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<p>Pincel Atômico - 29/08/2024 17:34:12 1/9</p><p>WALQUIRIA</p><p>FRANCISCA DOS</p><p>SANTOS</p><p>Avaliação Online (Curso Online - Automático)</p><p>Atividade finalizada em 07/08/2024 20:58:48 (1765312 / 1)</p><p>LEGENDA</p><p>Resposta correta na questão</p><p># Resposta correta - Questão Anulada</p><p>X Resposta selecionada pelo Aluno</p><p>Disciplina:</p><p>LITERATURA: TEORIA E METODOLOGIA DE ENSINO [1062748] - Avaliação com 20 questões, com o peso total de 50,00 pontos [capítulos - Todos]</p><p>Turma:</p><p>Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Letras-Português - Grupo: FPD-JANEIRO/2024 - SGegu0A010324 [117209]</p><p>Aluno(a):</p><p>91583350 - WALQUIRIA FRANCISCA DOS SANTOS - Respondeu 16 questões corretas, obtendo um total de 40,00 pontos como nota</p><p>[361124_1573</p><p>91]</p><p>Questão</p><p>001</p><p>(PREFEITURA DE ABELARDO LUZ – SC) Texto para a questão:</p><p>CAÇADA</p><p>Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbada de árvores, encostado a</p><p>um velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade. Uma simples</p><p>túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à cintura por uma</p><p>faixa de penas escarlates, caía-lhe dos ombros até ao meio da perna, e desenhava o</p><p>talhe delgado e esbelto como um junco selvagem. Sobre a alvura diáfana do algodão,</p><p>a sua pele, cor de cobre, brilhava com reflexos dourados; os cabelos pretos cortados</p><p>rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os cantos exteriores erguidos para a fronte; a</p><p>pupila negra, móbil, cintilante; a boca forte mas bem modelada e guarnecida de dentes</p><p>alvos, davam ao rosto pouco oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência.</p><p>Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo</p><p>duas plumas matizadas, que descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as</p><p>pontas negras o pescoço flexível.</p><p>Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma</p><p>axorca de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e</p><p>veloz na corrida. Segurava o arco e as flechas com a mão direita calda, e com a</p><p>esquerda mantinha verticalmente diante de si um longo forcado de pau enegrecido</p><p>pelo fogo[...]</p><p>Ali por entre a folhagem, distinguiam-se as ondulações felinas de um dorso negro,</p><p>brilhante, marchetado de pardo; às vezes viam-se brilhar na sombra dois raios vítreos</p><p>e pálidos, que semelhavam os reflexos de alguma cristalização de rocha, ferida pela</p><p>luz do sol.</p><p>Era uma onça enorme; de garras apoiadas sobre um grosso ramo de árvore, e pés</p><p>suspensos no galho superior, encolhia o corpo, preparando o salto gigantesco.</p><p>Batia os flancos com a larga cauda, e movia a cabeça monstruosa, como procurando</p><p>uma aberta entre a folhagem para arremessar o pulo; uma espécie de riso sardônico e</p><p>feroz contraía-lhe as negras mandíbulas, e mostrava a linha de dentes amarelos; as</p><p>ventas dilatadas aspiravam fortemente e pareciam deleitar-se já com o odor do sangue</p><p>da vítima.</p><p>O índio, sorrindo e indolentemente encostado ao tronco seco, não perdia um só</p><p>desses movimentos, e esperava o inimigo com a calma e serenidade do homem que</p><p>contempla uma cena agradável: apenas a fixidade do olhar revelava um pensamento</p><p>de defesa.</p><p>Assim, durante um curto instante, a fera e o selvagem mediram-se mutuamente, com</p><p>os olhos nos olhos um do outro; depois o tigre agachou-se, e ia formar o salto, quando</p><p>a cavalgata apareceu na entrada da clareira.</p><p>Então o animal, lançando ao redor um olhar injetado de sangue, eriçou o pelo, e ficou</p><p>imóvel no mesmo lugar, hesitando se devia arriscar o ataque.</p><p>(José de Alencar. O guarani. São Paulo: Ática, 1995.)</p><p>Todas as informações abaixo têm relação com o Romantismo brasileiro, exceto uma.</p><p>Marque-a.</p><p>Predomínio de comparações e metáforas.</p><p>Predomínio da emoção e da sensibilidade.</p><p>Pincel Atômico - 29/08/2024 17:34:12 2/9</p><p>X Objetividade racional.</p><p>Subjetivismo.</p><p>Culto à natureza e ao índio.</p><p>[361124_1565</p><p>24]</p><p>Questão</p><p>002</p><p>O Quinhentismo, enquanto manifestação literária, pode ser definido como uma época</p><p>em que:</p><p>I – não se pode falar, ainda, na existência de uma literatura brasileira, pois a cultura</p><p>portuguesa estabelecia as formas de pensamento e expressão para os escritores na</p><p>colônia;</p><p>II – se pode falar na existência de uma literatura brasileira porque, ao descreverem o</p><p>Brasil, os textos mostram um forte instinto de nacionalidade, na medida em que todos</p><p>os escritores eram nativos da</p><p>terra;</p><p>III – a produção escrita se prende à descrição da terra e do índio ou a textos escritos</p><p>pelos jesuítas, ou seja, uma produção info</p><p>rmativa e doutrinária.</p><p>Apenas II e III.</p><p>Apenas II.</p><p>Apenas III.</p><p>X Apenas I e III.</p><p>Apenas I.</p><p>[361124_1284</p><p>91]</p><p>Questão</p><p>003</p><p>(FEPESE/ 2019 – adaptada) Na linguagem específica do Teatro, existe uma</p><p>diferenciação de nomenclatura que identifica a apropriação do espaço.</p><p>O Espaço concretamente perceptível pelo público e que consiste em cada uma das</p><p>unidades de ação de uma peça, ou ainda o lugar onde as personagens se</p><p>movimentam, é reconhecido como espaço</p><p>X cênico.</p><p>textual.</p><p>dramático.</p><p>imagético.</p><p>lúdico.</p><p>[361124_1284</p><p>67]</p><p>Questão</p><p>004</p><p>Quando temos um poema épico (ou epopéia) temos as seguintes características,</p><p>exceto:</p><p>X Dedicatória: o poeta dedica sua vitória somente aos reis e nobres.</p><p>Proposição ou prólogo: indicação da temática e menção ao nome do herói.</p><p>Narrativa: o relato das aventuras vividas e dos obstáculos vencidos pelo protagonista.</p><p>Invocação: o narrador pede inspiração a um ser divino.</p><p>Conclusão ou epílogo: o final da história.</p><p>Pincel Atômico - 29/08/2024 17:34:12 3/9</p><p>[361124_1500</p><p>43]</p><p>Questão</p><p>005</p><p>(UEL – Londrina)</p><p>Não há vagas</p><p>O preço do feijão</p><p>não cabe no poema. O preço</p><p>do arroz</p><p>não cabe no poema.</p><p>Não cabem no poema o gás</p><p>a luz o telefone</p><p>a sonegação</p><p>do leite</p><p>da carne</p><p>do açúcar</p><p>do pão</p><p>O funcionário público</p><p>não cabe no poema</p><p>com seu salário de fome</p><p>sua vida fechada</p><p>em arquivos.</p><p>Como não cabe no poema</p><p>o operário</p><p>que esmerila seu dia de aço</p><p>e carvão</p><p>nas oficinas escuras</p><p>- porque o poema, senhores,</p><p>está fechado:</p><p>"não há vagas"</p><p>Só cabe no poema</p><p>o homem sem estômago</p><p>a mulher de nuvens</p><p>a fruta sem preço</p><p>O poema, senhores,</p><p>não fede</p><p>nem cheira.</p><p>Ferreira Gullar</p><p>Sobre o poema Não há vagas, de Ferreira Gullar, é correto afirmar:</p><p>trata-se de texto poético que destoa do conjunto da obra Toda poesia por utilizar</p><p>redondilhas maiores e menores.</p><p>nota-se uma conjunção entre a reflexão sobre o fazer poético e a preocupação com a</p><p>realidade social adversa.</p><p>a crítica política e a reflexão sobre a literatura presentes no poema configuram</p><p>exceção na produção poética de Ferreira Gullar.</p><p>X</p><p>ao ser aproximada de um ato lúdico como o fazer poesia, a crítica social é atenuada e</p><p>perde força.</p><p>a ruptura com o verso tradicional situa o poema no contexto da primeira geração</p><p>modernista.</p><p>[361124_1574</p><p>10]</p><p>Questão</p><p>006</p><p>(UFR-RJ). O autor de Triste fim de Policarpo Quaresma é um pré-modernista e aborda</p><p>em seus romances a vida simples dos pobres e dos mestiços. Reveste o seu texto</p><p>com a linguagem descontraída dos menos privilegiados socialmente.</p><p>O autor descrito acima é:</p><p>Graça Aranha.</p><p>Pincel Atômico - 29/08/2024 17:34:12 4/9</p><p>Manuel Bandeira.</p><p>X Graciliano Ramos.</p><p>Euclides da Cunha.</p><p>Lima Barreto.</p><p>[361124_1283</p><p>81]</p><p>Questão</p><p>007</p><p>Quando Alves (2002) menciona que existe uma linguagem com capacidade ou</p><p>habilidade de recriar o existente, de registrar ou assumir o desejo de deter sua</p><p>passagem e fragilidade, provando a liberdade da criação, ele está referindo-se a qual</p><p>linguagem?</p><p>Dramática.</p><p>Objetiva.</p><p>Mítica.</p><p>Cinematográfica.</p><p>X Poética.</p><p>[361124_1574</p><p>37]</p><p>Questão</p><p>008</p><p>(MACKENZIE). “Este, cuja história vou te contar, foi amado e amou muitas mulheres.</p><p>Vieram brancas, judias e mestiças, tímidas e afoitas, para os seus braços e para o seu</p><p>leito. Para uma, no entanto, guardou ele suas melhores palavras, as mais doces, as</p><p>mais ternas, as mais belas. Essa noiva tem um nome lindo, negra: Liberdade.</p><p>Vê no céu, ele brilha, é a mais poderosa das estrelas. Mas o encontrarás também nas</p><p>ruas de qualquer cidade, no quarto de qualquer casa. Seja onde for que haja jovens</p><p>corações pulsando pela humanidade, em qualquer desses corações encontrarás</p><p>Castro Alves.</p><p>Dá-me</p><p>agora tua mão direita, ouve o abc do poeta.”</p><p>(Jorge Amado, ABC de Castro Alves (1941))</p><p>Sobre a segunda fase do Modernismo brasileiro, a qual é vinculado Jorge Amado, é</p><p>INCORRETO afirmar que:</p><p>A prosa foi afetada pelas crises sociais, econômicas e pela instabilidade política.</p><p>X</p><p>Concedeu destaque para a luta a favor da abolição da escravidão negra, tema</p><p>presente na maioria das produções poéticas do período.</p><p>Aproveitou as conquistas literárias obtidas pela geração de 1922.</p><p>Utilizou vocabulário de linguagens regionais típicas, conferindo um tom peculiar a uma</p><p>literatura de caráter social.</p><p>Os romances do período são documentos da realidade brasileira, destacando as</p><p>tensões entre o eu e o mundo no qual este se situa.</p><p>[361124_1573</p><p>85]</p><p>Questão</p><p>009</p><p>(MS CONCURSOS – ADAPTADO) São representantes do Arcadismo:</p><p>X Tomás Antônio Gonzaga e Cláudio Manoel da Costa.</p><p>Alvarenga Peixoto e Gregório de Matos Guerra.</p><p>Nenhuma das anteriores.</p><p>Tomás Antônio Gonzaga e Álvares de Azevedo.</p><p>Castro Alves e Silva Alvarenga.</p><p>Pincel Atômico - 29/08/2024 17:34:12 5/9</p><p>[361124_1573</p><p>59]</p><p>Questão</p><p>010</p><p>(SEED – PR)</p><p>Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,</p><p>Que viva de guardar alheio gado;</p><p>De tosco trato, de expressões grosseiro,</p><p>Dos frios gelos, e dos sóis queimado.</p><p>Tenho próprio casal, e nele assisto;</p><p>Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;</p><p>Das brancas ovelhinhas tiro o leite,</p><p>E mais as finas lãs, de que me visto.</p><p>Graças, Marília bela,</p><p>Graças à minha Estrela!</p><p>Eu vi o meu semblante numa fonte,</p><p>Dos anos inda não está cortado:</p><p>Os pastores, que habitam este monte,</p><p>Respeitam o poder do meu cajado.</p><p>Com tal destreza toco a sanfoninha,</p><p>Que inveja até me tem o próprio Alceste:</p><p>Ao som dela concerto a voz celeste;</p><p>Nem canto letra, que não seja minha,</p><p>Graças, Marília bela,</p><p>Graças à minha Estrela!</p><p>Tomás Antônio Gonzaga. Lira I. In: Domício Proença Filho. A poesia dos inconfidentes.</p><p>Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996. p. 573.</p><p>Considerando-se as características do poema apresentado, é correto afirmar que ele</p><p>pertence ao</p><p>Parnasianismo, por tratar de objetos poéticos de forma distanciada.</p><p>X Arcadismo, por representar o poeta e sua amada em um ambiente pastoril e idílico.</p><p>Barroco, por explorar dualidades na alma do eu lírico.</p><p>Pós-modernismo, por utilizar técnicas como a sátira e o pastiche.</p><p>Modernismo, por quebrar as tradições do verso em língua portuguesa.</p><p>[361125_1566</p><p>36]</p><p>Questão</p><p>011</p><p>(UFES – ES) Texto para a questão.</p><p>“Alguém que ainda pelejava, já na penúltima ânsia e farto de beber água sem copo,</p><p>pôde alcançar um objeto encordoado que se movia. E aquele um aconteceu ser</p><p>Francolim Ferreira, e a coisa movente era o rabo do burrinho pedrês. E Sete-de-Ouros,</p><p>sem susto a mais, sem hora marcada, soube que ali era o ponto de se entregar,</p><p>confiado, ao querer da correnteza. Pouco fazia que esta o levasse de viagem, muito</p><p>para baixo do lugar da travessia. Deixou-se, tomando tragos de ar. Não resistia.”</p><p>Guimarães Rosa - O burrinho pedrês</p><p>A característica regionalista presente no fragmento literário acima é</p><p>o mal-estar gerado pela decadência social.</p><p>a exploração dos homens e dos animais pelos proprietários no meio rural.</p><p>X a integração dos homens e dos bichos a seu meio ambiente.</p><p>a observação minuciosa da fauna e da flora de uma região.</p><p>o respeito pelas superstições e sentimentos populares.</p><p>Pincel Atômico - 29/08/2024 17:34:12 6/9</p><p>[361125_1566</p><p>10]</p><p>Questão</p><p>012</p><p>(Prefeitura de Chapecó - SC) Leia os trechos da coluna 1 e relacione com suas</p><p>respectivas características da primeira fase do Modernismo na coluna 2.</p><p>Coluna 1 Trechos</p><p>1. Gingam os bondes como um fogo de artifício, sapateando nos trilhos, cuspindo um</p><p>orifício na treva cor de cal… 2. Se Pedro Segundo Vier aqui Com história Eu boto ele</p><p>na cadeia. 3. O Nino apareceu na porta. Teve um arrepio. Levantou a gola do paletó.</p><p>4. — Xi, Pepino! Você é ainda muito criança. Tu é um ingênuo. 5. O vento batia na</p><p>madrugada como um marido. Mas ela perscrutava o escuro teimoso. Uma longe</p><p>claridade borrou a esquerda na evidência lenta de uma linha longa.</p><p>Coluna 2 Características</p><p>( ) Aproximação da prosa com a poesia. ( ) Humor. ( ) Utilização de períodos curtos. ( )</p><p>Apoio na fala coloquial. ( ) Livre associação de ideias.</p><p>Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.</p><p>X 5, 2, 3, 4, 1</p><p>5, 3, 2, 1, 4</p><p>4, 3, 2, 1, 5</p><p>1, 4, 2, 3, 5</p><p>1, 2, 4, 3, 5</p><p>[361125_1565</p><p>88]</p><p>Questão</p><p>013</p><p>(Câmara de Três Rios – RJ) O Naturalismo Brasileiro tem como obra inaugural em</p><p>1881, O Mulato. Seu autor é:</p><p>José de Alencar.</p><p>Euclides da Cunha.</p><p>Raul Pompeia.</p><p>X Aluísio Azevedo.</p><p>Machado de Assis.</p><p>[361125_1284</p><p>15]</p><p>Questão</p><p>014</p><p>Leia o trecho abaixo:</p><p>Há um tipo de crítica literária que possui um campo de atuação bem amplo, para tanto,</p><p>esse tipo de parecer sobre as obras costuma ser parcial e subjetivo ao explorar um</p><p>produto cultural. Na verdade, muitas das vezes esse tipo de crítica obedece às</p><p>demandas de mercado, ou seja, muitos dos julgamentos lançados à população são</p><p>para operar a valoração de alguma obra para venda ou consumo em massa.</p><p>Nesse trecho evidencia-se que tipo de crítica?</p><p>X Jornalística.</p><p>Comparada</p><p>Retórica.</p><p>Literária.</p><p>Histórica.</p><p>[361125_1283</p><p>77]</p><p>Questão</p><p>015</p><p>Combe (2010, p.115) ao mencionar que há uma manifestação artística que exprime</p><p>sentimentos e estados de espírito do sujeito em sua “interioridade e profundidade”. O</p><p>lirismo se confunde com a poesia “pessoal” e mesmo “intimista”, e privilegia, assim, a</p><p>introspecção meditativa e na maioria das vezes em tom melancólico.</p><p>Nesse trecho o autor refere-se a</p><p>narrativa.</p><p>literatura.</p><p>Pincel Atômico - 29/08/2024 17:34:12 7/9</p><p>poesia moderna.</p><p>X poesia lírica.</p><p>narrativa mítica.</p><p>[361125_1500</p><p>21]</p><p>Questão</p><p>016</p><p>(ENEM 2010)</p><p>(Tarsila do Amaral. “O mamoeiro”, 1925. Óleo s/</p><p>tela; 65 x 70 cm. IEB-USP.)</p><p>O modernismo brasileiro teve forte influência das vanguardas europeias. A partir da</p><p>Semana de Arte Moderna, esses conceitos passaram a fazer parte da arte brasileira</p><p>definitivamente. Tomando como referência o quadro “O mamoeiro”, identifica-se que,</p><p>nas artes plásticas, a</p><p>imagem passa a valer mais que as formas vanguardistas.</p><p>forma apresenta contornos e detalhes humanos.</p><p>X forma estética ganha linhas retas e valoriza o cotidiano.</p><p>natureza passa a ser admirada como um espaço utópico.</p><p>imagem privilegia uma ação moderna e industrializada.</p><p>[361126_1283</p><p>69]</p><p>Questão</p><p>017</p><p>(UERJ – 2012) Adaptada.</p><p>SOBRE A ORIGEM DA POESIA</p><p>A origem da poesia se confunde com a origem da própria linguagem.</p><p>Talvez fizesse mais sentido perguntar quando a linguagem verbal deixou de ser</p><p>poesia. Ou: qual a origem do discurso não poético, já que, restituindo laços mais</p><p>íntimos entre os signos e as coisas por eles designadas, a poesia aponta para um uso</p><p>muito primário da linguagem, que parece anterior ao perfil de sua ocorrência nas</p><p>conversas, nos jornais, nas aulas, conferências, discussões, discursos, ensaios ou</p><p>telefonemas [...]</p><p>No seu estado de língua, no dicionário, as palavras intermedeiam nossa relação com</p><p>as coisas, impedindo nosso contato direto com elas. A linguagem poética inverte essa</p><p>relação, pois, vindo a se tornar, ela em si, coisa, oferece uma via de acesso sensível</p><p>mais direto entre nós e o mundo [...]</p><p>Já perdemos a inocência de uma linguagem plena assim. As palavras se desapegaram</p><p>das coisas, assim como os olhos se desapegaram dos ouvidos, ou como a criação se</p><p>desapegou da vida. Mas temos esses pequenos oásis – os poemas – contaminando o</p><p>deserto de referencialidade.</p><p>ARNALDO ANTUNES</p><p>No último parágrafo, o autor se refere à plenitude da linguagem poética, fazendo, em</p><p>seguida, uma descrição que corresponde à linguagem não poética, ou seja, à</p><p>linguagem referencial.</p><p>Revela-se como expressão subjetiva.</p><p>Pincel Atômico - 29/08/2024 17:34:12 8/9</p><p>Conjuga-se com necessidades concretas.</p><p>Manifesta-se na referência ao tempo.</p><p>Afasta-se das praticidades cotidianas.</p><p>X Retoma sentidos reais.</p><p>[361126_1500</p><p>48]</p><p>Questão</p><p>018</p><p>(ENEM/2018)</p><p>Eu sobrevivi do nada, do nada</p><p>Eu não existia</p><p>Não tinha uma existência</p><p>Não tinha uma matéria</p><p>Comecei existir com quinhentos milhões</p><p>e quinhentos</p><p>mil anos</p><p>Logo de uma vez, já velha</p><p>Eu não nasci criança, nasci já velha</p><p>Depois é que eu virei criança</p><p>E agora continuei velha</p><p>Me transformei novamente numa velha</p><p>Voltei ao que eu era, uma velha.</p><p>PATROCÍNIO, S. In: MOSÉ, V. (Org) Reino dos bichos e dos animais é meu nome. Rio</p><p>de Janeiro: Azougue, 2009.</p><p>Nesse poema de Stela do Patrocínio, a singularidade da expressão lírica manifesta-se</p><p>na</p><p>associação de imagens desconexas, articuladas por uma fala delirante.</p><p>expressão autobiográfica, fundada no relato de experiências de alteridade.</p><p>X representação da infância, redimensionada no resgate da memória.</p><p>transgressão à razão, ecoada na desconstrução de referências temporais.</p><p>incorporação de elementos fantásticos, explicitada por versos incoerentes.</p><p>[361126_1566</p><p>28]</p><p>Questão</p><p>019</p><p>(CESMAC) A obra de Vinícius de Moraes (1913-1980) passeou por vários temas, mas</p><p>ficou ligada, particularmente a partir dos Anos 40, ao amor sensual e ao erotismo. Qual</p><p>dos versos elencados abaixo, podemos assinalar como pertencente ao Vinícius de</p><p>Moraes sensual e erótico?</p><p>Quando nasci, um anjo torto</p><p>desses que vivem na sombra</p><p>disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.</p><p>Vou-me embora pra Pasárgada</p><p>Lá sou amigo do rei</p><p>Lá tenho a mulher que eu quero</p><p>Na cama que escolherei</p><p>X</p><p>Essa mulher que se arremessa, fria</p><p>E lúbrica aos meus braços, e nos seios</p><p>Me arrebata e me beija e balbucia</p><p>Versos, votos de amor e nomes feios.</p><p>Lá longe o sertãozinho de Caxangá</p><p>Banheiros de palha</p><p>Um dia eu vi uma moça nuinha no banho</p><p>Fiquei parado o coração batendo</p><p>Ela se riu</p><p>Foi o meu primeiro alumbramento;</p><p>Pincel Atômico - 29/08/2024 17:34:12 9/9</p><p>João amava Teresa que amava Raimundo</p><p>que amava Maria que amava Joaquim que</p><p>amava Lili</p><p>que não amava ninguém</p><p>[361126_1500</p><p>32]</p><p>Questão</p><p>020</p><p>(UFF)</p><p>O golpe de 1964 e o recrudescimento do regime militar após 1968 - 1969 atingiram</p><p>também a produção de artistas e intelectuais brasileiros.Assinale a opção que melhor</p><p>explica o panorama cultural brasileiro nos chamados "anos de chumbo".</p><p>A censura do regime militar praticamente inviabilizou o cinema nacional, substituindo a</p><p>criatividade do movimento conhecido como "Cinema Novo" pela filmografia</p><p>hollywoodiana apoiada pela EMBRAFILME.</p><p>A prisão do teatrólogo Augusto Boal, em 1971, foi o emblema da perseguição à</p><p>dramaturgia brasileira, doravante reduzida à encenação de peças estrangeiras.</p><p>X</p><p>A repressão e a censura não conseguiram sufocar completamente as manifestações</p><p>culturais do país, como demonstra a emergência, no plano musical, do movimento</p><p>conhecido como "Tropicalismo".</p><p>A Universidade ficou a salvo da repressão política, exceto pelas invasões aos campi</p><p>de algumas universidades, entre o final da década de 60 e o início da seguinte.</p><p>A coerência dos critérios censórios do regime militar explicitou-se, nitidamente, no</p><p>episódio da proibição da publicação da Declaração da Independência dos Estados</p><p>Unidos, fato só superado pela interdição de "Davi", a perigosa escultura de</p><p>Michelangelo.</p>

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