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Questões resolvidas

Questão 3 Ginecologia

Paciente de 26 anos vem ao pronto socorro com queixa de dor intensa em região de hipocôndrio direito há 1 dia. Refere que há 10 dias vem apresentando quadro de dor pélvica, associado a sangramento vaginal irregular em pequena quantidade. Está fazendo uso de AINEs sem melhora. Refere que a data da sua última menstruação foi há 14 dias. É usuária de DIU de cobre há 3 anos. Ao exame físico, apresenta temperatura de 38,1 graus, dor à palpação em hipocôndrio direito com descompressão brusca positiva e dor leve à palpação de região hipogástrica. Ao exame especular, apresenta colo friável, com mucorreia intensa. Ao toque vaginal apresenta dor leve à mobilização do colo uterino com anexos livres. Foram realizados exames: AST/ALT, gama GT, fosfatase alcalina, amilase e lipase normais. USG abdome total sem alterações. Diante do exposto, qual é a principal hipótese diagnóstica?
A Hepatite transinfecciosa
B Hepatite medicamentosa
C Pancreatite
D Perihepatite

A
B
C
D

Questão 4 Ginecologia

Mulher de 34 anos vem ao ambulatório de ginecologia queixando-se de dor em região pélvica há 2 anos. Refere que a dor vem se intensificando e que nota piora durante o trabalho. Trabalha como secretária em um consultório. Associado ao quadro apresenta dispareunia de profundidade. Nega dismenorreia, sintomas urinários ou gastrintestinais. Já teve duas gestações, com dois partos normais anteriores. Nega doenças ou cirurgias prévias. Ao exame físico, não apresenta alterações significativas, além de dor leve à palpação de hipogástrio. Realizou ressonância magnética de pelve que não demonstrou alterações. Diante do exposto, qual é a sua principal hipótese diagnóstica e qual o melhor exame para investigação?
A Aderências pélvicas; laparoscopia
B Endometriose; ultrassonografia com preparo intestinal
C Congestão pélvica; venografia
D Vulvodínea; tip test

A
B
C
D

Questão 5 Ginecologia

Mulher de 70 anos vem apresentando perdas urinárias há 5 anos. Refere que apresenta uma vontade muito grande de urinar e não consegue chegar ao banheiro. Associado ao quadro apresenta aumento de frequência de micções e noctúria. Iniciou tratamento com treinamento vesical e sioterapia há 2 anos, mas não obteve melhora. Apresenta como antecedentes demência em estágio inicial e hipertensão. Qual a melhor opção terapêutica para essa paciente no momento?
A Oxibutinina
B Imipramina
C Toxina botulínica
D Darifenacina

A
B
C
D

Questão 6 Ginecologia

Paciente de 62 anos de idade foi submetida a laparotomia para avaliação de um tumor ovariano. No intraoperatório foi evidenciada uma lesão circunscrita no peritônio, recoberta por tecido fibroso e com material gelatinoso em seu interior. Na cirurgia, também foi possível evidenciar que a cápsula do tumor ovariano estava rompida. Diante dos achados intraoperatórios, qual é o provável subtipo histológico do tumor ovariano?
A Adenocarcinoma seroso
B Fibroma
C Adenocarcinoma mucinoso
D Teratoma maduro

A
B
C
D

Questão 8 Ginecologia

Mulher de 19 anos de idade, nuligesta, ciclos irregulares, ocorrendo a cada 50–70 dias, IMC = 29 kg/m² , PA = 125 x 90 mmHg. Apresenta hirsutismo (Índice de Ferriman Gallwey = 9) e acne. Exames subsidiários: Beta HcG, Glicemia de jejum = 110 mg/dL, TSH, prolactina e 17-OH Progesterona normais. Qual é a conduta inicial indicada para o distúrbio metabólico desta paciente?
A Perda de peso.
B Pílula combinada
C Antiandrogênio
D Metformina

A
B
C
D

Questão 10 Ginecologia

Mulher, 46 anos de idade, secundípara, procura atendimento ginecológico referindo sangramento menstrual volumoso com coágulos há 2 dias. Refere que os ciclos sempre foram regulares, com intervalos de 28 dias e duração de quatro a cinco dias em moderada quantidade, porém, há cerca de um ano, começaram apresentar irregularidade, sendo que os intervalos entre as menstruações começaram a aumentar, com falhas em alguns ciclos e volume menstrual aumentado em alguns ciclos. Sem outras queixas, nega uso de medicações, última relação sexual há dois anos. Ao exame físico: PA = 120 x 80 mmHg; FC = 98 bpm; descorada 1+/4. IMC 26 kg/m² Especular: sem lesões de vagina ou colo, com saída ativa de sangue pelo OE. Ao toque: útero de volume normal, móvel e indolor; anexos livres. Nesse caso, qual é a etiologia mais provável?
A Estrutural – adenomiose.
B Não estrutural – disfunção ovulatória.
C Não estrutural – coagulopatia.
D Estrutural – miomatose uterina.

A
B
C
D

Questão 11 Ginecologia

Mulher, 71 anos de idade, menopausa aos 49 anos, hipertensa e obesa. Comparece ao serviço de ginecologia referindo sangramento genital esporádico há 1 mês. IMC = 32,3 kg/m² . Segue a imagem da ultrassonografia transvaginal.

Foi submetida a biópsia de endométrio ambulatorial com resultado normal. Qual é a conduta indicada?
A Solicitar ressonância magnética da pelve.
B Seguimento ultrassonográfico em 6 meses.
C Solicitar histeroscopia diagnóstica.
D Indicar histerectomia

A
B
C
D

Questão 12 Ginecologia
Mulher, 29 anos de idade, 2G2PC, comparece ao serviço de ginecologia com sangramento uterino anormal (SUA). Nega comorbidades ou uso de medicamentos. Exame físico sem alterações. Segue a imagem da ultrassonografia transvaginal a seguir: Considerando a classificação da FIGO em relação ao Sangramento Uterino Anormal - SUA (PALM-COEIN), qual é o diagnóstico mais provável?

A SUA-A.
B SUA-L.
C SUA-N.
D SUA-M.

Questão 13 Ginecologia
Menina de 13 anos de idade, virgem, comparece ao ginecologista se queixando de fluxo menstrual aumentado desde a menarca, há 1 ano. Refere que as menstruações são regulares e duram 10 dias, com coágulos. Queixa-se de hematomas sem saber onde se machucou. Exame físico: IMC = 22 kg/m² , PA = 100 x 60 mmHg, FC = 85 bpm, descorada 1+/4+. Qual é a conduta indicada para esse caso?

A Orientar a paciente que se trata de quadro fisiológico nos primeiros anos após a menarca.
B Solicitar dosagens hormonais para investigar endocrinopatias.
C Solicitar ultrassonografia pélvica para investigar SOP.
D Solicitar hemograma e coagulograma.

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Questões resolvidas

Questão 3 Ginecologia

Paciente de 26 anos vem ao pronto socorro com queixa de dor intensa em região de hipocôndrio direito há 1 dia. Refere que há 10 dias vem apresentando quadro de dor pélvica, associado a sangramento vaginal irregular em pequena quantidade. Está fazendo uso de AINEs sem melhora. Refere que a data da sua última menstruação foi há 14 dias. É usuária de DIU de cobre há 3 anos. Ao exame físico, apresenta temperatura de 38,1 graus, dor à palpação em hipocôndrio direito com descompressão brusca positiva e dor leve à palpação de região hipogástrica. Ao exame especular, apresenta colo friável, com mucorreia intensa. Ao toque vaginal apresenta dor leve à mobilização do colo uterino com anexos livres. Foram realizados exames: AST/ALT, gama GT, fosfatase alcalina, amilase e lipase normais. USG abdome total sem alterações. Diante do exposto, qual é a principal hipótese diagnóstica?
A Hepatite transinfecciosa
B Hepatite medicamentosa
C Pancreatite
D Perihepatite

A
B
C
D

Questão 4 Ginecologia

Mulher de 34 anos vem ao ambulatório de ginecologia queixando-se de dor em região pélvica há 2 anos. Refere que a dor vem se intensificando e que nota piora durante o trabalho. Trabalha como secretária em um consultório. Associado ao quadro apresenta dispareunia de profundidade. Nega dismenorreia, sintomas urinários ou gastrintestinais. Já teve duas gestações, com dois partos normais anteriores. Nega doenças ou cirurgias prévias. Ao exame físico, não apresenta alterações significativas, além de dor leve à palpação de hipogástrio. Realizou ressonância magnética de pelve que não demonstrou alterações. Diante do exposto, qual é a sua principal hipótese diagnóstica e qual o melhor exame para investigação?
A Aderências pélvicas; laparoscopia
B Endometriose; ultrassonografia com preparo intestinal
C Congestão pélvica; venografia
D Vulvodínea; tip test

A
B
C
D

Questão 5 Ginecologia

Mulher de 70 anos vem apresentando perdas urinárias há 5 anos. Refere que apresenta uma vontade muito grande de urinar e não consegue chegar ao banheiro. Associado ao quadro apresenta aumento de frequência de micções e noctúria. Iniciou tratamento com treinamento vesical e sioterapia há 2 anos, mas não obteve melhora. Apresenta como antecedentes demência em estágio inicial e hipertensão. Qual a melhor opção terapêutica para essa paciente no momento?
A Oxibutinina
B Imipramina
C Toxina botulínica
D Darifenacina

A
B
C
D

Questão 6 Ginecologia

Paciente de 62 anos de idade foi submetida a laparotomia para avaliação de um tumor ovariano. No intraoperatório foi evidenciada uma lesão circunscrita no peritônio, recoberta por tecido fibroso e com material gelatinoso em seu interior. Na cirurgia, também foi possível evidenciar que a cápsula do tumor ovariano estava rompida. Diante dos achados intraoperatórios, qual é o provável subtipo histológico do tumor ovariano?
A Adenocarcinoma seroso
B Fibroma
C Adenocarcinoma mucinoso
D Teratoma maduro

A
B
C
D

Questão 8 Ginecologia

Mulher de 19 anos de idade, nuligesta, ciclos irregulares, ocorrendo a cada 50–70 dias, IMC = 29 kg/m² , PA = 125 x 90 mmHg. Apresenta hirsutismo (Índice de Ferriman Gallwey = 9) e acne. Exames subsidiários: Beta HcG, Glicemia de jejum = 110 mg/dL, TSH, prolactina e 17-OH Progesterona normais. Qual é a conduta inicial indicada para o distúrbio metabólico desta paciente?
A Perda de peso.
B Pílula combinada
C Antiandrogênio
D Metformina

A
B
C
D

Questão 10 Ginecologia

Mulher, 46 anos de idade, secundípara, procura atendimento ginecológico referindo sangramento menstrual volumoso com coágulos há 2 dias. Refere que os ciclos sempre foram regulares, com intervalos de 28 dias e duração de quatro a cinco dias em moderada quantidade, porém, há cerca de um ano, começaram apresentar irregularidade, sendo que os intervalos entre as menstruações começaram a aumentar, com falhas em alguns ciclos e volume menstrual aumentado em alguns ciclos. Sem outras queixas, nega uso de medicações, última relação sexual há dois anos. Ao exame físico: PA = 120 x 80 mmHg; FC = 98 bpm; descorada 1+/4. IMC 26 kg/m² Especular: sem lesões de vagina ou colo, com saída ativa de sangue pelo OE. Ao toque: útero de volume normal, móvel e indolor; anexos livres. Nesse caso, qual é a etiologia mais provável?
A Estrutural – adenomiose.
B Não estrutural – disfunção ovulatória.
C Não estrutural – coagulopatia.
D Estrutural – miomatose uterina.

A
B
C
D

Questão 11 Ginecologia

Mulher, 71 anos de idade, menopausa aos 49 anos, hipertensa e obesa. Comparece ao serviço de ginecologia referindo sangramento genital esporádico há 1 mês. IMC = 32,3 kg/m² . Segue a imagem da ultrassonografia transvaginal.

Foi submetida a biópsia de endométrio ambulatorial com resultado normal. Qual é a conduta indicada?
A Solicitar ressonância magnética da pelve.
B Seguimento ultrassonográfico em 6 meses.
C Solicitar histeroscopia diagnóstica.
D Indicar histerectomia

A
B
C
D

Questão 12 Ginecologia
Mulher, 29 anos de idade, 2G2PC, comparece ao serviço de ginecologia com sangramento uterino anormal (SUA). Nega comorbidades ou uso de medicamentos. Exame físico sem alterações. Segue a imagem da ultrassonografia transvaginal a seguir: Considerando a classificação da FIGO em relação ao Sangramento Uterino Anormal - SUA (PALM-COEIN), qual é o diagnóstico mais provável?

A SUA-A.
B SUA-L.
C SUA-N.
D SUA-M.

Questão 13 Ginecologia
Menina de 13 anos de idade, virgem, comparece ao ginecologista se queixando de fluxo menstrual aumentado desde a menarca, há 1 ano. Refere que as menstruações são regulares e duram 10 dias, com coágulos. Queixa-se de hematomas sem saber onde se machucou. Exame físico: IMC = 22 kg/m² , PA = 100 x 60 mmHg, FC = 85 bpm, descorada 1+/4+. Qual é a conduta indicada para esse caso?

A Orientar a paciente que se trata de quadro fisiológico nos primeiros anos após a menarca.
B Solicitar dosagens hormonais para investigar endocrinopatias.
C Solicitar ultrassonografia pélvica para investigar SOP.
D Solicitar hemograma e coagulograma.

Prévia do material em texto

<p>Questão 1 Ginecologia</p><p>Mulher de 25 anos de idade está tentando engravidar há 2 anos sem sucesso. Durante a investigação da</p><p>infertilidade foi submetida a uma histerossalpingografia com a imagem abaixo:</p><p>Fonte: Colégio Brasileiro de Radiologia</p><p>Diante do achado do exame, qual é a provável alteração apresentada pela paciente e qual o melhor exame</p><p>para avaliação?</p><p>A Útero bicorno; ultrassonografia 3D</p><p>B Útero septado; ressonância magnética</p><p>C Útero didelfo; histeroscopia</p><p>D Útero arqueado- ressonância magnética.</p><p>4000193840</p><p>Questão 2 Ginecologia</p><p>Mulher de 50 anos refere diminuição do desejo sexual há 1 ano. Associado ao quadro refere que está sem</p><p>menstruar há 8 meses e que os ciclos estão cada vez mais irregulares. Nega outras queixas associadas.</p><p>Realizou exames que se encontram normais. Qual das abaixo é uma opção terapêutica para a paciente?</p><p>A Estrogênio tópico</p><p>B Bupropiona</p><p>C Testosterona tópica</p><p>D Tibolona</p><p>medicina.</p><p>Acesse t.me/medicinalivre</p><p>Venda proibida. Projeto medicina livre contra</p><p>preços abusivos na</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>https://med.estrategia.com/cadernos-e-simulados/cadernos/ac2edc28-33a2-4911-97eb-9a2bf3baf981</p><p>4000193839</p><p>Questão 3 Ginecologia</p><p>Paciente de 26 anos vem ao pronto socorro com queixa de dor intensa em região de hipocôndrio direito há 1</p><p>dia. Refere que há 10 dias vem apresentando quadro de dor pélvica, associado a sangramento vaginal irregular</p><p>em pequena quantidade. Está fazendo uso de AINEs sem melhora. Refere que a data da sua última</p><p>menstruação foi há 14 dias. É usuária de DIU de cobre há 3 anos. Ao exame físico, apresenta temperatura de</p><p>38,1 graus, dor à palpação em hipocôndrio direito com descompressão brusca positiva e dor leve à palpação</p><p>de região hipogástrica. Ao exame especular, apresenta colo friável, com mucorreia intensa. Ao toque vaginal</p><p>apresenta dor leve à mobilização do colo uterino com anexos livres. Foram realizados exames: AST/ALT,</p><p>gama GT, fosfatase alcalina, amilase e lipase normais. USG abdome total sem alterações. Diante do exposto,</p><p>qual é a principal hipótese diagnóstica?</p><p>A Hepatite transinfecciosa</p><p>B Hepatite medicamentosa</p><p>C Pancreatite</p><p>D Perihepatite</p><p>4000193838</p><p>Questão 4 Ginecologia</p><p>Mulher de 34 anos vem ao ambulatório de ginecologia queixando-se de dor em região pélvica há 2 anos.</p><p>Refere que a dor vem se intensificando e que nota piora durante o trabalho. Trabalha como secretária em um</p><p>consultório. Associado ao quadro apresenta dispareunia de profundidade. Nega dismenorreia, sintomas</p><p>urinários ou gastrintestinais. Já teve duas gestações, com dois partos normais anteriores. Nega doenças ou</p><p>cirurgias prévias. Ao exame físico, não apresenta alterações signi cativas, além de dor leve à palpação de</p><p>hipogástrio. Realizou ressonância magnética de pelve que não demonstrou alterações. Diante do exposto,</p><p>qual é a sua principal hipótese diagnóstica e qual o melhor exame para investigação?</p><p>A Aderências pélvicas; laparoscopia</p><p>B Endometriose; ultrassonografia com preparo intestinal</p><p>C Congestão pélvica; venografia</p><p>D Vulvodínea; tip test</p><p>4000193837</p><p>Questão 5 Ginecologia</p><p>Mulher de 70 anos vem apresentando perdas urinárias há 5 anos. Refere que apresenta uma vontade muito</p><p>grande de urinar e não consegue chegar ao banheiro. Associado ao quadro apresenta aumento de frequência</p><p>de micções e noctúria. Iniciou tratamento com treinamento vesical e sioterapia há 2 anos, mas não obteve</p><p>melhora. Apresenta como antecedentes demência em estágio inicial e hipertensão. Qual a melhor opção</p><p>terapêutica para essa paciente no momento?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Oxibutinina</p><p>B Imipramina</p><p>C Toxina botulínica</p><p>D Darifenacina</p><p>4000193836</p><p>Questão 6 Ginecologia</p><p>Paciente de 62 anos de idade foi submetida a laparotomia para avaliação de um tumor ovariano. No</p><p>intraoperatório foi evidenciada uma lesão circunscrita no peritônio, recoberta por tecido broso e com</p><p>material gelatinoso em seu interior. Na cirurgia, também foi possível evidenciar que a cápsula do tumor</p><p>ovariano estava rompida. Diante dos achados intraoperatórios, qual é o provável subtipo histológico do tumor</p><p>ovariano?</p><p>A Adenocarcinoma seroso</p><p>B Fibroma</p><p>C Adenocarcinoma mucinoso</p><p>D Teratoma maduro</p><p>4000193835</p><p>Questão 7 Ginecologia</p><p>Mulher de 78 anos vem ao ambulatório com queixa de “bola na vagina” há 5 anos. Refere que os sintomas</p><p>vêm piorando e que ela está tendo a necessidade de empurrar a “bola” para poder urinar. Tem diabetes mal</p><p>controlado, insu ciência cardíaca e hipertensão. Diante do quadro da paciente, qual imagem abaixo</p><p>representa a melhor conduta nesse caso?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A</p><p>B</p><p>Fonte: Ginecologia de Williams</p><p>C</p><p>D</p><p>4000193834</p><p>Questão 8 Ginecologia</p><p>Mulher de 19 anos de idade, nuligesta, ciclos irregulares, ocorrendo a cada 50–70 dias, IMC = 29 kg/m² , PA</p><p>= 125 x 90 mmHg. Apresenta hirsutismo (Índice de Ferriman Gallwey = 9) e acne. Exames subsidiários: Beta</p><p>HcG, Glicemia de jejum = 110 mg/dL, TSH, prolactina e 17-OH Progesterona normais. Qual é a conduta inicial</p><p>indicada para o distúrbio metabólico desta paciente?</p><p>A Perda de peso.</p><p>B Pílula combinada</p><p>C Antiandrogênio</p><p>D Metformina</p><p>4000193833</p><p>Questão 9 Ginecologia</p><p>Mulher de 21 anos de idade, menarca aos 11 anos, refere ciclos menstruais irregulares, a cada 40 – 70 dias.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Apresenta aumento da oleosidade da pele, acne e hirsutismo (índice de Ferriman = 9). Primeira relação sexual</p><p>aos 20 anos, refere uso de preservativo. Ao exame IMC = 30 Kg/m² ; PA = 112 x 73 mmHg. Além da</p><p>orientação quanto a perda de peso com a prática de atividade física e dieta, qual é o tratamento</p><p>medicamentoso indicado?</p><p>A Metformina</p><p>B Espironolactona</p><p>C SIU de levonorgestrel</p><p>D Pílula combinada</p><p>4000193832</p><p>Questão 10 Ginecologia</p><p>Mulher, 46 anos de idade, secundípara, procura atendimento ginecológico referindo sangramento menstrual</p><p>volumoso com coágulos há 2 dias. Refere que os ciclos sempre foram regulares, com intervalos de 28 dias e</p><p>duração de quatro a cinco dias em moderada quantidade, porém, há cerca de um ano, começaram apresenta</p><p>irregularidade, sendo que os intervalos entre as menstruações começaram a aumentar, com falhas em alguns</p><p>ciclos e volume menstrual aumentado em alguns ciclos. Sem outras queixas, nega uso de medicações, última</p><p>relação sexual há dois anos. Ao exame físico: PA = 120 x 80 mmHg; FC = 98 bpm; descorada 1+/4. IMC 26</p><p>kg/m² Especular: sem lesões de vagina ou colo, com saída ativa de sangue pelo OE. Ao toque: útero de</p><p>volume normal, móvel e indolor; anexos livres. Nesse caso, qual é a etiologia mais provável?</p><p>A Estrutural – adenomiose.</p><p>B Não estrutural – disfunção ovulatória.</p><p>C Não estrutural – coagulopatia.</p><p>D Estrutural – miomatose uterina.</p><p>4000193831</p><p>Questão 11 Ginecologia</p><p>Mulher, 71 anos de idade, menopausa aos 49 anos, hipertensa e obesa. Comparece ao serviço de ginecologia</p><p>referindo sangramento genital esporádico há 1 mês. IMC = 32,3 kg/m² . Segue a imagem da ultrassonogra a</p><p>transvaginal.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Foi submetida a biópsia de endométrio ambulatorial com resultado normal. Qual é a conduta indicada?</p><p>A Solicitar ressonância magnética da pelve.</p><p>B Seguimento ultrassonográfico em 6 meses.</p><p>C Solicitar histeroscopia diagnóstica.</p><p>D Indicar histerectomia</p><p>4000193830</p><p>Questão 12 Ginecologia</p><p>Mulher, 29 anos de idade, 2G2PC, comparece ao serviço de ginecologia com sangramento uterino anormal</p><p>(SUA). Nega comorbidades ou uso de medicamentos. Exame físico sem alterações. Segue a imagem da</p><p>ultrassonografia transvaginal a seguir:</p><p>Considerando a classi cação da FIGO em relação ao Sangramento Uterino Anormal - SUA (PALM-COEIN),</p><p>qual é o diagnóstico mais provável?</p><p>A SUA-A.</p><p>B SUA-L.</p><p>C SUA-N.</p><p>D SUA-M.</p><p>4000193829</p><p>Questão 13 Ginecologia</p><p>Menina de 13 anos de idade, virgem, comparece ao ginecologista se queixando de uxo menstrual</p><p>aumentado desde a menarca, há 1</p><p>conhecida desde o século XVII e descrita detalhadamente pela</p><p>primeira vez em 1860 por Von Rokitansky. Nos dias atuais, pode ser considerada um problema de saúde</p><p>pública, tanto por seu impacto negativo na saúde física e psicológica da mulher quanto por questões</p><p>socioeconômicas, visto os altos custos com diagnóstico e tratamento. Diversas teorias têm sido aventadas</p><p>para explicar a sua fisiopatologia. Explique 3 teorias atuais para esta doença.</p><p>4000198793</p><p>Questão 120 Ginecologia</p><p>Paciente de 23 anos vem ao pronto-socorro com queixa de dor abdominal há 3 dias. Refere que a dor vem</p><p>se intensi cando e que notou o aparecimento de um corrimento amarelado por via vaginal. Encontra-se em</p><p>bom estado geral, temperatura de 38,5 graus, PA de 110 x 70 e FC de 80. No exame, o abdome está ácido</p><p>e doloroso à palpação em hipogástrio. No especular, foi constatado corrimento amarelado e com odor fétido.</p><p>No toque, apresenta mobilização dolorosa do colo e dor na região anexial. Diante da principal hipótese</p><p>diagnóstica, indique os critérios diagnósticos menores apresentados pela paciente.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Dor pélvica e corrimento amarelado.</p><p>B Dor à mobilização do colo e febre.</p><p>C Febre e corrimento amarelado.</p><p>D Dor pélvica e dor anexial.</p><p>4000198642</p><p>Questão 121 Ginecologia</p><p>Paciente de 36 anos refere que está tentando engravidar há 8 meses sem sucesso. Refere ciclos menstruais</p><p>regulares, com sangramento normal e dismenorreia. Nega outras queixas. O parceiro tem 34 anos, não tem</p><p>comorbidades e tem um lho do casamento anterior. Diante do quadro da paciente, indique a conduta</p><p>adequada.</p><p>A Aguardar mais 4 meses de tentativa e, após completar doze meses, iniciar a investigação.</p><p>B Solicitar investigação da paciente, porém não há necessidade de investigar o parceiro, pois ele tem</p><p>um filho de relacionamento anterior.</p><p>C Solicitar FSH, histerossalpingografia, ultrassonografia e espermograma para investigar infertilidade.</p><p>D Como a paciente tem mais de 35 anos, já podemos iniciar tratamento de baixa complexidade antes</p><p>de investigar.</p><p>4000198641</p><p>Questão 122 Ginecologia</p><p>Mulher de 18 anos vem ao pronto atendimento com queixa em região vulvar. Refere que surgiu uma lesão</p><p>dolorosa há 3 dias na região do grande lábio e que notou aumento de linfonodo na região. Ao exame,</p><p>apresenta úlcera dolorosa ao toque com bordas irregulares e fundo com conteúdo purulento. Apresenta um</p><p>linfonodo aumentado com sinais ogísticos associados. Diante do quadro da paciente, qual é o tratamento</p><p>mais adequado para a principal hipótese diagnóstica?</p><p>A Penicilina benzatina 2.400.000 Ui.</p><p>B Azitromicina 1 g em dose única.</p><p>C Ceftriaxone 500 mg IM dose única.</p><p>D Aciclovir 400 mg 8/8 h por 7 dias.</p><p>4000198640</p><p>Questão 123 Ginecologia</p><p>Paciente vem ao pronto-socorro queixando-se de ter sofrido uma violência sexual há 48 horas. Refere que</p><p>foi abordada por um desconhecido em um bar e que houve penetração vaginal com ejaculação durante a</p><p>agressão. A paciente faz uso de DIU de cobre como método contraceptivo, e sua última menstruação foi há</p><p>21 dias. Nega queixas físicas no momento. Com relação às pro laxias nessa paciente, assinale a resposta</p><p>correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Deve ser realizada profilaxia para clamídia, gonococo, tricomoníase e sífilis, porém não deve ser</p><p>realizada profilaxia para HIV pelo tempo transcorrido desde a violência.</p><p>B Deve ser realizada a profilaxia para gravidez indesejada, independentemente do uso de método</p><p>contraceptivo eficaz.</p><p>C A profilaxia para hepatite B deve ser realizada com imunoglobulina, obrigatoriamente.</p><p>D Deve ser realizada a profilaxia contra o HIV com tenofovir, lamivudina e dolutegravir.</p><p>4000198639</p><p>Questão 124 Ginecologia</p><p>Paciente de 16 anos vem ao ambulatório, pois ainda não menstruou. Refere que apresentou desenvolvimento</p><p>das mamas por volta dos 13 anos e, desde então, não menstruou. Ao exame, apresenta estádio de Tanner</p><p>M5P5, hímen íntegro e perfurado, sem outros estigmas ao exame físico. Assinale a alternativa correta</p><p>sobre o quadro da paciente.</p><p>A O cariótipo é provavelmente XY.</p><p>B A dosagem de FSH deve encontrar-se normal.</p><p>C Trata-se de um caso de disgenesia gonadal.</p><p>D O exame ultrassonográfico pélvico não é importante nesse caso.</p><p>4000198638</p><p>Questão 125 Mastologia</p><p>Paciente de 45 anos, com pólipo endometrial de 2 cm, será submetida a polipectomia endoscópica</p><p>monopolar. Que meio de distensão endometrial, dentre os abaixo, deverá ser utilizado?</p><p>A Solução salina</p><p>B Ringer lactato</p><p>C CO₂</p><p>D Glicina</p><p>4000198048</p><p>Questão 126 Mastologia</p><p>Paciente de 30 anos, com história de parto vaginal há 6 meses, veio à consulta queixando-se de dor na</p><p>região suprapúbica, acompanhada de dor bilateral nas nádegas, e de rigidez lombar que piorava ao</p><p>movimento. Qual a causa mais provável do quadro?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Sacroileíte</p><p>B Bursite trocantérica</p><p>C Anexite</p><p>D Coccidinia</p><p>4000198047</p><p>Questão 127 Mastologia</p><p>Paciente feminina, de 63 anos, procurou a Emergência por quadro de dor lombar de forte intensidade,</p><p>iniciada há 2 dias, com piora progressiva, evoluindo para parestesias nos membros inferiores. Informou ter 1</p><p>nódulo na mama esquerda, que vinha crescendo há mais de 2 anos sem investigação, e 1 nódulo na axila</p><p>esquerda, surgido há 3 meses. Ao exame físico, encontrava-se em regular estado geral, com mucosas úmidas</p><p>e coradas, fácies de dor e di culdade de deambulação (pela dor lombar). As auscultas cardíaca e pulmonar</p><p>não revelaram alterações, e o exame neurológico mostrou força preservada nos membros inferiores. Diante</p><p>do quadro clínico, qual a conduta mais adequada?</p><p>A Fazer biópsia do nódulo da mama esquerda com urgência, pois, sem o diagnóstico de uma possível</p><p>neoplasia maligna de mama, não há como definir os demais problemas e tratamentos para a</p><p>paciente.</p><p>B Prescrever corticosteroide sistêmico e analgésico e encaminhar a paciente para investigação</p><p>adicional em serviço especializado da instituição.</p><p>C Tratar a dor da paciente e solicitar tomografia computadorizada ou ressonância magnética da</p><p>coluna lombossacra para diagnóstico de possível compressão medular, uma vez que há urgência em</p><p>iniciar o tratamento caso seja esse o problema (possivelmente causado por metástase óssea).</p><p>D Iniciar tratamento empírico para uma provável neoplasia metastática de mama, enquanto são</p><p>solicitados exames de estadiamento e biópsia.</p><p>4000198046</p><p>Questão 128 Mastologia</p><p>Assinale a assertiva correta sobre a técnica de retirada de acessos vasculares centrais.</p><p>A O posicionamento do paciente deve ser anti-Trendelenburg.</p><p>B A manobra de Valsalva deve ser evitada.</p><p>C O cateter deve ser removido na expiração.</p><p>D O orifício onde o cateter esteve instalado não deve ser comprimido com o objetivo de drenar um</p><p>pouco de sangue e, assim, evitar embolia gasosa.</p><p>4000198045</p><p>Questão 129 Mastologia</p><p>Assinale a assertiva correta sobre a cicatrização de feridas.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Isquemia tecidual local e neuropatia podem prejudicar a quimiotaxia durante a fase inflamatória,</p><p>retardando a cicatrização.</p><p>B Radioterapia prejudica a cicatrização, enquanto edema é fator promotor uma vez que possibilita</p><p>melhor difusão capilar.</p><p>C Infecção prejudica a cicatrização, enquanto terapia imunossupressora é fator promotor devido à sua</p><p>ação no endotélio.</p><p>D Diabetes melito reduz a função de macrófagos e a produção de colágeno, enquanto obesidade por</p><p>si só não prejudica a cicatrização.</p><p>4000198044</p><p>Questão 130 Mastologia</p><p>Assinale a assertiva correta sobre ressonância magnética (RM) mamária.</p><p>A RM é o método de escolha para investigação de derrame papilar suspeito.</p><p>B Pode ocorrer depósito de gadolínio em tecidos corporais, especialmente nos núcleos da base.</p><p>C Em pacientes pré-menopáusicas, o melhor período para realização desse exame é entre o 16o e o</p><p>20o dias do ciclo.</p><p>D O valor preditivo positivo é alto.</p><p>4000198043</p><p>Questão 131 Mastologia</p><p>Paciente</p><p>submeteu-se a setorectomia com biópsia de linfonodo sentinela. O diagnóstico patológico foi</p><p>ypT1ypN0 após quimioterapia neoadjuvante. O diagnóstico inicial havia indicado um carcinoma ductal invasor</p><p>grau 3 à imuno-histoquímica, com expressão para receptores hormonais, HER2 positivo e Ki-67 de 10%. Ao</p><p>exame físico préquimioterapia, apresentava tumor de 3 cm no quadrante superolateral da mama direita e</p><p>linfonodos fusionados na axila. Com base nessas informações, qual a classi cação tumoral e qual o</p><p>estadiamento clínico?</p><p>A Luminal A - T2N2 (ECII</p><p>B Luminal A - T3N2 (ECIII</p><p>C Luminal B - T2N2 (ECII</p><p>D Luminal B - T2N2 (ECIII</p><p>4000198042</p><p>Questão 132 Mastologia</p><p>Para avaliação quantitativa de risco para o desenvolvimento de câncer de mama, são empregados</p><p>questionários, tais como o de Gail, o mais conhecido. Assinale a alternativa que contempla algumas variáveis</p><p>utilizadas por esse modelo.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Menopausa, idade e índice de massa corporal (IM</p><p>B Idade atual, idade do primeiro parto e história de biópsias de mama</p><p>C Neoplasia lobular, história familiar de câncer de mama em parente de 2º grau e IMC</p><p>D Menarca, história familiar de câncer de mama em parente de 1º grau, menopausa e IMC</p><p>4000198041</p><p>Questão 133 Mastologia</p><p>Paciente masculino, de 17 anos, veio à consulta queixando-se de aumento bilateral das mamas, iniciado ao</p><p>redor dos 13 anos. Ao exame físico, visualizou-se aumento bilateral do volume mamário (imagem ao lado), sem</p><p>alteração do complexo areolomamilar; à palpação, foram constatados nódulos retroareolares bilaterais</p><p>broelásticos móveis. Negou patologias e uso de medicamentos. Que outros exames, além da mamogra a,</p><p>fazem parte da investigação da ginecomastia do paciente?</p><p>A Dosagens de LH e estradiol</p><p>B Dosagens de prolactina e FSH</p><p>C Ressonância magnética mamária e ultrassonografia testicular</p><p>D Ressonância magnética mamária e tomografia computadorizada cerebral</p><p>4000198040</p><p>Questão 134 Mastologia</p><p>Paciente feminina, de 45 anos, veio à consulta por ter palpado 1 nódulo na mama esquerda há cerca de 1 mês.</p><p>Realizou mamografia (imagem ao lado). Qual a categoria BIRADS e qual a conduta mais indicada?</p><p>A BI-RADS 2 – Repetir o exame em 6 meses.</p><p>B BI-RADS 3 – Realizar biópsia com agulha grossa.</p><p>C BI-RADS 4 – Repetir o exame em 6 meses.</p><p>D BI-RADS 5 – Realizar biópsia com agulha grossa.</p><p>4000198039</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 135 Mastologia</p><p>Primigesta de 17 anos, com 31 semanas de gestação, procurou a Emergência Obstétrica queixando-se de</p><p>contrações. Informou ter realizado acompanhamento prénatal inadequado. Trouxe ultrassonogra a sem</p><p>laudo, realizada no 2º trimestre (imagens fetais reproduzidas abaixo). Ao exame físico, a paciente</p><p>apresentava sinais vitais normais, 3 contrações em 10 minutos, colo médio, 70% apagado, com dilatação de 4</p><p>cm e bolsa íntegra; o feto encontrava-se em apresentação cefálica, com batimentos cardiofetais de 140</p><p>bpm. Considerando os diagnósticos fetal e materno corretos, que conduta, dentre as abaixo, é a mais</p><p>adequada?</p><p>A Liberar a paciente para o domicílio após 1 hora de observação (desde que sem aumento da</p><p>dilatação), com prescrição de progesterona por via vaginal, e orientar para que retorne se houver</p><p>aumento das contrações ou diminuição da movimentação fetal.</p><p>B Internar a paciente e administrar tocolítico e corticosteroide se os resultados dos exames</p><p>laboratoriais e a avaliação de bem-estar fetal estiverem normais; se o trabalho de parto evoluir,</p><p>administrar sulfato de magnésio. A via de parto pode ser vaginal ou cesárea</p><p>C Internar a paciente e realizar indução do trabalho de parto após 12 horas da administração de sulfato</p><p>de magnésio e se os resultados dos exames laboratoriais estiverem normais. A tocólise está</p><p>contraindicada para este tipo de malformação fetal. A via de parto pode ser vaginal.</p><p>D Internar a paciente e realizar cesariana após 48 horas da administração de corticosteroide e 12</p><p>horas de sulfato de magnésio. A tocólise e o parto vaginal estão contraindicados para este tipo de</p><p>malformação fetal.</p><p>4000198038</p><p>Questão 136 Mastologia</p><p>Assinale a assertiva correta sobre métodos de avaliação da saúde fetal.</p><p>A Na gestação gemelar dicoriônica, o seguimento ultrassonográfico deve ser realizado a cada 2</p><p>semanas a partir da 16ª semana, devido à maior chance de ocorrência de complicações, tais como</p><p>transfusão feto-fetal e sequência anemia-policitemia.</p><p>B Peso fetal estimado abaixo do percentil 10 para a idade gestacional associado a fluxo anormal à</p><p>ultrassonografia com Doppler das artérias umbilicais é a melhor ferramenta para identificar restrição</p><p>de crescimento fetal com alto potencial para efeitos adversos perinatais.</p><p>C Gestantes com diabetes melito em tratamento farmacológico devem realizar ultrassonografia com</p><p>Doppler semanalmente a partir da 32ª semana, pois cardiotocografia e perfil biofísico fetal possuem</p><p>alta taxa de falsos positivos.</p><p>D Avaliação do volume de líquido amniótico é um indicador da função placentária de curto prazo. O</p><p>índice de líquido amniótico (IL</p><p>4000198037</p><p>Questão 137 Mastologia</p><p>Assinale a assertiva correta sobre assistência pré-natal.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A No exame físico da gestante, a ausculta dos batimentos cardiofetais pode ser feita a partir da 6ª</p><p>semana de gestação com sonar Doppler.</p><p>B No 3º trimestre de gestação, o decúbito dorsal materno pode levar ao efeito Poseiro, que se</p><p>caracteriza por bradicardia materna e taquicardia fetal.</p><p>C Toda gestante deve receber pelo menos 1 dose da vacina dTpa, mesmo que tenha recebido dTpa</p><p>na gestação anterior e dT na gestação atual.</p><p>D A presença de anticorpos IgG para toxoplasmose com baixa avidez no 1º trimestre de gestação</p><p>indica infecção antiga e exclui infecção aguda nos últimos 3 meses.</p><p>4000198036</p><p>Questão 138 Mastologia</p><p>Para paciente de 24 anos, com cisto ovariano (sugestivo de ser benigno), foi indicada exérese por</p><p>laparoscopia. Complicações na introdução do equipamento, embora raras, já foram relatadas. A lesão mais</p><p>frequente ocorre no(a)</p><p>A intestino delgado.</p><p>B artéria ilíaca.</p><p>C aorta.</p><p>D bexiga.</p><p>4000198035</p><p>Questão 139 Mastologia</p><p>Paciente com 27 semanas de gestação e história de cardiopatia isquêmica chegou à Emergência queixando-</p><p>se de dor retroesternal de início agudo. Eletrocardiograma mostrou elevação do segmento ST e aumento dos</p><p>níveis de troponina e creatinoquinase (CK), compatíveis com o diagnóstico de síndrome coronariana aguda.</p><p>Durante a avaliação, a paciente evoluiu para parada cardiorrespiratória. Foram iniciadas manobras de</p><p>reanimação e chamado o médico plantonista da Obstetrícia que chegou ao local cerca de 5 minutos após o</p><p>início das manobras sem resposta. Com base no quadro, deve-se</p><p>A realizar imediatamente ultrassonografia materno-fetal com Doppler e encaminhar a paciente para a</p><p>Unidade Coronariana se não houver onda A patológica.</p><p>B aguardar a recuperação da paciente e encaminhá-la para a Unidade Coronariana.</p><p>C instalar cardiotocografia e contraindicar o uso de desfibrilador; se a cardiotocografia indicar</p><p>categoria 2 ou 3, realizar a cesariana.</p><p>D lateralizar o útero para a esquerda e iniciar imediatamente a cesariana com laparotomia mediana</p><p>longitudinal infraumbilical.</p><p>Essa questão possui comentário do professor no site 4000198034</p><p>Questão 140 Mastologia</p><p>Primigesta com 30 semanas de gestação foi encaminhada à Emergência Obstétrica por ter apresentado</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>pressão arterial de 150/100 mmHg. A ultrassonogra a obstétrica mostrou feto no percentil 8 de crescimento</p><p>e aumento na resistência do uxo na artéria umbilical. A avaliação laboratorial indicou relação</p><p>proteinúria/creatininúria de 0,2, relação sFlt-1/PLGF de 300, plaquetas séricas de 150.000/mm³, AST de 30</p><p>U/l e creatinina sérica de 0,8 mg/dl. Que diagnóstico, dentre os abaixo, é o mais provável?</p><p>A Hipertensão gestacional</p><p>B Hipertensão arterial crônica</p><p>C Eclâmpsia</p><p>D Pré-eclâmpsia</p><p>4000198033</p><p>Questão 141 Mastologia</p><p>Paciente de 36 anos, com ciclos menstruais regulares e vida sexual ativa, veio à consulta queixando-se de</p><p>leucorreia e prurido, quadro iniciado há 3 dias. Referiu apresentar tais sintomas todos os meses. Foi colhido</p><p>material para exame a fresco, cuja lâmina encontra-se reproduzida abaixo. Com base no quadro, assinale a</p><p>assertiva correta.</p><p>A O pH da vagina deve estar < 4.</p><p>B Os sintomas pioram no período pré-ovulatório.</p><p>C Os sintomas pioram após a relação sexual.</p><p>D Os sintomas costumam melhorar após a menstruação.</p><p>4000198032</p><p>Questão 142 Mastologia</p><p>Paciente de 32 anos consultou por não menstruar há 5 meses após suspensão do anticoncepcional oral</p><p>combinado. Informou vir apresentando acne desde então, não fazer uso de medicamentos e negou calorões</p><p>e galactorreia. O IMC era de 24 kg/m². Os resultados dos exames hormonais estão reproduzidos abaixo.</p><p>Com base no quadro, que diagnóstico, dentre os propostos, é o mais provável?</p><p>A Síndrome dos ovários policísticos</p><p>B Insuficiência ovariana prematura</p><p>C Gestação</p><p>D Amenorreia pós-pílula</p><p>4000198031</p><p>Questão 143 Mastologia</p><p>Qual dos defeitos anatômicos abaixo corresponde à classificação de POP-Q?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A NA</p><p>B NA</p><p>C NA</p><p>D NA</p><p>4000198030</p><p>Questão 144 Exames complementares Exames complementares</p><p>Mulher, 62 anos de idade, diabética bem controlada, vem ao atendimento referindo sangramento vaginal, de</p><p>pouca quantidade, há cerca de quatro dias. Relata que a menopausa aconteceu com, cerca de, 48 anos</p><p>e que depois disso nunca mais teve sangramento por via vaginal. Nega dor, febre ou qualquer outro</p><p>sintoma. Nega uso prévio de terapia de reposição hormonal. Ao exame físico: Abdome: ácido, indolor à</p><p>palpação; Ausência de massas palpáveis. Exame especular: hipotro a vaginal e cervical. Presença de</p><p>sangramento de pouca quantidade não ativo em orifício externo do colo uterino. Trouxe resultado de</p><p>colposcopia e citologia oncótica realizada há 6 meses, sem alterações. Solicitada ultrassonogra a</p><p>transvaginal. O resultado da ultrassonogra a transvaginal demonstrou endométrio espessado. Histeroscopia</p><p>cirúrgica com biópsia evidenciou carcinoma endometrioide, classificado em estádio I.</p><p>Considerando o espessamento endometrial normal para a idade da paciente, a espessura do endométrio ao</p><p>Ultrassom deve ser, no máximo, de:</p><p>A 4 a 5mm.</p><p>B 7mm.</p><p>C 8 a 10mm.</p><p>D 12 a 14mm.</p><p>4000198028</p><p>Questão 145 Tratamento cirúrgico</p><p>Mulher, 62 anos de idade, diabética bem controlada, vem ao atendimento referindo sangramento vaginal, de</p><p>pouca quantidade, há cerca de quatro dias. Relata que a menopausa aconteceu com, cerca de, 48 anos</p><p>e que depois disso nunca mais teve sangramento por via vaginal. Nega dor, febre ou qualquer outro</p><p>sintoma. Nega uso prévio de terapia de reposição hormonal. Ao exame físico: Abdome: ácido, indolor à</p><p>palpação; Ausência de massas palpáveis. Exame especular: hipotro a vaginal e cervical. Presença de</p><p>sangramento de pouca quantidade não ativo em orifício externo do colo uterino. Trouxe resultado de</p><p>colposcopia e citologia oncótica realizada há 6 meses, sem alterações. Solicitada ultrassonogra a</p><p>transvaginal. O resultado da ultrassonogra a transvaginal demonstrou endométrio espessado. Histeroscopia</p><p>cirúrgica com biópsia evidenciou carcinoma endometrioide, classificado em estádio I.</p><p>Indique o tratamento preconizado a partir do diagnóstico do carcinoma endometrioide estádio I:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Progestágeno isolado contínuo e reavaliação após um mês.</p><p>B Histerectomia total.</p><p>C Histerectomia total e salpingooforectomia bilateral.</p><p>D Histerectomia subtotal.</p><p>4000198027</p><p>Questão 146 Tratamento cirúrgico</p><p>Mulher, 62 anos de idade, diabética bem controlada, vem ao atendimento referindo sangramento vaginal, de</p><p>pouca quantidade, há cerca de quatro dias. Relata que a menopausa aconteceu com, cerca de, 48 anos</p><p>e que depois disso nunca mais teve sangramento por via vaginal. Nega dor, febre ou qualquer outro</p><p>sintoma. Nega uso prévio de terapia de reposição hormonal. Ao exame físico: Abdome: ácido, indolor à</p><p>palpação; Ausência de massas palpáveis. Exame especular: hipotro a vaginal e cervical. Presença de</p><p>sangramento de pouca quantidade não ativo em orifício externo do colo uterino. Trouxe resultado de</p><p>colposcopia e citologia oncótica realizada há 6 meses, sem alterações. Solicitada ultrassonogra a</p><p>transvaginal. O resultado da ultrassonogra a transvaginal demonstrou endométrio espessado. Histeroscopia</p><p>cirúrgica com biópsia evidenciou carcinoma endometrioide, classificado em estádio I.</p><p>Indique a conduta preconizada após o tratamento inicial padrão, caso o carcinoma endometrioide seja de</p><p>baixo risco – G2:</p><p>A Complementação com linfadenectomia.</p><p>B Quimioterapia adjuvante.</p><p>C Radioterapia adjuvante.</p><p>D Apenas seguimento em serviço especializado.</p><p>4000198026</p><p>Questão 147 Mastologia</p><p>A gura abaixo apresenta resultados de duas pesquisas clínicas: estudo A e estudo B, que avaliaram a</p><p>e cácia de um mesmo tratamento hipotético sobre o desfecho morte por covid-19. A linha pontilhada</p><p>significa a estimativa-ponto, e a linha contínua, a nulidade. Com base na figura, é possível afirmar que</p><p>A o estudo A evidenciou que o tratamento pode piorar o desfecho principal.</p><p>B o estudo B descartou benefício do tratamento.</p><p>C o estudo B provavelmente tem menor tamanho amostral do que o estudo A.</p><p>D os estudos têm resultados divergentes.</p><p>4000198024</p><p>Questão 148 Mastologia</p><p>Mulher, 32 anos de idade, na terceira gestação, vem em consulta de rotina ginecológica para fazer o</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>“preventivo”. Nega comorbidades e refere que seus “preventivos” sempre deram normais. Ao exame físico,</p><p>não foram notadas alterações em colo uterino.</p><p>De acordo com as Diretrizes do Ministério da Saúde:</p><p>Quanto à conduta de rotina para a realização de colpocitologia oncótica, pode se dizer que é</p><p>recomendada para mulheres:</p><p>A entre 25 e 64 anos, após coitarca.</p><p>B em qualquer idade, após coitarca.</p><p>C entre 21 e 64 anos, após coitarca.</p><p>D a partir de 18 anos, independente de coitarca, e repetição até que a expectativa de vida seja</p><p>menor que 5 anos.</p><p>4000198023</p><p>Questão 149 Mastologia</p><p>Mulher, 32 anos de idade, na terceira gestação, vem em consulta de rotina ginecológica para fazer o</p><p>“preventivo”. Nega comorbidades e refere que seus “preventivos” sempre deram normais. Ao exame físico,</p><p>não foram notadas alterações em colo uterino.</p><p>De acordo com as Diretrizes do Ministério da Saúde:</p><p>Pode-se afirmar que o intervalo entre as colpocitologias oncóticas</p><p>A deverá ser sempre anual, exceto em caso de alterações no resultado da citologia oncótica, o que</p><p>poderá abreviar a realização de uma nova colpocitologia.</p><p>B inicialmente é anual, porém após 2 exames consecutivos normais, sem histórico de alterações</p><p>em exames anteriores, passa a ter um intervalo trienal.</p><p>C deverá ser a cada 3 anos desde o início da realização do Papanicolau.</p><p>D inicialmente é anual, porém após 2 exames consecutivos normais, sem histórico de alterações</p><p>em exames anteriores, passa a ter um intervalo bianual.</p><p>4000198021</p><p>Questão 150 Mastologia</p><p>Mulher, 32 anos de idade, na terceira gestação, vem em consulta de rotina ginecológica para fazer o</p><p>“preventivo”. Nega comorbidades e refere que seus “preventivos” sempre deram normais. Ao exame físico,</p><p>não foram notadas alterações em colo uterino.</p><p>De acordo com as Diretrizes do Ministério da Saúde:</p><p>A paciente, nesse caso, apresentou ASC-US (células escamosas atípicas de signi cado</p><p>indeterminado, possivelmente não neoplásicas) na citologia.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Indique a conduta a ser seguida diante desse dado:</p><p>A Tratamento empírico de infecção vaginal e novo Papanicolau com um ano.</p><p>B Nova colpocitologia oncótica com seis meses.</p><p>C Rotina de colpocitologia a cada dois anos, por tratar-se de lesão benigna.</p><p>D Colposcopia com biópsia,</p><p>no momento.</p><p>4000198019</p><p>Questão 151 Diagnóstico</p><p>Mulher, 23 anos de idade, solteira, refere dor em baixo ventre há dois dias, associada à saída de secreção</p><p>vaginal de odor fétido há um dia. Última menstruação há cerca de cinco dias. Refere vida sexual ativa, porém</p><p>sem parceiro xo. Ao exame: paciente encontra-se estável hemodinamicamente, afebril; abdome doloroso à</p><p>palpação de hipogástrio, descompressão brusca negativa. Exame especular: presença de secreção vaginal</p><p>amarelada de odor fétido de pouca quantidade. Toque vaginal: dor à manipulação do colo uterino e à</p><p>palpação da região anexial.</p><p>Indique o critério menor para o diagnóstico de Doença Inflamatória Pélvica, presente no caso:</p><p>A Dor abdominal à palpação com descompressão brusca negativa.</p><p>B Dor à manipulação do colo uterino.</p><p>C Dor à palpação da região anexial.</p><p>D Secreção vaginal amarelada de odor fétido.</p><p>4000198017</p><p>Questão 152 Tratamento</p><p>Mulher, 23 anos de idade, solteira, refere dor em baixo ventre há dois dias, associada à saída de secreção</p><p>vaginal de odor fétido há um dia. Última menstruação há cerca de cinco dias. Refere vida sexual ativa, porém</p><p>sem parceiro xo. Ao exame: paciente encontra-se estável hemodinamicamente, afebril; abdome doloroso à</p><p>palpação de hipogástrio, descompressão brusca negativa. Exame especular: presença de secreção vaginal</p><p>amarelada de odor fétido de pouca quantidade. Toque vaginal: dor à manipulação do colo uterino e à</p><p>palpação da região anexial.</p><p>Indique o esquema de tratamento nesse momento:</p><p>A Ceftriaxona intravenoso, dose única, Doxiciclina e Metronidazol por via oral.</p><p>B Ceftriaxona e Metronidazol intravenoso.</p><p>C Apenas Doxiciclina, via oral.</p><p>D Ciprofloxacino e Metronidazol venoso.</p><p>4000198015</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 153 Diagnóstico</p><p>Mulher, 23 anos de idade, solteira, refere dor em baixo ventre há dois dias, associada à saída de secreção</p><p>vaginal de odor fétido há um dia. Última menstruação há cerca de cinco dias. Refere vida sexual ativa, porém</p><p>sem parceiro xo. Ao exame: paciente encontra-se estável hemodinamicamente, afebril; abdome doloroso à</p><p>palpação de hipogástrio, descompressão brusca negativa. Exame especular: presença de secreção vaginal</p><p>amarelada de odor fétido de pouca quantidade. Toque vaginal: dor à manipulação do colo uterino e à</p><p>palpação da região anexial.</p><p>Indique o estádio da doença no caso, de acordo com os critérios de Monif , quanto ao tempo de evolução:</p><p>A 1</p><p>B 2</p><p>C 3</p><p>D 4</p><p>4000198014</p><p>Questão 154 Mastologia</p><p>Jovem, de 30 anos de idade, esteve em viagem na Índia há 2 meses. Refere aparecimento de 2 úlceras na</p><p>região inguinal direita há 4 semanas. Tais úlceras não são acompanhadas de dor local. Relata que, antes das</p><p>úlceras, apresentou no mesmo local nodulações. Não apresenta comorbidades nem possui outras queixas. Ao</p><p>exame físico, visualizada a presença de 2 ulcerações em espelho, de borda plana, bem delimitadas e com</p><p>fundo granuloso vermelho vivo e sangramento fácil.</p><p>Diante do quadro, indique a principal hipótese diagnóstica:</p><p>A Cancro mole.</p><p>B Sífilis.</p><p>C Lesão herpética.</p><p>D Donovanose.</p><p>4000198007</p><p>Questão 155 Mastologia</p><p>Jovem, de 30 anos de idade, esteve em viagem na Índia há 2 meses. Refere aparecimento de 2 úlceras na</p><p>região inguinal direita há 4 semanas. Tais úlceras não são acompanhadas de dor local. Relata que, antes das</p><p>úlceras, apresentou no mesmo local nodulações. Não apresenta comorbidades nem possui outras queixas. Ao</p><p>exame físico, visualizada a presença de 2 ulcerações em espelho, de borda plana, bem delimitadas e com</p><p>fundo granuloso vermelho vivo e sangramento fácil.</p><p>Indique o tratamento inicial preconizado para o caso:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Doxiciclina 100mg, a cada 12 horas por pelo menos 21 dias ou até o desaparecimento das lesões.</p><p>B Azitromicina 2g, via oral, dose única.</p><p>C Penicilina Benzatina, 2,4 milhoes de unidades, intramuscular, dose única.</p><p>D Aciclovir, 200mg, via oral, a cada 4 horas por 5 dias.</p><p>4000198005</p><p>Questão 156 Mastologia</p><p>Jovem, de 30 anos de idade, esteve em viagem na Índia há 2 meses. Refere aparecimento de 2 úlceras na</p><p>região inguinal direita há 4 semanas. Tais úlceras não são acompanhadas de dor local. Relata que, antes das</p><p>úlceras, apresentou no mesmo local nodulações. Não apresenta comorbidades nem possui outras queixas. Ao</p><p>exame físico, visualizada a presença de 2 ulcerações em espelho, de borda plana, bem delimitadas e com</p><p>fundo granuloso vermelho vivo e sangramento fácil.</p><p>Indique os agentes causadores de úlceras indolores, como as do caso:</p><p>A Treponema pallidum, Klebsiella granulomatis, Clamydia trachomatis.</p><p>B Herpes simplex vírus, Haemophilus ducreyi, Clamydia trachomatis.</p><p>C Klebsiella granulomatis, Clamydia trachomatis, Herpes simplex vírus.</p><p>D Treponema pallidum, Klebsiella granulomatis, Haemophilus ducreyi.</p><p>4000198004</p><p>Questão 157 Exames complementares</p><p>Mulher, 33 anos de idade, casada e nuligesta, vem para consulta ginecológica de rotina. Refere que há um</p><p>ano, após parada do uso de contraceptivo hormonal combinado para tentar engravidar, vem apresentando</p><p>piora da dismenorreia e que, atualmente, não tem melhora do sintoma após uso de anti-in amatório. Vem,</p><p>também, notando disquezia, principalmente durante o período menstrual. Não conseguiu ainda gestar. Ao</p><p>exame ginecológico não foram evidenciadas alterações, exceto desconforto ao toque de fundo</p><p>vaginal posterior. Uma histerossalpingografia revela prova de Cotté negativa bilateralmente.</p><p>Indique o exame complementar para melhor esclarecimento do caso</p><p>A Tomografia Computadorizada da Pelve.</p><p>B CA-125.</p><p>C Videolaparoscopia com Biópsia.</p><p>D Ressonância Nuclear Magnética Pélvica.</p><p>4000198002</p><p>Questão 158 Mastologia</p><p>Mulher, 33 anos de idade, casada e nuligesta, vem para consulta ginecológica de rotina. Refere que há um</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>ano, após parada do uso de contraceptivo hormonal combinado para tentar engravidar, vem apresentando</p><p>piora da dismenorreia e que, atualmente, não tem melhora do sintoma após uso de anti-in amatório. Vem,</p><p>também, notando disquezia, principalmente durante o período menstrual. Não conseguiu ainda gestar. Ao</p><p>exame ginecológico não foram evidenciadas alterações, exceto desconforto ao toque de fundo</p><p>vaginal posterior. Uma histerossalpingografia revela prova de Cotté negativa bilateralmente.</p><p>Sobre a interpretação da histerossalpingografia, o resultado indica que</p><p>A a paciente possui obstrução tubária bilateral.</p><p>B a paciente possui tubas pérvias bilateralmente.</p><p>C oexamenãodetectouaderências pélvicasperitubárias.</p><p>D na mobilização da paciente, as duas tubas estavam fixas e imóveis.</p><p>4000198000</p><p>Questão 159 Tratamento</p><p>Mulher, 33 anos de idade, casada e nuligesta, vem para consulta ginecológica de rotina. Refere que há um</p><p>ano, após parada do uso de contraceptivo hormonal combinado para tentar engravidar, vem apresentando</p><p>piora da dismenorreia e que, atualmente, não tem melhora do sintoma após uso de anti-in amatório. Vem,</p><p>também, notando disquezia, principalmente durante o período menstrual. Não conseguiu ainda gestar. Ao</p><p>e x a me ginecológico não foram evidenciadas alterações, exceto desconforto ao toque de fundo</p><p>vaginal posterior. Uma histerossalpingografia revela prova de Cotté negativa bilateralmente.</p><p>Quanto ao tratamento para essa paciente, considerando o diagnóstico mais provável, pode-se se a rmar</p><p>que:</p><p>A O uso de anticoncepcional combinado oral por 2 meses é a terapia de primeira linha.</p><p>B Os análogos de GnRH devem ser usados por 6 meses e depois tentar medidas naturais.</p><p>C O tratamento cirúrgico pode ser uma opção visando a melhora da dor.</p><p>D Os analgésicos e anti-inflamatórios devem ser a escolha, pois a paciente quer engravidar.</p><p>4000197998</p><p>Questão 160 Estudo urodinâmico</p><p>Mulher, 65 anos de idade, obesidade grau II, primípara, queixa-se de perda urinária quando espirra ou dar</p><p>risada. Ao exame físico apresenta hipotro a genital e em estudo urodinâmico foi detectada</p><p>uma perda de</p><p>urina à manobra de Valsalva, com pressão vesical de 105cm H₂O. Ausência de contrações involuntárias</p><p>na cistometria.</p><p>Selecione a sequência de etapas que fazem parte do estudo urodinâmico na mulher:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A 1º: Urofluxometria; 2º: Avaliação do resíduo pós-miccional; 3º: Cistometria de enchimento e</p><p>4º: Estudo miccional ou estudo fluxo-pressão.</p><p>B 1º: Estudo miccional ou estudo fluxo-pressão 2º: Avaliação do resíduo pós-miccional; 3º:</p><p>Cistometria de enchimento e 4º: Urofluxometria.</p><p>C 1º: Cistometria de enchimento; 2º: Avaliação do resíduo pós-miccional; 3º: Urofluxometria: e 4º:</p><p>Estudo miccional ou estudo fluxo-pressão.</p><p>D 1º: Avaliação do resíduo pós-miccional; 2º: Cistometria de enchimento; 3º: Urofluxometria e 4º:</p><p>Estudo miccional ou estudo fluxo-pressão.</p><p>4000197996</p><p>Questão 161 Diagnóstico Mastologia</p><p>Mulher, 65 anos de idade, obesidade grau II, primípara, queixa-se de perda urinária quando espirra ou dar</p><p>risada. Ao exame físico apresenta hipotro a genital e em estudo urodinâmico foi detectada uma perda de</p><p>urina à manobra de Valsalva, com pressão vesical de 105cm H₂O. Ausência de contrações involuntárias</p><p>na cistometria.</p><p>Indique o diagnóstico do caso:</p><p>A Incontinência urinária mista.</p><p>B Incontinência urinária de Esforço por deficiência esfincteriana intrínseca.</p><p>C Incontinência urinária de Esforço por hipermobilidade uretral.</p><p>D Urge-incontinência.</p><p>4000197994</p><p>Questão 162 Tratamento</p><p>Mulher, 65 anos de idade, obesidade grau II, primípara, queixa-se de perda urinária quando espirra ou dar</p><p>risada. Ao exame físico apresenta hipotro a genital e em estudo urodinâmico foi detectada uma perda de</p><p>urina à manobra de Valsalva, com pressão vesical de 105cm H₂O. Ausência de contrações involuntárias</p><p>na cistometria.</p><p>Sobre o tratamento da perda urinária nesse caso, pode-se dizer que</p><p>A o “Sling” por via transobturatória tem um risco maior de lesão vesical que o “sling” TVT (“tension</p><p>free vaginal tape”).</p><p>B o “Sling” de uretra média não está indicado nesse caso, pois a paciente é obesa.</p><p>C a colpofixação retropúbica ou Técnica de Burch está bem indicada nesse caso.</p><p>D o tratamento inicial deve ser conservador com terapia comportamental e fisioterapia.</p><p>4000197992</p><p>Questão 163 Mastologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Paciente, sexo masculino, 25 anos de idade, foi levado ao Pronto-Socorro após sofrer trauma no braço</p><p>direito e apresentar ferimento corto-contuso de cerca de 5cm. Nega outros traumas. Ao exame físico, bom</p><p>estado geral, FC: 72bpm, PA: 120x74mmHg, FR: 18imp; presença de ferimento medindo 5cm com exposição</p><p>da musculatura em região anterior do braço direito. Foi realizada lavagem com SF0,9%, desbridamento e</p><p>síntese do ferimento com anestesia local utilizando lidocaína.</p><p>De acordo com os dados apresentados, indique o tipo de fio mais adequado para a síntese da musculatura:</p><p>A Poliamida.</p><p>B Polipropileno.</p><p>C Poligalactina.</p><p>D Poliéster.</p><p>4000197990</p><p>Questão 164 Mastologia</p><p>Paciente, sexo masculino, 25 anos de idade, foi levado ao Pronto-Socorro após sofrer trauma no braço</p><p>direito e apresentar ferimento corto-contuso de cerca de 5cm. Nega outros traumas. Ao exame físico, bom</p><p>estado geral, FC: 72bpm, PA: 120x74mmHg, FR: 18imp; presença de ferimento medindo 5cm com exposição</p><p>da musculatura em região anterior do braço direito. Foi realizada lavagem com SF0,9%, desbridamento e</p><p>síntese do ferimento com anestesia local utilizando lidocaína.</p><p>Diante do quadro, em relação ao anestésico local utilizado, é correto afirmar:</p><p>A A lidocaína foi um boa escolha para a anestesia local, pois apresenta um pKa baixo.</p><p>B O meio acidótico do ferimento favorece a ação do anestésico local.</p><p>C A forma básica não ionizada da lidocaína penetra na fibra nervosa e consegue realizar o</p><p>bloqueio anestésico.</p><p>D A duração de ação do anestésico local está associada à maior hidrofobicidade.</p><p>4000197988</p><p>Questão 165 Mastologia</p><p>Paciente, sexo masculino, 25 anos de idade, foi levado ao Pronto-Socorro após sofrer trauma no braço</p><p>direito e apresentar ferimento corto-contuso de cerca de 5cm. Nega outros traumas. Ao exame físico, bom</p><p>estado geral, FC: 72bpm, PA: 120x74mmHg, FR: 18imp; presença de ferimento medindo 5cm com exposição</p><p>da musculatura em região anterior do braço direito. Foi realizada lavagem com SF0,9%, desbridamento e</p><p>síntese do ferimento com anestesia local utilizando lidocaína.</p><p>Indique a conduta mais adequada em relação à pro laxia antitetânica para esse paciente, caso ele não porte</p><p>o Cartão de Vacinação e não se lembre quando tomou a última dose da vacina:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Aplicar uma dose de reforço da vacina antitetânica.</p><p>B Não aplicar nem a vacina e nem o soro antitetânico.</p><p>C Reiniciar o esquema de três doses da vacina antitetânica.</p><p>D Aplicar uma dose da vacina antitetânica e aplicar o soro antitetânico.</p><p>4000197987</p><p>Questão 166 Mastologia</p><p>Homem, 30 anos de idade, procura o Ambulatório de cirurgia plástica com queixa de di culdade para</p><p>movimentar o dedo indicador da mão direita. O paciente relata que há um ano sofreu uma queimadura na</p><p>mão direita, por combustão por álcool, apresentando queimaduras de segundo grau que foram tratadas com</p><p>curativo no Posto de Saúde. Ao exame físico, extensas cicatrizes em palma e dorso da mão direita, dedo</p><p>indicador direito com retração cicatricial em flexação.</p><p>Diante desse caso clínico, indique a conduta terapêutica que deveria ter sido realizada para evitar o</p><p>surgimento da sequela do dedo indicador.</p><p>A Retalho cutâneo cross-finger.</p><p>B Enxertia de pele parcial e terapia ocupacional.</p><p>C Retalho fáscio-cutâneo do dorso da mão.</p><p>D Curativos com ácido graxo essencial e terapia ocupacional.</p><p>4000197985</p><p>Questão 167 Mastologia</p><p>Homem, 30 anos de idade, procura o Ambulatório de cirurgia plástica com queixa de di culdade para</p><p>movimentar o dedo indicador da mão direita. O paciente relata que há um ano sofreu uma queimadura na</p><p>mão direita, por combustão por álcool, apresentando queimaduras de segundo grau que foram tratadas com</p><p>curativo no Posto de Saúde. Ao exame físico, extensas cicatrizes em palma e dorso da mão direita, dedo</p><p>indicador direito com retração cicatricial em flexação.</p><p>Identifique a técnica de retalhos mais adequada para a correção da sequela apresentada no dedo indicador.</p><p>A Retalho romboide.</p><p>B Retalhos em avanço.</p><p>C Zetaplastia.</p><p>D Retalho em interpolação.</p><p>4000197983</p><p>Questão 168 Mastologia</p><p>Homem, 30 anos de idade, procura o Ambulatório de cirurgia plástica com queixa de di culdade para</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>movimentar o dedo indicador da mão direita. O paciente relata que há um ano sofreu uma queimadura na</p><p>mão direita, por combustão por álcool, apresentando queimaduras de segundo grau que foram tratadas com</p><p>curativo no Posto de Saúde. Ao exame físico, extensas cicatrizes em palma e dorso da mão direita, dedo</p><p>indicador direito com retração cicatricial em flexação.</p><p>Caso o paciente necessite de reparo cirúrgico dos tendões exores, indique a conduta mais adequada no</p><p>pós-operatório:</p><p>A Imobilização por seis semanas, para garantir uma boa cicatrização.</p><p>B Mobilização precoce passiva e ativa em terapia ocupacional.</p><p>C Imobilização em extensão, por quatro semanas.</p><p>D Imobilização em semi-flexação, por quatro semanas.</p><p>4000197981</p><p>Questão 169 Mastologia</p><p>Paciente, sexo masculino, 20 anos de idade, vítima de agressão física há uma hora, é levado ao Pronto</p><p>Socorro com ferimento em lábio inferior. Após a avaliação inicial do trauma, o paciente encontrava-se</p><p>estável hemodinamicamente e apresentava ferimento corto-contuso em lábio inferior medindo cerca de 3</p><p>cm, com lesão da mucosa.</p><p>Diante do caso clínico, indique a estrutura anatômica que deverá ser reparada para evitar perda funcional</p><p>durante a mastigação.</p><p>A Pele.</p><p>B Mucosa.</p><p>C Subcutâneo.</p><p>D Músculo orbicular da boca.</p><p>4000197980</p><p>Questão 170 Mastologia</p><p>Paciente, sexo masculino, 20 anos de idade,</p><p>vítima de agressão física há uma hora, é levado ao Pronto</p><p>Socorro com ferimento em lábio inferior. Após a avaliação inicial do trauma, o paciente encontrava-se</p><p>estável hemodinamicamente e apresentava ferimento corto-contuso em lábio inferior medindo cerca de 3</p><p>cm, com lesão da mucosa.</p><p>Caso o paciente tenha perda de substância no lábio inferior que impossibilite o fechamento primário, indique</p><p>a melhor opção para reconstrução:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Deixar fechar por segunda intenção.</p><p>B Enxerto de pele total.</p><p>C Retalho cutâneo-mucoso do lábio superior.</p><p>D Retalho cutâneo nasogeniano.</p><p>4000197978</p><p>Questão 171 Mastologia</p><p>Paciente, sexo masculino, 20 anos de idade, vítima de agressão física há uma hora, é levado ao Pronto</p><p>Socorro com ferimento em lábio inferior. Após a avaliação inicial do trauma, o paciente encontrava-se</p><p>estável hemodinamicamente e apresentava ferimento corto-contuso em lábio inferior medindo cerca de 3</p><p>cm, com lesão da mucosa.</p><p>Caso o paciente apresente queda da comissura labial direita durante a abertura da boca, indique qual</p><p>estrutura anatómica foi lesionada:</p><p>A Músculo depressor do lábio inferior.</p><p>B Ramo marginal da mandíbula do nervo facial.</p><p>C Músculo risório.</p><p>D Ramo bucal do nervo facial.</p><p>4000197977</p><p>Questão 172 Mastologia</p><p>Mulher, 65 anos de idade, tabagista e com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), foi diagnosticada</p><p>com câncer de pulmão à direita. Indicado lobectomia superior direita como parte do tratamento oncológico.</p><p>Diante do caso clínico, indique a avaliação, no pré-operatório, mais importante para esta paciente.</p><p>A Tomografia computadorizada de tórax.</p><p>B Ecocardiografia transtorácica.</p><p>C Espirometria.</p><p>D Teste ergométrico.</p><p>4000197975</p><p>Questão 173 Mastologia</p><p>Mulher, 65 anos de idade, tabagista e com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), foi diagnosticada</p><p>com câncer de pulmão à direita. Indicado lobectomia superior direita como parte do tratamento oncológico.</p><p>Indique o preditor de maior risco para disfunção respiratória no pós-operatório, para esta paciente:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Tabagismo.</p><p>B VEF1 < 0,8L/min.</p><p>C Idade maior que 60 anos.</p><p>D Sexo masculino.</p><p>4000197974</p><p>Questão 174 Mastologia</p><p>Mulher, 65 anos de idade, tabagista e com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), foi diagnosticada</p><p>com câncer de pulmão à direita. Indicado lobectomia superior direita como parte do tratamento oncológico.</p><p>Indique a medida que não ajudaria a prevenir complicações pulmonares no pós-operatório desta paciente:</p><p>A Interromper o tabagismo.</p><p>B Praticar atividade física.</p><p>C Usar broncodilatadores.</p><p>D Perder peso.</p><p>4000197972</p><p>Questão 175 Mastologia</p><p>Paciente, sexo feminino, 40 anos de idade, está no 2º dia de pós-operatório de tireoidectomia, evolui com</p><p>parestesia perioral e das mãos. Ao exame físico, bom estado geral, presença de fasciculações periorais à</p><p>percussão da região pré-auricular ipsilateral.</p><p>Indique a principal suspeita etiológica que justifique o quadro clínico da paciente:</p><p>A Hipotireoidismo.</p><p>B Distúrbio eletrolítico no pós-operatório.</p><p>C Hipoparatireoidismo.</p><p>D Hipertireoidismo.</p><p>4000197970</p><p>Questão 176 Mastologia</p><p>Paciente, sexo feminino, 40 anos de idade, está no 2º dia de pós-operatório de tireoidectomia, evolui com</p><p>parestesia perioral e das mãos. Ao exame físico, bom estado geral, presença de fasciculações periorais à</p><p>percussão da região pré-auricular ipsilateral.</p><p>Diante do caso clínico, indique o exame complementar mais importante para a confirmação diagnóstica.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Dosagem dos hormônios tireoidianos (T4 e T3).</p><p>B Dosagem do cálcio.</p><p>C Dosagem de magnésio.</p><p>D Tomografia computadorizada da cabeça e pescoço.</p><p>4000197969</p><p>Questão 177 Mastologia</p><p>Paciente, sexo feminino, 40 anos de idade, está no 2º dia de pós-operatório de tireoidectomia, evolui com</p><p>parestesia perioral e das mãos. Ao exame físico, bom estado geral, presença de fasciculações periorais à</p><p>percussão da região pré-auricular ipsilateral.</p><p>Indique a conduta terapêutica mais adequada neste momento:</p><p>A Reposição venosa de cálcio.</p><p>B Hidratação venosa com solução cristaloide.</p><p>C Iniciar tiamazol oral.</p><p>D Reposição venosa de magnésio.</p><p>4000197967</p><p>Questão 178 Mastologia</p><p>Paciente admitido na Unidade de Emergência com quadro de dor e abaulamento no suco interglúteo,</p><p>apresentando hiperemia e saída de secreção purulenta local.</p><p>Diante do quadro, quanto ao diagnóstico provável, pode-se dizer que</p><p>A trata-se se abscesso anorretal na linha média posterior, com indicação de drenagem cirúrgica.</p><p>B trata-se de cisto pilonidal infectado, com indicação de drenagem cirúrgica e tratamento definitivo</p><p>no mesmo ato operatório.</p><p>C o diagnóstico provável é de cistopilonidal e o tratamento padrão constitui antibioticoterapia e</p><p>cuidados locais.</p><p>D cisto pilonidal é o diagnóstico provável com indicação de antibioticoterapia e drenagem cirúrgica,</p><p>com tratamento cirúrgico definitivo em um segundo momento.</p><p>4000197965</p><p>Questão 179 Mastologia</p><p>Paciente admitido na Unidade de Emergência com quadro de dor e abaulamento no suco interglúteo,</p><p>apresentando hiperemia e saída de secreção purulenta local.</p><p>Indique a faixa etária mais comum para a suspeita diagnóstica principal:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Entre 20 – 30 anos de idade.</p><p>B Entre 40 – 50 anos de idade.</p><p>C Entre 50 – 60 anos de idade.</p><p>D Após os 60 anos de idade.</p><p>4000197963</p><p>Questão 180 Mastologia</p><p>Paciente admitido na Unidade de Emergência com quadro de dor e abaulamento no suco interglúteo,</p><p>apresentando hiperemia e saída de secreção purulenta local.</p><p>Sobre a fisiopatologia da doença descrita, é incorreto o que afirma em:</p><p>A É mais comum no sexo masculino.</p><p>B A incidência é em torno de 25/100.000.</p><p>C A etiologia é congênita, por remanescente embriológico.</p><p>D A etiologia é adquirida e relacionada à inclusão de pelos no tecido subcutâneo.</p><p>4000197961</p><p>Questão 181 Mastologia</p><p>Paciente, 35 anos de idade, vítima de esmagamento no membro superior esquerdo, durante atropelamento</p><p>por automóvel, chega ao pronto atendimento com sinais compatíveis com Síndrome Compartimental.</p><p>Sobre a Síndrome Compartimental é correto afirmar:</p><p>A A ausência de pulso distal ocorre, frequentemente, no início do quadro.</p><p>B O sintoma mais sensível para o diagnóstico é a dor.</p><p>C O sintoma mais sensível para o diagnóstico é a cianose.</p><p>D É necessária arteriografia para o diagnóstico.</p><p>4000197957</p><p>Questão 182 Mastologia</p><p>Paciente, 35 anos de idade, vítima de esmagamento no membro superior esquerdo, durante atropelamento</p><p>por automóvel, chega ao pronto atendimento com sinais compatíveis com Síndrome Compartimental.</p><p>Identifique a localização onde a Síndrome Compartimental ocorre mais frequentemente:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Mãos e pés.</p><p>B Antebraço e perna.</p><p>C Coxa.</p><p>D Braço.</p><p>4000197955</p><p>Questão 183 Mastologia</p><p>Paciente, 35 anos de idade, vítima de esmagamento no membro superior esquerdo, durante atropelamento</p><p>por automóvel, chega ao pronto atendimento com sinais compatíveis com Síndrome Compartimental.</p><p>Indique a conduta preconizada diante do diagnóstico de Síndrome Compartimental:</p><p>A Punção local.</p><p>B Imobilização com tala gessada.</p><p>C Analgesia e solicitação de ressonância nuclear magnética.</p><p>D Fasciotomia.</p><p>4000197953</p><p>Questão 184 Mastologia</p><p>Paciente, sexo masculino, 60 anos de idade, procura o médico da família com queixa de ferida em mucosa</p><p>oral há um mês. Relata, também, o surgimento de nódulo em região cervical direita, neste mesmo período. O</p><p>paciente é etilista e tabagista de 20 cigarros por dia, há 40 anos. Ao exame físico, bom estado geral,</p><p>presença de ferida ulcerada em mucosa sublingual, medindo cerca de 2cm; palpado nódulo em região</p><p>cervical posterior à direita, medindo cerca de 1,5cm; ausculta cardíaca e respiratória sem alterações; abdome</p><p>plano, flácido e indolor à palpação.</p><p>Diante desse caso clínico, indique a principal suspeita</p><p>etiológica para a ferida em mucosa oral.</p><p>A Carcinoma espinocelular.</p><p>B Lesão de mucosa oral durante a mastigação.</p><p>C Úlcera oral por herpes simples.</p><p>D Carcinoma basocelular.</p><p>4000197951</p><p>Questão 185 Mastologia</p><p>Paciente, sexo masculino, 60 anos de idade, procura o médico da família com queixa de ferida em mucosa</p><p>oral há um mês. Relata, também, o surgimento de nódulo em região cervical direita, neste mesmo período. O</p><p>paciente é etilista e tabagista de 20 cigarros por dia, há 40 anos. Ao exame físico, bom estado geral,</p><p>presença de ferida ulcerada em mucosa sublingual, medindo cerca de 2cm; palpado nódulo em região</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>cervical posterior à direita, medindo cerca de 1,5cm; ausculta cardíaca e respiratória sem alterações; abdome</p><p>plano, flácido e indolor à palpação.</p><p>Com base nas informações, indique a conduta mais adequada, nesse momento, para a ferida em mucosa oral.</p><p>A Biópsia excisional.</p><p>B Ressecção da lesão com margem de 5mm.</p><p>C Biópsia incisional.</p><p>D Tratamento tópico com pomada de triancinolona.</p><p>4000197948</p><p>Questão 186 Mastologia</p><p>Paciente, sexo masculino, 60 anos de idade, procura o médico da família com queixa de ferida em mucosa</p><p>oral há um mês. Relata, também, o surgimento de nódulo em região cervical direita, neste mesmo período. O</p><p>paciente é etilista e tabagista de 20 cigarros por dia, há 40 anos. Ao exame físico, bom estado geral,</p><p>presença de ferida ulcerada em mucosa sublingual, medindo cerca de 2cm; palpado nódulo em região</p><p>cervical posterior à direita, medindo cerca de 1,5cm; ausculta cardíaca e respiratória sem alterações; abdome</p><p>plano, flácido e indolor à palpação.</p><p>Indique a conduta mais apropriada para a investigação do nódulo cervical da paciente.</p><p>A Punção aspirativa por agulha fina.</p><p>B Exérese do nódulo.</p><p>C Observação do nódulo por 14 dias.</p><p>D Tomografia computadorizada cervical.</p><p>4000197946</p><p>Questão 187 Ginecologia</p><p>Paciente de 27 anos foi admitida no pronto atendimento às 23h com intensa dor pélvica à direita. Ao exame,</p><p>sinais de irritação peritoneal. Foi solicitado exame laboratorial que indicou leucócitos em 17.700 e PCR 27. Ao</p><p>ultrassom pélvico endovaginal, foi encontrado um cisto com debris de 13 cm à esquerda com ausência de</p><p>fluxo ao Doppler. Qual é o diagnóstico provável?</p><p>A Endometrioma.</p><p>B Neoplasia de ovário direito.</p><p>C Abscesso pélvico.</p><p>D Cisto hemático.</p><p>E Torção de ovário.</p><p>4000197935</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 188 Ginecologia Anatomia do trato genital f eminino</p><p>Considere os ligamentos a seguir:</p><p>I. ligamentos redondos;</p><p>II. ligamentos cardinais;</p><p>III. ligamentos largos;</p><p>IV. ligamentos uterossacrais.</p><p>São ligamentos uterinos:</p><p>A apenas I.</p><p>B apenas I e II.</p><p>C apenas I e III.</p><p>D apenas I, II e IV.</p><p>E I, II, III e IV.</p><p>4000197934</p><p>Questão 189 Critérios diagnósticos</p><p>Paciente de 22 anos, gesta 0, apresenta ciclos irregulares com atrasos, obesidade – IMC 33 –, ecogra a</p><p>com ovários aumentados multifoliculares. Nesse caso, como é feito o diagnóstico de Síndrome de Ovários</p><p>Policísticos (SOP)?</p><p>A O diagnóstico é clínico e feito pela anamnese e exame físico, podendo usar a ecografia, e exames</p><p>laboratoriais são desnecessários.</p><p>B O diagnóstico é necessário em 2 dos 3 critérios seguintes: oligoanovulação ou anovulação, sinais</p><p>clínicos ou bioquímicos de hiperandrogenismo e presença de ovários policísticos em exame</p><p>ultrassonográfico.</p><p>C O diagnóstico exige 3 critérios: irregularidade menstrual, obesidade e alteração ao ultrassom, tendo</p><p>ovários aumentados dotados de folículos periféricos.</p><p>D O diagnóstico é sempre clínico pela alteração menstrual, não exigindo ultrassom nem achado</p><p>laboratorial.</p><p>E O diagnóstico é clínico laboratorial, tendo a relação FSH/LH modificada superior a 2.</p><p>4000197932</p><p>Questão 190 Ginecologia</p><p>Paciente de 16 anos chega ao PSF com sua mãe de 34 anos para atendimento ginecológico, desejando</p><p>orientações sobre método contraceptivo. Em relação a aspectos éticos do atendimento da adolescente,</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).</p><p>I. A adolescente tem o direito de opinar e/ou discutir sobre procedimentos diagnósticos, terapêuticos ou</p><p>profiláticos.</p><p>II. A mãe, em se tratando de prescrição de anticoncepcional, somente será informada com expresso</p><p>consentimento da adolescente.</p><p>III. A adolescente tem o direito de ser atendida sem a presença da mãe durante a consulta médica.</p><p>IV. É vedado ao médico revelar sigilo pro ssional relacionado ao atendimento da adolescente à mãe, quando</p><p>da existência do discernimento e do manifesto desejo contrário da adolescente.</p><p>A Apenas I.</p><p>B Apenas I e II.</p><p>C Apenas I, II e III.</p><p>D Apenas I, III e IV.</p><p>E I, II, III e IV.</p><p>4000197931</p><p>Questão 191 Sigilo prof issional em crianças e adolescentes Parecer CFM n 25 de 2013 Ginecologia</p><p>São motivos de quebra de sigilo médico da adolescente, EXCETO</p><p>A intenção de abortar.</p><p>B ideação suicida.</p><p>C ferimento por arma de fogo.</p><p>D prescrição de anticoncepcional.</p><p>E abuso de drogas.</p><p>4000197929</p><p>Questão 192 Sigilo prof issional em crianças e adolescentes Parecer CFM n 25 de 2013 Ginecologia</p><p>Ginecologista está atendendo uma menina de 15 anos e ela pede para sua mãe deixar a sala de atendimento,</p><p>pois deseja falar a sós com o médico. Conta que manteve relação com o namorado e acha que está grávida.</p><p>O que esse ginecologista legalmente deve fazer?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Contar para a mãe, assim que ela retornar para o consultório, e solicitar teste de gravidez.</p><p>B Não deveria ter deixado a mãe sair do consultório, pois a adolescente é menor.</p><p>C Chamar os pais (casal) da adolescente, discutir o risco da gravidez na adolescência e solicitar o</p><p>teste de gravidez.</p><p>D Deixar o pedido de teste de gravidez com a adolescente com orientações necessárias e, caso a</p><p>mãe pergunte o que a filha falou, não responder, pois é sigilo médico, mesmo ela sendo menor.</p><p>E Solicitar a presença da assistente social para apresentar a situação e pedir o acompanhamento da</p><p>família e da adolescente para realização do teste de gravidez.</p><p>4000197927</p><p>Questão 193 Biópsias da mama Exames complementares Quadro clínico</p><p>Paciente de 28 anos procura atendimento no PSF em aleitamento materno misto, pós-parto cesariana</p><p>realizado há 2 meses. Refere dor na mama, nódulo palpável e edema. Ao exame, mama esquerda com área</p><p>dominante de 5 cm com alteração in amatória da pele e linfonodomegalia palpável ipsilateral. Ecogra a</p><p>realizada encontra imagem nodular hipoecoica irregular de 39 mm em junção dos quadrantes inferiores com</p><p>linfonodo atípico de 20 mm em axila esquerda. Diante desse caso, qual é o diagnóstico de suspeita e qual é a</p><p>conduta mais apropriada?</p><p>A Mastite / Antibioticoterapia.</p><p>B Mastite / Punção percutânea.</p><p>C Mastite / Drenagem cirúrgica do abscesso.</p><p>D Neoplasia de mama / Punção citológica.</p><p>E Neoplasia de mama / Core-biopsy.</p><p>4000197926</p><p>Questão 194 Biópsias da mama</p><p>Paciente de 55 anos procura o PSF com nódulo palpável em mama esquerda. Mamogra a realizada há 1 mês</p><p>encontra Assimetria Focal com microcalci cações agrupadas pleomór cas em quadrante superior lateral da</p><p>mama esquerda. Ecogra a encontra nódulo irregular de 27 mm em quadrante superior lateral da mama</p><p>esquerda. Qual é a conduta nesse caso?</p><p>A Indicar imediatamente intervenção cirúrgica.</p><p>B Realizar core-biopsy.</p><p>C Encaminhar a quimioterapia neoadjuvante.</p><p>D Recomendar radioterapia.</p><p>E Solicitar exames de estadiamentos.</p><p>4000197925</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 195 Cistos mamários</p><p>Paciente de 33 anos sentiu nódulo em mama direita com dor. Ao exame, nódulo palpável de 50 mm em</p><p>quadrante inferior lateral móvel e dolorido à palpação. Ecogra a mostra imagem anecoica regular de 51 mm</p><p>em quadrante inferior lateral da mama direita. Quais são o diagnóstico provável e a conduta?</p><p>A Abscesso mamário / Drenagem cirúrgica.</p><p>B Cisto mamário / Punção percutânea.</p><p>C Abscesso mamário / Antibioticoterapia.</p><p>D Cisto mamário / Uso de vitamina E.</p><p>E Neoplasia de mama / Core-biopsy.</p><p>4000197924</p><p>Questão 196 Cistos mamários</p><p>Nódulo regular hipoecoico redondo dotado de reforço acústico posterior de 7 mm em quadrante superior</p><p>lateral da mama direita. Considerando as condições a seguir, assinale a alternativa que aponta a(s) que</p><p>pode(m) representar um achado como esse ao ultrassom.</p><p>I. Cisto denso.</p><p>II. Fibroadenoma calcificado.</p><p>III. Carcinoma lobular.</p><p>IV. Lipoma.</p><p>A Apenas I.</p><p>B Apenas I e II.</p><p>C Apenas I e III.</p><p>D Apenas I e IV.</p><p>E I, II, III e IV.</p><p>4000197922</p><p>Questão 197 Rastreamento do câncer de mama</p><p>São considerações sobre o ultrassom das mamas:</p><p>I. é operador dependente;</p><p>II. tem variação de qualidade com frequência e ajuste do aparelho;</p><p>III. não visualiza microcalcificações suspeitas;</p><p>IV. não visualiza assimetria mamária.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Está(ão) correta(s):</p><p>A apenas I.</p><p>B apenas II.</p><p>C apenas I e II.</p><p>D apenas I, II e III.</p><p>E I, II, III e IV.</p><p>4000197920</p><p>Questão 198 Ginecologia</p><p>A substância que, na presença de Gardnerella vaginalis, exala odor de peixe é o(a)</p><p>A nitrato de prata amoniacal.</p><p>B ácido acético.</p><p>C solução de Shiller.</p><p>D hidróxido de potássio a 10%.</p><p>E ácido acetilsalicílico.</p><p>4000197918</p><p>Questão 199 Ginecologia</p><p>Corrimento amarelado, bolhoso, odor fétido, dor pélvica e colposcopia com colpite difusa em pontilhado.</p><p>Qual é a origem provável dessa condição?</p><p>A Virótica.</p><p>B Fungos.</p><p>C Giardíase.</p><p>D Bacteriana.</p><p>E Amebíase.</p><p>4000197917</p><p>Questão 200 Ginecologia</p><p>Clue cells aparecem no esfregaço vaginal de pacientes portadoras de</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A vírus.</p><p>B clamídia.</p><p>C fungos.</p><p>D gardnerella vaginalis.</p><p>E micoplasma.</p><p>4000197915</p><p>Questão 201 Ginecologia</p><p>Presença de coilocitose em esfregaço cervical sugere infecção por</p><p>A clamídia.</p><p>B gardnerella vaginalis.</p><p>C fungos.</p><p>D HPV.</p><p>E micoplasma.</p><p>4000197914</p><p>Questão 202 Quadro clínico Diagnóstico dif erencial Diagnóstico</p><p>Paciente de 40 anos, nuligesta com infertilidade primária, obesa, com oligomenorreia, realizou o estudo</p><p>hormonal no 21° dia do ciclo encontrando FSH 8, LH 16, progesterona 0,3. Qual é a condição sugerida pelo</p><p>resultado?</p><p>A Menopausa.</p><p>B Síndrome de Ovário Policístico com Anovulação.</p><p>C Síndrome de Asherman.</p><p>D Síndrome de Savage.</p><p>E Hipopituitarismo gonadotrófico.</p><p>4000197910</p><p>Questão 203 Ginecologia</p><p>Na investigação de infertilidade, tem-se a necessidade de de nir o fator de infertilidade masculino e/ou</p><p>feminino. Dentre os exames listados a seguir, é/são necessário(s) na investigação:</p><p>I. dosagem hormonal;</p><p>II. histerosalpingografia;</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>III.espermograma;</p><p>IV. Ultrassom Pélvico Endovaginal.</p><p>A apenas I.</p><p>B apenas I e II.</p><p>C apenas I, II e III.</p><p>D apenas I e III.</p><p>E I, II, III e IV.</p><p>4000197907</p><p>Questão 204 Ginecologia</p><p>Paciente de 33 anos, quadro clínico de dismenorreia secundária agravante e dispareunia, nuligesta. Foi</p><p>indicado o Ultrassom Pélvico Endovaginal, que encontrou imagem cística densa de 18 mm em ovário direito a</p><p>qual indica suspeita de Endometrioma. Qual é o procedimento nesse caso?</p><p>A Laparoscopia com cistectomia.</p><p>B Tratamento clínico.</p><p>C Ooforectomia à direita.</p><p>D Punção do cisto percutânea por ultrassom.</p><p>E Embolização.</p><p>4000197904</p><p>Questão 205 Ginecologia Videolaparoscopia</p><p>Dentre os casos listados a seguir, é indicada a videolaparoscopia, EXCETO em</p><p>A laqueadura tubária.</p><p>B lise de aderências.</p><p>C pesquisa do linfonodo sentinela.</p><p>D cistectomia.</p><p>E biópsia de peritônio.</p><p>4000197903</p><p>Questão 206 Ginecologia</p><p>Qual dos valores a seguir NÃO é considerado normal para batimento cardíaco fetal?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A 100 bpm.</p><p>B 120 bpm.</p><p>C 140 bpm.</p><p>D 150 bpm.</p><p>E 160 bpm.</p><p>4000197900</p><p>Questão 207 Ginecologia</p><p>Paciente de 38 anos, Gesta 7 Para 5 Aborto 2, gestante com 2 exames de ultrassom, o primeiro feito com 8</p><p>semanas e o segundo feito com 28 semanas. De acordo com a última menstruação, estaria hoje com 44</p><p>semanas de gestação; de acordo com exame realizado nesse atendimento, estaria com 38 semanas de</p><p>gestação; de acordo com o primeiro ultrassom da gestação, estaria com 42 semanas; de acordo com o</p><p>segundo exame de ultrassom da gestação, estaria com 39 semanas. Existe uma preocupação sobre pós-</p><p>datismo. Qual é a idade gestacional certa dela?</p><p>A 44 semanas pela data da última menstruação.</p><p>B 38 semanas pelo exame atual.</p><p>C 42 semanas pelo primeiro ultrassom.</p><p>D 39 semanas pelo segundo ultrassom.</p><p>E 40 semanas pela média dos exames.</p><p>4000197899</p><p>Questão 208 Ginecologia</p><p>Paciente de 39 anos, Gesta 1 Para 1 – 1 cesariana, usa contraceptivo hormonal oral há cerca de 15 anos e não</p><p>menstrua há aproximadamente 6 meses. Realizou rotina laboratorial que apresentou FSH 49, Estradiol inferior</p><p>a 15, Prolactina 7. Nesse caso, é correto afirmar que se trata de</p><p>A gravidez.</p><p>B atrofia endometrial pelo uso de contraceptivo.</p><p>C menopausa.</p><p>D hiperprolactinemia.</p><p>E menopausa precoce.</p><p>4000197898</p><p>Questão 209 Ginecologia</p><p>Paciente de 44 anos, infertilidade primária com desejo de gravidez, realizou seus exames encontrando:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>• Espermograma: número de espermatozoides 250 milhões com 56% de motilidade progressiva – 71 % vivos</p><p>e padrão de morfologia no limite normal.</p><p>• Histerossalpingografia: prova de Cottè negativa.</p><p>• Ultrassom Pélvico Endovaginal: útero e ovários normais.</p><p>• Dosagem Hormonal: FSH 7, LH 5, Prolactina 7, TSH 2,7 e Progesterona 17 no 21º dia do ciclo.</p><p>Diante do exposto, qual fator de infertilidade é encontrado e qual é a melhor conduta?</p><p>A Fator hormonal / Indução de ovulação.</p><p>B Fator tubário / Fertilização in vitro.</p><p>C Fator masculino / Fertilização in vitro.</p><p>D Fator hormonal / Fertilização in vitro.</p><p>E Exames normais com infertilidade sem causa aparente / Fertilização in vitro.</p><p>4000197897</p><p>Questão 210 Ginecologia Anatomia do trato genital f eminino</p><p>A principal inervação do períneo é realizada pelo nervo</p><p>A ciático.</p><p>B obturador.</p><p>C femoral.</p><p>D pudendo.</p><p>E glúteo inferior.</p><p>4000197896</p><p>Questão 211 Critérios diagnósticos</p><p>Paciente de 19 anos, com atraso menstrual frequente e obesidade, encontra ao ultrassom realizado na fase</p><p>proliferativa do ciclo em seu 3º dia:</p><p>I. ovários aumentados com volume 11 cc à direita e 16 cc à esquerda;</p><p>II. folículos em número de 16 com distribuição periférica em ovário esquerdo;</p><p>III. imagens anecoicas intramurais no útero;</p><p>IV. imagem anecoica em colo uterino.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>O diagnóstico ao ultrassom de Síndrome de Ovários Policísticos inclui:</p><p>A apenas I e III.</p><p>B apenas I e II.</p><p>C apenas I e IV.</p><p>D apenas I, II e III.</p><p>E I, II, III e IV.</p><p>4000197895</p><p>Questão 212 Lesões diversas da mama</p><p>Paciente de 82 anos, caucasiana, procurou a Unidade de Saúde com nódulo macio de 5 cm em quadrante</p><p>superior lateral da mama esquerda. Apresenta mamogra a recente com mamas liposubstituídas e</p><p>calcificações benignas dispersas - BI-RADS 2. Qual é o diagnóstico provável para o caso?</p><p>A Cisto mamário.</p><p>B Lipoma.</p><p>C Carcinoma Lobular Infiltrante.</p><p>D Hematoma.</p><p>E Linfonodomegalia.</p><p>4000197893</p><p>Questão 213 Nódulo mamário</p><p>Paciente de 71 anos, asiática. Durante o banho dela, a lha sentiu um nódulo com equimose local e procurou</p><p>atendimento. Ecogra a encontrou uma imagem anecoica dotada de espessamento capsular de 12 mm em</p><p>quadrante superior lateral da mama esquerda. Quais são a suspeita clínica e a melhor conduta?</p><p>A Hematoma / Conduta expectante com reavaliação entre 4 e 8 semanas.</p><p>B Cisto inflamatório / Punção percutânea e antibioticoterapia.</p><p>C Abscesso mamário / Punção percutânea e antibioticoterapia.</p><p>D Cisto simples / Compressas de água morna e reavaliação entre 4 e 8 semanas.</p><p>E Cisto sebáceo / Não exige abordagem alguma.</p><p>4000197892</p><p>Questão 214 Nódulo mamário Rastreamento do câncer de mama</p><p>Paciente de 38 anos, parda,</p><p>sentiu um nódulo em mama direita e procurou a Unidade de Saúde. Qual estudo</p><p>de imagem é indicado nesse caso?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Ultrassom das Mamas.</p><p>B Ultrassom das Mamas e Axilas.</p><p>C Ultrassom das Mamas e Axilas + Mamografia Digital Bilateral.</p><p>D Ressonância Nuclear Magnética das Mamas.</p><p>E Tomomamografia.</p><p>4000197890</p><p>Questão 215 Descarga papilar</p><p>Paciente de 44 anos apresenta Descarga Papilar Monoductal sanguínea, espontânea, em mama direita. Qual</p><p>é a conduta para o diagnóstico?</p><p>A Citologia.</p><p>B Ductografia.</p><p>C Extirpação cirúrgica do Ducto Mamário.</p><p>D Ressonância Nuclear Magnética das Mamas.</p><p>E Termografia.</p><p>4000197889</p><p>Questão 216 Biópsias da mama</p><p>Paciente de 55 anos realizou mamogra a que identi cou microcalci cações agrupadas, pleomór cas,</p><p>dotadas de trajeto ductal, em quadrante inferior medial da mama direita. BIRADS 4. Qual é a melhor conduta</p><p>nesse caso?</p><p>A Mamotomia.</p><p>B Extirpação cirúrgica.</p><p>C Quadrantectomia.</p><p>D Punção percutânea.</p><p>E Repetir exame em 6 meses.</p><p>4000197887</p><p>Questão 217 BIRADS</p><p>Durante realização do ultrassom em uma mulher de 43 anos, o residente encontrou uma imagem nodular</p><p>hipoecoica regular com centro hiperecoico de 7 mm em quadrante inferior medial da mama direita,</p><p>impalpável e sem expressão à mamografia densa. Qual é a classificação BI-RADS para a imagem?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A BI-RADS 2.</p><p>B BI-RADS 3.</p><p>C BI-RADS 4.</p><p>D BI-RADS 5.</p><p>E BI-RADS 6.</p><p>4000197886</p><p>Questão 218 Descarga papilar</p><p>Paciente de 27 anos, Gesta 2 Para 2–2 partos vaginais, interrompeu aleitamento há cerca de 6 meses.</p><p>Procura atendimento por Descarga Papilar Láctea multiductal bilateral. Qual é a conduta nesse caso?</p><p>A Tranquilizar a paciente, pois é normal até 2 anos do fim do aleitamento.</p><p>B Citologia da descarga papilar.</p><p>C Investigação laboratorial da prolactina.</p><p>D Ultrassom das mamas.</p><p>E Mamografia Digital Bilateral.</p><p>4000197885</p><p>Questão 219 BIRADS</p><p>Paciente de 55 anos realizou mamogra a cuja imagem descreve calci cações em leite de cálcio em mama</p><p>esquerda. Qual é a conduta para o caso?</p><p>A Mamotomia.</p><p>B Extirpação cirúrgica.</p><p>C Repetir exame em 6 meses.</p><p>D Repetir exame em 3 meses.</p><p>E Tranquilizar a paciente, pois é achado benigno sem importância clínica.</p><p>4000197884</p><p>Questão 220 Introdução e doenças benignas da mama</p><p>Considere a listagem a seguir:</p><p>I. inspeção estática;</p><p>II. inspeção dinâmica;</p><p>III. palpação do tecido mamário;</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>IV. expressão do mamilo;</p><p>V. palpação sentada da região axilar.</p><p>Representam etapas de um exame físico da mama:</p><p>A apenas I, III e IV.</p><p>B apenas I, II e III.</p><p>C apenas I, III e V.</p><p>D apenas II, III e IV.</p><p>E apenas I, II, III e IV.</p><p>4000197883</p><p>Questão 221 Ginecologia</p><p>Paciente de 23 anos, primigesta, gestante de 30 semanas, procura pronto atendimento com queixa de perda</p><p>de líquido abundante de odor de água sanitária com cor esverdeada. Considerando a lista de condições a</p><p>seguir, qual é o diagnóstico?</p><p>I. Rotura Prematura das Membranas;</p><p>II. Candidíase Vaginal;</p><p>III. Endometrite;</p><p>IV. Sofrimento fetal.</p><p>A Apenas I e III.</p><p>B Apenas II e III.</p><p>C Apenas III e IV.</p><p>D Apenas IV.</p><p>E Apenas I e IV.</p><p>4000197882</p><p>Questão 222 Ginecologia</p><p>Paciente de 23 anos está na segunda gestação. Seu tipo sanguíneo O Rh negativo é o mesmo de seu lho e</p><p>marido. Está preocupada, pois seu marido é seu primo e tem medo da incompatibilidade de Rh. Nesse caso,</p><p>o que se deve orientar?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Imunoglobulina Anti-Rh com 28 semanas e nas primeiras 72 horas pós-parto.</p><p>B Imunoglobulina Anti-Rh nas primeiras 72 horas pós-parto.</p><p>C Imunoglobulina Anti-Rh com 7 semanas e nas primeiras 72 horas pós-parto.</p><p>D Imunoglobulina Anti-Rh com 35 semanas e nas primeiras 72 horas pós-parto.</p><p>E Tendo a criança também o mesmo tipo sanguíneo dos pais, nenhuma medicação é necessária por</p><p>inexistência de risco.</p><p>4000197878</p><p>Questão 223 Ginecologia</p><p>Paciente de 31 anos, primigesta, hipertensa, 34 semanas de gestação, chega ao HU com sangramento</p><p>vaginal aumentado vermelho. Último ultrassom tem 7 dias e se encontrava sem alterações. Qual é o</p><p>diagnóstico provável?</p><p>A Placenta prévia.</p><p>B Acretismo placentário.</p><p>C Vaso vasorium.</p><p>D Descolamento prematuro de placenta.</p><p>E Trabalho de parto prematuro.</p><p>4000197876</p><p>Questão 224 Ginecologia</p><p>Paciente de 18 anos, primigesta, em gestação de 7 semanas, tem ao ultrassom o diagnóstico de óbito</p><p>embrionário pela ausência de batimento cardiofetal. Qual é a melhor conduta nesse caso?</p><p>A Conduta expectante inicialmente, pois, na maioria das vezes, termina em abortamento completo</p><p>espontâneo.</p><p>B Curetagem pós-aborto.</p><p>C Histerectomia.</p><p>D Prostaglandina.</p><p>E Luminárias.</p><p>4000197874</p><p>Questão 225 Ginecologia</p><p>Paciente de 34 anos, primigesta, gestante de 37 semanas, foi atendida no Pronto-Socorro à noite com</p><p>quadro de sangramento intenso pós-coito. Qual é a melhor conduta nesse caso?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Interrupção da gestação.</p><p>B Ácido trexânico.</p><p>C Hemotransfusão imediata.</p><p>D Soroterapia com ocitocina.</p><p>E Transferência para ultrassom de urgência.</p><p>4000197872</p><p>Questão 226 Ginecologia</p><p>Como o residente realiza uma dinâmica uterina?</p><p>A Palpação no fundo uterino massageando.</p><p>B Paciente em decúbito lateral esquerdo por 10 minutos.</p><p>C Gestante em posição de decúbito lateral direito.</p><p>D Aplicar estímulo sonoro.</p><p>E Estimular pulos para o movimento uterino.</p><p>4000197871</p><p>Questão 227 Ginecologia</p><p>Paciente de 37 anos, gestante de 5 semanas, admitida no HU com dor pélvica à direita intensa. Ultrassom</p><p>obstétrico não visualiza saco gestacional, apenas líquido em cavidade pélvica. Beta HCG quantitativo 2.700</p><p>UI. Qual é o diagnóstico provável?</p><p>A Aborto completo.</p><p>B Endometrite.</p><p>C Ovo anembrionado.</p><p>D Ectociese.</p><p>E Doença Molar.</p><p>4000197870</p><p>Questão 228 Ginecologia</p><p>Paciente de 27 anos, gestante de 7 semanas pela data da última menstruação, primigesta, atendida no</p><p>Pronto-socorro com sangramento vaginal de pequeno volume, tendo colo uterino fechado e útero palpável 3</p><p>cm acima da sín se púbica, realiza ultrassom com ecos heterogêneos em cavidade uterina sem embrião.</p><p>Beta HCG quantitativo 35.000. Qual é o diagnóstico provável?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Aborto incompleto.</p><p>B Endometrite.</p><p>C Ovo anembrionado.</p><p>D Ectociese.</p><p>E Doença Molar.</p><p>4000197869</p><p>Questão 229 Ginecologia</p><p>Qual é a data provável do parto se a gestante refere última menstruação em 10 de março de 2022?</p><p>A 03 de dezembro de 2022.</p><p>B 17 de dezembro de 2022.</p><p>C 10 de dezembro de 2022.</p><p>D 20 de dezembro de 2022.</p><p>E 25 de dezembro de 2022.</p><p>Essa questão possui comentário do professor no site 4000197867</p><p>Questão 230 Ginecologia</p><p>Paciente de 23 anos procurou o PSF para iniciar seu pré-natal em 7 semanas, sendo questionada sobre a</p><p>vacina de Covid-19. A esse respeito, assinale a alternativa correta.</p><p>A Pode usar qualquer tipo de vacina normalmente em 3 doses.</p><p>B A vacina provoca malformações.</p><p>C A vacina é associada à infecção fetal.</p><p>D A vacina reduz o líquido amniótico.</p><p>E Se estiver gripada, a paciente não deve usar a vacina.</p><p>Essa questão possui comentário do professor no site 4000197862</p><p>Questão 231 Tratamento cirúrgico</p><p>Paciente de 34 anos teve diagnóstico de Neoplasia Maligna de Mama após cirurgia de nódulo de 33 mm em</p><p>região central da mama direita. Tem histórico de irradiação prévia torácica por Linfoma de Hodgkin e</p><p>tratamento recente por Lúpus Eritematoso Sistêmico. A lesão não foi removida com margens pelo</p><p>pro ssional. Considerando as seguintes condições, é/são contraindicação(ões) relativa(s) para conservação</p><p>da mama e radioterapia:</p><p>I. relação tamanho tumoral/mama elevada;</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>II. lúpus associado;</p><p>III. irradiação prévia por Linfoma de Hodgkin;</p><p>IV. localização central de tumor.</p><p>A apenas I.</p><p>B apenas I e II.</p><p>C apenas I, II e III.</p><p>D apenas I, II e IV.</p><p>E I, II, III</p><p>e IV.</p><p>4000197861</p><p>Questão 232 Ginecologia</p><p>Paciente de 34 anos, Gesta 3 Para 3 – 3 cesarianas, gestante de 8 semanas, chegou ao atendimento PSF</p><p>com Urocultura identi cando E. coli, sensível a Cipro oxacin, Gentamicina, Nitrofurantoína, Nor oxacin e</p><p>Tetraciclina. Qual desses medicamentos é recomendado para ela?</p><p>A Ciprofloxacin.</p><p>B Gentamicina.</p><p>C Nitrofurantoína.</p><p>D Norfloxacin.</p><p>E Tetraciclina.</p><p>4000197860</p><p>Questão 233 Tratamento da endometriose extrapélvica</p><p>Nódulo heterogêneo de 25 mm em cicatriz da cesariana subaponeurótico com aumento da dor e aumento</p><p>de tamanho no período menstrual. Qual é o diagnóstico provável nesse caso?</p><p>A Hérnia incisional.</p><p>B Endometrioma de parede.</p><p>C Abscesso.</p><p>D Corpo estranho.</p><p>E Linfonodo.</p><p>4000197857</p><p>Questão 234 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Corrimento branco com placas e prurido é facilitado por qual condição patológica?</p><p>A Miomatose uterina.</p><p>B Diabete Melitus.</p><p>C Hipertensão arterial.</p><p>D Trombose venosa.</p><p>E Enxaqueca.</p><p>4000197856</p><p>Questão 235 Clamídia Ginecologia Diagnóstico</p><p>A infecção por Clamídia pode ser identificada por meio do(a)</p><p>A colpocitologia oncótica.</p><p>B VDRL.</p><p>C Teste Shiller.</p><p>D PCR.</p><p>E canal endocervical sangrante.</p><p>4000197855</p><p>Questão 236 Ginecologia</p><p>Paciente de 34 anos teve Histerectomia Abdominal Total no ano anterior por Miomatose uterina com colo</p><p>uterino, sendo a histopatologia normal. Nunca teve preventivo alterado. Procurou informação sobre quando</p><p>deve repetir o preventivo. Qual deve ser a orientação?</p><p>A Repetir colpocitologia em 3 meses.</p><p>B Repetir colpocitologia em 6 meses.</p><p>C Repetir colpocitologia anualmente.</p><p>D Repetir colpocitologia a cada 2 anos.</p><p>E Dispensar o exame.</p><p>4000197854</p><p>Questão 237 Tumores anexiais Ginecologia</p><p>Paciente de 65 anos, histerectomizada com ooforectomia bilateral, foi atendida com distensão abdominal no</p><p>Hospital da Mulher, sendo realizado exame de Ultrassom Pélvico Endovaginal, que encontrou imagem</p><p>anecoica com debris de 65 mm anexial à direita.</p><p>Qual é o diagnóstico provável?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Gravidez Ectópica.</p><p>B Neoplasia Maligna de Ovário.</p><p>C Pseudocisto Peritoneal.</p><p>D Cisto Paraovariano.</p><p>E Cisto de Úraco.</p><p>4000197853</p><p>Questão 238 Pólipos uterinos</p><p>Paciente de 65 anos, nuligesta, obesa, realizou Ultrassom Pélvico Endovaginal encontrando imagem</p><p>hiperecoica redonda endometrial de 19 mm. Qual é a conduta nesse caso?</p><p>A Repetir ultrassom em 3 meses.</p><p>B Repetir ultrassom em 6 meses.</p><p>C Histeroscopia.</p><p>D Histerectomia.</p><p>E Curetagem semiótica.</p><p>4000197852</p><p>Questão 239 Ginecologia Tumores ovarianos benignos</p><p>Paciente de 18 anos, nuligesta, 19o dia do ciclo, com dor pélvica à esquerda aguda iniciada há 5 dias, realizou</p><p>Ultrassom Pélvico Endovaginal encontrando imagem anecoica com debris de 20 mm em ovário esquerdo</p><p>com sinal de anel de fogo (halo de fogo) ao Doppler. Qual é o diagnóstico provável?</p><p>A Ectociese.</p><p>B Neoplasia de ovário.</p><p>C Endometrioma.</p><p>D Torção anexial.</p><p>E Cisto de corpo lúteo.</p><p>4000197851</p><p>Questão 240 Adenomiose</p><p>Paciente de 35 anos, nuligesta, apresentando dismenorreia secundária agravante, realiza Ultrassom Pélvico</p><p>Endovaginal encontrando útero aumentado 135cc com imagens anecoicas intramurais. Qual é o diagnóstico</p><p>provável?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Endometrite.</p><p>B Divertículo de istmo.</p><p>C Adenomiose.</p><p>D Endometriose.</p><p>E Neoplasia de endométrio.</p><p>4000197850</p><p>Questão 241 Ginecologia Vascularização pélvica</p><p>Vaso importante de ligadura na Histerectomia que tem anatomia de proximidade com o ureter. O enunciado</p><p>refere-se à artéria</p><p>A ovariana.</p><p>B ilíaca.</p><p>C uterina.</p><p>D sacral.</p><p>E epigástrica inferior.</p><p>4000197849</p><p>Questão 242 Ginecologia Diagnóstico</p><p>Qual sintoma está mais relacionado à instabilidade do detrusor?</p><p>A Nictúria.</p><p>B Disúria.</p><p>C Perda involuntária ao tossir.</p><p>D Urgência miccional.</p><p>E Perda no coito.</p><p>4000197848</p><p>Questão 243 Ginecologia</p><p>Paciente de 42 anos está em tratamento por neoplasia maligna de mama usando Tamoxifeno 20 mg e</p><p>necessita de um método contraceptivo. Qual pode ser recomendado como melhor opção?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A DIU hormonal.</p><p>B Implante hormonal.</p><p>C Condom.</p><p>D DIU não hormonal.</p><p>E Injetável trimestral de Medroxiprogesterona.</p><p>4000197847</p><p>Questão 244 Ginecologia</p><p>Paciente de 30 anos, Gesta 3 Para 3, apresenta prole constituída e enxaqueca intensa com aura,</p><p>necessitando de um método contraceptivo. Qual método deve ser recomendado nesse caso?</p><p>A Contraceptivo oral hormonal estrogênio- progesterona de baixa dose.</p><p>B Contraceptivo injetável estrogênio-progesterona.</p><p>C Contraceptivo adesivo.</p><p>D DIU hormonal.</p><p>E Anel vaginal.</p><p>4000197846</p><p>Questão 245 Ginecologia</p><p>Paciente de 27 anos, Gesta 1 Para 1 – HIV positivo, assintomática da infecção, com bom controle da doença</p><p>com uso regular da medicação e bons resultados da carga viral, deseja um método contraceptivo. Dos</p><p>métodos listados a seguir, qual pode ser utilizado?</p><p>I. Contraceptivo hormonal oral.</p><p>II. Contraceptivo injetável.</p><p>III. DIU não hormonal.</p><p>IV. Implante.</p><p>A Apenas I.</p><p>B Apenas I e II.</p><p>C Apenas II e III.</p><p>D Apenas I, II e IV.</p><p>E I, II, III e IV.</p><p>4000197845</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 246 Endometriose</p><p>Paciente de 34 anos, nulípara, tendo di culdade de engravidar, apresenta dor pélvica crônica, dispareunia e</p><p>cólica menstrual agravante. Teve CA125 elevado 350 e Ultrassom Pélvico Endovaginal com útero e ovários</p><p>normais. Qual é o diagnóstico provável?</p><p>A Endometriose infiltrativa.</p><p>B Neoplasia de ovário.</p><p>C Carcinomatose peritoneal.</p><p>D Neoplasia de endométrio.</p><p>E Neoplasia de colo uterino.</p><p>4000197844</p><p>Questão 247 Ginecologia</p><p>Mulher, 32 anos de idade, primigesta, com 27 semanas de idade gestacional vem à consulta obstétrica após</p><p>2 semanas de diagnóstico de Diabetes Mellitus Gestacional. Foi orientada, após o diagnóstico, a modi car o</p><p>estilo de vida, com realização de atividade física e dieta. As glicemas capilares da última semana foram</p><p>registradas, variando entre:</p><p>• pré-prandial: 78 a 94mg/dL</p><p>• 1 hora após a refeição: 130 a 138mg/dL</p><p>• 2 horas após a refeição: 110 a 119mg/dL.</p><p>Diante do quadro,</p><p>Indique os parâmetros do Teste de Tolerância Oral à Glicose com 75g, para o diagnóstico de Diabetes</p><p>Gestacional, com base nos critérios do IADPSG (The International Association of the Diabetes and</p><p>Pregnancy Study Groups):</p><p>A Glicemia pós-prandial (1h) maior que 168mg/dL.</p><p>B Glicemia pós-prandial (2h) entre 140 e 201mg/dL.</p><p>C Glicemia pós-prandial (2h) entre 153 e 199mg/dL.</p><p>D Glicemia pós-prandial (1h) entre 153 e 199mg/dL.</p><p>4000197843</p><p>Questão 248 Ginecologia</p><p>Mulher, 32 anos de idade, primigesta, com 27 semanas de idade gestacional vem à consulta obstétrica após</p><p>2 semanas de diagnóstico de Diabetes Mellitus Gestacional. Foi orientada, após o diagnóstico, a modi car o</p><p>estilo de vida, com realização de atividade física e dieta. As glicemas capilares da última semana foram</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>registradas, variando entre:</p><p>• pré-prandial: 78 a 94mg/dL</p><p>• 1 hora após a refeição: 130 a 138mg/dL</p><p>• 2 horas após a refeição: 110 a 119mg/dL.</p><p>Diante do quadro,</p><p>Considerando os resultados glicêmicos do caso clínico, pode se dizer que a paciente</p><p>A não está atingindo, em nenhum parâmetro, a meta glicêmica recomendada.</p><p>B está atingindo a meta glicêmica recomendada.</p><p>C está com a glicemia de jejum adequada, porém as glicemias pós-prandiais precisam ser melhoradas.</p><p>D está com a glicemia de jejum adequada, porém a glicemia após duas horas da refeição precisa ser</p><p>melhorada.</p><p>4000197842</p><p>Questão 249 Ginecologia</p><p>Mulher, 32 anos de idade, primigesta, com 27 semanas de idade gestacional vem à consulta obstétrica após</p><p>2 semanas de diagnóstico de Diabetes Mellitus Gestacional. Foi orientada, após o diagnóstico, a modi car o</p><p>estilo de vida, com realização de atividade física e dieta. As glicemas capilares da última semana foram</p><p>registradas,</p><p>ano. Refere que as menstruações são regulares e duram 10 dias, com</p><p>coágulos. Queixa-se de hematomas sem saber onde se machucou. Exame físico: IMC = 22 kg/m² , PA = 100</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>x 60 mmHg, FC = 85 bpm, descorada 1+/4+. Qual é a conduta indicada para esse caso?</p><p>A Orientar a paciente que se trata de quadro fisiológico nos primeiros anos após a menarca.</p><p>B Solicitar dosagens hormonais para investigar endocrinopatias.</p><p>C Solicitar ultrassonografia pélvica para investigar SOP.</p><p>D Solicitar hemograma e coagulograma.</p><p>4000193828</p><p>Questão 14 Ginecologia</p><p>Mulher de 51 anos de idade, G2P2, queixa-se de dismenorreia progressiva e uxo menstrual aumentado há 1</p><p>ano. Exame físico sem alterações. A imagem da ultrassonografia pode ser observada abaixo.</p><p>Considerando o caso exposto, assinale a alternativa que descreve a principal hipótese diagnóstica:</p><p>A Endometriose</p><p>B Miomatose</p><p>C Adenomiose</p><p>D Doença inflamatória pélvica</p><p>4000193827</p><p>Questão 15 Ginecologia</p><p>Mulher, 25 anos de idade, com diagnóstico de Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), deseja engravidar.</p><p>Menarca aos 13 anos de idade, com história de irregularidade menstrual e amenorreia esporádica. IMC = 31</p><p>kg/m² . Escore de Ferriman = 9. Assinale a alternativa mais adequada para o tratamento desta paciente:</p><p>A Clomifeno</p><p>B FSH</p><p>C Drilling</p><p>D Letrozol</p><p>4000193826</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 16 Ginecologia</p><p>Mulher de 47 anos de idade, 3G3P, com quadro de sangramento uterino anormal nos últimos 4 meses.</p><p>Refere dismenorreia e aumento de uxo menstrual. Ao exame ginecológico foi observado útero pouco</p><p>aumentado, bocelado. A ultrassonogra a transvaginal mostrou múltiplos miomas. Qual é a conduta mais</p><p>indicada para esse caso?</p><p>A Acetato de medroxiprogesterona.</p><p>B Anticoncepcional oral combinado.</p><p>C Miomectomia.</p><p>D SIU de levonorgestrel.</p><p>4000193825</p><p>Questão 17 Ginecologia</p><p>Mulher de 41 anos de idade, 1G1P, refere dismenorreia progressiva associada a disúria, principalmente no</p><p>período menstrual. Exame físico ginecológico sem alterações. Qual é a conduta diagnóstica para esse caso?</p><p>A Videolaparoscopia.</p><p>B Ultrassonografia pélvica com preparo intestinal.</p><p>C Tomografia computadorizada.</p><p>D Dosagem de CA-125.</p><p>4000193824</p><p>Questão 18 Ginecologia</p><p>Mulher de 44 anos de idade, refere nódulo doloroso em mama esquerda, retroareolar há seis meses. Ao</p><p>exame físico nota-se nódulo bem delimitado de 2 cm de diâmetro na região retroareolar da mama esquerda.</p><p>Ausência de linfonodomegalia axilar bilateralmente. A imagem da ultrassonogra a pode ser observada a</p><p>seguir:</p><p>Nesse caso, qual deve ser a conduta a ser adotada?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Seguimento de rotina.</p><p>B Punção aspirativa por agulha fina.</p><p>C Biópsia com agulha grossa da cápsula da lesão.</p><p>D Mamotomia.</p><p>4000193823</p><p>Questão 19 Ginecologia</p><p>Mulher de 56 anos de idade, refere secreção mamilar citrina do mamilo esquerdo há três meses. Ao exame</p><p>físico foi observada saída de secreção citrina do mamilo esquerdo. Sem nódulos ou espessamentos mamários</p><p>e ausência de linfonodomegalias. Qual é a hipótese diagnóstica nesse caso?</p><p>A Carcinoma in situ.</p><p>B Doença de Paget.</p><p>C Papiloma intraductal.</p><p>D Ectasia ductal.</p><p>4000193822</p><p>Questão 20 Ginecologia</p><p>Mulher de 42 anos de idade, G1P1, tabagista, em uso de SIU de levonorgestrel. Se queixa de saída esporádica</p><p>de pus pela aréola, sendo esta a terceira vez que acontece. Refere que usou antibiótico das outras vezes,</p><p>com melhora do quadro. A imagem da mama acometida é apresentada a seguir.</p><p>Qual é a hipótese diagnóstica para esse caso?</p><p>A Doença de Paget.</p><p>B Mastite crônica.</p><p>C Mastite periareolar recidivante.</p><p>D Doença de Mondor.</p><p>4000193821</p><p>Questão 21 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Mulher de 49 anos de idade, parda, 1G1P, menarca aos 13 anos de idade, ciclos regulares, sem antecedentes</p><p>de patologias mamárias. Refere que a mãe teve câncer de mama diagnosticado aos 49 anos de idade.</p><p>Cálculo do risco de câncer de mama pelo modelo de Gail com um resultado e de 22,3% (considerando a vida</p><p>inteira da paciente). Deseja usar medicamento para a prevenção do câncer de mama porque não gostaria de</p><p>ser submetida a cirurgia profilática. Qual seria a medicação indicada para essa paciente?</p><p>A Cabergolina</p><p>B Anastrozol</p><p>C Tamoxifeno</p><p>D Letrozol</p><p>4000193820</p><p>Questão 22 Ginecologia</p><p>Mulher com 29 anos de idade, 1G1P, sem antecedentes pessoais de patologias mamárias. Refere que a irmã</p><p>teve câncer de mama com 34 anos e realizou estudo genético que apresentou mutação do BRCA 1. A</p><p>paciente ainda não realizou o estudo genético. Qual é a melhor forma de realizar o rastreamento do câncer</p><p>de mama nessa paciente?</p><p>A Mamografia anual.</p><p>B Tomossíntese anual.</p><p>C Mamografia e ressonância magnética anuais.</p><p>D Mamografia e ultrassonografia semestrais.</p><p>4000193819</p><p>Questão 23 Ginecologia</p><p>Mulher de 38 anos de idade, G3P3, laqueadura tubária há 3 anos. Apresenta história familiar de mãe com</p><p>câncer de mama diagnosticada aos 48 anos de idade e irmã com câncer de mama diagnosticado aos 44</p><p>anos de idade. Foi submetida a investigação genética que apresentou mutação do BRCA 1. Mamogra a e</p><p>ultrassonografia sem alterações. Qual é a conduta mais indicada para este caso?</p><p>A Rastreamento do câncer de mama com mamografia e ressonância.</p><p>B Quimioprevenção do câncer de mama com anastrozol.</p><p>C Discutir com a paciente a possibilidade de mastectomia e salpingooforectomia profilática.</p><p>D Oferecer a adenomastectomia profilática.</p><p>4000193818</p><p>Questão 24 Ginecologia</p><p>Mulher de 61 anos de idade, foi submetida a histerectomia total, salpingooforectomia bilateral por</p><p>videolaparoscopia. O estudo anatomopatológico mostrou adenocarcinoma endometrióide do endométrio</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>grau I, invadindo 40% do miométrio, sem invasão de colo ou anexos, ausência de sinais de embolização</p><p>angiolinfática. Qual deve ser a conduta indicada?</p><p>A Seguimento.</p><p>B Complementar o tratamento cirúrgico com linfadenectomia.</p><p>C Tratamento adjuvante com radioterapia.</p><p>D Tratamento adjuvante com quimioterapia e radioterapia.</p><p>4000193817</p><p>Questão 25 Ginecologia</p><p>Lactante, no 9º dia após o parto, se queixa de baixa produção de leite. Considerando este caso, assinale a</p><p>alternativa que descreve a fase da lactação que a paciente se encontra e a conduta indicada:</p><p>A Lactopoese, orientar a técnica adequada e o aumento da frequência e duração da amamentação.</p><p>B Lactogênese, prescrever Cabergolina.</p><p>C Lactopoese, prescrever Metoclopramida.</p><p>D Mamogênese, prescrever sulpirida.</p><p>4000193816</p><p>Questão 26 Tratamento</p><p>Mulher de 54 anos, 3G,3P(C),0A, laqueadura tubária há 18 anos, menopausada há 3 anos, refere sangramento</p><p>vaginal esporádico há 4 meses. Realizada histeroscopia com biópsia que revelou hiperplasia endometrial sem</p><p>atipias. A conduta indicada é:</p><p>A Histerectomia</p><p>B SIU levonorgestrel</p><p>C Seguimento com biópsia em 6 meses</p><p>D Expectante</p><p>4000193815</p><p>Questão 27 Ginecologia</p><p>Paciente do sexo feminino, 28 anos, refere dor nas mamas relacionada ao período menstrual. Nega</p><p>comorbidades e nega antecedentes familiares de câncer. Ao exame físico mamário não foram observadas</p><p>anormalidades. A ultrassonogra a das mamas resultou BI-RADS 1. Dentre as alternativas, qual é a primeira</p><p>opção medicamentosa para este caso?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Vitamina E</p><p>B Cabergolina</p><p>C Tamoxifeno</p><p>D Anti-inflamatório não esteroidal</p><p>4000193814</p><p>Questão 28 Ginecologia</p><p>Paciente de 30 anos, G1P1C há 5 anos, em uso de DIU de cobre há 2 meses, evolui com aumento de dor em</p><p>baixo ventre. Nega febre ou corrimento vaginal. Segue a imagem da ultrassonografia transvaginal:</p><p>Qual o diagnóstico e conduta?</p><p>A Doença inflamatória pélvica. Manter DIU e iniciar antibioticoterapia.</p><p>B DIU bem posicionado. Realizar analgésicos e anti-inflamatórios.</p><p>C DIU mal-posicionado. Reposicionar DIU via histeroscopia diagnóstica.</p><p>D DIU mal-posicionado.</p><p>variando entre:</p><p>• pré-prandial: 78 a 94mg/dL</p><p>• 1 hora após a refeição: 130 a 138mg/dL</p><p>• 2 horas após a refeição: 110 a 119mg/dL.</p><p>Diante do quadro,</p><p>Determine a conduta adequada para esse momento:</p><p>A Manter as orientações da mudança alimentar e sobre a atividade física.</p><p>B Prescrever antidiabéticos orais associados às mudanças de estilo de vida.</p><p>C Prescrever insulinoterapia associada às mudanças de estilo de vida.</p><p>D Tranquilizar a paciente e liberar dieta, pois a glicemia de jejum foi normalizada.</p><p>4000197841</p><p>Questão 250 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Gestante, secundigesta, com um abortamento anterior, com 13 semanas, no qual não teve dores e quando</p><p>percebeu, estava já com pequeno sangramento e saída do embrião por via vaginal. Vem atualmente referindo</p><p>sangramento vaginal e dor tipo cólica há três dias. Tem tipo sanguíneo O negativo e seu parceiro é O</p><p>positivo. Atualmente com 17 semanas de gestação. Ao exame: Afebril, PA: 95x70mmHg, FC: 90bpm,</p><p>abdome ácido. Exame especular: colo dilatado 6cm, sangramento moderado, bolsa das águas protrusa em</p><p>terço médio de canal vaginal.</p><p>Indique a conduta mais adequada nesse momento:</p><p>A Cerclagem.</p><p>B Curetagem uterina.</p><p>C Misoprostol, via vaginal.</p><p>D Expectante.</p><p>4000197840</p><p>Questão 251 Ginecologia</p><p>Gestante, secundigesta, com um abortamento anterior, com 13 semanas, no qual não teve dores e quando</p><p>percebeu, estava já com pequeno sangramento e saída do embrião por via vaginal. Vem atualmente referindo</p><p>sangramento vaginal e dor tipo cólica há três dias. Tem tipo sanguíneo O negativo e seu parceiro é O</p><p>positivo. Atualmente com 17 semanas de gestação. Ao exame: Afebril, PA: 95x70mmHg, FC: 90bpm,</p><p>abdome ácido. Exame especular: colo dilatado 6cm, sangramento moderado, bolsa das águas protrusa em</p><p>terço médio de canal vaginal.</p><p>Indique o provável diagnóstico nesse caso:</p><p>A Rotura Prematura de Membranas Ovulares.</p><p>B Parto prematuro.</p><p>C Incompetência Istmo Cervical.</p><p>D Ameaça de abortamento.</p><p>4000197839</p><p>Questão 252 Ginecologia</p><p>Gestante, secundigesta, com um abortamento anterior, com 13 semanas, no qual não teve dores e quando</p><p>percebeu, estava já com pequeno sangramento e saída do embrião por via vaginal. Vem atualmente referindo</p><p>sangramento vaginal e dor tipo cólica há três dias. Tem tipo sanguíneo O negativo e seu parceiro é O</p><p>positivo. Atualmente com 17 semanas de gestação. Ao exame: Afebril, PA: 95x70mmHg, FC: 90bpm,</p><p>abdome ácido. Exame especular: colo dilatado 6cm, sangramento moderado, bolsa das águas protrusa em</p><p>terço médio de canal vaginal.</p><p>Havendo a perda gestacional, quanto à compatibilidade sanguínea do casal, pode-se dizer que</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A está indicada imunoglobulina anti-D, 300mcg, intramuscular, até 72 horas após a perda.</p><p>B não está indicada a imunoglobulina anti-D em casos de perdas gestacionais; apenas após parto de</p><p>bebês vivos fator RH positivos, com mãe fator Rh negativo.</p><p>C está indicado o uso da imunoglobulina anti-D, 300mcg, intramuscular, 72 horas após a perda.</p><p>D são necessárias 2 doses de Imunoglobulina anti-D: uma dose após a perda e outra antes da tentativa</p><p>de uma próxima gestação.</p><p>4000197838</p><p>Questão 253 Ginecologia</p><p>Mulher, 32 anos de idade, na terceira gestação, vem em consulta de rotina ginecológica para fazer o</p><p>“preventivo”. Nega comorbidades e refere que seus “preventivos” sempre deram normais. Ao exame físico,</p><p>não foram notadas alterações em colo uterino. De acordo com as Diretrizes do Ministério da Saúde:</p><p>Quanto à conduta de rotina para a realização de colpocitologia oncótica, pode se dizer que é recomendada</p><p>para mulheres:</p><p>A entre 25 e 64 anos, após coitarca.</p><p>B em qualquer idade, após coitarca</p><p>C entre 21 e 64 anos, após coitarca.</p><p>D a partir de 18 anos, independente de coitarca, e repetição até que a expectativa de vida seja menor</p><p>que 5 anos.</p><p>4000197837</p><p>Questão 254 Ginecologia</p><p>Mulher, 32 anos de idade, na terceira gestação, vem em consulta de rotina ginecológica para fazer o</p><p>“preventivo”. Nega comorbidades e refere que seus “preventivos” sempre deram normais. Ao exame físico,</p><p>não foram notadas alterações em colo uterino. De acordo com as Diretrizes do Ministério da Saúde:</p><p>Pode-se afirmar que o intervalo entre as colpocitologias oncóticas</p><p>A deverá ser sempre anual, exceto em caso de alterações no resultado da citologia oncótica, o que</p><p>poderá abreviar a realização de uma nova colpocitologia.</p><p>B inicialmente é anual, porém após 2 exames consecutivos normais, sem histórico de alterações em</p><p>exames anteriores, passa a ter um intervalo trienal.</p><p>C deverá ser a cada 3 anos desde o início da realização do Papanicolau.</p><p>D inicialmente é anual, porém após 2 exames consecutivos normais, sem histórico de alterações em</p><p>exames anteriores, passa a ter um intervalo bianual.</p><p>4000197836</p><p>Questão 255 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Paciente de 32 anos, com 38 semanas de gestação, sem pré-natal, foi trazida à Emergência Obstétrica por</p><p>contrações. Ao exame, foram constatados contrações irregulares, colo fechado e movimentação fetal.</p><p>Trouxe resultado de dosagem de hemoglobina, realizada há 1 semana, de 6,8 g/dl. Que conduta, dentre as</p><p>abaixo, é a mais adequada no momento?</p><p>A Iniciar uso de ferro elementar por via oral em doses altas (120-180 mg), 3 vezes/dia, 30-60 minutos</p><p>antes das principais refeições.</p><p>B Iniciar uso de ferro elementar por via oral em doses altas (120-180 mg), 3 vezes/dia, 30-60 minutos</p><p>antes das principais refeições, em dias alternados.</p><p>C Indicar transfusão de sangue.</p><p>D Indicar infusão intravenosa de ferro em ambiente hospitalar.</p><p>4000197835</p><p>Questão 256 Ginecologia</p><p>Primigesta de 17 anos, com 31 semanas de gestação, procurou a Emergência Obstétrica queixando-se de</p><p>contrações. Informou ter realizado acompanhamento prénatal inadequado. Trouxe ultrassonogra a sem</p><p>laudo, realizada no 2º trimestre (imagens fetais reproduzidas abaixo). Ao exame físico, a paciente</p><p>apresentava sinais vitais normais, 3 contrações em 10 minutos, colo médio, 70% apagado, com dilatação de 4</p><p>cm e bolsa íntegra; o feto encontrava-se em apresentação cefálica, com batimentos cardiofetais de 140</p><p>bpm. Assinale a alternativa que contempla os diagnósticos fetal e materno corretos.</p><p>A Gastrosquise - suspeita de trabalho de parto pré-termo</p><p>B Síndrome da banda amniótica - falso trabalho de parto pré-termo</p><p>C Onfalocele - 1º período de trabalho de parto pré-termo</p><p>D Síndrome do cordão curto (Body-stalk) - 2º período do trabalho de parto pré-termo.</p><p>4000197834</p><p>Questão 257 Ginecologia</p><p>Primigesta de 17 anos, com 31 semanas de gestação, procurou a Emergência Obstétrica queixando-se de</p><p>contrações. Informou ter realizado acompanhamento prénatal inadequado. Trouxe ultrassonogra a sem</p><p>laudo, realizada no 2º trimestre (imagens fetais reproduzidas abaixo). Ao exame físico, a paciente</p><p>apresentava sinais vitais normais, 3 contrações em 10 minutos, colo médio, 70% apagado, com dilatação de 4</p><p>cm e bolsa íntegra; o feto encontrava-se em apresentação cefálica, com batimentos cardiofetais de 140</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>bpm. Que conduta, dentre as abaixo, é a mais adequada?</p><p>A Liberar a paciente para o domicílio após 1 hora de observação (desde que sem aumento da</p><p>dilatação), com prescrição de progesterona por via vaginal, e orientar para que retorne se houver</p><p>aumento das contrações ou diminuição da movimentação fetal.</p><p>B Internar a paciente e administrar tocolítico e corticosteroide se os resultados dos exames</p><p>laboratoriais e a avaliação de bem-estar fetal estiverem normais; se o trabalho de parto evoluir,</p><p>administrar sulfato de magnésio. A via de parto pode ser vaginal ou cesárea.</p><p>C Internar a paciente e realizar indução de trabalho de parto após 12 horas da administração de sulfato</p><p>de magnésio e se os resultados dos exames laboratoriais estiverem normais. A tocólise está</p><p>contraindicada para este tipo de malformação fetal. A via de parto pode ser</p><p>vaginal.</p><p>D Internar a paciente e realizar cesariana após 48 horas da administração de corticosteroide e 12</p><p>horas de sulfato de magnésio. A tocólise e o parto vaginal estão contraindicados para este tipo de</p><p>malformação fetal.</p><p>4000197833</p><p>Questão 258 Ginecologia</p><p>Assinale a assertiva correta sobre métodos de avaliação da saúde fetal.</p><p>A Na gestação gemelar dicoriônica, o seguimento ultrassonográfico deve ser realizado a cada 2</p><p>semanas a partir da 16ª semana, devido à maior chance de ocorrência de complicações, tais como</p><p>transfusão feto-fetal e sequência anemia-policitemia.</p><p>B Peso fetal estimado abaixo do percentil 10 para a idade gestacional associado a fluxo anormal à</p><p>ultrassonografia com Doppler das artérias umbilicais é a melhor ferramenta para identificar restrição</p><p>de crescimento fetal com alto potencial para efeitos adversos perinatais.</p><p>C Gestantes com diabetes melito em tratamento farmacológico devem realizar ultrassonografia com</p><p>Doppler semanalmente a partir da 32ª semana, pois cardiotocografia e perfil biofísico fetal possuem</p><p>alta taxa de falsos positivos.</p><p>D Avaliação do volume de líquido amniótico é um indicador da função placentária de curto prazo. O</p><p>índice de líquido amniótico (IL</p><p>4000197832</p><p>Questão 259 Ginecologia</p><p>Paciente de 41 anos, com 26 semanas de gestação, internada há 3 dias no CTI devido a síndrome coronariana</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>aguda, apresentou parada cardiorrespiratória. Foram iniciadas as manobras de ressuscitação. A cesariana</p><p>deverá ser realizada</p><p>A imediatamente.</p><p>B depois da administração de adrenalina.</p><p>C se tiver sido utilizada a desfibrilação elétrica.</p><p>D após 5 minutos de ressuscitação sem resposta.</p><p>4000197831</p><p>Questão 260 Ginecologia</p><p>Primigesta de 43 anos, com 30 semanas de gestação, vinha realizando pré-natal de forma adequada. Nesta</p><p>consulta, apresentou pressão arterial de 180/120 mmHg pela primeira vez. Em seu histórico familiar, havia</p><p>registro de hipertensão arterial na gestação. Seu IMC era de 37 kg/m². Ao exame, a relação proteína-</p><p>creatinina na urina era de 0,5, e o fullPIERS, de 1,2. A ultrassonogra a obstétrica mostrou feto cefálico com</p><p>peso no percentil 20, artérias uterinas com incisura protodiastólica e artérias umbilicais com uxo diastólico</p><p>anterógrado. Que conduta, dentre as abaixo, é a mais adequada?</p><p>A Prescrever metildopa e reavaliar a paciente em 1 semana no pré-natal.</p><p>B Internar a paciente e iniciar administração de nifedipina.</p><p>C Iniciar indução do parto após administração de corticosteroide e hidralazina.</p><p>D Indicar cesariana após administração de nifedipina, corticosteroide e sulfato de magnésio</p><p>4000197830</p><p>Questão 261 Ginecologia</p><p>Primigesta com 30 semanas de gestação foi encaminhada à Emergência Obstétrica por ter apresentado</p><p>pressão arterial de 150/100 mmHg. A ultrassonogra a obstétrica mostrou feto no percentil 8 de crescimento</p><p>e aumento na resistência do uxo na artéria umbilical. A avaliação laboratorial indicou relação</p><p>proteinúria/creatininúria de 0,2, relação sFlt-1/PLGF de 300, plaquetas séricas de 150.000/mm³, AST de 30</p><p>U/I e creatinina sérica de 0,8 g/ld. Que diagnóstico, dentre os abaixo, é mais provável?</p><p>A Hipertensão gestacional</p><p>B Hipertensão arterial crônica</p><p>C Eclâmpsia</p><p>D Pré-eclâmpsia</p><p>4000197829</p><p>Questão 262 Ginecologia</p><p>Que imagem, dentre as abaixo, reproduz a posição fetal potencialmente associada a lacerações do esfíncter</p><p>anal durante o trabalho de parto?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>4000197828</p><p>Questão 263 Ginecologia</p><p>Paciente de 36 anos, G1C1, com obesidade (124 kg), tabagista, procurou a Emergência Ginecológica por dor</p><p>no baixo ventre e sangramento vaginal. Referiu atraso menstrual de 2 semanas. Ao exame físico, apresentava</p><p>temperatura axilar de 36°C, pressão arterial de 100/60 mmHg, frequência cardíaca de 90 bpm, dor à</p><p>palpação do abdômen inferior, sangramento por via vaginal em moderado volume e colo uterino fechado. Os</p><p>exames laboratoriais mostraram β-hCG sérico de 2.100 mUl/ml, hemoglobina de 10,8 g/dl e leucograma com</p><p>18.000 leucócitos/mm³, sem desvio. O laudo e a imagem uterina da ultrassonogra a transvaginal encontram-</p><p>se reproduzidos abaixo. Considerando as hipóteses diagnósticas propostas, qual a mais provável?</p><p>A Abortamento incompleto</p><p>B Abortamento séptico</p><p>C Gestação anembrionada</p><p>D Gestação ectópica</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>4000197827</p><p>Questão 264 Ginecologia</p><p>Mulher, 32 anos de idade, na terceira gestação, vem em consulta de rotina ginecológica para fazer o</p><p>“preventivo”. Nega comorbidades e refere que seus “preventivos” sempre deram normais. Ao exame físico,</p><p>não foram notadas alterações em colo uterino. De acordo com as Diretrizes do Ministério da Saúde:</p><p>A paciente, nesse caso, apresentou ASC-US (células escamosas atípicas de signi cado indeterminado,</p><p>possivelmente não neoplásicas) na citologia. Indique a conduta a ser seguida diante desse dado:</p><p>A Tratamento empírico de infecção vaginal e novo Papanicolau com um ano.</p><p>B Nova colpocitologia oncótica com seis meses.</p><p>C Rotina de colpocitologia a cada dois anos, por tratar-se de lesão benigna.</p><p>D Colposcopia com biópsia, no momento.</p><p>4000197826</p><p>Questão 265 Exames complementares Exames complementares</p><p>Mulher, 62 anos de idade, diabética bem controlada, vem ao atendimento referindo sangramento vaginal, de</p><p>pouca quantidade, há cerca de quatro dias. Relata que a menopausa aconteceu com, cerca de, 48 anos e</p><p>que depois disso nunca mais teve sangramento por via vaginal. Nega dor, febre ou qualquer outro sintoma.</p><p>Nega uso prévio de terapia de reposição hormonal. Ao exame físico: Abdome: ácido, indolor à palpação;</p><p>Ausência de massas palpáveis. Exame especular: hipotro a vaginal e cervical. Presença de sangramento de</p><p>pouca quantidade não ativo em orifício externo do colo uterino. Trouxe resultado de colposcopia e citologia</p><p>oncótica realizada há 6 meses, sem alterações. Solicitada ultrassonogra a transvaginal. O resultado da</p><p>ultrassonogra a transvaginal demonstrou endométrio espessado. Histeroscopia cirúrgica com biópsia</p><p>evidenciou carcinoma endometrioide, classificado em estádio I.</p><p>Considerando o espessamento endometrial normal para a idade da paciente, a espessura do endométrio ao</p><p>Ultrassom deve ser, no máximo, de:</p><p>A 4 a 5mm.</p><p>B 7mm.</p><p>C 8 a 10mm.</p><p>D 12 a 14mm.</p><p>4000197825</p><p>Questão 266 Tratamento cirúrgico</p><p>Mulher, 62 anos de idade, diabética bem controlada, vem ao atendimento referindo sangramento vaginal, de</p><p>pouca quantidade, há cerca de quatro dias. Relata que a menopausa aconteceu com, cerca de, 48 anos e</p><p>que depois disso nunca mais teve sangramento por via vaginal. Nega dor, febre ou qualquer outro sintoma.</p><p>Nega uso prévio de terapia de reposição hormonal. Ao exame físico: Abdome: ácido, indolor à palpação;</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Ausência de massas palpáveis. Exame especular: hipotro a vaginal e cervical. Presença de sangramento de</p><p>pouca quantidade não ativo em orifício externo do colo uterino. Trouxe resultado de colposcopia e citologia</p><p>oncótica realizada há 6 meses, sem alterações. Solicitada ultrassonogra a transvaginal. O resultado da</p><p>ultrassonogra a transvaginal demonstrou endométrio espessado. Histeroscopia cirúrgica com biópsia</p><p>evidenciou carcinoma endometrioide, classificado em estádio I.</p><p>Indique o tratamento preconizado a partir do diagnóstico do carcinoma endometrioide estádio I:</p><p>A Progestágeno isolado contínuo e reavaliação após um mês.</p><p>B Histerectomia total.</p><p>C Histerectomia total e salpingooforectomia bilateral.</p><p>D Histerectomia subtotal.</p><p>4000197824</p><p>Questão 267 Tratamento adjuvante</p><p>Mulher, 62 anos de idade, diabética bem controlada, vem ao atendimento referindo sangramento vaginal, de</p><p>pouca quantidade, há cerca de quatro dias. Relata que a menopausa aconteceu com, cerca de, 48 anos e</p><p>que depois disso nunca mais teve sangramento por via vaginal. Nega dor, febre ou qualquer outro sintoma.</p><p>Nega uso prévio de terapia de</p><p>reposição hormonal. Ao exame físico: Abdome: ácido, indolor à palpação;</p><p>Ausência de massas palpáveis. Exame especular: hipotro a vaginal e cervical. Presença de sangramento de</p><p>pouca quantidade não ativo em orifício externo do colo uterino. Trouxe resultado de colposcopia e citologia</p><p>oncótica realizada há 6 meses, sem alterações. Solicitada ultrassonogra a transvaginal. O resultado da</p><p>ultrassonogra a transvaginal demonstrou endométrio espessado. Histeroscopia cirúrgica com biópsia</p><p>evidenciou carcinoma endometrioide, classificado em estádio I.</p><p>Indique a conduta preconizada após o tratamento inicial padrão, caso o carcinoma endometrioide seja de</p><p>baixo risco – G2:</p><p>A Complementação com linfadenectomia.</p><p>B Quimioterapia adjuvante.</p><p>C Radioterapia adjuvante.</p><p>D Apenas seguimento em serviço especializado.</p><p>4000197823</p><p>Questão 268 Diagnóstico Ginecologia</p><p>Mulher, 23 anos de idade, solteira, refere dor em baixo ventre há dois dias, associada à saída de secreção</p><p>vaginal de odor fétido há um dia. Última menstruação há cerca de cinco dias. Refere vida sexual ativa, porém</p><p>sem parceiro xo. Ao exame: paciente encontra-se estável hemodinamicamente, afebril; abdome doloroso à</p><p>palpação de hipogástrio, descompressão brusca negativa. Exame especular: presença de secreção vaginal</p><p>amarelada de odor fétido de pouca quantidade. Toque vaginal: dor à manipulação do colo uterino e à</p><p>palpação da região anexial.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Indique o critério menor para o diagnóstico de Doença Inflamatória Pélvica, presente no caso:</p><p>A Dor abdominal à palpação com descompressão brusca negativa.</p><p>B Dor à manipulação do colo uterino.</p><p>C Dor à palpação da região anexial.</p><p>D Secreção vaginal amarelada de odor fétido.</p><p>4000197822</p><p>Questão 269 Ginecologia Tratamento</p><p>Mulher, 23 anos de idade, solteira, refere dor em baixo ventre há dois dias, associada à saída de secreção</p><p>vaginal de odor fétido há um dia. Última menstruação há cerca de cinco dias. Refere vida sexual ativa, porém</p><p>sem parceiro xo. Ao exame: paciente encontra-se estável hemodinamicamente, afebril; abdome doloroso à</p><p>palpação de hipogástrio, descompressão brusca negativa. Exame especular: presença de secreção vaginal</p><p>amarelada de odor fétido de pouca quantidade. Toque vaginal: dor à manipulação do colo uterino e à</p><p>palpação da região anexial.</p><p>Indique o esquema de tratamento nesse momento:</p><p>A Ceftriaxona intravenoso, dose única, Doxiciclina e Metronidazol por via oral.</p><p>B Ceftriaxona e Metronidazol intravenoso.</p><p>C Apenas Doxiciclina, via oral.</p><p>D Ciprofloxacino e Metronidazol venoso.</p><p>4000197821</p><p>Questão 270 Ginecologia</p><p>Primigesta de 29 anos, com 37 semanas de gestação, com pré-eclâmpsia, teve seu parto induzido. Após</p><p>início das contrações efetivas, evoluiu rapidamente para parto vaginal, sem episiotomia, com laceração de 1º</p><p>grau. O recém-nascido pesava 2.730 g, com vitalidade. Foi realizado clampeamento oportuno do cordão e</p><p>administradas 10 UI de ocitocina por via intramuscular após dequitação placentária (cerca de 8 minutos após</p><p>o nascimento). Logo após a dequitação, a paciente passou a apresentar sangramento em grande volume</p><p>através do orifício cervical, associado à hipotonia uterina. Foram iniciadas massagem uterina bimanual e</p><p>infusão intravenosa de ocitocina de 10 UI/hora, controlada por bomba de infusão. Enquanto se obtinha um</p><p>segundo acesso venoso, foram veri cados os sinais vitais: pressão arterial de 74/50 mmHg, frequência</p><p>cardíaca de 134 bpm e saturação de oxigênio de 98%. A paciente encontrava-se pálida e sudorética, mas</p><p>consciente. Assinale a alternativa correta sobre a profilaxia e o manejo da hemorragia.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A ocitocina profilática foi administrada no momento correto.</p><p>B O ácido tranexâmico (1 g intravenoso) deveria ter sido administrado precocemente em caso de</p><p>sangramento tecidual, por estar associado à redução da mortalidade materna. Entretanto, seu uso</p><p>não é recomendado para tratar hemorragia por atonia uterina.</p><p>C Os primeiros medicamentos a serem administrados, persistindo o sangramento, são misoprostol</p><p>(800 µg por via oral) e metilergometrina (1 ampola de 200 µg por via intramuscular), por serem os</p><p>mais eficazes e seguros.</p><p>D De acordo com o índice de choque e perda sanguínea estimada, é provável que seja necessário</p><p>administrar precocemente hemocomponentes (concentrado de hemácias, plasma fresco e</p><p>plaquetas) em iguais proporções.</p><p>4000197820</p><p>Questão 271 Ginecologia</p><p>Gestante de 32 anos, com glicemia de jejum de 88 mg/dl no início da gestação, realizou teste de tolerância à</p><p>glicose com 75 g na 24ª semana de gestação cujos resultados estão reproduzidos abaixo. Com base no</p><p>quadro, assinale a assertiva correta.</p><p>A O resultado do exame é normal, característico de um pré-natal de risco habitual.</p><p>B O resultado do exame é contraditório, sendo, portanto, necessário um novo teste para definir o</p><p>diagnóstico.</p><p>C A paciente apresenta diagnóstico de diabetes gestacional, com risco aumentado de distocia de</p><p>ombro no parto.</p><p>D A paciente apresenta diagnóstico de diabetes melito tipo 2, com risco de macrossomia fetal.</p><p>4000197819</p><p>Questão 272 Ginecologia</p><p>Assinale a assertiva incorreta sobre diagnóstico, classi cação e manejo da restrição de crescimento fetal</p><p>(RCF).</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Segundo a classificação da RCF em estágios (Figueras & Gratacós, 2014), o estágio III caracteriza-</p><p>se por artéria umbilical com diástole reversa ou ducto venoso com índice de pulsatilidade (IP) ></p><p>percentil 95, devendo a gestação ser interrompida com 30 semanas ou mais de idade gestacional.</p><p>B Conforme o estudo TRUFFLE, o prejuízo neurológico aos 2 anos é significativamente menor quando</p><p>a decisão do nascimento estiver baseada em alterações tardias do ducto venoso (onda 'a' zero ou</p><p>reversa) e não em alterações precoces (IP > percentil 95) ou na cardiotocografia computadorizada.</p><p>C De acordo com a classificação da RCF seletiva na gestação monocoriônica (Gratacós et al., 2007),</p><p>o exame Doppler da artéria umbilical do gêmeo restrito evidenciando fluxo diastólico reverso</p><p>persistente é compatível com o tipo III, e, assim, a chance de morte intrauterina inesperada desse</p><p>feto encontra-se em torno de 15%.</p><p>D Idade gestacional é o determinante mais significativo da sobrevida total até 26⁺⁶ semanas, e da</p><p>sobrevida intacta até 29⁺² semanas. Além desses limiares e acima do peso de 600 g ao</p><p>nascimento, os parâmetros do Doppler do ducto venoso emergem como o principal fator</p><p>cardiovascular na predição do desfecho neonatal (Baschat et al., 2007).</p><p>4000197818</p><p>Questão 273 Ginecologia</p><p>Associe as patologias obstétricas (coluna da esquerda) às características clínicas ou ultrassonográficas que as</p><p>representam (coluna da direita). 1- Hematomas subcoriônicos; 2- Molas hidatiformes parciais; 3- Molas</p><p>hidatiformes completas; 4- Lagos venosos placentários; 5- Tumor trofoblástico de localização placentária; ( )</p><p>Origem triploide, saco gestacional irregular e trofoblasto heterogêneo, com estruturas embrionárias</p><p>presentes. ( ) Maior risco de abortamento, natimortalidade, descolamento prematuro de placenta, trabalho de</p><p>parto pré-termo. ( ) Quase que invariavelmente cursam com níveis de β-hCG > 100.000 mUI/ml. A sequência</p><p>numérica correta, de cima para baixo, da coluna da direita, é</p><p>A 2 - 1 - 3</p><p>B 2 - 4 - 5</p><p>C 3 - 1 - 2</p><p>D 3 - 4 - 5</p><p>4000197817</p><p>Questão 274 Ginecologia</p><p>Na infecção puerperal, a flora mais comum é</p><p>A aeróbica.</p><p>B anaeróbica.</p><p>C facultativa.</p><p>D polimicrobiana.</p><p>4000197816</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 275 Ginecologia</p><p>Puérpera de 32 anos, com IMC de 31kg/m², teve parto vaginal normal e foi encaminhada ao alojamento</p><p>conjunto. Por ter apresentado sangramento aumentado, foram utilizados ácido tranexâmico e misoprostol.</p><p>Está amamentando e deverá ter alta precoce. A profilaxia para trombose venosa será realizada com</p><p>A administração de heparina de baixo peso molecular.</p><p>B indicação</p><p>de deambulação precoce.</p><p>C uso de rivaroxabana.</p><p>D uso de meias elásticas.</p><p>4000197815</p><p>Questão 276 Ginecologia</p><p>Na fisiopatologia da continência urinária, durante o enchimento vesical, há estimulo</p><p>A do parassimpático.</p><p>B dos nervos somáticos do esfíncter estriado.</p><p>C de contração beta-adrenérgica.</p><p>D de relaxamento alfa-adrenérgico.</p><p>4000197814</p><p>Questão 277 Ginecologia</p><p>Paciente de 45 anos, com pólipo endometrial de 2 cm, será submetida a polipectomia endoscópica</p><p>monopolar. Que meio de distensão endometrial, dentre os abaixo, deverá ser utilizado?V</p><p>A Solução salina</p><p>B Ringer lactato</p><p>C CO₂</p><p>D Glicina</p><p>4000197813</p><p>Questão 278 Ginecologia</p><p>Para paciente de 24 anos, com cisto ovariano (sugestivo de ser benigno), foi indicada exérese por</p><p>laparoscopia. Complicações na introdução do equipamento, embora raras, já foram relatadas. A lesão mais</p><p>frequente ocorre no(a)</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A intestino delgado.</p><p>B artéria ilíaca.</p><p>C aorta.</p><p>D bexiga.</p><p>4000197812</p><p>Questão 279 Diagnóstico Ginecologia</p><p>Mulher, 23 anos de idade, solteira, refere dor em baixo ventre há dois dias, associada à saída de secreção</p><p>vaginal de odor fétido há um dia. Última menstruação há cerca de cinco dias. Refere vida sexual ativa, porém</p><p>sem parceiro xo. Ao exame: paciente encontra-se estável hemodinamicamente, afebril; abdome doloroso à</p><p>palpação de hipogástrio, descompressão brusca negativa. Exame especular: presença de secreção vaginal</p><p>amarelada de odor fétido de pouca quantidade. Toque vaginal: dor à manipulação do colo uterino e à</p><p>palpação da região anexial.</p><p>Indique o estádio da doença no caso, de acordo com os critérios de Monif , quanto ao tempo de evolução:</p><p>A 1</p><p>B 2</p><p>C 3</p><p>D 4</p><p>4000197811</p><p>Questão 280 Síndrome dos ovários policísticos</p><p>Casal (mulher: 32 anos de idade; homem: 34 anos de idade) vem em consulta referindo que há dois anos</p><p>estão tentando gestação sem sucesso. Ela relata que possui um ciclo menstrual muito irregular e que, às</p><p>vezes, passa muitos meses sem menstruar. Além disso, há cerca de três anos vem com acne, oleosidade da</p><p>pele e queda capilar que associa à suspensão do anticoncepcional. Tem IMC de 26. Ambos estão</p><p>sedentários. Ela refere que antes era tabagista, mas, após suspensão da pílula para tentar engravidar, parou o</p><p>tabagismo e engordou cerca de 10Kg. Nega dismenorreia ou uxo alto quando menstrua. Nega</p><p>comorbidades. Negam lhos de relacionamentos anteriores. Ele nega patologias. Negam uso de</p><p>medicamentos no momento. Vida sexual ativa e regular.</p><p>Considerando a Síndrome de Ovários Policísticos (SOP), principal suspeita diagnóstica nesse caso, pode se</p><p>dizer que</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A uma forma de avaliar a gravidade do hiperandrogenismo clínico é através da Escala de Ferriman</p><p>Gallwey em que pontuação acima de 7 indica hirsutismo.</p><p>B considerando outras causas de anovulação crônica, a Hiperplasia Adrenal Congênita não clássica</p><p>pode ser inferida quando o nível de 17-OH-progesterona está muito baixo.</p><p>C níveis elevados de prolactina indicam anovulação crônica não decorrente de SOP mas pela</p><p>Hiperprolactinemia, pois na SOP o nível de prolactina é normal.</p><p>D o diagnóstico ultrassonográfico de SOP é feito pela presença de ≥ 20 folículos com diâmetro de 2 a</p><p>9mm e/ou volume ovariano total ≥ 10cm³ uni ou bilateralmente, exceto na presença de cisto</p><p>funcional.</p><p>4000197810</p><p>Questão 281 Ginecologia</p><p>Casal (mulher: 32 anos de idade; homem: 34 anos de idade) vem em consulta referindo que há dois anos</p><p>estão tentando gestação sem sucesso. Ela relata que possui um ciclo menstrual muito irregular e que, às</p><p>vezes, passa muitos meses sem menstruar. Além disso, há cerca de três anos vem com acne, oleosidade da</p><p>pele e queda capilar que associa à suspensão do anticoncepcional. Tem IMC de 26. Ambos estão</p><p>sedentários. Ela refere que antes era tabagista, mas, após suspensão da pílula para tentar engravidar, parou o</p><p>tabagismo e engordou cerca de 10Kg. Nega dismenorreia ou uxo alto quando menstrua. Nega</p><p>comorbidades. Negam lhos de relacionamentos anteriores. Ele nega patologias. Negam uso de</p><p>medicamentos no momento. Vida sexual ativa e regular.</p><p>Quanto ao diagnóstico de infertilidade do casal, neste caso, pode-se dizer que</p><p>A não pode ser definido, pois o casal está tentando engravidar há, apenas, dois anos.</p><p>B é firmado pela ausência de gestação, apesar de mais de um ano de tentativa, com vida sexual ativa.</p><p>C é firmado e classificado como infertilidade conjugal secundária, pois há anovulação crônica.</p><p>D não pode ser definido, pois trata-se de anovulação crônica, bastando corrigir o ciclo menstrual para</p><p>facilitar a gestação.</p><p>4000197809</p><p>Questão 282 Tratamento cirúrgico</p><p>Paciente de 59 anos com queixa de sangramento pós-menopausa há 9 meses. De comorbidade apresenta</p><p>obesidade e diabetes tipo II. Na ultrassonografia transvaginal foi vista imagem de espessamento endometrial;</p><p>foi realizada vídeo-histeroscopia com biópsia, cujo resultado foi: adenocarcinoma endometrial grau 2. O</p><p>tratamento é:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Tratamento clínico com progestágeno via oral por 6 meses</p><p>B Tratamento clínico com anticoncepcional oral por 6 meses e repetir histeroscopia depois</p><p>C Histerectomia com salpingo-oforectomia bilateral +linfadenectomia pélvica</p><p>D Histerectomia com salpingo-oforectomia bilateral + linfadenectomia pélvica e para aórtica e lavado</p><p>peritoneal</p><p>4000197808</p><p>Questão 283 Ginecologia</p><p>Casal (mulher: 32 anos de idade; homem: 34 anos de idade) vem em consulta referindo que há dois anos</p><p>estão tentando gestação sem sucesso. Ela relata que possui um ciclo menstrual muito irregular e que, às</p><p>vezes, passa muitos meses sem menstruar. Além disso, há cerca de três anos vem com acne, oleosidade da</p><p>pele e queda capilar que associa à suspensão do anticoncepcional. Tem IMC de 26. Ambos estão</p><p>sedentários. Ela refere que antes era tabagista, mas, após suspensão da pílula para tentar engravidar, parou o</p><p>tabagismo e engordou cerca de 10Kg. Nega dismenorreia ou uxo alto quando menstrua. Nega</p><p>comorbidades. Negam lhos de relacionamentos anteriores. Ele nega patologias. Negam uso de</p><p>medicamentos no momento. Vida sexual ativa e regular.</p><p>Indique a conduta terapêutica adequada para o caso:</p><p>A Modificação de estilo de vida como primeira linha de conduta, sem indicação de medicação</p><p>hormonal.</p><p>B Prescrição hormonal combinada para estimular sangramento após a suspensão, seguido do uso de</p><p>Citrato de clomifeno 50mg ao dia, por cinco dias a partir do terceiro dia do início do sangramento.</p><p>C Prescrição hormonal combinada para estimular sangramento após a suspensão, seguido do uso de</p><p>Letrozol 5mg ao dia, por cinco dias a partir do terceiro dia do início do sangramento.</p><p>D Prescrição de Mio-inositol e Metformina como forma de estimulação à ovulação.</p><p>4000197807</p><p>Questão 284 BIRADS</p><p>Paciente feminina, de 53 anos, realizou mamogra a de rastreio que evidenciou: "calci cações grosseiras</p><p>semelhantes a pipoca" em mama direita. Quanto ao achado mamográfico não podemos dizer que:</p><p>A São calcificações grandes, superiores a 2-3 mm</p><p>B Tais calcificações podem estar associadas ou não a nódulo</p><p>C Necessitam de investigação histopatológica com biópsia por serem suspeitos</p><p>D Compatíveis com fibroadenoma em fase involutiva, não necessitam de qualquer investigação</p><p>adicional</p><p>4000197806</p><p>Questão 285 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Que característica, dentre as abaixo, não faz parte do quadro de vaginose citolítica?</p><p>A Excesso de proliferação de lactobacilos</p><p>B pH vaginal > 5</p><p>C Teste de aminas negativo</p><p>D Leucorreia de aspecto branco com prurido</p><p>4000197805</p><p>Questão 286 Ginecologia</p><p>Paciente de 46 anos, com ciclos menstruais regulares, veio à consulta de revisão anual. Sem queixas,</p><p>informou não fazer uso de medicamentos e negou galactorreia. Os resultados dos exames de sangue</p><p>apresentaram valores normais, exceto a dosagem de prolactina (85 ng/ml). O exame foi repetido, e o</p><p>resultado</p><p>indicou 74 ng/ml (valor de referência: 5-25 ng/ml). Nesse caso, a paciente deverá</p><p>A submeter-se a uma tomografia computadorizada da sela túrcica.</p><p>B submeter-se a uma ressonância magnética da pituitária.</p><p>C realizar dosagem de macroprolactina.</p><p>D iniciar o uso de cabergolina.</p><p>4000197804</p><p>Questão 287 Ginecologia</p><p>Paciente de 18 anos, com 175 cm de altura, 62 kg de peso e mamas bem desenvolvidas, consultou por</p><p>apresentar amenorreia primária. À ultrassonogra a, não se visualizou o útero. Foi solicitada pesquisa de</p><p>cariótipo. Considere as possibilidades abaixo. I - 46 XX; II - 46 XY; III - 45 X0; Quais delas poderiam ser</p><p>associadas ao quadro da paciente?</p><p>A Apenas I</p><p>B Apenas III</p><p>C Apenas I e II</p><p>D Apenas II e III</p><p>4000197803</p><p>Questão 288 Ginecologia</p><p>Paciente de 32 anos, com ciclos menstruais que variam de 30-34 dias com 4 dias de sangramento, está</p><p>tentando gestar há 4 anos. O marido, com 2 lhos do primeiro casamento, apresentou espermograma</p><p>normal. O exame laboratorial da paciente revelou IgG reagente 1/20 para Chlamydia. As imagens da</p><p>histerossalpingogra a e da ultrassonogra a encontram-se reproduzidas abaixo. A paciente terá mais chance</p><p>de gestar com a realização de</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A antibioticoterapia sistêmica para tratar doença inflamatória pélvica.</p><p>B fertilização in vitro (FIV).</p><p>C videolaparoscopia com salpingostomia bilateral.</p><p>D videolaparoscopia com ressecção da hidrossalpinge e FIV.</p><p>4000197802</p><p>Questão 289 Ginecologia</p><p>Paciente de 34 anos, G4A3P1, veio à consulta por estar tentando gestar. Em seu histórico, constavam 2</p><p>abortos consecutivos com 6 semanas de gestação aos 26 e aos 29 anos e 1 gestação normal aos 31 anos.</p><p>Informou que, há 2 anos, ocorrera outra perda gestacional com 8 semanas, do novo companheiro, não tendo</p><p>sido necessária curetagem. Trouxe resultados de dosagens de TSH e prolactina normais. No momento, a</p><p>conduta mais indicada é</p><p>A realizar histeroscopia diagnóstica.</p><p>B realizar investigação de trombofilias.</p><p>C prescrever progesterona na 2ª fase do ciclo menstrual.</p><p>D tranquilizar a paciente e sugerir nova tentativa de gestação.</p><p>4000197801</p><p>Questão 290 Ginecologia</p><p>Para o tratamento da incontinência urinária de esforço, está indicado o uso de</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A duloxetina.</p><p>B solifenacina.</p><p>C mirabegron.</p><p>D oxibutinina.</p><p>4000197800</p><p>Questão 291 Ginecologia</p><p>Assinale a assertiva incorreta sobre histerectomia por via vaginal.</p><p>A Tamanho uterino > 200 cm³ impossibilita sua realização.</p><p>B É realizada pela técnica extrafascial.</p><p>C É a via de eleição para a maioria dos casos, devendo ser a preferida sempre que possível.</p><p>D Dissecção e penetração no septo vesicuterino permitem o afastamento adequado da bexiga e dos</p><p>ureteres do campo operatório.</p><p>4000197799</p><p>Questão 292 Ginecologia</p><p>Assinale a assertiva correta sobre o tratamento cirúrgico da incontinência urinaria.</p><p>A A cirurgia de Burch deve ser evitada em pacientes com pressão de perda aos esforços < 60cmH₂O.</p><p>B o sling transobturatório apresenta maior taxa de cura objetica do que o retropúbico.</p><p>C Tanto o sling transobturatório quanto o retropúbico são posicionados na altura do colo vesical.</p><p>D A avaliação urodinâmica é exame indispensável para confirmar a indicação cirúrgica.</p><p>4000197798</p><p>Questão 293 Ginecologia</p><p>Nuligesta de 32 anos, hígida, com histórico de revisões ginecológicas regulares, encontrava-se há 10 meses</p><p>sem anticoncepção por pretender gestar. Em razão de alteração no exame citopatológico de colo uterino</p><p>(lesão intraepitelial de alto grau), submeteu-se a uma colposcopia que sugeriu lesão de alto grau, tendo sido</p><p>realizado o tratamento "ver e tratar" com alça de alta frequência, sem intercorrências. Retornou 3 semanas</p><p>após o procedimento e, ao exame, o colo estava cicatrizado. No laudo anatomopatológico, constava</p><p>Carcinoma epidermoide com invasão estromal de 2mm. Ausência de invasão do espaço linfovascular (IELV).</p><p>Limite focalmente comprometido. Que conduta, dentre as abaixo, é a mais adequada?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Controle clínico</p><p>B Conização com alça de alta frequência ou bisturi</p><p>C Histerectomia simples</p><p>D Histerectomia radical</p><p>4000197797</p><p>Questão 294 Ginecologia</p><p>Paciente de 42 anos, com 3 lhos, com hipertensão, teve con rmado o diagnóstico de carcinoma</p><p>epidermoide de colo uterino. O IMC era de 28 kg/m². O exame especular indicou tumor de 3 cm no colo, o</p><p>toque vaginal con rmou a dimensão, sem invasão da vagina, e o toque retal revelou paramétrios livres. Não</p><p>havia alterações nos demais exames clínicos. As tomogra as computadorizadas de abdômen e pelve não</p><p>mostraram evidência de linfonodos suspeitos; a radiogra a de tórax e os exames bioquímicos estavam</p><p>normais. Foi indicada histerectomia radical com linfadenectomia pélvica. No laudo do exame</p><p>anatomopatológico, constava Carcinoma epidermoide medindo 3,5 cm de diâmetro, com invasão do terço</p><p>externo do estroma e invasão do espaço linfovascular. Linfonodos (23) com hiperplasia linfoide, sem</p><p>metástase. Paramétrios livres, limites cirúrgicos livres da neoplasia. Trompas sem particularidades. Que</p><p>conduta, dentre as abaixo, é a mais adequada?</p><p>A Radioterapia pélvica externa na dose de 45-50 Gy</p><p>B Braquiterapia na dose de 6 Gy</p><p>C Seguimento trimestral por 2 anos e, após, semestral até o 5° ano</p><p>D Seguimento semestral por 2 anos</p><p>4000197796</p><p>Questão 295 Ginecologia</p><p>Assinale a assertiva incorreta sobre o implante de etonogestrel.</p><p>A Se inserido nos primeiros 7 dias da menstruação, apresenta eficácia imediata, sendo desnecessária</p><p>qualquer proteção contraceptiva adicional.</p><p>B Pode ser inserido no membro superior ou no glúteo.</p><p>C Tem 3 anos de duração, e o principal efeito relacionado à suspensão do método é sangramento</p><p>irregular.</p><p>D Apresenta índice de Pearl igual ou superior ao dos métodos definitivos, como ligadura tubária e</p><p>vasectomia.</p><p>4000197795</p><p>Questão 296 BIRADS</p><p>Paciente de 55 anos com uma mamografia com classificação BI-RADS 3. O que significa essa classificação?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Lesão altamente suspeita para malignidade</p><p>B Lesão que deverá ser reavaliada em 6 meses</p><p>C Lesão maligna já biopsiada, mas não submetida ao tratamento definitivo</p><p>D Lesão com 95% de possibilidade de malignidade</p><p>4000197794</p><p>Questão 297 Ginecologia</p><p>Mulher, 35 anos de idade, descobriu recentemente sua gestação e teve a primeira consulta de pré-natal há 2</p><p>semanas. Retorna para revisão com 10 semanas gestacional. Ao ser questionada sobre náuseas, refere que</p><p>nas últimas 24 horas se sentiu nauseada por cerca de oito horas, apresentou um episódio de vômito e</p><p>observou, por três vezes, intensa salivação e esforço para vomitar.</p><p>Identi que o grau de gravidade, de acordo com o Escore de PUQE (Pregnancy Unique Quanti cation of</p><p>Emesis), para a náusea dessa paciente:</p><p>A Leve.</p><p>B Moderada.</p><p>C Grave.</p><p>D Muito grave.</p><p>4000197793</p><p>Questão 298 Descarga papilar</p><p>Paciente de 40 anos com nódulo de 0,9 cm em região retro-areolar da mama direita e sangramento à</p><p>expressão papilar, por um ducto somente. Fez core biópsia que mostrou lesão proliferativa sem atipias</p><p>sugestiva de papiloma. Qual seria a sua conduta?</p><p>A Ressecção do nódulo e biópsia do linfonodo sentinela</p><p>B Ressecção do nódulo (cirúrgico ou mamotomia)</p><p>C Repetir exames de imagem em 6 meses</p><p>D Pedir imunohistoquímica da lesão</p><p>4000197792</p><p>Questão 299 Ginecologia</p><p>Mulher, 35 anos de idade, descobriu recentemente sua gestação e teve a primeira consulta de pré-natal há 2</p><p>semanas. Retorna para revisão com 10 semanas gestacional. Ao ser questionada sobre náuseas, refere que</p><p>nas últimas 24 horas se sentiu nauseada por cerca de oito horas, apresentou um episódio de vômito e</p><p>observou, por três vezes, intensa salivação e esforço para vomitar.</p><p>Sobre medidas terapêuticas não farmacológicas (de medicina integrativa) para o caso, pode-se afirmar:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A acupuntura no ponto clássico</p><p>PC6 (pericárdio 6) mostrou ser benéfica para náuseas e vômitos na</p><p>gestação.</p><p>B A gestante não poderá utilizar gengibre como tratamento para náusea visto que o gengibre</p><p>aumenta o risco de contrações uterinas e, assim, de abortamento.</p><p>C Aatividade física, mesmo de baixo impacto, no período das náuseas não é recomendada pois</p><p>aumenta o sintoma.</p><p>D O consumo de alimentos picantes mostrou-se benéfico, nesses casos, pela ação da capsaicina e do</p><p>ácido acético.</p><p>4000197791</p><p>Questão 300 Ginecologia</p><p>Paciente de 30 anos com queixa de sinusorragia há 6 meses. É G=2, P=2 (partos normais). Método</p><p>contraceptivo: laqueadura tubária. Não fez exames preventivos durante a pandemia do coronavírus 19. Na</p><p>consulta ginecológica foi realizada colpocitologia oncótica com resultado sugestivo de NIC-lll (lesão</p><p>intraepitelial cervical de alto grau). A conduta após este resultado é:</p><p>A Conização</p><p>B Histerectomia abdominal total</p><p>C Eletrocauterização do colo do útero</p><p>D Colposcopia e biópsia, se lesão visível</p><p>4000197790</p><p>Questão 301 Estadiamento</p><p>Paciente do gênero feminino, 65 anos, foi encaminhada devido a tumor em mama esquerda com evolução de</p><p>3 meses. O laudo de exame anátomopatológico mostrou carcinoma ductal invasivo do tipo não especial. O</p><p>exame imunohistoquímico: tumor luminal híbrido. Refere ter percebido o tumor há 3 meses e o crescimento</p><p>foi rapidamente progressivo, associado a retração do complexo aréolopapilar e edema da pele. Na inspeção</p><p>estática evidenciamos mama esquerda com abaulamento difuso extenso envolvendo porção central com</p><p>edema de 50%, axila esquerda com 2 nódulos tumorais de 2,0 e 2,5 cm. Na palpação, observamos tumor</p><p>central de 10 cm. Conclusão: tumor localmente avançado estadiamento cT4BcN1Mx. Foram solicitados</p><p>exames de estadiamento. Qual a afirmação correta?</p><p>A O diagnóstico clínico é de carcinoma inflamatório</p><p>B Por ser luminal híbrido o agente monoclonal anti- HER-2 não está indicado.</p><p>C O tratamento cirúrgico deve ser imediato uma vez excluídas metástases sistêmicas</p><p>D O edema da pele decorre de êmbolos de células neoplásicas nos linfáticos dérmicos</p><p>4000197789</p><p>Questão 302 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Mulher, 35 anos de idade, descobriu recentemente sua gestação e teve a primeira consulta de pré-natal há 2</p><p>semanas. Retorna para revisão com 10 semanas gestacional. Ao ser questionada sobre náuseas, refere que</p><p>nas últimas 24 horas se sentiu nauseada por cerca de oito horas, apresentou um episódio de vômito e</p><p>observou, por três vezes, intensa salivação e esforço para vomitar.</p><p>Uma das complicações possíveis de serem observadas nesse caso, é a encefalopatia de Wernicke, uma</p><p>condição neurológica aguda. Indique o fator responsável por essa condição na hiperêmese gravídica:</p><p>A deficiência de vitamina B12 (cianocobalamina).</p><p>B deficiência de vitamina B6 (piridoxina).</p><p>C deficiência de vitamina B2 (riboflavina).</p><p>D deficiência de vitamina B1 (tiamina).</p><p>4000197788</p><p>Questão 303 Ginecologia Tumores ovarianos benignos Câncer de ovário</p><p>Paciente de 60 anos, com queixa de aumento de volume abdominal há 6 meses, dispneia em decúbito dorsal</p><p>e perda de 10 quilos no período. Traz tomogra a de abdome total e tórax caracterizando volumosa massa</p><p>abdominal, estendendo-se até a cicatriz umbilical, de provável origem ovariana, presença de ascite e</p><p>derrame pleural moderado à direita. Foi submetida à laparotomia exploradora e congelação do</p><p>anexo esquerdo. Os diagnósticos anatomopatológicos mais prováveis são:</p><p>A Tumor de Krukemberg, fibroma, tumor de Brenner</p><p>B Cistoadenoma mucinoso, fibroma, tumor de células claras</p><p>C Tumor de células da granulosa, disgerminoma, adenocarcinoma seroso</p><p>D Tumor de Krukemberg, adenocarcinoma seroso, adenocarcinoma mucinoso</p><p>4000197787</p><p>Questão 304 Câncer de mama</p><p>Paciente do gênero feminino, foi diagnosticada com câncer de mama unilateral aos 60 anos de idade. O</p><p>diagnóstico anatomopatológico foi de carcinoma ductal invasivo do tipo não especial. No interrogatório</p><p>referente aos antecedentes familiares de neoplasia revelou que o avô paterno morreu de câncer de pulmão</p><p>aos 80 anos. Nega outros antecedentes em parentes de primeiro, segundo e terceiro graus, tanto de lado</p><p>paterno quanto do materno. Foi solicitado exame imunohistoquímico. Assim, qual a correta?</p><p>A O exame imunohistoquímico neste caso é desnecessário.</p><p>B Em relação à hereditariedade trata-se de uma neoplasia mamária esporádica.</p><p>C Por ser câncer de mama não há necessidade de avaliar herança do lado paterno.</p><p>D Se for luminal A, pode decorrer de mutação germinativa no gene BRCA-1</p><p>4000197786</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 305 Ginecologia Estadiamento</p><p>Paciente de 65 anos, com quadro de tumor ovariano, foi submetida a tratamento cirúrgico radical</p><p>(citorredução) e o resultado do anátomopatológico revelou comprometimento do peritônio pélvico. O</p><p>estadiamento dessa paciente é?</p><p>A II A</p><p>B ll B</p><p>C I C</p><p>D III C</p><p>4000197785</p><p>Questão 306 Ginecologia Terapia adjuvante</p><p>Paciente de 65 anos, com quadro de tumor ovariano, foi submetida a tratamento cirúrgico radical</p><p>(citorredução) e o resultado do anátomopatológico revelou comprometimento do peritônio pélvico. Essa</p><p>mesma paciente retorna após o procedimento cirúrgico ao ambulatório para seguimento oncológico. Qual</p><p>tratamento adjuvante a ser indicado?</p><p>A Radioterapia externa</p><p>B Radioterapia localizada (braquiterapia)</p><p>C Quimioterapia (6 ciclos de taxano e platina)</p><p>D Não está indicado tratamento adjuvante, somente seguimento com exames</p><p>4000197783</p><p>Questão 307 Tratamento cirúrgico</p><p>Paciente de 39 anos com câncer de mama receptor de hormônios positivo e HER-2 negativo. Foi submetida</p><p>à cirurgia conservadora, com antomopatológico identi cando carcinoma ductal invasivo do tipo não especial,</p><p>grau histológico 2 com 2,5 cm de extensão e 2 linfonodos positivos de 3 retirados na pesquisa de linfonodo</p><p>sentinela. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:</p><p>A O estudo ACOSOG Z0011 concluiu que a taxa de recorrência local em 9 anos é semelhante nos dois</p><p>grupos não sendo mandatória a dissecção axilar.</p><p>B O uso de plataformas genômicas como Oncotype DX e Mammaprint deve ser considerado a fim de</p><p>que seja diminuída a indicação de adjuvância com quimioterapia.</p><p>C A dissecção axilar deve ser considerada, uma vez que, nessa idade, a chance de ter outros</p><p>linfonodos comprometidos é alta.</p><p>D O Oncotype DX não consegue predizer o benefício da quimioterapia adjuvante a única plataforma</p><p>possível é Mammaprint.</p><p>4000197781</p><p>Questão 308 Tratamento</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Paciente de 35 anos, G=0, P=0, procura ambulatório de ginecologia referindo irregularidade menstrual há 6</p><p>meses com aumento importante do uxo. Fez ultrassonogra a pélvica e endovaginal que mostrou uma linha</p><p>endometrial de 2,5 cm. Foi então submetida à vídeo histeroscopia com biopsia e o anátomopatológico</p><p>revelou uma hiperplasia benígna do endométrio. A paciente não tem desejo de engravidar nos próximos</p><p>meses. A conduta mais adequada seria:</p><p>A Inibidor de aromatase, já que não pretende engravidar logo.</p><p>B DIU com levonorgestrel ou anticoncepcional hormonal oral caso não seja possível o DIU.</p><p>C Histerectomia total (não tem necessidade de retirar os ovários porque paciente é jovem).</p><p>D Pan Histerectomia Total (risco muito alto de evoluir para câncer endométrio - em torno de 30%).</p><p>4000197779</p><p>Questão 309 Ginecologia</p><p>A gura abaixo apresenta resultados de duas pesquisas clínicas: estudo A e estudo B, que avaliaram a</p><p>e cácia de um mesmo tratamento hipotético sobre o desfecho morte por covid-19. A linha pontilhada</p><p>significa a estimativa-ponto, e a linha contínua, a nulidade. Com base na figura, é possível afirmar que</p><p>A o estudo A evidenciou que o tratamento pode piorar o desfecho principal.</p><p>B o estudo B descartou benefício do tratamento.</p><p>C o estudo B provavelmente tem menor tamanho amostral do que o estudo A.</p><p>D os estudos têm resultados divergentes.</p><p>4000197778</p><p>Questão 310</p><p>Ginecologia</p><p>Paciente do sexo feminino, 38 anos, ciclos menstruais regulares, G=2, P=2 (duas cesáreas anteriores). Data</p><p>do último parto há 3 anos. Nega uso de medicamentos. Realizada laqueadura tubária por Videolaparoscopia</p><p>há dois anos. Apresenta ao exame físico: nodulação palpável em Fossa Ilíaca direita, adjacente a cicatriz da</p><p>cesárea, com dor e aumento do seu volume durante o período menstrual. Qual o diagnóstico provável?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Cisto de Nuck</p><p>B Hérnia inguinal</p><p>C Endometriose focal</p><p>D Apendicite crônica</p><p>4000197777</p><p>Questão 311 Ginecologia</p><p>Paciente de 17 anos, virgem, com amenorreia primária, procura nosso serviço para avaliação. Ao exame físico,</p><p>apresenta caracteres sexuais secundários femininos como distribuição gordurosa e mamas presentes. Traz</p><p>exames realizados em outro serviço: ultrassom pélvico com ausência de útero e anexos. Testes plasmáticos</p><p>hormonais: estrogênio — normal; progesterona — ausente; testosterona — aumentada; FSH (hormônio</p><p>folículo estimulante) — normal; LH (hormônio luteinizante) — aumentado.</p><p>Qual a sua principal hipótese diagnóstica?</p><p>A Síndrome da insensibilidade completa aos androgênios.</p><p>B SOP — Síndrome dos Ovários Policísticos.</p><p>C Hipogonadismo hipergonadotrófico.</p><p>D Puberdade tardia.</p><p>4000197776</p><p>Questão 312 Inf ertilidade conjugal</p><p>Paciente de 33 anos, com fator de infertilidade por Endometriose é submetida a Videolaparoscopia Cirúrgica</p><p>para retirada de Endometriomas em ambos ovários, lise de aderências e retirada de nódulo endometriótico</p><p>peritoneal em Fundo de Saco de Douglas. Após três meses da cirurgia fez nova dosagem do HAM (hormônio</p><p>anti-mülleriano) e Progesterona. Qual o resultado esperado?</p><p>A HAM: inalterado / Progesterona: inalterada</p><p>B HAM: aumentou / Progesterona: diminuiu</p><p>C HAM: diminuiu / Progesterona: inalterada</p><p>D HAM: aumentou / Progesterona: aumentou</p><p>4000197775</p><p>Questão 313 Câncer de mama</p><p>Paciente com 30 anos, detectou um nódulo em sua mama direita. Realizada a biópsia obteve o diagnóstico</p><p>histopatológico de Carcinoma Ductal invasivo, HER-2 positivo. Teve indicação do Mastologista para</p><p>mastectomia e quimioterapia. Refere ser solteira e deseja preservar sua fertilidade. Qual a melhor</p><p>orientação?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Criopreservação de oócitos</p><p>B Engravidar antes de fazer a quimioterapia</p><p>C Bloqueio hipofisário com agonista do GnRH</p><p>D Não se preocupar, ela é jovem e os tratamentos não interferem na fertilidade</p><p>4000197774</p><p>Questão 314 Ginecologia</p><p>Paciente com 32 anos, deseja engravidar. Apresenta ciclos menstruais longos, a cada 50 - 90 dias. Nega</p><p>cirurgias anteriores. Nega uso de medicamentos. Menarca aos 12 anos. Nuligesta. Dosagens hormonais</p><p>plasmáticas: FSH (hormônio folículo estimulante) = 35 mUI/ml / Prolactina = 25 ng/ml. Qual a hipótese</p><p>diagnóstica mais provável?</p><p>A Falência ovariana prematura</p><p>B Síndrome dos ovários policísticos</p><p>C Hiperprolactinemia</p><p>D Insuficiência Hipotalâmica</p><p>4000197773</p><p>Questão 315 Ginecologia</p><p>Paciente com 32 anos, deseja engravidar. Apresenta ciclos menstruais longos, a cada 50 - 90 dias. Nega</p><p>cirurgias anteriores. Nega uso de medicamentos. Menarca aos 12 anos. Nuligesta. Dosagens hormonais</p><p>plasmáticas: FSH (hormônio folículo estimulante) = 35 mUI/ml / Prolactina = 25 ng/ml. Baseado no caso</p><p>anterior, qual tratamento recomendado?</p><p>A Análogo do GnRh por 3 meses</p><p>B Programa de Ovodoação/Recepção</p><p>C Indução da ovulação com Letrozole</p><p>D Indução da ovulação com Gonadotrofinas exógenas</p><p>4000197772</p><p>Questão 316 Ginecologia</p><p>Paciente de 18 anos procura orientação pois deseja engravidar logo que possível. Ele com 23 anos apresenta</p><p>seu exame pré-nupcial dentro da normalidade, enquanto ela é portadora da Síndrome de Rokitansky - Kuster -</p><p>Hauser. Qual a melhor opção de tratamento possível?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Indução de ovulação com coito programado (CP)</p><p>B Indução de ovulação com inseminação intra-uterina (IIU)</p><p>C Indução da ovulação com transferência de gametas intratubárea (GIFT)</p><p>D Indução da ovulação com fertilização in-vitro e transferência de embriões em útero de substituição</p><p>(FIV)</p><p>4000197771</p><p>Questão 317 Ginecologia</p><p>Mulher, 34 anos de idade, gestante de 23 semanas, realizou exames laboratoriais de rotina pré-natal e vem</p><p>para consulta médica após realização de ultrassonogra a morfológica de 2o trimestre, sem nenhuma</p><p>alteração. Fez exames laboratoriais: Hb: 10,0g/dL e Hematócrito: 30%; VCM: 76 (VR: 80 – 100 ) e HCM <</p><p>25pg (VR: 28 – 34pg). Eletroforese de hemoglobina evidencia traço falciforme e a paciente refere que seu</p><p>parceiro também possui traço falciforme. Com base nos dados do caso,</p><p>Identi que o nível de hemoglobina normal esperado para o diagnóstico de anemia em uma gestação de 2°</p><p>trimestre:</p><p>A <11,0g/dL</p><p>B <12,0g/dL</p><p>C <10,5g/dL</p><p>D <11,5g/dL</p><p>4000197770</p><p>Questão 318 Síndrome dos ovários policísticos</p><p>Paciente com 21 anos, menarca aos 10 anos. Refere no último ano ciclos menstruais irregulares e há 3 meses</p><p>não apresenta menstruação. Ao exame clínico, observou-se hiperandrogenismo clínico. Nos exames</p><p>complementares apresentou: ultrassom pélvico via endovaginal: útero em AVF com aspecto e volume</p><p>normais; ovário direito apresentando 21 cistos anecóicos entre 2 e 9 mm de diâmetro médio,</p><p>dispersos irregularmente pelo tecido gonadal, com volume de 12 cm3; ovário esquerdo apresentando 12</p><p>cistos anecóicos entre 2 e 9 mm de diâmetro dispersos pelo tecido gonadal com volume de 9 cm³.</p><p>Resultado dos exames laboratoriais: FSH = 3,8 mUl/ml (VN = 2,8–14,4); TSH = 2,1 mUI/ml (VN = 0,4–4,5);</p><p>testosterona total = 85 ng/dl (VN = ≤ 80); prolactina = 6,2 ng/ml (VN = 5/0–2,5), SDHEA (Sulfato de</p><p>Deidroepiandrosterona) = 270,9 TTg/dl (VN = 80 a 300); 17OHP (17 alfa-hidroxiprogesterona) = 150 ng/dl</p><p>(VN = ≤ 200). Qual o tipo de anovulação é a mais provável?</p><p>A Ovários policísticos.</p><p>B Síndrome hiperprolactinêmica.</p><p>C Síndrome dos ovários policísticos.</p><p>D Hiperplasia adrenal congênita — forma não clássica.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>4000197769</p><p>Questão 319 Ginecologia</p><p>Mulher, 34 anos de idade, gestante de 23 semanas, realizou exames laboratoriais de rotina pré-natal e vem</p><p>para consulta médica após realização de ultrassonogra a morfológica de 2o trimestre, sem nenhuma</p><p>alteração. Fez exames laboratoriais: Hb: 10,0g/dL e Hematócrito: 30%; VCM: 76 (VR: 80 – 100 ) e HCM <</p><p>25pg (VR: 28 – 34pg). Eletroforese de hemoglobina evidencia traço falciforme e a paciente refere que seu</p><p>parceiro também possui traço falciforme. Com base nos dados do caso,</p><p>Indique o tratamento essencial para essa gestante considerando a principal suspeita diagnóstica.</p><p>A Ferro, via oral</p><p>B Ácido fólico, via parenteral</p><p>C Hidroxiureia, via oral</p><p>D Cianocobalamina, via parenteral</p><p>4000197768</p><p>Questão 320 Ginecologia</p><p>Com relação à técnica de separação anterior dos componentes para tratamento de hérnias ventrais, assinale</p><p>a alternativa correta.</p><p>A Essa técnica também é chamada de técnica de Ramirez.</p><p>B Nessa técnica, realizam-se sessões relaxadoras na aponeurose do oblíquo externo 2 cm medial à</p><p>linha semilunar bilateralmente.</p><p>C Essa técnica permite um ganho total de até 5 cm na linha média.</p><p>D O músculo reto abdominal é desinserido lateralmente.</p><p>E A prótese de politetrafluoretileno expandido (PTFE) é a prótese preferencialmente aceita para a</p><p>realização dessa técnica.</p><p>4000197767</p><p>Questão 321 Ginecologia</p><p>A técnica de esofagectomia com reconstrução de trânsito com anastomose gastroesofágica intratorácica</p><p>denomina-se</p><p>A Ivor Lewis.</p><p>B Braun.</p><p>C Marischino.</p><p>D Billroth.</p><p>E Meyers.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>4000197766</p><p>Questão 322 Ginecologia</p><p>Na técnica de short floppy Nissen, a sutura gástrica é posicionada</p><p>A à esquerda do esôfago.</p><p>B no corpo gástrico.</p><p>C posteriormente ao esôfago.</p><p>D anteriormente ao esôfago.</p><p>E à direita do esôfago</p><p>4000197765</p><p>Questão 323 Ginecologia</p><p>A técnica de Wantz é</p><p>A própria para</p><p>o tratamento das hérnias de Petit.</p><p>B uma boa opção no tratamento de hérnias paraestomais.</p><p>C proibitiva, devido à alta taxa de recidiva.</p><p>D preferida no tratamento de hérnias ventrais.</p><p>E usada nas recidivas inguinais.</p><p>4000197764</p><p>Questão 324 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa que apresenta o sintoma/sinal mais frequente na síndrome carcinoide.</p><p>A 2hiperqueratose</p><p>B broncoespasmo</p><p>C cardiopatia</p><p>D diarreia</p><p>E vômitos</p><p>4000197763</p><p>Questão 325 Ginecologia</p><p>A técnica do reparo posterior ou pré-peritoneal das herniorrafias femorais denomina-se</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A McVay.</p><p>B Lichtenstein.</p><p>C Bassini-Kirshner.</p><p>D Trabuco.</p><p>E Showdice.</p><p>4000197762</p><p>Questão 326 Ginecologia</p><p>Nas ulceras pépticas perfuradas, os microrganismos mais frequentes são</p><p>A E. coli e Bacteroides.</p><p>B S. aureus e S. Pneumoniae.</p><p>C H. pylori e E. coli.</p><p>D E. coli e Bacterobacter.</p><p>E H. pylori e Bacteroides.</p><p>4000197761</p><p>Questão 327 Ginecologia</p><p>A taxa de necessidade de intervenção cirúrgica no trauma torácico penetrante é estimada em</p><p>A 15-30%.</p><p>B 40%.</p><p>C 75%.</p><p>D 65%.</p><p>E 100%.</p><p>4000197760</p><p>Questão 328 Ginecologia</p><p>A sutura de Lembert é</p><p>A usada na sutura do parênquima pulmonar.</p><p>B invaginante.</p><p>C adequada para síntese hepática.</p><p>D usada em coledocorrafias.</p><p>E usada na síntese da aponeurose.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>4000197759</p><p>Questão 329 Endometriose</p><p>Paciente de 27 anos, procura ajuda médica com queixa de dispareunia de profundidade, que vem piorando há</p><p>10 meses. Nuligesta, menarca aos 13 anos, com ciclos regulares de 28 dias, duração de 4 dias. Refere</p><p>dismenorréia leve nos primeiros diasdo ciclo menstrual. Nega cirurgias anteriores, nega tabagismo. Primeira</p><p>relação sexual aos 17 anos de idade, no momento apresenta vida sexual ativa com parceiro estável e com uso</p><p>de preservativo masculino como método contraceptivo. Ao exame ginecológico: Vulva e vagina tró cas,</p><p>Colo uterino epitelizado, orifício externo circular e puntiforme, Teste de Schiller negativo, Ausência de</p><p>leucorreia. Ao toque: Útero em RVF, volume normal, móvel e indolor à palpação, Presença de quatro nódulos</p><p>palpáveis e dolorosos em fundo de saco vaginal. Qual a hipótese diagnóstica mais provável?</p><p>A Cistos de Gartner</p><p>B Endometriose pélvica</p><p>C Leiomioma multilobulado</p><p>D DIPA - doença inflamatória pélvica aguda</p><p>4000197758</p><p>Questão 330 Ginecologia</p><p>Mulher, 34 anos de idade, gestante de 23 semanas, realizou exames laboratoriais de rotina pré-natal e vem</p><p>para consulta médica após realização de ultrassonogra a morfológica de 2o trimestre, sem nenhuma</p><p>alteração. Fez exames laboratoriais: Hb: 10,0g/dL e Hematócrito: 30%; VCM: 76 (VR: 80 – 100 ) e HCM <</p><p>25pg (VR: 28 – 34pg). Eletroforese de hemoglobina evidencia traço falciforme e a paciente refere que seu</p><p>parceiro também possui traço falciforme. Com base nos dados do caso,</p><p>Com base nas possibilidades científicas e na legislação atuais, com relação à consultoria genética para o casal</p><p>que deseja ter filhos, pode-se dizer que</p><p>A uma possibilidade é fertilização in vitro com seleção pré-implante de embriões.</p><p>B o casal deve ser aconselhado à inseminação artificial com sêmen de doador.</p><p>C o casal deve ser estimulado à adoção de filhos não biológicos.</p><p>D a triagem genética pode ser feita intraútero nas primeiras 4 semanas pôs fertilização.</p><p>4000197757</p><p>Questão 331 Ginecologia</p><p>Casal foi submetido a Fertilização In Vitro com ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozóides). Ela</p><p>com 28 anos e Síndrome dos ovários policísticos, ele com 30 anos e oligoastenospermia. Foram aspirados 18</p><p>oócitos e fecundados 8 oócitos, os outros 10 oócitos foram criopreservados. Na evolução, obteve-se 5</p><p>embriões na fase de blastocisto. O casal manifestou, em consentimento informado, que deseja a</p><p>transferência máxima de dois embriões. Qual a recomendação mais segura para este casal, pensando</p><p>nas principais complicações do método?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Transferir um embrião pelo alto risco de SHEO</p><p>B Não transferir e congelar todos os embriões pelo alto risco de SHEO</p><p>C Transferir os dois embriões desejados pelo consentimento informado</p><p>D Transferir um embrião pelo baixo risco de SHEO (síndrome do hiperestimulo ovariano)</p><p>4000197756</p><p>Questão 332 Ginecologia</p><p>O duodeno está relacionado</p><p>A acima do corpo gástrico.</p><p>B lateralmente com a cabeça do pâncreas.</p><p>C superiormente com o lobo caudado do fígado.</p><p>D posteriormente com T10 e T11.</p><p>E lateralmente com o ureter direito.</p><p>4000197755</p><p>Questão 333 Ginecologia</p><p>Os linfonodos 4sa, na normatização das linfadenectomias gástricas, correspondem aos</p><p>A gastroepiploicos da direita.</p><p>B gastroepiploicos da esquerda.</p><p>C omentais.</p><p>D gástricos curtos.</p><p>E duodenais.</p><p>4000197754</p><p>Questão 334 Miomatose uterina</p><p>Paciente refere Irregularidade menstrual há 8 meses, com dismenorréia. Foi submetida à ultrassonogra a</p><p>pélvica via transvaginal, que demonstrou endométrio heterogêneo com espessura média de 10mm. Útero em</p><p>AFV, com volume normal. Supondo a presença de leiomioma submucoso, quais os procedimentos</p><p>subsequentes?</p><p>A curetagem uterina e Videolaparoscopia</p><p>B Histerossonografia e Video histeroscopia</p><p>C Histerossalpingografia e Video histeroscopia</p><p>D Ressonância magnética e Video histeroscopia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>4000197753</p><p>Questão 335 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa que apresenta o nome da síndrome colônica que envolve sistema esquelético, tecidos</p><p>moles e pele.</p><p>A Turcot</p><p>B Gardner</p><p>C Peutz-Jeghers</p><p>D Gardner</p><p>E Trousseau</p><p>4000197752</p><p>Questão 336 Ginecologia</p><p>Paciente com trauma abdominal contuso realizou uma tomogra a de abdome e pelve com duplo contraste</p><p>que evidenciou lesão renal < 1cm de profundidade, super cial ao córtex e hematoma renal associado. Com</p><p>base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a classificação dessa lesão.</p><p>A I</p><p>B II</p><p>C Ib</p><p>D Ia</p><p>E III</p><p>4000197751</p><p>Questão 337 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a pressão de perfusão abdominal em um paciente obeso no 1º dia pós-</p><p>operatório de apendicectomia complicada laparotômica que evolui com choque refratário a drogas</p><p>vasoativas, com PIA = 27 mmHg e PA = 80 mmHg x 40 mmHg.</p><p>A 11 mmHg.</p><p>B 22 mmHg.</p><p>C 26,3 mmHg.</p><p>D 20,3 mmHg.</p><p>E 41 mmHg</p><p>4000197750</p><p>Questão 338 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A fratura do enforcado</p><p>A consiste na fratura do áxis.</p><p>B é uma lesão de bom prognóstico.</p><p>C é uma lesão de péssimo prognóstico.</p><p>D evolui, quase sempre, com paraplegia.</p><p>E é a fratura da pars articularis de C1.</p><p>4000197749</p><p>Questão 339 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa que apresenta uma cirurgia considerada limpa.</p><p>A herniorrafia inguinal</p><p>B gastrectomia</p><p>C ressecção transuretral (RTU) de próstata</p><p>D traquioplastia</p><p>E cistectomia</p><p>4000197748</p><p>Questão 340 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa que apresenta um afastador autoestático.</p><p>A Finochietto</p><p>B Volkmann</p><p>C Balfour</p><p>D Doyen</p><p>E Farabeuf</p><p>4000197747</p><p>Questão 341 Ginecologia Incontinência urinária aos esf orços Exames complementares</p><p>Paciente, 58 anos, G=3, P=3, A=0, partos normais, procurou ambulatório de uroginecologia com queixa de</p><p>incontinência urinária aos esforços. Não apresenta comorbidades e não faz terapia de reposição hormonal.</p><p>Foram solicitados os exames e, dentre eles a ultrassonografia, que avalia:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A forma do colo vesical.</p><p>B O grau de inclinação da uretra.</p><p>C O desvio rotacional do colo vesical.</p><p>D A amplitude de deslocamento do colo vesical.</p><p>4000197746</p><p>Questão 342 Ginecologia</p><p>Mulher, 15 anos de idade, procura o ginecologista para orientação contraceptiva. Refere que seus pais</p><p>desconhecem que tem atividade sexual e que não pretende contar a eles. Durante o exame ginecológico,</p><p>são encontradas verrugas genitais suspeitas para HPV. Após esclarecer as dúvidas da jovem quanto à vida</p><p>sexual com segurança, o ginecologista deve:</p><p>A Prescrever contraceptivo e tratar as lesões</p><p>verrucosas com autorização da paciente.</p><p>B Solicitar a presença de um familiar responsável para prescrever o contraceptivo e tratar as lesões.</p><p>C Prescrever o contraceptivo, mas solicitar a um responsável que autorize a realização de biópsia.</p><p>D Orientar o uso de preservativo, cauterizar as lesões verrucosas e esclarecer sobre a necessidade da</p><p>presença de um adulto responsável para prescrição de medicamentos.</p><p>4000197745</p><p>Questão 343 Ginecologia</p><p>Quanto à técnica operatória em cirurgias de apendicite aguda, assinale a alternativa que apresenta</p><p>corretamente os locais das punções dos trocateres na técnica laparoscópica.</p><p>A três punções de 5 mm: duas à esquerda e uma à direita</p><p>B uma punção na região periumbilical de 10 mm, uma de 5 mm no hipogástrio e uma de 12 mm no</p><p>flanco esquerdo</p><p>C uma punção de 10 mm no flanco esquerdo, uma de 5 mm no umbigo e uma de 12 mm no hipogástrio</p><p>D duas punções de 10 mm no umbigo e no hipocôndrio direito e uma de 5 mm no flanco esquerdo</p><p>E uma punção de 10 mm no umbigo, uma de 5 mm no hipogástrio e uma de 12 mm no hipocôndrio</p><p>direito</p><p>4000197744</p><p>Questão 344 Ginecologia</p><p>O tumor de Frantz</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A acomete principalmente o corpo e(ou) a cauda pancreática.</p><p>B é um tumor cístico.</p><p>C acomete principalmente o processo uncinado.</p><p>D comporta-se, geralmente, de modo bem agressivo.</p><p>E acomete, preferencialmente, homens negros.</p><p>4000197743</p><p>Questão 345 Ginecologia</p><p>Incidentalomas são, geralmente,</p><p>A carcinomas.</p><p>B adenocarcinomas.</p><p>C lipomas.</p><p>D metástases.</p><p>E adenomas.</p><p>4000197742</p><p>Questão 346 Ginecologia</p><p>A endomiometrite puerperal é uma das patologias do puerpério conhecida como síndrome de Bumm.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta características dessa síndrome.</p><p>A loquiometra, útero amolecido e colo impérvio</p><p>B útero amolecido, loquiação fétida e taquicardia materna</p><p>C útero subinvoluído, doloroso com loquiação fétida</p><p>D lóquios com mau cheiro, útero amolecido e colo pérvio</p><p>E útero amolecido, subinvoluído, doloroso</p><p>4000197741</p><p>Questão 347 Ginecologia</p><p>A inibição intracelular da alfa-lactoalbumina durante a gestação ocorre no retículo endoplasmático rugoso.</p><p>Essa inibição deve-se à</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A prolactina.</p><p>B ocitocina.</p><p>C tiroxina.</p><p>D insulina.</p><p>E progesterona</p><p>4000197740</p><p>Questão 348 Ginecologia</p><p>Nas pacientes que não recebem analgesia de parto, pode-se realizar o bloqueio bilateral do nervo pudendo,</p><p>para a realização de episiotomia ou até mesmo para a realização de partos operatórios. Qual o ponto de</p><p>reparo para a realização dessa anestesia locorregional?</p><p>A fúrcula vaginal</p><p>B promontório</p><p>C cúlmen retropubiano</p><p>D músculo puborretal</p><p>E espinha ciática</p><p>4000197739</p><p>Questão 349 Ginecologia</p><p>Em paciente com restrição de crescimento intraútero, deve-se avaliar a vitalidade fetal por meio da</p><p>doppler uxometria das artérias cerebrais, umbilicais e uterinas. A centralização fetal ca caracterizada</p><p>quando o fluxo diastólico da artéria</p><p>A umbilical é maior do que o fluxo da artéria cerebral.</p><p>B umbilical é menor que o fluxo da artéria cerebral.</p><p>C cerebral é igual ao fluxo da artéria umbilical.</p><p>D umbilical é menor do que o fluxo da artéria cerebral.</p><p>E uterina é menor do que o fluxo da cerebral.</p><p>4000197738</p><p>Questão 350 Ginecologia</p><p>O trabalho de parto prematuro é uma patologia da gestação muito comum, sendo, por de nição, o início do</p><p>trabalho de parto antes da 37.ª semana de gestação. Uma das causas de trabalho de parto prematuro está</p><p>relacionada com sustâncias liberadas por bactérias, quando a etiologia é infecção. Com relação a esse</p><p>assunto, assinale a alternativa que apresenta a substância liberada pelas bactérias.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A ácido araquidônico</p><p>B prostaglandina E2</p><p>C tromboxano</p><p>D prostaglandina F2</p><p>E fosfolipase A2</p><p>4000197737</p><p>Questão 351 Ginecologia</p><p>A tocólise consiste na utilização de medicamentos para a inibição do trabalho de parto prematuro, havendo</p><p>diversas medicações com mecanismos de ação diferentes. Quanto a esse assunto, assinale a alternativa que</p><p>apresenta a associação incorreta entre medicação e mecanismo de ação.</p><p>A terbutaliana — conversão de ATP em AMP cíclico</p><p>B nifedipina — bloqueio do canal lento de entrada de cálcio</p><p>C sulfato de magnésio — competição direta com o cálcio</p><p>D atosiban — ação antagonista da progesterona</p><p>E indometacina — inibição da prostaglandina sintetase</p><p>4000197736</p><p>Questão 352 Ginecologia</p><p>Paciente multípara, portadora de diabetes mellitus gestacional, encontra-se no período expulsivo do trabalho</p><p>de parto, com 40 semanas de amenorreia. Após o desprendimento do polo cefálico, observa-se que o</p><p>desprendimento dos ombros ainda não ocorreu, mesmo após terem passados 30 segundos. Nesse caso, a</p><p>melhor conduta imediata é.</p><p>A aguardar até dois minutos para que o desprendimento ocorra naturalmente.</p><p>B aumentar a força de tração sobre a cabeça fetal, apoiando-se na mesa obstétrica para estabilizar a</p><p>postura.</p><p>C empurrar a cabeça fetal de volta à pelve materna e realizar cesariana de emergência.</p><p>D chamar um auxiliar para pressionar vigorosamente o fundo uterino materno, enquanto o obstetra</p><p>aumenta a tração sobre a cabeça fetal.</p><p>E fazer hiperflexão e abdução das coxas maternas e pressão suprapúbica para facilitar o</p><p>desprendimento dos ombros.</p><p>4000197735</p><p>Questão 353 Ginecologia</p><p>Os instrumentais apresentados nas imagens I, II, III. e IV, acima, são utilizados em partos operatórios. Assinale</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>a alternativa que relaciona corretamente o instrumento a seu nome.</p><p>A I - fórcipe de Piper; II - fórcipe de Barton; III - fórcipe de Chamberlein; IV - fórcipe de DeLee</p><p>B I - fórcipe de Kielland; II - fórcipe de Simpson-Braun; III - fórcipe de Barton; IV - alavanca para</p><p>cesárea</p><p>C I - fórcipe de Simpson-Braun; II - fórcipe de Kielland; III - fórcipe de Piper; IV - alavanca para</p><p>cesárea</p><p>D I - fórcipe de Simpson-Braun; II-fórcipe de Piper; III - fórcipe de Kielland; IV - fórcipe de Simpson</p><p>E I - fórcipe de Piper; II - fórcipe de Barton; III - fórcipe de Kielland; IV - fórcipe de Chamberlein</p><p>4000197734</p><p>Questão 354 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a conduta em gestantes com prolapso de válvula vital discreto, em</p><p>pacientes assintomáticas.</p><p>A digitalizar e fazer cesárea com 39 semanas</p><p>B fazer cesárea eletiva com 40 semanas</p><p>C fazer cesárea imediata, se entrar em trabalho de parto</p><p>D induzir o parto vaginal no termo</p><p>E esperar o desencadear espontâneo do trabalho de parto</p><p>4000197733</p><p>Questão 355 Sangramento uterino anormal</p><p>Paciente A.L.S, 14 anos, virgem, comparece à consulta ginecológica acompanhada da mãe, com queixa de</p><p>sangramento genital há 14 dias e irregularidade menstrual desde a menarca ocorrida há 11 meses. Apresenta-</p><p>se, ao exame físico: corada, com desenvolvimento pondero-estatural normal e caracteres sexuais</p><p>secundários compatíveis com a idade. Qual a melhor conduta?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Expectante.</p><p>B Videolaparoscopia.</p><p>C Ultra-sonografia pélvica.</p><p>D Anticoncepcional hormonal oral.</p><p>4000197732</p><p>Questão 356 Ginecologia</p><p>Quanto à presença de acelerações transitórias durante a realização da cardiotocogra a basal, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>A O início da aceleração ao pico deve durar sempre mais de 30 segundos.</p><p>B A duração mínima de cada episódio deve ser de mais de 3 minutos.</p><p>C A presença de acelerações transitórias pode ser interpretada como sinal de bem-estar fetal, quando</p><p>há pelo menos duas a cada 20 minutos.</p><p>D O início da aceleração ao pico deve durar sempre mais de 30 segundos.</p><p>E A presença de acelerações transitórias pode ser interpretada como sinal de bem-estar fetal</p><p>somente em prematuros.</p><p>4000197731</p><p>Questão 357 Ginecologia</p><p>Uma gestante de 38 anos de idade, primigesta, com 18 semanas, refere ao médico obstetra ter percebido</p><p>nódulo na mama há 3 semanas. Ao exame, observa-se o seguinte: presença de nódulo endurecido, 3,0</p><p>cm,</p><p>irregular, com linfonodo axilar suspeito. Solicitase ultrassonogra a das mamas como diagnóstico de nódulo</p><p>espiculado, 3,5 cm, axila com linfonodo atípico (BIRADS 5). Assinale a alternativa que apresenta a conduta</p><p>inicial nesse caso hipotético.</p><p>A PAAF do nódulo da mama e linfonodo axilar</p><p>B core biopsy de nódulo de mama e linfonodo axilar</p><p>C mamografia, para melhor avaliação do nódulo axilar</p><p>D ressonância magnética com gadolínio</p><p>E PAAF do nódulo da mama, sem necessidade de avaliar linfonodo</p><p>4000197730</p><p>Questão 358 Ginecologia</p><p>Uma gestante de 38 anos de idade, primigesta, com 18 semanas, refere ao médico obstetra ter percebido</p><p>nódulo na mama há 3 semanas. Ao exame, observa-se o seguinte: presença de nódulo endurecido, 3,0 cm,</p><p>irregular, com linfonodo axilar suspeito. Solicitase ultrassonogra a das mamas como diagnóstico de nódulo</p><p>espiculado, 3,5 cm, axila com linfonodo atípico (BIRADS 5). Considere que a paciente apresente diagnóstico</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>de carcinoma mamário invasivo, sem outras especi cações, G3, triplo negativo. Avaliando a idade</p><p>gestacional e o quadro clínico, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem terapêutica nessa</p><p>situação.</p><p>A interrupção da gestação, uma vez que isso melhoraria o prognóstico</p><p>B quimioterapia neoadjuvante</p><p>C mastectomia radical modificada, visto que está contraindicada quimioterapia na gestação</p><p>D cirurgia conservada com linfadenectomia</p><p>E imunoterapia com pembrolizumabe</p><p>4000197729</p><p>Questão 359 Ginecologia</p><p>Uma adolescente de 14 anos de idade, de IMC igual a 27 kg/m², apresento menarca aos 13 anos de idade.</p><p>Atualmente, apresenta ciclos a cada 45 dias. Considerando esse caso clínico, assinale a alternativa que</p><p>apresenta a conduta adequada para essa paciente.</p><p>A contraceptivo oral combinado de baixa dose</p><p>B progestagênio após o 15.o dia ciclo</p><p>C contraceptivo oral combinado com antiandrogênio, devido à suspeita de síndrome dos ovários</p><p>policísticos</p><p>D inusitol associado a progestagênio, após o 15.o dia do ciclo</p><p>E expectante</p><p>4000197728</p><p>Questão 360 Ginecologia</p><p>Paciente infértil, obesa, hirsuta, com ciclos menstruais irregulares, será submetida a indução de ovulação para</p><p>fertilização in vitro por fator ovulatório. Nesse caso, a paciente apresenta maior risco de</p><p>A luteinização precoce do folículo.</p><p>B cisto folicular.</p><p>C síndrome de hiperestimulação ovariana.</p><p>D corpo lúteo hemorrágico.</p><p>E falha de resposta ovariana.</p><p>4000197727</p><p>Questão 361 Ginecologia</p><p>No estudo urodinâmico, a complacência vesical define-se como a variação do(a)</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A pressão de perda dividida pelo volume da capacidade vesical.</p><p>B pressão vesical dividida pelo volume do primeiro desejo miccional.</p><p>C volume vesical dividido pelo volume do primeiro desejo miccional.</p><p>D pressão retal dividida pelo volume vesical.</p><p>E volume vesical dividido pela variação da pressão vesical.</p><p>4000197726</p><p>Questão 362 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 35 anos de idade, com prole constituída, apresenta queixa de aumento do volume de</p><p>sangramento menstrual nos últimos três meses, associado a anemia. Realizou ultrassonogra a transvaginal,</p><p>que revelou mioma FIGO 2 de 2,5 cm. Considerando esse caso clínico, assinale a alternativa que apresenta a</p><p>conduta mais adequada.</p><p>A histerectomia videolaparoscópica</p><p>B miomectomia laparoscópica e histeroscópica</p><p>C miomectomia histeroscópica</p><p>D análogo do GnRH</p><p>E expectante</p><p>4000197725</p><p>Questão 363 Ginecologia</p><p>Paciente de 55 anos de idade, assintomática, após ter recebido o laudo de exame citopatológico</p><p>(Papanicolau) com resultado de células atípicas escamosas de signi cado indeterminado, mas não se</p><p>podendo afastar lesão de alto grau (ASC-H), retorna ao ginecologista para avaliação da melhor conduta.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta nesse caso.</p><p>A encaminhar a paciente para realização de cirurgia de alta frequência (CAF) para exérese da zona de</p><p>transformação, devido ao alto risco de câncer de colo uterino</p><p>B orientar a paciente que, considerando-se sua idade, a realização de histerectomia é mais indicada,</p><p>devido ao risco de câncer de colo uterino</p><p>C orientar sobre o risco de neoplasia intraepitelial cervical de alto grau e encaminhar para conização</p><p>D tranquilizar a paciente, orientar sobre o risco de infecção por HPV — pois essa infecção</p><p>sexualmente transmissível é de alta prevalência em mulheres atualmente— e repetir o exame em 6</p><p>meses</p><p>E orientar sobre o risco de neoplasia intraepitelial cervical e encaminhar para colposcopia com biópsia,</p><p>se necessário para programação terapêutica</p><p>4000197724</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 364 Ginecologia</p><p>Paciente de 75 anos de idade apresenta quadro de sangramento vaginal, com um único episódio, e procura o</p><p>ginecologista. Assinale a alternativa que apresenta a conduta inicial adequada nesse caso hipotético.</p><p>A ultrassonografia transvaginal</p><p>B histeroscopia diagnóstica</p><p>C exame físico e citologia cérvico-vaginal</p><p>D colposcopia e citologia cérvico-vaginal</p><p>E expectante</p><p>4000197723</p><p>Questão 365 Ginecologia</p><p>O câncer de mama é a neoplasia que mais acomete as mulheres no Brasil e no mundo. Quanto à prevenção</p><p>de câncer de mama, assinale a alternativa correta.</p><p>A A mamografia digital apresenta melhor acurácia que a mamografia convencional na prevenção</p><p>primária do câncer de mama.</p><p>B Estudos mostram que as mastectomias profiláticas reduzem o risco de câncer em 97%.</p><p>C A atividade física não tem influência sobre a produção de hormônios sexuais; dessa forma, seu papel</p><p>na redução do câncer de mama é incerto.</p><p>D A periodicidade e a intensidade do exercício físico têm relação com a redução do risco.</p><p>E O tamoxifeno na dose de 20 mg é o único medicamento que pode ser utilizado na prevenção</p><p>primária do câncer de mama.</p><p>4000197722</p><p>Questão 366 Ginecologia</p><p>Paciente de 36 anos, casada, procura emergência da ginecologia relatando ter sofrido abuso sexual. De</p><p>acordo com o Ministério da Saúde, são cuidados preventivos de DST em pacientes vítimas de abuso sexual,</p><p>exceto:</p><p>A Medicações anti-retrovirais.</p><p>B Anticoncepção de emergência.</p><p>C Gamaglobulina hiperimune para hepatite B.</p><p>D Administração de Ofloxacina, Azitromicina, Penicilina Benzatina e Metronidazol.</p><p>4000197721</p><p>Questão 367 Ginecologia Farmacológicos Tratamento</p><p>Paciente de 60 anos, casada, G=4 P=4, partos normais, vem ao ambulatório de uroginecologia com queixa</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>de perda de urina ao espirrar. Em uso de terapia de reposição hormonal há 5 anos, IMC de 27, com vida</p><p>sexual ativa. Submetida a exames e na avaliação urodinâmica detectou-se hiperatividade detrusora. As</p><p>drogas de escolha utilizadas para o tratamento com melhor eficácia e efeitos colaterais são:</p><p>A Anti-colinérgicos</p><p>B Beta-bloqueadores</p><p>C Antidepressivos tricíclicos</p><p>D Agonistas beta miméticos</p><p>4000197720</p><p>Questão 368 Ginecologia</p><p>A respeito da vaginite inflamatória descamativa, assinale a alternativa correta.</p><p>A Caracteriza-se por corrimento vaginal, dispaurenia e presença de bactérias, fungos ou protozoários</p><p>comuns aos corrimentos vaginais.</p><p>B O penfigoide de membranas mucosas faz parte do diagnóstico diferencial.</p><p>C O diagnóstico é realizado por meio do teste das aminas.</p><p>D O líquen plano erosivo não faz parte do diagnóstico diferencial.</p><p>E Não existem estudos relacionando a vaginite inflamatória descamativa à presença do</p><p>Streptococcus do grupo B.</p><p>4000197719</p><p>Questão 369 Ginecologia</p><p>Paciente de 13 anos é atendida na Atenção Básica. Refere atraso menstrual e que teve relação sexual</p><p>desprotegida com o namorado de 14 anos. Encontra-se sem a companhia de responsável. Após a anaminese</p><p>e exame físico, é esclarecida da necessidade do exame para gravidez. Com resultado positivo, o</p><p>ginecologista volta às orientações devido à situação a ita e desejo de aborto da adolescente. Qual a conduta</p><p>correta de acordo com as recomendações da: OMS (organização mundial de saúde), Legislação</p><p>Retirar DIU e realizar inserção de novo dispositivo.</p><p>4000193813</p><p>Questão 29 Ginecologia</p><p>Paciente de 27 anos vem para a consulta ginecológica para escolha de método contraceptivo. G1P1. Nega</p><p>comorbidades ou alergias. Deseja método e caz e que reduza o uxo menstrual. Refere cirurgia bariátrica</p><p>(bypass gástrico) há 2 anos. Atualmente pesa 95 kg (peso anterior 140 kg). Nega tabagismo. Exame</p><p>ginecológico sem alterações. PA: 110x80 mmhg. Dentre os métodos abaixo, qual seria o mais adequado para</p><p>ela?</p><p>A Diafragma</p><p>B Diu de cobre.</p><p>C Adesivo transdérmico</p><p>D Diu liberador de levonorgestrel</p><p>4000193812</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 30 Ginecologia</p><p>Segundo a lei 14443 de 02/09/2022, que modificou a lei 9263 sobre planejamento familiar, está correto:</p><p>A Homens e mulheres com capacidade civil plena, mais de 25 anos ou mais de 2 filhos vivos podem</p><p>solicitar esterilização cirúrgica.</p><p>B Homens e mulheres com capacidade civil plena, mais de 21 anos e mais de 1 filho vivo podem</p><p>solicitar esterilização cirúrgica.</p><p>C A laqueadura pode ser realizada no momento do parto desde que a paciente tenha manifestado a</p><p>vontade por escrito há, no mínimo, 60 dias.</p><p>D Há necessidade de assinatura do cônjuge em casos de sociedade conjugal.</p><p>4000193811</p><p>Questão 31 Ginecologia</p><p>Paciente de 45 anos, G3P3N, foi encaminhada para serviço especializado de patologia do trato genital</p><p>inferior devido alteração na colpocitologia oncótica: lesão intraepitelial de alto grau. Foi realizada colposcopia</p><p>com o seguinte resultado:</p><p>Diante desse achado, qual deve ser a conduta?</p><p>A Exérese de zona de transformação.</p><p>B Histerectomia.</p><p>C Avaliar presença de lesão de vagina associada.</p><p>D Biópsia em quatro quadrantes.</p><p>4000193810</p><p>Questão 32 Ginecologia</p><p>Paciente de 22 anos, nuligesta, foi encaminhada para serviço especializado de patologia do trato genital</p><p>inferior devido alteração na colpocitologia oncótica. Teve sexarca aos 15 anos e 8 parceiros sexuais. Não</p><p>tomou vacina contra hpv. nega comorbidades. Colpocitologia oncótica: lesão intraepitelial de alto grau. Foi</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>realizada colposcopia com o seguinte achado:</p><p>O resultado da biópsia de colo foi nic 2. Qual a conduta?</p><p>A Repetir citologia e colposcopia em 12 meses.</p><p>B Exérese de zona de transformação.</p><p>C Histerectomia.</p><p>D Repetir citologia e colposcopia em 6 meses.</p><p>4000193809</p><p>Questão 33 Ginecologia</p><p>Sobre os testes moleculares para pesquisa de hpv, assinale a alternativa correta:</p><p>A Ficam positivos após a vacinação contra hpv.</p><p>B Devem ser realizados, segundo o ministério da saúde, em todas as mulheres acima de 21 anos.</p><p>C Possuem elevado valor preditivo negativo.</p><p>D Diante de hpv 16 + e citologia ascus está indicada exérese de zona de transformação.</p><p>4000193808</p><p>Questão 34 Ginecologia</p><p>Paciente de 52 anos, G3P3C, refere episódios de sinusorragia frequentes. Foi várias vezes à urgência, porém</p><p>só fazia uso de anti brinolíticos. ao ser encaminhada ao ginecologista, o exame físico mostrou tumoração em</p><p>colo uterino de aproximadamente 5 cm, com extensão para terço inferior da vagina e paramétrios</p><p>comprometidos bilateralmente. Qual o estadiamento (figo 2018)?</p><p>A IA</p><p>B IIB</p><p>C IIIA</p><p>D IIIB</p><p>4000193807</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 35 Ginecologia</p><p>Paciente de 55 anos portadora de doença de crohn refere prurido vulvar há mais de 10 anos e infecções</p><p>urinárias de repetição. Realizou tratamento com antifúngicos no início do quadro apenas. O exame da vulva</p><p>está na imagem abaixo:</p><p>Qual hipótese diagnóstica e conduta?</p><p>A Líquen simples crônico. Corticoide.</p><p>B Líquen escleroso. Corticoide.</p><p>C Líquen escleroso. Biópsia.</p><p>D Sinéquia de pequenos lábios. Estrogênio tópico.</p><p>4000193806</p><p>Questão 36 Ginecologia</p><p>Paciente de 60 anos, diabética descompensada refere prurido vulvar crônico. O exame da vulva está na</p><p>imagem abaixo:</p><p>Qual hipótese diagnóstica e conduta?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Líquen escleroso. Corticoide tópico.</p><p>B Câncer de vulva. Biópsia incisional.</p><p>C Câncer de vulva. Biópsia excisional.</p><p>D Condiloma acuminado. Laser de CO₂.</p><p>4000193805</p><p>Questão 37 Ginecologia</p><p>Paciente de 60 anos com relato de corrimento vaginal amarelado em grande quantidade e sem odor. Ao ef,</p><p>ph vaginal de 5,5, corrimento amarelo bolhoso, sem odor fétido. Microscopia do conteúdo vaginal: aumento</p><p>de polimofonucleares com predomínio de células parabasais e basais. Qual sua hipótese diagnóstica?</p><p>A Tricomoníase.</p><p>B Vaginite atrófica.</p><p>C Vaginite inflamatória descamativa.</p><p>D Vaginose citolítica.</p><p>4000193804</p><p>Questão 38 Ginecologia</p><p>Sua paciente tem 30 anos está gestante de 30 semanas e refere corrimento com prurido intenso. A</p><p>microscopia com conteúdo vaginal evidenciou aumento de polimorfonucleares e presenças de hifas. Qual das</p><p>alternativas traz a melhor opção de tratamento?</p><p>A Fluconazol 150 mg, VO, dose única.</p><p>B Nistatina via vaginal por 7 dias.</p><p>C Miconazol via vaginal por 7 dias.</p><p>D Metronizadol via vaginal por 5 dias.</p><p>4000193803</p><p>Questão 39 Ginecologia</p><p>Casal está tentando engravidar há 1 ano sem sucesso. Ambos têm 36 anos, sem comorbidades e nunca</p><p>tiveram filhos. A paciente relata ciclos regulares, com fluxo normal.</p><p>Seguem seus exames:</p><p>Paciente: fsh 5 mui/ml, tsh 1,0 ui/ml, prolactina 10 ng/ml.</p><p>Histerossalpingografia: obstrução tubária bilateral com hidrossalpinge.</p><p>Ultrassonografia transvaginal: normal</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Espermograma do parceiro: volume 3 ml, concentração 20 milhões/ml, a+b 40%, kruger 5%</p><p>Qual o tratamento para o casal?</p><p>A Fertilização in vitro (FIV) com óvulos doados.</p><p>B Inseminação intrauterina.</p><p>C Salpingectomia bilateral + FIV</p><p>D Indução de ovulação com letrozol.</p><p>4000193802</p><p>Questão 40 Ginecologia</p><p>Sobre as normas éticas do CFM para reprodução assistida:</p><p>A No laudo de embriões biopsiados é permitido o resultado do cariótipo.</p><p>B O número máximo de embriões que podem ser gerados é 8.</p><p>C A idade máxima para doação de óvulos é de 35 anos.</p><p>D A idade máxima para doação de espermatozoides é de 50 anos.</p><p>4000193801</p><p>Questão 41 Ginecologia</p><p>Sobre o cuidado ginecológico em transgêneros:</p><p>A O rastreio do câncer de colo deve ser mantido segundo as orientações do Ministério da Saúde.</p><p>B Se o paciente realizou retirada das mamas, não precisa realizar mamografia de rastreamento.</p><p>C Pacientes que utilizam testosterona não precisam de anticoncepção.</p><p>D A cirurgia para redesignação de sexo pode ser realizada a partir dos 14 anos.</p><p>4000193800</p><p>Questão 42 Ginecologia</p><p>Mulher de 35 anos, relata amenorréia há 6 meses, associada com ressecamento vaginal e dispareunia.</p><p>Estatura = 1,64 m e peso = 45 kg. Seguem alguns exames:</p><p>Ultrassonografia transvaginal: útero de volume normal com eco endometrial 3 mm. Ovários normais.</p><p>FSH: 0,5 mUI/mL</p><p>TSH e prolactina normais.</p><p>O diagnóstico mais provável é:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Insuficiência ovariana prematura.</p><p>B Amenorréia hipotalâmica.</p><p>C Síndrome de Sheehan.</p><p>D Hiperprolactinemia.</p><p>4000193799</p><p>Questão 43 Ginecologia</p><p>Paciente de 27 anos refere amenorreia há 7 meses. Refere ciclos anteriores regulares, com volume normal.</p><p>G1P1C(há 5 anos)A0. Está em tratamento para depressão com benzodiazepínicos. Seguem os exames</p><p>complementares:</p><p>Beta hcg: negativo</p><p>TSH 2 mUi/mL</p><p>FSH 0,8 mUi/mL</p><p>Prolactina 58 ng/mL</p><p>Qual a hipótese diagnóstica:</p><p>A Amenorreia funcional.</p><p>B Hiperprolactinemia por fármacos.</p><p>C Hiperprolactinemia por provável tumor no sistema nervoso central.</p><p>D Hipertireoidismo.</p><p>4000193798</p><p>Questão 44 Ginecologia</p><p>Paciente de 17 anos, refere nunca ter menstruado. Ao exame físico, desenvolvimento puberal M2P1, com</p><p>presença de abaulamento na região inguinal. Ao exame de imagem, útero ausente. O cariótipo é 46XY. Qual o</p><p>diagnóstico?</p><p>A Síndrome de Turner</p><p>B Síndrome de Morris</p><p>C Síndrome de Rokitansky</p><p>D Disgenesia gonadal pura</p><p>4000193797</p><p>Questão 45 Ginecologia</p><p>Mulher, 37 anos, chega a Serviço de Emergência</p><p>Nacional</p><p>e Entidades Medicas Brasileiras?</p><p>A Indicar o aborto Legal pela opção da adolescente após o consentimento do parceiro.</p><p>B O encaminhamento ao Aborto Legal é considerado devido à relação com estupro de vulnerável</p><p>menor que 14 anos. Deve ser feita a notificação. Necessário a presença do responsável maior de</p><p>idade. Sem a necessidade de denúncia policial.</p><p>C Aborto deve ser desencorajado com orientações à adolescente.</p><p>D Aborto Legal só será indicado após período de espera de 3 meses para conscientização do</p><p>procedimento pela adolescente.</p><p>4000197718</p><p>Questão 370 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Paciente de 32 anos, G=1 P=1 (C), IMC 23,5. Faz seguimento de LES (Lúpus Eritematoso sistêmico) há 1 ano,</p><p>com alterações de poliartrite simétrica, alopécia, anemia e hipertriglicidemia. Faz uso de: ciclosporina,</p><p>hidroxicloroquina, predinisona, sinvastatina e pantoprazol. Esta em uso de preservativo masculino e deseja</p><p>método mais seguro. Na avaliação ginecologia: ciclos menstruais regulares, com uxo volumoso, sinais</p><p>vitais normais. Ultrassonogra a pélvica transvaginal e citologia oncótica do colo uterino sem alterações. Qual</p><p>o melhor método contraceptivo para esta paciente?</p><p>A Contraceptivo oral combinado.</p><p>B Dispositivo intrauterino de cobre.</p><p>C Dispositivo intrauterino com levonorgestrel.</p><p>D Anticoncepcional de progestogênio isolado.</p><p>4000197717</p><p>Questão 371 Ginecologia</p><p>Paciente de 28 anos, sexo feminino, natural de São José do Rio Preto, atendida em UBS. Queixa de febre</p><p>intermitente e perda de peso nos últimos 4 meses. Refere múltiplos parceiros nos 2 últimos anos e nega uso</p><p>de proteção adequada. Nega contato atual com os mesmos, mas refere falecimento de um deles e</p><p>desconhece a causa. Há 6 meses fez uso de penicilina G benzatina para tratar ferida na genitália, com cura.</p><p>Ao exame físico geral e ginecológico não apresenta alterações. Em exames já realizados na unidade</p><p>básica apresentou teste rápido para HIV positivo e teste não treponêmico com titulação de 1:4. Paciente foi</p><p>encaminhada para internação e investigação clínica. Mas em relação a si lis dessa paciente podemos a rmar:</p><p>A O diagnóstico foi definido pelo VDRL recente.</p><p>B Somente com o resultado do teste treponêmico da época da doença faremos o diagnóstico.</p><p>C Não é necessário nenhum dado a mais para a definição diagnóstica.</p><p>D Só vamos definir como doença Ativa ou Cicatricial tendo em mãos o resultado não treponêmico</p><p>anterior (da época do tratamento) e o atual.</p><p>4000197716</p><p>Questão 372 Ginecologia</p><p>Mulher 27 anos de idade, G=0, colhe sua Colpocitologia Oncótica de rotina, cujo resultado veio ASC-US</p><p>(Atipia de Células Escamosas de Significado Indeterminado). Diante deste resultado, qual a sua conduta?</p><p>A Repetir a Colpocitologia oncótica em 6 meses</p><p>B Repetir a Colpocitologia Oncótica em 1 ano</p><p>C Repetir a Colpocitologia Oncótica em 3 anos</p><p>D Fazer Colposcopia</p><p>4000197715</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 373 Ginecologia</p><p>Mulher de 28 anos de idade, casada, procura a UBS com queixa de corrimento branco, com odor forte, que</p><p>piora após o coito, há 2 meses. Faz uso de contraceptivo hormonal oral combinado. Qual tratamento abaixo é</p><p>recomendado?</p><p>A Metronidazol 250 mg de 12/12 hs VO por 7 dias</p><p>B Nistatina 100.000 UI creme vaginal por 14 noites</p><p>C Fluconazol 150 mg VO em dose única</p><p>D Amoxacilina 500 mg de 8/8 hs por 7 dias</p><p>4000197714</p><p>Questão 374 Ginecologia</p><p>Mulher, 32 anos, G=3; P=1; A=0, deu entrada na emergência do hospital com gestação de 37 semanas, com</p><p>dor de forte intensidade e sangramento moderado há 1 hora. Ao exame: BCF = 172 bpm e hipertonia uterina</p><p>importante. É indicada cesariana de urgência, com hipótese diagnóstica de descolamento prematuro de</p><p>placenta e sofrimento fetal agudo. Na cesariana, após saída do concepto e placenta, esta mostrou um</p><p>grande hematoma retroplacentário. O útero depois apresentou atonia, que reverteu com massagem e</p><p>ocitocina, e a paciente recebeu transfusão de sangue. No puerpério não conseguiu amamentar e depois</p><p>disso encontra-se em amenorreia há 8 meses. Qual a hipótese para esta amenorreia?</p><p>A Síndrome de Sheehan.</p><p>B Síndrome de Asherman.</p><p>C Síndrome de Roktanski.</p><p>D Síndrome de Simmonds.</p><p>4000197713</p><p>Questão 375 Coagulopatias</p><p>Menina, 12 anos de idade, teve a menarca com Sangramento Menstrual Excessivo (SME). Nas outras duas</p><p>menstruações seguintes, teve que ser internada devido ao uxo abundante. Qual das abaixo é uma hipótese</p><p>diagnóstica provável para ela?</p><p>A Disfunção ovulatória</p><p>B Doença de Von Willebrand</p><p>C Disfunção endometrial</p><p>D Imaturidade do eixo Hipotálamo-hipófise-ovários</p><p>4000197712</p><p>Questão 376 Ginecologia</p><p>Mulher, 32 anos de idade, G=3 P=3 (N), em uso de contraceptivo hormonal oral, apresentou resultado de sua</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Colpocitologia Oncótica de Lesão intraepitelial de alto grau (NIC-II / III). Sua colposcopia mostrou uma zona</p><p>de transformação tipo 2, na qual há um achado de pontilhado grosseiro no quadrante II, entre 4 e 6 hs. Foi</p><p>submetida à biopsia, cujo anátomopatológico revelou NIC-II. Qual sua conduta neste caso?</p><p>A Traquelectomia</p><p>B Excisão tipo 2 pela CAF</p><p>C Histerectomia total</p><p>D Excisão tipo 3 pela CAF (cirurgia de alta frequência)</p><p>4000197710</p><p>Questão 377 Ginecologia</p><p>Mulher, 27 anos de idade, procura UBS para uma consulta, pois está com atraso menstrual (Última</p><p>menstruação há 2 meses). Você colhe colpocitologia oncótica (CO) e pede βHCG plasmático. O resultado</p><p>da CO sugere uma Lesão Intra-epitelial de alto grau (NIC-II) e o teste de gravidez dá positivo (encontra-se</p><p>na 8ª semana de gestação). Você faz Colposcopia, onde visualiza uma Zona de transformação tipo 1, com um</p><p>epitélio aceto branco opaco, Iodo negativo, Schiller positivo, no quadrante 4, entre 11 e 12 hs. Qual</p><p>sua conduta?</p><p>A Aguardar o nascimento e biopsiar 90 dias após o parto.</p><p>B Interromper a gestação para prosseguir investigação e tratamento.</p><p>C Fazer conização do colo uterino por CAF (cirurgia de alta frequência).</p><p>D Fazer biopsia para tomar a conduta de acordo com o resultado anatomopatológico.</p><p>4000197708</p><p>Questão 378 Ginecologia</p><p>Mulher de 23 anos de idade, grávida de 20 semanas, apresenta lesões verrucosas na vulva e vagina. Seu</p><p>parceiro também apresenta tais lesões, já foi ao urologista e está em tratamento das mesmas. Para o</p><p>tratamento destas verrugas genitais, provocadas por HPV de baixo risco, esta paciente pode ser tratada</p><p>com qual das opções abaixo?</p><p>A Imiquimode.</p><p>B 5-fluorouracil.</p><p>C Podofilina a 25%.</p><p>D Ácido tricloroacético à 50%.</p><p>4000197706</p><p>Questão 379 Ginecologia Regimes terapêuticos</p><p>Mulher de 52 anos de idade, encontra-se menopausada há 1 ano, com sintomas climatéricos importantes</p><p>(fogachos, insônia, fadiga, sem energias para atividades físicas que costumava praticar, irritabilidade,</p><p>diminuição importante da libido). Não tem contra-indicações para a Terapia Hormonal (TH), não tem</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>antecedentes familiares de câncer de mama e seus exames estão todos normais. Após as devidas</p><p>orientações, paciente opta pela reposição hormonal (TH). Qual das abaixo seria uma boa opção para esta</p><p>paciente?</p><p>A Tibolona</p><p>B Tamoxifeno</p><p>C Estrogênio isolado</p><p>D Progestogênio isolado</p><p>4000197705</p><p>Questão 380 Vaginismo Ginecologia</p><p>Paciente, 22 anos de idade, vem em atendimento ambulatorial referindo que está namorando há dois anos e,</p><p>desde o início do namoro, não consegue ter relação sexual por penetração. Refere que desde o seu primeiro</p><p>relacionamento percebia que, antes mesmo de tentar iniciar a penetração, já sentia dor no local. Relata que</p><p>toda vez que seu parceiro tocava nos grandes lábios ela pedia para parar pois o desconforto já iniciava. Ao</p><p>ser questionada sobre sua infância, relata que, infelizmente, havia sido violentada sexualmente por um</p><p>conhecido da família.</p><p>O vaginismo dessa paciente é caracterizado por</p><p>A Dor na penetração vaginal, por contração voluntária dos músculos do</p><p>assoalho pélvico ao tentar a</p><p>penetração do pênis.</p><p>B Dor na penetração vaginal, com contração involuntária dos músculos do assoalho pélvico ao tentar a</p><p>penetração do pênis.</p><p>C Disfunção psicológica, sem distúrbio orgânico e sem contrações, mas cujo medo de ter o coito</p><p>penetrativo leva à dor intensa, impedindo a continuação da relação sexual.</p><p>D Disfunção psicológica, sem distúrbio orgânico, na qual a mulher não consegue, em nenhum grau, que</p><p>ocorra penetração do pênis, dedo, tampão ou espéculo.</p><p>4000197704</p><p>Questão 381 Ginecologia</p><p>Gestante na 10ª semana apresentou glicemia de jejum de 90 mg/dl. Posteriormente, foi realizado Teste Oral</p><p>de Tolerância à Glicose (TOTG) com 75 g de glicose, quando se encontrava na 24ª semana. De acordo com</p><p>a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e o estudo HYPERGLYCEMIA ADVERSE</p><p>PREGNANCY OUTCOME (HAPO-2008), os pontos de corte para o diagnóstico de diabetes mellitus</p><p>gestacional são:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Ao menos um valor de Glicemia de jejum: ≥ 126 mg/dl; 1ª hora ≥ 180 mg/dl; 2ª hora ≥ 240 mg/dl.</p><p>B Ao menos um valor de Glicemia de jejum ≥ 126 mg/dl; pós-prandial > 140 mg/dl e hemoglobina</p><p>glicada superior à 6,5%.</p><p>C Ao menos um valor de Glicemia de jejum: 92 a 125 mg/dl; 1ª hora ≥ 180 mg/dl; 2ª hora: 153–199</p><p>mg/dl.</p><p>D Ao menos um valor de dosagem aleatória de glicemia > 200 mg/dl; glicemia de jejum em 8 horas ≥</p><p>126 mg/dl.</p><p>4000197703</p><p>Questão 382 Vaginismo Ginecologia</p><p>Paciente, 22 anos de idade, vem em atendimento ambulatorial referindo que está namorando há dois anos e,</p><p>desde o início do namoro, não consegue ter relação sexual por penetração. Refere que desde o seu primeiro</p><p>relacionamento percebia que, antes mesmo de tentar iniciar a penetração, já sentia dor no local. Relata que</p><p>toda vez que seu parceiro tocava nos grandes lábios ela pedia para parar pois o desconforto já iniciava. Ao</p><p>ser questionada sobre sua infância, relata que, infelizmente, havia sido violentada sexualmente por um</p><p>conhecido da família.</p><p>Para o tratamento do vaginismo, pode-se afirmar:</p><p>A O tratamento é baseado na técnica de hipersensibilização sistemática através da fisioterapia</p><p>pélvica.</p><p>B A fisioterapia para tratamento do vaginismo usa técnicas de dessensibilização com uso de</p><p>dilatadores, respiração diafragmática e estimulação elétrica.</p><p>C A atividade sexual deve ser estimulada, durante o tratamento, para inibição da contratura</p><p>involuntária da musculatura.</p><p>D A Lidocaína tópica não deve ser utilizada nesses casos, pois retira muito a sensibilidade da mulher.</p><p>4000197702</p><p>Questão 383 Vaginismo Ginecologia</p><p>Paciente, 22 anos de idade, vem em atendimento ambulatorial referindo que está namorando há dois anos e,</p><p>desde o início do namoro, não consegue ter relação sexual por penetração. Refere que desde o seu primeiro</p><p>relacionamento percebia que, antes mesmo de tentar iniciar a penetração, já sentia dor no local. Relata que</p><p>toda vez que seu parceiro tocava nos grandes lábios ela pedia para parar pois o desconforto já iniciava. Ao</p><p>ser questionada sobre sua infância, relata que, infelizmente, havia sido violentada sexualmente por um</p><p>conhecido da família.</p><p>Quanto à etiologia do vaginismo, pode se dizer que</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A a ansiedade fóbica não seria uma das causas do vaginismo, pois a dor só acontece na tentativa de</p><p>penetração e não antes.</p><p>B o vaginismo secundário diferencia-se do vaginismo primário por ser ocasionado por anormalidades</p><p>congênitas do hímen, enquanto o primário decorre de fatores psíquicos.</p><p>C a fisioterapia do assoalho pélvico visa atuar nos fatores causais, com redução do espasmo da</p><p>musculatura pélvica através de técnicas como os exercícios de Kegel.</p><p>D a violência sexual e o estresse pós-traumático não se enquadram como causas, pois na definição de</p><p>vaginismo é necessária uma causa orgânica vaginal ou vulvar.</p><p>4000197701</p><p>Questão 384 Ginecologia</p><p>Paciente comparece em consulta ginecológica referindo dois partos cesáreos anteriores, sendo o último há</p><p>dois anos. Desde então, o método contraceptivo que faz uso é o Dispositivo Intrauterino (DIU) de Cobre.</p><p>Porém, relata atraso menstrual de 6 semanas, e hoje fez teste de gravidez com resultado positivo. Ao exame</p><p>ginecológico, o fio do dispositivo está visível no colo uterino. A conduta mais adequada, nesses casos, é:</p><p>A Retirar o DIU durante o exame.</p><p>B Aguardar até a 16ª semana para a remoção.</p><p>C Agendar consultas no pré-natal de alto risco.</p><p>D Retirar o dispositivo somente se houver sangramento.</p><p>4000197700</p><p>Questão 385 Ginecologia</p><p>Gestante tercigesta na 10ª semana, com data do último parto há 8 anos, refere que recebeu 3 doses de</p><p>vacina antitetânica durante o pré-natal do segundo lho. Para a pro laxia do tétano neonatal nesta gestação,</p><p>a conduta é:</p><p>A Repetir as 3 doses.</p><p>B Repetir as 3 doses após o parto.</p><p>C Realizar uma dose de reforço.</p><p>D Não há necessidade de novas doses.</p><p>4000197698</p><p>Questão 386 Ginecologia</p><p>Durante uma discussão de caso clínico sobre infecção do trato urinário na gestação, foram analisados os</p><p>principais mecanismos facilitadores dessa ocorrência. Eles estão descritos na alternativa:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Diminuição do pH urinário, aumento da taxa de filtração glomerular, aminoacidúria e glicosúria.</p><p>B Relaxamento da musculatura lisa da via urinária, aumento da concentração de glicose na urina e</p><p>aumento do pH urinário.</p><p>C Compressão mecânica nas vias urinárias (útero e feto), diminuição da resistência vascular periférica</p><p>e aumento da concentração de glicose na urina.</p><p>D Diminuição da taxa de filtração glomerular, diminuição da complacência vesical e refluxo</p><p>uretrovesical.</p><p>4000197697</p><p>Questão 387 Ginecologia</p><p>Gestante na 32ª semana, portadora de diabetes mellitus insulinodependente, de difícil controle glicêmico, é</p><p>alertada sobre as possíveis alterações esperadas no feto e recém-nascido, que são: macrossomia, morte</p><p>intraútero e hipoglicemia neonatal. Essas alterações são decorrentes de:</p><p>A Hiperglicemia fetal</p><p>B Hiperinsulinismo fetal</p><p>C Hipoglicemia materna</p><p>D Acidose metabólica fetal</p><p>4000197696</p><p>Questão 388 Ginecologia</p><p>Gestante na 25ª semana realiza Teste Oral de Tolerância à glicose (TOTG) com 75 g de glicose com</p><p>resultado: glicemia de jejum= 90 mg/l; 1ª hora pós-sobrecarga=140 mg/dl; 2ª hora pós-sobrecarga=139 mg/dl.</p><p>A orientação e conduta mais adequadas para esta paciente são:</p><p>A Explicar que os resultados estão normais e manter manter a paciente no pré-natal de risco habitual.</p><p>B Explicar que os resultados indicam diabetes mellitus gestacional e iniciar o tratamento com</p><p>exercícios e dieta específica.</p><p>C Considerar e explicar que a paciente é portadora de diabetes mellitus pré-gestacional e iniciar o</p><p>tratamento com hipoglicemiante via oral.</p><p>D Explicar que no momento os resultados são normais, porém os exames deverão ser repetidos na</p><p>28ª, 32ª e 36ª semana.</p><p>4000197695</p><p>Questão 389 Ginecologia</p><p>Durante a gestação, até aproximadamente 24 semanas, ocorrem níveis glicêmicos inferiores aos observados</p><p>em mulheres não grávidas. Esta alteração fisiológica é decorrente de:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Aumento de estrógeno e progesterona que ocasionam hipertrofia das células alfa-pancreáticas,</p><p>com consequente resistência periférica à insulina.</p><p>B Aumento do Hormonio Lactogênio Placentário Humano e glicogenólise, ocasionando diminuição da</p><p>resistência periférica à insulina.</p><p>C Aumento da gonadotrofina coriônica humana e do cortisol fetal, ocasionando maior glicogenólise.</p><p>D Aumento de estrógeno e progesterona que ocasionam hipertrofia das células beta-pancreáticas,</p><p>com consequente aumento da insulina.</p><p>4000197694</p><p>Questão 390 Ginecologia</p><p>De acordo com os protocolos utilizados na Assistência Pré-Natal (Ministério da Saúde do Brasil), qual é a</p><p>idade gestacional adequada para realizar o rastreamento para diabetes gestacional:</p><p>A 12ª e 16ª semana de gestação.</p><p>B 16ª e 18ª semana de gestação.</p><p>C 20ª e 24ª semana de gestação.</p><p>D 24ª e 28ª semana de gestação.</p><p>4000197693</p><p>Questão 391 Ginecologia</p><p>Gestante de 32 anos, multípara, sem comorbidades, é internada na 39ª semana em trabalho de parto.</p><p>Realizado amniotomia com dilatação cervical de 8 centímetros. Em seguida, a paciente evolui, subitamente,</p><p>com hipotensão arterial grave, cianose, dispnéia e parada cardiorrespiratória irreversível. O diagnóstico mais</p><p>provável para esse caso é:</p><p>A Eclâmpsia.</p><p>B Embolia amniótica.</p><p>C Descolamento de placenta.</p><p>D Choque hemorrágico.</p><p>4000197691</p><p>Questão 392 Ginecologia</p><p>Durante a admissão de uma parturiente, é observado no exame obstétrico: colo uterino dilatado em 8 cm,</p><p>bolsa rota, apresentação cefálica, localizada no estreito superior da bacia, sutura sagital próxima da pube. De</p><p>acordo com esses dados, trata-se da seguinte ocorrência:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Assinclitismo posterior.</p><p>B Deflexão de 1º grau.</p><p>C Acavalgamento dos ossos parietais.</p><p>D Rotação interna do polo cefálico.</p><p>4000197689</p><p>Questão 393 Ginecologia</p><p>Na consulta de pré-natal de uma gestante na 28ª semana, observou-se episódios de recorrência de infecção</p><p>urinária. A conduta nesses casos é:</p><p>A Profilaxia com nitrofurantoína, 100 mg, 1 comprimido, via oral por dia até a 36ª semana.</p><p>B Clindamicina, creme vaginal, uma aplicação semanal, até o parto.</p><p>C Metronidazol, óvulos vaginais uma aplicação semanal, até o parto e após coito.</p><p>D Cranberry, 500 mg, duas cápsulas via oral ao dia e clindamicina (creme vaginal), uma aplicação</p><p>semanal.</p><p>4000197688</p><p>Questão 394 Ginecologia</p><p>Jovem, de 30 anos de idade, esteve em viagem na Índia há 2 meses. Refere aparecimento de 2 úlceras na</p><p>região inguinal direita há 4 semanas. Tais úlceras não são acompanhadas de dor local. Relata que, antes das</p><p>úlceras, apresentou no mesmo local nodulações. Não apresenta comorbidades nem possui outras queixas. Ao</p><p>exame físico, visualizada a presença de 2 ulcerações em espelho, de borda plana, bem delimitadas e com</p><p>fundo granuloso vermelho vivo e sangramento fácil.</p><p>Diante do quadro, indique a principal hipótese diagnóstica:</p><p>A Cancro mole.</p><p>B Sífilis.</p><p>C Lesão herpética.</p><p>D Donovanose.</p><p>4000197687</p><p>Questão 395 Ginecologia</p><p>A Organização das Nações Unidas (ONU), em 2015, estabeleceu Novos Objetivos para o Desenvolvimento</p><p>Sustentável (ODS). Um deles é a redução da razão de mortalidade materna (RMM) global. Qual é a de nição</p><p>de morte materna:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independente</p><p>da duração da gravidez, devido a qualquer causa relacionada ou agravada pela gravidez ou por</p><p>medidas em relação a ela.</p><p>B Óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independente</p><p>da localização da gravidez, devido a qualquer causa relacionada ou agravada pela gravidez ou por</p><p>medidas em relação a ela, porém não devido a causas acidentais ou incidentais.</p><p>C Óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independente</p><p>da duração da gravidez, devido a qualquer causa relacionada ou agravada pela gravidez ou por</p><p>medidas em relação a ela, incluindo as causas acidentais ou incidentais.</p><p>D Óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independente</p><p>da duração ou da localização da gravidez, devido a qualquer causa relacionada ou agravada pela</p><p>gravidez ou por medidas em relação à ela, porém, não devido a causas acidentais ou incidentais.</p><p>4000197686</p><p>Questão 396 Ginecologia</p><p>Jovem, de 30 anos de idade, esteve em viagem na Índia há 2 meses. Refere aparecimento de 2 úlceras na</p><p>região inguinal direita há 4 semanas. Tais úlceras não são acompanhadas de dor local. Relata que, antes das</p><p>úlceras, apresentou no mesmo local nodulações. Não apresenta comorbidades nem possui outras queixas. Ao</p><p>exame físico, visualizada a presença de 2 ulcerações em espelho, de borda plana, bem delimitadas e com</p><p>fundo granuloso vermelho vivo e sangramento fácil.</p><p>Indique o tratamento inicial preconizado para o caso:</p><p>A Doxiciclina 100mg, a cada 12 horas por pelo menos 21 dias ou até o desaparecimento das lesões.</p><p>B Azitromicina 2g, via oral, dose única.</p><p>C Penicilina Benzatina, 2,4 milhoes de unidades, intramuscular, dose única.</p><p>D Aciclovir, 200mg, via oral, a cada 4 horas por 5 dias.</p><p>4000197685</p><p>Questão 397 Ginecologia</p><p>Durante exame obstétrico, ao realizar as manobras de Leopold-Zweifel, é observado que o dorso fetal está à</p><p>direita do abdome materno. Diante desse exame, a posição fetal é:</p><p>A Direita.</p><p>B Cefálica.</p><p>C Oblíqua.</p><p>D Longitudinal.</p><p>4000197684</p><p>Questão 398 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Gestante de 39 semanas em trabalho de parto apresenta, ao toque vaginal, colo uterino com dilatação total,</p><p>variedade de apresentação cefálica de etida de 1º grau. De acordo com esses dados, o ponto de referência</p><p>fetal é:</p><p>A Fontanela lambdóide.</p><p>B Fontanela bregmática.</p><p>C Sutura sagital.</p><p>D Sutura lambdóide.</p><p>4000197683</p><p>Questão 399 Ginecologia</p><p>Ao examinar uma parturiente, após realizar o toque vaginal, observa-se que a apresentação fetal é cefálica e</p><p>está insinuada (encaixada). De acordo com esses dados, assinale a alternativa correta:</p><p>A O diâmetro biparietal transpôs a área do estreito superior da bacia.</p><p>B O ponto de referência é a sutura sagital.</p><p>C A atitude fetal é de hiperextensão.</p><p>D A posição fetal é esquerda.</p><p>4000197682</p><p>Questão 400 Ginecologia</p><p>Uma paciente tercigesta, em trabalho de parto, apresenta feto em Occipitoesquerda anterior (OEA). Nesse</p><p>caso, podemos afirmar que o feto se encontra em:</p><p>A Situação oblíqua, apresentação cefálica fletida, dorso à esquerda, ponto de referência sutura</p><p>metópica.</p><p>B Situação longitudinal, apresentação cefálica fletida, dorso à esquerda, ponto de referência é a</p><p>fontanela lambdóide.</p><p>C Situação longitudinal, apresentação cefálica fletida, dorso anterior, linha de orientação fontanela</p><p>lambdóide.</p><p>D Situação oblíqua, apresentação cefálica fletida, dorso à esquerda, linha de orientação sutura sagital.</p><p>4000197681</p><p>Questão 401 Ginecologia</p><p>Primigesta de 39 semanas, em trabalho de parto, apresenta evolução representada pelo partograma abaixo.</p><p>A variedade de posição fetal na primeira hora de registro (indicada pela seta) é:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Occipitoesquerda posterior.</p><p>B Occipitoesquerda anterior.</p><p>C Occipitodireita posterior.</p><p>D Occipitodireita anterior.</p><p>4000197680</p><p>Questão 402 Ginecologia</p><p>Jovem, de 30 anos de idade, esteve em viagem na Índia há 2 meses. Refere aparecimento de 2 úlceras na</p><p>região inguinal direita há 4 semanas. Tais úlceras não são acompanhadas de dor local. Relata que, antes das</p><p>úlceras, apresentou no mesmo local nodulações. Não apresenta comorbidades nem possui outras queixas. Ao</p><p>exame físico, visualizada a presença de 2 ulcerações em espelho, de borda plana, bem delimitadas e com</p><p>fundo granuloso vermelho vivo e sangramento fácil.</p><p>Indique os agentes causadores de úlceras indolores, como as do caso:</p><p>A Treponema pallidum, Klebsiella granulomatis, Clamydia trachomatis.</p><p>B Herpes simplex vírus, Haemophilus ducreyi, Clamydia trachomatis.</p><p>C Klebsiella granulomatis, Clamydia trachomatis, Herpes simplex vírus.</p><p>D Treponema pallidum, Klebsiella granulomatis, Haemophilus ducreyi.</p><p>4000197679</p><p>Questão 403 Ginecologia</p><p>Ao realizar o toque vaginal em uma parturiente de 38 semanas, é diagnosticado apresentação de face,</p><p>defletida de 3° grau. O ponto de referência fetal, nesses casos, é:</p><p>A Mento.</p><p>B Linha facial.</p><p>C Bregma.</p><p>D Glabela.</p><p>4000197678</p><p>Questão 404 Ginecologia</p><p>Primigesta, com gestação de risco usual, no termo, é internada com 8 centímetros de dilatação, contrações</p><p>rítmicas e dolorosas, apresentação cefálica, plano - 2 de De Lee. com bolsa rota. Após 3 horas de evolução,</p><p>permanece com o mesmo quadro. De acordo com estes dados, a principal hipótese diagnóstica é:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Período expulsivo prolongado.</p><p>B Incoordenação do triplo gradiente.</p><p>C Fase ativa prolongada da dilatação.</p><p>D Desproporção cefalopélvica relativa.</p><p>4000197677</p><p>Questão 405 Ginecologia</p><p>Durante a condução de um parto por via vaginal, você realiza a manobra de Ritgen. Responda,</p><p>respectivamente: qual período clínico do parto é utilizada essa manobra e qual o objetivo:</p><p>A Período expulsivo e proteção perineal.</p><p>B Fase ativa da dilatação e correção de assinclitismo anterior.</p><p>C Secundamento e correção de inversão uterina.</p><p>D Pós-parto imediato e correção de atonia uterina.</p><p>4000197676</p><p>Questão 406 Ginecologia</p><p>Durante a condução de um parto por via vaginal, houve necessidade de realizar episiotomia. Para fazer o</p><p>bloqueio do nervo pudendo interno, o ponto de referência na bacia materna para localizar este nervo é:</p><p>A Espinha ciática.</p><p>B Chanfradura ciática.</p><p>C Ponta do cóccige.</p><p>D Ângulo subpúbico.</p><p>4000197675</p><p>Questão 407 Ginecologia</p><p>Gestante de 28 anos de idade, portadora de hipertensão arterial crônica, encontra-se na 32ª semana de</p><p>gestação e evolui com restrição do crescimento fetal. Realizou avaliação dopplervelocimétrica, cujo</p><p>diagnóstico foi de insu ciência placentária. De acordo com estes dados, o território vascular avaliado foi a</p><p>(o);</p><p>A Artéria umbilical.</p><p>B Ducto venoso.</p><p>C Artéria uterina.</p><p>D Artéria cerebral média.</p><p>4000197674</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 408 Quadro clínico Exames complementares</p><p>Mulher, 33 anos de idade, casada e nuligesta, vem para consulta ginecológica de rotina. Refere que há um</p><p>ano, após parada do uso de contraceptivo hormonal combinado para tentar engravidar, vem apresentando</p><p>piora da dismenorreia e que, atualmente, não tem melhora do sintoma após uso de anti-in amatório. Vem,</p><p>também, notando disquezia, principalmente durante o período menstrual. Não conseguiu ainda gestar. Ao</p><p>exame ginecológico não foram evidenciadas alterações, exceto desconforto ao toque de fundo vaginal</p><p>posterior. Uma histerossalpingografia revela prova de Cotté negativa bilateralmente.</p><p>Indique o exame complementar para melhor esclarecimento do caso</p><p>A Tomografia Computadorizada da Pelve.</p><p>B CA-125.</p><p>C Videolaparoscopia com Biópsia.</p><p>D Ressonância Nuclear Magnética Pélvica.</p><p>4000197673</p><p>Questão 409 Ginecologia</p><p>Durante o acompanhamento de uma gestação de 32 semanas, foi observado feto pequeno para a idade</p><p>gestacional (peso fetal estimado - PFE - entre o percentil 3 e 10), mas sem alteração do doppler</p><p>maternofetal. A conduta mais adequada a ser adotada é:</p><p>A Realizar avaliação da vitalidade e do crescimento fetal semanalmente e o parto poderá ser induzido</p><p>com 37 semanas de gestação.</p><p>B Realizar avaliação da vitalidade e do crescimento fetal duas vezes por semana e resolução da</p><p>gestação com 38 semanas.</p><p>C Realizar avaliação da vitalidade e do crescimento fetal quinzenalmente e o parto poderá ser</p><p>induzido com 40 semanas de gestação.</p><p>D Realizar avaliação da vitalidade e do crescimento fetal quinzenalmente e resolução da gestação por</p><p>cesariana com 34 semanas.</p><p>4000197672</p><p>Questão 410 Ginecologia</p><p>Mulher, 33 anos de idade, casada e nuligesta, vem para consulta ginecológica de rotina. Refere que há um</p><p>ano, após parada do uso de contraceptivo hormonal combinado para tentar engravidar, vem apresentando</p><p>piora da dismenorreia e que, atualmente, não tem melhora do sintoma após uso de anti-in amatório. Vem,</p><p>também, notando disquezia, principalmente durante o período menstrual. Não conseguiu ainda gestar. Ao</p><p>exame ginecológico não foram evidenciadas alterações, exceto desconforto ao toque de fundo vaginal</p><p>posterior. Uma histerossalpingografia revela prova de Cotté negativa bilateralmente.</p><p>Sobre a interpretação da histerossalpingografia, o resultado indica que</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A a paciente possui obstrução tubária bilateral.</p><p>B a paciente possui tubas pérvias bilateralmente.</p><p>C o exame não detectou aderências pélvicas peritubárias.</p><p>D na mobilização da paciente, as duas tubas estavam fixas e imóveis.</p><p>4000197671</p><p>Questão 411 Ginecologia</p><p>Paciente com 14 semanas de gestação, ao fazer exame ultrassonográ co de rotina, é informada que não</p><p>foram detectados os batimentos cardiofetais. A conduta a ser adotada é, nesse caso:</p><p>A Microcesárea.</p><p>B Curetagem uterina.</p><p>C Aspiração manual intrauterina.</p><p>D Misoprostol e, após expulsão fetal, curetagem uterina.</p><p>4000197670</p><p>Questão 412 Ginecologia</p><p>Paciente de 26 anos, primigesta com gestação de 39 semanas refere dor discreta em baixo ventre. Ao</p><p>exame obstétrico, apresenta dilatação cervical de 4 centímetros e cardiotocogra a representada no grá co</p><p>abaixo. De acordo com o exame, a conduta imediata é:</p><p>A Cesariana.</p><p>B Misoprostol.</p><p>C Ocitocina intravenosa.</p><p>D Repetir o exame em duas horas.</p><p>4000197669</p><p>Questão 413 Tratamento</p><p>Mulher, 33 anos de idade, casada e nuligesta, vem para consulta ginecológica de rotina. Refere que há um</p><p>ano, após parada do uso de contraceptivo hormonal combinado para tentar engravidar, vem apresentando</p><p>piora da dismenorreia e que, atualmente, não tem melhora do sintoma após uso de anti-in amatório. Vem,</p><p>também, notando disquezia, principalmente durante o período menstrual. Não conseguiu ainda gestar. Ao</p><p>exame ginecológico não foram evidenciadas alterações, exceto desconforto ao toque de fundo vaginal</p><p>posterior. Uma histerossalpingografia revela prova de Cotté negativa bilateralmente.</p><p>Quanto ao tratamento para essa paciente, considerando o diagnóstico mais provável, pode-se se a rmar</p><p>que:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A O uso de anticoncepcional combinado oral por 2 meses é a terapia de primeira linha.</p><p>B Os análogos de GnRH devem ser usados por 6 meses e depois tentar medidas naturais.</p><p>C O tratamento cirúrgico pode ser uma opção visando a melhora da dor.</p><p>D Os analgésicos e anti-inflamatórios devem ser a escolha, pois a paciente quer engravidar.</p><p>4000197668</p><p>Questão 414 Ginecologia</p><p>Parturiente com gestação de 38 semanas, tabagista crônica, está em uso de ocitocina para indução do</p><p>parto. Ao exame obstétrico, apresenta dilatação cervical de 6 centímetros, apresentação cefálica e bolsa</p><p>rota. De acordo com a cardiotocografia demonstrada abaixo, a conduta é:</p><p>A Hidratação materna.</p><p>B Resolução da gestação.</p><p>C Repetir o exame em duas horas.</p><p>D Realizar perfil biofísico fetal.</p><p>4000197667</p><p>Questão 415 Ginecologia</p><p>Gestante de 32 semanas é admitida com quadro de pré-eclâmpsia grave e restrição do crescimento fetal.</p><p>Apresenta, durante avaliação dopplervelocimétrica, centralização fetal (redistribuição sanguínea). Este fato é</p><p>caracterizado por:</p><p>A Diástole zero na artéria umbilical.</p><p>B Diástole reversa na artéria uterina.</p><p>C Onda A reversa no doppler do ducto venoso.</p><p>D Índice de resistência baixo da artéria cerebral média.</p><p>4000197666</p><p>Questão 416 Ginecologia</p><p>Um obstetra, ao realizar o toque vaginal para avaliar a evolução do trabalho de parto, percebe uma estrutura</p><p>semelhante a uma corda fazendo relevo na superfície das membranas, com pulsações síncronas com a</p><p>frequência cardíaca fetal. De acordo com esses dados, o diagnóstico é:</p><p>A Vasa previa.</p><p>B Placenta prévia.</p><p>C Protrusão placentária.</p><p>D Placenta bilobada.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>4000197665</p><p>Questão 417 Ginecologia</p><p>Paciente na 32ª semana de gestação é internada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em</p><p>trabalho de parto prematuro. Enquanto aguarda vaga para transferência, foi iniciada a inibição do trabalho de</p><p>parto e a aceleração da maturação pulmonar fetal. Assinale a alternativa que contém medicações especí ca</p><p>para a inibição do trabalho de parto prematuro:</p><p>A Atosiban e ritodrina.</p><p>B Atosiban e terbutalina.</p><p>C Terbutalina e ritodrina.</p><p>D Salbutamol e Terbutalina.</p><p>4000197664</p><p>Questão 418 Ginecologia</p><p>Paciente, no último trimestre da gravidez, durante uma consulta de pré-natal, refere muitas cãibras na</p><p>panturrilha quando está dormindo. Sabe-se que a</p><p>etiologia dessa alteração é desconhecida. Assinale a</p><p>alternativa que contém uma substância que pode ser utilizada durante a gravidez e se mostrou relevante</p><p>nesses casos:</p><p>A Ferro.</p><p>B Cobre.</p><p>C Selênio.</p><p>D Magnésio.</p><p>4000197663</p><p>Questão 419 Ginecologia</p><p>Durante uma consulta de pré-natal, a paciente, na sua 4ª gestação, relata que em todas as suas gestações</p><p>ocorre constipação intestinal. Este distúrbio é devido a um relaxamento da musculatura lisa ocasionado por:</p><p>A Teores crescentes de estrona.</p><p>B Teores crescentes de estriol.</p><p>C Teores crescentes de progesterona.</p><p>D Teores crescentes de gonadotrofina coriônica humana.</p><p>4000197662</p><p>Questão 420 Ginecologia Estudo urodinâmico</p><p>Mulher, 65 anos de idade, obesidade grau II, primípara, queixa-se de perda urinária quando espirra ou dar</p><p>risada. Ao exame físico apresenta hipotro a genital e em estudo urodinâmico foi detectada uma perda de</p><p>urina à manobra de Valsalva, com pressão vesical de 105cm H2O. Ausência de contrações involuntárias na</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>cistometria.</p><p>Selecione a sequência de etapas que fazem parte do estudo urodinâmico na mulher:</p><p>A 1 ᵃ : Urofluxometria; 2ᵃ : Avaliação do resíduo pós-miccional; 3ᵃ : Cistometria de enchimento e 4ᵃ :</p><p>Estudo miccional ou estudo fluxo-pressão.</p><p>B 1 ᵃ : Estudo miccional ou estudo fluxo-pressão 2ᵃ : Avaliação do resíduo pós-miccional; 3ᵃ :</p><p>Cistometria de enchimento e 4ᵃ: Urofluxometria.</p><p>C 1 ᵃ : Cistometria de enchimento; 2ᵃ : Avaliação do resíduo pós-miccional; 3ᵃ : Urofluxometria: e 4ᵃ :</p><p>Estudo miccional ou estudo fluxo-pressão.</p><p>D 1 ᵃ : Avaliação do resíduo pós-miccional; 2ᵃ : Cistometria de enchimento; 3ᵃ : Urofluxometria e 4ᵃ :</p><p>Estudo miccional ou estudo fluxo-pressão.</p><p>4000197661</p><p>Questão 421 Ginecologia</p><p>Paciente de 34 anos, hipertensa crônica, encontra-se na 26ª semana de gestação e está evoluindo com piora</p><p>dos níveis pressóricos, antes controlados, e proteinúria. De acordo com esses dados, assinale a alternativa</p><p>correta:</p><p>A O diagnóstico, de acordo com os dados citados, é de pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão</p><p>arterial crônica.</p><p>B Gestantes portadoras de hipertensão crônica isolada apresentam incisura bilateral no doppler da</p><p>artéria uterina.</p><p>C A hipertensão arterial crônica isolada cursa com proteinúria maior que 500 mg/24 h durante a</p><p>gestação.</p><p>D A menor taxa de filtração glomerular durante a gestação ocasiona proteinúria a partir de 20ª</p><p>semana.</p><p>4000197660</p><p>Questão 422 Ginecologia</p><p>Puérpera no 4° dia pós-parto cesáreo devido a pré-eclâmpsia evolui com piora dos níveis pressóricos. Está</p><p>em uso de metildopa, nifedípino e hidralazina. Assinale a alternativa correta:</p><p>A Nesses casos é recomendado associar diurético de alça, restrição hídrica e dieta hipossódica.</p><p>B Pode ocorrer piora dos níveis pressóricos neste período secundária à redistribuição fisiológica de</p><p>líquidos e aumento da resistência vascular periférica.</p><p>C A ocorrência acima descrita é fator preditivo para a ocorrência de eclâmpsia pós-parto, é</p><p>recomendado nesses casos aumentar a dose do vasodilatador periférico.</p><p>D O caso descrito é consequente a lesão renal decorrente da toxemia gravídica e preditor de</p><p>desenvolvimento posterior de hipertensão arterial.</p><p>4000197659</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 423 Ginecologia</p><p>Primigesta com 28 semanas de gestação, tabagista e hipertensa crônica, é trazida à emergência obstétrica</p><p>com quadro clínico sugestivo de deslocamento prematuro de placenta. Apresenta sangramento intenso por</p><p>via vaginal, hipotensão arterial, taquicardia e sudorese. Exame obstétrico: hipertonia uterina, dilatação</p><p>cervical de 4 centímetros e ausência de batimento cardíaco fetal. A conduta imediata e adequada para esse</p><p>caso é:</p><p>A Ultrassom para confirmar o diagnóstico.</p><p>B Reposição volêmica e ocitocina.</p><p>C Reposição volêmica e operação cesariana.</p><p>D Amniotomia e aguardar evolução para parto via vaginal.</p><p>4000197658</p><p>Questão 424 Ginecologia</p><p>Em uma discussão de caso clínico sobre isoimunização Rh, um dos alunos pergunta como veri car se foi</p><p>e caz o uso de imunoglobulina humana anti-RhD durante o pré-natal, para a prevenção da isoimunização em</p><p>gestantes Rh negativas. A resposta é teste de Coombs Indireto e Kleihauer-Betke, cujos resultados deverão</p><p>ser, respectivamente:</p><p>A Positivo e negativo.</p><p>B Positivo e positivo.</p><p>C Negativo e positivo.</p><p>D Negativo e negativo.</p><p>4000197657</p><p>Questão 425 Ginecologia</p><p>Primigesta de 20 anos de idade, encontra-se na 10ª semana de gestação, e procura atendimento na Unidade</p><p>Básica de Saúde (UBS) com queixa de lesões ulceradas e dolorosas na região vulvar há 1 dia.</p><p>Concomitantemente, refere febre e mal-estar geral. Relata também que há 4 dias teve sensação de</p><p>queimação no local que surgiram as úlceras. A hipótese diagnóstica e a conduta para esta paciente são:</p><p>A Cancro mole e doxiciclina.</p><p>B Linfogranuloma e azitromicina.</p><p>C Cancro duro e penicilina benzatina.</p><p>D Herpes genital e iniciar aciclovir por via oral.</p><p>4000197656</p><p>Questão 426 Diagnóstico Ginecologia</p><p>Mulher, 65 anos de idade, obesidade grau II, primípara, queixa-se de perda urinária quando espirra ou dar</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>risada. Ao exame físico apresenta hipotro a genital e em estudo urodinâmico foi detectada uma perda de</p><p>urina à manobra de Valsalva, com pressão vesical de 105cm H2O. Ausência de contrações involuntárias na</p><p>cistometria.</p><p>Indique o diagnóstico do caso:</p><p>A Incontinência urinária mista.</p><p>B Incontinência urinária de Esforço por deficiência esfincteriana intrínseca.</p><p>C Incontinência urinária de Esforço por hipermobilidade uretral.</p><p>D Urge-incontinência.</p><p>4000197655</p><p>Questão 427 Ginecologia</p><p>Primigesta com 20 anos de idade, com 8 semanas de gestação, assintomática, vem na consulta de pré-natal</p><p>na Unidade Básica de Saúde, trazendo resultado de sorologia para toxoplasmose: IgG reagente e IgM</p><p>reagente. Desconhece história prévia de toxoplasmose. A conduta imediata indicada, nesta situação, é:</p><p>A Solicitar teste de avidez da IgG.</p><p>B Repetir os exames em 15 dias.</p><p>C Iniciar tratamento com espiramicina.</p><p>D Solicitar exame de PCR no líquido amniótico.</p><p>4000197654</p><p>Questão 428 Ginecologia Tratamento</p><p>Mulher, 65 anos de idade, obesidade grau II, primípara, queixa-se de perda urinária quando espirra ou dar</p><p>risada. Ao exame físico apresenta hipotro a genital e em estudo urodinâmico foi detectada uma perda de</p><p>urina à manobra de Valsalva, com pressão vesical de 105cm H2O. Ausência de contrações involuntárias na</p><p>cistometria.</p><p>Sobre o tratamento da perda urinária nesse caso, pode-se dizer que</p><p>A o “Sling ” por via transobturatória tem um risco maior de lesão vesical que o “sling ” TVT (“tension</p><p>free vaginal tape”).</p><p>B o “Sling ” de uretra média não está indicado nesse caso, pois a paciente é obesa.</p><p>C a colpofixação retropúbica ou Técnica de Burch está bem indicada nesse caso.</p><p>D o tratamento inicial deve ser conservador com terapia comportamental e fisioterapia.</p><p>4000197653</p><p>Questão 429 Ginecologia</p><p>Paciente de 22 anos de idade teve a gestação atual complicada com doença trofoblástica. Foi submetida a</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>esvaziamento uterino por vácuo-aspiração e iniciou o seguimento pós-molar. Após quatro semanas de</p><p>acompanhamento, apresentou vários episódios de sangramento vaginal moderado, com três níveis</p><p>ascendentes das dosagens de gonadotro na coriônica humana. Procurou a Emergência Obstétrica após</p><p>episódio de sangramento vaginal intenso. Realizado exame ultrassonográ co transvaginal, que mostrou</p><p>cavidade endometrial distendida por material amorfo sugestivo de coágulos sanguíneos e miométrio</p><p>heterogêneo, com vascularização exuberante à doppler uxometria. Assinale a alternativa que contém</p><p>diagnóstico e conduta indicados para este caso.</p><p>A Mola invasora, iniciar quimioterapia.</p><p>B Mola hidatiforme completa, realizar novo esvaziamento uterino.</p><p>C Tumor trofoblástico do sítio placentário, indicar histerectomia.</p><p>D Coriocarcinoma, encaminhar</p><p>para serviço de radioterapia.</p><p>4000197652</p><p>Questão 430 Ginecologia</p><p>Paciente de 42 anos de idade, quartigesta na 14ª semana, refere história de 3 abortos anteriores, todos</p><p>ocorridos no 1º trimestre da gestação. Foi proposto para esta paciente um procedimento cirúrgico</p><p>denominado técnica de McDonald. Esta técnica é utilizada nos casos de:</p><p>A Abortamento pós conização.</p><p>B Abortamento por deficiência de colágeno.</p><p>C Abortamento habitual por malformação Mulleriana.</p><p>D Abortamento habitual por incompetência cervical.</p><p>4000197651</p><p>Questão 431 Ginecologia</p><p>Gestante refere perda de líquido via vaginal em grande quantidade há 4 horas. Após realizar exame</p><p>obstétrico, foi feito diagnóstico de rotura prematura tempestiva e oportuna de membranas ovulares. Isto</p><p>significa:</p><p>A Ocorreu depois de iniciado o trabalho de parto e no final do período de dilatação.</p><p>B Ocorreu entre 34ª e a 37ª semana de gestação.</p><p>C Ocorreu após 37ª semana de gestação e trabalho de parto desencadeado.</p><p>D Ocorreu entre a 32ª e a 34ª semana de gestação, antes do início do trabalho de parto.</p><p>4000197650</p><p>Questão 432 Ginecologia</p><p>Gestante de 16 semanas comparece em consulta de pré-natal de rotina e teve diagnóstico de sí lis, forma</p><p>primária. Foi realizado tratamento com penicilina benzatina. Nesse caso, o seguimento até o parto deverá</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>ser:</p><p>A Teste treponêmico trimestral.</p><p>B Teste não treponêmico e mensal.</p><p>C Teste não treponêmico e trimestral.</p><p>D Teste treponêmico e não treponêmico trimestrais.</p><p>4000197649</p><p>Questão 433 Ginecologia</p><p>Com a posição ereta do ser humano, desenvolveu-se o assoalho pélvico como estrutura de sustentação para</p><p>evitar o prolapso dos órgão pélvicos. O equilíbrio entre arcabouço ósseo e tecido bromuscular permite a</p><p>manutenção das funções orgânicas. Em relação à anatomia e siologia pélvicas na mulher, assinale a</p><p>alternativa ERRADA:</p><p>A A função de suspensão do complexo uterovaginal, bexiga e reto é formada pelo tecido endopélvico</p><p>e pela fáscia endopélvica</p><p>B As espinhas isquiáticas são estruturas exclusivas do ser humano</p><p>C O hiato urogenital é uma abertura central do assoalho pélvico que permite ocorrer funções</p><p>fisiológicas como, coito, esvaziamento vesical e o parto</p><p>D O ligamento uterossacral é responsável pela suspensão lateral do colo uterino, surgindo na parede</p><p>lateral pélvica e se inserindo lateralmente ao colo do útero</p><p>4000197648</p><p>Questão 434 Ginecologia</p><p>O conhecimento da anatomia pélvica é fundamental na compreensão da siologia obstétrica e nas</p><p>abordagens ginecológicas, diminuindo o risco de danos a vísceras e a estruturas nervosas e vasculares. Sobre</p><p>a anatomia pélvica feminina, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>A A artéria ovariana origina-se da artéria ilíaca externa e penetra na pelve através do ligamento</p><p>suspensor do ovário</p><p>B A espinha isquiática é ponto de referência importante para o bloqueio anestésico do nervo pudendo</p><p>quando a solução anestésica é injetada medial e posteriormente a ela</p><p>C O formato ginecoide da pelve corresponde a cerca de 40% das pelves femininas e caracteriza-se</p><p>pelo diâmetro anteroposterior maior em relação ao diâmetro transverso</p><p>D O plexo nervoso hipogástrico é importante estrutura do forame obturatório e pode ser lesado</p><p>durante procedimentos para tratamento da incontinência urinaria, resultando em perda de adução</p><p>da coxa e déficit sensitivo na face interna da coxa</p><p>4000197647</p><p>Questão 435 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Você foi solicitado a comparecer ao alojamento conjunto para avaliar um sangramento em puérpera 6 horas</p><p>após o parto normal induzido. É o primeiro parto da mulher de 20 anos, sem comorbidades, que foi induzido</p><p>porque a gestação alcançou as 41 semanas de gravidez e não havia sinais de parto. A puérpera estava</p><p>orientada no tempo e espaço, pálida e sudorética, pulso no, com frequência cardíaca de 125bpm, pressão</p><p>arterial de 100x60mmHg, útero hipotônico e com sangramento vermelho vivo vazando o absorvente e</p><p>molhando o lençol. Considerando os dados obtidos, a tabela de grau de choque fornecida abaixo e o cálculo</p><p>de índice de choque, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>A Trata-se de choque grave, considerando a frequência cardíaca e índice de choque maior que 1</p><p>B Trata-se de choque moderado, considerando o volume do sangramento e índice de choque igual a</p><p>1,25</p><p>C Trata-se de um choque compensado, considerando a pressão arterial sistólica e índice do choque</p><p>igual a 0,8</p><p>D Trata-se de choque moderado, considerando o nível de consistência e índice do choque igual a 0,8</p><p>4000197646</p><p>Questão 436 Ginecologia</p><p>Mulher de 45 anos é submetida a histerectomia abdominal total com salpingectomia pro lática, para</p><p>tratamento de grande mioma transmural na parede lateral esquerda do útero. No pós-operatório foi</p><p>identi cado que houve lesão ureteral durante a cirurgia.Assinale o tempo cirúrgico que MAIS</p><p>PROVAVELMENTE está associado a esta lesão.</p><p>A Ligadura e secção dos ligamentos uterossacros</p><p>B Ligadura e secção dos vasos ovarianos</p><p>C Ligadura e secção dos vasos tubários</p><p>D Ligadura e secção dos vasos uterinos</p><p>4000197645</p><p>Questão 437 Ginecologia</p><p>Mulher de 23 anos, primípara, no 2º dia após o parto relata preocupação quanto ao volume e composição do</p><p>leite materno. Apresenta as mamas ácidas e está amamentando em livre demanda. Com relação à</p><p>amamentação, assinale a opção CORRETA quanto ás orientações a serem dadas a esta paciente.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A apojadura ocorre nas primeiras 24 horas após o nascimento, devendo ser investigadas alterações</p><p>do sistema nervoso central materno buscando entender a causa da baixa produção láctea</p><p>B No pós-parto imediato observa-se a liberação do leite de transição, rico em carboidratos. A ordenha</p><p>deve ser estimulada e a complementação com fórmula láctea ao recém-nascido é recomendada</p><p>C Nos primeiros dias pós-parto observa-se a saída de colostro, rico em proteína e anticorpos; a</p><p>apojadura é comum acontecer no terceiro dia, sendo estimulada pela sucção do recém-nascido</p><p>D O leite materno é altamente nutritivo após a apojadura: previamente a este momento deve ser</p><p>avaliada a composição e volume de liberação láctea para recomendar a complementação na</p><p>amamentação</p><p>4000197644</p><p>Questão 438 Ginecologia</p><p>Sobre as modificações adaptativas do organismo materno durante a gravidez, assinale a opção ERRADA:</p><p>A Ocorre aumento dos níveis séricos de colesterol LDL para esteroidogênese placentária</p><p>B Ocorre efeito hipoglicemiante materno pelo aumento sérico do hormônio lactogênio placentário</p><p>C Pode ocorrer glicosúria e proteinúria pelo aumento do ritmo de filtração glomerular</p><p>D Pode ocorrer redução do peristaltismo intestinal pela ação miorrelaxante da progesterona</p><p>4000197643</p><p>Questão 439 Ginecologia</p><p>Paciente de 26 anos, primigesta, previamente hígida, acompanhada em Centro de Saúde, com 32 semanas</p><p>de gestação evolui com aumento pressórico. Refere que nas últimas semanas compareceu à unidade de</p><p>saúde onde foram aferidas várias medidas pressóricas, acima de 140x90mmHg. Foi solicitada Proteinúria de</p><p>24 horas com resultado de 395mg/24 h. A Relação proteinúria/creatininúria (mg/dL) da última semana</p><p>resultou em 0,25 Acerca da CONDUÇÃO ADEQUADA para essa paciente, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>A A restrição de sal deve ser indicada imediatamente, não só para controle pressórico, mas para a</p><p>redução do volume intravascular. Repouso também é indicado pelo mesmo motivo</p><p>B Devido a ser um quadro de pré-eclâmpsia com sinais de gravidade devido aos valores pressóricos, a</p><p>gestante deve ser internada para se aprofundar a avaliação e ter certeza de que não existem</p><p>sinais/sintomas que indiquem interrupção da gestação</p><p>C Pode ser acompanhada no Centro de saúde, desde que não evolua com alterações laboratoriais</p><p>D Se a gestante mantiver a pressão arterial controlada, a resolução da gestação deve ocorrer com 37</p><p>semanas. A indução do parto pode ser proposta</p><p>4000197642</p><p>Questão 440 Ginecologia</p><p>RDF, 51 anos se apresenta no ambulatório de climatério relatando última menstruação há dois anos e com</p><p>queixas de ondas de calor intensas, insônia, irritabilidade e diminuição de desejo sexual. Diz que sua qualidade</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>de vida está muito prejudicada. É sedentária, tem IMC=26Kg/m², exame clínico, mamário e ginecológico</p><p>sem alterações. Citologia do colo negativa. A paciente se mostra desejosa de fazer uso de terapia hormonal</p><p>da menopausa (THM). Qual a PROPEDÊUTICA BÁSICA antes de iniciar a THM?</p><p>A Mamografia realizada, no máximo, há dois anos. Pedir dosagem de colesterol total, HDL-colesterol,</p><p>triglicérides e glicemia de jejum</p><p>B Mamografia realizada, no máximo, há um ano e ultrassonografia mamária. Colesterol total, HDL-</p><p>colesterol, triglicérides e glicemia de jejum</p><p>C Mamografia realizada, no máximo, há um ano. Colesterol total, HDL-colesterol, triglicérides e</p><p>glicemia de jejum, Ultrassonografia endovaginal</p><p>D Mamografia realizada, no máximo, há um ano. Colesterol total, HDL-colesterol, triglicérides e</p><p>glicemia de jejum</p><p>4000197641</p><p>Questão 441 Ginecologia</p><p>O ciclo menstrual é um conjunto de eventos endócrinos interdependentes do sistema hipotálamo-hipó se-</p><p>ovariano que levam a modi cações siológicas no organismo da mulher visando à ovulação. Ao nal da fase</p><p>folicular, as células da granulosa passam a expressar também receptores para o hormônio luteinizante (LH). O</p><p>aumento desses receptores na superfície das células da granulosa, associado à redução dos receptores de</p><p>hormônio folículo estimulante (FSH) pelo mecanismo de autorregulação, leva à mudança no padrão de</p><p>dependência do folículo do FSH para uma fase LH-dependente. Esta modi cação do padrão de resposta do</p><p>folículo ao LH é responsável:</p><p>A pela produção de prostaglandinas que aumentam a contração das células da musculatura lisa que</p><p>envolvem o folículo, ajudando na extrusão do óvulo</p><p>B pela produção de substâncias proteolíticas que promovem a digestão da parede celular folicular,</p><p>facilitando a extrusão do oócito secundário</p><p>C pela reativação da meiose do óvulo que havia sido interrompida no período diplóteno da primeira</p><p>meiose na vida intrauterina</p><p>D pelo estímulo à neovascularização local, reduzindo a produção folicular de estradiol pelas células da</p><p>teca luteinizadas</p><p>4000197640</p><p>Questão 442 Ginecologia</p><p>Paciente procura a Maternidade, insegura com a orientação recebida na Unidade Básica de Saúde (UBS)</p><p>onde realiza o pré-natal de risco habitual. Apresentou VDRL reativo até 1/16 e teste rápido para treponema</p><p>positivo, sem histórico de tratamento prévio; foi solicitado o VDRL para o parceiro que veio negativo e a</p><p>recomendação foi de que só ela deveria tratar já que o parceiro não apresentava sí lis. Considerando o</p><p>diagnóstico de sí lis para a paciente e iniciando logo seu tratamento, assinale a conduta CORRETA em</p><p>relação a seu parceiro sexual.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Realizar um teste treponêmico e só tratar se o teste for positivo</p><p>B Repetir o teste não-treponêmico e só tratar se o novo teste for positivo</p><p>C Realizar um teste treponêmico e tratar como sífilis, independentemente do resultado do teste. A</p><p>dose preconizada vai diferir se o teste for positivo ou negativo</p><p>D Considerar que a sífilis foi excluída e que não precisa tratar</p><p>4000197639</p><p>Questão 443 Ginecologia</p><p>Paciente de 28 anos, G2PC1A0, IG 31 semanas, encaminhada ao Pré-Natal de Alto Risco (PNAR) devido a</p><p>quadro de crescimento intrauterino restrito (CIUR). Na história clínica: tabagismo 10 cigarros/dia desde a</p><p>adolescência e lho anterior nasceu com 34 semanas devido a quadro de CIUR. Não apresentava doenças</p><p>sistêmicas. Ao exame clínico apresentava UF de 28cm e BCF de 132bpm. O último US era de 27 semanas</p><p>com peso fetal estimado entre os percentis 3 e 10, sem Doppler. Solicitado ultrassonogra a com Doppler na</p><p>urgência que con rmou o CIUR. Assinale a opção com a avaliação pela Dopplervelocimetria que, se estiver</p><p>alterada, define a necessidade da interromper a gestação:</p><p>A Estudo da artéria cerebral média (ACM) que é marcador do mecanismo de compensação fetal</p><p>B Estudo das artérias umbilicais, um marcador da reserva funcional placentária</p><p>C Estudo das artérias uterinas que avalia o fluxo uteroplacentário</p><p>D Estudo do ducto venoso que é marcador da descompensação e da exaustão do mecanismo de</p><p>compensação</p><p>4000197638</p><p>Questão 444 Ginecologia</p><p>Sobre o controle do sangramento uterino anormal agudo (SUA-a), assinale a alternativa CORRETA:</p><p>A Diante de falha do tratamento clínico, a embolização da artéria uterina está contraindicada no SUA-</p><p>a quando há desejo de preservação da fertilidade</p><p>B Os balões intrauterinos podem ser uma opção em adolescentes com coagulopatias e devem</p><p>permanecer na cavidade uterina por tempo mínimo de 48 horas</p><p>C Os procedimentos cirúrgicos são considerados tratamentos de segunda linha no SUAa, reservados</p><p>para casos refratários ao tratamento clínico ou secundários a causas estruturais</p><p>D Podem ser realizadas a curetagem ou a histeroscopia na abordagem do SUA-a, sem comprovada</p><p>superioridade de uma opção sobre a outra no tratamento de lesões focais</p><p>4000197637</p><p>Questão 445 Ginecologia</p><p>Paciente de 18 anos, nuligesta, deseja iniciar atividade sexual e vem a consulta médica para orientações</p><p>sobre contracepção hormonal e métodos de barreira. Assinale a orientação CORRETA sobre os métodos</p><p>contraceptivos:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A As taxas de falha no primeiro ano de uso para pílulas anticoncepcionais, adesivos hormonais e anéis</p><p>de barreira são semelhantes às taxas de falha de DIU ou implante hormonal</p><p>B Lubrificantes oleosos não devem ser utilizados juntamente com os preservativos, pois podem</p><p>causar grande redução em sua resistência</p><p>C O etinilestradiol é responsável pela diminuição das proteínas hepáticas, como a albumina e a</p><p>proteína carreadora dos hormônios sexuais</p><p>D Pacientes portadoras de epilepsia em tratamento com ácido valpróico possuem contraindicação</p><p>para o uso de contraceptivos orais</p><p>4000197636</p><p>Questão 446 Ginecologia</p><p>Paciente de 35 anos, vai à consulta ginecológica queixando-se de lesões elevadas, pruriginosas em região</p><p>vulvar. Reclama ainda de constrangimento na relação sexual devido a essas lesões. Última citologia oncótica</p><p>há três anos: Negativa para displasias. Ao exame: Apresenta quatro lesões, elevadas, serrilhadas,</p><p>discretamente endurecidas, medindo cerca de 0,5cm cada, em introito vaginal, períneo, próximo ao clitóris e</p><p>vulva. No exame especular apresenta duas dessas lesões, com 0,6cm cada, na parede vaginal lateral. Colo</p><p>normal, sem áreas acetobrancas e teste de Schiller negativo. Assinale a alternativa que possui a MELHOR</p><p>CONDUTA sobre o caso:</p><p>A Colher citologia oncótica do colo e pedir teste molecular para detecção do HPV no colo e nas</p><p>lesões descritas</p><p>B Colher citologia oncótica do colo e realizar cauterização química das lesões internas e externas com</p><p>ácido tricloroacético</p><p>C Colher citologia oncótica e prescrever imunomodulador para a própria paciente aplicar nas lesões</p><p>D Pedir teste molecular para detecção do HPV no colo e nas lesões descritas e aguardar o resultado</p><p>para decidir o tratamento</p><p>4000197635</p><p>Questão 447 Ginecologia</p><p>Paciente homem transgênero, 27 anos, nome não reti cado, procura o ginecologista pela primeira vez. Há</p><p>seis anos faz uso de testosterona, com ciclos atuais de 21 dias. Está em amenorreia desde o início da</p><p>hormonização e refere cólicas abdominais leves de acometimento coincidentes ao final de cada ciclo. Afirma</p><p>possuir corrimentos siológicos e nega outras queixas. Nega morbidades e uso de outros medicamentos.</p><p>Nega cirurgias prévias, mas está se preparando para realização de mastectomia masculinizadora. Trouxe</p><p>exames laboratoriais solicitados por outro pro ssional: Hb 15,5g/dL; Ht 43%; Hm 5,2 milhões/mm³; Plaquetas</p><p>250.000/mm³; TGO24 U/L; TGP 17U/L; testosterona total: 653ng/dL (V.R.: 165 - 753ng/dL). Ao exame</p><p>físico: PA 125x85mmHg,</p><p>FC 72bpm, abdome livre, indolor à palpação, sem visceromegalias palpáveis. Sobre a</p><p>assistência integral ao paciente, é CORRETO afirmar que:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A manutenção da testosterona dentro dos valores de referência indicados evita surgimento de</p><p>clitoromegalia e risco de policitemia</p><p>B A realização da mastectomia masculinizadora só pode ser realizada após três anos de</p><p>acompanhamento por equipe de saúde multidisciplinar</p><p>C A realização de exame citopatológico em homens transgêneros segue as mesmas recomendações</p><p>aplicadas às mulheres cisgênero</p><p>D O nome civil do paciente não deverá ser registrado no prontuário médico a partir da indicação de</p><p>um nome social</p><p>4000197634</p><p>Questão 448 Ginecologia</p><p>Sobre a vascularização da pelve feminina, assinale a alternativa CORRETA</p><p>A A maioria do plexo venoso da pelve drena o sangue para a veia femoral</p><p>B As artérias ovarianas que irrigam o ovário esquerdo se originam da artéria ilíaca interna</p><p>C As artérias uterinas e seus ramos ascendentes e descendentes se originam da artéria aorta</p><p>D Os ramos anteriores da artéria ilíaca interna irrigam as vísceras da pelve verdadeira</p><p>4000197633</p><p>Questão 449 Ginecologia</p><p>Sobre a inervação da pelve feminina, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>A A pelve é inervada principalmente pelos nervos espinais sacrais e coccígeos, enquanto a região</p><p>perineal pelo nervo pudendo</p><p>B O plexo hipogástrico inferior e nervos esplâncnicos conduzem de forma predominante, estímulos</p><p>autonômicos parassimpáticos e simpáticos, respectivamente</p><p>C O tronco lombossacral e os ramos anteriores de S1-S4 se interligam para formar o plexo toraco-</p><p>lombar</p><p>D Os nervos somáticos da pelve se originam de ramos da extensão medular de T4 a L1</p><p>4000197632</p><p>Questão 450 Ginecologia</p><p>Paciente submetida a histerectomia vaginal há cinco dias, procurou atendimento com queixa de dormência</p><p>na parte anterior da coxa e face medial da perna, além de di culdade de estender a perna. Este tipo de</p><p>alteração está ASSOCIADA À LESÃO DO:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Nervo femoral</p><p>B Nervo fibular</p><p>C Nervo obturador</p><p>D Nervo pudendo</p><p>4000197631</p><p>Questão 451 Ginecologia</p><p>A bacia óssea materna é dividida em grande e pequena bacia, sendo esta última a mais importante do ponto</p><p>de vista obstétrico. Os diâmetros da pequena bacia devem ser compatíveis com a biometria fetal para que o</p><p>parto vaginal ocorra. Em relação à bacia óssea materna e à estática fetal, é CORRETO afirmar que:</p><p>A Na aplicação de fórceps para rotação interna de um feto em variedade de apresentação occipito</p><p>esquerda posterior, será realizada rotação de 90 graus, seguida de tração</p><p>B No assinclitismo anterior, a sutura sagital está próxima do púbis materno</p><p>C O diâmetro occipitobregmático é o maior diâmetro do polo cefálico fetal e mede cerca de 13,5cm</p><p>D O estreito superior da bacia possui diâmetros importantes, sendo o diâmetro transverso o maior</p><p>deles</p><p>4000197630</p><p>Questão 452 Ginecologia</p><p>Paciente de 36 anos, primípara, comparece ao plantão no 5º dia pós-parto relatando febre de 38,5ºC e dor</p><p>pélvica difusa. Ao exame: Bom estado geral, PA:120x70 mmHg, frequência cardíaca 80bpm, mamas ácidas,</p><p>lactantes, útero a 3cm abaixo da cicatriz umbilical, resíduo vaginal de odor fétido, sero-sanguinolento, colo</p><p>uterino amolecido com 2cm de dilatação. Assinale a opção que apresenta a hipótese diagnóstica MAIS</p><p>PROVÁVEL, o tratamento e a conduta mais adequados:</p><p>A Endometrite: Clindamicina associada a Gentamicina por via endovenosa - internação hospitalar</p><p>B Vaginose bacteriana: metronidazol via oral - seguimento ambulatorial após sete dias de tratamento</p><p>C Pielonefrite: Clindamicina associada a metronidazol por via endovenosa - internação hospitalar</p><p>D Sepse puerperal: Gentamicina associada a metronidazol por via endovenosa - internação em</p><p>unidade de tratamento intensivo</p><p>4000197629</p><p>Questão 453 Ginecologia</p><p>Puérpera, terceiro dia pós-parto, com aumento de temperatura axilar esporádica, mamas doloridas e</p><p>apresentando ingurgitamento mamário. Nesse contexto, assinale a orientação CORRETA:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Analgésico e calor local entre as mamadas</p><p>B Elevação das mamas com sutiã e iniciar antibioticoterapia</p><p>C Manter o aleitamento materno exclusivo sob livre demanda e ordenha manual</p><p>D Suspender a amamentação</p><p>4000197628</p><p>Questão 454 Ginecologia</p><p>Paciente de 39 anos, primigesta, após a realização de Fertilização in vitro (FIV) por fator masculino, encontra-</p><p>se gestante com 14 semanas de uma gestação gemelar Monocoriônica e Diamniótica diagnosticada em</p><p>ultrassonogra a de primeiro trimestre. Apresenta diversas dúvidas e questionamentos advindos desse</p><p>diagnóstico. Dentre as opções abaixo, qual é a afirmativa CORRETA em relação a esse caso?</p><p>A Fazer pré natal de risco habitual, com acompanhamento ultrassonográfico mensal</p><p>B Gestação monocoriônica raramente apresenta algum grau de anastomose entre as circulações dos</p><p>fetos</p><p>C O preparo do colo uterino e a indução do parto podem ser realizados com as mesmas medicações e</p><p>utilizando as mesmas posologias que nas gestações únicas</p><p>D Parto normal pode ser tentado de maneira segura nas gestações dicoriônicas e nas monocoriônicas</p><p>diamnióticas, com pré-condições idênticas às das gestações únicas</p><p>4000197627</p><p>Questão 455 Ginecologia</p><p>Mulher de 52 anos, menopausa aos 48 anos, procura o ginecologista queixando-se de sintomas vasomotores</p><p>intensos, seguidos de calafrios, que atrapalham muito o sono. Relata oscilação de humor frequente. A rma</p><p>que a vida sexual está muito ruim; tem evitado manter relações sexuais com o marido, pois após a cessação</p><p>dos uxos menstruais, passou a perceber a vagina extremamente seca. Nega morbidades e cirurgias prévias.</p><p>Exames realizados este ano: mamogra a categoria 2 BI-RADS; citopatológico do colo uterino negativo para</p><p>neoplasias; Hb 12,3g/dL, Htc 34,9%; TSH 1,1371mcUI/ml; glicose em jejum 114mg/dL; triglicerídeos 57mg/dL.</p><p>Ao exame físico: PA 128x75mmHg, FC 88bpm, abdome indolor a palpação, sem massas palpáveis. Sobre o</p><p>momento de vida dessa paciente, é CORRETO afirmar que:</p><p>A A terapia estrogênica via transdérmica eleva menos o risco de eventos tromboembólicos quando</p><p>comparada ao estrogênio via oral.</p><p>B A testosterona transdérmica deve ser indicada para melhorar o desejo, e assim, elevar a frequência</p><p>sexual do casal</p><p>C ISRS, como paroxetina, é medicamento de primeira linha para tratamento dos fogachos e da</p><p>oscilação do humor relatados</p><p>D O risco de desenvolvimento de diabetes mellitus contraindica terapia estroprogestagênica para</p><p>alívio dos sintomas vasomotores</p><p>4000197626</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 456 Ginecologia</p><p>Paciente de 34 anos, G5P3A1, hipertensa crônica, gestação de 32 semanas, em uso de metildopa 2mg por</p><p>dia, pré-natal irregular, foi trazida pelo SAMU com dor abdominal intensa e sangramento vaginal discreto. Ao</p><p>exame: Hidratada, hipocorada, afebril. FC = 123bpm, PA 140x90mmHg. Abdome gravídico, doloroso e com</p><p>tônus muito aumentado BCF=90bpm. Colo uterino 3cm, 50% apagado e posterior. Além de instituir dois</p><p>acessos venosos, solicitar hemograma e reservar sangue, assinale as condutas obstétricas MAIS</p><p>ADEQUADAS nesse momento:</p><p>A Realizar amniotomia e infundir ocitocina para a indução do parto, diminuindo o risco de hemorragia</p><p>B Realizar amniotomia e cesariana de urgência diante do sofrimento fetal</p><p>C Ultrassonografia e realizar parto por via baixa diante do sofrimento fetal</p><p>D Ultrassonografia e infundir ocitocina para indução do parto, diminuindo o risco de hemorragia</p><p>4000197625</p><p>Questão 457 Ginecologia</p><p>O controle neuroendócrino da ovulação atua sobre o folículo desencadeando seu desenvolvimento e</p><p>ovulação. Quanto ao processo de produção hormonal pelo folículo, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>A A produção de Testosterona pelas células da granulosa é estimulada pelo LH</p><p>B A Prolactina exerce um papel importante no desencadeamento da ovulação</p><p>C O Estradiol</p><p>é produzido pelas células da Teca por estímulo conjunto do LH e do FSH</p><p>D O mecanismo das duas células para produção do estradiol envolve as células da Teca e da Granulosa</p><p>4000197624</p><p>Questão 458 Ginecologia</p><p>A gura a seguir representa o ciclo menstrual, e, as numerações assinaladas estão relacionadas às</p><p>modi cações que ocorrem no sistema reprodutivo feminino neste processo. Com base nos eventos do ciclo</p><p>menstrual assinalados na imagem acima, assinale a alternativa CORRETA.</p><p>A O número 1 representa o folículo antral e sua secreção faz com que o endométrio seja proliferativo,</p><p>representado pelo número 6</p><p>B O número 1 representa o folículo primordial e é responsável pela produção de estradiol, representado</p><p>pelo número 3</p><p>C O número 2 representa o corpo lúteo que é responsável pela manutenção do endométrio na fase</p><p>secretora, representada pelo número 5</p><p>D O número 2 representa o folículo antral que é responsável pela produção de progesterona,</p><p>representada pelo número 4</p><p>4000197623</p><p>Questão 459 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>As alterações siológicas dos hormônios produzidos pelo eixo Hipotálamo, Hipó se e ovário são</p><p>responsáveis pelo desencadeamento da ovulação e, por consequência, da gestação. Com relação a este</p><p>controle endócrino é CORRETO afirmar:</p><p>A O FSH e o LH produzidos pela hipófise são controlados por um sistema de retrocontrole (feed-</p><p>back) negativo exercido pela Progesterona produzida pelo folículo em crescimento</p><p>B O Hipotálamo controla a produção o FSH através de um sistema neuroendócrino exercido pela</p><p>Dopamina</p><p>C O LH tem como função estimular a produção de estradiol pelo folículo pré ovulatório</p><p>D Ocorrendo uma fecundação, a produção da progesterona pelo corpo lúteo é mantida não mais pelo</p><p>LH hipofisario mas pelo HCG produzido pelo embrião</p><p>4000197622</p><p>Questão 460 Ginecologia</p><p>Paciente de 34 anos, G4PV3A0, IG = 9 semanas e 4 dias (DUM), comparece ao Centro de saúde para iniciar</p><p>acompanhamento pré-natal, sem queixas. É portadora de hipertensão arterial sistêmica há quatro anos. Fazia</p><p>uso de Captopril 50 mg de 12/12 horas, que foi suspenso há cinco dias, desde que o resultado de Beta-hCG</p><p>deu positivo. Ao exame: PA = 140 x 100 mmHg (duas medidas); FC = 88 bpm. Útero pouco aumentado de</p><p>volume (compatível com IG). Colo uterino longo, posterior e fechado. A conduta CORRETA, nesse caso, é:</p><p>A Encaminhar paciente para um pronto atendimento de obstetrícia para realizar propedêutica para</p><p>Síndrome HELLP.</p><p>B Prescrever Hidralazina endovenosa para tratamento da crise hipertensiva e reavaliar PA em seis</p><p>horas.</p><p>C Prescrever Metildopa ou Nifedipino, orientar a paciente a medir PA no domicílio e retornar em uma</p><p>semana para reavaliar níveis pressóricos.</p><p>D Reiniciar Captopril na dose que já se utilizava e encaminhar para o pré-natal de alto risco</p><p>4000197621</p><p>Questão 461 Ginecologia</p><p>Paciente de 19 anos, nuligesta, usuária de contraceptivo injetável mensal, sexualmente ativa, comparece à</p><p>urgência com relato de múltiplas úlceras vulvares dolorosas, que se iniciaram há cerca de seis dias,</p><p>associadas a febre e mialgia. Refere ardor inicial e surgimento de lesões vesiculares, com evolução para</p><p>úlceras. Nega lesões semelhantes previamente. Sobre o provável diagnóstico, assinale a alternativa</p><p>CORRETA:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A linfadenomegalia inguinal dolorosa bilateral está presente na quase totalidade dos casos</p><p>B A primo-infecção possui um período de incubação médio de 15 dias</p><p>C Após primo-infecção, a recorrência do quadro por reativação viral em 12 meses é superior à metade</p><p>dos casos</p><p>D Os episódios de recorrência são mais frequentes na primo-infecção associados ao HSV-1</p><p>4000197620</p><p>Questão 462 Ginecologia</p><p>Paciente primigesta comparece ao centro de diagnóstico fetal para a realização da ultrassonogra a</p><p>morfológica de segundo trimestre, com idade gestacional de 20 semanas. Foi evidenciado ausência de</p><p>líquido amniótico (anihidrâmnio). Qual a PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DIRETAMENTE relacionada ao</p><p>anihidrâmnio nessa idade gestacional?</p><p>A Falência cardíaca fetal</p><p>B Hipoplasia pulmonar</p><p>C Insuficiência renal fetal</p><p>D Síndrome da aspiração meconia</p><p>4000197619</p><p>Questão 463 Ginecologia</p><p>Adolescente de 17 anos provoca um aborto e chega à urgência com restos ovulares infectados. Mesmo com</p><p>os procedimentos corretos, ela vai a óbito por septicemia, 35 dias depois. A morte, nesse caso, é</p><p>considerada</p><p>A não materna.</p><p>B não obstétrica.</p><p>C obstétrica direta.</p><p>D obstétrica indireta.</p><p>4000197618</p><p>Questão 464 Ginecologia</p><p>O near miss materno (NMM) é um indicador de</p><p>A mortalidade.</p><p>B morbidade.</p><p>C letalidade.</p><p>D contaminação.</p><p>4000197617</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 465 Ginecologia</p><p>Foi feita a opção de conduta expectante em um quadro de aborto espontâneo, com 6 semanas, retido e</p><p>sem sinais de infecção. Após quatro semanas, não havendo resolução espontânea do quadro, a conduta</p><p>indicada para esse caso será</p><p>A a indução do aborto com misoprostol.</p><p>B a realização da curetagem uterina.</p><p>C a realização da AMIU (Aspiração Manual Intrauterina).</p><p>D a manutenção da conduta expectante.</p><p>4000197616</p><p>Questão 466 Ginecologia</p><p>O metotrexato é um medicamento utilizado para tratar gestação ectópica. Constitui contraindicação para</p><p>esse tratamento:</p><p>A massa anexial <= 3,5 cm.</p><p>B estabilidade hemodinâmica.</p><p>C embrião morto.</p><p>D trombocitopenia.</p><p>4000197615</p><p>Questão 467 Ginecologia</p><p>Gestante de 36 semanas dá entrada em pronto-atendimento obstétrico, com PA: 160/110 mmHG, crises</p><p>convulsivas e feto vivo. Nessa situação, o controle das crises convulsivas deverá ser realizado, inicialmente,</p><p>com</p><p>A a hidralazina.</p><p>B o midazolan.</p><p>C o sulfato de magnésio.</p><p>D a interrupção imediata da gestação.</p><p>4000197614</p><p>Questão 468 Ginecologia</p><p>A principal causa de oligoâmnio em nosso meio é</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A a rotura prematura das membranas.</p><p>B a insuficiência placentária da pré-eclâmpsia.</p><p>C as malformações fetais do sistema neurológico.</p><p>D as malformações fetais do sistema urinário.</p><p>4000197613</p><p>Questão 469 Ginecologia</p><p>Gestante com 34 semanas e 4 dias, isoimunizada, apresenta doppler uxometria com PVS-ACM (Velocidade</p><p>do Pico Sistólico da Artéria Cerebral Média) > que 1,5 múltiplo de mediana. Nessa situação, a conduta</p><p>indicada é a realização de</p><p>A cordocentese e transfusão sanguínea fetal.</p><p>B corticoterapia e interrupção da gestação.</p><p>C interrupção imediata da gestação.</p><p>D realização de cardiotocografia fetal.</p><p>4000197612</p><p>Questão 470 Ginecologia</p><p>Primigesta inicia o pré-natal tardiamente, quando, com 28 semanas de gestação, apresenta PA=>140/90</p><p>mmHG, sem referências a respeito da PA pré-gestacional. No rastreio laboratorial, encontram - se</p><p>plaquetas=95.000/mm3, TGO=80 U/L e TGP=90 UL, sem proteinúria. Nesse caso, o diagnóstico correto da</p><p>Síndrome Hipertensiva é o de hipertensão</p><p>A pré-gestacional.</p><p>B gestacional transitória.</p><p>C pré-eclâmpsia.</p><p>D síndrome HELLP.</p><p>4000197611</p><p>Questão 471 Ginecologia</p><p>Gestante de 32 semanas, antecedentes de hipertensão pré- gestacional e insu ciência pulmonar, chega ao</p><p>pronto atendimento com PA=180/120 mmHG e edema agudo de pulmão. Nessa situação, a droga de eleição</p><p>deve ser</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A a hidralazina.</p><p>B a nifedipina.</p><p>C o sulfato de magnésio.</p><p>D o nitroprussiato de sódio</p><p>4000197610</p><p>Questão 472 Ginecologia</p><p>A esteatose hepática aguda da gravidez (EHAG), caracterizada por insu ciência hepática aguda associada à</p><p>falência de múltiplos órgãos, é uma emergência obstétrica potencialmente fatal para a mãe e para o bebê. O</p><p>principal diagnóstico diferencial com a EHAG é</p><p>A a Síndrome hepatorrenal.</p><p>B a Síndrome HELLP.</p><p>C as Hepatites virais.</p><p>D a Eclampsia.</p><p>4000197609</p><p>Questão 473 Ginecologia</p><p>O acompanhamento e a conduta nas gestações gemelares baseiam-se fundamentalmente no tipo de</p><p>corionicidade, quando as gestações</p><p>A dicoriônicas apresentam duas placentas e uma cavidade monoamniótica.</p><p>B monocoriônicas diamnióticas apresentam uma placenta e duas cavidades amnióticas.</p><p>C monocoriônicas monoamnióticas apresentam duas placentas e duas cavidades amnióticas.</p><p>D monocoriônicas monoamnióticas com fetos unidos apresentam duas placentas e uma cavidade</p><p>amniótica.</p><p>4000197608</p><p>Questão 474 Ginecologia</p><p>A principal via de transmissão vertical da sífilis se dá</p><p>A pela via transplacentária.</p><p>B pela via vaginal.</p><p>C contaminação durante o parto.</p><p>D durante a amamentação.</p><p>4000197607</p><p>Questão 475 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>O teste rápido para diagnóstico de sífilis é um teste</p><p>A não treponêmico e que, se positivo, orienta o tratamento da gestante.</p><p>B não treponêmico e que, por isso, deve ser confirmado antes do tratamento da gestante.</p><p>C treponêmico e que, se der positivo, deve-se orientar o tratamento à gestante caso não o tenha</p><p>feito.</p><p>D treponêmico e que, se negativo, deve ser confirmado com o VDRL.</p><p>4000197606</p><p>Questão 476 Ginecologia</p><p>Para a maioria dos seres humanos imunocompetentes, a toxoplasmose passa despercebida e não acarreta</p><p>danos ao organismo. Entretanto, essa doença pode ser bastante grave entre gestantes, pela possibilidade de</p><p>resultar em toxoplasmose congênita fetal. A gravidade da doença fetal depende da época da gestação em</p><p>que ocorreu a contaminação, a saber</p><p>A pré-concepcional.</p><p>B no primeiro trimestre.</p><p>C no período mais próximo do termo.</p><p>D no terceiro trimestre.</p><p>4000197605</p><p>Questão 477 Ginecologia</p><p>Gestante com 10 semanas de gestação apresenta IGM positivo e IGG negativo para toxoplasmose.</p><p>Seguindo as orientações do Ministério da Saúde, a conduta imediata a ser adotada é:</p><p>A solicitar o teste de avidez para IGG, considerar infecção pré-gestacional e encerrar o caso se este</p><p>mostrar baixa avidez.</p><p>B repetir a sorologia para toxoplasmose e solicitar teste de avidez para IGG. O tratamento com</p><p>sulfadiazina, pirimetamina e ácido folínico estará indicado se esse teste resultar alta avidez.</p><p>C iniciar o tratamento com sulfadiazina, pirimetamina e ácido folínico e solicitar teste de avidez para</p><p>IGG.</p><p>D iniciar o tratamento com espiramicina, repetir a sorologia e solicitar teste de avidez para IGG.</p><p>4000197604</p><p>Questão 478 Ginecologia</p><p>Gestante portadora de HIV, com boa adesão ao esquema terapêutico e com carga viral (CV) indetectável na</p><p>34ª semana de gestação deverá</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A ter a cesariana programada para a 38ª semana, havendo necessidade da realização da zidovudina</p><p>endovenosa por ocasião do parto.</p><p>B ter a interrupção da gestação por via obstétrica, sem necessidade da realização da zidovudina</p><p>endovenosa por ocasião do parto.</p><p>C ser submetida à dosagem da CV ao entrar em trabalho de parto e, se o resultado for >1000 cópias,</p><p>realizar cesariana e zidovudina no parto.</p><p>D ser submetida ao parto normal, havendo necessidade da realização da zidovudina endovenosa por</p><p>ocasião do parto.</p><p>4000197603</p><p>Questão 479 Ginecologia</p><p>A transmissão vertical do herpes simples I e II genital se dá, principalmente,</p><p>A via transplacentária, durante o pré-natal e o trabalho de parto.</p><p>B via cesariana e amamentação, por meio do leite materno.</p><p>C via contato do recém-nascido com a genitália materna infectada, no parto vaginal.</p><p>D via contato do recém-nascido com o sangue materno, durante o trabalho de parto e o parto</p><p>4000197602</p><p>Questão 480 Ginecologia</p><p>A manifestação mais comum de neonatos pela Neisseria gonorrhoeae é</p><p>A pneumonia intersticial.</p><p>B septicemia.</p><p>C artrite.</p><p>D oftalmia</p><p>4000197601</p><p>Questão 481 Ginecologia</p><p>A manifestação de infecção urinária na gestação com pielonefrite indica</p><p>A hospitalização imediata e antibioticoterapia endovenosa.</p><p>B antibioticoterapia via oral, por 7 dias e urocultura de controle.</p><p>C coleta de urina para urocultura e antibioticoterapia por 7 dias.</p><p>D coleta de urina para urocultura e antibioticoterapia por 14 dias.</p><p>4000197600</p><p>Questão 482 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Primigesta com anemia, desde o início da gestação, caracterizada por Hb=10,5 g/dL, ferritina=30 mcg/L,</p><p>saturação de transferrina de 30% e ferro sérico=70 mg/mL. É moradora da região central de Goiânia e tem</p><p>antecedentes de anemia desde a infância. Diante desse quadro, o mais provável é que se trata de anemia</p><p>decorrente de</p><p>A verminose.</p><p>B hemoglobinopatia.</p><p>C carência de ácido fólico.</p><p>D carência de ferro.</p><p>4000197599</p><p>Questão 483 Ginecologia</p><p>Constitui alto risco para desenvolvimento de pré-eclâmpsia:</p><p>A intervalo interpartal >=10 anos.</p><p>B nuliparidade.</p><p>C afrodescendência.</p><p>D doença renal.</p><p>4000197598</p><p>Questão 484 Ginecologia</p><p>A forma mais fidedigna de controle da vitalidade fetal em gestantes com diabetes é a associação</p><p>A do controle seriado da glicemia materna com a medida da circunferência abdominal fetal.</p><p>B do controle glicêmico materno com a dopplerfluxometria obstétrica.</p><p>C da dopplerfluxometria obstétrica com o perfil biofísico fetal.</p><p>D da ultrassonografia obstétrica com a dopplerfluxometria obtétrica.</p><p>4000197597</p><p>Questão 485 Ginecologia</p><p>A Síndrome da Má Adaptação Neonatal apresenta sintomas de letargia e hipotonia (Floppy Babby) no recém-</p><p>nascido de mães usuárias de antidepressivos, principalmente</p><p>A a sertralina.</p><p>B o escitalopran.</p><p>C a venlafaxina.</p><p>D a fluoxetina.</p><p>4000197596</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 486 Ginecologia</p><p>A obesidade é um importante fator de risco para complicações obstétricas. Nas gestantes obesas há</p><p>recomendações especiais para a assistência ao parto. Quando IMC ≥ 40 kg/m², recomenda-se</p><p>A encaminhamento para o parto em uma unidade de alto risco.</p><p>B interrupção com 40 semanas, pelo maior risco de óbito fetal.</p><p>C parto vaginal, pelo maior risco de infecção de parede, na cesariana.</p><p>D mesmo em obesas com alto IMC (≥ 40 kg/m²) não há indicação de tromboprofilaxia</p><p>medicamentosa, no pós- parto.</p><p>4000197595</p><p>Questão 487 Ginecologia</p><p>O per l biofísico fetal, associação da cardiotocogra a fetal e parâmetros ultrassonográ cos, é o método</p><p>mais con ável de avaliação da vitalidade fetal. Na avaliação do resultado desse exame, quando todos os</p><p>parâmetros ultrassonográficos normais estão associados à cardiotocografia reativa, isso indica</p><p>A baixa probabilidade asfixia fetal.</p><p>B provável asfixia fetal.</p><p>C baixo risco de anoxia fetal.</p><p>D alta possibilidade de asfixia fetal.</p><p>4000197594</p><p>Questão 488 Ginecologia</p><p>Em relação às gonadotrofinas, os estrógenos têm o principal papel de:</p><p>A Estimular a síntese e o armazenamento.</p><p>B Estimular a liberação pela hipófise.</p><p>C Inibir a liberação pela hipófise.</p><p>D Inibir a síntese e o armazenamento.</p><p>4000197593</p><p>Questão 489 Ginecologia</p><p>Na esteroidogênese, a partir do colesterol, é produzido inicialmente:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A testosterona.</p><p>B O estradiol.</p><p>C O estriol.</p><p>D a progesterona.</p><p>4000197592</p><p>Questão 490 Ginecologia</p><p>Em relação à vacinação contra a hepatite B, deve-se vacinar a mulher que apresentar as seguintes sorologias:</p><p>A negativas para HBsAg, Anti-HBc IgM e positivas para anti-HBs e Anti-HBc IgM.</p><p>B negativas para HBsAg, Anti-HBs, Anti-HBc IgM e Anti- HBc total.</p><p>C positivas para HBsAg Anti-HBs Anti-HBc IgM e Anti-HBc total.</p><p>D positivas para Anti-HBc IgM Anti-HBc total e positivas para HBsAg e Anti-HBs.</p><p>4000197591</p><p>Questão 491 Ginecologia</p><p>As vacinas contra o HPV, no Brasil, têm a máxima eficácia quando são realizadas</p><p>A em crianças.</p><p>B na sexarca.</p><p>C na idade entre 9 e 14 anos.</p><p>D em indivíduos imunossuprimidos.</p><p>4000197590</p><p>Questão 492 Ginecologia</p><p>Mulher de 55 anos de idade, pós-menopausada há cinco anos e sem sintomas vasomotores deverá ser</p><p>tratada para dispareunia com diminuição secundária do desejo sexual, salvo contraindicações, inicialmente</p><p>com</p><p>A terapia sexual.</p><p>B testosterona transdérmica.</p><p>C associação de estradiol + progestágeno sistêmica.</p><p>D estrógenos tópicos via vaginal.</p><p>4000197589</p><p>Questão 493 Ginecologia</p><p>No rastreamento do câncer de colo no Brasil, o Ministério</p><p>trazida pelo SAMU. Refere agressão sexual pelo parceiro.</p><p>Relata que ele a manteve em situação de cárcere nos últimos 2 anos, após ela ter pedido o divórcio. Última</p><p>atividade sexual há 12 horas, com coito vaginal e anal, sem uso de preservativo. DUM: não recorda. Ao exame</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>ginecológico, presença de laceração em fundo de saco extensa com sangramento ativo.</p><p>Em relação ao atendimento a ser prestado, pode-se afirmar que:</p><p>A Você deve realizar o atendimento após a comunicação à autoridade policial.</p><p>B A profilaxia para HIV deve ser realizada com Tenofovir, Lamivudina e Dolutegravir por 28 dias.</p><p>C A conduta deve ser correção da laceração (prioridade), notificação do caso à vigilância</p><p>epidemiológica, solicitação de sorologias e de beta-hcg.</p><p>D A conduta deve ser correção da laceração (prioridade), notificação do caso à vigilância</p><p>epidemiológica e a autoridade policial, solicitação de sorologias e de beta-hcg.</p><p>4000193796</p><p>Questão 46 Ginecologia</p><p>Paciente de 21 anos, sexualmente ativa, vai a consulta ginecológica com queixa de lesões genitais dolorosas</p><p>há 3 dias. Refere quadro gripal há 1 semana, com febre e mialgia. Nega atividade sexual no último mês. Nega</p><p>alergias ou comorbidades. Nega lesões em outros locais. Nega quadro semelhante anterior. Porta sorologias:</p><p>anti HIV não reagente/ HBsAg não reagente/ VDRL não reagente / anti HCV não reagente. Ao exame da</p><p>vulva, observou-se a seguinte lesão:</p><p>Qual a melhor hipótese diagnóstica?</p><p>A Doença de Behçet.</p><p>B Herpes genital.</p><p>C Cancro Duro.</p><p>D Úlcera de Lipschutz.</p><p>4000193795</p><p>Questão 47 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Criança de 3 anos foi levada à urgência devido ao aparecimento das lesões abaixo há cerca de 3 semana.</p><p>Mãe trabalha em regime de plantão e deixa a criança na casa da vizinha. Qual a hipótese dianóstica e</p><p>tratamento?</p><p>A Sarcoma Botrioide. Exérese das leões.</p><p>B Condilomas. Ácido Tricloroacético.</p><p>C Herpes genital. Aciclovir.</p><p>D Sífilis. Penicilina.</p><p>4000193794</p><p>Questão 48 Ginecologia</p><p>Paciente de 60 anos, 4G4Pn, vem ao ambulatório de ginecologia com queixa de “bola na vagina”. Foi</p><p>realizada a avaliação por meio do POP-Q, que se encontra abaixo:</p><p>Diante do quadro da paciente, qual seria a melhor conduta no momento?</p><p>A Colpoplastia posterior e anterior.</p><p>B Cirurgia de Burch.</p><p>C Histerectomia + sacrocolpofixação e colpoplastia posterior.</p><p>D Histerectomia vaginal + colpoplastia anterior.</p><p>E Perineoplastia.</p><p>4000201169</p><p>Questão 49 Ginecologia</p><p>Mulher de 34 anos vem ao ambulatório de ginecologia com quadro de sangramento genital durante as</p><p>relações sexuais. O exame ginecológico revela tumoração cervical de cerca de 3 cm, restrita ao colo uterino.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Vagina e paramétrios estão livres. Não possui exames complementares. Considerando o quadro acima, no</p><p>momento, qual é a conduta imediata, o provável estadiamento e o tratamento mais adequado para essa</p><p>paciente?</p><p>A Colposcopia, Ib3, radioterapia.</p><p>B Biópsia do colo, Ib1, radioterapia.</p><p>C Conização, Ia2, histerectomia Piver II.</p><p>D Colposcopia, Ia3, conização do colo.</p><p>E Biópsia do colo, Ib2, histerectomia Piver III.</p><p>4000201168</p><p>Questão 50 Ginecologia</p><p>Adolescente de 16 anos é trazida ao ambulatório de ginecologia por ausência de menstruação. A mãe refere</p><p>que a menina apresentou desenvolvimento normal desde a infância e que não tem di culdades de</p><p>aprendizado. No exame físico, foi evidenciado um estágio M5P4 de Tanner. Foi solicitada uma</p><p>ultrassonogra a pélvica que evidenciou ausência de útero. Diante do quadro, qual dos exames abaixo será</p><p>fundamental para o diagnóstico da paciente?</p><p>A FSH.</p><p>B Cariótipo.</p><p>C Estradiol.</p><p>D TSH.</p><p>E Prolactina.</p><p>4000201167</p><p>Questão 51 Ginecologia</p><p>Paciente de 22 anos vem em consulta referindo o aparecimento de lesões em região genital há 3 dias.</p><p>Refere que tem vida sexual ativa, sem parceiro xo e com uso eventual de preservativo. Ao</p><p>exame, apresenta úlceras dolorosas, com bordas irregulares e com presença de secreção amarelada.</p><p>Também apresenta um linfonodo aumentado em região inguinal com sinais ogísticos. Foi realizado o</p><p>raspado da lesão e evidenciada a presença de bacilos Gram-negativos dispostos “em cardume de peixe”.</p><p>Qual é o tratamento mais adequado para essa paciente?</p><p>A Aciclovir 400 mg VO 8/8h por 7 dias.</p><p>B Penicilina benzatina 2.400.000 Ui IM em dose única.</p><p>C Azitromicina 1 g VO em dose única.</p><p>D Doxicilina 100 mg VO 12/12 horas por 21 dias.</p><p>E Ceftriaxone 1 g IM em dose única.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>4000201166</p><p>Questão 52 Ginecologia</p><p>Paciente de 28 anos deseja iniciar método contraceptivo. A paciente apresenta ciclos regulares, com</p><p>dismenorreia importante e sangramento por 7 dias. Refere que recebeu o diagnóstico de hipertensão</p><p>recentemente e que ainda não conseguiu controlar os níveis pressóricos. No momento, a PA estava em 162 x</p><p>100 mmHg. Diante do exposto, qual seria o melhor método para essa paciente, entre os listados abaixo?</p><p>A Anel vaginal.</p><p>B DIU de cobre.</p><p>C DIU de levonorgestrel.</p><p>D Pílula combinada.</p><p>E Injetável trimestral.</p><p>4000201165</p><p>Questão 53 Ginecologia</p><p>Paciente do sexo feminino, 58 anos, G1 P1 A0, comparece à UBS para apresentar mamogra a de</p><p>rastreamento cujo resultado foi BI-RADS 3. A mulher encontra-se assintomática e não</p><p>apresenta comorbidades ou antecedentes familiares de câncer. O exame físico mamário não apresenta</p><p>alterações. Qual é a conduta para esse caso?</p><p>A Solicitar uma ultrassonografia complementar para esclarecer se a lesão encontrada na mamografia é</p><p>suspeita de malignidade ou não.</p><p>B Prosseguir com a rotina de rastreamento e solicitar uma nova mamografia em 2 anos.</p><p>C Encaminhar para o serviço de referência em oncologia para fazer uma biópsia.</p><p>D Somente acompanhar com uma nova mamografia em 6 meses.</p><p>4000199955</p><p>Questão 54 Ginecologia</p><p>Paciente do sexo feminino, 59 anos, menopausa aos 50 anos de idade, hipertensa e obesa, apresenta-se ao</p><p>ginecologista referindo sangramento genital esporádico há 2 meses. Nega uso de terapia hormonal. Não</p><p>foram observadas alterações no exame físico ginecológico O ultrassom transvaginal apresenta um eco</p><p>endometrial medindo 10 mm, útero de 39 cm³, e os ovários não foram visualizados. Qual é a conduta para</p><p>esse caso?</p><p>A Seguimento ultrassonográfico em 6 meses.</p><p>B Histerectomia + salpingooforectomia bilateral.</p><p>C Histeroscopia diagnóstica e biópsia.</p><p>D Ablação endometrial.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>4000199954</p><p>Questão 55 Ginecologia</p><p>Mulher, com 46 anos de idade, comparece à Unidade Básica de Saúde com pedido para fazer uma</p><p>mamogra a. Refere que uma tia materna teve câncer de mama aos 52 anos de idade. Ao exame físico</p><p>mamário, não apresenta nódulos ou espessamentos. Axilas livres e expressão negativa bilateralmente. De</p><p>acordo com a diretriz do Ministério da Saúde, qual é a conduta indicada para essa paciente?</p><p>A Solicitar a mamografia imediatamente e repetir anualmente.</p><p>B Solicitar a mamografia e repetir a cada 2 anos.</p><p>C Não solicitar a mamografia e iniciar o rastreamento mamográfico aos 50 anos de idade, repetindo o</p><p>exame a cada 2 anos.</p><p>D Não solicitar a mamografia e iniciar o rastreamento mamográfico aos 50 anos de idade, repetindo o</p><p>exame todo ano.</p><p>4000199953</p><p>Questão 56 Ginecologia</p><p>Paciente do sexo feminino de 39 anos de idade, 3G3PN, comparece à Unidade Básica Saúde referindo</p><p>aumento do uxo menstrual há 4 meses. Método anticoncepcional: laqueadura há 9 anos. Ao exame físico</p><p>ginecológico, foi observado útero aumentado de volume, contornos bocelados e consistência brelástica. O</p><p>ultrassom apresentou útero de 340 cm³, com múltiplos nódulos hipoecogênicos. Qual é a conduta indicada</p><p>para essa paciente?</p><p>A Histerectomia total abdominal.</p><p>B Miomectomia laparoscópica.</p><p>C Análogo de GnRH.</p><p>D Progestágeno.</p><p>4000199952</p><p>Questão 57 Ginecologia</p><p>Paciente do sexo feminino, de 25 anos, fez colpocitologia oncótica com resultado de células</p><p>da Saúde tem indicado que</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A a citologia seja repetida com intervalo de 6 meses, em mulheres com idade superior a 30 anos, com</p><p>resultado mostrando ASC-US.</p><p>B a citologia pode ser realizada a cada cinco anos, entre a idade de 30 a 64 anos, desde que dois</p><p>exames, com intervalos anuais, sejam negativos.</p><p>C o início do rastreamento seja realizado a partir de 25 anos de idade, em todas as mulheres que</p><p>iniciaram atividade sexual.</p><p>D o rastreamento com citologia em todas as mulheres com idade entre 25 a 64 anos, com atividade</p><p>sexual, em intervalos trienais.</p><p>4000197588</p><p>Questão 494 Ginecologia</p><p>A fase do ciclo mais adequada para a realização da colposcopia é</p><p>A a primeira fase.</p><p>B a segunda fase.</p><p>C o pré-menstrue.</p><p>D a pré-ovulatória.</p><p>4000197587</p><p>Questão 495 Ginecologia</p><p>Analise a imagem ultrassonográ ca a seguir. A via de realização dessa ultrassonogra a e a fase do ciclo</p><p>menstrual na qual se encontra o útero são, respectivamente,</p><p>A a via abdominal e a fase progestagênica.</p><p>B a via abdominal e a fase estrogênica.</p><p>C a via endovaginal e a fase progestagênica.</p><p>D a via endovaginal e a fase estrogênica.</p><p>4000197586</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 496 Ginecologia</p><p>O tratamento inicial para a puberdade precoce, decorrente da Síndrome de McCune Albright, é</p><p>A o tamoxifeno.</p><p>B o letrozol ou a leuprorrelina.</p><p>C a gosserrelina.</p><p>D o acetato de medroxiprogesterona.</p><p>4000197585</p><p>Questão 497 Ginecologia</p><p>A injeção dos chamados agentes de preenchimento na submucosa da uretra é um método minimamente</p><p>invasivo, disponível para tratar mulheres com</p><p>A bexiga hiperativa e dissinergia do músculo detrusor.</p><p>B urgeincontinênica urinária em pacientes idosas com mobilidade uretral.</p><p>C IUE decorrente de defeito esfincteriano intrínseco e ausência de mobilidade uretral.</p><p>D urgeincontinênica urinária sem defeito esficteriano e ausência de mobilidade uretral.</p><p>4000197584</p><p>Questão 498 Ginecologia</p><p>A realização de sorologias para o rastreamento de sí lis e HIV em mulheres com idade < 30 anos deve ser</p><p>feita</p><p>A anualmente.</p><p>B semestralmente.</p><p>C imediatamente após exposição de risco para IST.</p><p>D anualmente, independentemente da faixa etária.</p><p>4000197583</p><p>Questão 499 Ginecologia</p><p>Os métodos existentes para a detecção precoce do câncer de mama não reduzem a incidência, mas podem</p><p>reduzir a mortalidade pela doença. Nesse sentido, o Ministério da Saúde preconiza que, na população de</p><p>risco padrão para o câncer de mama, o rastreio seja realizado pela mamografia,</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A em intervalos bianuais, em mulheres entre 50 e 69 anos.</p><p>B em intervalos anuais, em mulheres entre 40 e 69 anos.</p><p>C em grupo familiar menor que 40 anos, com antecedente positivo para o câncer de mama, em</p><p>mulheres com idade menor que 40 anos.</p><p>D em meio familiar, com antecedente familiar positivo para o câncer de mama, em mulheres com</p><p>idade superior a 70 anos.</p><p>4000197582</p><p>Questão 500 Ginecologia</p><p>O objetivo primordial da terapêutica hormonal (TH) é o tratamento dos sintomas vasomotores associados ao</p><p>climatério. Nesse sentido, o a SOBRAC (Sociedade Brasileira de Climatério) e a FEBRASGO (Federação</p><p>Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia) orientam às pacientes em uso de TH</p><p>A a realização de ultrassonografia mamária e endovaginal.</p><p>B a realização anual de exames de mamografia.</p><p>C a realização de ultrassonografia endovaginal quando pacientes apresentarem sangramento uterino.</p><p>D a realização de exames complementares depois de efetuado rastreio de doenças cardiovasculares</p><p>em usuárias de TH.</p><p>4000197581</p><p>Questão 501 Ginecologia</p><p>Adolescente de 17 anos, com dismenorreia primária, moderada a grave, sem alterações do uxo menstrual e</p><p>sem sexarca tem como primeira escolha o tratamento com os:</p><p>A Anticoncepcionais hormonais combinados em esquema estendido.</p><p>B Anti-inflamatórios não hormonais, durante a menstruação.</p><p>C Antiespasmódicos associados aos analgésicos comuns, durante a menstruação.</p><p>D Antiespasmódicos associados aos anti-inflamatórios não esteroidais, durante a menstruação.</p><p>4000197580</p><p>Questão 502 Ginecologia</p><p>O exame mais sensível para mapear miomas, antes da miomectomia, é</p><p>A a ultrassonografia pélvica.</p><p>B a ultrassografia endovaginal.</p><p>C a tomografia computadorizada da pelve.</p><p>D a ressonância nuclear magnética da pelve.</p><p>4000197579</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 503 Ginecologia</p><p>A necrobiose asséptica, também conhecida como degeneração rubra ou vermelha, corresponde ao infarto</p><p>hemorrágico do leiomioma. Esse tipo de degeneração ocorre, principalmente, durante o uso de</p><p>A TH combinada do climatério.</p><p>B gestrinona.</p><p>C leuprorrelina</p><p>D testosterona.</p><p>4000197578</p><p>Questão 504 Ginecologia</p><p>Leia o caso clínico. Mulher com 58 anos, obesidade grau=2, nuligesta, menopausada há 6 anos, sem uso de</p><p>terapia hormonal apresenta sangramento uterino anormal, com ultrassonogra a mostrando espessamento</p><p>endometrial, com resultado histopatológico de hiperplasia endometrial complexa, com atipia. Nessa situação,</p><p>a conduta indicada é</p><p>A o uso da terapia hormonal combinada.</p><p>B o uso de progestágeno contínuo.</p><p>C a ablação endometrial por histeroscopia.</p><p>D a histerectomia.</p><p>4000197577</p><p>Questão 505 Ginecologia</p><p>Climatérica, de 43 anos, com antecedentes de três partos normais, refere aumento do volume e duração da</p><p>menstruação, com início após último parto, há cinco anos, associado à piora da dismenorreia. Refere piora</p><p>progressiva do quadro nos últimos dois anos, quando passou a não obter melhora com uso de analgésicos</p><p>comuns. Ao exame físico, o útero se encontra pouco aumentado de volume, doloroso a palpação, com</p><p>consistência elástica e superfície lisa. Na ultrassonogra a pélvica, o útero apresenta volume de 180 cm3,</p><p>endométrio trilaminar de 12 mm e ovários normais. Diante desse quadro, a hipótese diagnostica mais provável</p><p>é de</p><p>A pólipo endometrial.</p><p>B hiperplasia endometrial.</p><p>C endometriose.</p><p>D adenomiose.</p><p>4000197576</p><p>Questão 506 Ginecologia</p><p>Climatérica, de 43 anos, com antecedentes de três partos normais, refere aumento do volume e duração da</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>menstruação, com início após último parto, há cinco anos, associado à piora da dismenorreia. Refere piora</p><p>progressiva do quadro nos últimos dois anos, quando passou a não obter melhora com uso de analgésicos</p><p>comuns. Ao exame físico, o útero se encontra pouco aumentado de volume, doloroso a palpação, com</p><p>consistência elástica e superfície lisa. Na ultrassonogra a pélvica, o útero apresenta volume de 180 cm3,</p><p>endométrio trilaminar de 12 mm e ovários normais. Considerando o quadro clínico apresentado, o tratamento</p><p>definitivo da afecção para essa paciente é</p><p>A ressecção histeroscópica.</p><p>B ablação de endométrio.</p><p>C histerectomia.</p><p>D histerectomia ampliada.</p><p>4000197575</p><p>Questão 507 Ginecologia</p><p>O tratamento para a dor pélvica decorrente de endometriose peritoneal é:</p><p>A a histerectomia ampliada.</p><p>B a eletrocirurgia.</p><p>C o análogo do GnRH.</p><p>D os anticoncepcionais hormonais contínuos.</p><p>4000197574</p><p>Questão 508 Ginecologia</p><p>Adolescente de 17 anos de idade, com retardo pubertário decorrente de disgenesia gonádica, apresenta</p><p>tumoração complexa em um dos ovários. A maior probabilidade é de que essa tumoração seja um</p><p>A gonadoblastoma.</p><p>B disgerminoma.</p><p>C cistoadenoma seroso.</p><p>D cistoadenoma mucinoso.</p><p>4000197573</p><p>Questão 509 Ginecologia</p><p>Mulher de 30 anos de idade com queixa de exteriorização de estrutura via vaginal aos esforços, levando ao</p><p>desconforto durante a atividade sexual. Ao exame, veri ca-se tumoração cística, de +/-6 cm, em parede</p><p>anterolateral da vagina, indolor à palpação. Diante desse quadro, o diagnóstico provável é de cisto de</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Nuck.</p><p>B Gartner.</p><p>C Bartholin.</p><p>D Skene.</p><p>4000197572</p><p>Questão 510 Ginecologia</p><p>A hiperprolactinemia pode levar desdealterações menstruais até amenorreia e infertilidade. A principal</p><p>causa</p><p>de hiperprolactinemia é decorrente de</p><p>A hipotireoidismo.</p><p>B alterações hipofisárias.</p><p>C macroprolactinemia.</p><p>D medicamentosa.</p><p>4000197571</p><p>Questão 511 Ginecologia</p><p>Anovulia e distúrbios ovulatórios são causados</p><p>A pela Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP).</p><p>B pela Síndrome de Savage.</p><p>C pela hiperprolactinemias.</p><p>D pela falência ovariana precoce.</p><p>4000197570</p><p>Questão 512 Ginecologia</p><p>Entre os progestágenos utilizados em contraceptivos hormonais, o que apresenta maior atividade</p><p>antiandrogênica é</p><p>A a drospirenona.</p><p>B a clormatidona.</p><p>C a ciproterona.</p><p>D a medroxiprogesterona.</p><p>4000197569</p><p>Questão 513 Ginecologia</p><p>Sobre a produção e características do líquido amniótico, assinale a alternativa CORRETA.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Após a 12a semana, a produção passa a depender, principalmente, do volume urinário fetal.</p><p>B Após a 40a semana, pode haver tendência de diminuição do fluxo urinário fetal; assim a produção</p><p>passa a depender, principalmente, da pele fetal.</p><p>C Os níveis de ureia, creatinina e ácido úrico no líquido amniótico são maiores do que no plasma fetal.</p><p>D O líquido pulmonar também tem participação importante na formação do líquido amniótico, sendo</p><p>hipotônico em relação ao plasma fetal.</p><p>E Próximo ao termo, a urina fetal é acentuadamente hipotônica, aumentando a osmolaridade do</p><p>líquido amniótico.</p><p>4000197568</p><p>Questão 514 Ginecologia</p><p>No dia 14 de dezembro de 2022, paciente, primigesta, chegou à emergência obstétrica com queixa de</p><p>sangramento discreto. Referia dia da última menstruação (DUM) em 01 de setembro de 2022 e que foi</p><p>submetida a uma ultrassonogra a, em 24 de outubro, a qual constatou idade gestacional de 5 semanas e</p><p>ausência de embrião. Repetiu ultrassonogra a em 07 de novembro de 2022 e constatou idade gestacional</p><p>de 8 semanas pelo comprimento céfalo- nádegas. Assinale a alternativa CORRETA que representa a idade</p><p>gestacional mais adequada para acompanhamento da gravidez no dia da consulta da emergência.</p><p>A 12s6d</p><p>B 12s2d</p><p>C 13s2d</p><p>D 13s6d</p><p>E 14s6d</p><p>4000197567</p><p>Questão 515 Ginecologia</p><p>Paciente tercigesta na 31a semana de gravidez. Procurou a emergência com queixa de formigamento em</p><p>mãos e inchaço em membros inferiores. Negava outras queixas. Exames complementares normais. Ao</p><p>exame, pressão arterial de 160 x 80 mmHg (confirmada), dinâmica uterina ausente, edema +/4+ e batimentos</p><p>cardíacos fetais de 156 bpm. Toque vaginal não realizado. A proteinúria de ta foi negativa. Assinale a</p><p>alternativa que indica a hipótese diagnóstica mais provável.</p><p>A Hipertensão gestacional</p><p>B Pré-eclâmpsia não grave</p><p>C Pré-eclâmpsia grave</p><p>D Hipertensão transitória</p><p>E Hipertensão crônica</p><p>4000197566</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 516 Ginecologia</p><p>Paciente primípara na 10a semana de gestação procurou a emergência obstétrica com queixa de</p><p>sangramento e dor em baixo ventre tipo cólica. Ao exame, o toque vaginal encontrava-se com o colo uterino</p><p>fechado e presença de sangramento leve. A ultrassonogra a revelou ausência de embrião e diâmetro médio</p><p>do saco gestacional de 25 mm. Baseada nas evidências atuais, sobre o esvaziamento uterino, qual a conduta</p><p>mais adequada e efetiva?</p><p>A Repetir ultrassonografia com 7 dias</p><p>B Repetir ultrassonografia com 15 dias</p><p>C Expectante e aspiração manual intrauterina, se necessário</p><p>D Misoprostol e aspiração manual intrauterina, se necessário</p><p>E Misoprostol e curetagem uterina, se necessário</p><p>4000197565</p><p>Questão 517 Ginecologia</p><p>Gestante tercigesta na 27a semana de gravidez, procurou o pré-natal trazendo resultado dos exames de</p><p>rotina. No momento, refere cefaleia, tonturas, náuseas e vômitos. Nega antecedentes sobre diabetes prévio</p><p>à gravidez. O teste de tolerância oral à glicose a 75g foi: jejum - 92 mg/dL, 1h – 180 mg/dL e 2h – 153</p><p>mg/dL. Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico e à conduta mais adequada.</p><p>A Diabetes Mellitus clínico com um valor alterado. Iniciar o tratamento.</p><p>B Diabetes Mellitus gestacional com dois valores alterados. Iniciar o tratamento</p><p>C Exame com apenas um valor alterado, não podendo confirmar o diagnóstico de diabetes Mellitus</p><p>clínico ou gestacional.</p><p>D Diabetes Mellitus clínico com dois valores alterados. Iniciar o tratamento.</p><p>E Diabetes Mellitus gestacional com três valores alterados. Iniciar o tratamento.</p><p>4000197564</p><p>Questão 518 Ginecologia</p><p>Gestante 25 anos, tercigesta na 14ª semana de gravidez, procurou o pré-natal trazendo resultado dos</p><p>exames de rotina. No momento assintomática. Nega antecedentes sobre hipertensão e diabetes prévio a</p><p>gravidez. Ao exame obstétrico, apresentava frequência cardíaca fetal de 155 bpm. Altura de fundo uterino de</p><p>12 cm. Pressão arterial de 100 x 70 mmHg (con rmada). Índice de massa corpórea de 22kg/m². Hemoglobina</p><p>de 12,0 g/dL. A glicemia de jejum foi de 127mg/dL. Das alternativas abaixo, assinale a que contém uma</p><p>conduta adequada e a respectiva dose para a gestante.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Iniciar ácido acetil salicílico – 150mg/dia</p><p>B Iniciar sulfato ferroso – 200mg/dia</p><p>C Iniciar metformina – 1,5g/dia</p><p>D Iniciar insulina regular – 2,0UI/dia</p><p>E Retorno para o pré-natal regular</p><p>4000197563</p><p>Questão 519 Ginecologia</p><p>Gestante de 25 anos de idade, na 22ª semana de gravidez, secundigesta e primípara procura serviço de</p><p>Medicina Fetal para ultrassonogra a morfológica de rotina. Refere parto normal anterior na 38ª semana há 3</p><p>anos. Assinale a alternativa CORRETA com relação ao signi cado da imagem acima tirada da</p><p>ultrassonografia.</p><p>A A imagem foi realizada por via pélvica.</p><p>B A imagem sugere colo uterino 3,5 cm, havendo baixo risco para trabalho de parto prematuro.</p><p>C A imagem sugere colo uterino 1,0 cm, havendo alto do risco para trabalho de parto prematuro,</p><p>sendo indicado uso de progesterona.</p><p>D A imagem sugere colo uterino 2,7 cm, havendo alto risco para trabalho de parto prematuro, sendo</p><p>indicado uso de progesterona.</p><p>E A mensuração do colo uterino não deveria ter sido realizada, pois não é indicada de rotina.</p><p>4000197562</p><p>Questão 520 Ginecologia</p><p>Paciente 20 anos de idade, na 11ª semana de gestação, veio para sua 1ª consulta de pré-natal. Na anamnese,</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>referiu uma ferida ulcerada única, indolor e sem ardor ou secreções purulentas em lábio vaginal direito há</p><p>aproximadamente 18 meses, a qual regrediu espontaneamente sem tratamento. Nessa consulta, trouxe</p><p>exames pré-concepcionais, que chamaram a atenção pelo VDRL de 1/16. Qual a conduta adequada que o</p><p>prenatalista deve adotar?</p><p>A Penicilica benzatina – 2.400.000 UI – 2 doses.</p><p>B Penicilina benzatina – 2.400.000 UI – 1 dose.</p><p>C Penicilina benzatina – 2.400.000 UI – 3 doses.</p><p>D Penicilina benzatina – 2.400.000 UI – 4 doses.</p><p>E Não administrar penicilina pelo risco de teratogenicidade. Adiar o tratamento para o 2º trimestre.</p><p>4000197561</p><p>Questão 521 Ginecologia</p><p>Paciente 22 anos de idade, primigesta e na 41ª semana de gravidez. Veio para a emergência obstétrica com</p><p>queixa de dor em baixo ventre há 15h tipo cólica. Ao exame, dinâmica uterina de 2 contrações/10 minutos/35</p><p>e 55 segundos. Batimentos cardiofetais de 140 bpm. Altura de fundo uterino de 34cm. Toque vaginal com 6</p><p>cm de dilatação, bolsa das íntegras, cefálico e 80% de esvaecimento cervical. O trabalho de parto evoluiu</p><p>conforme partograma abaixo. Durante o período expulsivo observou-se o sinal da tartaruga. Assinale a</p><p>alternativa que corresponde a uma manobra que poderia ser utilizada durante o período expulsivo para a</p><p>resolução do quadro.</p><p>A Manobra de Pajot</p><p>B Manobra de Rojas</p><p>C Manobra de Ritgen</p><p>D Manobra de Taxe</p><p>E Manobra de Wood Screw</p><p>4000197560</p><p>Questão 522 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa INCORRETA referente às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS)</p><p>dos cuidados intrapartos para uma experiência positiva da gestante.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A fase ativa do trabalho de parto é caracterizada por contrações uterinas</p><p>dolorosas regulares, um</p><p>grau substancial de apagamento cervical e dilatação cervical de 4 cm até a dilatação completa.</p><p>B A fase ativa do trabalho de parto usualmente não se estende, além de 12 horas no primeiro parto, e</p><p>de 10 horas nos partos subsequentes.</p><p>C A velocidade da dilatação cervical média de 1 cm/hora durante o primeiro estágio ativo, no primeiro</p><p>parto (conforme linha de alerta do partograma), não é recomendada para identificar mulheres em</p><p>risco de desfechos adversos no parto.</p><p>D A episiotomia seletiva é recomendada.</p><p>E A duração da segunda fase do trabalho de parto é variável, porém geralmente, no primeiro parto, o</p><p>nascimento ocorre em 3 horas, enquanto, nos partos subsequentes, o nascimento ocorre em 2</p><p>horas.</p><p>4000197559</p><p>Questão 523 Ginecologia</p><p>Gestante de 41 anos e primigesta (aborto anterior há 6 meses). Veio à emergência obstétrica com queixa de</p><p>atraso menstrual há 5a semana, náusea e vômitos intensos e sangramento genital intermitente. Fez β-hCG</p><p>de 50.000mUI/ml. Ao toque vaginal, observou-se colo uterino pérvio com uma polpa digital, de consistência</p><p>amolecida, sangramento vermelho vivo de intensidade leve e útero aumentado de volume para o atraso</p><p>menstrual. Fez ultrassonogra a endovaginal que sugeriu a imagem abaixo intrauterina. Assinale a alternativa</p><p>que se refere à conduta e ao diagnóstico mais provável.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Abortamento incompleto – Aspiração manual intrauterina.</p><p>B Doença trofoblástica gestacional – Aspiração manual intrauterina.</p><p>C Abortamento incompleto – Curetagem uterina.</p><p>D Doença trofoblástica gestacional – Misoprostol.</p><p>E Doença trofoblástica gestacional – Curetagem uterina.</p><p>4000197558</p><p>Questão 524 Ginecologia</p><p>Gestante 22 anos de idade, nulípara e na 33a semana de gravidez. Veio à emergência com queixa de</p><p>sangramento vermelho escuro e dor em baixo ventre. Ao exame, dinâmica uterina 1 contração/ 10 minutos/</p><p>35 segundos, altura de fundo uterino de 29 cm e batimentos cardiofetais de 110 bpm. Consistência uterina</p><p>aumentada. Pensando na principal hipótese diagnóstica para o quadro clínico, qual das alternativas abaixo</p><p>NÃO se revela como fator de risco?</p><p>A Tabagismo</p><p>B Trombofilias</p><p>C Rotura prematura das membranas</p><p>D Nulípara</p><p>E Placenta prévia</p><p>4000197557</p><p>Questão 525 Ginecologia</p><p>A cardiotocogra a é um exame utilizado para avaliação da vitalidade fetal, a qual pode ser convencional ou</p><p>computadorizada. Assinale a alternativa abaixo que corresponde ao parâmetro avaliado unicamente pela</p><p>cardiotocografia computadorizada e o valor abaixo que sugere hipoxemia.</p><p>A Microscilações – 4,5 ms</p><p>B Macroscilações – 3,0 ms</p><p>C Microscilações – 2,5 ms</p><p>D Macroscilações – 10 bpm</p><p>E Variabilidade – ausente</p><p>4000197556</p><p>Questão 526 Ginecologia</p><p>Das alternativas abaixo, assinale a que apresenta a maior taxa de detecção no rastreamento de anomalias</p><p>cromossômicas.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Translucência nucal</p><p>B Idade materna + Translucência nucal + Marcadores bioquímicos</p><p>C Idade materna + Translucência nucal + Marcadores bioquímicos + Osso nasal + Refluxo tricúspide +</p><p>Ducto venoso</p><p>D Translucência nucal + Osso nasal + Ducto venoso + Refluxo tricúspide</p><p>E Teste pré-natal não invasivo (NIPT)</p><p>4000197555</p><p>Questão 527 Ginecologia</p><p>Gestante 34 anos, secundigesta, veio para o pré-natal com a imagem ultrassonográ ca abaixo. Assinale a</p><p>alternativa CORRETA com relação à ultrassonografia.</p><p>A É provável que seja uma gestação dizigótica, sendo as complicações mais frequentes que a</p><p>monozigótica.</p><p>B É impossível que seja uma gestação monozigótica.</p><p>C É impossível que seja uma gestação dizigótica.</p><p>D É provável que seja uma gestação monocoriônica e diamniótica, sendo as complicações mais</p><p>frequentes que a dizigótica.</p><p>E É provável que seja uma gestação dicoriônica e diamniótica.</p><p>4000197554</p><p>Questão 528 Ginecologia</p><p>Dentre as alternativas abaixo, assinale a que representa fator fetal associado ao polidrâmnio e gestação pós-</p><p>termo.</p><p>A Anencefalia</p><p>B Atresia esofágica</p><p>C Meningomielocele</p><p>D Válvula de uretra posterior</p><p>E Malformação adenomatosa cística pulmonar</p><p>4000197553</p><p>Questão 529 Ginecologia</p><p>Gestante 28 anos de idade, primigesta e na 41a semana de gravidez. Na emergência obstétrica, queixou-se</p><p>de dor em baixo ventre há 12 horas. Ao exame, batimentos cardiofetais de 140 bpm, dinâmica uterina de 2</p><p>contrações / 10 minutos / 35 e 45 segundos. Ao toque vaginal, encontrava-se com 6 cm, 80% de</p><p>esvaecimento cervical, bolsa das águas íntegras, cefálico e I plano de De Lee. O trabalho de parto evoluiu</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>segundo o partograma abaixo. Analise a evolução do trabalho de parto e assinale a alternativa CORRETA com</p><p>relação à conduta mais adequada.</p><p>A Cesariana.</p><p>B Expectante.</p><p>C Parto vaginal assistido por vácuo-extrator.</p><p>D Ocitocina</p><p>E Parto vaginal assistido por fórceps de Rueff.</p><p>4000197552</p><p>Questão 530 Ginecologia</p><p>Gestante 31 anos, secundigesta, na 23a semana de gravidez, veio ao pré-natal assintomática, referindo</p><p>gestação gemelar e trazendo resultado do exame ultrassonográ co. O exame sugeria uma diferença de peso</p><p>entre os fetos com maior bolsão de líquido amniótico de 9,0 cm no feto maior e de 1,0 cm no feto menor.</p><p>Comprimento do colo uterino de 3,0 cm. O restante do exame era normal, incluindo a dopplervelocimetria.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA com relação à conduta.</p><p>A Expectante, realizando acompanhamento ultrassonográfico</p><p>B Ablação vascular a laser</p><p>C Septostomia</p><p>D Amniodrenagem seriada</p><p>E Amniodrenagem e septostomia</p><p>4000197551</p><p>Questão 531 Ginecologia</p><p>Gestante 26 anos, primípara, na 38a semana de gravidez, com queixa de dor em baixo ventre e perda de</p><p>líquido há 24 horas. Ao exame, estado geral regular, hipocorada (+/4+), acianótica, consciente e orientada.</p><p>Temperatura axilar de 38oC. Pressão arterial de 120 x 80 mmHg. Frequência cardíaca materna de 110bpm.</p><p>Frequência respiratória de 24 incursões/minuto. Dinâmica uterina 1 contração / 10 minutos / 20 segundos.</p><p>Útero reativo. Movimentos fetais presentes. Batimentos cardio fetais de 165 bpm. Diante do quadro clínico,</p><p>assinale a alternativa CORRETA referente à complicação materna ou fetal improvável de acontecer.</p><p>A Desconforto respiratório.</p><p>B Descolamento prematuro da placenta.</p><p>C Prolapso de cordão.</p><p>D Corioamnionite.</p><p>E Hipoplasia pulmonar.</p><p>4000197550</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 532 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa que corresponde à idade gestacional mínima para a realização da amniocentese com</p><p>menores taxas de complicações.</p><p>A 14ª semana</p><p>B 15ª semana</p><p>C 16ª semana</p><p>D 17ª semana</p><p>E 18ª semana</p><p>4000197549</p><p>Questão 533 Ginecologia</p><p>Paciente 20 anos, na 14a semana de gravidez, retorna ao pré-natal com resultados dos exames de rotina.</p><p>Dentre os exames, chamou a atenção do prenatalista a sorologia para toxoplasmose IgM positivo e IgG</p><p>negativo. Assinale a alternativa CORRETA referente à melhor conduta inicial.</p><p>A Solicitar o teste de avidez; se baixa avidez, considerar infecção recente, que ocorreu até 20</p><p>semanas de gravidez.</p><p>B Solicitar o teste de avidez; se baixa avidez, considerar infecção recente, podendo ter ocorrido</p><p>durante a gravidez.</p><p>C Solicitar o teste de avidez; se alta avidez, considerar infecção antiga que ocorreu após 14 semanas</p><p>de gravidez.</p><p>D Solicitar o teste de avidez; se alta avidez, considerar infecção recente, que ocorreu até 20 semanas</p><p>de gravidez.</p><p>E Solicitar o teste de avidez; se baixa avidez, considerar infecção antiga que ocorreu após 16 semanas</p><p>de gravidez.</p><p>4000197548</p><p>Questão 534 Ginecologia</p><p>Paciente 22 anos, na 37a semana de gravidez, procurou a emergência obstétrica com queixa de dor em</p><p>baixo ventre. Refere ser HIV positiva e que faz a terapia com antirretrovirais regularmente com boa adesão</p><p>para tratamento de HIV. Exame clínico sem alterações. Ao exame obstétrico, dinâmica uterina de 3</p><p>contrações em 10 minutos de 45 segundos, batimentos cardiofetais de 146 bpm e altura de</p><p>fundo uterino de</p><p>33 bpm. Ao toque vaginal, apresentava- se com 3 cm de dilatação, bolsa das águas íntegras, cefálico e 50%</p><p>de esvaecimento cervical. Trouxe uma carga viral indetectável realizada na 35a semana. Assinale a</p><p>alternativa CORRETA referente a melhor conduta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A AZT e cesariana.</p><p>B AZT e parto vaginal.</p><p>C Encaminhar para unidade terciaria.</p><p>D Cesariana, apenas.</p><p>E Parto vaginal, apenas.</p><p>4000197547</p><p>Questão 535 Ginecologia</p><p>Na rotina dos exames pré-natais, ou seja, independente de fatores de risco, assinale a alternativa CORRETA</p><p>em relação ao exame que deve ser solicitado segundo as recomendações do Ministério da Saúde do Brasil.</p><p>A Eletroforese de hemoglobina</p><p>B Sorologia para citomegalovírus</p><p>C Colposcopia</p><p>D Ultrassonografia morfológica do 1o trimestre</p><p>E Parasitológico de fezes</p><p>4000197546</p><p>Questão 536 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa CORRETA referente à anomalia fetal que não é passível de correção intraútero,</p><p>segundo as evidências atuais, sem considerar critérios de indicação, idade gestacional e fatores de risco.</p><p>A Meningomielocele associada à ventriculomegalia</p><p>B Raquisquises</p><p>C Hidrocefalia</p><p>D Síndrome transfusor transfundido</p><p>E Restrição seletiva em gestação gemelar</p><p>4000197545</p><p>Questão 537 Ginecologia</p><p>Gestante 25 anos de idade, multípara e na 33a semana de gravidez. Veio à emergência com queixa de</p><p>sangramento vermelho escuro e dor em baixo ventre. Ao exame, dinâmica uterina 1 contração/ 10 minutos/</p><p>35 segundos, altura de fundo uterino de 29 cm e batimentos cardiofetais de 110 bpm. Consistência uterina</p><p>aumentada. Pressão arterial de 85 x 50 mmHg e frequência cardíaca materna de 145 bpm. Ao toque vaginal</p><p>colo central de 6 cm, amolecido, bolsa íntegra, 50% de esvaecimento cervical e plano</p><p>I. de De Lee. Pensando nas principais hipóteses diagnósticas para o quadro clínico, qual das alternativas</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>abaixo representa a melhor conduta?</p><p>A Amniotomia e aguardar o parto vaginal</p><p>B Ocitocina, amniotomia e aguardar o parto vaginal</p><p>C Cesariana por raquianestesia</p><p>D Cesariana por anestesia geral</p><p>E Analgesia de parto e aguardar o parto vaginal</p><p>4000197544</p><p>Questão 538 Ginecologia</p><p>Mulher de 25 anos procura o ambulatório de ginecologia para avaliar exame citológico. Há um ano teve como</p><p>resultado de uma citologia oncótica “células escamosas atípicas de signi cado indeterminado, possivelmente</p><p>não neoplásicas (ASC-US)”. Repetiu agora o mesmo exame e obteve o mesmo resultado. Foi encaminhada à</p><p>colposcopia que não revelou resultados maiores do que já possuía na citologia, no entanto a junção escamo-</p><p>colunar não era completamente visível. Qual a conduta mais apropriada?</p><p>A Biópsia da ectocérvice</p><p>B Traquelectomia</p><p>C Citologia com seis meses</p><p>D Colposcopia semestral</p><p>E Avaliação da endocérvice</p><p>4000197543</p><p>Questão 539 Ginecologia</p><p>Paciente procura ambulatório de ginecologia para orientação. Encontra-se com 16 semanas de gestação e</p><p>a rma ser portadora de câncer de colo uterino com diagnóstico con rmado por biópsia. No exame, é</p><p>percebido tumor de 2cm no terço superior da vagina, paramétrios livres. Traz ressonância magnética que</p><p>mostra gânglios positivos. No cenário acima, qual a conduta mais adequada?</p><p>A Interrupção da gestação e tratamento standard</p><p>B Quimioterapia neoadjuvante até maturidade fetal</p><p>C Radioterapia com feto intraútero</p><p>D Cirurgia oncológica tipo Piver IV</p><p>E Interromper ao atingir 20 semanas de gestação</p><p>4000197542</p><p>Questão 540 Ginecologia</p><p>Uma paciente de cinquenta anos de idade queixa-se de ondas de calor todas as noites, com grande impacto</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>sobre a qualidade do sono, além de labilidade emocional com impacto negativo sobre as relações pessoais.</p><p>Nega morbidades crônicas ou uso de medicações. Acerca da avaliação quanto à indicação de terapia</p><p>hormonal no caso clínico acima, assinale a alternativa correta.</p><p>A Antes do início da terapia hormonal, independentemente dos dados da anamnese e do exame físico,</p><p>é essencial o resultado de ultrassonografia de mamas realizada há, no máximo, um ano.</p><p>B Não há evidências que justifiquem a necessidade de realização de ultrassonografia transvaginal</p><p>antes do início da terapia hormonal em mulheres assintomáticas.</p><p>C Não há evidências que justifiquem a dosagem de colesterol total, HDL-colesterol, triglicérides e</p><p>glicemia de jejum antes do início da terapia hormonal.</p><p>D A anamnese e o exame físico detalhados têm pouca relevância antes de iniciar-se a terapia</p><p>hormonal, em comparação à importância dos exames complementares.</p><p>E Evidências comprovam a necessidade de realização de ultrassonografia transvaginal periódica em</p><p>mulheres assintomáticas usuárias de terapia hormonal para rastreamento do câncer de ovário e</p><p>endométrio.</p><p>4000197541</p><p>Questão 541 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 29 anos de idade, pro ssional da área de saúde, assintomática, procurou atendimento</p><p>médico para consulta ginecológica de rotina. Refere que estava em acompanhamento em outro serviço</p><p>devido a NIC 2, tratado há cerca de um ano e meio, com margens livres. Manifesta desejo de realizar</p><p>colpocitologia oncótica e teste de HPV de colo, vagina e vulva, conforme fazia anteriormente. Considerando</p><p>o caso clínico acima, assinale a alternativa correta.</p><p>A Para a realização de testes de HPV, deve-se sempre coletar amostra do canal cervical, da vagina e</p><p>da vulva.</p><p>B Os testes de HPV não são utilizados no rastreamento do câncer de colo uterino.</p><p>C Quando o HPV é indetectável e o exame citológico é negativo, deve-se recomendar a repetição</p><p>desses exames anualmente.</p><p>D Em mulheres tratadas por NIC 2 ou NIC 3, o teste de detecção de HPV com resultado negativo,</p><p>coletado em seis a dezoito meses, tem baixo valor preditivo negativo e não deve ser utilizado para</p><p>seguimento.</p><p>E Em mulheres com resultado de citologia sugestiva de ASC-US, um teste de HPV positivo indica a</p><p>colposcopia.</p><p>4000197540</p><p>Questão 542 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 43 anos de idade, assintomática, HIV positivo com carga viral indetectável e CD4 > 200</p><p>células/mm³, compareceu à consulta de rotina trazendo sua carteira de vacinação, na qual constam: duas</p><p>doses da vacina tríplice viral; duas doses da vacina contra hepatite A; duas doses da vacina contra hepatite B;</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>três doses da vacina contra HPV; e uma dose da vacina contra varicela. Com base no Calendário de</p><p>Vacinação da Mulher, é correto afirmar que a paciente do caso clínico acima</p><p>A 2deve tomar mais uma dose da vacina tríplice viral.</p><p>B pode ser considerada vacinada contra hepatite A.</p><p>C pode ser considerada vacinada contra hepatite B.</p><p>D deve tomar mais uma dose da vacina contra HPV.</p><p>E deve tomar mais duas doses da vacina contra varicela.</p><p>4000197539</p><p>Questão 543 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 38 anos de idade, sem desejo gestacional, queixa-se de ciclos menstruais irregulares, tendo</p><p>apresentado oito ciclos menstruais no último ano. Quando questionada, refere incomodar-se com pili cação</p><p>e oleosidade da pele. Dados do exame físico: IMC = 24 kg/m²; presença de acne em face; índice de</p><p>Ferriman-Gallwey = 8. Dados de exames complementares: prolactina = 30 ng/mL; FSH = 3,2 UI/L; TSH =</p><p>4,5 mUI/L; 17OHP = 25 ng/dl. Dados da ultrassonogra a transvaginal: útero em anteversão, centrado, de</p><p>dimensões preservadas, contornos regulares e textura miometrial homogênea. Medidas do útero: 7,6 cm ×</p><p>3,8 cm × 4,8 cm. Volume do útero: 72,1 cm³. Eco endometrial centrado e homogêneo, medindo 0,8 cm de</p><p>espessura. Ovário direito com volume de 6,5 cm³, com presença de cinco imagens císticas, anecogênicas,</p><p>medindo até 5 mm. Ovário esquerdo com volume de 12,9 cm³, com presença de sete imagens císticas,</p><p>anecogênicas, medindo até 8 mm. No caso clínico acima, o diagnóstico provável é de:</p><p>A Hiperprolactinemia, e o tratamento deve ser iniciado com cabergolina 1 mg, por via oral, uma vez ao</p><p>dia.</p><p>B Hiperplasia adrenal congênita na</p><p>forma não clássica, e o tratamento deve ser feito com 10–20</p><p>mg/dia de hidrocortisona.</p><p>C Hiperplasia adrenal congênita na forma não clássica, e o tratamento deve ser feito com 0,25–0,75</p><p>mg/dia de dexametasona.</p><p>D Síndrome dos ovários policísticos, e o tratamento deve ser iniciado com contraceptivos orais</p><p>combinados, contendo 20–30 mcg de EE ou equivalente, associados a progestagênio de ação</p><p>antiandrogênica.</p><p>E Síndrome dos ovários policísticos, e o tratamento deve ser iniciado com metformina 1.000–2.500</p><p>mg/dia.</p><p>4000197538</p><p>Questão 544 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 64 anos de idade, 5G5PN, apresenta queixa de “bola na vagina” há dois anos. Nega</p><p>incontinência urinária ou urgência miccional. Refere di culdade para iniciar a micção, necessitando reduzir a</p><p>lesão antes. Quando questionada, refere sensação de evacuação incompleta esporadicamente. No exame</p><p>físico, observou o seguinte: POPQ: Aa +3 / Ba +3 / Ap +2 / Bp +2 / C +2 / D +1 / HG 5 / CP 2 / TLV 10. Entre</p><p>as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta o tratamento mais e caz para a paciente do caso</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>clínico acima.</p><p>A histerectomia via vaginal associada a colporrafia anterior com tecido nativo</p><p>B histerectomia via vaginal associada a colporrafia anterior com tela</p><p>C histerectomia via vaginal associada a colporrafia posterior</p><p>D histerectomia via laparoscópica associada a cirurgia de Burch</p><p>E histerectomia subtotal via laparoscópica associada a colpossacrofixação</p><p>4000197537</p><p>Questão 545 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 48 anos de idade, sem acompanhamento de rotina ginecológica, procurou atendimento</p><p>com queixa de sangramento vaginal irregular. Durante a avaliação, foi estabelecido o diagnóstico de</p><p>carcinoma escamoso de colo uterino IB1. No caso clínico acima, o tratamento preferencial para a paciente é</p><p>A histerectomia radical com linfonodectomia pélvica bilateral. No seguimento após o tratamento, a</p><p>paciente deverá passar por consultas mensais durante o primeiro ano após o tratamento e, depois</p><p>de doze meses, as consultas poderão acontecer em intervalos maiores de tempo.</p><p>B histerectomia radical com linfonodectomia pélvica bilateral. No seguimento após o tratamento, os</p><p>retornos deverão ser agendados em um intervalo de três a seis meses por, pelo menos, cinco anos,</p><p>independentemente dos fatores prognósticos.</p><p>C traquelectomia radical com linfonodectomia pélvica. No seguimento após o tratamento, os retornos</p><p>deverão incluir, obrigatoriamente, ultrassonografia transvaginal.</p><p>D traquelectomia radical com linfonodectomia pélvica. No seguimento após o tratamento,</p><p>recomenda-se a realização de ressonância magnética de pelve anualmente, para aumentar a</p><p>detecção de recidiva.</p><p>E histerectomia radical com linfonodectomia pélvica bilateral (com ou sem biópsia de linfonodo</p><p>sentinela). No seguimento após o tratamento, exames de imagem deverão ser solicitados</p><p>exclusivamente quando houver sintomas ou sinais.</p><p>4000197536</p><p>Questão 546 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 58 anos de idade, 2G2PN, com IMC igual a 26 kg/m2 , casada, com vida sexual ativa,</p><p>queixa-se de urgência miccional e noctúria há cinco meses, levantandose até duas vezes por noite para</p><p>urinar. Refere ter apresentado dois episódios de incontinência, com saída de grande quantidade de urina</p><p>nessas ocasiões. Nega morbidades crônicas, uso de medicações ou cirurgias prévias. Considerando a</p><p>principal hipótese diagnóstica no caso clínico acima, assinale a alternativa que apresenta a primeira linha de</p><p>tratamento para essa paciente.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A medidas comportamentais e fisioterapia</p><p>B anticolinérgicos</p><p>C bloqueador alfa-adrenérgico</p><p>D inibidor da recaptação de serotonina</p><p>E agonista alfa-adrenérgico</p><p>4000197535</p><p>Questão 547 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 28 anos de idade queixa-se de dor no hipogástrio EVA 6/10, associada a urgência miccional</p><p>e noctúria há sete meses. Refere que a dor alivia com esvaziamento vesical e que os sintomas cam mais</p><p>intensos no período pré-menstrual. Queixa-se, ainda, de dismenorreia moderada nos dois primeiros dias da</p><p>menstruação e dispareunia de profundidade. Encontra-se em tratamento para síndrome do intestino irritável</p><p>e bromialgia. Realizou urina I. e urocultura, ressonância magnética de pelve, cistoscopia e estudo</p><p>urodinâmico, todos com resultados normais. Nesse caso clínico, a principal hipótese diagnóstica é de</p><p>A neoplasia de bexiga.</p><p>B síndrome da bexiga hiperativa.</p><p>C endometriose.</p><p>D síndrome da bexiga dolorosa.</p><p>E infecção urinária de repetição.</p><p>4000197534</p><p>Questão 548 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 32 anos de idade, nuligesta sem desejo gestacional imediato, queixase de sangramento</p><p>uterino anormal há seis meses, associado a dismenorreia EVA 8, com melhora parcial ao uso de anti-</p><p>in amatórios. Refere manter ciclos menstruais regulares, porém, com aumento da duração e do volume</p><p>menstrual. Sem alterações no exame físico. Realizou ultrassonogra a, cujos achados foram os seguintes:</p><p>útero antevertido, medindo 7,9 cm × 7,4 cm × 4,3 cm (L × T × AP), com volume de 130,7 cm³. Apresenta</p><p>contornos regulares, sinal miometrial homogêneo, exceto pela presença de nódulo miometrial, corporal</p><p>anterior FIGO 3, com manto interno de 0,5 cm, medindo 3,0 cm × 3,0 cm × 1,0 cm; discreta irregularidade da</p><p>interface mioendometrial, com espessura de até 1,7 cm; endométrio com espessura de 0,6 cm; regiões</p><p>retrocervical, paracervicais e do septo retovaginal sem alterações evidentes; ovários com dimensões normais</p><p>e aspecto habitual; volume ovariano direito de 4,9 cm3; volume ovariano esquerdo de 6,1 cm³. Entre as</p><p>alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta a melhor opção de tratamento para a paciente do caso</p><p>clínico acima.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A sistema intrauterino liberador de levonorgestrel</p><p>B miomectomia histeroscópica e sistema intrauterino liberador de levonorgestrel</p><p>C miomectomia laparoscópica</p><p>D miomectomia e miometrectomia laparoscópica</p><p>E embolização das artérias uterinas</p><p>4000197533</p><p>Questão 549 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 47 anos de idade, 3G3PN, apresenta quadro de amenorreia há um ano e galactorreia há um</p><p>mês, associado a ondas de calor e diminuição da libido. Quanto aos antecedentes, refere acompanhamento</p><p>por leiomioma uterino. Nega morbidades crônicas ou uso de medicações. No exame físico, apresentava</p><p>galactorreia. Abdome ácido, indolor, e útero palpável 2 cm acima da sín se púbica. Dados de exames</p><p>complementares: prolactina = 213 ng/ml; estradiol = 19 pg/ml; FSH = 5,4 mIU/ml; LH = 1,1 mIU/ml; TSH = 1,5</p><p>ng/dl; cortisol = 18,1 μg/ml. Ressonância magnética de sela túrcica sem alterações. Dados da ultrassonogra a</p><p>transvaginal: útero anteverso etido; miométrio homogêneo, exceto por nódulo hipoecogênico medindo 10,3</p><p>cm × 8,6 cm × 9,8 cm; ovário esquerdo sem alterações; ovário direito com formação anecoica, de limites</p><p>regulares, unilocular, medindo 6,0 cm × 4,0 cm × 3,0 cm. A paciente foi tratada com cabergolina 0,5 mg,</p><p>duas vezes por semana, durante seis semanas. Em seguida, foi coletada nova prolactina, que resultou igual a</p><p>203 ng/ml. Aumentou-se, então, a dose de cabergolina para 1,0 mg duas vezes por semana durante mais</p><p>seissemanas. Depois disso, foi coletada nova prolactina, cujo resultado foi igual a 213 ng/mL, e, em seguida,</p><p>foi feito um novo aumento da medicação, para 1,0 mg, três vezes por semana, por mais seis semanas, tendo</p><p>sido a última dosagem de prolactina igual a 215 ng/ml. Tendo em vista o caso clínico acima, assinale a</p><p>alternativa que apresenta uma conduta que pode levar à melhora clínica da paciente em questão.</p><p>A Aumentar a dose de cabergolina gradativamente, até a dose máxima de 15 mg por semana.</p><p>B Trocar a cabergolina por bromocriptina 1,25 mg, uma vez ao dia.</p><p>C Histerectomia total e salpingectomia.</p><p>D Ooforectomia à direita.</p><p>E Iniciar tratamento de doença de Addison com prednisona, 5 mg pela manhã e 2,5 mg à tarde.</p><p>4000197532</p><p>Questão 550 Ginecologia</p><p>Uma</p><p>paciente de 37 anos de idade, tabagista, refere saída espontânea de secreção pelo mamilo direito há</p><p>um mês. Relata ter descoberto, recentemente, que uma tia de 65 anos de idade fora diagnosticada com</p><p>câncer de mama, por isso, desde então, desenvolveu o hábito de realizar autoexame diariamente. No exame</p><p>físico, observam-se mamas simétricas, ausência de lesões cutâneas, abaulamentos ou retrações. À palpação,</p><p>nota-se ausência de nodulações ou massas. À expressão, é observada a saída de secreção</p><p>serossanguinolenta, em especial ao se pressionar a região periareolar, às nove horas, da mama direita. Nesse</p><p>caso clínico, a conduta inicial deve consistir em</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A tranquilizar a paciente, pois, provavelmente, se trata de ectasia ducal devido ao tabagismo e à</p><p>manipulação frequentes.</p><p>B realizar citologia do fluxo papilar.</p><p>C realizar ultrassonografia e mamografia diagnóstica e, em caso de resultados normais, tranquilizar a</p><p>paciente.</p><p>D realizar ultrassonografia e mamografia diagnóstica e, em caso de resultados normais, prosseguir a</p><p>investigação com ressonância nuclear magnética.</p><p>E realizar core biopsy do ducto acometido, guiando-se pelo local cuja digitopressão produziu o fluxo</p><p>papilar (no caso em questão, realizar biópsia às nove horas da região periareolar).</p><p>4000197531</p><p>Questão 551 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 26 anos de idade, nuligesta, deu entrada no pronto-socorro com queixa de dor intensa em</p><p>fossa ilíaca direita havia seis horas, associada a náuseas e um episódio de vômito. Havia feito uso de</p><p>escopolamina e cetoprofeno em casa, mas não obteve melhora. Negou doenças crônicas, uso de</p><p>medicações ou cirurgias prévias. Não soube informar a data da última menstruação. Tem múltiplos parceiros</p><p>sexuais e faz uso de preservativo como método contraceptivo. No exame físico, apresentava-se em bom</p><p>estado geral, corada, hidratada, com abdome plano, ácido, doloroso à palpação profunda de FID, DB</p><p>negativo. No exame de toque, notou-se útero intrapélvico, anexo direito aumentado de tamanho, doloroso ao</p><p>toque. Realizou exame de BHCG, que resultou negativo, e ultrassonogra a transvaginal, que evidenciou útero</p><p>em anteverso exão, sinal e dimensões dentro da normalidade, ovário esquerdo sem alterações, ovário direito</p><p>com contornos normais e volume aumentado às custas de imagem cística anecoica com porção sólida</p><p>hiperecogênica produtora de sombra acústica posterior, medindo 5,2 cm × 4,5 cm × 4,5 cm, sem</p><p>vascularização significativa. Notou-se discreto edema estromal hipoecogênico e alguns folículos em periferia.</p><p>No estudo doppler, identi cou-se a presença de uxo ovariano bilateralmente. No caso clínico acima, trata-</p><p>se, provavelmente, de</p><p>A endometrioma no ovário direito, devendo-se otimizar analgesia parenteral e investigar outros focos</p><p>de endometriose, para melhor planejamento cirúrgico.</p><p>B cisto hemorrágico, e a conduta pode ser expectante, com controle de Hb/Ht, devido ao risco de</p><p>sangramento.</p><p>C abscesso tubo-ovariano, e a conduta deve consistir em antibioticoterapia e drenagem cirúrgica,</p><p>dada a baixa taxa de resolução com tratamento clínico de lesões com as referidas dimensões.</p><p>D teratoma no ovário direito, e a presença de fluxo ao doppler descarta torção do anexo, devendo-se</p><p>realizar analgesia parenteral e programar ooforoplastia eletiva.</p><p>E torção anexial, e o tratamento recomendado é desfazer a torção e realizar ooforoplastia,</p><p>considerando-se a preservação do ovário mesmo que este apresente aparência necrótica.</p><p>4000197530</p><p>Questão 552 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Uma paciente de 36 anos de idade, com quadro de dor pélvica crônica e dispareunia de profundidade, foi</p><p>submetida a videolaparoscopia para exérese de focos de endometriose. Durante a cirurgia, foram</p><p>observadas lesões nodulares sugestivas de endometriose profunda em região retrocervical, ligamentos</p><p>uterossacros bilaterais e paracervical à esquerda. Considerando os riscos potenciais de lesões durante a</p><p>cirurgia retratada no caso clínico acima, assinale a alternativa que apresenta corretamente a manifestação</p><p>clínica da lesão mencionada.</p><p>A lesão do nervo hipogástrico: redução da complacência vesical</p><p>B lesão do nervo hipogástrico: dor intensa em vulva e raiz da coxa</p><p>C lesão térmica intestinal: sinais de peritonite por volta do terceiro ao quinto dia do pósoperatório</p><p>D lesão dos nervos esplâncnicos pélvicos: enfraquecimento do assoalho pélvico</p><p>E lesão dos nervos esplâncnicos pélvicos: dor intensa em vulva e raiz da coxa</p><p>4000197529</p><p>Questão 553 Ginecologia</p><p>Em relação ao uso de vassopressina durante a miomectomia laparoscópica, assinale a alternativa correta.</p><p>A Deve-se realizar diluição de 20 UI em 100 mL de soro fisiológico a 0,9%, podendo-se utilizar 20 mL</p><p>da solução.</p><p>B A vasopressina deve ser injetada por via endovenosa.</p><p>C A vassopressina deve ser realizada de forma rápida, para reduzir o risco de bradicardia.</p><p>D O efeito da vassopressina dura duas horas.</p><p>E A vasopressina aumenta o tempo cirúrgico, por ser de difícil aplicação.</p><p>4000197528</p><p>Questão 554 Ginecologia</p><p>Em relação às suturas barbadas durante a miomectomia, assinale a alternativa correta.</p><p>A O uso de tais suturas exige maior tempo cirúrgico, devido à dificuldade de manuseio do fio.</p><p>B Deve-se cortar o fio longe da incisão, de forma a deixar sobra ao final da sutura para segurança.</p><p>C As suturas barbadas não devem ser utilizadas nesse contexto, porque há altos índices de aderências</p><p>pós-operatórias.</p><p>D O uso desse tipo de sutura permite uma sutura hemostática mantendo-se a tração do fio, o que</p><p>reduz o sangramento intraoperatório e o tempo cirúrgico.</p><p>E Tais suturas são realizadas com fios trançados multifilamentares, o que permite maior aderência do</p><p>fio.</p><p>4000197527</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 555 Ginecologia</p><p>Durante a hemostasia em uma ooforoplastia laparoscópica, deve-se</p><p>A coagular o ovário utilizando energia monopolar no modo coagulação.</p><p>B coagular o ovário utilizando energia monopolar no modo blend.</p><p>C utilizar sutura ou hemostáticos para hemostasia.</p><p>D coagular todo o ovário com a energia bipolar sem restrição, devido ao seu baixo dano térmico e</p><p>mínimo dano térmico lateral.</p><p>E fazer hemostasia com energia ultrassônica</p><p>4000197526</p><p>Questão 556 Ginecologia</p><p>Quanto às características dos tipos de energia monopolar e bipolar, assinale a alternativa correta.</p><p>A Na energia bipolar, a corrente elétrica passa de um polo ativo (pinça laparoscópica) e retorna</p><p>através do eletrodo neutro (placa dispersiva).</p><p>B Na energia monopolar no modo corte, há uma corrente elétrica intermitente modulada.</p><p>C A energia monopolar apresenta menores riscos do que a energia bipolar.</p><p>D A energia ultrassônica utiliza a corrente elétrica modulada, que retorna através do eletrodo neutro</p><p>(placa dispersiva)</p><p>E A energia bipolar utiliza corrente de alta frequência não modulada, o que permite a coagulação de</p><p>vasos de até 7 mm.</p><p>4000197525</p><p>Questão 557 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa que apresenta os marcos anatômicos para a realização da ligadura da artéria uterina</p><p>durante uma miomectomia laparoscópica.</p><p>A ureter e nervo hipogástrico</p><p>B ureter e artéria umbilical obliterada</p><p>C artéria umbilical obliterada e nervo hipogástrico</p><p>D ureter e artéria obturatória</p><p>E artéria umbilical obliterada e artéria epigástrica profunda</p><p>4000197524</p><p>Questão 558 Ginecologia</p><p>Caso um cirurgião, em uma laparoscopia de urgência, identifique uma torção anexial, ele deve</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A distorcer o anexo e observar como fica sua vascularização, para avaliar ooforoplastia.</p><p>B distorcer o anexo e, logo em seguida, pinçar e coagular o seu pedículo.</p><p>C pinçar o pedículo anexial, coagular sem distorcer e proceder à salpingooforectomia, devido ao risco</p><p>de embolia pulmonar.</p><p>D pinçar o pedículo anexial para evitar embolia pulmonar, distorcer o anexo e depois coagular, para</p><p>melhor efetividade da coagulação.</p><p>E realizar</p><p>salpingooforectomia, podendo-se distorcer ou não o anexo.</p><p>4000197523</p><p>Questão 559 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa que apresenta o(s) teste(s) e o(s) sinal(is) utilizados para se certi car de que a agulha de</p><p>Veress está na cavidade abdominal.</p><p>A teste de aspiração negativo, teste da gota pendente positivo, pressão inicial de 12 mmHg e perda</p><p>da macicez hepática com 1.000 mL de gás infundido</p><p>B teste de aspiração negativo, teste da gota pendente negativo e perda da macicez hepática com</p><p>600 mL de gás infundido</p><p>C teste de aspiração, teste da gota pendente, pressão inicial de 6 mmHg e perda da macicez</p><p>hepática com 300 mL de gás infundido</p><p>D duplo recuo da agulha de Veress, teste da gota pendente positivo e perda da macicez hepática</p><p>com 700 mL de gás infundido</p><p>E duplo recuo da agulha de Veress, teste da gota pendente negativo, pressão inicial abaixo de 6</p><p>mmHg e perda da macicez hepática com 100 mL de gás infundido</p><p>4000197522</p><p>Questão 560 Ginecologia</p><p>Um ponto de entrada alternativa para a agulha de Veress diante da suspeita de aderências é o ponto de</p><p>Palmer. Assinale a alternativa que apresenta seus pontos de referência.</p><p>A linha mediana, 2 cm acima da cicatriz umbilical</p><p>B linha mediana, 2 cm abaixo do rebordo costal</p><p>C rebordo costal direito, linha hemiclavicular direita</p><p>D rebordo costal esquerdo, paraumbilical esquerdo</p><p>E rebordo costal esquerdo, linha hemiclavicular esquerda</p><p>4000197521</p><p>Questão 561 Ginecologia</p><p>Durante uma miomectomia histeroscópica em uma paciente, houve uma perfuração uterina com energia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>bipolar. Assinale a alternativa que apresenta a conduta adequada nesse caso hipotético.</p><p>A interromper o procedimento e realizar observação da paciente por 24 horas</p><p>B interromper o procedimento e realizar observação da paciente por 48 horas</p><p>C continuar o procedimento e realizar observação da paciente por 24 horas</p><p>D interromper o procedimento e realizar laparoscopia</p><p>E continuar o procedimento e dar alta hospitalar à paciente depois disso</p><p>4000197520</p><p>Questão 562 Ginecologia</p><p>A abertura do folheto anterior e posterior do ligamento largo denominado janela avascular durante a</p><p>histerectomia laparoscópica é importante por</p><p>A retificar a artéria uterina.</p><p>B lateralizar e rebaixar o ureter.</p><p>C isolar o nervo hipogástrico.</p><p>D preservar o anel pericervical.</p><p>E identificar o recesso vesicouterino</p><p>4000197519</p><p>Questão 563 Ginecologia</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a complicação mais frequente em histeroscopia.</p><p>A sinéquia uterina</p><p>B síndrome de Overload</p><p>C hemorragia</p><p>D perfuração uterina</p><p>E infecção</p><p>4000197518</p><p>Questão 564 Ginecologia</p><p>Acerca dos meios distensores em histeroscopia, assinale a alternativa correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A glicina é um meio não eletrolítico e pode ser utilizada com ressectoscópio monopolar.</p><p>B O soro fisiológico pode ser utilizado com ressectoscópio monopolar.</p><p>C Dextran 70 possui grande fluidez, o que permite excelente visão da cavidade.</p><p>D A glicina é um meio não eletrolítico e pode ser utilizada com ressectoscópio bipolar.</p><p>E O CO2 deve ser utilizado com energia monopolar.</p><p>4000197517</p><p>Questão 565 Ginecologia</p><p>O organismo da mulher sofre diversas adaptações siológicas durante o processo gestacional. Com relação a</p><p>esse assunto, julgue os itens a seguir. I. Com a formação das hemácias fetais e o aumento das hemácias</p><p>maternas, ocorre necessidade aumentada de ferro (no valor de, aproximadamente, 1.500 mg) durante toda a</p><p>gestação. II. O aumento da produção de progesterona inibe o transporte intraductal dos sais biliares, o que</p><p>favorece a colestase intra-hepática. III. A elevação do diafragma pelo útero gravídico leva à diminuição do</p><p>volume corrente e à hiperventilação, o que facilita a excreção de CO₂. IV. Observam-se, durante toda a</p><p>gestação, valores baixos de prolactina, produzida pela adeno-hipó se; contudo, após o parto, com o estímulo</p><p>da sucção, a prolactina aumenta. Assinale a alternativa correta.</p><p>A Nenhum item está certo.</p><p>B Apenas o item I está certo.</p><p>C Apenas o item II está certo.</p><p>D Apenas o item III está certo.</p><p>E Apenas o item IV está certo.</p><p>4000197516</p><p>Questão 566 Ginecologia</p><p>Os benefícios resultantes do aleitamento materno (AM) são conhecidos e cienti camente comprovados. O</p><p>valor nutricional, a proteção imunológica e a interferência na constituição do microbioma intestinal, em</p><p>conjunto com um menor risco de contaminação, reduzem o risco de morbidade e mortalidade infantis por</p><p>diarreia e infecções. Quanto a esse assunto, assinale a alternativa que apresenta uma contraindicação</p><p>absoluta para a amamentação.</p><p>A infecção por HIV</p><p>B hepatite C</p><p>C covid-19</p><p>D dengue</p><p>E malária</p><p>4000197515</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 567 Ginecologia</p><p>A toxoplasmose aguda pode desencadear sérias repercussões na gestação, devido à possibilidade de causar</p><p>toxoplasmose congênita. Acerca da toxoplasmose na gestação, assinale a alternativa correta.</p><p>A A taxa de transmissão vertical do T. gondii é inversamente proporcional à idade gestacional, ao</p><p>passo que a morbimortalidade fetal é diretamente proporcional ao tempo de gestação no momento</p><p>da infecção aguda.</p><p>B As manifestações mais frequentes da toxoplasmose congênita são as seguintes alterações</p><p>neurológicas: encefalomalácia; porencefalia; microcefalia; surdez neurossensorial; ventriculomegalia;</p><p>e calcificações cerebrais.</p><p>C No caso de sorologia IgG reagente e IgM não reagente, recomenda-se repetir a sorologia em duas</p><p>a três semanas, e tal cenário é compatível com infecção pregressa adquirida há, pelo menos, seis</p><p>meses.</p><p>D Nos casos de infecção aguda diagnosticada no terceiro trimestre gestacional, recomenda-se,</p><p>devido à elevada taxa de transmissão vertical, iniciar espiramicina sem realizar amniocentese.</p><p>E O teste de avidez, caso seja realizado até a 16.ª semana de gestação e demonstre alta avidez, é</p><p>seguro para excluir infecção aguda na gestação em curso.</p><p>4000197514</p><p>Questão 568 Ginecologia</p><p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a taxa de cesariana seja de 15%. A respeito do parto</p><p>por cesariana, assinale a alternativa correta.</p><p>A São indicações consolidadas de parto por cesariana: gestação gemelar com primeiro feto cefálico;</p><p>infecção por HIV; prolapso de cordão; desproporção cefalopélvica.</p><p>B São indicações relativas de parto por cesariana: gestação monoamniótica com os dois fetos</p><p>cefálicos; circular de cordão; descolamento prematuro de placenta com feto morto; psicopatias.</p><p>C Gestantes portadoras de HIV com carga viral desconhecida ou maior que 1.000 cópias/mL,</p><p>detectada após 34 semanas, devem ser submetidas a cesárea eletiva após 38 semanas.</p><p>D O uso de antibiótico profilático no parto por cesariana está indicado apenas nos casos de urgência,</p><p>devido ao risco de infecção de ferida e endometrite.</p><p>E A dificuldade de extração do polo cefálico pode ocorrer tanto no caso de apresentações muito</p><p>elevadas quanto no caso de apresentações profundamente insinuadas; em ambas as situações, o</p><p>uso de fórceps ou vácuo extrator é uma boa opção</p><p>4000197513</p><p>Questão 569 Ginecologia</p><p>Paciente secundigesta, de 35 anos de idade, com um abortamento espontâneo anterior, tratou cistite não</p><p>complicada com 18 e 2/7 semanas. Com 28 semanas, apresentou quadro de disúria, polaciúria e hematúria.</p><p>Foi realizado exame de cultura de urina, que revelou crescimento de 10⁵ UFC/mL. Considerando esse caso</p><p>clínico hipotético e o assunto que ele suscita, julgue os itens seguintes. I A ocorrência de dois episódios de</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>infecção do trato urinário (ITU) na gestação caracteriza infecção do trato urinário recorrente. II A ocorrência</p><p>de três episódios de ITU em um ano, em paciente gestante, caracteriza infecção do trato urinário</p><p>recorrente. III A ocorrência de dois episódios de ITU em seis meses, em paciente gestante, caracteriza</p><p>infecção do trato urinário recorrente. Assinale a alternativa correta.</p><p>A Nenhum</p><p>item está certo.</p><p>B Apenas os itens I e II estão certo.</p><p>C Apenas os itens I e III estão certos.</p><p>D Apenas os itens II e III estão certos.</p><p>E Todos os itens estão certos.</p><p>4000197512</p><p>Questão 570 Ginecologia</p><p>Uma gestante encontra-se na décima semana de gestação. Possui tipagem A−, ao passo que seu parceiro</p><p>possui tipagem O+. Considerando esse caso clínico hipotético e o que se refere à aloimunização Rh, assinale</p><p>a alternativa correta.</p><p>A Na interpretação do teste de Coombs indireto (CI), a repercussão fetal ocorre com titulações de</p><p>anti-D ≥ 32, visto que níveis inferiores a esse não oferecem risco de anemia fetal moderada ou</p><p>grave, na maioria dos casos.</p><p>B Não se recomenda realizar o teste de CI após profilaxia com imunoglobulina anti-D: os títulos de</p><p>anti-D pós-profilaxia costumam estar positivos, excedendo dezesseis, e podem manter-se</p><p>presentes até, no máximo, seis meses após a administração.</p><p>C São sinais de doença hemolítica perinatal (DHP): aumento do líquido amniótico, incremento da</p><p>espessura e da ecogenicidade placentária, ascite e hidropisia fetal.</p><p>D A avaliação do pico de velocidade sistólica da artéria cerebral média (PVS-ACM) é considerada o</p><p>melhor método de rastreamento de anemia fetal; valores acima de 1,2 múltiplo da mediana (MoM)</p><p>para a idade gestacional evidenciam anemia fetal.</p><p>E Quando houver alteração do PVS-ACM fetal que indique anemia, em gestações com mais de 32</p><p>semanas, o parto deverá ser indicado de imediato.</p><p>4000197511</p><p>Questão 571 Ginecologia</p><p>A gravidez tem impacto sobre a tireoide materna e sua função. Com relação a esse assunto, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A As adaptações da gravidez incluem o aumento da produção de hormônios tireoidianos, a diminuição</p><p>das proteínas ligadoras de tiroxina (TBG) e o aumento da excreção renal de iodo.</p><p>B O hipertireoidismo materno leva a abortamento, prematuridade, pré-eclâmpsia grave, macrossomia</p><p>fetal e insuficiência cardíaca congestiva fetal.</p><p>C Os anticorpos antitireoidianos maternos, como antiperoxidase (anti-TPO), bem como o</p><p>antirreceptor do TSH (TRAb), podem atravessar a placenta e levar a hipotireoidismo ou</p><p>hipertireoidismo no feto.</p><p>D O tratamento com iodo radioativo (131) é contraindicado durante a gestação, uma vez que este</p><p>atravessa a barreira placentária e causa hipertireoidismo fetal.</p><p>E O metimazol (MMI) tem passagem transplacentária, mas as malformações associadas ao seu uso</p><p>são raras; assim, ele é a primeira opção para tratamento do hipertireoidismo no primeiro trimestre</p><p>de gestação.</p><p>4000197510</p><p>Questão 572 Ginecologia</p><p>A respeito da gestação múltipla, assinale a alternativa correta.</p><p>A A corionicidade pode ser definida com mais acurácia, perto de 100%, até a 16.ª semana de gravidez.</p><p>B A presença de dois sacos gestacionais ou o sinal do “T” configuram a gestação dicoriônica.</p><p>C Um saco gestacional único com dois embriões em seu interior ou a presença do sinal de lambda</p><p>entre as membranas amnióticas determinam gestação monocoriônica.</p><p>D No caso das gestações múltiplas, o melhor parâmetro para determinar a idade gestacional é o</p><p>comprimento cabeça-nádega (CCN) do maior embrião; essa medição deve ser feita,</p><p>preferencialmente, no primeiro trimestre da gestação, por via transvaginal, até doze semanas, ou,</p><p>posteriormente, por via abdominal.</p><p>E O risco para prematuridade eletiva pode ser avaliado pela ultrassonografia transvaginal por meio da</p><p>medida do comprimento do colo uterino, entre 20 e 24 semanas; colo ≤ 25 mm é considerado um</p><p>risco para prematuridade.</p><p>4000197509</p><p>Questão 573 Ginecologia</p><p>A ultrassonogra a (US) e a dosagem do beta-HCG sérico têm sido responsáveis pelo diagnóstico precoce</p><p>da doença trofoblástica gestacional (DTG). Quanto a esse assunto, assinale a alternativa correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A O sangramento vaginal, habitualmente doloroso, inicia-se, em geral, entre a 12.ª e a 16.ª semana de</p><p>amenorreia.</p><p>B A subunidade alfa do HCG é homóloga à subunidade alfa do hormônio luteinizante (LH), do</p><p>hormônio folículo-estimulante (FSH) e do TSH; os valores elevados do HCG na DTG podem levar a</p><p>manifestações clínicas de hipertireoidismo, decorrentes de reação cruzada.</p><p>C Os cistos tecaluteínicos representam uma forma de hiperestimulação ovariana e são, na maioria das</p><p>vezes, unilaterais, uniloculados.</p><p>D A aspiração intrauterina é a técnica de escolha para o esvaziamento molar, por apresentar menor</p><p>risco para perfuração uterina, infecção e permanência de restos molares na cavidade uterina.</p><p>E No seguimento pós-molar, a dosagem do beta-HCG plasmático quantitativo deve ser realizada</p><p>mensalmente, até a normalização, por três dosagens consecutivas, seguida de avaliação bimestral</p><p>durante doze meses.</p><p>4000197508</p><p>Questão 574 Ginecologia</p><p>Na gravidez e no puerpério, a prática da vacinação é indispensável, com vistas à saúde materna e do</p><p>concepto. Quanto a esse assunto, a alternativa correta.</p><p>A A vacina contra influenza é recomendada para todas as gestantes apenas no primeiro trimestre de</p><p>gestação, preferencialmente no período que antecede a temporada de circulação do vírus, e a</p><p>proteção dessa vacina dura em torno de seis a doze meses após a aplicação.</p><p>B A vacina dTpa deve ser aplicada somente após a 28.ª semana de gestação em gestantes com</p><p>história prévia de imunização completa (três doses) ou em gestantes que tenham recebido duas</p><p>doses de dT previamente.</p><p>C O esquema completo da vacina contra hepatite B é de três doses (0-1-6 meses), podendo ser</p><p>iniciado a partir do segundo trimestre; caso não haja comprovação vacinal prévia, ou caso haja</p><p>esquema vacinal incompleto, a orientação é iniciar o esquema ou completar as doses faltantes.</p><p>D As vacinas contra covid-19 recomendadas pelo Ministério da Saúde são a da Pfizer (Cominarty),</p><p>baseada na tecnologia de RNA mensageiro, ou a do Instituto Butantan/Sinovac (CoronaVac), que</p><p>utiliza a tecnologia de vírus inativado.</p><p>E A vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) está contraindicada durante a gestação, o</p><p>puerpério e a amamentação.2</p><p>4000197507</p><p>Questão 575 Ginecologia</p><p>Paciente tercigesta, com dois partos normais anteriores, com idade gestacional cronológica de nove</p><p>semanas, assintomática, realizou ultrassonogra a obstétrica de rotina, em que se constatou gestação</p><p>compatível com sete semanas e ausência de batimentos cardíacos fetais. Ao toque vaginal, o colo uterino</p><p>encontrava-se fechado. A partir desse caso clínico hipotético, assinale a alternativa correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Para confirmação diagnóstica, recomenda-se, nesse caso, realizar nova avaliação ultrassonográfica</p><p>em 14 dias.</p><p>B Para o esvaziamento uterino com colo fechado, o uso de misoprostol deve ser administrado na</p><p>dose de 200 μg, via vaginal, a cada seis horas, para promover o amolecimento e algum grau de</p><p>dilatação do colo.</p><p>C O esvaziamento uterino, no primeiro trimestre, deve ser realizado imediatamente por curetagem</p><p>uterina após dilatação instrumental com velas de Hegar, caso necessário.</p><p>D A remoção do conteúdo uterino por aspiração manual intrauterina (AMIU) é uma opção segura e</p><p>efetiva no primeiro trimestre da gravidez.</p><p>E O tratamento farmacológico com misoprostol seguido de curetagem uterina é a opção de escolha.</p><p>4000197506</p><p>Questão 576 Ginecologia</p><p>Quando o feto não atinge seu potencial de crescimento, con gura-se restrição de crescimento fetal (RCF).</p><p>Acerca desse tipo de situação, assinale a alternativa correta.</p><p>A A morbidade perinatal está associada a maiores taxas de hiperglicemia, policitemia, hipercalcemia,</p><p>hipotermia e aspiração meconial.</p><p>B A nutrição fetal deficiente é responsável por alterações permanentes na fisiologia e no metabolismo</p><p>do feto, o que pode dar origem a doenças do adulto, como diabetes e hipertensão.</p><p>C A circunferência abdominal apresenta maior sensibilidade para o diagnóstico de RCF, apesar de sua</p><p>alteração ser posterior a outros indicadores.</p><p>D Valores anormais da</p><p>dopplervelocimetria da artéria uterina refletem o aumento da resistência</p><p>vascular no território placentário.</p><p>E A redistribuição do fluxo sanguíneo para territórios nobres (centralização), decorrente da hipoxemia,</p><p>tem como consequência a vasoconstrição cerebral, o que pode ser verificado pela</p><p>dopplervelocimetria da artéria cerebral média.</p><p>4000197505</p><p>Questão 577 Ginecologia</p><p>O líquido amniótico (LA) é um importante componente do ambiente intrauterino, pois envolve o produto</p><p>conceptual durante todo o seu desenvolvimento. Em relação ao LA, assinale a alternativa correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A São causas de oligoâmnio: rotura prematura de membranas; restrição de crescimento fetal; pós-</p><p>datismo; síndrome da transfusão feto-fetal; rins multicísticos bilaterais; e placenta circunvalada.</p><p>B São causas de polidrâmnio: diabetes mellitus; rins multicísticos bilaterais; atresia de esôfago; e</p><p>doença cardíaca congênita.</p><p>C No polidrâmnio sintomático, estão indicados o uso de diurético e amniorredução.</p><p>D Nas situações de oligoâmnio isolado ou não complicado, o parto deve ser realizado no chamado</p><p>pré-termo tardio ou no termo precoce (36 0/7 a 37 6/7 semanas de gestação).</p><p>E O polidrâmnio acentuado facilita o diagnóstico das anormalidades fetais.</p><p>4000197504</p><p>Questão 578 Ginecologia</p><p>Primigesta, de 19 anos de idade, com 33 semanas de gestação, compareceu ao pronto-socorro obstétrico</p><p>com queixa de mal-estar, cefaleia e dor epigástrica. Sua pressão arterial (PA) era de 150 mmHg × 110 mmHg.</p><p>Negou alteração anterior e relatou níveis tensionais normais até vinte e duas semanas de gestação. A</p><p>paciente fazia uso de alfa-metildopa 1,0 g/dia. A avaliação clínica e laboratorial mostrou o seguinte:</p><p>hemoglobina = 15 g/dL; hematócrito (HTO) = 45%; leucócitos no hemograma = 5.620/mm³ sem desvio;</p><p>plaquetas = 88.000/mm³ ; TGO = 90 U/L; TGP = 101 U/L; DHL = 760 U/L; urina tipo 1 com densidade igual a</p><p>1,010 g/cm³; leucócitos na urina = 7.000 células/mL; nitrito: negativo; proteínas: negativo; creatinina = 1,1</p><p>mg/dL; ácido úrico = 7,1 mg/dL; e ureia = 65 mg/dL. Os demais exames resultaram normais. Nesse caso, a</p><p>hipótese diagnóstica é de</p><p>A iminência de eclâmpsia, e a melhor conduta, nessa situação, é administrar sulfato de magnésio, para</p><p>prevenção de convulsões, e ciclo de betametasona, se as condições maternas e(ou) fetais</p><p>estiverem estáveis. Deve-se realizar controle laboratorial a cada 48- 72 horas e programar parto</p><p>com 36 semanas.</p><p>B pré-eclâmpsia; a melhor conduta, nessa situação, é adequar a dose de alfa-metildopa e administrar</p><p>ciclo de betametasona e sulfato de magnésio para neuroproteção fetal e antecipação do parto.</p><p>C iminência de eclâmpsia, devendo haver antecipação do parto após a administração de ciclo de</p><p>betametasona.</p><p>D síndrome HELLP, devendo haver conduta expectante, com vigilância da mãe e do feto, nessa</p><p>situação. Deve-se repetir exames laboratoriais a cada 24 horas, realizar avaliação da vitalidade fetal</p><p>e programar o parto para 34 semanas.</p><p>E síndrome HELLP; deve-se, nessa situação, realizar avaliação da vitalidade fetal e administrar sulfato</p><p>de magnésio para prevenção de convulsões e ciclo de betametasona, se as condições maternas e</p><p>fetais estiverem estáveis. Indica-se resolução da gestação em até 48 horas.</p><p>4000197503</p><p>Questão 579 Ginecologia</p><p>A respeito do tratamento medicamentoso no caso de gestação ectópica (GE), assinale a alternativa correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Os principais critérios para indicação de metotrexato (MTX) sistêmico são: estabilidade</p><p>hemodinâmica; diâmetro da massa anexial ≤ 3,5 cm; ausência de dor abdominal; betaHCG inicial ≤</p><p>5.000 mUI/mL; desejo de gravidez futura; e termo de consentimento assinado.</p><p>B O esquema de dose única de MTX consiste em administrar 50 mg/m² via intramuscular, realizando</p><p>controle com beta-HCG após o sétimo e o décimo quarto dias.</p><p>C O esquema de dose única de MTX é o mais simples de todos e possui menos efeitos colaterais,</p><p>sendo o mais empregado nos casos de localização atípica da GE, como gestação intersticial,</p><p>cervical ou da cicatriz de cesárea.</p><p>D O protocolo com duas doses de MTX consiste na aplicação nos dias 1 e 4; esse esquema tem</p><p>eficácia e segurança semelhantes às do tratamento com dose única, mas apresenta melhores</p><p>resultados com títulos de beta-HCG na faixa entre 5.000 mUI/mL e 7.000 mUI/mL.</p><p>E A redução dos títulos de beta-HCG acima de 25% é considerada bom prognóstico, com a</p><p>administração de dose única de MTX, e o seguimento deve ser feito com dosagens quinzenais de</p><p>beta-HCG até atingir os níveis pré-gravídicos.</p><p>4000197502</p><p>Questão 580 Ginecologia</p><p>Uma gestante de 36 anos de idade encontra-se em sua quinta semana de gestação. Apresenta antecedente</p><p>de quatro gestações anteriores e mau passado obstétrico: óbito fetal na 25.a semana de sua primeira</p><p>gestação por pré-eclâmpsia grave e três abortamentos espontâneos sem causa aparente, entre a 6.a e 9.a</p><p>semana de gestação, tendo o último abortamento ocorrido há dez meses. Considerando esse caso clínico e o</p><p>que se refere à síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAF), assinale a alternativa correta.</p><p>A O diagnóstico de SAF é realizado na presença de um ou mais critérios clínicos associados a um ou</p><p>mais critérios laboratoriais positivos.</p><p>B Os critérios clínicos para diagnóstico de SAF incluem: perdas fetais recorrentes; aborto espontâneo</p><p>de repetição; natimortalidade; restrição de crescimento fetal; formas graves e precoces de pré-</p><p>eclâmpsia grave; prematuridade; e descolamento prematuro de placenta.</p><p>C Os critérios laboratoriais incluem a pesquisa de anticorpos anticardiolipina, anticoagulante lúpico,</p><p>anticorpo anti-β2-glicoproteina 1 e de ciência de ́ proteína C.</p><p>D No caso de gestante corretamente diagnosticada com SAF, preconiza-se o uso de HBPM</p><p>(enoxaparina sódica) e AAS (100 mg ao dia), a partir do beta-HCG positivo até o parto.</p><p>E No caso de gestante corretamente diagnosticada com SAF, preconiza-se apenas o uso de HBPM</p><p>(enoxaparina sódica), a partir do beta-HCG positivo até uma semana antes do parto.</p><p>4000197501</p><p>Questão 581 Ginecologia</p><p>A OMS tem incorporado estratégias para reduzir as taxas de mortalidade fetal até 2030. No que se refere</p><p>aos casos de óbito fetal (OF), assinale a alternativa correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A internação e a indução do parto estão indicadas a qualquer momento se a mulher o desejar ou se</p><p>não entrar em trabalho de parto após quatro semanas.</p><p>B Para o preparo do colo, em idade gestacional inferior a 26 semanas, recomenda-se dose de</p><p>misoprostol de 50 mcg a cada 4 horas e(ou) sonda de Foley (Krause).</p><p>C Em gestações com mais de 28 semanas, o preparo do colo pode ser feito com a utilização de</p><p>misoprostol 100 mcg a cada 4 horas e(ou) sonda de Foley (Krause).</p><p>D O risco de coagulopatia impede que se aguarde a evolução espontânea para o trabalho de parto.</p><p>E A sonda de Foley n. o 12, método adjuvante para o preparo do colo ou alternativa para mulheres que</p><p>possuem contraindicação ao uso de misoprostol, deve ser introduzida no canal endocervical,</p><p>utilizando-se de 100 mL a 120 mL de soro fisiológico para o seu enchimento.</p><p>4000197500</p><p>Questão 582 Ginecologia</p><p>A respeito da infecção puerperal, assinale a alternativa correta.</p><p>A Morbidade febril puerperal é a ocorrência de um episódio de temperatura oral ≥ 38 oC, após 24</p><p>horas do parto.</p><p>B A endometrite puerperal é definida pela presença de um dos seguintes eventos: dor pélvica; febre ≥</p><p>37,8 oC; secreção uterina purulenta; colo aberto; subinvolução uterina.</p><p>C A infecção puerperal, definida pela presença de morbidade febril puerperal, caracteriza um quadro</p><p>de infecção do trato genital, que ocorre em qualquer momento entre a ruptura das membranas ou o</p><p>trabalho de parto e oito semanas após o parto.</p><p>D No parto vaginal habitual, o uso profilático de antibióticos para a profilaxia de infecção puerperal</p><p>não é indicado.</p><p>E No tratamento da endometrite puerperal,</p><p>o uso de antibióticos por via endovenosa deve ser</p><p>mantido por, pelo menos, 24 a 48 horas após o último pico febril, sendo recomendada, depois, a</p><p>terapia com antibióticos via oral, até que se completem dez dias de tratamento.</p><p>4000197499</p><p>Questão 583 Ginecologia</p><p>Os procedimentos invasivos são indicados para realização de diagnóstico pré-natal. A respeito desse</p><p>assunto, assinale a alternativa correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A A amniocentese deve ser realizada a partir de 12 semanas de gestação, preferencialmente após 14</p><p>semanas.</p><p>B A cordocentese deve ser realizada a partir de 22 semanas de gestação, pois o risco de perda fetal</p><p>é maior antes desse período.</p><p>C A cordocentese deve ser realizada a partir de 18 semanas de gestação, preferencialmente após a</p><p>20. a semana, pois o risco de perda fetal é maior antes desse período.</p><p>D A biópsia de vilo corial (BVC) deve ser realizada após a 8.a semana de gestação, preferencialmente</p><p>entre 9 e 11 semanas.</p><p>E O risco de perda fetal ou anomalia consequente à BVC aumenta quando a BVC é realizada antes de</p><p>doze semanas.</p><p>4000197498</p><p>Questão 584 Ginecologia</p><p>Acerca da avaliação da vitalidade fetal por cardiotocografia anteparto, assinale a alternativa correta.</p><p>A O período de sono fetal, o uso de medicamentos que afetam o sistema nervoso central e</p><p>anormalidades primárias do sistema nervoso central fetal podem suprimir as acelerações e reduzir a</p><p>variabilidade da frequência cardíaca fetal (FCF).</p><p>B As desacelerações são quedas da FCF ≥ 15 bpm por período superior a 60 segundos ou ≥ 20 bpm</p><p>com duração superior a 15 segundos.</p><p>C Caso não se identifiquem duas acelerações no prazo de 15 minutos, o exame deverá ser prolongado</p><p>até um período máximo de 50 minutos.</p><p>D Para gestações com menos de 32 semanas, são caracterizadas como transitórias as acelerações da</p><p>FCF iguais ou superiores a 10 bpm por 10 segundos ou mais; desaceleração variável consiste na</p><p>queda abrupta da FCF, com nadir ≥ 15 bpm e duração ≥ 20 segundos.</p><p>E Para gestações com menos de 32 semanas, são caracterizadas como transitórias as acelerações da</p><p>FCF iguais ou superiores a 15 bpm por 10 segundos ou mais.</p><p>4000197497</p><p>Questão 585 Ginecologia</p><p>A hiperglicemia durante o ciclo gravídico-puerperal constitui um relevante problema, não só pelo risco de</p><p>piores desfechos perinatais e de desenvolvimento de doenças futuras, mas também pelo aumento de sua</p><p>prevalência, em decorrência da epidemia de obesidade. Quanto aos estados de hiperglicemia na gestação,</p><p>assinale a alternativa correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Hormônios como lactogênio placentário, cortisol e prolactina promovem a diminuição da resistência</p><p>periférica à ação da insulina em seus receptores; nos casos em que o pâncreas materno não</p><p>consegue responder, instala-se a hiperglicemia materna.</p><p>B Uma das opções de rastreamento do diabetes mellitus gestacional (DMG) é a glicemia de jejum</p><p>(GJ), que deve ser realizada no início do pré-natal para todas as gestantes; se forem obtidos valores</p><p>inferiores a 95 mg/dL, a GJ deve ser repetida entre 24 a 28 semanas.</p><p>C A glicemia de jejum entre 92 mg/dL e 125 mg/dL indica o diagnóstico de diabetes mellitus.</p><p>D A metformina é uma alternativa para controle do DMG em todos os casos de necessidade de</p><p>tratamento farmacológico do DMG.</p><p>E A reclassificação com a realização do teste oral de tolerância à glicose (TOTG) com 75 g de</p><p>glicose, seis semanas após o parto, éconsiderado o padrão-ouro para o diagnóstico de diabetes</p><p>após a gestação.</p><p>4000197496</p><p>Questão 586 Ginecologia</p><p>Alterações progressivas na circulação fetal podem ser avaliadas pela dopplervelocimetria, com análise de</p><p>vasos materno e fetal. Em relação a esse assunto, assinale a alternativa correta.</p><p>A A avaliação da circulação no território placentário pelo estudo da artéria umbilical tem-se mostrado</p><p>de grande importância na gestação de risco habitual.</p><p>B Na centralização fetal, o estudo da artéria cerebral média (ACM) detecta o efeito de redistribuição</p><p>arterial e vasoconstrição da ACM, com aumento nos índices de resistência e pulsatilidade.</p><p>C O estudo das artérias uterinas entre 22 e 24 semanas de gestação consegue evidenciar</p><p>placentação inadequada pelos baixos índices de impedância e(ou) persistência de incisura</p><p>protodiastólica.</p><p>D A avaliação do ducto venoso é indicada apenas para fetos com manifestações cardíacas como</p><p>hidropsia, arritmia fetal e síndrome da transfusão feto-fetal.</p><p>E O ducto venoso é importante território de avaliação da circulação fetal, pois representa um shunt</p><p>que liga a veia cava inferior à veia umbilical com a finalidade de levar maior sangue oxigenado ao</p><p>coração.</p><p>4000197495</p><p>Questão 587 Ginecologia</p><p>Observe o quadro abaixo: em relação ao ciclo menstrual, assinale a alternativa que corresponde,</p><p>respectivamente, às letras A, B, C e D</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A LH, Estradiol, FSH, progesterona.</p><p>B Testosterona, FSH, LH, estradiol.</p><p>C Progesterona, LH, FSH, GnRH.</p><p>D FSH, LH, estradiol, progesterona.</p><p>E Estradiol, LH, FSH, Progesterona.</p><p>4000197494</p><p>Questão 588 Ginecologia</p><p>As contrações uterinas são importantes para o trabalho de parto, contribuindo para a dilatação cervical, a</p><p>progressão do feto pelo canal de parto e a expulsão fetal. Considerando esse assunto, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>A O uso da ocitocina intravenosa tem indicação para a hipoatividade uterina, levando à parada da</p><p>progressão do trabalho de parto.</p><p>B A incoordenação no tríplice gradiente descendente das contrações do trabalho de parto pode levar</p><p>à hipoatividade uterina.</p><p>C O manejo ativo do trabalho de parto em gestação de risco habitual por meio do uso de ocitocina,</p><p>amniotomia e analgesia é recomendado após 6 cm de dilatação.</p><p>D A distocia funcional por hiperatividade, com aumento da intensidade das contrações, é corrigida por</p><p>meio do uso de ocitocina intravenosa e amniotomia.</p><p>E A hipertonia uterina apresenta aumento do tônus basal da contração, com diminuição do intervalo e</p><p>aumento da frequência, sendo corrigida pelo uso de ocitocina intravenosa</p><p>4000197493</p><p>Questão 589 Ginecologia</p><p>A suplementação periconcepcional de ácido fólico éuniversalmente aceita por reduzir a ocorrência e a</p><p>recorrência de defeitos abertos do tubo neural (DTN). A respeito desse assunto, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Integram o grupo de risco para a deficiência de folato mulheres com antecedente de DTN (pessoal</p><p>ou familiar), em uso de anticonvulsivantes, com polimorfismo genético (MTHFR C-677T) ou com</p><p>doenças inflamatórias intestinais, bem como as que tenham sido submetidas a cirurgia bariátrica.</p><p>B O excesso de ácido fólico não metabolizado pode mascarar a deficiência de acetilcolina e</p><p>aumentar o risco de neuropatias.</p><p>C Indica-se suplementação com ácido fólico para evitar a ocorrência de DTN apenas para mulheres</p><p>que planejam engravidar e para gestantes durante o primeiro trimestre.</p><p>D Mulheres com alto risco para DTN devem receber 400 mcg de ácido fólico ao dia.</p><p>E O fechamento completo do tubo neural ocorre por volta do 35.º dia de gravidez.</p><p>4000197492</p><p>Questão 590 Ginecologia</p><p>Paciente de 55 anos, G2P2 (cesarianas), procura o ginecologista queixando-se de fogachos importantes há</p><p>alguns meses. A intensidade chega a acordá-la durante a noite. Sem demais queixas. Como antecedentes,</p><p>possui hipertrigliceridemia. Refere ter sido operada de histerectomia por mioma e mastectomia esquerda</p><p>por câncer de mama há 5 anos. Considerando o cenário acima, qual das medicações é contraindicação?</p><p>A Estradiol oral</p><p>B Gabapentina</p><p>C Venlafaxina</p><p>D Acteia negra</p><p>E Clonidina</p><p>4000197491</p><p>Questão 591 Ginecologia</p><p>Em relação à hemorragia pós-parto (HPP), uma das principais causas de mortalidade materna em todo o</p><p>mundo, assinale a alternativa correta.</p><p>A A HPP primária ocorre nas primeiras 48 horas pós-parto e apresenta como causa mais comum a</p><p>retenção placentária.</p><p>B A HPP secundária define-se</p><p>escamosas</p><p>atípicas de signi cado indeterminado, possivelmente não neoplásicas (ASCUS). Refere corrimento</p><p>acinzentado e fétido. Qual é sua conduta?</p><p>A Tratar corrimento e repetir exame em 36 meses.</p><p>B Tratar corrimento e repetir exame em 12 meses.</p><p>C Não tratar corrimento e encaminhar para colposcopia.</p><p>D Tratar corrimento e encaminhar para colposcopia.</p><p>4000199951</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 58 Ginecologia</p><p>Uma mulher de 28 anos de idade comparece à Unidade Básica de Saúde referindo ter sido vítima de</p><p>agressão sexual há 2 dias. Refere que não procurou o serviço de saúde antes porque estava sendo ameaçada</p><p>e estava com medo. Nega uso de método anticoncepcional e refere que o agressor não usou preservativo.</p><p>Considerando o atendimento preconizado para as pacientes vítimas de violência sexual, responda às</p><p>seguintes questões:</p><p>A) Como se deve proceder em relação à anticoncepção dessa paciente?</p><p>B) Qual(is) a(s) profilaxia(s) indicada(s) para as ISTs não virais nesse caso?</p><p>C) Como se deve proceder com relação à profilaxia da hepatite B?</p><p>D) Como se deve proceder com relação à profilaxia do HIV?</p><p>4000199924</p><p>Questão 59 Ginecologia</p><p>Paciente de 33 anos chega ao seu consultório com queixas de sangramento menstrual com duração de 10</p><p>dias e com uxo aumentado há 1 mês, após quadro de trombose venosa profunda. Referes ciclos anteriores</p><p>de 5 dias, uxo normal. G2P2CA0, último parto há 9 anos, ocasião em que teve um tromboembolismo</p><p>pulmonar. Atualmente em uso de rivaroxabana e noripurum. Ao exame físico, hipocorada (2+/4+), fundo</p><p>uterino não palpado, exame especular sem alterações. Qual das alternativas abaixo é a melhor opção para o</p><p>controle do sangramento anormal?</p><p>A Ácido tranexâmico e antinflamatório</p><p>B Pílula combinada</p><p>C Pílula somente de progesterona</p><p>D Estrogênio venoso</p><p>4000199920</p><p>Questão 60 Ginecologia</p><p>Paciente de 37 anos refere menstruações de 5 dias, de uxo aumentado e muitas cólicas associadas. Porta</p><p>ultrassonogra a com o seguinte laudo: útero em AVF, volume 487 cm³, múltiplos miomas intramurais, sendo</p><p>o maior deles com 7,9 cm, eco endometrial 10 mm, ovários normais. G3P3CA0. Colpocitologia oncótica:</p><p>satisfatória, epitélio escamoso e glandular, lesão intraepitelial de baixo grau. Colposcopia com biópisa: NIC 1.</p><p>Qual deve ser a conduta quanto a realização da histerectomia nesse caso?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Realizar histerectomia radical devido NIC 1</p><p>B Não realizar histerectomia antes da avaliação após conização</p><p>C Realizar a histerectomia e realizar acompanhamento de colpocitologia oncótica em 6 meses</p><p>D Cauterizar o colo uterino antes da histerectomia</p><p>4000199919</p><p>Questão 61 Ginecologia</p><p>Paciente de 60 anos com diagnóstico de líquen escleroso há 5 anos com seguimento irregular, chega ao</p><p>consultório com queixa de prurido e aparecimento de manchas escuras na vulva. G1P1A0, sem outras</p><p>comorbidades. Última colpocitologia oncótica há 1 ano com resultado normal. Segue a imagem do exame</p><p>físico:</p><p>Além do líquen escleroso em atividade, qual o outro diagnóstico e orientação que você daria para a paciente?</p><p>A NIV de alto grau, tratamento excisional</p><p>B Condiloma, tratamento destrutivo</p><p>C Melanose vulvar, conduta expectante</p><p>D NIV diferenciada, tratamento excisional</p><p>4000199918</p><p>Questão 62 Ginecologia</p><p>Paciente de 37 anos refere perda urinária aos pequenos esforços. Nega disúria. G3P3CA0. Nega tabagismo</p><p>ou etilismo. Ao exame físico, presença de perda urinária a manobra de valsalva e cistocele grau 1. Realizou</p><p>urocultura com resultado negativo e estudo urodinâmico com o laudo a seguir: bexiga com capacidade</p><p>normal, ausência de contrações não inibidas do detrusor. Presença de perda urinária a partir de 200 ml de</p><p>soro infundido, com pressão de perda de 93 cmH2O. Qual a conduta para a paciente:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Oxibutinina</p><p>B Fisioterapia pélvica</p><p>C Sling retropúbico</p><p>D Colposplastia anterior.</p><p>4000199917</p><p>Questão 63 Ginecologia</p><p>Paciente de 26 anos, nuligesta, chega ao seu consultório com citologia de lesão intraepitelial de alto grau.</p><p>Você realiza colposcopia e observa epitélio acetobranco denso de 8 às 11 horas, margeando a junção</p><p>escamocolunar. Realiza a biópsia com o seguinte laudo:</p><p>NIC 2 com expressão difusa da p16 em toda espessura do epitélio.</p><p>Diante de tal resultado, qual deve ser a sua conduta?</p><p>A Repetir citologia e colposcopia em 6 meses</p><p>B Exérese de zona de transformação</p><p>C Laser de CO2</p><p>D Cauterização</p><p>4000199916</p><p>Questão 64 Ginecologia</p><p>Paciente de 27 anos com queixa de corrimento branco acinzentado com odor fétido. Refere 5 episódios no</p><p>último ano. Qual a conduta preconizada, segundo o Ministério da Saúde?</p><p>A Metronidazol vaginal por 10 noites, seguido de ácido bórico vaginal por 21 dias, seguido de</p><p>metronidazol vaginal 2x/semana</p><p>B Clindamicina 2% creme vaginal</p><p>C Clindamicina oral por 14 dias</p><p>D Fluconazol semanal por 6 meses.</p><p>4000199915</p><p>Questão 65 Ginecologia</p><p>Paciente de 50 anos refere ondas de calor que atrapalham seu sono e atividades cotidianas. Refere ciclos</p><p>menstruais regulares, com intervalo de 24 dias entre os ciclos (anteriormente o intervalo era de 30 dias).</p><p>Hipertensa controlada. Nega outras comorbidades, tabagismo ou etilismo.</p><p>Exames complementares:</p><p>Colpocitologia oncótica: negativa para neoplasia.</p><p>Mamografia: BIRADS2</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>TGO 20 TGP 17</p><p>Hemograma normal</p><p>Colesterol total 180 LDL 90 HDL 55</p><p>Qual a melhor terapêutica nesse caso ?</p><p>A Estradiol + norestiterona transdérmico</p><p>B Estradiol + norestiterona oral</p><p>C Estriol vaginal</p><p>D Fluoxetina</p><p>4000199914</p><p>Questão 66 Ginecologia</p><p>Uma mulher de 17 anos de idade apresenta amenorreia primária e seu parceiro reclama de muita di culdade</p><p>para completar a penetração vaginal no ato sexual. Ao exame físico, nota-se genitália externa feminina com</p><p>vagina curta, em fundo cego. A ultrassonogra a realizada em consultório revelou ausência de útero. Foi</p><p>solicitado, então, um cariótipo, cujo resultado foi 46, XY. Com base nesse caso hipotético, assinale a</p><p>alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável:</p><p>A Síndrome de Rokitansky</p><p>B Síndrome de Morris</p><p>C Síndrome de Swyer</p><p>D Síndrome de Turner</p><p>4000199913</p><p>Questão 67 Ginecologia</p><p>Diante da gravidez da Claúdia Raia aos 55 anos, muitas pacientes vieram com questionamentos sobre a</p><p>reserva ovariana feminina. Sobre esse assunto, é correto afirmar que:</p><p>A O uso de contraceptivos anovulatórios consegue retardar a queda da reserva ovariana</p><p>B O melhor preditor de reserva ovariana é o hormônio antimulleriano</p><p>C A dosagem de hormônio antimulleriano pode ser feita em qualquer fase do ciclo menstrual</p><p>D A dosagem do hormônio antimulleriano em paciente usuária de contraceptivo anovulatório aumenta</p><p>os seus valores em aproxidamente 20%.</p><p>4000199912</p><p>Questão 68 Ginecologia</p><p>Diante da gravidez da Claúdia Raia aos 55 anos, muitas pacientes vieram com questionamentos sobre</p><p>detalhes em reprodução assistida. Sobre este tema, é correto afirmar que:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Em caso de pacientes com baixa reserva ovariana, podem ser utilizados óvulos doados de sua irmã.</p><p>B Em caso de casais homoafetivos masculinos, está indicado útero de substituição. A cedente do</p><p>útero não deve ter relação parental com o casal.</p><p>C As técnicas de reprodução assistidas são indicadas para pessoas de até 40 anos</p><p>D O casal pode formar, no máximo, 8 embriões em laboratório.</p><p>4000199911</p><p>Questão 69 Ginecologia</p><p>Paciente de 30 anos, G2P2A0, realiza colpocitologia oncótica com o seguinte resultado:</p><p>Fonte: atlas de citologia da Organização Mundial de Saúde</p><p>Qual o laudo citológico?</p><p>A ASCUS</p><p>B LSIL/LIEBG</p><p>C HSIL/LIEAG</p><p>D AGC</p><p>4000199910</p><p>Questão 70 Ginecologia</p><p>Mulher, 26 anos, solteira, nuligesta, relata dor em baixo ventre há cerca de duas semanas. Nega alterações</p><p>urinárias ou gastrointestinais. DUM: há 7 dias. MAC: pílula combinada. Nega uso de preservativo. Ao exame:</p><p>bom estado</p><p>como a hemorragia que ocorre no período de 48 horas até 12 semanas</p><p>após o parto.</p><p>C Como medida preventiva, o uso de ocitocina profilática está indicado após todos os nascimentos.</p><p>D O índice de choque é bom um marcador de instabilidade hemodinâmica, mas tem aparecimento</p><p>mais tardio que os dados vitais.</p><p>E O ácido tranexâmico, na dose de 500 mg intravenoso, lento, em 15 minutos, é uma opção</p><p>terapêutica, devendo ser administrado nas primeiras três horas e repetido após trinta minutos se</p><p>houver persistência do sangramento.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>4000197490</p><p>Questão 592 Ginecologia</p><p>Mulher de 20 anos apresenta quadro de irregularidade menstrual há três anos. Procurou o serviço de</p><p>ginecologia porque se encontra sem menstruar por um período de quatro meses. No exame é evidenciada</p><p>obesidade central, hirsutismo e acne. A pressão arterial foi de 135 X 90. Traz consigo exames laboratoriais:</p><p>triglicerídeos 200mg/dL; HDL 35mg/dL; glicemia 126 mg/dL. De acordo com o cenário acima, assinale a</p><p>alternativa que indica o diagnóstico mais provável.</p><p>A Síndrome de Savage associada à síndrome da anovulação</p><p>B Síndrome hiperandrogênica associada à síndrome metabólica</p><p>C Síndrome de Sjögren associada ao hiperandrogenismo</p><p>D Síndrome de Swyer associada à síndrome metabólica</p><p>E Síndrome de Morris associada à síndrome de Drewyfus</p><p>4000197489</p><p>Questão 593 Ginecologia</p><p>Mulher de 30 anos procura a emergência obstétrica por apresentar sangramento genital com cólicas</p><p>discretas há um dia. Refere estar gestante de 3 meses. O exame revelou altura de fundo uterino pouco maior</p><p>que o esperado. Fez dosagem sérica de beta-HCG com resultado acima de 300.000, e exame ecográ co</p><p>demonstra ausência de feto com material amorfo intrauterino. De acordo com o quadro acima, é CORRETO</p><p>afirmar que</p><p>A a forma parcial pode apresentar cariótipo 46, XY.</p><p>B na forma completa, o edema viloso é focal.</p><p>C a sequela maligna é mais frequente na forma completa.</p><p>D o hipotireoidismo é comum na forma completa.</p><p>E cistos tecaluteínicos são frequentes na forma parcial.</p><p>4000197488</p><p>Questão 594 Ginecologia</p><p>Chega ao seu ambulatório uma criança de sete anos de idade levada pela mãe com história de ter</p><p>apresentado menstruação. Chama a sua atenção a presença de M2 e P2 (classi cação de Tanner). Ao avaliar</p><p>o cartão de crescimento, você percebe a velocidade de crescimento acima do percentil 90%. De acordo</p><p>com o quadro acima, assinale a alternativa que indica o diagnóstico mais provável.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Adrenarca precoce isolada</p><p>B Pseudopuberdade precoce</p><p>C Puberdade precoce verdadeira</p><p>D Tumor secretor de andrógeno</p><p>E Hiperplasia adrenal congênita</p><p>4000197487</p><p>Questão 595 Ginecologia</p><p>Paciente de 60 anos, assintomática, veio para avaliar o resultado da mamogra a que realizar anualmente. O</p><p>exame físico foi normal. O resultado do exame evidenciou calci cações vasculares associadas a um cisto</p><p>simples em quadrante superior externo da mama esquerda. De acordo com o quadro abaixo, assinale a</p><p>alternativa que indica a classificação CORRETA.</p><p>A BIRADS I</p><p>B BIRADS II</p><p>C BIRADS III</p><p>D BIRADS IV</p><p>E BIRADS 0</p><p>4000197486</p><p>Questão 596 Ginecologia</p><p>Paciente de 40 anos, G3P3, com queixas de sangramento genital ocasional com odor desagradável que piora</p><p>quando tem atividade sexual. Ao exame ginecológico, foi observado grande tumor cervical que compromete</p><p>o terço superior da vagina com cerca de cinco centímetros no seu maior diâmetro. O toque retal não</p><p>evidenciou comprometimento parametrial. De acordo com o quadro acima, o estadiamento momentâneo é</p><p>A Ia1</p><p>B Ib1</p><p>C IIa1</p><p>D IIa2</p><p>E IIIC1</p><p>4000197485</p><p>Questão 597 Ginecologia</p><p>Uma paciente de 50 anos procura o ambulatório de ginecologia para avaliar resultado de exame ecográ co.</p><p>G2P2 (parto vaginal). Refere alguns episódios de irregularidade menstrual. Nega demais sintomas. Exame</p><p>físico sem alterações. O exame ultrassonográ co transvaginal revela cisto ovariano anecoico (4,0 cm</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>diâmetro) com reforço acústico posterior. Considerando o quadro acima, é CORRETO afirmar que</p><p>A o cisto ovariano pode ser consequente à queda do FSH na perimenopausa.</p><p>B a irregularidade menstrual é proveniente da elevação de prostaglandinas.</p><p>C reforço acústico se deve ao som que atravessa o cisto até a parte posterior.</p><p>D o cisto ovariano na perimenopausa deve ser investigado com ressonância.</p><p>E a conduta cirúrgica é mandatária nos casos de cistos na perimenopausa.</p><p>4000197484</p><p>Questão 598 Ginecologia</p><p>Paciente de 60 anos, G2P2 (vaginais), DUM há cinco anos, procura o ambulatório de ginecologia para</p><p>solicitar informação sobre terapia hormonal (TH). Diz ter uma boa alimentação e praticar exercícios</p><p>regularmente. Apresenta queixas de insônia, alterações do humor, secura vaginal e dispareunia. Antecedentes</p><p>de TVP há sete anos, no momento não faz anticoagulação. Traz ultrassonogra a endovaginal com eco</p><p>endometrial de 0,2 cm, ovários não visualizados e demais estruturas sem alterações. Mamogra a BIRADS 2.</p><p>Segundo os critérios de TH para o caso acima, qual opção é a mais segura?</p><p>A Estrogênio e progesterona oral combinados</p><p>B Estrogênio local (tópico)</p><p>C Estrogênio oral isolado</p><p>D Estrogênio transdérmico isolado</p><p>E Combinado transdérmico ( E+P)</p><p>4000197483</p><p>Questão 599 Ginecologia</p><p>Paciente de 60 anos, G1P1 (cesariana), apresentou sangramento uterino anormal pósmenopausa há dois</p><p>meses. Fez ultrassonogra a que demonstrou eco endometrial de 0,9cm. Submeteu-se à biópsia dirigida com</p><p>resultado de adenocarcinoma serosopapilífero moderadamente diferenciado (G2). A ressonância nuclear</p><p>magnética de pelve não revelou doença miometrial. Qual a melhor proposta cirúrgica?</p><p>A Histerectomia total abdominal com salpingectomia bilateral (HTA +SB)</p><p>B HTA + salpingooforectomia bilateral (SOB)</p><p>C HTA + SOB + linfadenectomia + omentectomia</p><p>D Curetagem semiótica após hormonioterapia</p><p>E Quimioterapia e radioterapia prévia à HTA + SB</p><p>4000197482</p><p>Questão 600 Ginecologia</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Paciente refere que há uma semana apareceram pequenas pápulas dolorosas em região genital que</p><p>rapidamente se romperam e formaram úlceras rasa, com bordas irregulares. Apareceram linfonodos inguinais</p><p>dolorosos, aumentados e aderidos entre si. O exame físico demonstrou um abscesso com utuação na</p><p>virilhas (bulbão). A microscopia da lesão revelou um bastonete curto gram negativo (cocobacilo). Qual o</p><p>provável diagnóstico desta úlcera?</p><p>A Cancro mole</p><p>B Protossifiloma</p><p>C Estiomênio</p><p>D Úlcera de Rollet</p><p>E Donavonose</p><p>4000197481</p><p>Questão 601 Ginecologia</p><p>Paciente 35 anos, G1P1, procura o serviço de ginecologia por atraso menstrual de seis meses. Nega demais</p><p>queixas. Não faz contracepção. Traz consigo exames: beta-hCG negativo; testosterona normal; TSH e T4</p><p>livre normais; prolactina = 180 ng/mL. Ecogra a de pelve sem alterações. Considerando o quadro acima,</p><p>assinale a alternativa CORRETA.</p><p>A São necessários sintomas visuais para solicitar ressonância nuclear magnética do encéfalo.</p><p>B O mecanismo fisiopatológico depende da elevação dos níveis séricos de dopamina.</p><p>C O que define a amenorreia é a apresentação da secreção pulsátil da GnRH hipotalâmica.</p><p>D O tratamento para a hiperprolactinemia só deve ser indicado na galactorreia.</p><p>E O caso acima também cursa com elevação da leptina e do neuropeptídeo Y.</p><p>4000197480</p><p>Questão 602 Ginecologia</p><p>Mulher de 26 anos, G1P1, assintomática, leva ao seu ambulatório o exame de Papaniclaou a que foi submetida</p><p>há cinco dias. O resultado revela cândida sp, lactobacllus e cocos. Diante do achado acima, qual a melhor</p><p>conduta?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Independente dos sintomas os microrganismos possuem importância prognóstica, devendo a</p><p>paciente ser tratada.</p><p>B O tratamento deve ser estipulado, uma vez que existe associação de bactérias e fungos revelando</p><p>biota polimicrobiana.</p><p>C Lactobacillus e cocos dispensam tratamento,</p><p>geral, TAX: 38,3 °C, dor à palpação do abdome inferior, negativa à manobra de descompressão</p><p>brusca e ruídos hidroaéreos presentes. Exame ginecológico: hiperemia no colo uterino com secreção</p><p>amarelada em orifício externo, presença de leucorreia amarelada e, ao toque vaginal, dor signi cativa à</p><p>mobilização do útero, sem massas palpáveis. Diante deste quadro, qual a melhor conduta terapêutica?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Tratamento em regime hospitalar com Clindamicina e Ampicilina endovenosos por 14 dias.</p><p>B Tratamento em regime hospitalar com Ceftriaxona e Metronidazol endovenosos por 14 dias.</p><p>C Tratamento em regime ambulatorial com Ceftriaxona IM dose única associado à Doxiciclina e</p><p>Metronidazol, via oral por 14 dias.</p><p>D Tratamento em regime ambulatorial com com Ceftriaxona IM, dose única, acrescido de</p><p>Azitromicina, via oral, dose única.</p><p>4000199909</p><p>Questão 71 Ginecologia</p><p>Você está diante de paciente de 17 anos que refere dor do tipo cólica intensa sempre um dia antes da</p><p>menstruação e nos dois primeiros dias dela. Refere ciclos regulares, de 4 dias de duração, uxo normal.</p><p>Refere menarca aos 13 anos e início das dores aos 15 anos, com alívio parcial com uso de anti-in amatórios.</p><p>Sexarca aos 16 anos. Método contraceptivo: preservativo. Exame físico sem anormalidades. Nesse caso, qual</p><p>seria a conduta mais recomendada?</p><p>A Realizar ultrassonografia com preparo intestinal para pesquisa de endometriose</p><p>B Associação de ácido tranexâmico com anti-inflamatório</p><p>C Uso de anticoncepcional combinado oral</p><p>D Inserção de DIU de cobre</p><p>4000199908</p><p>Questão 72 Ginecologia</p><p>Paciente de 27 anos está tentando engravidar há 2 anos, sem sucesso. É portadora de síndrome dos ovários</p><p>policísticos, com ciclos menstruais variando entre 30 e 50 dias, mesmo com em acompanhamento nutricional</p><p>e exercícios físicos 5 vezes por semana. IMC 23 kg/m².O restante da investigação de infertilidade foi normal.</p><p>Qual o próximo passo?</p><p>A Indução de ovulação com letrozol</p><p>B Indução de ovulação com gonadotrofinas</p><p>C Metformina</p><p>D Fertilização in vitro</p><p>4000199907</p><p>Questão 73 Ginecologia</p><p>Paciente de 25 anos procura orientação após ter sofrido violência sexual por agressor desconhecido. Relata</p><p>ejaculação vaginal sem preservativo há 5 horas. Método contraceptivo: DIU hormonal. Quais pro laxias</p><p>devem ser realizadas?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Levonorgestrel 1,5mg, azitromicina 1g, ceftriaxona 500 mg, Metronidazol 2g, penicilina benzatina</p><p>2400000 UI.</p><p>B Azitromicina 1g, ceftriaxona 500 mg, Metronidazol 2g, penicilina benzatina 2400000 UI, tenofovir +</p><p>lamivudina + dolutegravir por 28 dias.</p><p>C Levonorgestrel 1,5mg, azitromicina 1g, ceftriaxona 500 mg, Metronidazol 2g, penicilina benzatina</p><p>2400000 UI, vacina de HPV</p><p>D Azitromicina 1g, ceftriaxona 500 mg, Metronidazol 2g, penicilina benzatina 2400000 UI, vacina de</p><p>HPV</p><p>4000199906</p><p>Questão 74 Ginecologia</p><p>Mãe leva menina de 7 anos ao ginecologista com queixas de prurido vulvar crônico com corrimento vaginal.</p><p>Ao exame físico, nota-se discreta mácula hipocrômica em toda extensão vulvar, sem sinais de hiperemia ou</p><p>corrimento vaginal. Qual deve ser a conduta?</p><p>A Biopsiar a lesão</p><p>B Prescrever pamoato de pirvíneo</p><p>C Prescrever nistatina vulvar</p><p>D Prescrever corticoide de alta potência</p><p>4000199905</p><p>Questão 75 Ginecologia</p><p>Paciente de 62 anos em tratamento para câncer de mama subtipo Luminal B fez tratamento com</p><p>quadrantectomia + radioterapia + quimioterapia + hormonioterapia. Relata prurido vulvar, ardência e, por</p><p>vezes, sangramento vaginal. Porta urocultura recente negativa. Ao exame físico, atro a vulvovaginal intensa.</p><p>Qual das alternativas abaixo é opção de tratamento para paciente?</p><p>A Estradiol transdérmico</p><p>B Estriol vaginal</p><p>C Laser de CO2 fracionado</p><p>D Nistatina vaginal</p><p>4000199904</p><p>Questão 76 Ginecologia</p><p>Paciente com tumor de colo 1a1 diagnosticado com 15 semanas de gestação. Tem desejo de manter a</p><p>gravidez. Qual deve ser a conduta?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Conização</p><p>B Traquelectomia</p><p>C Quimioterapia neoadjuvante</p><p>D Radioterapia</p><p>4000199903</p><p>Questão 77 Ginecologia</p><p>Em qual das situações abaixo indicamos inseminação intrauterina?</p><p>A Mulher, 30a, com ultrassonografia transvaginal normal e histerossalpingrafia com Cottè negativo</p><p>bilateral. Parceiro com espermograma normal.</p><p>B Mulher, 27a, com ultrassonografia normal e histerossalpingografia com Cottè positivo bilateral.</p><p>Parceiro com espermograma com 2 milhões de espermatozoides progressivos/ml após</p><p>processamento seminal.</p><p>C Mulher, 30a, anovulatória com ultrassonografia sugestiva de ovários policísticos e</p><p>histerossalpingografia com Cottè positivo bilateral. Parceiro com oligospermia leve e 10 milhões de</p><p>espermatozoides progressivos/mL, após processamento seminal.</p><p>D Mulher 25 anos, anovuladora crônica com parceiro com oligospermia grave</p><p>4000199902</p><p>Questão 78 Ginecologia</p><p>Mulher procura Pronto Socorro de Ginecologia muito preocupada com o aparecimento de feridas dolorosas</p><p>em região íntima há 5 dias. Diz que sua última relação sexual foi há uma semana e que seu método</p><p>contraceptivo é pílula combinada, com uso regular. Exame ginecológico: múltiplas úlceras rasas em terço</p><p>posterior de grande lábio direito e esquerdo e algumas vesículas contendo líquido citrino. Qual o melhor</p><p>exame para elucidação diagnóstica?</p><p>A Microscopia a fresco do material do fundo da úlcera</p><p>B PCR do líquido das vesículas</p><p>C Biópsia da lesão</p><p>D Sorologia para infecções sexualmente transmissíveis</p><p>4000199901</p><p>Questão 79 Ginecologia</p><p>Mulher trans de 20 anos procura médico especialista em cirurgia de a rmação de gênero sobre o desejo</p><p>cirúrgico em finalizar transição. Está em uso de hormonioterapia. Qual das informações abaixo está correta?</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A No SUS pode ser realizada após 18 anos;</p><p>B No SUS pode ser realizada após 21 anos;</p><p>C No serviço privado pode ser realizada após 16 anos</p><p>D No serviço privado pode ser realizada após 21 anos</p><p>4000199900</p><p>Questão 80 Ginecologia</p><p>Eloisa tem 2 lhos, ambos sem comorbidades. Manoel tem 16 anos e Hugo tem 10 anos. Qual deve ser a</p><p>orientação quanto a vacinação contra HPV no SUS?</p><p>A Os dois podem tomar a vacina;</p><p>B Nenhum dos dois pode tomar a vacina;</p><p>C Somente Manoel toma a vacina, se for sexualmente ativo;</p><p>D Somente Hugo toma a vacina.</p><p>4000199899</p><p>Questão 81 Ginecologia</p><p>Das alternativas abaixo, qual delas fala a favor de puberdade precoce periférica feminina?</p><p>A Aumento da velocidade de crescimento</p><p>B Idade óssea maior que idade cronológica em dois desvios padrão</p><p>C Virilização</p><p>D Convulsões</p><p>4000199898</p><p>Questão 82 Ginecologia</p><p>Paciente de 18 anos, nuligesta, bissexual, refere não ter conseguido completar atividade sexual com sua</p><p>parceira quando zeram uso de prótese peniana devido a dor intensa. Desde então, não conseguiu ter</p><p>relações sexuais, por medo. Refere ter sido vítima de violência sexual aos 8 anos, por tio. O ginecologista não</p><p>conseguiu prosseguir o exame ginecológico, pois não foi possível a introdução do espéculo. Qual a provável</p><p>hipótese diagnóstica?</p><p>A Vulvodínia</p><p>B Incongruência de gênero</p><p>C Vaginismo</p><p>D Rotura perineal</p><p>4000199897</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 83 Ginecologia</p><p>Paciente de 56 anos, menopausada há 4 anos, refere corrimento vaginal amarelado com disúria há 2</p><p>semanas. Refere novo parceiro há 6 meses.Nega terapia de reposição hormonal por “medo de câncer”. Ao</p><p>exame físico, vulva atró ca, com apagamento de pequenos lábios. Vagina atró ca com corrimento</p><p>amarelado, algo purulento, com bolhas e hiperemia associada. A microscopia do conteúdo vaginal mostrou</p><p>células parabasais e aumento de polimorfonucleares. Qual a principal hipótese diagnóstica?</p><p>A Vaginite atrófica</p><p>B Vaginose citolítica</p><p>C Vaginite inflamatória descamativa</p><p>D Tricomoníase</p><p>4000199896</p><p>Questão 84 Ginecologia</p><p>Paciente de 39 anos de idade apresenta câncer de mama do tipo não especial, subtipo molecular</p><p>luminal A,</p><p>diagnosticado por biópsia por agulha grossa. O tumor está em quadrante superolateral direito e mede 1,9 cm.</p><p>A axila é clinicamente livre. Devido à idade da paciente e às características desse tumor, indica-se:</p><p>A Quadrantectomia com biópsia de linfonodo sentinela. Se negativo, realizar hormonioterapia com</p><p>tamoxifeno ou inibidor de aromatase.</p><p>B Quadrantectomia com biópsia de linfonodo sentinela. Se positivo, realizar radioterapia e</p><p>quimioterapia.</p><p>C Adenomastectomia com reconstrução imediata, seguida por quimioterapia e hormonioterapia com</p><p>tamoxifeno.</p><p>D Mastectomia com esvaziamento axilar, radioterapia, quimioterapia e tamoxifeno.</p><p>4000198980</p><p>Questão 85 Ginecologia</p><p>Mulher de 55 anos, menopausada há 6 anos, comparece ao ambulatório de ginecologia referindo tumor na</p><p>mama há 5 meses. Foi submetida a biópsia por agulha grossa com resultado de carcinoma ductal invasivo</p><p>com o seguinte per l imunoistoquímico: Receptor de estrógeno e progesterona negativo, HER2 (+++) e Ki67</p><p>= 71%. Apresentava linfonodos axilares ipsilaterais ao tumor endurecidos e aglomerados. Veja a imagem da</p><p>paciente abaixo:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Qual é o tratamento indicado para esta paciente?</p><p>A Mastectomia seguida de quimioterapia adjuvante associada com trastuzumabe.</p><p>B Quimioterapia neoadjuvante associada com trastuzumabe seguida de mastectomia.</p><p>C Hormonioterapia neoadjuvante com anastrozol seguida de mastectomia.</p><p>D Mastectomia seguida de hormonioterapia com tamoxifeno.</p><p>4000198979</p><p>Questão 86 Ginecologia</p><p>Mulher de 65 anos apresenta um episódio de sangramento vaginal pós menopausa. A ultrassonogra a</p><p>transvaginal identi cou uma linha endometrial de 3mm. Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta</p><p>recomendada?</p><p>A Adenocarcinoma endometria l e histeroscopia cirúrgica.</p><p>B Ovulação tardia e dosagem de FSH.</p><p>C Carcinoma espinocelular do colo uterino e colposcopia.</p><p>D Atrofia endometrial e seguimento ambulatorial.</p><p>4000198978</p><p>Questão 87 Ginecologia</p><p>Mulher tratada de câncer de mama, em regime de adjuvância, com anticorpos monoclonais e com</p><p>tamoxifeno, apresenta qual subtipo molecular de acordo com o perfil imunoistoquímico?</p><p>A RE=90% | RP=90% | HER-2 score 0+ | Ki-67=10%.</p><p>B RE=50% | RP=60% | HER-2 score 3+ | Ki-67=40%.</p><p>C RE=70% | RP=50% | HER-2 score 2+, FISH=negativo | Ki-67=30%.</p><p>D RE=negativo | RP=negativo | HER-2 score 2+, FISH=positivo | Ki-67=80%.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>4000198977</p><p>Questão 88 Ginecologia</p><p>Entre as opções abaixo, a mais indicada para tratamento do sangramento uterino anormal agudo é:</p><p>A Contraceptivo oral combinado com 30-35mg de etinilestradiol na dose de 1 cp três vezes ao dia até</p><p>parar o sangramento (pelo menos 2 dias) e após 1 cp/ dia por 3 a 6 semanas.</p><p>B Contraceptivo oral combinado com 30mg de etinilestradiol na dose de 1 comprimido 3 vezes ao dia</p><p>por 2 dias, e depois 1 cp ao dia por 6 meses.</p><p>C Desogestrel 75mg, 1 cp ao dia, sem intervalos, por 6 meses.</p><p>D Inserção de dispositivo intrauterino de levonogestrel.</p><p>4000198976</p><p>Questão 89 Ginecologia</p><p>Mulher de 29 anos de idade comparece ao serviço de ginecologia porque está tentando engravidar há 2 anos</p><p>sem sucesso. Refere aumento do uxo menstrual e dismenorreia. Ao exame físico ginecológico especular:</p><p>colo sem lesões, conteúdo vaginal siológico. Toque vaginal: útero de volume normal, colo grosso, posterior e</p><p>impérvio, indolor a mobilização. Ultrassom endovaginal apresentou nódulo miomatoso submucoso tipo II,</p><p>medindo 1,8 cm. Baseado no quadro clínico desta paciente, assinale a alternativa correta:</p><p>A Está indicado o tratamento com progestágeno exclusivo para reduzir o fluxo menstrual da paciente.</p><p>B O tratamento deve ser feito através da via laparoscópica.</p><p>C O análogo do GnRH pode reduzir o mioma e tratar a infertilidade da paciente.</p><p>D Deve-se realizar a miomectomia através da histeroscopia cirúrgica.</p><p>4000198975</p><p>Questão 90 Ginecologia</p><p>A endometriose é caracterizada pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina. Sobre a</p><p>endometriose, assinale a alternativa INCORRETA:</p><p>A Os quadros obstrutivos ou suboclusivos de endometriose urinária ou intestinal devem ser tratados</p><p>cirurgicamente.</p><p>B A endometriose é uma doença estrógeno dependente crônica, que pode acometer a mulher</p><p>durante toda a sua vida, incluindo o período antes da menarca e após a menopausa.</p><p>C Não há correlação entre o estadiamento da endometriose e a sua sintomatologia, de tal maneira</p><p>que pacientes com doença leve podem sentir mais dor que pacientes com doença grave.</p><p>D A endometriose se manifesta clinicamente através da dismenorreia, dispareunia, infertilidade e dor</p><p>pélvica crônica. Pode se manifestar também com aumento do fluxo menstrual e sintomas urinários</p><p>e intestinais cíclicos.</p><p>4000198974</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 91 Ginecologia</p><p>Mulher de 56 anos de idade, apresentou na sua mamogra a de rastreamento microcalci cações</p><p>pleomór cas agrupadas, BI-RADS 4, acometendo todo um seguimento mamário, com extensão de 4 cm. Foi</p><p>submetida a mamotomia por estereotaxia que resultou carcinoma ductal in situ. Baseado no caso desta</p><p>paciente, assinale a alternativa correta:</p><p>A Trata-se de lesão in situ e, portanto, está indicado somente o seguimento mamográfico em 6</p><p>meses.</p><p>B O tratamento indicado para esta paciente é clínico com o uso de inibidor de aromatase.</p><p>C A pesquisa do linfonodo sentinela não é indicada por se tratar de lesão in situ.</p><p>D Apesar da área extensa de microcalcificações, pode-se pensar em tratamento cirúrgico</p><p>conservador, desde que seja respeitado a proporção razoável do tamanho da lesão em relação ao</p><p>tamanho da mama da paciente e desde que a lesão seja retirada com margens livres.</p><p>4000198973</p><p>Questão 92 Ginecologia</p><p>Mulher de 61 anos retorna em consulta com a seguinte mamografia (vide imagem):</p><p>Qual é o BI-RADS e a conduta indicada?</p><p>A BI-RADS 3, nova mamografia em 6 meses</p><p>B BI-RADS 4, ressecção segmentar</p><p>C BI-RADS 4, biópsia por agulha grossa</p><p>D BI-RADS 5, biópsia por agulha grossa</p><p>4000198972</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>Questão 93 Ginecologia</p><p>Mulher de 53 anos apresenta nódulo palpável na mama direita. Foi submetida a ultrassonogra a que</p><p>apresentou a seguinte imagem (em anexo):</p><p>Qual é a conduta indicada para este caso?</p><p>A Seguimento em 6 meses</p><p>B PAAF</p><p>C Biópsia por agulha grossa (core biopsy)</p><p>D Biópsia por agulha grossa vácuo assistida</p><p>4000198971</p><p>Questão 94 Ginecologia</p><p>Mulher de 28 anos de idade, com irregularidade menstrual e acne, refere aparecimento de manchas na pele</p><p>(vide imagem).</p><p>Esta alteração cutânea está relacionada com:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Aumento dos níveis de androgênios</p><p>B Adenoma de hipófise</p><p>C Aumento dos níveis de TSH</p><p>D Aumento da resistência à insulina</p><p>4000198970</p><p>Questão 95 Ginecologia</p><p>Mulher de 19 anos refere que vem apresentando alterações de humor signi cativas no período que antecede</p><p>a menstruação. Refere aumento de irritabilidade, insônia e sintomas depressivos cerca de 5 dias antes da</p><p>menstruação e que melhoram após o sangramento. Também apresenta sensação de inchaço e dores na</p><p>mama de forte intensidade. Refere que já faz cerca de 8 meses que tem essas queixas. Refere ciclos</p><p>regulares e com 5 dias de sangramento, com uxo normal. Diante do quadro da paciente, assinale a</p><p>alternativa que contemple uma abordagem terapêutica adequada para o caso:</p><p>A DIU de levonorgestrel e bromocriptina.</p><p>B Inibidores de prostaglandinas e acetato de medroxiprogesterona.</p><p>C Sertralina e analgésicos.</p><p>D Vitamina B6 e anticoncepcional combinado cíclico.</p><p>4000198969</p><p>Questão 96 Ginecologia</p><p>Mulher de 59 anos refere perda urinária há 4 anos. Refere aumento de frequência urinária e noctúria</p><p>associados. Nega perda aos esforços. Apresenta diabetes mellitus tipo II e glaucoma. Já refere ter realizado</p><p>fisioterapia pélvica e medidas comportamentais sem sucesso. Qual é a conduta diante desse caso.</p><p>A Oxibutinina</p><p>oral.</p><p>B Sling transobturatório.</p><p>C Beta 3-adrenérgico.</p><p>D Estriol por via vaginal.</p><p>4000198968</p><p>Questão 97 Ginecologia</p><p>Mulher de 28 anos, comparece ao pronto-socorro se queixando de dor pélvica há 3 dias. Refere que há 12</p><p>horas houve intensi cação da dor. Refere que sua última menstruação foi há 9 dias e que faz uso de DIU de</p><p>cobre como único método contraceptivo. Nega sintomas urinários, sangramentos, corrimentos vaginais,</p><p>náuseas, vômitos ou inapetência. Ao exame encontra-se em bom estado geral, com temperatura de 38,2</p><p>graus, FC de 110 bpm e PA= 110 x 70 mmHg. No exame abdominal apresenta bastante dor á palpação de</p><p>andar inferior do abdome com descompressão brusca positiva em fossa ilíaca direita. Não apresenta</p><p>alterações no exame especular e apresenta dor à mobilização do colo e à palpação anexial direita com</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>aumento do anexo. Diante do quadro qual é a conduta mais adequada?</p><p>A Solicitar tomografia computadorizada para avaliação de suspeita de apendicite.</p><p>B Solicitar ultrassonografia transvaginal, introduzir antibioticoterapia endovenosa e retirar o DIU.</p><p>C Encaminhar a paciente para videolaparoscopia de urgência.</p><p>D Internação hospitalar para antibioticoterapia endovenosa com reavaliação da resposta clínica em 48</p><p>horas.</p><p>4000198967</p><p>Questão 98 Ginecologia</p><p>Paciente de 57 anos refere intenso ressecamento vaginal há 3 anos. Refere que associado ao quadro</p><p>apresenta prurido, dispareunia e disúria. Refere que já apresentou fogachos, mas que hoje não a incomodam.</p><p>Paciente apresenta hipertensão arterial mal controlada e diabetes mellitus tipo II em uso de insulina. Realizou</p><p>exames de rastreamento ginecológico que se encontram normais. Diante do quadro da paciente qual é a</p><p>alternativa correta?</p><p>A Prescrever gabapentina para alívio dos sintomas vulvares.</p><p>B Prescrever estriol por via vaginal.</p><p>C Prescrever lubrificante a base de água.</p><p>D Prescrever terapia hormonal por via transdérmica com estrogênio e associar progesterona.</p><p>4000198966</p><p>Questão 99 Ginecologia</p><p>Mulher de 55 anos vem ao ambulatório de ginecologia por queixa de fogachos intensos há 1 ano. Refere</p><p>irregularidade menstrual há 2 anos, com intervalos a cada 90 dias atualmente. Nega comorbidades ou</p><p>cirurgias prévias. Realizou os seguintes exames: Colesterol total=144; HDL= 46; LDL= 108; Triglicérides=</p><p>298; Glicemia de jejum= 90; Colpocitologia oncótica= classe II; mamogra a BIRADS=2 Assinale a alternativa</p><p>correta para o caso da paciente:</p><p>A A melhor conduta é prescrever progesterona de segunda fase para regularização do ciclo menstrual.</p><p>B A terapia hormonal não deve ser prescrita, pois a paciente ainda não se encontra na menopausa.</p><p>C Caso seja optado por utilizar a tibolona, será necessário adicionar progesterona para proteção</p><p>endometrial.</p><p>D A melhor via de terapia hormonal para essa paciente é através de adesivos.</p><p>4000198965</p><p>Questão 100 Ginecologia</p><p>Mulher de 64 anos de idade, sem vida sexual, apresenta queixa de bola na vagina. Ao exame POP-Q: Aa +3;</p><p>Ba +3; C -7; HG 3; CP 3; CVT 9; Ap -2; Bp -2; D ---. Ao teste de esforço com redução do prolapso observa-</p><p>se perda urinária, quando a paciente tosse. Estudo urodinâmico com redução do prolapso evidenciou pressão</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>de perda de 90 cm H₂O. Qual a melhor conduta?</p><p>A Reeducação miccional e fisioterapia do assoalho pélvico.</p><p>B Colpocleise e sling retropúbico.</p><p>C Colpoplastia anterior e sling transobturatório.</p><p>D Colpoplastia anterior e fixação de cúpula em ligamento sacroespinhal.</p><p>4000198964</p><p>Questão 101 Ginecologia</p><p>Mulher de 57 anos de idade, com sintomas de incontinência urinária foi submetida a um estudo urodinâmico</p><p>que apresentou o seguinte resultado: ausência de contrações do detrusor; pressão de perda urinária de 50cm</p><p>de H₂O. Qual é o diagnóstico e a conduta indicada?</p><p>A Deficiência esfincteriana intrínseca; fisioterapia pélvica.</p><p>B Hiperatividade do detrusor; alfa 3 adrenérgico.</p><p>C Incontinência urinária mista; tratamento com anticolinérgicos e avaliar necessidade do tratamento</p><p>dos sintomas de esforço.</p><p>D Hipermobilidade do colo vesical; sling de uretra média.</p><p>4000198963</p><p>Questão 102 Ginecologia</p><p>Paciente de 54 anos vem ao ambulatório de ginecologia referindo ondas de calor que estão piorando muito a</p><p>sua qualidade de vida. Refere que teve a sua última menstruação há 2 anos e que desde então apresenta</p><p>esses sintomas. A paciente é hipertensa bem controlada com medicação e fuma cerca de 10 cigarros por</p><p>dia. Nega outras doenças ou cirurgias prévias. Apresenta exames de rotina sem alterações. A conduta é:</p><p>A Prescrever estradiol oral + acetato de noretisterona por via oral.</p><p>B Prescrever estradiol 1mg por via transdérmica.</p><p>C Prescrever estradiol 1mg em gel + progesterona por via oral.</p><p>D Prescrever venlafaxina.</p><p>4000198962</p><p>Questão 103 Ginecologia</p><p>Mulher de 26 anos refere dor durante o período menstrual há 4 anos. Refere que assim que o sangramento se</p><p>inicia apresenta cólicas importantes e que irradiam para a região lombar. Refere que a dor permanece</p><p>durante o período de sangramento e que melhora com o término da menstruação. Refere que o quadro se</p><p>iniciou cerca de 3 anos, após a sua primeira menstruação. Ao exame físico, a paciente não apresenta</p><p>alterações significativas.</p><p>Sobre o caso da paciente é correto afirmar que:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A O fato da dismenorreia ter surgido precocemente indica a necessidade de uma investigação mais</p><p>detalhada para causas secundárias.</p><p>B O uso de um DIU de levonorgestrel poderia ser empregado no tratamento dessa paciente.</p><p>C É um quadro de dismenorreia secundária, podendo ser tratado com anticoncepcionais orais</p><p>contínuos.</p><p>D O quadro é altamente sugestivo de endometriose, devendo ser realizada uma ressonância</p><p>magnética para melhor elucidação.</p><p>4000198961</p><p>Questão 104 Ginecologia</p><p>Mulher de 58 anos vem ao ambulatório de ginecologia com queixa de fogachos intensos há 3 anos. Refere</p><p>alterações de humor e insônia associados. Está em uso de tamoxifeno há 2 anos por antecedente pessoal de</p><p>carcinoma ductal invasivo. Diante do quadro da paciente, qual é a melhor opção terapêutica?</p><p>A Sertralina</p><p>B Paroxetina</p><p>C Venlafaxina</p><p>D Fitoestrogênios</p><p>4000198960</p><p>Questão 105 Ginecologia</p><p>Mulher de 20 anos, parto cesárea há 2 semanas, primípara, amamentando, comparece à UBS para consulta</p><p>referindo que está tendo muita di culdade para amamentar, além de mal-estar, calafrios e dor nas mamas.</p><p>Ao exame físico observa-se a paciente em regular estado geral, com mamas edemaciadas e brilhantes com</p><p>uma área hiperemiada e quente localizada no quadrante supero lateral esquerdo. Qual é a conduta indicada</p><p>para este caso?</p><p>A Orientação quanto a técnica de amamentação e esvaziamento das mamas.</p><p>B Compressas frias e analgésicos</p><p>C Antibioticoterapia e inibição da amamentação</p><p>D Antibioticoterapia e orientação quanto a amamentação.</p><p>4000198959</p><p>Questão 106 Ginecologia</p><p>Mulher de 40 anos, nuligesta, em uso de camisinha como método anticoncepcional, sem comorbidades e</p><p>antecedentes familiares de malignidade, comparece ao serviço de ginecologia com quadro de sangramento</p><p>genital importante há 1 mês. Nega atraso menstrual. O exame físico ginecológico não mostrou anormalidades.</p><p>Assinale a alternativa que descreve os exames subsidiários a serem solicitados para a avaliação inicial desta</p><p>paciente:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Solicitar teste de gravidez, hemograma completo, coagulograma e ultrassonografia transvaginal.</p><p>B Solicitar teste de gravidez, hemograma completo, coagulograma, ultrassonografia transvaginal e</p><p>dosagens hormonais.</p><p>C Solicitar hemograma completo, coagulograma, ultrassonografia transvaginal e fator de Von</p><p>Willebrand.</p><p>D Solicitar hemograma completo, coagulograma, TSH, FSH, testosterona e ultrassonografia</p><p>transvaginal.</p><p>4000198958</p><p>Questão 107 Ginecologia</p><p>Mulher de 31 anos de idade, nuligesta, comparece para consulta ginecológica de</p><p>rotina com resultado de</p><p>ultrassom mostrando útero de 90 cm³, com nódulo Hipoecogênico medindo 1,0 cm, tipo 4 (FIGO), eco</p><p>endometrial medindo 9 mm e cavidade uterina sem distorções. Refere intervalo entre as menstruações de 28</p><p>dias e duração de 3 dias. Qual é a conduta indicada para este caso?</p><p>A Expectante.</p><p>B Progestágeno isolado</p><p>C Anti-inflamatório</p><p>D Miomectomia</p><p>4000198957</p><p>Questão 108 Ginecologia</p><p>Mulher de 45 anos de idade, IGIP, procura o serviço de ginecologia referindo dismenorreia progressiva e</p><p>dispareunia há 2 anos. Nega uso de método anticoncepcional O exame físico ginecológico não mostrou</p><p>anormalidades. Foi realizada uma ultrassonogra a transvaginal com preparo intestinal que mostrou</p><p>espessamento do septo retovaginal e hidronefrose à esquerda. Qual é a conduta indicada para este caso?</p><p>A Prescrever anticoncepcional combinado</p><p>B Prescrever progestágeno exclusivo contínuo</p><p>C Introduzir SIU levonorgestrel</p><p>D Indicar videolaparoscopia</p><p>4000198956</p><p>Questão 109 Tratamento</p><p>O sangramento uterino anormal é condição frequente nos ambulatórios de ginecologia, apresentando</p><p>impacto negativo nas condições de vida das mulheres acometidas. Para o tratamento clínico, NÃO se pode</p><p>utilizar:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Agentes anti-inflamatórios hormonais.</p><p>B Agentes antifibrinolíticos.</p><p>C Medicamentos hormonais gonadais.</p><p>D Agonistas do GnRh.</p><p>4000198825</p><p>Questão 110 Ginecologia</p><p>Mulher de 32 anos, sem uso de medicamento anticoncepcional, chega à consulta trazendo ultrassonogra a</p><p>transvaginal demonstrando um cisto regular, unilocular, com conteúdo denso, em ovário esquerdo, medindo</p><p>50cm³ de volume. Nega qualquer sintoma associado. Neste caso, deve-se</p><p>A observar e repetir o exame ultrassonográfico.</p><p>B internar para cirurgia imediata.</p><p>C realizar punção guiada por ultrassonografia.</p><p>D encaminhar para exames de estadiamento.</p><p>4000198824</p><p>Questão 111 Rastreamento do câncer de colo do útero</p><p>O câncer de colo uterino é doença ainda frequente no nosso meio, sobretudo na região Norte do Brasil, onde</p><p>também há a maior taxa de mortalidade. Programas de rastreamento foram implementados no Brasil a partir</p><p>da década de 1970 e mantém-se vigente até os dias de hoje. Nesse contexto, e acerca da relação entre o</p><p>HPV e o câncer de colo uterino, é correto afirmar:</p><p>A Os testes de detecção do HPV não podem ser utilizados como medida de rastreamento de câncer</p><p>de colo uterino na população em geral.</p><p>B Qualquer sorotipo de HPV é considerado de alto risco para câncer de colo uterino.</p><p>C A vacinação contra o HPV é considerada método eficaz de prevenção primária para o câncer de</p><p>colo uterino.</p><p>D O diagnóstico definitivo do HPV é firmado apenas pelo exame anatomopatológico da lesão.</p><p>4000198823</p><p>Questão 112 Ginecologia</p><p>O climatério é a fase de transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo da mulher, caracterizado</p><p>por uma gama de modi cações endócrinas, biológicas e clínicas. Sobre possíveis consequências do</p><p>hipoestrogenismo que ocorre nesta fase, considere:</p><p>I. Per l lipídico mais aterogênico, com o aumento da concentração de colesterol total às custas da</p><p>lipoproteína de alta densidade (HDL), dos triglicerídeos (TG) e da redução de lipoproteína de baixa densidade</p><p>(LDL).</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>II. Alterações cognitivas reversíveis como diminuição da atenção e alterações da memória.</p><p>III. Osteoporose pela modi cação no equilíbrio entre formação e reabsorção óssea, com predomínio a</p><p>reabsorção.</p><p>IV. Aumento da acidez e das rugas e diminuição da elasticidade da pele devido a diminuição do colágeno e</p><p>da espessura da pele.</p><p>São consequências</p><p>A I, II e III.</p><p>B II, III e IV.</p><p>C I, II e IV.</p><p>D I, III e IV.</p><p>4000198822</p><p>Questão 113 Ginecologia Obstetrícia</p><p>O organismo feminino sofre mudanças anatômicas e funcionais durante a gravidez, adaptando-se à presença</p><p>do feto em desenvolvimento. Quais adaptações fazem parte desse período?</p><p>A Aumento do volume sanguíneo materno, atingindo valores 30 a 50% maiores do que os níveis</p><p>prégestacionais, não guardando qualquer relação com a quantidade de tecido trofoblástico presente</p><p>e estimulação direta dos receptores de TSH pela HCG.</p><p>B Alteração na regulação da tireoide devido à diminuição no nível de iodo sérico consequente a um</p><p>aumento da sua depuração renal, aumento da proteína carreadora dos hormônios tireoideanos</p><p>(THBG) e estimulação direta dos receptores de TSH pela HCG.</p><p>C Redução da glicemia basal materna na fase catabólica da gravidez, visando ao armazenamento de</p><p>gordura, glicogênese hepática e transferência de glicose para o feto, sendo desencadeadas pelos</p><p>hormônios sexuais placentários (estrógeno e progesterona).</p><p>D Enrijecimento das articulações de um modo geral, com diminuição de sua elasticidade, predispondo</p><p>a gestante a dores crônicas, entorses, luxações e até fraturas e glicogênese hepática.</p><p>4000198821</p><p>Questão 114 Ginecologia Obstetrícia</p><p>A prevalência de infecções sexualmente transmissíveis (IST) vem aumentando na última década, inclusive na</p><p>gestação, provavelmente pela redução das atitudes preventivas. Em relação ao tratamento da sí lis materna,</p><p>é considerada situação INADEQUADA:</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>A Tratamento com penicilina for completo e adequado à fase clínica da doença.</p><p>B Parceiro ser tratado concomitantemente.</p><p>C Tratamento terminar 30 dias antes do parto.</p><p>D Tratamento incompleto, mesmo se feito com penicilina.</p><p>4000198820</p><p>Questão 115 Ginecologia Obstetrícia</p><p>Qual fenômeno plástico no polo cefálico NÃO é observado durante o mecanismo de parto normal?</p><p>A Bossa serossanguínea</p><p>B Cavalgamento ósseo</p><p>C Cefalohematoma</p><p>D Transudação entre a derme e o periósteo dos ossos do crâneo fetal</p><p>4000198819</p><p>Questão 116 Ginecologia Obstetrícia</p><p>A gravidez ectópica é considerada, especialmente em países desenvolvidos, uma verdadeira questão de</p><p>saúde pública. Neste contexto, o reconhecimento dos fatores de risco envolvidos torna-se relevante. Um</p><p>fator de risco associado à gravidez ectópica é:</p><p>A Anticoncepção de emergência por alteração na motilidade dos espermatozoides.</p><p>B Uso de indutores da ovulação por diminuir a motilidade tubária.</p><p>C Tabagismo por estimulação nicotínica na atividade ciliar e na mobilidade tubária.</p><p>D História de Doença Inflamatória Pélvica pelos efeitos cicatriciais sobre o endométrio.</p><p>4000198818</p><p>Questão 117 Ginecologia Obstetrícia</p><p>A rotura prematura das membranas ovulares é de nida como a rotura espontânea das membranas coriônica</p><p>e amniótica antes do início do trabalho de parto. Sobre esta importante condição complicadora da gravidez,</p><p>analise as seguintes afirmativas:</p><p>I. O período de latência é inversamente relacionado com a idade gestacional em que ocorreu a rotura das</p><p>membranas.</p><p>II. São complicações fetais hipoplasia pulmonar, prematuridade e infecção neonatal.</p><p>III. Como a prematuridade aumenta a morbidade e a mortalidade neonatais, a inibição do trabalho de parto</p><p>prematuro nestes casos leva a uma melhor taxa de sobrevida neonatal.</p><p>t.m</p><p>e/</p><p>m</p><p>ed</p><p>ic</p><p>in</p><p>al</p><p>iv</p><p>re</p><p>2</p><p>pr</p><p>oi</p><p>bi</p><p>da</p><p>v</p><p>en</p><p>da</p><p>IV. A antibioticoprofilaxia aumenta o período de latência e diminui a morbidade e a letalidade neonatais.</p><p>Estão corretas as afirmativas</p><p>A II, III e IV, apenas.</p><p>B I, III e IV, apenas.</p><p>C I, II e IV, apenas.</p><p>D I, II e III, apenas.</p><p>4000198817</p><p>Questão 118 Ginecologia Obstetrícia</p><p>A placenta prévia é condição clínica que pode ser grave, trazendo possibilidade de sangramento na última</p><p>metade da gestação. Quais as características que melhor definem o sangramento nestes casos?</p><p>A Vermelho vivo, indolor, associado a trauma local, não afetando a vitalidade fetal.</p><p>B Vermelho escuro, discreto, doloroso, intermitente, associado à hipertonia uterina.</p><p>C Abrupto, intenso, único, doloroso, sem causa aparente, afetando a vitalidade fetal.</p><p>D Vermelho vivo, indolor, progressivo, sem causa aparente, não afetando a vitalidade fetal.</p><p>4000198816</p><p>Questão 119 Fisiopatologia</p><p>A endometriose é uma doença ginecológica</p>

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