeiros a sugerir a utilização do tomógrafo dentário para obter uma reconstrução tridimensional da mandíbula ou do maxilar. - Implantes endo-ósseos II – 1940, modelo helicoidal em espiral de Formiggini desenvolvido em 1947, aço inoxidável ou em tântalo. - Cherchève em 1962 elaborou um implante com dupla hélice em espiral e um kit cirúrgico para sua inserção. - Scialom criador de um implante em tripé (modelo agulhado), as três partes do tripé se unem para suportar a prótese. - 1947, Linkow lançou um implante laminado, de titânio e posteriormente de liga de titânio. Muito utilizado até o fim dos anos 1980. - Início da década de 1970, implantes em cerâmica vitrificada (Sandhaus, 1966) e em carbono vitrificado. - 1950, 1960 e 1970, buscava-se obter uma interface fibrosa peri- implantar, com o objetivo de imitar o ligamento alveolodental, para amortecer os impactos na interface. Ancilose considerado fator negativo no prognóstico. - 1970, James introduziu o implante transmandibular. - 1975, Juillet desenvolveu o implante tridimensional (T3D), era colocado lateralmente por meio da tábua cortical vestibular. . Período Contemporâneo (de Osseointegração ou Período Branemarkiano): início dos anos 1970. Primeira conferência em Harvard, 1978, estudos suecos publicados em 1969 e em 1977 por Branemark et al. - Localização Geográfica: América do Norte e Europa. - Materiais Utilizados: Titânio, Ligas de Titânio, Hidroxiapatita e Cerâmica. - Desenvolvimento do conceito de osseointegração: Primeiras pesquisas na Suécia no início dos anos 1950. - Primeiro estudo ósseo realizado em 1952, utilizando perônio de coelho, a técnica era lixar a superfície do osso e observar com o microscópio, in situ, a cicatrização óssea e a reação da medula. Identificados como capazes de alterar a reparação óssea e os seguintes fatores: isquemia relativa, elevação da temperatura local e uso de produtos de aplicação tópica. - Primeiro protocolo clínico desenvolvido em animais para testar a aplicação de uma prótese fixa, cães parcialmente edêntulos receberam próteses implantossuportadas. Implantes colocados com antecedência, respeitando o tempo de cicatrização de 3 a 4 meses. - 1965, primeiro paciente tratado de acordo com os princípios da osseointegração. - Branemark et al, 1977, introduziu o conceito de osseointegração, incluindo a utilização de implantes de titânio e o período de recuperação durante a cicatrização óssea. - A osseointegração foi definida por Branemark et al (1985) como uma “união anatômica e funcional direta entre o osso vivo remodelado e a superfície do implante” - Características fundamentais: busca de uma inserção direta na interface osso/implante, ao passo que, anteriormente, buscava-se uma fibrointegração, a fim de imitar o ligamento alveolodental. Período de intervalo entre a colocação de implante e seu posterior funcionamento, diferentemente do uso imediato. . Período Pós-Branemarkiano (colocação de implantes osseointegrados em carga imediata): estudos clínicos e em animais no início dos anos 1990 mostravam que a utilização imediata dos implantes resulta em uma elevada taxa de osseointegração. - Localização Geográfica: América do Norte e Europa. - Materiais Utilizados: Titânio, Ligas de Titânio e Hidroxiapatita. - Elaboração do conceito de colocação em carga imediata: Fazer intervalo entre a colocação e a utilização do implante. Instrumentos ancilares substituídos pelos de aço inoxidável, superfícies oclusais das próteses implantossuportadas começaram a ser elaboradas em cerâmica e não em resina, radiografias de controle realizadas imediatamente após a colocação dos implantes e não mais no final. - Eliminação do período de recuperação após a colocação dos implantes, que eram de 3 a 6 meses. Eliminado também o período de colocação em carga convencional (tardia) no paciente de mandíbula edêntula, substituindo-o pelo protocolo de utilização em 72h. OSTEOLOGIA APLICADA A IMPLANTODONTIA . Maxila: esqueleto da maxila superior, se articula com todos os outros ossos da face e suporte para os dentes maxilares. - Descrição anatômica: forma de pirâmide triangular. Três faces (superior orbitária, posterior, jugal anterior). + Uma base interna e um cume externo truncado. + Quatro processos anexos a essa pirâmide: processo frontal, processo palatino, processo alveolar ezigomático. - Ossos da maxila: tipo III e IV. + Osso tipo III: fina camada de osso cortical envolve um núcleo de osso trabecular denso (grosso). + Osso tipo IV: fina camada de osso cortical envolve um núcleo de osso trabecular de baixa densidade (fino). - Reabsorção: Remodelagem alveolar ocorre sempre após a extração dentária, associa uma reabsorção osteoclástica do osso alveolar a uma aposição óssea no alvéolo de extração. + A reabsorção no sentido vertical está associada a reabsorção no sentido vestibular (movimento de reabsorção centrípeta). . Mandíbula: esqueleto do andar inferior da face, único osso móvel, articula-se com os ossos temporais e suporta os dentes mandibulares. - Descrição anatômica: um corpo e dois ramos. Duas faces (anterior e convexa – sínfise mentoniana e forame mentoniano. Posterior e côncava – espinhas mandibulares superiores e inferiores). Dois bordos (superior e inferior). + Face interna apresenta a entrada do canal mandibular. - Osso da mandíbula: tipos I, II e III. + Tipo I: osso compacto e homogêneo, cortical denso e pouco trabeculado. + Tipo II: camada espessa de osso compacto envolve um núcleo de osso trabecular denso (grosso). . Lesão do NAI (Nervo Alveolar Inferior) e Mentoniano: 2 mm do teto do canal mandibular, 5 mm ao forame mentoniano. Lesão do nervo durante o preparo e lesão pela inserção do implante, prognóstico vai depender do grau de lesão. - Neuropraxia: contusão nervosa com o bloqueio transitório. Não existe a degeneração dos axônios, recuperação completa-se geralmente passadas horas ou alguns dias. - Axonotmese: ocorre quando há o rompimento dos axônios (fibras aferentes), mas a bainha epineural (tronco nervoso) se mantém intacta. Estímulos elétricos deixam de ser transmitidos. - Neurotmese: é um trauma físico envolvendo o sistema periférico, com ruptura parcial ou completa do axônio e das fibras nervosas e nervos vinculados. Pouco comum pois o nervo é muito grosso. . Alteração da inervação mandibular conforme “seu envelhecimento”: alteração do sentido do suprimento, artéria mentoniana, ramificação mandibular da artéria sublingual, artéria facial e ramificações musculares da artéria maxilar. EXAMES IMAGINOLÓGICOS . Radiologia digital: chegou no Brasil na década de 1990, comercialização a partir de 2000. Demorou por conta do alto custo dos equipamentos para a nossa realidade e a necessidade de importação. - Vantagens: menor radiação, praticidade, simplicidade da técnica, aumento da produtividade, otimização do diagnóstico, melhor comunicação entre profissional e paciente e entre os próprios dentistas. + O computador consegue diferenciar uma variação de 256 tons de cinza. Preto puro: valor 0-zero. Branco puro: valor 256 e além dos 255 tons de cinza intermediários. - Sistema digital direto: o sensor é composto por uma placa captadora cuja tecnologia é o CCD (dispositivo de carga acoplada). - Sistema digital indireto: são utilizadas placas de fósforo fotoativadas, sensores finos (como se fosse um filme radiográfico convencional). . Radiografias periapicais: detalhes mais específicos de uma pequena área, tem distorção e não serve para a seleção do tamanho de implantes. Mais usada no acompanhamento pós-operatório e nas consultas de manutenção, após a conclusão do tratamento. . Radiografias panorâmicas: mais comuns em implantodontia, distorções variam entre 25% a 40% do tamanho original dependendo da técnica do operador. Oferece uma visão global dos arcos dentais e estruturas anatômicas adjacentes, não oferece riqueza de detalhes. Utilizadas para planejamento de implantes. . Tomografias: - Convencionais: variação nos aparelhos panorâmicos, possibilitando a ocorrência de pequenas distorções nas interpretações da espessura óssea. - Computadorizadas: mais segurança para o implantodontista, tem sequência de cortes laterais que oferecem quase 100% de fidelidade quanto a espessura óssea. - Computadorizada Volumétrica do Cone Beam (CBCT): possui uma dose de radiação que representa 1/6 da tomografia computadorizada tradicional, tem uma visão panorâmica mais eficaz do que a tomografia computadorizada tradicional. - Tomografia linear: maior dose de radiação, menor resolução, sobreposição borramento e distorções. Não evidencia tecidos corticalizados ou trabeculados, aumento de proporção (1 para 5) e é bidimensional. Indicações: endodontia (canais acessórios, lesões e fraturas), cirurgia, ortodontia (posicionamento condilar, Cefalometria 3D) e implantodontia (localização, morfologia, quantidade e qualidade óssea e áreas anatômicas). . Planejamento: protótipo (acidentes anatômicos, planejamento cirúrgico, menor tempo cirúrgico, minimiza riscos, conforto e segurança para o paciente). BASES BIOLÓGICAS NA IMPLANTODONTIA . Titânio: biocompatíveis, excelente resistência a corrosão, facilidade de processamento, preço favorável e possibilidade de tratamento. - Se utiliza em cirurgias ósseas (implantes dentários), para estabilizar uma prótese implantossuportada. . Seis fatores que influenciam a Osseointegração: material do implante, condição da superfície, estatos do osso, design do implante, técnica cirúrgica e condição do carregamento do implante (imediato, precoce ou tardio). - Imediato: instalação do implante dentário logo após a extração. - Precoce: quando o implante ocorre entre 13 dias e 3 meses da extração dentária (duas cirurgias). - Tardio: instalado na estrutura óssea após o processo de osseointegração (após o implante se “fundir” ao osso). . Pré-requisitos para osseointegração: biocompatibilidade (titânio), desenho do implante, superfície do implante, leito receptor, técnica cirúrgica (perfuração atraumática do osso). . Desenho do implante: - Macrogeometria: conexão protética, pescoço, colar, espelho, corpo/passo de rosca e ponta. + Conexão protética: hexágono externo (implante e o pilar protético terão uma conexão topo a topo – proliferação bacteriana na parte que tem contato com o osso sobre a prótese). Hexágono interno (longevidade protética e biomecânica maior – não se utiliza e causa fratura). Cone morse (implante possui núcleo central cônico, propriedade instalação infra-óssea, contaminação bacteriana dentro do implante, longe do osso, não tem saucerização). + Saucerização: fenômeno biológico promovido pela contaminação bacteriana da interface implante/prótese no hexágono externo. Perda precoce da crista óssea ao redor dos implantes dentários. Hexágono externo e interno tem gap na mastigação e causa saucerização. + Cilíndrico: osso tipo I e II, rebordo remodelado, dimensões V-L, M-D e travamento. Indicados em locais com alta densidade óssea. Cônico: melhor travamento inicial, implantes imediatos, osso muito trabeculado (maxila), posterior da mandíbula, maior previsibilidade, osso de baixa qualidade melhor distribuição de forças, maior estabilidade inicial e diversificação de produtos, amortecimento, melhor distribuição e dissipação de cargas e otimizar a função da prótese. - Microgeometria: influencia a reabilitação oral implanto suportada. + Lisa (0 – 0,5), pouco rugosa (0,5 – 1,0), rugosa (1,0 – 2,0) e muito rugosa (> 2,0). - Pescoço/colar: estabilidade longitudinal, estética local, condições de manutenção,de um implante). . Defeitos alveolares: perda óssea alveolar é um tipo de defeito que ocorre quando o osso alveolar é reabsorvido, ficando mais fino baixo e desgastado. . Tecido ósseo (tecido conjuntivo especializado): 60% a 70% de cristal inorgânico (hidroxiapatita) e 30% a 35% de material orgânico (90% desses 35% é colágeno). - Enxertos ósseos: manter a altura alveolar e melhorar a qualidade óssea local. Procedimento cirúrgico que aumenta a altura e a largura da mandíbula ou maxila, preparando o osso para receber os implantes. . Mecanismos de ação: - Osteogênico: capacidade de transplante de osso viável que pode ser realizada através de enxerto autólogo. Levar células vivas do leito doado para receptores. Material que promove a formação de tecido ósseo a partir de células presentes em seu interior. - Osteoindutor: induzir a formação óssea independente de estar em leito ósseo. Capacidade de formar osso mesmo em músculo. Estimulante da regeneração óssea, que promove a diferenciação e proliferação celular. - Osteocondutor: Material que age como um arcabouço para infiltração de células mesenquimais indiferenciadas, osteoblastos e osteoclastos, durante o processo de reparo ósseo. Biomaterial que conduz o desenvolvimento de novo tecido ósseo através de sua matriz de suporte. . Tipos de ossificação: - Intramembranosa: CMI (células tronco) do tecido conjuntivo membranoso se transformam em osteoblastos e formam matriz osteóide. Resulta a partir de periósteo, endósteo, sutura e LP. Predominante no crânio e áreas de tensão. + Processo de formação de tecido ósseo a partir do mesênquima, no interior de uma membrana conjuntiva. - Endocondral: tecido mesenquimal original se transforma em cartilagem, regiões envolvidas em altos níveis relativos de compressão, articulações moveis e em algumas partes na base do crânio e cartilagem cresce por aposição e intersticialmente (divisão dos condrócitos e adição da matriz intracelular). + Processo de formação de osso que ocorre quando uma cartilagem hialina é substituída por tecido ósseo. - Osso homógeno: é o enxerto alogênico, obtido de um doador humano, que é processado e tratado para reduzir o risco de rejeição e transmissão de doenças. + Osso congelado, fresco, osso congelado seco desmineralizado. Característica osteocondutora, HLA. Banco de ossos, FBB, FDBA, DFDBA, regulamentação EBF-AABt. - Osso xenógeno: enxerto ósseo obtido de indivíduos de espécies diferentes. Bovino, equino, porcino e corais. + Osteocondutor, inorgânico, orgânico, biocompatibilidade, resistência mecânica, área doadora, menor tempo, morbidade, quantidade ilimitada de material, fácil manipulação e resultados previsíveis. - Osso aloplástico: material sintético, simples, menos invasivo. Fosfatos de cálcio, biovidro, polímeros, fosfato tricálcio e hidroxiapatita. + Osteocondução, produzido em laboratório e modelado de acordo com o paciente. . Áreas doadoras: - Intrabucal: sínfise, corpo e ramo, processo coronóide, tuber, osso palatino e pilar canino. - Extrabucal: calota craniana, ilíaco, tíbia, rádio e costela. PRF – FIBRINA RICA EM PLAQUETAS . Biomaterial obtido do sangue do paciente, que é utilizado para acelerar a cicatrização e a regeneração celular. . Utilização dos agregados plaquetários (PRF): BMF, endodontia, DTM, periodontia, HOF e implantodontia. . Qual utilizar? A-PRF, MRF, L-PRF, PRGF-A, I-PRF, FFL, cPRP, CGF, S- PRF, T-PRF, PRGF-B, PRP, PRFM e FLA. - A-PRF: tipo de concentrado sanguíneo. - L-PRF: fibrina rica em plaquetas e leucócitos, um material de enxerto obtido a partir da centrifugação controlada de plasma. - I-PRF: fibrina rica em plaquetas injetável, obtida a partir da coleta de sangue em tubos (9ml) sem aditivos, centrifugado durante dois minutos, com velocidade de 3300rpm, observa-se uma área de cor alaranjada no tubo (I-PRF) e o restante do material sanguíneo logo abaixo. - PRP: plasma rico em plaquetas, a primeira geração de concentrados plaquetários. - PRGF-A e PRGF-B: protocolos para obter plasma rico em fatores de crescimento. Aonde o PRGF-B é superior por ter maior enriquecimento e recuperação de plaquetas, melhor resposta ao estresse hipotônico das plaquetas, menor ativação basal das plaquetas, menor duração da fase de latência na agregação plaquetária, menor tempo de coagulação e retração do coágulo e maior concentração de fatores de crescimento no plasma. - FFL: Fibrina em fase líquida. - CGF: é um coágulo de fibrina obtido a partir de uma centrifuga chamada Medifuge CGF. Essa centrifuga permite a utilização de até 8 tubos de ensaio para a criação de CGF. - T-PRF: fibrina rica em plaquetas de titânio. Um concentrado sanguíneo autógeno de segunda geração com malha de fibrina resistente e espessa ativada por um tubo de titânio. - PRFM: Matriz de fibrina rica em plaquetas, processo que purifica o sangue para concentrar as plaquetas, tem características de liberação de fatores de crescimento em até 7 dias, fácil de usar e reproduzir, e treinamento completo e suporte continuo. - FLA: fibrina leucoplaquetária autóloga, membrana rica em leucócitos mononucleares e plaquetas, obtida a partir da centrifugação de sangue coletado sem anticoagulante. . Sinonimia: agregados plaquetários autólogo, concentrado autólogo de plaquetas, terapia com hemocomponentes e fibrina rica em leucócitos e plaquetas. . Conceitos básicos: células sanguíneas, princípios de coagulação, fatores de crescimento e agregados plaquetários. . Princípios de coagulação: plaquetas -> tromboplastina (fator III) -> protrombina (cálcio – fator IV) -> trombina -> fribrinogênio -> fibrina. - OBS: ativação das plaquetas e liberam fatores que iniciam a coagulação que interagem com as plaquetas e com as superfícies celulares endoteliais para produzir trombina que converte o fibrinogênio em fibrina que fortalece o coágulo e ajuda a mantê-lo no lugar, selando as paredes do vaso. - A fibrina é uma proteína fibrosa que se forma a partir do fibrinogênio (fator I) por meio de uma série de reações que culminam na ação da trombina (fator II ativado). A trombina cliva o fibrinogênio em dois peptídeos, expondo os sítios A e B que interagem com as moléculas adjacentes, formando o polímero de fibrina solúvel. . 1 geração (PRP): mais anti-coagulante, estrutura macroscópica e microscópica. 2 geração (PRF): menos anti-coagulante, estrutura macroscópica e microscópica. . Diferentes polimerizações: organização tridimensional, propriedades biológicas e mecânicas. É o processo de formação de uma rede de fios longos de fibrina que se entrelaçam para formar uma malha que estanca o sangramento. - Junções tetramoleculares ou bilaterais condensadas: rígida, menos citocinas e menos migração celular. Estrutura na qual 4 moléculas se encontram de forma condensada, possivelmente com uma simetria bilateral ou em uma configuração mais compacta. Pode ser visualizada como quatro átomos ou grupos de átomos que compartilham uma ligação central ou estão posicionados em uma geometria que maximiza a proximidade e a estabilidade. - Junções tri-moleculares ou equilaterais conectadas: flexível, mais citocinas e mais migração celular. Junção entre 3 moléculas ou grupos atômicos que assumem uma disposição equilateral, formando ângulos iguais entre si. Essas junções podem ter uma distribuição simétrica, o que estabiliza a estrutura e minimiza repulsões eletrostáticas. . Utilização dos agregados plaquetários: acelerar a cicatrização dos tecidos gengivais, reduzir a inflamação, melhorar a qualidade dos tecidos moles, útil em procedimentos de regeneração tecidual guiada e propriedades regenerativas ósseas. . Quais os FCs mais encontrados nos concentradosplaquetários? PDGF (Fator de crescimento derivado de plaquetas), VEGF (fator de crescimento endotelial vascular), FGF (fator de crescimento de fibroblastos) e TGF-beta (transformando o fator de crescimento). - OBS: aumentar a vascularização dos tecidos, promover a proliferação de fibroblastos, elevar a taxa de colágeno, acelerar a formação de tecido de granulação e favorecer a osteogênese. . Procedimentos básicos: coleta, centrifuga e forma elementos. PRF é flexível, elástica e muito forte, L-PRF + I-PRF + biomaterial = sticky boné. Superior tem menor quantidade de fator de crescimento, medial tem maior quantidade e inferior menor. SISTEMA DE IMPLANTES . Fases cirúrgicas: - Tissue Level: um estágio, nível subgengival (conexão direta entre o tecido mole da gengiva), porção exposta na cavidade e outro inserida no osso. Vantagem: um estágio cirúrgico e simplificação do protocolo cirúrgico e protético. Desvantagem: a cinta aparece se não tiver um volume adequado de tecido gengival para recobri-lá. - HE e Cone Morse: possuem dois estágios. - Bone Level: nível do osso, implante inserido totalmente dentro do osso e sua conexão com o pilar protético ocorre no nível ósseo. . Classificação dos sistemas de implantes: design e fases cirúrgicas. - Tipo de conexão: + Conexão externa: entre o implante e o pilar ocorre por meio de uma estrutura externa ao corpo do implante (ex: HE). + Conexão interna: internamente no corpo do implante (ex: HI ou cone morse), proporciona maior estabilidade e vedação. + Cone Morse: variação da conexão interna que oferece excelente estabilidade e vedação bacteriana devido ao encaixe preciso. - Forma e Design: + Implantes cilíndricos: formato cilíndrico e geralmente tem roscas mais superficiais. Todas as indicações, ossos de grande densidade e sem osseocompressão. + Implantes cônicos: formato cônico que imita a forma da raiz do dente, proporcionando boa estabilidade inicial. Carga imediata, implante imediato e espaços reduzidos. + Implantes parafusados (rosqueados): rosca ao longo de todo o corpo do implante, proporcionando maior ancoragem no osso. + Implante híbrido: cilíndrico no terço cervical e médio e cônico no terço apical. Combina bone level e tissue level, design de duplo nível, conexão estável (cone morse), tratamento de superfície, versatilidade protetora e redução de perda óssea marginal. - Superfície: + Lisa: utilizados apenas em casos específicos, maquinada e melhora a limpeza. + Texturizado: implante com superfície rugosa, promove melhor osseointegração e maior fixação ao osso. + Tratada: plasma spray, tratamento com laser, com ácido, jateamento e anodização. Por adição faz o jateamento (hidroxiapatita, titânio e alumínio) e plasma spray. Por subtração faz o mergulho em solução ácida (ataque ácido duplo ou triplo – ácido sulfúrico), laser e anodização. . Ápice e roscas: grau I, grau II, grau III e grau IV. - Auto-rosqueáveis: pontas e roscas cortantes, para leitos tipo I e II (plano reto). Estabilidade primária e redução do trauma ósseo. - Pontas compactantes: para leitos tipo III e IV (côncavo). Compactar o osso ao redor enquanto é inserido, aumenta a densidade óssea local, melhora a estabilidade primária em ossos macios e reduz a reabsorção óssea. + OBS: SP – 3.0/3.3 (incisivos inferiores e laterais). RP – 3.8/4.3, 3.75/3.8, 4.0/4.1, 4.3 (incisivos centrais, caninos e pré molares, podendo ser usado em molares com 8mm de espessura M-D) e WP – 4.5/5.0 (molares). + OBS: Passo de rosca piramidal (triangular) – ângulos de 60 graus, fixação e montagem, resistência, capacidade de autotravação e resistência ao deslizamento. Passo de rosca trapezoidal – ângulos de 30 graus, usado em sistemas de transmissão de movimento onde o movimento linear é necessário, reduz atrito, resistente ao desgaste e permite movimentos suaves. Passo de rosca quadrada – sem ângulos, comum em dispositivos de elevação e sistemas de transmissão de força, reduz atrito, menos resistente a carga lateral e difícil de fabricar. . Pescoço/Colar: transmissão de cargas para o terço cervical e controle da saucerização. Estabilidade longitudinal, estética local, condições de manutenção, cumentação cientifica, > possibilidade de reabilitação intercambiável, > exigência mecânica do parafuso afrouxamento e > fragilidade do hexágono saucerização. - Hexágono interno: > proteção do parafuso, > selamento microbiano, fácil encaixe do pilar, fragilidade do corpo e > estabilidade. - Cone morse: selamento biológico, > adaptação, passividade do parafuso, área de contato e > resistência. REABILITAÇÃO DAS AUSÊNCIAS UNITÁRIAS EM IMPLANTODONTIA . Vantagens da reabilitação com implantes: preserva integridade dos dentes adjacentes, manutenção de cristas, facilita a higienização, aumento da auto estima e melhora função, estética e fonética. - Anamnese, exames físicos, complementares, condições locais, posição do implante, avaliação imaginológica, avaliação es espaços protéticos e terapia multidisciplinar. . Tempo de inserção do implante: - Imediato: extração e implante imediatamente. Todo o arcabouço gengival é mantido. Só faz provisório se estiver estabilidade primaria que é mecânica. - Precoce: de 4 a 12 semanas. Não tem maturação no tecido ósseo e gengival. - Tardio: 6 meses. Já tem tecido ósseo remodelado e gengival maturado. . Vantagem do imediato: manutenção da arquitetura óssea e gengival, restauração imediata da estética, excelente recuperação pós operatória, sem necessidade de retalho ou sutura e menor duração do tratamento. . Planejamento: Montagem dos modelos em ASA, enceramento diagnóstico, guia multifuncional e TC. - Montagem dos modelos em ASA: alinhamentos dentários, desgastes, espaço disponível para prótese, relação entre arcos e interferências oclusais. - Posicionamento ideal do implante: posicionamento vertical, mésio-distal, vestíbulo-lingual e vestíbulo-palatino. . Considerações cirúrgicas: volume mínimo de 3,75 ou 4mm. Deve ser avaliado em 3 planos. - Plano mésio-distal: distância superior ou igual a 6mm em relação as raízes adjacentes, eixo implantar colocado no centro da largura mésio-distal disponível e incisões devem respeitar as papilas. + OBS: Respeitar a integridade das estruturas periodontais, no nível cervical distância mínima de 1,5mm entre um implante e os dentes adjacentes. - Plano vestíbulo-lingual: implante tem que ser cercado de pelo menos 1mm de osso em todo o seu perímetro. Implante padrão tem que ter uma largura crestal superior ou igual a 6mm. + OBS: um eixo vestibularizado resulta em um perfil de emergência protético antiestético, podendo causar recessão gengival secundária. Eixo lingualizado pode ser compensado por um sobrecontorno protético vestibular, dificultando a higiene e a manutenção. - Plano coronoapical: aconselhado usar um implante de comprimento superior ou igual a 10mm e altura óssea residual de pelo menos 12mm. - Obstáculos anatômicos: posição e morfologia do canal nasopalatino, seio maxilar e do canal dentário devem ser analisados na tomografia. - Diâmetro implantar: no nível cervical, diâmetro mésio-distal deve ser um pouco inferior ao do futuro dente protético. No sentido coronoapical e na ausência de recessão gengival, implante deve ser submerso 2 a 4mm em relação a linha amelocementária dos dentes adjacentes, diâmetro radicular fica inferior a linha amelocementária. . Considerações protéticas: - Espaço protéticodisponível: altura vertical interarcadas superior ou igual a 5mm. - Perfil de emergência: Nos anteriores, anatomia do dente contralateral deve ser analisada. Nos posteriores, implantes de colo largo são melhores, a aproximação entre os perímetros implantares e protéticos permite a realização de uma anatomia coronária mais natural. - Relação coroa clínica/implante: coroa implante deve ser ½. Uma relação de 1/1 com osso de baixa densidade e/ou forças oclusais. - Oclusão: evitar ou limitar os contatos laterais, forças oclusais sejam exercidas no eixo implantar e na relação centrada deve ter distribuição harmônica. + OBS: Montar os modelos em articulador e realizar o enceramento diagnóstico. - Tipo de prótese (aparafusada ou cimentada): anteriores, pode ser aparafusada se o acesso ao parafuso do pilar estiver sobre a vertente palatina ou lingual da coroa. Posteriores, acesso na face oclusal. Cimentada se emergir do lado vestibular. SELEÇÃO DE COMPONENTES . Reabilitação com implantes: Branemark desenvolveu a função e conforto aos “inválidos orais”, fez o protocolo de 2 estágios cirúrgicos (prevenção de infecções, impedir ação de cargas, evitar crescimento epitelial). . Casos parciais e unitários: observação da relação dos pilares com a margem gengival (cintas), correção de inclinações e conexões. . Abutment, pilar, intermediário: elemento que funciona como ligação entre o implante e a prótese. . Forma de trabalho: - 1 parafuso: diretamente sobre o hexágono do implante. Vantagem – podem ser usados quando a plataforma está superficial e versatilidade. - 2 parafusos: sobre o pilar (abutment). Vantagem – dissipação de forças, facilita o procedimento quando a plataforma é muito subgengival e dispensa remoção do pilar a cada sessão. . Tipos de pilares: - Mini pilar cônico reto: usados em espaço oclusal diminuto (4 a 5mm), próteses fixas múltiplas parafusadas (maioria sem hexágono), prótese tipo protocolo (nível gengival para cima), casos estéticos (1 a 2mm abaixo da margem gengival), cintas disponíveis (1, 2, 3, 4, 5 e 5,5mm), torque 20Ncm e corrige angulação entre implantes em até 40 graus. - Mini cônico angulado: usados em espaço oclusal diminuto (4 a 5mm), próteses fixas múltiplas parafusadas (maioria sem hexágono), seleção da cinta (2, 2,5, 3, 3,5 e 4mm para 17 graus e 3, 4 e 5mm para 30 graus), torque 20Ncm e corrige angulação em ate 57 graus (17 graus) e 70 graus (30 graus). - Pilar cônico: próteses parafusadas unitárias e múltiplas, barras para sobredentaduras, espaço interoclusal mínimo (6,7mm), cintas disponíveis (1, 2, 3, 4 e 5mm), torque 20Ncm, corrige angulação em até 30 graus e a característica do pilar sextavado com paredes inclinadas 15 graus e altura do pilar é de 4mm. - Pilar UCLA: indicado por adaptar-se diretamente ao implante, próteses unitárias, múltiplas, cimentadas ou parafusadas, base para barra, componente versátil (preparável), correção de angulação leve a moderada (30 graus), margem gengival variável (plataforma superficial) e espaço interoclusal mínimo. Contra indicações – desenho do preparo excede o preparo mínimo e angulação maior que 30 graus. - Zircônia: pré fabricado (preparáveis) e sistema CAD-CAM. - Pilar sextavado (Cera One): indicado para elementos unitários, próteses cimentadas implantes instalados mais de 2mm subgengival e observar o cíngulo. . Critério de seleção do pilar: profundidade do sulco (1 a 2mm de sulco gengival), espaço livre interoclusal, sistema de implantes, unitária ou múltipla (unitária – anti rotacional e múltipla – rotacional), definir o tipo de prótese cimentada ou parafusada, necessidade de correção de problemas de angulação ou paralelismo (usar componente agulhado para corrigir) e grau de estética. . Próteses parafusadas X cimentadas: - Parafusadas: vantagem – reversibilidade, melhor retenção de coroas curtas. Desvantagem – estética, fragilidade na região do orifício. + Pré-fabricados: pilares cônicos, mini cônicos, retos e angulados. Pilares preparáveis, UCLA, sistema CAD-CAM. - Cimentadas: vantagem – estética. Desvantagem – dificuldade de remoção. Escolha pessoal, exceto mal posicionamento, pré-fabricado, preparáveis, fundido, sobrefundido, sextavado, preparável metálico e cerâmico. + Individualizados: UCLA, sistema CAD-CAM. . UCLA: - UCLA Calcinável: aparafusada ou cimentada, unitária ou múltipla, espaço protético reduzido, angulação acentuada em regiões estéticas e prótese definitiva. - UCLA Telite: aparafusada ou cimentada, unitária ou múltipla, prótese definitiva e sobrefundição com liga Tilite – Talladium. - UCLA Nobre: aparafusada ou cimentada, unitária ou múltipla, prótese definitiva e sobrefundição com ligas preciosas. - UCLA Titânio: aparafusada ou cimentada, unitária ou múltipla e prótese provisória. . Munhão Personalizável: cimentada, unitário ou múltiplo e prótese definitiva. . Munhão Angulado: cimentada, unitário ou múltiplo, prótese definitiva e angulações de 17 graus ou 30 graus. . Pilar sextavado: espaço interoclusal mínimo (7.0mm), unitário cimentado, implante bem posicionado e altura de mucosa (2mm). . Pilar cônico: espaço interoclusal mínimo (6.7mm, 17 graus/7.4mm, 30 graus e 8.5mm), unitário (somente reto), múltiplo, aparafusado, 15 graus de angulação (pilar reto) e altura de mucosa (reto 2mm, 17 graus/3mm, 30 graus 4mm). . Mini pilar cônico: espaço interoclusal mínimo (4.5mm, 17 graus/6.0mm, 30 graus e 7.0mm), múltiplo aparafusado, 20 graus de angulação (mini pilar reto) e altura da mucosa (reto 2mm, 17 graus/3mm, 30 graus 4mm). ODONTOLOGIA DIGITAL NA REABILITAÇÃO COM IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS: BENEFÍCIOS, VANTAGENS E LIMITAÇÕES . Cirurgia guiada: Técnica avançada que utiliza tecnologias digitais para planejar e executar a instalação de implantes dentários com maior precisão e previsibilidade. Minimiza riscos, otimiza resultados e promove um tratamento menos invasivo e mais eficiente. Tomógrafo (razão 1/1) em dicom, scaner e libera arquivo em STL. - Planejamento virtual (TC) - Confecção do guia cirúrgico (impressão 3D, posicionado na boca para orientar o local, ângulo e profundidade exatos da perfuração óssea e instalação do implante). - Execução da cirurgia (guia cirúrgico utilizado no procedimento, garante a colocação precisa dos implantes sem desvios significativos, sendo minimamente invasivas, menos cortes e menor tempo de recuperação). - Kit cirúrgico: contém componentes que permitem perfurações precisas e a instalação dos implantes de acordo com o planejamento virtual. - O que diferencia os componentes do kit cirúrgico é o Stopper (limitadores de profundidade), anéis ou limitadores que se acoplam as brocas, evitam que a perfurações ultrapasse a profundidade programada. - Indicações para cirurgia guiada: necessidade de cirurgia minimamente traumática ou sem retalho, posicionamento ideal do implante e carga imediata. - Benefícios: menor tempo cirúrgico e menor morbidade. Vantagem: maior precisão. Limitações: curva de aprendizagem, tempo de planejamento, custo e maxilas severamente atrófica. - Tomografia scaneamento, planejamento, impressão da guia, cirurgia guiada e reabilitação protética. . Prótese em cirurgia guiada: ponto de partida para o posicionamento preciso dos implantes. Planejamento reverso (localização dos implantes é definida a partir da posição ideal da prótese, garantindo funcionalidade, estética e conforto ao paciente). - Benefícios: menor tempo clínico, menor número de sessões e maior conforto. Vantagens: maior precisão. Limitações: próteses monocromáticas, custo, dificuldade de scaneamento (mandíbula posterior edêntula e total).