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Entre as alternativas abaixo, assinale</p><p>aquela que melhor define a leitura que Kant fez</p><p>de Hume.</p><p>Hume era cético em relação ao</p><p>racionalismo moderno porque era</p><p>admirador da tradição católica</p><p>medieval, percepção que influenciou</p><p>bastante Kant e o idealismo alemão,</p><p>que se esforçaram em defender os</p><p>valores cristãos.</p><p>Hume era cético em relação aos ideais</p><p>democráticos modernos, o que o</p><p>levou a defender o antigo regime,</p><p>trilha seguida também por Kant e pelo</p><p>idealismo alemão.</p><p>Questão 1 de 10</p><p>Corretas �8�</p><p>Incorretas �2�</p><p>Em branco �0�</p><p>1 2 3 4 5</p><p>6 7 8 9 10</p><p>Exercicio Idealismo Alemão Sair</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>Hume desconfiava da ambição</p><p>cognitiva iluminista, fundada no</p><p>procedimento dedutivo. Essa</p><p>desconfiança inspirou Kant e o</p><p>idealismo alemão, fundado no</p><p>procedimento indutivo.</p><p>Hume desconfiava da modesta</p><p>cognitiva do iluminismo,</p><p>argumentando que se tratava de uma</p><p>estratégia silenciosa de dominação, o</p><p>que influenciou muito a crítica que o</p><p>idealismo alemão fez ao iluminismo</p><p>francês.</p><p>Hume criticava a expansão colonial</p><p>europeia na América, o que</p><p>influenciou o idealismo alemão, que foi</p><p>a primeira corrente filosófica europeia</p><p>a defender a emancipação política do</p><p>novo mundo.</p><p>Resposta correta</p><p>Parabéns, você selecionou a</p><p>alternativa correta. Confira o</p><p>gabarito comentado!</p><p>Gabarito Comentado</p><p>David Hume, filósofo escocês, era cético</p><p>em relação à ambição cognitiva iluminista,</p><p>que era baseada no procedimento</p><p>dedutivo. Ele questionava a capacidade da</p><p>razão humana de alcançar um</p><p>conhecimento seguro e definitivo sobre o</p><p>mundo. Essa desconfiança de Hume</p><p>inspirou Immanuel Kant, filósofo alemão,</p><p>que é reconhecido como o fundador do</p><p>idealismo alemão. Kant, influenciado por</p><p>Hume, propôs uma nova forma de entender</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>o conhecimento, baseada no procedimento</p><p>indutivo. Portanto, a leitura que Kant fez de</p><p>Hume foi de que a desconfiança deste</p><p>último em relação à ambição cognitiva</p><p>iluminista era válida e necessária para a</p><p>construção de uma nova forma de</p><p>entender o conhecimento.</p><p>2 Marcar para revisão</p><p>A Revolução Industrial foi o período de grande</p><p>desenvolvimento tecnológico que teve início na</p><p>Inglaterra a partir da segunda metade do século</p><p>XVIII e que se espalhou pelo mundo, causando</p><p>grandes transformações. Ela garantiu o</p><p>surgimento da indústria e consolidou o</p><p>processo de formação do capitalismo. Qual</p><p>autor do idealismo alemão denunciou o fato de</p><p>que Revolução Industrial não tornou o homem</p><p>mais feliz, com as possibilidades</p><p>modernizadoras?</p><p>Sigmund Freud.</p><p>Emmanuel Kant.</p><p>David Hume.</p><p>Johann Fichte.</p><p>Franz Kafka.</p><p>Resposta correta</p><p>Parabéns, você selecionou a</p><p>alternativa correta. Confira o</p><p>gabarito comentado!</p><p>Gabarito Comentado</p><p>O avanço técnico, o desenvolvimento</p><p>industrial que a ilustração monumentalizou</p><p>como molas propulsoras do</p><p>desenvolvimento humano, para Freud,</p><p>eram incapazes de cumprir sua promessa.</p><p>Ecoando Schopenhauer, Freud denuncia</p><p>que a Revolução Industrial não tornou o</p><p>homem mais feliz. Pelo contrário, fomentou</p><p>frustração e mal-estar, pois a civilização</p><p>industrial aprimorou as práticas de controle</p><p>do pensamento e do desejo, transformando</p><p>o superego em potência ainda mais</p><p>censora e geradora de neurose. Freud já</p><p>tinha explorado os desdobramentos</p><p>psicanalíticos da frustração com as</p><p>promessas emancipatórias do Iluminismo</p><p>no livro sugestivamente intitulado O futuro</p><p>de uma ilusão, de 1927.</p><p>3 Marcar para revisão</p><p>�SEDUC � CE / 2016 � Adaptada) "O verdadeiro</p><p>é o vir-a-ser de si mesmo, o círculo que</p><p>pressupõe seu fim como sua meta, que o tem</p><p>como princípio, e que só é efetivo mediante sua</p><p>atualização e seu fim". HEGEL, G.</p><p>Fenomenologia do espírito. São Paulo: 34, 2010.</p><p>Sabendo que o pensamento hegeliano está no</p><p>topo do idealismo alemão assinale a alternativa</p><p>correta acerca do pensamento deste filósofo.</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>Hegel define a natureza em</p><p>perspectiva panteísta.</p><p>A natureza está em todos os lugares,</p><p>exceto no espírito.</p><p>Não é possível entender a realidade</p><p>como espírito.</p><p>A realidade não deve ser pensada</p><p>como processo.</p><p>A realidade não deve ser entendida</p><p>como sujeito, somente como coisa.</p><p>Resposta correta</p><p>Parabéns, você selecionou a</p><p>alternativa correta. Confira o</p><p>gabarito comentado!</p><p>Gabarito Comentado</p><p>Gabarito: Hegel define a natureza em</p><p>perspectiva panteísta. A natureza está em</p><p>todos os lugares, até mesmo no espírito,</p><p>entranhada na subjetividade cognoscente.</p><p>Entender a realidade como espírito, de</p><p>acordo com a filosofia de Hegel, é</p><p>entendê-la não apenas como substância,</p><p>mas também como sujeito. Isso significa</p><p>pensar a realidade como processo, como</p><p>movimento, não somente como coisa</p><p>(substância).</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>4 Marcar para revisão</p><p>"O mundo é minha representação".</p><p>SCHOPENHAUER, A. O mundo como vontade e</p><p>representação. São Paulo: 34, 2013.</p><p>A categoria representação é central na filosofia</p><p>de Schopenhauer e é a partir dela, e da</p><p>categoria vontade, que o autor nega a</p><p>promessa iluminista de que a razão seria o</p><p>vetor do progresso e da felicidade humana.</p><p>Sobre a representação em Schopenhauer,</p><p>assinale a alternativa correta.</p><p>A forma que o homem se espelha no</p><p>mundo, vejo aquilo que quero ver,</p><p>ouço aquilo que quero ouvir.</p><p>A forma que o homem se relaciona</p><p>com o mundo, utilizando-se de valores</p><p>e moral.</p><p>A forma que o homem é capaz de</p><p>representar o mundo por intermédio</p><p>de seus sentidos e intelecto.</p><p>Essência do mundo, solução para o</p><p>enigma do universo.</p><p>A moral não existe para o autor, sua</p><p>proposição é do abandono da</p><p>ideologia e dos estudos sobre a</p><p>sociedade.</p><p>Resposta correta</p><p>Parabéns, você selecionou a</p><p>alternativa correta. Confira o</p><p>gabarito comentado!</p><p>Gabarito Comentado</p><p>A alternativa correta é a que afirma que a</p><p>representação, na filosofia de</p><p>Schopenhauer, é a forma que o homem é</p><p>capaz de representar o mundo por</p><p>intermédio de seus sentidos e intelecto.</p><p>Schopenhauer argumenta que todo objeto,</p><p>independentemente de sua origem, é</p><p>condicionado pelo sujeito e, portanto, é</p><p>essencialmente apenas uma representação</p><p>do sujeito. Em outras palavras, tudo o que</p><p>existe para nós é o que percebemos a</p><p>partir de formas a priori de consciência,</p><p>como tempo e espaço. O real, enquanto</p><p>coisa em si, é inacessível ao nosso</p><p>conhecimento, que alcança apenas as</p><p>representações. Essas representações se</p><p>interpõem entre nós e o real como um véu</p><p>que o encobre. Qualquer pretensão do</p><p>espírito em se distanciar da natureza para</p><p>visualizá-la em perspectiva é considerada</p><p>por Schopenhauer como um ato de</p><p>ingenuidade arrogante elaborado pelos</p><p>modernos na sua vã pretensão de serem</p><p>melhores que os antigos.</p><p>5 Marcar para revisão</p><p>Poucos autores desconfiaram mais da crença</p><p>francesa no potencial emancipatório da razão</p><p>que Arthur Schopenhauer, autor do livro O</p><p>mundo como vontade e representação,</p><p>publicado pela primeira vez em 1818.</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>Schopenhauer nega a possibilidade de o</p><p>espírito (o sujeito cognoscente) se relacionar</p><p>com a natureza (realidade) sem a mediação de</p><p>seus próprios sentidos, partindo do ceticismo</p><p>de David Hume.</p><p>Wilhelm Hegel.</p><p>Emmanuel Kant.</p><p>David Hume.</p><p>Johann Fichte.</p><p>Franz Kafka.</p><p>Resposta incorreta</p><p>Opa! A alternativa correta é a letra</p><p>C. Confira o gabarito comentado!</p><p>Gabarito Comentado</p><p>Na filosofia de Schopenhauer, não existe o</p><p>sujeito cognoscente universal cartesiano,</p><p>que, destituído de qualquer subjetividade,</p><p>apenas opera um procedimento</p><p>metodológico.</p><p>6 Marcar para revisão</p><p>Esse autor foi formado no ambiente cultural do</p><p>idealismo alemão, marcado pela desconfiança</p><p>em relação à euforia iluminista, pela melancolia</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>e pela descrença de que a ciência cartesiana</p><p>seria a provedora da felicidade humana. De qual</p><p>autor o texto se refere?</p><p>Wilhelm Hegel.</p><p>Emmanuel</p><p>Kant.</p><p>David Hume.</p><p>Johann Fichte.</p><p>Franz Kafka.</p><p>Resposta correta</p><p>Parabéns, você selecionou a</p><p>alternativa correta. Confira o</p><p>gabarito comentado!</p><p>Gabarito Comentado</p><p>O autor mencionado no enunciado é Franz</p><p>Kafka �1883�1924�, um escritor tcheco de</p><p>língua alemã, amplamente reconhecido</p><p>como uma das principais figuras da</p><p>literatura moderna. As obras de Kafka são</p><p>conhecidas por retratar a ansiedade e a</p><p>alienação do homem do século XX,</p><p>refletindo o ambiente cultural do idealismo</p><p>alemão em que ele foi formado. Este</p><p>ambiente era caracterizado por uma</p><p>desconfiança em relação à euforia</p><p>iluminista e uma descrença de que a</p><p>ciência cartesiana poderia ser a provedora</p><p>da felicidade humana. Kafka cresceu sob a</p><p>influência das culturas judia, tcheca e</p><p>alemã, e sua infância e adolescência foram</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>marcadas pela figura dominadora do pai,</p><p>para quem apenas o sucesso material era</p><p>importante.</p><p>7 Marcar para revisão</p><p>Para o filósofo alemão, George W. Hegel, a</p><p>história era extremamente importante para a</p><p>construção da consciência. Contudo, para o</p><p>filósofo alemão George Hegel, cada momento</p><p>da história é único porque:</p><p>A síntese dialética é irrepetível, pois,</p><p>decorre de fatores históricos únicos (a</p><p>tese e a antítese).</p><p>Os homens que fazem a história</p><p>mudam ao longo do tempo, não</p><p>repetindo, portanto, seus gestos.</p><p>As sociedades se transformam, ao</p><p>longo do tempo, devido às melhorias</p><p>morais e espirituais pelas quais</p><p>passam as populações.</p><p>Há tantos pontos de vista diferentes</p><p>sobre a história quantos são os seres</p><p>humanos sobre o planeta.</p><p>Devemos admitir que as sociedades</p><p>evoluem a cada dia, e portanto, o</p><p>futuro será, necessariamente, melhor</p><p>que o presente.</p><p>Resposta incorreta</p><p>Opa! A alternativa correta é a letra</p><p>A. Confira o gabarito comentado!</p><p>Gabarito Comentado</p><p>George W. Hegel, filósofo alemão,</p><p>acreditava que a história era fundamental</p><p>para a construção da consciência. Ele</p><p>defendia que cada momento da história é</p><p>único devido à síntese dialética ser</p><p>irrepetível, pois decorre de fatores</p><p>históricos únicos - a tese e a antítese. Isso</p><p>significa que, para Hegel, a razão é</p><p>histórica, ou seja, é uma construção</p><p>cultural e, portanto, mutável. Ele refutava a</p><p>ideia de Kant de que existem "apriorismos"</p><p>categóricos na razão. No entanto,</p><p>concordando com Kant, Hegel admitia que</p><p>o sujeito interfere ativamente na</p><p>construção da realidade.</p><p>8 Marcar para revisão</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>Em tempos de pandemia e de marketing digital,</p><p>em busca de organização pessoal e de</p><p>serenidade na saúde física, foi documentado</p><p>que a procura por obras da filosofia estoica</p><p>cresceu. Especificamente a obra "Meditações"</p><p>de Marco Aurélio �28%) e as "Cartas" de</p><p>Sêneca �356%) na Inglaterra chegaram a ter</p><p>aumento significativo em vendas. Palavras da</p><p>moda, tais como resiliência, reinvenção de si,</p><p>acolher, gratidão, entre outras, tanto criam um</p><p>ambiente de empatia, como reforçam um</p><p>discurso simbólico impositivo. A filosofia</p><p>reaparece em momentos de crise, sobretudo,</p><p>quando a ressignificação surge como produto</p><p>de venda na autoajuda.</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>Matéria disponível em "Procura por obras do</p><p>estoicismo cresce na pandemia - YouTube"</p><p>A promessa de autorecriação contínua é</p><p>também um argumento típico dos atuais coachs</p><p>e gurus influenciadores nas redes sociais. O</p><p>que é importante? Qual a missão do intelectual,</p><p>que se diz filósofo, de acordo com a tese de</p><p>Johann Gottlieb Fichte?</p><p>O importante não é ser livre, mas</p><p>libertar-se. O conhecimento somente é</p><p>afetado pelas experiências vividas</p><p>durante a racionalização epistêmica.</p><p>O importante é libertar-se, sabendo</p><p>que através da razão e da liberdade, o</p><p>homem alcançará todas as suas metas</p><p>por completo, como um deus.</p><p>O importante é libertar-se de querer</p><p>ser o melhor homem de sua época,</p><p>pois não pode querer se relacionar</p><p>com a expectativa da sociedade.</p><p>O importante é libertar-se e viver uma</p><p>vida livre, sem que esta seja</p><p>referenciada como exemplo para a</p><p>sociedade, pois a individualidade é</p><p>suprema.</p><p>O importante é libertar-se da ideia de</p><p>guiar a sociedade, pois o idealismo</p><p>advoga a máxima sensibilidade sem</p><p>defender a influência do filósofo na lei</p><p>moral coletiva.</p><p>Resposta correta</p><p>Parabéns, você selecionou a</p><p>alternativa correta. Confira o</p><p>gabarito comentado!</p><p>Gabarito Comentado</p><p>Na obra "A Vocação do Douto" de 1974,</p><p>Fichte defende que a missão infinita do</p><p>homem é submeter a realidade à lei moral e</p><p>que a tarefa do intelectual é guiar a</p><p>sociedade no seu processo de libertação.</p><p>Nesse contexto, o conhecimento que o</p><p>filósofo hipotético produz é afetado apenas</p><p>pelas experiências vividas durante a</p><p>racionalização epistêmica. Isso significa</p><p>que, para Fichte, não são relevantes as</p><p>escolas onde o filósofo estudou, seu</p><p>ambiente familiar, suas viagens, suas</p><p>emoções de infância e sua juventude. O</p><p>que realmente importa é o momento em</p><p>que ele, descobrindo-se como filósofo,</p><p>debruça-se sobre determinada realidade.</p><p>Fichte denomina esse momento de estado</p><p>de ação, quando o sujeito toma</p><p>conhecimento de sua tomada de posição</p><p>como sujeito do conhecimento. Portanto, a</p><p>alternativa A está correta, pois reflete essa</p><p>visão de Fichte sobre a importância da</p><p>libertação e do impacto das experiências</p><p>vividas durante a racionalização epistêmica</p><p>no conhecimento produzido pelo filósofo.</p><p>9 Marcar para revisão</p><p>Imaginemos, por um instante, que a</p><p>humanidade fosse transportada a um país</p><p>utópico, onde os pombos voem já assados,</p><p>onde todo o alimento cresça do solo</p><p>espontaneamente, onde cada homem encontre</p><p>sua amada ideal e a conquiste sem qualquer</p><p>dificuldade. Ora, nesse país, muitos homens</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>morreriam de tédio ou se enforcariam nos</p><p>galhos das árvores, enquanto outros se</p><p>dedicariam a lutar entre si e a se estrangular, a</p><p>se assassinar uns aos outros. Para a maioria</p><p>dos homens, a vida não é outra coisa senão um</p><p>combate perpétuo pela própria existência, que</p><p>ao final será derrotada. Definitivamente, o</p><p>homem não está programado para ser feliz.</p><p>SCHOPENHAUER, A. O mundo como vontade e</p><p>representação. São Paulo: 34, 2013.</p><p>Sobre a vontade para Schopenhauer assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>Significa o querer inconsciente de</p><p>todos pela preservação do outro.</p><p>Está atrelada ao consciente de todos</p><p>pela sobrevivência.</p><p>A vontade é a essência do mundo e</p><p>significa amor, ódio e salvação.</p><p>A vontade pode ser plenamente</p><p>satisfeita.</p><p>Uma vez conquistado o objeto de</p><p>desejo, a vontade não é saciada, pois</p><p>o desejo já produz outro objeto para</p><p>si.</p><p>Resposta correta</p><p>Parabéns, você selecionou a</p><p>alternativa correta. Confira o</p><p>gabarito comentado!</p><p>Gabarito Comentado</p><p>Na filosofia de Schopenhauer, existe um</p><p>projeto ontológico que confronta</p><p>diretamente a ontologia iluminista. Tanto</p><p>Schopenhauer quanto os iluministas</p><p>atribuíram uma essência imutável ao ser</p><p>humano. Os iluministas defendem que o</p><p>ser humano é essencialmente racional, o</p><p>que deu origem ao termo homo sapiens,</p><p>que somente passou a integrar o</p><p>vocabulário biológico a partir do século</p><p>XVIII. Por outro lado, Schopenhauer</p><p>defende que o ser humano é naturalmente</p><p>um ser desejante, movido por vontades</p><p>pré-racionais. Segundo Schopenhauer, a</p><p>humanidade teria sua essência suspensa</p><p>se fosse possível um mundo ideal, onde</p><p>todas as necessidades humanas fossem</p><p>atendidas sem nenhum esforço, sem</p><p>nenhum trabalho. Nesse mundo hipotético,</p><p>o ser humano não desejaria, pois só</p><p>desejamos aquilo que não temos, e, quanto</p><p>mais longe de nós está o objeto de desejo,</p><p>mais desejado ele é. Uma vez conquistado</p><p>o objeto de desejo, a vontade não é</p><p>saciada, pois o desejo já produz outro</p><p>objeto para si.</p><p>10 Marcar para revisão</p><p>"O homem é condenado a ser livre". Esta frase</p><p>de Jean Paul Sartre sintetiza o movimento</p><p>filosófico que marcou a Europa no pós-</p><p>Segunda Guerra Mundial, a saber, o(a):</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>Estruturalismo.</p><p>Pós-modernidade.</p><p>Pós-estruturalismo.</p><p>Dodecafonismo.</p><p>Existencialismo.</p><p>Resposta correta</p><p>Parabéns, você selecionou a</p><p>alternativa correta. Confira o</p><p>gabarito</p><p>comentado!</p><p>Gabarito Comentado</p><p>A frase "O homem é condenado a ser livre"</p><p>é uma das mais famosas de Jean-Paul</p><p>Sartre, um dos principais representantes</p><p>do Existencialismo. Este movimento</p><p>filosófico, que teve grande influência na</p><p>Europa após a Segunda Guerra Mundial,</p><p>defende que o ser humano é livre para</p><p>fazer suas próprias escolhas e criar seu</p><p>próprio sentido na vida, mesmo que isso</p><p>possa levar a um sentimento de angústia e</p><p>responsabilidade. Portanto, a alternativa</p><p>correta é o Existencialismo.</p>